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Notas de Aula Aércio F.

de Lima UAF/CCT/UFCG
Movimento Harm^
onico
Oscilador Harm^
onico Simples
Lei de Hooke:

F=-K x (1)
sendo K a constante elástica medida em unidades [K] = [N/m].
Usando a lei de Newton para a força elástica,

d2 x
F = m = −Kx (2)
dt2
Pode-se reescrever a equação acima como

d2 x K
2
= − x = − ω2 x (3)
dt m
Cuja solução pode ser representada por

x(t) = A cos(ωt + ϕ) (4)

Sendo A e ϕ constantes. A é chamada amplitude do movimento e ϕ constante de fase ( ou ângulo


de fase inicial ) e ω é chamada frequência angular medida em rad/s.
Exemplo
(a) Se x(t = 0) = A :

A = A cos(ω · 0 + ϕ) ⇔ cos(ϕ) = 1 ⇒ ϕ = 0 rad (menor determinação) (5)


(b) Se x(t = 0) = A/2 :

A/2 = A cos(ω · 0 + ϕ) ⇔ cos(ϕ) = 1/2 ⇒ ϕ = π/3 rad (menor determinação) (6)


O perı́odo T, do movimento é definido como sendo o tempo para o qual os parâmetros que
definem movimento assumem os mesmos valores,

x(t + T ) = x(t) (7)

Assim
cos(ω(t + T )) = cos(ωt) (8)
que fornece ω T = 2π, ou ainda,


T = ω (9)
Já a frequência f , é dada por

1 ω
f = T = 2π (10)
sendo medida em unidades de s−1 também denominada de Hertz(Hz).

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Energia do Oscilador Harmônico Simples


A energia mecânica total E, do oscilador é dada pelas suas partes cinéticas Ecin e potencial U ,
1 1
E = Ecin + U = m v 2 + K x2 (11)
2 2
1 1
E = m ω 2 A2 sin2 (ωt + ϕ) + K A2 cos2 (ωt + ϕ) (12)
2 2
1 [ 2 ]
E = K A sin (ωt + ϕ) + cos2 (ωt + ϕ)
2
(13)
2
1
E = K A2 (14)
2
V^
e-se que a energia mec^ anica total é constante durante todo movimento harm^ onico .
Isso é de se esperar uma vez que não foi levado em conta perdas decorrentes do atrito, resistência
do ar, por exemplo, ou outros efeitos dissipativos.
É instrutivo ilustrar o diagrama das energias cinética e potencial do oscilador em função da
posição. Usando a conservação da energia total(14), pode-se expressar a energia cinética como,

Ecin = E −U (15)
1 1 1
mv 2 = K A 2 − K x2 (16)
2 2 2
KA2 − Kx2
v2 = (17)
√ m
K 2
v = ± (A − x2 ) (18)
m

v = ± ω A2 − x2 (19)

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Figura 1: Figura 15.6 do Halliday-Resnick-Walker,8a ed. Observe a notação do livro que usa a
amplitude A, do movimento igual a xm e denota a Energia cinética por K.

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Pêndulo Simples

Figura 2: Figura 15.16 do Searway vol.1,7a ed.

Note que um pêndulo simples é um sistema cuja a massa total está concentrada na extremidade
de um fio e oscila sem forças dissipativas sob ação da gravidade.

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Aplicando a lei de Newton para a massa m, vê-se que a força resultante F⃗ = T⃗ + P⃗ aponta
na direção tangencial ao movimento. Assim,

d2 s d2 θ
Ft = −m g sen(θ) = m 2
= ml 2 (20)
dt dt
Acima usou-se que o arco s = lθ. Da expressão (20) encontra-se a equação diferencial não-linear

d2 θ g
2
= − sen(θ) (21)
dt l
O caso especial de interesse, surge quando se considera pequenos ângulos, sen(θ) ≈ θ
Nessa aproximação a equação (21) torna-se linear,

d2 θ g
2
= − θ (22)
dt l

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Figura 3: Figura 15.1 do Searway vol.1,7a ed.

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Observe que no caso de pequenos ângulos, a frequência angular ω do pêndulo simples é dada
por
√g
ω = l (23)
e o perı́odo T,

T = 2π
ω = √

g = 2π
l
g (24)
l

Exercı́cio

1. Se abandona uma bola de uma altura de 4,0m que realiza uma colisão elástica com o solo.
Supondo que não haja perdas de energia mecânica, nem resistência do ar. (a) Demonstre que
o movimento é periódico; (b) Qual é o perı́odo do movimento ? O movimento é harmônico
simples ?
Solução
(a) Deve-se notar que o movimento inicial é de queda livre. Ao atingir o solo
a bola recebe de volta, completamente, d evido a colis~ ao elástica, a energia
cedida ao solo. Assim a velocidade de subida é igual àquela com a qual atingiu
o solo. A energia cinética é totalmente convertida em energia potencial e a
altura máxima atingida é id^
entica à inicial. A conservaç~
ao da energia leva necessari
ao movimento periódico.
(b) O perı́odo T, do movimento é igual ao tempo necessário para a partı́cula atingir
as mesmas posiç~oes com as mesmas velocidades. Analisando o movimento de queda
e o de subida temos que o movimento se repete completamente após transcorridos
o intervalo de tempo,

√ √
2h 2h
T = + (25)
g g

2 · 4, 0m
T = 2 = 1, 80s (26)
9, 81m/s2

Como a força ao longo de todo movimento n~


ao é da forma proporcional ao deslocamento
"y", o movimento n~ao pode ser considerado harm^onico.

2. Uma bola de massa m, se conecta as extremidades de uma corda de comprimento l, con-


forme figura (4). A tensão na corda é T⃗ . Se um pequeno deslocamento y, é realizado na
direção vertical,perpendicular ao comprimento da corda, tal que a tensão T⃗ não muda sig-
nificativamente , calcule a força na direção que tenta restaurar a posição original. Expresse
a frequência angular do movimento em função de T, m e l .
Solução
A força restauradora é devido a corda ligada ao objeto em ambos os lados. A
resultante dessa força aponta na direç~
ao vertical. Assim

FR = −2 · T sen(θ) (27)

mas pela figura pode-se notar facilmente que, para y pequeno, sen(θ) ≈ tan θ =
y/l . Logo,
y
FR = − 2 · T (28)
l

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Figura 4: Figura 15.63 do Searway vol.1,7a ed.

Comparando com a força harm^


onica da lei de Hooke, tem-se que a frequ^
encia angular
é √
2T
ω = (29)
ml
3. Considere uma determinada mola sem massa e de constante elástica K, num campo gravi-
tacional uniforme. Um objeto de massa m, está suspenso nela (Figura5). (a) Mostre que
sendo x = 0 a posição da extremidade da mola sem carga, a posição de equilı́brio estático
é dada por mg/K . (b) Mostre que a equação do movimento do sistema massa-mola é :

d2 x
m + Kx = mg (30)
dt2
e que a solução para um deslocamento em função do tempo é
mg
x = A cos(ωt + ϕ) + (31)
K

K
onde ω = m .
(c) Mostre portanto que os valores de ω , v , a , f e T em um campo gravitacional são os
mesmos na ausência dele, com uma única diferença na posição de equilı́brio que é deslocada
de mg/K .
(d) Considere a energia do sistema 1/2mv 2 + 1/2Kx2 + mg(h − x) = constante e mostre
que diferenciando com relação ao tempo, obtém-se a equação do movimento da parte (b).
(e) Mostre que quando o objeto cai de x=0 até aposição de equilı́brio estático, mg/K , a
energia potencial gravitacional se transforma metade em energia potencial elástica e metade
em energia cinética.
(f) Considere finalmente o sistema em movimento em torno da posição de equilı́brio estático.
Calcule separadamente a variação da energia potencial gravitacional e da energia potencial
elástica, quando o objeto se mover para cima percorrendo a distância A, e para baixo
percorrendo a mesma distância A. Mostre que a variação total na energia potencial é mesma
em cada caso, ou seja, 1/2KA2 . Em vista dos resultados dos itens (c) e (f) podemos ignorar
o campo gravitacional uniforme. Assim considerar o nı́vel de referência deslocado da posição
x = 0 para a posição x = m g/K.

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Figura 5: Figura 34 do Halliday vol.2,4a ed.

Ondas Progressivas , Ondas harmônicas

Conceito de ondas:Qualquer sinal que se transmite de um ponto para outro de um meio


com velocidade finita.

Ondas Progressivas unidimensionais

y(x, t) = f (x − v · t) , quando o movimento é para direita (32)

Figura 6: Pulso ondulatório progressivo e movendo para esquerda com velocidade v.

Se o movimento for para esquerda tem-se,

y(x, t) = g(x + v · t) (33)

Ondas Harmônicas

y(x, t) = A sen(k(x − v · t) + ϕ) = A sen(kx − ω · t + ϕ) (34)

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Sendo A a amplitude , k = 2π/λ o número de onda , com λ o comprimento de onda, ω a


frequência angular e ϕ é a constante de fase.
Exemplo: Considere uma onda com ϕ = 0 e que no instante t=0, tem a forma dada pela
Figura (7) (a)
Não é difı́cil mostrar que ela pode ser representada por

y(x, t = 0) = Asen(kx − ωt) = Asen( x) (35)
λ

Figura 7: Comprimento de onda, λ e perı́odo T .

Por outro lado se olharmos como um ponto do meio (x fixo ) se movimenta quando a onda
passa por ele. Teremos que o ponto se movimenta segundo a Figura 7 (b). Assim quando a onda
percorre uma distância λ, com velocidade v o ponto executa uma oscilação completa num tempo
T:

λ
v = (36)
T
Assim uma outra forma de representar a onda é

y(x, t) = Asen(kx − ωt) = Asen( [x − vt]) (37)
λ
2π λ x t
y(x, t) = A sen( [x − t]) = A sen(2π [ − ]) (38)
λ T λ T

Velocidade de propagação da onda numa corda


Na corda , ver Figura(8), a força resultante ( Fr ) aponta para o centro e deve ser a componente
centrı́peta do movimento. Como a pequena porção tem massa ∆m e subtende um pequeno
ângulo θ , tal que sen(θ) ≈ θ , tem-se,

v2 v2
Fr = 2T sen(θ) = 2T θ = ∆m = µ∆s (39)
R R

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Lembrando que ∆s = R2θ temos

T = µv 2 ou (40)

T
v = (41)
µ

Figura 8: Pequena porção da corda de comprimento ∆s , submetido à uma força de Tensão T .

Exercı́cio: Um helicóptero ergue, através de uma corda, um homem de 80 kg, numa gaiola de
resgate tendo massa 70 kg. O homem tenta enviar sinais para o helicóptero golpeando a corda
para produzir pulsos. Sabe-se que os pulsos levam 0.25 s para chegar ao helicóptero viajando
na corda de 15.0 m, cuja massa é 8.00 kg. O helicóptero acelera para cima de forma a elevar o
homem; determine essa aceleração .

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Potência Transmitida por uma onda senoidal

Figura 9: Energia transmitida a cada porção da corda devido a propagação da onda.

Energia potencial da corda U


Para um elemento de massa dm da corda o energia potencial dU ,

1 1
∆U = Ky 2 (x, t) = (∆mω 2 )y 2 (x, t) (42)
2 2
1
∆U = µ∆xω 2 y 2 (43)
2
1 2 2
dU = µω y dx (44)
2
No instante t = 0
1 2 2
dU = µω y dx (45)
2
1 2
dU = µω [ sen(Kx − ϕ) ]2 dx (46)
2
A energia potencial total armazenada num comprimento de onda λ é dada por
∫ x=λ ∫
1 2 2 x=λ
dU ≡ Uλ = µω A [ sen(Kx − ϕ) ]2 dx (47)
x=0 2 x=0

1 2 2 Θ= Kλ − ϕ
Uλ = µω A [sen(Θ)]2 dΘ/K (48)
2 Θ=−ϕ
2 ∫ Θ=Kλ
1 2A 1 + cos(2Θ)
Uλ = µω dΘ (49)
2 K Θ=0 2
[ ∫ ∫ ]
1 2 A2 1 Θ=Kλ 1 Θ=Kλ
Uλ = µω dΘ + cos(2Θ)dΘ (50)
2 K 2 Θ=0 2 Θ=0
1 2 2
Uλ = µω A λ (51)
4
Analogamente encontra-se que a energia cinética Eci

∫ x=λ ∫ x=λ ( )2
1 dy(x, t)
Eci = dEci = ∆m (52)
x=0 x=0 2 dt

1 2 2 x=λ
Eci = µω A [ sen(Kx − ϕ) ]2 dx (53)
2 x=0
1 2 2
Eci = µω A λ (54)
4

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A energia mecânica total num comprimento de onda lambda será
1 2 2
Eλ = Ulambda + Eci = µω A λ (55)
2
A potência P num perı́odo T será

1 2 2
Eλ ω A λ
P = = 2 (56)
∆t T
1 2 2
P = µω A v (57)
2
No caso de ondas tridimensionais é mais útil usar a intensidade I ao invés da potência,

P
I = (58)
Area
Exemplo Uma fonte isotrópica de potência P considerada constante emite ondas esféricas .
Qual é a relação entre a intensidade da onda e sua distância à fonte ?

P
I = (59)
4πr2

Figura 10: Onda esférica se propagando no espaço.

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Interferência de Ondas
Princı́pio da Superposição
Se vale o princı́pio da superposição a adição de suas ondas é uma onda , ou seja,

y(x, t) = y1 (x, t) + y2 (x, t) (60)


Seja por exemplo duas ondas da forma ,

y1 (x, t) = A sen(Kx − ωt + ϕ1 ) (61)


y2 (x, t) = A sen(Kx − ωt + ϕ2 ) (62)

A superposição será

y(x, t) = A sen(Kx − ωt + ϕ1 ) + A sen(Kx − ωt + ϕ2 ) (63)


∆ϕ
y(x, t) = 2A cos( ) sen(Kx − ωt − ϕ′ ) (64)
2

sendo ϕ′ = ϕ1 +2 ϕ2 e ∆ϕ = ϕ2 − ϕ1 .
Observe que se ∆ϕ = 0 a onda resultante terá amplitude 2 A . Nesse caso tem-se uma
interferência construtiva. Já no caso em que ∆ϕ = π tem-se uma interferência destrutiva.

Figura 11: Superposição de ondas de mesma amplitude,comprimento de onda e frequência mas


◦ ◦ ◦
com diferença de fase ∆ϕ 0 , 180 , 60 .

Exercı́cio. Duas ondas se movem no mesmo sentido em uma corda e interferem.As ondas têm
o mesmo comprimento de onda e viajam com a mesmo velocidade . A amplitude de cada uma
desses ondas é 9,7 mm e existe uma diferença defase de 110 ◦ entre elas. (a) Qual a amplitude da
onda resultante da interferência dessas ondas. (b)Para qual valor da diferença de fase entre as
ondas a onda resultante teria amplitude igual as ondas originais ?
Exercı́cio. Mostre que a função y(x, t) = ln[b(x − vt)] satisfaz a equação da onda.
Exercı́cio. (a)Mostre que a função Y (x, t) = x2 + v 2 t2 satisfaz a equação da onda . (b)
Mostre que essa função pode ser escrita na forma y(x, t) = f (x − vt) + g(x + vt). Determine
a forma funcional de f (x, t) e g(x, t) .

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Exercı́cio. Dois alto-falantes idênticos separados por uma distância de 3,0 m são acionados
pela mesma fonte. Um ouvinte está localizado no ponto O que dista 8,0 m do centro que liga os
alto-falantes. Quando o ouvinte se move para o ponto P, escuta o primeiro mı́nimo de intensidade
do som. Qual é a frequência da fonte ? Use que a velocidade do som é 343 m/s.

Figura 12: Dois alto-falantes interferindo no ponto P.

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