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SISTEMA RESPIRATÓRIO Marcelo Marques Soares Prof. Didi
SISTEMA RESPIRATÓRIO
Marcelo Marques Soares
Prof. Didi
Funções do Sistema Respiratório TROCA Gás Oxigênio DE Carbônico O 2 GASES CO 2 Entra
Funções do Sistema Respiratório
TROCA
Gás
Oxigênio
DE
Carbônico
O 2
GASES
CO 2
Entra no Sangue
Sai do Sangue
Reações
Eliminado para
o meio externo
Metabólicas
(Ambiente)
(Corpo)
Vias Aéreas Superiores Nariz Cav. Nasal Traquéia Brônquio Principal Brônquio Esquerdo Principal Direito
Vias Aéreas Superiores
Nariz
Cav. Nasal
Traquéia
Brônquio
Principal
Brônquio
Esquerdo
Principal
Direito
Faringe
Pulmão
Pulmão
Laringe
Direito
Esquerdo
Traquéia
DDD

24/02/2016

Dica Do Didi Alfabeto F antes de L Faringe Laringe
Dica Do Didi
Alfabeto
F antes de L
Faringe
Laringe
Vias Aéreas Inferiores Traquéia Brônquios Traquéia Brônquio Principal Brônquio Esquerdo Principal Direito
Vias Aéreas Inferiores
Traquéia
Brônquios
Traquéia
Brônquio
Principal
Brônquio
Esquerdo
Principal
Direito
Brônquíolos
Pulmão
Pulmão
Alvéolos
Direito
Esquerdo
Pulmões
Nariz Externo RAIZ DORSO ASA NARINA ÁPICE
Nariz Externo
RAIZ
DORSO
ASA
NARINA
ÁPICE
Nariz Externo COANA COANA NARINA Orifício Orifício Orifício Posterior Posterior Anterior
Nariz Externo
COANA
COANA
NARINA
Orifício
Orifício
Orifício
Posterior
Posterior
Anterior
Cavidade Nasal COANA Orifício Posterior NARINA Orifício Anterior SEPTO NASAL
Cavidade Nasal
COANA
Orifício
Posterior
NARINA
Orifício
Anterior
SEPTO
NASAL
Cavidade Nasal Septo Nasal Desvio de Septo Nasal Septo Nasal
Cavidade Nasal
Septo Nasal
Desvio de
Septo Nasal
Septo Nasal

24/02/2016

Cavidade Nasal Septo Nasal Antes Depois
Cavidade Nasal
Septo Nasal
Antes
Depois
Conchas Nasais C N Superior C N Média C N Inferior
Conchas Nasais
C N
Superior
C N Média
C N Inferior
Conchas Nasais CN Superior C CN N Média Média C N Superior C N Média
Conchas Nasais
CN Superior
C CN N Média Média
C N
Superior
C
N Média
C
N Inferior
CN Inferior
Mucosa Nasal Mucosa Nasal
Mucosa Nasal
Mucosa Nasal
Mucosa Nasal Rinite Alérgica
Mucosa Nasal
Rinite Alérgica
Seios Paranasais SEIO FRONTAL Frontal Esfenóide Etmóide Maxila SEIO ESFENOIDAL
Seios Paranasais
SEIO
FRONTAL
Frontal
Esfenóide
Etmóide
Maxila
SEIO ESFENOIDAL

24/02/2016

Seios Paranasais 1 SEIO FRONTAL ( 1 ) 2 SEIO ESFENOIDAL ( 2 )
Seios Paranasais
1
SEIO FRONTAL ( 1 )
2
SEIO ESFENOIDAL ( 2 )
Seios Paranasais SEIO FRONTAL SEIO FRONTAL SEIO ESFENOIDAL SEIO ETMOIDAL SEIO ETMOIDAL SEIO MAXILAR SEIO
Seios Paranasais
SEIO FRONTAL
SEIO
FRONTAL
SEIO
ESFENOIDAL
SEIO
ETMOIDAL
SEIO ETMOIDAL
SEIO MAXILAR
SEIO MAXILAR
Seios Paranasais Seio Frontal Seio Etmolidal Seio Maxilar
Seios Paranasais
Seio Frontal
Seio Etmolidal
Seio Maxilar
Seios Paranasais Seio Frontal Seio Etmoidal Sinusite Seio Maxilar
Seios Paranasais
Seio Frontal
Seio Etmoidal
Sinusite
Seio Maxilar
Faringe • É um tubo que começa nas coanas e estende-se para baixo no pescoço
Faringe
• É um tubo que começa nas
coanas e estende-se para baixo
no pescoço (cartilagem cricóide).
• Ela se situa logo atrás das
1
cavidades nasais e logo a frente
2
às vértebras cervicais.
3
• Sua parede é composta de
músculos esqueléticos e
revestida de túnica mucosa
• Passagem de ar e alimento
Faringe 3 porções: NASOFARINGE OROFARINGE LARINGOFARINGE
Faringe
3 porções:
NASOFARINGE
OROFARINGE
LARINGOFARINGE

24/02/2016

Faringe Adenóide
Faringe
Adenóide
Faringe Adenóide Inflamada
Faringe
Adenóide Inflamada
Faringe Remoção da Adenóide
Faringe
Remoção da
Adenóide
Faringe Antes Depois
Faringe
Antes
Depois
Laringe
Laringe
Laringe Liga a faringe à traquéia FUNÇÕES - Atua como passagem para o ar durante
Laringe
Liga a faringe à traquéia
FUNÇÕES
- Atua como passagem para o ar
durante a respiração;
- Produz som, ou seja, a voz (por esta
razão é chamada de caixa de voz);
- Impede que o alimento e objetos
estranhos entrem nas estruturas
respiratórias (como a traquéia).

24/02/2016

Laringe
Laringe
Laringe CARTILAGENS (9) Tireóide, Cricóide ÍMPARES (3) e Epiglote PARES (3) Aritenóides, Cuneiformes e
Laringe
CARTILAGENS (9)
Tireóide, Cricóide
ÍMPARES (3)
e Epiglote
PARES (3)
Aritenóides, Cuneiformes
e Corniculadas
Laringe CARTILAGEM TIREÓIDE CARTILAGEM CRICÓIDE GLÂNDULA TIREÓIDE TRAQUÉIA
Laringe
CARTILAGEM
TIREÓIDE
CARTILAGEM
CRICÓIDE
GLÂNDULA
TIREÓIDE
TRAQUÉIA
Esqueleto Estrutural da Laringe EPIGLOTE TIREÓIDE CRICÓIDE
Esqueleto Estrutural da Laringe
EPIGLOTE
TIREÓIDE
CRICÓIDE
Esqueleto Estrutural da Laringe EPIGLOTE TIREÓIDE CORNICULADA ARITENÓIDE CRICÓIDE
Esqueleto Estrutural da Laringe
EPIGLOTE
TIREÓIDE
CORNICULADA
ARITENÓIDE
CRICÓIDE
Cricóide
Cricóide

24/02/2016

Cuneiforme Cartilagem Cuneiforme
Cuneiforme
Cartilagem Cuneiforme
Cuneiforme Tubérculo Cuneiforme Cartilagem Cuneiforme
Cuneiforme
Tubérculo Cuneiforme
Cartilagem Cuneiforme
Epiglote
Epiglote
Deglutição Bolo Faringe Epiglote Laringe Esôfago
Deglutição
Bolo
Faringe
Epiglote
Laringe
Esôfago
Deglutição Bolo Faringe Epiglote Laringe Esôfago Pregas Vocais A laringe também desempenha função na
Pregas Vocais A laringe também desempenha função na produção de som, que resulta na fonação.
Pregas Vocais
A laringe também
desempenha
função na
produção de som,
que resulta na
fonação.

24/02/2016

Pregas Vocais Língua Epiglote Pregas Vocais Falsas Traquéia Pregas Vocais Esôfago Verdadeiras Inspiração
Pregas Vocais
Língua
Epiglote
Pregas
Vocais
Falsas
Traquéia
Pregas Vocais
Esôfago
Verdadeiras
Inspiração
Fonação
Pregas Vocais
Pregas Vocais
Pregas Vocais CLIQUE AQUI PARA VER ALGUMAS PATOLOGIAS DAS PREGAS VOCAIS
Pregas Vocais
CLIQUE AQUI PARA VER ALGUMAS
PATOLOGIAS DAS PREGAS VOCAIS
CURIOSIDADES Entubação CLIQUE AQUI PARA VER ALGUMAS PATOLOGIAS DA LARINGE 24/02/2016
CURIOSIDADES
CURIOSIDADES
Entubação CLIQUE AQUI PARA VER ALGUMAS PATOLOGIAS DA LARINGE
Entubação
CLIQUE AQUI PARA
VER ALGUMAS
PATOLOGIAS DA
LARINGE

24/02/2016

CURIOSIDADES Entubação CLIQUE AQUI PARA VER ALGUMAS PATOLOGIAS DA LARINGE 24/02/2016
CURIOSIDADES Entubação CLIQUE AQUI PARA VER ALGUMAS PATOLOGIAS DA LARINGE 24/02/2016
CURIOSIDADES Entubação CLIQUE AQUI PARA VER ALGUMAS PATOLOGIAS DA LARINGE 24/02/2016
Traquéia • É um tubo que faz continuação à laringe, penetra no tórax e termina
Traquéia
• É um tubo que faz continuação à laringe,
penetra no tórax e termina se bifurcando
em 2 brônquios principais.
• Ela se situa medianamente e anterior ao
esôfago e apenas na sua terminação,
desvia-se ligeiramente para a direita.
• Liga a laringe aos brônquios principais
• É constituída por 16-20 anéis
cartilagíneos incompletos para trás, que
são denominados cartilagens traqueais
DDD
Dica Do Didi Mão Esquerda
Dica Do Didi
Mão Esquerda
Traquéia CARTILAGEM TIREÓIDE TRAQUÉIA ANÉIS CARTILAGINOSOS CARINA BRÔNQUIOS PRINCIPAIS
Traquéia
CARTILAGEM
TIREÓIDE
TRAQUÉIA
ANÉIS
CARTILAGINOSOS
CARINA
BRÔNQUIOS PRINCIPAIS

24/02/2016

Traquéia Internamente a traquéia é forrada por mucosa, onde abundam glândulas, e o epitélio é
Traquéia
Internamente a traquéia é forrada por mucosa, onde
abundam glândulas, e o epitélio é ciliado, facilitando a
expulsão de mucosidades e corpos estranhos.
Submucosa
Adventícia
4 camadas
Mucosa
Cartilaginosa
Traquéia Prof. Marcelo Marques Soares
Traquéia
Prof. Marcelo Marques Soares
Traquéia
Traquéia
Trajeto do ar nos Pulmões Não é possível exibir esta imagem no momento. Brônquios Principais
Trajeto do ar nos Pulmões
Não é possível exibir esta imagem no momento.
Brônquios Principais
1
Brônquios Lobares
2
Brônquios Segmentares
3
Bronquíolos
3
3
3
3
1
2
1
3
2
Ductos Alveolares
3
2
3
2
3
3
2
3
3
Alvéolos (Ácinos)
3
3
3
3
3
Trajeto do ar nos Pulmões Não é possível exibir esta imagem no momento.
Trajeto do ar nos Pulmões
Não é possível exibir esta imagem no momento.
Pulmões Não é possível exibir esta imagem no momento. 24/02/2016 ALVÉOLOS São responsáveis pelo aspecto

24/02/2016

ALVÉOLOS São responsáveis pelo aspecto esponjoso do parênquima pulmonar BRÔNQUIOS ALVÉOLOS BRONQUÍOLOS ÁCINO
ALVÉOLOS
São responsáveis pelo aspecto
esponjoso do parênquima
pulmonar
BRÔNQUIOS
ALVÉOLOS
BRONQUÍOLOS
ÁCINO
ALVÉOLOS Trocas Gasosas HEMATOSE
ALVÉOLOS
Trocas Gasosas
HEMATOSE
ALVÉOLOS
ALVÉOLOS
Pulmões Pulmões Os pulmões são duas vísceras situadas de cada lado, no interior do tórax
Pulmões
Pulmões
Pulmões Os pulmões são duas vísceras situadas de cada lado, no interior do tórax e
Pulmões
Os pulmões são duas vísceras
situadas de cada lado, no
interior do tórax e onde se dá o
encontro do ar atmosférico com
o sangue circulante
Estendem-se do diafragma até
um pouco acima das clavículas e
estão justapostos às costelas

24/02/2016

Pulmões • Forma: O pulmão tem a forma de um cone com a base voltada
Pulmões
• Forma: O pulmão tem a forma
de um cone com a base voltada
para baixo e o ápice para cima
ÁPICE
• Peso: Os pulmões tem em
média o peso de 700g
• Altura: Os pulmões tem em
média a altura de 25cm
BASE
2
4
6
8
10
20 2212
14
16
18
24 26
Pulmões Posterior 3 MARGENS: Anterior Inferior
Pulmões
Posterior
3 MARGENS:
Anterior
Inferior
Pulmões Costal 3 FACES: Medial (Mediastinal) Diafragmática
Pulmões
Costal
3 FACES:
Medial
(Mediastinal)
Diafragmática
Lobos Pulmonares LOBO SUPERIOR LOBO SUPERIOR LOBO MÉDIO LOBO INFERIOR LOBO INFERIOR
Lobos Pulmonares
LOBO
SUPERIOR
LOBO
SUPERIOR
LOBO
MÉDIO
LOBO
INFERIOR
LOBO
INFERIOR
Lobos Pulmonares Pulmão Estetoscópio
Lobos Pulmonares
Pulmão
Estetoscópio
Fissuras Pulmonares FISSURA HORIZONTAL FISSURA OBLÍQUA FISSURA DDD OBLÍQUA
Fissuras Pulmonares
FISSURA
HORIZONTAL
FISSURA
OBLÍQUA
FISSURA
DDD
OBLÍQUA

24/02/2016

Dica Do Didi Dividir um Bolo
Dica Do Didi
Dividir um Bolo
Fissuras Pulmonares FISSURA HORIZONTAL FISSURA OBLÍQUA
Fissuras Pulmonares
FISSURA
HORIZONTAL
FISSURA
OBLÍQUA
Fissuras Pulmonares FISSURA HORIZONTAL FISSURA FISSURA OBLÍQUA OBLÍQUA
Fissuras Pulmonares
FISSURA
HORIZONTAL
FISSURA
FISSURA
OBLÍQUA
OBLÍQUA
Segmentos Pulmonares
Segmentos Pulmonares
Segmentos Pulmonares VISTA ANTERIOR APICAL ÁPICO POSTERIOR POSTERIOR ANTERIOR ANTERIOR LINGULAR LATERAL
Segmentos Pulmonares
VISTA
ANTERIOR
APICAL
ÁPICO
POSTERIOR
POSTERIOR
ANTERIOR
ANTERIOR
LINGULAR
LATERAL
SUPERIOR
MEDIAL
LINGULAR
INFERIOR
B.ANTERIOR
B.MEDIAL
B.ANTERIOR
B.POSTERIOR
B.POSTERIOR
B.LATERAL
B.LATERAL
Segmentos Pulmonares VISTA POSTERIOR ÁPICO APICAL POSTERIOR POSTERIOR ANTERIOR SUPERIOR SUPERIOR LINGULAR
Segmentos Pulmonares
VISTA
POSTERIOR
ÁPICO
APICAL
POSTERIOR
POSTERIOR
ANTERIOR
SUPERIOR
SUPERIOR
LINGULAR
ANTERIOR
SUPERIOR
LATERAL
B.POSTERIOR
B.LATERAL
B.LATERAL
B.POSTERIOR

24/02/2016

ENFISEMA PULMONAR O enfisema é uma doença pulmonar caracterizada por obstrução crônica das vias aéreas
ENFISEMA
PULMONAR
O enfisema é uma doença pulmonar
caracterizada por obstrução crônica das vias
aéreas secundárias a alterações anatômicas do
parênquima pulmonar. Juntamente com a
bronquite crônica, constitui um conjunto de
sinais e sintomas denominados de DPOC.
CURIOSIDADE!!! Você sabia que a cada cigarro fumado cerca de 8 alvéolos são destruídos permanentemente???
CURIOSIDADE!!!
Você sabia que a cada cigarro
fumado cerca de 8 alvéolos
são destruídos
permanentemente???
PENSE NISSO!!!
Malefícios do Hábito de Fumar • 10 vezes maior de adoecer de câncer de pulmão;
Malefícios do Hábito de Fumar
• 10 vezes maior de adoecer de câncer de pulmão;
• 5 vezes maior de sofrer de infarto;
• 5 vezes maior de sofrer de bronquite crônica e
enfisema pulmonar;
• 2 vezes maior de sofrer derrame cerebral.
• Impotência sexual no homem e complicações na
gravidez;
• Aneurismas arteriais e trombose vascular
• Úlceras no sistema digestivo e infecções respiratórias;
• Mau hálito e dentes e dedos amarelados.
Se você parar de fumar agora • Após 20 minutos sua pressão sangüínea e a
Se você parar de fumar agora
• Após 20 minutos sua pressão sangüínea e a pulsação
voltam ao normal;
• Após 2 horas não tem mais nicotina no seu sangue;
• Após 8 horas o nível de oxigênio no sangue se
normaliza;
• Após 2 dias seu olfato já percebe melhor os cheiros e
seu paladar já degusta a comida melhor;
• Após 3 semanas a respiração fica mais fácil e a
circulação melhora;
•Após 5 a 10 anos o risco de sofrer infarto será igual ao
de quem nunca fumou.
CÂNCER DE PULMÃO ANTES DEPOIS O AMERICANO QUIS SER FOTOGRAFADO COMO EXEMPLO AOS FUMANTES
CÂNCER DE PULMÃO
ANTES
DEPOIS
O AMERICANO QUIS SER FOTOGRAFADO COMO EXEMPLO AOS FUMANTES
CÂNCER DE PULMÃO
CÂNCER DE PULMÃO

24/02/2016

Pleuras É uma membrana serosa de dupla camada que envolve e protege cada pulmão A
Pleuras
É uma membrana serosa
de dupla camada que
envolve e protege cada
pulmão
A camada externa é
aderida à parede da
cavidade torácica e ao
diafragma, e é
denominada Pleura
Parietal
A camada interna,
a Pleura Visceral
reveste os próprios
pulmões
Diafragma Principal Músculo Inspiratório Diafragma
Diafragma
Principal
Músculo
Inspiratório
Diafragma
Diafragma
Diafragma
Diafragma
Diafragma
Diafragma Traquéia Pulmão Diafragma
Diafragma
Traquéia
Pulmão
Diafragma
Diafragma
Diafragma

24/02/2016

Cavidade Pleural Espaço Pleural Entre as pleuras há um pequeno espaço, a cavidade pleural, que
Cavidade Pleural
Espaço
Pleural
Entre as pleuras há
um pequeno
espaço, a cavidade
pleural, que
contém líquido
lubrificante
secretado pela
pleura. Este líquido
reduz o atrito entre
as camadas
durante a
respiração.
Cavidade Pleural Hemotórax
Cavidade Pleural
Hemotórax
Cavidade Pleural Antes Depois Hemotórax
Cavidade Pleural
Antes
Depois
Hemotórax
Hilo Pulmonar
Hilo Pulmonar
Hilo Pulmonar Artéria Pulmonar Veias Pulmonares Brônquio Principal Linfonodos Pulmão Esquerdo
Hilo Pulmonar
Artéria Pulmonar
Veias Pulmonares
Brônquio Principal
Linfonodos
Pulmão Esquerdo
Hilo Pulmonar Artéria Pulmonar Brônquio Principal Veias Pulmonares Linfonodos Pulmão Direito
Hilo Pulmonar
Artéria Pulmonar
Brônquio Principal
Veias Pulmonares
Linfonodos
Pulmão Direito

24/02/2016

Hilo Pulmonar
Hilo Pulmonar
Pulmões Pulmão: Adenocarcinoma (carcinoma cicatricial)
Pulmões
Pulmão: Adenocarcinoma
(carcinoma cicatricial)
Pulmões Pulmões: Metástases de tumor maligno
Pulmões
Pulmões: Metástases de
tumor maligno
Doenças Respiratórias
Doenças Respiratórias
Doenças Respiratórias PNEUMOTÓRAX É o acúmulo anormal de ar entre o pulmão e uma membrana
Doenças Respiratórias
PNEUMOTÓRAX
É o acúmulo anormal
de ar entre o pulmão e
uma membrana
(pleura) que reveste
internamente a parede
do tórax. Este espaço,
que normalmente é
virtual, se chama
espaço pleural.
PNEUMOTÓRAX
Doenças Respiratórias PNEUMONIA A pneumonia é uma infecção ou inflamação nos pulmões. Ela pode ser
Doenças Respiratórias
PNEUMONIA
A pneumonia é uma
infecção ou
inflamação nos
pulmões. Ela pode
ser causada por
vários
microorganismos
diferentes, incluindo
vírus, bactérias,
parasitas ou fungos.
PNEUMONIA

24/02/2016

Doenças Respiratórias EMBOLIA A embolia pulmonar ocorre quando um coágulo (trombo), que está fixo numa
Doenças Respiratórias
EMBOLIA
A embolia pulmonar
ocorre quando um
coágulo (trombo), que
está fixo numa veia do
corpo, se desprende e
vai pela circulação até
o pulmão, onde fica
obstruindo a
passagem de sangue
por uma artéria.
fica obstruindo a passagem de sangue por uma artéria. Doenças Respiratórias FIBROSE CÍSTICA A Fibrose
Doenças Respiratórias FIBROSE CÍSTICA A Fibrose Cística é uma doença geralmente diagnosticada na infância que
Doenças Respiratórias
FIBROSE CÍSTICA
A Fibrose Cística é
uma doença
geralmente
diagnosticada na
infância que causa o
funcionamento
anormal das glândulas
produtoras do muco,
suor, saliva, lágrima e
suco digestivo.
Doenças Respiratórias ASMA Esta doença se caracteriza pela inflamação crônica das vias aéreas, o que
Doenças Respiratórias
ASMA
Esta doença se
caracteriza pela
inflamação crônica das
vias aéreas, o que
determina o seu
estreitamento, causando
dificuldade respiratória.
Esta obstrução à
passagem de ar pode
ser revertida
espontaneamente ou
com uso de medicações.
Doenças Respiratórias ASMA
Doenças Respiratórias
ASMA
Aspiração de Secreções
Aspiração de Secreções

24/02/2016

LOBECTOMIA
LOBECTOMIA
SO LU ÇO ! ? ! O principal responsável pela nossa respiração é o diafragma.
SO LU ÇO
! ?
!
O principal responsável pela
nossa respiração é o diafragma.
Graças aos movimentos do
diafragma, que se contrai e
relaxa, inspiramos e expiramos o
ar. O diafragma é inervado pelo
nervo frênico.
O nervo frênico irritado manda o diafragma se contrair. Com isso,
inspiramos ar. O problema é quando a glote se fecha de repente
e não deixa o ar passar da boca para os pulmões. Isso provoca a
vibração das cordas vocais e "hic, hic, hic", lá vem o soluço! Esse
fechamento da glote acontece independentemente da nossa
vontade.
A INATIVIDADE FÍSICA ESTÁ RELACIONADA: • 35% DAS DOENÇAS CARDIOVASCULARES • 35% DOS ÓBITOS POR
A INATIVIDADE FÍSICA ESTÁ RELACIONADA:
• 35% DAS DOENÇAS CARDIOVASCULARES
• 35% DOS ÓBITOS POR DIABETES
• 32% DAS MORTES DE CÂNCER DE CÓLON
2 MILHÕES
DE PESSOAS MORREM POR ANO DE
SEDENTARISMO
CADA 1 HORA DE ATIVIDADE FÍSICA
2 HORAS A MAIS DE VIDA
Bibliografia 1 DUFOUR, Michel. Anatomia do Aparelho Locomotor – Membros Superiores. v.2. Rio de Janeiro:
Bibliografia
1 DUFOUR, Michel. Anatomia do Aparelho Locomotor – Membros Superiores. v.2. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
2 Anatomia do Aparelho Locomotor – Membros Inferiores. v.1. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
3 Anatomia do Aparelho Locomotor – Cabeça e Tronco. v.3. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
4 KENDALL, Florence Peterson; McCREARY, Elizabeth Kendall. Músculos – Provas e Funções. 3ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1987.
5 GOSS, Charles Mayo; GRAY, Henry. Gray Anatomia. 29ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988.
6 TORTORA, Gerald J.; GRABOWSKI, Sandra Reynolds. Princípios de Anatomia e Fisiologia. 9ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2002.
7 MOORE, Keith L.; DALLEY, Arthur F. Anatomia Orientada para a Clínica. 4ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
8 LATARJET, M. Anatomia Humana. 2ed. v.1. São Paulo: Panamericana, 1996.
9 THIBODEAU, Gary A.; PATTON, Kevin T. Estrutura e Funções do Corpo Humano. 11ed. São Paulo: Manole, 2002.
10 BRANDÃO, Miriam C. S. Anatomia Sistêmica – Visão Dinâmica para o Estudante. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
11 CASTRO, Sebastião Vicente de. Anatomia Fundamental. 3ed. São Paulo: Makron Books, 1985.
12 NETTER, Frank H. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
13 SOBOTTA, Johannes. Atlas de Anatomia Humana. 21ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
Artmed, 2000. 13 SOBOTTA, Johannes. Atlas de Anatomia Humana. 21ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
Artmed, 2000. 13 SOBOTTA, Johannes. Atlas de Anatomia Humana. 21ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.

24/02/2016

Artmed, 2000. 13 SOBOTTA, Johannes. Atlas de Anatomia Humana. 21ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.