Вы находитесь на странице: 1из 34

2.

Dimensionamento das Engrenagens

2.1. Engrenagens Cônicas de dentes retos

2.1.1. Parâmetros Geométricos

Inicialmente, este par de Engrenagem Cônicas receberá H = 110 KW de


potência e uma rotação de n = 1785 rpm.

- DECISÕES DE PARTIDA

 Módulo: 𝑚 = 8 𝑚𝑚
 Ângulo de pressão: ∅ = 20°
 Razão de engrenamento: 𝑚𝐺 = 2
 Dente de altura completa: 𝑘 = 1
 Número de qualidade: 𝑄𝑣 = 8
 Confiabilidade: 𝑅 = 0,99
 Número de ciclos de carga: 𝑛𝐿 = 107
2.1.2. CÁLCULO DO NÚMERO DE DENTES:

 Menor número de dentes no pinhão:

2𝐾
𝑁𝑝 = [𝑚𝐺 + √𝑚𝐺 2 + (1 + 2𝑚𝐺 )𝑠𝑒𝑛2 ∅] (1)
(1 + 2𝑚𝐺 )𝑠𝑒𝑛2 ∅

𝑵𝒑 = 𝟏𝟒, 𝟏𝟔 𝒅𝒆𝒏𝒕𝒆𝒔

 Maior coroa com um pinhão especificado:

Como calculado, o número mínimo de dentes do pinhão é de 14,16


dentes. Escolhendo um pinhão de 16 dentes, podemos calcular o número
máximo de dentes da coroa:

𝑁𝑝2 𝑠𝑒𝑛2 ∅ − 4𝐾 2
𝑁𝑔 = (2)
4𝐾 − 2𝑁𝑝 𝑠𝑒𝑛2 ∅

𝑵𝒈 = 𝟏𝟎𝟏, 𝟎𝟕 𝒅𝒆𝒏𝒕𝒆𝒔

Assim, temos:

 𝑵𝒑 = 𝟏𝟔 𝒅𝒆𝒏𝒕𝒆𝒔
 𝑵𝑮 = 𝑵𝒑 × 𝒎𝑮 = 𝟑𝟐 𝒅𝒆𝒏𝒕𝒆𝒔
 𝒅𝒑 = 𝑵𝒑 × 𝒎 = 𝟏𝟐𝟖 𝒎𝒎
 𝒅𝑮 = 𝑵𝑮 × 𝒎 = 𝟐𝟓𝟔 𝒎𝒎

2.1.3. LARGURA DE FACE:

𝐴𝑜
𝐹= 𝑜𝑢 𝐹 = 10. 𝑚 (𝑜 𝑞𝑢𝑒 𝑓𝑜𝑟 𝑚𝑒𝑛𝑜𝑟)(3)
3

𝑑𝐺
𝑡𝑎𝑛−1 = 63,43°
𝑑𝑝

𝑑𝐺
𝐴𝑜 = = 143,11 𝑚𝑚 𝑜𝑢 5,63 𝑖𝑛
2. 𝑠𝑒𝑛г

Então:
𝑨𝒐
𝑭 = 𝟏𝟎. 𝟖 = 𝟖𝟎 𝒎𝒎 𝟎𝒖 𝑭= = 𝟒𝟐, 𝟗𝟑 𝒎𝒎 (𝒆𝒔𝒄𝒐𝒍𝒉𝒂)
𝟑

2.1.4. ANÁLISE DAS FORÇAS

Analisando a carga transmitida para potência transmitida de 110 KW, e as


dimensões do pinhão e sua rotação 1785 rpm, definimos as forças dentre o par
pinhão e coroa, temos que:

60000𝐻
𝐹𝑡 = (4)
𝜋(𝑑𝑚𝑡 )𝑛

Onde:

 𝐻 = Potência (Kw)
 𝑑𝑚𝑡 = Diâmetro médio de contato (mm)
 𝑛 = Rotações por minuto
 𝐹 = Força (KN)
 𝐹 𝑡 (Força Tangencial)

Para determinar o raio médio de contato, utilizaremos a equação:

𝟏
(𝒓𝒎 )𝒊 = 𝒓𝒊 − 𝟐 𝑭𝒔𝒆𝒏𝛉 (𝟓)
Figura1: Ângulos dos raios médios de contato

Como, 𝒓𝟐 = 𝟔𝟒 𝒎𝒎 𝒆 𝒓𝟑 = 𝟏𝟐𝟖 𝒎𝒎

𝒓𝟐 𝒓𝟑
𝛉𝟐 = 𝐭𝐚𝐧−𝟏 = 𝟐𝟔, 𝟓𝟔° 𝛉𝟑 = 𝐭𝐚𝐧−𝟏 = 𝟔𝟑, 𝟒𝟑°
𝒓𝟑 𝒓𝟐

Colocando estes valores na equação (5), tem-se:

 Para o raio médio de contato do pinhão.

𝟏
(𝒓𝒎 )𝟐 = 𝒓𝟐 − 𝟐 𝑭𝒔𝒆𝒏𝛉𝟐 = 𝟓𝟒, 𝟒 𝒎𝒎 ⟹ (𝒅𝒎 )𝟐 = 𝟏𝟎𝟖, 𝟖 𝒎𝒎

 Para o raio médio de contato da coroa.

(𝒓𝒎 )𝟑 = 𝒓𝟑 − 𝟏 𝑭𝒔𝒆𝒏𝛉𝟑 = 𝟏𝟎𝟖, 𝟖 𝒎𝒎 ⟹ (𝒅𝒎 )𝟑 = 𝟐𝟏𝟕, 𝟔 𝒎𝒎


𝟐

2.1.4.1. CÁLCULO DO MÓDULO DAS FORÇAS ATUANTES:

 Força Tangencial:

60000𝐻
𝐹𝑖𝑗 𝑡 =
𝜋(𝑑𝑚 )𝑖 𝑛

𝑭𝟐𝟑 𝒕 = 𝟏𝟎, 𝟖𝟏 𝑲𝑵

 Força Radial:

𝐹23 𝑟 = 𝐹23 𝑡 . 𝑡𝑔∅𝑐𝑜𝑠θ3


𝑭𝟐𝟑 𝒓 = 𝟏, 𝟕𝟔 𝑲𝑵

 Força axial:
𝐹23 𝑎 = 𝐹23 𝑡 . 𝑡𝑔∅. 𝑠𝑒𝑛θ3

𝑭𝟐𝟑 𝒂 = 𝟑, 𝟓𝟐 𝑲𝑵

2.1.5 Análise das Tensões

2.1.5.1 Equações Fundamentais

Para análise das tensões utilizaremos o critério da AGMA, no qual se faz


uso de duas equações fundamentais de tensão, uma para flexão e outra para
contato.

 Equação Fundamental de Flexão


1000𝐹𝑖𝑗 𝑡 𝐾𝐴 𝐾𝑣 𝑌𝑥 𝐾𝐻𝛽
𝜎𝐹 = (6)
𝑏𝑚𝑒𝑡 𝑌β 𝑌𝐽

 Equação para a tensão permissível


𝜎𝐹 𝑙𝑖𝑚 𝑌𝑁𝑇
𝜎𝐹𝑃 = (7)
𝑆𝐹 𝐾θ 𝑌𝑧

 Equação Fundamental para tensão de Contato

1000𝐹𝑖𝑗 𝑡
𝜎𝐻 = 𝑍𝐸 √ 𝐾 𝐾 𝐾 𝑍 𝑍 (8)
𝑏𝑑𝑝 𝑍𝐼 𝐴 𝑣 𝐻𝛽 𝑥 𝑥𝑐

 Equação para o número (resistência) permissível de contato


𝜎𝐻 𝑙𝑖𝑚 𝑍𝑁𝑇 𝑍𝑤
𝜎𝐻𝑃 = (9)
𝑆𝐻 𝐾θ 𝑍𝑧

Onde:

 𝐹𝑖𝑗 𝑡 , é a carga tangencial transmitida, (N)


 𝐾𝐴 , é o fator de sobrecarga
 𝐾𝑣 , é o fator dinâmico
 𝐾𝐻𝛽 , é o fator de distribuição de carga
 𝑑𝑝 , é o diâmetro do pinhão (mm)
 𝑚, é o módulo
 𝑏, é a largura de face (mm)
 𝑚𝑒𝑡 , é o módulo transversal externo (mm)
 𝑌β é o fator de curvatura
 𝑌𝑁𝑇 , é o fator de ciclagem de tensão para resistência à flexão
 𝑌𝑥 , é o fator de tamanho para flexão
 𝑌𝐽 , é o fator geométrico para resistência à flexão
 𝑍𝐼 , é o fator geométrico para resistência à cavitação
 𝑍𝑁𝑇 , é o fator de ciclagem de tensão para resistência à cavitação
 𝑍𝐸 , é um coeficiente elástico (√𝑁/𝑚𝑚²)
 𝑍𝑥𝑐 , é o fator de coroamento para a resistência à cavitação
 𝑍𝑥 , é o fator de tamanho para a resistência à cavitação
 𝑍𝑤 , é o fator de razão de dureza para a resistência à cavitação
 𝑍𝑧 , é o fator de confiabilidade para a cavitação
 𝜎𝐹 𝑙𝑖𝑚 , é o valor de tensão de flexão admissível
 𝜎𝐻 𝑙𝑖𝑚 , é o valor de tensão de contato admissível
 𝑆𝐹 , é o fator de segurança à flexão
 𝑆𝐻 , é o fator de segurança de contato

As equações de tensão levam em conta assuntos como a magnitude de


tensão, sobrecarga, aumento dinâmico da carga transmitida, tamanho,
geometria da engrenagem, distribuição de carga, suporte da borda do dente e
concentração de tensão da raiz do filete.

Todas as equações, tabelas e figuras usadas neste trabalho serão referentes


ao livro Elementos de Máquinas Shigley.

2.1.5.2. Fator de sobrecarga (𝐾𝐴 )

- O fator de sobrecarga leva em conta quaisquer cargas externamente aplicadas


que excedam a carga nominal transmitida. A tabela 15-2, do Apêndice A de
2003-B97 servirá de guia.
- Devido as características desejadas para o sistema em estudo será escolhido
o valor de 𝐾𝐴 referente a:

 Caráter do acionador principal: Uniforme


 Caráter da carga na máquina: Choques leves

Logo: 𝑲𝑨 = 𝟏, 𝟐𝟓

2.1.5.3. Fator Dinâmico (𝐾𝑣 )

Este fator leva em consideração o efeito da qualidade dos dentes da


engrenagem com relação à velocidade e à carga, e o aumento de tensão que se
segue.

Este fator é dado pela equação a seguir:


𝐵
𝐴 + √200𝑣𝑒𝑡
𝐾𝑣 = ( ) (10)
𝐴

Onde:
 𝐴 = 50 + 56(1 − 𝐵)
2
 𝐵 = 0,25(12 − 𝑄𝑣 ) ⁄3
 𝑣𝑒𝑡 = 5,236(10−5 )𝑑1 𝑛1 (Velocidade de linha do diâmetro primitivo)
 𝑑1 = 𝑑𝑝 = 128 𝑚𝑚
 𝑛1 = 𝑛 = 1785 𝑟𝑝𝑚
 𝑄𝑣 = 8
Daí obtêm-se: 𝐴 = 70,72; 𝐵 = 0,63 e 𝑣𝑒𝑡 = 11,96 𝑚/𝑠
Logo: 𝑲𝒗 = 𝟏, 𝟑𝟗

2.1.5.4. Fator de Tamanho para a resistência à cavitação (𝑍𝑥 )

Para engrenagens cônicas de dentes retos temos:

0,5 𝑏 < 12,7 𝑚𝑚


𝑍𝑋 = {0,00492𝑏 + 0,4375 12,7 𝑚𝑚 ≤ 𝑏 ≤ 114,3 𝑚𝑚 (11)
1 𝑏 < 114,3 𝑚𝑚

Como 𝒃 = 𝟒𝟐, 𝟗𝟑 𝒎𝒎, temos que:

𝑍𝑋 = (0,00492 × 42,93) + 0,4375 ⟹ 𝒁𝑿 = 𝟎, 𝟔𝟒𝟖𝟕

2.1.5.5. Fator de Tamanho para Flexão (𝑌𝑥 )

Para engrenagens cônicas de dentes retos temos:


0,5 𝑚𝑒𝑡 < 1,6 𝑚𝑚
𝑌𝑥 = { (12)
0,4867 + (0,008339𝑚𝑒𝑡 ) 1,6 𝑚𝑚 ≤ 𝑚𝑒𝑡 ≤ 50 𝑚𝑚

Como nosso 𝒎𝒆𝒕 = 𝟖 𝒎𝒎, e está entre 1,6 mm e 50 mm, pela equação (12),
temos:

𝑌𝑥 = 0,4867 + (0,008339 × 8) ⟹ 𝒀𝒙 = 𝟎, 𝟓𝟓𝟑𝟒

2.1.5.6. Fator de Distribuição de Carga (𝐾𝐻𝛽 )

Para engrenagens cônicas de dentes retos temos:

𝐾𝐻𝛽 = 𝐾𝑚𝑏 + 5,6(10−6 )𝑏 2 (13)

1 𝑎𝑚𝑏𝑜𝑠 𝑜𝑠 𝑒𝑙𝑒𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜𝑠 𝑚𝑜𝑛𝑡𝑎𝑑𝑜𝑠 𝑒𝑛𝑡𝑟𝑒 𝑚𝑎𝑛𝑐𝑎𝑖𝑠


𝐾𝑚𝑏 = { 1,1 𝑢𝑚 𝑒𝑙𝑒𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑚𝑜𝑛𝑡𝑎𝑑𝑜 𝑒𝑛𝑡𝑟𝑒 𝑚𝑎𝑛𝑐𝑎𝑖𝑠
1,25 𝑛𝑒𝑛ℎ𝑢𝑚 𝑒𝑙𝑒𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑚𝑜𝑛𝑡𝑎𝑑𝑜 𝑒𝑛𝑡𝑟𝑒 𝑚𝑎𝑛𝑐𝑎𝑖𝑠

Em nosso projeto, escolheremos o 𝑲𝒎𝒃 = 𝟏, 𝟏, pois apenas um membro está


montado entre mancais.

Portanto, substituindo na equação (13), temos:

𝐾𝐻𝛽 = 1,1 + 5,6(10−6 )42,932 ⟹ 𝑲𝑯𝜷 = 𝟏, 𝟏𝟏

2.1.5.7. Fator de Coroamento para a resistência à cavitação (𝑍𝑥𝑐 )

Os dentes da maior parte das engrenagens cônicas apresentam


coroamento na direção do comprimento, imposto durante o processo de
manufatura, para acomodar a deflexão de montagem.

1,5 𝑑𝑒𝑛𝑡𝑒𝑠 𝑐𝑜𝑟𝑜𝑎𝑑𝑜𝑠 𝑑𝑒 𝑓𝑜𝑟𝑚𝑎 𝑎𝑝𝑟𝑜𝑝𝑟𝑖𝑎𝑑𝑎


𝑍𝑥𝑐 = {
2 𝑜𝑢 𝑑𝑒𝑛𝑡𝑒𝑠 𝑚𝑎𝑖𝑜𝑟𝑒𝑠 𝑛ã𝑜 𝑐𝑜𝑟𝑜𝑎𝑑𝑜𝑠

Em nosso caso, utilizaremos o 𝒁𝒙𝒄 = 𝟏, 𝟓 para dentes coroados de forma


apropriada.

2.1.5.8 Fator de Curvatura do comprimento para resistência à flexão (𝑌β )

Para engrenagens cônicas de dentes retos, 𝒀𝜷 = 𝟏.

2.1.5.9. Fator Geométrico para a resistência de cavitação (𝑍𝐼 )


Segundo a figura 15-6 que mostra o fator geométrico 𝑍𝐼 para
engrenagens cônicas de dentes retos com um ângulo de pressão de 20º e ângulo
entre eixos de 90º.

 Para 𝑁𝑝 = 16 𝑑𝑒𝑛𝑡𝑒𝑠 e 𝑁𝐺 = 32 𝑑𝑒𝑛𝑡𝑒𝑠


 Tem-se: 𝒁𝑰 = 𝟎, 𝟎𝟕𝟐

2.1.5.10. Fator Geométrico para a resistência à Flexão (𝑌𝐽 )

Segundo a figura abaixo mostra o fator geométrico 𝑌𝐽 para engrenagens


cônicas de dentes retos com um ângulo de pressão de 20º e ângulo entre eixos
de 90º.

 Para 𝑁𝑝 = 16 𝑑𝑒𝑛𝑡𝑒𝑠 e 𝑁𝐺 = 32 𝑑𝑒𝑛𝑡𝑒𝑠 (𝑒𝑛𝑔𝑟𝑒𝑛𝑎𝑔𝑒𝑚 𝑎𝑐𝑜𝑝𝑙𝑎𝑑𝑎)

(𝒀𝑱 )𝑷 = 𝟎, 𝟐𝟐𝟓

 Para 𝑁𝑝 = 32 𝑑𝑒𝑛𝑡𝑒𝑠 e 𝑁𝐺 = 16 𝑑𝑒𝑛𝑡𝑒𝑠 (𝑒𝑛𝑔𝑟𝑒𝑛𝑎𝑔𝑒𝑚 𝑎𝑐𝑜𝑝𝑙𝑎𝑑𝑎)

(𝒀𝑱 )𝑮 = 𝟎, 𝟏𝟖𝟐

2.1.5.11. Fator de Ciclagem de Tensão para resistência à flexão (𝑌𝑁𝑇 )

Para engrenagens cônicas de dentes retos temos:

2,7 102 ≤ 𝑛𝐿 < 103


−0,1192
𝑌𝑁𝑇 = { 6,1514𝑛𝐿 103 ≤ 𝑛𝐿 < 3(103 ) (14)
1,683𝑛𝐿−0,0323 3(103 ) ≤ 𝑛𝐿 ≤ 1010

Utilizaremos 𝒏𝑳 = 𝟏𝟎𝟕 𝒄𝒊𝒄𝒍𝒐𝒔, portanto:

𝑌𝑁𝑇 = 1,683 × (107 )−0,0323 ⟹ 𝒀𝑵𝑻 = 𝟎, 𝟗𝟗

2.1.5.12. Fator de Ciclagem de Tensão para resistência à cavitação (𝑍𝑁𝑇 )

Para engrenagens cônicas de dentes retos temos:

2 102 ≤ 𝑛𝐿 < 103


𝑍𝑁𝑇 ={ (15)
3,4822𝑁𝐿−0,0602 104 ≤ 𝑛𝐿 ≤ 1010

Utilizaremos 𝒏𝑳 = 𝟏𝟎𝟕 𝒄𝒊𝒄𝒍𝒐𝒔, portanto:

𝑍𝑁𝑇 = 3,4822 × (107 )−0,0602 ⟹ 𝒁𝑵𝑻 = 𝟏, 𝟑𝟐


2.1.5.13. Fator de Razão de Dureza (𝑍𝑤 )

Considerando os pares de engrenagens são de aço carbonetadas de dureza


aproximadamente iguais:

Logo: 𝒁𝒘 = 𝟏

2.1.5.14. Fator de Temperatura (𝐾𝜃 )

Para este fator poderemos utilizar um valor unitário para corpos de


engrenagens sob temperaturas de até 120ºC, ou seja, deverá ser considerado
para nosso 𝑲𝜽 = 𝟏, visto que não excederemos esta temperatura de 120º.

1 0°𝐶 ≤ θ ≤ 120°C
𝐾𝜃 = { (16)
(273 + θ)⁄393 θ > 120°C

2.1.5.15. Fator de Confiabilidade (𝑌𝑧 𝑒 𝑍𝑧 )

Este fator leva em consideração o efeito das distribuições estatísticas das


falhas por fadiga do material. Como a AGMA considera 𝑌𝑧 unitário para valor de
confiabilidade de 99%, e este é o nosso caso, vamos considerar 𝒀𝒛 = 𝟏 e
como 𝑍𝑧 = √(𝑌𝑧 , então 𝒁𝒛 = 𝟏.

2.1.5.16. Coeficiente Elástico (𝑍𝐸 )

Sabendo que para o Aço, o coeficiente elástico será:

𝒁𝑬 = 𝟏𝟗𝟎√𝑵⁄𝒎𝒎𝟐

2.1.5.17. Tensão de contato admissível (𝜎𝐻 𝑙𝑖𝑚 )

Consultando a tabela 15-4 será escolhido o aço tratado termicamente:

 Carbonetado e endurecido superficialmente


 Grau 3

Portanto, ao escolhermos o Aço Carbonetado e Endurecido de Grau 3, temos


uma tensão admissível de contato de:
 (𝝈𝑯 𝒍𝒊𝒎 )𝑷 = 𝟏𝟕𝟐𝟎 𝑴𝑷𝒂
 (𝝈𝑯 𝒍𝒊𝒎 )𝑮 = 𝟏𝟕𝟐𝟎 𝑴𝑷𝒂

2.1.5.18. Tensão admissível de Flexão (𝜎𝐹 𝑙𝑖𝑚 )

Consultando a tabela 15-6 será escolhido o aço tratado termicamente:

 Carbonetado e endurecido superficialmente


 Grau 3

Portanto, ao escolhermos o Aço Carbonetado e Endurecido de Grau 3, temos


uma tensão de flexão admissível de:

 (𝝈𝑭 𝒍𝒊𝒎 )𝑷 = 𝟐𝟕𝟓 𝑴𝑷𝒂


 (𝝈𝑭 𝒍𝒊𝒎 )𝑮 = 𝟐𝟕𝟓 𝑴𝑷𝒂

2.1.6. Cálculo dos Fatores de Segurança

Através de todas as considerações feitas e dados arbitrados, o último


passo em nosso dimensionamento é verificar a confiabilidade e o
conservadorismo por meio dos fatores de segurança que deverão ser
encontrados.

 Flexão dos dentes do pinhão:

Utilizando a equação (6), e substituindo cada termo pelos valores já


determinados temos:

1000𝐹𝑖𝑗 𝑡 𝐾𝐴 𝐾𝑣 𝑌𝑥 𝐾𝐻𝛽
(𝜎𝐹 )𝑃 =
𝑏𝑚𝑒𝑡 𝑌β 𝑌𝐽

(𝝈𝑭 )𝑷 = 𝟏𝟒𝟗, 𝟕𝟐𝟕𝟒 𝑴𝑷𝒂

Substituindo os parâmetros obtidos para o pinhão na equação (7) temos:

𝜎𝐹 𝑙𝑖𝑚 𝑌𝑁𝑇
(𝜎𝐹𝑃 )𝑃 =
𝑆𝐹 𝐾θ 𝑌𝑧

(𝝈𝑭𝑷 )𝑷 = 𝟐𝟕𝟒, 𝟗𝟗 𝑴𝑷𝒂


Logo um fator de segurança para flexão para o pinhão é igual a:

(𝑺𝑭 )𝑷 = (𝝈𝑭𝑷 )𝑷 ⁄(𝝈𝑭 )𝑷 = 1,836

 Flexão dos dentes da coroa:

Utilizando a equação (6), temos:

1000𝐹𝑖𝑗 𝑡 𝐾𝐴 𝐾𝑣 𝑌𝑥 𝐾𝐻𝛽
(𝜎𝐹 )𝐺 =
𝑏𝑚𝑒𝑡 𝑌β 𝑌𝐽

(𝝈𝑭 )𝑮 = 𝟏𝟖𝟓, 𝟏𝟎𝟑 𝑴𝑷𝒂

Substituindo os parâmetros obtidos para a coroa, na equação (7), temos:

𝜎𝐹 𝑙𝑖𝑚 𝑌𝑁𝑇
(𝜎𝐹𝑃 )𝐺 =
𝑆𝐹 𝐾θ 𝑌𝑧

(𝝈𝑭𝑷 )𝑮 = 𝟐𝟕𝟒, 𝟗𝟗 𝑴𝑷𝒂

Logo um fator de segurança para flexão para o coroa é igual a:

(𝑺𝑭 )𝑮 = (𝝈𝑭𝑷 )𝑮 ⁄(𝝈𝑭 )𝑮 = 1,485

 Desgaste dos dentes do pinhão:


Utilizando a equação (8), e substituindo cada termo pelos valores já
determinados temos:

1000𝐹𝑖𝑗 𝑡
(𝜎𝐻 )𝑃 = 𝑍𝐸 √ 𝐾𝐾𝐾 𝑍 𝑍
𝑏𝑑𝑝 𝑍𝐼 𝐴 𝑣 𝐻𝛽 𝑥 𝑥𝑐

(𝝈𝑯 )𝑷 = 𝟏𝟑𝟔𝟐, 𝟒𝟓𝟒𝟑 𝑴𝑷𝒂

Substituindo os parâmetros obtidos para o pinhão na equação (9) temos:

𝜎𝐻 𝑙𝑖𝑚 𝑍𝑁𝑇 𝑍𝑤
(𝜎𝐻𝑃 )𝑃 =
𝑆𝐻 𝐾θ 𝑍𝑧

(𝝈𝑯𝑷 )𝑷 = 𝟐𝟐𝟔𝟗, 𝟕𝟕 𝑴𝑷𝒂


Logo um fator de segurança de contato para o pinhão é igual a:

(𝑺𝑯 )𝑷 = (𝝈𝑭𝑯 )𝑷 ⁄(𝝈𝑯 )𝑷 = 𝟏, 𝟔𝟔𝟓

 Desgaste nos dentes da coroa:


Utilizando a equação (8), e substituindo cada termo pelos valores já
determinados temos:

1000𝐹𝑖𝑗 𝑡
(𝜎𝐻 )𝐺 = 𝑍𝐸 √ 𝐾𝐾𝐾 𝑍 𝑍
𝑏𝑑𝑝 𝑍𝐼 𝐴 𝑣 𝐻𝛽 𝑥 𝑥𝑐

(𝝈𝑯 )𝑮 = 𝟔𝟗𝟑, 𝟒𝟎𝟎 𝑴𝑷𝒂

Substituindo os parâmetros obtidos para a coroa na equação (9) temos:

𝜎𝐻 𝑙𝑖𝑚 𝑍𝑁𝑇 𝑍𝑤
(𝜎𝐻𝑃 )𝐺 =
𝑆𝐻 𝐾θ 𝑍𝑧

(𝝈𝑯𝑷 )𝑮 = 𝟐𝟐𝟔𝟗, 𝟕𝟕 𝑴𝑷𝒂

Logo um fator de segurança de contato para a coroa é igual a:

(𝑺𝑯 )𝑮 = (𝝈𝑭𝑯 )𝑮 ⁄(𝝈𝑯 )𝑮 = 𝟐, 𝟑𝟓𝟔

3. Dimensionamento dos Eixos

3.1. Critério estático

Eixo 1:

Análise da direção das forças no par CÔNICO.

 O módulo das forças do par CÔNICO são:

𝑭𝟐𝟑 𝒕 = 𝟏𝟎, 𝟖𝟏 𝑲𝑵

𝑭𝟐𝟑 𝒓 = 𝟏, 𝟕𝟔 𝑲𝑵

𝑭𝟐𝟑 𝒂 = 𝟑, 𝟓𝟐 𝑲𝑵
 Direção do vetor força na coroa cônica de acordo com o sistema de
referência adotado.

𝑎
+𝐹2,3 +3,52
⃗⃗⃗⃗⃗⃗ 𝑡
𝐹2,3 = [+𝐹2,3 ] = [+10,81] 𝐾𝑁
𝑟
−𝐹2,3 −1,76

Logo, a direção da força no pinhão será:

𝑎
−𝐹2,3 −3,52
⃗⃗⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗ 𝑡
𝐹3,2 = − 𝐹2,3 = [−𝐹2,3 ] = [−10,81] 𝐾𝑁
𝑟
+𝐹2,3 +1,76

 Diagrama 3D

Analisando o mancal que recebe a carregamento axial:

Onde: 𝑳𝟐 = 𝒃 𝐜𝐨𝐬 𝜽𝟐 + 𝟐𝟎 = 𝟓𝟗 𝒎𝒎

∑ ⃗⃗⃗⃗
𝐹𝑍 = 1,76 𝐾𝑁 (MANCAL A2)

EIXO 2:

Análise da direção das forças no 1º par HELICOIDAL.

 O módulo das forças do par HELICOIDAL são:


𝑭𝟒𝟓 𝒕 = 𝟐𝟐, 𝟐𝟐 𝑲𝑵

𝑭𝟒𝟓 𝒓 = 𝟖, 𝟗𝟐 𝑲𝑵

𝑭𝟒𝟓 𝒂 = 𝟏𝟎, 𝟑𝟔 𝑲𝑵

 Direção do vetor força no pinhão helicoidal de acordo com o sistema de


referência adotado, considerando que o pinhão está inclinado 30º em
relação a coroa no sentido positivo do eixo y, e girando no sentido
anti-horário.

𝑎
+𝐹45 +10,36
⃗⃗⃗⃗⃗ 𝑡 𝑟
𝐹45 = [ −𝐹45 sin 60−𝐹45 sin 30 ] = [−23,70] 𝐾𝑁
𝑡
−𝐹45 𝑟
cos 60 + 𝐹45 cos 30 −3,38

Logo, a direção da força na COROA será:

𝑎
+𝐹45 −10,36
⃗⃗⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗ 𝑡 𝑟
𝐹54 = − 𝐹45 = [ −𝐹45 sin 60−𝐹45 sin 30 ] = [+23,70] 𝐾𝑁
𝑡
−𝐹45 𝑟
cos 60 + 𝐹45 cos 30 +3,38

 Diagrama 3D

Analisando o mancal que recebe a carregamento axial:

Onde: 𝑳𝟑 = 𝒃 𝐜𝐨𝐬 𝜽𝟐 + 𝟐𝟎 = 𝟏𝟗, 𝟐 + 𝟐𝟎 = 𝟑𝟗, 𝟐 𝒎𝒎 ≅ 𝟒𝟎 𝒎𝒎


∑ ⃗⃗⃗⃗
𝐹𝑋 = 𝐹23𝑥 − 𝐹54𝑥 = 3,52 − 10,36 = −6,84 𝐾𝑁 (MANCAL C)

EIXO 3:

Análise da direção das forças no 2º par HELICOIDAL.

 O módulo das forças do par HELICOIDAL são:

𝑭𝟔𝟕 𝒕 = 𝟒𝟏, 𝟔𝟗 𝑲𝑵

𝑭𝟔𝟕 𝒓 = 𝟏𝟔, 𝟕𝟑𝑲𝑵

𝑭𝟔𝟕 𝒂 = 𝟏𝟗, 𝟒𝟐 𝑲𝑵

 Direção do vetor força no pinhão helicoidal de acordo com o sistema de


referência adotado.
𝑎
−𝐹67 −19,42
⃗⃗⃗⃗⃗⃗ 𝑡
𝐹67 = [+𝐹67 ] = [ 41,66 ] 𝐾𝑁
𝑟 −16,73
𝐹67

Logo, a direção da força na COROA será:

𝑎
−𝐹67 +19,42
⃗⃗⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗ 𝑡
𝐹76 = − 𝐹67 = [+𝐹67 ] = [−41,66] 𝐾𝑁
𝑟 +16,73
𝐹67

 Diagrama 3D
Analisando o mancal que recebe a carregamento axial:

∑ ⃗⃗⃗⃗
𝐹𝑋 = 𝐹45𝑥 + 𝐹76𝑥 = 10,36 + 19,42 = 29,78 𝐾𝑁 (MANCAL D)

EIXO 4: Analisando o mancal que recebe a carregamento axial:

 Diagrama 3D

∑ ⃗⃗⃗⃗
𝐹𝑋 = − 𝐹67𝑥 = −19,42 (MANCAL G)

3.1.2. Somatório dos Momentos

EIXO 1:

𝑀𝐴2 = ⃗0
∑ ⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗

⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗
𝑅𝐴2𝑅𝑚2 × ⃗⃗⃗⃗⃗⃗𝐹32 + ⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗
𝑅𝐴2𝐴1 × 𝐹 ⃗⃗⃗⃗⃗⃗ ⃗
𝐴1 +𝑇 = 0

54,4 −3,52 0 𝐴1𝑋 0 0


[ 0 ] × [−10,82] + [ 0 ] × [𝐴1𝑌 ] + [ 0 ] = [0] ⟹
−79,2 +1,76 80 0 𝑇 0

𝑨𝟏𝑿 = −𝟐, 𝟐𝟗 𝑲𝑵

𝑨𝟏𝒀 = −𝟏𝟎, 𝟕𝟎 𝑲𝑵

𝑻 = 𝟓𝟖𝟖, 𝟒𝟕 𝑵𝒎
Por meio de somatório de forças, temos:

𝑨𝟐𝑿 = 𝟓, 𝟖𝟏 𝑲𝑵

𝑨𝟐𝒀 = 𝟐𝟏, 𝟓𝟑 𝑲𝑵

𝑨𝟐𝒁 = −𝟏, 𝟕𝟔 𝑲𝑵

 Momentos fletores:

54,4 −3,52 0
⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗
𝑅𝑅𝑚2 × ⃗⃗⃗⃗⃗⃗
𝐹32 = [ 0 ] × [−10,82] = [ −95,79 ]
0 +1,76 −588,47

Daí, 𝑴𝒚 = −𝟗𝟓, 𝟕𝟗 𝑵𝒎

 Por meio da análise do diagrama de momento fletor, temos:

Considerando o eixo a partir de A1:

PLANO ZY

𝑀 = −10,82𝑍 ; 0 ≤ 𝑍 < 79,2


𝑀 = −10,82𝑍 + 21,53(𝑍 − 79,2); 79,2 ≤ 𝑍 ≤ 159,2

Em:

𝑍=0⟹ 𝑴=𝟎

𝑍 = 79,2 ⟹ 𝑴 = −𝟖𝟓𝟔, 𝟕𝟓

𝑍 = 159,2 ⟹ 𝑴 = 𝟎
Momento fletor - plano zy
0
0 20 40 60 80 100 120 140 160 180
-100
-200
-300
M (kN.mm)

-400
-500
-600
-700
-800
-900
mm

 Por meio da análise do diagrama de momento fletor, temos:

PLANO ZX

𝑀 = −3,522𝑍 + 95,79 ; 0 ≤ 𝑍 < 79,2


𝑀 = −3,522𝑍 + 95,79 + 5,81(𝑍 − 79,2); 79,2 ≤ 𝑍 ≤ 159,2

Em:

𝑍 = 0 ⟹ 𝑴 = 𝟗𝟓, 𝟕𝟗

𝑍 = 79,2 ⟹ 𝑴 = −𝟏𝟖𝟑, 𝟏𝟐

𝑍 = 159,2 ⟹ 𝑴 = 𝟎
Momento fletor - plano zx
150

100

50
M (kN.mm)

0
0 20 40 60 80 100 120 140 160 180
-50

-100

-150

-200
mm

Daí,

𝑴𝒎á𝒙 = √(−𝟖𝟓𝟔, 𝟕𝟓)𝟐 +(−𝟏𝟖𝟑, 𝟏𝟐)𝟐 = 𝟖𝟕𝟔, 𝟏 𝑵𝒎

𝑻𝒎á𝒙 = 𝟓𝟖𝟖, 𝟒𝟕 𝑵𝒎

EIXO 2:

𝑀𝐶 = ⃗0
∑ ⃗⃗⃗⃗⃗

⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗
𝑅 ⃗⃗⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗⃗⃗
𝐶𝑅𝑝4 × 𝐹54 + 𝑅𝐶𝑅𝑚3 × 𝐹23 + 𝑅𝐶𝐵 × 𝐹𝐵 + 𝑇 = 0

76
⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗
Onde: 𝑅 𝐶𝑅𝑝4 = [ 𝑅𝑦. 𝑠𝑒𝑛30]
𝑅𝑧. 𝑐𝑜𝑠30

76 −10,36 161,6 +3,52 231,2 0 𝑇 0


[ 26,48 ] × [+23,70] + [ 0 ] × [+10,81] + [ 0 ] × [𝐵𝑦] + [ 0 ] = [0] ⟹
−45,86 +3,38 108,8 −1,76 0 𝐵𝑧 0 0

𝑩𝒚 = −𝟏𝟔, 𝟓𝟒 𝑲𝑵

𝑩𝒛 = 𝟑, 𝟖𝟑 𝑲𝑵

𝑻= 𝟎
Por meio de somatório de forças, temos:

𝑪𝒙 = 𝟔, 𝟖𝟒 𝑲𝑵

𝑪𝒚 = 𝟏𝟕, 𝟗𝟖 𝑲𝑵

𝑪𝒛 = −𝟓, 𝟒𝟓 𝑲𝑵

 Momentos fletores:

0 3,52 −1176,94
⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗
𝑅𝑚3 × ⃗⃗⃗⃗⃗⃗
𝐹23 = [ 0 ] × [ 10,82 ] = [ +383,15 ]
108,8 −1,76 0

Daí, 𝑴𝟏𝒚 = 𝟑𝟖𝟑, 𝟏𝟓 𝑵𝒎

0 −10,36 +1087,37
⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗
𝑅𝑅𝑝4 × ⃗⃗⃗⃗⃗⃗
𝐹54 = [ 0 ] × [ 23,70 ] = [ +475,29 ]
−45,86 3,38 0

Daí, 𝑴𝟐𝒚 = 𝟒𝟕𝟓, 𝟐𝟗 𝑵𝒎

 Por meio da análise do diagrama de momento fletor, temos:

PLANO XY

𝑀 = −17,98𝑋; 0 ≤ 𝑋 < 76
𝑀 = −17,98𝑋 + 23,70(𝑋 − 76); 76 ≤ 𝑋 < 161,6

𝑀 = −17,98𝑋 + 23,70(𝑋 − 76) + 10,82(𝑋 − 161,6); 161,6 ≤ 𝑋 ≤ 231,2

Em:

𝑋=0⟹ 𝑴=𝟎
𝑋 = 76 ⟹ 𝑴 = −𝟏𝟑𝟔𝟔, 𝟕𝟕

𝑋 = 161,6 ⟹ 𝑴 = −𝟖𝟕𝟔, 𝟖𝟒

𝑋 = 231,2 ⟹ 𝑴 = 𝟐𝟕𝟒, 𝟒

Momento fletor - plano xy


400
200
0
-200 0 50 100 150 200 250
M (kN.mm)

-400
-600
-800
-1000
-1200
-1400
-1600
mm

 Por meio da análise do diagrama de momento fletor, temos:

PLANO XZ

𝑀 = 5,45𝑋; 0 ≤ 𝑋 < 76
𝑀 = 5,45𝑋 − 3,38(𝑋 − 76) − 475,29; 76 ≤ 𝑋 < 161,6

𝑀 = 5,45𝑋 − 3,38(𝑋 − 76) − 475,29 + 1,76(𝑋 − 161,6) − 383,14; 161,6 ≤ 𝑋


≤ 231,2
Em:

𝑋=0⟹ 𝑴=𝟎

𝑋 = 76 ⟹ 𝑴 = 𝟒𝟏𝟒, 𝟒𝟔

𝑋 = 76 ⟹ 𝑴 = −𝟔𝟎, 𝟖𝟐

𝑋 = 161,6 ⟹ 𝑴 = 𝟏𝟏𝟔, 𝟒𝟓

𝑋 = 161,6 ⟹ 𝑴 = −𝟐𝟔𝟔, 𝟔𝟗

𝑋 = 231,2 ⟹ 𝑴 = 𝟎

Momento fletor - plano xz


500

400

300

200
M (kN.mm)

100

0
0 50 100 150 200 250
-100

-200

-300

-400
mm

Daí,

𝑴𝒎á𝒙 = √(𝟒𝟏𝟒, 𝟒𝟔)𝟐 +(−𝟏𝟑𝟔𝟔, 𝟕𝟕)𝟐 = 𝟏𝟒𝟐𝟖, 𝟐𝟑 𝑵𝒎

𝑻𝒎á𝒙 = 𝟏𝟏𝟕𝟔, 𝟗𝟒 𝑵𝒎

EIXO 3:

𝑀𝐸 = ⃗0
∑ ⃗⃗⃗⃗⃗

⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗
𝑅𝐸𝑅𝑔5 × ⃗⃗⃗⃗⃗
𝐹45 + ⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗
𝑅𝐸𝑅𝑝6 × ⃗⃗⃗⃗⃗⃗
𝐹76 + ⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗
𝑅𝐸𝐷 × ⃗⃗⃗⃗ ⃗ =0
𝐹𝐷 + 𝑇

Onde:
76 10,36 200 19,42 288 𝐷𝑥 𝑇 0
[ 0 ] × [−23,70] + [ 0 ] × [−41,66] + [ 0 ] × [𝐷𝑦] + [ 0 ] = [0] ⟹
132,4 −3,38 −70,61 16,73 0 𝐷𝑧 0 0

𝑫𝒛 = −𝟏𝟎, 𝟕𝟐 𝑲𝑵

𝑫𝒚 = 𝟑𝟓, 𝟏𝟗 𝑲𝑵

𝑻 = 𝟏𝟗𝟔, 𝟔𝟐 𝑵𝒎

Por meio de somatório de forças, temos:

𝑫𝒙 = −𝟐𝟗, 𝟕𝟗 𝑲𝑵

𝑬𝒚 = 𝟑𝟎, 𝟏𝟖 𝑲𝑵

𝑬𝒛 = −𝟐, 𝟔𝟐 𝑲𝑵

 Momentos fletores:

0 10,36 3138,98
⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗
𝑅𝑅𝑔5 × ⃗⃗⃗⃗⃗
𝐹45 = [ 0 ] × [−23,70] = [1372,05]
132,4 −3,38 0

Daí, 𝑴𝟏𝒚 = 𝟏𝟑𝟕𝟐, 𝟎𝟓 𝑵𝒎

0 19,42 −2942,36
⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗
𝑅𝑅𝑝6 × ⃗⃗⃗⃗⃗⃗
𝐹76 = [ 0 ] × [−41,66] = [−1372,05]
−70,61 16,73 0

Daí, 𝑴𝟐𝒚 = 𝟏𝟑𝟕𝟐, 𝟎𝟓 𝑵𝒎

Por meio da análise do diagrama de momento fletor, temos


PLANO XY

𝑀 = 30,18𝑋; 0 ≤ 𝑋 < 76
𝑀 = 30,18𝑋 − 23,70(𝑋 − 76); 76 ≤ 𝑋 < 200

𝑀 = 30,18𝑋 − 23,70(𝑋 − 76) − 41,66(𝑋 − 200); 200 ≤ 𝑋 ≤ 288

Em:

𝑋=0⟹ 𝑴=𝟎

𝑋 = 76 ⟹ 𝑴 = 𝟐𝟐𝟗𝟑, 𝟖𝟗

𝑋 = 200 ⟹ 𝑴 = 𝟑𝟎𝟗𝟔, 𝟖𝟓

𝑋 = 288 ⟹ 𝑴 = 𝟎

Momento fletor - plano xy


3500
3000
M (kN.mm)

2500
2000
1500
1000
500
0
0 50 100 150 200 250 300 350
mm

 Por meio da análise do diagrama de momento fletor, temos:

PLANO XZ
𝑀 = 2,62𝑋; 0 ≤ 𝑋 < 76
𝑀 = 2,62𝑋 + 3,38(𝑋 − 76) − 1372,05; 76 ≤ 𝑋 < 200

𝑀 = 2,62𝑋 + 3,38(𝑋 − 76) − 1372,05 − 16,73(𝑋 − 200) + 1372,05; 200 ≤ 𝑋


≤ 288

Em:

𝑋=0⟹ 𝑴=𝟎

𝑋 = 76 ⟹ 𝑴 = 𝟏𝟗𝟗, 𝟑𝟓

𝑋 = 76 ⟹ 𝑴 = −𝟏𝟏𝟕𝟐, 𝟔𝟗

𝑋 = 200 ⟹ 𝑴 = −𝟒𝟐𝟖

𝑋 = 200 ⟹ 𝑴 = 𝟗𝟒𝟒

𝑋 = 288 ⟹ 𝑴 = 𝟎

Momento fletor - plano xz


1500

1000

500
M (kN.mm)

0
0 50 100 150 200 250 300 350
-500

-1000

-1500
mm

Daí,

𝑴𝒎á𝒙 = √(𝟑𝟎𝟗𝟔, 𝟖𝟓)𝟐 +(𝟗𝟒𝟒)𝟐 = 𝟑𝟐𝟑𝟕, 𝟓𝟓 𝑵𝒎

𝑻𝒎á𝒙 = 𝟑𝟏𝟑𝟖, 𝟗𝟖 𝑵𝒎

EIXO 4:
𝑀𝐺 = ⃗0
∑ ⃗⃗⃗⃗⃗

⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗
𝑅𝐺𝑅𝑔7 × ⃗⃗⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗
𝐹67 + 𝑅 ⃗⃗⃗⃗ ⃗
𝐺𝐹 × 𝐹𝐹 + 𝑇 = 0

Onde:

200 −19,42 288 0 𝑇 0


[ 0 ] × [ 41,66 ] + [ 0 ] × [𝐹𝑦] + [ 0 ] = [0] ⟹
211,85 −16,73 0 𝐹𝑧 0 0

𝑭𝒛 = −𝟐, 𝟔𝟕 𝑲𝑵

𝑭𝒚 = −𝟐𝟖, 𝟗𝟑 𝑲𝑵

𝑻 = 𝟖𝟖𝟐𝟕, 𝟎𝟖 𝑵𝒎

Por meio de somatório de forças, temos:

𝑮𝒙 = 𝟏𝟗, 𝟒𝟐 𝑲𝑵

𝑮𝒚 = 𝟏𝟐, 𝟕𝟑 𝑲𝑵

𝑮𝒛 = 𝟏𝟗, 𝟒𝟎 𝑲𝑵

 Momentos fletores:

0 −19,42 −8827,08
⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗
𝑅𝑅𝑔7 × ⃗⃗⃗⃗⃗⃗
𝐹67 = [ 0 ] × [ 41,66 ] = [−4116,14]
211,85 −16,73 0

Daí, 𝑴𝒚 = −𝟒𝟏𝟏𝟔, 𝟏𝟒 𝑵𝒎

Por meio da análise do diagrama de momento fletor, temos


PLANO XY

𝑀 = −12,73𝑋; 0 ≤ 𝑋 < 200


𝑀 = −12,73𝑋 + 41,66(𝑋 − 200); 200 ≤ 𝑋 ≤ 288

Em:

𝑋=0⟹ 𝑴=𝟎

𝑋 = 200 ⟹ 𝑴 = −𝟐𝟓𝟒𝟑, 𝟑𝟏

𝑋 = 288 ⟹ 𝑴 = 𝟎

Momento fletor - plano xy


0
0 50 100 150 200 250 300 350
-500

-1000
M (kN.mm)

-1500

-2000

-2500

-3000
mm

 Por meio da análise do diagrama de momento fletor, temos:

PLANO XZ

𝑀 = −19,40𝑋; 0 ≤ 𝑋 < 200


𝑀 = −19,40𝑋 + 3,38(𝑋 − 200) − 4116,14; 200 ≤ 𝑋 ≤ 288
Em:

𝑋=0⟹ 𝑴=𝟎

𝑋 = 200 ⟹ 𝑴 = −𝟑𝟖𝟖𝟏, 𝟎𝟐

𝑋 = 200 ⟹ 𝑴 = 𝟐𝟑𝟓, 𝟏𝟐

𝑋 = 288 ⟹ 𝑴 = 𝟎

Momento fletor - plano xz


1000

0
0 50 100 150 200 250 300 350
M (kN.mm)

-1000

-2000

-3000

-4000

-5000
mm

Daí,

𝑴𝒎á𝒙 = √(𝟐𝟓𝟒𝟔, 𝟑𝟏)𝟐 +(−𝟑𝟖𝟖𝟏, 𝟎𝟐)𝟐 = 𝟒𝟔𝟒𝟏, 𝟕𝟕 𝑵𝒎

𝑻𝒎á𝒙 = 𝟖𝟖𝟐𝟕, 𝟎𝟖 𝑵𝒎

3.1.3. Diâmetro pelo Critério Estático:

 VON MISES:
1/3
16𝑛
𝑑=[ (4𝑀2 + 3𝑇 2 )1/2 ] (17)
π𝑆𝑦

DADOS:

𝑛=3

𝑆𝑦 = 1590 𝑀𝑃𝑎 (𝑎ç𝑜 𝐴𝑁𝑆𝐼 4340 𝑡𝑒𝑚𝑝𝑒𝑟𝑎𝑑𝑜 𝑒 𝑟𝑒𝑣𝑒𝑛𝑖𝑑𝑜 𝑇𝑎𝑏𝑙𝑒 𝐴 − 21)

𝑆𝑢𝑡 = 1720 𝑀𝑃𝑎 (𝑎ç𝑜 𝐴𝑁𝑆𝐼 4340 𝑡𝑒𝑚𝑝𝑒𝑟𝑎𝑑𝑜 𝑒 𝑟𝑒𝑣𝑒𝑛𝑖𝑑𝑜 𝑇𝑎𝑏𝑙𝑒 𝐴 − 21)
Substituindo os dados na equação de Von Mises, temos:
1/3
16𝑛
𝑑=[ (4𝑀𝑚á𝑥 2 + 3𝑇𝑚á𝑥 2 )1/2 ]
π𝑆𝑦

𝒅𝟏 = 𝟐𝟔, 𝟗𝟎 𝒎𝒎

𝒅𝟐 = 𝟑𝟐, 𝟎𝟑 𝒎𝒎

𝒅𝟑 = 𝟒𝟑, 𝟑𝟏 𝒎𝒎

𝒅𝟒 = 𝟓𝟓, 𝟔𝟎 𝒎𝒎

4. Dimensionamento de Chaveta

Para o dimensionamento de chaveta tomamos como base a tabela a seguir:

4.1. O comprimento da chaveta

4.1.1. Cisalhamento

𝐹𝑛
𝑙= (18)
𝑤𝑆𝑠𝑦

4.1.2. Esmagamento

2𝐹𝑛
𝑙= (19)
𝑤𝑆𝑦
2𝑇
𝐹= (20)
𝑑𝑒𝑖𝑥𝑜

Onde,

 𝐹, força em KN
 𝑙, comprimento da chaveta em mm
 𝑤, espessura da chaveta em mm
 𝑆𝑠𝑦 , tensão de resistência ao escoamento (𝑆𝑠𝑦 = 0,557𝑆𝑦 )
 𝑛, fator de projeto

EIXO d (mm) w (mm) h (mm) T (Nm) F (KN)

1 30 8 8 588,47 39,23

2 40 10 10 1176,94 58,84

3 50 12 12 3138,98 125,56

4 60 16 16 8827,08 294,23

Para todas as chavetas será considerado o Aço AISI 1050 Estirado à Frio (𝑆𝑦 =
690 𝑀𝑃𝑎) e 𝑛 = 1,5. Todas as chavetas serão quadradas.

 Cisalhamento:

EIXO1: 𝑙 = 18,47 𝑚𝑚

EIXO2: 𝑙 = 22,17 𝑚𝑚

EIXO3: 𝑙 = 39,42 𝑚𝑚

EIXO4: 𝑙 = 69,28 𝑚𝑚

 Esmagamento:

EIXO1: 𝑙 = 21,32 𝑚𝑚

EIXO2: 𝑙 = 25,58 𝑚𝑚

EIXO3: 𝑙 = 45,49 𝑚𝑚

EIXO4: 𝑙 = 79,95 𝑚𝑚

5. Análise de Eixo Por Fadiga


5.1 Critério DE-Goodman

Primeiramente para a obtenção do projeto dos eixos, o material a ser


utilizado deve ser escolhido. Será usado o Aço AISI 4340 com tratamento de
têmpera e revenido.

Cujas propriedades mecânicas são:

𝑆𝑦 = 1590 𝑀𝑃𝑎 (𝑎ç𝑜 𝐴𝑁𝑆𝐼 4340 𝑡𝑒𝑚𝑝𝑒𝑟𝑎𝑑𝑜 𝑒 𝑟𝑒𝑣𝑒𝑛𝑖𝑑𝑜 𝑇𝑎𝑏𝑙𝑒 𝐴 − 21)

𝑆𝑢𝑡 = 1720 𝑀𝑃𝑎 (𝑎ç𝑜 𝐴𝑁𝑆𝐼 4340 𝑡𝑒𝑚𝑝𝑒𝑟𝑎𝑑𝑜 𝑒 𝑟𝑒𝑣𝑒𝑛𝑖𝑑𝑜 𝑇𝑎𝑏𝑙𝑒 𝐴 − 21)

A partir destes valores podemos obter também o limite de resistência de uma


peça de máquina nas condições de uso, ou 𝑆𝑒 .

Para tanto devemos obter as constantes 𝑘𝑎 , 𝑘𝑏 , 𝑘𝑐 , 𝑘𝑑 , 𝑘𝑒 , 𝑘𝑓 e o valor de 𝑆𝑒 ′.

5.1.1. Fator de Modificação de Condição de Superfície (𝑘𝑎 )

Considerando o eixo como laminado a frio, temos:

𝑘𝑎 = 𝑎 × 𝑆𝑢𝑡 𝑏 (21)

Para todos os eixos será usado:

𝒌𝒂 = 𝟒, 𝟓𝟏 ∗ 𝟏𝟕𝟐𝟎−𝟎,𝟐𝟔𝟓 = 0,6262

5.1.2. Fator de Modificação de Tamanho (𝑘𝑏 )

1,24𝑑 −0,107 2,79 𝑚𝑚 ≤ 𝑑 ≤ 51 𝑚𝑚


𝑘𝑏 = { (22)
1,51𝑑−0,157 51 𝑚𝑚 ≤ 𝑑 ≤ 254 𝑚𝑚

Eixo 𝑑 (𝑚𝑚) 𝑘𝑏
1 26,90 0,8718

2 32,30 0,8549

3 43,31 0,8285

4 55,60 0,8067

5.1.3. Fator de Modificação de Carga (𝑘𝑐 )

1 𝑓𝑙𝑒𝑥ã𝑜
𝑘𝑐 = { 0,85 𝑎𝑥𝑖𝑎𝑙 (23)
0,59 𝑡𝑜𝑟çã𝑜

Considerando flexão como o principal fator no eixo, temos:

Para todos os eixos será usado:

𝒌𝒄 = 𝟏

5.1.4. Fator de Modificação de Temperatura (𝑘𝑑 )

Através da tabela 6-4, considerando uma temperatura ambiente de


funcionamento (50ºC), temos:

Para todos os eixos será usado:

𝒌𝒅 = 𝟏, 𝟎𝟏

5.1.5. Fator de Confiabilidade (𝑘𝑒 )

Através da tabela 6-5, considerando uma confiabilidade de 99%, temos:

Para todos os eixos será usado:

𝒌𝒆 = 𝟎, 𝟖𝟏𝟒

5.1.6. Fator de Modificação por Efeitos Variados (𝑘𝑓 )

Para todos os eixos será usado:

𝒌𝒇 = 𝟏

5.1.7. Limite de Resistência à Fadiga

A resistência última a 50°𝐶 é:


𝑆𝑒′ = 0,5 × 𝑆𝑢𝑡 (24)

𝑺𝒆 ′ = 𝟎, 𝟓 × 𝟏𝟕𝟐𝟎 = 𝟖𝟔𝟎 𝑴𝑷𝒂

Temos então que:

𝑆𝑒 = 𝑘𝑎 × 𝑘𝑏 × 𝑘𝑐 × 𝑘𝑑 × 𝑘𝑒 × 𝑘𝑓 × 𝑆𝑒′ (25)

Eixo 1: 𝑆𝑒 = 0,6262 × 0,8718 × 1 × 1,01 × 0,814 × 1 × 860 = 387 𝑀𝑃𝑎

Eixo 2: 𝑆𝑒 = 0,6262 × 0,8549 × 1 × 1,01 × 0,814 × 1 × 860 = 380 𝑀𝑃𝑎

Eixo 3: 𝑆𝑒 = 0,6262 × 0,8285 × 1 × 1,01 × 0,814 × 1 × 860 = 368 𝑀𝑃𝑎

Eixo 4: 𝑆𝑒 = 0,6262 × 0,8067 × 1 × 1,01 × 0,814 × 1 × 860 = 356 𝑀𝑃𝑎

5.1.8. Fator de Concentração de Tensão(𝐾𝑓 𝑒 𝐾𝑓𝑠 )

Nessa parte, não foram considerados os ressaltos, por exemplo. Apenas a


concentração de carga gerada pelo rasgo de chaveta foi considerada, quando
necessário.

OBSERVAÇÃO: Para efeito deste trabalho iremos assumir as estimativas da


tabela 7-1. Considerando o assento de chaveta de extremidade fresada, onde:

𝑟/𝑑 = 0,02

 Fator de Concentração de Tensão submetido a Flexão

𝐾𝑓 = 2,14

 Fator de Concentração de Tensão submetido a Torção

𝐾𝑓𝑠 = 3,0

Estes valores serão os mesmos para os eixos 2,3 e 4

Eixo 1: No ponto de momento máximo (mancal A2) serão considerados


𝑲𝒇 = 𝑲𝒇𝒔 = 𝟏

5.1.9 Equação de DE-Goodman:


1
1 1 3
16𝑛 1 2 2 2 1 2 2 2
𝑑= ( { [4(𝑘𝑓 𝑀𝑎 ) + 3(𝑘𝑓𝑠 𝑇𝑎 ) ] + [4(𝑘𝑓 𝑀𝑚 ) + 3(𝑘𝑓𝑠 𝑇𝑚 ) ] }) (28)
𝜋 𝑆𝑒 𝑆𝑢𝑡

Para um eixo rodando, com torção e flexão constante criará uma tensão de
flexão completamente reversa e a tensão estável, onde:

𝑀𝑚 = 𝑇𝑎 = 0

 Para: 𝑛 = 3; e substituindo os parâmetros previamente determinados,


temos:

EIXO1: 𝑀𝑚á𝑥 = 876,1 𝑁𝑚; 𝑇𝑚á𝑥 = 588,47 𝑁𝑚;

𝒅 = 𝟒𝟐, 𝟕𝟕 𝒎𝒎

EIXO2: 𝑀𝑚á𝑥 = 1428,23 𝑁𝑚 𝑇𝑚á𝑥 = 1176,94 𝑁𝑚

𝒅 = 𝟔𝟔, 𝟔𝟕 𝒎𝒎

EIXO3: 𝑀𝑚á𝑥 = 3237,55 𝑁𝑚 𝑇𝑚á𝑥 = 3138,98 𝑁𝑚

𝒅 = 𝟖𝟗, 𝟐𝟗 𝒎𝒎

EIXO4: 𝑀𝑚á𝑥 = 4641,77 𝑁𝑚 𝑇𝑚á𝑥 = 8827,84 𝑁𝑚

𝒅 = 𝟏𝟎𝟕, 𝟗𝟖 𝒎𝒎