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Tostão

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Eduardo Gonçalves de Andrade, conhecido como Tostão
Tostão (Belo Horizonte, 25 de Janeiro de 1947), é um Informações pessoais
ex-futebolista brasileiro. É considerado um dos grandes Nome completo Eduardo Gonçalves de Andrade
jogadores do futebol nacional e internacional. Data de nasc. 25 de janeiro de 1947 (71 anos)
Local de nasc. Belo Horizonte (MG), Brasil
Nacionalidade brasileira
Altura 1,72
Índice Apelido Mineirinho de ouro ,
Rei Branco,
Infância e Juventude Vice-rei,
Tostão
Carreira
Cruzeiro Informações profissionais
Vasco da Gama Período em atividade 1963–1973
Seleção Brasileira Posição Ponta-de-lança
Centroavante
Descolamento de retina
Clubes de juventude
Pós carreira
1961 Cruzeiro
Títulos Clubes profissionais
Artilharia Anos Clubes Jogos e gol(o)s
1962–1963 América Mineiro 26 (16)
Prêmios
1964–1971 Cruzeiro 378 (249)
Recordes 1972–1973 Vasco da Gama 30 (19)
Curiosidades Seleção nacional
1966–1972 Brasil 65 (36)
Estatísticas
Comentários sobre Tostão
Livro publicado
Referências
Ligações externas

Infância e Juventude
Ganhou o apelido de Tostão ainda criança. Quando tinha sete anos, foi “convocado” para reforçar o time de várzea do bairro que
enfrentaria os garotos do Atlético Mineiro. Ele só entrou no segundo tempo e parecia sumir no meio de meninos de 12, 15 anos. O
garotinho marcou um gol e saiu carregado nos braços pelos companheiros.

Havia Toró e havia Tostão. Quem assistia às peladas no IAPI, um conjunto habitacional próximo ao centro de Belo Horizonte,
garantia que o primeiro era o melhor. Mas envergonhado por ser portador de vitiligo, uma doença que provoca manchas na pele, ele
se recusava a vestir um calção. Desistiu da bola. O companheiro, não. O time era a Associação Esportiva Industriários. Como era o
mais mirrado e o mais novo do time, ganhou o apelido de Tostão (a moeda já era bem desvalorizada na época) e foi escolhido para
jogar na ponta-esquerda, onde se especializou em chutar exclusivamente com a canhota. Um acidente aos 6 anos com uma das unhas
do pé direito, impedia Tostão de chutar com o pé destro. O trauma foi superado somente 13 anos mais tarde na Seleção Brasileira
onde o preparador físico Paulo Amaral o convenceu a treinar diariamente 200 chutes com a direita, para se tornar um meia completo.

Carreira
Cruzeiro
Tostão iniciou sua carreira no futebol de salão do Cruzeiro em 1961. Em 1962, com 15 anos e ainda no Cruzeiro, Tostão foi para a
equipe júnior de futebol de campo. No mesmo ano, o América Mineiro contratou o jogador, que jogou apenas um ano no clube do
coração dos seus pais. Em 1963, Tostão voltou ao Cruzeiro, clube que o projetou para o Brasil e o mundo. O então diretor Felício
Brandi chegou atrasado mais de uma hora ao próprio casamento só para concluir a contratação de Tostão. Daí engrenou na carreira
formando o famoso tripé comWilson Piazza e Dirceu Lopes.

Com Dirceu Lopes, formou uma das duplas de maior talento no futebol brasileiro de todos os tempos. Em 1966, o Cruzeiro bateu o
Santos, bicampeão da Copa Libertadores e do Mundo (1962/1963) e então pentacampeão do Campeonato Brasileiro (Taça Brasil),
que contava com nada mais nada menos do que Pelé, Pepe, Mauro, Zito, Mengálvio, Gilmar, Coutinho e outros grandes jogadores. O
Cruzeiro era um time de garotos, que além de T
ostão tinha Dirceu Lopes, Wilson Piazza, Raul Plassmann, Natal, entre outros.

Foi a noite mais mágica que o Gigante da Pampulha já teve. A maior partida da história do Cruzeiro e que fez com que ele hoje
tenha essa grandeza. O time celeste deu simplesmente um show no Santos, terminando o primeiro tempo vencendo por 5 a 0,
comandado por Tostão e Dirceu Lopes. A partida terminou 6 a 2 para os mineiros, a derrota mais humilhante que o até então
imbatível time da Vila Belmiro havia sofrido. Após a partida, tiraram uma foto com uma coroa na cabeça de Tostão e que depois saiu
em um jornal com o título: "O Novo Rei", uma vez quePelé era o Rei do Futebol e havia perdido a partida, porém Tostão não aceitou
o status, afirmando quePelé realmente era o Rei. Mas é indubitável o quão grande era a qualidade de Tostão. Quem ousaria afirmar a
existência de um novo Rei do Futebol comPelé ainda em atividade?

Mesmo assim, Tostão era conhecido internacionalmente como o "Rei Branco" do Futebol, já que Pelé era o "Rei Negro". Uma
semana depois, no jogo de volta no Pacaembu, o Santos abriu 2 a 0 no primeiro tempo e os paulistas esperavam que a goleada fosse
devolvida. No intervalo, o presidente doSantos já tentava marcar o terceiro jogo, que seria realizado no Maracanã. O Cruzeiro voltou
motivado, e partiu pra cima. O nosso eterno craque perdeu um pênalti, mas não se abateu, pelo contrário, jogou ainda com mais gana,
e marcou um gol épico de falta que deu início à reação,Logo depois, Dirceu Lopes empatou (o empate já era o suficiente para o
título). O incrível é que, após o gol, o Santos não esboçou nenhuma reação. O Cruzeiro é que continuou atacando. E o terceiro gol
veio para coroar uma reação sensacional e fechar com chave de ouro uma campanha maravilhosa. O ponta-esquerda Hilton Oliveira
tocou para Tostão driblar vários adversários e entregar a bola limpa para o ponta-direita Natal, que livre, apenas encostou para fazer
Cruzeiro 3 a 2 Santos. Foi uma alegria indescritível. O Cruzeiro era campeão brasileiro com duas vitórias sobre o melhor time do
mundo. Tostão, que tinha sido um dos responsáveis pelo titulo, não esquece aquele jogo no Pacaembu. O Cruzeiro elevava o nome de
Minas Gerais, que agora contava com um time respeitado internacionalmente pelo seu feito e também perdia o seu caráter
provinciano com a construção doMineirão e com o título da Taça Brasil.

Mesmo atuando no meio de campo, com a responsabilidade de armar as jogadas para os atacantes, Tostão é o maior artilheiro da
história do Cruzeiro, com 249 gols.[1] Estabeleceu marcas no Campeonato Mineiro, quando se sagrou o goleador por quatro edições
seguidas: em 1965, 1966, 1967 e 1968. Foi ainda o artilheiro da última edição da Taça de Prata, hoje reconhecida como Campeonato
Brasileiro, em 1970.

Tostão fez sua última partida oficial pelo Cruzeiro jogando com a camisa 7 contra o Nacional de Uberaba, no Triângulo Mineiro, em
abril de 1972, pelo Campeonato Mineiro, que terminou 2 a 2.

Vasco da Gama
O Mineirinho de ouro, como foi apelidado, integrou o mítico ataque da seleção brasileira que conquistou o tricampeonato mundial
em 1970, no México. Transferiu-se do Cruzeiro para o Vasco em abril de 1972, na maior transação envolvendo clubes brasileiros até
aquela época. Como jogador do cruz-maltino, naquele mesmo ano, sagrou-se campeão da Minicopa pelo Brasil. A contratação de
Tostão foi o símbolo do início de uma nova fase no Vasco, que passava por uma crise, e empolgou a torcida. Infelizmente, os
vascaínos não puderam contar por muito tempo com seu futebol brilhante e inteligente. Em fevereiro do ano seguinte, após um
amistoso do Vasco com o Argentinos Juniors, Tostão, aos 26 anos, anunciou o fim de sua brilhante carreira. Uma inflamação na retina
operada levou o jogador novamente a Houston e ele foi aconselhado a parar de jogar, sob o risco de ficar cego. Um ano após chegar
ao Vasco, abandona o futebol prematuramente. Tostão marcou seu último gol no dia 10 de fevereiro de 1973, contra o Flamengo.
Dezessete dias depois, dá adeus ao futebol, após enfrentar o Ar
gentino Juniors.

Seleção Brasileira
Estreou na Seleção Brasileira no dia 15 de maio de1966, em amistoso no Morumbi, contra o Chile, no empate de 1 a 1.

O técnico era Vicente Feola. Aos 19 anos, em 1966, foi um dos 47 convocados para a Seleção Brasileira que se preparava para a
Copa do Mundo da Inglaterra. Conquistou uma vaga entre os 22 e atuou apenas uma vez naquele mundial relâmpago para o Brasil. O
Brasil perdeu de 3 a 1 para a Hungria, em Liverpool, com gol dele. Foi um dos poucos que se salvaram da fracassada participação na
Inglaterra.

Consagrou-se em 1969, quando, ao lado de Pelé, levou o Brasil à classificação para o Mundial do México, tendo sido o artilheiro das
eliminatórias, com 10 gols. A imprensa já o batizava de vice-rei. Foi reserva de Pelé em alguns jogos em 1968, sob a direção de
Aymoré Moreira. No ano seguinte, sob o comando de João Saldanha, virou o último parceiro do rei com a camisa amarela. Tostão
destaca-se entre Pelé, Gérson e Jairzinho como um dos grandes protagonistas do Tri-Campeonato de 1970.

Na Minicopa, meses depois, faria seus últimos jogos pela Seleção. No início de 1973, um novo exame com o Dr. Roberto Abdalla
Moura em Houston poria fim a sua carreira. O médico o aconselhou a parar, sob o risco de perder a visão. Com apenas 26 anos, o
tímido gênio que encantara personagens como Stanley Matthews, Ferenc Puskas, Alfredo di Stéfano e o escritor Hugh Mc’Ilvaney,
que fora tema do filme Tostão, a fera de ouro, de Ricardo Gomes Leite, e da música O jogo, de Pacífico Mascarenhas, saia de cena
discretamente, sem festa e sem jogo de despedida, com a mesma elegância com que desfilava pelo IAPI ao lado de Toró, o craque
que não foi.

Pelo Seleção Brasileira fez 65 (55 oficiais) jogos e 36 gols. Ainda com menos de 20 anos disputou 8 jogos, sendo 1 deles não oficial,
e marcou 7 gols. Seu último jogo pela Seleção foi na decisão da Taça Independência, em 1972, na decisão do torneio – Brasil 1 x 0
Portugal, gol de Jairzinho.

Descolamento de retina
Corria o ano de 1969, ano em que se tornou titular na Seleção Brasileira o time verde-amarelo fez um amistoso com o Millonarios,
time colombiano, em Bogotá, preparando-se para enfrentar a Colômbia pelas eliminatórias da Copa do Mundo poucos dias depois.
Era o dia 1º de agosto. Tostão, um dos maiores craques que o futebol mundial conheceu, domina a bola, mas não consegue evitar o
choque com o zagueiro Castaños e machuca o olho esquerdo, para preocupação de todos os amantes do futebol-arte. Em 24 de
setembro de 1969, outro lance viria a dividir a carreira de Tostão. Jogavam Corinthians e Cruzeiro, pelo Torneio Roberto Gomes
Pedrosa, no Pacaembu, à noite. Tostão recebe o impacto de uma bola chutada pelo zagueiro Ditão de raspão no mesmo olho esquerdo
e sofre descolamento de retina. A torcida brasileira, de Norte a Sul, acompanha o drama de um craque genial. Do craque e do cidadão
Eduardo Gonçalves de Andrade, às vésperas do Mundial do México 1970. Em 2 de outubro de 1969, Tostão é submetido a uma
cirurgia em Houston (Estados Unidos), pelo médico mineiro Roberto Abdalla Moura, no Hospital Metodista da cidade. Todos
torciam para sua recuperação. Um jovem de 22 anos, inteligente, culto, leitor de autores incomuns aos seus companheiros de
profissão, ligado nos acontecimentos do mundo, fã do arcebispo e dom Helder Câmara, preocupado com as injustiças sociais,
defensor da liberdade e da democracia, temas pouco afetos ao universo do futebol. O técnico João Saldanha caiu na seleção e deu o
lugar a Zagallo. Este não acreditava na recuperação do craque mineiro, que só foi liberado para voltar às atividades a três meses da
Copa. O médico Lídio Toledo, também não. Mas, não se sabe se por feeling, pela velha estrela, por superstição, o fato é que Zagallo
deu todas as chances aTostão.

Às vésperas do embarque, o craque reassumiu seu lugar no time, ao lado de Pelé. E a dupla atuou as seis partidas da epopeia do
tricampeonato mundial. No dia seguinte a cada jogo, o doutor Abdalla era personagem de uma operação sigilosa que o levava à
concentração brasileira, para examinar o olho esquerdo que mais preocupava o Brasil. Mesmo com todo risco e com desconfiança
dos dirigentes, com a camisa 9 Tostão disputou a Copa de 1970 e voltou do México com seu mais importante título: tricampeão
mundial. Quem não se lembra da jogada genial na partida contra a Inglaterra (então campeã mundial), quando driblou vários
adversários e originou o gol da vitória, feito por Jairzinho? Fez ainda dois gols contra o Peru naquele Mundial. Boa parte da crítica
europeia o apontou como omaior craque do Mundial.

Afinal, disputar uma Copa sem o talento inigualável de Tostão seria um risco muito grande. Por força de um sopro dos deuses da
bola, Tostão venceu todos os obstáculos e foi aoMéxico, onde desfilou jogo após jogo, toda a sua arte. De seus pés – e de seu cérebro
– surgiram jogadas empolgantes e gols decisivos. E Tostão, que por pouco não foi à Copa, acabou-se transformando em um dos
heróis da conquista do tricampeonato mundial peloBrasil. Para a imprensa européia, foi o melhor jogador da Copa.

Pós carreira
Em 1975, passou nos vestibulares da Faculdade de Ciências Médicas e da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas
Gerais (UFMG). Optou pela segunda e se formou em medicina (clínica geral) em 1981. Dr. Eduardo se recolheu a uma vida simples,
tipicamente mineira, ao lado de sua mulher e seus filhos, deixando oTostão para ser – com muita justiça – idolatrado pelos torcedores
que jamais esquecerão a sua imagem.

Voltaria ao futebol na década de 90, principalmente em 1994, após a Copa dos Estados Unidos, como comentarista esportivo e
colunista de várias televisões e jornais. Em 1993 consta que Tostão era médico e professor da Faculdade de Ciências Médicas e
recebeu uma homenagem pelos seus feitos no Cruzeiro. Em 1997, com 50 anos, médico e comentarista de futebol, Tostão reencontra
agora um novo prazer na vida: escrever. Tostão escreveu o livro de memórias “Lembranças, Opiniões e Reflexões sobre Futebol”,
pela editora DBA de São Paulo, lançado nacionalmente em 23 de agosto.

Um ídolo para todas as idades. Para chegar a essa condição, o ex-atacante esbanjou talento pelos gramados de Minas e do
mundo.Com ele, o Cruzeiro acumulou títulos e prestígio internacional.

Tostão ficou marcado ao longo de sua carreira pela sua visão de jogo. Com passes esplêndidos deixava os atacantes em excelentes
condições para marcar. Possuía toques sutis, inteligência notável para se deslocar e armar o jogo, um gênio do futebol mundial.
Mesmo jogando no meio-campo para municiar os atacantes, era também artilheiro, tinha a capacidade de dar o drible curto contra o
adversário com facilidade, uma visão de jogo ímpar, foi um dos melhores cobradores de falta do Cruzeiro, também treinava sozinho
após os treinos para se aperfeiçoar e corrigir defeitos.

Posteriormente, tornou-se colunista esportivo do jornal mineiro Diário da Tarde, de Belo Horizonte, passando depois para o Estado
de Minas. Hoje, sua coluna é publicada pela "Folha de S.Paulo" e vários outros jornais brasileiros. No dia 15 de setembro de 2008
recebeu a Medalha de Honra da UFMG[2].

Títulos
Seleção Brasileira

Copa do Mundo: 1970


Copa Rocca: 1971
Taça Independência: 1972

Cruzeiro

Campeonato Brasileiro: 1966


Campeonato Mineiro: (1965, 1966, 1967,1968 e 1969)
Torneio Início de Minas Gerais: 1966
Demais torneios e taças

Torneio de Djacarta (IND): 1972.


Torneio Hong Kong (CHI): 1972.
Taça Miller (EUA): 1972
Torneio Tailândia (THA): 1972
Torneio do Governador (BA): 1971
Torneio 11 de Outubro (PAN): 1971.
Torneio de Caracas (VEN): 1970
Torneio José Guilherme (BRA): 1970
Torneio do México (MÉX): 1967
Torneio Quadrangular (BRA): 1966
Taça Rio Branco (URU): 1966
Torneio de Barbacena (MG): 1965
Torneio Mário Coutinho (MG):1965
Torneio do Bispo (MG): 1965
Torneio Natalino Triginelli (MG): 1965
Taça Guilherme de Oliveira (DF):1964
Torneio de Barbacena (MG): 1964

Artilharia
Campeonato Mineiro de 1966(17 gols)
Campeonato Mineiro de 1967(20 gols)
Campeonato Mineiro de 1968(25 gols)
Campeonato Brasileiro de 1970(12 gols)
Eliminatórias da Copa do Mundo FIFA de 1970 (10 gols)

Prêmios
Bola de Prata Revista Placar: (1970)
Bola de Prata da Revista Placar de Artilheiro Brasileirão(1970)
Melhor jogador sul-americano do ano eleito pelo jornal "El Mundo" : 1971
5º Maior jogador Brasileiro do século XX pela IFFHS : (1999)
13º Maior jogador Sul-americano do século XX pela IFFHS :1999) (
58º Maior Jogador do Século XX pelo Grande Júri FIF A : (1999)
20º colocado na relação dos 20 melhores jogadores por posição Séc XX da oetbal V International (Holanda)
Presença na lista dos 50 Melhores jogadores Séc XX da o Vetbal International (Holanda)
48º Melhor jogador do Século XX segundo aRevista Placar
53º Maior Jogador do Mundo do século XX pela revista inglesa World soccer :1999) (
Golfinho de ouro - Melhor esportista Brasileiro : 1969)
(
Eleito técnicos e ex-jogadores como um dos 10 gênios do futebol brasileiro :1970)( a (1992)
Jogador do ano: Melhor jogador do Vasco na temporada 1972.

Recordes
Único artilheiro em quatro edições de Campeonato Mineiro seguidos(1965 a 1968)
Tostão tem a maior média de gols do Mineirão
Único jogador do futebol mineiro a estar entreMaiores jogadores Brasileiros do século XX pela IFFHS
: (1999)
Primeiro jogador de umclube mineiro a disputar uma Copa do Mundo, na Inglaterra, em 1966
Único jogador do futebol mineiro a estar entreMaiores jogadores Sul-americanos do século XX pela IFFHS :1999)
(
Bicampeão mineiro invicto (1968/1969)
Único jogador do futebol mineiro a estar na lista dosMaiores Jogador do Século XX pelo Grande Júri FIFA : (1999)
Maior artilheiro da história doCruzeiro - 249 gols
Único jogador do futebol mineiro a ganhar o prêmio deMelhor jogador sul-americano do ano, eleito pelo jornal "El
Mundo": 1971

Curiosidades
Tostão tem a maior média de gols doMineirão.
Nos oito anos que defendeu o Cruzeiro na "EraMineirão" marcou um total de 143 gols no gigante da Pampulha.
Tem a média de 17,875 gols por ano, enquanto o atleticano Reinaldo, o segundo da lista, tem uma média de 11,692
gols por ano.
O personagem Roberto Hongo da Série Super CampeõesCaptain ( Tsubasa - Versão Japonesa) foi inspirado nele.

Estatísticas
Tostão anotou em toda sua carreira entre 1963 e 1973, 308 gols. Os gols marcados quando atuava no futebol de salão não foram
considerados.

Time Número de Gols Partidas Média


Cruzeiro- (BRA) 249 373 0,68
Vasco da Gama (BRA) 19 30 0,63
Seleção Brasileira Profissional 36 65 0,55
TOTAL 304 468 0,64

Comentários sobre Tostão


“A tabelinha de Pelé e Tostão confirma a existência de Deus.”
(Armando Nogueira, jornalista e escritor)

“Por mais que eu reze não tem jeito. Esse T


ostão é mesmo infernal.”
(Dom Serafim Fernandes de Araújo, ex-bispo de Belo Horizonte, torcedor do Atlético Mineiro)

“Poucos jogadores sabiam abrir espaços para os companheiros comoostão


T fazia.”
(Didi, ex-jogador da Seleção Brasileira)

“Quem viu Tostão pode se considerar uma pessoa feliz. Ele nos contemplou com as melhores lições de
bom gosto que o futebol é capaz de dar ao esporte. Era um artista de rara lucidez.”
(Armando Nogueira, escritor e jornalista)

“Tostão pegava a bola no meio-campo, levantava a cabeça e caminhava com a bola como um maestro.”
(Marão, EM, março de 2001)

“Está entre os cinco ou seis maiores jogadores de todos os tempos.”


(Nelson Rodrigues, jornalista, escritor e dramaturgo, sobre Tostão)

“A diferença de um grande jogador para o outro é a capacidade de inventar o momento. De repente, sai uma
jogada que não estava prevista.”
(Tostão)

“A ele bastava um palmo de grama para encantar o mundo com dribles e gols jamais sonhados antes.”
(Roberto Drummond, jornalista e escritor)

“Introspectivo, sereno, calmo, avesso a badalações, inteligente, sensato e de uma dignidade ímpar
. Tostão é
eterno em todos os sentidos, e um exemplo a ser seguido. Parabéns, gênio!”
(Klauss Mourão, comentarista do PHD)

“A concepção do futebol coletivo e solidário, com o craque colocando o espírito de conjunto acima de sua
própria vaidade, começou com Tostão, que teve em Cruyff um seguidor perfeito. O futebol, dentro desse
conceito, pode ser dividido entre antes e depois de o
Tstão.”
(Daniel Gomes, jornalista)

Livro publicado
“Lembranças, opiniões e Reflexões sobre Futebol” (DBA) 1997

Referências
1. Ávila, Fausto de (2008).Cruzeiro! Cruzeiro! Querido!. A história do time do meu coração. Belo Horizonte: Leitura.
13 páginas
2. «COPI :: Programa Ex-alunos»(https://www.ufmg.br/copi/sempre-internas.php?p=submenu&menu_key=2&cont_key
=118). www.ufmg.br. Consultado em 15 de novembro de 2016.

Ligações externas
Maiores jogadores do século XX " América do Sul " IFFHS
Maiores jogadores do Mundo do século XXIFFHS
100 Craques do Século - World Soccer
Os gols de tostão
Jogador sulamericano do ano
Maiores Jogadores de todos os tempos "World Soccer"

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