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GRUPO EDUCACIONAL UNINTER

LARISSA ZEPKA BAUMGARTEN

PRODUCAO DO CONHECIMENTO SOBRE O TRABALHO E A QUALIDADE


DE VIDA DOS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM

CURITIBA
2017
2

LARISSA ZEPKA BAUMGARTEN

PRODUCAO DO CONHECIMENTO SOBRE O TRABALHO E A QUALIDADE


DE VIDA DOS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM

Artigo apresentado
como requisito parcial a
obtenção do titulo de
especialista em
Enfermagem do
Trabalho, curso de pós –
graduação em
Enfermagem do
Trabalho, Grupo
Educacional Uninter.

Orientador(a): Prof ...

CURITIBA
3

2017
AGRADECIMENTOS

Primeiramente a Deus pela vida, por ter nascido em um lar que me


cobriu de amor e me ensinou respeito ao próximo e dignidade para enfrentar as
dificuldades;

Aos meus pais que tinham certeza da minha vitória mesmo antes de vir
ao mundo. Deram tudo que eles tinham de melhor para construir o que sou,
serei eternamente grata;

A minha Avo Laci, Tia Marilene, meus pais João e Maria da Graça,
meus irmãos pelo incentivo e força dedicados durante toda a minha formação;

Ao meu companheiro de vida Luiz Eduardo pelas horas de dedicação,


motivação, apoio e compreensão.

À minha Orientadora, pelos ensinamentos, generosidade e que mesmo


sem me conhecer me acolheu.

Obrigada jamais esquecerei


4

"A vitória cabe ao que mais persevera”.(Napoleão Bonaparte)


5

SUMÁRIO

1INTRODUÇÃO ................................................................................................ 7
2 METODOLOGIA ............................................................................................10
3 APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADO.................................12
3.1 QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À................................................. 17
3.2 QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA AO ACESSO AO LAZER........... 19
3.3 QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À MOTIVAÇÃO
DA VIDA PROFISSIONAL.............................................................................. 20
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS...........................................................................21
5. REFERÊNCIAS ........................................................................................... 22
6

PRODUCAO DO CONHECIMENTO SOBRE O TRABALHO E A QUALIDADE


DE VIDA DOS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM

BAUMGARTEN, Larissa Zepka1


SOBRENOME, Nome do orientador (professor)2

RESUMO

Objetivou-se identificar, na produção científica da enfermagem brasileira, como


são enfocados os fatores que interferem na qualidade de vida dos
trabalhadores de enfermagem. Realizou-se uma Revisão Sistemática de
Literatura, nas bases de dados Literatura Latino-americana e do Caribe em
Ciências da Saúde, Base de Dados de Enfermagem e na Scientific Electronic
Library Online. Utilizaram-se os descritores, trabalho, enfermagem e qualidade
de vida, selecionando-se 25 artigos publicados entre 2000 e 2016. Assim,
verificou-se que a insegurança, gerada pelo medo do desemprego e da
incapacidade de satisfazer as necessidades pessoais e materiais, faz com que
os trabalhadores de enfermagem se submetam a contratos de trabalho
precários, com baixos salários e ambientes insalubres, que, muitas vezes,
acarretam riscos a suas vidas e saúde. Esses fatores prejudicam a qualidade
de vida e o bem-estar geral dos trabalhadores de enfermagem, além de
tornarem escassos os momentos dedicados à convivência familiar, ao
aprimoramento profissional e ao lazer.

DESCRITORES: Enfermagem; Qualidade de vida; Saúde do trabalhador

1
Mestre em Enfermagem. Professora conteudista do Portal Educação e DTCON/FABRICO. Aluna da pós graduação
em Enfermagem do Trabalho da UNINTER. enflarissazb@gmail.com.
2
Professor Orientador do trabalho
7

INTRODUÇÃO

Devido as constantes e rápidas mudanças da sociedade moderna, da


competição excessiva no mercado, da busca constante pelo ter e da pressa
cotidiana, homens e mulheres têm tido inegavelmente sua qualidade de vida
(QV) alterada (VILLARTA et al, 2006). Em decorrência da pressão, da
insegurança e da instabilidade presentes no dia a dia das pessoas, a
expressão QV passou a ser foco de discussões e estudos, nas últimas
décadas.
A Organização Mundial da Saúde (OMS), por meio do grupo WHOQOL,
definiu Qualidade de Vida como “a percepção do indivíduo, de sua posição na
vida, no contexto da cultura e sistema de valores nos quais ele vive e em
relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações (FLECK;
LOUZADA et al, 2000).
Esse conceito complexo incorpora a saúde física, o estado psicológico, o
nível de independência, o trabalho, as relações sociais, as crenças pessoais e
a interação com aspectos significativos do meio ambiente (PEREIRA et al,
2010). Desses, destaca-se o trabalho como um dos elementos centrais à QV,
uma vez que esse tem sido fundamental para a inserção do indivíduo no
mundo, contribuindo tanto para a formação de sua identidade quanto para a
sua participação na sociedade.
Na cultura organizacional contemporânea, a QV é denominada
Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) (ELIAS, NAVARRO, 2006) e diz respeito
a melhores condições de vida, enfatizando a promoção da saúde entre os
diversos fatores que influenciam no estilo de vida da população.
Entretanto, verifica-se que não existe uma definição consensual de QVT
e frequentemente o conceito está relacionado à melhoria das condições físicas,
programas de lazer, estilo de vida, instalações organizacionais adequadas,
atendimento a reivindicações dos trabalhadores e ampliação do conjunto de
benefícios. Isto ocorre porque o modo como os processos de trabalho têm sido
8

apresentados na sociedade atual, nem sempre têm contemplado os aspectos


referentes à QVT, o que vem causando efeitos nocivos aos trabalhadores,
como o adoecimento e, até mesmo, a morte.
Inseridos neste contexto do mundo do trabalho estão os profissionais
que compõem a equipe de Enfermagem, composta por três categorias
interdependentes, reconhecidas junto ao Conselho Federal de Enfermagem
(COFEn): Enfermeiros, Técnicos de Enfermagem e Auxiliares de Enfermagem
(STOLARSKI, TESTON, KOLHS, 2006).
A atuação da enfermagem é caracterizada, muitas vezes, pelo
desenvolvimento de processos de trabalho singulares e pela necessidade de
assistência contínua ao paciente, que exige a realização de turnos
ininterruptos, com revezamento, plantões noturnos, de final de semana e
feriados (FREITAS, FUGULIN, FERNANDES, 2010). De acordo com a
Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), a carga horária de trabalho da
Enfermagem deve ser de trinta a quarenta horas semanal, sendo mais comum
a de trinta e seis horas/semana. Para o cumprimento dessa carga horária, as
jornadas diárias costumam variar de seis, oito ou doze horas. Há, ainda,
jornadas de quatro dias de seis horas e um dia de doze horas, dependendo do
contrato de trabalho (FREITAS, FUGULIN, FERNANDES, 2010).
Comprova-se que todas as formas adotadas pelos profissionais de
enfermagem, para a complementação da sua renda, mediante a falta de
perspectiva de valorização salarial, resultam no aumento da jornada de
trabalho. Assim, os trabalhadores que atuam na assistência de pacientes, por
desenvolverem atividades em turnos e plantões, conseguem conciliar vários
empregos e escalas extras. As cargas horárias efetivamente trabalhadas
durante a semana, podem chegar a 80 ou até 120 horas (VERAS, 2009). Além
de causar danos à saúde individual e à QV dos trabalhadores, essa sobrecarga
pode comprometer a dinâmica assistencial, educativa e institucional.
Nas diferentes áreas de atuação, múltiplas são as dificuldades
enfrentadas na vida pessoal e no ambiente laboral dos trabalhadores. Tanto em
ambiente docente, quanto em atenção básica e hospitalar tem sido comum os
trabalhadores, principalmente enfermeiros, deixarem de usufruir do seu
descanso, para realizar atividades domésticas, ou mesmo continuar
9

desempenhando suas funções profissionais (FREITAS, FUGULIN,


FERNANDES, 2010), como por exemplo, atendimentos domiciliares ou
correção de provas.
A saúde mental, em muitos momentos, acaba prejudicada pelas relações
conflituosas, organização inadequada de seu fazer e pelas más condições dos
espaços físicos, que nem sempre atendem às necessidades. Nesse sentido, o
entendimento dos problemas de saúde vivenciados pelos trabalhadores de
enfermagem deve ser buscado na internalidade do processo de trabalho. É
importante também analisar o significado atribuído por cada indivíduo à
qualidade de vida no trabalho (KURGANT, MELLEIRO, TRONCHIN, 2008).
Nos últimos 20 anos, a medida de qualidade de vida vem surgindo no
meio científico como instrumento importante para a investigação e a avaliação
de indivíduos. Os instrumentos de avaliação da QV foram desenvolvidos para
as mais diversas finalidades, entre eles escalas genéricas do estado de saúde
e escalas específicas relacionadas à doença, as quais são usadas atualmente.
As escalas genéricas podem ser usadas na população geral para avaliar
uma larga faixa de domínios e permitir comparações entre diferentes condições
ou doenças. As escalas específicas focam em problemas característicos de
uma determinada doença e são indicadas para realização de ensaios nos quais
uma intervenção apropriada está sendo avaliada (DANTAS, SAWADA,
MALERBO, 2003).
Dentre os instrumentos genéricos podem-se citar os da Organização
Mundial de Saúde, WHOQOL 100, WHOQOL bref, assim como o Medical
Outcomes Study 36-item Short-Form (SF 36), o Índice de Qualidade de Vida de
Ferrans e Powers e a Escala de Qualidade de Vida de Flanagan. Como
exemplos de instrumentos específicos têm-se o WHOQOL OLD, o Índice de
Satisfação Profissional (ISP), entre outros (DANTAS, SAWADA, MALERBO,
2003).
Ressalta-se que estudos empíricos sobre a QV têm contribuído para
a formação de uma base epistemológica para a enfermagem, sendo a revisão
sistemática um importante instrumento para sistematizar este conhecimento,
buscando relacionar a QVT com o processo de trabalho em saúde. Assim,
optou-se por realizar esta Revisão Sistemática de Literatura com o objetivo de
10

responder a seguinte questão: como os fatores que interferem na qualidade de


vida dos trabalhadores de enfermagem são enfocados na produção científica
da enfermagem brasileira?

2. METODOLOGIA

Trata-se de uma Revisão Sistemática de Literatura, a qual pode ser


definida como “o uso consciencioso, explícito e criterioso de informações
derivadas de teorias, pesquisas para a tomada de decisão sobre o cuidado
prestado a indivíduos ou grupos de pacientes. Essa modalidade de estudo
possibilita detectar lacunas no conhecimento e proporciona a atualização
profissional (GALVÃO, SAWADA, TREVIZAN, 2004).
A Revisão Sistemática de Literatura segue um método rigoroso de busca
e seleção de pesquisas inéditas. Os princípios gerais para sua realização
constituem-se em exaustão na procura, seleção justificada e avaliação da
qualidade do material produzido, além da avaliação da relevância e validade
das pesquisas encontradas. Assim, a revisão sistemática constitui-se em uma
síntese objetiva e reproduzível de estudos primários. Entre os pesquisadores
que teorizam sobre essa modalidade de estudo há unanimidade acerca de
suas inequívocas vantagens como instrumento metodológico, porém, no que se
refere à operacionalização há diferentes propostas. No presente estudo,
adotaram-se recomendações de autoras que realizam revisões sistemáticas no
campo da enfermagem (GALVÃO, SAWADA, TREVIZAN, 2004).
Inicialmente, elaborou-se um protocolo norteador contendo a questão
investigativa; estratégias de busca; critérios de inclusão e exclusão das
pesquisas. Assim, investigou-se “como são enfocados, na produção científica
de enfermeiros(as) brasileiros(as), os fatores que interferem na qualidade de
vida dos trabalhadores de enfermagem?”. Incluíram-se artigos advindos de
pesquisas inéditas, publicados entre 2000 e 2016, em periódicos com
classificação igual ou superior a B3, pelo Qualis da Enfermagem, com pelo
menos um autor enfermeiro, disponíveis na íntegra, nos idiomas português,
espanhol ou inglês.
11

A coleta de dados foi realizada em abril de 2017. Para a localização dos


manuscritos, consultaram-se as bases de dados Literatura Latino-americana e
do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Base de Dados de Enfermagem
(BDENF) e Scientific Electronic Library Online (SciELO). Utilizaram-se os
Descritores em Ciências da Saúde, “trabalho AND enfermagem AND qualidade
de vida”, identificando-se 312 manuscritos, sendo 168 na LILACS, 26 na SCielo
e 118 da BDENF.
O material foi submetido a dois testes de relevância. No primeiro,
efetuou-se a leitura criteriosa dos títulos e dos resumos dos 312 manuscritos,
avaliando-se a adequação à temática, os objetivos, a metodologia e a
classificação do periódico em que foi publicado. Excluíram-se artigos de
revisão, estudos de caso, reflexão, teses ou dissertações, bem como pesquisas
sobre a QV de pacientes com doenças crônicas, ergonomia e ainda artigos de
tradução ou validação de instrumentos de investigação da QV e QVT. Foram
também rejeitadas as pesquisas publicadas em revistas não indexadas no
Qualis da Enfermagem ou com classificação inferior a B3. Assim, selecionou-se
37 manuscritos que faziam menção à qualidade de vida do trabalhador de
enfermagem ou à interferência do trabalho na vida dos mesmos. A fim de
facilitar a compreensão, construiu-se um quadro informativo contendo o título
do periódico, ano da publicação, objetivo do estudo, abordagem, sujeitos e
técnica de coleta dos dados.
Para o segundo teste de relevância, as pesquisas foram lidas na íntegra.
Analisou-se a procedência e formação dos autores e dos sujeitos da pesquisa,
bem como o conteúdo abordado e os resultados. Excluíram-se 17 artigos,
dentre esses, dois não possuíam nenhum enfermeiro como autor, três não
estavam disponíveis na íntegra online e onze encontravam-se repetidos nas
bases de dados, sendo considerados somente uma vez na contagem final. A
amostra foi composta por 20 artigos, que foram submetidas à análise de
conteúdo temática.
12

3. APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

Para a apresentação dos resultados, inicialmente se elaborou uma


descrição dos artigos selecionados e a seguir apresentaram-se as categorias
analíticas criadas com base nos critérios de repetição e relevância.
Dos vinte e cinco estudos analisados, catorze tinham abordagem
quantitativa, oito qualitativa e três descritos como quantiqualitativos. No período
compreendido entre 2001 e 2003 nenhum artigo foi publicado e a maior
concentração de publicações ocorreu nos anos de 2006 e 2007, totalizando
onze. Em periódicos de enfermagem foram publicados 19 estudos e seis em
revistas da área médica ou de ciências da saúde, o que demonstra a existência
de autores enfermeiros publicando em outros campos do conhecimento.
Foi na região sudeste que ocorreu o maior número de publicações com
nove em São Paulo e três no Rio de Janeiro. A Revista Latino-americana de
Enfermagem, com quatro artigos foi o periódico com maior número de
publicações. Dos demais estudos, dois foram publicados no Ceará, dois em
Minas Gerais, dois no Paraná, um em Cuba e um na Colômbia.
Entre os 60 autores e autoras, quatro enfermeiros(as) não informaram
sua especialização/titulação, 19 eram doutores(as), nove mestres, dez
enfermeiros(as) assistenciais, seis acadêmicos de enfermagem(as), uma
psicóloga e um sociólogo. A realização de pesquisas de enfermeiros(as) em
parceria com profissionais de outras áreas demonstra a tendência à atuação
interdisciplinar na busca de resolução de problemas de saúde que extrapolam
o conhecimento específico de uma disciplina.
Com relação aos(às) informantes, quatro pesquisas não especificaram a
população estudada, cinco investigaram profissionais de enfermagem atuantes
em saúde coletiva, três em centro cirúrgico, três em ambiente acadêmico, dois
em unidade de terapia intensiva (UTI) adulto, um em central de material e
esterilização, um em unidade psiquiátrica e um no XXI Congresso Nacional de
Enfermería. O aumento no número de publicações, acerca dessa temática nos
últimos anos e a diversidade de especialidades em que os informantes atuam,
evidencia que o interesse pela qualidade de vida dos trabalhadores de
13

enfermagem, além de ser crescente vem ocorrendo nos mais diversos cenários
de atuação.
No que se refere aos instrumentos e técnicas para a coleta dos dados,
observou-se que, apesar da existência de questionários tanto genéricos quanto
específicos para avaliação da QV, somente seis estudos os apresentaram
detalhadamente e os utilizaram. Entre os genéricos, foram aplicados em quatro
estudos o do World Health Organization Quality of Life (WHOQOL-bref); em
dois o Medical Out comes Studies 36- item Short Form (SF-36), em dois o
Questionário Maslach Burnout Inventory (MBI), em um o Pittsburg Sleep
Quality Index, em um a Escala Visual Analógica para QVT e em um a Escala
de Qualidade de Vida de Flanagan. O Índice de Satisfação Profissional (ISP),
que é um instrumento específico, foi utilizado em um estudo. Nos demais, um
utilizou o questionário de avaliação de saúde elaborado no Hospital de Clínicas
da Unicamp; outros, os dados foram colhidos por meio de Grupo Focal e
entrevistas, o que demonstra que a QV dos trabalhadores de enfermagem, na
maior parte dos estudos, ainda vem sendo avaliada por meio da percepção ou
opinião dos informantes.
Os artigos analisados foram identificados pelas letras A, B, C, D, E, F, G,
H, I, J, K, L, M, N, O, P, Q, R, S, T, U, W, Y, X, Z seguindo-se a ordem de
publicação (Quadro 1). As categorias analíticas construídas referem-se a:
QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À CARGA HORÁRIA TRABALHADA,
QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA AO ACESSO AO LAZER E
QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À MOTIVAÇÃO DA VIDA
PROFISSIONAL.

Tipo
Periódico de Técnica de
Objetivos Sujeitos
Estud Coleta
o
A Rev. Latino- Caracterizar os docentes de Quant Enfermeira Entrevista
am. Enferm, enfermagem quanto aos dados pessoais i s estruturada
12(1):28- e profissionais; qualit.
35.2004 Conhecer o significado de qualidade de
vida no trabalho para o docente de
enfermagem, captando os processos
desgastantes e potencializadores da
14

QVT, no momento de trabalho,


geradores de seu perfil saúde-doença.
Identificar as cargas a que estão
expostos os trabalhadores de
Esc. Anna enfermagem em um hospital Enfermeira
Nery psiquiátrico; apreender os processos de s, técnicas
Rev.Enferm; desgaste, vivenciados por esses Qualit e auxiliares Entrevista
B
8(3):386- trabalhadores e analisar as estratégias . de semiestruturada
392, de enfrentamento, apontadas pelos enfermage
dez.2004 trabalhadores, como processos m.
potencializadores da qualidade de vida
no trabalho.
Rev. Enferm. Identificar as concepções dos
UERJ; enfermeiros sobre estilo de vida
Qualit Enfermeira
C 13(2):199- saudável; detectar o risco/severidade a Entrevista
. s
203, maio- que estão expostos e os danos à saúde
ago. 2005 mental.
Determinar algunos de estos factores
que influyen en la calidad de vida en el
Rev. cuba. trabajo, identificar los agentes
enferm; estresores del personal de enfermería Quant Enfermeira Questionário
D
21(1), abr. del IPKsegún sus características socio . s elaborado
2005 demográficas y profesionales y valorar
su grado de vulnerabilidad, autoestima y
satisfacción.
Identificar as cargas a que estão
expostos os trabalhadores de
Rev. Latino- enfermagem em um hospital Auxiliares
am. enferm; psiquiátrico, apreender os processos de de Técnica de
Qualit
E 14(1):61-69, desgaste, vivenciados por eles, e enfermage grupo focal com
.
jan.-fev. analisar as estratégias de enfrentamento m e roteiro
2006 apontadas como processos enfermeira
potencializadores da qualidade de vida
no trabalho.
Identificar quais as conseqüências que o Auxiliares
REME;10(1):
trabalho noturno pode gerar na Quant de
F 41-45, jan.- WHOQOL – bref
qualidade de vida dos profissionais de . enfermage
mar.2006
enfermagem. m
Auxiliares
de
Rev. Latino-
enfermage
am.
Investigar as relações entre o trabalho, a m, técnicas Entrevistas
Enfermagem Qualit
G saúde e as condições de vida daquelas em semiestruturada
14(4):517- .
profissionais. enfermage s e observação
525, jul.-
m e
ago.2006
enfermeira
s
H Rev. gaúch. Avaliar a QV entre profissionais de Quant Enfermeira Questionário
Enferm;27(1) enfermagem atuantes em unidades do . s, téc. e sociodemográfic
15

auxiliares
:100-108, de o. e escala
Bloco Cirúrgico.
mar.2006 enfermage Flanagan
m.
Enfermeira
Rev. Ciênc.
s e
méd., Verificar a qualidade de vida da equipe SF-36 e
Quant auxiliares
I (Campinas); de enfermagem lotada na central de entrevista
. de
15(6): 495- materiais e esterilização. semiestruturada
enfermage
506; 2006
m
Questionário
Enfermeira
sociodemográfic
Rev. Latino- Avaliar a Qualidade de Vida no Trabalho, s, téc.,
o. e Escala de
am. sob o aspecto da satisfação no trabalho, auxiliares e
Quant Atitude do
J Enferm.;14(1 de profissionais de enfermagem atendentes
. Índice de
):54-60, jan.- atuantes em unidades do BC de quatro de
Satisfação
fev.2006 hospitais. enfermage
Profissional
m
(ISP)
Caracterizar a organização de trabalho
Online braz. das coordenadoras do Internato de
Entrevista e
j. nurs. Enfermagem da FENF/UERJ e discutir Qualit Enfermeira
K análise
(Online); as repercussões da organização de . s
documental
5(3) 2006 trabalho na saúde e na qualidade de
vida dessas coordenadoras.
Caracterizar os profissionais de
Esc. Anna Enfermeira
enfermagem que atuam em CMS e
Nery s, téc e
levantar com os trabalhadores de
Rev.Enferm; Qualit auxiliares Grupo focal e
L enfermagem de Saúde Pública uma
11(3):487- . de formulário
proposta de indicadores de Qualidade
493, enfermage
de Vida no Trabalho a partir da
set.2007 m
percepção dos mesmos.
Auxiliares,
Arq. ciênc.
Identificar a qualidade de vida do téc.
saúde; SF-36 e
trabalhador de enfermagem, lotado na Quant enfermage
M 12(2):102- entrevista
unidade de Centro Cirúrgico, com dupla . m e
107, abr.-jun. semiestruturada
jornada de trabalho. enfermeira
2007
s
Avaliar a qualidade de vida (QV) dos
Acta Paul. técnicos e auxiliares de enfermagem Auxiliares,
enferm., Set que trabalham em Unidades de Terapia Quant téc. WHOQOL –
N
20,(3): 305- Intensiva e identificar os fatores . enfermage Bref
310.2007 sociodemográficos e relacionados ao m
trabalho que podem influenciar a QV.
Rev. enferm. Conhecer o significado de qualidade de
UERJ; vida para os enfermeiros da atenção
Qualit Enfermeira
O 15(2):236- básica, a percepção de estilo de vida Grupo focal
. s
241, abr.- saudável, trabalho e transferência de
jun.2007 estilo de vida pessoal para a clientela.
P Arq. Ciênc. Identificar indicadores da Qualidade de Quant Enfermeira Instrumento
16

Vida no Trabalho (QVT).entre docentes


de um Curso de Graduação em
saúde;
Enfermagem, incluindo as variáveis de
15(3):117- elaborado, semi
caracterização social, hábitos de vida; . s
124, jul.- estruturado
problemas de saúde, uso dos serviços
set.2008
de saúde e processos potencializadores
e desgastantes da QVT.
Describir e interpretar las condiciones de
tipo personal, familiar y laboral, adversas
o favorables, que configuran la calidad
Av. enferm, Questionário
de vida de los profesionales de Quant Enfermeira
Q 26(2):57-68, não
enfermería y que inciden de alguna . s
jun. 2008 especificado
manera en el ejercicio del cuidado de
enfermería en los diferentes campos de
acción profesional.
Enfermeira
Compreender o significado de qualidade s téc. e
REME;12(4): Quant
de vida no trabalho (QVT), para a equipe auxiliares Entrevista
R 531-537, i
de enfermagem na organização de aberta
out/dez 2008 Qualit
hospitalar. enfermage
m
Caracterizar perfis de profissionais de
enfermagem por meio de descrição
Enfermeira Avaliação de
Rev. Inst. sociodemográfica, estilo de vida e
s e saúde, do
Ciênc. ambiente de trabalho que possa
Quant auxiliares Hospital de
S Saúde; interferir na vida pessoal, social e
. de Clínicas da
27(2), abr.- profissional, identificando percepções
enfermage Unicamp,
jun. 2009 dos profissionais de enfermagem em
m adaptado
relação à sua qualidade de vida, no
âmbito social e profissional.
Enfermeira
Acta paul. Identificar os problemas de saúde,
s téc. e
T enferm; gerados na exposição a cargas Quant
auxiliares
22(6):808- fisiológicas, o Índice de Massa Corpórea i Entrevista
de
813, nov.- dos trabalhadores de enfermagem e o quali
enfermage
dez. 2009. impacto na qualidade de vida desses.
m
Enfermeira
Rev Gaucha
Influência do turno de trabalho e s téc. e
Enferm;
cronotipo na qualidade de vida dos Quant auxiliares WHOQOL –
U 33(4): 79-85,
trabalhadores de enfermagem . de Bref
dez. 2012.
enfermage
m
W Rev. bras. Qualidade de vida no trabalho e burnout Quant Enfermeira Instrumento
enferm. 201 em trabalhadores de enfermagem de . s téc. e sócio-
3 Feb; Unidade de Terapia Intensiva. auxiliares demográfico e
66( 1 ): 13- de profissional,
17. enfermage Escala Visual
m Analógica para
QVT, o Maslach
17

Burnout
Inventory (MBI)

Rev. Saúde
Pittsburg Sleep
Pública vol.4 Associação entre qualidade do sono e
Quality Index
8 n.4 São qualidade de vida de profissionais de Enfermeira
Y Quant and the
Paulo Aug. 2 enfermagem que trabalham em turnos s
WHOQOL-bref
014

J. res.:
fundam. Questionário
care. online Sócio
2014. Síndrome de burnout em enfermeiros na Demográfico;
out./dez. atenção básica: repercussão na Enfermeira Questionário
X Quant
6(4):1384- qualidade de vida s Maslach
1395 Burnout
Inventory (MBI)

Trabalho,
Educação e Aumento Das Cargas De Trabalho Em Qualit Téc. de
Entrevista
Z Saúde, 14(S Técnicos De Enfermagem Na Atenção . enf.
uppl. 1), 89- Primária À Saúde No Brasil.
104.2016

3.1 QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À CARGA HORÁRIA


TRABALHADA.

Os artigos analisados apontam que os profissionais reconhecem que a


qualidade de vida não depende somente de fatores relacionados à saúde
física, mas envolve também o trabalho, família e amigos. No entanto, com um
regime de trabalho bastante diferenciado, caracterizado pelo sistema de turnos,
os trabalhadores de enfermagem vem conciliando vários vínculos
empregatícios, acumulando funções e, embora a legislação trabalhista permita
o acúmulo de até quarenta horas de trabalho semanais, alguns profissionais de
enfermagem cumprem jornadas superiores a 76 horas [T,Z], realidade que
pode ser constatada tanto em instituições públicas quanto privadas [ J, N]. Com
tal sobrecarga, os profissionais buscam melhores salários visando, muitas
vezes, satisfazer apenas necessidades materiais.
18

Como consequência, tem sido cada dia mais frequente o surgimento de


problemas ligados à insatisfação no trabalho. Além disso, os estudos
analisados demonstram que os profissionais de enfermagem tendem a
apresentar níveis altos de ansiedade e estresse, pelo contato com o sofrimento
humano e com o processo de morte, ou ainda por problemas advindos de
relações problemáticas com as equipes ou com as chefias [O, G]. São também
descritos a diminuição do rendimento, a alta rotatividade nos postos de
trabalho, o índice de absenteísmo e as reclamações. Entre os problemas
físicos que mais acometem profissionais de enfermagem destacam-se a
hipertensão arterial, o Diabetes Mellitus, distúrbios ortopédicos, neurológicos,
gástricos e psicológicos [I, J, S, U, Y, Z]. Apesar de todos esses danos, quando
um trabalhador de enfermagem adoece, precisa recorrer à própria unidade
onde atua, disputando vaga com a população em geral [B], pois nas instituições
de saúde há carência de atendimento à saúde do trabalhador(a).
Por outro lado, independentemente do número de vínculos
empregatícios, uma organização de trabalho, diferente da adotada pela
comunidade em geral, com longas jornadas, plantões em finais de semanas e
feriados, impõe um cotidiano com ritmos sociais e biológicos diferenciados [A].
Nessas situações, os trabalhadores passam a ver o trabalho em primeiro plano,
sem perceber os prejuízos que estão acumulando não apenas para si, como
também para o convívio familiar. Estudo realizado com profissionais de
enfermagem de um hospital escola, aponta que esses só se ausentam do
trabalho em caso adoeçam ou por morte de familiares [G].
Situação semelhante ocorre com os enfermeiros docentes dos estudos
analisados, muitos atuam em instituições privadas, onde o professor é
remunerado apenas pelas horas/aula [A, P], de forma que o preparo, a
correção de atividades e a própria capacitação, acabam sendo realizadas nos
horários de folga [A], não havendo pagamento para sua execução. Em ambas
as situações, há prejuízos na vida privada dos profissionais, pois ficam
escassos os momentos compartilhados com a família, grupos de amigos e
suas redes de apoio [A, G, K, P, Y]. Assim, esses profissionais não participam
de situações rotineiras e prazerosas como levar as crianças à escola, festejar
aniversários, fazer refeições em família e acompanhar o crescimento e
19

desenvolvimento dos filhos. Tais atividades, geralmente acabam sendo


delegadas a avós, tios, tias ou empregadas, provocando distanciamento
familiar.
A própria relação conjugal torna-se prejudicada, podendo causar
insatisfação, desentendimentos e divórcios. Comparando a satisfação sexual
dos funcionários do plantão noturno com os do diurno, um dos estudos aponta
que estes declararam ter melhor qualidade de vida do que aqueles [F].
No entanto, mesmo conscientes das interferências em sua QV, os
profissionais de enfermagem consideram relevantes as vantagens financeiras
obtidas com as horas extras e trabalho noturno, pois, dessa forma, podem ter
melhores condições de vida e atender às próprias necessidades [F].

3.2 QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA AO ACESSO AO LAZER

Os momentos de lazer, apesar de raros, foram referidos como


importantes para ressignificarem o trabalho, porque são períodos de
descontração, em que os profissionais podem ter um tempo para esquecer um
pouco as atividades laborais e pensar em si, além de recuperarem as forças
para os afazeres do cotidiano [I, U,Y].
No entanto, como a maioria dos trabalhadores da enfermagem atua em
mais de um serviço, o tempo disponível para diversão, recreação, descanso e
até para a realização de atividades necessárias à manutenção da saúde física
e mental é escasso [H, I, J]. Dessa forma, tem sido crescente o número
daqueles que, “ao invés de aproveitar o tempo livre para descansar, estão
sempre ocupados com outro trabalho, realizando cursos e dedicando-se às
atividades domésticas” [O].
Além disso, é comum os(as) profissionais priorizarem o cuidar do outro,
no hospital ou mesmo na família, em detrimento do cuidado de si que “quase
sempre está em último plano, pois o tempo que lhes sobra é exíguo e parece
haver pouca consciência da importância disso”[G]. Os artigos analisados
denunciam ainda que, embora os profissionais de enfermagem estimulem seus
pacientes à realização de atividades físicas e manutenção de hábitos
alimentares saudáveis, não conseguem fazer sequer uma simples caminhada,
20

pela indisposição e cansaço [O]. O mesmo acontece em relação à alimentação


que, muitas vezes, acaba se reduzindo a um lanche rápido, realizado no
próprio local de trabalho. [B, O].

3.3 QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À MOTIVAÇÃO DA VIDA


PROFISSIONAL

Os profissionais ressaltam que, por ter um enfoque direcionado para a


melhoria da qualidade de vida da população, seria primordial que as
instituições oferecessem à enfermagem plenas condições de trabalho e de
saúde. No entanto, o processo de trabalho e a má organização das unidades
de saúde contribuem para uma precária qualidade de vida dos trabalhadores.
Tal constatação ratifica pesquisas anteriores sobre a QVT no contexto da
globalização[B], as quais evidenciam que um ambiente harmônico e bem
organizado gera motivação na equipe para o desenvolvimento das atividades
[B, Z].
Os sujeitos dos artigos analisados mencionaram que um dos problemas
que mais tem prejudicado a realização de suas atividades é a inadequação da
planta física das unidades de atendimento. A mesma reclamação é feita pelos
enfermeiros docentes ao relatarem a ocorrência de muito ruído, cadeiras não
anatômicas, computador em posição inadequada nos ambientes em que
atuam. Nas unidades assistenciais, os equipamentos e materiais de uso diário
não favorecem a execução da técnica, há falta de material para realização da
tarefa, o número de trabalhadores é reduzido e o ritmo de trabalho
desordenado [B, Z]. Além disso, a má distribuição de tarefas, a falta de
planejamento prévio das ações de saúde e a ausência de treinamento formal,
realizado por profissional competente, também tem justificado a desmotivação
para o trabalho [M].
Ainda foi referido que a violência ou insegurança, quer no percurso
trabalho-casa ou na própria unidade de saúde, tem sido considerada como
estressor laboral. Agressões verbais e físicas contra o pessoal de enfermagem
21

são referidas como prática predominantemente de pacientes e familiares,


interferindo na sua tranquilidade e QV dos profissionais e, portanto,
considerada como grave ameaça de saúde pública [P, Z].

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

As publicações analisadas denunciam as dificuldades encontradas para


que os profissionais de enfermagem desfrutem de condições adequadas de
trabalho e, consequentemente, de uma satisfatória vida profissional, de boa
convivência familiar, de fácil acesso ao lazer e bem-estar geral, os quais se
constituem fatores indispensáveis à promoção e manutenção da qualidade de
vida.
Verificou-se que a insegurança gerada, muitas vezes, pelo medo do
desemprego e incapacidade de satisfação material, faz com que os
profissionais se submetam a regimes e contratos de trabalho precários,
percebendo baixos salários e arriscando sua vida e saúde em ambientes
insalubres, de alto risco. Neste sentido, acredita-se que o conhecimento dos
aspectos que comprometem a qualidade de vida dos profissionais de
enfermagem pode motivar gestores dos serviços à criação de programas
direcionados à promoção da qualidade de vida e saúde de seus trabalhadores,
bem como à implementação de um plano de cargos e salários condizentes com
as responsabilidades desses profissionais.
A melhoria da QV dos trabalhadores de enfermagem pode favorecer a
instituição na medida em que trabalhadores satisfeitos podem melhorar sua
capacidade e qualidade no trabalho desempenhado, revertendo em melhoria
da qualidade da assistência prestada aos usuários.
Salienta-se também que, embora haja uma quantidade significativa de
artigos abordando a qualidade de vida no trabalho, percebe-se uma lacuna na
produção científica referente às interferências do trabalho da enfermagem na
vida conjugal e familiar, pois é considerável o número de profissionais de
enfermagem divorciados.
Enfim, por se tratar da QVT de profissionais envolvidos com o cuidado
22

humano, ainda há muito que se discutir e realizar. Novos olhares precisam ser
direcionados às equipes de enfermagem e às instituições de cuidado, bem
como novos valores precisam ser cultivados, entre eles, a qualidade de vida do
cuidador como prerrogativa para que possa executar com plenitude a ciência e
a arte do cuidar.

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