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08/03/2017 Regimento Interno do Programa ­ Programa de Pós­Graduação em Políticas Públicas

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REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS­GRADUAÇÃO EM POLÍTICAS PÚBLICAS DA UNIVERSIDADE
FEDERAL DO PARANÁ 
 
CAPÍTULO I 
 
DA CONSTITUIÇÃO E OBJETIVOS 
 
Art. 1º O Programa de Pós Graduação em Políticas Públicas, doravante referido como o Programa, tem por objetivo ampliar e aprofundar a formação adquirida na graduação,
qualificando pessoal para o exercício de atividades voltadas ao ensino, à pesquisa, à administração pública, e outras práticas profissionais, conduzindo à obtenção de grau
acadêmico de mestre e doutor. 
 
Art. 2º O Programa compreende o mestrado e doutorado acadêmicos de acordo com a proposta apresentada no projeto do curso. 
 
§1º O mestrado e doutorado acadêmicos visam o aprofundamento de conceitos, o conhecimento de métodos e técnicas de pesquisa científica, tecnológica e de gestão pública; 
 
§2º Os alunos poderão complementar seus créditos com disciplinas cursadas em outros programas de pós­graduação de acordo com as regras de equivalência estabelecidas
pelo colegiado do Programa. 
 
§3º Os cursos de mestrado e de doutorado poderão compartilhar suas disciplinas a critério do colegiado do Programa. 
 
§4º O programa de pós­graduação poderá, obedecidas as normas fixadas pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE), estender seus cursos na forma de mestrado
e doutorado interinstitucionais, desde que nos mesmos níveis de qualidade e de exigência do mestrado e do doutorado acadêmicos regulares e desde que os projetos tenham
sido autorizados pelas agências reguladoras de fomento. 
 
§5º  Não  serão  oferecidos  cursos  de  mestrado  ou  doutorado  fora  da  sede,  nem  mediante  convênio  com  instituições  estrangeiras,  salvo  se  autorizados  pelas  agências
reguladoras de fomento. 
 
§6º O programa poderá oferecer estágios de pós­doutoramento, de acordo com regulamentação específica do CEPE. 
 
Art. 3º O Programa de Pós Graduação em Políticas Públicas terá um caráter interdisciplinar, observando os seguintes princípios gerais: 
 
Flexibilidade curricular que atenda à diversidade de tendências do conhecimento e o aprimoramento técnico e científico nas áreas integrantes; 
 
Ingresso de candidatos com diferentes formações profissionais de acordo com o processo de seleção estabelecido pelo colegiado. 
 
CAPÍTULO II 
 
DA COORDENAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO DO PROGRAMA 
 
Art. 4º A coordenação didática e administrativa dos cursos de pós­graduação stricto sensu compreende o Colegiado e a coordenação do Programa. 
 
Seção I 
 
Do Colegiado do Programa 
 
Art.  5º  O  Colegiado  é  o  órgão  encarregado  da  supervisão  didática  e  administrativa  do  curso  e  será  composto  por  todos  os  professores  integrantes  do  corpo  docente,  um
representante discente do mestrado e um do doutorado, desde que não ultrapasse um quinto do total do colegiado. 
 
Art. 6º A eleição dos representantes discentes será convocada pelo coordenador e realizada até 30 (trinta) dias antes do término do mandato dos membros em exercício. 
 
Parágrafo único ­ Os representantes discentes terão mandato de 01 (um) ano, podendo ser reconduzidos uma vez. 
 
Art. 7º ­ O Colegiado do Programa se reunirá ordinariamente pelo menos três vezes por semestre e extraordinariamente mediante convocação do coordenador encaminhada
com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas, ou a pedido escrito de 1/3 (um terço) de seus membros. 
 
§1º A reunião do Colegiado só ocorrerá com a presença de quórum mínimo equivalente a 50% (cinquenta por cento) mais um de seus membros. 
 
§2º As decisões se farão por maioria simples, observado o quórum correspondente. 
 
Art. 8º Compete ao Colegiado: 
 
I­ orientar os trabalhos de coordenação didática e de supervisão administrativa do Programa; 
 
II­ elaborar normas internas e a elas dar publicidade a todos os estudantes e professores do curso; 
 
III­ acompanhar as atividades dos departamentos ou unidades administrativas vinculadas ao Programa e dar­lhes ciência das principais decisões tomadas pelo Colegiado; 

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IV­ encaminhar aos setores e departamentos ou unidades administrativas vinculadas ao programa solicitações e providências necessárias ao seu bom desenvolvimento; 
 
V­ estabelecer critérios para credenciamento, descredenciamento e recredenciamento dos integrantes do corpo docente; 
 
VI­ decidir sobre a relação de professores orientadores e co­orientadores e suas modificações, observando a titulação exigida em lei; 
 
VII­ estabelecer critérios para admissão de novos alunos e indicar a comissão de seleção; 
 
VIII­ decidir sobre a composição das bancas examinadoras formadas para avaliação dos projetos de dissertação e de tese; 
 
IX­ homologar a avaliação dos projetos de dissertação e de tese realizada pelas respectivas bancas examinadoras; 
 
X­ decidir sobre a composição das bancas examinadoras formadas para avaliação das dissertações e teses sugeridas pelo orientador; 
 
XI­ homologar a avaliação das dissertações e teses realizada pelas respectivas bancas examinadoras; 
 
XII­ avaliar o desempenho acadêmico dos alunos e, se necessário, determinar seu desligamento do curso; 
 
XIII­ decidir sobre o aproveitamento acadêmico de estudos previamente efetuados pelos mestrandos e doutorandos através de processos de equivalência de créditos; 
 
XIV­ decidir sobre substituição de orientador; 
 
XV­ promover o aperfeiçoamento dos currículos e a integração dos planos de ensino das disciplinas com vistas ao aprimoramento dos cursos; 
 
XVI­ ouvir os departamentos ou unidades administrativas equivalentes nos casos de criação, modificação ou extinção de disciplinas que compõem os currículos dos cursos;
XVII­ propor e avaliar medidas de integração da pós­graduação com o ensino de graduação; 
 
XVIII­ definir normas de aplicação de recursos concedidos ao curso e a elas dar publicidade aos alunos e docentes credenciados no curso; 
 
XIX­ apreciar e propor convênios e termos de cooperação com entidades públicas ou privadas de interesse do Programa; 
 
XX­ estimular convênios e projetos visando à inserção social e também à internacionalização do Programa; 
 
XXI­ decidir sobre a composição de comissões e deliberar sobre seus relatos e recomendações; 
 
XXII­ definir as atribuições da secretaria do Programa. 
 
XXIII­ Aprovar o planejamento das atividades no início do ano e respectivo relatório aoa final do ano letivo. 
 
Seção II 
 
Do Coordenador e Vice­Coordenador 
 
Art. 9º O coordenador e o vice­coordenador dos Programas de pós­graduação serão escolhidos pelos docentes, discentes e servidores técnico­administrativos do Programa em
eleição convocada pelo Coordenador, com aval do Colegiado. 
 
§1º  A  forma  de  participação  de  docentes,  discentes  e  servidores  técnico­administrativos  no  pleito  eleitoral  deverá  obedecer  ao  estabelecido  pelo  Conselho  Universitário  e
respectivos Conselhos Setoriais. 
 
§2º Entre os docentes terão direito a voto os permanentes e os colaboradores do Programa. 
 
§3º O coordenador e o vice­coordenador deverão ser docentes credenciados e trabalhar em regime de dedicação exclusiva ou tempo integral na Universidade Federal do
Paraná (UFPR). 
 
§4º O coordenador e o vice­coordenador terão mandato de 2 (dois) anos, podendo ser reconduzidos 1 (uma) vez. 
 
§5º  O  vice­coordenador  substituirá  o  coordenador  nas  faltas  e  impedimentos  e  com  ele  colaborará  nas  atividades  de  direção  e  de  administração  do  curso.  Nos  casos  de
vacância deve ser observada a Resolução nº 04/95­COUN. 
 
§6º Não será permitido o acúmulo do cargo de coordenador de Programa de pós­graduação stricto sensu com outros cargos de direção ou funções gratificadas. 
 
Art. 10. Compete ao coordenador do Programa: 
 
I­ exercer a direção administrativa e didático­pedagógica do Programa; 
 
II­ dar cumprimento às decisões do Colegiado do Programa e dos órgãos superiores da UFPR; 
 
III­ convocar e presidir as reuniões do Colegiado do Programa, e as reuniões plenárias de que trata o § 3º do art. 7º do presente regimento; 
 
IV­ coordenar a elaboração do relatório anual de atividades do Programa a de acordo com as exigências da CAPES e instâncias superiores da UFPR; 
 
V­  convocar  a  eleição  do  coordenador  e  do  vice­coordenador  do  Programa  pelo  menos  30  (trinta)  dias  antes  do  término  dos  mandatos,  encaminhando  os  resultados  aos
Conselhos Setoriais, aos departamentos ou unidades administrativas vinculadas e à PRPPG no prazo máximo de 30 (trinta) dias após a conclusão do pleito; 
 
VI­ organizar o calendário em consonância com os departamentos ou unidades administrativas vinculadas ao Programa visando a oferta das disciplinas necessárias para o
funcionamento do Programa; 
 
VII­ propor a criação de comissões no Programa; 
 
VIII­ representar o Programa em todas as instâncias; 
 
IX­ exercer outras funções especificadas pelo Colegiado do Programa; 
 
X­  prestar  contas,  anualmente,  da  utilização  dos  recursos  financeiros  concedidos  ao  curso,  observando  as  normas  de  utilização  definidas  pelo  Colegiado,  pela  PRPPG  e
PROPLAN da UFPR. 
 

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Seção III 
 
Da Secretaria 
 
Art. 11. O Programa terá uma secretaria com pelo menos um servidor técnico­ administrativo, cujas incumbências serão definidas e normatizadas pelo Colegiado. 
 
§ 1º Cabe à secretaria auxiliar a Coordenação na execução de suas incumbências e atender aos discentes do Programa. 
 
CAPÍTULO III 
 
DO REGIME DIDÁTICO­CIENTÍFICO 
 
Seção I 
 
Da Área de Concentração e das Linhas de Pesquisa 
 
Art. 12. O Programa está posicionado na área de conhecimento interdisciplinar, segundo os critérios de classificação da CAPES, identificado através da área de concentração
denominada Economia, Estado e Políticas Públicas. 
 
§1º São duas as linhas de pesquisa que compõem o programa, através das quais são conduzidas as atividades didáticas de pesquisa do programa: 
 
I – Tecnologia, regulação e sociedade 
 
II ­ Economia política do Estado nacional e da governança global 
 
§2º Propostas de criação e alteração de linhas de pesquisa deverão ser aprovadas pelo Colegiado do Programa, e então ser submetidas à PRPPG e ao Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão da UFPR para aprovação. 
 
Seção II 
 
Do Currículo e das Disciplinas 
 
Art. 13. As disciplinas que compõem o currículo do programa são identificadas pelos respectivos códigos, carga horária, número de créditos e ementa, e estão agrupadas nas
linhas de pesquisa indicadas no artigo 12, além de um núcleo básico comum, de acordo com as decisões tomadas no âmbito de cada linha de pesquisa e homologação pelo
colegiado do Programa. 
 
§1º A critério do Colegiado, disciplinas pertencentes a outros programas poderão ser cursadas, como disciplinas optativas, com direito a créditos; 
 
§2º  ­  A  critério  do  Colegiado,  disciplinas  de  graduação  poderão  ser  cursadas,  sem  direito  a  créditos,  visando  proporcionar  formação  básica  diferente  da  área  de  formação
profissional específica do curso ou como matérias niveladoras de conhecimento, na forma de disciplinas isoladas. 
 
Art. 14. A estrutura curricular do Programa será avaliada a cada dois anos, pelo colegiado, visando atualizar os conteúdos programáticos e propor os ajustes necessários. 
 
Art. 15. Ajustes curriculares, na forma de pequenas alterações restritas a modificações pontuais nas linhas de pesquisa, na carga horária e conteúdo das disciplinas, poderão
ser feitos se e quando o colegiado do programa assim o entender. 
 
Art. 16. As alterações sofridas pelo currículo do Programa, relativas aos cursos de mestrado e de doutorado, deverão obedecer à resolução nº 65/09 do Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão da UFPR, devendo ser por este aprovada. 
 
Art. 17. A carga horária mínima prevista no currículo do curso de mestrado corresponderá a 20 créditos, dos quais 12 referem­se às disciplinas obrigatórias e 8 às optativas. 
 
Art. 18. A carga horária mínima prevista no currículo do curso de doutorado corresponderá a 36 créditos, dos quais 12 referem­se às disciplinas obrigatórias e 24 às optativas. 
 
Art.  19.  Em  casos  especiais,  com  base  em  regulamentação  específica  estabelecida  pelo  colegiado,  será  permitida  a  progressão  de  alunos  do  mestrado  para  o  curso  de
doutorado (upgrade), de acordo com as normas vigentes da CAPES, com o aproveitamento dos créditos já obtidos. 
 
§1º A mudança de nível de mestrado para doutorado (upgrade) ocorrerá apenas em casos em que o orientador e a banca de qualificação considerem que a dissertação, o
desempenho nas disciplinas, a trajetória de pesquisa e a produção científica do mestrando apresentam uma qualidade excepcional. 
 
§2º  O orientador convocará a banca de qualificação, composta por um membro interno ao programa, um membro externo à universidade e ele próprio, no prazo máximo de 18
meses após o inicio do curso. A banca avaliará se o candidato qualifica para mudança de nível, devendo na ata do exame de qualificação constar a aprovação do candidato e a
recomendação de progressão, o que deverá ser homologado pelo colegiado do Programa.  
 
§3º  Uma  vez  qualificado,  o  candidato  deverá  defender  a  dissertação  em  até  3  (três)  meses,  perante  banca  examinadora  que,  excepcionalmente,  será  composta  por  dois
membros externos à instituição, o orientador e um membro interno ao programa. No mesmo evento, a banca deverá avaliar o projeto de doutorado do candidato, seu histórico
escolar de mestrado, e seu currículo Lattes atualizado, de sorte a verificar se o/a mesmo/a apresenta uma trajetória e produção acadêmicas sólidas e compatíveis com o campo
de investigação. 
 
§4º O prazo de doutorado começará a contar no dia seguinte à defesa. Caso o candidato não usufrua a vaga obtida no doutorado imediatamente, sua condição de candidato
admitido fora do processo seletivo regular não será mantida para futuros processos seletivos. 
 
§5º Em caso do aluno ser bolsista CAPES de mestrado, seguindo as normas vigentes da agencia, sua bolsa será transformada em bolsa de doutorado. 
 
Art.  20.  Poderão  ser  aceitos  créditos  obtidos  em  outros  Programas  de  pós­graduação  stricto  sensu  integrantes  do  sistema  nacional  de  Pós­Graduação,  desta  ou  de  outra
instituição, desde que sejam compatíveis com o plano de estudo do aluno, após avaliação do colegiado. 
 
§1º As disciplinas serão consideradas equivalentes quando houver similaridade de tópicos ou temários didáticos e compatibilidade de carga horária, e terrem sido cursadas até
cinco anos antes da solicitação de equivalência, e deverão ser citadas e contabilizadas no histórico escolar do aluno de modo a contribuir para a integralização dos créditos. 
 
§2º  As  disciplinas  sem  equivalência,  mas  de  conteúdo  compatível  com  a  área  de  concentração  do  Programa  de  pós­graduação,  poderão  ter  seus  créditos  admitidos  pelo
Colegiado (convalidação), sendo computadas como disciplinas de conteúdo variável com carga horária equivalente. 
 
§3º Os alunos de mestrado poderão ter até 4 (quatro) créditos convalidados, e os de doutorado até 8 (oito) créditos, desde que cursados após o início do curso no Programa e
desde que sejam compatíveis com as áreas de trabalho do Programa de Pós Graduação em Políticas Públicas, devendo ser previamente autorizados pelo orientador. 
 
§4º Os alunos de Doutorado que fizeram Mestrado no Programa terão convalidados automaticamente todos os créditos de mestrado, e terão direito a cursar fora do Programa
um total de 8 (oito) créditos entre Mestrado e Doutorado. 

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Art 21. Publicações em coautoria com professores do Programa, em periódicos B1 e B2 proporcionarão 02 (dois) créditos e em periódicos A1 e A2, 04 (quatro) créditos por
artigo, num máximo de 04 (quatro) créditos para alunos de Mestrado, e 08 (oito) créditos para alunos de Doutorado. 
 
Art. 22. Planos de trabalho individuais, na forma de estudos dirigidos, propostos pelo orientador, após aprovação do colegiado, proporcionarão até 02 (dois) créditos aos alunos
de mestrado e até 04 (quatro) créditos para os alunos de doutorado. 
 
Art. 23. O histórico escolar deverá conter todas as informações sobre créditos em disciplinas realizadas no período, bem como contabilizar créditos obtidos de acordo com os
termos deste regimento. 
 
Art. 24. Como requisito para obtenção do título de mestre, exige­se a aprovação do projeto de dissertação por banca de qualificação composta pelo professor orientador, e dois
membros que poderão ser internos ou externos ao Programa. 
 
§1º O exame do projeto de dissertação não terá caráter público e deverá ser realizado após a conclusão da disciplina Metodologia de Pesquisa, até o 18º mês do curso. 
 
§2º O estágio de desenvolvimento do texto de qualificação ficará a critério do orientador, devendo apresentar, no mínimo, avanços além do projeto de pesquisa. 
 
§3º Em caso de reprovação do exame de qualificação, haverá um prazo para novo exame, com idêntica composição da banca examinadora, de até 45 dias. Em caso de nova
reprovação, o aluno será desligado do curso. 
 
Art.  25.  Como  requisito  para  a  obtenção  do  título  de  Doutor,  exige­se  a  aprovação  em  exame  de  qualificação  de  doutorado,  no  qual  o  pós­graduando  deverá  evidenciar  a
amplitude e a profundidade de seus conhecimentos e capacidade crítica em sua área de atuação perante uma banca examinadora indicada pelo Colegiado, composta pelo
orientador, e mais dois membros, sendo obrigatório que um deles seja externo à UFPR. 
 
§1º O exame de qualificação de doutorado deverá ser realizado após o prazo necessário para a conclusão de todos os créditos e terá como limite máximo até o último dia do
36º mês contado a partir do ingresso do doutorando no Programa. 
 
§2º O estágio de desenvolvimento do texto de qualificação ficará a critério do orientador, devendo apresentar, no mínimo, avanços além do projeto de pesquisa. 
 
§3º Em caso de reprovação do exame de qualificação, haverá um prazo para novo exame, com idêntica composição da banca examinadora, de até 90 dias. Em caso de nova
reprovação, o aluno será desligado do curso. 
 
Seção III 
 
Da Prática de Docência 
 
Art. 26. A prática de docência é parte integrante da formação do pós­graduando objetivando a preparação para a docência. Constituirá disciplina do currículo dos cursos de
mestrado e de doutorado, tendo caráter obrigatório para os alunos bolsistas, segundo exigências dos órgãos de fomento. 
 
§1º Por se tratar de atividade curricular, a participação dos alunos de pós­graduação na prática de docência não cria vínculo empregatício, nem será remunerada. 
 
§2º O requerimento de matrícula em Prática de Docência deverá ser acompanhado de um plano de trabalho elaborado em conjunto com o professor responsável pela disciplina
em que o aluno irá atuar, com o aval de seu orientador, que deverá ser homologado pelo Colegiado. 
 
§3º  Caberá  ao  professor  responsável  pela  disciplina  de  graduação  acompanhar,  orientar  e  avaliar  o  pós­graduando  ao  término  das  atividades  da  disciplina  de  Prática  de
Docência, emitindo um parecer sobre o desempenho do pós­graduando e recomendando (ou não) ao Colegiado do Programa de pós­graduação a sua aprovação. 
 
§4º É vedado aos alunos matriculados na disciplina de Prática de Docência: 
 
I­ assumir a totalidade das atividades de ensino; 
 
II­ conferir notas aos alunos das disciplinas às quais estiverem vinculados; e 
 
III­ atuar sem a presença de docente. 
 
§5º A integralização da Prática de Docência deverá ocorrer em no máximo um semestre para o mestrado e dois semestres para o doutorado. 
 
§6º O docente do ensino superior que comprovar ter desempenhado tais atividades, durante um ano no mínimo, ao longo dos últimos 5 anos, ficará dispensado do estágio de
docência. 
 
§7º As atividades do estágio de docência deverão ser compatíveis com a área de pesquisa no Programa de pós­graduação, realizada pelo pós­graduando. 
 
§8º Deverão constar no histórico escolar do aluno de pós­graduação, além das especificações relativas à disciplina de Prática de Docência, os seguintes dados referentes à
disciplina em que o aluno tiver atuado: identificação/nome da disciplina, nome do curso, carga horária, ano e semestre letivos em que a disciplina foi ministrada. 
 
Seção IV 
 
Do Credenciamento de Professores 
 
Art. 27. O credenciamento e o recredenciamento de professores obedecerão critérios estabelecidos pelo Colegiado do programa, de acordo com as exigências estabelecidas
pela CAPES. 
 
Art. 28. Os docentes a serem credenciados poderão candidatar­se individualmente ou poderão ser indicados pelas linhas de pesquisa. 
 
§1º  Ao  se  candidatar  a  membro  docente  do  Programa  o  professor  deverá  ser  portador  do  título  de  doutor,  apresentar  seu  curriculum  vitae  à  apreciação  do  Colegiado  e
comprovar ter obtido alguma pontuação QUALIS Interdisciplinar no triênio anterior à apresentação de sua candidatura. 
 
§2º A proposta de credenciamento deverá ser apresentada aos professores da linha de pesquisa na qual atuará e ao Colegiado através de comunicado por escrito, explicitando
seus motivos, obedecida a regulamentação vigente na CAPES. Na proposta, o docente deverá apresentar um plano de trabalho que explicite: 
 
I ­ os projetos de pesquisa que já desenvolve ou pretende desenvolver em consonância com a proposta do Programa; 
 
II ­ colaboração em pesquisa e ensino existente com outros membros do Programa ou externos ao mesmo; 
 
III ­ sua participação em associações acadêmicas; 
 
IV ­ uma proposta de disciplinas a ofertar, com respectivas ementas e programas, explicitando sua relação com a linha de pesquisa na(s) qual(is) se pretende tê­las inseridas; 

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V ­ sua disponibilidade para orientação de mestrandos e doutorandos; 
 
VI ­ um plano de produção de textos, de submissão dos mesmos a periódicos e de participação em eventos acadêmicos. 
 
§3º A existência do currículo Lattes e do registro atualizado do pesquisador em grupo de pesquisa cadastrado no Diretório de Grupos do CNPq e o compromisso do docente em
prestar informações para o preenchimento do relatório anual a ser enviado à CAPES são pré­requisitos para o ingresso e a permanência no Programa. 
 
§4º O credenciamento de docentes externos à UFPR não implicará em vínculo empregatício ou de qualquer natureza, nem acarretará qualquer responsabilidade por parte da
Instituição. 
 
Seção V 
 
Das Vagas Discentes 
 
Art. 29. Serão ofertadas vagas discentes para os Cursos de Mestrado e Doutorado, as quais serão divulgadas através de edital elaborado pela coordenação, após deliberação
do  colegiado,  no  qual  constarão  informações  relativas  ao  processo  de  seleção,  requisitos  para  inscrição,  quantidade  de  vagas,  datas  dos  exames  de  seleção  e  outras
informações consideradas relevantes. 
 
Art. 30. Em caso de vagas remanescentes, poderá ser feita chamada complementar ou nova seleção, a critério do Colegiado do curso. 
 
Parágrafo Único: Em qualquer situação, as inscrições deverão permanecer abertas pelo prazo mínimo de 15 (quinze) dias. 
 
Seção VI 
 
Da Seleção e Admissão 
 
Art. 31. Para admissão, o candidato deverá ser aprovado em processo divulgado através do edital. 
 
Art. 32. No ato de inscrição para o processo de seleção, o candidato deverá apresentar à secretaria do Programa os documentos abaixo, sem prejuízo de outros exigidos em
edital do processo seletivo: 
 
I­ requerimento de inscrição; 
 
II­ para o mestrado, cópia do diploma do curso de graduação, ou declaração de estar cursando o último período do curso de graduação; 
 
III­ para o doutorado, quando couber, cópia do diploma ou documento comprobatório de conclusão do mestrado, obtido em curso recomendado pela CAPES; 
 
IV­ histórico escolar do curso de graduação para inscrição no mestrado e, deste, quando couber, para inscrição no doutorado; 
 
V­ documentos pessoais: cópia da carteira de identidade civil e do CPF e, se for estrangeiro, cópia da folha de identificação do passaporte; e 
 
VI­ curriculum vitae modelo da base Lattes do CNPq, ou outro modelo estabelecido pelo Colegiado. 
 
Parágrafo  único.  A  critério  do  Colegiado  poderão  ser  aceitas  inscrições  para  o  processo  seletivo  no  doutorado  sem  a  exigência  do  grau  de  mestre  por  parte  do  candidato
(doutorado direto), observadas as regulamentações por parte dos órgãos reguladores da pós­graduação. 
 
Art. 33. Para análise e avaliação dos candidatos inscritos, o Colegiado do Programa constituirá comissão de seleção composta por um representante de cada linha de pesquisa,
sendo o resultado homologado pelo colegiado do Programa. 
 
Art. 34. O teste seletivo constitui­se em análise de projeto de pesquisa, do curriculum vitae do candidato e de entrevista. O teste será efetuado por comissão de seleção. 
 
Art. 35. Nos casos de convênios internacionais apoiados por agências de fomento, a seleção e a admissão de candidatos estrangeiros observarão as normas específicas de
cada convênio de intercâmbio. 
 
Art. 36. A critério do Colegiado do Programa poderão ser aceitas transferências de alunos de outros Programas de pós­graduação similares, observadas as demais exigências
das normas vigentes. 
 
Seção VII 
 
Da Matrícula, Inscrição nas Disciplinas e da Matrícula em Disciplina Isolada 
 
Art. 37. O candidato aprovado no processo de seleção deverá requerer sua matrícula no Programa nos prazos fixados por ocasião da abertura das inscrições. 
 
Art. 38. O aluno matriculado deverá requerer inscrição em disciplinas de acordo com seu plano de estudos e com o aval de seu orientador, conforme as linhas de pesquisa da
qual participem. No primeiro bimestre do curso a matrícula será realizada nas disciplinas obrigatórias. 
 
Art. 39. O aluno deverá, no início de cada período letivo, ratificar sua matrícula. 
 
Parágrafo único. A falta da ratificação de matrícula no prazo fixado acarretará automaticamente o desligamento do aluno, por ato do coordenador. 
 
Art. 40. Poderão ser aceitas inscrições de alunos de outros Programas de pós­graduação em disciplinas isoladas do Programa. Estes pós­ graduandos ficarão submetidos ao
mesmo processo de avaliação dos alunos regulares. 
 
Art.  41.  O  aluno  poderá  solicitar  à  Secretaria  do  Programa  o  cancelamento  de  sua  inscrição  em  uma  ou  mais  disciplinas  durante  a  primeira  metade  de  sua  programação,
apresentando justificativa com a concordância do professor orientador. 
 
Art. 42. O aluno poderá requerer ao Colegiado até 2 (dois) trancamentos de matrícula, devidamente justificados, com a concordância do orientador. 
 
§1º O aluno só terá direito a requerer o trancamento de matrícula após ter concluído, com aprovação, 40% (quarenta por cento) dos créditos em disciplinas necessários para a
integralização do curso. 
 
§2º O período de trancamento de matrícula, somados os dois afastamentos, não poderá exceder 180 (cento e oitenta) dias corridos. 
 
Art. 43. Será permitida a matrícula de alunos não regulares em disciplinas isoladas nos cursos de pós­graduação stricto sensu da UFPR, para complementação ou atualização
de conhecimentos. 
 

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§1º O Programa poderá ofertar disciplinas isoladas de acordo com o interesse dos professores em suas respectivas linhas de pesquisa. 
 
§2º Não serão abertas vagas em disciplinas que tenham caráter de estágio ou de prática de docência, bem como de seminários preparatórios para redação de dissertação ou
tese. 
 
Art. 44. Poderão matricular­se em disciplinas isoladas de pós­graduação: 
 
I­ os portadores de diploma de curso superior; e 
 
II­ estudantes de último ano, ou semestre, de cursos de graduação da UFPR. Cujo Índice de Rendimento Acadêmico seja igual ou superior a 0,75 
 
Art.  45.  O  interessado  em  cursar  disciplina  isolada  da  pós­graduação  deverá  dirigir  requerimento  de  matrícula  à  coordenação  do  Programa,  conforme  prazos  e  condições
divulgados em edital. 
 
Parágrafo único. O número de alunos matriculados em disciplinas isoladas a cada período letivo não poderá exceder a 30% (trinta por cento) do número de vagas ofertadas
pelo Programa para alunos regulares. 
 
Art. 46. Ao aluno que cursar disciplina isolada de pós­graduação, sendo aprovado, terá emitido certificado pelo Programa. 
 
§1º O certificado a que se refere o caput deste artigo deverá conter obrigatoriamente o nome e código da disciplina, a carga horária e número de créditos, o aproveitamento e
frequência do aluno, o período em que a disciplina foi cursada e o nome do professor responsável. 
 
§2º Ficará a critério do Colegiado de cada Programa conceder equivalência das disciplinas isoladas cursadas, se o aluno vier a ser posteriormente aluno regular do Programa. 
 
§3º A aprovação em disciplinas isoladas, na qualidade de aluno especial, não assegura direito à obtenção de diploma de pós­graduação. 
 
§4º O número de disciplinas isoladas cursadas por alunos não regularmente matriculados no curso é limitado a 2 (duas), independente das notas obtidas nas mesmas. 
 
Seção VIII 
 
Do Professor Orientador 
 
Art. 47. O aluno de mestrado e doutorado deverá ter a supervisão de um professor orientador. 
 
§1º. Em casos específicos, o Colegiado poderá homologar a indicação de co­orientador ou determinar a substituição do orientador. 
 
§2º  Excepcionalmente,  a  critério  do  colegiado,  professores  externos  ao  Programa  podem  ser  indicados  no  papel  de  orientadores  e  co­orientadores,  em  função  da
especificidade do tema de pesquisa ou por eventual afastamento temporário do orientador que impossibilite a continuidade do trabalho de orientação. 
 
§ 3º Professores orientadores, ao se desligarem do programa, devem manifestar­se sobre a continuidade da orientação até a respectiva defesa de dissertação ou tese. 
 
Art. 48. Os orientadores e co­orientadores deverão ser portadores do grau de doutor ou equivalente, e suas indicações deverão ser aprovadas pelo Colegiado do Programa. 
 
§ 1º Os orientadores de alunos de doutorado deverão apresentar experiência prévia de orientações concluídas em no mínimo duas dissertações de mestrado. 
 
Art. 49. Compete ao professor orientador e ao co­orientador em relação ao discente: 
 
I­ orientar a preparação e a execução do seu projeto de dissertação ou tese; 
 
II­ assisti­lo em sua formação; 
 
III­ determinar a realização de cursos, disciplinas, atividades ou estágios específicos julgados indispensáveis à sua formação profissional, bem como à titulação almejada, com
ou sem direito a créditos; 
 
IV­ supervisioná­lo na elaboração do documento final de dissertação ou tese; V – propor a composição das bancas de avaliação ao colegiado; 
 
VI­ promover sua integração em projeto de pesquisa no curso; e 
 
VII­ recomendar ao Colegiado seu desligamento, com a apresentação de justificativas cabíveis. 
 
Seção IX 
 
Do Aproveitamento e Prazos 
 
Art. 50. Nas disciplinas, o aproveitamento dos alunos será avaliado por meio de provas e trabalhos escolares e será expresso para aprovação e efeito acadêmico de acordo
com os seguintes conceitos: 
 
I­            A = Excelente 
 
II­           B = Muito Bom 
 
III­          C = Bom 
 
IV­          D = Insuficiente 
 
§1º Será considerado aprovado nas disciplinas o aluno que lograr os conceitos A, B ou C. 
 
§2º O docente responsável pela disciplina terá prazo máximo de 60 (sessenta) dias, contados da conclusão da mesma, para comunicar os conceitos obtidos pelos alunos, sob
pena de instauração de processo disciplinar. 
 
§3º Todos os conceitos e notas obtidos pelo aluno deverão constar do histórico escolar. 
 
§4º O aluno poderá requerer revisão da avaliação no prazo de 10 (dez) dias corridos após a publicação dos resultados, sendo aplicadas as mesmas normas da universidade
que regem para a reavaliação de nota utilizados na graduação. 
 
Art. 51. O aluno poderá ter até 1 (um) conceito D em seu histórico escolar. Se o limite indicado for ultrapassado, sua matrícula no curso estará automaticamente cancelada. 
 

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Art. 52. A frequência mínima exigida nas disciplinas é de 75 % (setenta e cinco) por cento. 
 
Parágrafo único. Caso o limite de faltas seja ultrapassado, o aluno estará reprovado e receberá conceito D na disciplina. 
 
Art. 53. O prazo para conclusão do curso é de 24 meses para alunos de mestrado, e de 48 meses para alunos de doutorado. 
 
§1º Os prazos definidos no caput deste artigo poderão ser prorrogados ou reduzidos pelo Colegiado à vista de justificativa apresentada pelo aluno e aprovada pelo orientador. 
 
§2º Os alunos transferidos, de acordo com o art. 36 deste Regimento, terão seu tempo contado a partir do ingresso em seu curso de origem. 
 
§3º O descumprimento dos limites dos prazos definidos pelo Colegiado implicará no desligamento do discente, por ato do Colegiado. 
 
Art. 54. Os desligamentos serão avaliados pelo Colegiado do Programa. 
 
Parágrafo  único.  A  decisão  do  desligamento  deverá  ser  comunicada  formalmente  ao  estudante  e  ao  orientador  através  de  correspondência  datada  e  assinada  pelo
coordenador do Programa, valendo para este fim o Aviso de Recebimento (AR) de carta enviada pelo correio, com detalhamento do documento enviado. 
 
Art. 55. O discente poderá solicitar afastamento de suas atividades no curso para desenvolvimento de pesquisa ou Programa acadêmico em outra instituição. 
 
§1º O afastamento do curso deverá ser justificado mediante plano de trabalho e deverá ter a aquiescência do professor orientador além de receber parecer final favorável do
Colegiado do Programa. 
 
§ 2º O tempo de afastamento será computado no prazo total de conclusão do curso. 
 
Seção X 
 
Do Projeto, Dissertação e Tese 
 
Art.  56.  O  projeto  de  dissertação  ou  tese,  uma  vez  aceito  pelo  orientador,  deverá  ser  submetido  à  comissão  avaliadora,  cuja  composição  deverá  ter  sido  aprovada  pelo
colegiado do Programa. 
 
Parágrafo único: O resultado da avaliação do projeto de dissertação e tese deverá ser homologado pelo colegiado. 
 
Art. 57. Na dissertação, o candidato deverá demonstrar domínio do tema escolhido, rigor metodológico e capacidade de pesquisa, de sistematização e de expressão. 
 
Art. 58. A tese, que visará produção de conhecimento, deverá oferecer contribuição original e significativa à área de estudo em que for desenvolvida. 
 
Art. 59. As dissertações e as teses devem ser redigidas em português com resumo e título, e excepcionalmente em inglês, desde que para fins de divulgação. A critério do
colegiado  poderão  ser  aceitas  dissertações  e  teses  redigidas  em  idiomas  estrangeiros  devendo  estas,  contudo,  incluir  ao  início  do  volume  substancial  resumo  em  língua
vernácula, que evidencie os objetivos da obra, os métodos utilizados no seu desenvolvimento, o núcleo da mesma e as conclusões obtidas, destacando o que é apresentado
em cada capítulo redigido. 
 
Art. 60. Concluída a dissertação ou tese, o professor orientador ou o comitê de orientação deverá requerer ao Colegiado, com no mínimo 30 (trinta) dias de antecedência, a
definição de data para a defesa. 
 
Art. 61. Cada um dos membros cujos nomes tenham sido referendados pelo Colegiado para a composição das bancas de defesa deverá receber do orientador ou do pós­
graduando, pelo menos 15 (quinze) dias antes da data da defesa, um exemplar impresso da dissertação ou da tese, que será utilizado para a avaliação pela banca. 
 
Art. 62. As dissertações e teses deverão ser apresentadas segundo as Normas para Apresentação de Documentos Científicos publicadas pela Editora da UFPR (baseado em
documento da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) ou outro documento aprovado pelo Colegiado do curso. 
 
Art. 63. A sessão pública de defesa de dissertação ou de tese consistirá na apresentação do trabalho pelo candidato, seguida da arguição pela banca examinadora, garantido­
se tempo suficiente para a apresentação e as respostas do candidato. 
 
Art. 64. A contar da data de aprovação da dissertação ou da tese pela banca examinadora, o aluno terá um prazo máximo de 60 (sessenta) dias para entregar, na secretaria do
curso, os exemplares impressos e a cópia digital definitiva do trabalho. 
 
§1º O aluno, com a supervisão do orientador ou do comitê de orientação, deverá incorporar na versão final as modificações exigidas pela banca examinadora. 
 
§2º Será exigido o seguinte número de exemplares (impressos e digitais) definitivos: 1 (um) para a Biblioteca Central, 1 (um) para a Biblioteca Setorial e 1 (um) exemplar para
cada membro da banca examinadora, incluindo os suplentes. A critério do Colegiado será exigida também uma cópia impressa ou digital para a coordenação do Programa. 
 
Seção XI 
 
Da Banca Examinadora 
 
Art.  65.  A  banca  examinadora  de  mestrado  será  composta  por,  no  mínimo,  3  (três)  examinadores  titulares  e  1  (um)  suplente;  a  de  doutorado,  por,  no  mínimo,  5  (cinco)
examinadores titulares e 1 (um) suplente. 
 
§1º Todos os examinadores deverão apresentar titulação de doutor ou equivalente. 
 
§2º Pelo menos 1 (um) dos integrantes da banca examinadora de mestrado não poderá pertencer ao quadro docente da Universidade. 
 
§3º  Pelo  menos  2  (dois)  integrantes  da  banca  examinadora  de  doutorado  não  poderão  pertencer  ao  quadro  docente  do  Programa  e  no  mínimo  1  (um)  deles  deverá  ser
proveniente de outra instituição de ensino superior ou de pesquisa. 
 
§4º Para efeito do disposto no parágrafo anterior, os docentes aposentados pela UFPR, os quais atuaram no Programa em questão, serão considerados do quadro docente do
Programa na condição de professores ativos. 
 
§5º O orientador é membro nato e atuará como presidente da banca examinadora, podendo ser substituído nesta posição pelo co­orientador, ou por representante designado
pelo Colegiado do Programa. 
 
Art. 66. Os examinadores avaliarão a dissertação ou a tese considerando o conteúdo, a forma, a redação, a apresentação e a defesa do trabalho, decidindo pela aprovação, ou
reprovação, do trabalho de conclusão do aluno. 
 
Parágrafo único. A ata da sessão pública da defesa de dissertação ou tese indicará apenas a condição de aprovado ou reprovado. 
 

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08/03/2017 Regimento Interno do Programa ­ Programa de Pós­Graduação em Políticas Públicas
Seção XII 
 
Da Concessão de Bolsas 
 
Art. 67. O Programa terá uma Comissão de Bolsas, composta de um professor de cada linha de pesquisa, um representante discente do curso de mestrado e um representante
discente do curso de doutorado. 
 
Art. 68. As bolsas serão concedidas de acordo com as exigências estabelecidas pelas agências financiadoras e da comissão de bolsas do Programa. 
 
Art. 69. A reprovação em disciplinas, por conceito ou frequência insuficiente implicará no cancelamento da bolsa e sua transferência para um aluno não bolsista. 
 
Art.  70.  O  desenvolvimento  de  atividade  profissional  remunerada  pelo  estudante  só  será  permitido  nos  casos  de  alunos  não  bolsistas,  exceto  nos  casos  permitidos  pelas
agências financiadoras. 
 
Seção XIII 
 
Dos Recursos Financeiros 
 
Art.  71.  A  aplicação  dos  recursos  destinados  ao  Programa  será  definida  por  comissão  formada  pelo  colegiado,  da  qual  participarão  um  representante  de  cada  linha  de
pesquisa, e representantes discentes. 
 
Parágrafo único. A estratégia de aplicação dos recursos deverá ser comunicada anualmente à PRPPG e divulgada a todos os professores credenciados do Programa pelo seu
coordenador e aprovada pelo Colegiado. 
 
Seção XIV 
 
Da Suficiência em Língua Estrangeira 
 
Art. 72. Os alunos dos cursos de mestrado e de doutorado devem demonstrar suficiência em Inglês no caso do mestrado e de Inglês e mais uma língua estrangeira no caso de
doutorado. 
 
Art. 73. Os testes de suficiência em língua estrangeira moderna (alemão, espanhol, francês, inglês e italiano) deverão ser realizados na Universidade Federal do Paraná ou
qualquer outra instituição pública de ensino superior, cujos seus resultados serão registrados no histórico escolar do aluno. 
 
§1º  Para  efeito  deste  regimento,  entende­se  por  teste  de  suficiência  em  língua  estrangeira  moderna  o  exame  realizado  com  o  objetivo  específico  de  verificar  se  o  aluno  é
suficiente em leitura e interpretação de textos provenientes de revistas científicas. 
 
§2º Os alunos que possuírem certificados de suficiência ou proficiência na(s) língua(s) estrangeira(s) moderna(s) escolhida, emitidos por outras instituições reconhecidas pelo
colegiado, há não mais que quatro anos poderão ser dispensados dos testes previstos no caput deste artigo. 
 
Art. 74. O candidato de países de língua não­portuguesa, além de cumprir o disposto no art. 73, deverá demonstrar proficiência em língua portuguesa mediante aprovação em
teste oficialmente reconhecido pelo MEC (Certificado de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros, Celpe­Bras). 
 
CAPÍTULO IV 
 
DA TITULAÇÃO, DIPLOMAS E CERTIFICADOS 
 
Art. 75. Para obtenção do grau de mestre, o aluno deverá ter cumprido, no prazo permitido, as seguintes exigências: 
 
I­ obtenção dos créditos nos termos do artigo 19 deste regimento 
 
II­ aprovação na defesa de sua dissertação, de acordo com o disposto na seção XI deste regimento 
 
III­  comprovação  de  ter  submetido  pelo  menos  um  artigo  para  publicação  em  revista  técnico  científica  com  corpo  editorial,  com  aprovação  do  seu  orientador,  ou  outras
produções  relativas  às  suas  atividades  no  Programa  e  devidamente  aprovadas  pelo  seu  orientador,  tais  como:  capítulo  de  livro,  apresentação  de  trabalhos  em  eventos,
trabalhos em anais, artigos técnicos em jornais, resenhas em periódicos científicos e palestras; e  
 
IV­  aprovação  em  exame  de  suficiência  em  língua  estrangeira  moderna,  de  acordo  com  o  disposto  na  seção  XV  deste  regimento,  e  no  exame  de  proficiência  em  língua
portuguesa, onde couber. 
 
Art. 76. Para obtenção do grau de doutor, o aluno deverá ter cumprido, no prazo permitido, as seguintes exigências: 
 
I­ obtenção dos créditos nos termos do artigo 19 deste regimento; 
 
II­ aprovação na defesa de sua tese, de acordo com o disposto na seção XI deste regimento; 
 
III­ comprovação de aceite de pelo menos um artigo submetido para publicação em revista técnico­científica com corpo editorial, com aprovação do seu orientador, ou outra
produção indicada pelo Colegiado, relativa às suas atividades no Programa; e 
 
IV­  aprovação  em  exame  de  suficiência  em  língua  estrangeira  moderna,  de  acordo  com  o  disposto  na  seção  XV  deste  regimento,  e  no  exame  de  proficiência  em  língua
portuguesa, onde couber. 
 
Art. 77. Para a expedição de diploma de mestre ou doutor, depois de cumpridas as exigências regimentais, a secretaria do Programa abrirá processo no sistema administrativo
informatizado da UFPR, para remeter à PRPPG os seguintes documentos exigidos pelo Serviço de Registro de Diplomas: 
 
I­ ofício da coordenação de curso, assinado pelo coordenador ou vice­coordenador, encaminhando o processo solicitando a expedição do diploma; 
 
II­ histórico escolar do aluno; 
 
III­ recibo de depósito legal dos exemplares impressos e da cópia eletrônica da dissertação ou tese na Biblioteca Central da UFPR; 
 
IV­ declaração da Biblioteca Central de não ter obras do acervo com atraso para a devolução; 
 
V­ cópia da(s) declaração(ões) de suficiência(s) em língua(s) estrangeira(s); 
 
VI­ cópia de declaração de proficiência em língua portuguesa, se estrangeiro de países de língua não­portuguesa; 
 

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08/03/2017 Regimento Interno do Programa ­ Programa de Pós­Graduação em Políticas Públicas
VII­ cópia frente e verso autenticadas pela Secretaria da Coordenação do Programa do diploma de graduação; 
 
VIII­ cópia frente e verso autenticada pela Secretaria da Coordenação do Programa do diploma de mestre, no caso de doutor, salvo em casos de doutorado direto. Este caso
deve ser mencionado no ofício da coordenação encaminhando o processo; 
 
IX­ extrato de ata de reunião do Colegiado sobre o reconhecimento de notório saber, quando couber; 
 
X­ cópia autenticada pela Secretaria da Coordenação do Programa da certidão de nascimento e/ou casamento e/ou averbação de separação ou divórcio do titulado(a); 
 
XI­ cópia frente e verso autenticada pela Secretaria da Coordenação do Programa da carteira/cédula de identidade civil ou cédula de identidade de estrangeiro, desde que
dentro da validade e que seja possível identificar o órgão expedidor; e 
 
XII­ cópia da ata de defesa da dissertação ou tese. 
 
Art. 78. Após registro na PRPPG, o diploma, acompanhado dos demais documentos, será encaminhado à Divisão Geral de Diplomas, que procederá ao seu registro nacional. 
 
Art. 79. Nos diplomas de mestrado e de doutorado deverão constar a designação da área de conhecimento do nome do curso e da linha de pesquisa. 
 
CAPÍTULO V 
 
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS 
 
Art.  80.  Os  departamentos  ou  unidades  administrativas  envolvidas  com  o  Programa  são  responsáveis  pela  capacitação  e  reposição  de  docentes  para  o  ensino  de  pós­
graduação, com apoio da Administração da UFPR. 
 
Art. 81. As decisões dos Colegiados de Programas de pós­graduação serão suscetíveis de recurso ao Conselho Setorial. 
 
Art. 82. Casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado do Programa 
 
  
 

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