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EXCEL FV / 800 FV INVENTIO AG

Treinamento

EXCEL VVVF 007129 V1

1-11.000
EXCEL FV / 800 FV

Conhecer a tecnologia e os principais componentes dos elevadores


microprocessados Excel FV e Excel 800 FV;
Objetivo Estar capacitado a efetuar manutenção preventiva e corretiva;
Realizar a leitura, análise e interpretação dos circuitos elétricos do Excel FV e
Excel 800 FV bem como programar o Inversor de Frequência.

Departamento Desenvolvimento de Pessoas


Nome: Renato Tashima
Data: 14/12/2007 Classificação C2 - Interno

Modificações: Não há Documento novo

Restrições Este manual constitui propriedade da INVENTIO AG e pode ser utilizado apenas pela Atlas Schindler ou
pessoas expressamente autorizadas por esta com o propósito de atender aos interesses do Grupo Schindler. O
formato e as informações deste manual constituem nossa propriedade intelectual. Na ausência de autorização
por escrito não deve ser copiado em qualquer meio, nem utilizado para fabricação ou comunicação a terceiros.
Eventuais pedidos de autorização para utilização devem ser endereçados ao Centro de Treinamento e
Desenvolvimento da Elevadores Atlas Schindler.
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Conteúdo 1 Módulo de Segurança .............................................................................. 6


2 Introdução ................................................................................................ 7
2-1 Aplicações....................................................................................... 8
2-2 Lista de Software ............................................................................ 9
2-3 Configurações ............................................................................... 10
2-3-1 Operador de Porta ............................................................. 11
2-3-2 Dispositivo Complementar ................................................. 11
2-3-3 Atlas Safe II ....................................................................... 12
2-3-4 Sinalização e Dispositivos de Cabina / Pavimento............. 12
3 Descrição do Comando EXCEL FV........................................................ 14
4 Componentes e suas Funções ............................................................... 15
4-1 Conjunto Painel Completo (DB4707 S05 ou posterior).................. 15
4-2 Cuidados com as Placas Eletrônicas ............................................ 17
4-2-1 Embalagens, transporte e armazenamento ....................... 17
4-2-2 Manuseio das Placas......................................................... 18
4-3 Placa CPU (Unidade Central de Processamento) ......................... 18
4-3-1 CPU e Memória: ................................................................ 19
4-3-2 Interface Homem Máquina (IHM) ....................................... 19
4-3-3 Saídas para Sinalização .................................................... 20
4-4 Placa I/O (Interface de Entrada e Saída)....................................... 31
4-4-1 Interface............................................................................. 34
4-4-2 Circuitos de Freio e Termistor............................................ 34
4-4-3 Termistor ........................................................................... 35
4-4-4 Fonte ................................................................................. 36
4-5 Disjuntor Tripolar (DJ1) ................................................................. 37
4-6 Suporte de Fusíveis / Chave ......................................................... 38
4-7 Plug Hylok (Identificação).............................................................. 39
4-8 Contatoras .................................................................................... 40
4-8-1 Identificação dos contatos e bobinas ................................. 41
4-8-2 Blocos Auxiliares (Aditivos)................................................ 41
4-8-3 Tipos de Contatoras........................................................... 42
4-8-4 Funções das Contatoras / Relês ........................................ 43
4-9 Placa Atenuadora (Conjunto DAFFE) JV0140............................... 43
4-10 Inversor ......................................................................................... 44
4-10-1 Funcionamento .................................................................. 44
4-11 Transformadores........................................................................... 46
4-12 Placa Atenuadora (JV0122) .......................................................... 48
4-13 Placa de Segurança (JV0249)....................................................... 49
4-13-1 Código das Placas............................................................. 50
4-13-2 Circuito Elétrico.................................................................. 51
4-14 Placa Sensor de Velocidade de Nivelamento (JV0259)................. 52
4-14-1 Circuito Elétrico.................................................................. 52
4-15 Placa Controladora do Freio (JV0192) .......................................... 53
4-15-1 Circuito Elétrico.................................................................. 53
4-16 Unidade de Frenagem (73182DA001/002/003) ............................. 54
4-16-1 Circuito Interno .................................................................. 55
4-17 Conjunto Queimador ..................................................................... 56
4-17-1 Circuito Elétrico.................................................................. 57
4-18 Indutor de RF e Placa de Capacitores (JV0201) ........................... 57
4-18-1 Circuito Elétrico.................................................................. 58

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4-19 Reator de Entrada do Inversor RE1/RE2....................................... 58


4-19-1 Circuito Elétrico.................................................................. 59
4-20 Placa Comutadora de Varredura (JV0239).................................... 59
5 Conjunto Máquina de Tração ................................................................. 60
5-1 Encoder (DC725X001) .................................................................. 60
5-2 Buffer do Taco do Motor (JV0228) ................................................ 61
5-2-1 Circuito Elétrico.................................................................. 61
6 Conjunto Limitador de Velocidade.......................................................... 62
6-1 Buffer do Limitador (JV0132)......................................................... 62
6-1-1 Sinais................................................................................. 62
6-1-2 Circuito Elétrico.................................................................. 63
6-2 Gerador de Pulsos – Encoder (IG 500) e Veeder Root.................. 63
6-3 Placa Interface para Encoder (JV0307)......................................... 64
6-3-1 Circuito Elétrico.................................................................. 64
7 Conjunto Sensor de Posição .................................................................. 65
7-1-1 Circuito Elétrico.................................................................. 65
7-1-2 Circuito Interno do Nivelamento......................................... 66
8 Limites.................................................................................................... 67
8-1 Diagrama Funcional (Malha Fechada) .......................................... 69
9 Manutenção Preventiva.......................................................................... 70
9-1 Operador Selcom .......................................................................... 70
9-2 Máquina de tração CE 250............................................................ 77
9-3 Regulagem do Freio BRC 250 (Percurso do freio 4mm) ............... 82
9-3-1 Regulagem do Contato BR1 .............................................. 83
9-3-2 Regulagem do Microruptor................................................. 83
10 Programação do Sistema ....................................................................... 85
10-1 Descrição da Interface Homem Máquina (IHM)............................. 85
10-1-1 Operação........................................................................... 85
10-1-2 Lista de Código da Interface Homem Máquina (IHM)......... 86
10-2 Parâmetros ................................................................................... 86
10-2-1 Como Programar ............................................................... 91
11 Verificação de Falhas............................................................................. 92
11-1 Circuito de Portas.......................................................................... 92
11-2 Circuito de Segurança Geral ......................................................... 92
11-3 Circuito do Sensor de Posição ...................................................... 93
11-4 Circuito de Detecção de " Fuga para massa " ............................... 94
11-5 Circuito de Monitoração das contatoras A, RUN, S e D................. 94
11-6 Elevador no Stop (Limite de curso na subida) ............................... 94
12 Operação de Inspeção ........................................................................... 96
12-1 Casa de Máquinas ........................................................................ 96
12-2 No Topo da Cabina ....................................................................... 97
12-2-1 Circuito Elétrico.................................................................. 97
13 Diagnósticos de Falhas .......................................................................... 98
13-1-1 Falhas não codificadas .................................................... 111
14 Conjunto Inversor ................................................................................. 115
14-1 Inversor G5 ................................................................................. 115
14-1-1 Configuração do Inversor................................................. 115

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14-1-2 Avaliação do Contrapeso com Carga Equilibrada ............ 116


14-1-3 Regulagem do Inversor (Máquina Sem Encoder) ............ 116
14-1-4 Operador para Inversor G5 .............................................. 116
14-1-5 Programação do Inversor G5........................................... 118
14-1-6 Parâmetros de Configuração do Inversor......................... 119
14-1-7 Procedimento de programação de Inversores.................. 126
14-1-8 Indicações de falha do inversor ....................................... 127
14-1-9 Tabelas das Características dos Motores ........................ 143
14-2 Inversor L7 .................................................................................. 149
14-2-1 Monitoração e Programação............................................ 150
14-2-2 Indicação de Falha do Inversor L7 ................................... 161
14-2-3 Réguas de bornes da placa de controle do inversor L7: .. 163
14-2-4 Equivalência Inversores G5 e L7 ..................................... 163
14-2-5 Ajuste da chave S1 da placa de controle do inversor L7: . 164
14-2-6 Parâmetros de Configuração ........................................... 164
14-3 Diferenças entre G5 e L7 ............................................................ 171
15 Circuito Simplificado............................................................................. 174
16 Conjunto Armário Completo ................................................................. 176
17 Componentes e suas Funções ............................................................. 177
17-1 Conjunto Armário EX800 FV ....................................................... 177
17-2 Comparação entre EX 800 FV e EX 800 2V................................ 177
17-2-1 Vantagens EX 800 FV vs EX 800 2V ............................... 177
17-3 Aplicação .................................................................................... 178
17-3-1 Serviços não atendidos.................................................... 180
18 Descrição do Comando EX 800 FV...................................................... 182
18-1 Parte Frontal ............................................................................... 182
18-2 Parte Traseira ............................................................................. 183
19 Componentes e suas Funções ............................................................. 184
19-1 Placa Eletrônica (JV0193) e (JV0270)......................................... 184
19-1-1 Entrada ............................................................................ 184
19-1-2 Saídas ............................................................................. 187
19-1-3 Circuito do Freio .............................................................. 187
19-1-4 Segurança do Elevador ................................................... 188
19-1-5 Fonte ............................................................................... 188
19-1-6 Resumo das Funções da Placa Eletrônica....................... 189
19-1-7 Função de Relês e Contatoras: ....................................... 189
19-2 Inversor ....................................................................................... 189
19-3 Transformador............................................................................. 190
19-4 Conjunto Queimador ................................................................... 191
19-5 Indutor de RF e Placa de Capacitores (JV0201) ......................... 192
19-6 Reator de Entrada RE1/ RE3 ...................................................... 192
19-7 Placa Comutadora de Varredura................................................. 193
19-8 Buffer do Taco do Motor (JV0228) .............................................. 193
19-9 Encoder (DC725X001) ................................................................ 194
19-10Gerador de Pulsos IG500............................................................ 194
19-11Placa Interface para Encoder (JV0307)....................................... 195
20 Manutenção Preventiva........................................................................ 196
20-1 Máquina CE 190 ......................................................................... 196
20-2 Freio BRC 190 ............................................................................ 201

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20-2-1 Funcionamento ................................................................ 202


20-2-2 Regulagem do Freio BRC 190 ......................................... 203
20-2-3 Acionamento Manual do Freio ......................................... 203
20-2-4 Verificações Durante a Manutenção ................................ 204
21 Parâmetros de Configuração................................................................ 205
21-1 Interface Homem Máquina (IHM) ................................................ 205
21-2 Parâmetros de Monitoração Grupo A .......................................... 205
21-3 Parâmetro de Operação Grupo B................................................ 206
21-4 Parâmetro de Configuração Grupo C .......................................... 206
21-5 Parâmetro de Falhas e Gravação Grupo D ................................. 209
21-6 Lista de Código de Falhas........................................................... 210
21-7 Parâmetro de Configuração IPD.................................................. 212
21-8 Malha fechada x malha aberta .................................................... 212
22 Documentos Relacionados................................................................... 213

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1 Módulo de Segurança
 Antes de sacar ou recolocar os fusíveis, esteja certo de que a chave geral esteja
desligada e que a entrada de energia esteja no lado oposto dos fusíveis.

 Aplique o procedimento 001413 - Bloqueio Elétrico.

 Durante a limpeza ou substituição de componentes no painel, mantenha a chave geral


desligada.

 Utilize óculos de segurança ao desligar ou ligar a chave geral.

 Ao testar o circuito elétrico, utilize o multímetro. Não use em hipótese alguma fios ou
lâmpadas para testar o circuito elétrico. Caso necessário utilize o jumper ferramenta.

 Não ligue manualmente contatoras que você não conheça a sua função.

 Não movimente o elevador com o circuito de segurança ou o circuito de porta curto –


circuitados ( SEGG, SEGP, PP/RMC, PC, CT).

 Antes de apertar o botão BLC (Botão de Limite de Curso) certifique-se que o elevador
esteja em manual / inspeção.

 Certifique-se que o equipamento esteja aterrado.

 Providencie iluminação adequada durante os trabalhos.

 Nunca utilize jumper nos fusíveis.

 Pele molhada ou muito suada aumenta a probabilidade de choque elétrico. Não se


aproxime das partes elétricas energizadas nestas condições.
 Antes de manusear os terminais de potência do inversor, desligue a chave geral e
aguarde o banco de capacitores (barramento DC) se descarregarem, ou seja, após o
led de carga apagar (no mínimo 3 minutos).
 Confira a velocidade nominal da placa de segurança pois deve ser igual ao painel /
máquina.
 Desligue a chave geral durante a limpeza, manutenção ou substituição de peças placa
buffer no limitador de velocidade encorder ou no eixo da máquina.
 Encoste as mãos em algum ponto aterrado para permitir a descarga das cargas
eletrostática do corpo antes de manusear as placas eletrônicas ou memórias, pois
estas cargas poderiam danificar os componentes eletrônicos.
 Utilize a ferramenta adequada para cada tipo de trabalho.

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2 Introdução

Este sistema é um comando eletrônico microprocessado para elevadores acionados por


máquinas com engrenagem e motor de corrente alternada. O acionamento é feito com a
utilização de inversores, que controlam a rotação do motor variando simultaneamente a
tensão e freqüência de saída. Este tipo de controle é conhecido como VVVF (Variable Voltage
Variable Frequency) ou simplesmente FV (freqüência variável).

Comparação entre EXCEL FV e EXCEL 2V:

Ambos utilizam motores de indução trifásicos. Motores de indução operam eficientemente


próximos a sua velocidade síncrona. No sistema 2V o motor opera ineficientemente
principalmente em baixas velocidades, requerendo altas correntes para produzir o torque
necessário.
No FV o inversor fornece tensão e freqüência variáveis, portanto o motor opera de modo
eficiente em toda a faixa de velocidade durante a viagem. O FV requer uma corrente de
partida menor que o 2V. Durante a desaceleração, no FV à exemplo do sistema 2V, o motor
age como um gerador não requerendo energia adicional da linha adutora.

Principais Vantagens do FV sobre o 2V:

a) No FV permite variação suave da velocidade, obtém-se como resultado uma viagem mais
confortável.
b) O FV efetua compensação automática da carga (n.º de passageiros), obtendo-se uma
viagem confortável independente do n.º de passageiros.
c) O FV requer uma corrente de partida menor, a linha adutora pode ter seu
dimensionamento reduzido (em cerca de 25%).
d) O FV opera eficientemente em baixas velocidades e não requer potência da linha adutora
durante o retardamento, o consumo de energia do elevador e a geração de calor na casa
de máquinas são significativamente reduzidos. A redução no consumo de energia elétrica
pode ser de até 30%.
e) A utilização do FV permite a utilização de motores de indução comerciais com um
enrolamento com tamanho e preços reduzidos. A utilização do Inversor permite fator de
potência muito próximo de 1(um). Isto também colabora para a redução do
dimensionamento da rede de alimentação elétrica do prédio.

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2-1 Aplicações

Este comando se aplica a elevadores residenciais ou comercias isolados ou em grupo. Aplica-


se a elevadores acionados por máquinas de corrente alternada. Suas características típicas
são:

Controle Freq. da Rede Velocidade Máquinas Tensão


CE120
CE190W140
VVVF 50 ou 60 Hz 45 a 150 m/min 220V/380V/440V
CE250AW163
CE357A

Os painéis podem ser interligados via canal serial ou rede de comunicação, constituindo
grupo ou vários grupos de elevadores. Quando interligados via serial, a distância máxima é de
100 metros, e quando interligados via rede de comunicação, a distância é limitada pelo
número de painéis (vide DC7262 para maiores esclarecimentos).

N.º de Nós Comprimento Máximo


2 339 m
3 322 m
4 305 m
Conectores para
comunicação em Rede
5 288 m
6 271 m
7 254 m
Comprimento máximo de cabo para 8 237 m
Rede Arcnet utilizando cabo coaxial 9 220 m
75 Ω 10 203 m

O comando EXCEL-FV possui número de paradas em função de estratégia de atendimento


de chamadas EXBD ou EXBB conforme tabela a seguir:

N.º máx. de
Estratégia Comando Atlas/code Obs.
paradas
EXBD Simplex/Duplex Não 28
Chamadas diferenciadas
EXBD Simplex Sim 20 somente para andares acima do
térreo
EXBB Simplex/Duplex Não 20
32 par. p/ um
apto. por
andar
EXBD Simplex/Duplex Sim Utiliza painel de despacho
28 par. p/ dois
aptos. por
andar
Simplex/Duplex/
EXBB Não 44 Utiliza painel de despacho
Multicarro

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2-2 Lista de Software

Software Excel FV (Fase III): Com JV0271 G1 à G4 Software Excel FV (Fase III): Com JV0271 G 5 à G8

COMUNICAÇÃO

COMUNICAÇÃO
VERSÃO-SUB

VERSÃO-SUB
CARRO EM

DESPACHO
CARRO EM

CARRO EM

DESPACHO
CARRO EM
(GRUPO)

TIPO DE

(GRUPO)
SAFE II

TIPO DE
DAFFE

OEI - 2
ELEVs

CODE

SAFE II
SMCT

DAFFE

OEI - 2
ELEVs

CODE

SMCT
IGP

IGP
A00400 - 02 2 3à8 - X ADS R - X A00501 - 01 1 ½ - - - S X - -
A00401 - 02 1 ½ - - - S X - - A00502 - 01 1 ½ - X - S X - -
A00402 - 02 1 ½ - X - S X - - A00503 - 01 2 2 - - - S X - -
A00403 - 02 2 2 - - - S X - - A00504 - 01 1 3à8 - - - R X X X
A00404 - 02 1 3à8 - - - R X X X A00505 - 01 1 3à8 - X - R X X X
A00405 - 02 1 3à8 - X - R X X X A00506 - 01 2 3à8 - - - R X - X
A00406 - 02 2 3à8 - - - R - X A00507 - 01 3à8 3à8 - - ADS R X X X
A00407 - 02 3à8 3à8 - - - R X X X A00508 - 01 3à8 3à8 - - ADS*AS R X X X
A00408 - 02 3à8 3à8 - - ADS R X X X A00509 - 01 2 1à8 - X ADS R X - X
A00409 - 02 2 3à8 - X ADS*AS R - - A00510 - 01 1 - 1à3 - - R - X X
A00410 - 02 1 - 1à3 - ADS R - X X A00511 - 01 1 - 1à3 X - R - X X
A00411 - 02 1 - 1à3 X - R - X X A00512 - 01 2 - 2/(2+1) - - R - - X
A00412 - 02 2 - 2/ (2+1) - - R - X A00513 - 01 3 - 1à3 - ADS R - X X
A00413 - 02 3 - 1à3 - - R - X X A00514 - 01 1 - 1à2 - - S - - -
A00414 - 02 1 - 1à2 - ADS S - - - A00515 - 01 1 - 1à2 X - S - - -
A00415 - 02 1 - 1à2 X - S - - -
A00416 - 02 2 - 2 - - S - - - A00516 - 01 2 - 2 - - S - - -
COMUNICAÇÃO
VERSÃO-SUB

CARRO EM

DESPACHO
CARRO EM
(GRUPO)

TIPO DE
SAFE II
DAFFE

OEI - 2
ELEVs

CODE

SMCT
IGP

A00301 - 06 1 ½ - - - S X - -
A00302 - 07 1 ½ - X - S X - -
A00303 - 06 2 2 - - - S X - -
A00304 - 06 1 3à8 - - - R X X X
A00305 - 06 1 3à8 - X - R - X X
A00306 - 04 Substituído: A00450 sem encoder ou A00451 c/
encoder
A00307 - 04 Substituído: A00452 sem encoder ou A00453 c/
encoder Software Excel FV (Fase III): com JV0130 G11 à G14
A00308 - 07 3à8 3à8 - - ADS*AS R X X X
A00309 - 06 2 3à8 - X ADS R - - -
A00310 - 05 1 - 1à3 - - R X X X
A00311 - 05 1 - 1à3 X - R - X X
A00312 - 03 Substituído pelo A00462
A00313 - 03 Substituído pelo A00463
A00314 - 05 1 - 1à2 - - S X - -
A00315 - 05 1 - 1à2 X - S X - -
A00316 - 05 2 - 2 - - S X - -
A00328 - 03 2 3à8 - X ADS R - - X
A00450 - 01 2 3à8 - - - R - - X
A00451 - 01 2 3à8 - - - R - - X
A00452 - 01 3à8 3à8 - - ADS R - X X
A00453 - 01 3à8 3à8 - - ADS R - X X
A00462 - 01 2 - 2/2+1 - - R - - -
A00463 - 01 3 - 1à3 - ADS R - - X

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Nota !
Revisão geral de software (IT791):
Esta IT trata da aplicação de block-change, ou seja, atualização de
software, solucionando muitos problemas decorrentes dos mesmos, além
de revisar o posicionamento dos limites. Por este motivo é muito
importante verificar se a mesma já foi aplicada, caso contrário dar recado
para providenciar a sua aplicação.

2-3 Configurações

— Básica (Open Loop Vector-Malha Aberta): Utiliza placa buffer na máquina (JV0228) até 75
m/min.
— Avançada (Flux Vector- Malha Fechada): Utiliza placa buffer no limitador (JV0132G01) e
encoder na máquina até 150 m/min.

1. De 45 à 75 m/min:

— Configuração básica (malha aberta)


— Placa buffer na máquina (JV0228)
— Sem roda dentada no limitador
— Sem RNA
— Sem placa de segurança
— Máquina CE120 / CE190 / W140 / W163

2. De 45 à 105 m/min:

— Configuração avançada (malha fechada) – Vector


— Placa buffer no limitador (JV0132G01)
— Encoder na máquina (DC7725X001)
— Com RNA
— Com placa sensor de velocidade de nivelamento (JV0259) – monitora somente
nivelamento
— Máquina CE190 / 250 / 357 / W140 / W163

3. De 120 à 150 m/min:

— Configuração avançada (malha fechada) – Vector


— Placa buffer no limitador (JV0132G01)
— Encoder na máquina (DC7725X001)
— Com RNA
— Com placa de segurança (JV0249) – completa
Máquina CE190 / 250 / 357 / W140 / W163

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2-3-1 Operador de Porta

Tipo de operador Tipo


OPV-94 Básico
APC-63 Básico
SELCOM – AC Básico
SELCOM – DC Básico
MOLINE Básico
TIPO A Básico

2-3-2 Dispositivo Complementar

Serviços Tipo
Simplex/Duplex/Multicarro Básico
Barra de reversão mecânica ou eletrônica Básico
Despacho para carro lotado (DCL) Básico
Estacionamento preferencial (EP) Básico
Operação manual (OM) através da botoeira de inspeção ou painel Básico
Serviço independente (SEI) Básico
Operação em caso de incêndio fase I (OEI-I) Básico
Cancelamento de chamadas falsas (CCF) Básico
Fonte de emergência para luz de cabina e alarme (LE-2) Básico
Botoeira de inspeção ao topo do carro (ITC) Básico
Dispositivo para cargas concentradas (DCC) Básico
Facho de proteção das portas (FPP) Opcional
Dispositivo Automático para Funcionamento com Força de
Opcional
Emergência (DAFFE)
Serviço de ascensorista (SA ) Básico
Sistema de chamadas por código ( ATLAS/CODE) Básico
Operação em caso de incêndio fase II (OEI-2) Opcional
WSMCT Opcional
Limitador de carga (LCR) Básico
Renivelamento automático (RNA) Opcional

Nota !
Básico: suportado por todas as versões;
Opcional: suportado por alguma versão específica;

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2-3-3 Atlas Safe II

O comando EXCEL – FV opcionalmente pode ser configurado para ser utilizado com ATLAS
SAFE II nas seguintes condições:

Tensão 220V 380/440V


Corrente máxima do inversor 49A 41A

2-3-4 Sinalização e Dispositivos de Cabina / Pavimento

Sinalização/Dispositivo Tipo Local

Botão multiled (BME) ativação instantânea Básico Cabina/Pavimento


Botão TSE ativação instantânea Básico Cabina/Pavimento
Botão TMC Básico Cabina (exceto chamadas)
Botão de retenção das portas – contato
Básico Cabina
instantâneo (PO)
Chave ou botão de alarme – pressão constante Básico Cabina
Indicador de posição digital de 16 segmentos
Básico Cabina/Pavimento
(IPI ou IP2 serial) (1” ou 2”)
Setas indicadoras de direção (seta sargento) Básico Cabina/Pavimento
Interfone entre Cabina, Casa de máquinas e
Básico Cabina
Portaria
Chave ou botão de luz – contato permanente Básico Cabina
Chave ou botão de ventilador – contato
Básico Cabina
permanente
Indicador de posição matricial Básico Cabina/Pavimento
Botão com led (BLED) contato instantâneo Básico Cabina/Pavimento
Botão de Emergência (BEM) contato
Básico Cabina
permanente
Botão de fechamento das portas (PF)- contato
Básico Cabina
instantâneo
Seta matricial Básico Cabina/Pavimento
Indicador de 7 Segmentos Opcional Cabina/Pavimento
Display de Plasma Básico Cabina
Chave ou botão de alarme- pressão constante Básico Cabina

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Atenção !
Restrições (serviços não atendidos):

Serviço Observações
ATLAS SAFE I
Nivelamento manual (NIV) Somente obras especiais
Digital Voice Somente obras especiais
Serviço Hospitalar de Emergência (SHE) Somente obras especiais
Forçador (FR) Somente obras especiais

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3 Descrição do Comando EXCEL FV

Toda vez que o elevador inicia uma viagem, o sistema de controle determina a distância até o
pavimento de destino e calcula um padrão de velocidade otimizado para esta viagem. A
posição, velocidade e direção são continuamente monitorados através dos pulsos gerados
pela roda dentada acoplada ao limitador (configuração avançada) ou ao eixo do sem-fim da
máquina (configuração básica). A monitoração da posição e velocidade do carro permite uma
aceleração e retardamento suave e um nivelamento preciso. A utilização do inversor permite
que o sistema mantenha o mesmo desempenho independente do número de passageiros.

Utiliza motor de indução trifásico. Uma das características do motor de indução é que ele
opera mais eficientemente próximo a sua velocidade síncrona. Variando a freqüência de
saída, o controle do inversor pode manter a velocidade real do motor próxima a sua
velocidade síncrona durante a operação do elevador. Deste modo, o motor de indução
sempre é acionado numa faixa de rotação eficiente em todas as fases de viagem do elevador.

O inversor também controla o torque gerado pelo motor, isto é obtido pela variação da tensão
de saída do inversor, simultaneamente com a variação da freqüência.

Quando o elevador está desacelerando, a freqüência de saída do inversor é diminuída


gradualmente. Então a velocidade síncrona do motor torna-se menor que a velocidade real.
Neste caso o motor trabalha como um gerador convertendo energia mecânica em energia
elétrica, que realimenta o barramento DC do inversor.

Esta potência regenerativa é armazenada no capacitor do barramento DC até que a tensão do


barramento atinja certo nível. A partir deste nível a energia é dissipada (“queimada”) em
resistores de potência de modo a reduzir a tensão do barramento DC.

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4 Componentes e suas Funções

Tem como objetivo apresentar os componentes bem como localização e funcionalidade dos
mesmos.

4-1 Conjunto Painel Completo (DB4707 S05 ou posterior)

O painel do Ômega Excel-FV é constituído por duas partes, a frontal e a traseira. Na frontal,
temos situados na área superior as placas eletrônicas (UCP e I/O), responsáveis pelo
processamento e interfaceamento (comunicação) do sistema. Ao lado das placas temos um
painel de fusíveis e chaves para operação do elevador em manual. Na área inferior temos os
contatores “CA”, responsáveis pelo acionamento e sequenciamento do motor (S, D, A , RUN,
AL*, TR*, PA, PF), fusíveis NH, DJ1, Inversor, além dos terminais para conexão de pontos
internos, terminais para conexão das linhas de potência, e conectores para sinais de cabina,
poço e casa de máquinas.
Na traseira, temos resistências do queimador e do freio, isoladas da parte eletrônica,
dificultando a transferência de calor para as placas. Também estão localizados na traseira:
transformadores. Reatores, filtro de linha, fontes para sinalização, unidades de frenagem,
placa de segurança ou sensor de nivelamento, comutadora de varredura, atenuadora e
controladora do freio.

Nota !
(*) – somente com Atlas Safe II

De olho na manutenção.
Fazer a limpeza de todos os componentes internos (frontal e trazeira) e na
parte externa do painel, utilizando-se de pano e pincel. Ao limpar a parte
de trás do painel, não encostar o pincel nos terminais do capacitor.
Não é necessário limpar as placas eletrônicas, porém, deverão ser limpas
quando tiverem um acúmulo excessivo de poeira. (Usar pincel macio,
manusear levemente sobre a placa)

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Parte Frontal do Painel

Comando

Contatoras de porta

Fusíveis NH

Parte Traseira do Painel


Inversor
Trafo T2 Trafo T1

Placa
Controladora
Disjuntores Terminais do Freio
Filtro
Contatora A

Placa Sensor de
Velocidade de
Nivelamento

Fonte de
Alimentação
da Sinalização

Unidade de Conjunto
Frenagem Queimador

Indutor
Reator de Entrada
do Inversor

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4-2 Cuidados com as Placas Eletrônicas

Os componentes MOS são circuitos integrados (digitais) denominados com as siglas CMOS,
PMOS e NMOS. Com menor freqüência usa-se também transistores execução MOS.
Os componentes MOS necessitam de um manuseio todo especial, pois são extremamente
sensíveis a descargas eletrostáticas.
A destruição do circuito é em geral no momento da ocorrência de um pico excessivo. No
entanto, há casos em que continuam funcionando por poucas horas. Nestes casos, a
pesquisa de origem do defeito torna-se quase impossível.
Para proteger da melhor forma tais componentes, eles são providos de circuitos especiais
internos.
Embora os componentes MOS tenham estas características críticas, oferecem grandes
vantagens, que tornam a sua aplicação justificada, pelos seguintes motivos:
• Consumo de energia muito baixo.
• Boa relação entre as tensões utilizadas e as de interferência.
• Larga gama de aplicação. Possibilidade de construção de circuitos complexos,
relativamente simples e econômicos.
• Circuitos integrados e transistores com componentes semicondutores do tipo MOS são
externamente de aspecto idêntico aos de outra tecnologia. Por este motivo, todos os prints
onde foram empregados elementos MOS, são marcados com uma etiqueta de cor laranja
para chamar a atenção dos que lidam com este material, sendo também fornecido em
embalagens antiestáticas.

Cuidado!!!
As etiquetas de proteção de cor laranja, autocolantes, são colocadas nas
placas por ocasião de sua fabricação e não devem ser removidas. No caso
de se desprenderem, deverão ser renovadas imediatamente.

4-2-1 Embalagens, transporte e armazenamento

As placa com elementos MOS necessitam de uma proteção contra descargas eletrostáticas.
O material para a sua embalagem tem a propriedade adequada, eliminando a geração de
tensões eletrostáticas, que ocorrem, de modo geral, quando dois materiais diferentes ou
mesmo iguais atritam entre si.
Este mesmo material de embalagem evita danos de cargas estáticas de origem externa
devido à sua condutividade.
O material de embalagem antiestático é de fabricação especial, e portanto, de preço alto. Por
este motivo deve ser tratado com zelo, para garantir a sua reutilização por longo tempo.

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As placas com elementos MOS somente poderão ser transportadas em embalagens


antiestáticas e devidamente marcadas com a etiqueta MOS de cor laranja. É proibido usar
outro material para embalagem.
Placas que não sejam aplicadas, imediatamente, deverão ser guardadas dentro das
embalagens antiestáticas.

4-2-2 Manuseio das Placas

Para evitar o surgimento de cargas eletrostáticas a pessoa não deve vestir roupas de material
de alto valor isolante (como nylon).
As placas desembaladas não podem ser colocadas em superfícies que não ofereçam
proteção antiestática.
Em casos de dificuldades ambientais, deve ser usado o material das embalagens
antiestáticas para a forração do lugar, onde as placas forem colocadas.
Antes de retirar uma placa do seu encaixe no painel, ou pegar uma placa guardada, é
indispensável que o corpo seja “descarregado” . Isto é feito de maneira simples e eficiente,
tocando com ambas as mãos em uma parte aterrada (por exemplo: armação do painel de
comando, etc).
As placas não podem ser retiradas nem colocadas em seus suportes sem que primeiro seja
desligada a chave do respectivo elevador.

Qualquer manuseio sob tensão poderá destruir os componentes.

Atenção!

Intervenções e/ou medições nas placas, com elementos MOS


As placas com elementos MOS somente podem ser consertadas ou
alteradas na fábrica. As medições internas não podem ser feitas além das
exigidas pelas instruções específicas.
Se forem exigidas medições não constantes das instruções, estas só
poderão ser realizadas por pessoal especialmente treinado para tal.

De olho na manutenção.
Durante a manutenção preventiva, confira a fixação das placas eletrônicas

4-3 Placa CPU (Unidade Central de Processamento)


Esta placa é constituída pelos seguintes circuitos:

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4-3-1 CPU e Memória:

Responsável pelo controle e processamento de todas as informações, através das


seqüências lógicas contidas no sistema operacional (memória EPROM), administradas pelo
microcontrolador de 16 bits (80C196).
Os dados de configuração de obras referentes ao modo de operação durante a viagem
(aceleração/desaceleração, atuação do freio, etc.), quantidades e posicionamento dos
pavimentos ( inferior, superior, térreo, estacionamento) e outros, são introduzidos pela
INTERFACE HOMEM MÁQUINA e transferidos através do processador para a memória
permanente (EEPROM). Esta memória, além de manter os dados gravados mesmo sem a
sua alimentação, permite a gravação de novos dados de configuração sempre que
necessário, sem que a mesma seja retirada da placa de circuito impresso.

4-3-2 Interface Homem Máquina (IHM)

Proporciona a comunicação do técnico com o sistema através das três teclas e três display's
de sete segmentos. Através das teclas podemos selecionar e alterar parâmetros indicados
nos display's. Estas tem as funções (da esquerda para direita), DECREMENTA,
INCREMENTA e ENTRA.

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Atenção !
Pressionar as teclas com cuidado, pois o esforço em demasia danificam as
mesmas.

4-3-3 Saídas para Sinalização

Responsável pelo iluminamento de cada segmento ou ponto da sinalização de pavimento e


cabina.

RODA CONJUNTO BLOCO PLACA PLACA ___


DENTADA SENSOR I/O UCP

Com o movimento da cabina temos o deslocamento da roda dentada acoplado ao limitador de


velocidade ou no eixo da máquina de tração que através dos seus dentes interrompem os
feixes de luz de dois sensores ópticos no conjunto bloco sensor gerando dois sinais (INA e
INB).

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Estes sinais (nível de 20V) entram no painel através dos terminais localizados na parte inferior
sendo interligado com a placa I/O através dos conectores CN13 (pinos 02, 06, 07) e CN18
(pino 07). A placa I/O reduz para uma tensão a nível de 5V e transmite para UCP via conector
CN19.

A placa CPU ao receber estes sinais, envia-os diretamente para o conjunto indicador, através
dos conectores DB25 (CN23), a indicação do pavimento gravada em sua memória EEPROM.

Os conjuntos indicadores de posição (IP1/IP2 e IPM) dos pavimentos e de cabina, funcionam


com sinal serial provenientes da UCP. A alimentação das sinalizações é feita através da fonte
da placa I/O (20UR) ou fonte para sinalização (DC7984G001), dependendo do tipo de
sinalização utilizada. Quando o n.º de pavimentos com IP1 for acima de 20 utiliza 02 (duas)
fontes para sinalização.

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► Indicador de Posição Serial de 16 Segmentos (IP2)

► Botoeira de Pavimento com Seta Sargento

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► Indicador de Posição Matricial (IPM)

► Seta Matrcial

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► Acoplador Óptico

Basicamente, um acoplador óptico é formado por um transmissor e um receptor, ambos


montados num mesmo invólucro.

Fotodiac
LED (Transmissor) (Receptor)

Diac

Diodo (Transmissor)
Foto Transistor
(Receptor)

LED
(Transmissor)

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O acoplador óptico é muito utilizado quando se deseja fazer a transferência (passagem) de


um sinal de um circuito para outro com isolamento quase que infinito (sem interferência),
garantindo maior imunidade a ruídos eletromagnéticos.

LED “A”

I
N
T
E
R
CPU F
A
C
E

PLACA I/O ACOPLADOR


ÓPTICO

Para energizar a bobina do contator “A”, a placa UCP informa ao circuito de interface da placa
I/O para disparar o foto acoplador e alimentar com 115Vac a bobina. O led “A” quando aceso
sinaliza que a placa UCP liberou a placa I/O para ligar o contator “A”.

► Interface de Chamada

Responsável pelo interfaceamento das linhas de varredura, leitura de botões e iluminamento


(VX, BTX E LDX) com o microprocessador. Todas as linhas de chamada (VX, BTX E LDX)
são isoladas opticamente para proteger os circuitos de monitoração destes dados, contra
interferências.
O módulo de chamadas de cabina e pavimento possui as mesmas características. Cada
módulo é interligado com a parte inferior do painel através dos plugs C4 e C5 (cabina) e P1 e
P2 (pavimento).
A interligação dos plugs com a placa UCP é feita através de conector CN22.

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Basicamente o princípio de funcionamento do circuito de chamadas é similar ao Comando


Ômega I, porém, as ligações de varredura (VX), leitura de botões (BTX) e iluminamento (LDX)
foram modificadas, diminuindo a quantidade de fios tanto para a cabina como para os
pavimentos.

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Para cada agrupamento de oito módulos de chamadas na vertical, existem duas linhas em
comum: uma linha de leitura dos botões (BTX) e outra de iluminamento dos led’s (LDX).

Atenção !
Observar que o botão de chamada de subida do extremo inferior está
ligado juntamente com as chamadas de descida, isto não está incorreto, o
sistema está preparado para realizar esta leitura.

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► Registro de Chamadas pela Casa de Máquinas

Para registrar uma chamada de cabina e/ou pavimento.


Utilizar a Interface Homem Máquina (IHM) selecionando os seguintes parâmetros:

B00 - registro de chamadas de cabina.


B03 - habilitação de chamadas aleatórias.
B08 - registro de chamada de pavimento de descida.
B09 - registro de chamada de pavimento de subida.

► Entradas Analógicas

Este circuito é responsável pela comparação das linhas U, V e W. O microprocessador ao


receber estes sinais impede que o elevador entre em funcionamento se ocorrer:

Erro de seqüência de fases (F31).


Falta de fase U (F32).
Falta de fase V (F33).
Falta de fase W (F34).
Sobretensão (F35).
Subtensão (F36).
Falha de sincronismo com a rede (F37).

A interligação da placa CPU com a rede é através dos conectores CN14 (pinos 01, 03 e 05) e
CN18 (pinos 19, 20 e 22) da placa I/O.

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Quando a tensão da rede for de 380/440Vac, deve-se intercalar a placa atenuadora (JV0122)
para compatibilizar com a tensão de entrada da placa I/O.

VARISTOR

RESISTOR
CONECTOR

► Comunicação

O circuito de comunicação é utilizado somente para atender configurações do tipo Duplex (2


carros) ou grupo (3 a 8 carros) ou quando possuir DAFFE.

Conector coaxial fêmea (fixo na placa).


Utilizado para grupos de 3 a 8 carros ligados em rede, quando possuir DAFFE ou com 2
carros com IGPS/IGPD.

Conector fêmea (73479PY009; fiação móvel )


Utilizado para Duplex ou quando possuir DAFFE.

1 5

6 9

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Placa CPU

► Quadro de resumo das funções da placa CPU:


Saídas para
acionamento das
CPU E Memória Interface Homem sinalizações:
Máquina IP1/2 e gongo eletrônico
CPU:
° Possibilita selecionar CAB/PAV (CN23)
responsável pelo controle e
e gravar parâmetros.
processamento de todas as
tarefas. ° Verificar falhas.

Memórias:
EPROM: contém o programa
da sequência operacional.
EEPROM: contém os dados de
configuração da obra
PLACA COMUNICAÇÃO
CPU Usado somente para
duplex (2 carros), grupo
(3 a 12 carros) ou
ENTRADAS ANALÓGICAS DAFFE.
Responsáveis pela comparação
das linhas U,V e W

INTERFACE DE CHAMADA
Responsável pelo interfaceamento das
linhas de varredura, leitura de botões e
iluminamento com o microprocessador.

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4-4 Placa I/O (Interface de Entrada e Saída)

Esta placa é constituída pelos seguintes circuitos:

► Segurança

Formada por quatro sensores de corrente distribuídos nas linhas de segurança geral.
Segurança de porta, automático/manual e nivelamento. Os sensores de corrente interrompem
imediatamente as linhas que alimentam os relês AUT1 e AUT2. SEG1 e SEG2, N1 e N2
correspondentes, caso eles sejam curtocircuitados.

► Entradas

Através das entradas, o microprocessador fica informado das condições de trabalho do


elevador, e continua com as tomadas de decisões estipuladas no sistema operacional, essas
entradas são isoladas opticamente e sinalizadas através de led’s, garantindo melhor
imunidade à ruídos e facilidade na monitoração.

Estas entradas são descritas a seguir, e os seus led's de monitoração acendem conforme a
ocorrência ao seu lado.

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Led´s Ocorrências
IOS I/O em sincronismo (quando faltar CX ou CY, o led se apaga).
SEG1 Relê de segurança (SEG1 da placa I/O) desacionado.
SEG2 Relê de segurança (SEG2 da placa I/O) desacionado.
AUT2 Relê de segurança (AUT2 da placa I/O) desacionado.
AUT1 Relê de segurança (AUT1 da placa I/O) desacionado.
CT Contato de trinco fechado.
PC Porta de cabina e emergência fechadas.
PP/RMC Porta de pavimento e contato de barra de proteção em continuidade.
SEGG Segurança geral em continuidade.
SEGP Segurança de porta em continuidade (PP/PINS/RMC/PEM/PC/CT).
AUT Em automático.
LAD Limite de alta na descida não acionado.
WH Atingido 80% da carga.
LAS Limite de alta na subida não acionado.
LD Limite de parada na descida não acionado.
DAF Em operação com dispositivo para funcionamento com força de emergência.
CY Não tiver massa na linha CY.
CX Não tiver massa na linha CX.
LS Limite de parada na subida não acionado.
PO Botão na cabina para abrir porta não acionado.
FC Quando não obstruído o facho de proteção.
ID Posição de nivelamento na descida (sensor óptico) não atingida.
ASC Quando em ascensorista.
IS Posição de nivelamento na subida (sensor óptico) não atingida.
LPA Limite de porta aberta não acionado.
OEI-1 Em operação de emergência contra incêndio (FASE 1).
A Contator A acionado.
D Contator D acionado.
S Contator S acionado.
RES1 Alimentação do inversor através do contator “BR”.
RES2 Entrada reserva.
RES3 Entrada reserva.
OEI2 Em operação de emergência contra incêndio (FASE 2).
COD Em operação de manutenção (ATLAS CODE).
RMT Rampa magnética desligada (avançada).
SN Acionado nivelamento.
N1 Relê de renivelamento (N1 – da placa I/O) desacionado.
N2 Relê de renivelamento (N2 – da placa I/O) desacionado.
TRFO Contator AL acionado (SAFE II).
AE Contator Run acionado.
LS4 Limite de alta na subida não acionado (vel. ≥ 120 m/min).
LD4 Limite de alta na descida não acionado (vel. ≥ 120 m/min).
WN Peso não ultrapassou o limite máximo (110%).
B6 Não utilizado.

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► Saídas

As saídas processam a comutação (liga/desliga) dos contatores, além da rampa magnética e


ventilador da cabina. Suas saídas também são isoladas opticamente e sinalizadas através de
led’s, garantindo melhor imunidade a ruídos e facilidade de monitoração.
Estas saídas são descritas a seguir, e os seus led´s de monitoração acendem conforme a
ocorrência ao seu lado:

Led’s Ocorrências
D Acionado contator D.
S Acionado contator S.
A Acionado contator A.
NIV Acionado o circuito de renivelamento (RNA).
VM Não utilizado.
PA Acionado o contator PA.
PF Acionado o contator PF.
A CODE Acionado a segurança do ATLAS CODE.
VC1 Acionado ventilador de cabina
VC2 Acionado ventilador de cabina
SP1 Não utilizado.
SP2 Acionado contator RUN.
SP3 Acionado contator TR (SAFE II).
SP4 Não utilizado.
SP5 Não utilizado.
SP6 Grude do contator AL (SAFE II).
SP7 Acionado contator BR (SAFE II).

Nota !
Estes led’s da placa I/O (saídas) não estão em posição visível, pois
encontram-se atrás da placa CPU.

► Led's Complementares

Led’s Ocorrências
LD1 Indicação da fonte - 12V.
LD2 Indicação da fonte + 12V.
LD3 Indicação da fonte + 5V.
LD4 Acionamento dos relês AUT1 e AUT2.
LD5 Indicação da fonte + 20V.
LD25 Circuito de freio (bobina desenergizada).
LD26 Acionamento dos reles SEG1 e SEG2.
LD27 Sensor de corrente de circuito de segurança de porta.
LD28 Circuito do termistor (excesso de temperatura no motor).

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LD29 Acionamento do reles N1 e N2.


LD30 Acionamento do relê MP.
LD75 Acionado NIVAUX (relê auxiliar de nivelamento).
LD76 Carga da bateria “OK” (SAFE II).
LD77 Reserva (Res5).

4-4-1 Interface

É através deste circuito que as entradas e saídas são transformadas em linguagem/sinais,


que permitem que a placa UCP faça a leitura dos dados ao monitorar as entradas, e controla
o acionamento das saídas.
A troca de informações/sinais entre a placa I/O (CN18/19) e a UCP (CN20/21) é feita através
de duas cintas.

4-4-2 Circuitos de Freio e Termistor

Por intermédio destes são realizadas as monitorações da liberação do freio e da temperatura


do motor, ambas entradas são isoladas opticamente.

► Freio

Fechando-se os contatos S ou D, A e “MF” do inversor a bobina do freio é energizada. Se


ocorrer alguma falha e o freio não for liberado, após 1 segundos da manobra ser ligada, o
elevador estanca e fica parado acusando falha F09 complemento 000.
Após corrigir o problema deve-se desligar e ligar o disjuntor, para dar um “reset” no sistema e
colocar o elevador em funcionamento normal.

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Nota !
Somente para máquina W140 ou W163 é necessário utilizar o resistor
RAT, para diminuir a tensão para a bobina, que é de 80 Vcc.

Semelhante aos outros Comandos Excel, a corrente que circula na bobina do freio, alimenta
também os pontos IF/F+ para monitoração do freio através do led 25.

Lembre-se !
Qualquer serviço que for ser executado no Freio, deverá ser seguido os
procedimentos de segurança:
• Colocar o elevador no extremo superior;
• Passar o elevador para manual;
• Fechar a porta de cabina;
• Desligar a chave geral.

4-4-3 Termistor

É um componente que tem a característica de variar sua resistência em função da


temperatura, motivo pelo qual, é aplicado para proteger o motor de tração contra aquecimento
excessivo das bobinas. Se o termistor atuar o elevador prepara a parada no pavimento mais
próximo, abre a porta e fica parado acusando falha F11. Normalizando a temperatura permite
que o elevador volte a funcionar.

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4-4-4 Fonte

Através deste circuito são obtidas as seguintes tensões:

a) +5Vcc - Estabilizada, utilizada para alimentar os circuitos integrados (CI) da família TTL.

b) +12Vcc\-12Vcc – Estabilizada, utilizada nos circuitos de comunicação.


+18Vcc – não estabilizada, utilizada no circuito de alimentação do relê MP, NIV AUX. e
disparo do tiristor do freio.

c) +20Vcc (20F) - Estabilizada, utilizada nos circuitos de chamadas.


+20Vcc (20UR) – Não estabilizada, utilizada nos sensores das rodas dentadas (taco do
motor e limitador) e sinalização.
0V (20R) – Referência da fonte de +20Vcc.
+100Vcc (RM1+/RM2-) – não estabilizada, utilizada para alimentar a bobina da rampa.

► Quadro de Resumo das funções da placa I/O

Entrada:
Informam a placa UCP
das condições de
trabalho do elevador
Segurança: (LS1, LD3 OEI, etc.)
Formada por quatro Saídas:
sensores de corrente Processa a comutação das
distribuídos nas linhas de bobinas (contatores, RMT e
segurança geral ventilador.)
(LCS, LCD, RG PP, CT,
PEM, etc.) PLACA
I/O Interface:
É através deste circuito que as
entradas e saídas são
Circuitos de freio e transformadas em
termistor linguagem/sinais que permitem
Monitoram a liberação do que a placa UCP faça a leitura dos
freio e a temperatura do dados das entradas e aciona as
motor respectivamente. saídas

Fonte:
+5V circuitos integrados
+12/-12V comunicação
+18Vcc disparo do tiristor, relê
MP. e NIV AUX
+20V (20F) Chamadas
+20Vcc (20UR) buffers taco e limitador e
sinalização
0V (20R) Referência da fonte+20V
+100Vcc RMT

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Atenção !
V =Tensão estabilizada (tensão constante, independente de carga)
Vcc =Tensão não estabilizada

4-5 Disjuntor Tripolar (DJ1)

É um disjuntor geral. Desarma em caso de sobrecarga, protegendo o circuito de alimentação


do painel, motor da porta de cabina, barra da proteção eletrônica e circuito indicador de
posição.

Aplicações 220V 380/440V

C/ mais de 2 10 A 6A
IPM ou mais 73185AA005 73185AA004
de 2 IP2-16
segmentos.

Outras 4A 2,4 A
configurações 73185AA003 73185AA002

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Sempre inspecionar a integridade da parte física do disjuntor, como capa,


botões,etc.

Em toda manutenção, verificar se há algum fio solto devido a vibração ao ligar e


desligar as contatoras que ficam próximo ao disjuntor.

4-6 Suporte de Fusíveis / Chave

Fusíveis Amperagem Função


FUS 1/2 1A Circuito de alimentação dos indicadores
de pavimento.
FUS 3 4A Fonte de 20V (circuitos de chamadas,
sensor da roda dentada do
limitador/máquina, indicador de posição).
FUS 4 4A Fonte de +5V (circuitos integrados).
FUS 5/6 1A Fonte de +/-12V e +/-18V (circuitos de
comunicação/relê MP, relê NIV AUX,
tiristor do freio).
FUS 7 5A CX.
FUS 8 0,5 A Sensores de corrente (circuito de
proteção).
FUS 9/10/11 3A Circuito do motor do operador de porta.
FUS 12/13 10 A Circuito de luz de cabina e tomada no
painel, cabina e poço.
FUS 14 1A Fonte para IP1, IP2 serial ou IPM.
FUS 15 1A Fonte somente com IP1 em 20 a 40
pavimentos.

Atenção!
Nunca "jumpear" fusíveis e sempre substituir pelo valor de corrente
correto.

► Chaves

LUZ:
Liga/desliga o circuito de luz na cabina e no poço e tomadas no painel, cabina e poço.

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PORTA:
Liga/desliga o circuito do motor do operador de porta.

PA/PF:
Em operação manual liga/desliga os contatores PA e PF para controlar a porta de cabina.

SOBE/DESCE:
Em funcionamento manual permitem movimentar o elevador no sentido de subida ou descida.

AUT/MAN:
Para transferência automático/manual.

BLC:
Botão limite de curso curtocircuita os limites de curso.

4-7 Plug Hylok (Identificação)

São aplicados dois tipos de Plug Hylok:

CABINA PAVIMENTO
Plug
C1 C2 C3 C4 C5 C6 C7 C8 C9 C10 P1 P2 P3 P4 P5 P6
Pino
01 301 P18 423 BT4 V00 RI1 264 MS AU VOO BT0 197 AU 8D
02 302 P2 186 BT5 V01 144 MC BU V01 BT1 198 BU 8S
03 303 P3 RI4 BT6 V02 PA MD V02 BT2 P21
04 CX 238 122 BT7 V03 270 PF 245 V03 BT3 2S 4D
05 LZ3 246 LD4 V04 RI5 75 EU V04 BT4 109 EU 4S
06 LZ4 FE4 RI2 LD5 V05 72 CY V05 LD0 P22
07 135 65 LD6 V06 138 TR2 20F GU V06 LD1 P19 GU 20F
08 136 P8 LD7 V07 Vent TR3 V07 LD2 P20
09 LD3 G0 CX
10 LD4 G1 20R
11 LZ3 G2 321
12 LZ4 G3 322

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1 1

Cabina Pavimento

9 12

De olho na manutenção.
Deverá ser feito uma checagem da existência de jumpeamento indevidos
em todos os hyloks (conectores plug), corrigindo caso isto ocorra, para
evitar eliminação de circuitos, principalmente no circuito de segurança.
Obs.: Existem pinos jumpeados de fábrica.

4-8 Contatoras

2 5

3 6

1 Terminais de ligação dos contatos principais


2 Tampa
3 Barra de Engate
4 Terminais de ligação da bobina

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5 Conjunto bobina
6 Cabeçote da contatora
7 Terminais de ligação dos contatos auxiliares

4-8-1 Identificação dos contatos e bobinas

 Bobinas

Os terminais da bobina são identificados por A1 e A2.

 Contatos

Os contatos principais são, na maioria dos casos, normalmente aberto;


Contatos auxiliares podem ser identificados de duas maneiras:

NC ― Normalmente Fechado
NO ― Normalmente Aberto

21 numeração com finais 1 e 2 são sempre NC


22

13 numeração com finais 3 e 4 são sempre NO


14

Atenção !
Todos estes dados estão gravados no próprio contator

4-8-2 Blocos Auxiliares (Aditivos)

Caso necessite de um número maior de contatos, deve-se acoplar o bloco na barra de engate
da contatora.

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4-8-3 Tipos de Contatoras

São utilizados vários tipos de fabricante de contatoras:

Ref. no Desenho NO NC NO NC NO NC
13 21 31 43 53 61 *
GE / ABB 14 22 32 44 54 62
13 61 71 83 53 21
Telemecanic AB 14 62 72 84 54 22
13 ** 61 81 73 53 21
Kap – Lovato 14 62 82 74 54 22
* ou 11 / 12 para contatora AL
** ou 113 / 114

De olho na manutenção.
- Durante a manutenção preventiva, não se esqueça conferir a fiação,
reaperto e fixação dos contatos.

- Analisar o bloco aditivo fixado no contator, e/ou o contator; se há trincas,


má fixação, ruído ao ligar. Trocar conforme necessidade.

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4-8-4 Funções das Contatoras / Relês

Nome Função
PA Liga o motor de porta no sentido de abertura
PF Liga o motor de porta no sentido de fechamento
A Conecta o enrolamento do motor à saída do inversor
RUN Fecha o circuito de liberação do inversor
S Sinaliza para o inversor o sentido da viagem de subida
D Sinaliza para o inversor o sentido da viagem de descida
SEG1 Permite o sequenciamento da linha de segurança
SEG2 Permite o sequenciamento da linha de segurança
AUT1 Aciona modo automático
AUT2 Aciona modo automático
N1 Aciona renivelamento
N2 Aciona renivelamento
MP Interrompe a linha de segurança geral sem a presença da memória EPROM
NIV / AUX Auxiliar de nivelamento
TR Transferência de alimentaçãodo inversor (SAFEII)
AL Transferência de alimentação do comando (SAFEII)

4-9 Placa Atenuadora (Conjunto DAFFE) JV0140

Utilizada somente com DAFFE e seu grupo varia de acordo com a tensão fornecida pelo
gerador a diesel:

 G001 ― 220 Vac


 G002 ― 380 Vac
 G003 ― 440 Vac

Sua função é diminuir a tensão de entrada para aproximadamente 115 Vac que irá
compatibilizar com a tensão normal de trabalho da placa I/O.

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A placa I/O ao receber alimentação nos conectores CN9 (04) e CN9 (05) envia à placa CPU
um sinal informando que o elevador a partir deste instante, passa a operar de acordo com a
estratégia de funcionamento do DAFFE.

4-10 Inversor

É um dispositivo eletrônico destinado ao controle de motores de indução trifásicos.

4-10-1 Funcionamento

Internamente ao inversor a tensão AC da rede elétrica é convertida em tensão DC através de


uma ponte retificadora. Esta tensão DC é filtrada de modo a fornecer uma tensão DC estável
para o inversor. O inversor usa modulação PWM (pulse width modulation – modulação por
largura de pulso) para converter tensão DC em sinal AC com tensão e freqüência variáveis.
Assim o inversor fornece uma corrente AC com freqüência controlada. Internamente o
inversor utiliza tecnologia denominada de Controle Vetorial para determinar a freqüência e
tensão a ser aplicada no motor. Em função da configuração do elevador utilizamos controle
vetorial em malha aberta ou malha fechada.

 Malha fechada (flux vector): o inversor é capaz de produzir torque com velocidade
zero e excelente controle de torque em baixas velocidades; utiliza encoder no motor.

 Malha aberta (open loop vector): o inversor utiliza injeção de corrente contínua no fim
da viagem com o objetivo de controlar a parada do carro.

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AC DC AC

Tensão

Corrente

Forma de onda na Entrada Forma de onda na Saída

Observe os sinais abaixo; de acordo com a tensão aplicada no motor de tração, a largura de
cada pulso varia (aumenta ou diminui).

Portanto, quanto maior a duração do pulso, maior a tensão e quanto menor a duração do
pulso, menor a tensão. Quanto maior a freqüência aplicada no motor, maior será a velocidade
do elevador e vice-versa.

N = 120 x F
P

N - Velocidade do motor (RPM).


F - Frequência (HZ).
P - Número de pólos.

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Tensão Média

0 Baixa Frequência
||
Baixa Tensão

Alta Frequência
0 ||
Alta Tensão

O motor responde a média tensão pulsante aplicada que eqüivale a uma senóide com
freqüência determinada pelo módulo de controle PWM. Variando-se simultaneamente a
tensão e a freqüência, o torque se mantém praticamente constante.

Torque = Tensão =V
Freqüência F

4-11 Transformadores
T1

T2

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Tensão
Trafo Enrol. Term. Proteção Função
AC (V)
F1 220/380/ Disjuntor
Prim.
F2 440 DJ1
Fusível
TFX
115 FUS. 7-5 Alimenta as linhas CX e CY
CY
A
Fusível Alimenta fonte de +20Vcc (circuito de
TF6
19 FUS. 3-4 chamadas, sensores da roda dentada,
AC7
T1 A indicadores de posição)
Sec.
E
F
G Placa de segurança JV249 / placa
14,5
H sensor de velocidade de nivelamento
I JV0259
F1 220/380/ Disjuntor
Prim.
F2 440 DJ1
TF1 Fusível
Alimenta fonte +5Vcc (circuitos
AC2 FUS. 4-4
10 integrados)
A
T2
Sec.
TF3 Fusível
Alimenta as fontes de ±18Vcc (MP /
AC5 Fus.5/FU
16,5 NIV AUX)
TF4 S.6
1A e ± 12Vcc (circuito de comunicação)

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4-12 Placa Atenuadora (JV0122)

Aplica-se somente quando a tensão da rede for de 380Vac ou 440Vac. Sua função é diminuir
a tensão de entrada e mantê-la sempre em 220Vac nos pinos 01, 03 e 05 do conector CN14.

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4-13 Placa de Segurança (JV0249)

É a interface de comunicação entre o comando EXCEL-FV com o conjunto inversor. Funções


realizadas pela placa:

a) Envia o sinal de referência de velocidade para o inversor colocar o elevador em


viagem (padrão ideal = 0 –10V)
b) Limita a velocidade, isto é, reforça a segurança, durante o retardamento nos
extremos através dos sinais enviados pelos limites MBS4/MBD4....etc. (music box).
c) Verifica a ocorrência de sobrevelocidade (110%).
d) Compara o sinal de velocidade enviado pelo comando EXCEL-FV com o sinal de
velocidade real do limitador de velocidade.
e) Verifica se a velocidade está maior que 70% durante o retardamento nos extremos
quando atuar o limite LRS ou LRD.
f) Verifica se a velocidade está maior que 18m/min durante o renivelamento na zona
de nivelamento.

Atenção !
Aplica-se para velocidade de 120 à 150 m/min ou 2 à 2,5 m/s

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Led Função
Indica presença dos níveis de tensão: +15V/+12v +5V (fusíveis F1/F2).
LED1 (fonte)
Normal aceso
LED2
(SPMU) Desliga a segurança geral quando houver erro entre os sinais de velocidade
Unidade de real e ideal (30%)
monitoração Obs.: Ocorrendo a falha deve-se dar um “reset” na placa de segurança
de proteção através do botão CH1.
de velocidade Normal apagado
Desliga segurança geral se a velocidade ultrapassar 10% da nominal. Normal
LED3 (V110)
apagado
Fica aceso durante a viagem (aceleração/nominal) apagando no
retardamento.
LED4 (LV) Desliga segurança geral se a velocidade nos extremos, for maior que 70% da
nominal ao atingir os limites LRS/LRD.
Fica aceso durante a viagem (aceleração/nominal) apagando no
retardamento.
Atua no circuito de renivelamento e no contator PA. Com velocidade maior
LED5 (V18)
que 18m/min.
Impede que o elevador renivele de porta aberta.
D300 Indica presença de alimentação da placa buffer do limitador (fusível F3).
(fonte VI) Normal aceso
MB14 (LD5) CX – sempre aceso.
MB21 (LD9) Aceso quando os limites MBS1 e MBD1 não estão acionados.
MD40 (LD8) Aceso quando os limites MBS2 e MBD2 não estão acionados.
MD63 (LD7) Aceso quando os limites MBS3 e MBD3 não estão acionados.
MD82 (LD6) Aceso quando os limites MBS4 e MBD4 não estão acionados.
LD11 Aceso quando sobe
LD12 Aceso quando desce
LED 6 Verifica falha dos pulsos de clock. Elevador parado o LED fica aceso.
Detecta falha de comunicação entre a placa “CPU” e a placa de segurança (
LED 7 a função check sum confere a integridade dos dados enviada pela CPU à
placa de segurança). Em condição normal fica apagado.

4-13-1 Código das Placas

Placa de segurança
Identificação Sub. Aplicação
JV0249G001 04 ou Posterior Velocidade menor que 300m/min
JV0249G003 04 ou Posterior Velocidade igual a 45m/min
JV0249G004 04 ou Posterior Velocidade menor que 300m/min ( c/ check sum )
JV0249G006 04 ou Posterior Somente para 45m/min ( c/ check sum )

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4-13-2 Circuito Elétrico

De olho na manutenção.
- Na manutenção preventiva, verifique se a velocidade gravada na placa
corresponde com a velocidade nominal do elevador.

- Inspecionar fisicamente sua integridade, isto é, aquecimento em excesso,


trincas na placa, sujeira em excesso, jumpeamento ou qualquer outra
situação que altere sua eficiência.

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4-14 Placa Sensor de Velocidade de Nivelamento (JV0259)

Analisa o sinal de velocidade da cabina através do buffer do limitador (XB2) e impede que o
elevador renivele de porta aberta com velocidade maior que 18m/min.
Aplica-se para velocidades de 45m/min até 105m/min.

4-14-1 Circuito Elétrico

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4-15 Placa Controladora do Freio (JV0192)

Sua função é controlar a liberação do freio, somente após o acionamento do inversor (contato
MF).
Isto é feito por meio de um circuito retificador controlado, sendo que o seu disparo é através
do conjunto eletrônico (UCP e I/O). O led quando aceso indica que o controle liberou a
abertura do freio.

Identificação Sub Aplicação


JV0192G001 04 ou posterior Corrente do freio até 1 A
JV0192G002 04 ou posterior Corrente do freio entre 1 A e 2,5 A
JV0192G003 04 ou posterior Corrente do freio até 1 A, Alpha com RNA
JV0192G004 04 ou posterior Corrente do freio entre 1 A e 2,5 A, Alpha com RNA
JV0192G005 04 ou posterior Corrente do freio entre 2,5 A e 5 A
JV0192G006 04 ou posterior Corrente do freio entre 5 A e 10 A

4-15-1 Circuito Elétrico

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4-16 Unidade de Frenagem (73182DA001/002/003)

Controla a tensão do barramento DC. Este controle ocorre na desaceleração, onde o motor
trabalha como gerador, convertendo energia mecânica em energia elétrica, que será
armazenada nos capacitores do barramento DC até atingir um valor limite. Ultrapassando este
valor, o excesso será descarregado no conjunto queimador.
Em função da corrente a quantidade de Unidade de Frenagem varia:

Até 32 A não utiliza;


De 33 A até 96 A utiliza uma unidade;
De 97 A até 160 A utiliza duas unidades.

Atenção !
Não esquecer de configurar internamente o jumper como “slave” (escravo),
quando utilizar duas unidades.

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4-16-1 Circuito Interno

Possui jumper para selecionar a tensão de alimentação da rede e a tensão de disparo da


frenagem:

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200V class* Braking Start 400V Class* Braking Start 575V class* Braking Start
Power Voltage Power Voltage Power Voltage
Supply (PN Bus-bar Supply (PN Bus-bar Supply (PN Bus-bar
Voltage Voltage) Voltage Voltage) Voltage Voltage)
**230V 380V (TYP) 460V 760V (TYP) 575V 950V (TYP)
**220V 365V (TYP) 440V 730V (TYP)
**208V 345V (TYP) 415V 690V (TYP)
**200V 330V (TYP) 400V 660V (TYP) 500V 825V (TYP)
380V 630V (TYP)
* Tensão máxima para descarregar o capacitor do barramento DC
** Variação de tensão permitida é ±10%

4-17 Conjunto Queimador

É um banco de resistências de potência (tubulares) que tem a finalidade de dissipar (queimar)


a energia de realimentação do barramento DC do inversor. Trabalha em conjunto com a
unidade de frenagem quando aplicado.

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4-17-1 Circuito Elétrico

4-18 Indutor de RF e Placa de Capacitores (JV0201)

Indutor Placa de Capacitores

São responsáveis pelo filtro de RF, evitando que as interferências geradas na conversão de
CC para CA, retornem para a linha, poluindo a rede elétrica do edifício.

Indutor de RF: DD9948 até 33 A


DD9904 de 34 A até 96 A

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4-18-1 Circuito Elétrico

4-19 Reator de Entrada do Inversor RE1/RE2

É um filtro contra pico de corrente (curto) na rede, no instante de “start” ao energizar os


capacitores.

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4-19-1 Circuito Elétrico

4-20 Placa Comutadora de Varredura (JV0239)

Aplicada em sistema duplex com uma linha de botoeiras nos pavimentos.


Transfere os sinais de VX/BTX/LDX do carro “B” para a linha de botoeiras caso paralise o
carro “A”:

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5 Conjunto Máquina de Tração

5-1 Encoder (DC725X001)

É acoplado no mesmo eixo do motor “CA” e tem a finalidade de informar a velocidade real do
elevador para o inversor.
A interligação do encoder até o inversor é feita através de um cabo blindado (DC7740G001) e
uma placa interface para encoder (73182HA001) para Inversor G5.

Conhecida como Placa PG

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5-2 Buffer do Taco do Motor (JV0228)

Acoplado ao eixo do sem-fim (CE190) tem a finalidade de informar a referência de velocidade


real, posições intermediarias e direção.

5-2-1 Circuito Elétrico

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6 Conjunto Limitador de Velocidade

6-1 Buffer do Limitador (JV0132)

Está posicionado junto a roda dentada acoplada ao limitador de velocidade de tal forma a
gerar sinais de onda quadrada. Estes sinais estão defasados entre si de 1/4 do período, a fim
de detectar o sentido de movimento da cabina (subida ou descida).

6-1-1 Sinais

Os sinais INA/INB têm a função de informar a posição da cabina para a placa I/O. Enquanto
que os sinais TDG1A/TDG1B informam a velocidade real da cabina para a placa de
segurança ou para a placa sensor de velocidade de nivelamento.

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6-1-2 Circuito Elétrico

6-2 Gerador de Pulsos – Encoder (IG 500) e Veeder Root

IG 500 Veeder Root


Está acoplado ao limitador de velocidade de tal forma a gerar 500 pulsos (IG 500) por rotação
e 50 pulsos ( fixo no eixo) ou 80 pulsos (com correia plana) para Veeder Root.

Foram criados novos grupos de placas I/O’s – JV0151 (G13 à G16) para atender uma nova
aplicação de gerador de pulsos com encoder Veeder Root no limitador de velocidade. O uso
do encoder Veeder Root substitui o IG500 no limitador de velocidade GBP e também a placa
JV0307 na parte traseira do painel de comando.

A criação desses grupos foi necessária para adequar a tensão de alimentação de 24V (valor
antigo de 28V) exigida pelo encoder Veeder Root.

Para maiores esclarecimentos, consultar a IT1046 no teor informativo.

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6-3 Placa Interface para Encoder (JV0307)

Atua como divisor de pulsos do encoder para as placas: I/O, segurança e sensor de
velocidade de nivelamento (dividido por 10).

6-3-1 Circuito Elétrico

Veeder Root

IG 500

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7 Conjunto Sensor de Posição

É instalado no cabeçote superior da cabina, o conjunto suporte com sensores ópticos (IS/ID) e
REED’S (SUP/INF) e em todos os pavimentos, o conjunto placa magnética.
Tem a finalidade de:

1) Indicar a posição de nivelamento entre cabina e pavimento na fase de rebitagem


automática.
2) Indicar zona de abertura de porta.
3) Informar ao comando a posição de nivelamento a cada passagem por uma placa de
pavimento, o qual corrige a sua contagem automaticamente.
4) Permitir pré-abertura de porta e o renivelamento da cabina quando esta estiver 6cm
acima ou abaixo da soleira do pavimento (só com RNA).

7-1-1 Circuito Elétrico

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7-1-2 Circuito Interno do Nivelamento

Reed de RNA

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8 Limites

Posicionar e ligar os limites dos extremos (poço/caixa), conforme tabela abaixo:

VVVF/VFVC/EX800-FV
Veloc.
45 60 75 90 105 120 150
m/min
LCS/LCD 0,20 0,20 0,20 0,20 0,20 0,20 0,20
LS1/LD1 0,05 0,05 0,05 0,05 0,05 0,05 0,05
LS3/LD3 0,50 0,85 1,25 1,70 2,25 2,25 2,25
LS4/LD4 2,90 4,40
LRS/LRD 0,85 1,30
MBS1/D1 0,10 0,10
MBS2/D2 0,25 0,40
MBS3/D3 0,55 0,90
MBS4/D4 1,00 1,60

Atenção !
As medidas estão em metros.

VVVF: Voltagem Variável e Freqüência Variável.


VFVC: Freqüência Variável e Controle Vetorial.
FV: Freqüência Variável.

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8-1 Diagrama Funcional (Malha Fechada)

Sinal do Seletor (INA /INB)


UCP
Padrão de Velocidade (Digital)

I/O
Comandos
(S / D) SINAL DOS LIMITES – MUSICBOX
PLACA
Referência
SOBREVELOCIDADE NOS EXTREMOS
de DE (70%)
velocidade
INVERSOR SEGURANÇA SOBREVELOCIDADE 110%
Padrão
ideal = 0-10v ERRO DE VELOCIDADE
Velocidade VELOC. DE NIVELAMENTO (18M/MIN)
real
Velocidade real
ENCODER (TDG1A/1B)

LIMITADOR

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9 Manutenção Preventiva

Elevador MANUAL AUTOMÁTICO

9-1 Operador Selcom

Nº Passos
1 Limpar todo o conjunto operador.
2 Todos os pontos rotativos do operador Selcom, tais como: polias,
carretilhas, articulações, etc... Não necessitam de lubrificação
porque possuem rolamentos selados com lubrificação permanente.
O único ponto que pode ser lubrificado com óleo n° 2 é o feltro
existente no tubo de escorregamento.
3 Observar se existe peça oxidada ou trincada, se necessário
substituir a peça.
4 Verificar o desgaste das roldanas, analisando como está a
acomodação com relação a barra régua (trilho). Deverá existir uma
folga conforme o desenho.

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5 Verificar que o carro rápido esteja encostando no amortecedor de


borracha e a folha de porta não toque entre elas ou com o batente.

6 Verificar a distância entre o gancho de porta e a ponta da parte fixa


do trinco (1 a 3mm).

7 Verificar a integridade da ponte de contato e seu acoplamento com o


contato, movimentando a porta no sentido de abertura e observe no
fechamento.

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8 Verificar a existência de fio terra em todas as portas de pavimento.

9 Inspecionar o tensionamento dos cabos das portas de pavimento.

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10 Verificar a distância entre o carro rápido (meia lua) e o ponto


vermelho do operador de portas, que deve ser de 37 a 39mm.

37 a 39 mm

11 Verificar como ocorre o acoplamento da ponte de contato com


relação ao contato.

12 Verificar o funcionamento do freio motor, não deverá haver ruído e a


porta não deverá retornar.

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13 Inspecionar a integridade e o tensionamento do cabo do operador.

14 Inspecionar a integridade e o tensionamento das correias e


correntes.
15 Verificar a atuação dos microinterruptores.

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16 Verificar a integridade da rampa retrátil, esta deve mover-se


livremente e a sua medida quando acionada deve estar entre 64 a
66mm.

64 a 66 mm

17 Verificar se a rampa de emergência movimenta-se livremente e se o


contato (RMCOP) está atuando corretamente.

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18 Verificar a altura entre os tirantes, estes deverão ser iguais para que
as folhas de porta tenham um faceamento correto.

19 Verificar a distância entre a porta de cabina e a soleira que deverá


ser de 5 a 7mm, o alinhamento e o faceamento das folhas de porta.

Dica de Atitude
Atitude
Oriente os responsáveis pelo elevador para que no momento da lavagem
Certa! do hall, protejam as portas evitando a infiltração de água, a qual poderá
danificar seriamente o operador e os trincos.

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9-2 Máquina de tração CE 250

Elevador LIGADO DESLIGADO

1
Com um pano limpo (para que não se acres- Vareta de nível

cente impureza em todo sistema redutor), lim- de óleo

par a vareta e verificar o nível de óleo, que de-


ve estar entre o nível mínimo e máximo indica-
dos.
Nunca usar estopa, pois os fiapos podem en-
trar na máquina e prejudicar seu funcionamen-
to. Caso haja necessidade completar o óleo. Nível mínimo Nível máximo

Utilizar óleo Atlas nº 8 – 55125BETAA.

Nota !
O óleo deve ser trocado após 2 meses iniciais de operação e depois a
cada intervalo de um ano.

2 Verificar se as ligações estão devidamente isoladas. Não deve haver


nenhum material que seja combustível na caixa de terminais.
Reapertar os terminais se necessário.

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Atenção !
Antes de acessar os terminais do motor, fazer com que ocorra a descarga
capacitiva do motor, através de uma chave de fenda, fechando os bornes
do motor (T1, T2, T3) à terra.

3 Verificar condições das lonas: desgastes excessivos, lonas


vitrificadas, com resíduos de lubrificantes ou raspando no tambor.

Alavanca do freio

Lona
Sapata

4 Verificar os pinos de articulação dos garfos, caso necessário,


lubrificá-los com óleo nº 2 (sem engraxadeira) ou com graxa nº 25.
Verificar garfos emperrados nos pontos de articulação. Observar se
os garfos estão exercendo a mesma pressão sobre a haste,
garantindo assim, a mesma abertura para as duas sapatas.

Alavanca do freio

Garfos

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5 Limpar a polia do freio com desengraxante eliminando resíduos de


lubrificante e/ou ferrugem quando necessário.
Verificar se a superfície da cúpula não está riscada ou ovalizada,
caso positivo, dar recado.

6 Observar as distâncias das molas se estão iguais.

7 Verificar a integridade do acoplamento elástico do encoder (quando


existir).

8 Verificar na polia de tração se existe alguns destes critérios para


condenação:
 Desgaste irregular das canaletas;
 Bordas das canaletas quebradas, desgaste excessivo;
 Marcas dos cabos nas canaletas;
 Polia com trincas;
 Cabos aprofundados mais de 2 mm;
 Folga dos rolamentos do intermediário;
 Polia ovalizada.

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Elevador LIGADO DESLIGADO

9 Verificar possíveis vazamentos nos pontos indicados na figura


seguinte. Observar o chão ao redor da máquina.

Tampa Inspeção

Junção das caixas

Tampa Superior

Tampa Mancal
Piso

Tampa Inferior Bandeja óleo

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10 Verificar ruídos e vibrações excessivas nas máquinas. Caso houver


qualquer alteração, dar recado.

11 Verificar folga no rolamento do sem-fim observando na parada se há


batidas no sem-fim ou ruído (raspagem/buchas/rolamentos/volante).
Observar oscilação da polia após frenagem e/ou se ocorre o balanço
da cabina ao parar. Caso exista o problema dar recado ao posto.

Tampa de Rolamento

12 Verificar na polia do freio se há deslize excessivo ou parada brusca.


Caso houver qualquer alteração, dar recado.

13 Verificar se o conjunto Pistão não está enroscando, caso positivo,


limpar ou substituir os componentes danificados.

14 Verificar se o interruptor é acionado assim que o conjunto disco inicia


o deslocamento no sentido de descida.

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15 Observar o contato BRC se a sua abertura é a mínima possível sem


ocorrer faiscamento (1 a 3 mm).

Interruptor

Contato BRC

Conjunto Pistão

9-3 Regulagem do Freio BRC 250 (Percurso do freio 4mm)

1 Soltar a contra-porca dos parafusos de regulagem.


2 Girar o parafuso de regulagem de uma das alavancas até obter a
medida conforme "croquis" abaixo.
3 Girar o outro parafuso de regulagem até que o garfo encoste na
haste sem alterar a medida do entreferro.
4 Apertar as contra-porcas tomando cuidado para não alterar o ajuste.
5 Efetuar viagens em manual e verificar se as lonas não estão
raspando, caso necessário regular o entreferro.

Observação
Quanto menor a abertura do freio, mais suave‚ a parada.

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Parafuso Especial Contato BR1

BRC 250 Contra-porca

9-3-1 Regulagem do Contato BR1

1 Soltar a contra-porca do parafuso especial.


2 Girar o parafuso especial até que o contato abra (com o freio
energizado) o mínimo possível sem faiscar (+/- 2mm).
3 Reapertar a contra-porca do parafuso especial e testar o freio
observando o faiscamento.

9-3-2 Regulagem do Microruptor

1 Soltar os parafusos de fixação do microruptor.


2 Movimentar o microruptor para cima ou para baixo de tal forma que o
mesmo seja acionado assim que o núcleo inicie o movimento de
abertura do freio.
3 Reapertar os parafusos de fixação do microruptor e testar o freio
observando o acionamento do microruptor.

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Sentido de
Regulagem
Parafuso de
Fixação

Parafuso Especial
Microruptor

4 Efetuar viagens em manual e depois em automático observando o


funcionamento do freio e o deslize da cabina, caso necessário,
regular as molas.

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10 Programação do Sistema

Toda programação é realizada na placa CPU através da INTERFACE HOMEM MÁQUINA


(IHM), localizada na parte frontal superior do painel.

10-1 Descrição da Interface Homem Máquina (IHM)

Decrementa Incrementa Entra

10-1-1 Operação

É através das teclas INCREMENTA (▲) ou DECREMENTA (▼) que selecionamos,


seqüencialmente, os “códigos” de uma tabela de parâmetros. Os displays podem mostrar os
“códigos” dos parâmetros (EX.: A00, A01, B03, C12, D00, etc...), ou “valores” dos códigos.
Quando o display estiver no modo “código”, pelas teclas INCREMENTA ou DECREMENTA,
pode-se selecionar aquele que interessar. Chegando no “código” selecionado pressiona-se a
tecla ENTRA, e se o aceso estiver liberado mudará para o modo “valor”, caso contrário,
permanecerá no modo “código”.
No parâmetro de monitoração, ao selecionar qualquer código e pressionar a tecla entra, o
“valor” que aparecer no display será sempre o atualizado. Pressionando-se a tecla ENTRA
novamente, voltará ao modo “código”.
Se for parâmetro de operação, configuração ou programação dos caracteres do IPD, através
das teclas INCREMENTA e DECREMENTA pode-se aumentar ou diminuir o “valor”. Escolhido
o “valor” desejado pressiona-se a tecla ENTRA novamente, e o ômega EXCEL começara a
operar com o novo “valor”, e os displays voltarão ao modo “código”.
Se o parâmetro for do tipo “diagnóstico de falhas” através das teclas INCREMENTA e
DECREMENTA, pode-se monitorar as últimas 64 falhas, na seqüência que ocorreram.
Pressionando-se a tecla DECREMENTA após visualizar uma falha qualquer, será mostrado
no display um complemento da falha ocorrida (EX.: número do pavimento, contator grudou,
contator não liga, etc...) . pressionando-se novamente a tecla DECREMENTA aparece a
próxima falha, e assim sucessivamente até a última falha armazenada. Para retornar a última
falha pressiona-se a tecla INCREMENTA.
Pressionando-se a tecla ENTRA novamente, os displays voltam ao modo “código”.

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10-1-2 Lista de Código da Interface Homem Máquina (IHM)

Os códigos dos parâmetros estão em cinco grupos, que são:


- Grupo “A” : Monitoração.
- Grupo “B” : Operação.
- Grupo “C” : Configuração (*).
- Grupo “D” : Diagnóstico de falhas.
- Grupo “E” : Programação dos caracteres mostrados no IPD (*).
- Grupo “H” : Atualização de data/hora (*).
(*) Libera o acesso somente através da colocação da senha em C50.

10-2 Parâmetros

Grupo “A” – Monitoração Grupo “B” – Operação

A00 - Posição da Cabina correspondente B00 - Registro de chamadas de cabina


ao IPD (L, 1,...); (iniciar contagem a partir de 000);
A01 - Posição da cabina (0, 1, 2,...); B01 - - 001: Habilitar viagem de
A02 - Velocidade da cabina gerada pelo aprendizagem (rebitagem)
sensor de acoplado ao eixo da automática;
máquina de tração (m/min); B02 - Define qual será a informação
A03 - Velocidade de referência transmitida apresentada no parâmetro A15;
ao inversor de freqüência; B03 - - 000: Inibir chamada aleatória;
A04 - Tensão da rede (V); - 001: Habilitar chamada aleatória;
A05 - Freqüência da rede (Hz); B04 - - 001: Habilitar acerto de IPD pelo
A06 - Precisão de parada da cabina: andar Térreo;
- 099: faltou 1 mm; B05 - Reservado;
- 100: parada precisa; B06 - Reservado;
- 101: passou 1 mm; B07 - Define qual o nº. de viagens
A07 - Reservado; realizadas; utilizado para atualizar
A08 - Posição ÷ 10 (em nº. de pulsos); hodômetro A11 (x1000);
A09 - Nº. de pulsos do sensor do motor B08 - Registrar chamada de pavimento na
que faltam para completar a viagem; direção de descida;
A10 - Velocidade nominal do elevador B09 - Registrar chamada de pavimento na
(m/min); direção de subida;
A11 - Hodômetro (x 1000) – quantidade de
viagens realizadas; Grupo “C” – Configuração
A12 - Nº. do Software (Axxx);
A13 - Versão do Software; C00 - Posição dos limites LD3/LS3 (cm);
A14 - Nº. atualização do Software (Sub); C01 - Posição dos limites LD4/LS4 (cm);
A15 - LD3 (cm) para B02 = 0 *; C02 - Velocidade de nivelamento (dm/min)
LS3 (cm) para B02 = 1*; Ex.: 008;
* Esta leitura é válida após a C03 - Velocidade de revisão de 005 a 045
rebitagem do elevador, sem que o (m/min);
painel seja desligado; C04 - Tipo de sinalização: de 000 a 013
- Para B02 = 4: Valor Função dos Função dos
Contador de marker; sinais Au...Pu, sinais G0...G7
- Para B02 = 5: Ad...Pd
Tempo de viagem (usado para 000 IPD:
atualizar o parâmetro C19); Seta Bargraph
07 segmentos;
001 Au, Bu = IP1/IP2
Seta Bargraph
serial;

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Eu, Fu = Seta C06 - Configuração de máquina/


Desce (pav.); renivelamento/pré-abertura de porta:
Gu, Pu = Seta - 000: Máquina s/ encoder,
Sobe (pav.); s/ renivelamento, s/ pré-abertura;
Ad, Bd = LG; - 001: Máquina c/ encoder,
Cd, Dd = ILH; * c/ renivelamento, c/ pré-abertura;
Ed, Fd = IPL; - 002: Máquina c/ encoder,
Gd, Pd = IPS; s/ renivelamento, s/ pré-abertura;
002 IPD: G0, G1 = LG; - 003: Máquina c/ encoder,
07 segmentos; G2, G3 = ILH; c/ renivelamento, s/ pré-abertura;
G4, G5 = IPL; C07 - Reservado;
G6, G7 = IPS; C08 - Presença de rampa magnética:
005 Au, Bu = IP1/IP2 - 000: ausente;
serial; - 001: presente;
Eu, Fu = Seta - 002: desabilitar a entrada L-RMT
Desce (pav.); colocando para a função PF;
Gu, Pu = Seta C09 - Abertura de porta nos pavimentos:
Seta Matricial
Sobe (pav.); - 000: estacionar sempre de porta
Ad, Bd = LG; fechada;
Cd, Dd = ILH; * - 001: estacionar de porta aberta
Ed, Fd = IPL; somente na estação;
Gd, Pd = IPS; - 002: estacionar sempre com porta
009 Au, Bu = IP1/IP2 aberta;
serial; - 003: não abrir porta de cabina;
Eu, Fu = Seta C10 - Pavimento inferior;
Desce (pav.); C11 - Pavimento superior;
Gu, Pu = Seta C12 - Pavimento térreo;
Seta Bargraph
Sobe (pav.); C13 - Pavimento de estacionamento;
Ad, Bd = LG; C14 - Chicote para poço:
Cd, Dd = ILH; * - 000: edifícios de 21 a 28 paradas;
Ed, Fd = IPL; - 001: edifícios de até 20 paradas;
Gd, Pd = IPS; - 002: edifícios de 28 a 40 paradas;
011 Au, Bu = IP1/IP2 G0, G1 = LG; C15 - Tempo de porta aberta para
serial; G2, G3 = ILH; chamadas de cabina (x 0,1s).
Eu, Fu = Seta G4, G5 = IPL; * Ex.: 025 = 2,5s;
Desce (pav.); G6, G7 = IPS; C16 - Tempo de porta aberta para
Gu, Pu = Seta chamadas de pavimento (x 0,1s).
Sobe (pav.); Ex.: 040 = 4,0s;
Ad, Bd = LG; C17 - Tempo de porta aberta para o térreo
Cd, Dd = ILH; * (x 0,1s). Ex.: 060 = 6,0s;
Ed, Fd = IPL; C18 - Atlas Code:
Gd, Pd = IPS; - 000: presente;
013 Au, Bu = IPM - 001: ausente;
Matricial; (*) Estratégia de chamada de cabina
Eu, Fu = Seta e parada obrigatória na estação;
Seta Matricial
Desce (cab.); - 0: Aceita todas as chamadas de
Gu, Pu = Seta cabina e não tem parada obrigatória;
Sobe (cab.); - 1: Aceita somente chamada no
* Somente com Software especial (A70...); sentido da viagem e não tem parada
Obs.: Com IGPD na cabina, configurar este obrigatória;
parâmetro com qualquer valor diferente de - 2: Aceita todas as chamadas de
000, de acordo com a sinalização de cabina e tem parada obrigatória;
pavimento; - 3: Aceita somente chamada no
C05 - Tempo para detecção de LPA sentido da viagem e tem parada
(tempo em seg.) de 5 a 30s. obrigatória.
Ex.: 012; (*) somente com Software A00308,
A00457 e A00408;

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C19 - Tempo de detecção de NAST renivelamento (de 50 a 90%).


(SEG.). Ex.: 070;
Obs.: Colocar o parâmetro C19 o C30 - Atraso no padrão para viagem longa
valor informado em A15 ÷ 10. (adiantamento de desaceleração
A leitura do parâmetro A15 é válida para viagem longa).
após a viagem de aprendizagem - Máquina sem enconder = 001;
(rebitagem) sem que o painel seja - Máquina com encoder = 005;
desligado; C31 - Atraso no padrão para viagem curta
C20 - Aceleração e desaceleração (adiantamento de desaceleração
máxima em viagem: 003 a 015. para viagem curta).
2
Ex.: 005 (0,1 m/s ); - Máquina sem encoder = 025;
Obs.: utilizar sempre C21≥ C20. - Máquina com encoder = 005;
Não é recomendado também C32 - Efeito da polia:
combinações como: - 001: Efeito 1:1;
C20 = 007 e C21 = 004; - 002: Efeito 2:1;
3
C21 - Jerk máximo: 005 a 040 (0,1 m/s ). C33 - Diâmetro da polia de tração (dado
Ex.: 005; de máquina em mm);
C22 - Tempo de espera do freio para C34 - Rotação da polia de tração (dado de
liberar o padrão (x 0,02s): máquina em RPM);
- 003: máquina sem encoder; C35 - Escorregamento do motor de tração.
- 015: máquina com encoder; - Máquina sem encoder:
C23 - Barra de Proteção Eletrônica: Motor WEG = 010;
PP/BRE em Asc (* com software) Motor Eberle/Kolbach = 004;
A00308, A00457 (de 1 a 50%);
e A00408 C36 - Nº. do painel para identificação do
000 Não testa Ativa sistema, quando operando em
001 Testa Ativa grupo;
002 Testa Desativa C37 - Habilitar estacionamento:
003 Não testa Desativa - 000: inibir estacionamento;
C24 - Velocidade de viagem de - 001: habilitar estacionamento.
aprendizagem (rebitagem) e Obs.: Andar de estacionamento
velocidade de inicialização nos configurado em C13;
limites de corte de alta (m/min). C38 - N.º de dentes da roda dentada
Ex.; 015; acoplada ao eixo do sem fim da
C25 - Tempo de injeção DC após o máquina de tração. Ex.: 032;
comando de fechar o freio (x 0,02s). C39 - Rotação síncrona do motor de
- Máquina sem encoder ex.: 004; tração (x 10 RPM);
Tempo de fechamento do freio na Valor configurado pelas Tabelas de
parada. a página;
- Máquina com encoder ex.: 020; C40 - Grupo da placa atenuadora:
C26 - Velocidade inicial de partida - 000: 220V;
(dm/min) – uso somente com - 001: 380V;
máquina sem encoder e efeito 2:1. - 002; 440V;
Ex.: 000; C41 - Tensão nominal da rede (V);
C27 - Distância para ativar o freio (nº. de C42 - Pesador de carga 110%:
pulsos x 10) – uso somente com - 000: ausente;
máquina sem encoder. - 001; presente;
Ex.: 000; C43 - Chamadas de pavimento:
C28 - Velocidade de referência para ativar - 000: atende todos os andares;
o freio (máquina sem encoder). - 001: atende andares pares;
Ex.: 000; (dm/min) - 002: atende andares ímpares;
Velocidade final de viagem - 003: somente chamada de cabina;
(máquina com encoder). C44 - Cancelamento de chamada falsa:
Ex.: 000; (dm/min) - 000: cancela;
C29 - Ângulo de disparo do freio durante o - 001: não cancela;
renivelamento (C27 ou C28) ou em

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C45 - Uso reservado da engenharia – C49 - Despacho de emergência:


Ganho integral de velocidade na - 000: inibir;
aceleração (entre 4 a 10). - 001: habilitar;
Ex.: Máquina sem encoder = 004; C50 - Senha;
C46 - Uso reservado da engenharia –
Ganho proporcional de velocidade Grupo “D” – Diag. De falhas
na aceleração (entre 4 a 15). D00 - Registro das últimas 64 falhas
Ex.: Máquina sem encoder = 008; ocorridas no elevador;
C47 - Uso reservado da engenharia – D01 - - 000: funcionamento normal;
Ganho integral de velocidade na - 001: grava os últimos dados
desaceleração (entre 4 a 15). configurados;
Ex.: Máquina sem encoder = 005; - 002: apaga as falhas registradas;
C48 - Uso reservado da engenharia –
Ganho proporcional de velocidade
na desaceleração (entre 4 a 15).
Ex.: Máquina sem encoder = 010;

GRUPO " E " - PROGRAMAÇÅO DOS CARACTERES MOSTRADOS NO IPD:

Através deste grupo de parâmetros (E00 à E31) será possível programar o IPD, IP1,
IP2,IPM, para cada um dos pavimentos da obra.
A programação do 1º pavimento (extremo inferior) é feita em E00 e na seqüência, pode-se
programar até o 32º pavimento (em E31) que corresponde ao limite máximo.

Número “ 0 “

Número “ 1 “

Número “ 2 “

Número “ 3 “

Número “ 4 “

Número “ 5 “

Número “ 6 “

Número “ 7 “

Número “ 8 “

Número “ 9 “

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Letra "A " Letra " T " Letra " m "

Letra " B " Letra " U " Letra " n "

Letra " C " Letra " V " Letra " o "

Letra " D " Letra " W " Letra " p "

Letra " E " Letra " X " Letra " q "

Letra " F " Letra " r "


Letra " Y "

Letra " G " Letra " Z " Letra " s "

Letra " H " Letra " a " Letra " t "

Letra " I " Letra " b " Letra " u "

Letra " J " Letra " c " Letra " v "

Letra " K " Letra " d " Letra " w "

Letra " L " Letra " e " Letra " x "

Letra " M " Letra " f " Letra " y "

Letra " N " Letra " g " Letra " z "

Letra " O " Letra " h " " em branco "

Letra " P " Letra " i " " traço menos "

Letra " Q " Letra " j "

Letra " R " Letra " k "

Letra " S " Letra " l "

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10-2-1 Como Programar

a) Selecionar o código E__ (E00 à E31) correspondente ao pavimento que se queira


programar o IPD.
b) Pressionar a tecla entra (da direita).
Nos display da I.H.M. será mostrado:

c) Pressionar a tecla INCREMENTA (meio), para programar o display das unidades.


d) Pressionar a tecla DECREMENTA (da esquerda), para programar o display das
dezenas.
e) Após a seleção dos caracteres desejados, pressionar a tecla entra.
f) Se quiser programar a indicação de outro pavimento, basta selecionar o código E__
correspondente ao mesmo, e proceder conforme os itens “b” à “e”.
g) Gravar as novas indicações do IPD, selecionando o código D01, colocando o valor 001
e pressionando a tecla entra.

Nota !
Quando se tratar de unidade, deve-se colocar “espaço em branco” no
dígito da dezena.

Grupo “H”: Plasma – sinalização de cabina

H00 – Ano (0 à 99)


H01 – Mês (1 à 12)
H02 – Dia (1 à 31)
H03 – Dia da semana (1 à 7)
H04 – Hora (0 à 23)
H05 – Minuto (0 à 59)
H06 – Envia os parâmetros para a memória do plasma da cabina (002)

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11 Verificação de Falhas

11-1 Circuito de Portas

Verificar o led de indicação de segurança de porta (SEGP), se estiver apagado a linha de


segurança está sendo interrompida, não proporcionando a movimentação da cabina.
Assim sendo, deve-se observar quais dos led’s de indicação de entradas da placa I/O
relacionados a esta linha estão apagados (PC, PP/RMC, CT). Se os 3 estiverem apagados,
verifique as suas ligações primeiramente por PP/ PINS/ RMC/ RMCOP e logo após PEM / PC
e CT.

11-2 Circuito de Segurança Geral

Verificar o led de indicação de segurança geral (SEGG), se estiver apagado esta linha de
segurança está interrompida, não permitindo que a cabina se movimente. Sendo assim, deve-
se verificar as ligações dos seguintes dispositivos: LCS, LPOCP, LPOC LCD, LRG, PAP, RG,
GW, DCC, BEM, SOBRE VELOC., SPMU, LV, FCO. Se todas as ligações estiverem corretas
e a segurança não for estabelecida, o problema está no sensor de corrente existente na placa
I/O; sendo assim, se faz necessária a substituição da mesma.

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11-3 Circuito do Sensor de Posição

Verificar os led’s de indicação de cabina nivelada ID e IS, sendo que os mesmos devem
permanecer acesos quando a cabina não estiver nivelada (durante viagem pode-se observar
que os mesmos piscam ao passar pelas placas de nivelamento na caixa do elevador). Se os
dois led’s permanecerem acesos quando a cabina nivelar com o pavimento, será indicada
falha F18 (não abrirá a porta), e a cabina irá até o extremo inferior para reinicialização. Se
ocorrer a falha de apenas um dos sensores, será indicado a falha F09-003 e o elevador
permanecera parado
Portanto, deve-se verificar as ligações do conjunto sensor óptico.

Nota !
Elavador subindo, o primeiro led que se apaga é IS e descendo, o led ID.

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11-4 Circuito de Detecção de " Fuga para massa "

Verificar os led’s de indicação CX e CY; se um deles estiver apagado está ocorrendo “FUGA”
com a massa pela linha indicada pelo led apagado. Assim sendo, deve-se encontrar o ponto
em que está ocorrendo “FUGA” e providenciar a sua eliminação.
As linhas CX e CY são flutuantes, portanto, não devem ser ligadas à carcaça (massa).
Na ocorrência desta falha a IHM indicará F10-000/002/003.

11-5 Circuito de Monitoração das contatoras A, RUN, S e D

No caso de indicação de falhas F41, F45, F46 e F47, após a verificação dos contatores
correspondentes ás falhas indicadas, se não for constatado o problema, conferir as linhas
correspondentes do circuito de monitoração.

Após sanado o problema, deve-se dar um reset no painel para voltar ao funcionamento
normal (desligar alimentação).

11-6 Elevador no Stop (Limite de curso na subida)

Quando o limite LD3 (corte de alta na descida) estiver atuado indevidamente, e houver
alguma chamada de subida, o elevador irá até o extremo superior e chegando próximo ao
andar não ocorrerá a redução da velocidade pelo padrão, reduzindo bruscamente a
velocidade ao acionar o limite LS3, porém não sendo suficiente para o elevador parar
corretamente, chegando ao limite do curso.
Outra situação ocorre na descida; como o limite LD3 está atuado, o elevador não desce para
reinicializar.
No software foi modificado a leitura do limite LD3 na reinicialização, de modo que o comando
passa a considerar andar inferior o acionamento do limite LD1.
Portanto quando o elevador efetuar uma viagem de inicialização ou reinicialização , irá até o
extremo inferior, só encerrando a viagem quando atuar o limite LD1.
Assim irá criar um degrau na viagem de inicialização

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Este novo procedimento impedirá a ocorrência de falhas no caso do limite LD3 ficar sempre
atuado ou ligação interrompida.

Nota !
Em caso de substituição das placas eletrônicas UCP e I/O, deve-se manter
as memórias em que estão guardadas as informações referentes ao
sistema operacional (EPROM), e a configuração e rebitagem da obra
(EEPROM).
No caso da troca da EEPROM é necessário fazer nova programação.

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12 Operação de Inspeção

12-1 Casa de Máquinas

Através do conjunto painel é possível operar o elevador manualmente.


Primeiramente coloca-se a chave AUT/MAN na posição MAN (manual), logo após verificar se
as portas de cabina e pavimento estão fechadas. Se a porta de cabina estiver aberta pode-se
fecha-la através da chave PA/PF também situada no painel. Após estabelecido as condições
de segurança (segurança de porta e segurança geral) será possível movimentar a cabina
através das chaves INCREMENTA/DECREMENTA.
Também através do painel descrito, é possível desligar o motor de porta, apagar a luz da
cabina e acionar o STOP (BLC) em caso de acionamento dos limites de curso.

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12-2 No Topo da Cabina

No topo da cabina utilizar a botoeira de inspeção:

Nota !
Em Operação manual o microprocessador é utilizado.

12-2-1 Circuito Elétrico

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13 Diagnósticos de Falhas

DIAGNÓSTICOS DE FALHAS

FALHA E COMPLEMENTO POSSÍVEIS CAUSAS PROVIDÊNCIAS


Verificar a ligação/alimentação entre o encoder da
F01,001: Falta ou atraso de pulsos INA e/ou INB,
máquina ou a Placa Buffer do limitador e a placa
NAST durante a aceleração. – chamadas durante a aceleração. Fusível 4 A (fus3) ou
I/O (JV0151). Substituir fusível ou verificar fiação.
são canceladas, ocorrendo quatro falhas fiação interrompida. Cabina presa nas
Inspecionar guias. Atualizar software e reconfigurar
seguidas o elevador trava. guias.
parâmetros conforme Block Change.
F01,002:
Verificar a ligação/alimentação entre o encoder da
NAST durante a desaceleração. –
máquina ou a Placa Buffer do limitador e a placa
chamadas são canceladas, ocorrendo Falta ou atraso de pulsos INA e/ou INB,
I/O (JV0151). Ajustar Parâmetro C30. Atualizar
quatro falhas seguidas o elevador trava. durante a desaceleração.
software e reconfigurar parâmetros conforme Block
Na zona de nivelamento abre as portas
Change.
ou reinicia.
F02,000/001*:
NAST – ocorreram três falhas seguidas
(de um pavimento para outro).
Atualizar software e reconfigurar parâmetros
Ex.: F02,000
conforme Block Change.
F02,002
F02,000 ( 3a falha o display mostrará
F02,001 ) – o elevador trava.

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F02,002/003*:
AST – ocorreram três falhas seguidas
(lento)
Ex.: F02,000 Atualizar software e reconfigurar parâmetros
F02,000 conforme Block Change.
F02,002 ( 3a falha o display mostrará
F02,003 ) -o elevador trava.
F03,XXX*: Na 3a tentativa, ocorrendo erro Verificar o funcionamento/ajuste/ligação de PP, PC,
na seqüência de porta PP/PC/CT, PC ou CT, e LPA.
Falha nos contatos de PP, PC, CT e LPA.
CT atua com LPA. Chamada cancelada Monitorar os leds SEGG, PP, PC, e CT na placa
XXX – pavimento de ocorrência. I/O (JV0151).
F04,XXX: Na 3a tentativa ocorrendo erro Verificar o funcionamento/ajuste/ligação de PP, PC,
na seqüência de porta PC/CT, PC ou CT e CT.
Falha nos contatos de PP, PC e CT.
atua antes de PP– chamada cancelada Monitorar os leds SEGG, PP, PC, e CT na placa
XXX – pavimento de ocorrência. I/O (JV0151).
F05,XXX*: Na 3a tentativa ocorrendo erro
na seqüência de porta PP/PC/CT, CT Verificar o funcionamento/ajuste/ligação de PP, PC,
atua antes de PC. – chamada cancelada e CT.
Falha nos contatos de PP, PC e CT.
(obs. Ocorre se o parâmetro C08 for igual Monitorar os leds SEGG, PP, PC, e CT na placa
a 001) I/O (JV0151).
XXX – pavimento de ocorrência.
Falha no contato de PC. Falta de ajuste de
F06,000: Na terceira tentativa, PC. Verificar o funcionamento/ajuste/ligação de PC.
ultrapassando o tempo máximo para a Tempo de fechamento de porta Monitorar o led PC na placa I/O (JV0151).
detecção de PC. Chamadas são insuficiente. Reconfigurar o parâmetro C05 - Tempo para
canceladas Parâmetro C05 configurado com valor detecção de LPA ou PC (5 a 30 seg.).
insuficiente.

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F06,001*: – na 10a tentativa,


ultrapassando o tempo máximo para
detecção de PC (parâmetro – C05 ou
C49) – chamadas são canceladas.
F07,XXX Na 3a tentativa ultrapassando o
tempo máximo para a detecção de
Falha no contato de CT. Verificar o funcionamento/ajuste/ligação de CT.
CT/RMT (6 seg). cancela chamada e
Falta de ajuste de CT. Monitorar o led CT na placa I/O (JV0151).
reabre porta
XXX – pavimento de ocorrência.
F08,000: Na 3a tentativa ultrapassando o Verificar o funcionamento/ajuste/ligação de LPA.
Falha no contato de LPA. Falta de ajuste
tempo máximo para detecção de LPA ou Monitorar o led LPA na placa I/O (JV0151).
de LPA. Parâmetro C05 ou C49
LPC. Após o acionamento de PA Reconfigurar o parâmetro C05 ou C49 - Tempo
configurado com valor insuficiente.
Chamadas são canceladas. para detecção de LPA (5 a 30 seg.).
F09,000*:
Após entrar a manobra, freio não é
liberado após 2 seg. Circuito de alimentação da bobina do freio Verificar se a bobina do freio está sendo
- Em automático: chamadas são aberto. alimentada. Verificar a ligação do circuito de freio.
canceladas e trava o elevador.
- Em manual: trava o elevador.
F09,001:
Defeito nos sensores ópticos (IS e ID) de Verificar o funcionamento dos sensores ópticos de
Ocorrendo a falha F18 quatro ou mais
cima da cabina. Falta ajuste de limites na cima da cabina, conferir a ligação dos mesmos.
vezes seguidas, chamadas são
caixa. Mau posicionamento das placas que Rever a instalação das placas de indicação de
canceladas e reinicia
indicam a posição de nivelamento na caixa. nível. Rever o posicionamento de limites na caixa.
F09,003*:
Verificar o funcionamento dos sensores ópticos de
Falha nos sensores IS e ID (led apagado)
Defeito nos sensores ópticos (IS e ID) de cima da cabina, conferir a ligação dos mesmos.
na mudança de pavimento.
cima da cabina. Rever a instalação das placas de indicação de
- trava o elevador
nível.

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F09,004:
Ao parar na viagem de reinicialização e, Atualizar software e reconfigurar parâmetros
não atingindo o limite de parada é conforme Block Change.
sinalizado a falha. (esta falha sempre Fazer nova rebitagem.
ocorre precedida de alguma outra falha)
F09,005*:
Durante a reinicialização, não atingindo o
limite de parada e ocorrendo 04 falhas Atualizar software e reconfigurar parâmetros
seguidas, o elevador trava. (esta falha conforme Block Change.
sempre ocorre precedida de alguma
outra falha)
F10,001:
Verificar o funcionamento/ligação do contato do
Excesso de carga 110% (WN atuado). Mau contato na ligação do pesador de
pesador de carga (WN - 110%), monitorar o led WN
Fica travado até o pesador deixar de carga. Parâmetro C42 configurado errado.
da placa I/O (JV0151). Reconfigurar parâmetros.
atuar.
F10: Fuga à “massa”.
000*: detectada durante a viagem. (para
no próximo pavimento, abre a porta, Verificar a condição dos leds CX e CY; aquele que
cancela chamada e trava o elevador) Linha CX e/ou linha CY em contato com a estiver apagado indica que a sua linha está com
002*: detectada durante o fechamento de carcaça (“massa”) do sistema. “fuga” para a “massa”. Identificar o ponto em que
porta. (chamada cancelada e trava o ocorre a “fuga” e eliminá-la.
elevador)
003: detectada em operação manual.
F11,000:
Verificar a ligação do termistor aos pontos 90 e 91
Termistor do motor atuando (elevador
Mau contato na ligação do termistor. do painel.
para no próximo pavimento abre a porta,
Defeito do termistor. Testar ohmicamente o termistor, o valor da sua
cancela chamada e fica parado até
resistência deve ser entre 130 e 300Ω.
esfriar)
F13,XXX: Falha no contato de PP.
Ajustar a PP do andar da ocorrência.
Ocorreram 10 ou mais reaberturas de Falta de ajuste da PP.

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porta por PP ou SEG G falhando.


XXX – pavimento de ocorrência.
F14:
Mau contato na ligação do botão PO. Verificar a ligação do botão PO, monitorar o led PO
000: botão PO pressionado por mais de
Defeito no botão PO. da placa I/O (ao pressionar o botão o led apaga).
60 seg.
F15,000:
Falta de ajuste mecânico da rampa Verificar o funcionamento/ligação da rampa
(somente ocorre se o parâmetro C08 for
magnética na cabina. magnética na cabina. Monitorar o led L-RMT na I/O
igual a 1) Tempo máximo para detecção
Falha no contato “RMT”. (acende quando a rampa está desenergizada).
de RMT desligado (6 seg.) ultrapassado.
F16,000:
(somente ocorre se o parâmetro C08 for
Falta de ajuste mecânico na rampa Verificar o ajuste mecânico na rampa magnética na
igual a 1) Não detecção de abertura de
magnética da cabina. cabina.
CT após desligar RMT (6 seg.).(elevador
Falta de tensão de alimentação da bobina. Verificar a tensão de alimentação da bobina.
reinicia)

Identificar qual dispositivo da linha de segurança


F17: Durante a viagem.
Algum dispositivo da linha de segurança geral está atuado, regularizar a condição do
001: atuou segurança geral (SEGG).
geral atuou. mesmo para o normal funcionamento, monitorar o
- Trava o elevador
led SEGG.
F17: Durante a viagem, após verificar
SEG G. Falha no contato de PP. Verificar o funcionamento/ajuste/ligação de PP,
002: falhou PP. Falta de ajuste mecânico da PP. monitorar o led PP da placa I/O.
- Trava o elevador
F17: Durante a viagem, após verificar
SEG G e PP. Falha no contato de PC. Verificar o funcionamento/ajuste/ligação de PC,
003: falhou PC. Falta de ajuste mecânico da PC. monitorar o led PC da placa I/O.
- Trava o elevador
F17: Durante a viagem, após verificar
Falha no contato de CT. Verificar o funcionamento/ajuste/ligação de CT,
SEG G, PP e PC.
Falta de ajuste mecânico da CT. monitorar o led CT da placa I/O.
004: falhou CT. Trava o elevador

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Verificar se existe fechamento indevido da linha de


F17: Durante a viagem, após verificar Erro na linha de segurança geral e/ou na segurança geral e/ou de portas para a linha CX ou
SEG G, PP, PC, CT. linha de Segurança de portas. CY.
005: atuou Segurança de porta (SEGP), Sensor de corrente “jumpeado”. Verificar se o sensor de corrente (entre os pontos
- Trava o elevador Defeito na placa I/O (JV0151). CSEG e POS) está “jumpeado”.
Substituir a placa I/O.
Verificar se existe fechamento indevido da linha de
F17:
Erro na linha de segurança geral e/ou na segurança geral e/ou de portas para a linha CX ou
006: após fechar a porta antes da partida,
linha de Segurança de portas. CY.
com sinais PP, PC, CT normais, porem
Sensor de corrente “jumpeado”. Verificar se o sensor de corrente (entre os pontos
não completou SEGG ou SEGP, por mais
Defeito na placa I/O (JV0151). L-PC e SCP1) está “jumpeado”.
de 3 segundos.
Substituir a placa I/O.
Identificar qual dispositivo da linha de segurança
F17,007*: Durante a viagem de
Algum dispositivo da linha de segurança geral está atuado, regularizar a condição do
rebitagem, falhou SEG G.
geral atuou após o comando de rebitagem. mesmo para o normal funcionamento, monitorar o
- Trava o elevador
led SEGG.
F18,XXX: obs: 4 ou ais falhas F18 indica
também F09-001 Verificar o funcionamento dos sensores ópticos de
Defeito nos sensores ópticos de cima da
Cabina parou fora da região de cima da cabina através dos sinais IS e ID. Rever a
cabina. Mau posicionamento das placas
nivelamento (leds IS e ID acesos). instalação das placas que indicam a posição de
que indicam a posição de nivelamento.
(cancela chamada, elevador reinicia) nível na caixa.
XXX – pavimento de ocorrência.
F19: Falha de comunicação: Defeito na placa CPU (circuito de Substituir a placa CPU.
000/001: Problema na alocação pela SO comunicação) Verificar a integridade do cabo, e a continuidade de
(MRB e SRB) – (CPU-RESETA). Defeito no cabo de comunicação. suas vias.
Erro na configuração do parâmetro C36. Verificar a configuração do parâmetro C36 (os
F19: Falha de comunicação: Grupo incorreto da placa CPU (JV0130). painéis de despacho devem ser configurados com
003: Problema na inicialização da Defeito no cabo (coaxial) de comunicação o menor valor, e na seqüência os painéis de
comunicação em rede. em rede. comando).
Defeito na placa CPU (JV0130). Verificar se a placa CPU está com o grupo correto,

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isto é, deve possuir o circuito de rede ARCNET.


Substituir a placa CPU.
Em duplex/rede com comunicação serial
F19,004:
quando ocorre a falha F19-000 provoca o
Falha de comunicação. (ex: ruído) Atualizar software e reconfigurar parâmetros
reset da CPU e consequentemente
Problema de comunicação serial conforme Block Change.
reinicialização do elevador em busca de
intermitente.
seletor.
F20,000:
Falha de memória (dados da EEPROM) Verificar parâmetros
parâmetro C. - 000 substituir memória EEPROM
F20,001: - 001 substituir placa CPU
Defeito na placa CPU (JV0271).
Falha de memória (dados da EEPROM) - 002:
parâmetro E. .....................efetuar nova rebitagem
F20,002: ......................substituir memória EEPROM
Falha de memória (dados da EEPROM) substituir placa CPU
rebitagem.
Verificar o funcionamento / ligação dos reeds de
leitura da zona de nivelamento, posicionados em
F22,XXX: Falha nos reeds de leitura de zona de
cima da cabina.
Durante a viagem de renivelamento, se nivelamento.
Verificar o funcionamento/ligação do sensor de
sair da zona de nivelamento acusa a Falha na placa de segurança no sensor de
velocidade de nivelamento (V18) da placa de
falha. velocidade de nivelamento (V18).
segurança.
XXX – pavimento de ocorrência.
Substituir a placa de segurança.
Substituir a placa I/O (JV0151).
Verificar a ligação dos sinais INA e INB.
Ligação invertida de INA com INB.
F23,000: Reconfigurar os parâmetros de tensão
Falta de torque no motor, causando
Reversão de mais de 20 pulsos. intermediária (Cn-06 p/ G3, ou E1-08 p/ G5) e
retrocesso na partida da cabina.
Obs: somente quando a velocidade for mínima (Cn-08 p/ G3, ou E1-10 p/ G5) em
Balanceamento incorreto do sistema
abaixo de 12m/min. condição de carga plena.
cabina-contrapeso.
Conferir o balanceamento do contrapeso (45%).

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F24,002
Falha na leitura de velocidade ,reversão
de mais de 40 pulsos.
Obs: somente quando a velocidade for
abaixo de 12m/min.
F25,000:
Diferença entre velocidade de referencia Verificar a configuração dos parâmetros abaixo:
e velocidade medida maior que ¼ da C32 = efeito
Ligação incorreta dos sinais INA e INB.
velocidade nominal( até 110m/min) ou C33 = diâmetro da polia de tração
Configuração incorreta de parâmetros do
maior que ½ da velocidade nominal C34 = rotação da polia de tração
comando, tais como: efeito, diâmetro da
(acima de 110m/min). C39 = rotação síncrona do motor
polia, rotação da polia, rotação síncrona; e
F25,002: E1-04 = freqüência máxima de saída
parâmetros do inversor.
Velocidade da cabina maior que 45 m/m, E1-06 = freqüência base
Defeito na placa CPU (JV0130).
com o comando operando em modo Verificar o sinal de referência que chega no
Defeito na placa de segurança ,quando
MANUAL. inversor (pinos 13 e 17).
existir.
F25,003 Substituir a placa CPU (JV0130).
Durante o final da viagem se ocorrer 3 ou Substituir a placa de segurança.
mais falhas F25,000.
F28-XXX
Durante o fechamento de porta não
sendo detectado SEGP em 3 Seg. reabre
Defeito na placa I/O (JV0151) Substituir placa
a porta
Obs: SEG P – OK não sendo detectado
CT em 3 Seg sinaliza F07-xxx
F31,000: Seqüência de fases incorreta (L01, L02, Verificar a seqüência de ligação das fases (L01,
Erro na seqüência de fases. L03). L02, L03).
F32,000:
Mau contato / conexões / fusíveis na linha Verificar a linha L01, tanto na entrada do painel
Falta de fase U. Detecção por tensão
L01. quanto na saída para o motor.
(L11, L12, L13).

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F33,000: Mau contato / conexões / fusíveis na linha Verificar a linha L02, tanto na entrada do painel
Falta de fase V. Detecção por tensão L02. quanto na saída para o motor.
(L11, L12, L13).

F34,000:
Mau contato / conexões / fusíveis na linha Verificar a linha L03, tanto na entrada do painel
Falta de fase W. Detecção por tensão
L03. quanto na saída para o motor.
(L11, L12, L13).
Tensão de entrada em L01, L02 e L03
Verificar o valor da tensão de entrada em L01, L02
F35,000: acima de 125% da tensão configurada no
e L03. Verificar a configuração do parâmetro C41.
Sobretensão. parâmetro C41.
Substituir CPU.
Defeito na CPU.
Tensão de entrada em L01, L02, e L03 Verificar o valor da tensão de entrada em L01, L02
F36,000: abaixo de 75% da tensão configurada no e L03.
Subtensão. parâmetro C41. Verificar a configuração do parâmetro C41.
Defeito na CPU. Substituir CPU.
F37,000:
Erro na seqüência de ligação das fases Verificação da seqüência de ligação das fases L01,
Falta de sincronismo com a rede com
L01, L02, L03 / L11, L12, L13 / U, V, W. L02, L03 / L11, L12, L13 / U, V, W.
mais de 10 falhas.
Verificar o funcionamento/ligação do reed superior
F38 Mau contato na ligação de reed superior do
do sensor de zona de nivelamento.
Na zona nivelamento, verifica que o Reed sensor de zona de nivelamento localizado
Verificar o correto posicionamento das placas de
1 (superior) não fechou. em cima da cabina.
indicação de zona de nivelamento, estas devem
XXX – pavimento de ocorrência. Posicionamento incorreto das placas
estar centralizadas ao nível do andar e em área de
(obs: somente ocorre se o parâmetro C08 magnéticas na caixa.
atuação dos reeds.
for igual ou a 1,2 ou 3) Reed-switch danificado.
Substituir o reed-swith.
F39XXX: Mau contato na ligação do reed inferior do Verificar a ligação do reed inferior.
Na zona de nivelamento. Verifica que o sensor de zona de nivelamento localizado Substituir o reed-switch.
Reed 1 fechou, e o reed 2 não fechou, ou em cima da cabina. Verificar o funcionamento/ligação do detector de
o detector de velocidade máxima de Reed-switch danificado. zona de nivelamento (V18).
nivelamento atuou (V18 da placa de Mau contato na ligação da saída de Substituir a placa de segurança.

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segurança - JV0259/249), impedindo as detector de velocidade de nivelamento


entradas dos relês NV1 e NV2 (V18).
(obs: somente ocorre se o parâmetro C08 Placa de segurança desregulada.
for igual ou a 1,2 ou 3)
Verificar se o led A correspondente à saída da
placa I/O está acendendo quando solicitada à
manobra.
Mau contato na ligação da bobina do
F41,000*: Verificar a ligação da bobina do contator.
contator. Mau contato na ligação entre o
Falha no Contator A, contator não liga. Verificar através do led A correspondente à entrada
contato (53/54) do contator A e a placa I/O.
- Elevador trava do contator A, se o contato de realimentação do
Defeito na placa CPU / I/O.
funcionamento do mesmo (53/54) está
corretamente ligado e em perfeito estado. Substituir
CPU / I/O.
Verificar se o led A correspondente à saída do
contator A está constantemente aceso, em caso
F41,001*: Defeito no contator (bobina travada). afirmativo substituir a placa I/O.
Falha no Contator A, contator “grudou” Curto circuito na ligação entre o contato Verificar se o contato de realimentação (53/54) está
ligado. (53/54) do contator A e a placa I/O. em perfeito estado, através do led A
- Elevador trava Defeito na placa CPU / I/O. correspondente à entrada de monitoração do
mesmo. Substituir o contator A. Substituir CPU / I/O

F42,000*: Um dos reles ligou e o outro não Substituir a placa I/O (JV0151).
Falha nos relés AUT1 e AUT2. (inconsistência).
- Elevador trava
F43,000*: Um dos reles ligou e o outro não Substituir a placa I/O (JV0151).
Falha nos relés SEG1 e SEG2. (inconsistência).
- Elevador trava
F44,000*: Um dos reles ligou e o outro não Substituir a placa I/O (JV0151).
Falha nos reles NIV1 e NIV2. (inconsistência).
Parâmetro C08= 1,2 ou3 (irregular)

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F45,000*: Mau contato na ligação da bobina do Verificar se o led S correspondente à saída da


Falha no Contator S, contator não liga. contator. Mau contato na ligação entre o placa I/O está acendendo quando solicitada à
- Elevador trava contato (53/54) do contator S e a placa I/O. manobra de subida.
Defeito na placa CPU / I/O. Verificar a ligação da bobina do contator.
Verificar através do led S correspondente à entrada
do contator S, se o contato de realimentação do
funcionamento do mesmo (53/54) está
corretamente ligado e em perfeito estado. Substituir
CPU / I/O
F45,001*: Defeito no contator (bobina travada). Verificar se o led S correspondente à saída do
Falha no Contator S, contator “grudou” Curto circuito na ligação entre o contato contator S está constantemente aceso, em caso
ligado. (53/54) do contator S e a placa I/O. afirmativo substituir a placa I/O.
- Elevador trava Defeito na placa CPU / I/O. Verificar se o contato de realimentação (53/54) está
em perfeito estado, através do led S
correspondente à entrada de monitoração do
mesmo.
Substituir o contator S. Substituir CPU / I/O.
F46,000*: Mau contato na ligação da bobina do Verificar se o led D correspondente à saída da
Falha no Contator D, contator não liga. contator. Mau contato na ligação entre o placa I/O está acendendo quando solicitada à
- Elevador trava contato (53/54) do contator D e a placa I/O. manobra de descida.
Defeito na placa CPU / I/O. Verificar a ligação da bobina do contator.
Verificar através do led D correspondente à entrada
do contator D, se o contato de realimentação do
funcionamento do mesmo (53/54) está
corretamente ligado e em perfeito estado. Substituir
CPU / I/O.
F46,001*: Defeito no contator (bobina travada). Verificar se o led D correspondente à saída do
Falha no Contator D, contator “grudou” Curto circuito na ligação entre o contato contator D está constantemente aceso, em caso
ligado. (53/54) do contator D e a placa I/O. afirmativo substituir a placa I/O.
- Elevador trava Defeito na placa CPU / I/O. Verificar se o contato de realimentação (53/54) está

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em perfeito estado, através do led D


correspondente à entrada de monitoração do
mesmo.
Substituir o contator D. Substituir CPU / I/O.
F46,002 Atualizar software e reconfigurar parâmetros
No final da viagem de reinicialização, conforme Block Change.
LD1 atuou sem que LD3 atuasse.
- Elevador trava
F47,000*: Mau contato na ligação da bobina do Verificar se o led AE correspondente à saída da
Falha no contator RUN, contator não liga. contator. Mau contato na ligação entre o placa I/O está acendendo quando solicitada à
contato (5/6) do contator RUN e a placa manobra.
I/O. Verificar a ligação da bobina do contator.
Defeito na placa CPU / I/O. Verificar através do led AE correspondente à
entrada do contator RUN, se o contato de
realimentação do funcionamento do mesmo (5/6)
está corretamente ligado e em perfeito estado.
Substituir CPU / I/O.

F47,001*: Defeito no contator (bobina travada).Verificar se o led AE correspondente à saída do


Falha no Contator RUN, contator Curto circuito na ligação entre o contato
contator RUN está constantemente aceso, em caso
“grudou” ligado. (5/6) do contator RUN e a placa I/O. afirmativo substituir a placa I/O.
Defeito na placa CPU / I/O. Verificar se o contato de realimentação (5/6) está
em perfeito estado, através do led AE
correspondente à entrada de monitoração do
mesmo.
Substituir o contator RUN. Substituir CPU / I/O.
F48,000*: Falta de indutor em série com os reed Verificar se está presente e corretamente ligado o
Falha no sensor de zona de nivelamento superior. indutor em série com o reed.
(Reed 1 deve ter grudado). Ligação incorreta dos reeds . Substituir o reed.
Defeito do reed.

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Parâmetro C08=1,2 ou3


F54,xxx Fuga ou defeito na placa Atualizar software e reconfigurar parâmetros
Botão “preso” (oscilando) conforme Block Change.
xxx: pavimento de ocorrência.
* - Bloqueiam “travam” o funcionamento do elevador, até que seja feita a eliminação das falhas e o desligamento / ligamento do disjuntor do
painel
(Reset da CPU)

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13-1-1 Falhas não codificadas

Processo de rebitagem não é encerrado Leitura incorreta das placas de indicação Verificar o correto posicionamento das placas de
com sucesso. de nível de andar. indicação de nível.
(Pula vários andares por vez) Falha intermitente de sensor óptico (IS e Verificar o funcionamento dos sensores ópticos IS e
ID) posicionados em cima da cabina. ID.
Ruído no sinal correspondente a leitura Introduzir filtro na placa CPU, no sinal
das placas de andar (Marker). Gerado correspondente ao Marker.
com a presença de IS e ID.
Reseta a CPU na parada do elevador. Ruído gerado ao desligar os contatores de Verificar a existência e a correta ligação dos
Relê MP da placa CPU - JV0130 “cai” e manobra. supressores dos contatores de manobra.
trava o elevador. Inconsistência no auto-teste da CPU. Verificar o aterramento do sistema.
Elevador vibra na partida até atingir a Configuração discrepante de parâmetros Verificar a configuração dos parâmetros (C20, C21,
velocidade nominal. de aceleração/desaceleração e jerk (C20, C45 à C48).
Oscilação do elevador em velocidade C21) ganhos (C45 à C48). Verificar o sinal de referencia que chega nos pinos
nominal. Referência gerada no comando Excel 13 e 17 do inversor. Caso a tensão esteja oscilando,
instável, devido à interferência do inversor introduzir um capacitor de 33nF/63V entre estes dois
G5 pontos.
Contatores de manobra são ativados, Falta de sinal de referência no inversor Verificar a interligação do sinal de referência (I/O -
mas não é energizado o motor de (pinos 13 e 17). inversor).
tração. Configuração incorreta dos parâmetros de Verificar os parâmetros de configuração.
controle. Verificar a configuração do inversor.
Configuração incorreta do inversor.
Elevador sempre para antes Leitura incorreta de pulsos do encoder da Verificar a ligação do Encoder.
aproximadamente 50cm. máquina. Verificar os dados configurados comparando-os
Configuração incorreda de parâmetros de com os dados da máquina.
diâmetro de polia, efeito, rotação.
Ruído magnético elevado no motor. Freqüência de chaveamento do inversor Reconfigurar o valor de freqüência de chaveamento

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muito baixa. do inversor de tal forma a minimizar o ruído e manter


a viagem confortável.
Cabos de tração deslizam na polia Sistema (cabina/contrapeso) Conferir o balanceamento do contrapeso (45%).
durante a partida do elevador, causando desbalanceado. Instalar corrente de compensação.
erro de leitura de posição e Falta de corrente de compensação.
consequentemente desnível na parada.

Elevador não consegue partir, falta de Configuração insuficiente dos parâmetros Reconfigurar os parâmetros de tensão em condição
torque. do inversor correspondente à tensão de carga plena (tensão intermediária Cn-06 p/ G3,
intermediária e mínima. ou E1-08 p/ G5) e (tensão mínima Cn-08 p/ G3, ou
Sistema (cabina/contrapeso) E1-10 p/G5).
desbalanceado Conferir o balanceamento do contrapeso (45%).
Falha de comunicação entre os carros Configuração incorreta do parâmetro C36 Verificar os parâmetros C36 do despacho e dos
(CN24). Cabo de comunicação carros. Verificar continuidade do cabo de
Não registra chamada de pavimento comunicação e checar a existência do casador de
(elevador em grupo com despacho impedância (adaptador “T” e terminação).
ADS-EXCEL).
Com SMCT indica que o carro está Falta das terminações de 75 ohms Posicionar os terminais de 75 ohms.
desligado (CD) (visualiza na tela). (casador de impedância) nos extremos do
cabo.
Quando em Sistema DAFFE. Não Placa CPU com defeito. Substituir a placa CPU e aplicar IT-729.
ocorre a sequência de funcionamento
Em Sistema Duplex as chamadas Cabo de comunicação serial (CN26) Substituir o cabo.
externas são atendidas somente pelo interrompido Aplicar IT-647 / Substituir os modens.
carro onde estão ligadas. Modens com defeito
Sistema Duplex com DAFFE, não
ocorre a sequência de funcionamento
de resgate.
Com SMCT indica falha de
comunicação (FC).

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Indicação de falha “GF” no inversor. Tempo de atraso de acionamento entre Substituir o contator A.
contatos do contator A. Regularizar a isolação dos enrolamentos do motor.
Baixa isolação nos enrolamentos do Inibir a detecção da falha GF, com a sequência
motor. abaixo:
A1-05(senha) = 0616
A1-04(senha) = 0616
A1-01(nível de acesso) = 0616
L8-10(ground fault sel.) = 0 (disabled)
A1-01(nível de acesso) = 1
A1-05(senha) = 0031
A1-04(senha) = 0030

Limitador desarmando. Configuração errada de parâmetro. Verificar a configuração do parâmetro E1-04 =


Freqüência máxima de saída.

Dispara as chamadas de Ruído introduzido na linha 20R, devido a Regularizar o aterramento do sistema.
cabina/pavimento indevidamente. irregularidades no aterramento do painel Substituir as placas dos botões muito sensíveis.
de comando e da cabina.
Botões com excesso de sensibilidade.
Não funciona o sistema em Grupo. Software errado. Verificar se o software utilizado está correto para
Configuração errada do parâmetro C36 comunicação em grupo.
(identificação do painel no grupo). Verificar a configuração do parâmatro C36.
Cabo de comunicação danificado. Verificar continuidade do cabo de comunicação.
Placa CPU - JV0130 danificada. Substituir a placa CPU.
Funcionamento incorreto da sinalização Sinalização com defeito. Substituir IPD, IP1, IP2, IPM e SS
(IPD, IP1, IP2, IPM e SS) Mau contato das conexões dos plugs Verificar conecções.
Hylock. Corrigir chicote.
Fiação do chicote da caixa interrompida. Substituir placa CPU.
Placa CPU com defeito.
Não consegue acessar parâmetros do Placa CPU com defeito. Substituir a placa CPU.

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IHM, porém o elevador funciona


normalmente.
Não funciona seta e o indicador de Placa do micro de cabina / placa do Substituir a placa do micro de cabina e/ou plasma.
posição do plasma. plasma com defeito.
Acionamento incorreto do gongo do Gongo da SB/SM com defeito. Substituir a SB/SM.
SB/SM. Mau contato nas conexões dos plugs Corrigir conexões.
Funcionamento incorreto da Seta Hylock. Corrigir Chicote.
Sargento. Fiação da caixa interrompida. Substituir placa CPU.
Placa CPU com defeito.
Variação brusca de velocidade. Cabo de ligação entre CPU e o inversor Substituir o cabo.
(CN25) com defeito.
Tranco na partida e/ou na parada. Conector CN25 danificada. Substituir placa CPU.
Aplicar as IT679/IT681/IT733.

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14 Conjunto Inversor

14-1 Inversor G5

14-1-1 Configuração do Inversor

O inversor modelo VSG5U deve sair configurado da fábrica. Em caso de duvida configurar
conforme descrição dos parâmetros de configuração do inversor anexo.
Os seguintes parâmetros devem ser conferidos na obra.
E2-01 (corrente nominal do motor) (este dado está disponível na chapa de identificação do
motor);
Em função da tensão da rede da obra também pode ser necessário configurar o parâmetro:
E1-01 tensão de entrada do inversor (SE NECESSÁRIO)

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14-1-2 Avaliação do Contrapeso com Carga Equilibrada

Com carga na cabina equivalente a 45% da nominal, deve-se fazer viagens de subida e
descida e observar a indicação de corrente no display do inversor (aciona-se a tecla ▼ até
aparecer a direita a indicação “A”) que deve ser a mesma para esta condição de carga
equilibrada.

14-1-3 Regulagem do Inversor (Máquina Sem Encoder)

1. Para a correta determinação destes parâmetros o elevador deve ser carregado com
uma carga equivalente a 100% da nominal.
2. Posicionar o elevador na pior condição de carga e tentar partir; caso o motor não
consiga movimentar a cabina incrementar de 1 V o parâmetro E1-08
3. Tentar novamente movimentar o elevador; caso o motor não consiga movimentar a
cabina refaça o passo 2.
4. Limitar os valores destes parâmetros conforme tabela de configuração. Nos demais
casos contactar a Engenharia de Campo.
5. Caso não foi obtido sucesso nas fases anteriores repetir o procedimento alternando o
incremento 1V em E1-08 e E1-10

Nota !
Em casos de atingir os limites preestabelecidos para estes parâmetros
deve-se avaliar se não existem fatores que podem estar dificultando a
movimentação da cabina tal como distância entre guias, corrediças presas,
etc.

14-1-4 Operador para Inversor G5

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Led Aceso qdo Estes leds devem


em operação Direção estar sempre acesos

DRIVE FWD REV REMOTE


SEQ REF

Display

DIGITAL OPERATOR
JVOP - 130
Seleciona modo
Programação ou
Operação (Drive)

LOCAL MENU ESC Tecla de saida do


REMOTE parâmetro / função

Tecla de acesso a
JOG ..DATA
ENTER parâmetros / funções e
entrada de dados

FWD
Seleção de digito e
REV
RESET “Reset”

Tecla de incremento e
RUN STOP decremento

Quando utilizado com comando estas


teclas não são utilizadas

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14-1-5 Programação do Inversor G5

Para se alterar qualquer parâmetro do Inversor deve:

1. Aciona-se a tecla MENU para passar para o modo programação (apaga o led drive);
2. Aciona-se a tecla Λ ou V o número de vezes necessário para visualizar o sub-menu
desejado (Operation, Initialize, Programming, Auto-tuning, Modified Constants). A
tecla ENTER seleciona o sub-menu desejado.
3. Aciona-se as teclas Incrementa / Decrementa ( Λ ou V ) para acessar o grupo
desejado ( B, C, D, E, F, H, L, O )
4. Aciona-se a tecla DATA/ENTER para selecionar o grupo.
5. Aciona-se as teclas Incrementa / Decrementa ( Λ ou V ) para acessar o sub-grupo
desejado (por exemplo: B1, B2, B3, B4, B5, B6).
6. Aciona-se a tecla DATA/ENTER para selecionar o sub-grupo.
7. Aciona-se a tecla DATA/ENTER para visualizar o valor atual do parâmetro e alterá-lo;
8. Aciona-se as teclas Incrementa/Decrementa (Λ Λ ou V ) ou Seleção de Digito (>
>) para
alterar o valor desejado;
9. Aciona-se a tecla DATA/ENTER para registrar o valor alterado;
10. Aciona-se a tecla ESC para cancelar a alteração;
11. Aciona-se a tecla MENU e a tecla Incrementa (Λ Λ) até selecionar o sub-menu
OPERATION para voltar ao modo operação (drive)

Nota !
Não selecionar a função Auto-Tunning

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14-1-6 Parâmetros de Configuração do Inversor

Para aparecer A1-05, apertar reset e menu juntos.

Menu Valor de Fá-


Sub-Menu Parâmetro Display Função Opção
Initialize brica
Select Langua- Seleção de 0 Inglês
Initialize Initialize A1-00
ge Língua 1 Japonês
Nível de Acesso
Initialize Initialize A1-01 Access level obra
1 User Program
fábrica
4 Advanced
Open loop vector
Método de Con- 2
Initialize Initialize A1-02 Control Method Flux Vector c/ en-
trole 3
coder
Initialize Initialize A1-03 Init Parameter Inicialização 0
Initialize Initialize A1-04 Enter Password Senha 0031
Select Pass-
Initialize Initialize A1-05 Senha 0031 “>“ e MENU
word
User
Initialize A2-01 E1-01
Constants Constantes
User
Initialize A2-02 E1-04 Somente
Constants sempre
User
Initialize A2-03 E1-06 em
Constants disponíveis
User
Initialize A2-04 E1-08 Máquina
Constants Independente
User
Initialize A2-05 E1-10 Sem
Constants de
User
Initialize A2-06 E2-01 Encoder
Constants Senha
User
Initialize A2-07 E2-02
Constants
User
Initialize A2-08 E2-03
Constants
User
Initialize A2-09 C5-01
Constants
User
Initialize A2-10 C5-02
Constants Somente
User
Initialize A2-11 C5-03
Constants em
User
Initialize A2-12 C5-04
Constants Máquinas
User
Initialize A2-13 C5-05
Constants Com
User
Initialize A2-14 C5-06
Constants Encoder
User
Initialize A2-15 C5-07
Constants
User
Initialize A2-16 F1-05
Constants

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Menu Valor de Fá-


Sub-Menu Parâmetro Display Função Opção
Programming brica
Reference
Application Sequence B1-01 Referencia 1 Terminal
Source
Application Sequence B1-02 Run Source Comando 1 Terminal
Stopping me- Método de Pa- Ramp to stop
Application Sequence B1-03 0
thod rada máq s/ encoder
Coast to Stop
1
máq. C/ encoder
operação rever-
Application Sequence B1-04 Reverse oper 0 enabled
sa
Tempo de var-
Application Sequence B1-06 Cntl Input Scan redura das en- 1 5ms - 2 scans
tradas
Injeção DC
DC Brak-
Application B2-01 Dcinj Start Freq Frequência 3.5 Hz Injeção DC
ing
Inicial
DC Brak- Corrente de
Application B2-02 DCInj Current 50 50%
ing Injeção DC
DC Brak- DCInj Time Tempo de Inje-
Application B2-03 0 0.00 segundos
ing @Start ção DC
DC Brak- DCInj Time Tempo de Inje-
Application B2-04 0 0.00 segundos
ing @Stop ção DC

Ac-
Tuning C1-01 Accel Time 1 Tempo de Acel 0 0 segundos
cel/Decel
Ac-
Tuning C1-02 Decel Time 1 Tempo Decel 0 0 segundos
cel/Decel
Ac-
Tuning C1-03 Accel Time 2 Tempo de Acel 0 0 segundos
cel/Decel
Ac-
Tuning C1-04 Decel Time 2 Tempo Decel 0 0 segundos
cel/Decel
Ac-
Tuning C1-05 Accel Time 3 Tempo de Acel 0 0 segundos
cel/Decel
Ac-
Tuning C1-06 Decel Time 3 Tempo Decel 0 0 segundos
cel/Decel
Ac-
Tuning C1-07 Accel Time 4 Tempo de Acel 0 0 segundos
cel/Decel
Ac-
Tuning C1-08 Decel Time 4 Tempo Decel 0 0 segundos
cel/Decel
Ac-
Tuning C1-09 Fast Stop Time Tempo Decel 0 0 segundos
cel/Decel
Ac-
Tuning C1-10 Acc/Dec Units Unidade 1 0.1 segundos
cel/Decel
Ac- Acc/Dec SW Freq. troca de
Tuning C1-11 0.00
cel/Decel Freq acel/decel

Tuning S-Curve C2-01 Scrv Acc @Start Curva S acel 0 0 segundos

Tuning S-Curve C2-02 Scrv Acc @End Curva S acel 0 0 segundos


Scrv Dec
Tuning S-Curve C2-03 Curva S decel 0 0 segundos
@Start
Tuning S-Curve C2-04 Scrv Dec @End Curva S decel 0 0 segundos

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Sub-Menu
Menu Valor de Fá-
Parâmetro Display Função Opção
Programmig brica
Ganho de
Compensação
Tuning Motor-Slip C3-01 Slip Comp Gain 1
de escorrega-
mento
Tempo de com-
Tuning Motor-Slip C3-02 Slip Comp Time pensação de 240 ms (Open Loop)
escorregamento
Limite de com-
Slip Comp Lim-
Tuning Motor-Slip C3-03 pensação de 200 % (Open Loop)
ite
escorregamento
Inibe compen-
Slip Comp Re- sação de escor- Disabled
Tuning Motor-Slip C3-04 0
gen regamento na (Open Loop)
desacel
Ganho de com-
Torque Torq Comp
Tuning C4-01 pensação de 1 (Open Loop)
Comp Gain Torque
Tempo de com-
Torque Torq Comp
Tuning C4-02 pensação de 80 ms (Open Loop)
Comp Time
Torque
ASR propor- ganho propor-
Tuning ASR C5-01 20.00 máq. com Encoder
tional gain 1 cional 1
ASR integral seg máq. c/ Enco-
Tuning ASR C5-02 ganho integral 1 0.5
time 1 der
ASR propor- ganho propor-
Tuning ASR C5-03 20.00 máq. com Encoder
tional gain 2 cional 2
ASR integral seg máq. c/ Enco-
Tuning ASR C5-04 ganho integral 2 0.5
time 2 der
Tuning ASR C5-05 ASR limit limite 5,0 % máq. c/ Encoder
Atraso primário seg. máq. c/ Enco-
Tuning ASR C5-06 ASR delay time 0.005
de saida der
Frequência para
ASR Gain SW (Hz) máq. c/ Enco-
Tuning ASR C5-07 mudança de 3.0
Freq. der
ganho

(p/220V) 155 à 255


220 V (p/380V) 310 à
Tensão de En-
Motor V/f Pattern E1-01 Input voltage 400 510 V
trada
440 (p/440V) 310 à 510
V

Seleção de tipo
Motor V/f Pattern E1-02 Motor Selection 0 Std Fan Cooled
de motor

Max Frequency Frequência Valor conforme


Motor V/f Pattern E1-04 máxima de 60.0 Tabela
saída Pág. 112 a 123

Menu Valor de Fá-


Sub-Menu Parâmetro Display Função Opção
Programming brica

220
Tensão máxima
Motor V/f Pattern E1-05 Max Voltage 380
de saída
440

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Frequência Hz (=E1-04 se <


Motor V/f Pattern E1-06 Base Frequency 60.0
Base 60)
Mid Frequency Frequência
Motor V/f Pattern E1-07 3.0 Hz
A intermediaria

Tensão inter- 12.1 p/ 220V ( máx 35 V)


Motor V/f Pattern E1-08 Mid Voltage mediaria maq s/ 20.9 p/ 380V ( máx 60 V)
encoder 24.2 p/ 440V (máx 70 V )

Frequência Hz (Máq. s/ enco-


Motor V/f Pattern E1-09 Min Frequency 0.1
minima der)

2.2 p/ 220V ( máx 15 V)


Tensão minima
Motor V/f Pattern E1-10 Min Voltage 3.8 p/ 380V ( máx 26 V)
maq s/ encoder
4.4 p/ 440V (máx 30 V )

Motor Corrente Nomi-


Motor E2-01 Motor rated FLA
Setup nal do Motor
Motor Escorregamento CONFORME
Motor E2-02 Motor rated slip
Setup do Motor TABELA
Corrente do DE
Motor No-Load Cur-
Motor
Setup
E2-03
rent
motor em vazio CARACTERÍSTICA
(sem carga) DO
Motor Numero de
Motor
Setup
E2-04
Polos
MOTOR
Pág. 124 a 129
Resistência fase
Motor Term Resistan- a fase do
Motor E2-05
Setup ce motor

Motor Indutância do
Motor E2-06 Leak Inductance
Setup motor
Motor Saturation comp compensação
Motor E2-07
Setup 1 de saturação 1
Motor Saturation comp compensação
Motor E2-08
Setup 2 de saturação 2

PG Option Numero de
Option F1-01 PG Pulse/Rev 1000
Setup pulsos/volta máq. c/ encoder

Deteção de
PG Option PG Fdbl Loss Coast to stop
Option F1-02 falha na linha do 1
Setup Sel ( máq. c/ encoder )
Ger. Pulsos
PG Option PG Overspeed Deteção de Coast to stop
Option F1-03 1
Setup Sel sobrevelocidade ( máq. c/ encoder )

PG Option PG Deviation Desvio de velo- Coast to stop


Option F1-04 1
Setup Sel cidade ( máq. c/ encoder )

0 - horário
PG Option Sentido de rota-
Option F1-05 PG Rotation Sel 0 1 - anti horario
Setup ção
( máq. c/ encoder)

PG Option PG Deviate Nivel de desvio 0 a 50 %


Option F1-10 30
Setup Level de velocidade ( máq. c/ encoder)

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EXCEL VVVF 007129 V1

Menu Valor de Fá-


Sub-Menu Parâmetro Display Função Opção
Programming brica

Digital Configuração do
Terminal H1-01 Terminal 3 Sel 24 Falha externa
Inputs Terminal 3

Terminal H1-02 Terminal 4 sel 14 Fault Reset

Digital Configuração do
Terminal H1-06 Terminal 8 Sel 60 DC Inj Activate
Inputs Terminal 8

Digital Configuração do
Terminal H2-01 Terminal 9 Sel 0 During Run
Outputs Terminal 9
DC Bus Under
Terminal H2-03 Terminal 26 Sel 7
Voltage

Analog Configuração do
Terminal H3-01 Term 13 Signal 0 0 to 10 Vdc
Inputs Terminal 13

Analog Ganho da En-


Terminal H3-02 Term 13 Gain 100.0
Inputs trada Analógica
Analog Offset da Entra-
Terminal H3-03 Term 13 Bias 0.0
Inputs da Analógica

Filtro Digital da
Analog 0.05 Máq. s/ encoder ( s)
Terminal H3-12 Filter Avg Time Entrada Analó-
Inputs 0.00 Máq. c/ encoder (s )
gica

150V 220V c/ SAFE II


Nivel de dete-
PwrLoss 300V 380V c/ SAFE II
Protection L2-05 PUV Det Level ção de subten-
Ridethru 190V 220V s/ SAFE II
são
380V 380V s/ SAFE II

Stall Pre- Habilita deteção General-purpose


Protection L3-01 StallP Accel Sel 1
vention de stall na acel Máq. s/ encoder

Stall Pre- Nivel de de- %


Protection L3-02 StallP Accel Lvl 200
vention teção de stall Máq. s/ encoder
Stall Pre- Nivel de de- %
Protection L3-03 StallP CHP Lvl 100
vention teção de stall Máq. s/ encoder
Stall Pre- Inibe deteção de
Protection L3-04 StallP Decel Sel 0 Disabled
vention stall na desacel

Numero de
tentativas de
Protection Fault retry L5-01 Num of Restarts 10
rearme em caso
de falha
Rele de falha
Protection Fault retry L5-02 Restart Sel 1 Fault relay active
ativo no reset

Torque Limite de torque


Protection L7-01 Torq Limit Fwd 300 Máq. c/ encoder
Limit subindo
Torque Limite de torque
Protection L7-02 Torq Limit Rev 300 Máq. c/ encoder
Limit descendo

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EXCEL VVVF 007129 V1

Limite de torque
Torque Torq Limit Fwd
Protection L7-03 subindo na 300 Máq. c/ encoder
Limit Rgn
desaceleração

Limite de torque
Torque Torq Limit Fwd
Protection L7-04 descendo na 300 Máq. c/ encoder
Limit Rgn
desaceleração

Tecla Lo-
Local/Remote
Operator Key Select O2-01 cal/Remoto 0 Disabled
Key
inibida
Tecla Stop
Operator Key Select O2-02 Oper Stop Key 0 Disabled
inibida

Operator Key Select O2-03 User Default 1 P/ reset = 1

Relogio interno
Elapsed Time
Operator Key Select O2-08 registra hora 0 Power-on time
Run
corrida

Menu
Parâmetro Função
Operation

U1 U01-01 à U01-28 Parâmetros de Monitoração

U2 U02-01 à U02-14 Dados da última falha

U3 U03-01 à U03-08 4 ultimas falhas.

Parâmetro Display Função Unidade

U1-01 Frequency Ref Frequência de refêrencia Hz

U1-02 Output Freq Frequência de Saída Hz

U1-03 Output Current Corrente do Motor A

2 : Open loop vec-


U1-04 Control Method Metodo de control tor
3 : Flux vector
U1-05 Motor Speed Velocidade estimada do motor Hz

U1-06 Output Voltage Tensão aplicada ao motor V

U1-07 DC bus voltage Tensão do barramento DC V

U1-08 Output Kwatts Potência de saída do inversor KW

U1-09 Torque Reference Referencia de Torque interno %

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Estado dos terminais de entrada 87654321


Digito 1 -> Terminal 1
Digito 2 -> Terminal 2 0 : aberto
Digito 3 -> Terminal 3 1 : fechado
Digito 4 -> Terminal 4
U1-10
Digito 5 -> Terminal 5
Input Term Sts Digito 6 -> Terminal 6
Digito 7 -> Terminal 7
Digito 8 -> Terminal 8

Estado dos terminais de saída 87654321


Digito 1 -> Contato dos Terminal 9-10
Digito 2 -> Terminal 25
Digito 3 -> Terminal 26
0 : aberto
U1-11 Output Term Sts Digito 4 -> não usado....
1 : fechado
Digito 5 -> não usado....
Digito 6 -> não usado....
Digito 7 -> não usado....
Digito 8 -> Contato dos Terminais 19-20

Estado interno do inversor 87654321


Digito 1 -> run (“rodando”).
Digito 2 -> zero-speed (“velocidade zero”)
Digito 3 -> reverse run (“descendo”)
0 : inativo
Int Ctl Sts 1 Digito 4 -> reset input
1 : ativo
Digito 5 -> speed agree (velocidade = referencia)
U1-12 Digito 6 -> Inversor pronto (“ready”)
Digito 7 -> falta menor
Digito 8 -> falta grave

Relogio interno com numero de horas que o in-


U1-13 Elapsed time 0 à 65535 horas
versor está ligado

U1-14 Flash ID Número do Software do Inversor 1026 ou maior

Nivel porcentual da referencia analógica (terminal


U1-15 Term 13 Level 0 à 100%
13)

Nivel porcentual da referencia analógica (terminal


U1-16 Term 14 Level 0 à 100%
14)
Nivel porcentual da referencia analógica (terminal
U1-17 Term 16 Level 0 à 100%
16)
U1-18 Mot SEC Current não utilizado

U1-19 Mot EXC Current Corrente de excitação %

U1-20 SFS Output Frequência de saída após “soft-start” Hz

U1-21 ASR Input %

U1-22 ASR Output %

U1-23 Speed Deviation Diferença de velocidade %

Falha corrente
U2-01 Current Fault
(vide codigos de falhas do inversor G5)

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Ultima falha
U2-02 Last fault
(vide codigos de falhas do inversor G5)

U2-03 Frequency Ref Referencia de frequência da ultima falha Hz

U2-04 Output Freq Frequência de saída da ultima falha Hz

U2-05 Output Current Corrente do Motor da ultima falha A

U2-06 Motor Speed Velocidade estimada do motor da ultima falha Hz

U2-07 Output Voltage Tensão de saída da ultima falha V

U2-08 DC bus voltage Tensão do barramento DC da ultima falha V

U2-09 Output Kwatts Potência de saída da ultima falha KW

U2-10 Torque Reference Torque de referencia da ultima falha %

U2-11 Input Term Sts Estado dos terminais de entrada da ultima falha vide U1-10

U2-12 Output Term Sts Estado dos terminais de saída da ultima falha vide U1-11

U2-13 Inverter Status Estado do inversor da ultima falha vide U1-12


Hora da ultima falha (do relogio interno do inver-
U2-14 Elapsed Time horas
sor)
U3-01 Last Fault Ultima falha

U3-02 Fault Message 2 Penultima falha

U3-03 Fault Message 3 Ante penultima falha

U3-04 Fault Message 4 Anterior a ante-penultima falha

U3-05 Elapsed Time 1 Hora de ocorrencia da ultima falha horas

U3-06 Elapsed Time 2 Hora de ocorrencia da penultima falha horas

U3-07 Elapsed Time 3 Hora de ocorrencia da ante penultima falha horas

U3-08 Elapsed Time 4 Hora de ocorrencia da falha anterior a penultima horas

14-1-7 Procedimento de programação de Inversores

a) Verificar os parâmetro:
A1-02 = 2 para máquina sem encoder ou
A1-02 = 3 para máquina com encoder
b) Definir o parâmetro A1-03 = 2220 (“reset”) inicializa todos os parâmetros do
inversor. Após o reset o parâmetro A1-03 retorna a “0”.
c) Programar demais parâmetros

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Nota !
Na Obra deve-se evitar alterar qualquer parâmetro do inversor. Em caso
de necessidade somente os parâmetros E1-01, E1-04, E1-06, E1-08, E1-
10, E2-01, E2-02, E2-03 podem ser manuseados sem necessidade de
definição da senha, ( e os parâmetros C5-01, C5-02, C5-03,C5-04, C5-05,
C5-06, C5-07 e F1-05 em configuração de máquina com encoder ).

14-1-8 Indicações de falha do inversor

O inversor possui internamente uma série de proteções que servem para proteger o
equipamento de sobrecargas. A ocorrência destas falhas, normalmente, não causa nenhum
dano ao equipamento, apenas interrompe a operação normal de forma a garantir a
integridade do inversor.

Atenção !
Caso ocorra falha do inversor e o operador não conseguiu ler o código de
falha, consultar o parâmetro U3-01 (ultima falha), U3-02 (penúltima falha),
U3-03 (antepenúltima falha).

Indicação do Dis-
Descrição Causas Ação Corretiva
play
Verifique se não houve:
Subtensão no barramento DC du-
Subtensão no
rante operação
barramento "Queda" de Tensão na linha adutora.
UV1 Níveis de detecção (PUV):
DC
DC Bus Undervolt classe 200 V mínimo 190 V
(PUV) Seleção de tensão de alimentação
classe 400 V mínimo 380 V
incorreta
Subtensão no
UV2 circuito de Subtensão no circuito de controle
CTL PS Undervolt controle (CUV) durante operação (CUV)
UV3 Contator de pré-carga abriu durante
Falha de MC
MC Answerback operação
Queda mo- Detectado nível de tenção no bar-
UV
mentânea de ramento DC abaixo do mínimo
Under Voltage -
tensão Contator de pré-carga aberto

OC Sobrecorrente Corrente de saída excedeu o nível Bobina do motor com resistência baixa
Overcurrent (OC) (OC) máximo Aceleração / Desaceleração excessiva
Verificar a isolação do motor
GF Corrente pelo fio Terra excedeu
Verificar as conexões entre motor e
Ground Fault Terra 50% da corrente nominal
inversor

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Sobretensão no barramento DC
durante operação
Níveis de detecção (PUV): Tempo de desaceleração insuficiente
OV
Sobretensão classe 200 V máximo 400 V Circuito do queimador ou unidade de
Overvoltage
classe 400 V máximo 800 V frenagem incorretos.

Indicação do Dis-
Descrição Causas Ação Corretiva
play
Verificar resistência nos enrolamentos
SC Saída do inversor (motor) está
Curto circuito do motor
Short Circuit curto-circuitada.
Verificar a isolação do motor
Fusível do circuito DC aberto
PUF Fusível DC Verifique os transistores de saída, curto
Possivelmente os transistores de
DC Bus Fuse Open aberto circuito no lado da carga, terra, etc.
saída foram danificados
Verifique a ventilação forçada do inver-
OH Sobreaqueci- Ventilador defeituoso ou Tempera- sor e/ou a temp. ambiente
Heatsink Over tmp mento tura ambiente muito alta. Temp Ambiente recomendada menor
que 50°C
A corrente de saída do inversor
Diminua a carga , o tempo de utilização
OL1 Sobrecarga no excedeu o nível de sobrecarga do
em baixas velocidades ou o tempo de
Motor Overloaded motor motor, uso extensivo de baixas
desaceleração
velocidades
A corrente de saída do inversor
OL2 Sobrecarga no Diminua a carga ,
excedeu a o nível de sobrecarga do
Inv Overloaded inversor Aumente o tempo de aceleração
inversor,

Verifique as fases de entrada.


PF Fase de en- Falta de fase na entrada do inversor
Verifique as conexões no terminal de
Input Pha Loss trada aberta Desbalanço nas tensões de entrada
entrada.

Verifique as ligações de saída.


LF Fase de saída Uma das saídas do inversor está Verifique a impedância do motor.
Output Pha Loss aberta em aberto Verifique as conexões no terminal de
saída

Falha no tran-
RR sistor da uni-
Dyn Brk Transistr dade de fre- Transistor do queimador danificado Substitua o inversor
nagem
Falha no resis-
RH
tor da unidade A temperatura do resistor do quei-
Dyn Brk Resistor Reduza a carga de regeneração
de frenagem mador excedeu o valor nominal
OS Sobreveloci- Motor excedeu limite de sobrevelo-
-
Over speed dade cidade
Verifique as ligações entre operador e
PGO Circuito de PG Linha do circuito de programação placa no inversor
PG open aberto aberto Verifique as condições de ligação de
carga

O desvio entre a velocidade de


DEV Desvio de
referência e de resposta está ele- Verifique a carga
Speed Deviation velocidade
vada.

Falha na refe-
Ambos FWD e REV do operador
EF rência externa
estão fechados por mais de 500 Substitua o operador ou inversor
External Fault de operação
ms.

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Indicação do Dis-
Descrição Causas Ação Corretiva
play
Se os terminais não estiverem conec-
EF3 Falha no ter- A falha ocorreu no circuito de con-
tados e o LED estiver aceso substitua o
External Fault 3 minal 3 trole externo
inversor
EF4 Falha no ter- Verifique as condições do terminal de
External Fault 4 minal 4 entrada
EF5 Falha no ter-
External Fault 5 minal 5
Se os terminais não estiverem conec-
EF6 Falha no ter- A falha ocorreu no circuito de con-
tados e o LED estiver aceso substitua o
External Fault 6 minal 6 trole externo
inversor
EF7 Falha no ter- Verifique as condições do terminal de
External Fault 7 minal 7 entrada
EF8 Falha no ter-
External Fault 8 minal 8

OPE01 Configuração
Configuração incorreta
KvA selection incorreta
OPE02 Parâmetros
Valor de parâmetros incorretos Verifique programação
Limit incorretos
OPE03 Parâmetros Configuração dos parâmetros H1-
Terminal H1-01 à H1-06 01 à H1-06 incorretos

Quando a configuração dos parâ-


metros . de E1-04 a E1-10
não satisfazem as seguintes condi-
OPE10 Parâmetros
ções:
V/f E1-04 à E1-10
E1-05 = > E1-08 e E1-08 = > E1-10
E1-04 = > E1-06 > E1-07 = > E1-09

Quando uma das condições que se


seguem ocorrerem:
C6-01 > 5kHz limite superior
OPE11 Parâmetros
C6-02 < 5kHz limite inferior
FC/On-Dly C6-01 à C6-03
Ganho proporcional
C6-03 > 6 e C6-01< C6-02

ERR EEPROM Erro na inicialização da EEPROM


EEPROM R/W Err interna interna

CALL Falha de
Os dados do controle não estão Substitua o inversor
Serial Com Call transmissão
sendo
CE Erro de trans-
recebidos / transmitidos
Memobus Com Err missão

Falha inicial no circuito de controle


Falha no cir- ou em um de seus componentes. Retire e recoloque o operador nova-
CPF00 cuito de con- Comunicação entre o inversor e o mente
COM-ERR(OP&INV) trole operador não é estabelecida 5 Verifique a conexão entre operador e
segs. após ligar o inversor . inversor.

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Falha on line no circuito de controle


ou em um de seus componentes
Falha no cir- Comunicação entre o inversor e o
CPF01 cuito de con- operador é estabelecida uma vez Substitua o inversor
COM-ERR(OP&INV) trole após ligar a rede mas falha a co-
municação após 2 segs.

Falha no cir-
CPF02
cuito de Base-
BB Circuit Err
block

CPF03 Falha na EE-


Substitua o inversor
EEPROM ERRO PROM
(CPU) Falha
CPF04
interna no Substitua o inversor
Internal A/D Err
conversor A/D

(CPU) Falha
CPF05
externa no Substitua o inversor
External A/D Err
conversor A/D

Se houver :
CPF06 Falha no car-
O cartão opcional não está instala- Reinstale o cartão
Option Error tão opcional
do corretamente

Falha do conversor A/D no cartão


CPF020 Falha no car-
de referencia analógica de veloci- Substitua o cartão
Option A/D Error tão opcional
dade opcional (A1-14B)

Nota !
A indicação ¨BB¨piscando, não é uma falha operacional do inversor, mas
sim uma das configurações do parâmetro H1-06. Para solucionar o
problema corrigir a configuração do parâmetro H1-06 (só para Excel 800
FV).
**Ocorrendo falha e mantendo o elevador paralisado (UV ou UV1 ou
UV2), somente volta a funcionar quando acionar a tecla reset do in-
versor.
Para programar o reset automático é necessário alterar os parâmetros H1-
02 e H2-03 (conforme relação) e efetuar as ligações nos terminais 27 com
11 e os terminais 26 com 4 do inversor (IT 0767).

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 Tabela 1

Rotação Diâmetro Rotação A ser


do da do programado no
Velocidade do
Motor (rpm) Elevador Polia (mm) motor invesor
(÷ 10 rpm) Frequência (Hz)
1200: (m/min) Parâmetro E1-04 (G5)
1120 a 1200 Rpm C33 Parâmetro Cn-02 (G3)
C39 Cn-04 (G3)

1200 45 380 173 57,7


60 380 200 66,7

 Tabela 2

MÁQUINA CE 190 EFEITO 1:1


Motor Categoria “D”
Motor Categoria “N”
Máquina sem
Máquina com encoder
encoder
Rotação
A ser A ser
do Ganho na
Rotação programado Rotação programado
Motor (Rpm) Diâmetro Referência a
do motor no inversor do motor no inversor
Velocidade da Polia ser
(÷ 10 Freqüência (÷ 10 Freqüência
1800: do Elevador (mm) Program. no
rpm) (Hz) pm) (Hz)
1620 A 1800 inversor
rpm (m/min) Parâm.
Parâm. E1-04 (G5) Parâm. E1-04 (G5)
1200: C33 H3-02 (G5)
C39 Cn-02 (G3) C39 Cn-02 (G3)
1120 A 1200 (%)
Cn-04 (G3) Cn-04 (G3)
rpm
45 520 180 61.0 171 57.0 100.0
60 520 185 62.0 176 58.7 100.0
75 520 190 63.5 180 60.1 100.0
90 520 190 62.5 177 59.0 100.0
105 520 165 55.0 154 51.4 100.0
45 670 189 63.0 177 59.0 100.0
60 670 189 63.0 177 59.0 100.0
75 670 180 61.0 171 57.0 100.0
1800
90 670 180 60.0 168 56.0 100.0
105 670 170 57.1 160 53.4 100.0
45 790 162 54.0 150 50.0 100.0
150 50.0 (*2) 141 50.0 (*2) 94.0
60 790
177 59.0 (*1) 165 55.0 (*1) 100.0
155 51.7 (*4) 145 50.0 (*4) 97.0
75 790
172 57.3 (*3) 160 53.4 (*3) 100.0
90 790 184 61.5 174 58.0 100.0
105 790 177 59.0 166 55.3 100.0
1200 45 520 118 59.0 109 54.5 100.0
60 520 125 62.5 119 59.5 100.0
75 520 118 59.0 111 55.5 100.0
90 520 100 50.0 93 50.0 93.0
105 520 114 57.0 108 54.0 100.0
45 670 120 61.0 115 57.5 100.0
60 670 120 60.0 113 56.5 100.0
75 670 124 62.0 116 58.0 100.0
90 670 110 55.5 104 52.0 100.0

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105 670 128 64.0 121 60.5 100.0


45 790 124 62.0 118 59.0 100.0
60 790 124 62.0 117 58..5 100.0
75 790 126 63.0 120 60.0 100.0
90 790 123 61.5 118 59.0 100.0
105 790 108 54.2 103 51.4 100.0
(*1) Para Aplicações de até 6 passageiros; (*2) Para as demais aplicações.
(*3) Para Aplicações de até 7 passageiros; (*4) Para as demais aplicações.

 Tabela 3

MÁQUINA CE190 EFEITO 2:1


Motor Categoria “D” Motor Categoria “N”
Máquina sem encoder Máquina com encoder
Rotação
A ser A ser
do
programado programado Ganho na
Motor (Rpm) Rotação Rotação
Velocidade Diâmetro no inversor no inversor referência
do motor do motor
do da Polia Freqüência Freqüência a ser
1800: (÷ 10 rpm) (÷ 10 pm)
Elevador (mm) (Hz) (Hz) Program.
1620 A 1800
Parâmetro no inversor
rpm Parâmetro Parâm.
(m/min) C33 E1-04 (G5) E1-04 (G5) H3-02 (G5)
1200: C39 C39
Cn-02 (G3) Cn-02 (G3) (%)
1120 A 1200
Cn-04 (G3) Cn-04 (G3)
rpm
45 520 187 62.5 177 59.0 100.0
60 520 186 62.0 176 58.7 100.0
75 520 165 55.0 152 50.7 100.0
90 520 193 64.5 183 61.0 100.0
1800 105 520 228 76.0 213 71.0 100.0
45 670 180 60.0 168 56.0 100.0
60 670 193 64.5 183 61.0 100.0
75 670 180 60.5 171 57.0 100.0
90 670 153 51.0 142 50.0 95.0
105 670 177 59.0 165 55.0 100.0
1800 45 790 184 61.5 174 58.0 100.0
60 790 168 56.0 155 51.7 100.0
75 790 156 52.0 145 50.0 97.0
90 790 184 61.5 174 58.0 100.0
105 790 150 50.0 150 50.0 100.0

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 Tabela 4

Máquina CE250/CE250A efeito 1:1


Rotação A ser programado
do Rotação
Velocidade no inversor
Motor (Rpm) Diâmetro do motor
do Freqüência (Hz)
da Polia (÷ 10 rpm)
Elevador
1800: (mm)
E1-04 (G5)
1620 A 1800 rpm Parâmetro C33 Parâmetro
(m/min) Cn-02 (G3)
1200: C39
Cn-04 (G3)
1120 A 1200 rpm
30 609 163 54.4
45 609 165 55.2
60 609 176 58.7
1800 75 609 170 56.8
90 609 170 56.9
105 609 171 57.0
120 609 169 56.4

 Tabela 5

Máquina CE357A efeito 1:1


Rotação
A ser programado
do Rotação
Velocidade no inversor
Motor (Rpm) Diâmetro do motor
do Freqüência (Hz)
da Polia (÷ 10 rpm)
Elevador
1800: (mm)
E1-04 (G5)
1620 A 1800 rpm Parâmetro C33 Parâmetro
(m/min) Cn-02 (G3)
1200: C39
Cn-04 (G3)
1120 A 1200 rpm

45 762 171 57.0


60 762 171 57.2
75 762 176 58.7
1800 90 762 171 57.0
105 762 177 59.0
120 762 172 57.3
150 762 176 58.7

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Treinamento

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 Tabela 6

Máquina CE357A efeito 1:1


Rotação A ser programado
do Rotação
Velocidade no inversor
Motor (Rpm) Diâmetro do motor
do Freqüência (Hz)
da Polia (÷ 10 rpm)
Elevador
1800: (mm)
E1-04 (G5)
1620 A 1800 rpm Parâmetro C33 Parâmetro
( m/min ) Cn-02 (G3)
1200: C39
Cn-04 (G3)
1120 A 1200 rpm
45 762 171 57.0
60 762 171 57.2
75 762 176 58.7
1800 90 762 171 57.0
105 762 177 59.0
120 762 172 57.3
150 762 176 58.7

 Tabela 7

Máquina CE357A efeito 2:1


Rotação
A ser programado
do Rotação
Velocidade no inversor
Motor (Rpm) Diâmetro do motor
do Freqüência (Hz)
da Polia (÷ 10 rpm)
Elevador
1800: (mm)
E1-04 (G5)
1620 A 1800 rpm Parâmetro C33 Parâmetro
( m/min ) Cn-02 (G3)
1200: C39
Cn-04 (G3)
1120 A 1200 rpm
30 762 171 57.2
45 762 171 57.0
60 762 171 57.2
1800
75 762 176 58.7
90 762 171 57.0
105 762 173 57.6

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 Tabela 8

MÁQUINA W140

Motor Categoria “N”


Máquina com Encoder
Rotação Rotação Rotação da A ser programado
Diâmetro da
do Velocidade do motor Polia no inversor
Efeito Polia
Motor (Rpm) do (÷ 10 pm) (rpm) Freqüência (Hz)
Programado (mm)
Elevador
no comando Programado
1500: Programado Programado E1-04 (G5)
C32 no comando
1350 à 1500 rpm ( m/min ) no comando no comando Cn-02 (G3)
C33
C39 C34 Cn-04 (G3)
45 1 520 149 27.5 49.6
60 1 520 158 36.7 52.6
75 1 520 158 45.9 52.8
45 1 570 136 25.1 45.2
60 1 570 144 33.5 48.0
75 1 570 144 41.9 48.2
1500
45 2 520 152 55.1 50.5
60 2 520 158 73.5 52.6
75 2 520 159 91.8 53.1
45 2 570 138 50.3 46.1
60 2 570 144 67.0 48.0
75 2 570 145 83.8 48.4

 Tabela 9

MÁQUINA W140
Motor Categoria “D”
Máquina sem Encoder
Rotação Diâmetro da Rotação Rotação da A ser programado
do Velocidade Polia do motor Polia no inversor
Efeito
Motor (Rpm) do (mm) (÷ 10 pm) (rpm) Freqüência (Hz)
Programado
Elevador
no comando
1800: Programado Programado Programado E1-04 (G5)
C32
1720 à 1800 rpm (m/min) no comando no comando no comando Cn-02 (G3)
C33 C39 C34 Cn-04 (G3)
45 1 520 187 27.5 62.4
60 1 520 198 36.7 66.1
45 1 570 171 25.1 57.0
60 1 570 181 33.5 60.3
1800
45 2 520 190 55.1 63.4
60 2 520 202 73.5 67.3
45 2 570 173 50.3 57.8
60 2 570 184 67.0 61.4

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 Tabela 10

MÁQUINA W163
Motor Categoria “N”
Máquina com Encoder
A ser
Rotação Diâmetro da Rotação Rotação da
programado
do Velocidade Efeito Polia do motor Polia
no inversor
Motor (Rpm) do Program. (mm) (÷ 10 pm) (rpm)
Freqüência (Hz)
Elevador no
1500: comando Programado Program. Program.
E1-04 (G5)
1350 à 1500 rpm ( m/min ) C32 no comando no comando comando
Cn-02 (G3)
C33 C39 C34
Cn-04 (G3)
45 1 520 149 27.5 49.6
60 1 520 158 36.7 52.6
75 1 520 158 45.9 52.8
90 1 520 152 55.1 50.5
105 1 520 138 64.3 46.1
120 1 520 158 73.5 52.6
45 1 570 136 25.1 45.2
60 1 570 144 33.5 48.0
75 1 570 144 41.9 48.2
90 1 570 138 50.3 46.1
105 1 570 161 58.6 53.7
1500
120 1 570 144 67.0 48.0
45 2 520 152 55.1 50.5
60 2 520 158 73.5 52.6
75 2 520 159 91.8 53.1
90 2 520 151 110.2 50.2
105 2 520 176 128.5 58.6
45 2 570 138 50.3 46.1
60 2 570 144 67.0 48.0
75 2 570 145 83.8 48.4
90 2 570 137 100.5 45.8
105 2 570 160 117.3 53.4

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 Tabela 11

MÁQUINA W163
Motor Categoria “D”
Máquina sem Encoder
A ser
Rotação Diâmetro da Rotação Rotação da
programado
do Velocidade Polia do motor Polia
Efeito no inversor
Motor (Rpm) do (mm) (÷ 10 pm) (rpm)
Program. Freqüência (Hz)
Elevador
no comando
1800: Program. Program. Program.
C32 E1-04 (G5)
1720 à 1800 rpm ( m/min ) no comando no comando no comando
Cn-02 (G3)
C33 C39 C34
Cn-04 (G3)
45 1 520 187 27.5 62.4
60 1 520 198 36.7 66.1
45 1 570 171 25.1 57.0
60 1 570 181 33.5 60.3
1800
45 2 520 190 55.1 63.4
60 2 520 202 73.5 67.3
45 2 570 173 50.3 57.8
60 2 570 184 67.0 61.4

 Tabela 12

Comando EXCEL-FV / EX800 FV Máquina W140 Efeito 1:1 (C32=001)


Motor 60 Hz Categoria “D” Máquina sem encoder
Velocidade A ser programado no
Diâmetro da Polia Rotação da Rotação do Motor Ganho da
Rotação Nominal do Inversor - Freqüência
(mm) polia (rpm) (÷10 rpm) entrada
do Motor (60Hz) Elevador (Hz)
Analógica
(rpm) Parâmetro
(m/min) Parâmetro C33 Parâmetro C39 E1-04 E1-06
C34 H3-02
45 450 32 185 61.6 60.0 100
60 450 42 196 65.4 60.0 100
75 450 53 183 61.0 60.0 100
45 520 27 201 67.1 60.0 100
1800:
1620 à 1755 rpm 60 520 37 213 71.1 60.0 100
75 520 46 207 69.1 60.0 100
45 570 25 184 68.1 60.0 100
60 570 33 195 56.6 56.6 100
75 570 42 194 64.5 60.0 100

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 Tabela 13

Comando EXCEL-FV / EX800 FV Máquina W140 Efeito 2:1 (C32=002)


Motor 60 Hz Categoria “D” Máquina sem encoder
V'elocidade A ser programado no
Diâmetro da Polia Rotação da Rotação do Motor Ganho da
Rotação Nominal do Inversor - Freqüência
(mm) polia (rpm) (÷10 rpm) entrada
do Motor (60Hz) Elevador (Hz)
Analógica
(rpm) Parâmetro
(m/min) Parâmetro C33 Parâmetro C39 E1-04 E1-06
C34 H3-02
45 450 64 188 62.7 60.0 100
60 450 85 196 65.4 60.0 100
75 450 106 184 61.4 60.0 100
45 520 55 204 68.1 60.0 100
1800:
60 520 73 212 70.7 60.0 100
1620 à 1755 rpm
75 520 92 207 69.1 60.0 100
45 570 50 186 62.1 60.0 100
60 570 67 198 66.0 60.0 100
75 570 84 194 64.5 60.0 100

 Tabela 14

Comando EXCEL-FV / EX800 FV Máquina W140 Efeito 1:1 (C32=001)


Motor 50Hz Categoria “N” Máquina com encoder
Velocidade A ser programado no
Diâmetro da Polia Rotação da Rotação do Motor Ganho da
Rotação Nominal do Inversor - Freqüência
(mm) polia (rpm) (÷10 rpm) entrada
do Motor (50Hz) Elevador (Hz)
Analógica
(rpm) Parâmetro
(m/min) Parâmetro C33 Parâmetro C39 E1-04 E1-06
C34 H3-02
45 450 32 140 46.5 46.5 100
60 450 42 149 49.8 49.8 100
75 450 53 149 49.6 49.6 100
45 520 27 149 50.6 50.0 100
1500:
1350 à 1440 rpm 60 520 37 161 53.7 50.0 100
75 520 46 162 53.9 50.0 100
45 570 25 138 46.1 46.1 100
60 570 33 147 49.0 49.0 100
75 570 42 147 49.1 49.1 100

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 Tabela 15

Comando EXCEL-FV / EX800 FV Máquina W140 Efeito 2:1 (C32=002)


Motor 50 Hz Categoria “N” Máquina com encoder
Velocidade A ser programado no
Diâmetro da Polia Rotação da Rotação do Motor Ganho da
Rotação Nominal do Inversor - Freqüência
(mm) polia (rpm) (÷10 rpm) entrada
do Motor (50Hz) Elevador (Hz)
Analógica
(rpm) Parâmetro
(m/min) Parâmetro C33 Parâmetro C39 E1-04 E1-06
C34 H3-02
45 450 64 140 46.5 46.5 100
60 450 85 150 50.0 50.0 100
75 450 106 148 49.3 49.3 100
45 520 55 155 51.5 50.0 100
1500: 60 520 73 161 53.7 50.0 100
1350 à 1440 rpm 75 520 92 162 54.1 50.0 100
45 570 50 141 47.0 47.0 100
60 570 67 147 49.0 49.0 100
75 570 84 148 49.4 49.4 100

 Tabela 16
Comando EXCEL-FV / EX800 FV Máquina W140 Efeito 1:1 (C32=001)
Motor 60 Hz Categoria “N” Máquina com encoder
Velocidade A ser programado no
Diâmetro da Polia Rotação da Rotação do Motor Ganho da
Rotação Nominal do Inversor - Freqüência
(mm) polia (rpm) (÷10 rpm) entrada
do Motor (60Hz) Elevador (Hz)
Analógica
(rpm) Parâmetro
(m/min) Parâmetro C33 Parâmetro C39 E1-04 E1-06
C34 H3-02
45 450 32 175 58.4 58.4 100
60 450 42 186 62.0 60.0 100
75 450 53 187 62.2 60.0 100
45 520 27 191 63.7 60.0 100
1800:
60 520 37 202 67.4 60.0 100
1620 à 1755 rpm
75 520 46 201 67.1 60.0 100
45 570 25 174 58.1 58.1 100
60 570 33 185 61.5 60.0 100
75 570 42 184 61.2 60.0 100

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 Tabela 17

Comando EXCEL-FV / EX800 FV Máquina W140 Efeito 2:1 (C32=002)


Motor 60 Hz Categoria “N” Máquina com encoder
Velocidade A ser programado no
Diâmetro da Polia Rotação da Rotação do Motor Ganho da
Rotação Nominal do Inversor - Freqüência
(mm) polia (rpm) (÷10 rpm) entrada
do Motor (60Hz) Elevador (Hz)
Analógica
(rpm) Parâmetro
(m/min) Parâmetro C33 Parâmetro C39 E1-04 E1-06
C34 H3-02
45 450 64 179 59.5 59.5 100
60 450 85 186 62.0 60.0 100
75 450 106 188 62.5 60.0 100
45 520 55 194 64.6 60.0 100
1800: 60 520 73 206 68.7 60.0 100
1620 à 1755 rpm 75 520 92 201 67.1 60.0 100
45 570 50 177 59.0 59.0 100
60 570 67 188 62.7 60.0 100
75 570 84 184 61.2 60.0 100

 Tabela 18

Comando EXCEL-FV / EX800 FV Máquina W163 Efeito 1:1 (C32=001)


Motor 60 Hz Categoria “D” Máquina sem encoder
Velocidade A ser programado no
Diâmetro da Polia Rotação da Rotação do Motor Ganho da
Rotação Nominal do Inversor - Freqüência
(mm) polia (rpm) (÷10 rpm) entrada
do Motor (60Hz) Elevador (Hz)
Analógica
(rpm) Parâmetro
(m/min) Parâmetro C33 Parâmetro C39 E1-04 E1-06
C34 H3-02
45 520 27 201 67.1 60.0 100
60 520 37 213 71.1 60.0 100
1800:
75 520 46 207 69.1 60.0 100
1620 à 1755 rpm
45 570 25 184 61.2 60.0 100
60 570 33 195 64.8 60.0 100

 Tabela 19

Comando EXCEL-FV / EX800 FV Máquina W163 Efeito 2:1 (C32=002)


Motor 60 Hz Categoria “D” Máquina sem encoder
Velocidade A ser programado no
Diâmetro da Polia Rotação da Rotação do Motor Ganho da
Rotação Nominal do Inversor - Freqüência
(mm) polia (rpm) (÷10 rpm) entrada
do Motor (60Hz) Elevador (Hz)
Analógica
(rpm) Parâmetro
(m/min) Parâmetro C33 Parâmetro C39 E1-04 E1-06
C34 H3-02
45 520 55 204 68.1 60.0 100
60 520 73 212 70.7 60.0 100
1800:
75 520 92 207 69.1 60.0 100
1620 à 1755 rpm
45 570 50 186 62.1 60.0 100
60 570 67 198 66.0 60.0 100

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 Tabela 20

Comando EXCEL-FV / EX800 FV Máquina W163 Efeito 1:1 (C32=001)


Motor 50 Hz Categoria “N” Máquina com encoder
Velocidade A ser programado no
Diâmetro da Polia Rotação da Rotação do Motor Ganho da
Rotação Nominal do Inversor - Freqüência
(mm) polia (rpm) (÷10 rpm) entrada
do Motor (50Hz) Elevador (Hz)
Analógica
(rpm) Parâmetro
(m/min) Parâmetro C33 Parâmetro C39 E1-04 E1-06
C34 H3-02
45 520 27 149 50.6 50.0 100
60 520 37 158 53.7 50.0 100
75 520 46 158 53.9 50.0 100
90 520 55 152 51.5 50.0 100
105 520 64 138 47.0 47.0 100
1500: 120 520 73 158 53.7 50.0 100
1350 à 1440 rpm 45 570 25 136 46.1 46.1 100
60 570 33 144 49.0 49.0 100
75 570 42 144 49.1 49.1 100
90 570 50 138 47.0 47.0 100
105 570 59 161 54.8 50.0 100
120 570 67 144 49.0 49.0 100

 Tabela 21

Comando EXCEL-FV / EX800 FV Máquina W163 Efeito 2:1 (C32=002)


Motor 50 Hz Categoria “N” Máquina com encoder
Velocidade A ser programado no
Diâmetro da Polia Rotação da Rotação do Motor Ganho da
Rotação Nominal do Inversor - Freqüência
(mm) polia (rpm) (÷10 rpm) entrada
do Motor (50Hz) Elevador (Hz)
Analógica
(rpm) Parâmetro
(m/min) Parâmetro C33 Parâmetro C39 E1-04 E1-06
C34 H3-02
45 520 55 152 51.5 50.0 100
60 520 73 158 53.7 50.0 100
75 520 92 159 54.1 50.0 100
90 520 110 151 51.2 50.0 100
105 520 128 176 59.7 50.0 100
1500: 120 520 147 201 68.3 50.0 100
1350 à 1440 rpm 45 570 50 138 47.0 47.0 100
60 570 67 144 49.0 49.0 100
75 570 84 145 49.4 49.4 100
90 570 100 137 46.7 46.7 100
105 570 117 160 54.5 50.0 100
120 570 134 183 62.3 50.0 100

Página 141 - 213


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 Tabela 22

Comando EXCEL-FV / EX800 FV Máquina W163 Efeito 1:1 (C32=001)


Motor 60 Hz Categoria “N” Máquina com encoder
Velocidade A ser programado no
Diâmetro da Polia Rotação da Rotação do Motor Ganho da
Rotação Nominal do Inversor - Freqüência
(mm) polia (rpm) (÷10 rpm) entrada
do Motor (60Hz) Elevador (Hz)
Analógica
(rpm) Parâmetro
(m/min) Parâmetro C33 Parâmetro C39 E1-04 E1-06
C34 H3-02
45 520 27 191 63.7 60.0 100
60 520 37 202 67.4 60.0 100
75 520 46 201 67.1 60.0 100
90 520 55 194 64.6 60.0 100
105 520 64 180 60.1 60.0 100
1800: 120 520 73 206 68.7 60.0 100
1620 à 1755 rpm 45 570 25 174 58.1 58.1 100
60 570 33 185 61.5 60.0 100
75 570 42 184 61.2 60.0 100
90 570 50 177 59.0 59.0 100
105 570 59 164 54.8 54.8 100
120 570 67 188 62.7 60.0 100

 Tabela 23

Comando EXCEL-FV / EX800 FV Máquina W163 Efeito 2:1 (C32=002)


Motor 60 Hz Categoria “N” Máquina com encoder
Velocidade A ser programado no
Diâmetro da Polia Rotação da Rotação do Motor Ganho da
Rotação Nominal do Inversor - Freqüência
(mm) polia (rpm) (÷10 rpm) entrada
do Motor (60Hz) Elevador (Hz)
Analógica
(rpm) Parâmetro
(m/min) Parâmetro C33 Parâmetro C39 E1-04 E1-06
C34 H3-02
45 520 55 194 64.6 60.0 100
60 520 73 206 68.7 60.0 100
75 520 92 201 67.1 60.0 100
90 520 110 195 64.9 60.0 100
105 520 128 179 59.7 59.7 100
1800: 120 520 147 205 68.3 60.0 100
1620 à 1755 rpm 45 570 50 177 59.0 59.0 100
60 570 67 188 62.7 60.0 100
75 570 84 184 61.2 60.0 100
90 570 100 178 59.2 59.2 100
105 570 117 163 54.5 54.5 100
120 570 134 187 62.3 60.0 100

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EXCEL VVVF 007129 V1

14-1-9 Tabelas das Características dos Motores

Nota !
O parâmetro E2-04 somente é definido para configuração de máquina com
encoder ( Flux Vector )

MOTORES CATEGORIA “D”

Motor Potencia Tensão Rotação E2-01 E2-02 E2-03 E2-04 E2-05 E2-06
Fabricante E2-07 E2-08
77050AB (CV) (V) (rpm) (A) (Hz) (A) Polos (Ω) (%)

607 7.5 220 1130 19.7 3.50 6.6 6 0.533 15.5 0.5 0.75
607 7.5 380 1130 11.6 3.50 4.0 6 1.570 15.5 0.5 0.75
607 7.5 440 1130 9.8 3.50 3.4 6 2.046 15.5 0.5 0.75
407 7.5 220 1670 20.4 4.33 11.9 4 0.318 15.5 0.5 0.75
407 7.5 380 1670 11.8 4.33 5.1 4 1.072 15.5 0.5 0.75
407 7.5 440 1670 10.0 4.33 3.5 4 1.300 15.5 0.5 0.75
610 10.0 220 1125 27.0 4.00 8.1 6 0.424 15.5 0.5 0.75
610 Weg 10.0 380 1125 15.6 4.00 4.6 6 1.193 15.5 0.5 0.75
610 10.0 440 1125 13.5 4.00 4.6 6 1.659 15.5 0.5 0.75
410 10.0 220 1630 28.0 5.66 10.8 4 0.281 15.5 0.5 0.75
410 10.0 380 1630 16.2 5.66 5.9 4 0.825 15.5 0.5 0.75
410 10.0 440 1630 14.0 5.66 5.2 4 1.056 15.5 0.5 0.75
412 12.5 220 1670 32.4 6.43 10.96 4 0.211 15.5 0.5 0.75
412 12.5 380 1670 18.8 6.43 6.28 4 0.592 15.5 0.5 0.75
412 12.5 440 1670 16.2 6.43 5.5 4 0.747 15.5 0.5 0.75
415 15.0 220 1640 38.0 5.32 11.52 4 0.235 15.5 0.5 0.75
415 15.0 380 1640 22.0 5.32 6.59 4 0.668 15.5 0.5 0.75
415 15.0 440 1640 19.0 5.32 5.69 4 0.780 15.5 0.5 0.75
607 7.5 220 1130 22.0 2.33 11.1 6 0.390 19.5 0.46 0.69
607 7.5 380 1130 13.0 2.33 6.1 6 1.079 19.6 0.48 0.72
607 7.5 440 1130 11.5 2.33 5.4 6 1.436 19.6 0.46 0.70
407 7.5 220 1710 20.0 1.92 6.86 4 0.548 18.2 0.48 0.70
407 7.5 380 1710 11.5 1.92 3.8 4 1.491 19.6 0.50 0.74
407 7.5 440 1710 10.0 1.92 3.50 4 2.143 18.2 0.47 0.70
610 10.0 220
610 10.0 380
610 Eberle 10.0 440
410 10.0 220 1720 26.0 1.86 8.4 4 0.425 19.5 0.48 0.70
410 10.0 380 1720 15.0 1.86 4.6 4 1.370 19.6 0.50 0.74
410 10.0 440 1720 13.0 1.86 4.1 4 1.504 19.6 0.49 0.71
412 12.5 220 1695 32.0 2.30 10.6 4 0.274 15.5 0.50 0.73
412 12.5 380 1695 18.5 2.30 5.93 4 0.855 18.2 0.50 0.73
412 12.5 440 1695 16.0 2.30 5.16 4 0.969 18.2 0.50 0.73
415 15.0 220 1690 39.0 2.40 11.3 4 0.206 19.5 0.50 0.75
415 15.0 380 1690 22.5 2.40 6.5 4 0.600 19.6 0.50 0.75
415 15.0 440 1690 19.5 2.40 5.7 4 0.837 19.6 0.50 0.74

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Motor Potencia Tensão Rotação E2-01 E2-02 E2-03 E2-04 E2-05 E2-06
Fabricante E2-07 E2-08
77050AB (CV) (V) (rpm) (A) (Hz) (A) Polos (Ω) (%)
607 7.5 220
607 7.5 380
607 7.5 440
407 7.5 220 1710 22.5 2.00 7.92 4 0.534 15.5 0.50 0.73
407 7.5 380 1710 13.0 2.00 4.55 4 1.591 18.2 0.49 0.72
407 7.5 440 1710 11.3 2.00 3.96 4 2.183 18.2 0.48 0.71
610 10.0 220
610 Kohlbach 10.0 380
610 10.0 440
410 10.0 220 1700 28.0 2.00 9.8 4 0.336 17.2 0.48 0.71
410 10.0 380 1700 16.0 2.00 5.6 4 1.166 17.2 0.48 0.71
410 10.0 440 1700 14.0 2.00 5.0 4 1.417 17.2 0.46 0.70
412 12.5 220
412 12.5 380
412 12.5 440
415 15.0 220
415 15.0 380
415 15.0 440

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Treinamento

EXCEL VVVF 007129 V1

MOTORES CATEGORIA “N”


Motor Fabricante Potencia Tensã Rotação E2-01 E2-02 E2-03 E2-04 E2-05 E2-06 E2-07 E2-08
77050AA (CV) o (rpm) (A) (Hz) (A) Polos (Ω) (%)
(V)
605 5.0 220
605 5.0 380
605 5.0 440
607 7.5 220
607 7.5 380
607 7.5 440
407 7.5 220
407 7.5 380
407 7.5 440
610 10.0 220 1160 30.0 0.90 17.2 6 0.289 17.2 0.42 0.64
610 10.0 380 1160 17.4 0.90 9.7 6 0.856 17.2 0.43 0.67
610 10.0 440 1160 15.0 0.90 8.8 6 1.183 17.2 0.41 0.64
410 10.0 220 1760 27.0 0.621 12.1 4 0.384 15.5 0.38 0.58
410 10.0 380 1760 15.6 0.62 6.5 4 1.132 18.2 0.40 0.61
410 10.0 440 1760 13.5 0.62 5.68 4 1.490 18.2 0.39 0.60
412 12.5 220 1755 32.0 0.80 12.7 4 0.312 15.5 0.44 0.73
412 12.5 380 1755 18.5 0.84 6.93 4 0.771 15.5 0.47 0.66
412 Weg 12.5 440
415 15.0 220 1755 38.0 0.69 16.4 4 0.282 19.5 0.41 0.63
415 15.0 380 1755 22.0 0.80 9.1 4 0.708 23.5 0.42 0.63
415 15.0 440 1755 19.0 0.75 8.0 4 0.851 15.5 0.43 0.65
615 15.0 220 1160 43.0 1.30 15.7 6 0.258 17.2 0.48 0.75
615 15.0 380 1160 24.9 1.30 8.9 6 0.771 18.2 0.50 0.75
615 15.0 440 1160 21.5 1.30 8.0 6 1.023 18.2 0.49 0.74
420 20.0 220 1760 50.0 0.86 16.2 4 0.194 17.2 0.44 0.65
420 20.0 380 1760 28.9 0.86 9.3 4 0.542 17.2 0.45 0.67
420 20.0 440 1760 25.0 0.86 8.1 4 0.626 17.2 0.44 0.67
425 25.0 220 1760 63.0 0.70 26.3 4 0.149 20.8 0.42 0.63
425 25.0 380 1760 36.5 0.80 14.2 4 0.350 23.5 0.44 0.66
425 25.0 440 1760 31.5 0.72 12.7 4 0.469 23.5 0.42 0.63
430 30.0 220 1765 74.0 0.63 25.0 4 0.109 19.5 0.50 0.71
430 30.0 380 1765 42.8 0.63 14.6 4 0.265 20.7 0.50 0.72
430 30.0 440 1765 33.6 0.63 12.1 4 0.357 18.8 0.50 0.75
440 40.0 220 1775 100.0 0.48 35.3 4 0.069 20.8 0.47 0.69
440 40.0 380 1775 57.9 0.48 20.6 4 0.147 19.9 0.45 0.67
440 40.0 440 1775 50.0 0.48 18.1 4 0.206 19.9 0.44 0.66

MOTOR P/ MAQ. CE 250 ( GEVISA )

Motor Potencia Tensão Rotação E2-01 E2-02 E2-03 E2-04 E2-05 E2-06
Fabricante E2-07 E2-08
(CV) (V) (rpm) (A) (Hz) (A) Polos (Ω) (%)

ZF1650G001 10 220 1768 31.0 1.21 20.0 4 0.246 19.5 0.50 0.75
ZF1659G001 10 380
ZF1650G001 10 440
ZF1647G001 GEVISA 15 220 1760 44.3 1.20 28.6 4 0.146 17.2 0.50 0.75
ZF1656G001 15 380 1760 25.3 1.20 15.4 4 0.466 23.5 0.50 0.75
ZF1647G001 15 440

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Máquina Velocidade RNA Categoria CódigoVillares Fabricante dos motores


CE 190 até 75 m/min sem “D” 77050AB--- Weg/Eberle/Kohlbach
CE 190 até 105 m/min com “N” 77050AA--- Weg
CE 250 até 120 m/min com/sem ZF16--G001 Gevisa
CE 250A com/sem “N” 77050AA--- Weg
CE 357 até 150 m/min com/sem Gevisa
CE 357A até 150 m/min com/sem “N” 77050AA--- Weg

MOTORES CATEGORIA “N”


Fabricante

Categoria

Potencia Tensão Estoque


Motor E2-01 E2-02 E2-03 E2-04 E2-05 E2-06
CV Ligação (*1) (*2)
Tipo (A) (Hz) (A) Pólos (Ω) (%)
(KW) (V)

FM160 9 220(*)
N 7932219 30 4,44 15,36 4 0,430 15,5 0,49 0,74
MW140-AR (6,7) 

FM160 9 380(*)
N 7932219 17 4,11 9 4 1,256 17,2 0,49 0,73
MW140-AR (6,7) Y

B132M 10 220(*)
N 7936290 30 2,68 7,83 4 0,387 15,5 0,47 0,73
4E2171 (7,5) 

B132M 10 380(*)
N 7936290 17,5 2,84 4,4 4 1,066 17,2 0,45 0,70
4E2171 (7,5) Y
Eberle

B160L4 18,4 220(*)


N 7936303 53 1,43 17,1 4 0,182 20,1 0,49 0,74
E1517 (13,5) 

B160L4 18,4 380(*)


N 7936303 30,5 1,42 9,9 4 0,536 17,2 0,47 0,73
E1517 (13,5) Y

160MW14 9 220
D 1476661 29,5 5,17 14,02 4 0,548 15,5 0,49 0,74
0 4/16CR (6,7) 

160MW14 9 380
D 1476661 17 5,14 8,1 4 1,566 17,2 0,48 0,74
0 4/16CR (6,7) Y

AM160 10,7 220


D 1277510 34 5,35 12,8 4 0,427 20,1 0,49 0,74
C4/18B (8) 
Diz

AM160 10,7 380


D 1277510 19,5 5,09 7,5 4 1,498 17,2 0,48 0,73
C4/18B (8) Y

Atenção !
(*1) E2-07 Motor Iron Core Saturation Coeff.1
(*2) E2-08 Motor Iron Core Saturation Coeff.2

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Treinamento

EXCEL VVVF 007129 V1

MÁQUINA W140

E2-06 (%)
E2-04 Pó-

E2-05 (Ω)
(Nominal)
Fabrican-

(categori-

Potência

Rotação
EASSA

Tensão
Código

E2-01

E2-02

E2-03

E2-07

E2-08
( CV )

(Hz)
KW
te /

(V)

(A)

(A)

los
Hz
a)

7948468 220 60 1690 25,0 2,41 17 4 0,465 19,5 0,49 0,75


5,5 KW
7948468 EBERLE / (D) 380 60 1690 14,4 2,41 9,8 4 1,32 19,5 0,49 0,75
(7,5 CV)
7948468 440 60 1690 12,5 2,41 8,6 4 1,64 19,5 0,49 0,75
7948476 220 60 1740 24,5 1,36 16,7 4 0,654 15,5 0,49 0,74
5,5 KW
7948476 EBERLE / (N) 380 60 1740 14,2 1,36 9,6 4 1,86 15,5 0,49 0,74
(7,5 CV)
7948476 440 60 1740 12,2 1,36 8,5 4 2,35 15,5 0,49 0,74
7903219 6,7 kW 220 50 1350 30,0 4,84 16,0 4 0,531 19,5 0,49 0,74
EBERLE / (D)
7903219 (9 CV) 380 50 1350 17,4 4,84 9,3 4 1,51 19,5 0,49 0,74
1476661 6,7 kW 220 50 1350 30,0 4,84 16,0 4 0,531 19,5 0,49 0,74
EBERLE / (D)
1476661 (9 CV) 380 50 1350 17,4 4,84 9,3 4 1,51 19,5 0,49 0,74
7932219 6,7 kW 220 50 1390 25,9 2,06 18,0 4 0,461 19,5 0,49 0,74
EBERLE / (N)
7932219 (9 CV) 380 50 1390 14,9 2,06 10,4 4 1,31 19,5 0,49 0,74
1477501 6,7 kW 220 60 1750 29,5 5,62 13,7 4 0,635 17,2 0,50 0,75
EBERLE / (D)
1477501 (9 CV) 380 60 1750 17,0 5,74 8,1 4 1,603 17,2 0,50 0,75
7948484 220 60 1680 29,5 2,5 19,4 4 0,495 15,5 0,49 0,74
7,5 KW
7948484 EBERLE / (D) 380 60 1680 17,0 2,81 11,2 4 1,41 15,5 0,49 0,74
(10 CV)
7948484 440 60 1680 15,5 2,81 9,7 4 1,70 17,2 0,48 0,74
7948492 220 60 1730 30,5 1,56 18,5 4 0,562 15,5 0,49 0,74
7,5 KW
7948492 EBERLE / (N) 380 60 1730 17,6 1,56 10,7 4 1,601 15,5 0,49 0,74
(10 CV)
7948492 440 60 1730 15,2 1,56 9,3 4 2,02 15,5 0,49 0,74
L144191 8 kW 220 50 1430 30,9 3,1 15,7 4 0,436 19,5 0,41 0,66
DIZ / (N)
L144191 (11 CV) 380 50 1430 17,9 2,99 8,9 4 1,245 19,6 0,42 0,67

Atenção !
Os motores cujos códigos 7903219 e 1476661 são os mesmos,
porém, o segundo já vem com uma caixa de ligação.

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Treinamento

EXCEL VVVF 007129 V1

MÁQUINA W163

E2-06 (%)
E2-04 Pó-

E2-05 (Ω)
(Nominal)
Fabrican-

(categori-

Potência

Rotação
EASSA

Tensão
Código

E2-01

E2-02

E2-03

E2-07

E2-08
( CV )

(Hz)
KW
te /

(V)

(A)

(A)

los
Hz
a)

7936290 7,5 KW 220 50 1400 25,9 1,57 11,5 4 0,393 19,5 0,39 0,64
EBERLE / (N)
7936290 (10 CV) 380 50 1400 14,9 1,57 6,6 4 1,12 19,5 0,39 0,65
51902097 220 60 1750 26,0 1,29 9,13 4 0,496 15,5 0,46 0,71
7,5 KW
51902097 EBERLE / (N)
(10 CV) 380 60 1750 15,0 1,28 5,3 4 1,637 17,2 0,45 0,68
51902097 440 60 1750 13,0 1,28 4,6 4 1,887 17,2 0,46 0,70
1277510 8 KW 220 60 1620 34,0 5,31 15,6 4 0,463 19,5 0,49 0,74
DIZ / (D)
1277510 (11 CV) 380 60 1620 19,6 5,31 9,0 4 1,31 19,5 0,49 0,74
51900274 220 60 1755 31,7 0,95 12,5 4 0,353 19,5 0,39 0,64
9.2 KW
51900274 EBERLE / (N) 380 60 1755 18,3 0,95 7,2 4 1,00 19,5 0,39 0,64
(12,5 CV)
51900274 440 60 1755 16,0 0,95 6,3 4 1,27 19,5 0,39 0,64
51902098 220 60 1750 37,4 1,11 13,6 4 0,288 15,5 0,41 0,66
11 KW
51902098 EBERLE / (N) (15 CV)
380 60 1750 21,6 1,11 7,7 4 0,828 17,2 0,42 0,66
51902098 440 60 1750 18,7 1,15 6,6 4 1,081 17,2 0,67 0,73
7936303 13,5 KW 220 50 1440 45,8 0,88 20,6 4 0,204 20,1 0,49 0,74
EBERLE / (N)
7936303 (18,4 CV) 380 50 1440 26,5 0,88 11,9 4 0,58 20,1 0,49 0,74
51902099 220 60 1745 50,0 1,18 17,5 4 0,161 20,8 0,48 0,73
15 KW
51902099 EBERLE / (N) (20 CV)
380 60 1745 30,0 1,15 10,3 4 0,466 17,2 0,44 0,70
51902099 440 60 1745 25,0 1,12 8,8 4 0,591 17,2 0,45 0,70
18 KW
L147970 SCHINDLER (N) 220 50 1400 75,0 0,77 42,1 4 0,159 20,1 0,33 0,57
(25 CV)
77052AF525 18 KW 220 50 1440 63,0 0,93 27,3 4 0,131 20,8 0,42 0,68
EBERLE / (N)
77052AF525 (25 CV) 380 50 1440 37,0 0,94 15,5 4 0,367 17,2 0,45 0,70
77052AF525 18 KW 220 50
WEG / (N)
77052AF525 (25 CV) 380 50
51902100 220 60 1750 61,3 1,03 22,1 4 0,132 20,1 0,47 0,72
18 KW
51902100 EBERLE / (N) (25 CV) 380 60 1750 35,4 1,03 12,8 4 0,376 20,1 0,47 0,72
51902100 440 60 1750 30,6 1,03 11,3 4 0,470 20,1 0,47 0,72
51902101 220 60 1755 75,3 1,02 31,3 4 0,108 20,8 0,45 0,70
22 KW
51902101 EBERLE / (N)
(30 CV) 380 60 1755 43,5 0,99 18,3 4 0,284 19,6 0,44 0,70
51902101 440 60 1755 37,6 0,94 16,3 4 0,38 19,6 0,44 0,70

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14-2 Inversor L7

As novas instalações que utilizam máquinas W140 e W163 sairão de fábrica com o novo
modelo de inversor da Yaskawa.

Este novo modelo é o L7 que virá a substituir o inversor G5. Inicialmente será aplicado
apenas em novas instalações nas máquinas acima descritas.

Para as modernizações (máquinas CE 365, CE 190, etc...) e novas instalações com CE 357,
serão mantidos os inversores G5.

Futuramente passará a ser utilizado nas máquinas W140V e CE 357 e na sequnência, nas
máquinas de modernização.

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14-2-1 Monitoração e Programação

Exixtem 2 modelos de interface para o inversor L7.

• JVOP – 163

Este é um monitor padrão, (monitor de Led) que virá instalado no inversor do painel de
comando. Servirá apenas para o processo de diagnóstico de falhas.

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Indicador do modo de operação:


RUN – Acende quando o inversor roda,
apaga quando o inversor para;
DS1 – Estado 1 do inversor;
DS2 – Estado 2 do inversor;
A combinação dos 3 Leds, RUN, DS1 e
DS2 indicam o estado do inversor

Indicações do estado do inversor

Indicações de Alarme

Indicações de falhas:

LIGTH = Aceso
BLINK = Piscando
LIGHT OFF = Apagado

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• JVOP – 160

-DRIVE- Rdy
Frequency Ref
U1-01 = 0.00Hz
-- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
U1-02= 0.00Hz
U1-03= 0.00A

Este é um operador digital a ser utilizado no processo de montagem, regulagem ou no


Atendimento Avançado. Será necessário sempre que houver necessidade de alguma
alteração de parâmetros no inversor.

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FWD = Acende quando há entrada de


comando giro avante
VER = Acende quando há entrada do
comando giro reverso
SEQ = Acende quando o comando rodar
do terminal do circuito de controle está
ativo
• • REF = Acende quando a referência de
frequência dos termionais A1 e A2 do
circuito de controle está ativa
-DRIVE- Rdy Alarm = Acende quando ocoorer um erro
Frequency Ref ou alarme
U1-01 = 0.00Hz
-- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Mostrador
U1-02= 0.00Hz
U1-03= 0.00A

Teclas

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Tecla de seleção de modo de operação. Alterna entre operação via Operador


Digital ( LOCAL) e operação via terminal do circuito de controle ( REMOTE)

Tecla que habilita o JOG de partida quando o inversor está sendo operado via
Operador Digital

Tecla que seleciona sentido de giro do motor quando o inversor está sendo
operado via Operador Digital

Tecla que seleciona os itens do Menu ( Modos)

Tecla de Incremento

Tecla de Decremento

Tecla ESCAPE, retorna o menu para o estado que estava anteriormente,


antes que a tecla DATA/ENTER fosse precionada. Retorna o menu para o
nível anterior

Tecla DATA/ENTER, entra nos itens do Menu, constantes de usuários e ajuste


de valores. Também é utilizada para mudar de um display a outro

Tecla que seleciona o dígito do número a ser mudado. Também serve como
tecla de Reset quando ocorrer uma falha.

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EXCEL VVVF 007129 V1

Tecla RUN, parte o inversor quando o mesmo está sendo operado via
Operador Digital

Tecla STOP, para o inversor. Pode ser habilitada ou desabilitada quando


o operador do terminal do circuito de controle. É ajustado através do
parâmetro O2 – 02

• Operação e Programação

• •
-DRIVE- Rdy
Esta tela é a de operação, sempre
Frequency Ref
que o inversor é ligado, está tela é a
U1-01 = 0.00Hz
-- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - primeira a ser mostrada.
U1-02= 0.00Hz
U1-03= 0.00A

Atenção !
O Inversor só irá rodar o motor se estiver nesta tela.

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• •
-DRIVE-
** Main Menu ** A partir desta tela o
inversor já não aceita o
-- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
comando rodar.
Operation

• •
-QUICK- A tela do Operador Digital muda
** Main Menu **
para a tela de ajuste rápido, onde
-- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
somente poucos parâmetros, são
mostrados.
Quick Setting

• •
-ADV- Esta tela é a de programação
** Main Menu ** avançada, através dela temos
acesso a todos os parâmetros do
-- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - inversor.
Programming

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• •
-VERIFY- Este menu mostra as modificações
** Main Menu ** dos parâmetros.
Sempre que um parâmetro é
-- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
alterado, ele é armazenado nesta
Modified Consts tela.

• •
-A .TUNE- Tela do Auto - Ajuste.
** Main Menu ** Está função identifica as variáveis
do motor, tais como resistência do
-- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
estator, escorregamento e outros
Auto-Tuning dados importantes para o bom controle
do motor.

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Ao teclar a tecla MENU

Operation

Quick Setting

Programming

Modified Consts

Auto-Tuning

Teclar para selecionar o modo MENU/PROGAMAÇÃO;

Após ter vizualizado PROGRAMMING, pressionar a tecla para acessar o menu de


programação;

• •
Ao entrar neste menu piscará a indicação A1;
-ADV-
Initialization Pressionando as teclas ou para navegar
-- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
entre outros parâmetros como:
A1-00= 0 A2, B1, B2, B4, B6, C1, C2, C3, C4, C6, D1, D6, E1,
Select Language E2, F4, F5, F6, H1, H2, H3, H5, L1, L2, L3, L4, L5,
L6, L7, L8, N2, O1, O2, O3, S1, S2, S3

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• • Após a escolha do grupo desejado, vamos especificar


qual o parâmetro que se deseja programar, para isto
devemos pressionar a tecla
-ADV-
Select Language Observar que irá piscar o número ao lado do grupo,
-- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - dando condições de selecionar o parâmetro desejado
A1-00= 0 *0* através das teclas ou
English
“0” Após selecionado o parâmetro pressione a tecla

• • Para confirmar o valor ou dado escolhido devemos


pressionar a tecla
-ADV-
** Main Menu ** Para retornar e não modificar os dados do parâmetro
em questão, pressionar
-- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Programming

• Função Cópia
Este modelo de inversor possui uma função que no modelo G5 não há, é a Função Cópia ao
qual permite fazer uma cópia de toda configuração de um inversor e baixar em outro.

Como função adicional é possível armazenar todos os parâmetros do inversor no operador


digital JVOP-160 utilizando os parâmetros O3-02 e O3-01. Essa função pode ser útil quando
necessitamos transferir os parâmetros do inversor de um elevador para outro.

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• • Selecione o grupo O3 através das setas

-ADV-
COPY Function Após a escolha do grupo desejado O3,
-- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
o3-01= 0 especificar qual o parâmetro que se
Copy Function Sel deseja programar, para isto pressionar a
tecla

• • Selecione o parâmetro O3-01 através das


teclas
-ADV-
Copy Function Sel Em seguida entrar no parâmetro através
-- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
o3-01= 0 *0* da tecla
COPY SELECT
“0”

• • Agora é possível selecionar a operação


desejada através das teclas
-ADV-
Copy Function Sel
-- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 0 – Operação normal.
o3-01= 0 *0* 1 – Leitura: INV OP.
COPY SELECT 2 – Escrita: OP INV.
“0”
3 – Verificação: OP INV

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EXCEL VVVF 007129 V1

No final, para confirmarmos a opção escolhida devemos pressionar a tecla


Nota !
O parâmetro O3-02 tem que estar habilitado em 01 para poder efetuar a
cópia.

Resumindo

1) Habilitar o parâmetro O3-02 para permitir as funções Leitura, Gravação ou Compa-


ração.
2) No parâmetro O3-01 selecionar a função desejada.
O3-01 = 0 - Normal: Operação normal de funcionamento do Inversor.
O3-01 = 1 - Leitura: Armazena os parâmetros do inversor no Operador Digital.
O3-01 = 2 - Gravação: Envia os parâmetros do Operador Digital ao Inversor.
O3-01 = 3 - Comparação: Compara os parâmetros do inversor com o Operador
Digital

Menu Sub-Menu Parâmetro Display Função Valor Opção


Digital Op- Leitura / Gravação
Ad- Read Allow- 0 Disable.
erator Func- O3-02 dos parâmetros no
vanced able Operador Digital 1 Enable.
tions
0 Normal Operation.
Digital Op- Leitura / Gravação
Ad- Copy Fun- 1 Read.
erator Func- O3-01 dos parâmetros no
vanced cion Operador Digital 2 Write.
tions
3 Verify.

14-2-2 Indicação de Falha do Inversor L7

O inversor de freqüência possui internamente uma série de proteções que servem para
proteger o equipamento de sobrecargas. A ocorrência destas falhas, normalmente, não
causa nenhum dano ao equipamento, apenas interrompe a operação normal de forma a
garantir a integridade do inversor de freqüência.

Nota !
Caso ocorra falha do inversor de freqüência e o operador não conseguiu
ler o código de falha, consultar o parâmetro U3-01 (última falha), U3-02
(penúltima falha), U3-03 (antepenúltima falha).

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EXCEL VVVF 007129 V1

Indicação do Dis-
Função da Proteção Causas
play
Subtensão UV1 1) "Queda" de Tensão na linha adutora.
UV2 2) Seleção de tensão de alimentação incorreta
UV3
UV
Sobrecorrente OC Aceleração/Desaceleração excessiva
Terra GF Corrente pelo terra excedeu 50% da corrente nomi-
nal
Sobretensão OV Tempo de desaceleração insuficiente
Fusível DC aberto PUF Possivelmente os transistores de saída foram dani-
ficados
Sobreaquecimento OH Ventilador defeituoso ou Temperatura ambiente
muito alta
Temperatura Ambiente recomendada menor que 50
°C
Alarme sobretemperatura OH3 O inversor irá parar ou continuar a operação de
do motor acordo com o especificado em L1-03.
Falta de sobretemperatura OH4 O inversor irá parar de acordo com o especificado
do motor em L1-04.
Sobrecarga no motor OL1 Sobreaquecimento do motor, uso extensivo de bai-
xas velocidades
Sobrecarga no inversor OL2 Sobreaquecimento do inversor
Detecção 1 de sobretor- OL3 Ocorreu uma corrente maior que a especificada em
que L6-02 por um tempo definido em L6-03
Detecção 2 de sobretor- OL4 Ocorreu uma corrente maior que a especificada em
que L6-05 por um tempo definido em L6-06
Fase de entrada aberta PF Falta de fase na entrada do inversor
Fase de saída aberta LF Uma das saídas do inversor está em aberto
Sobreaquecimento do RH O inversor calcula o tempo de sobreaquecimento
resistor de frenagem do resistor de frenagem
Sobreaquecimento do RR Transistor de frenagem danificado
resistor de frenagem
Sobrevelocidade OS Motor excedeu limite de sobrevelocidade
PG open circuit PGO Circuito do Gerador de Pulsos (encoder) aberto
Desvio de Velocidade DEV Diferença de velocidade entre referência e o medi-
do
Falta externa EF Comandos UP e DOWN selecionados juntos
Falta externa EF0 Comando de falta externa foi recebido do cartão
opcional de comunicação.
Falta externa EF3~6 Os terminais S3~S6 especificados como entrada de
falta externa está fechado
Detecção de Subtorque 1 UL3 A corrente de saída do inversor de freqüência está
abaixo do valor especificado em L6-02 por um tem-
po definido em L6-03
Detecção de Subtorque 2 UL4 A corrente de saída do inversor de freqüência está
abaixo do valor especificado em L6-05 por um tem-
po definido em L6-06
Erro de comunicação CE Comunicação Memobus parou por 2 segundos
Falta no controlador CF O limite de torque foi atingido continuamente por 3
segundos ou mais durante a desaceleração no
modo “open loop vector”
Falta servo zero SVE A posição rotacional moveu durante operação servo
zero.
Erro no sequenciamento SE1~3 Vide sequenciamento do freio
1~3
Falha no Circuito de Con- CPFxx Falha no circuito de controle ou em um de seus
trole componentes.

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EXCEL VVVF 007129 V1

14-2-3 Réguas de bornes da placa de controle do inversor L7:

14-2-4 Equivalência Inversores G5 e L7

A seguir são apresentadas as tabelas de equivalência dos treminais dos inversores G5 e


L7com comandos Excel VVVF (FV) e Excel 800 FV:

De terminal no G5: Para terminal no L7:


L1 (R) L1 (R)
L2 (S) L2 (S)
L3 (T) L3 (T)
T1(U) T1(U)
T2(V) T2(V)
T3(W) T3(W)
11 (r) SC
12 (s) E(G)
+1 +1
+2 +2
- -

De terminal no G5: Para terminal no L7:


B1 ou +3 B1 ou +3
B2 ou - B2 ou -
E (G) E (G)
9 M1
10 M2
18 MA
19 MB
20 MC
26 M3
27 M4
1 S1
2 S2
3 S3
4 S4
8 S7
13 A1
15 +V
17 AC
PG-X2 (1) PG+
PG-X2 (2) PG-
PG-X2 (4) A+
PG-X2 (5) A-
PG-X2 (6) B+
PG-X2 (7) B-
Obs: jumpear os pontos SC e BB no Inversor L7

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EXCEL VVVF 007129 V1

14-2-5 Ajuste da chave S1 da placa de controle do inversor


L7:

Ajuste da fonte de 5Vdc (não mexer)

Ajuste da fonte de 12Vdc (não mexer)

Seleção da alimentação do encoder.

Ajuste 1 Ajuste 2 Tensão


ON ON 5 Vdc
OFF OFF 12 Vdc

14-2-6 Parâmetros de Configuração

Valor
Parâme-
Menu Sub-Menu Display Função de Fá- Opção
tro
brica
Seleção de 0 Ingles
Advanced Initialize A1-00 Select Language
Língua 6 Portugues
Nível de A-
cesso
Advanced Initialize A1-01 Access level obra 1 Nível de usuário
fábrica 2 Nível avançado
Open loop vector
2 (máquina sem
Método de encoder)
Advanced Initialize A1-02 Control Method
Controle Flux vector (má-
3 quina com enco-
der)
Advanced Initialize A1-03 Init Parameters Inicialização 0
Advanced Initialize A1-04 Enter Password Senha 0031
Advanced Initialize A1-05 Select Password Senha 0031 “>“ e MENU

Advanced Operation B1-01 Reference Source Referência 1


Advanced Operation B1-02 Run Source Comando 1
Ramp to stop
0 (máquina sem
Método de encoder)
Advanced Operation B1-03 Stopping method
Parada Coast to stop
1 (máquina com
encoder)

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Parâme- Valor de
Menu Sub-Menu Display Função Opção
tro Fábrica
Tempo de
Advanced Operation B1-06 Cntl Input Scans varredura das 1 Normal reading
entradas
Sinais de comando
Seleção de são desprezados
Advanced Operation B1-07 LOC/REM RUN sel operação no 0 no momento de
modo remoto seleção do modo
remoto
Operação
proibida em
Advanced Operation B1-08 RUN CMD at PRG 0 Operação proibida
modo progra-
mação

Tempo de
Advanced Accel/Decel C1-01 Accel Time 1 0 0 segundos
Acel 1
Tempo Decel
Advanced Accel/Decel C1-02 Decel Time 1 0 0 segundos
1
Tempo de
Advanced Accel/Decel C1-03 Accel Time 2 0 0 segundos
Acel 2
Tempo Decel
Advanced Accel/Decel C1-04 Decel Time 2 0 0 segundos
2
Tempo de
Advanced Accel/Decel C1-05 Accel Time 3 0 0 segundos
Acel 3
Tempo Decel
Advanced Accel/Decel C1-06 Decel Time 3 0 0 segundos
3
Tempo de
Advanced Accel/Decel C1-07 Accel Time 4 0 0 segundos
Acel 4
Tempo Decel
Advanced Accel/Decel C1-08 Decel Time 4 0 0 segundos
4
Tempo Parada
Advanced Accel/Decel C1-09 Fast Stop Time 0 0 segundos
Rápida
Advanced Accel/Decel C1-10 Acc/Dec Units Unidade 1 0.1 segundos
Freqüência de
Advanced Accel/Decel C1-11 Acc/Dec SW Freq troca de a- 0.0Hz
cel/decel

Curva S acel
Advanced S-Curve C2-01 SCrv Acc @ Start 0 0 segundos
@ Início
Curva S acel
Advanced S-Curve C2-02 SCrv Acc @ End 0 0 segundos
@ Final
Curva S decel
Advanced S-Curve C2-03 SCrv Dec @ Start 0 0 segundos
@ Início
Curva S decel
Advanced S-Curve C2-04 SCrv Dec @ End 0 0 segundos
@ Final

Ganho de
compensação
Advanced Motor-Slip C3-01 Slip Comp Gain 1
de escorre-
gamento
Tempo de
compensação ms (máquina sem
Advanced Motor-Slip C3-02 Slip Comp Time 240
de escorre- encoder)
gamento
Limite de
compensação % (máquina sem
Advanced Motor-Slip C3-03 Slip Comp Limit 200
de escorre- encoder)
gamento

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Inibe compen-
sação de
Disabled (máquina
Advanced Motor-Slip C3-04 Slip Comp Regen escorrega- 0
sem encoder)
mento na
desacel
Operação
Limite de Disabled (máquina
Advanced Motor-Slip C3-05 Output V limit 0
tensão de sem encoder)
saída

Valor
Parâme-
Menu Sub-Menu Display Função de Fá- Opção
tro
brica
Ganho de com-
Torque (máquina sem
Advanced Comp
C4-01 Torq Comp Gain pensação de 1
Torque encoder)
Tempo de com-
Torque ms (máquina sem
Advanced Comp
C4-02 Torq Comp Time pensação de 40
Torque encoder)

Ganho Propor-
cional para
ASR proportional (máquina com
Advanced ASR C5-01 Freqüência 20.00
gain 1 maior ou igual à encoder)
C5-07
Ganho Integral
ASR integral time para Freqüência (máquina com
Advanced ASR C5-02 0.5s
1 maior ou igual à encoder)
C5-07
ASR proportional Ganho Propor- (máquina com
Advanced ASR C5-03 cional 2 60.00
gain 2 encoder)
ASR integral time (máquina com
Advanced ASR C5-04 Ganho Integral 2 0.5s
2 encoder)
Atraso primário (máquina com
Advanced ASR C5-06 ASR delay time de saída 0.050s
encoder)
Freqüência para
ASR Gain SW (máquina com
Advanced ASR C5-07 mudança de 8.0Hz
Freq ganho encoder)
ASR proportional Ganho Propor- (máquina com
Advanced ASR C5-09 cional 3 20.00
gain 3 encoder)
ASR integral time (máquina com
Advanced ASR C5-10 Ganho Integral 3 0.5s
3 encoder)

Seleção da
Carrier fre-
Advanced quency
C6-02 Carrier Freq Sel freqüência de 4 10kHz
chaveamento

(para 220V) 155 à


255V
220
Tensão de (para 380V) 310 à
Advanced V/f Pattern E1-01 Input voltage 380
510V
Entrada 440
(para 440V) 310 à
510V
Freqüência
Conforme IT
Advanced V/f Pattern E1-04 Max Frequency máxima de
saída 1031
Configurar o valor
Tensão má- 220
da tensão nomi-
Advanced V/f Pattern E1-05 Max Voltage xima de saí- 380
nal da placa do
da 440
motor

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Advanced V/f Pattern E1-06 Base Frequency Freqüência Conforme IT


Base
1031
Freqüência (máquina sem
Advanced V/f Pattern E1-07 Mid Frequency A intermediária A 3.0Hz
encoder)
para 220V (má-
Tensão in- 12.1
ximo 35V)
termediária A
para 380V (má-
Advanced V/f Pattern E1-08 Mid Voltage A (Máquina 20.9
ximo 60V)
sem enco-
para 440V (má-
der) 24.2
ximo 70V)
Freqüência (máquina sem
Advanced V/f Pattern E1-09 Min Frequency mínima 0.1Hz
encoder)
para 220V (má-
Tensão mí- 2.2
ximo 15V)
nima
para 380V (má-
Advanced V/f Pattern E1-10 Min Voltage (Máquina 3.8
ximo 26V)
sem enco-
para 440V (má-
der) 4.4
ximo 30V)

Valor
Parâme-
Menu Sub-Menu Display Função de Fá- Opção
tro
brica
220
Advanced V/f Pattern E1-13 Base Voltage Tensão Base 380
440

Corrente
Motor Se- Conforme IT
Advanced E2-01 Motor rated FLA Nominal do
tup 1031
Motor
Escorrega-
Motor Se- Conforme IT
Advanced E2-02 Motor rated slip mento do
tup Motor 1031
Corrente do
Motor Se- Conforme IT
Advanced E2-03 No-Load Current motor em
tup 1031
vazio
Conforme IT
Motor Se- Número de
Advanced E2-04 Number of poles 1031 (máquina
tup Pólos
com encoder)
Resistência
Motor Conforme IT
Advanced E2-05 Term Resistance fase a fase
Setup 1031
do motor
Motor Se- Indutância do Conforme IT
Advanced E2-06 Leak Inductance
tup motor 1031
Motor Se- Compensação Conforme IT
Advanced E2-07 Saturation comp 1
tup de saturação 1 1031
Motor Se- Compensação Conforme IT
Advanced E2-08 Saturation comp 2
tup de saturação 2 1031
Potência no- Configurar a po-
Motor Se-
Advanced E2-11 Mtr Rated Power minal do motor tencia do motor
tup em KW (dados de placa)

PG Option Número de (máquina com


Advanced F1-01 PG Pulses/REV 1000
Setup pulsos/volta encoder)

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Detecção de Coast to stop


PG Option
Advanced F1-02 PG Fdbk Loss Sel perda do Ge- 1 (máquina com
Setup rador Pulsos encoder)
Coast to stop
PG Option PG Overspeed Detecção de
Advanced F1-03 1 (máquina com
Setup Sel Sobrevelocidade
encoder)
Coast to stop
PG Option Desvio de
Advanced F1-04 PG Deviation Sel 1 (máquina com
Setup velocidade
encoder)
0 .. horário
PG Option Sentido de 1 .. anti-horário
Advanced F1-05 PG Rotation Sel 0
Setup Rotação (máquina com
encoder
PG Option PG Overspeed Nível de so- (máquina com
Advanced F1-08 115%
Setup Level brevelocidade encoder)
Atraso de
PG Option atuação da (máquina com
Advanced F1-09 PG Overspd 1.0s
Setup falta sobreve- encoder)
locidade
Nível de des-
PG Option (máquina com
Advanced F1-10 PG Deviate Level vio de veloci- 30%
Setup dade
encoder)
Tempo de
PG Option (máquina com
Advanced F1-11 PG Deviate Time desvio de 2.0s
Setup velocidade
encoder)
Tempo de
PG Option atraso de (máquina com
Advanced F1-14 PGO Detect Time 2.0s
Setup detecção de encoder)
perda de PG

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Valor
Parâme-
Menu Sub-Menu Display Função de Fá- Opção
tro
brica
Multi Func- Configuração
Advanced tion Digital H1-01 Terminal S3 Sel do Terminal 24 External Fault
Inputs S3
Multi Functi- Configuração
Advanced on Digital H1-02 Terminal S4 Sel do Terminal 14 Fault Reset
Inputs S4
Multi Functi- Configuração
Multi step speed
Advanced on Digital H1-03 Terminal S5 Sel do Terminal 3
Inputs S5 ref. 1
Multi Func- Configuração
Multi step speed
Advanced tion Digital H1-04 Terminal S6 Sel do Terminal 4
Inputs S6 ref. 2
Multi Func- Configuração
DC Injection Acti-
Advanced tion Digital H1-05 Terminal S7 Sel do Terminal 60
Inputs S7 vate

Multi Function
Configuração do
Advanced Contact Out- H2-01 Term M1-M2 Sel Terminal M1-M2 0 During Run
puts
Multi Function
Configuração do DC Bus Under-
Advanced Contact Out- H2-02 Term M3-M4 Sel Terminal M3-M4 7
puts voltage Detection
Multi Function
Configuração do
Advanced Contact Out- H2-03 Term M5-M6 Sel Terminal M5-M6 2 fref/fout agree 1
puts

Filtro Digital
Analog
Advanced H3-12 Filter Avg Time da Entrada
Inputs 0.05s
Analógica
Analog Sinal do Ter- Frequency refer-
Advanced H3-15 Term A1 Sel 0
Inputs minal A1 ence
Configurar o valor
Analog Ganho da En-
Advanced H3-16 Term A1 Gain trada Analógica 100% de H3-02 da
Inputs
IT1031

220V com SA-


FEII
150V
380/440V com
Nível de 300V
PwrLoss SAFEII
Advanced L2-05 PUV Det Level detecção de
Ridethru 220V sem SA-
Subtensão 190V
FEII
380V
380/440V sem
SAFEII

Habilita detec- General-purpose


Stall Pre-
Advanced L3-01 StallP Accel Sel ção de stall na 1 (máquina sem
vention acel encoder)
Stall Pre- Nível de detec- (máquina sem
Advanced L3-02 StallP Accel Lvl ção de stall 200%
vention encoder)
Stall Pre- Nível de detec- (máquina sem
Advanced L3-03 StallP CHP Lvl ção de stall 100%
vention encoder)

Inibe detecção
Stall Pre-
Advanced L3-04 StallP Decel Sel de stall na 0 Disabled
vention desacel

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Número de
Fault re- tentativas de
Advanced L5-01 Num of Restarts rearme em caso 10
start
de falha
Relé de falha
Fault re-
Advanced L5-02 Restart Sel ativo no re- 1 Fault relay active
start
set
Intervalo de
Fault re- tempo para
Advanced L5-03 Retry Time tentativa de 2.0s
start
restart

Menu Sub-Menu Parâme- Display Função Valor de Opção


tro Fábrica
Advanced Torque L7-01 Torq Limit Fwd Limite de 300%
Limits torque su-
bindo
Advanced Torque L7-02 Torq Limit Rev Limite de 300%
Limits torque des-
cendo
Advanced Torque L7-03 Torq Lmt Fwd Limite de 300%
Limits Rgn torque su-
bindo na
desacelera-
ção
Advanced Torque L7-04 Torq Lmt Rev Rgn Limite de 300%
Limits torque des-
cendo na
desacelera-
ção

Advanced Hardware L8-07 Ph Loss Out Sel Proteção à 0


Protection perda de
fase na saí-
da
Advanced Hardware L8-11 Fan Delay Time Tempo para 180 s
Protection desligar o
ventilador

Advanced Digital Op- O2-01 Local/Remote Key Tecla Lo- 0 Disabled


cal/Remoto
erator inibida
Functions
Advanced Digital Op- O2-02 Oper Stop Key Tecla Stop 0 Disabled
inibida
erator
Functions
Advanced Digital Op- O2-03 User Defaults 0 Para reset = 1
erator
Functions
Advanced Digital Op- O2-04 Inverter Model Modelo do Confor- Obs: Vide etique-
erator Inversor me dado ta localizada na
Functions de Placa lateral do inversor
Advanced Digital Op- O2-08 Elapsed Time Relógio interno Power-on time
registra hora
erator Run corrida
Functions

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Advanced Digital Op- O2-09 Init Model Sel Modo de Iniciali-


zação
erator (SPEC)
1 American Spec
Functions

Advanced Brake Se- S1-02 DC Inj I @ Start Corrente de 50% (máquina sem
quence Injeção DC encoder)
Advanced Brake Se- S1-03 DC Inj I @ Stop Corrente de 50% (máquina sem
quence Injeção DC encoder)
Advanced Brake Se- S1-04 DC Inj Time@ Tempo de 0
quence Start Injeção DC

14-3 Diferenças entre G5 e L7

 Para troca de inversor modelo G5 para L7, deve-se atentar para a seguinte
tabela de equivalência:

Classe 200V
Inversores G5 Inversores L7 equivalentes
Modelo Corrente Portadora Modelo Corrente Portadora
(A) (KHz) (A) (KHz)
25P5 25 15 27P5 25 15
27P5 33 15 2011 33 15
2011 49 15 2015 49 15
2015 64 15 2018 64 15
2018 80 15 2022 80 15
2022 96 12 2030 96 15
2030 130 10 2037 130 10
2037 160 10 2045 160 10
2045 183 10 2055 183 10

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EXCEL VVVF 007129 V1

Classe 400V
Inversores G5 Inversores L7 equivalentes
Modelo Corrente Portadora Modelo Corrente Portadora
(A) (KHz) (A) (KHz)
45P5 14,8 10 47P5 16,5 10
47P5 21 10 4011 24 10
4011 28,6 10 4015 28,6 10
4015 34 10 4018 36 10
4018 41 10 4022 42 10
4022 52 8 4030 56 8
4030 65 8 4037 70 8
4037 80 6 4037 80 5
4045 96 6 4045 96 5

 Transistor de Frenagem:

INVERSOR Qt MODULO INVERSORES Qt M ODULO


CIM R-L7C27P50A - CIM R-L7C 47P50A -
CIMR-L7C20110A - CIMR-L7C 40110A -
CIMR-L7C20150A - CIMR-L7C 40150A -
CIMR-L7C20180A - CIMR-L7C 40180A -
CIMR-L7C20220A 1 CDBR-2022B CIMR-L7C 40220A 1 CDBR-4030B
CIMR-L7C20300A 2 CDBR-2015B CIMR-L7C 40300A 1 CDBR-4030B
CIMR-L7C20370A 2 CDBR-2015B CIMR-L7C 40370A 1 CDBR-4045B
CIMR-L7C20450A 2 CDBR-2022B CIMR-L7C 40450A 1 CDBR-4045B
CIMR-L7C20550A 2 CDBR-2022B

Atenção !
Até 18 KW o Transistor de Frenagem é embutido no inversor.

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 Permite a troca da placa de controle sem necessidade de soltar a fiação externa.


Rêles situados no bloco com menor custo de reposição

 Inversor extraível e inteligente:

Facilidade na troca dos ventiladores


Redução de ruído audível com o desligamento do ventilador

Nota !

Configurar os perâmetros L8
– 10 e L8 – 11

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15 Circuito Simplificado

Todas as entradas de monitoração (leitura) que contém led de indicação de status, são
representadas da seguinte forma: L-XXX.
Exemplos: L-LD – leitura do limite de parada na descida.
L-LPA- leitura do limite de porta aberta.
Através das entradas de monitoração a placa interface informa a UCP das condições
gerais do elevador, que por sua vez as supervisiona e estabelece condições de
funcionamento liberando as saídas para energizar as bobinas do contatores, ventilador da
cabina e rampa magnética, se houver.
As saídas também fazem parte da placa interface e todas possuem led de monitoração.
Elas são representadas da seguinte forma: SXX.X
Exemplos: A saída S10.1 (CN4 02) é responsável pelo acionamento da bobina do contator
PF. Este tipo de saída é simples, pois com o seu acionamento, o ponto S10.1 será ligado
diretamente a linha CY através de um triac.
Existem saídas que não estão representadas no circuito elétrico, mas o seu funcionamento é
igual ao descrito no exemplo acima, a diferenciação que existe, refere-se a alimentação da
bobina do contator, que não depende exclusivamente da sua saída, mas também das
condições de segurança do elevador.
Exemplo: O contator “A” está ligado no pino 4 do CN7 (SEG 7), portanto, para ligar este
ponto a linha CY, além do acionamento da respectiva saída é necessário que os relês SEG1,
SEG2 e AUT2 estejam ligados.
A tensão entre as linhas CX e CY é de 115Vac, portanto, todas as bobinas do
contatores são de corrente alternada.
A bobina da rampa magnética é alimentada com tensão de 100Vcc, através de retificadores
da placa I/0.
A fim de facilitar a análise no circuito elétrico do ômega Excel, introduzimos um circuito
similar, focalizando a parte de segurança, para que possamos visualizar melhor, como a placa
interface liga internamente todos os pontos.

Nomenclatura:

= Ponto de leitura e monitoração do sinal (led)

= Sensor de corrente

= Contato do sensor de corrente


Contato referente a saída

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Excel 800 FV

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16 Conjunto Armário Completo

Parte Frontal

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17 Componentes e suas Funções

17-1 Conjunto Armário EX800 FV

É um comando eletrônico microprocessado para elevadores acionados por máquinas com


engrenagem e motor de corrente alternada de 01 enrolamento de até 10 CV com controle de
frequência variável (FV).
Utiliza um inversor para controlar a rotação do motor variando simultaneamente a tensão e a
frequência de saída.

17-2 Comparação entre EX 800 FV e EX 800 2V


Ambos utilizam motores de indução trifásico, porém, no sistema 2V o motor opera
ineficientemente, ou seja, o contorle é fixo em dois padrões (dois enrolamentos um de alta e
outro de baixa velocidade); no FV o inversor fornece tensão e frequências variáveis,
proporcionando controle dinâmico e eficiente em toda faixa de velocidade durante a viagem. A
corrente de partida do FV é menor que a do 2V.

17-2-1 Vantagens EX 800 FV vs EX 800 2V

 Viagem mais confortável;


 Compensação automática de carga, obtendo-se uma viagem confortável independente
do número de passageiros;
 Devido sua corrente de partida menor, a linha adutora pode ter seu dimensionamento
reduzido (em cerca de 25%);
 Redução de até 30% de consumo de energia elétrica;

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 Menor temperatura na casa de máquinas;


 Utilização de motores de indução comerciais com um enrolamento, com tamanho e
preços reduzidos.

17-3 Aplicação

 Controle: VVVF;
 Velocidade: 45 a 60 m/min;
 Máquina: CE190 e W140
 Potência do motor: até 10CV;
 Freqüência: 50 ou 60 Hz;
 N° de paradas: até 21pavimentos;
 N° de passageiros: 04 a 09 passageiros;
 Estratégia: EXBD.

Número total de
BS BS e BD BD Aplicação
paradas
Apenas obras
0 nenhum 1 a 23 24
especiais
Apenas obras
-1 0 1 a 21 23
especiais
Apenas obras
-2 -1 e 0 1 a 19 22
especiais
-3 -2, -1 e 0 1 a 17 21 Normal
Apenas obras
-4 -3, -2, -1 e 0 1 a 15 20
especiais

Nota !
BS – Botão de Subida
BD – Botão de descida

CONTR. FREQ. DA REDE VELOCIDADE MÁQUINA TENSÃO


VVVF 50 ou 60 Hz 0,75 a 1,50 m/seg. CE190 220/380/440V

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SEÇÃO NO MANUAL DE
SERVIÇO
APLICAÇÕES
Simplex ou Duplex.
Porta de Eixo Vertical ou Simultânea, sem Rampa
Magnética, sem Fotocélula.
Barra de Reversão Mecânica ou Eletrônica. 3F1
Despacho para Carro Lotado (DCL). 3F5
Estacionamento Preferencial. 3F7
Operação Manual (OM) através da Botoeira de Ins-
3F12
peção ou Armário.
Serviço Independente (SEI). 3F16

SEÇÃO NO MANUAL DE
SERVIÇO
APLICAÇÕES
Operação em caso de Incêndio I. 3F23
Cancelamento de Chamadas Falsas. 3F27
Fonte de Emergência para Luz de Cabina e Alarme
(LE-2).
Botoeira de Inspeção ao Topo do Carro (ITC). 3F35
Dispositivo para Carga Concentrada (DCC). 3F4
Operadores de Porta APC-63 (Simultânea e Eixo
Vertical).

SEÇÃO NO MANUAL
BOTOEIRA DE CHAMADA
DE APLICAÇÕES
Botão Multiled (BME) ativação Instantânea.
Botão com Led (BLED) contato Instantâneo. 3G26
Botão de Emergência (vermelho) Contato Permanente
(BEM).
Botão de Retenção das Portas Contato Instantâneo (PO).
Chave ou Botão do Alarme – Pressão Constante.
Indicador de Posição com LED de 16 Segmentos (IPD Se-
rial).

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SEÇÃO NO MANUAL
BOTOEIRA DE CHAMADA
DE APLICAÇÕES
Botão de Fechamento de Portas (PF) – Contato Instantâneo.
Setas Indicadoras de Direção.
Interfone entre Cabina e Casa de Máquinas (Korea).
Interfone entre Cabina, Casa de Máquinas e Portaria (Korea).
Telefone entre Cabina e Portaria (Korea).

SEÇÃO NO MANUAL
BOTOEIRA DE CHAMADA
DE APLICAÇÕES
Botão Multiled (BME) ativação Instantânea.
Botão com Led (BLED) contato Instantâneo. 3H31
Indicador de Posição com LED de 16 Segmentos (IPD Serial).
Setas Indicadoras de Direção.

17-3-1 Serviços não atendidos

SEÇÃO NO MANUAL DE
SERVIÇO
APLICAÇÕES
Serviço de Ascensorista (SA) 3F14
Serviço de Ascensorista com Indicador de Chamadas
3F15
(SAI).
Serviço para Convenções (CON). 3F3
Facho de Proteção das Portas (FPP). 3F8
Forçador (FR). 3F9
Limitador de Carga (LCR). 3F10
Nivelamento Manual (NIV). 3F11
Renivelamento Automático (RNA). 3F21
Painel de Despacho (PD). 3F3
Serviço Hosp. de Emergência (SHE). 3F7
Sentinela de Tráfego (ST). 3F18
Dispositivo Automático para Funcionamento com Força de 3F32
Emergência (DAFFE).
Atlas Code. 3F40
Atlas Safe. 3F41
SMCT. 3F42

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SEÇÃO NO MANUAL DE
BOTOEIRA DE CHAMADA
APLICAÇÕES
Botão Comum (BC). 3G1
Botão Luminoso (BL). 3G3
Botoeira tipo A. 3G4
Indicador de Chamadas Auto Luminoso. 3G10
Indicador de Posição Luminoso (ILL). 3G11
Chave ou Botão de Luz – Contato Permanente.
Chave ou Botão de Ventilador – Contato Permanente. Possui apenas controle auto-
mático pelo microprocessador
Indicador de Posição com display de 7 segmentos.

SEÇÃO NO MANUAL DE
BOTOEIRA DE CHAMADA
APLICAÇÕES
Botão Luminoso (BL). 3H3
Indicador de Carro Lotado. 3H14
Seta Bargraph (SB). 3H32
Indicador de Posição com display de 7 segmentos.

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18 Descrição do Comando EX 800 FV

Antes de iniciar uma viagem, o sistema de controle determina a distância até o pavimento de
destino, e calcula um padrão de velocidade otimizado para esta viagem. A posição,
velocidade, e direção, são continuamente monitoradas através dos pulsos gerados pela roda
dentada, acoplada ao eixo do sem-fim da máquina. A monitoração da posição e velocidade do
carro permite uma aceleração e retardamento suaves, e um nivelamento adequado. A
utilização do inversor permite que o desempenho do sistema seja constante, independente do
número de passageiros na cabina (carga).

18-1 Parte Frontal

O painel do EX800FV é constituído de:


Na parte frontal, temos a placa eletrônica, inversor, contatores, disjuntores, fusíveis NH, além
dos terminais para conexão das linhas de potência e alimentação da iluminação.

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18-2 Parte Traseira

Na parte traseira, temos os resistores do "queimador" do inversor, resistores do


freio,transformadores, reator, indutor, fonte de sinalização e filtros.

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19 Componentes e suas Funções

19-1 Placa Eletrônica (JV0193) e (JV0270)

Responsável pelo processamento e interfaceamento de todo o sistema, através das


seqüências lógicas contidas no sistema operacional (memória EPROM) e do
microcontrolador. Esta placa incorpora parte do circuito de segurança, ou seja, a interligação
do circuito elétrico de segurança é interno à placa, chaves para operação do elevador, plugs
para conexões de sinais de cabina e poço, fusíveis e a interface homem máquina (IHM).

Placa: JV0193 G003 - Sub. 12 / JV0270 G003 - Sub.05 - FV, BLED


JV0193 G004 - Sub. 12 / JV0270 G004 - Sub.05 - FV, BME/TSE

19-1-1 Entrada

Através das entradas, o microprocessador fica informado das condições de trabalho do


elevador, e continua com as tomadas de decisões estipuladas no sistema operacional, essas
entradas são isoladas opticamente e sinalizadas através de led's, garantindo imunidade à
ruídos e facilidade na monitoração.

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Comunicação
TX, RX
Fonte +5V

Fonte Entradas
± 12V

Entradas
Micropro-
cessador IHM

RAM com
Bateria Seg 2 Seg 4
MP

Seg 3 Seg 1

Aut 2 Aut 1

Chaves de Operação
Inspeção / BLC

Entradas - (CY, CX, LS, LAS, SP0, SP1, Saídas


BR, THERM Entradas
Compartilhadas
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Estas entradas são descritas a seguir, e os seus led's de monitoração acendem conforme a
ocorrência ao seu lado.

LED'S OCORRÊNCIAS
LD1 - SEG3 Relê da malha de segurança (2°) acionado.
LD2 – SEG1 Relê da malha de segurança (1°) acionado.
LD3 – SEG4 Relê da malha de segurança (2º) acionado.
LD4 – SEG2 Relê da malha de segurança (1º) acionado
LD5 - D Contatora D acionada.
LD6 - S Contatora S acionada.
LD7 - RA1 Sem função.
LD8 - A Contatora A acionada.
LD9 - RB1 Inversor ligado; saída ativa (MF).
LD10 - B Sem função.
LD11 - PF Botão para fechar a porta não acionado.
LD12 - PO Botão para abrir a porta não acionado.
LD13 - LPA Limite de porta aberta não acionado.
LD14 - OEI2 Sem função.
LD15 - SP2- Sem função.
LD16 - SP2+ Sem função.
LD17 - LAS Limite de alta na subida não acionado (LS3).
LD18 - LS Limite de parada na subida não acionado (LS1).
LD19 - CX Não há massa na linha CX.
LD20 - CY Não há massa na linha CY.
LD21 - SP0 Chave SEI (Serviço Independente) acionada.
LD22 - SP1 Atingiu 80% da carga na cabina (HW) – DCL.
LD23 - BR Bobina do freio energizada.
LD24 - THERM Sem função.
LD25 - AUT1 Indica operação em manual.
LD26 - CT Contato de trinco fechado.
LD27 - SEGG Relê MP da placa eletrônica ligado e malha de segurança fechada.
LD28 - PC Porta de cabina fechada.
LD29 - PP/RMC Porta de pavimento ou contato da barra de proteção fechados.
LD30 - AUT2 Indica operação em manual.
LD31 - LAD Limite de alta na descida não acionado (LD3).
LD32 - LD Limite de parada na descida não acionado (LD1).
LD33 - INS Sensor óptico de nivelamento IS não atingido.
LD34 - IND Sensor óptico de nivelamento ID não atingido.
LD35 - INVA Pisca com o movimento da roda dentada acoplada no sem fim da
máquina.
LD36 - INVB Pisca com o movimento da roda dentada acoplada no sem fim da
máquina.
LD51 - OEI1 Chave de operação de emergência em caso se incêndio (fase 1)
acionada.
LD52 - SP3- Sem função.

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19-1-2 Saídas
As saídas processam a comutação (liga/desliga) das contatoras e ventilador da cabina. Suas
saídas também são isoladas opticamente e sinalizadas através de led’s, garantindo melhor i-
munidade a ruídos e facilidade de monitoração.
Estas saídas são descritas a seguir, e os seus led´s de monitoração acendem conforme a
ocorrência ao lado.

LED’S OCORRÊNCIAS
LD37 – S Acionada a contatora S.
LD38 – D Acionada a contatora D.
LD39 – A Acionada a contatora A
LD40 – B Possibilita habilitar o sinal de direção para o inversor.
LD41 – RB1 Sem função.
LD42 – RA1 Habilita a entrada para injeção de corrente contínua do inversor.
LD54 – VC Ventilador de cabina acionado (liga com chamada).
LD56 – PA Acionada a contatora PA.
LD57 – PF Acionada a contatora PF.

19-1-3 Circuito do Freio

É através deste circuito que é feita à alimentação da bobina do freio e a monitoração do mes-
mo. Fechando-se os contatos das contatoras S ou D e A, a bobina do freio é energizada. Se
ocorrer alguma falha e o freio não for liberado, após 2 segundos da manobra ser ligada, o ele-
vador para acusando a falha F09 complemento 000.
Após corrigir o problema, deve-se desligar e ligar o disjuntor para dar um “reset” no sistema e
colocar o elevador em funcionamento normal.

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19-1-4 Segurança do Elevador

Temos dois circuitos independentes que garantem a segurança do elevador, um microproces-


sado e um eletromecânico.

Microprocessado: Este circuito realiza o seqüenciamento da segurança através da leitura dire-


ta de limites de curso, contatos de porta e contatos de trinco. Além disso, o acionamento de
algumas contatoras só é possível com a garantia de desligamento de outros (S e D). Como
recurso adicional, o estado das contatoras é constantemente verificado e comparado com o
desejado; qualquer diferença provoca a interrupção da “linha de segurança” do circuito ele-
tromecânico, provocando a parada do elevador.

Eletromecânico: Possui dois circuitos eletromecânicos independentes. O primeiro circuito é


composto por um conjunto de limites e contatos ligados em série com duas bobinas de relê de
segurança (SEG1 e SEG2). Esse circuito é chamado de “linha de segurança”, e basicamente
segue a filosofia do Comando Omega Excel.

O segundo circuito é composto pelos contatos de trinco (CT), ligados em série com duas bo-
binas de relés de segurança (SEG3 e SEG4).

Para evitar que as linhas de sequenciamento sejam completadas indevidamente devido a


curtos com alimentação, nas suas extremidades são colocados os relés de segurança. Um
curto-circuito da linha de sequenciamento com CX ou CY, acarreta o desligamento de um dos
relés de segurança, impedindo o funcionamento do elevador.

Atenção !
Os relés de segurança são de 50Vac, de modo que não se pode avaliar o
estado de algum componente da linha de segurança com a utilização de
lâmpadas, sob o risco de danificar a placa eletrônica; portanto, deve-se
utilizar um multímetro para efetuar os testes necessários

19-1-5 Fonte
Através deste circuito são obtidas as seguintes tensões:

Tensão Função Fusível Corrente


+5Vcc Alimentar os circuitos integrados da família TTL. F2 2A
+9Vcc Alimentar o circuito de sinalização (IPD). F6 3A
±12Vcc Alimentar o circuito de comunicação e relê MP. F3/F4 0,5 A
+15Vcc Alimentar o circuito das chamadas.
F1 4A
+20Vcc Alimentar sensor da roda dentada da máquina

115 Vac Alimentar linha PCX /CX F5 3A

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19-1-6 Resumo das Funções da Placa Eletrônica

Segurança: Formada por quatro relês distribuídos no circuito de segurança geral e de


porta;
CPU e Memória: CPU: responsável pelo controle e processamento de todas as tarefas.
EPROM: contém o programa da seqüência operacional;
RAM C/ BATERIA: contém os dados de configuração da obra;
Interface Homem Máquina: Possibilita selecionar parâmetros, gravar e verificar falhas;
Saídas para Sinalização: Saídas para acionamento das sinalizações (IPD serial);
Entradas Analógicas: Responsáveis pela comparação das linhas U, V e W;
COMUNICAÇÃO: Usado somente para duplex (2 carros) ou DAFFE;
INTERFACE DE CHAMADA: Responsável pelo interfaceamento das linhas (VX, BTX e
LDX) com o microprocessador;
ENTRADAS: Informam a placa JV0270 das condições de trabalho do elevador (LS1,
LD3, OEI, etc.);
SAÍDAS: Processa a comutação das bobinas (contatoras e ventilador);
FREIO: Alimenta a bobina do freio e faz a sua monitoração;
FONTE: Alimenta os circuitos integrados, comunicação, sinalização, chamada e sensor
do motor;

19-1-7 Função de Relês e Contatoras:

S – Sinaliza para o inversor sentido de viagem de subida


D – Sinaliza para o inversor sentido de viagem de descida
A – Conecta a saída do inversor ao motor
PA – Liga o motor para abrir a porta da cabina
PF – Liga o motor para fechar a porta da cabina
VC – Relê que aciona o ventilador da cabina

19-2 Inversor

Inversor modelo G5 Inversor modelo L7

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Internamente ao inversor a tensão AC da rede elétrica é convertida em tensão DC através de


uma ponte retificadora. Esta tensão DC é filtrada de modo a fornecer uma tensão DC estável
para o inversor. O inversor usa modulação PWM (Pulse Width Modulation) para transformar
tensão DC em sinal AC com tensão e freqüência variáveis. Assim o inversor fornece uma cor-
rente AC com freqüência controlada. Internamente o inversor utiliza tecnologia denominada de
Controle Vetorial para determinar a freqüência e a tensão a ser aplicada no motor. Em função
da configuração do elevador utilizamos controle vetorial em malha aberta ou malha fechada.

Malha fechada (flux vector): o inversor é capaz de produzir torque com velocidade zero e ex-
celente controle de torque em baixas velocidades, utiliza encoder no limitador.

Malha aberta (open loop vector): o inversor utiliza injeção de corrente contínua no fim da via-
gem com o objetivo de controlar a parada do carro.

19-3 Transformador

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Trafo Enrol. Term. Tensão AC Proteção Função


0 220V/380V/ Disjuntor
Prim.
F1 440V DJ1
0
95V Fusível
95V Alimentar as linhas CX e CY
115V F5-3A
T1 115V
Sec. 0 Fusível Alimentar a fonte de 20Vcc(sensor da
22V
22V F1-4A roda dentada e 15Vcc (chamadas)).
0 Fusível
11V Alimentar a fonte de 9Vcc (sinalização)
11V F6-3A
F1 220V/380V/ Disjuntor
Prim.
F2 440V DJ1
0 Fusível Alimentar a fonte de 5Vcc(circuitos inte-
10V
T2 10V F2-2A grados)
Sec. 18V
Fusível Alimentar as fontes de +12Vcc/-12VcC
0
18V F3/F4-0,5A (comunicação).
18V
L11/l12 Disjuntor
Prim. 380V/440V
L13 DJ1
T3 TR1/TR
220V Disjuntor Alimentar o operador de portas quando
Sec. 2
DJ1 a tensão da rede for de 380V/440V.
TR3
0V Fusível
Prim 220V
220V FUS14-0,5A
T4 Alimentar a fonte de 12Vdo circuito de
0V
Sec. 10V N/T sinalização de pavimento, quando for
10V
aplicado acima de 4 pavimentos.

19-4 Conjunto Queimador

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É formado por dois resistores (tubulares) de potência, que tem a finalidade de dissipar (quei-
mar) a energia de realimentação do barramento DC do inversor.
Esta realimentação ocorre quando o elevador está desacelerando,nesse instante, a
freqüência de saída do inversor é diminuída gradualmente, tornando a velocidade do campo
girante do motor menor que a velocidade real (eixo do motor). Nesta situação o motor trabalha
como um gerador, convertendo energia mecânica em elétrica e realimentando o barramento
DC do inversor. Esta energia é armazenada nos capacitores do barramento DC até atingir um
valor limite. Ultrapassando esse valor, o excesso é dissipado nos resistores do conjunto
queimador.

19-5 Indutor de RF e Placa de Capacitores (JV0201)

Indutor RF Placa de Capacitores

São responsáveis pelo filtro de RF, evitando que as interferências geradas na conversão de
CC para CA, retornem para a linha, poluindo a rede elétrica do edifício.

19-6 Reator de Entrada RE1/ RE3

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É um filtro contra pico de corrente (curto) na rede elétrica, no instante de “start.” ao energizar
os capacitores do barramento DC do inversor.

19-7 Placa Comutadora de Varredura

Aplicada em sistema duplex com uma linha de botoeiras nos pavimentos. Transfere os sinais
de VX/BTX/LDX do carro “B” para a linha de botoeiras caso paralise o carro “A”.

19-8 Buffer do Taco do Motor (JV0228)

É composto de uma roda dentada acoplada ao eixo do sem-fim da máquina e de uma placa
buffer (JV0228). Tem a finalidade de informar a referência de velocidade real, posições
intermediárias e direção.

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19-9 Encoder (DC725X001)

Está acoplado no eixo do motor de C.A. e tem a finalidade de informar a velocidade real do e-
levador para o inversor.
A interligação do encoder até o inversor é feita através de um cabo blindado (DC7740G001) e
uma placa interface para encoder (73182H001) a qual está localizada no inversor.

19-10 Gerador de Pulsos IG500

Esta acoplado ao limitador de velocidade (GBP) de tal forma a gerar 500 pulsos por rotação.

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19-11 Placa Interface para Encoder (JV0307)

Atua como divisor de pulsos do encoder para as placas: I/O, segurança e sensor de
velocidade de nivelamento (dividido por 10).

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20 Manutenção Preventiva

20-1 Máquina CE 190

Elevador LIGADO DESLIGADO

1 Verificar possíveis vazamentos. Observar o chão ao redor da


máquina e na própria máquina.

Vazamentos

Nunca deverá existir vestígios


de óleo na polia do freio.

2 Verificar ruídos e vibrações excessivas na máquina. Caso houver


qualquer alteração, dar recado.

3 Verificar no momento em que a máquina frear, se a polia de tração


tem um movimento de "vai e vem" (folga de coroa e sem fim), caso
houver qualquer alteração, dar recado.

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4 Verificar se ao frear a máquina, a polia do freio não se desloca para


frente e para trás (folga no rolamento do sem fim).

Polia do freio

Elevador LIGADO DESLIGADO

5 Com um pano limpo limpar a vareta de medição e verificar o nível do


óleo, que deve estar entre os níveis mínimo e máximo indicados na
vareta. Nunca usar estopa pois os fiapos podem entrar na máquina e
prejudicar seu funcionamento. Caso haja necessidade de completar
o óleo, utilizar óleo Atlas nº 8 – 55125BETAA.

Nota !
O óleo deve ser trocado após 2 meses iniciais de operação e depois a
cada intervalo de um ano.

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6 Efetuar limpeza em todo o equipamento.

7 Verificar se as ligações estão devidamente isoladas. Não deve haver


nenhum material que seja combustível na caixa de terminais.
Reapertar os terminais se necessário.

Atenção !
Antes de acessar os terminais do motor, fazer com que ocorra a descarga
capacitiva do motor, através de uma chave de fenda, fechando os bornes
do motor (T1, T2, T3) à terra.

8 Verificar folga entre os cabos e o protetor: de 4 à 8 mm.

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9 Verificar na polia de tração se existe alguns destes critérios para


condenação:
 Desgaste irregular das canaletas;
 Bordas das canaletas quebradas, desgaste excessivo;
 Marcas dos cabos nas canaletas;
 Polia com trincas;
 Cabos aprofundados mais de 2 mm, apoiando no fundo da
canaleta;
 Folga dos rolamentos do intermediário;
 Verificar alinhamento e equalização dos cabos;
 Polia ovalizada.

10 Critérios de condenação da lona de freio:


 Espessura mínima de 3 mm. (Passar recado ao posto, para
se efetuar uma corretiva programada).
 Òleo na lona;
 Lona vitrifcada (espelhada), eliminar a camada superficial
através de rasquete ou lima, caso não resolver, substituir a
lona.

Lona

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11 Verificar a regulagem das duas molas do freio se estão dentro das


medidas de projeto.

12 Verificar se o entreferro está devidamente regulado.

14 Verificar reaperto dos parafusos de fixação do conjunto freio e de


proteção do freio.

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15 Verificar fiações, fixação, limpeza da roda dentada e o alinhamento


entre o disco e a linha de referência na placa..

20-2 Freio BRC 190


Eletromagneto Alavanca de
abertura manual
Mola
Prato da Mola

Tirante

Porca e Parafuso de
ajuste do percurso

Alavanca do freio

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20-2-1 Funcionamento
Ao receber alimentação, a bobina magnetiza o núcleo que atrai as armaduras, comprimindo
as molas e liberando as alavancas do freio.

Calço de borracha

Armadura
Bobina
Pino de articulação
da alavanca Pino de encosto
acionadora

Mola

Alavanca
acionadora
Protetor da
bobina Calço de Suporte da
feltro bobina
Detalhe
Alavanca de Acionamento

Folga de 0,5 a

Sentido de inserção
do pino

Aplicar graxa nos


pinos de articulação

Calço de borracha

Fixação do Eletromagneto Aplicar graxa nas superfícies


em contato

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20-2-2 Regulagem do Freio BRC 190

Regulagem do Percurso
Nº Passos
1 Soltar a porca de fixação do pino de ajuste.
2 Girar o pino de ajuste até que a armadura se afaste do núcleo
aproximadamente 4mm (percurso).
3 Apertar novamente a porca de fixação e repetir a operação para a
outra alavanca.

Regulagem das Molas


Nº Passos
1 Soltar a contra-porca de fixação das molas.
2 Apertar a porca do prato da mola até que a mesma fique com um
comprimento de aproximadamente 62mm.
3 Apertar a contra-porca segurando a porca do prato da mola para não
perder a regulagem e repetir a operação para outra mola.
4 Efetuar viagens em manual verificando se as lonas não estão
raspando, (se necessário regular o percurso), e se não existe um
deslize excessivo na parada, (se necessário dar mais pressão na
mola).

20-2-3 Acionamento Manual do Freio


Para se manobrar manualmente a cabina, existe uma alavanca incorporada ao conjunto freio,
que libera as sapatas.
Deve-se encaixar a alavanca de nivelamento manual na cúpula do freio (como na CE 250) e
movimentar o carro na direção desejada.

Atenção!
Cuidado no momento que for aberto o freio, pois a alavanca pode se
movimentar com violência podendo machucar o técnico.

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20-2-4 Verificações Durante a Manutenção


Nº Passos
1 Verificar as condições das lonas, como desgaste excessivo, lonas
vitrificadas (se necessário rasquetear) ou lonas com resíduos de
lubrificantes (limpar com desengraxante ou trocá-las, se for o caso).
2 Verificar os pinos das articulações das alavancas e das armaduras
lubrifica-los com óleo Nº 2.
3 Manter sempre limpa a cúpula do freio.
4 Verificar o percurso do freio e se ele não está raspando na cúpula
(se necessário ajustar).
5 Verificar se ocorre deslize excessivo, ou parada muito brusca (se
necessário ajustar).

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21 Parâmetros de Configuração

21-1 Interface Homem Máquina (IHM)

Sua operação é similar a todos os comandos Excel, e como sabemos nos proporciona vários
recursos, tais como: Monitoração de Dados, Operação de Comandos, Configuração,
Indicação de falhas, etc.

21-2 Parâmetros de Monitoração Grupo A

A00 - Posição da cabina correspondente ao IPD (L, -1, 2L, etc.)


A01 - Posição da cabina (0,1,2,3,...)
A02 - Velocidade da cabina obtida do sensor acoplado ao eixo da máquina
A03 - Reservado
A04 - Tensão da rede (V)
A05 - Freqüência da rede (Hz)
A06 - Precisão da Parada (mm). Ex.: 099 faltou 1 mm;
100 parada precisa;
101 passou 1 mm;
A07 - Reservado
A08 - Número de pulsos do sensor do motor que faltam para completar a viagem
A09 - Reservado
A10 - Velocidade de referência ( : 10 ) (mm/s)
A11 - Hodômetro (x1000) – quantidade de viagens realizadas
A12 - Reservado
A13 - Reservado
A14 - Reservado
A15 - Indica a posição que o limite LD3 ou LS3 está posicionado no poço, em função da
configuração do parâmetro B02

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21-3 Parâmetro de Operação Grupo B

B00 - Registro de chamadas de cabina (0, 1, 2, 3...)


B01 - Habilitação de rebitagem automática com valor 001
B02 - Para B02=000, A15 mostra LD3 (cm)
- Para B02=001, A15 mostra LS3 (cm).
B03 - Habilitação de chamadas aleatórias
001 = Habilita
000 = Inibe chamada aleatória
B04 - 001 = Acerta indicação do IPD pelo andar térreo
B05 - Reservado
B06 - Reservado
B07 - Definição do número de viagens realizadas (hodômetro) (x1000), utilizado para atuali-
zar o hodômetro
B08 - Registro de chamada de pavimento de descida
B09 - Registro de chamada de pavimento de subida
B10 - Reservado

21-4 Parâmetro de Configuração Grupo C

Config.
Parâmetros
Fábrica
C00 – Distância Máxima para início de retardamento (LD3/LS3). Valor em centímetros 065
C01 – Reservado (*)
C02 – Uso reservado da engenharia
005
C02 – Reservado
C03 – Reservado
C04 – Reservado
C05 – Reservado
C06 – Reservado
C07 – Fotocélula: 000 = Sem
000
001 = Com
C08 – Rampa magnética: 000 = Sem
000
001 = Com
C09 – Abertura de porta de cabina:
000 = estaciona sempre com porta fechada
001 = só estaciona na estação de porta aberta 002
002 = estacionada sempre com porta aberta
003 = não abre porta de cabina
C10 – Pavimento inferior 000
C11 – Pavimento superior 020
C12 – Pavimento térreo 000
C13 – Pavimento de estacionamento 000
C14 – Chicote para poço:
000 = até 21 pavimentos 000
001 = 21 à 24 pavimentos
C15 – Tempo de porta aberta para chamadas de cabina (x0,1seg) ex.: 025  2,5 seg. 025

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Config.
Parâmetros
Fábrica
C16 – Tempo de porta aberta para chamadas de pavimento (x0,1seg) ex.:040 
040
4 segundos.
C17 – Tempo de porta aberta para térreo (x0,1seg.) ex.: 060  6 segundos. 060
C18 – Reservado.
C19 – Reservado.
C20 – Desaceleração e aceleração máxima de viagem (x0,1 m/s2). 005
C21 – Jerk máximo (x 0,1 m/s3). 005
C22 – Uso reservado da engenharia – Tempo de espera do freio (x 0,02 seg.). 003
C23 – Uso reservado da engenharia – Compensação de escorregamento de pa-
rada (nº de pulsos). 001
C23 – Reservado (*).
C24 – Velocidade manual (m/min). 030
C25 – Uso reservado da engenharia – Tempo de atraso do padrão (x 0,02 seg.).
017
C25 – Reservado (*).
C26 – Uso reservado da engenharia – Temporização do freio fechado (0,02 seg.).
001
C26 – Reservado (*).
C27 – Reservado.
C28 – Uso reservado da engenharia –
001
C28 – Reservado (*).
C29 – Uso reservado da engenharia – Temporização de injeção DC na partida (x
0,02 seg.). 008
C29 – Reservado (*).
C30 – Uso reservado da engenharia – Velocidade final mínima (mm/s).
025
C30 – Reservado (*).

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Config.
Parâmetros
Fábrica
C31 – Reservado.
C32 – Efeito da Polia: 001 = para efeito 1:1.
001
002 = para efeito 1:2.
C33 – Diâmetro da polia de tração (mm) (lado da MQ). 790
C34 – Relação de rotação motor/polia, ex.: 067 = 1:67 067
C34 – Rotação da polia de tração (RPM) (*). 027
C35 – Reservado.
C36 – Número do painel para identificação do sistema quando operando em grupo. 000
C37 – Habilitação de estacionamento:
000 = elevador não irá estacionar.
000
001 = elevador irá estacionar no andar correspondente ao configurado em
C13.
C38 – Número de dentes da roda dentada acoplada ao eixo do sem-fim da máqui-
032
na.
C39 – Rotação síncrona do motor (x 10 rpm) ex.: 120 para 1200 rpm. 180
C40 – Grupo da placa atenuadora. Colocar:
000 = Para 220V.
000
001 = Para 380V.
002 = Para 440V.
C41 – Tensão nominal de rede (V). 220
C42 – Habilita deteção de falha no controle de velocidade do inversor (F52).
000 = Deteção de falha F52 inibida (utilização na fábrica).
001
001 = Deteção de falha F52 habilitada.
C42 – Reservado (*).
C43 – Reservado.
C43 – Chamadas de pavimento (*):
000 = Atende todos andares.
000
001 = Atende todos andares pares.
002 = Atende todos andares ímpares.
003 = Somente chamadas de cabina.

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Config.
Parâmetros
Fábrica
C44 – Reservado.
C44 – Cancelado de chamadas falsas (*):
000
000 = Cancela
001 = Não Cancela
C45 – Uso reservado da engenharia – (% tensão freio) 090
C45 – Uso reservado da engenharia – ganho integral de velocidade (entre 1 e 10) (*). 005
C46 – Uso reservado da engenharia – (instante de pré-fechamento de freio – nº de
pulsos). 009
C46 – Uso reservado da engenharia – ganho proporcional de velocidade (entre 1 e 010
15) (*).
C47 – Uso reservado da engenharia – (redução % da tensão do freio).
060
C47 – Uso reservado da engenharia – ganho integral de velocidade na desacelera-
010
ção (entre 1 e 15) (*).
C48 – Uso reservado da engenharia – (veloc. mínima) (mm/s).
015
C48 – Uso reservado da engenharia – ganho proporcional de velocidade na desace-
008
leração (entre 1 e 15) (*).
C49 – Uso reservado da engenharia – Temporização de injeção DC na parada (x
008
0,02 seg.).
010
C49 – Uso reservado da engenharia – escorregamento do motor (entre 1 e 15) (*).
C50 – Senha.
Sem (*) para softwares A00192 / A00193.
Com (*) para softwares A00248 / A00249.

21-5 Parâmetro de Falhas e Gravação Grupo D

D00 - Registro das últimas 64 falhas ocorridas e seus complementos


D01 - 000 – Funcionamento normal
001 – Grava os últimos dados configurados
002 – Apaga as falhas registradas

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21-6 Lista de Código de Falhas

F01 - NAST, complemento 000.


F02 - NAST, complemento 000.
F03 - Erro na seqüência de porta PP/PC/CT, PC ou CT atua com LPA, comple-
mento será o pavimento de ocorrência.
F04 - Erro na seqüência de porta PC/CT, PC ou CT atua antes do PP, comple-
mento será o pavimento de ocorrência.
F05 - Erro na seqüência de porta PP/PC/CT, CT atua antes do PC, complemento
será o pavimento de ocorrência.
F06 - Tempo máximo para deteção de PC (12seg.) ultrapassado, complemento se-
rá o pavimento de ocorrência.
F07 - Tempo máximo para deteção de CT/RMT (6seg) ultrapassado, complemento
será o pavimento de ocorrência.
F08 - Tempo máximo para a deteção de LPA (12 seg. ultrapassado após o acio-
namento de PA), complemento será o pavimento de ocorrência.
F09 - Complemento 000 – freio não liberado após 1 seg. da manobra ter entrado.
Complementos 001 – ocorreram três vezes consecutivos a reinicialização
após a falha 18.
F10 - Complemento 000 – fuga de massa.
Complemento 001 – reservado.
F11 - Não utilizado.
F12 - Tempo máximo de deteção de PP (60 seg.) ultrapassado, complemento será
o pavimento de ocorrência.
F13 - Ocorreram 10 reaberturas de porta por PP falhando. O complemento será o
pavimento de ocorrência.
F14 - Complemento 000 – botão PO atuado por mais de 60 seg.
Complemento 001 – falha de fotocélula.
F15 - Tempo máximo para deteção de RMT (6 seg. aberta), ultrapassado, com-
plemento 000.
F16 - Não deteção de CT aberto após desligar RMT (6seg.), o complemento será
o pavimento de ocorrência.
F17 - Atuou segurança em movimento, complementos:
001 – atuou segurança geral (SEGG).
002 – falhou PP.
003 – falhou PC.
004 – falhou CT.
005 – atuou segurança de porta (SEGP).
006 – atuou antes da partida, com sinais PP,PC,CT normais porém não
completou SEGG e SEGP.
F18 - Cabina parou fora das posições de nivelamento (IS e ID), complemento será
o pavimento de ocorrência.
F19 - Falha de comunicação. Complementos:
000 – problema de memória.
001 – problema de memória.
003 – problema de rede.

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F20 - Falha nos dados retidos na memória RAM com bateria;


Complementos:
000 – Falha ocorreu nos parâmetros de configuração;
001 – Falha ocorreu na configuração do IPD;
002 – Falha ocorreu nos dados de rebitagem;
F21 - Não utilizado.
F22 - Não utilizado.
F23 - Não utilizado.
F24 - Não utilizado.
F25 - Não utilizado.
F30 - Não utilizado.
F31 - Erro na seqüência de fases, complemento 000.
F32 - Falta de fase U, complemento 000 – detetado por verificação de tensão
(L11, L12, L13).
F33 - Falta de fase V, complemento 000 – detetado por verificação de tensão (L11,
L12, L13).
F34 - Falta de fase W, complemento 000 – detetado por verificação de tensão
(L11, L12, L13).
F35 - Sobretensão, complemento 000.
F36 - Subtensão, complemento 000.
F37 - Falha de sincronismo com a rede, complemento 000.
F41 - Falha no contator A:
complemento 000 – contator não liga.
complemento 001 – contator “grudou” ligado.
F42 - Não utilizado.
F43 - Não utilizado.
F44 - Não utilizado.
F45 - Falha no contator S.
F46 - Falha no contator D.
F47 - Falha nos reles SEG1 e SEG2, complemento 000.
F48 - Falha nos reles SEG3 e SEG4, complemento 000.
F49 - Falha nos relês AUT1 e AUT2, complemento 000.
F50 - Falha na indicação do Inversor pronto (MF), complemento
000 – na partida
001 – na parada
F51 - Comando de viagem não válido.
F52 - Falha no controle de velocidade pelo inversor.
F53 - Motor voltou mais de 5 pulsos ou indicação de sentido incorreto.

Nota !
Quando ocorrerem as falhas F03 à F05, F09, F41 a F49, F50 (na parada)
o elevador ficará parado até a solução do problema e o painel desligado e
religado. A falha F20 complemento 002 (rebitagem) inibe a operação até
que seja refeita a rebitagem

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21-7 Parâmetro de Configuração IPD

Através deste grupo de parâmetros (E00 à E31) será possível programar o IPD, para cada um
dos andares da obra.
Para maiores esclarecimentos, consultar ítem 8.2 (páginas 72 e 73) deste manual.

21-8 Malha fechada x malha aberta

Os elevadores da familha Excel como informado anteriormente na página pode trabalhar


como Malha Fechada (com Encoder) ou Malha Aberta (sem encoder).Mas podemos usar um
recurso muito importante quando o encoder do motor estiver danificado em caso de Malha
Fechada. O que devemos fazer? Segue então o procedimento para passarmos o Excel para
trabalhar como Malha Aberta:

1) Programar no inversor o parâmetro A1-02 (Iniatilize) – Open Loop Vector (Sem


encoder);
2) Alterar os parâmetros do inversor: E1 – 04, E1 – 06 e H3 –02
3) Programar no comando Excel os parâmetros C06 – 002 e C28 – 000;
4) Verificar e configurar, caso necessário as configurações do Inversor

Lembre-se:
Quando voltar de Malha aberta para Malha Fechada retornar os valores
modificados anteriormente.

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22 Documentos Relacionados
 Procedimentos:
• 001413 Bloqueio Elétrico
• 001396 Acesso e Viagem no Topo da Cabina
• 001786 Procedimento de Treinamento e Desenvolvimento

 Instruções Técnicas:
• 002903 Comando Excel Revisão Geral de Softwares (IT0791)
• 002949 Excel FV: Falha “UV” ou “UV1” ou “UV2” no Inversor (IT0767)
• IT1046 JV0151: Novos Grupos (G13 à G16)

 Circuito Elétrico:
• EC1825 Cabina
• EC1830 Comando Excel FV
• EC1836 Complemento EC1830
• EC1837 Comando Excel 800 FV

 Desenhos e Códigos diversos:


• DB4707
• JV0130
• JV0271
• JV0140
• JV0122
• JV0249
• JV0259
• JV0192
• 73182DA001/002/003
• JV0201
• JV0239
• DC725X001
• JV0228
• JV0132
• JV0307
• JV0193
• JV0270
• JV0201

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