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UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC

Módulo Aula 02: ATENUAÇÃO DE IMPACTOS DO USO DO ESPAÇO


BIOFÍCO,CONSERVAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS E EDÁFICOS E
GESTÃO DO RISCO

CTA-Tecnologia, Meio Ambiente e Sustentabilidade


Universidade Federal do ABC, Santo André - Brasil

QUESTÕES DE PESQUISA

QUESTAO 1 – Água Virtual (Virtual Water)

(a) Diga que entende por água virtual (virtual water) e quantifique a sua magnitude
considerando os campi da UFABC (Santo André e São Bernardo do Campo). Nota: o docente
sabe de antemão que os alunos terão dificuldade em obter dados concretos da UFABC.
Portanto, valorizar-se-á o raciocínio lógico, as variáveis consideradas, a capacidade de
assunção de dados fazendo analogiascoerentes com o caso de outras organizações que
possuem dados disponíveis, entre outros aspectos.

QUESTAO 2 – Mitigação de Impactos

(a) Verifique o que a lei CONAMA exige relativamente às condições para implantação de
projetosde usinas hidroelétrica e nuclear, bem como as condições para o licenciamento.
RESOLUÇÃO/CONAMA N.º 28, de 03 de dezembro de 1986
I -Determinar à Comissão Nacional de Energia Nuclear - CNEN que, nos termos da legislação
em vigor, faça Furnas Centrais elétricas S.A - FURNAS, elaborar os Estudos de Avaliação de
Impacto Ambiental e a conseqüente apresentação do Relatório de Impacto Ambiental, das
Usinas Nucleares Angra II e Angra III, situadas no Estado do Rio de Janeiro, com vistas a
submeter ao Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA, para que este, através da
Secretaria Especial de Meio Ambiente - SEMA, se pronuncie sobre o assunto. (b) Preencha os
quadros abaixo referentes à usina hidroelétrica e nuclear.

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Quadro 1-Barragem hidroelétrica


ID ASPECTOS IMPACTOS MEDIDAS DE MITIGAÇÃO OBSERVAÇÕES (SE
APLICÁVEL)
01 Sistematizar as Conjunto de alterações Sistematizar as informações ambientais É um item específico do relatório,
informações relacionadas aos obtidas. apresentando a caracterização
ambientais obtidas. impactos ambientais ambiental, os usos múltiplos da
quando considerados bacia, os mapas temáticos e o mapa-
ao nível do síntese.
Componente-Síntese.

02 Identificação A partir da Estabelecer o conjunto das possíveis Estabelecer alternativas de modo a


preliminar da identificação genérica divisões de queda da bacia hidrográfica. aproveitar a totalidade da queda
alternativa de dos principais disponível. • Os arranjos da divisão
divisão de queda e Processos Impactantes de queda consideram os
estimativa do são selecionados os reservatórios de regularização nos
potencial energético elementos capazes de trechos de montante e a
avaliarem os impactos possibilidade de reversão de parte
do empreendimento das águas paraoutras bacias.
sobre o meio ambiente
e de conferirem
diferenciação entre as
alternativas
comparadas,
constituindo assim o
Indicador de Impacto.

03 Programa de Deve ser buscado o Elaborar uma proposta discriminando Definir a área de estudo a ser
trabalhos a executar equilíbrio entre EA serviços, cronogramas de execução, considerada, apontando
e estimativa de quantitativo e EA custos, recursos humanos e levantamentos complementares e
custos qualitativo, evitando equipamentos necessários às fases estudos necessários à formulação
que os aspectos mais posteriores. dos componentes-síntese e às
facilmente estimativas dos custos ambientais do
quantificavam sejam estudo. • Definir a equipe técnica
privilegiados na para cada atividade, indicando a
análise. capacitação requerida para a
execução da mesma.

Quadro 1-Usina Nuclear


ID ASPECTOS IMPACTOS MEDIDAS DE MITIGAÇÃO OBSERVAÇÕES (SE
APLICÁVEL)
01 Tratamento de Os rejeitos radiativos Os rejeitos líquidos e sólidos, de baixa e Plano de Emergência Externo (PEE)
rejeitos são materiais ou média atividade, gerados durante a é uma medida adicional de
substâncias (gases, operação das usinas de Angra, são segurança, pois, as usinas foram
líquidos ou sólidos) processados de acordo com construídas seguindo o conceito de
resultantes da procedimentos específicos e “defesa em profundidade”, isto é,
operação de usinas e acondicionados em tambores testados e possuem diversas barreiras
de outras atividades, qualificados segundo a Norma da protetoras sucessivas e dispõem de
cuja radiatividade CNEN, baseada em normas e requisitos vários sistemas redundantes de

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excede os limites internacionais. segurança, que impedem a liberação


estabelecidos pela de material radioativo para o meio
CNEN - Comissão ambiente.
Nacional de Energia
Nuclear, que não
possam ser
reaproveitados pela
indústria nuclear.
Estes limites foram
criados visando
garantir a saúde do
homem e a
preservação do meio
ambiente.

02 Laboratório de O Laboratório de Monitoração O controle de qualidade das análises


monitoração Ambiental tem como objetivo principal de amostras ambientais é realizado
ambiental nuclear elaborar, implementar e executar os pelo Laboratório através da sua
programas e estudos necessários para participação nos Programas de Inter
permitir a avaliação dos possíveis comparação mantidos pela Agência
impactos causados pela operação da Internacional de Energia Atômica
Central Nuclear no meio ambiente e na (AIEA), pela Agência de Proteção
população da região. Ambiental dos Estados
Unidos(EPA/USA) e pelo Instituto
de Radioproteção e Dosimetria, da
Comissão Nacional de Energia
Nuclear (IRD/CNEN).

03 EFLUENTES São resíduos do O descarte destes efluentes é As áreas classificadas como


processo industrial contabilizado mensalmente e comparado radiologicamente controladas são
que, decorrentes da com a projeção da meta anual. Este monitoradas periodicamente, no
Geração Nuclear, são controle é efetuado separadamente por sentido de identificar quaisquer
classificados em Usina. São classificados como Efluentes alterações em suas características
convencionais (não Gasosos e Efluentes Líquidos radiológicas (níveis de radiação e de
radioativos) e contaminação), sendo os
radioativos. O descarte compartimentos sinalizados, com
destes efluentes informações referentes ao atuais
obedece a controles níveis de radiação e de
específicos, sendo contaminação presentes.
avaliados os elementos
presentes em função
dos limites adotados
pela legislação em
vigor. No caso dos
efluentes radioativos,
metas anuais de
descarte são adotadas,
de modo a diminuir a
geração e o
conseqüente descarte
destes efluentes.

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QUESTAO 3 – Drenagem urbana sustentável

(a) A ocupação urbana atual da cidade de São Paulo contradiz claramente o conceito de
Sponge City (realize uma visita aérea mediante Google EARTH para comprovar a veracidade
da afirmação).Apresente e discuta as diferentes alternativas, integradas nas diretrizes dos
sistemas urbanos de drenagem sustentável, que poderiam ser adotadas para mitigar os
problemas da gestão urbana de águas pluviais na cidade.
Existem vários sistemas que podem ser utilizados,para mitigar os problemas da gestão urbana
da águas pluviais na cidade de São Paulo como por exemplo as trincheiras de infiltração,
jardins de chuva, pavimentos permeáveis, tetos verdes, reservatórios de detenção entre tantos
outros. A escolha do sistema justo depende das características do projeto e estes podem ainda
ser combinados para melhor desempenho. Na imagem abaixo, por exemplo, um condomínio
na Inglaterra combinou vários tipos de sistemas de drenagem sustentável para atingir o
requisito o valor de máximo de vazão de água que é permitido descarregar no sistema de
drenagem da cidade. As vias de acesso principal foram feitas com sistema convencional e a
água pluvial é direcionada a trincheiras de infiltração, enquanto as vias de menor trafego
foram feitas em pavimento intertravado permeável. Foi realizado ainda reservatório de
detenção para as águas dos telhados das residências com a presença de um reservatório de
primeira chuva garantindo assim uma qualidade de água satisfatória para o lago promovendo
um ganho estético.

QUESTAO 4 – Estudo integrado dos recursos hídricos

(a) Explique a razão pela qual no planejamento dos recursos hídricos a região hidrográfica
deve ser considerada como unidade de estudo ao invés da bacia hidrográfica.
O Plano de Recursos Hídricos é um dos instrumentos da Política Nacional dos Recursos
Hídricos (Lei n.º 9.433/97), assim como das legislações dos estados dos quais fazem parte a
região PCJ: São Paulo (Lei n.º 7.663/91) e Minas Gerais (Lei n.º 13.199/99).
Pela legislação federal, os Planos de Recursos Hídricos são planos diretores que visam a
fundamentar e orientar a implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos e o
gerenciamento dos recursos hídricos. São planos de longo prazo, com horizonte de
planejamento compatível com o período de implantação de seus programas e projetos e serão
elaborados por bacia hidrográfica, por estado e para o país.
As legislações estaduais Paulista e Mineira fazem distinção entre Plano de Recursos Hídricos
(MG) e Plano de Bacia (SP).

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Segundo a lei nº. 9433/97:


O inciso 1 do art. 5° da Lei nº. 9433/97 define o Plano de Recursos Hídricos como um dos
instrumentos da Política Nacional de Recursos Hídricos.
Os artigos 6º, 7º e 8º definem o que são os Planos de Recursos Hídricos e sua abrangência,
afirmando que:
“Art. 6º: Os Planos de Recursos Hídricos são planos diretores que visam a fundamentar e
orientar a implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos e o gerenciamento dos
recursos hídricos.
Art. 7º: Os Planos de Recursos Hídricos são planos de longo prazo, com horizonte de
planejamento compatível com o período de implantação de seus programas e projetos e terão
o seguinte conteúdo mínimo :
I - diagnóstico da situação atual dos recursos hídricos;
II - análise de alternativas de crescimento demográfico, de evolução de atividades produtivas
e de modificações dos padrões de ocupação do solo;
III - balanço entre disponibilidades e demandas futuras dos recursos hídricos, em quantidade e
qualidade, com identificação de conflitos potenciais;
IV - metas de racionalização de uso, aumento da quantidade e melhoria da qualidade dos
recursos hídricos disponíveis;
V - medidas a serem tomadas, programas a serem desenvolvidos e projetos a serem
implantados, para o atendimento das metas previstas;
VI - (VETADO)
VII - (VETADO)
VIII - prioridades para outorga de direitos de uso de recursos hídricos;
IX - diretrizes e critérios para a cobrança pelo uso dos recursos hídricos;
X - propostas para a criação de áreas sujeitas a restrição de uso, com vistas à proteção dos
recursos hídricos.
Art. 8º Os Planos de Recursos Hídricos serão elaborados por bacia hidrográfica, por Estado e
para o País.”
Segundo as legislações dos estados nos quais a região PCJ está situada:
Estado de São Paulo
A Lei nº. 7.663, de 30 de dezembro de 1991, que estabelece normas de orientação à Política
Estadual de Recursos Hídricos bem como ao Sistema Integrado de Gerenciamento de
Recursos Hídricos, define Plano de Recursos Hídricos e Planos de bacia. E diz que:

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“Art. 16 : O Estado instituirá, por lei, com atualizações periódicas, o Plano Estadual de
Recursos Hídricos - PERH - tomando por base os planos de bacias hidrográficas, nas normas
relativas à proteção do meio ambiente, as diretrizes do planejamento e gerenciamento
ambientais e conterá, dentre outros, os seguintes elementos: (...)”
Estado de Minas Gerais
A Lei Estadual nº. 13.199, de janeiro de 1999, define os Planos Diretores de Recursos
Hídricos de Bacias Hidrográficas - PDRH, como o primeiro instrumento de gestão das águas
de uma bacia, uma vez que eles devem fornecer orientações para a implementação dos demais
instrumentos de gestão.
Os Planos Diretores de Recursos Hídricos têm por objetivo o planejamento dos usos múltiplos
dos recursos hídricos de uma bacia hidrográfica, contemplando metas a serem alcançadas a
partir da implementação de programas e projetos, que visem a compatibilizarão dos usos com
a conservação dos recursos hídricos da bacia.

(b) Descreva os dados/informações necessárias para o estudo integrado dos recursos hídricos.
Informações necessárias para o estudo integrado dos recursos hídricos compreender
peculiaridades das regiões disponibilidade hídrica, compreender o conceito de gerenciamento
dos recursos hídricos, e estudar estudo de casos, seguir a legislação.

(c) Selecione uma região hidrográfica brasileira (poderá considerar bacia hidrográfica, se for
mais fácil obter os dados), da sua preferência, e apresente os links para baixar toda a
informação necessária para realizar um estudo integrado dos recursos hídricos, conforme o
quadro abaixo, e a Região hidrográfica é a área de terra e de mar composta por uma ou
mais bacias hidrográficas contíguas e pelas águas subterrâneas e costeiras que lhes estão
associadas. A região hidrográfica é assim uma divisão administrativa, constituindo-se como a
unidade principal de planejamento e gestão das águas, tendo por base a bacia hidrográfica.
Portanto são consideradas integradas na área de estudo uma dependendo da outra não
podendo somente classificar na área de estudo bacia hidrográfica.

Quadro 3-Região ou bacia hidrográfica:


ID DADOS FONTE ONLINE/LINK OBSERVAÇÃO
01 Região Hidrográfica http://www3.ana.gov.br/portal/ANA/as-12-regioes- ocupa 45% do território nacional,

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Amazônica hidrograficas-brasileiras/amazonica abrangendo sete Estados (Acre,


Amazonas, Rondônia, Roraima, Amapá,
Pará e Mato Grosso)

02 Região Hidrográfica do https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/regiao- Essa região hidrográfica possui extensão


Parnaíba hidrografica-parnaiba.htm territorial de aproximadamente 334 mil
quilômetros quadrados, ocupando áreas
dos estados do Piauí (99%), Maranhão
(19%) e do Ceará (10%). A vazão média
corresponde a apenas 0,5% do total do
país e há uma diferença com relação à
disponibilidade de água na região,
porém é importante destacar que
existem aquíferos com grande potencial
hídrico

(d) Discuta sobre as alternativas para ultrapassar a escassez de dados, bem como os impactos
na qualidade dos resultados.

QUESTAO 5 – Sobre a gestão do risco.

(a) Defina o risco sob os pontos de vista qualitativos e quantitativos.


(b) Busque, no Google, imagens de inundação do terminal de transportes urbanos de Santo
André. Defina um perímetro com 2 km de raio e avalie o risco de inundação.