Вы находитесь на странице: 1из 4

Workshop com municípios

Data 24 de julho de 2018


Local Sala de multiusos INGT
Horário 08:30:13:00
Agenda: Em anexo 1
Presentes Lista de presença em anexo

Abertura da sessão
Interveniente Comentários
Edson Mendes –  Boas vindas;
Coordenador do Projeto  Enquadramento do Projeto e do workshop;
Ilce Amarante –  Boas vindas;
Presidente do INGT  Papel do INGT no CEEE;
 Inclusão do CEEE no CE existente;

Apresentação
Tema Impactos ou resultados esperados
Introdução - enquadramento
 O que é o CEEE; Transformação do mercado
 Quais os impactos do O CEEE provocará a transformação do mercado
CEEE; porque surgirão novos materiais, novas formas de
 Qual o propósito do construir, e os engenheiros e os arquitetos terão de se
CEEE; adaptar a essas novidades
 Que edifícios serão
abrangidos pelo CEEE;
 Quais componentes do
edifício serão
abarcados pelo código

Apresentação do código:
Que parâmetros são Redução de consumo de energia:
considerados no código;
 Orientação Otimização da envolvente do edifício:
 Iluminação natural; Parâmetro Situação Proposta Redução
 Sombreamento; actual (kWh/ano)
 Relação janela/parede Paredes U=3,38 3,13 1%
 Ventilação Telhados U=2,84 2,56 1%
Fenestração U= 7,72 7,72 (0,6)
(0,6) 11%

Otimização do sistema de iluminação

Parâmetro Situação Proposta Redução


actual (kWh/ano)
Lâmpadas CFL LED 20%

Otimização do sistema de Climatização

Parâmetro Situação Proposta Redução


actual (kWh/ano)
Ar Ac split Split
condicionado convencional inverter 22%

Conformidade do código:
 Comparação entre os Opção para Cabo Verde – método Perspetiva, por ser
modelos existentes; mais fácil;
 Perspetiva e baseado
no performance
modelo;
 Mecanismo de
conformidade utilizado
noutros países

Enforcement
 Arquitetos projetitas;
 Arquitetos e
municípios;
 Profissionais
/empresas certificados;

A prática a nível
internacional

Sistemas de conformidade
com diferentes opções:
Fase de licença de Fase de licença de construção
construção Opção 1 – Conformidade e implementação pelos
Fase de construção; arquitetos e municípios;
Fase de licença de
habitabilidade; Opção 2 – Opção escolhida – Verificação da
Conformidade e implementação pelos profissionais ou
empresas certificadas e municípios;
A
Fase de construção
Opção 1 - Conformidade e implementação pelos
arquitetos e municípios

Opção 2 – Opção escolhida – conformidade e


implementação por profissionais e municípios

Fase licença de habitabilidade


Opção 1 - Conformidade e implementação pelos
arquitetos e municípios

Opção 2 – Opção escolhida – conformidade e


implementação por profissionais e municípios
Discussões/debates e dúvidas

Questões/sugestões Resposta/comentários Intervenientes

Foi analisado o pé direito dos Essa questão já está abordada P: DNICE


edifícios? na CE existente que foi R: UCPEEE
atualizado.
Se a maior potencialidade de
redução está na fenestração,
porquê não dar maior enfâse
a este parâmetro.
Cabo verde pode ser mais Cabo Verde pode começar com C – LUX DEV
ambicioso e ir para perspetiva e depois de 2 anos C- PWC
performance e não para passar para performance, pois
perspetiva, pois é um país normalmente introduzindo algo
pequeno em comparação com novo as pessoas precisam de
outros países onde o desafio tempo para ultrapassar as suas
seria maior e mais difícil de barreiras;
aplicar
Começar passo a passo pode Rito Evora
ser melhor forma para termos
tempo de fazer as campanhas e
dar pessoas tempo para se
habituarem com as mudanças

Convém reforçar a parte da A DSE ou outra instituição irá C:DNICE


fiscalização, pois na realidade proceder à certificação de C PWC
Cabo Verdiana essa é a parte arquitetos e engenheiros, e
falha. esses são os que podem assinar
a parte de EE em edifícios.
Cada município deve qual a ANMCV
melhor forma de certificar os
projetos, pois depois cada
município vai fazer a
fiscalização.
Existem municípios que não INGT
dispõem de capacidade
técnica atualmente, esta é a
realidade Cabo Verdiana.
Será que os municípios terão
condições de responder na
íntegra as responsabilidades
que lhes impõem E isto
poderá comprometer a
implementação do projeto.
O mais importante é o CM Tarrafal
processo pelo que a
certificação pelos municípios é
melhor, embora as câmaras
não dispõem de capacidade,
mas se forem capacitados
poderão ser criadas condições
para atuarem. Convém pensar
como será a demanda do
mercado, pois poderá
sobrecarregar os municípios.
Com a capacitação é possível CM São Miguel
que a camara consiga dar
resposta. Hoje em dia as
camaras já têm técnicos
superiores e que acabam por
ficar nas camaras por volta de
5 anos.
Porquê não misturar a opção
2 e 3, onde os municípios
teriam a papel de fiscalizador
mas podiam
Quem cria o projeto deve ser INGT
responsabilizado quando
houver algo errado ele deve
corrigir não uma terceira
parte.
A capacitação deve-se O projeto já prevê um programa DNICE
englobar os gabinetes de capacitação para todos os PWC
técnicos das camaras e intervenientes.
também os profissionais
privados.
Para o certificado de CMTarrafal
habitabilidade pode-se anexar
o certificado emitido pela
entidade independente
As valências sobre EE devem IPO
ser dirigidas aos arquitetos
privados e das camaras, pois
todo o design é
responsabilidade do arquiteto
Como vai-se fazer para os Por isso que apresentam-se aqui
municípios que não têm no as opções de ter 3ª parte.
seu gabinete técnico
arquitetos e engenheiros?
Qualquer município em CV S. Miguel
tem limitações. E para
resolver este problema
recorre-se a terceiros.

Похожие интересы