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1- Quais as vantagens do teste de flexão comparado ao uniaxial de tração?

Para materiais frágeis, o ensaio uniaxial de tração se torna inviável pois ocorre fratura do corpo
de prova na fixação na máquina de ensaio de tração, além de que se torna caro o preparo do
corpo de prova com as dimensões requisitadas. Já no teste de flexão, os corpos de prova são
facilmente preparados e pode-se determinar inúmeras propriedades do material frágil, módulo
de elasticidade a flexão, tensão e flecha de ruptura, etc sem o inconveniente do encaixe na
máquina que ocorre no ensaio de tração. Além disso, pode-se simular o comportamento do
material frágil em trabalho, observando-se com o mesmo se comporta sob esforços de flexão.
O ensaio de tração só se torna justificável em casos raros devido ao alto custo.

2- Principais problemas do teste de flexão

O teste de flexão requer usualmente grande quantidade de amostras por apresentar grande
dispersão dos resultados. Isso se deve ao fato que a ruptura por tração no corpo de prova
ocorre em um pequeno volume, que, embora maior no ensaio de quatro pontos do que três
pontos, ainda apresenta variações quanto à presença de trincas e defeitos que levem à ruptura.
Dessa forma, necessita-se de maior tempo de ensaio devido à maior quantidade de cps, além
de tratamento estatístico através da distribuição de weibull.

3- Como amostras frágeis falham ao ser testadas à flexão?

Ao serem testadas a flexão amostras frágeis apresentam um gradiente de tensões que se


caracteriza por ser de tração a partir de uma metade da linha neutra na seção reta, e de
compressão na outra metade da linha neutra. Dessa forma, apenas um pequeno volume
(metade inferior do cp) localizado abaixo da aplicação de carregamento vai apresentar esforços
de tração que levam à ruptura. Pelo fato de estar sobre tração ocorre a ruptura frágil nessa
região pela propagação de trincas.

4. Onde ocorre a falha: fibras comprimidas ou tracionadas?

Tracionadas, por se tratar de um material frágil que apresentam falha por propagação de
trincas e defeitos quando sob tração.

5- No que se baseia o modelo Weibull? Por que ele é conveniente para material cerâmicos?

O modelo weibull é uma distribuição probabilística utilizada para avaliar a resistência dos
materiais, além disso, se baseia na teoria do elo mas fraco, supondo que ocorrerá falha onde
há uma maior concentração de tensões resultantes de defeitos. É conveniente para materiais
cerâmicos devido à grande dispersão de valores de tensão de ruptura que apresentam os
material frágeis pela não uniformidade das peças resultantes do processo de fabricação,
necessita-se de uma ferramenta para averiguar quais valores se aproximam do valor real
necessário para trabalho que serão empregados os materiais. Aponta quais processos de
fabricação apresentam uma maior uniformidade de resultados, ou seja uma menor dispersão
de valores de tensão de ruptura, por exemplo.

6- O processos x melhora ou piora as propriedades da cerâmica? (processo x em azul)

Observa-se que m não é constante,na verdade a inclinação da reta antes do processo é maior
que a inclinação da reta depois do processo x, o que indica que há uma menor dispersão dos
valores, e maior homogeneidade das amostras, sem o processo x.
Caso m fosse constante um deslocamento para a direita indicaria aumento de resistência,
provavelmente pelo uso de corpo de prova menor. Se houvesse deslocamento para esquerda
haveria diminuição de resistência pelo aumento do volume de ensaio (aumento do cp
provavelmente).

7- Diferenças entre ensaio de flexão 3 e 4 pontos.

Quanto maior o volume de material testado, de acordo com a teoria do elo mais fraco, menor a
resistência identificada. Dessa maneira, para 4 pontos detecta-se valores inferiores de
resistência uma vez que se trata de um volume maior. Além disso, se aumenta-se o cp também
verifica-se diminuição de resistência.
No ensaio de 4 pontos necessita-se de menor quantidade de cps, uma vez que avalia-se um
maior volume do material. No ensaio de 4 pontos, a distribuição de tensões favorece a
obtenção de valores mais uniformes.
O acabamento superficial do corpo de prova é muito importante no ensaio de flexão a fim de
evitar a presença de defeitos superficiais que levam a modificação nos resultados do ensaio.
Quanto maior o valor m (módulo de Weibull), menor a dispersão de valores e mais adequado o
processo.
Os ensaios de flexão de 3 e 4 pontos de um mesmo material apresentam o mesmo módulo de
Weibull.
Os valores obtidos no ensaio de flexão podem ser comparados com os obtidos por compressão
diametral.
8- Ex apostila de construção de gráfico (p. 50)

Coloca-se amostras em ordem crescente de ruptura, por exemplo, a menor ruptura é atribuído
o número 1 e assim por diante. Calcula-se a probabilidade de ruptura pela equação abaixo,
onde n é o número atribuído a amostra e N o número total de amostras.

F= n/N+1

Pelo fato de associar o maior valor de tensão a um maior​ n​, então um maior probabilidade de
ruptura será atribuída a esse. A fim de se determinar m, faz-se o gráfico de ln [ ln( 1/1-F)x ln( σ )
que σ 0 é a tensão característica que corresponde a 63,2% de probabilidade de ruptura dos cps.

Esmalte voltado para cima:

Esmalte voltado para baixo:


Observa-se um maior módulo de weibull para o esmalte voltado para baixo, o que indica maior
homogeneidade dos dados. Além disso, observa-se uma maior tensão característica, o que
indica que é necessário maior tensão para uma probabilidade 62,3% de ruptura dos cps.

Lista tenacidade à fratura

1. Qual o significado de fator de intensidade?

O fator de intensidade, ou fator de concentração de tensões, é dado pela relação entre a


tensão máxima na ponta da trinca e a tensão nominal (carga dividida pela seção transversal do
cp) e representa uma medida do grau pelo qual uma tensão aplicada é aumentada na
extremidade de uma trinca.

2. O que é fator crítico de intensidade de tensões?

O fator crítico caracteriza a resistência de um material à fratura devido à propagação de trincas,


dessa forma, quando K supera Kc ocorre a fratura. Dentre os 3 modos carregamento: tração,
cisalhamento e torção, K​IC representa
​ o fator de intensidade crítico sob tração.

3. Quais são as duas energias consideradas na análise de Griffith? Como elas contribuem para
a fratura do material?

É necessário liberação de energia para que ocorra o crescimento de uma trinca. Essa energia é
proporcionada por deformação elástica associada a uma variação de área dA:

dU/dA= dW/dA

Sendo que dU é a energia elástica e dW a energia para o crescimento de trinca. Ao colocar o


material sob um maior carregamento, há maior liberação de energia e mais crescimento de
trinca. Resistência do crescimento de trinca é dado por dW/dA.
4. O mecanismo de fratura elástico á válido para estados tensão triaxial em que ocorre
deformação planar. É necessário para esse mecanismo uma espessura mínima que permita
com que ocorra uma deformação planar. Para espessuras muito pequenas ocorre estado plano
de tensão ao invés de estado plano de deformação.

5. σ c =KIC/(Y.( π a)​½​)

a)

Aço 4340: σ c =47,5/1,12x( π x1x10^-3)^½


756,9 MPa

⅔ *1470= 980 MPa

A fratura ocorreria pois é maior que a tensão crítica para fraturar.

b) Basta colocar a tensão de 980 MPa na fórmula acima e achar o tamanho da trinca.

c) Repetir calcula de tensão crítica para todos os materiais.

6) Modo I: carregamento em tração


Modo II: carregamento em cisalhamento pleno
Modo III: carregamento em torção

É mais usado devido ao comportamento da trinca sob tração, levando à propagação da


mesma.

7) a) dureza Vickers (impressão em formato de losango)


b)

8) Está sendo usada a taxa de deformação durante a impressão com auxílio do indentador.