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Artigo Original

Traumatismo cranioencefálico leve no idoso


Mild Head Injury In The Elderly
Carlos Umberto Pereira1
Annie Merielle Gomes de Almeida2

RESUMO ABSTRACT
Introdução:   A classificação de gravidade do traumatismo Introduction:   The classification of mild traumatic brain in-
cranioencefálico (TCE) leve no idoso baseada na escala de jury (TBI) severity in elderly, based on the score of Glasgow
coma de Glasgow (ECGl) tem sido largamente utilizada na coma scale( GCS ) has been widely used in patients’ follow-
evolução destes pacientes. Objetivos: Analisar causas do up. Objective: This study aims to determine the causes of mild
TCE leve no idoso, ECGl na admissão, exames de neuroima- TBI in elderly and to describe the GCS score at admission,
gem, conduta e prognóstico. Pacientes e Métodos: Estudo neuroimaging exams, treatment and prognosis. Patients and
prospectivo e descritivo, com idosos portadores de TCE leve, Methods: A prospective and descriptive study with elderly pa-
em hospital de referência de Sergipe, entre agosto de 2007 e tients victims of mild TBI, performed in a reference hospital in
julho de 2008. Resultados: Estudados 44 pacientes entre 60 Sergipe, from August 2007 to July 2008. Results: We studied
e 96 anos. O gênero masculino foi o mais acometido (72%). 44 patients, ages within 60 and 96 years-old Male were most-
Os escores da ECGl na admissão foram 13 (18%), 14 (9%) e ly affected (72%). The GCS score at admission was 13 (18%),
15 (73%). As causas do TCE foram: queda acidental (72%) 14 (9%) and 15 (73%). TBI causes were: accidental falls (72%)
e acidente automobilístico (18%). Rx simples e TC de crânio and followed by car accident (18%). Skull Rx and head CT
foram realizados em 39% dos pacientes, cada um. Achados na were performed in 24 patients (39%, each). CT findings were
TC: normal (18 pacientes), hemorragia intracerebral (quatro normal in 18 patients, intracerebral hemorrhage in four and
pacientes) e contusão cerebral (dois pacientes). Tratamento cerebral contusion in two patients. Conservative treatment
conservador foi realizado em 95% dos pacientes e cirúrgico, was performed in 42 patients (95%) and surgery in two (5%).
em 5%. Conclusão: A ECGl tem sido útil na avaliação da Conclusion: GCS score has been helpful in assessing severity
gravidade em pacientes com TCE. A principal causa do TCE in patients suffering from TBI. The main mild TBI cause in
leve no idoso foi queda da própria altura (72%). Radiografia elderly has been falling from their height (72%). Skull X rays
de cranioo foi o exame de eleição devido à disponibilidade. were considered first election due to the easy availability .
Palavras-chave:   Escala de coma de Glasgow, Idosos, Tomo- Key- words:   Glasgow coma scale, Elderly, Computed tomo-
grafia computadorizada, Traumatismo cranioencefálico. graphy, Head injury.

1. Professor Doutor Adjunto do Departamento de Medicina da Universidade Federal de Sergipe. Neurocirurgião do Serviço de Neurocirurgia do Hospital João Alves Filho. Aracaju – Sergipe.
2. Doutoranda de Medicina da Universidade Federal de Sergipe. Aracaju – Sergipe

Recebido em fevereiro de 2009. Aceito em março de 2009.

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Introdução Pacientes e Métodos


Pacientes portadores de traumatismo cranioencefálico (TCE)
leve constituem um grupo heterogêneo de enfermos que so- Delineamento do estudo
freram perda transitória de algumas funções encefálicas glo-
bais, como consciência, memória ou visão posterior ao trauma, O presente trabalho foi previamente submetido e aprovado pelo
mantendo escore na escala de coma de Glasgow (ECG) supe- Comitê de Ética em Pesquisa envolvendo seres humanos (CEP/
rior a 12, sem piora nas 48 horas sucessivas8,12. UFS). Foi prospectivo e descritivo, com 44 pacientes idosos
vítimas de TCE leve. Foram analisados pacientes de ambos os
A atenção aos pacientes com TCE leve constitui um tópico de gêneros e com idades acima de 60 anos, admitidos no Setor
grande relevância na prática neurotraumatológica. Existe uma de Trauma do Hospital de Urgências de Sergipe “Governador
grande heterogeneidade quanto ao manejo e à determinação de João Alves Filho” (HUSE), no período de agosto de 2007 a
fatores prognósticos em pacientes com TCE leve4,6,22. julho de 2008.
A assistência à saúde do idoso tornou-se prioridade, tendo em
vista o aumento progressivo da expectativa de vida observa- Pacientes e métodos
do nas últimas décadas23,29. A população mundial com ida-
de igual ou superior a 60 anos compreende 11% da população Foram analisadas as seguintes variáveis através de um questio-
geral, com expectativa de aumento nas próximas décadas. No nário previamente elaborado: idade, gênero, causas do TCE,
Brasil, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Es- escore na ECG no momento da admissão, exames de neuroi-
tatística - IBGE, a população de idosos passou de 6,1% em magem, tratamento e prognóstico.
1980 para 7,3% em 1991, devendo chegar a 10% em 20107,9.
Paralelamente a isso, a prevalência do trauma em idosos tem
Análise estatística
aumentado de forma significativa nos últimos anos, especial-
mente nos grandes centros urbanos27. A análise estatística dos dados foi feita através do programa
Microsoft Office Excel 2003.
O segmento da população dos Estados Unidos que mais cresce
e, provavelmente no mundo, são os idosos18. Pouca informa-
ção se tem a respeito da reação dos idosos ao TCE, um evento
que ocorre com significativa freqüência1,2,3. O TCE em ido-
sos é mais comum acima de 65 anos de idade e resulta em Resultados
perda da independência em uma proporção significativa de so-
breviventes25,28.
A idade dos pacientes variou entre 60 e 96 anos, com uma mé-
O TCE pode ser classificado segundo sua intensidade em leve dia de 72 ± 12 anos. A idade prevalente concentrou-se entre 60
(ECG 13-15), moderado (escore de 9-13) e grave (escore abai- e 69 anos (60%) (Fig. 1). Houve prevalência do gênero mascu-
xo de nove)6,30,32,33. lino (73%) sobre o feminino (27%) (Fig. 2). A principal causa
As alterações estruturais e funcionais, assim como a coexis- do TCE leve no idoso foi a queda acidental (73%). Destes, 60%
tência de doenças sistêmicas, predispõem os idosos a diversos foram vítimas de queda da própria altura e 13%, de certa altu-
acidentes, principalmente quando comparados àquelas pessoas ra. A segunda principal causa foi o acidente automobilístico
com grande reserva fisiológica21. Apesar de os idosos sofre- (18%) (Fig. 3). Em relação ao escore na ECG no momento da
rem as mesmas lesões dos indivíduos jovens, apresentam di- admissão, o escore 15 foi o mais prevalente (73%), seguido do
ferenças no que diz respeito ao espectro das lesões, duração e escore 13 (18%) e do 14 (9%) (Fig. 4). Dentre os exames de
resultado da evolução23,24. neuroimagem realizados, a radiografia de cranio foi o exame
de escolha no HUSE. De um total de 61 solicitações, 37 (61%)
De acordo com o exposto, o objetivo do presente trabalho é foram radiografias.: destas, 22% foram de coluna cervical e
identificar a ocorrência de TCE leve no idoso, analisando suas 39% de crânio (Fig. 5). Também se pode notar, na figura 5, que
causas, quadro clínico, exames de neuroimagem, conduta e não houve diferença entre o número de solicitações de TC e de
prognóstico. Radiografias de crânio. Vinte e quatro pacientes foram subme-
tidos à TC, sendo que 75% apresentaram resultados sem alte-
rações e 17% com hemorragia intracerebral (Fig. 6). Quanto à
conduta, o tratamento conservador foi o mais utilizado (95%).

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Apenas dois pacientes (5%) foram submetidos à intervenção com TCE leve. Levin, Amparo e Eisenberg19 relataram que
cirúrgica, ambos com escore 15 na ECG no momento da ad- o uso da radiografia de crânio tem sido criticado por vários
missão (Fig. 7). Em relação ao prognóstico, 100% dos pacien- autores nos últimos anos, motivado pela ampla difusão da TC
tes evoluíram com bom prognóstico. com maior sensibilidade e especificidade na detecção de lesões
cranianas e intracranianas. Gómez et al14 demonstraram que
a TC é essencial para um grupo importante de pacientes com
TCE leve, apresentando as seguintes vantagens: demonstra le-
sões estruturais do crânio e encéfalo que podem ser susceptí-
Discussão veis ou não à intervenção neurocirúrgica e que não são eviden-
ciados pelo exame físico; serve de alerta sobre a possibilidade
O TCE continua sendo a urgência neurocirúrgica mais fre- de complicações, estabelecendo um prognóstico para esses
qüente em nossos dias, sendo a maioria deles considerados pacientes; otimiza o momento do tratamento neurocirúrgico e
inicialmente como leves e, destes, 3% deterioram-se de forma determina quais pacientes devem ser admitidos para observa-
inesperada6. ção, diminuindo custos hospitalares. Em relação aos exames
de neuroimagem, nossos resultados não se assemelharam aos
Hernàndez et al15 demonstraram que a análise estatística do da literatura.
fator idade não apresentou relação com o grau de complica-
ções do TCE leve. Katz e Alexander16 expuseram a influência Hernández et al15 demonstraram que a maioria dos pacientes
negativa do aumento da idade na evolução do paciente após o apresentou anormalidades na TC (75,95%). Segundo eles, a
TCE, assim como a maioria dos serviços de traumas na Espa- anormalidade mais comum foi contusão cerebral, seguida de
nha aceitam a idade maior que 70 anos como fator de risco nos fratura craniana e hematoma intraparenquimatoso. Roy et al26
pacientes com TCE leve. O estudo de Roy et al26 apresentou evidenciaram a contusão como achado mais freqüente (84%),
pacientes entre 65 e 94 anos, com uma média de 74 anos. Em seguida de fratura craniana (8%). Marshall21 reportou em sua
relação à idade, nossos resultados mostraram-se semelhantes pesquisa uma incidência de anormalidades na TC quando é
aos de Roy et al26. realizada antes de seis horas após o trauma, sugerindo que es-
tes valores se incrementam quando o exame é realizado mais
Rimel et al25 relataram uma proporção de 2-3 pacientes do tardiamente. Em relação aos resultados da TC em idosos com
gênero masculino para cada paciente do feminino. Roy et al26 TCE leve, nossa casuística mostrou TC sem alterações em 75%
não demonstraram diferença proporcional entre os gêneros. dos casos.
Segundo Hernández et al15, não houve referência na litera-
tura médica do gênero como fator prognóstico independente Hernández et al15 demonstraram que 17,06% dos pacientes fo-
do TCE leve, levando em consideração a supremacia, tanto no ram submetidos à intervenção neurocirúrgica. Stein e Ross30
grupo de pacientes complicados como no dos grupos não-com- evidenciaram a necessidade de intervenção neurocirúrgica em
plicados. Em relação ao gênero, nossa casuística encontra-se 5% dos pacientes com escore entre 14 e 15 na ECG no momen-
semelhante aos estudos de Rimel et al25. to da admissão e 10%, nos pacientes com 13. Nossa casuística
também não encontrou semelhança com os resultados da lite-
Vários estudos demonstraram a queda como principal causa de ratura em relação às condutas, já que o tratamento conservador
TCE leve no idoso1,5,20,24,31, como também evidenciou nos- foi o de escolha (95% dos casos).
sa casuística. A queda é o mecanismo mais comum de trauma
nesse grupo etário. Apesar da elevada incidência, a queda mui- Rubenstein et al27 relataram que 38% dos pacientes com TCE
tas vezes não é valorizada, sendo considerada como própria da leve apresentaram péssimo prognóstico. Hernández et al15 evi-
idade25. Mas os resultados de Lehman18 apresentaram como denciaram que 5,5% dos pacientes da amostra evoluíram para
causas mais freqüentes: atropelamentos, assaltos, acidentes do- o coma. Nossos resultados apresentaram-se diferentes da lite-
mésticos, alcoolismo e uso de medicamentos. ratura, já que 100% da nossa amostra evoluíram com excelente
prognóstico.
Roy et al26, em relação ao escore mais prevalente, encontrou
70% dos pacientes com escore 15 na ECG, 22%, com escore A melhor maneira de reduzir a morbimortalidade do trauma
14 e 4%, com escore 13, semelhante a nossa casuística. Já Her- entre os idosos é a prevenção10,11,12,13,17,18. Acredita-se
nández et al15 relataram que 31 dos seus pacientes apresenta- que medidas específicas de mudança dos ambientes freqüen-
ram escore 13 na ECG, 28, escore 15 e 16, escore 14. tados por idosos podem aumentar a segurança e reduzir o risco
de acidentes com lesão entre a população geriátrica, entretanto,
Brell e Ibáñez6 demonstraram que a Radiografia de crânio se esse tipo de conduta tem sua validade contestada por outros
manteve como exame de escolha onde não é possível, por ra- 6,16,24.
zões de disponibilidade, a prática de TC de crânio em idosos

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ANEXO 3
Conclusões
A média de idades foi 72 ±12 anos, sendo o gênero masculino
o mais acometido (73%). A principal causa de TCE leve no
idoso foi queda acidental (73%), seguida de acidente automo-
bilístico (18%). O escore na ECG na admissão foi 15 em 73%
dos casos, 14 em 9% dos casos e 13 em 18% dos casos. O exa-
me de escolha foi a radiografia (61%). A maioria dos pacien-
tes (75%) apresentou TC de crânio sem alterações. A principal
conduta adotada foi o tratamento conservador (95%), e todos
os pacientes evoluíram com bom prognóstico.
O escore na ECG e os exames de neuroimagem devem ser re- Figura 3 – Causas de TCE leve no idoso.
alizados rotineiramente em casos de TCE leve no idoso, para
melhor avaliação e conduta.
ANEXO 4

ANEXO 1

Figura 1 – Idade de idosos com TCE leve. Figura 4 – Escore na ECG no momento da admissão.

ANEXO 2 ANEXO 5

Figura 2 – Proporção de pacientes entre os gêneros.

Figura 5 – Exames de neuroimagem em casos de idosos com TCE leve.

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Autor Correspondente
Prof. Dr. Carlos Umberto Pereira
Av. Augusto Maynard, 245/404
São José. CEP: 49015-380
Aracaju – Sergipe - Brasil
E-mail: umberto@infonet.com.br

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