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REPÚBLICA DE ANGOLA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
ESCOLA COMUNITÁRIA BULANTULO
= UÍGE =

TEMA: ESTUDO DOS GASES: CARACTERÍSTICA DOS GASES,


MEDINDO A PRESSÃO DOS GASES E VOLUME MOLAR.

GRUPO Nº 01

SALA: 02

TURMA: F

CLASSE: 7ª

PERÍODO: TARDE

O DOCENTE

______________________

MASSAMUNA P. NUNES

UÍGE/2018
Integrantes do grupo nº 01
Índice
Introdução ..................................................................................................................................... 1
1. Características Gerais dos Gases ........................................................................................... 2
1.1 Gases poluentes saindo de escapamento de carro. ............................................................ 2
1.2 Assim, as principais características dos gases ideais são: ................................................. 2
1.3 As variáveis de estudo dos gases são a pressão, o volume e a temperatura. ..................... 3
1.4 Instrumentos de medição................................................................................................... 3
1.5 Manómetro ........................................................................................................................ 3
1.6 Princípio de funcionamento de um manómetro de tubo flexível. ..................................... 4
1.7 Piezômetro......................................................................................................................... 4
1.8 Barómetro .......................................................................................................................... 5
1.9 Pressão em gases ............................................................................................................... 5
1.10 Simulador de pressão. ....................................................................................................... 6
1.11 Pressão em fluidos............................................................................................................. 6
1.12 Volume molar.................................................................................................................... 7
1.13 Breve historial do volume molar ....................................................................................... 8
Conclusão ...................................................................................................................................... 9
Bibliografia ................................................................................................................................. 10
Introdução

O presente trabalho abordará sobre um tema bastante importante no que tange


ao estudo dos gases na qual veremos as características dos gases, medindo a pressão dos
gases e volume molar dos mesmos.

Este trabalho tem como alvo nuclear se aos estudantes, de facto o mesmo
começa por fazer uma fundamentação sobre os gases; a seguir, descreve
minuciosamente em medindo a pressão dos gases e volume. A Terra está envolvida por
uma camada de ar com espessura de aproximadamente 800 km; e, em razão da
gravidade, as camadas superiores comprimem as que estão em baixo. Assim, a pressão
exercida pelos gases presentes na atmosfera sobre uma unidade de área de determinada
superfície nos fornece a pressão atmosférica.

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1. Características Gerais dos Gases
Os gases são compostos extremamente importantes para a origem e
manutenção da vida na Terra, como mostra o caso do oxigénio que respiramos. Por
outro lado, eles também são responsáveis pela ameaça à existência do planeta e da
humanidade, o que pode ser visto na poluição atmosférica e nas suas consequências,
como o “efeito estufa”, o aquecimento global e as chuvas ácidas.

1.1 Gases poluentes saindo de escapamento de carro.


Além disso, os gases também são muito usados em processos necessários do
quotidiano, tais como no enchimento de pneus dos automóveis, nos fogões para
cozinhar comida e em reacções nos laboratórios e indústrias químicas.

Essas informações nos mostram que estudar as principais características dos


gases é imprescindível, pois, com isso, é possível entender os problemas ambientais que
estamos enfrentando, prover meios de sustentar e salvar vidas, fabricar novos produtos
para o dia-a-dia e assim por diante.

Os gases são compostos de partículas minúsculas, que podem ser átomos ou


moléculas. Mas, visto que não é possível visualizar esses componentes dos gases, o seu
comportamento e as suas características baseiam-se num modelo ideal (teoria cinética
dos gases).

1.2 Assim, as principais características dos gases ideais são:


As suas partículas encontram-se bastante afastadas umas das outras,
movimentando-se continuamente de maneira desordenada. Esse movimento veloz dos
gases é denominado de agitação térmica, pois conforme se aumenta a temperatura do
sistema, mais rápido as partículas irão se movimentar.

A velocidade das partículas do ar atmosférico em condições normais de


temperatura e pressão é de aproximadamente 1400 km/h.

Devido a essa movimentação, as partículas dos gases estão constantemente


chocando-se umas com as outras e com as paredes do recipiente. Esses choques contra
as paredes do recipiente exercem uma determinada força por unidade de área, que é a
pressão exercida pelo gás. Além disso, esses choques ocorrem de forma perfeitamente
elástica, o que significa que ocorrem sem variação da energia cinética total;

Os gases possuem grande expansibilidade e compressibilidade, portanto, o seu


volume será exactamente o volume do recipiente em que estão contidos. Quando não
estão em um recipiente, eles não possuem forma definida nem volume constante;

Os gases possuem massa. Quando a massa de um gás é igual à sua forma no


estado líquido ou no sólido, ele ocupa um volume muito maior do que se estivesse em
algum desses dois estados físicos;
Eles são menos densos que os sólidos e os líquidos;

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Possuem grande dilatabilidade com a variação da temperatura, ou seja, dilatam-
se ao receber calor;
Um gás sempre se mistura uniformemente com outros gases. Um exemplo é o
ar, que é uma mistura de vários gases, sendo que os principais são o gás nitrogénio (N2)
e o oxigénio (O2);

1.3 As variáveis de estudo dos gases são a pressão, o volume e a


temperatura.
Essas características ocorrem perfeitamente em um gás ideal e não em um gás
real, porque na prática, quando a pressão está muito elevada e/ou a temperatura está
muito baixa, o volume do gás diminui e as partículas ficam próximas umas das outras,
ocorrendo interacções intermusculares. Já no modelo do gás ideal, essas interacções não
são consideradas.

Com excepção dos gases nobres, que são formados por átomos isolados a
maioria dos gases são compostos moleculares. Fisicamente, os gases possuem grande
capacidade de compressão e expansão, não possuindo nem forma nem volume
definidos, pois ocupam o volume a forma do recipiente que os contém.

Há uma diferença entre gás e vapor: o vapor é capaz de existir em equilíbrio


com a substância em estado líquido e até mesmo sólido; o gás, por sua vez, é um estado
fluido impossível de se liquefazer.

Os gases reais que normalmente conhecemos como, por exemplo, o hélio, o


nitrogénio e o oxigénio, apresentam características moleculares diferentes e particulares
de cada um. No entanto, se todos forem colocados a altas temperaturas e baixas
pressões, eles passam a apresentar comportamentos muito semelhantes.

No estudo dos gases adopta-se um modelo teórico, simples e que na prática não
existe, com comportamento aproximado ao dos gases reais. Essa aproximação é cada
vez melhor quanto menor for a pressão e maior a temperatura. Esse modelo de gás é
denominado de gás perfeito.

1.4 Instrumentos de medição

1.5 Manómetro

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1.6 Princípio de funcionamento de um manómetro de tubo flexível.

Princípio de funcionamento de um manómetro em forma de U.

O manómetro é um instrumento utilizado para medir a pressão de um líquido


ou de um gás.

A experiência pode ser feita de várias maneiras, inclusive o arranjo dos


equipamentos pode variar. A técnica para medir a pressão de um fluido consiste em
manter o líquido (geralmente mercúrio, devido a sua alta densidade) dentro de um
recipiente com duas extremidades que permitam manejar a pressão na entrada e a sua
abertura ou fechamento. Nessas extremidades podemos colocar gases ou outros
líquidos, dependendo da experiência em questão. De acordo com a altura da coluna de
líquido, pode-se estimar a pressão que ela exerce sobre a pressão de entrada (geralmente
é a pressão atmosférica) utilizando a equação que relaciona altura e densidade do
líquido à pressão que ele exerce no meio.

Outro tipo de manómetro mais sofisticado consiste em um tubo flexível com


uma extremidade ligada a um ponteiro e a outra aberta para a passagem de determinado
gás ou líquido. Conforme o recipiente enche, a pressão no tubo deforma a geometria do
recipiente, que por sua vez acaba deslocando o ponteiro. Esse tipo de manómetro tem
um carácter mais prático, e o outro mais didáctico.

1.7 Piezômetro

Configuração de um Piezômetro simples.

O Piezômetro é um aparelho utilizado para medir a pressão que a água (ou sua
ausência) exerce na composição do solo. O equipamento consiste em um tubo no qual
uma extremidade é conectada a um recipiente com algum líquido (geralmente mercúrio,
devido a sua alta densidade) e a outra é revestida por algum material poroso, como uma
esponja, por exemplo. O tubo é então preenchido com água, e o líquido de medição é
separado da água por vácuo ou gás.

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Com a equação para medir pressão em líquidos podemos calcular a poro-
pressão (ou carga piezométrica) do solo. Esse tipo de medida é muito útil, pois permite
monitorar a humidade do solo e evitar situações extremas, como deslizamentos devido a
erosão do solo.

1.8 Barómetro

Barómetro feito com uma coluna de mercúrio.

O barómetro é um equipamento que nos permite calcular algumas grandezas


indirectamente através da pressão.

O primeiro barómetro consistia em um tubo com um lado fechado e o outro


fixado em algum recipiente, de forma a permitir a passagem de algum fluido desse
recipiente para dentro do tubo. Adicionando ao pequeno reservatório algum líquido
(geralmente mercúrio, devido a sua alta densidade) para que este sirva como um
indicador. Conforme sabemos da hidrostática, um líquido exerce pressão igual para
todos os lados. Assim sendo, quando a parte externa do recipiente for submetida a
determinada pressão, o líquido vai exercer a mesma pressão na parte interna do tubo.
Caso essa pressão externa seja maior que a interna, a coluna do líquida vai subir a fim
de nivelar o sistema. Caso contrário, a coluna desce e a parte de cima fica com vácuo.

Partindo da equação que relaciona a diferença de altura do líquido com a sua


pressão, e sabendo qual a pressão interna do tubo, podemos calcular quanto vale a
pressão externa em qualquer lugar. Através dessa experiência (conhecida como
experiência de Torricelli) podemos determinar a altura do local onde estamos com
relação ao nível do mar. Sabe-se que uma coluna de mercúrio, por exemplo, mede 76cm
ao nível do mar, e que esse valor diminui quando alcançamos altitudes maiores, pois a
pressão atmosférica é menor.

1.9 Pressão em gases

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Representação de moléculas de um gás colidindo com a superfície do
recipiente.

1.10 Simulador de pressão.


Segundo a teoria cinética dos gases, um gás é composto por um grande número
de moléculas que se movimentam muito rápido e de forma aleatória, causando
frequentes colisões entre as moléculas do gás e com as paredes de qualquer tipo de
recipiente. Essas moléculas apresentam um certo momento, dado pelo produto entre a
massa e a velocidade da molécula. No instante em que uma molécula colide com uma
parede, as moléculas transmitem momento à superfície, e como consequência produzem
uma força perpendicular à essa superfície. A soma de todas essas forças oriundas de
colisões em uma determinada superfície, dividida pela área da mesma, resulta na
pressão exercida por um gás em um determinado recipiente.

Esse processo pode ser encontrado em usinas nucleares, onde uma pá gira com
a pressão do vapor e converte essa energia em electricidade. Além disso, observamos a
pressão em gases sendo utilizada diariamente no freio do ônibus, por exemplo. O freio
de veículos pesados conta com um sistema que usa ar comprimido para cessar o
movimento.

1.11 Pressão em fluidos

Vasos comunicantes.

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Panela de pressão.

Um corpo no estado líquido é caracterizado por apresentar uma distância entre


suas moléculas que permite ao corpo adequar-se ao ambiente em que se encontra. As
características da pressão nos líquidos são semelhantes a que encontramos nos gases: o
líquido exerce pressão para todos os lados de um recipiente e em qualquer corpo que for
imerso nele.

Segundo o princípio de Pascal, ao exercermos pressão em um fluido confinado


em um recipiente, essa é transmitida integralmente a todos os pontos desse recipiente.
Uma experiências que pode ajudar a compreender esse princípio é a dos vasos
comunicantes: Ao armazenarmos algum líquido em uma estrutura com colunas de
volumes diferentes podemos observar que o líquido preenche todas as colunas a mesma
altura, desconsiderando as diferenças de volume. Isso prova que o fluido espalha-se
uniformemente, portanto, exerce pressão igual em todas as direcções. Essa
demonstração foi muito importante para o surgimento dos sistemas hidráulicos,
essenciais nos dias de hoje.

A pressão em líquidos tem algumas diferenças da pressão nos gases. Com os


gases, quanto maior a altitude menor a pressão, já com os líquidos, quanto maior a
profundidade, maior a pressão. Isso é fácil de ser evidenciado - basta mergulhar e
automaticamente sentimos a pressão aumentando. É instintivo pensar que ao furar uma
garrafa de água, a vazão de um furo na sua base será maior do que a de um furo lateral
(considerando que ambos tem a mesma área). Essa diferença é devida a maior pressão
no fundo da garrafa, devido a altura da coluna de água.

Outra característica marcante da pressão nos líquidos e demais estados da


matéria é sua propriedade de alterar os outros elementos do conjunto: temperatura,
pressão e volume. Podemos perceber isso ao cozinhar feijão em uma panela de pressão:
o vapor da água aumenta a pressão no interior da panela, e isso provoca uma alteração
do ponto de ebulição da água, que passa a ferver acima dos 100°C. Isso agiliza o
processo de cozimento do grão do feijão, que seria muito mais lento se não fosse o
advento da panela de pressão.

1.12 Volume molar


Volume molar é a razão entre o volume e a quantidade de substância. Equivale
ao volume ocupado por 1 mol de entidades elementares (átomos, moléculas, íons, outras
partículas ou grupos especificados de tais partículas). Para o volume molar, a unidade
de medida correspondente no SI é o metro cúbico por mol (m³/mol) porém as medidas
mais usuais são o centímetro cúbico por mol (cm³/mol), o mililitro por mol (mL/mol) e

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o litro por mol (L/mol) ou o decimetro cúbico por mol (dm³/mol) (sendo 1dm³ igual a 1
L).

Este é o melhor valor estimado para o volume molar, conhecido também como
valor verdadeiro convencional (de uma grandeza).

O termo "volume molar" não se limita apenas ao volume ocupado por


entidades elementares no estado gasoso, podendo se referir a entidades no estado sólido.
Como exemplo, pode-se citar o volume molar do silício.

1.13 Breve historial do volume molar


No ano de 1811, o químico italiano Amedeo Avogadro (1776-1856) propôs
uma explicação para a relação que havia entre o número de moléculas dos gases e o
volume por eles ocupado. Segundo a Hipótese de Avogadro ou Princípio de Avogadro,
volumes iguais de quaisquer gases que estão nas mesmas condições de temperatura e
pressão apresentam o mesmo número de moléculas.

Isso significa que independente da natureza do gás e do tamanho das suas


moléculas, o volume que ele ocupará será proporcional ao número de moléculas que há
no frasco. Por exemplo, se temos dois frascos, um contendo gás hidrogénio (H2) e o
outro contendo dióxido de carbono (CO2), sendo o volume dos dois igual, isso quer
dizer que existe a mesma quantidade de moléculas nos dois frascos.

Esse fato acontece porque o tamanho das moléculas gasosas é considerado


desprezível em comparação com a distância entre elas.

Assim, quando consideramos as Condições Normais de Temperatura e Pressão


(CNTP), em que a pressão é igual a 1 atm e a temperatura é de 273 K (0ºC), temos que
o volume ocupado por 1 mol de qualquer gás sempre será de 22,4 L. Esse valor
corresponde ao volume molar dos gases.

Portanto, se temos 1 mol de gás hidrogénio e 1 mol de gás carbónico em dois


recipientes separados, podemos concluir que ambos estão ocupando o volume de 22,4 L
nas CNTP. O número de moléculas deles também é o mesmo, tendo em vista que 1 mol
de qualquer gás é sempre 6,0. 1023 (número de Avogadro).

A diferença estará somente na massa, pois a quantidade e o tipo de átomo em


cada molécula são diferentes. No caso de 1 mol de H2, temos a massa total de 2g,
enquanto em 1 mol de CO2, temos a massa de 44 g.

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Conclusão

Para se levar a cabo tal investigação seria necessário utilizar os dados


fornecidos por outras ciências que estudam também os fenómenos dos gases.

Ensuma é importante lembrar que esse é o comportamento dos gases ideais, e


não dos gases reais. Por exemplo, os gases reais interagem sim uns com os outros.
Apesar disso, gases reais em determinadas condições (baixas pressões e altas
temperaturas) possuem um comportamento bem próximo do ideal. O estudo do
comportamento dos gases deve ser feito sempre a partir de suas três variáveis de estado:
pressão, temperatura e volume.

Um gás sempre se mistura uniformemente com outros gases. Um exemplo é o


ar, que é uma mistura de vários gases, sendo que os principais são o gás nitrogénio (N2)
e o oxigénio (O2).

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Bibliografia

1. http://m.mundoeducacao.bol.uol.com.br/quimica/conceito-caracteristicas-dos-
gases.htm
2. http://gabaritodoscuriosos.blogspot.com/2013/04/que-instrumento-e-usado-para-
medir.html?m=1
3. https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Volume_molar
4. CODATA. Volume molar de um gás ideal. Disponível em:
<http://physics.nist.gov/cgi-bin/cuu/Results?search_for=volume+molar>.
Acesso em: 17 abr. 2017.
5. Pesquisa de campo Elias Luís Joaquim formado em Química
[email:eliasluis714@gmail.com]

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