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FAEL

M A N U A L DE TCC
CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO

A Lei de Direitos Autorais de n. 9.610/1998 garante ao autor direitos morais e patrimoniais sobre a obra que
criou, normatizando o que é permitido e o que é proibido a título de reprodução. Quanto às sanções àquele
que pratica plágio, estão previstos no artigo de n.184 do Decreto-Lei de n. 2.848/1940 (Código Penal) que
afirma que “violar direitos de autor e os que lhe são conexos comporta pena de detenção de três meses a
um ano, ou multa”. Dessa forma, não serão aceitos quaisquer indícios de violação de direitos autorais, tanto
na parte escrita, quanto na apresentação. Textos com essa prática, ou vício, serão desconsiderados e
reprovados.
SUMÁRIO

INTRODUÇÃO
1. DA REGULAMENTAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
1.1 DA LEGISLAÇÃO – RESOLUÇÃO CNE/CES N. 1/2007
1.2 DAS LINHAS DE PESQUISAS
1.2.1 Cursos de Pós-Graduação em Direito
1.2.2 Cursos de Pós-Graduação em Educação
1.2.3 Cursos de Pós-Graduação em Gestão
2 DA ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC (60 HORAS)
2.1 DO PROJETO DE TCC
2.2 DO ARTIGO CIENTÍFICO
3 FORMATAÇÃO DO TCC - ARTIGO CIENTÍFICO
4 AVALIAÇÃO DO TCC - ARTIGO CIENTÍFICO
4.1 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA PARTE ESCRITA DO ARTIGO CIENTÍFICO
4.2 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRESENTAÇÃO EM BANCA EXAMINADORA
5 NORMAS DA ABNT PARA REFERENCIAR AS FONTES UTILIZADAS NA PESQUISA
REFERÊNCIAS
MODELO DE APRESENTAÇÃO ESCRITA DO TCC
INTRODUÇÃO

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma atividade obrigatória nos Cursos de


Pós-Graduação da FAEL, pertencente ao Módulo Pesquisa. Trata-se de um trabalho de pesquisa,
elaborado, individualmente, em que se realiza um estudo teórico e/ou prático sobre algum dos
diversos temas da área do Curso e que possua relevância científica para o pós-graduando
enquanto estudante, profissional, bem como para a sua comunidade e para a sociedade em geral,
vinculado a uma das linhas de pesquisa aprovadas pela FAEL e de acordo com o Projeto
Pedagógico. Esse estudo teórico e/ou prático deverá ser desenvolvido com a orientação de um
professor doutor ou mestre da FAEL e, após aprovado pelo orientador, ser apresentado sob a
forma de artigo científico e defendido em Banca Examinadora; posteriormente, será submetido ao
conselho editorial da Revista Científica da FAEL para publicação em co-autoria com o professor
orientador.
Para a produção dessa atividade, o pós-graduando poderá valer-se de todas as fontes
de pesquisas (bibliográficas, documentais, relatórios, dissertações de mestrado, teses de
doutorado, pesquisa experimental, leis, jurisprudência, doutrinas etc.), bem como do saber da
própria prática profissional por meio da pesquisa de campo e outras afins. E, para a produção
desse Trabalho de Conclusão de Curso, a FAEL desenvolveu este Manual.
Salientamos que o conteúdo deste Manual se encontra desenvolvido nas videoaulas da
Disciplina de Metodologia da Pesquisa Científica (para os Cursos de Pós-Graduação em
Educação, e em Gestão) e da Disciplina de Metodologia da Pesquisa Jurídica (para os Cursos de
Pós-Graduação em Direito), disponível no Portal Educacional da FAEL com acesso via login e
senha.

1 DA REGULAMENTAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

1.1 DA LEGISLAÇÃO – RESOLUÇÃO CNE/CES N. 1/2007

Os Cursos de Pós-Graduação da FAEL atendem a Legislação Educacional,


especificamente a referente à Resolução de n. 1, de 08 de junho de 2007, do MINISTÉRIO DA
EDUCAÇÃO / CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO / CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR
que estabelece normas para o funcionamento de Cursos de Pós-Graduação lato sensu, em nível
de especialização, a saber:

Art. 1° - Os cursos de pós-graduação lato sensu oferecidos por instituições de


educação superior devidamente credenciadas independem de autorização,
reconhecimento e renovação de reconhecimento, e devem atender ao disposto
nesta Resolução […].
Art. 5° - Os cursos de Pós-Graduação lato sensu, em nível de especialização, têm
duração mínima de 360 (trezentas e sessenta) horas, nestas não computado o
tempo de estudo individual ou em grupo, sem assistência docente, e o reservado,
obrigatoriamente, para elaboração individual de monografia ou trabalho de
conclusão de curso. […].
Artigo 6º […]. Parágrafo único. Os cursos de Pós-Graduação lato sensu oferecidos
a distância deverão incluir, necessariamente, provas presenciais e defesa
presencial individual de monografia ou trabalho de conclusão de curso. […].
Art. 7° A Instituição responsável pelo curso de Pós-Graduação lato sensu expedirá
certificado a que farão jus os alunos que tiverem obtido aproveitamento, segundo
os critérios de avaliação previamente estabelecidos […]. § 1° Os certificados de
conclusão de cursos de pós-graduação lato sensu devem mencionar a área de
conhecimento do curso e serem acompanhados do respectivo histórico escolar, do
qual devem constar, obrigatoriamente:
[…].
III - título da monografia ou do trabalho de conclusão do curso e nota ou
conceito obtido (Negrito nosso). […].
Sob a RESOLUÇÃO MEC/CNE/CES anterior, o Trabalho de Conclusão de Curso é
compreendido como uma atividade obrigatória nos Cursos de Pós-Graduação, e está como
requisito parcial para conclusão do Curso visando ao aprimoramento de habilidades para a
utilização de instrumentos da pesquisa científica nas diversas áreas desenvolvidas nos Cursos, o
aprofundamento dos conhecimentos das práticas, bem como o desenvolvimento de habilidades
para a compreensão das ciências, direcionando o pós-graduando para um olhar crítico e uma
atuação consciente e responsável na construção de sua personalidade pessoal e profissional, na
sua localidade e comunidade em geral. Com esse propósito, visando à produção de Trabalhos de
Conclusão de Curso por excelência, a FAEL disponibiliza um professor/orientador, com doutorado
ou mestrado, habilitado na linha de pesquisa abordada pelo pós-graduando.

1.2 DAS LINHAS DE PESQUISAS

1.2.1 Cursos de Pós-Graduação em Direito


Área: Direito, Sociedade e Cidadania.
Subáreas:
 Cultura e dignidade da pessoa humana na perspectiva do Direito.
 Acesso à Justiça e Direitos Humanos.
 Estado e sociedade numa relação ética.
 Poder e participação: a necessidade do conhecimento jurídico.

1.2.2 Cursos de Pós-Graduação em Educação


Área: Cultura, Tecnologia e Aprendizagem.
Subáreas:
 Cultura e a sociedade.
 Prática colaborativa.
 Cognição e linguagem.
 Prática docente (docência).

1.2.3 Cursos de Pós-Graduação em Gestão


Área: Sustentabilidade Organizacional.
Subáreas:
 Gestão da inovação.
 Organizações empresariais.
 Ambiente e sustentabilidade.
 Corporativismo.

2 DA ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC (60 HORAS)

Individualmente, e sob a orientação de um professor doutor ou mestre, o pós-


graduando realizará uma pesquisa teórico e/ou prática que resultará em um artigo científico
escrito em linguagem padrão, contendo entre 12 e 15 laudas, obedecendo às normas da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e demais normas estabelecidas pela FAEL,
passando pelos seguintes procedimentos/fases:

Momento/Atividade Procedimento
1ª Fase: Projeto de pesquisa Elaboração do projeto conforme a linha de pesquisa do
Curso.

2ª Fase: Artigo científico Produção do artigo científico conforme o projeto, e dentro


das normas.

3ª Fase: Banca Apresentação do artigo científico em banca examinadora.

2.1 DO PROJETO DE TCC

De acordo com o Projeto Pedagógico do Curso de Pós-Graduação e Regulamento, o


Projeto do Trabalho de Conclusão de Curso deverá apresentar e desenvolver os seguintes itens:
 Tema.
 Delimitação do tema.
 Objetivo geral.
 Objetivos específicos.
 Problema.
 Hipótese.
 Justificativa.
 Fundamentação teórica.
 Metodologia.
 Cronograma.
 Referências.
 Anexos (se necessários).

Tema - é o assunto que será abordado, observando o foco principal da pesquisa.


Delimitação do Tema – aqui, situa-se o tema no tempo histórico, e no espaço geográfico.
Objetivo Geral - de forma clara e precisa, identifica-se aonde se deseja chegar com a pesquisa.
Para isso, escreve-se o objetivo sempre a partir de um verbo no infinitivo.
Objetivos Específicos – são os caminhos a serem percorridos para se buscar as respostas ao
objetivo geral. Cada objetivo específico pode se tornar uma das seções do artigo. Para isso,
também se escreve o objetivo a partir de um verbo no infinitivo.
Problema – vem em forma de pergunta ou afirmação relacionada diretamente com o objeto de
pesquisa, e em harmonia com a linha de pesquisa do Curso.
Hipótese – é uma afirmação fundamentada numa experiência ou numa suposição, relacionada ao
tema da pesquisa; mas, que deve levar a um questionamento científico e possa trazer alguns
resultados novos ou criativos que ainda não tenham sido produzidos por outras pesquisas.
Justificativa – é o item que deve ressaltar a relevância da pesquisa, respondendo a perguntas,
como: Por que vou pesquisar este tema? Qual é a relevância social de possíveis resultados? Qual
é a contribuição que tal pesquisa poderá trazer para o pós-graduando, para a Academia onde está
inserido o Curso de Pós que realiza? Qual é a contribuição da pesquisa para a comunidade
científica da área? O autor, nessa seção, deve destacar as possíveis consequências que tal
problema pode trazer ao ser clareado, bem como justificar a necessidade de sua solução
mostrando as melhoras que devem ocorrer após a sua solução.
Fundamentação Teórica – a pesquisa deve estar fundamentada em autores e obras de renome
em pesquisas já realizadas por Universidades e Centros de Pesquisas e, conforme a área, em
Centros Laboratoriais, para sustentar epistemologicamente as argumentações e a análise dos
dados que serão coletados; é nessa seção que o pós-graduando indica as leituras que serão
realizadas na produção do TCC, evidenciando as primeiras ideias desenvolvidas sobre o tema,
com algumas citações de autores lidos até o momento e comentários sobre elas, bem como
indicando e comentando sobre obras que foram utilizadas para a realização do próprio projeto.
Trata-se de uma seção em que o autor descreve as primeiras aproximações com o tema que será
pesquisado e os principais autores que serão utilizados; é o momento em que o autor deve fazer
uma revisão de trabalhos publicados, de livros que tratam do assunto (pelo menos cinco livros
devem ser citados e com algum desenvolvimento).
Lembre-se: a) não se deve afirmar ou negar conceitos na pesquisa textual (exceto no item
Introdução e no item Considerações) sem estar acompanhado de uma citação que sustente tal
afirmação; b) não se faz pesquisa de qualidade sem fontes de referências, sem uma leitura prévia
e muito estudo.

Metodologia – item que apresenta e explica o caminho a ser desenvolvido/trilhado para o


cumprimento dos objetivos, explicando qual será o tipo de pesquisa que fará para desenvolver o
tema: se apenas pesquisa bibliográfica (e por quê), se pesquisa de campo (e por quê), se
pesquisa-ação (e por quê), e, assim por diante. Neste item, deverá ser indicado como obter e como
trabalhar com as informações, onde e como buscar as informações, quantas informações e quando
buscá-las; deve-se descrever o plano de coleta de dados com a indicação de fontes, técnicas e
instrumentos, bem como o plano de descrição e análise de dados (como serão organizados os
dados obtidos); quais serão os critérios de análise e julgamento, e que método será utilizado nesse
processo.
Atenção: toda pesquisa deverá desenvolver um referencial teórico; para tanto, é necessário fazer
uma pesquisa bibliográfica antes de começar o trabalho – o que significa que todo trabalho na Pós-
Graduação deverá ter uma pesquisa bibliográfica, a princípio. Quando o trabalho exige uma
pesquisa de campo (que serve para demonstrar fatos, exemplificar ou confrontar a teoria através
da observação da realidade), o pós-graduando poderá colher dados por meio de diferentes
técnicas como questionários, entrevistas, formulários, observações, estudo de caso etc. Esses
dados coletados poderão ser analisados sob uma perspectiva quantitativa (quando se
transformam as informações em ados numéricos e estatísticos passíveis de serem visualizados em
gráficos, tabelas ou outro) ou qualitativa (quando os dados são analisados de forma crítica e
interpretativa). O pós-graduando poderá citar inclusive o local onde será realizada a pesquisa de
campo: se na empresa/realidade X ou na empresa/realidade Y, indicando quem é o público-alvo.
Os métodos mais utilizados em pesquisa científica para desenvolver a forma de raciocínio e
organização lógica do texto são o dedutivo, o indutivo, o hipotético-dedutivo, e o dialético.
Cronograma: nessa seção, o autor apresenta a previsão de tempo que será utilizado na realização
do trabalho de acordo com as atividades a serem cumpridas, dividido em dias, semanas,
quinzenas, meses, bimestres, trimestres etc. (determinado a partir dos critérios de tempo adotados
por cada pesquisador). As atividades e os períodos serão definidos a partir das características de
cada pesquisa e dos critérios determinados pelo autor do trabalho.
Referências: nessa seção, são indicadas e organizadas, em ordem alfabética, as
referências/fontes iniciais que serão utilizadas na pesquisa: quais autores, obras, artigos, revistas,
sites, documentos, leis/doutrinas/jurisprudências (no caso do Direito), dentre outros. Lembre-se: a
indicação das referências é um norte para o pós-graduando em sua escrita, além de situar o
professor/orientador nos caminhos de escrita pretendidos pelo pós-graduando.
Anexos – se necessários para a pesquisa, são os questionários, formulários, entrevistas etc. – pré-
elaborados – com as perguntas e outras formas de busca de dados/informações que serão
aplicadas em determinada realidade ou público-alvo, visando buscar dados e informações para
fundamentar a pesquisa. O indicativo de qual ou quais instrumentos de coleta de dados devem
estar na seção Metodologia; aqui, apenas se apresentam os instrumentos estruturados.

2.2 DO ARTIGO CIENTÍFICO

O Artigo Científico descreve os resultados das investigações ou dos estudos realizados


conforme previstos no Projeto. Trata-se de uma apresentação sintética, de maneira clara e concisa,
com o objetivo fundamental de divulgar as dúvidas investigadas, os conhecimentos obtidos, o
referencial teórico utilizado, a metodologia empregada, outros resultados secundários alcançados e
as principais dificuldades encontradas no processo de investigação ou na análise da questão.
Primeiramente, escrito, e em Banca; posteriormente, em publicação especializada se aprovado
por um Conselho Técnico Editorial. O artigo deve possuir em sua estrutura os seguintes elementos:
 Título.
 Nome do autor e do professor/orientador.
 Resumo e palavras-chave.
 Minicurriculum do autor e do professor/orientador (formação acadêmica).
 Introdução.
 Desenvolvimento (revisão de literatura, procedimentos metodológicos, e análise e
discussão dos resultados).
 Considerações.
 Referências.

TÍTULO: deve compreender os conceitos-chave que foram desenvolvidos na pesquisa. Por isso, o
título pode ser identificado ao final de toda a pesquisa e produção do artigo.
Nome do autor e do professor/orientador: devem ser indicados do centro para a margem direita,
logo após o Título.
RESUMO: tem a finalidade de descrever, sequencialmente, os sucessivos componentes da
construção do texto científico, constituindo a síntese dos pontos relevantes do trabalho, trazendo o
tema e sua delimitação, o problema e sua hipótese, a justificativa, objetivo(s), a metodologia
utilizada, o indicativo dos principais autores e resultados alcançados. O resumo é um texto de
parágrafo único, que deverá conter, aproximadamente, 250 palavras. É apresentado com letra
tamanho 11, e com espaçamento simples.
Palavras-chave: são 03 (três) ou 04 (quatro) palavras características do tema que servem para
indexar o artigo
Minicurrículum do autor e do professor/orientador: devem ser inseridas informações
acadêmicas em nota de rodapé apenas da primeira página, seguindo as normas da ABNT
(tamanho 10, espaçamento simples).
INTRODUÇÃO: apresenta a evolução natural de pesquisa, situando o leitor no contexto do tema
pesquisado, oferecendo uma visão global do estudo realizado, esclarecendo as delimitações
estabelecidas na abordagem do assunto, os objetivos e as justificativas que levaram o autor a tal
investigação para, em seguida, apontar as questões de pesquisa para as quais buscou as
respostas; deve-se, ainda, destacar a Metodologia utilizada no trabalho.
Atenção: na Introdução, o verbo deve se encontrar no tempo passado porque o Artigo Científico já
concretizou o previsto no Projeto de Pesquisa.
Desenvolvimento (revisão de literatura, procedimentos metodológicos, análise e discussão de
resultados) – o autor deve fazer a exposição do resultado da pesquisa, por seções, destacando a
discussão das teorias e/ou das práticas que foram utilizadas para entender e esclarecer o problema
apresentado no Projeto, apresentando-as e relacionando-as com a dúvida investigada; descreve-se
o tipo de estudo/delineamento, a população-alvo do estudo, delimitando o universo que foi
pesquisado explicitando o que foi pesquisado: pessoas, fenômenos, enumerando suas
características comuns (gênero, faixa etária, organização a que pertencem, comunidade onde
vivem etc.), a amostra utilizada quando a pesquisa não abranger a totalidade do universo
pesquisado, as variáveis estudadas, os procedimentos adotados e as técnicas utilizadas relativo a
coleta e análise dos dados (observação, entrevista, questionário, formulário). No desenvolvimento
de cada seção, deve se fazer presente a Fundamentação Teórica/Revisão de Literatura visando a
uma sustentação de todo o pesquisado, de forma que o exposto tenha as devidas credibilidades se
estivessem sob o olhar e sob o foco de pesquisadores de renome do devido tema; ainda, deve
estar presente a exposição dos argumentos de forma explicativa ou demonstrativa, através de
proposições desenvolvidas na pesquisa em que o autor demonstra ter conhecimento da literatura
do assunto analisado até o momento da redação final do trabalho.
Importante: quando o artigo incluir pesquisa de campo, é imprescindível a apresentação dos
resultados obtidos por meio da coleta dos dados via entrevistas, observações, questionários,
formulários, entre outras técnicas; e, na apresentação dos resultados, deve-se realizar a descrição
panorâmica dos dados levantados para propiciar a percepção adequada e completa dos resultados
obtidos de forma clara, coesa e precisa. Quando pertinente, devem-se incluir ilustrações como
quadros, tabelas e figuras (gráficos, mapas, fotos etc.) nas próprias seções, quando não forem
muito extensos.
Atenção:
a) quanto a discussão dos resultados, o autor deve dar o suporte, explanação e defesa das
respostas encontradas; explicar resultados que não se adequam com as respostas
encontradas ou resultados inesperados; e apresentar novidade e importância reforçando ao
que já foi colocado na Introdução;.
b) se inevitáveis, quanto da inclusão de fotos de pessoas, somente com a autorização escrita
de seus responsáveis. Para isso, o pós-graduando deve solicitar um modelo dessa
autorização para seu professor/orientador; depois preencher e solicitar a assinatura.

CONSIDERAÇÕES – aqui, se apresentam as diversas ideias desenvolvidas no trabalho, num


processo de síntese dos principais resultados com comentários de contribuições trazidas pela
pesquisa; trata-se de uma síntese crítica, indicando o que se pode deduzir de tais resultados.
Nessa direção, o autor aproveita também para indicar possíveis e necessários procedimentos
relativos a novos estudos sobre o tema visando superar alguns resultados incompletos que se
fizeram acontecer na pesquisa, bem como indicando novas leituras e novos procedimentos. Cabe,
ainda, lembrar que as considerações apresentam um fechamento do trabalho estudado,
respondendo às hipóteses enunciadas e aos objetivos do estudo apresentados na Introdução.
REFERÊNCIAS: conjunto de elementos/fontes utilizados na produção do TCC. Trata-se de uma
listagem dos livros, artigos, leis, doutrinas, jurisprudências, acórdãos, filmes, imagens, e outros
documentos e fontes efetivamente utilizados e referenciados no TCC. Atenção: nenhuma citação
indicada na pesquisa pode ficar sem a devida referência, neste item. Destaca-se, no entanto, que o
item Referências pode trazer outras fontes que foram utilizadas, mas que não constam no corpo do
artigo, especificamente aquelas utilizadas para fundamentar o Projeto.

3 FORMATAÇÃO DO TCC - ARTIGO CIENTÍFICO

3.1 PAPEL E FORMATO

O TCC deve ser produzido em Word (com extensão .doc), em papel A4 (210 x 297mm),
e escrito na cor preta - com exceção das ilustrações, se indispensáveis. Utiliza-se espaçamento
1,5 e fonte tamanho 11 para o texto; e espaçamento simples e fonte tamanho 10 para o item
Resumo, citações longas, notas de rodapé, paginação e legendas das ilustrações e tabelas.

3.2 MARGENS

As margens são formadas pela distribuição do próprio texto, no modo justificado


(margem do lado esquerdo e do direito), dentro dos limites padronizados, de modo que a margem
direita fique reta no sentido vertical, com as seguintes medidas:
 Superior: 3,0 cm, da borda superior da folha.
 Esquerda: 3,0 cm, da borda esquerda da folha.
 Direita: 2,0 cm, da borda direita da folha;
 Inferior: 2,0 cm, da borda inferior da folha.

3.3 PAGINAÇÃO

A numeração deve ser inserida a 2 cm no canto superior direito, em algarismos


arábicos e tamanho da fonte 10, sendo que a primeira página não é numerada; mas é contada.
3.4 DIVISÃO DO TEXTO

Na numeração das seções, devem ser utilizados algarismos arábicos. O indicativo de


uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence, seguido do
número que lhe foi atribuído na sequência do assunto, com um ponto de separação: 1.1; 1.2, como
neste Manual.
Recomenda-se:
a) Nas seções primárias, seus títulos sejam negritados, em caixa alta, com fonte 11, precedido
do indicativo numérico correspondente;
b) Nas seções secundárias, os títulos sejam em caixa alta, sem negrito, com fonte 11,
precedidos do indicativo numérico correspondente;
c) Nas seções terciárias e quaternárias, utilizar somente a inicial maiúscula do título, sem
negrito, com fonte 11, precedido do indicativo numérico correspondente.
Atenção: termos em outros idiomas devem constar em itálico, sem aspas. Exemplos: a priori, on-
line, savoir-faires, know-how, apud, et alii, idem, ibidem, op. cit.

3.5 ILUSTRAÇÕES E TABELAS

As ilustrações compreendem quadros, gráficos, desenhos, mapas e fotografias,


lâminas, plantas, retratos, organogramas, fluxogramas, esquemas ou outros elementos autônomos
e demonstrativos de síntese necessárias à complementação e melhoria da visualização do texto.
Devem aparecer, sempre que possível, na própria folha onde está inserido o texto; porém, caso
indispensável, apresentar a ilustração como anexo, após o item Referências. Quanto às tabelas,
elas constituem uma forma adequada para apresentar dados numéricos, principalmente quando
compreendem valores comparativos. Consequentemente, devem ser preparadas de maneira que o
leitor possa entendê-las sem que seja necessária a recorrência no texto, da mesma forma que o
texto deve prescindir das tabelas para sua compreensão.

3.6 CITAÇÕES

As citações podem ser feitas na forma direta ou indireta:

3. 6.1 Citação direta


Na forma direta, devem ser transcritas entre aspas, quando ocuparem até três linhas,
constando o autor, a data e a página, conforme o exemplo: “A ciência, enquanto conteúdo de
conhecimentos, só se processa como resultado da articulação do lógico com o real, da teoria com
a realidade”. (SEVERINO, 2002, p. 30). Citações com dois autores serão feitas com a indicação do
sobrenome dos dois autores separados por ; (ponto e vírgula): “O método da solução dos
problemas na avaliação ensino- aprendizagem apontam para um desenvolvimento cognitivo na
criança” (SIQUELAND ; DELUCIA, 1990, p. 30).
Quando a citação direta ultrapassar três linhas, deve ser separada com um recuo de
parágrafo de 4,0 cm da margem esquerda, em espaço simples no texto, sem uso de aspas, com
fonte 10. Por exemplo: Severino (2002, p. 185) entende que:

A argumentação, ou seja, a operação com argumentos, apresentados com objetivo


de comprovar uma tese, funda-se na evidência racional e na evidência dos fatos. A
evidência racional, por sua vez, justifica-se pelos princípios da lógica. Não se
podem buscar fundamentos mais primitivos. A evidência é a certeza manifesta
imposta pela força dos modos de atuação da própria razão.
Nestes casos, deve-se comentar o texto do autor citado, e nunca concluir uma parte do
texto com esse tipo citação. No momento da citação, transcreve-se fielmente o texto tal como ele
se apresenta, e quando for usado o negrito para uma palavra ou frase para chamar atenção na
parte citada, usar a expressão entre parênteses (grifo nosso). Caso o destaque já faça parte do
texto citado, usar a expressão entre parênteses (grifo do autor). Quando, na citação, houver
alguma palavra escrita errada, não se deve modificar. Nesse caso, coloca-se a palavra como se
encontra e, logo após, o termo latino sic (assim/assim mesmo) entre parênteses.

3.6.2 Citação Indireta

A citação indireta, denominada de conceitual, reproduz ideias da fonte consultada, sem,


no entanto, transcrever o texto. Esse tipo de citação pode ser apresentado por meio de paráfrase
quando alguém expressa a ideia de um autor, ou de uma determinada fonte A paráfrase, quando
fiel à fonte, é geralmente preferível a uma longa citação textual.

3.6.3 Citação de citação

A citação de citação deve ser indicada pelo sobrenome do autor que trabalha a ideia de
outro autor, seguido da expressão latina apud (junto a) e do sobrenome do autor consultado, em
minúsculas, seguida do ano e página, conforme o exemplo: Freire apud Saviani (1998, p. 30).

3.7 NOTAS DE RODAPÉ

As notas de rodapé destinam-se a prestar esclarecimentos, tecer considerações não


incluídas no texto para não interromper a sequência lógica da leitura. Referem-se aos comentários
e/ou observações pessoais do autor e são utilizadas para indicar dados relativos à comunicação
pessoal. São reduzidas ao mínimo e situam-se em local tão próximo quanto possível ao texto. Para
fazer a chamada das notas de rodapé, usa-se algarismo arábico, na entrelinha superior sem
parênteses, com numeração progressiva nas folhas. São digitadas em espaço simples e em
tamanho 10.
Exemplo:
1 A hipótese, também, não deve se basear em valores morais. Algumas hipóteses lançam adjetivos
duvidosos, como bom, mau, prejudicial, maior, menor, os quais não sustentam sua base científica .

3.8 REFERÊNCIAS

Ao se elaborar um TCC, é imprescindível a menção dos documentos que serviram de


base para sua produção. Para que esses documentos possam ser identificados, é necessário que
os elementos que permitam sua identificação sejam reconhecidos, e isto só acontecerá através das
referências. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) define padrões para
apresentação de trabalhos; sem esses padrões fica difícil localizar e identificar as fontes utilizadas.
Cada uma das classes de documento tem suas características e, assim, aqueles elementos
também podem aparecer de maneira diversificada quanto à localização, na própria Referência.
Importante: para essa seção, deixar espaçamento simples entre as linhas, e fonte tamanho 10.
4 AVALIAÇÃO DO TCC - ARTIGO CIENTÍFICO

A avaliação do TCC ocorrerá durante todo o seu desenvolvimento – iniciando pela


elaboração do Projeto -, considerando todas as partes que o constituem: Resumo; Introdução;
Desenvolvimento (revisão de literatura, procedimentos metodológicos, análise e discussão de
resultados), 5Considerações, Referências, bem como a aplicação de todas as normas da ABNT,
atentando para os procedimentos e conhecimentos científicos desenvolvidos e em consonância
com a linha de pesquisa, a ortografia, pontuação e concordância gramatical; qualidade de citações
e referências; adequação aos procedimentos metodológicos conforme orientações delineadas em
videoaulas, tutoriais, comunicados e informativos postados no portal; apresentação de informações
em quantidade e qualidade suficientes para a fundamentação teórica compatível ao tema.

4.1 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA PARTE ESCRITA DO TCC - ARTIGO CIENTÍFICO (10,0)

a) RESUMO E PALAVRAS-CHAVE Até 1,0


b) INTRODUÇÃO Até 2,0
c) DESENVOLVIMENTO Até 50

d) CONSIDERAÇÕES Até 1,0


e) REFERÊNCIAS Até 1,0
Atenção: o professor orientador, ao avaliar o TCC- Artigo Científico, irá considerar:
a) Qualidade na fundamentação e produção do artigo científico.
b) Impessoalidade – evite referências como “meu trabalho, meu estudo, minha pesquisa”; utilize
colocações como o presente trabalho, a presente pesquisa. Não utilize pronomes pessoais
como o “eu”, “sou da opinião que”, “julgo que”, deduzo que etc.
c) Objetividade – evite comentários prolixos; seja direto e claro.
d) Imparcialidade – não se deve deixar levar por vieses e/ou por ideias preconcebidas.
e) Precisão e clareza – utilize-se de definições exatas, preferencialmente apoiadas em
referências ou dados comprovados;
f) Modéstia e cortesia – resultados de estudos ou pesquisas anteriores, quando houver, não
devem ser apontados de forma a insultar ou desfazer dos resultados alcançados. A cortesia é
importante ao se referenciar a discordância dos resultados de pesquisas anteriores.
g) Coerência – refere-se ao uso de nomes, de números, à grafia de palavras, no emprego de
termos. Além disso, o autor deve estar atento para não afirmar o que negou, ou negar o que
afirmou.
h) Ordem lógica – atenção na apresentação das ideias deve ser organizada, e dentro de uma
sequência lógica.

4.2 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRESENTAÇÃO EM BANCA EXAMINADORA - (10,0)

f) DOMÍNIO DE CONTEÚDO Até 2,0


g) ORGANIZAÇÃO DA APRESENTAÇÃO Até 2,0
h) HABILIDADES DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO Até 2,0

i) CAPACIDADE DE ARGUMENTAÇÃO Até 2,0

j) USO DE RECURSOS Até 2,0


Atenção:
1) O Pós-graduando será notificado quanto ao dia, horário e local para apresentação do TCC
em Banca Examinadora. Se não receber, verifique o Edital de Convocação com o
Assistente Acadêmico do Polo.

2) A nota final do Trabalho de Conclusão de Curso somente será visualizada no Sistema após
a realização da Banca Examinadora. No entanto, o professor/orientador irá informar,
quando da correção do artigo científico, a nota obtida pelo pós-graduando e, imediatamente
após a realização da Banca Examinadora, a nota que tirou em Banca. Da somatória dessas
duas notas, extrai-se a média, que será a nota final lançada para TCC.

5 NORMAS DA ABNT PARA REFERENCIAR AS FONTES UTILIZADAS NA PESQUISA

a) Livro
BEVILACQUA, F. ; BENSOUSSAN, E. ; JANSEN, J. M. et al. Manual do exame clínico. 11. ed.
rev. atual. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 1997.

b) Folheto
WAGNER, G. R. Actividades de detección y vigilancia para los trabajadores expuestos a polvos
minerales. Ginebra: Organización Mundial de la Salud, 1998. 67 p.

c) Monografias
CARNEIRO, H. G. A infância perdida: desnutrição e exclusão social. 1996. 48 f. Monografia
(Especialização em Educação e Saúde) - Faculdade de Medicina de Campos, Campos dos
Goytacazes, 1996.
VERGUEIRO, M. G. A desnutrição infantil em Campos dos Goytacazes. 1998. 38 f. Trabalho de
Conclusão de Curso (Graduação em Medicina) - Faculdade de Medicina de Campos, Campos dos
Goytacazes, 1996.

d) Dissertação
DIAS, E. P. A forma da papila renal e sua importância na avaliação de cicatrizes corticais:
estudo em moldes do sistema pielocalicial. 1987. 69 p. Dissertação (Mestrado em Anatomia
Patológica) - Universidade Federal Fluminense, Niterói, 1987.

e) Tese
MELO, P. A. Estudos da atividade miotóxica de venenos crotalídeos e de substâncias
antagonistas. 1992. Tese (Doutorado em Ciências) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio
de Janeiro, 1992.

f) Separata de monografia
MUÑHOZ AMATO, P. Planejamento. Rio de Janeiro: FGV, 1955. 55 p. Separata de Introducción a
la administración pública . México: Fondo de Cultura Económica, 1955. Cap. 3.

g) Relatório oficial
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Relatório 1995. São Paulo, 1995. 65 p. 14.
h) Biografias e obras críticas
RIBEIRO, G. Manoel de Abreu. São Paulo: Fundo Editorial Byk, 1989. 180 p. il. 22 cm.

i) Enciclopédias e dicionários
ENCICLOPÉDIA Mirador Internacional. São Paulo: Encyclopédia Britannica do Brasil, 1975.

5.1 PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS


Publicação periódica é a constituída de fascículos, números ou partes, editados a
intervalos prefixados, por tempo indeterminado, com a colaboração de diversas pessoas, sob a
direção de uma ou várias, em conjunto ou sucessivamente, tratando de assuntos diversos,
segundo um plano definido.

5.1.1 Artigos em revistas


a) Com indicação de autoria:
CUNHA, F. Melanomas. Oncologia atual, São Paulo, v. 7, n. 4, p. 199-211, maio 1997.
b) Mais de três autores, com destaque para os três primeiros:
AMARANTE, A. ; AMARANTE NETO, F. P. ; TELES JUNIOR, J. et al. Zumbido - sintoma ou
doença? Revista de Medicina e Cirurgia, Rio de Janeiro, v. 8, n. 1, p. 27-42, 1997.
c) Sem indicação de autoria (a entrada é feita pelo título):
MÚLTIPLA personalidade: patologia que intriga psiquiatras. Diálogo médico, Rio de Janeiro,
v. 22, n. 5, p. 52- 55, nov./dez. 1996.

5.1.2 Artigos em jornais


a) Com indicação de autoria:
AZEVEDO, T. Pronto socorro da Aids. Jornal O Dia, Rio de Janeiro, 14 abr. 1998. Ciência e
saúde, p. 16.
b) Sem indicação de autoria (a entrada é feita pelo título):
DESCOBERTA ligação entre vacina MMR e autismo. O Globo, Rio de Janeiro, 28 fev. 1998.
Ciência e Vida, p. 36.
c) Artigo em suplemento de jornal:
SODRÉ, M. A sedução pelo sequestro. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 20 maio 1990. Ideias,
ensaios, p. 9.

5.2 REFERÊNCIAS LEGAIS E DE TRIBUNAIS

5.2.1 Documento jurídico


Decreto ou Lei: LOCAL (País, Estado ou Cidade)./ Título (especificação de legislação / n.º,
/Data). Ementa./ Indicação da publicação oficial, / local, / volume, / número,/páginas, / dia,
/ mês, / ano. / seção, / parte (caso houver).
Ex:
BRASIL. Decreto n.º 120.620, de 21 de setembro de 1990. Dispõe sobre o procedimento
administrativo para o reconhecimento da aquisição, por usucapião especial, de imóveis
rurais compreendidos em terras devolutas. Código civil. 5. ed. São Paulo: Revista dos
Tribunais, p. 676-677, 2000.
5.2.2. Decreto ou Lei em formato eletrônico
LOCAL (País, Estado ou Município). Nome da Corte ou Tribunal./ Lei ou Decreto, nº, data
(dia mês ano)./ Ementa./ Indicação de publicação oficial (título, / local, / volume, / número,
dia / mês / ano. / Seção, / parte -se houver). Disponível em: . /Acesso em: dia / mês
abreviado/ ano.
Ex. de decreto: BRASIL. Decreto n.º 13667, de 23 de novembro de 2000. Concede indulto,
comuta penas e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 22 nov. 2000.
Disponível em: . Acesso em: 09 jan. 2001.
Ex. de Lei: BRASIL. Congresso Nacional. Lei Penal Ambiental Brasileira. Lei n.º 9605 de
12 de fevereiro de 1988. Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de
condutas e atividades lesivas ao meio ambiente e dá outras providências. Diário Oficial da
União, Brasília, DF, 12 fev. 1998. Disponível em: . Acesso em: 09 jan. 2001.

5.2.3 Jurisprudência (Súmula, Enunciado, Acórdão, Sentença e demais decisões judiciais)


LOCAL (País, Estado ou Cidade)./ Nome da Corte ou Tribunal. Câmara. Ementa ou
Acórdão./ Tipo e número do recurso./ Partes litigantes./ Nome do relator precedido da
palavra Relator./ Data do Acórdão./ Indicação da publicação que divulgou o Acórdão,
Decisão, Sentença, etc., / local, / volume, / data./ página.
Ex: BRASIL. Tribunal Regional Federal, Região 4. Substituição de assistente técnico.
Os salários do perito judicial devem ser fixados tendo em consideração a complexidade
do exame técnico, distância entre juízo e o local da prova, as despesas realizadas pelo
experto e nível técnico do trabalho desenvolvido. A substituição do assistente técnico
só pode ser admitida nas hipóteses do CPC 424 e desde que não acarrete prejuízo à
parte contrária. Relator: Vladimir Passos de Freitas. 12 de novembro de 1992. Diário
Oficial da Justiça da União, dez. 1992. p. 41624.
5.2.4 Jurisprudência (Súmula, Enunciado, Acórdão, Sentença e demais decisões judiciais) em
formato eletrônico
LOCAL. (País, Estado ou Município)./ Nome da Corte ou Tribunal./ Ementa ou
Acórdão./ Tipo e n.º do recurso (apelação, embargos, habeas-corpus, mandado de
segurança, etc.)./ Partes litigantes./ Nome do relator precedido da palavra Relator./
Local dia mês, ano do Acórdão./ Indicação da publicação que divulgou o Acórdão,
Decisão, Sentenças, etc./ Disponível em: / ./ Acesso em: /dia /mês abreviado / ano.
Ex. de Acórdão: BRASIL. Tribunal Regional do Trabalho. (12. Região). Execução.
Impugnação à sentença de liquidação. Tempestividade. Agravo de instrumento n.º
3097/95. Agravante: Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Papel, Papelão e
Cortiça Três Barras. Agravada: Companhia Canoinhas de Papel. Relatora: Juíza Alveny
A. Bittercourt. Florianópolis, 18 de outubro de 1995. Disponível em: . Acesso em: 09
jan. 2001. 59

5.2.5 Parecer
AUTOR./ Ementa./ Tipo e número do Parecer. / Relator (se entrar pelo nome do
órgão)./ Data do Parecer./ Tipo da publicação, / número, página, / data da publicação
que transcreve o Parecer. (Caso houver)
Ex: BRASIL. Conselho Federal de Educação. Câmara de Ensino Superior. Parecer
380/91. Relator: José Guimarães. 1 jul. 1991. Documenta, n. 367, p. 61, 1991.

5.2.6 Constituição
LOCAL (País ou Estado)./ Constituição / (ano de promulgação)./ Título./ Local: / Editor,
/data.
Ex: BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil.
Brasília: Senado Federal, 1988.
5.2.7 Código
LOCAL (País ou Estado)./ Título. / Indicação de responsabilidade (org. ; trad. ; ver.;
coord. etc)./ Edição./ Local: / Editor, / data.
Ex: BRASIL. Código Civil. Coordenação de Maurício Antônio Ribeiro Lopes. 5. ed. São
Paulo: Revista dos Tribunais, 2000. 60

5.2.8 Código em formato eletrônico Formato


JURISDIÇÃO (País, Estado ou Município./ Nome da Corte ou Tribunal./ Jurisdição e
Órgão Judiciário Competente)./ Título./ Lei ou Decreto, n.º, data (dia mês ano)./
Ementa./ Indicação de Responsabilidade (se houver)./ Disponível em: / ./ Acesso em: /
dia / mês abreviado / ano.
Ex: BRASIL. Código Civil. Lei n.º 3071, 1 de janeiro de 1916. Das Pessoas. Da Divisão
de Pessoas. Das Pessoas Naturais. Disponível em: . Acesso em: 10 jan. 2001.

5.2.9 Medida provisória


LOCAL (País, Estado ou Cidade)./ Título (especificação da legislação, / n.º, / data)./
Ementa./ Indicação de publicação oficial, / local, /dia, / mês / ano. / página.
Ex: BRASIL. Medida Provisória n.º 1.986-11, de 26 de outubro de 2000. FGTS. Seguro
desemprego. Empregado doméstico. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 27 out. 2000.
p. 48. 5.2.10 Lista de discussão

5.3 MULTIMEIOS

São considerados multimeios os suportes de informação diferentes do livro, tais como:


cd-rom, pendrive, discos, fitas cassete, slides, filmes cinematográficos, gravações de vídeo,
materiais iconográficos, materiais cartográficos, gravações de som, microformas, entre outros.

a) Gravação de vídeo
VILLA-LOBOS: o índio de casaca. Rio de Janeiro: Manchete Vídeo, 1987. 1 videocassete (120
min): VHS, son., color. b)

b) Fita cassete
FAGNER, R. Revelação. Rio de Janeiro: CBS, 1988. 1 cassete sonoro (60 min): 3 3/4, pps,
estéreo.

c) Slide (Diapositivo)
PEROTA, C. Corte estratigráfico do sítio arqueológico Guará I. 1989. 1 slide : color.

d) Fotografia
FORMANDOS de Biblioteconomia, turma 1968/ Universidade Federal do Paraná. Curitiba, 1968. 1
fot. : p&b.

e) Atlas
PEREYRA, E. A. G. ; GUERRA, D. M. M. ; FOCCHI, J. et al. Atlas de colposcopia. São Paulo:
Fundação Byk, 1995. 1 atlas (44 p.) : il. color. : 21 x 30 cm.
f) Filme
O AMIGO do povo. São Paulo: ECA, 1969. 1 bobina cinematogr. (10 min): son., p&b, 16 mm. ou

O AMIGO do povo. Entidade produtora Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São


Paulo. Direção e produção de Jean Koudela. São Paulo : ECA, 1969. 1 bobina cinematogr. (10
mm) : son., p&b ; 16 mm.

5.4 DOCUMENTOS ELETRÔNICOS DISPONÍVEIS NA INTERNET

a) Trabalho individual com indicação de autoria


WALKER, J. R. MLA-style citations of eletronic sources. Disponível em: <http:www.mla.edu/pml.
hmtl> . Acesso em: 4 set. 2008.
b) Trabalho individual sem indicação de autoria
PREFACE to representative poetry. Disponível em: <http:www.libray.utoronto.ca>. Acesso em:
17 jan. 2007.

c) Autor corporativo
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO. Núcleo de Processamento de Dados. Cursos-
NPD/UFES [online]. 1997. Disponível em: <http:www.npd1.ufes.br/~cursos>. Acesso em: 01 mar.
1997.

d) Parte de um trabalho
SILVA, R.N. ; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total na
educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPE, 4., 1996, Recife. Anais
eletrônicos ... Recife, 1996. Disponível em: <http// wwwpropesq.ufpe.br/anais/anais.html>. Acesso
em: 21 jan. 1997.

e) Artigo de jornal com indicação de autoria


DAUCH, K. Alta qualificação credencia brasileiras ao sucesso. O Estado de S. Paulo, São
Paulo, 3 mar. 1997. Mulher. Disponível em: <http://www.estado.com.br/edicao/mulher>. Acesso
em: 03 mar. 1997.

f) Sem indicação de autoria


AS MULHERES de 12 anos. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 26 maio 1996. Espaço Aberto.
Disponível em: <http://www.estado.com.br>. Acesso em: 27 maio 1996.

g) Artigo de revista com indicação de autoria


TAVARES, J. F. Procuradoria da infância e da juventude Dataveni@, João Pessoa, n. 4, p. 1-3,
fev. 1997. Disponível em: http://www.cqnet.com.br/dataveni@tavares.html>. Acesso em: 3 mar.
1997.

h) Sem indicação de autoria


MULTIMIDIA para iniciantes. PC World, São Paulo, fev. 1997. Disponível em: <http://http:www.
idg.com.br/ pcworld/56multim.html>. Acesso em: 2 mar. 1997.
i) Mensagem pessoal (E-mail)
MORAFF, S. Re: Jongg. Fichas de pesquisa. [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por
mtmendes@uol.com.br em 8 jan. 1997.

j) Mensagem em lista de discussão


A Lista de discussão sobre moda. Disponível em: mailto:<lista@moda.com.br>. Acesso em: 28 fev.
1997.

5.5 DOCUMENTOS ELETRÔNICOS DISPONÍVEIS EM CD-ROM

a) Trabalho individual
JORGE Amado: vida e obra Rio de Janeiro: MI -Montreal Informática, 1994. 1 CD-ROM.

b) Parte de um trabalho
BRASIL colônia. In: HISTÓRIA do Brasil ATR. Rio de Janeiro: ART Multimedia, 1995. 1 CD-ROM.

5.6 APRESENTAÇÃO DE APÊNDICES E ANEXOS

Parte do artigo que complementa o raciocínio do autor, constituída por tabelas, quadros
e figuras (gráficos, ilustrações), questionários ou outras informações que, embora sendo úteis,
devem aparecer ao final do texto para não alongá-lo e não interromper a sequência lógica da sua
exposição. Os anexos e/ou apêndices devem ser citados no texto entre parênteses, quando vierem
no final da frase. Se inserido na redação, o termo ANEXO e/ou APÊNDICE vem livre dos
parênteses.

5.6.1 Apêndice
O apêndice é um elemento opcional que consiste em texto ou documento elaborado
pelo autor a fim de complementar sua argumentação, sem prejuízo da unidade nuclear do trabalho.
Os apêndices são identificados pela palavra APÊNDICE e por letras maiúsculas consecutivas,
travessão e pelos respectivos títulos.

5.6.2 Anexo
O anexo é um elemento opcional que consiste em um texto ou documento não
elaborado pelo autor, que serve de fundamentação, comprovação e ilustração. Os anexos são
identificados pela palavra ANEXO e por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos
respectivos títulos.

5.7 PATENTE

ENTIDADE RESPONSÁVEL./ Autor./ Título./ Número da patente, / datas de registro (dia mês
abreviado ano).
Ex:
EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária
(São Carlos). Paulo Estevão Crunivel. Medidor digital multisensor de temperatura para solos.
BR n. PI 8903105-9, 26 jul. 1989, 30 maio 1995.

5.7.1 Patente em formato eletrônico


ENTIDADE RESPONSÁVEL./ Autor./ Título./ Número da patente, / datas de registro (dia mês
abreviado ano). Disponível em: ./ Acesso em: dia /mês abreviado / ano.
Ex:
UNIVERSITY OF RYUKYU. Shigeo Nonaka. Agente para o tratamento de Leishmaniose com
um derivado de glicopiranose como ingrediente eficaz. Br n. PI 9814815, 09 out. 1997, 08 out.
1998. Disponível em: . Acesso em: 14 jul. 2001.

REFERÊNCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS E TÉCNICAS. ABNT, Rio de Janeiro. Normas ABNT


sobre documentação. Rio de Janeiro, 2000. (Coletânea de normas).
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS E TÉCNICAS. NBR 6023. Informação e documentação
– Referências – Elaboração. Rio de Janeiro, 2002.
DECRETO–LEI Nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal). Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del2848.htm> Acesso: 10 abr. 2015.
FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
LEI No 10.406, de 10 janeiro de 2002 (Código Civil). Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/CCivil_03/leis/2002/L10406.htm> Acesso: 08 abr. 2015.
MARCONI, M. de A., LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2001.
MEDEIROS, A. Redação científica. São Paulo: Atlas, 2002.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. São Paulo: Cortez,
2002.

Para visualizar modelos de artigo científico, acesse o site http://www.scielo.org/php/index.php.


Neste site, há uma biblioteca de artigos produzidos em todas as áreas de conhecimentos.
Entretanto, para facilitar, veja como deve ser entregue o seu:
PRIMEIRA PÁGINA

TÍTULO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO


SOBRENOME, Nome do autor(a)1
SOBRENOME, Nome do orientador(a)2

RESUMO

Palavras-Chave:

_________

Minicurriculum do Autor e do Professor/Orientador(a)


PÁGINAS SEGUINTES

INTRODUÇÃO (de ½ a 01 página de texto)

DESENVOLVIMENTO (corpo do artigo – as seções -, com no mínimo 10 e ½ página, e


máximo de 13 e 1/2 páginas). Importante: se sobrar espaço na segunda página, após o
texto da Introdução, pode-se começar o Desenvolvimento ainda nessa a seção.
CONSIDERAÇÕES (no mínimo, 1 página completa).
REFERÊNCIAS

Importante: em artigo científico, não se coloca cada seção ou subseção em página nova;
terminou um item, dão-se dois espaços, e já se identifica o item seguinte.