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ESCOLA CLÁSSICA

(PARTE 1)
CONTEXTO
• Século XX: Expansão da Revolução Industrial para a América;

• Trabalhadores industriais:

• 1880: 2.7 milhões;

• 1900: 4.5 milhões.

• As siderúrgicas dominavam o mercado, até a chegada das automobilísticas.

• Fábrica da Ford em Highland Park, nº de empregador:

• 1914: 13 mil;

• 1915: 19 mil;

• 1916: 33 mil.

• Necessidade de desenvolver novos métodos de administração;

• Taylor  Administração da eficiência do trabalho.


TAYLOR E O MOVIMENTO DA ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA

• Taylor foi o criador e participante mais


destacado do movimento da administração
científica, cujo objetivo era o aumento da
eficiência.
• Fatores que fizeram esse movimento surgir:
• Eficiência é antítese de desperdício. Quando há
desperdício, os custos aumentam e o esforço se
perde, sem produzir resultados.
• O desperdício, além da perda, produz
frustração.
• No início da industrialização, todas as empresas
eram ineficientes.
TAYLOR E O MOVIMENTO DA ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA
➢Foi numa siderúrgica, na qual trabalhou por 12 anos, que Taylor
observou os problemas das operações fabris. Por exemplo:
•A administração não tinha noção clara da divisão de suas
responsabilidades com o trabalhador.
•Não havia incentivos para melhorar o desempenho do trabalhador.
•Muitos trabalhadores não cumpriam suas responsabilidades.
•As decisões dos administradores baseavam-se na intuição e no palpite.
•Não havia integração entre os departamentos da empresa.
•Os trabalhadores eram colocados em tarefas para as quais não tinham
aptidão.
•Os gerentes pareciam ignorar que a excelência no desempenho
significaria recompensas tanto para eles próprios quanto para a mão de
obra.
•Havia conflitos entre capatazes e operários a respeito da quantidade da
produção.
INÍCIO DO MOVIMENTO DA ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA
• O berço da Administração Científica foi a Sociedade Americana dos
Engenheiros Mecânicos (ASME);

• O movimento desenvolveu-se em 3 momentos:

a) Primeira Fase: ataque ao “problema dos salários”; Estudo sistêmico do


tempo; Definição de tempos-padrão; e Sistema de administração de tarefas.

b) Segunda Fase: Ampliação do escopo, da tarefa para a administração; e


Definição dos Princípios da Administração.

c) Terceira Fase: Consolidação dos Princípios; Proposição de divisão de


autoridade e responsabilidades dentro da empresa; e Distinção entre
princípios e técnicas.
PRIMEIRA FASE
•O problema dos salários  pagamento por dia trabalhado e
pagamento por peça trabalhada;
• Pagamento por dia trabalhado (salário fixo)  empregado
não trabalhava além do adequado;
•Pagamento por peça produzida (Aumento da produção,
diminuição do valor pago por peça)  empregado produzia
num nível propositadamente baixo.
PRIMEIRA FASE
•A piece-rate system (Um sistema de pagamento por peça)  estudo
dos tempos e movimentos:
•1. Atribuir a cada trabalhador a tarefa mais elevada possível, de
acordo com as suas aptidões;
•2. Solicitar a cada trabalhador produção igual ou maior que o padrão
estabelecido;
•3. Tarifas diferentes de remuneração por unidades produzidas 
satisfatórias se cumprisse o padrão ou ultrapassasse.
SEGUNDA FASE
• Aprimoramento dos métodos de trabalho  Shop management
(Administração de operações fabris):

•1. Distinção entre o homem médio e o homem de primeira classe  este


último é altamente motivado e realiza seu trabalho sem desperdiçar tempo
nem restringir sua produção.

•2. Padronização de ferramentas e equipamentos, sequenciamento e


programação de operações e estudo de movimentos;

• 3. Princípios da administração de uma empresa:


TERCEIRA FASE
• Síntese dos objetivos da Administração Científica:

✓ Desenvolver uma ciência para cada elemento do trabalho, para substituir o velho
método empírico.

✓ Selecionar cientificamente e depois treinar, instruir e desenvolver o trabalhador, que,


no passado, escolhia seu próprio trabalho e treinava-se o melhor que podia.

✓ Cooperar sinceramente com os trabalhadores, de modo a garantir que o trabalho


seja feito de acordo com princípios da ciência que foi desenvolvida.

✓ Reconhecer que existe uma divisão quase igual de trabalho e de responsabilidade


entre a administração e os trabalhadores. A administração incumbe-se de todo o
trabalho para o qual esteja mais bem preparada que os trabalhadores, enquanto no
passado quase todo o trabalho e a maior parte da responsabilidade recaíam sobre
a mão de obra.
TERCEIRA FASE
• Recomendação de mudanças na administração:
a) Criação de um departamento de planejamento;
b) Ampliação da quantidade de supervisores funcionais.
• A produtividade mais elevada resulta da minimização do
esforço muscular  a produtividade resulta da eficiência do
trabalho e não da maximização do esforço.
OUTRAS CONTRIBUIÇÕES
• Separação entre quem pensa e quem faz: Pensar
(Planejamento) x Executar (Operacional);
• O princípio da exceção: Para controlar a produção, Taylor
estabeleceu um sistema baseado nas exceções: o supervisor só
teria que se preocupar com o funcionário que se afastasse do
desempenho esperado;
•Conceito do homo economicus: para trabalhar mais o homem é
influenciado apenas pelo fator econômico.
CRÍTICAS À ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA
• Na indústria e no governo, despertava entusiasmo. Entre os
trabalhadores, a imprensa e os políticos, provocou reações
desfavoráveis. As críticas desses segmentos da sociedade
fundamentavam-se em dois receios:
I. Aumentar a eficiência provocaria o desemprego.
II. A administração científica nada mais era do que uma técnica para
fazer o operário trabalhar mais e ganhar menos.
➢Principais críticas:
▪ Transformou o homem em uma máquina;
▪ Padronização do trabalho  intensificação;
▪ Superespecialização do operário;
CRÍTICAS À ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA
➢Principais críticas:
▪ Não leva em conta o lado social e humano do trabalhador;
▪ Propõe uma abordagem científica para a administração, porém sua
formulação é baseada no conhecimento empírico;
▪ Restringe-se apenas aos aspectos formais da organização;
▪ A organização é um sistema fechado sem considerar as influências
externas.

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