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MANUAL ORIENTADOR PARA

APRESENTAÇÃO DE PLEITO DE
FINANCIAMENTO, ASSESSORAMENTO E
ESTRUTURAÇÃO DE PROJETOS
EM
SANEAMENTO E INFRAESTRUTURA

JANEIRO / 2013
Versão 1.0

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VICE-PRESIDÊNCIA DE GOVERNO – VIGOV
Superintendência Nacional de Saneamento e Infraestrutura – SUSAN
Gerência Nacional de Financiamento para Saneamento e Infraestrutura – GESAN
______________________________________________________________ FINANCIAMENTO DE PROJETOS

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

DIRETORIA DE INFRAESTRUTURA E SANEAMENTO


Rogério de Paula Tavares

SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE SANEAMENTO E INFRAESTRUTURA


Adailton Ferreira Trindade

GERÊNCIA NACIONAL FINANCIAMENTO PARA SANEAMENTO E


INFRAESTRUTURA
Ronaldo Aniceto

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APRESENTAÇÃO

Este “Manual Orientador para Apresentação de Pleitos de Financiamento,


Assessoramento e Estruturação de Projetos em Saneamento e Infraestrutura” tem por
objetivo divulgar as instruções necessárias à obtenção de Financiamento,
Assessoramento e/ou Estruturação destinado(s) ao desenvolvimento de operações
estruturadas na área de saneamento ambiental, meio ambiente e infraestrutura, junto à
CAIXA, cujo valor de investimento seja superior a R$ 20 milhões, bem como orientar
quanto à apresentação das informações, contribuindo para uma melhor compreensão e
agilidade das análises.

A CAIXA esclarece que a contratação de qualquer operação de crédito está sujeita a:


a) existência de disponibilidade de recursos específicos;
b) aprovação em análise cadastral, jurídica e econômico-financeira dos Proponentes
beneficiários;
c) análise técnica, jurídica e econômico-financeira do empreendimento;
d) o atendimento aos normativos internos da CAIXA, das normas do Banco Central do
Brasil e demais dispositivos legais vigentes.

Assim, visando promover o atendimento aos Proponentes quanto aos aspectos de


estruturação da operação de crédito, a CAIXA se coloca à disposição para prestar
qualquer esclarecimento necessário. Dúvidas poderão ser encaminhadas para:

Superintendência Nacional de Saneamento e Infraestrutura - SUSAN


Gerência Nacional de Financiamento para Saneamento e Infraestrutura - GESAN
SBS Quadra 4 Lote 3/4 - Matriz I - 12º andar
CEP 70092-900 - Brasília/DF
Tel.: (61) 3206-9404; Fax (61) 3206-9391

gesan@caixa.gov.br

Advertimos, ainda, que este Manual está sujeito a alterações que venham a ocorrer por
determinação dos gestores da aplicação ou por eventuais alterações das condições
estabelecidas pelas fontes de recursos a serem utilizadas.

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ABREVIATURAS UTILIZADAS

ANA - Agência Nacional de Águas


ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil
ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica
ANP - Agência Nacional do Petróleo
ANS - Agência Nacional de Saúde
ANTAQ - Agência Nacional de Transportes Aquaviários
ANTT - Agência Nacional de Transportes Terrestres
ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária
BNDES - Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social
CLT - Consolidação das Leis do Trabalho
CND - Certidão Negativa de Débito
CONAMA - Conselho Nacional do Meio Ambiente
CRF - Certificado de Regularidade
EIA/RIMA - Estudo e Relatório de Impacto Ambiental
EPC - Engineering, Procurement & Construction (consórcio construtor)
FDA - Fundo de Desenvolvimento da Amazônia
FDNE - Fundo de Desenvolvimento do Nordeste
FGTS - Fundo de Garantia do Tempo de Serviço
FMM - Fundo da Marinha Mercante
GESAN - Gerência Nacional Financiamento Para Saneamento e Infraestrutura
ICSD - Índice de Cobertura do Serviço da Dívida
INSS - Instituto Nacional de Seguridade Social
MCIDADES - Ministério das Cidades
MDL - Mecanismo de Desenvolvimento Limpo
QUF - Quadro de Usos e Fontes
RCE - Redução Certificada de Emissões
SPE - Sociedade de Propósito Específico
STN - Secretaria do Tesouro Nacional
SUDAM - Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia
SUSAN - Superintendência Nacional de Saneamento e Infraestrutura
TIR - Taxa Interna de Retorno
TS - Term Sheet (Proposta Síntese)
VPL - Valor Presente Líquido

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ÍNDICE

APRESENTAÇÃO........................................................................................................03
ABREVIATURAS UTILIZADAS....................................................................................04
1 MANUAL ORIENTADOR.....................................................................................06
1.1 O que é e para que serve .................................................................................... 06
1.2 Composição do Manual....... ........................................... .....................................06
1.3 Alterações e Modificações no Manual ................................................................. 06
2 PORTFOLIO..................... ............................................................................. ......07
3 APRESENTAÇÃO DO PEDIDO...........................................................................08
4 MACRO PROCESSO PARA ANÁLISE E APROVAÇÃO DO PEDIDO................08
4.2 Análises ............................................................................................................... 10
4.3 Princípios do Equador ......................................................................................... 11
4.4 Garantias..................... ..................................................................................... ...11
4.7 SÍNTESE.................................................................................................................13
5 MACRO FLUXO PARA FINANCIAMENTO DE PROJETOS NA CAIXA..............14
6 ANEXOS............................. .................................................................................15
Modelo I - Consulta Preliminar CAIXA..................................................................15
Modelo II - Pedido de Financiamento e/ou Assessoramento e/ou Estruturação..19
Anexo I - Roteiro de Informações para Pleito de Financiamento.........................22
Anexo II - Informações Jurídicas..........................................................................35
Anexo III - Informações Financeiras.....................................................................41
Anexo IV - Projeto de Engenharia........................................................................44
Anexo V - Projeto Socioambiental........................................................................48
Anexo VI - Aspectos Regulatórios........................................................................53
Anexo VII - Estrutura de Seguros.........................................................................55
Anexo VIII - Manifestação de Atendimento aos Princípios do Equador...............57
Anexo IX - Estrutura e Comercialização de Créditos de Carbono.......................59
Anexo X - Orientações e Modelos Exclusivos para Pleitos destinados a
Financiamento em Saneamento............. ...........................................................61
Anexo XI - Orientações e Modelos Exclusivos para Pleitos destinados a
Financiamento em Infraestrutura..................................................................................64
Anexo XII - Orientações e Modelos Exclusivos para Pleitos destinados a
Financiamento com Recursos do Fundo da Marinha Mercante...................................67

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1. MANUAL ORIENTADOR

1.1. O que é e para que serve


1.1.1 Este documento constitui um guia de orientações para a obtenção de
financiamento, assessoramento e/ou estruturação de empreendimentos em saneamento
ambiental, meio ambiente e infraestrutura junto à CAIXA, cujos valores de investimento
sejam superiores a R$ 20 milhões.

1.1.2 Com o intuito de tornar ágil o processo de análise de financiamento de projetos,


descreve e orienta sobre os processos, procedimentos e documentos-padrão a serem
utilizados, em função das condições estabelecidas pela CAIXA e pelos gestores das
aplicações e em consonância com as diretrizes das fontes de recursos a serem utilizadas.

1.2 Composição do Manual


1.2.1 As informações contidas neste Manual estão assim estruturadas:

(a) Portfólio (principais setores e subsetores da economia em que a CAIXA atua no


financiamento, assessoramento e estruturação de empreendimentos, bem como os
itens financiados);

(b) Apresentação do Pleito (análises, condicionantes,garantias e macro processos para


o pleito ao financiamento, assessoramento e estruturação de operações, com a
apresentação de macro fluxo para esses processos);

(c) Anexos (orientações detalhadas sobre os procedimentos, fases, documentação a


ser apresentada, análises e disponibilização de modelos pertinentes).

1.3. Alterações e Modificações no Manual


1.3.1 Este Manual poderá sofrer, periodicamente, atualizações, adaptações e/ou
modificações, pela SUSAN/GESAN, em decorrência da publicação de normas aplicáveis
pelos órgãos reguladores competentes e gestores da aplicação, bem como alterações de
condições das fontes de recursos a serem utilizadas e/ou a Política de Crédito da CAIXA.

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2. PORTFOLIO

2.1 A CAIXA atua no financiamento/ estruturação/ assessoramento a diversos setores


e segmentos, conforme elencado no quadro abaixo:

SETOR SEGMENTO ITENS FINANCIÁVEIS

Hidroelétrica
Termoelétrica obras/ serviços; equipamentos;
Energia
Eólica geração; transmissão
Biomassa
Rodoviário
Ferroviário
obras/ serviços; equipamentos;
Transportes Portuário veículos**; projetos*; terminais
Aeroportuário viários
Metroviário
Urbano
Indústria Estaleiros obras/ serviços; equipamentos;
Naval Embarcações veículos**
Abastecimento de água;
Esgotamento Sanitário;
Desenvolvimento Institucional;
Saneamento obras/ serviços; equipamentos;
Ambiental Manejo de Resíduos Sólidos Urbanos; veículos**; projetos*
Manejo de Águas Pluviais;
Manejo de Resíduos da Construção e Demolição;
Recuperação de Mananciais
Saneamento Abastecimento de água; obras/ serviços; equipamentos;
Industrial Esgotamento Sanitário veículos**

Hospitais;
Saúde Clínicas; obras/ serviços; equipamentos
Outros
Urbanização e Regularização de Assentamentos
obras/ serviços; equipamentos;
Habitacional Precários;
Produção e Aquisição de Conjuntos Habitacionais; veículos**; projetos*
Desenvolvimento Institucional
todo o ciclo do projeto;
Carbono Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL)
comercialização dos créditos

obras/ serviços; equipamentos;


Especiais Operações Estruturadas Diversas (Vila Pan, projetos*
instituições de ensino, indústrias, comércio)

* Dependendo da fonte de recursos do financiamento, não há possibilidade de financiar estudos/ projetos.


** Dependendo da fonte de recursos do financiamento, não há possibilidade de financiar veículos.

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3. APRESENTAÇÃO DO PEDIDO

3.1 O pedido de para Financiamento, Assessoramento e/ou Estruturação de projetos


tem início com a apresentação, pelo Proponente, da Consulta Preliminar, Modelo
I, cujo objetivo é verificar a viabilidade da operação, considerando as políticas
internas CAIXA.

3.2 Os dados poderão ser encaminhados para o e-mail gesan@caixa.gov.br,


constando, no campo assunto da mensagem “CONSULTA PRELIMINAR
PROJETO XYZ”.

3.3 A partir da viabilidade da CONSULTA PRELIMINAR, considerada viável pela


CAIXA, o Proponente apresenta o Pedido de Financiamento e/ou
Assessoramento e/ou Estruturação, Modelo II, com as informações necessárias
especificadas nos Anexos.

3.4 À exceção das licenças e certidões, a documentação a ser encaminhada para a


CAIXA deverá informar o nome, cargo, telefone e e-mail do responsável pelo
fornecimento das informações e a assinatura, devidamente identificada, do
representante legal.

3.5 Estão previstas no Código Civil, Código Penal, artigo 482 da CLT e nas normas da
CAIXA penalidades por danos causados em função da quebra de sigilo de
informações. Assim, poderá ser solicitado pelo Proponente a assinatura de Termo
de Confidencialidade, cujas condições serão definidas em comum acordo entre as
partes.

3.6 As condições de Assessoramento e/ou Estruturação, como taxas e prazos,


serão definidas em função das análises necessárias para cada tipo de operação,
devidamente acordadas em Mandato a ser assinado entre as partes.

3.7 As condições de concessão de Financiamento, como taxa de juros, prazos de


carência e amortização, contrapartida mínima do Proponente serão definidas em
função das análises de risco de crédito do Proponente e da operação, bem como
das condições estabelecidas pela(s) fonte(s) de recursos a ser(em) utilizada(s).

3.8 Em paralelo, também será assinado um Mandato entre a CAIXA e o Proponente,


por meio do qual será firmado um compromisso de que o financiamento da
operação será feito pela CAIXA, bem como as condições de atuação das partes.

4 MACRO PROCESSO PARA ANÁLISE E APROVAÇÃO DO PEDIDO

4.1 Os macro processos para análise e aprovação de financiamento na CAIXA são:

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PROP CAIX PROP CAIXA PROPO FONTE CAIXA


Responsável
O A O NENTE
NENT NENT

CON- ANÁL CON- ANÁLISE TERM ENQUA- PRECED CONTR DESE RET
Etapas SHEET DRAMENT ENTES A- MBOL ORN
SULT ISE SULT
A A O TAÇÃO SO O

Passos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

4.1.1 Consulta Preliminar: o Proponente submete à CAIXA a Consulta Preliminar para


Financiamento e/ou Pedido de Assessoramento e/ou para Estruturação de
Operação.

4.1.2 Análise de Viabilidade: O Proponente encaminha à CAIXA a documentação


necessária para a avaliação de risco de crédito.

4.1.3 Consulta: O Proponente entrega à CAIXA a documentação complementar solicitada


para análise..

4.1.4 Análise Técnica da Operação: A CAIXA realiza as análises de engenharia,


jurídica, aspectos regulatórios, aspectos socioambientais, de MDL, econômico-
financeira, de risco de crédito do Proponente, do grupo econômico e do projeto, de
licitação e da estrutura de seguros.

4.1.5 Negociação: O Proponente finaliza a proposta com o plano básico do projeto,


incluindo:

a) Plano de Licitação;

b) Exigências legais (leis, licenças, acordos, etc.);

c) Avaliações técnicas (financeira, ambiental, econômica e legal);

d) Plano operacional e de manutenção de longo prazo.

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Nesta fase é negociada a Proposta Síntese (Term Sheet) entre a CAIXA e o


Proponente.

4.1.6 Avaliação externa: Para o Setor Público, o Proponente deve comprovar o


atendimento à Lei de Responsabilidade Fiscal e contar com a aprovação da
Secretaria do Tesouro Nacional no que se refere à capacidade de endividamento.
Mais informações estão disponíveis no endereço www.tesouro.fazenda.gov.br .

4.1.7 Condições Precedentes: Após a aprovação pela STN (aplicável somente ao Setor
Público) e finalizadas as análises, e caso sejam favoráveis, a SUSAN/GESAN
submete a operação à apreciação do Colegiado competente. Se aprovada, a
operação poderá ser contratada.

4.1.8 Contratação: O Proponente e a equipe da CAIXA identificam as necessidades de


assessoramento técnico para implementar o projeto e de elaboração de Termos de
Referência. A equipe da CAIXA e o especialista em licitação fornecem
assessoramento técnico ao Tomador na elaboração de documentos e contratos de
licitação.

4.1.9 Desembolso: A partir das informações elaboradas pelo Tomador, a equipe da


CAIXA elabora relatório final incluindo impactos, custos, benefícios do projeto, etc.

4.1.10 Retorno: A equipe da CAIXA avaliará, posteriormente à implementação do projeto,


os impactos técnicos, sociais e ambientais. Será realizada também a avaliação
relacionada ao MDL. Ainda nessa fase, a equipe da CAIXA auxiliará na transação
das RCEs e assegurará que a antecipação do financiamento de carbono seja
restituída.

4.2 Análises

4.2.1 O Proponente deve estar ciente de que o resultado das análises econômico-
financeira, jurídica, social e de engenharia, inclusive considerando ao conteúdo dos
documentos apresentados, poderá ensejar a não aprovação da operação, eximindo
a CAIXA do ressarcimento de despesas de tarifas de análises efetuadas.

4.2.2 Serão cobradas, para fins de análise técnica do Pedido de Financiamento, tarifas
de acordo com os valores constantes da Tabela de Tarifas publicada pela CAIXA,

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cujo acesso pode ser obtido nas Agências da CAIXA ou no endereço eletrônico:
www.caixa.gov.br link tarifas.

4.2.3 A análise de risco de crédito será conduzida pela unidade CAIXA em que o
Proponente possui relacionamento comercial, ou ainda qualquer unidade de sua
escolha. Caso este relacionamento não tenha se iniciado, o Proponente poderá ser
orientado pela GESAN a procurar uma unidade CAIXA que fisicamente ou
estrategicamente venha a ser-lhe conveniente.

4.3 Princípios do Equador

4.3.1 A CAIXA é signatária dos Princípios do Equador. Trata-se de um Conjunto de


políticas e diretrizes a serem observadas na análise de grandes projetos de
investimento em project finance do tipo “Green Field”, com investimentos acima de
dez milhões de dólares. Essas políticas e diretrizes versam sobre avaliações
ambientais, proteção a habitats naturais, reassentamento involuntário de
populações, propriedade cultural, trabalho infantil, forçado ou escravo e saúde e
segurança no trabalho.

4.3.2 Para os pleitos enquadrados nesses Princípios, na fase de análises preliminares, o


projeto será submetido à categorização com base na magnitude de seus potenciais
impactos e riscos socioambientais.

4.4 Garantias

4.4.1 As Garantias serão definidas de acordo com o risco e necessidade de cada


empreendimento, bem como do respectivo Proponente.

4.4.2 A garantia principal a ser utilizada será a receita do projeto e, para tanto, será
definida uma estrutura de vinculação da receitas do projeto e/ou de arrecadação
das receitas tarifárias e estabelecimento de contas garantias.

4.4.3 Poderão ser exigidas garantias adicionais de ordem bancária, seguros, fianças, ou
outras garantias consideradas necessárias.

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4.4.4 Da mesma forma, o contrato de financiamento contará com cláusulas de garantias


indiretas - “covenants” -, a fim de assegurar, de forma eficiente, o cumprimento do
objeto do financiado bem como o pagamento da dívida contraída.

4.5 Cada um desses macro-processos analisa diversos aspectos que devem estar em
conformidade para a concessão do financiamento. Por isso, o Proponente de um
projeto em análise deverá apresentar à CAIXA, oportunamente, documentos e
comprovações.

4.6 As informações e documentos necessários constam dos seguintes anexos:

Anexo I – Roteiro de Informações para Pleito de financiamento

Anexo II – Documentação Jurídica

Anexo III – Documentação Financeira

Anexo IV – Projeto de Engenharia

Anexo V – Projeto Socioambiental

Anexo VI – Aspectos Regulatórios

Anexo VII – Estrutura de Seguros

Anexo VIII – Manifestação de Atendimento aos Princípios do Equador

Anexo IX – Perspectivas de Créditos de Carbono

Anexo X – Orientações e Modelos Exclusivos para Pleitos destinados a


Financiamento em Saneamento

Anexo XI – Orientações e Modelos Exclusivos para Pleitos destinados a


Financiamento em Infraestrutura

Anexo XII - Orientações e Modelos Exclusivos para Pleitos destinados a


Financiamento com recursos do Fundo da Marinha Mercante

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4.7 Síntese

Em suma:
Categoria do Pleito Documentos a serem encaminhados à CAIXA
Assessoramento Modelo I
e/ou Estruturação Modelo II e aguardar orientações específicas
Financiamento Modelo I
Modelo II e Anexos
Anexo I – Roteiro de Informações para Pleito de financiamento
Anexo II – Documentação Jurídica
Anexo III – Documentação Financeira
Anexo IV – Projeto de Engenharia
Anexo V – Projeto Socioambiental
Anexo VI – Aspectos Regulatórios
Anexo VII – Estrutura de Seguros
Anexo VIII – Manifestação de Atendimento aos Princípios do
Equador
Anexo IX – Estrutura e Comercialização de Créditos de Carbono
Anexo X – Orientações e Modelos Exclusivos para Pleitos
destinados a Financiamento em Saneamento
Anexo XI – Orientações e Modelos Exclusivos para Pleitos
destinados a Financiamento em Infraestrutura
Anexo XII – Orientações e Modelos Exclusivos para Pleitos
destinados a Financiamento com recursos do FMM
FGTS - Para operações com recursos do FGTS, além das informações acima, apresentar
Carta-Consulta encaminhada ao Ministério das Cidades: www.cidades.gov.br
BNDES - Para operações com recursos do BNDES, substituir o Anexo I pelas Orientações
para a entrega de documentos necessários para a formalização de pedidos de apoio
financeiro diponível no sítio do BNDES: www.bndes.gov.br
FDA - Para operações com recursos do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia,
substituir ou complementar o Anexo I pela Consulta Prévia encaminhada à SUDAM
http://www.sudam.gov.br/incentivo-a-investimentos/financeiro-fda
FDNE - Para operações com recursos do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste,
substituir ou complementar o Anexo I pela Consulta Prévia encaminhada à SUDENE
http://www.sudene.gov.br/
FMM - Para operações com recursos do Fundo da Marinha Mercante, substituir ou
complementar o Anexo I pela Consulta Prévia encaminhada ao Ministério do Transporte
www.transportes.gov.br

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5 MACRO FLUXO PARA FINANCIAMENTO DE PROJETOS NA CAIXA

GESAN GESAN
INÍCIO
ENCAMINHA DOCUMENTOS DE ELABORA PA, VOTO, TS FINAL,
ANÁLISE ÀS ÁREAS ENVOLVIDAS RESOLUÇÃO E MINUTA DO CT

SR
ÁREAS ENVOLVIDAS
ENTRADA DO PEDIDO DE
FINANCIAMENTO E/OU PA ECONÔMICO-FINANCEIRO E
PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PA VIABILIDADE TÉCNICA APROVAÇÃO DA OE PELA
AMBIENTAL ALÇADA COMPETENTE

ENCAMINHA O PEDIDO DE
FINANCIAMENTO À GESAN
NEGOCIA LOI (SE MDL)

COMUNICA CLIENTE /
SIM
SR
GESAN RECEBE O PEDIDO GESAN SIM

FAZ O ENQUADRAMENTO DE FIM


FICHA DE ACEITE ELABORA RTOE PRELIMINAR

GESAN

ENCAMINHA MINUTAS CR AO
GESAN NÃO JURÍDICO
GESAN
ACEITE DO GN E DE ACORDO ANALISA A VIABILIDADE
GP. CONTINUIDADE?
SIM
GESAN
SIM NÃO COORDENA EVENTO
GESAN
ASSINATURA DE CT COM
COMUNICAÇÃO À SUMAC E
COMUNICA CLIENTE / ESTRUTURA OPERAÇÃO E TS ASSIMP
SR

NÃO
GESAN
FIM
SIM
VERIFICA CONDICIONANTES
FIM PRÉ-CONTRATUAIS PREVISTAS
NO PA
Tem operação de GESAN
CARBONO?
GN APROVA RTOE
NÃO GESAN
SIM
VERIFICA CONDICIONANTES DO
GESAN GESAN GESTOR DA APLICAÇÃO
ENVIA CONDIÇÕES DA OE
PARA GPMA PARA NEGOCIA O TS COM O CLIENTE
AVALIAÇÃO PIN

ASSINATURA DO
GESAN CLIENTE CONTRATO

ELABORA RTI PRELIMINAR ASSINA TS PRELIMINAR

GESAN

GESAN
ASSINA MANDATO E ELABORA
ENVIA O TS À GIRIS PARA
ANÁLISES
EMISSÃO DE RATING

SIM
APROVA A OPERAÇÃO
COMUNICA CLIENTE /SR
SOLICITANDO
DOCUMENTAÇÃO
PERTINENTE NÃO
FIM

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6 ANEXOS

Modelo I

CONSULTA PRELIMINAR CAIXA

Projetos de Infra-Estrutura e Saneamento Ambiental

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Consulta Preliminar

Projetos de Infraestrutura e Saneamento Ambiental

Financiamento Assessoramento / Estruturação

1) SETOR (identificar o setor)


ENERGIA HABITACIONAL

TRANSPORTES PETRÓLEO E GÁS

SANEAMENTO AMBIENTAL NAVAL

SANEAMENTO INDUSTRIAL OUTROS (especificar)

2) TIPOLOGIA DO EMPREENDIMENTO

GERAÇÃO

TRANSMISSÃO

RODOVIÁRIO

AEROPORTUÁRIO

ABASTECIMENTO DE ÁGUA

ESGOTAMENTO SANITÁRIO

RESÍDUOS SÓLIDO

RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL E DEMOLIÇÃO

DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL

ESTALEIRO

OUTROS (especificar

3) PROJETO (informar resumidamente)


Objeto:

Localização:

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Período de implantação
Data início Data Fim
/ / / /

Valores
Investimento total Financiamento pleiteado

Licenças Ambientais (informar o estágio das licenças):

Receita contratada (informar, se houver, contrato(s) de venda relativa ao produto/serviço


oriundo do projeto; constar prazo e estimativa de receita anual):

Prazo total: Estimativa de receita anual:

Vinculação do projeto (informar, se for o caso, a vinculação do projeto a programas de


governo):

Estágio de

4) CONCESSÃO/CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS (se for o caso)


Regularidade da concessão/autorização perante ente público competente para
implantação/exploração do empreendimento
(informar quanto à existência de instrumento de concessão/autorização ou o estágio em
que se encontra)

Prazo da concessão
Data início Data Fim
/ / / /

5) PROPONENTE
Razão Social (informar quando se tratar de sociedade de propósito específico)

Localização: CNPJ:

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6) COMPOSIÇÃO SOCIETÁRIA
Razão Social CPF/CNPJ:

End.: Percentual de participação

Razão Social CPF/CNPJ:

End.: Percentual de participação

Razão Social CPF/CNPJ:

End.: Percentual de participação

7) OUTROS DADOS RELEVANTES

8) CONTATOS
Nome Telefone

E-Mail

OBS: Não há necessidade de envio de documentos neste momento.

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Modelo II

PEDIDO DE FINANCIAMENTO E/OU ASSESSORAMENTO E/OU ESTRUTURAÇÃO

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Pedido de Financiamento e/ou Assessoramento e/ou Estruturação

À
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
SR (informar Regional da CAIXA)

Senhor Superintendente

1 Submetemos à apreciação da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, pedido de


(financiamento e/ou assessoramento e/ou estruturação) com vistas à realização de
operação de crédito, com o objetivo de executar o empreendimento denominado ,
na modalidade de , nos valores estimados, a seguir descritos:

Valor de Investimento: Valor de Financiamento: Valor de Contrapartida:


R$ R$ R$

2 Para tanto, encaminhamos as informações constantes do(s) seguinte(s) anexo(s):

Anexo I – Roteiro de Informações para Pleito de financiamento


Anexo II – Documentação Jurídica
Anexo III – Documentação Financeira
Anexo IV – Projeto de Engenharia
Anexo V – Projeto Socioambiental
Anexo VI – Aspectos Regulatório
Anexo VII – Estrutura de Seguros
Anexo VIII – Manifestação de Atendimento aos Princípios do Equador
Anexo IX – Estudos Complementares
Anexo X – Perspectivas de Créditos de Carbono
Anexo X – Orientações e Modelos Exclusivos para Pleitos destinados a Financiamento
em Saneamento
Anexo XI – Orientações e Modelos Exclusivos para Pleitos destinados a Financiamento
em Infraestrutura
Anexo XII - Orientações e Modelos Exclusivos para Pleitos destinados a Financiamento
com recursos do Fundo da Marinha Mercante

3 Finalizando, declaramos que todos os documentos ora encaminhados, representam a


situação atual desta empresa e do projeto, objeto da presente consulta.

4 Estamos cientes que qualquer alteração, resultante das análises econômico-financeira,


jurídica e de engenharia, inclusive quanto ao conteúdo dos documentos apresentados,
poderá ensejar o cancelamento do presente pleito pela Caixa Econômica Federal, e
conseqüente anulação da Carta-consulta pelo Gestor da Aplicação, eximindo a CAIXA
pelo ressarcimento de despesas de tarifas de análise efetuadas.

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, de de
Local/Data

Assinatura representante legal da


Empresa Proponente

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Anexo I

Roteiro de Informações para Pleito de Financiamento

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Roteiro de Informações para Pleito de Financiamento

OBS: Caso os elementos aqui solicitados estejam descritos em outros documentos


como na Carta Consulta, Consulta Prévia, etc. não há necessidade de replicar o
dado, apenas remeter ao documento e item em que a informação foi prestada.

1. PROPOSTA E RESUMO DA OPERAÇÃO

1.1. Proponente

Observações:

1) Apresentar o nome / razão social do Grupo Econômico / Proponente / Endereço /


Contato (Nome, Telefone, e-mail).

1.2. Objetivo do Projeto / Operação

Observações:

1) Descrever sucintamente o objetivo do projeto (localização, fases, etc.).

1.3. Proposta das Principais Condições da Operação


Tendo em vista a execução do empreendimento, (descrever o projeto), com seus méritos
e riscos, propõe-se a concessão de financiamento à CAIXA, no valor global de R$ _____
(valor por extenso), nas seguintes condições:

Quadro de Condições da Operação


Valor Empréstimo
Empréstimo 1
Empréstimo 2
Contrapartida (Capital Próprio)
Valor Total
Carência
Amortização
Prazo Total

O prazo proposto de _____ meses foi definido levando-se em conta _____.

Observações:

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1) O Proponente deverá informar as condições preliminares que propõe e outras


características da operação que julgar relevantes.

2. PROPONENTE E GRUPO ECONÔMICO

2.1. Dados Gerais


2.1.1. A Empresa
2.1.2. Razão Social
2.1.3. CNPJ
2.1.4. Objeto Social
2.1.5. Endereço da Sede
2.2. Caracterização

Observações:

1) Apresentar uma abordagem sintética e um breve histórico do Proponente e de


seu Grupo Econômico;

2) Destacar os fatos mais recentes (últimos dois anos), mencionando os seguintes


aspectos: principais setores de atuação e principais produtos/marcas; posição no
ranking setorial; evolução da produção e do faturamento da empresa, para os
principais produtos ou linha de produtos, nos últimos anos; principais empresas do
Grupo e suas respectivas atividades; localização das principais unidades
operacionais; faturamento consolidado do último exercício do Grupo; participação
de cada empresa no faturamento do grupo; grau de capacitação tecnológica da
empresa (produtos/processos); organização interna: número de funcionários e perfil
de qualificação dos recursos humanos da empresa; montante dos investimentos
realizados pelo grupo nos últimos anos; e outros aspectos considerados relevantes.

2.3. Controle Societário


O Capital Social subscrito e integralizado do Proponente, em dd/mm/aaaa é de R$ _____
(valor por extenso). O controle societário do Proponente é exercido por
(nome do controlador), detentor de _____% do capital votante da companhia, conforme
detalhado no quadro a seguir:

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Quadro de Controle Societário


Controle Societário Ações Ordinárias Participação (%)

Observações:

1) Informar se existe Acordo de Acionistas. Em caso positivo, mencionar os pontos


relevantes.
• composição acionária: quais os acionistas do projeto e grupo empresarial
envolvido, controladores e responsáveis pelo projeto;

2.4. Estratégia Corporativa

Observações:

1) Indicar a visão de longo prazo do Proponente em relação ao seu portfólio de


negócios e à alocação de seus recursos (organizacionais, financeiros, sociais, etc),
bem como a estratégia e montantes de investimentos realizados pelo
Proponente/Grupo Econômico;

2) Desconsiderar este item caso o Proponente seja Sociedade de Propósito


Específico.

2.5. Governança, Gestão e Capitais Intangíveis

Observações:

1) Governança: descrever os principais órgãos deliberativos do Proponente,


apresentando informações quanto à estrutura deliberativa e executiva (existência
de diretoria, conselho de administração, reunião de sócios etc); indicação de quem
representa a sociedade perante terceiros e do órgão competente para deliberar
sobre a realização de empréstimos;

2) Gestão: apresentar o organograma do Proponente e do Grupo e avaliação sobre


os seus principais processos administrativos;

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3) Capitais Intangíveis: avaliar a importância de capitais intangíveis, como marcas e


patentes, para o sucesso dos negócios do Proponente, avaliando ainda os
investimentos realizados para a valorização desses capitais, se for o caso;

4) Desconsiderar item 3) para operações de Proponentes Finais em que os Ativos


Intangíveis não são relevantes para o sucesso do negócio.

3. PROJETO / OPERAÇÃO

3.1. Descrição e Objetivo do Projeto / Operação

Observações:

1) Descrever de forma detalhada o projeto, informando a sua natureza


(implantação, expansão, reestruturação etc.); a localidade; prazo de implantação e
época prevista de início de operação; impactos e benefícios esperados na
empresa; ganho na capacidade produtiva; aumento de competitividade/exportação;
aspectos técnicos e outros. No caso de projeto de implantação, comentar os
aspectos referentes à escolha da sua localização;

2) Apresentar, para projetos Brownfield, quadro comparativo da capacidade de


produção/atendimento populacional antes e após o projeto, por linha de produto;

3) Destacar Inovação em produtos ou processos (se houver);

4) Destacar o Investimento Social (se houver);

5) Destacar o Investimento Ambiental (se houver).

3.2. Resumo do Quadro de Usos e Fontes (QUF) / Plano de Investimentos

Quadro de Usos e Fontes conforme a tipologia do projeto

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QUADRO DE USOS E FONTES – SANEAMENTO

EMPRESA:
CNPJ:
PROJETO:

ANO Memória 2005 2006 2007 TOTAL


1 Estudos e Projetos
2 Investimento (2.1+ 2.2)

2.1 Água informar


2.2 Esgoto informar
2.3 DI informar
3 Capital de Giro informar
4 Outros informar
5 TOTAL (1+2+3+4)

ORIGEM
ANO Memória 2005 2006 2007 TOTAL
6 Contrapartida

6.1 Aporte de Capital

6.2 Reinversão de Lucros

7 Financiamentos (7.1+7.2+7.3)

7.1 CAIXA

7.1 Água

7.2 Esgoto

7.3 DI

7.4 Outras Fontes


8 TOTAL (6+7) - - -

Assinatura do Representante
Local e data Legal

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QUADRO DE USOS E FONTES – INFRAESTRUTURA

Realizado até
Itens A realizar Projeto Total %
dd/mm/aaaa
USOS 100
1. Investimentos financiáveis / /
1.1 Fixo e Giro / /
- Obras Civis / /
- Montagens e Instalações / /
- Estudos e Projetos / /
- Despesas Pré-operacionais / /
- Despesas de Internação (por
exemplo, no caso de Unidades de / /
Saúde)
- Capital de Giro / /
- Outros / /
1.2 Investimentos Sociais / /
1.3 Investimentos Ambientais / /
2. Investimentos Não Financiáveis / /
FONTES 100
3. Recursos Próprios / /
4. Recursos de Terceiros / /
4.1 Financiamento 1 / /
4.2 Financiamento 2 / /
/ /

Quadro de Usos e Fontes - Marinha Marcante:

http://www.transportes.gov.br aba “O Ministério” clicar em “Legislação” pesquisar


“Portaria 253/2009” buscar “Anexos”: Anexo II - Detalhamento do orçamento e
Quadro de Usos e Fontes

Observações:

1) Deverá ser apresentado o Quadro de Usos e Fontes/Plano de Investimento


detalhado, de acordo com a tipologia da proposta de financiamento;

2) Dependendo da fonte de recursos empregada no financiamento, o terreno


também poderá ser financiado;

3) Deverá ser apresentada a Lista de Máquinas/Equipamentos Nacionais a serem


utilizados no projeto;

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4) Deverá ser apresentada a Lista de Máquinas/Equipamentos Importados a serem


utilizados no projeto, destacando os principais itens: fornecedores, país de origem,
valor F.O.B. dos equipamentos na moeda que serão pagos.

3.2.1. Comentário Usos

3.2.2. Comentário Fontes

3.3. Geração de Empregos

Observações:

1) Mencionar o quantitativo atual de empregos, diretos e indiretos da Proponente,


especificando a data-base desta informação para projetos Brownfield;

2) Detalhar o número previsto de empregos a serem gerados com o projeto, a


natureza desses empregos (diretos e indiretos), especificando a data-base para a
previsão, bem como, para projetos Brownfield, o acréscimo percentual a ser
observado no quadro de empregados;

3) Mencionar, para projetos Brownfield, a existência de política de Recursos


Humanos.

3.4. Impactos Sociais e Regionais do Projeto / Operação

Observações:

1) Descrever os principais aspectos e impactos de natureza social, como os


benefícios a serem oferecidos à mão-de-obra e/ou comunidade locais, assim como
os benefícios a serem alcançados do ponto de vista regional.

3.5. Aspectos Ambientais

Observações:

1) Descrever os impactos ambientais e medidas preventivas e mitigadoras do


projeto;

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2) Informar quanto à existência de Política Ambiental expressa, de estrutura ou


organograma específico para tratar das questões ambientais e de Sistema de
Gestão Ambiental, bem como os principais indicadores ambientais monitorados
pela empresa;

3) Informar sobre a existência de passivos ambientais;

4) Relatar se as diretrizes estabelecidas pelo órgão responsável pelo meio-


ambiente foram consideradas.

3.5.1. Cumprimento da Legislação Ambiental

Quadro de Licenças Ambientais


Órgão Data da
Licença (Tipo) Nº Validade
Expedidor Expedição
Licença de
dd/mm/aaaa dd/mm/aaaa
Operação – LO
Licença de
dd/mm/aaaa dd/mm/aaaa
Instalação – LI
...
Observações:

1) Relatar sobre os processos para obtenção de licenças, quais são necessárias


para a construção e operação do empreendimento e quais já foram obtidas.

3.6. Estrutura de Garantias e Covenants Oferecidas

Observações:

1) Indicar o tipo de garantia (recebíveis, hipoteca, propriedade fiduciária, entre


outras) disponibilizada preliminarmente pelo Proponente;

2) Para garantias reais, informar o índice de cobertura garantia real/colaboração


financeira.

3.7. Aspectos Relacionados aos Princípios do Equador

Observações:

1) Comentar sucintamente sobre a situação atual, se for o caso.

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4. MERCADO

4.1. Aspectos Gerais / Desempenho e Perspectiva do Mercado

Observações:

1) Comentar sucintamente sobre a situação atual e a evolução prevista da


demanda, da oferta, da concorrência (inclusive principais concorrentes e
participação de mercado), do mercado fornecedor e dos preços, bem como sobre
principais clientes, limitando-se ao mercado de atuação do Proponente.

4.2. Impactos do Projeto no Proponente e no Mercado

Observações:

1) Descrever os impactos econômico-financeiros do projeto sobre o Proponente e


sua posição no mercado em que se insere.

5. ASPECTOS ECONÔMICO-FINANCEIROS

5.1. Principais Indicadores Econômico-financeiros

As demonstrações contábeis foram auditadas pela _____.

Quadro de Indicadores Financeiros


Indicadores mm/aa dez/aa-1 dez/aa-2 dez/aa-3
Ativo Total
Patrimônio Líquido
Dívida Líquida
Receita Operacional Líquida

EBITDA
Lucro Líquido
Margem EBITDA
Margem Líquida
Dívida Líquida / EBITDA

Observações:

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1) Dívida Líquida = Empréstimos + Financiamentos + Debêntures –


(Disponibilidades + Aplicações Financeiras).

5.2. Análise Retrospectiva

Observações:

1) Baseado no quadro dos indicadores financeiros, comentar os fatos que


provocaram mudanças na evolução dos principais índices (no caso de Corporate
Finance ou projetos Brownfield).

5.3. Análise Prospectiva

Observações:

1) Indicar a metodologia utilizada para elaboração das projeções (preços


constantes ou correntes), bem como o período de projeção;

2) No caso de Corporate Finance ou projetos Brownfield, apresentar projeções do


projeto dentro da empresa e do projeto fora da empresa;

3) No caso de Project Finance, apresentar as projeções do projeto fora da


empresa.

4) Constam dos Anexos X, XI e XII planilhas para subsidiar a apresentação das


projeções do projeto.

5.3.1. Resumo das Principais Premissas Adotadas

Observações:

1) Descrever as principais premissas utilizadas nas projeções, principalmente as


referentes à estimativa do faturamento (preços e volumes de vendas) e
custos/despesas. Nos casos de empréstimos/financiamentos, apresentar os saldos
devedores por tipo de empréstimo e amortizações futuras, indicando as taxas de
juros;

2) Nos casos em que houver alta probabilidade de mudanças nas premissas


utilizadas, elaborar testes de sensibilidade para as principais variáveis de análise.

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5.3.2. Conclusões a Respeito da Evolução da Capacidade de Pagamento

Observações:

1) Apresentar quadro resumo com os resultados das projeções elaboradas e


conclusão a respeito da capacidade de pagamento do apoio financeiro pleiteado e
da geração de caixa do Proponente;

2) Informar o ICSD em periodicidade mensal, assim como o ICSD médio, mínimo e


máximo;

3) Informar, entre outros pontos, a TIR e o VPL do projeto, bem como a taxa de
desconto adotada (taxa mínima de atratividade ou custo de oportunidade de
capital);

4) Apresentar, em anexo ao Relatório de Análise, os demonstrativos contábeis


projetados (Balanço Patrimonial, Demonstrativo de Resultado e Fluxo de Caixa).

6. ASPECTOS JURÍDICOS

6.1. Apontamentos Relevantes

Observações:

1) Mencionar questões jurídicas relevantes em relação ao Proponente, Grupo


Econômico e Projeto, se houver.

7. ASPECTOS DE ENGENHARIA
7.1. Características do Projeto

Observações:

1) Descrever o que será executado na obra: aterro, alvenaria etc.;

2) Quantificar os itens que serão verificados ao final das obras: quartos, salas,
elevadores, estacionamento, etc.;

3) Dar a localização do terreno onde está sendo executado o empreendimento


(fazendo uso de fotos e mapas), assim como o status das obras;

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4) Indicar a tecnologia e metodologia de execução das obras, que devem ser


adequadas com a proposta de financiamento em estudo, de forma a: fornecer visão
global da obra e identificar elementos constitutivos; informar as soluções técnicas
globais e localizadas; identificar os tipos de serviços a executar e de materiais e
equipamentos a incorporar à obra; informar os métodos construtivos utilizados.

7.2. Contratos de Engenharia e Equipamentos

Observações:

1) Informar os dados das empresas contratadas, detalhando o contrato de EPC:


coberturas, garantias, prazos etc.;

2) Informar a engenharia do proprietário, responsável pelo acompanhamento e


gerenciamento das obras;

3) Informar os dados dos contratos de fornecimento de equipamentos: empresa,


origem, garantia, manutenção, etc.

8. ASPECTOS REGULATÓRIOS

8.1 Ambiente Regulatório

Observações:

1) Apresentar os órgãos e definir o regramento que permeia o setor em que o


empreendimento se insere;

2) Definir quais as atividades que serão desenvolvidas pelo empreendimento e


quem fiscaliza cada uma delas;

3) Mencionar outras questões relevantes sobre os aspectos regulatórios.

9. ASPECTOS RELACIONADOS AOS CRÉDITOS DE CARBONO

Observações:

1) Apresentar as perspectivas de geração de créditos de carbono, se for o caso.

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ANEXO II

Informações Jurídicas

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Informações Jurídicas

1. Documentação relativa ao processo de concessão ou subconcessão dos


serviços

1.1 Cópia da Lei Orgânica do Município, Lei Autorizativa (Complementar ou Ordinária)


ou Decreto que defina a delegação dos serviços com vistas à concessão ou
subconcessão de tais serviços públicos à iniciativa privada;

1.2 Cópia completa do Edital de Licitação, inclusive de todas alterações resultantes dos
pedidos de esclarecimentos dos participantes;

1.3 Cópia da Ata de Abertura da Licitação;

1.4 Cópia da Ata de Homologação da Licitação;

1.5 Cópia da Ata de Adjudicação da Licitação;

1.6 Cópia da norma e do sistema de regulação estabelecida pelo Poder Concedente;

1.7 Indicação do Ente Regulador, dotado de autonomia administrativa e financeira


independente;

1.8 Cópia de contrato firmado entre o Poder Concedente, o


Concessionário/Subconcessionário e o Ente Regulador de prestação dos serviços,
revestido das formalidades legais;

1.9 Lei Autorizativa de criação do Ente Regulador, quando se tratar de empresa


constituída no âmbito político administrativo do Estado e/ou Município, dotado de
autonomia financeira independente do orçamento público;

1.10 Cópia do contrato social ou estatuto do Ente Regulador, quando se tratar de


Entidade conveniada para exercer aquela atividade;

1.11 Indicação dos empregados do Poder Concedente com a responsabilidade de tratar


os assuntos relativos ao financiamento e/ou assessoramento e/ou estruturação da
operação de crédito.

2. Documentação relativa ao concessionário ou subconcessionário

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2.1 Cópia do contrato de concessão ou subconcessão firmado entre a Concessionário


e/ou Subconcessionário privado e o Poder Concedente, e seus aditivos, inclusive
dos sócios ou de acionistas;

2.2 Cópia do CNPJ em vigor;

2.3 Cópia dos Atos constitutivos do concessionário e/ou subconcessionário – contrato


social, quando se tratar de empresa constituída sob a forma de sociedade por
cotas de responsabilidade limitada ou, do estatuto social, quando a empresa for
constituída sob a forma de sociedade anônima, incluindo em ambos os casos todas
as alterações;

2.4 Cópia de Atas de reunião de Diretoria e /ou sócios da empresa concessionária,


autorizando a constituição da SPE, devidamente registrados na Junta Comercial;

2.5 Cópia do instrumento de sub-rogação do contrato a SPE;

2.6 Cópia do CNPJ;

2.7 O Plano de Investimentos para a universalização do atendimento;

2.8 Indicação dos empregados da SPE com a responsabilidade de tratar os assuntos


relativos ao financiamento e/ou assessoramento e/ou estruturação da operação de
crédito.

3. Documentação quando se tratar de SPE e não detentora de concessão ou


subconcessão

3.1 Autorização ou Licenciamento do Poder Público para operar o serviço público, se


for o caso;

3.2 Cópia do contrato de prestação de serviços e instrumentos de re-ratificação do


contrato;

3.3 Quando se tratar de contratação, todos os elementos do processo de licitação, tais


como: Edital, Adjudicação e Homologação, etc.

3.4 Cópia do CNPJ e do contrato social e alterações, da pessoa jurídica ou consórcio


detentor da concessão ou subconcessão;

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3.5 Cópia dos Atos da Administração da SPE, devidamente registrados na Junta


Comercial;

3.6 Cópia das Atas de reunião de Diretoria e /ou sócios da empresa concessionária,
autorizando a constituição da SPE, devidamente registrados na Junta Comercial;

3.7 Cópia da Ata de reunião do colegiado, no caso de empresa constituída sob a forma
de sociedade anônima;

3.8 Cópia do instrumento de sub-rogação do contrato a SPE;

3.9 Cópia do CNPJ e do contrato social e alterações, da SPE;

3.10 Indicação dos empregados da SPE com a responsabilidade de tratar os assuntos


relativos ao financiamento e/ou assessoramento e/ou estruturação da operação de
crédito.

3.11 Documentação quando se tratar de SPE

3.12 Autorização ou Licenciamento para implantar e/ou operar;

3.13 Quando se tratar de contratação, todos os elementos do processo de licitação, tais


como: Edital, Adjudicação e Homologação, etc.;

3.14 Quando se tratar de contratação, cópia do contrato de prestação de serviços e


instrumentos de re-ratificação do contrato;

3.15 Cópia do CNPJ e do contrato social e alterações, da pessoa jurídica ou consórcio


detentor da concessão ou subconcessão;

3.16 Cópia dos Atos da Administração da SPE, devidamente registrados na Junta


Comercial;

3.17 Cópia das Atas de reunião de Diretoria e /ou sócios da empresa concessionária,
autorizando a constituição da SPE, devidamente registrados na Junta Comercial;

3.18 Cópia da Ata de reunião do colegiado, no caso de empresa constituída sob a forma
de sociedade anônima;

3.19 Cópia do instrumento de sub-rogação do contrato a SPE;

3.20 Cópia do CNPJ e do contrato social e alterações, da SPE;

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3.21 Indicação dos empregados da SPE com a responsabilidade de tratar os assuntos


relativos ao financiamento e/ou assessoramento e/ou estruturação da operação de
crédito.

4 Documentação quando se tratar de Empresa/Cooperativa

4.1 Autorização ou Licenciamento para implantar e/ou operar;

4.2 Cópia do CNPJ e do contrato social e alterações, da pessoa jurídica;

4.3 Cópia dos Atos da Administração da Empresa/Cooperativa, devidamente


registrados na Junta Comercial;

4.4 Cópia das Atas de reunião de Diretoria e /ou sócios da empresa, devidamente
registrados na Junta Comercial;

4.5 Cópia da Ata de reunião do colegiado, no caso de empresa constituída sob a forma
de sociedade anônima;

4.6 Cópia do CNPJ e do contrato social quando se tratar de empresa constituída sob a
forma de sociedade por cotas de responsabilidade limitada ou, do estatuto social,
quando a empresa for constituída sob a forma de sociedade anônima, incluindo em
ambos os casos todas as alterações;

4.7 Indicação dos empregados da empresa/cooperativa com a responsabilidade de


tratar os assuntos relativos ao financiamento e/ou assessoramento e/ou
estruturação da operação de crédito.

4.8 Certidões negativas comuns a todas as empresas

4.9 Certidão Negativa de Débito junto ao INSS – CND;

4.10 Certificado de Regularidade junto ao FGTS – CRF;

4.11 Certidões Negativas de Débitos perante a Fazenda Pública Federal, Estadual e


Municipal, inclusive dos feitos trabalhistas;

4.12 Certidão Negativa de Falências e Concordatas;

4.13 Certidão Negativa de Protesto;

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4.14 Certidão emitida pelo órgão competente do judiciário que indique o número de
cartórios de falências, concordatas e protestos.

4.15 Na hipótese de qualquer das certidões apresentadas ser positiva, deverá ser
apresentada para cada uma delas a CERTIDÃO DE “OBJETO E PÉ”, emitida pelo
Cartório onde o feito distribuído esteja sendo processado.

4.16 Na hipótese de haver ação ajuizada em nome da empresa Proponente ou qualquer


de seus ou suas acionistas deverão ser apresentados ainda:

4.17 Cópia da peça inicial devidamente protocolizada junto ao Cartório competente;

4.18 Cópia do recurso interposto, se houver, devidamente protocolizado junto ao cartório


competente;

4.19 Despacho do Juiz e Cópia da sentença se houver.

Nota: Apresentar os documentos também em meio eletrônico.

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ANEXO III

Informações Financeiras

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Informações Financeiras

1 Com objetivo de assegurar a sustentabilidade econômico-financeira, ambiental e


social, manter a conformidade com as regulamentações das atividades bancárias,
e proporcionar o alcance dos objetivos definidos pela CAIXA, é feita a análise de
risco de crédito dos Proponentes e da operação de crédito, levando-se em
consideração os seguintes aspectos:

1.1 A classificação de risco dos controladores do Proponente, conforme a dependência


do projeto e do financiamento em relação aos mesmos;

1.2 O risco de implantação do projeto e os respectivos mitigadores;

1.3 O grau de alavancagem do Proponente;

1.4 A suficiência, previsibilidade e estabilidade dos fluxos de caixa do projeto, para


saldar os financiamentos;

1.5 O risco operacional do projeto e respectivos mitigadores;

1.6 Valor, liqüidez e segurança das garantias oferecidas pela beneficiária;

1.7 Possibilidade de vincular ou ceder, em favor dos financiadores, as receitas futuras


do projeto.

2 A definição da documentação necessária à análise observa a natureza do


Proponente, ou seja:

a) Empresas com faturamento anual até 15 milhões

b) Empresas com faturamento anual acima de 15 milhões

c) Empresas de saneamento

d) Empresas da construção civil

e) Entidades sem fins lucrativos

f) Estados / Municípios / Distrito Federal

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3 Devem ser observadas as orientações disponíveis no sítio da CAIXA, endereço:


www.caixa.gov.br, aba DOWNLOADS, item Documentação para Avaliação de
Risco de Crédito.

3.1 Conforme relatado anteriormente, o processo de análise de risco de crédito é


conduzido pela unidade onde o Proponente possui relacionamento comercial com
CAIXA.

4 Destaca-se, por fim, que por restrições legais vigentes é vedada a concessão de
operações de crédito para:

4.1 Proponentes inadimplentes caracterizados na política de cobrança da CAIXA,


exceção feita à operação que vise à regularização do débito;

4.2 Proponentes que em operações de renegociação causaram perda de capital para a


CAIXA, até a efetiva recomposição da perda causada ou, no mínimo, por período
de três anos, a partir da liquidação da operação de renegociação;

4.3 Pessoa Física ou Jurídica que esteja com demanda judicial decorrente de
operações de crédito em curso contra a CAIXA;

4.4 Pessoa Física ou Jurídica que conste em listas específicas de órgãos oficiais por
infringir as regulamentações pertinentes a valores socioambientais;

4.5 Sócio ou dirigente de empresas da construção civil que demande financiamento


imobiliário junto à CAIXA para aquisição de imóveis na planta objeto de
incorporação ou construção da empresa da qual faz parte;

4.6 Partidos Políticos.

5 Apresentar a árvore de participações societárias até o nível de controle por


pessoa(s) física(s).

Nota: Apresentar os documentos também em meio eletrônico.

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ANEXO IV

Projeto de Engenharia

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Projeto de Engenharia

1 Documentação a ser apresentada

1.1 Documento comprobatório da titularidade do terreno (independente de ser objeto


de garantia) onde será implantado o empreendimento;

1.2 Descrever a localização do empreendimento (inserir mapas de localização e fotos


ilustrativas, se possível, coordenadas);

1.3 Quadro de Composição do Investimento / Quadro de Usos e Fontes;

1.4 Cronograma físico-financeiro;

1.5 Cronograma de desembolso;

1.6 ART de projeto e execução, se for o caso;

1.7 Projeto aprovado em todas as instâncias necessárias (as aprovações podem ser
condicionadas à contratação), ou detalhar o estágio em que se encontra o
processo de aprovação;

1.8 Status atual das obras, se for o caso, qualificando e quantificando o realizado;

1.9 Apresentar os custos apurados para:

a) Obras Civis;

b) Montagem eletromecânica;

c) Engenharia do Proprietário (quem irá executar as obras, o


acompanhamento, gerenciamento, etc.);

d) Demais fornecedores e prestadores de serviços.

1.10 Especificações Técnicas;

1.11 Manifestação de Concessionárias ou Serviço Público quanto ao fornecimento,


manutenção e operação (resíduos sólidos, esgoto, água, energia elétrica, telefonia.
Gás, Corpo de Bombeiros, etc.);

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1.12 Apresentar a Licença da Obra, ou detalhar o estágio em que se encontra o


processo de aprovação;

1.13 Encaminhar documentos comprobatórios de aprovação de Projetos pelos Órgãos


Competentes (Prefeitura, Agente Regulador, etc.), ou detalhar o estágio em que se
encontra o processo de aprovação;

1.14 Descrever a tecnologia e metodologia de execução das obras, destacando os


riscos inerentes e suas formas de mitigação;

1.15 Relacionar os materiais e equipamentos a serem adquiridos, ressaltando origem


dos mesmos e respectivas estimativas de valor.

2 ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE ABASTECIMENTO DE


ÁGUA OU ESGOTAMENTO SANITÁRIO

2.1 O Projeto Básico é o documento integrante do pedido de financiamento dos


empreendimentos de:

a) Implantação de Sistemas;

b) Ampliação de Sistemas;

c) Otimização e ou Reabilitação de Sistemas.

2.2 Compõe o projeto, além de outros elementos específicos de cada área essenciais à
compreensão do empreendimento, a documentação abaixo:

2.1.1. estudo de concepção das diferentes partes de um sistema, organizados de modo a


formar um todo integrado, para a escolha da melhor concepção sob o ponto de
vista técnico, econômico-financeiro e social, se for o caso;

2.1.2 memorial descritivo e justificativa das obras e serviços;

2.1.3 plantas de localização do empreendimento;

2.1.4 levantamento topográfico;

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2.1.5 plantas (baixas, cortes e perfis) das obras;

2.1.6 discriminação técnica, entendida como o conjunto dos materiais, equipamentos e


técnicas de execução (antiga “especificações”);

2.1.7 estudo geológico e hidrológico, inclusive relatório de sondagem, sempre que


necessários;

2.1.8 orçamentos das obras/serviços;

2.1.9 cronogramas das obras/serviços;

2.3 Descrever as características e condições do sistema existente, considerado


integrante do todo, composto pelo conjunto das unidades existentes objeto de
ampliação e reabilitação e/ou otimização e das outras unidades que com elas
possam interagir.

Nota: Apresentar os documentos também em meio eletrônico.

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ANEXO V

Projeto Socioambiental

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Projeto Socioambiental

1 Consiste no estudo, a ser apresentada pelo Proponente à CAIXA, da


sustentabilidade socioambiental do(s) empreendimento(s) objeto de financiamento
e/ou assessoramento e/ou estruturação da operação de crédito.

2 Em função do tipo de projeto, da natureza e magnitude dos impactos e riscos,


poderá ser solicitada avaliação de empresa independente, mediante a classificação
da operação conforme os aspectos de:

1) Porte e complexidade: que orienta a classificação do projeto sob diversos


aspectos técnicos e operacionais e o dimensionamento de seus impactos;

2) Risco Socioambiental: que orienta a identificação e avaliação dos riscos


decorrentes dos impactos sócio-ambientais dos projetos, a definição de ações
mitigadoras dos riscos identificados e o estabelecimento de cláusulas contratuais
com obrigações de fazer e de não fazer, visando garantir a execução das ações
mitigadoras.

3 O projeto de viabilidade social do empreendimento deve observar, no mínimo, se


as diretrizes, abaixo relacionadas, foram consideradas:

a) atendimento aos pré-requisitos da(s) fonte(s);

b) adequação às características da população;

c) previsão de macro-ações sociais compatíveis com as características da


população e da área de intervenção;

d) manutenção e conservação dos bens e serviços gerados;

e) elaboração de Plano de Regulamento do Mutirão, do Plano de Reassentamento,


Remanejamento ou Relocação de famílias, quando for o caso.

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4 A Constituição Federal, em seu artigo 225, §1º, inciso IV, e Resoluções do


CONAMA nºs 01/86 e 237/97, trazem exigência do EIA/RIMA, para a instalação de
obra ou atividade potencialmente causadora de significativa degradação do meio
ambiente.

5 O projeto de viabilidade ambiental do empreendimento deve observar, no mínimo,


se as diretrizes estabelecidas pelo órgão responsável pelo meio-ambiente foram
consideradas:

a) EIA/RIMA, outros instrumentos importantes, a exemplo do Estudo de Impacto de


Vizinhança e respectivo Relatório (“EIV/RIVI”), Estudo Ambiental Simplificado
(“EAS”), Avaliação Ambiental Estratégica (“AAE”) etc.;

b) área de influência do projeto, descrição da ação proposta e suas alternativas;

c) identificação, análise e previsão dos impactos significativos, positivos e


negativos;

d) definição das medidas mitigadoras dos impactos negativos;

e) realização ou dispensa da Audiência Pública; etc.

6 Para Projetos de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos e Mecanismo de


Desenvolvimento Limpo no Brasil, observar as orientações contidas no Marco
Socioambiental, disponível no sítio da CAIXA, endereço: www.caixa.gov.br, aba
“Downloads”, categoria “Resíduos Sólidos e Desenvolvimento Limpo”, pasta “Marco
Socioambiental”.

7 Aspectos Sociais

7.1 Descrever sucintamente a respeito da gestão dos aspectos sociais da empresa,


destacando, desenvolvimento de programas sociais voltados à educação e
qualificação, saúdes, laser, recolocação, ascensão profissional, moradia,
atendimento ao previsto em lei quanto aos benefícios e recrutamento dos
trabalhadores e demais aspectos considerados relevantes.

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7.2 Relatar as principais ações sociais realizadas ou apoiadas, com ou sem parcerias
com ONG’s, instituições públicas ou governamentais, universidades, etc.

7.3 Identifica impactos sociais positivos e negativos decorrentes da implantação do


projeto em comunidades locais envolvidas e em sua área de abrangência,
destacando, dentre outros, os impactos nas áreas de habitação, saúde, educação e
assistência social dos municípios envolvidos, tendo em vista a atração de
população para o local do empreendimento, bem como fluxo migratório,
deslocamento de populações ou desapropriações.

7.4 Descrever a estrutura existente na empresa para tratar dos assuntos relacionados
aos aspectos sociais.

8 Aspectos Ambientais

8.1 Descrever sucintamente sobre os aspectos ambientais relacionados à localização


do empreendimento, especialmente se contém área reconhecida como Patrimônio
Histórico, Cultural, Sítio Arqueológico ou Espeleológico.

8.2 Ressaltar as atividades do empreendimento estão associadas a, dentre outros,


deslocamento de populações, desvios de cursos d’água, captação de água
subterrânea e/ou superficial, desmatamentos de mata nativa ou drenagens em
áreas superiores a 100 hectares, produção de substâncias radioativas, utilização,
produção ou emissão de substâncias relacionadas no Protocolo de Montreal ou na
Convenção de Estocolmo1, pesquisa de OGMs - Organismos Geneticamente
Modificados, lançamento de efluentes no mar, em lagoas ou em cursos d’água,
geração, tratamento, incineração, disposição final de resíduos sólidos, emissão de
poluentes atmosféricos, geração de ruídos, odores, vibrações, radiações
eletromagnéticas

1 O Protocolo de Montreal de 1987, ratificado pelo Brasil em 1990, refere-se à meta internacional para proteção da camada de ozônio, reduzindo a produção e o
consumo de gases CFC (clorofluorcarbonos), de halons e de brometo de metila.
A Convenção de Estocolmo de 2001, ratificada pelo Brasil em 2004, visa a eliminação gradual da produção, uso e disposição de alguns Poluentes Orgânicos
Persistentes considerados perigosos: pesticidas - aldrina, clordano, DDT, dieldrina, endrina, heptacloro, hexaclorobenzeno, mirex e toxafeno; produtos químicos
industriais - PCBs (bifenilpoliclorado) e hexaclorobenzeno; e subprodutos involuntários - furanos e dioxinas, emitidas por processos produtivos em que se utiliza cloro
e durante a incineração de resíduos industriais.

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8.3 Descrever a estrutura existente na empresa para tratar dos assuntos relacionados
aos aspectos ambientais.

8.4 Encaminhar estudos ambientais realizados tais como Relatório Ambiental


Preliminar (RAP), Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto
Ambiental (RIMA), Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV).

8.5 Apresentar Licença Prévia ou Licença de Instalação e Licença de Operação ou de


Funcionamento ou Autorização Ambiental de Funcionamento, Autorização ou
Outorga de Direito de Uso de Recursos Hídricos, exigências de Compensação
Ambiental, Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta, ou detalhar o
estágio em que se encontra o processo de aprovação do empreendimento junto ao
órgão responsável pelo meio-ambiente.

Nota: Apresentar os documentos também em meio eletrônico.

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ANEXO VI

Aspectos Regulatórios

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Aspectos Regulatórios

1 Consiste na avaliação apresentada pelo Proponente à CAIXA dos principais pontos


a serem observados pelo Agente Regulador.

2 Dentre os aspectos a serem abordados, destaca-se:

2.1 análise e realização de estudos sobre o mercado objeto da regulação;

2.2 normas disciplinadoras do setor regulado;

2.3 forma fiscalização do cumprimento, pelos agentes do mercado, das normas


reguladoras;

2.4 metodologia adotada para defesa dos direitos do consumidor, se for o caso;

2.5 critérios de gestão de contratos de concessão e termos de autorização e permissão


de serviços públicos delegados;

2.6 metodologia/periodicidade de fiscalização do cumprimento dos deveres inerentes à


outorga, à aplicação da política tarifária etc.

2.7 forma de arbitragem entre os agentes do mercado, sempre que prevista na lei de
instituição.

3 Na esfera federal brasileira, são exemplos de agências reguladoras a ANATEL,


ANEEL, ANCINE, ANAC, ANTAQ, ANTT, ANP, ANVISA, ANS e ANA.

3.1 Considerando que no Brasil, além das agências reguladoras federais, existem
agências reguladoras estaduais, abordar o assunto destacando os aspectos
inerentes à cada uma das esferas de regulação, quando for o caso.

Nota: Apresentar os documentos também em meio eletrônico.

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ANEXO VII

Estrutura de Seguros

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Estrutura de Seguros

1 Apresentar a estrutura de seguros utilizada para o empreendimento, dividida em


contratada e a contratar, ressaltando os seguintes pontos:

Prazo de
Risco Seguro Seguradora Prêmio Beneficiário
Duração

2 Encaminhar, oportunamente, cópia das apólices de seguro contratadas.

Nota: Apresentar os documentos também em meio eletrônico.

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ANEXO VIII

Manifestação de Atendimento aos Princípios do Equador

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Manifestação de Atendimento aos Princípios do Equador

1 O escopo do trabalho a ser elaborado por empresa independente de avaliação


ambiental, para ateste do cumprimento das obrigações previstas nos Princípios do
Equador, deve contemplar, no mínimo, os seguintes aspectos:

I) Categorização

II) Avaliação Social e Ambiental

III) Aplicação de Padrões Sociais e Ambientais

IV) Plano de Ação e Sistema de Gestão

V) Consulta e Divulgação a Comunidade Afetada

VI) Mecanismos de Reivindicações para a Comunidade

VII) Avaliação Independente

VIII) Cláusulas de Rompimento/Instrumentos de Garantia

IX) Relatórios e Avaliações Independentes

X) Relatório Anual da Instituição Financeira

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ANEXO IX

Estruturação e Comercialização de Créditos de Carbono

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Estruturação e Comercialização de Créditos de Carbono

1 As informações preliminares necessárias à avaliação do potencial de crédito de


carbono devem ser apresentadas pelo Proponente para avaliação da CAIXA, de
acordo com as especificidades do projeto, se for o caso.

2 A CAIXA irá acompanhar e estruturar o processo de forma global.

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ANEXO X

Orientações e Modelos Exclusivos para Pleitos destinados a Financiamento em


Saneamento

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Orientações e Modelos Exclusivos para Pleitos destinados a Financiamento em


Saneamento

1 Para contratação das propostas serão utilizados os recursos FGTS provenientes da


área de Saneamento – Saneamento para Todos, constante do Plano de
Contratações e Metas Físicas que integra Instrução Normativa do Gestor da
Aplicação (Ministério das Cidades) e Circular do Operador do Programa (CAIXA
ECONÔMIC FEDERAL), podendo ser consultado na página do FGTS no sítio da
CAIXA e do Gestor da Aplicação, na internet.

2 É condição para contratação, sem prejuízo das demais regras estabelecidas pelo
Gestor da Aplicação, dentre outros, o atendimento aos seguintes requisitos
básicos, em qualquer modalidade:

a) Carta Consulta estar selecionada pelo Gestor da Aplicação e publicada no DOU;

b) viabilidade técnica de engenharia, econômico-financeira, jurídica e, quando for o


caso, Socioambiental;

c) situação regular com relação às operações de crédito anteriormente contratadas


com recursos do FGTS para o financiamento de empreendimentos finalizados ou
fase de execução;

d) situação de regularidade junto ao Ministério da Previdência e Assistência,


comprovada com a apresentação de Certificado de Regularidade Previdenciária –
CRP dentro do prazo de validade e/ou junto ao INSS, no caso de operações
firmadas com o Setor Público;

e) estabelecimento, nas modalidades de abastecimento de água, esgotamento


sanitário, manejo de resíduos sólidos, de Acordo de Melhoria de Desempenho –
AMD firmado entre o Prestador dos Serviços de Saneamento ou, se for o caso, a
Patrocinadora, e o Ministério das Cidades, nos termos das condições estabelecidas
na Instrução Normativa nº 05, de 22 de janeiro de 2008, suas alterações e
aditamentos. Excepcionalmente, mediante justificativa junto ao agente financeiro,
poderá o AMD ser assinado até o primeiro desembolso;

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f) emissão do termo de habilitação da operação pelo Ministério das Cidades;

g) situação regular do Proponente com relação às operações de crédito


anteriormente contratadas com recursos do FGTS para o financiamento de
empreendimentos finalizados ou em fase de execução, comprovada por declaração
do Agente Operador de que o Proponente não tem empreendimento com execução
paralisada por mais de 6 (seis) meses ou inadimplente na amortização do
financiamento;

h) atendimento das condições estabelecidas na Instrução Normativa específica,


das definidas pelas Resoluções do Conselho Curador do FGTS e dos normativos
do Agente Operador.

3 Com objetivo de orientar a apresentação dos dados, os modelos de Carta-Consulta


e modelo de Viabilidade - ROE podem ser solicitados à GESAN (vide item
APRESENTAÇÃO).

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ANEXO XI

Orientações e Modelos Exclusivos para Pleitos destinados a Financiamento em


Infraestrutura

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Orientações e Modelos Exclusivos para Pleitos destinados a Financiamento em


Infraestrutura

1 Com foco em soluções de melhoria de serviços de saneamento, saneamento


ambiental e de infraestrutura voltadas para o desenvolvimento sustentável, a
CAIXA tem atuado como instituição financeira repassadora dos recursos do
BNDES.

2 Conforme diretrizes específicas, a CAIXA está apta a financiar projetos de


empresas privadas referentes à infraestrutura e saneamento na região da
Amazônia Legal, com recursos do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia – FDA,
assim como na região Nordeste, com recursos do Fundo de Desenvolvimento do
Nordeste – FDNE, através da avaliação de viabilidade técnica, econômica e
administrativa dos projetos encaminhados à CAIXA pela SUDAM, ou SUDENE,
realizando os desembolsos e acompanhando o retorno das operações.

3 Independentemente das demais exigências relacionadas a cada fonte de recurso, é


importante ressaltar que serão solicitados ao Proponente, quando da contratação,
no mínimo:

I) situação regular com relação às operações de crédito anteriormente


contratadas para o financiamento de empreendimentos finalizados ou em fase de
execução;

II) capacidade de pagamento do Proponente para o valor a ser contratado;

III) situação cadastral regular do Proponente junto ao FGTS, ao INSS, à CAIXA,


à União e ao Estado/Município

IV) análise válida e favorável da operação quanto à viabilidade econômico-


financeira, técnica de engenharia, jurídico/legal, Técnico Social e Sócio Ambiental,
observada a particularidade de cada operação;

V) atendimento às exigências específicas de cada ação financiável do


respectivo programa ou linha de financiamento a qual o pedido está vinculado;

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VI) licença prévia fornecida pelo órgão de meio ambiente competente, se


exigível;

VII) análise válida e favorável de risco de crédito da operação

VIII) existência de orçamento disponível conforme programa/linha pleiteado.

4 Com objetivo de orientar a apresentação dos dados, seguem os links:

www.bndes.gov.br/SiteBNDES/bndes/bndes_pt/Ferramentas_e_Normas/Roteiros_
e_Manuais/index.html;

http://www.sudam.gov.br/incentivo-a-investimentos/financeiro-fda;

http://www.sudene.gov.br/ “Fundo de Desenvolvimento” clicar em “NOVO Modelo


de Consulta Prévia”;

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ANEXO XII

Orientações e Modelos Exclusivos para Pleitos destinados a Financiamento com


recursos do Fundo da Marinha Mercante

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Orientações e Modelos Exclusivos para Pleitos destinados a Financiamento com


recursos do Fundo da Marinha Mercante

1 A CAIXA atua no financiamento a estaleiros brasileiros com objetivo de realizar


projetos de implantação, expansão e modernização e para a construção e reparo
de navios, englobando a encomenda de embarcações e equipamentos, reparos e
jumborização junto a construtores navais brasileiros e à Marinha do Brasil.

2 Com objetivo de orientar a apresentação dos dados, segue o link:

http://www.transportes.gov.br aba “O Ministério” clicar em “Legislação” pesquisar


“Portaria 253/2009” buscar “Anexos”

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