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Dosagem

CONCRETO

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Dosagem do Concreto
Dosagem do concreto é o processo de obtenção da combinação
correta (proporcionamento adequado) do cimento, agregados,
água, aditivos e adições, para obter o concreto com as

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especificações dadas.
Ou seja, definir o traço unitário.

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Dosagem do Concreto
Um estudo de dosagem deve ser realizado visando obter a
mistura ideal e mais econômica, numa determinada região e com
os materiais ali disponíveis, para atender uma série de requisitos.
CONCRETO

Essa série será maior ou menor, segundo a complexidade do


trabalho a ser realizado e segundo o grau de esclarecimento
técnico e prático do usuário do concreto que demandou o estudo.

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Dosagem do Concreto
Além das especificações, é de obrigação do responsável levantar
e investigar as condições de exposição do concreto e projetá-lo
de maneira a torna-lo durável.

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Do estudo de dosagem resultará:
• O traço unitário;
• Especificações de produção;
• Cura;
• Lançamento; e
• Especificações de controle tecnológico a ser realizado nas
primeiras idades.
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CONCRETO

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Classe de agressividade e
recomendações (NBR 12655:2006)
Classes de agressividade ambiental
Classe de Agressividade Classificação geral do tipo de Risco de
agressividade ambiente para efeito de projeto deterioração da
ambiental estrutura
Rural

CONCRETO
I Fraca Insignificante
Submersa
II Moderada Urbana 1),2) Pequeno
Marinha1),2)
III Forte Grande
Industrial1)
Industrial1),3)
IV Muito forte Elevado
Respingos de maré
1) Pode-se admitir microclimas com classe de agressividade mais branda para ambientes internos secos.

2)Pode-se admitir uma classe de agressividade mais branda em obras em regiões de clima seco, com umidade
relativa de ar menor ou igual a 65%, partes da estrutura protegidas de chuva em ambientes predominante secos, ou
regiões onde chove raramente.
3) Ambientes quimicamente agressivos, tanques industriais, galvanoplastia, branqueamento em indústrias de
celulose e papel, armazéns de fertilizantes e indústrias químicas.
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Classe de agressividade e
recomendações (NBR 12655:2006)
Correspondência entre classes de agressividade e qualidade do concreto
Concreto Tipo Classes de agressividade (Tabela 1)
Relação água/cimento I II III IV
CONCRETO

em massa CA ≤ 0,65 ≤ 0,60 ≤ 0,55 ≤ 0,45


CP ≤ 0,60 ≤ 0,55 ≤ 0,50 ≤ 0,45
Classe de concreto CA ≥ C20 ≥ C25 ≥ C30 ≥ C40
(ABNT NBR 8953) CP ≥ C25 ≥ C30 ≥ C35 ≥ C40

Consumo de cimento CA e CP ≥ 260 ≥ 280 ≥ 320 ≥ 360


por metro cúbico de
concreto kg/m³

Nota: CA componentes e elementos estruturais de concreto armado; CP componentes e


elementos estruturais de concreto protendido.
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Cálculo da resistência de dosagem e


controle de aceitação – NBR
12655:2006
A resistência de dosagem deve atender às condições de
variabilidade da obra .
Quanto mais rigoroso for o controle na produção do concreto

CONCRETO
menor será essa variabilidade.
A NBR 12655:2006 sugere a seguinte expressão para cálculo da
resistência de dosagem.
Fcj = resistência média do concreto à
compressão para a idade de j dias (MPa)

Fcj = Fck + 1,65 x Sd Fck = resistência característica do concreto à


compressão (MPa)

Sd = desvio padrão da dosagem (MPa)


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Classes de resistência do concreto

Os concretos são classificados em grupos de resistência, grupo I e


grupo II, conforme a resistência característica à compressão fck .
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Cálculo da resistência de dosagem e


controle de aceitação – NBR
12655:2006
Condições de preparo do concreto:

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 Condição A

 Condição B

 Condição C

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Cálculo da resistência de dosagem e


controle de aceitação – NBR
12655:2006
 Condição A – (para classes C10 a C80): agregados e
aglomerantes medidos em MASSA e a água em massa ou
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volume com dispositivo dosador e corrigida em função da


umidade dos agregados.

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Cálculo da resistência de dosagem e


controle de aceitação – NBR
12655:2006
 Condição B – ( para classes C10 até C25): aglomerantes em massa,
agregados em massa combinada com volume ,e água em massa ou
volume com dispositivo dosador . Por massa combinada com volume

CONCRETO
entende-se que o cimento seja sempre em massa e que o canteiro
deva dispor de meios que permitam a confiável e prática conversão
de massa para volume de agregados, levando em conta a umidade
da areia.

 Condição B – ( para classes C10 até C20): aglomerantes em massa,


agregados em volume e a água em volume com dispositivo
dosador. A umidade do agregado miúdo é determinada pelo menos
3 vezes durante o serviço do mesmo turno de concretagem. O
volume do agregado miúdo é corrigido através da curva de
inchamento estabelecida especificamente para o material utilizado.
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Cálculo da resistência de dosagem e


controle de aceitação – NBR
12655:2006
Condições de preparo do concreto:

 Condição C – (para classes C10 e C15): o aglomerante é


CONCRETO

medido em massa, os agregados são medidos em volume, a


água de amassamento é medida em volume e sua quantidade
é corrigida em função da estimativa da umidade dos agregados
e da determinação da consistência do concreto.

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Cálculo da resistência de dosagem e


controle de aceitação – NBR
12655:2006
Desvio padrão a ser adotado em função da condição de preparo do concreto
Condição de preparo do concreto Desvio padrão - Sd (MPa)

CONCRETO
A 4,0
B 5,5
C 1) 7,0
1)Para a condição de preparo C, e enquanto não se conhece o desvio
padrão, exige-se para os concretos de classe C15 o consumo mínimo de
350 kg de cimento por metro cúbico de concreto.

Desvio padrão conhecido: Para concretos com os mesmos materiais, equipamentos


similares, em condições equivalentes, o Sd deve ser fixado com no mínimo 20 valores
consecutivos obtidos em 30 dias, em período imediatamente anterior. Em nenhum caso
o Sd adotado pode ser menor que 2 Mpa.

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Cálculo da resistência de dosagem e


controle de aceitação – NBR
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Classe de
Condição
aplicação
Critérios de Medidas Sd
Cimento + agregado 4 massa
CONCRETO

A C10 até C80 Água 4 massa ou volume 4,0 MPa


Água corrigida em função umidade
Cimento 4 massa
C10 até C25 Água 4 volume
Agregado 4 massa combinada c/ volume
B Cimento 4 massa 5,5, MPa
C10 até C20 Água + agregado 4 volume
Água corrigida através curva de
inchamento
Cimento 4 massa
C C10 e C15 Água + agregado 4 volume 7,0 MPa
Água corrigida através da umidade
estimada

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Cálculo da resistência de dosagem e


controle de aceitação – NBR
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Ensaios de controle de aceitação do concreto
Ensaios Condições

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Abatimento do tronco de 1. Na primeira amassada do dia;
cone 2. Ao reiniciar os trabalhos após um intervalo
de 2 h
3. Na troca de operadores
4. Em cada moldagem de corpos-de-prova
Ensaios de resistência à Os n. de cp devem obedecer a formação de
compressão lotes descrito na NBR 12655:2006.
Aceita-se que a resistência à compressão seja
verificada em função de resultados de dosagem
em ensaios em idades inferiores a 28 dias.

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Cálculo da resistência de dosagem e


controle de aceitação – NBR
12655:2006
Valores para a formação de lotes de concreto
Solicitação principal dos elementos da estrutura
CONCRETO

Limites Superiores Compressão ou Flexão simples


compressão e flexão
Volume de concreto 50 m³ 100 m³

Número de andares 1 1

Tempo de concretagem 3 dias de concretagem 1)


1)Este período deve estar compreendido no prazo total máximo de 7 dias, que inclui
eventuais interrupções para tratamento de juntas

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Cálculo da resistência de dosagem e


controle de aceitação – NBR
12655:2006
• Controle estatístico do
Tipos de controle da concreto por amostragem
resistência do parcial

CONCRETO
concreto • Controle do concreto por
amostragem total

Amostragem: As amostras devem ser coletadas aleatoriamente


durante a operação de concretagem. Cada exemplar deve ser
constituído por dois corpos de prova da mesma amassada, para
cada idade de rompimento, moldados no mesmo ato. Toma-se
como resistência do exemplar o maior dos dois valores obtidos no
ensaio do exemplar.

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Fatores que influenciam no Determinação


da Resistência à Compressão do Concreto
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