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Curso de Conhecimentos Específicos (Assist.

Adm – EBESERH UFPA)


Aula 02 – Trabalho em Equipe
Prof. Vinicius Ribeiro

Aula 02

Conhecimentos Específicos – Assistente Administrativo EBSERH


Trabalho em Equipe
Professor: Vinicius Ribeiro

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Aula 02 – Trabalho em Equipe
Prof. Vinicius Ribeiro

Aula 02

Olá pessoal, vamos seguindo?

Tópicos da Aula

Trabalho em Equipe .......................................................................... 02


Questões .................................................................................. 20
Exercícios Trabalhados .................................................................... 42
Gabarito .......................................................................................... 53

2. Trabalho em equipe. 2.1. Personalidade e relacionamento.


2.2. Eficácia no comportamento interpessoal. 2.3. Fatores
positivos do relacionamento. 2.4. Comportamento receptivo e
defensivo, empatia e compreensão mútua.
Introdução
Trabalhar em equipe é uma tarefa bastante difícil, pois o ser humano tem se
tornado cada vez mais individualista. Normalmente, não aprendemos a
trabalhar em equipe, a lidar com pessoas. Cada vez mais, vamos aprendendo a
nos fechar, a nos isolar.
Assim, compartilhar conhecimento e experiência é uma tarefa árdua, porém
fundamental. O compartilhamento de objetivos pode contribuir muito para o
sucesso das empresas. Os funcionários devem andar juntos com o pensamento
organizacional. Remar contra a maré é um tiro no pé. Assim, a cooperação e a
sinergia são fundamentais nesse processo.
Vejam uma bela ilustração da importância do trabalho em equipe:

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Equipe x Grupo
Vamos diferenciar trabalho em equipe de trabalho em grupo.
Uma frase importante para começar: “toda equipe é um grupo, mas nem todo
grupo é uma equipe”. Dessa frase podemos dizer que equipe é um tipo de
grupo. Sendo assim, caso uma questão não pergunte a diferença entre grupo e
equipe, ela pode trazer a palavra grupo com o conceito de equipe sem problema
algum.
No grupo, todos trabalham com o mesmo objetivo, tendo papéis previamente
definidos. No grupo, a comunicação pode ser prejudicada (ninguém sabe ao
certo o que o outro está pensando), o que pode inviabilizar o alcance de
resultados esperados do grupo como um todo. É cada um por si, não há
cooperação. Os líderes ficam distantes dos demais membros.
Numa equipe, existe transparência entre os membros. Cada um sabe o que o
outro está pensando. Há colaboração, os membros formam um time. O
ambiente é mais agradável, o que contribui para a geração de resultados.
Se recorrermos ao passado recente, havia o predomínio do trabalho
individualista, sem a formação das equipes de trabalho. Essas equipes que

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buscam objetivos comuns, trabalhando em regime de mútua colaboração, são


recentes no mundo organizacional.
As equipes sabem assumir riscos, investem constantemente no próprio
crescimento. O grupo só se transforma em equipe quando passa a prestar
atenção na forma de operar e procurar resolver os problemas que afetam o seu
funcionamento.
Pseudoequipe: trata-se de uma falsa equipe. É uma equipe que só é equipe
no nome. Na prática, esse grupo caracteriza-se pela individualidade. Não há, na
pseudoequipe, preocupação com o desempenho coletivo.

Elementos para Formação de Equipes


As abordagens abaixo definem elementos que tendem a tornar uma equipe
bem-sucedida:
 Larson e Fasto
o Objetivos são claros
o A orientação é para os resultados
o Os membros devem ser qualificados
o O compromisso é qualificado
o O espírito é de colaboração
o Deve haver apoio e reconhecimento
o A liderança deve ser guiada por princípios
 Scholtes
o As metas devem ser claras
o Deve haver um plano de melhoria
o Os papéis devem ser claramente definidos
o A comunicação deve ser clara
o A participação deve ser equilibrada
o Deve haver regras básicas
o Deve haver consciência no processo
o Os comportamentos devem ser salturares (fortificantes)
o Deve ser definido um processo decisório

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o A abordagem científica deve ser utilizada (substituindo o


empirismo): modo sistemático de aprendizado dos processos,
elaboração de diagnósticos, solução de problemas com metodologia,
uso do maior número de informações para a tomada de decisão.
 Goldbarg
o Deve haver uma visão de trabalho
o A missão deve ser definida
o A equipe precisa de normas
o Devem ser escolhidas as pessoas certas
o A comunicação deve ser clara
o A criatividade deve ser estimulada
o O consenso não deve se tornar uma neurose
o Deve haver um clima de cooperação
o Deve haver uma combinação correta de pessoas e funções
o Devem ser usadas técnicas para relaxamento
Um breve resumo dessas características:

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As Competências Individuais e A Multidisciplinaridade


É fundamental que, dentro de uma equipe, sejam reconhecidas as
competências individuais necessárias para o desenvolvimento das atividades e o
alcance das metas. O respeito ao princípio de equipe, a interação entre os
membros e o reconhecimento da interdependência de todos podem favorecer
inclusive os resultados das demais equipes da mesma organização.
As equipes, além do trabalho feito internamente com os seus membros,
precisam se comunicar com o mundo fora da equipe. Assim, as equipes devem
ser vistas como sistemas abertos, que se interagem com o ambiente externo.
Cada vez mais, as equipes de trabalho devem ser multidisciplinares
(multifuncionais). A razão disso são as diversas condições impostas pelo
ambiente externo (mercado, governo, sociedade, etc). O mercado hoje requer
equipes que tenham domínio de diversas áreas, pois esse múltiplo
conhecimento pode solucionar problemas com mais facilidade e agilidade em
meio a um contexto de globalização e de mudanças constantes na forma de se
fazer as coisas.
Essa multidisciplinaridade é determinante para que a equipe tenha flexibilidade
para enfrentar as diversas circunstâncias que lhes são impostas. Se uma equipe
se especializa em excesso, ela perde a noção do todo, ou seja, a especialização
pode gerar alienação. Essa restrição de conhecimento torna-se um problema
quando distintas situações são postas em xeque.
Vejamos um exemplo.

A equipe de vendas deve ter boas noções a cerca do setor de transportes.


Imaginem que o transporte aéreo entre dois locais dure 2 dias. Não
obstante, a equipe de transportes tem realizado essa rota via rodovia
devido a uma greve no setor aéreo. Se o vendedor desconhecer essas
questões, ele prometerá a entrega do produto em 2 dias, deixando o
cliente insatisfeito com o atraso do produto.

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Cooperação
Em um contexto de uma equipe trabalhando em profunda cooperação gerando
um bom ambiente de trabalho, não podemos dizer que não existe conflito entre
as pessoas integrantes dessa equipe. Conflito faz parte do relacionamento
humano, sendo bastante construtivo para o crescimento da equipe.
É preciso ter isso em mente: a existência de um conflito não necessariamente
significa algo negativo. Ao contrário, os conflitos, quando bem administrados
tendem a ser bastante positivos, gerando novas ideias, novas soluções e
crescimento para a equipe.
E qual é o papel dos líderes nas equipes? Eles devem trabalhar em conjunto
com suas equipes, estimulando o crescimento de cada um, conferindo
autonomia para as pessoas tomarem decisões. A boa parceria entre líder e
equipe faz com que o gestor receba a todo o momento feedback acerca do
andamento dos trabalhos.
Um bom líder de equipe não precisa se sentir ameaçado pelo crescimento dos
seus liderados. Esse crescimento de subordinado faz o próprio líder crescer
também.
O líder realmente é fundamental. No entanto, há equipes que não necessitam
de líderes formais. Uma equipe pode funcionar de forma autônoma e o seu
funcionamento não ter problema. Ou seja, a ausência de líderes não pressupõe
o insucesso de uma equipe.
Outro ponto importante refere-se à sinergia.
Sinergia: esse conceito está associado à máxima de que o todo é maior do que
a soma das partes. A sinergia é a o esforço simultâneo, a cooperação.
Trabalhar em equipe significa ter companheiros/parceiros. Com a diminuição do
individualismo, ocorre o aumento da eficiência (ser produtivo, uso ótimo dos
recursos/insumos) e eficácia (alcance dos objetivos) no trabalho, uma vez que
há cooperação entre os membros.
Usando o conceito de sinergia, uma equipe é mais do que a simples soma dos
membros. É mais do que isso porque quando pessoas se juntam para o alcance

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de um objetivo comum, essa interação produz resultados ainda maiores do que


cada um poderia fazer isoladamente.
O clima (atmosfera) dentro da empresa também se modifica nesse ambiente de
equipes. Ele melhora substancialmente com a equipe, já que não é mais “cada
um por si”. Quando todos trabalham individualmente, não se sabe o que as
pessoas estão pensando, o que gera desconfiança de todos, acarretando um
ambiente “pesado” dentro da organização. Um bom clima é fundamental para
garantir que a equipe tenha bons resultados e alcance os seus objetivos.
De maneira geral, como nos ensina William Ouchi, o trabalho em equipe é
fundamental para o sucesso de uma organização.

É preciso dizer, no entanto: nem sempre trabalhar em equipe é vantajoso.


Quando um determinado trabalho possui prazos curtos e há determinadas
pessoas escaladas para o trabalho que não são capacitadas para cumprirem os
tempos requeridos, melhor não constituir equipes. Equipes podem demandar
tempo de adaptação entre os membros.
Demandas mais simples também podem prescindir (não depender) das equipes
de trabalho, que podem ser mais onerosas (podem custar mais caro) do que os
trabalhadores isolados.

Mudanças Constantes
E será que se o grupo for coeso e homogêneo, teremos garantia de uma equipe
livre de mudanças e opiniões discordantes? A coesão e homogeneidade de hoje
não garantem, por si só, que o grupo será coeso e homogêneo no futuro.
É sempre importante ressaltar que o mundo atual é de constantes mudanças. O
mercado de ontem não é o mesmo hoje. As características e os hábitos mudam.
Certa vez (Ano 2000), quando eu estava em um Congresso Latino Americano de
Administração em Belo Horizonte, um palestrante afirmou: “os próximos 5 anos

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terão mais mudanças (tecnológicas) do que os últimos 30 anos”. Era verdade.


De fato, a velocidade das alterações tem sido cada vez maior.
Outra evidência de mudanças: um diploma de MBA que conquistamos hoje
equivale ao diploma de datilografia que nossos pais conquistaram no passado.
Tem o mesmo valor profissional, levando em conta a época.
É preciso que esse grupo tenha flexibilidade para que não fique resistente a
mudanças. Melhor do que isso é se antecipar às mudanças.
Podemos inferir que quanto mais cooperativos forem os membros de um grupo,
maior será a efetividade deste grupo? Lembrando que efetividade relaciona-se
com o impacto dos resultados.
Essa é mais uma questão que faz generalizações errôneas. Mesmo que a equipe
tenha todas as qualidades e condições possíveis, não podemos garantir o seu
sucesso.
É claro que as chances da efetividade aumentam à medida que cresce a
cooperatividade entre os membros. Contudo, as condições do ambiente externo
(mercado/governo/sociedade) são alheias às vontades da equipe. É possível
mitigar (diminuir a intensidade) problemas, mas não é possível controlar o que
acontece no mercado.
Um exemplo bem elucidativo é uma história do ex-jogador de futebol Garrincha.
Após todas as instruções passadas pelo treinador, tudo parecia perfeito para a
equipe ganhar o jogo, quando o saudoso jogador apareceu com a seguinte
questão para o técnico: você combinou essa tática com o adversário para
podermos ganhar o jogo?
E as equipes tidas como virtuais? Como funciona esse afastamento geográfico?
Podemos falar em ausência de distâncias, mesmo que geograficamente as
pessoas não estejam perto uma das outras.
Nesse tipo de equipe, fundamental são os sistemas de informação para
viabilizar o trabalho em equipe com pessoas que estão localizadas em pontos
diferentes.
Em uma equipe, podemos dizer que a comunicação deve ser assertiva (sempre
positiva), o que significa, por exemplo, que uma pessoa pode falar algo muito

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desagradável para a outra, mas de maneira que não seja ameaçadora nem
ofensiva?
É preciso ser construtivo: Ao invés de “Seu relatório está terrível! Jogue-o no
lixo!!”, seria melhor dizer “O que você acha que poderia modificar no seu
relatório para torná-lo mais claro para o leitor”? Essa última abordagem
consegue muito mais resultados do que a primeira. A maneira de passar a
mensagem deve ser sempre a mais agradável possível.
E quais outros fatores podem influenciar o desempenho de uma equipe?
Aumento de salário, número de integrantes de uma equipe, as características
dos integrantes, o grau de interferência de ganhos e perdas no trabalho sobre a
atuação profissional, etc. É preciso dizer que pode sim existir influência sobre o
desempenho de uma equipe, mas não podemos chamar esses fatores de
determinantes para o sucesso da equipe. Tudo depende de um contexto, de
uma realidade.
Vejamos os perfis de membros de equipe.

 Pacificador: conhecido como preservacionista ou mediador. Possui boa


relação com o mundo, gosta de harmonia. Possui dificuldades com
mudanças.
 Observador: facilidades para fazer análises, é objetivo, é claro, é
individualista.
 Confrontador: é um superprotetor, gosta de uma briga, luta pelos
companheiros. É um tudo ou nada.

Personalidade, Relacionamento e Eficácia no Relacionamento


Interpessoal
Hoje em dia, as empresas têm buscado profissionais que tenham, além do
conhecimento técnico necessário, capacidade de se relacionar com pessoas,

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capacidade de trabalhar em equipe. Assim, é fundamental que o profissional


tenha esse tipo de característica.
Quando falamos sobre relacionamento interpessoal, podemos destacar quatro
estilos relacionais:

Estilo Agressivo

Estilo Passivo

Estilo Manipulador

Estilo Assertivo ou Auto-Afirmativo

Agressivo: caracterizado por comportamentos de ataque contra as pessoas e


os acontecimentos. O agressivo tem sempre a intenção de submeter os outros a
fazê-los curvar, ou mudar de opinião. Ocorre um desgaste psicológico das
pessoas que rodeiam o agressivo. As pessoas evitam falar com o agressivo de
forma verdadeira.
 Atitude agressiva em posição dominante: autoritarismo, frieza,
menosprezo, intolerância;
 Atitude agressiva em posição subordinada: contestação sistemática,
hostilidade a priori contra tudo o que vem de cima.
Passivo: atitude de evitação das pessoas e dos acontecimentos. O passivo
tende a se afastar ou a se submeter. O passivo se torna uma pessoa ansiosa. O
motivo do passivo não agir é o medo das decepções. O passivo tem dificuldade
em dizer não.

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Manipulador: não se envolve em relações interpessoais. A interação desse


estilo caracteriza-se por manobras de distração ou manipulação dos
sentimentos dos outros. O manipulador não costuma comentar de forma clara
os seus objetivos. Trata-se de uma pessoa “teatral”.
Assertivo: capazes de defender os seus
direitos/interesses/sentimentos/pensamentos/necessidades. Nesse estilo, as
pessoas não pisam nos direitos dos demais. O assertivo respeita a si próprio
aos outros, está aberto a negociações.

Administração Participativa
Neste modelo, os funcionários ganham destaque dentro da organização. Há um
compartilhamento da administração com os funcionários. Sai toda aquela
estrutura hierárquica rígida para que todos os colaboradores participem da
tomada de decisões dentro da empresa.
Para que essa administração seja implantada, é preciso que toda a estrutura
seja alterada. A cultura da empresa deve ser modificada. É preciso que haja
uma mudança de atitude dentro da organização.
Vejamos algumas contribuições de autores sobre o tema:
 Maximiano: “A administração participativa é uma filosofia ou política de
administração de pessoas, que valoriza sua capacidade de tomar decisões
e resolver problemas. A administração participativa aprimora a satisfação
e a motivação no trabalho. A administração participativa contribui para o
melhor desempenho e a competitividade das organizações.”
 Marques: “A participação é fruto de uma tendência inelutável que
podemos deduzir dos processos de desalienação e que tende a se
manifestar em toda ação coletiva.”
Quando falamos em administração participativa, não podemos deixar de falar
sobre empowerment.
Empowerment (Empoderamento): trata-se do desenvolvimento e do
fortalecimento de equipes. O objetivo é fortalecer os grupos para que eles
ganhem liberdade de atuação e de participação nas decisões. Junto com a

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liberdade, surge a responsabilidade pelas atividades e pelos resultados. É uma


via de mão dupla. Com o empowerment, a equipe passa a gerenciar e o gerente
vira um orientador/estimulador.
Um dos importantes exemplos da administração participativa é o
estabelecimento da participação nos lucros da empresa. Quando a organização
atrela o desempenho dos funcionários ao ganho de parcela dos lucros da
empresa, é normal que os funcionários passem a querer atingir os objetivos
organizacionais.
Assim, os objetivos organizacionais passam a se confundir com os objetivos
individuais, o que pode trazer bons resultados para a empresa. Nós sabemos
que, quando algo “dói no nosso bolso”, a preocupação aumenta, certo?
Além dessas recompensas comuns (para o grupo todo), temos também prêmios
individuais, em que o benefício é conferido proporcionalmente ao desempenho
do indivíduo. Assim, um funcionário pode receber recompensas referentes ao
desempenho do grupo como um todo e relacionadas à sua performance
individual.
Quando a remuneração é fixa, é difícil para o dono saber se os funcionários
estão dando o melhor de si. É possível que funcionários estejam trabalhando
com o “pé no freio” pois sabem que o aumento do esforço não implica mudança
de recompensa.
A introdução da administração participativa busca solucionar esse tipo de
problema. Os funcionários tomam decisões, participam dos lucros, realizam
autogestão, etc. A tendência é o aumento do desempenho da organização como
um todo.
Um problema oriundo desse tipo de administração é a coordenação da empresa
como um todo. Com diversas pessoas participando das decisões, é possível que
a empresa perca o rumo ou fique desorganizada. Isso pode ocorrer tanto no
âmbito da empresa quando no contexto de uma equipe. A coordenação é
fundamental.

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Outra palavrinha que anda junto com a participação é a responsabilidade.


Quando todos se sentem responsáveis por um trabalho, o trabalho de uma
equipe tende a ser exitoso.

Facilitação Social
A facilitação social é o enriquecimento do desempenho próprio na presença de
pares, de companhias, como nos ensina Kenneth Martin.
Outro termo que possui bastante relação com essa facilitação é o efeito da
audiência. Nos termos do Dicionário de Psicologia, de Peter Stratton, temos que
“são os efeitos produzidos pela presença de outra pessoa no comportamento do
indivíduo.”
O oposto da facilitação é a inibição social. Ao contrário da facilitação, a inibição
denota que a presença de um grupo prejudica o desempenho.

Competência Interpessoal
O conceito de competência interpessoal diz respeito ao saber trabalhar de forma
eficaz e eficiente em grupos ou equipes, de modo participativo, sinérgico e
responsável. Em outras palavras: é a capacidade de lidar e relacionar-se de
forma produtiva com e por meio de outras pessoas.
É importante diferenciarmos a competência interpessoal de outros conceitos.
Vejamos:
 Competência Técnica: refere-se à formação, adquirida por meio da
educação, e à experiência, decorrente da prática, da exposição às
situações típicas do cargo ocupado, da observação, da análise daquilo que
já deu certo e daquilo que não funcionou;
 Competência de autogestão: diz respeito à capacidade de tomar decisões
e comportar-se de maneira adequada. Oriunda da internalização e da
prática das funções gerenciais de planejamento, organização e controle;
 Competência política: relativo ao saber identificar crenças, princípios e
valores de uma cultura, decidindo-se pela conveniência de adesão a esses
institutos;

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 Comprometimento: motivação e autoconfiança para usar a competência.


A competência interpessoal ou humana, que é menos visível que a competência
técnica, relaciona-se com alguns fatores, a saber:
 Delegação: transferência de parte das responsabilidades decisórias aos
membros da equipe;
 Negociação: solução de conflitos;
 Comunicação: interação dinâmica entre os membros e os grupos;
 Liderança: motivar e influenciar os membros a agir de acordo com um
norte, sempre visando o alcance dos objetivos;
 Alinhamento: todos possuindo os mesmos objetivos, “andando na mesma
direção”.
Outras características fundamentais na competência interpessoal são:
flexibilidade, capacidade de processar feedback (retroação), autoconhecimento,
sensibilidade, equilíbrio emocional e bom senso.
O autor Argyris define três critérios que se relacionam com a competência
interpessoal que, para ele, é a habilidade de lidar eficazmente com relações.
Vejamos.
Percepção acurada da situação interpessoal, de suas variáveis mais importantes
e a respectiva inter-relação;
Habilidade de solucionar, de fato, os problemas, de maneira que não haja
involuções/regressões;
Soluções alcançadas de tal forma que as pessoas envolvidas continuem
trabalhando juntas de modo igual ou melhor se comparado ao momento em
que começaram a resolver os problemas.

Um Pouco Mais Sobre Percepção


Vejamos o seu conceito: recepção, pelos centros nervosos, de impressões
colhidas pelos sentidos.
Podemos destacar, segundo Thurstone, três componentes da percepção:
 Capacidade de reconhecimento do objeto, mesmo sendo visto por
diferentes ângulos;

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 Capacidade de imaginação do movimento existente entre as partes de


uma forma;
 Capacidade de pensamento sobre as relações de espaço que dependem
de uma orientação corporal do observador.
Dentro do conceito de percepção, é importante olharmos para outra palavra:
atitude. Atitude é a maneira com que os indivíduos constroem seus mundos de
maneira que, quando receberem estímulos, agem de determinada maneira.
O mesmo Thurstone criou a teoria de medição da atitude moderna, definindo
atitude como afeição ou sentimento em relação ao um estímulo.
O autor propôs uma escala que funciona da seguinte maneira: são feitas
diversas declarações, cada uma com seu valor definido previamente. A partir
daí, essas declarações são colocadas a algumas pessoas para que manifestem
concordância ou discordância.
Com isso, é possível distinguir o grau em que as pessoas se diferem de cada
questão.
Um exemplo seria pedir para as pessoas experimentarem um novo tipo de
salgadinho com sabor presunto. Formar-se-ia a seguinte tabela:
Afirmações Discordo Concordo
É muito gostoso
É um pouco sem graça
Possui sabor presunto
Possui outro sabor, diferente do presunto
A embalagem é moderna
Possui um cheiro estranho

Necessidade Interpessoal
William Schutz, quando estuda os grupos humanos, define três zonas de
necessidade interpessoal:

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Inclusão

Controle

Afeição

A necessidade interpessoal é satisfeita quando ocorre o equilíbrio entre essas


três zonas. Primeiro, passa se a fase de inclusão, depois de controle e, por fim,
de afeição.
Vamos detalhar essas zonas:
 Inclusão: as pessoas têm necessidade de serem consideradas por outra
pessoa. Não só serem consideradas, mas conseguirem despertar o
interesse alheio.
 Controle: relaciona-se com o respeito pela competência e pela
responsabilidade dos outros, além da consideração dos demais da
competência e responsabilidade próprias.
 Afeição: é o sentimento mútuo, é o amar e ser amado, é o
reconhecimento das diferenças.

Conflitos Funcionais x Disfuncionais


Como falamos, os conflitos fazem parte das equipes. E isso não quer dizer algo
negativo. Se bem administrado, os conflitos possuem papel muito relevante na
construção de novas ideias e soluções. Dentro do assunto conflito, existe uma
distinção importante para fazermos: conflitos funcionais e conflitos
disfuncionais.

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Conflitos disfuncionais são de cunho comportamental, muitas vezes ligado a


antipatias, não aceitações, inflexibilidade, etc. Em outras palavras, são os
conflitos que não têm nada a contribuir com o andamento do trabalho.
Já os conflitos funcionais agregam valor ao grupo, merecendo atenção para que
a reflexão seja promovida. É nesse tipo de conflito que existe a possibilidade de
evolução a partir dos problemas existentes.

Conflito - Visões de Robbins


Esse autor conceitua três visões que lidam com os conflitos. Vejamos:
Visão Tradicional: conforme essa visão, todo conflito é ruim, devendo ser
evitado. Trata-se de uma disfunção resultante de falhas de comunicação, falta
de aberturas e de confiança entre os colaboradores, além do fracasso dos
administradores em atender aos anseios dos subordinados;
Visão das Relações Humanas: o conflito é uma consequência natural e
inevitável, não necessariamente sendo prejudicial.
Visão Interacionista: além de poder ser positivo, o conflito é necessário para
que haja um desempenho eficaz. Assim, há um encorajamento à manutenção
de um nível mínimo de conflito suficiente para viabilizar a existência do grupo.

Tradicional • Conflito é ruim

Humana • Conflito é bom

Interacionista • Conflito é fundamental

Comportamento receptivo e defensivo, empatia e compreensão mútua.


Aqui cabe apenas a definição de alguns conceitos como complemento ao que já
vimos.

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Comportamento receptivo: aceitar possibilidades que em geral pessoas rejeitam


ou ignoram. É um comportamento livre de preconceitos, sem defesas prévias,
“mente aberta”, disposto a aceitar novas ideias, mudanças.
Comportamento defensivo: por motivo de cunho pessoal, fazer distorções no
conteúdo da mensagem. Advém da necessidade de afirmar a auto-imagem,
fazendo ilusões da realidade como mecanismos de defesa.
A empatia é a ação de se colocar no lugar do outro para compreender o que se
quer passar. Esse é um conceito fundamental no marketing.
À medida que os cidadãos vão ficando mais exigentes e conhecedores dos seus
direitos, a complexidade do atendimento ao público só aumento. Nesse
contexto, possuir empatia é fundamental para enfrentar as dificuldades no
trabalho.
Com relação à compreensão mútua, essa se refere ao entendimento entre
grupos e organizações que estejam interligadas. É um conceito que possui
profunda relação com a empatia. Um sinônimo que traduz bem essa
compreensão é o termo “cooperação”.
Um exemplo disso é a obtenção, por parte do poder judiciário, de informações
de dados de veículos junto ao Detran. Trata-se de uma cooperação entre órgãos
para solução de questões jurídicas.

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Questões
1) (AOCP CASAN 2016) Os grupos formais, também chamados equipes
de trabalho, são aqueles criados pela administração para equipar
qualquer unidade de trabalho. Há dois tipos principais de grupos
formais ou equipes de trabalho nas organizações. A notícia no site da
CASAN de que “força-tarefa da CASAN duplica equipes para última
semana do ano" pertence a qual tipo de equipe de trabalho?
a) Grupos ou equipes funcionais.
b) Grupos ou equipes de interesse.
c) Grupos ou equipes permanentes.
d) Grupos ou equipes temporários.
e) Grupos ou equipes externos.
Letra A, incorreta. A equipe funcional é permanente, sendo relacionada a uma
função específica da empresa: RH, finanças, marketing. Força-tarefa é
temporária.
Letra B, incorreta. Uma força-tarefa envolve contextos ou objetivos. Grupos
de interesse envolve ideias em comum dos seus membros.
Letra C, incorreta. Uma força-tarefa é temporária, criada para uma situação
específica.
Letra D, correta. Uma força-tarefa é designada temporariamente em razão de
um contexto ou objetivo específico. Ao final, a equipe temporária é desfeita.
Letra E, incorreta. Não são externos. A questão menciona força-tarefa da
CASAN.
Gabarito: D.
Hoje vamos praticar questões de outras bancas dessa matéria. Na
próxima aula, volto com as questões da banca, inclusive sobre trabalho
em equipe, ok?
2) (CESGRANRIO IBGE 2014) O trabalho nas organizações empresariais
tem sofrido diversas modificações ao longo do tempo. Se no passado as
atividades eram vistas como uma unidade separada das demais e
deveriam ser realizadas individualmente, hoje se sabe que quanto

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maior a integração e a colaboração entre os pares, maior a motivação


dos funcionários, e, consequentemente, maior a produtividade.
Nesse sentido, uma equipe deve apresentar a(s) seguinte(s)
característica(s):
a) seu trabalho é individual, e cada um se preocupa em realizar a sua
tarefa, visando ao resultado estabelecido pela chefia.
b) seu trabalho é o resultado de um esforço em conjunto, mas, se
houver algum erro, um único membro pode ser responsabilizado por
isso.
c) cada membro sabe o que os outros estão fazendo, tem objetivos
comuns e desenvolve metas coletivas.
d) cada membro pode escolher as atividades que dese- ja realizar, de
acordo com suas preferências e interesses.
e) é um conjunto de pessoas com objetivos comuns, as quais se
reúnem por afinidades.
O sucesso e o fracasso é da equipe, não é individual. Em uma equipe, todos
sabem o que estão fazendo, possuem objetivos comuns com metas da equipe.
Numa equipe, existe transparência entre os membros. Cada um sabe o que o
outro está pensando. Há colaboração, os membros formam um time.
O respeito ao princípio de equipe, a interação entre os membros e o
reconhecimento da interdependência de todos podem favorecer inclusive os
resultados das demais equipes da mesma organização.
Cada vez mais, as equipes de trabalho devem ser multidisciplinares
(multifuncionais). A razão disso são as diversas condições impostas pelo
ambiente externo (mercado, governo, sociedade, etc). O mercado hoje requer
equipes que tenham domínio de diversas áreas, pois esse múltiplo
conhecimento pode solucionar problemas com mais facilidade e agilidade em
meio a um contexto de globalização e de mudanças constantes na forma de se
fazer as coisas.
Essa multidisciplinaridade é determinante para que a equipe tenha flexibilidade
para enfrentar as diversas circunstâncias que lhes são impostas.

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Gabarito: C
3) (CESGRANRIO PETROBRÁS 2014) Um gestor de uma grande empresa
atua em uma área em que existem muitos funcionários e muitas
atividades diferentes que se integram para a produção do produto final.
Na organização das atividades a serem realizadas com o objetivo de
conseguir um bom desempenho para a sua área e manter um fluxo de
comunicação e de produção eficientes, este gestor formará várias
equipes que se integram.
Para conseguir formar boas equipes e atingir os seus objetivos, o
gestor deverá considerar que cada equipe
a) deverá ser monodisciplinar, porque isto trará uma diversidade de
conhecimentos, possibilitando a integração das diferentes equipes.
b) será constituída livremente pelos funcionários, e cada um escolherá
em qual equipe deseja trabalhar.
c) precisará ter sinergia, e seus membros integrarão seus
conhecimentos e suas habilidades, para atingir os propósitos
organizacionais.
d) possibilitará que cada membro, individualmente, estabeleça seus
objetivos e metas, gerando, assim, o comprometimento de toda a
equipe.
e) compartilhará a visão da organização, que se reflete nos objetivos e
valores pessoais na busca pelos resultados individualizados.
É essencial que a equipe seja multidisciplinar para aproveitar todas as
potencialidades e os conhecimentos dos seus membros. Essa equipe é
constituída pela própria organização, necessitando de sinergia para o seu êxito,
ou seja, para alcançar os propósitos organizacionais.
A equipe deve ter os objetivos e metas da equipe como um todo, devendo-se
buscar resultados da equipe e da organização.
Gabarito: A
4) (CESGRANRIO PETROBRÁS 2012) Após quase 50 anos de operação
no Brasil, os principais executivos de uma empresa perceberam que

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atuavam com uma estrutura organizacional ultrapassada, compatível


com aquela pensada pelos teóricos da administração científica. Eles
decidiram transferir os trabalhos individuais, antes fragmentados em
diferentes áreas funcionais, para equipes multifuncionais interativas
com responsabilidade para decidir sobre sua execução.
O conceito que fundamenta a reestruturação proposta pelos executivos
é o de
a) amplitude de controle
b) aproximação com usuário
c) canais de retroação
d) carga horizontal
e) grupos autônomos
As equipes vêm sendo incentivadas cada vez mais nas empresas. As estruturas
tradicionais bastante hierarquizadas (verticalizadas) estão perdendo espaço
para estruturas mais modernas e dinâmicas.
Essas estruturas são mais horizontais (menos chefes entre o baixo e o alto
escalão), com funcionários com mais autonomia e trabalhando sempre em
equipes.
Os grupos autônomos permitem dar respostas rápidas ao mundo atual de forte
transformação e com clientes cada vez mais exigentes.
Gabarito: E
5) (CESGRANRIO TRANSPETRO 2012) O trabalho em equipe é o maior
desafio dentro das organizações. É uma tarefa complexa reunir equipes
e garantir o desempenho, já que engloba pessoas com atitudes,
conhecimentos e características diferentes.
Para a formação de uma equipe de um departamento com alto
desempenho, é necessário que essa equipe saiba agilizar tarefas e
desenvolver a comunicação em clima aberto e confiável.
Os atributos necessários para atingir tais metas são, respectivamente,
a) clareza e responsabilidade
b) criatividade e clareza

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c) interação e flexibilidade
d) rapidez e interação
e) responsabilidade e flexibilidade
Se eu tenho necessidade de agilizar tarefas, eu preciso ter rapidez. Se eu
preciso de uma comunicação em clima aberto e confiável, eu preciso de
interação.
As demais características são fundamentais no trabalho em equipe. No entanto,
o enunciado foi claro em falar quais características buscava no caso específico.
Gabarito: D
6) (CEGRANRIO TRANSPETRO 2011) Uma empresa na área de
mineração decidiu ampliar a produção de uma mina de minério de
ferro. Para tal, constituiu uma equipe de profissionais de diversas
especialidades para atuar desde o planejamento até a entrega da obra,
incluindo todo o processo de licenciamento ambiental. Quando da
entrega da mina em produção, a equipe será desfeita, e os profissionais
serão novamente movimentados para posições em que possam
contribuir com suas habilidades e competências.
A empresa optou por desenvolver uma equipe
a) autodirigida
b) funcional cruzada
c) de força-tarefa
d) de projeto
e) de melhoria de processos
Se a equipe foi formada apenas para um período, para realizar um trabalho até
o seu fim e depois será desfeita, essa equipe está trabalhando nos moldes de
um projeto, que possui começo, meio e fim.
Gabarito: D
7) (CESGRANRIO PETROBRÁS 2011) Embora equipes sejam grupos de
pessoas, os conceitos de equipe e grupo não são intercambiáveis. A
respeito das diferenças entre conceitos, analise as afirmativas a seguir.

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I - Equipes contam com líderes fortes que foram designados para a


função.
II - Equipes entregam produtos do trabalho coletivo de seus
componentes.
III - Grupos discutem, decidem e compartilham trabalho.
Está correto APENAS o que se afirma em
a) I.
b) II.
c) III.
d) I e II.
e) I e III.
Vejamos as assertivas.
I) Esses são os grupos, com líderes fortes formalmente designados. As equipes
possuem mais autonomia, ou seja, os líderes têm menos força.
II) item certo. A equipe gera um trabalho coletivo.
III) essas são as equipes. Elas que compartilham trabalho.
Vamos diferenciar trabalho em equipe de trabalho em grupo.
Uma frase importante para começar: “toda equipe é um grupo, mas nem todo
grupo é uma equipe”. Dessa frase podemos dizer que equipe é um tipo de
grupo. Sendo assim, caso uma questão não pergunte a diferença entre grupo e
equipe, ela pode trazer a palavra grupo com o conceito de equipe sem
problema algum.
No grupo, todos trabalham com o mesmo objetivo, tendo papéis previamente
definidos. No grupo, a comunicação pode ser prejudicada (ninguém sabe ao
certo o que o outro está pensando), o que pode inviabilizar o alcance de
resultados esperados do grupo como um todo. É cada um por si, não há
cooperação. Os líderes ficam distantes dos demais membros.
Numa equipe, existe transparência entre os membros. Cada um sabe o que o
outro está pensando. Há colaboração, os membros formam um time. O
ambiente é mais agradável, o que contribui para a geração de resultados.

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Se recorrermos ao passado recente, havia o predomínio do trabalho


individualista, sem a formação das equipes de trabalho. Essas equipes que
buscam objetivos comuns, trabalhando em regime de mútua colaboração, são
recentes no mundo organizacional.
As equipes sabem assumir riscos, investem constantemente no próprio
crescimento. O grupo só se transforma em equipe quando passa a prestar
atenção na forma de operar e procurar resolver os problemas que afetam o seu
funcionamento.
Gabarito: B
8) (CESGRANRIO PETROBRÁS 2010) Existem várias diferenças entre
trabalho em grupo e trabalho em equipe, principalmente quanto à sua
caracterização. A esse respeito, considere as características abaixo.
I - Mantém a responsabilização do indivíduo.
II - Compartilha ou faz rodízio de liderança.
III - Possui produtos do trabalho individual.
IV - Encoraja discussões abertas em reuniões.
V - Mede eficácia pelo trabalho coletivo.
VI - Discute, decide e delega trabalho.
Referem-se ao trabalho em equipe APENAS as características
a) I, II e III.
b) I, IV e VI.
c) II, III e V.
d) II, IV e V.
e) III, V e VI.
Vejamos as características.
I) individualização é característica dos grupos.
II) item certo. Na equipe, ninguém tem mais força que outro. Todos têm sua
importância. Assim, esse rodízio de liderança é fundamental.
III) isso é grupo.
IV) item certo. Equipe estimula a discussão aberta, a participação de todos, a
cooperação.

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V) item certo. Equipe é coletivo.


IV) a equipe não delega trabalho para outros fora da equipe, ela faz o trabalho,
ela compartilha.
Gabarito: D
9) (CESGRANRIO PETROBRÁS 2010) O trabalho em equipe é um
elemento fundamental às práticas das organizações da indústria de
petróleo, principalmente, devido à natureza das atividades e à
diversidade de problemas que seus colaboradores enfrentam. Relacione
o tipo de equipe à natureza da responsabilidade envolvida.

Estão corretas as associações


a) I -R, II - P, III - Q
b) I -P, II - S, III - R
c) I -Q, II - R, III - P
d) I -S, II - Q, III - P
e) I -Q, II - P, III – S
Vejamos as letras.

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P) aqui temos uma palavra fundamental: ciclo. Nos processos, temos um ciclo.
Em projetos, temos começo, meio e fim. Ambos entrega valor aos clientes.
Q) se não há supervisão, a equipe é autodirigida, ou seja, ela própria comanda
seus trabalhos.
R) se o conhecimento é diverso, temos uma equipe interfuncional ou
multifuncional, ou seja, um entende de marketing, o outro de engenharia, o
outro de finanças, etc.
Cada vez mais, as equipes de trabalho devem ser multidisciplinares. A razão
disso são as diversas condições impostas pelo ambiente externo (mercado,
governo, sociedade, etc). O mercado hoje requer equipes que tenham domínio
de diversas áreas, pois esse múltiplo conhecimento pode solucionar problemas
com mais facilidade e agilidade em meio a um contexto de globalização e de
mudanças constantes na forma de se fazer as coisas.
Essa multidisciplinaridade é determinante para que a equipe tenha flexibilidade
para enfrentar as diversas circunstâncias que lhes são impostas. Se uma equipe
se especializa em excesso, ela perde a noção do todo, ou seja, a especialização
pode gerar alienação.
S) essas são equipes funcionais, que estão na hierarquia da empresa.
Gabarito: A
10) (CESGRANRIO PETROBRÁS 2010) O trabalho em equipe é
considerado fundamental para sistemas de trabalho de alto
desempenho, já que delega poder e concede maior controle ao
empregado.
PORQUE
Reconhece a importância das necessidades sociais de cada empregado
individualmente e requer pouca orientação técnica por,
necessariamente, envolver a divisão de tarefas que devem ser simples,
seguras e controláveis.
A esse respeito, conclui-se que
a) as duas afirmações são verdadeiras e a segunda justifica a primeira.

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b) as duas afirmações são verdadeiras e a segunda não justifica a


primeira.
c) a primeira afirmação é verdadeira e a segunda é falsa.
d) a primeira afirmação é falsa e a segunda é verdadeira.
e) as duas afirmações são falsas.
A primeira frase é verdadeira. Para alto desempenho, equipes são
fundamentais. Os empregados conquistam mais poderes quando participam de
uma equipe. Aqui, não estamos falando de delegação para uma pessoa fora da
equipe, estamos falando em autonomia para os membros da equipe.
A segunda frase é falsa, na medida em que a orientação técnica é fundamental
e as tarefas devem ocorrer em um ambiente de criatividade para a geração dos
melhores trabalhos. Assim, tarefas simples, seguras e controláveis não
agregam nesse tipo de trabalho mais moderno.
Gabarito: C
Vejamos uma questão mais antiga.
11) (CESGRANRIO IBGE 2009) Dentre as práticas gerenciais que se
seguem, a que compromete o desempenho de equipes é a que
estabelece
a) uma orientação estratégica envolvendo a participação dos
funcionários para o cumprimento da missão e dos objetivos da
organização.
b) uma cultura organizacional que influencia membros de equipes a
concordarem explicitamente com uma proposição da qual discordam
intimamente.
c) um padrão de conduta que é compartilhado pelos membros da
equipe.
d) um processo de seleção e treinamento que proporcione
contribuições eficazes para o desenvolvimento de equipes.
e) o desenvolvimento da capacidade de seus integrantes trabalharem
coletivamente, produzindo um resultado maior que a simples soma de
suas contribuições individuais.

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Vejamos por letra:


a) o envolvimento dos funcionários nas decisões da empresa é fundamental,
pois os colaboradores passam a “comprar” as ideias.
b) essa coação só atrapalha o desenvolvimento da equipe. Essa é a resposta.
c) a conduta dentro de uma equipe deve seguir um padrão. Isso garante a
estabilidade do grupo.
d) a formação de uma boa equipe deve começar desde o recrutamento,
passando por uma boa seleção e a realização de treinamento e
desenvolvimento eficazes.
e) uma equipe trabalhando em conjunto é melhor do que a simples soma dos
indivíduos.
Gabarito: B
Vamos praticar questões de Certo ou Errado.
12) (CESPE MPU 2010) A existência de líderes nas equipes de trabalho
é imprescindível para que os objetivos do trabalho sejam alcançados.
Não necessariamente. Uma equipe autônoma pode também fazer com que os
objetivos traçados sejam alcançados.
Gabarito: E
13) (CESPE STJ 2012) Acerca do comportamento de indivíduos, grupos
e organizações, julgue o item subsequente.
O desempenho de uma equipe ou grupo é prejudicado pela facilitação
social, isto é, pela atenção dedicada por outros membros do grupo
quando a tarefa realizada por um dos componentes desse grupo é
simples e facilmente aprendida.
A questão está errada. A facilitação social, na verdade, auxilia o desempenho.
Não prejudica!!! Importante dizer que tanto faz se a tarefa é simples e
facilmente aprendida ou não.
Gabarito: E
14) (CESPE MPU 2010) Nas organizações, cabe à área de recursos
humanos garantir o equilíbrio nas relações entre os funcionários e a
organização, e sua ação envolve o gerenciamento de potenciais

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conflitos, do que é exemplo a percepção negativa de funcionários que


não são recompensados de forma compatível com o seu trabalho na
organização.
Sabemos que cada ser humano tem uma história, uma experiência de vida,
uma personalidade e interesses/objetivos próprios. A diferença produzida na
peculiaridade de cada um é que gera os conflitos, já que os objetivos podem ser
conflitantes. Assim, podemos dizer que os conflitos são inevitáveis.
Caracterizando-se como uma divergência, uma dissonância ou um
antagonismo, o conflito é o oposto da cooperação.
Com relação à questão, de fato, esse é um dos grandes objetivos da área de
recursos humanos: equilibrar os interesses, alinhar os objetivos.
Um ponto importante é que a banca não falou que a área garante isso, mas que
cabe a ela garantir (a área tenta fazer isso). Garantia de que isso vá ocorrer
ninguém tem.
O problema salarial é um dos mais comuns que a área deve enfrentar. As
pessoas, de maneira geral, não acreditam que estão recebendo aquilo que
merecem. Cabe à área de recursos humanos gerenciar esses problemas,
fazendo com que, mesmo que as pessoas tenham essa percepção, haja
motivação para o trabalho.
Gabarito: C
15) (CESPE MPU 2010) O aumento do salário dos membros da equipe
de trabalho é determinante tanto para o estímulo no desenvolvimento
de tarefas individuais quanto para o incremento proporcional do
desempenho profissional de cada um desses membros.
O aumento de salário pode afetar o estímulo no desenvolvimento de tarefas
individuais e o incremento proporcional do desempenho profissional de cada um
dos membros. No entanto, não podemos taxar esse aspecto como algo
determinante nesses desenvolvimentos.
Gabarito: E
16) (CESPE MPU 2010) O número de integrantes da equipe, as
características de cada um deles e o grau de interferência de ganhos e

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perdas no trabalho sobre a atuação profissional não afetam o


desempenho da equipe.
Podem afetar com certeza.
Exemplos:
 Uma equipe muito grande pode tornar o trabalho mais lento;
 Um integrante que tem forte influência sobre o grupo e que não acredita
no sucesso da equipe pode “travar” a equipe;
 A perda irrisória no trabalho sobre a atuação profissional pode tornar
displicente um integrante.
Gabarito: E
17) (CESPE MPU 2010) A relação de dependência e de
complementaridade de conhecimentos e habilidades necessários para a
realização de determinadas atividades no ambiente organizacional
justifica a necessidade do trabalho em equipe.
Perfeito. Quando eu tenho um trabalho a executar que demanda dependência e
complementariedade de conhecimentos e habilidades, a formação de uma
equipe se faz necessária para que os objetivos sejam cumpridos de maneira
satisfatória.
Gabarito: C
18) (CESPE MPU 2010) No trabalho em equipe, as recompensas
igualitárias para o grupo e proporcionais para os indivíduos geram
melhor desempenho.
Olha, sinceramente eu preferiria que o CESPE tivesse usado “tendem a gerar”.
Mas, não é momento de brigarmos com a banca. Então, para o CESPE,
invariavelmente, recompensas igualitárias para o grupo e proporcionais para os
indivíduos geram melhor desempenho.
Gabarito: C

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A respeito de trabalho em equipe e das ideias do texto acima, julgue os


itens subsequentes.
19) (CESPE EBC 2011) O fato de alguém querer tirar vantagem em tudo
não deve ser motivo de orgulho pessoal.
Um ponto fundamental para respondermos às questões relacionadas ao texto:
não importa o que você acha sobre o jeitinho. Você tem que responder às
questões de acordo com a ideia de jeitinho trazida pelo autor.
Tirar vantagem em tudo não é o conceito positivo de jeitinho apresentado no
texto. A relação correta aqui é com malandragem. Por isso, a questão está
correta ao afirmar que não se trata de um fato que possa gerar orgulho
pessoal.
Gabarito: C
20) (CESPE EBC 2011) No trabalho em equipe, deve-se evitar o uso do
“jeitinho” como ferramenta de criatividade e inovação.
De forma alguma. Eu não falei para vocês que jeitinho é bom? Então o jeitinho,
sendo uma ferramenta de criatividade e inovação, só tem a contribuir para o
desenvolvimento de uma equipe.
Gabarito: E
21) (CESPE TJ-ES 2011) Segundo William Ouchi, o trabalho em equipe é
indispensável para o sucesso de uma organização; por essa razão,

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devem ser evitados quaisquer esforços individuais, que poderiam


ocasionar o fracasso organizacional.
A segunda parte da questão está errada. Esforços individuais são fundamentais
e não podem ser descartados. Nem sempre as equipes serão a melhor saída
para a realização de um trabalho.
Gabarito: E
22) (CESPE TRE-BA 2010) Competência interpessoal é a habilidade de
lidar eficazmente com outras pessoas de forma adequada às
necessidades de cada uma e à exigência da situação.
De fato, ter essa competência é saber lidar com pessoas e equipes, enxergando
no outro e em si próprio as necessidades, as virtudes e as limitações. Além
disso, é preciso entender o que a situação em questão exige da pessoa.
O conceito de competência interpessoal diz respeito ao saber trabalhar de
forma eficaz e eficiente em grupos ou equipes, de modo participativo, sinérgico
e responsável. Em outras palavras: é a capacidade de lidar e relacionar-se de
forma produtiva com e por meio de outras pessoas.
Gabarito: C
23) (CESPE DPU 2010) Acerca das equipes de trabalho e do
comportamento das pessoas nesse contexto, assinale a opção correta.
a) Garante-se a qualidade do relacionamento na equipe quando pelo
menos alguns dos membros do grupo possuem competência
interpessoal inata.
b) O sistema de comunicação e de feedback individual e grupal
possibilita a positiva interação entre os membros da equipe e viabiliza
a sinergia.
c) Devido ao próprio padrão de comportamento, as pessoas agem, em
grupo ou individualmente, sempre da mesma forma,
independentemente do ambiente em que estejam.
d) O simples fato de as pessoas trabalharem em grupo gera, na equipe,
sentimentos de satisfação e harmonia, pois a interação entre pessoas
de diferentes perfis e comportamentos implica apoio mútuo.

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e) Em razão de sua vivência em sociedade, os indivíduos são capazes


não só de prever, mas também de interpretar as reações das outras
pessoas, o que impede que haja distorções no relacionamento
interpessoal nos grupos.
Vejamos item por item.
a) Garantir é uma palavra perigosa. Não podemos afirmar que haverá qualidade
do relacionamento. Competência interpessoal inata é aquela que nasce com a
pessoa. Item errado.
b) Feedback é a retroalimentação de um sistema. É dizer o que ouviu e
entendeu, por exemplo, de uma comunicação. Essa é a resposta.
c) Não podemos garantir isso. É possível que uma pessoa seja de uma forma
com o grupo e de outra sem o grupo. Item errado.
d) É muito fácil ocorrer um conflito na relação dentro de um grupo. Item
errado.
e) Não ocorre essa prevenção. Item errado.
Gabarito: B
24) (CESPE TRE-BA 2010) Em situações de trabalho compartilhadas por
duas ou mais pessoas, há atividades a serem executadas, interações e
sentimentos envolvidos.
Acerca das relações humanas no trabalho, julgue o próximo item.
Os conflitos interpessoais são de natureza disfuncional, traduzida pela
intensidade, estágio de evolução, contexto e forma como são tratados
e, por tais motivos, esses conflitos devem ser evitados no contexto de
trabalho.
Os conflitos entre pessoas podem ser funcionais também, que podem ser
benéficos à empresa. A questão errou em desconsiderar esse tipo de conflito.
Com relação a evitar conflitos disfuncionais no contexto organizacional, de fato,
é essa a medida correta.
Gabarito: E
25) (CESPE SERPRO 2013) Como sistemas abertos, os grupos precisam
ter uma interação bem-sucedida com seu ambiente para obter recursos

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que serão transformados em produtos por meio do trabalho do próprio


grupo.
Perfeito. Essa interação é fundamental pois uma equipe não vive isolada do
mundo.
Gabarito: C
26) (CESPE ANATEL 2012) O trabalho em equipe, a despeito de
demandar mais tempo e consumir mais recursos dos trabalhadores,
comparado ao do trabalho individual, é o modelo de trabalho mais
eficiente para o desenvolvimento de quaisquer atividades nas
organizações.
O examinador “cravou” muita coisa. E sabemos que isso é perigoso. Trabalho
em equipe demanda mais tempo? Depende. Depende do tipo de trabalho,
depende dos integrantes da equipe, etc. Trabalho em equipe consome mais
recursos? Depende dos mesmos fatores.
Trabalho em equipe é o mais eficiente (usa melhor os recursos/insumos)?
Depende dos mesmos fatores.
Gabarito: E
Julgue os itens seguintes, relacionados ao trabalho em equipe.
27) (CESPE MCTI 2012) Um colaborador com o perfil denominado de
pacificador tem facilidade para aceitar as mudanças a serem
implementadas pela equipe e adaptar-se a elas.
Pacificador: conhecido como preservacionista ou mediador. Possui bom relação
com o mundo, gosta de harmonia. Possui dificuldades com mudanças. Item
errado.
Gabarito: E
28) (CESPE MCIT 2012) A eficácia no comportamento interpessoal
relaciona-se à habilidade para resolver os problemas sem retrocessos.
Isso mesmo. Eficácia relaciona-se com o alcance de objetivos, por isso o termo
“sem retrocessos”.
Gabarito: C

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29) (CESPE MCIT 2012) A utilização do trabalho em equipe não se


caracteriza como um advento recente nas organizações.
Corretinho. Embora seja moda hoje, as equipes são antigas.
Gabarito: C
30) (CESPE MCIT 2012) Na equipe funcional, os membros trabalham
em conjunto e com autonomia. A autoridade, a liderança e os limites
estabelecidos para a atuação dos membros das equipes não são claros
nem bem definidos.
Não é isso. Abordagens funcionais delimitam as funções de cada um de forma
bem clara.
Gabarito: E
31) (CESPE MCIT 2012) Um membro da equipe cuja personalidade
possibilita caracterizá-lo como observador apresenta dificuldade em se
relacionar com o grupo e manter um contato mais estreito com as
pessoas.
Perfeito. Observador: facilidades para fazer análises, é objetivo, é claro, é
individualista.
Gabarito: C
32) (CESPE STM 2011) O trabalho em equipe depende das normas
fundamentais que guiam comportamentos importantes e incluem
expectativas de como as pessoas devem agir.
As equipes podem ser formadas de maneira formal ou informal. As equipes
informais não carecem de normas. Elas são formadas por afinidades entre
pessoas.
Gabarito: E
33) (CESPE TRE-ES 2011) A principal diferença entre grupos e equipes
de trabalho reside no fato de os grupos serem mais sinérgicos e
possuírem membros com habilidades complementares.
É o contrário. As características apontadas dizem respeito às equipes.
Vamos diferenciar trabalho em equipe de trabalho em grupo.

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Uma frase importante para começar: “toda equipe é um grupo, mas nem todo
grupo é uma equipe”. Dessa frase podemos dizer que equipe é um tipo de
grupo. Sendo assim, caso uma questão não pergunte a diferença entre grupo e
equipe, ela pode trazer a palavra grupo com o conceito de equipe sem
problema algum.
No grupo, todos trabalham com o mesmo objetivo, tendo papéis previamente
definidos. No grupo, a comunicação pode ser prejudicada (ninguém sabe ao
certo o que o outro está pensando), o que pode inviabilizar o alcance de
resultados esperados do grupo como um todo. É cada um por si, não há
cooperação. Os líderes ficam distantes dos demais membros.
Numa equipe, existe transparência entre os membros. Cada um sabe o que o
outro está pensando. Há colaboração, os membros formam um time. O
ambiente é mais agradável, o que contribui para a geração de resultados.
Se recorrermos ao passado recente, havia o predomínio do trabalho
individualista, sem a formação das equipes de trabalho. Essas equipes que
buscam objetivos comuns, trabalhando em regime de mútua colaboração, são
recentes no mundo organizacional.
As equipes sabem assumir riscos, investem constantemente no próprio
crescimento. O grupo só se transforma em equipe quando passa a prestar
atenção na forma de operar e procurar resolver os problemas que afetam o seu
funcionamento.
Gabarito: E
34) (CESPE BASA 2010) Equipes eficazes demandam que seus membros
conheçam as habilidades e competências uns dos outros. O
desenvolvimento de um clima de confiança entre os membros também
é fundamental para garantir a eficácia de uma equipe.
Perfeito. Eficácia = alcance dos objetivos.
Veja que o examinador não está afirmando que o desenvolvimento de um clima
de confiança entre os membros garante a eficácia de uma equipe. Ele está
afirmando que esse desenvolvimento é fundamental para garantir, ou seja, é
quase que um requisito para a eficácia.

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Gabarito: C
35) (CESPE BASA 2010) Uma equipe heterogênea em termos de sexo,
idade, educação, entre outros aspectos, tende a ter menor
probabilidade de eficácia na execução de todos os tipos de tarefas.
Na verdade, a heterogeneidade em todos os aspectos em uma equipe é
fundamental para a sua eficácia.
Cada vez mais, as equipes de trabalho devem ser multidisciplinares. A razão
disso são as diversas condições impostas pelo ambiente externo (mercado,
governo, sociedade, etc). O mercado hoje requer equipes que tenham domínio
de diversas áreas, pois esse múltiplo conhecimento pode solucionar problemas
com mais facilidade e agilidade em meio a um contexto de globalização e de
mudanças constantes na forma de se fazer as coisas.
Essa multidisciplinaridade é determinante para que a equipe tenha flexibilidade
para enfrentar as diversas circunstâncias que lhes são impostas. Se uma equipe
se especializa em excesso, ela perde a noção do todo, ou seja, a especialização
pode gerar alienação. Essa restrição de conhecimento torna-se um problema
quando distintas situações são postas em xeque.
Vejamos um exemplo.

A equipe de vendas deve ter boas noções a cerca do setor de


transportes. Imaginem que o transporte aéreo entre dois locais
dure 2 dias. Não obstante, a equipe de transportes tem
realizado essa rota via rodovia devido a uma greve no setor
aéreo. Se o vendedor desconhecer essas questões, ele
prometerá a entrega do produto em 2 dias, deixando o cliente
insatisfeito com o atraso do produto.

Gabarito: E
36) (CESPE BASA 2010) Como prática de gestão, tem sido demonstrado
que a organização do trabalho em torno de equipe é a melhor solução
para qualquer tipo de atividade que exija alto desempenho.

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Não podemos ficar presos a regras sem exceções. Não há receitas de bolo que
funcionam em qualquer momento. O mundo atual é situacional. Para cada
situação, uma diretriz.
De maneira geral, como nos ensina William Ouchi, o trabalho em equipe é
fundamental para o sucesso de uma organização.
É preciso dizer, no entanto: nem sempre trabalhar em equipe é vantajoso.
Quando um determinado trabalho possui prazos curtos e há determinadas
pessoas escaladas para o trabalho que não são capacitadas para cumprirem os
tempos requeridos, melhor não constituir equipes. Equipes podem demandar
tempo de adaptação entre os membros.
Demandas mais simples também podem prescindir (não depender) das equipes
de trabalho, que podem ser mais onerosas (podem custar mais caro) do que os
trabalhadores isolados.
Gabarito: E
37) (CESPE STM 2011) Os fatores capazes de influenciar a eficácia do
trabalho em equipe são o contexto organizacional, o tipo, as
características e a composição da equipe.
Segundo Robbins, os fatores-chave para equipes eficazes são:
 composição
 contexto
 projeto
 processo
Sendo assim, o erro da questão está em citar tipo e características como
fatores capazes de influenciar a eficácia da equipe. A questão desconsiderou
projeto e processo como fatores.
Gabarito: E
38) (CESPE STM 2011) Uma equipe verticalizada tem mais chances de
ser eficaz do que uma equipe horizontalizada, pois naquela há uma
cadeia formal de comando entre o gerente e seus subordinados.
Equipe vertical é uma equipe com bastante hierarquia. A eficácia é prejudicada
pela quantidade de subordinações existentes, separando as pessoas que

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decidem daquelas que executam. Com isso, o alcance dos resultados (eficácia)
resta prejudicado.
Gabarito: E
39) (CESPE STM 2011) Os avanços na tecnologia da informação, as
mudanças nas expectativas de funcionários e a globalização dos
negócios resultaram em novas abordagens para o trabalho em equipe.
A configuração de uma equipe hoje é diferente. Hoje, a velocidade e a forma de
se comunicar influenciam sobremaneira na composição e no trabalho das
equipes. No mundo atual, com a influência da globalização e o acesso rápido a
informações, a tendência é que os funcionários tenham cada vez mais
expectativas para suas carreiras profissionais.
Gabarito: C
40) (CESPE STM 2011) Coesão do trabalho em equipe refere-se a um
padrão de conduta compartilhado pelos membros da equipe e que guia
o seu comportamento.
Coesão não é padrão de conduta. Coesão é uma ligação forte, um bom
relacionamento, um entrosamento.
Gabarito: E
41) (STM CESPE 2011) O servidor público deve ser sensível às
necessidades, percepções, atitudes e emoções do cidadão no momento
do atendimento. Por isso, deve demonstrar empatia tanto na
comunicação verbal quanto na comunicação não verbal.
A comunicação verbal diz muita coisa no atendimento. No entanto, não se pode
menosprezar a comunicação não verbal, a linguagem corporal. Essa
comunicação pode dizer muita coisa sobre a necessidade de uma pessoa ou
sobre o interesse dela sobre o assunto.
Gabarito: C
42) (FCC AL-SP 2010) Um dos fatores de qualidade no atendimento ao
público é a empatia. Empatia é
a) a capacidade de transmitir sinceridade, competência e confiança ao
público.

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b) a capacidade de cumprir, de modo confiável e exato, o que foi


prometido ao público.
c) o grau de cuidado e atenção individual que o atendente demonstra
para com o público, colocando-se em seu lugar para um melhor
entendimento do problema.
d) a intimidade que o atendente manifesta ao ajudar prontamente o
cidadão.
e) a habilidade em definir regras consensuais para o efetivo
atendimento.
Empatia é a arte de se colocar no lugar da outra pessoa para tentar entender a
sua necessidade e prestar um serviço mais adequado. Para isso, é preciso ter
cuidado e atenção.
Gabarito: C
43) (CESPE ANCINE 2012) O fato de um servidor público se dispor a
auxiliar uma pessoa e prontamente atendê-la bem é exemplo de
empatia no atendimento ao público.
Isso não é ter empatia. É obrigação do servidor atender aos cidadãos de forma
satisfatória. Mas isso não significa que esse servidor vai se colocar no lugar do
outro.
Gabarito: E

Exercícios Trabalhados
1) (AOCP CASAN 2016) Os grupos formais, também chamados equipes de
trabalho, são aqueles criados pela administração para equipar qualquer unidade
de trabalho. Há dois tipos principais de grupos formais ou equipes de trabalho
nas organizações. A notícia no site da CASAN de que “força-tarefa da CASAN
duplica equipes para última semana do ano" pertence a qual tipo de equipe de
trabalho?
a) Grupos ou equipes funcionais.
b) Grupos ou equipes de interesse.

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c) Grupos ou equipes permanentes.


d) Grupos ou equipes temporários.
e) Grupos ou equipes externos.
2) (CESGRANRIO IBGE 2014) O trabalho nas organizações empresariais tem
sofrido diversas modificações ao longo do tempo. Se no passado as atividades
eram vistas como uma unidade separada das demais e deveriam ser realizadas
individualmente, hoje se sabe que quanto maior a integração e a colaboração
entre os pares, maior a motivação dos funcionários, e, consequentemente,
maior a produtividade.
Nesse sentido, uma equipe deve apresentar a(s) seguinte(s) característica(s):
a) seu trabalho é individual, e cada um se preocupa em realizar a sua tarefa,
visando ao resultado estabelecido pela chefia.
b) seu trabalho é o resultado de um esforço em conjunto, mas, se houver
algum erro, um único membro pode ser responsabilizado por isso.
c) cada membro sabe o que os outros estão fazendo, tem objetivos comuns e
desenvolve metas coletivas.
d) cada membro pode escolher as atividades que dese- ja realizar, de acordo
com suas preferências e interesses.
e) é um conjunto de pessoas com objetivos comuns, as quais se reúnem por
afinidades.
3) (CESGRANRIO PETROBRÁS 2014) Um gestor de uma grande empresa atua
em uma área em que existem muitos funcionários e muitas atividades
diferentes que se integram para a produção do produto final. Na organização
das atividades a serem realizadas com o objetivo de conseguir um bom
desempenho para a sua área e manter um fluxo de comunicação e de produção
eficientes, este gestor formará várias equipes que se integram.
Para conseguir formar boas equipes e atingir os seus objetivos, o gestor deverá
considerar que cada equipe
a) deverá ser monodisciplinar, porque isto trará uma diversidade de
conhecimentos, possibilitando a integração das diferentes equipes.

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b) será constituída livremente pelos funcionários, e cada um escolherá em qual


equipe deseja trabalhar.
c) precisará ter sinergia, e seus membros integrarão seus conhecimentos e suas
habilidades, para atingir os propósitos organizacionais.
d) possibilitará que cada membro, individualmente, estabeleça seus objetivos e
metas, gerando, assim, o comprometimento de toda a equipe.
e) compartilhará a visão da organização, que se reflete nos objetivos e valores
pessoais na busca pelos resultados individualizados.
4) (CESGRANRIO PETROBRÁS 2012) Após quase 50 anos de operação no Brasil,
os principais executivos de uma empresa perceberam que atuavam com uma
estrutura organizacional ultrapassada, compatível com aquela pensada pelos
teóricos da administração científica. Eles decidiram transferir os trabalhos
individuais, antes fragmentados em diferentes áreas funcionais, para equipes
multifuncionais interativas com responsabilidade para decidir sobre sua
execução.
O conceito que fundamenta a reestruturação proposta pelos executivos é o de
a) amplitude de controle
b) aproximação com usuário
c) canais de retroação
d) carga horizontal
e) grupos autônomos
5) (CESGRANRIO TRANSPETRO 2012) O trabalho em equipe é o maior desafio
dentro das organizações. É uma tarefa complexa reunir equipes e garantir o
desempenho, já que engloba pessoas com atitudes, conhecimentos e
características diferentes.
Para a formação de uma equipe de um departamento com alto desempenho, é
necessário que essa equipe saiba agilizar tarefas e desenvolver a comunicação
em clima aberto e confiável.
Os atributos necessários para atingir tais metas são, respectivamente,
a) clareza e responsabilidade
b) criatividade e clareza

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c) interação e flexibilidade
d) rapidez e interação
e) responsabilidade e flexibilidade
6) (CEGRANRIO TRANSPETRO 2011) Uma empresa na área de mineração
decidiu ampliar a produção de uma mina de minério de ferro. Para tal,
constituiu uma equipe de profissionais de diversas especialidades para atuar
desde o planejamento até a entrega da obra, incluindo todo o processo de
licenciamento ambiental. Quando da entrega da mina em produção, a equipe
será desfeita, e os profissionais serão novamente movimentados para posições
em que possam contribuir com suas habilidades e competências.
A empresa optou por desenvolver uma equipe
a) autodirigida
b) funcional cruzada
c) de força-tarefa
d) de projeto
e) de melhoria de processos
7) (CESGRANRIO PETROBRÁS 2011) Embora equipes sejam grupos de pessoas,
os conceitos de equipe e grupo não são intercambiáveis. A respeito das
diferenças entre conceitos, analise as afirmativas a seguir.
I - Equipes contam com líderes fortes que foram designados para a função.
II - Equipes entregam produtos do trabalho coletivo de seus componentes.
III - Grupos discutem, decidem e compartilham trabalho.
Está correto APENAS o que se afirma em
a) I.
b) II.
c) III.
d) I e II.
e) I e III.
8) (CESGRANRIO PETROBRÁS 2010) Existem várias diferenças entre trabalho
em grupo e trabalho em equipe, principalmente quanto à sua caracterização. A
esse respeito, considere as características abaixo.

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I - Mantém a responsabilização do indivíduo.


II - Compartilha ou faz rodízio de liderança.
III - Possui produtos do trabalho individual.
IV - Encoraja discussões abertas em reuniões.
V - Mede eficácia pelo trabalho coletivo.
VI - Discute, decide e delega trabalho.
Referem-se ao trabalho em equipe APENAS as características
a) I, II e III.
b) I, IV e VI.
c) II, III e V.
d) II, IV e V.
e) III, V e VI.
9) (CESGRANRIO PETROBRÁS 2010) O trabalho em equipe é um elemento
fundamental às práticas das organizações da indústria de petróleo,
principalmente, devido à natureza das atividades e à diversidade de problemas
que seus colaboradores enfrentam. Relacione o tipo de equipe à natureza da
responsabilidade envolvida.

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Estão corretas as associações


a) I -R, II - P, III - Q
b) I -P, II - S, III - R
c) I -Q, II - R, III - P
d) I -S, II - Q, III - P
e) I -Q, II - P, III – S
10) (CESGRANRIO PETROBRÁS 2010) O trabalho em equipe é considerado
fundamental para sistemas de trabalho de alto desempenho, já que delega
poder e concede maior controle ao empregado.
PORQUE
Reconhece a importância das necessidades sociais de cada empregado
individualmente e requer pouca orientação técnica por, necessariamente,
envolver a divisão de tarefas que devem ser simples, seguras e controláveis.
A esse respeito, conclui-se que
a) as duas afirmações são verdadeiras e a segunda justifica a primeira.
b) as duas afirmações são verdadeiras e a segunda não justifica a primeira.
c) a primeira afirmação é verdadeira e a segunda é falsa.
d) a primeira afirmação é falsa e a segunda é verdadeira.
e) as duas afirmações são falsas.
11) (CESGRANRIO IBGE 2009) Dentre as práticas gerenciais que se seguem, a
que compromete o desempenho de equipes é a que estabelece
a) uma orientação estratégica envolvendo a participação dos funcionários para
o cumprimento da missão e dos objetivos da organização.
b) uma cultura organizacional que influencia membros de equipes a
concordarem explicitamente com uma proposição da qual discordam
intimamente.
c) um padrão de conduta que é compartilhado pelos membros da equipe.
d) um processo de seleção e treinamento que proporcione contribuições
eficazes para o desenvolvimento de equipes.

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e) o desenvolvimento da capacidade de seus integrantes trabalharem


coletivamente, produzindo um resultado maior que a simples soma de suas
contribuições individuais.
12) (CESPE MPU 2010) A existência de líderes nas equipes de trabalho é
imprescindível para que os objetivos do trabalho sejam alcançados.
13) (CESPE STJ 2012) Acerca do comportamento de indivíduos, grupos e
organizações, julgue o item subsequente.
O desempenho de uma equipe ou grupo é prejudicado pela facilitação social,
isto é, pela atenção dedicada por outros membros do grupo quando a tarefa
realizada por um dos componentes desse grupo é simples e facilmente
aprendida.
14) (CESPE MPU 2010) Nas organizações, cabe à área de recursos humanos
garantir o equilíbrio nas relações entre os funcionários e a organização, e sua
ação envolve o gerenciamento de potenciais conflitos, do que é exemplo a
percepção negativa de funcionários que não são recompensados de forma
compatível com o seu trabalho na organização.
15) (CESPE MPU 2010) O aumento do salário dos membros da equipe de
trabalho é determinante tanto para o estímulo no desenvolvimento de tarefas
individuais quanto para o incremento proporcional do desempenho profissional
de cada um desses membros.
16) (CESPE MPU 2010) O número de integrantes da equipe, as características
de cada um deles e o grau de interferência de ganhos e perdas no trabalho
sobre a atuação profissional não afetam o desempenho da equipe.
17) (CESPE MPU 2010) A relação de dependência e de complementaridade de
conhecimentos e habilidades necessários para a realização de determinadas
atividades no ambiente organizacional justifica a necessidade do trabalho em
equipe.
18) (CESPE MPU 2010) No trabalho em equipe, as recompensas igualitárias
para o grupo e proporcionais para os indivíduos geram melhor desempenho.

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A respeito de trabalho em equipe e das ideias do texto acima, julgue os itens


subsequentes.
19) (CESPE EBC 2011) O fato de alguém querer tirar vantagem em tudo não
deve ser motivo de orgulho pessoal.
20) (CESPE EBC 2011) No trabalho em equipe, deve-se evitar o uso do
“jeitinho” como ferramenta de criatividade e inovação.
21) (CESPE TJ-ES 2011) Segundo William Ouchi, o trabalho em equipe é
indispensável para o sucesso de uma organização; por essa razão, devem ser
evitados quaisquer esforços individuais, que poderiam ocasionar o fracasso
organizacional.
22) (CESPE TRE-BA 2010) Competência interpessoal é a habilidade de lidar
eficazmente com outras pessoas de forma adequada às necessidades de cada
uma e à exigência da situação.
23) (CESPE DPU 2010) Acerca das equipes de trabalho e do comportamento
das pessoas nesse contexto, assinale a opção correta.
a) Garante-se a qualidade do relacionamento na equipe quando pelo menos
alguns dos membros do grupo possuem competência interpessoal inata.
b) O sistema de comunicação e de feedback individual e grupal possibilita a
positiva interação entre os membros da equipe e viabiliza a sinergia.

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c) Devido ao próprio padrão de comportamento, as pessoas agem, em grupo


ou individualmente, sempre da mesma forma, independentemente do ambiente
em que estejam.
d) O simples fato de as pessoas trabalharem em grupo gera, na equipe,
sentimentos de satisfação e harmonia, pois a interação entre pessoas de
diferentes perfis e comportamentos implica apoio mútuo.
e) Em razão de sua vivência em sociedade, os indivíduos são capazes não só de
prever, mas também de interpretar as reações das outras pessoas, o que
impede que haja distorções no relacionamento interpessoal nos grupos.
24) (CESPE TRE-BA 2010) Em situações de trabalho compartilhadas por duas
ou mais pessoas, há atividades a serem executadas, interações e sentimentos
envolvidos.
Acerca das relações humanas no trabalho, julgue o próximo item.
Os conflitos interpessoais são de natureza disfuncional, traduzida pela
intensidade, estágio de evolução, contexto e forma como são tratados e, por
tais motivos, esses conflitos devem ser evitados no contexto de trabalho.
25) (CESPE SERPRO 2013) Como sistemas abertos, os grupos precisam ter uma
interação bem-sucedida com seu ambiente para obter recursos que serão
transformados em produtos por meio do trabalho do próprio grupo.
26) (CESPE ANATEL 2012) O trabalho em equipe, a despeito de demandar mais
tempo e consumir mais recursos dos trabalhadores, comparado ao do trabalho
individual, é o modelo de trabalho mais eficiente para o desenvolvimento de
quaisquer atividades nas organizações.
Julgue os itens seguintes, relacionados ao trabalho em equipe.
27) (CESPE MCTI 2012) Um colaborador com o perfil denominado de pacificador
tem facilidade para aceitar as mudanças a serem implementadas pela equipe e
adaptar-se a elas.
28) (CESPE MCIT 2012) A eficácia no comportamento interpessoal relaciona-se
à habilidade para resolver os problemas sem retrocessos.
29) (CESPE MCIT 2012) A utilização do trabalho em equipe não se caracteriza
como um advento recente nas organizações.

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30) (CESPE MCIT 2012) Na equipe funcional, os membros trabalham em


conjunto e com autonomia. A autoridade, a liderança e os limites estabelecidos
para a atuação dos membros das equipes não são claros nem bem definidos.
31) (CESPE MCIT 2012) Um membro da equipe cuja personalidade possibilita
caracterizá-lo como observador apresenta dificuldade em se relacionar com o
grupo e manter um contato mais estreito com as pessoas.
32) (CESPE STM 2011) O trabalho em equipe depende das normas
fundamentais que guiam comportamentos importantes e incluem expectativas
de como as pessoas devem agir.
33) (CESPE TRE-ES 2011) A principal diferença entre grupos e equipes de
trabalho reside no fato de os grupos serem mais sinérgicos e possuírem
membros com habilidades complementares.
34) (CESPE BASA 2010) Equipes eficazes demandam que seus membros
conheçam as habilidades e competências uns dos outros. O desenvolvimento de
um clima de confiança entre os membros também é fundamental para garantir
a eficácia de uma equipe.
35) (CESPE BASA 2010) Uma equipe heterogênea em termos de sexo, idade,
educação, entre outros aspectos, tende a ter menor probabilidade de eficácia na
execução de todos os tipos de tarefas.
36) (CESPE BASA 2010) Como prática de gestão, tem sido demonstrado que a
organização do trabalho em torno de equipe é a melhor solução para qualquer
tipo de atividade que exija alto desempenho.
37) (CESPE STM 2011) Os fatores capazes de influenciar a eficácia do trabalho
em equipe são o contexto organizacional, o tipo, as características e a
composição da equipe.
38) (CESPE STM 2011) Uma equipe verticalizada tem mais chances de ser
eficaz do que uma equipe horizontalizada, pois naquela há uma cadeia formal
de comando entre o gerente e seus subordinados.
39) (CESPE STM 2011) Os avanços na tecnologia da informação, as mudanças
nas expectativas de funcionários e a globalização dos negócios resultaram em
novas abordagens para o trabalho em equipe.

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40) (CESPE STM 2011) Coesão do trabalho em equipe refere-se a um padrão de


conduta compartilhado pelos membros da equipe e que guia o seu
comportamento.
41) (STM CESPE 2011) O servidor público deve ser sensível às necessidades,
percepções, atitudes e emoções do cidadão no momento do atendimento. Por
isso, deve demonstrar empatia tanto na comunicação verbal quanto na
comunicação não verbal.
42) (FCC AL-SP 2010) Um dos fatores de qualidade no atendimento ao público
é a empatia. Empatia é
a) a capacidade de transmitir sinceridade, competência e confiança ao público.
b) a capacidade de cumprir, de modo confiável e exato, o que foi prometido ao
público.
c) o grau de cuidado e atenção individual que o atendente demonstra para com
o público, colocando-se em seu lugar para um melhor entendimento do
problema.
d) a intimidade que o atendente manifesta ao ajudar prontamente o cidadão.
e) a habilidade em definir regras consensuais para o efetivo atendimento.
43) (CESPE ANCINE 2012) O fato de um servidor público se dispor a auxiliar
uma pessoa e prontamente atendê-la bem é exemplo de empatia no
atendimento ao público.

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Gabarito:
1) D 2) C 3) A 4) E 5) D 6) D 7) B
8) D 9) A 10) C 11) B 12) E 13) E 14) C
15) E 16) E 17) C 18) C 19) C 20) E 21) E
22) C 23) B 24) E 25) C 26) E 27) E 28) C
29) C 30) E 31) C 32) E 33) E 34) C 35) E
36) E 37) E 38) E 39) C 40) E 41) C 42) C
43) E

Abração e bons estudos!!!

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