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Aula 24/06

Poderes administrativos = poderes da Adm Pública # de Poderes do Estado (exec, leg, jud)

Poderes administrativos é o conjunto de prerrogativas da Adm Pública na busca do


interesse público, materializado por meio de atos administrativos.

Os poderes, para Hely Lopes Meireles, são o discricionário, o hierárquico, o disciplina, o


normativo (regulamentar), e o de polícia administrativa.

Deveres administrativos
O dever de Probidade, o dever de prestar contas, o dever de eficiência e o dever de agir.
No caso do dever de agir, a Omissão acarreta a figura da responsabilidade subjetiva
No caso da eficiência, a busca é pela qualidade do serviço público. Liga-se à Adm
Gerencial.
No caso da prestação de contas, o dever vincula-se à LRF (LC 101) e ao art 169 $ 4 CF (1
- fim da aula)
No caso de Probidade – Lei 8.429 2 (item 2 rodapé) O artigo 15 trata das hipóteses de perda
e suspensão I – Perda itens II, III, IV, V(improb adm) a pena é a da suspensão.

A Ação de Improbidade tem natureza civil, não penal. (IMP). Deve-se linkar com o art
37 $ 4 – Efeitos de Improbidade. (Suspensão dos direitos políticos, perda da função
pública, indisponibilidade dos bens, ressarcimento ao erário (imprescritível).

Art 117 da Lei 8112 (item 3 rodapé)


Obs: Segundo José dos Santos Carvalho Filho, o servidor poderá responder em quatro (4)
esferas: a civil, a penal, e adm e a de IMPROBIDADE (o texto diz além das...)

Art 12 da lei 8.429

Art. 12. Independentemente das sanções penais, civis e administrativas previstas na legislação
específica, está o responsável pelo ato de improbidade sujeito às seguintes cominações, que
podem ser aplicadas isolada ou cumulativamente, de acordo com a gravidade do fato: (Redação
dada pela Lei nº 12.120, de 2009).

I - na hipótese do art. 9°, perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio,
ressarcimento integral do dano, quando houver, perda da função pública, suspensão dos direitos
políticos de oito a dez anos, pagamento de multa civil de até três vezes o valor do acréscimo
patrimonial e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos
fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual
seja sócio majoritário, pelo prazo de dez anos;

Bizu – Art 9 – Enriquecimento ilícito –

Penalidades: Perda da função pública, suspensão de oito a dez anos, pagamento de multa civil de
até três vezes o valor do acréscimo patrimonial e proibição de contratar com serviço público... dez
anos
II - na hipótese do art. 10, ressarcimento integral do dano, perda dos bens ou valores
acrescidos ilicitamente ao patrimônio, se concorrer esta circunstância, perda da função pública,
suspensão dos direitos políticos de cinco a oito anos, pagamento de multa civil de até duas vezes o
valor do dano e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos
fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual
seja sócio majoritário, pelo prazo de cinco anos;

Bizu – Art 10 – Ação ou omissão que gere perda patrimonial, desvio, apropriação ou dilapidação

Penalidades: Ressarcimento integral do dano, perda da função publica, perda dos bens acrescidos
de maneira ilegal ao patrimônio, suspensão de cinco a oito anos, multa civil até duas vezes o valor
do dano, proibição de contratar por período de cinco anos

III - na hipótese do art. 11, ressarcimento integral do dano, se houver, perda da função
pública, suspensão dos direitos políticos de três a cinco anos, pagamento de multa civil de até cem
vezes o valor da remuneração percebida pelo agente e proibição de contratar com o Poder Público
ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por
intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de três anos.

Bizu – Art 11 – atentar contra princípios da adm publica (violação deveres de honestidade,
imparcialidade, legalidade, lealdade)

Penalidades: Perda da função pública , suspensão direitos políticos de três a cinco anos,
multa civil até cem vezes o valor da REMUNERAÇÃO agente e proibição por três anos

Parágrafo único. Na fixação das penas previstas nesta lei o juiz levará em conta a extensão
do dano causado, assim como o proveito patrimonial obtido pelo agente.

O processo administrativo (tratado pelo art 17 da lei 8.429) pode ser proposta pelo
Ministério Público ou pela pessoa jurídica interessada.
Obs: Os agentes políticos (vide pg 30 e 31 da apostila para Hely Lopes (versão Cespe) são
os componentes do governo nos seus PRIMEIROS ESCALÕES, investidos em cargos,
funções, mandatos ou comissões, por nomeação, eleição, designação ou delegação.
Traduzindo: além dos chefes do executivo, são agentes políticos, auxiliares imediatos,
parlamentares, membros da magistratura, ministério público, tribunais de contas. Para ser
agente deve-se ter previsão na CF e independência funcional), segundo o STF não estão
sujeitos aos limites da lei 8.429, mas ao da lei 1079/1950 (Lei da Responsabilidade). A base
é a reclamação 2138, a do ministrito Sardemberg, da Cie e TEc.

Para contextualizar abuso de poder, de excesso de poder, de desvio de poder deve-se


vincula-los a um dos ELEMENTOS DOS ATOS ADM, QUE SÃO A COMPETENCIA, A
FINALIDADE, A FORMA, O MOTIVO E O OBJETO.

Se o servidor foi além dos limites de sua Competência, agiu com excesso de poder
No DESVIO de poder é tocado o vício da finalidade, como remover alguém por punição,
ou dar carteirada (o uso da carteira foi além do proposto).

Poder vinculado (também chamado de revogado ou unisignificativo)


O poder vinculado é aplicado ao ato vinculado.
A atuação administrativa está adstrita (ligada) aos limites legais
OBS: Atos vinculados NÃO admitem revogação (ex nunc), mas podem ser anulados se
considerados ilegais forem.
Na revogação o ato é legal mas deixou de ser oportuno.

Poder discricionário (Plurisignificativo)


A atuação administrativa goza de maior margem de liberdade, relacionada à conveniência,
à liberdade e aos limites da lei.
A liberdade relaciona-se à conveniência (condições) e à oportunidade (momento). Formam
o mérito administrativo a conveniência e a oportunidade.
Se o ato é discricionário, o motivo e o objeto também são discricionários, é regra.
Nenhum ato poderá ser plenamente discricionário, posto que a discricionariedade baseia-se
nos limites da lei.
OBS: AdMITE-SE CONTROLE JUDICIAL NA DISCRICIONARIEDADE, OU SEJA, o
judiciário pode ser acionado.
OBS: Em regra, não se admite controle judicial do mérito. Porém, modernamente, tal
hipótese tem sido possível em razão de critérios proporcionais.
Poder hierárquico – Relaciona-se à idéia da subordinação. Possui mais a ver com a
desconcentração, parte da repartição interna de competências. Ver lei 9784 artigos 11 ao
17. A competência, em regra, é irrenunciável, mas admite delegação (discricionário) ou
avocação (excepcional, vinculada) nos casos previstos em lei.
A avocação pode ser aplicada em casos excepcionais, casos devidamente justificados, de
caráter temporário, em face de um subordinado (REVER)

Art. 169. A despesa com pessoal ativo e inativo da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios não poderá exceder os limites estabelecidos em lei complementar.

Parágrafo único. A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração, a criação de


cargos ou alteração de estrutura de carreiras, bem como a admissão de pessoal, a qualquer título,
pelos órgãos e entidades da administração direta ou indireta, inclusive fundações instituídas e
mantidas pelo Poder Público, só poderão ser feitas:

§ 1º A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração, a criação de cargos,


empregos e funções ou alteração de estrutura de carreiras, bem como a admissão ou contratação
de pessoal, a qualquer título, pelos órgãos e entidades da administração direta ou indireta,
inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público, só poderão ser feitas: (Renumerado
do parágrafo único, pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

I - se houver prévia dotação orçamentária suficiente para atender às projeções de despesa de


pessoal e aos acréscimos dela decorrentes; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
II - se houver autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias, ressalvadas as empresas
públicas e as sociedades de economia mista. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

§ 2º Decorrido o prazo estabelecido na lei complementar referida neste artigo para a adaptação
aos parâmetros ali previstos, serão imediatamente suspensos todos os repasses de verbas
federais ou estaduais aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios que não observarem os
referidos limites. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

§ 3º Para o cumprimento dos limites estabelecidos com base neste artigo, durante o prazo fixado
na lei complementar referida no caput, a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios
adotarão as seguintes providências: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

I - redução em pelo menos vinte por cento das despesas com cargos em comissão e funções de
confiança; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

II - exoneração dos servidores não estáveis. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

§ 4º Se as medidas adotadas com base no parágrafo anterior não forem suficientes para
assegurar o cumprimento da determinação da lei complementar referida neste artigo, o
servidor estável poderá perder o cargo, desde que ato normativo motivado de cada um dos
Poderes especifique a atividade funcional, o órgão ou unidade administrativa objeto da
redução de pessoal. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

§ 5º O servidor que perder o cargo na forma do parágrafo anterior fará jus a indenização
correspondente a um mês de remuneração por ano de serviço. (Incluído pela Emenda
Constitucional nº 19, de 1998)

§ 6º O cargo objeto da redução prevista nos parágrafos anteriores será considerado extinto,
vedada a criação de cargo, emprego ou função com atribuições iguais ou assemelhadas pelo prazo
de quatro anos. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

§ 7º Lei federal disporá sobre as normas gerais a serem obedecidas na efetivação do disposto no §
4º. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

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Art 117 lei 8112 –


Das Proibições

Art. 117. Ao servidor é proibido: (Vide Medida Provisória nº 2.225-45, de 4.9.2001)

ADV I - ausentar-se do serviço durante o expediente, sem prévia autorização do chefe


imediato;

ADV II - retirar, sem prévia anuência da autoridade competente, qualquer documento ou objeto
da repartição;

ADV III - recusar fé a documentos públicos;

ADV IV - opor resistência injustificada ao andamento de documento e processo ou execução


de serviço;

ADV V - promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição;


ADV VI - cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em lei, o
desempenho de atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado;

ADV VII - coagir ou aliciar subordinados no sentido de filiarem-se a associação profissional ou


sindical, ou a partido político;

ADV VIII - manter sob sua chefia imediata, em cargo ou função de confiança, cônjuge,
companheiro ou parente até o segundo grau civil;

DEM IX - valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da


dignidade da função pública;
X - participar de gerência ou administração de sociedade privada, personificada ou não
personificada, exercer o comércio, exceto na qualidade de acionista, cotista ou comanditário;
(Redação dada pela Lei nº 11.784, de 2008

DEM XI - atuar, como procurador ou intermediário, junto a repartições públicas, salvo quando
se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo grau, e de
cônjuge ou companheiro;

DEM XII - receber propina, comissão, presente ou vantagem de qualquer espécie, em razão
de suas atribuições;

DEM XIII - aceitar comissão, emprego ou pensão de estado estrangeiro;

DEM XIV - praticar usura sob qualquer de suas formas;

DEM XV - proceder de forma desidiosa;

DEM XVI - utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviços ou atividades


particulares;

SUSP XVII - cometer a outro servidor atribuições estranhas ao cargo que ocupa, exceto em
situações de emergência e transitórias;

SUSP XVIII - exercer quaisquer atividades que sejam incompatíveis com o exercício do cargo
ou função e com o horário de trabalho;

ADV XIX - recusar-se a atualizar seus dados cadastrais quando solicitado. (Incluído pela Lei nº
9.527, de 10.12.97)

Parágrafo único. A vedação de que trata o inciso X não se aplica nos seguintes casos:
(Incluído pela Medida Provisória nº 431, de 2008).
I - participação nos conselhos de administração e fiscal de empresas ou entidades em que a
União detenha, direta ou indiretamente, participação no capital social ou em sociedade cooperativa
constituída para prestar serviços a seus membros; e (Incluído pela Medida Provisória nº 431, de
2008).
II - gozo de licença para o trato de interesses particulares, na forma do art. 91, observada a
legislação sobre conflito de interesses. (Incluído pela Medida Provisória nº 431, de 2008).

Parágrafo único. A vedação de que trata o inciso X do caput deste artigo não se aplica nos
seguintes casos: (Incluído pela Lei nº 11.784, de 2008

I - participação nos conselhos de administração e fiscal de empresas ou entidades em que a


União detenha, direta ou indiretamente, participação no capital social ou em sociedade cooperativa
constituída para prestar serviços a seus membros; e (Incluído pela Lei nº 11.784, de 2008
II - gozo de licença para o trato de interesses particulares, na forma do art. 91 desta Lei,
observada a legislação sobre conflito de interesses. (Incluído pela Lei nº 11.784, de 2008

01/07/10

pg 122 apostila

Atributos do poder de polícia


Discricionariedade, coercibilidade, auto-executoriedade (para Celso Antonio bandeira de melo,
divide-se ainda em executoriedade e exigibilidade, presente em todos os atos de polícia).

Os poderes administrativos são materializados por meio de atos administrativos


Poder vinculado (também chamado de regrado)
Poder discricionário > envolve mérito administrativo (remete a conveniência + oportunidade E ao
motivo + objeto)

Poder hierárquico – Em regra, a competência (ver artigos 11 a0 17 da lei 9784/99) é um dos


elementos dos atos administrativos. Em REGRA, também é irrenunciável, mas admite
DELEGAÇÃO e avocação nos termos da Lei.

Poder de Polícia pode assumir o caráter de polícia judiciária ou administrativa


O poder de polícia administrativo incide sobre bens, direitos e atividade mas NÃO incide sobre
pessoas. Em regra é preventivo.
O poder de polícia pode ser normativo ou concreta
Normativo é o estabelecimento de limites, como os de velocidade. Poder de polícia concreto é a
multa.
Em regra, diz-se que o poder de polícia administrativo é negativo, por estabelecer proibições,
restrições.

OBS: O poder de polícia é um dos fatores geradores de taxa (taxa é serviço público específico e
indivisível)
OBS 2 – Os serviços públicos podem ser:
Gerais – “Uti universi” – impostos

Singulares – “Uti singuli”. Podem, ainda, ser facultativos ou compulsórios. Facultativos (tarifas –
não são tributos)/ compulsórios (taxas/tributos)

Poder de polícia somente pode ser exercido por pessoa jurídica de DIREITO PÚBLICO. Ou seja,
SEC não pode exercer.

Poder de polícia – Coercibilidade – é o uso da força


Não se pode confundir com a imperatividade, um dos atributos dos atos adminsitrativos. Esta é
possibilidade do uso da força.

Auto-executoriedade – Possibilidade de alguns atos serem implementados SEM,


INDEPENDENTEMENTE DE APRECIAÇÃO JUDICIAL.
Presunção de legitimidade – É a legalidade presente em todos os atos administrativos. A
PRESUNÇÃO DE LEGITIMIDADE É RELATIVA, ADMITE PROVA EM CONTRARIO.

A tipicidade, como a presunção de legitimidade, é iuris tantum (admite prova em contrario).

OBS importante – A autoridade por APLICAR a multa mas não pode EXECUTAR, cobrar, visto que
depende de manifestação judicial.
Poder disciplinar – pressupõe a aplicação de uma sanção. É materializado na aplicação de
sanções disciplinares. Incide sobre TODOS, ToDoS os agentes públicos.

A discricionariedade está relacionada à possibilidade de gradação da penalidade.


Ex- conversão da suspensão em multa.

Poder normativo – Regulamentar


Possibilidade de o chefe do executivo apliar a lei (chamados Atos Normativos Primário) de forma
mais detalhada. É a criação de um lei que necessita ser melhor explicada para ter seu
funcionamento pleno.

O executivo pode realizar o poder regulamentar através dos Decretos (advinhe) regulamentares
Pode ser Executivo – Dar fiel execução à lei. Só vai explicar, comunicar a lei, sem modificá-la.
Obedece o paralelismo das formas ( o que nasce por lei deve ser extinto por lei, um decreto por
decreto)

Decreto autônomo – Fere o paralelismo das formas. Inova no ordenamento jurídico brasileiro, por
isso o Cespe não o adota. Mas um exemplo é o art 84 VI da CF, dispor sobre decreto sobre
extinção de cargos públicos quando vagos

O que é denunciação da lide? É uma das formas de intervenção de terceiros no processo. Para o
direito administrativo, contraria orientação do STJ. Esta hipótese, para o STJ não se aplica, sendo
admitida apenas ação regressiva contra o servidor público, que poderá respoder em litisconsório.

Observações da apostila a partir da pág 122

Abuso de poder
O abuso de poder é uma conduta praticada pelo agente público em desacordo com lei. Existem
três formas que o abuso de poder pode assumir:
1- Quando o agente publico ultrapassa os limites da competência a ele outorgada. Neste caso
existe o Excesso de poder. Falta a COMPETENCIA.
IR ALEM - EXCESSO

2 – Já o desvio de poder, também conhecido como desvio de finalidade, acontece quando o agente
público trabalha dentro de seus limites legais, de suas competências, mas o objetivo é diferente da
finalidade prevista em lei

FIM DIFERENTE - DESVIO

3 – o terceiro caso de abuso de poder acontece pela omissão do Estado.

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