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M J . DE J. A. SILVA-GENEROS-ME
CNPJ: 0 3.507.383/0001-87
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S TRANSPORTE RODOVIÁRI O DE
PRODUT0S PERIGOSOS
LICENCIAR A ATIVIDADE - TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE
PRODUTOS PERIGOSOS

EMPRENDIMENTO
A MORIM GENEROS

LAUDO / ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DO

PLANO DE ATENDIMENTO A EMERGÊNCIA EM TRANSPORTE


RODOVIÁRIO DE PRODUTOS PERIGOSOS - PAE

EMPRENDEDOR

J. DE J. A. SILVA-GENEROS–ME
CNPJ: 0 3.507.383/0001-87

URBANO SANTOS – MA
AGOSTO DE 2018

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P


Página 1
SUMÁRIO

1. NORMATIZAÇÃO ........................................................................................ 4
2. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGENCIA ........................................ 6
2.1 . EQUIPE TÉCNICA. ............................................................................... 6
3. ESTRUTURA DE IDENTIFICAÇÃO ............................................................ 7
3.1 . IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR. ............................................ 7
3.2 . IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL TÉCNICO. ............................... 7
4. CONTESTO DO PROJETO ......................................................................... 7
4.1 . DESCRIÇÃO. ........................................................................................ 7
5. APRESENTAÇÃO ....................................................................................... 8
6. OBJETIVO ................................................................................................... 9
6.1 . OBJETIVO GERAL. ............................................................................... 9
6.2 . OBJETIVO ESPECÍFICO. ..................................................................... 9
6.3 . OBJETIVOS DO ESTUDO AMBIENTAL. ............................................ 10
6.4 . CLASSIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO. ..................................... 10
6.5 . ATIVIDADE PRINCIPAL....................................................................... 10
6.6 . DEMAIS ATIVIDADES. ........................................................................ 10
6.7 . NÚMERO TOTAL DE EMPREGADOS. ................................................ 11
6.8 . REGIME DE OPERAÇÃO. ................................................................... 11
6.9 . CONSUMO MÉDIO MENSAL DO EMPREENDIMENTO. .................... 11
7. PROCESSOS ............................................................................................ 12
7.1 . DESCRIÇÃO DO PROCESSO. ........................................................... 12
7.2 . TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS. .................................. 12
7.3 . RECEBIMENTO. ................................................................................. 12
7.4 . INFORMAÇÕES PRELIMINARES ABNT NBR 14608. ........................ 13
8. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA ...................................... 14
8.1 . CHEFE DE BRIGADA. ........................................................................ 15
9. MODELAGEM ESQUEMÁTICA ................................................................ 15
9.1 . ORGANOGRAMA DE FORMAÇÃO DA BRIGADA. ............................ 15
9.2 . INSTRUÇÕES AOS BRIGADISTAS. ................................................... 16
9.3 . RESPONSÁVEIS DO POSTO. ............................................................ 16
9.4 . BRIGADA DE EMERGÊNCIA. ............................................................. 16
10. TELEFONES EMERGENCIAIS / ESTADO DO MARANHÃO ................ 17
11. PROCEDIMENTOS PRELIMINARES ..................................................... 18
12. ROTOGRAMA ......................................................................................... 19
13. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL ......................................................... 20
13.1 . ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES. ....................................... 20
PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P
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13.2 . O CONDUTOR. ................................................................................. 21
13.3 . TRANSPORTE TERRESTRE DE PRODUTOS PERIGOSOS. ......... 22
14. CONCEITO DE RISCO X PERIGO ......................................................... 23
14.1 . CLASSE DE RISCOS E NÚMERO DA ONU. .................................... 23
14.2 . EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA. ............................................... 26
14.3 . PAINEL DE SEGURANÇA. ............................................................... 26
15. PROCEDIMENTOS EM CASOS DE EMERGÊNCIA .............................. 27
15.1 . COMO ISOLAR A ÁREA AFETADA. .................................................. 28
15.2 . AÇÕES NA EMERGÊNCIA. .............................................................. 31
16. COMCLUSÃO ......................................................................................... 33
17. CONDUTOR ............................................................................................ 33
18. RESPONSSAVEL TECNICO................................................................... 34

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P


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1. NORMATIZAÇÃO

Para definição do referido Projeto, foram consideradas as normas da


ABNT especificas como:

✓ Normas do Corpo de Bombeiros – COSCIP/MA. Instrução Técnica


Nº06 e demais normas aplicáveis.

✓ NBR 10.004 – Utilização de resíduos sólidos;

✓ NBR 10.007 – Resíduos classe I e II, orgânicos e infectantes;

✓ NBR 10.271 – Conjunto de Equipamentos para Emergências no


Transporte Rodoviário de Ácido Fluorídrico;
✓ NBR 12.982 – Desvalorização de tanque para o Transporte Terrestre de
Produtos Perigosos - Classe de Risco 3 - Líquidos inflamáveis;
✓ NBR 13.221 – Transporte terrestre de resíduos;
✓ NBR 14.064 – Atendimento de Emergência no Transporte Terrestre de
Produtos Perigosos;
✓ NBR 14.095 – Área de Estacionamento para veículos Rodoviários de
Transporte de Produtos Perigosos;
✓ NBR 14.619 – Transporte Terrestre de Produtos Perigosos -
Incompatibilidade Química;
✓ NBR 14.725 – FISPQ – Ficha de Identificação e Segurança do Produto
Químico;
✓ NBR 15.480 – Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos – Plano
de Ação de Emergência (PAE);
✓ NBR 15.481 – Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos – Requisitos
Mínimos de Segurança;
✓ NBR 7.500 – Identificação para o Transporte terrestre, manuseio,
movimentação e armazenamento de Produtos;
✓ NBR 7.501 – Transporte Terrestre de Produtos Perigosos - Terminologia;
✓ NBR 7.503 – Ficha de Emergência e Envelope para o Transporte terrestre
de Produtos Perigosos - Características, Dimensões e Preenchimento;
✓ NBR 9.735 – Conjunto de Equipamentos para Emergências no Transporte
Terrestre de Produtos Perigosos;
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✓ Portaria 196 e 197/2004 - INMETRO (RTQ);
✓ Resolução 102/99 CONTRAN, trata da tolerância máxima de peso bruto
de veículos;
✓ Resolução 168/04 CONTRAN, trata do Curso de Treinamento específico
e complementar para condutores de veículos transportando Produtos
Perigosos;
✓ Resolução 420/04 ANTT – Aprova as Instruções Complementares ao
Regulamento do Transporte Terrestre de Produtos Perigosos;
✓ Resoluções do CONAMA 237, 273 e 275;
✓ RTPP – Regulamento para o Transporte de Produtos Perigosos;
✓ ABNT NBR 14023:1997 – Registro de atividades de bombeiros;
✓ ABNT NBR 14276/1999 – Programa de brigada de incêndio;
✓ ABNT NBR 14608/2000 – Bombeiro profissional civil.

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2. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGENCIA

2.1 . EQUIPE TÉCNICA.

PROFISSIONAL FORMAÇÃO / RESPONSABILIDADE


REGISTRO TÉCNICA
PROFISSIONAL

CÉSAR ROBERTO Eng.º MECÂNICO RESPONSSAVEL


NASCIMENTO TECNICO DO
Eng.º AMBIENTAL
GUIMARÃES LICENCIAMENTO
CREA: 020983995-3 AMBIENTAL

MILENA LIMA GRADUADA EM APOIO TÉCNICO


ROSA GEOGRAFIA / ESP. ADMINISTRATIVO E DE
GUIMARÃES EDUCAÇÃO CAMPO
AMBIENTAL.

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3. ESTRUTURA DE IDENTIFICAÇÃO

3.1 . IDENTIFICAÇ ÃO DO EMPREENDEDOR.


EMPREENDEDOR; JOSÉ DE JESUS AMORIM SILVA
CPF: nº 175.618.923 – 49
ENDEREÇO: Praça Getúlio Vargas, Nº 75, Bairro Centro.
CEP: 65.530-000 – Urbano Santos/MA

3.2 . IDENTIFICAÇ ÃO DO RESPONS ÁVEL TÉCNICO.


Responsável Técnico; CÉSAR ROBERTO N. GUIMARÃES.
CPF: 708365663-00 – Eng.º Mecânico e Segurança do Trabalho
CREA: 020983995-3
Endereço: Rua José Domiciano Siqueira nº 120 B, Bairro - Torre.
CEP; 65485-000 – Itapecuru Mirim - MA.

4. CONTESTO DO PROJETO

4.1 . DESCRIÇÃO.

Empreendimento; J. DE J. A. SILVA GENEROS – ME.


Área total do terreno: 600,00 m²
Área total da construção: 500,00 m²
Coordenadas geográficas: X = 03°12'34.18"S e Y = 43°24'12.06"W
Endereço: Praça Getúlio Vargas, Nº 75, Bairro Centro.
CEP: 65.530-000 – Urbano Santos/MA.

Figura 01: Adaptação do Autor – Caminhão – 2018

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5. APRESENTAÇÃO

O Plano de Atendimento de Emergência tem por finalidade descrever


as medidas de segurança contra incêndio e pânico previsto no Código de
Segurança Contra Incêndio e Pânico (COSCIP). E também o atendimento a
Emergências no Transporte de Produtos Perigosos nas vias públicas dos
municípios por onde o caminhão irá percorrer, deverá ser comunicada aos
órgãos de segurança pública, principalmente ao Corpo de Bombeiros, através
do telefone 193 que, em caso de necessidade, acionará a unidade mais próxima.

Segundo o Art. 1º - Do (COSCIP), Esse Código estabelece normas de


Segurança Contra Incêndio e Pânico no Estado do Maranhão, regula a prestação
de serviço especial não relacionado com a missão-fim do Corpo de Bombeiros e
institui medidas administrativas para a sua execução.

Este trabalho pretende informar aos funcionários, sobre os procedimentos


a serem adotados para a prevenção de sinistros e o combate dos mesmos em
seus princípios.

Acreditamos que se os colaboradores tiverem conhecimentos básicos


sobre prevenção de incêndios, certamente desenvolverão comportamentos
preventivos de modo a evitar as condições que levam ao fogo.

Tais providências proporcionarão eventos sem surpresas desagradáveis,


capazes de causarem pânico e ferimentos nos presentes.

A todos envolvidos neste trabalho caberá o aperfeiçoamento, objetivando


tornar-se qualificado para o exercício de suas atividades, objetivando as
oportunidades em alcançar um ambiente com o máximo de segurança.

Este plano visa descrever orientações e procedimentos a serem seguido


pelos motoristas condutores do caminhão de transporte rodoviário de produtos
perigosos da AMORIM GENEROS, quando da ocorrência de princípios de
incêndio, sinistros, acidentes químico-biológicos, casos extremos de violência
interna ou externa, distúrbios civis e ameaças naturais externas.

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6. OBJETIVO

6.1 . OBJETIVO GERAL.

Este Plano tem por objetivo proporcionar um conjunto de diretrizes e


informações destinadas à adoção de procedimentos lógicos, técnicos e
administrativos estruturado para possibilitar respostas rápidas e eficazes nas
atuações de emergências nas operações e atividades no tocante a segurança
no nível dos trabalhadores e do corpo social, e do controle de riscos ambientais
desempenhadas pelo AMORIM GENEROS.

O presente plano visa descrever orientações e procedimentos a serem


seguidos pelos funcionários, prestadores de serviço e demais pessoas J. DE J.
A. SILVA GENEROS – ME quando da ocorrência de possíveis danos ambientais
quanto a exposição aos produtos perigosos transportados pela mesma.

Aplicável a todas os veículos de transporte de produtos perigosos da J.


DE J. A. SILVA GENEROS – ME de maneira que os funcionários, prestadores de
serviço e visitantes, tenham conhecimento sobre os procedimentos a serem
adotados para a Prevenção de Contaminação, Incêndios e Sinistros.

6.2 . OBJETIVO ESPECÍFICO.

Apresentar o – (PAE) Plano de Atendimento e Emergência, seguindo as


diretrizes para a execução do licenciamento ambiental aos quais estão
expressas na Lei 6.938/81 e nas Resoluções CONAMA nº 001/86 e nº 237/97.
Apresentaremos as alterações acrescentadas da ABNT NBR ABNT NBR
13784:1997 – Detecção de vazamento em postos de serviço. ABNT NBR
13785:2003 – Posto de serviço – Construção de tanque atmosférico de parede
dupla, Jaquetado. Manuseio, movimentação e armazenamento de produtos,
como base para licença junto à Secretaria de Meio Ambiente e Recursos
Naturais do Maranhão SEMA, da J. DE J. A. SILVA GENEROS – ME.

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6.3 . OBJETIVOS DO ESTUDO AMBIENTAL .

A. Caracterizar a descrição e a concepção básica do empreendimento e


do seu entorno.
B. Identificar as possíveis não conformidades legais referentes à
poluição.
C. Nortear a ações propostas no (PCA) Plano de Controle Ambiental,
onde for pertinente, (PGR) Plano de Gerenciamento de Riscos, o
(PAE) Plano de Atendimento e Emergência.
D. Atender as diretrizes das orientações básicas prevista no sistema de
licenciamento da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Naturais
do Maranhão SEMA.
E. Solicitar junto à Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Naturais
do Maranhão SEMA, a expedição da licença de Operação para o
referido empreendimento, AMORIM GENEROS.

6.4 . CLASSIFICAÇ ÃO DO EMPRE ENDIMENTO.

Área útil ocupada pelo empreendimento, 600,00 m² (seiscentos metros


quadrados).

Área Construída..................................................................500,00 m²

SENDO:

1. SEDE ADMINISTRATIVA..............................................500,00 m²

6.5 . ATIVIDADE PRINCIPAL.

4 6.91-5-00 - Comércio atacadista de mercadorias em geral, com predominância


de produtos alimentícios.

6.6 . DEMAIS ATIVIDADES.

4 7.44-0-01 - Comércio varejista de ferragens e ferramentas.


49.30203 – Transporte rodoviário de produtos perigosos.

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6.7 . NÚMERO TOTAL DE EMPREG ADOS.

Número total de empregados no empreendimento...................... 06


Os empregados têm como origem o Município de Urbano Santos/ MA.

6.8 . REGIME DE OPERAÇÃO.

Semana Completa (Turno de Revezamento, duas equipes).


Jornada de Trabalho, 7 (sete) dias por semana, 12/24 horas.
De segunda a domingo, das 06h00min às 11h30min e de 12h30min as
22h00min. 15 dias trabalhados /mês cada equipe.
Sistema de trabalho adotado no posto é o sistema de Turno de
revezamento, onde duas equipes trabalham um dia e folga o outro.

6.9 . CONSUMO MÉDIO MENS AL DO EMPREENDIMENTO.

Tabela 01 Energia Elétrica

EQUIPAMENTO Q D/M H/D CONSUMO KW

AR CONDICIO. 02 30 08h00min 660,00

LAMPADAS 15 w 18 30 06h00min 55,92

REFRIGERADOR 03 30 24h00min 108,00

COMPUTADOR 02 30 08h00min 96,00

TOTAL 920,00 KW/m

Fonte ANEEL: Q = Quantidade de Equipamentos, D/M = Dias por Mês, H/D =


Horas por Dia. Consumo em R$ aproximadamente R$ 405,00 / M

Consumo de água 2m³ / Mês. Diesel 550,00 l / Mês. Gasolina 200,00 l / Mês.

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7. PROCESSOS

Quanto à concepção de projeto, a operação, da revenda, irá passar


pelos seguintes processos:

7.1 . DESCRIÇÃO DO PROCESSO.

O processo de operação do empreendimento é composto basicamente


de 4 (Quatro) etapas distintas:
1. Transporte direto do Fornecedor (TRANSPETRO).
2. Recebimento.
3. Armazenagem
4. Venda direto nas bombas.
O produto chega direto da Base de Armazenagem da Transpetro, que
fica localizada no município de São Luís, por meio do Caminhão alugado
equipado para esse fim, e descarrega nos Tanques subterrâneo localizado no
pátio dos postos PROGRESSO em Urbano Santos.

7.2 . TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS.

O produto percorre 280 km de São Luís para Urbano Santos, saindo da


sede da Transpetro, por meio de caminhões tanque.

7.3 . RECEBIMENTO.

Quanto ao recebimento dos produtos, ocorrerá em seis etapas distintas,


tendo em vista que é uma operação que oferece riscos, tanto do ponto de vista
de acidente com os operadores quanto para o meio ambiente em decorrência de
um possível derrame de produtos. Se houver alguma irregularidade no momento
do recebimento dos produtos o proprietário do posto de revenda de combustíveis
terá que entrar em contato imediatamente com a base de distribuição ao qual
pertence o combustível.

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7.4 . INFORMAÇÕES PRELIMINARES ABNT NBR 14608.

Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintes definições.

EMERGÊNCIA – Situação indesejável decorrente de uma anomalia,


com potencial de risco para afetar o meio ambiente e/ou a saúde e segurança
de colaboradores, terceiros e/ou visitantes.

INCIDENTES – São acontecimentos não desejados, inesperados, que


não resultem em danos materiais, ambientais, nem lesões pessoais,
apresentando, porém, potencial para tais ocorrências.

ACIDENTES – São acontecimentos não desejados e inesperados, que


resultem em uma lesão (podendo ocorrer afastamento temporário ou
permanente), doenças, danos materiais e/ou ambientais.

BRIGADA DE EMERGÊNCIA – Equipe formada por pessoal capacitado,


segundo treinamento específico, para o atendimento e controle de situações
emergenciais, tais como: combater incêndio, derramamentos, vazamentos,
explosão, primeiros socorros, etc.

BRIGADISTA DE INCÊNDIO – Profissional que faz parte do quadro de


trabalhadores do empreendimento e que está apto a intervir quando necessário
no combate de um princípio de sinistro.

SIMULADOS – Exercício prático de instruções e treinamento para


tomada de ações em casos de emergências nas situações consideradas de
risco, visando preparar as pessoas para atuarem de forma ambientalmente
correta e com segurança.

GRUPO DE APOIO – O grupo de apoio é composto por terceiros (por


exemplo, pessoal da manutenção, serviços de segurança patrimonial,
telefonista, serviços de limpeza etc.) ou não, treinados e capacitados, que irão
auxiliar na execução dos procedimentos básicos de emergência contra incêndio.

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8. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA

Uma das condições essenciais para garantir a eficácia de um Plano de


Emergência é a sua correta e perfeita atualização. Para o efeito, afigura-se
indispensável que sejam comunicadas previamente aos responsáveis pelo Plano
de Emergência (Coordenação da J. DE J. A. SILVA GENEROS – ME. E a
Brigada de Incêndio) quaisquer alterações ao nível das condições físicas da
organização dos meios humanos relacionados à segurança.

Dentre as situações passíveis de exigir atualização do Plano salientam-


se as seguintes:

• Orientar pessoas e equipes responsáveis pelo atendimento a emergências,


definir as ações a serem adotadas e os recursos humanos e materiais
disponíveis;
• Atuar de forma organizada e eficaz em emergências, para que a estratégia
de combate implementada possa neutralizar os efeitos do derramamento ou
minimizar suas consequências.;
• Identificação, controle e extinção das situações emergenciais, no menor
espaço de tempo possível.;
• Evitar ou minimizar os impactos negativos dos acidentes sobre a população
da área afetada, meio ambiente, equipamentos da J. DE J. A. SILVA
GENEROS – ME;

O Plano de Emergência para Transporte de Produtos Perigosos


contempla as hipóteses acidentais identificadas, suas consequências e medidas
efetivas para o desencadeamento das ações de controle em cada uma dessas
situações.
Contempla também os procedimentos e recursos, humanos e materiais,
de modo a propiciar as condições para adoção de ações rápidas e eficazes, para
fazer frente aos possíveis acidentes causados durante o transporte terrestre de
produtos perigosos e poluentes dentro dos Municípios contidos no Rotograma
da empresa.

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Na ocorrência de alterações o Chefe da Brigada deverá proceder à
atualização do Plano de Emergência, fazendo as mudanças necessárias. Todas
as alterações efetuadas ao Plano de Emergência deverão ser comunicadas aos
detentores de exemplares do mesmo.

8.1 . CHEFE DE BRIGAD A.

É o responsável pelas operações táticas em uma emergência. As ações


e decisões iniciais estão definidas a seguir:
• Definir, em conjunto com o Encarregado da área, as ações e estratégias a
serem adotadas;
• Manter o Comando informado do andamento da emergência;

9. MODELAGEM ESQUEMÁTICA

9.1 . ORG ANOGRAM A DE FORMAÇÃO DA BRIG AD A.

COORDENADOR DA BRIGADA
BRIGADISTA 01

CHEFE DA BRIGADA
BRIGADISTA 02

BRIGADISTA BRIGADISTA
BRIGADISTA 03 BRIGADISTA 04

BRIGADISTA BRIGADISTA
BRIGADISTA 05 BRIGADISTA 06

Figura 02: Adaptação do Autor – Amorim Gêneros. – 2018

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9.2 . INSTRUÇÕES AOS BRIG ADISTAS.

Estas instruções dirigem-se especialmente aos brigadistas do POSTO


PROGRESSO, considerando-se que todos os seus elementos delas terão
conhecimento e colaborará na sua aplicação. Efetuar a evacuação
ordenadamente do local;
• Socorrer as pessoas que se encontrem em perigo imediato;
• Dar o alarme à Direção do estabelecimento e aos outros servidores
• Dar ou confirmar o alerta ao corpo de bombeiros;
• Iniciar o combate ao foco de incêndio com os meios de intervenção
existentes;

9.3 . RESPONS ÁVEIS DO POSTO.

Diante de situações de acidentes graves, deverá viabilizar recursos


necessários para atendimento e socorro. Todos os colaboradores deverão
receber instruções sobre os procedimentos de emergência e deverão seguir as
instruções da Brigada de Emergência.

9.4 . BRIG AD A DE EMERGÊNCI A.

Providenciar e manter isolamento da área afetada e imediata retirada


dos empregados, se aplicável. Providenciar para que as vias de acesso
permaneçam livres e desobstruídas. Impedir a entrada de pessoas nas áreas de
emergência, salvo quando se tratar de pessoas envolvidas e/ou requisitadas
para participarem das operações. Auxiliar o corpo de bombeiros (externo) nas
atividades de combate a incêndio, quando necessário. Manter a ordem interna
no local de emergência.

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10. TELEFONES EMERGENCIAIS / ESTADO DO MARANHÃO

Órgãos Públicos e Entidades Fone

Polícia Militar 190

Polícia Civil 147

Corpo de Bombeiros 193

SEMA (98) 3194-8900

Polícia Rodoviária Federal (98) 3244-5390

Defesa Civil (98) 3212-1521


Fonte: Autor 2018 – PAE TRANSPORTE DE CARGAS PERIGOSAS

Por garantia do funcionário do posto responsável pelo acompanhamento


de inspecionar visualmente o interior do tanque do caminhão para certificar-se
do TOTAL esvaziamento, se for necessária iluminação, apenas utilizar lanterna
à prova de explosão. Não utilize nenhum outro equipamento, como celulares ou
lanternas convencionais; mensurar quantidade no tanque recebedor com régua
medidora ou outro equipamento metrológico, desde que esteja calibrada pelo
padrão da Rede Brasileira de Calibração (RBC). Sempre solicitar a presença do
motorista nesta medição, sendo proibido o abastecimento do posto recebedor no
momento da descarga.

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P


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11. PROCEDIMENTOS PRELIMINARES

Figura 03: Esquema Ilustrativo PAE – AMORIM GENEROS. – 2018

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12. ROTOGRAMA

O transporte de cargas perigosas da J. DE J. A. SILVA GENEROS – ME,


irá passar por vários municípios como mostra o Rotograma logo a seguir.

Figura 04: Rotograma de transporte – AMORIM GENEROS. – 2018

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O Rotograma definido para percurso do tanque é composto de dois
percursos num total de 279 km, da base da Transpetro, localizada no Terminal
portuário do Itaqui no Município de São Luís passando por outros 07 (sete)
municípios onde mostraremos na tabela 04 logo a seguir.

TABELA 04: ROTA DE TRANSPORTE


Quilometro Rodovia Município
00 BR – 135 SÃO LUIS
53 BR – 135 BACABEIRA
89 BR – 135 SANTA RITA
123 BR – 135 ITAPECURU MIRIM
156 BR – 222 VARGEM GRANDE
247 BR – 222 / MA 224 SÃO BENEDITO DO R. PRETO.
279 MA – 224 URBANO SANTOS
Fonte: Google – 2018 – Rotograma Transporte de Produtos – AMORIM GENEROS.

13. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

13.1 . ATRIBUIÇÕES E RESPONS ABILIDADES.

As atribuições e estrutura organizacional é toda da J. DE J. A. SILVA


GENEROS – ME, bem como o seu papel de cobrar, treinar e fiscalizar se os
condutores e os veículos encontram-se aptos para efetuarem os transportes de
produtos perigosos. O caminhão tem que está com todas as documentações em
dia bem como o IPVA do ano de vigência quitado, os itens de segurança também
têm que estar em perfeitas condições de uso para que o condutor possa usar
sem problemas.

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P


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13.2 . O CONDUTOR.

Sempre possuir a carteira do curso MOPP e em caso de emergência


deverá seguir as diretivas do envelope de transporte, sempre utilizar o
equipamento de proteção individual compatível com o(s) produto(s)
transportado(s) e sempre que possível sinalizar e isolar a área, eliminar ou
manter afastadas todas as fontes de ignição, entregar a(s) ficha(s) de
emergência aos socorros públicos e comunicar o fato imediatamente a J. DE J.
A. SILVA GENEROS – ME e/ou contratante do serviço, Corpo de Bombeiros e
Órgãos de Controle de Tráfego/Trânsito.

Figura 05: Frente do Envelope de Transporte – Ilustrativo

Figura 05: Verso do Envelope de Transporte – Ilustrativo

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13.3 . TRANSPORTE TERRESTRE DE PRODUTOS PERIGOSOS.

O que é Produto Perigoso? É considerado produto perigoso todo aquele


que represente risco à saúde das pessoas, ao meio ambiente ou à segurança
pública, seja ele encontrado na natureza ou produzido por qualquer processo.
A classificação de um produto como perigoso para o transporte deve ser
feita pelo seu fabricante ou expedidor orientado pelo fabricante.

Perigo X Fator = Risco

Para fins de transporte, a classificação é dada em função do perigo


associado à substância, ponderado com as atividades englobadas em uma
operação de movimentação. Assim, concluísse:

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P


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14. CONCEITO DE RISCO X PERIGO

O perigo associado à determinada substância é avaliado em função de


sua composição química. Já o risco é obtido levando-se em consideração a
maneira como o perigo da substância relaciona-se com outro fator que pode ser:
exposição, transporte, contato, etc.

Perigo X Transporte = Risco Associado ao Transporte

Os testes a serem realizados para a classificação de produtos perigosos


para fins de transporte são os dispostos no Manual de Ensaios e Critérios da
ONU.

14.1 . CLASSE DE RISCOS E NÚMERO DA ONU.

Para fins de transporte, os produtos perigosos são alocados às Classes


de Risco apresentadas na Tabela abaixo.
A revenda de combustíveis é uma atividade de utilidade pública,
regulamentada pela Lei 9.478/97 e exercida por postos revendedores que
tenham registro de revendedor varejista expedido pela ANP, conforme os termos
da Portaria ANP nº. 116, de 5/7/2000.

A atividade de revenda varejista de combustíveis automotivos somente


poderá ser exercida por pessoa jurídica constituída sob as leis brasileiras que
tiver em caráter permanente, registro de revendedor varejista expedido pela ANP
e dispor de posto revendedor com tancagem para armazenamento e
equipamento medidor de combustíveis automotivos (Portaria ANP nº. 116/2000,
artigo 3°).
Também, são apresentados os respectivos Rótulos de Risco, como
mostra a tabela 03 logo a seguir.

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Tabela 03 Classificação dos Riscos e Número da ONU.

CLASSE DE RISCO RÓTULO DOS RISCOS

1- EXPLOSIVOS

2- GASES

3- LÍQUIDOS
INFLAMÁVEIS

4- SÓLIDOS INFLAMÁVEIS,
SUBSTÂNCIAS SUJEITAS
A COMBUSTÃO
ESPONTÂNEA.
5- SUBSTÂNCIAS
OXIDANTES E
PERÓXIDOS
ORGÂNICOS

6- SUBSTÂNCIAS
TÓXICAS E
SUBSTÂNCIAS
INFECTANTES

7- MATERIAIS
RADIOATIVOS

8- SUBSTÂNCIAS
CORROSIVAS

9- SUBSTÂNCIAS E
ARTIGOS PERIGOSOS
DIVERSOS

Fonte: ANP - 2018.

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Ao ser alocado a determinada Classe de Risco o produto perigoso

também recebe um número ONU, que o identifica internacionalmente.

Por exemplo: GASOLINA – n º. ONU 1203


GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) – nº. ONU 1075

Figura 04 – Caminhão – Amorim Gêneros. 2018.

– Líquido Altamente Inflamável


– Risco Subsidiário: Inflamável
– Risco Principal: Líquido Inflamável

– Número da ONU

Exigências são aplicáveis para tramporte de produtos perigososos. Uma


expedição terrestre contendo produtos perigosos deve atender a diversas
exigências, em especial as relativas a:
Documentação, Embalagens e Volumes, Sinalização das Unidades de
Transporte. A sinalização das unidades de transporte é feita, basicamente, por
meio da utilização de rótulos de risco e painéis de segurança.

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14.2 . EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA.

Equipamento de Proteção Individual - EPI. O Equipamento de Proteção


Individual deve ser usado, pelo motorista, para o manuseio do produto ou no
caso de ocorrência de um acidente. O EPI básico é composto por Capacete e
luvas de material adequado ao(s) produto(s) transportado(s), definidos pelo
fabricante do produto. Obs.: Além do EPI Básico existem 11 grupos de EPI
específico, que variam de acordo com o produto transportado (NBR 9735, da
ABNT).
Equipamentos para Emergência Consideram-se equipamentos para
emergência o conjunto de equipamentos previstos pela NBR 9735, da ABNT,
que deve acompanhar o transporte rodoviário de produtos perigosos.
Todos os veículos utilizados no transporte de produtos perigosos, além
dos equipamentos obrigatórios, EPI (equipamento de proteção individual) e
extintores de incêndio, devem portar os equipamentos necessários às
emergências. Deve-se verificar periodicamente o estado geral do veículo, bem
como os equipamentos de transporte de produtos perigosos.

Sinalização do Veículo:
Os veículos que transportam produtos perigosos deverão estar
identificados pelos rótulos de riscos e painéis de segurança, com a finalidade de:
a) tornar tais produtos facilmente reconhecíveis à distância; b) permitir a
identificação rápida dos riscos que apresentam durante o transporte.

14.3 . PAINEL DE SEGURANÇA.

O painel de segurança serve para indicar a classe do produto perigoso


que está sendo transportado pelo veículo. Os números que indicam o tipo e a
intensidade do risco de determinada carga são formados por dois ou três
algarismos. A importância do risco é registrada da esquerda para a direita. Os
algarismos que compõem os números de risco têm o seguinte significado:

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1 Emissão de gás devido à pressão ou à reação química;

2 Inflamabilidade de líquidos (vapores) e gases, ou líquidos sujeitos ao auto


aquecimento;

3 Inflamabilidade de sólidos, ou sólidos sujeitos ao auto aquecimento;

4 Efeito oxidante (favorece incêndio);

5 Toxicidade;

6 Radioatividade;

7 Corrosividade;
8 Risco de violenta reação espontânea.

15. PROCEDIMENTOS EM CASOS DE EMERGÊNCIA

O principal aspecto a ser considerado durante o atendimento de um


acidente ambiental que envolva produtos perigosos diz respeito a segurança das
pessoas envolvidas. Para tanto, especialmente em se tratando de profissionais
de primeira resposta, deve-se adotar as seguintes recomendações básicas
(Oliveira, 2000, p.44):
Evitar qualquer tipo de contato com o produto perigoso, aproximando-
se da cena com cuidado, tendo o vento pelas costas, tomando como referência
o ponto de vazamento do produto;

Procurar identificar o produto (não se aproximar mais do que 100 m


da área de risco) e verificar se há vazamento, derrame, liberação de vapores,
incêndio ou a presença de vítimas;

Isolar o local do acidente impedindo a entrada ou a saída de qualquer


pessoa. Manter-se afastado da zona contaminada no mínimo 100 metros até
conseguir informações seguras sobre o tipo de produto perigoso existente no
local;

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Solicitar a presença de socorro especializado (polícia rodoviária,
polícia militar, corpo de bombeiros, defesa civil, etc.);

Estabelecer as áreas de segurança e isolamento (proteção) inicial


recomendadas no Manual de emergências da ABIQUIM;
Determinar as ações iniciais de emergência, recomendadas no
Manual de emergências da empresa, até a chegada do socorro especializado.

15.1 . COMO ISOLAR A ÁRE A AFETADA.

Após identificar o(s) produto(s) perigoso(s) e tomar as medidas iniciais


de emergência, verifique a direção predominante do vento e determine se o
vazamento é grande ou pequeno.

➢ Pequeno vazamento = único recipiente de até 200 litros ou tanque maior


que possa formar uma deposição de até 15 metros de diâmetro;
➢ Grande vazamento = grande volume de produtos provenientes de um
único recipiente ou diversos vazamentos simultâneos que formem uma
deposição maior que 15 metros de diâmetro.

Depois, isole a área de risco utilizando a fita ou corda e seus dispositivos


de sustentação, presentes nos Equipamentos para Situação de Emergência.
Utilize os quatro cones e as quatro placas “Perigo Afaste-se” para sinalizar o
acidente.
Determine as distâncias adequadas consultando a tabela existente na
seção verde do manual de Emergências da ABIQUIM e dirija todas as pessoas
para longe do vazamento, seguindo a direção contrária a do vento. As distâncias
mínimas para o isolamento e evacuação são de 30 e 200 metros,
respectivamente.
Zonas de Controle - Toda área do acidente com produto perigoso
deverá estar sob rigoroso controle para se reduzir a possibilidade de contato com
qualquer dos contaminantes presentes.

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O método utilizado para prevenir ou reduzir a migração dos
contaminantes é a limitação de três zonas de trabalho.

Segundo indicação da Internacional Fire Service Training Association


(IFSTA, 1995, p.145) as zonas de trabalho devem ser delimitadas no local com
fitas coloridas e, se possível, também mapeadas. A dimensão das zonas e os
pontos de controle de acesso devem ser do conhecimento de todos os
envolvidos na operação.

A divisão das zonas de trabalho (IFSTA, 1995, p. 144) deverá constituir-


se da forma que segue:
ZONA QUENTE - Localizada na parte central do acidente, é o local onde
os contaminantes estão ou poderão surgir. O isolamento da área de risco
executado pode ser utilizado como delimitação da zona quente.
ZONA MORNA - É a localidade que fica posicionada na área de
transição entre as áreas contaminadas e as áreas limpas.

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Esta zona deve conter o corredor de descontaminação. Toda saída da
zona quente deverá ser realizada por esse corredor.

ZONA FRIA - Localizada na parte mais externa da área é considerada


não contaminada. O posto de comando da operação e todo o apoio logístico
ficam nessa área.

Conjunto de equipamentos para emergências do veículo. Os


veículos deverão portar um conjunto mínimo de equipamentos que serão usados
para atender às emergências, acidente ou avaria, contendo materiais para
sinalizar e isolar a aérea de ocorrência, bem como proteger o funcionário, sendo
alguns equipamentos de material antifaiscante, conforme NBR 9735.

A bolsa do kit de emergência, de acordo com a NBR 9735 de


2004/2005 deverá conter os seguintes itens:

1 capacete de segurança;
1 óculos de segurança com ampla visão;
1 avental de PVC forrado;
1 bota de borracha altura sete léguas;
1 par de luvas de PVC punho 26;
1 máscara semifacial com filtro vo;
2 calços de madeira tipo cunha;
4 placas “Perigo! Afaste-se!”;
4 cones flexíveis laranja / branco refletivo 75 cm (NBR 15071);
6 cones de PVC zebrados preto/amarelo 50cm;
1 pá ou enxada antifaiscante;
2 mantas de contenção;
2 batoques de madeira;
1 martelo de madeira;
10 tirantes de amarração;
1 fita zebrada de 100mts;
1 lanterna emborrachada;
2 pilhas para lanterna;
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1 lona plástica 3x4;
1 kit de ferramentas: alicate universal, chave de boca 13, chave de fenda ou
Philips, bolsa de lona impermeável.

15.2 . AÇÕES NA EMERGÊNCI A.

O Plano de Emergência tem por finalidade orientar sobre os cuidados


básicos necessários sempre que ocorrer acidente com o veículo, causando
vazamento do produto, ou na movimentação dos mesmos.

NOTA: A agilidade e a eficácia são características fundamentais dos


motoristas e da equipe de atendimento.

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Inspeção diária de Veículo

Todo veículo de transporte rodoviário de produtos perigosos em


operação deve passar mensalmente por uma inspeção de segurança. E para
realizá-la deve ser usado o checklist padrão para tal inspeção. Complementar a
esse procedimento que se encontra disponível no anexo I. Quando for
constatada alguma irregularidade, deverão ser efetuadas as devidas correções.

PREVENTIVOS FIXOS E MÓVEIS QUE PODEM SER USADOS PELOS


CONDUTORES

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16. COMCLUSÃO

O Plano de Atendimento a Emergência não será eficaz se não houver o


elemento humano preparado para operá-lo. Esse elemento humano, para poder
combater com eficácia um incêndio em seu princípio e proceder a um plano de
abandono, deverá estar perfeitamente treinado.

É um erro pensar que, sem treinamento, alguém, por mais hábil que seja,
por mais coragem que tenha, por maior valor que possua, seja capaz de atuar
de maneira eficiente quando do surgimento do Sinistro.

Com isso, nenhuma premissa de Princípios de Incêndio e Sinistros deve


ser ignorada e os Procedimentos de Atendimento a Emergência descumprida,
ficando a Empresa responsável pelo cumprimento parcial ou total em suas
dependências.

17. CONDUTOR

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18. RESPONSSAVEL TECNICO

Engenheiro César Roberto Nascimento Guimarães


Eng.º Mecânico / Ambiental / Segurança do Trabalho.
CONFEA 020983995-3

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