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SEMINÁRIO PRESBITERIANO RENOVADO BRASIL CENTRAL

JOSÉ GOMES DE FREITAS

ESPIRITUALIDADE NO CONTEXTO DA IGREJA BRASILEIRA.

ANÁPOLIS-GO
2018.
JOSÉ GOMES DE FREITAS

COMENTÁRIO CRITICO ANALITICO.

Trabalho sobre comentário critico analítico do livro


Jornada da Formação Espiritual do pastor Eduardo
Rosa Pedreira. E dos capitulo seis e nove do livro
Renovação da igreja, sob os temas: Deixando a
ambição de lado e queres ser Curado? Autores:
Kent Carlson & Mike Lueken, apresentado ao
Seminário Presbiteriano Renovado Brasil Central,
na disciplina de Espiritualidade no contexto da
igreja brasileira, do curso de mestrado em
ministério, como requisito para obtenção de nota,
sob a orientação do Professor Samuel Vieira.
Orientador: Prof. .........................

ANÁPOLIS-GO

2018
Comentário critico – analítico do capitulo 6.2 sob o tema: Deixando a
ambição de lado. Livro Renovação da Igreja. Autores: Kent Carlson & Mike
Lueken, EDITORA: Primícias, Ano: 2013 Páginas: 240.

O capitulo seis trata da ambição no contexto pastoral, os autores


consideram a ambição como uma faca de dois gumes. Afirmam que a ambição
é “uma forte e impressionante virtude. É a força por trás de muitas conquistas
nobre e boas. A ausência da ambição faria com que nada mais fosse feito nesse
mundo”.

Por outro lado, a ambição geralmente é motivada pelo insaciável desejo


de ser reconhecido como importante. Talvez o que tenhamos que fazer, então,
é nutrir a boa ambição e evitar a ruim. Esse, porém é um grande desafio. Pois a
ambição pessoal é um monstro descontrolado, difícil de ser domado.

Os autores fundamentam o tema sobre alguns pilares:

1.Afirmam que os pastores trocam fidelidade por produtividade.

Quando levamos esse desejo por produtividade e sucesso para uma


cultura alimentada pelas forças do consumismo e do pragmatismo, as igrejas
vão se desenvolver com base no oferecimento de bens religiosos e competição
com outras igrejas pelo favoritismo do público religioso – consumidor. Essa
mudança para uma ética pastoras que visa a produtividade e ao sucesso é o
combustível para a ambição pessoal.

A ambição pastoral e uma ética pastoral centrada em produtividade é uma


afronta as nossas almas e para as almas das pessoas que lideramos. É preciso
sentir o mal cheiro da ambição pessoal e expulsa-lo para que a igreja de Jesus
não seja prejudicada.

2.Ambição e consumismo.

A ambição pessoal tem uma ligação profundo com o consumismo, elas se


alimentam mutuamente. Ou seja, o líder quer o crescimento de sua igreja, quanto
mais pessoas ele consegue trazer para sua comunidade, mais dividendos
conquistará, aumentará seu status, sua posição e o líder será recompensado e
todos ficam satisfeito.

Após apresentar a situação sobre estes pilares, os autores levantam o


questionamento sobre o que fazer para ser liberto da ambição. Em seguida
mostra seis alternativas:

1.Admitir que temos um problema.

Muitos pastores são atormentados com um sentimento de inadequação e


vivem com pequena dose de inveja. Temos medo de não estarmos à altura.
Lutamos para celebrarmos o sucesso dos outros. Desejamos ser conhecidos,
reconhecidos, importantes e significantes, e geralmente usamos nossas
posições na igreja para sustentar esses falsos valores. Seria bastante saudável
se pudéssemos admitir isso para nós mesmos e para cada um de nós.

Salomão diz em Provérbios 28:13, que aquele que encobre as suas


transgressões nunca prosperará, mas o que confessa e deixa alcançará
misericórdia. Não existe substituto para o arrependimento e confissão (Salmos
32).

2.Devemos temer a ambição.

Para que a pessoa possa crescer espiritualmente é preciso se distanciar


da ambição pessoal. Isso significa perder a vida a fim de ganha-la. Tem a ver
com apertar a mão de irmãos, lavar os pés dos santos, enxugar lágrimas a aflitos,
dar água e pão aos pobres, curar as feridas dos flagelados, impor as mãos sobre
os doentes ou uni-las em oração e prece.

A vida no reino tem sobretudo a ver com a realidade interior, com uma
vida escondida em Deus, com um desejo de diminuir para que Cristo cresça. De
modo que a ambição pessoal é contrária a tudo isso, é por isso que se faz
necessário teme-la.

3.Cooperar com outros ministérios.

O autor afirma que se a nossa ambição fosse por Deus, pelo menos uma
vez por ano pregaríamos um sermão tipo raça de víboras, ou seja, não teríamos
medo de desagradar os homens, pois a nossa preocupação seria agradar a Deus
e fazer a sua vontade. Procuraríamos ajudar outras igrejas, oraríamos com
outros pastores.

4.Não alimentar o espirito de competitividade entre os pastores, geradas


pelos membros das igrejas.

Isso porque lá no íntimo, o pastor quer ser elogiado, reconhecido e tido


como o melhor. Quando o seu ego é alimentado, causa um prejuízo muito grande
ao corpo de Cristo. Por outro lado, a igreja precisa ter cuidado para não entrar
noutro extremo e nunca reconhecer o esforço e o valor de seu pastor.

5.Enfatizar o propósito da igreja não o sucesso organizacional.

A comissão que Jesus nos confiou tem a ver com ganhar vidas e
consolida-las por meio do discipulado, fazer discípulos é mais difícil do que fazer
uma igreja crescer em números. Por isso a pessoa realmente desejosa de
receber os resultados positivos de uma vida livre de ambição pessoal, fará o
sacrifício que for necessário, seja a perda de amizades, bens, posição, ou
inclusive da própria vida para que o nome de Cristo seja glorificado nele.

6.Reduzir a exposição.

Para que possamos reduzir nossa ambição pessoa, precisamos seguir o


exemplo de Jesus que mesmo realizando um ministério voltado para as pessoas,
não buscava glória pessoal nem fama. Quando os homens queriam faze-lo rei,
ele se retirava, buscava o anonimato

Precisamos aprender a ficar na obscuridade, nos esconder, realizar feitos


pequenos, que não chame a atenção de ninguém e depois fazer de tudo para
que ninguém fique sabendo. Devemos ter a mesma atitude João o Batista,
quando afirmou que era necessário que Jesus cresça e que ele diminua. Isso é
algo que verdadeiramente vale a pena entregar nossa vida.

Considerações finais.

Infelizmente vê-se a ambição pessoal como uma praga corroendo a vida


do ministro de Deus. Esse sentimento nefasto provoca ciúmes, divisões,
contendas e causa um grande prejuízo na igreja do Senhor.
Essa ferida purulenta e malcheirosa, tem adoecido intensamente a alma
de muitos homens de Deus os quais tem uma grande dificuldade em abrir o
coração e contar tudo aquilo que está acabando com sua vida emocional.

Entendo que seja de suma importância que seja feito um investimento na


vida dos líderes das igrejas, no sentido de que eles recebam mentoreamento,
acompanhamento e ministração sistemática sobre como lidar com essas
esquisitices da alma, como colocar os passos apresentados por exemplo
nesse trabalho, em prática e como reorganizar o seu mundo interior. Dessa
forma teremos pastores saudáveis, igrejas fortes e crentes discipulados.

Comentário critico – analítico do capitulo do capitulo 9, você realmente


quer ser curado? Do Livro Renovação da Igreja. Autores: Kent Carlson &
Mike Lueken, EDITORA: Primícias, Ano: 2013 Páginas: 240.

Queres ser curado? É uma proposta de crescimento espiritual para o povo


de Deus. O tema é extremamente relevante porque tem como objetivo, trabalhar
as áreas defeituosas da personalidade humana até que Cristo seja formado na
igreja de Jesus.

A preocupação dos pastores deve ser no sentido de levar a igreja por meio
do ensino da palavra, de um discipulado profundo a desenvolver um
relacionamento de amor com o Senhor que deu a vida para formar para si uma
igreja gloriosa, sem mácula e nem ruga, mas santa e sem defeito.

A verdade é que estamos vivendo numa época difícil na vida da igreja,


estamos vivendo uma crise sem precedentes, os valores éticos, morais e
espirituais têm sido tripudiados. Para a maioria tudo é permitido, nada tem nada
a ver. Falta compromisso com Deus e com sua palavra.

O evangelho que é pregado hoje em muitas igrejas é um evangelho


adulterado, que não provoca transformação, que não passa da pele, da
epiderme, um evangelho que só serve para massagear o ego adoecido das
pessoas. As igrejas estão crescendo em números, mas não causa impacto
positivo na sociedade. Por isso a pergunta de Jesus continua ecoando
fortemente: QUERES SER CURADO?
Nesse capitulo os autores tratam da necessidade da igreja ser
transformada pelo poder da palavra de Deus. Logo no inicio, na página 149, é
apresentado a possibilidade de acontecer uma mudança real na vida do povo de
Deus. “Ao aprendermos com Jesus, pela graça de Deus, podemos”:

Mortificar os feitos do corpo (Romanos 8:13)

Ser renovados no espirito do nosso entendimento (Efésios 4:23)

Revestir-nos do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão


(Efésios 4:24).

“Muito do nosso trabalho na década passada tem sido tentar injetar essa
esperança de nova vida na cultura da nossa igreja. Em meio ao processo, o
ensino tem sido crucial para que isso aconteça” (Kent Carlson & Mike Lueken, p.
150). Os autores afirmam que a formação espiritual em Cristo era a chave para
se viver como Deus queria.

Para os autores, é necessário a igreja compreender que a transformação


passa pela compreensão que nem tudo o que queremos, iremos alcançar.
Precisamos aprender que como como seres humanos, sofremos com as perdas
e passamos por crises, mas precisamos entender que quando não conseguimos
o que queremos, ficamos mais cientes da eternidade. Mais aptos a lembrar-nos
de Deus. Aprendemos o que realmente significa confiar nele.

A transformação espiritual não é estabelecer uma lista de normas e


regras, não tem nada a ver com legalismo, não significa tentar ser bom, mudar
comportamentos exteriores, não tem a ver com adquirir mais informações.
Obviamente que é preciso haver um esforço, uma dedicação. Isso porque para
que haja uma transformação, temos que querer. Não podemos transformar a
graça de Deus numa mágica divina que faz tudo por nós e nós não cooperamos
com nada, precisamos reagir positivamente a essa graça maravilhosa que opera
em nós.

A formação espiritual passa por quatro processos.

Primeiro, a transformação acontece nos detalhes específicos de


nosso coração e de nossa vida. Há tantas áreas defeituosas em nossas vidas
que não sabemos nem por onde começar. Por isso que muita gente se aproxima
de Deus e perde perdão por todos os pecados de forma bastante genérica. Mas
na verdade se queremos uma transformação verdadeira, precisamos ser
detalhista, especifico, abrindo as portas do coração para que o Espirito Santo
possa ir nos transformando gradativamente, até atingirmos a maturidade em
Cristo.

Segundo, para moldar nossa mente e coração, precisamos ter uma


atitude contra intuitiva. Aqui o autor fala que é preciso você reprogramar a sua
mente para fazer exatamente o contrário daquilo que seus instintos querem te
levar a fazer. Na verdade, é uma disciplina que precisa ser desenvolvida, no
sentido de nos levar a uma mudança de atitude.

Terceiro, a identidade geralmente é uma questão central, no


processo de formação espiritual. Nossas questões e condições tem uma
forma de atingir nossa identidade e se tornar parte de quem nós somos.
Formamos uma barreira que isola nosso lado obscuro. Odiamos o nosso pecado,
mas também o amamos. Queremos nos ver livre da luta, mas também queremos
permanecer nela. A formação espiritual a semelhança de Jesus é a libertação
das condições do pecado. Mas... o que será a vida sem a raiva, a luxuria, o medo
ou o controle? Trinta e oito anos de qualquer coisa nos leva a uma forma de
pensar e viver que não será fácil reverter. Mas podemos encarar o nosso
passado com coragem e confiança para prosseguir.

Quarto, a transformação pessoal tem implicações que vão além das


individuais. Isso significa que quando alguém lida com as áreas defeituosas de
sua personalidade, não só ele sofrerá transformações, mas as pessoas que
convivem com ela, precisarão aprender a lidar com essa mudança. Tem que
haver um processo de adaptação a nova realidade.

Após abordar essas questões sobre o tema, os autores colocam que para
que a igreja entre nesse processo é necessário compreender que Deus usará
seres humanos como canais para promover a nossa cura, isso vai acontecer em
retiros, onde a pessoas aprende sobre meditação, oração, solitude o abrir do
coração, etc. Esse processo é importante porque cada pessoa tem uma estrada
diferente a seguir.

Considerações.
Entendo que a formação espiritual dos crentes seja de fundamental
importância para os filhos de Deus. Esse processo realizado por meio da pratica
do discipulado, da oração, meditação, disciplina e sobretudo da dependência do
Espirito Santo agindo e reorganizando o nosso mundo interior, é algo
maravilhoso.

A minha preocupação é que os autores parecem acreditar na


possibilidade de haver uma transformação tão grande ao ponto da pessoa poder
viver totalmente livre de emoções e sentimentos negativos como raiva,
descontrole emocional e livre da possibilidade de pecar.

Imagino que só é possível atingir o nível de perfeição quando a salvação


se completar em nós, isso só ocorrerá por meio da glorificação do corpo por meio
d a ressurreição e do arrebatamento.

Outro ponto a considerar foi a afirmação de que a transformação pessoal


mexe com a estrutura da convivência familiar. Penso que seja verdade. Talvez
seja por isso que muita gente não queira “mexer com o que está quieto”. As
vezes mexer numa casa velha, precisa estar disposto a gastar muito, as vezes
é preciso começar uma nova construção.

Comentário crítico- analítico, sobre jornada de formação espiritual.

Autores: Eduardo Rosa Pedreira, Ed. Vida, São Paulo 2010.

A apresentação desse livro é feita da seguinte forma pelas pessoas que


tem a responsabilidade de indicar seu conteúdo ao público:

“Este pequeno guia é um instrumento de Deus para fornecer orientações


básicas, práticas e saudáveis a pessoas que estejam em busca de um objetivo
comum: formar-se espiritualmente à imagem e à semelhança de Jesus. Aqui
você encontra planos de estudo para 23 encontros em pequenos grupos que o
ajudarão a mapear o caminho do crescimento espiritual. Baseado nas seis
maiores áreas da vida espiritual encontradas na vida de Cristo e nas tradições
cristãs. Tradição contemplativa, tradição de santidade, tradição carismática,
tradição da justiça social, tradição evangelical e tradição sacramental - Jornada
de formação espiritual - é o convite a uma jornada, não a um programa. Por isso
as semanas que você tem pela frente não são partes de uma programação, mas
passos de um caminho. Testado e aprovado por grupos de formação espiritual,
Jornada de formação espiritual foi totalmente adaptado às necessidades
brasileiras e implementado em solo tropical. Em conjunto com o livro Rios de
água viva: práticas essenciais das seis grandes tradições da espiritualidade
cristã, de Richard Foster, o nosso Jornada faz parte dos recursos RENOVARE,
cujo objetivo é fornecer às igrejas locais uma estratégia de crescimento espiritual
em pequenos grupos que seja eficaz, prática e balanceada.

O livro é todo estruturado sobre as seis áreas do estilo de vida Jesus a


saber:

Intimidade com o pai por meio de uma devoção diária.

Santidade como consequência de uma vida virtuosa em pensamentos,


palavras e obras

Poder do Espirito Santo pela vivencia sobrenatural de seus dons

Compaixão em relação a todos os necessitados

Proclamação das boas novas do evangelho

Harmonia entre espiritualidade e vida cotidiana.

No primeiro encontro, o autor apresenta uma visão equilibrada da


espiritualidade cristã. Ele fala sobre as seis tradições da espiritualidade cristã
desenvolvidas ao longo da história da igreja, que foram inspiradas nas seis áreas
da vida de Jesus.

O autor afirma que estas ênfases da vida de Jesus não começaram com
seu ministério público. Elas já estavam presentes no anonimato da sua vida
diária. Foram sendo construídas no cotidiano, não algo que ele desenvolveu
apenas para dar conta da sua missão. Tratava-se de práticas inerentes ao seu
estilo e modo de vida.

De modo que os religiosos, olhavam para a vida do mestre e procuravam


seguir seu exemplo. Por exemplo, no século IV, homens e mulheres
abandonaram a vida das cidades para fundar mosteiros passando a viver de
forma contemplativa.
John Wesley, formou no século XVIII, o clube santo que tinha como
finalidade confrontar o pecado e combater o desvio moral da igreja. A santidade
de Wesley e seus amigos incluía, um viver ético, uma profunda reforma no
caráter e a vivencia de virtudes e hábitos santificadores.

No início do século XX houve o famoso avivamento da rua Azuza, onde


buscava-se a presença viva e ativa de Deus por meio do seu povo, confirmada
pela manifestação poderosa do Espirito Santo.

No final do século XII Francisco de Assis, abandona a riqueza, a luxuria,


e o pecado e se dedica a fazer a obre de Deus cuidando dos pobres, aflitos e
doentes do interior da Itália. Fundando dessa forma o movimento da justiça
social.

No século XVI, Martinho Lutero se levanta na Alemanha contra toda


estrutura religiosa contraria ao ensino das Escrituras, proclamam a mensagem
do evangelho a partir das escrituras que ensina que a salvação é adquirida pela
fé e não por obras, desencadeando dessa forma o movimento da reforma.

A tradição sacramental foi fundada no século XVIII pelo conde Luwig


Zinzendorf, que ensinava o ato de servir e adorar a Deus no cotidiano da vida.
Enquanto se planta, colhe, almoça, janta e se reúne com amigos, criam-se filhos,
etc. tem-se a consciência da presença do Deus invisível em cada detalhe da
vida.

Então a partir do estilo de vida de Jesus e inspirado nas seis tradições


históricas da espiritualidade, o autor desenvolve um material muito rico e prático
para ser utilizado no dia a dia da igreja. Onde os participantes são conduzidos
pelo caminho do aprendizado teórico e prático. Assumindo compromissos
semanal de policiar uma área de fragilidade de sua vida por meio da oração,
estudo, contemplação e compartilhamento no grupo.

Os participantes assumem um compromisso antes de iniciar o encontro,


chamado de aliança da jornada espiritual, essa aliança é repetida por todos a
cada encontro. Essa aliança estabelecida tem a finalidade de manter o povo
comprometido com a oração, meditação e leitura bíblica, levar o povo a lutar
tenazmente contra o pecado, a desenvolver os dons espirituais e produzir os
frutos do Espirito Santo.

Considerações finais.

O material é muito bom, pois contribui para o crescimento da igreja,


levando os crentes a uma compreensão sólida daquele que é o nosso modelo,
o nosso exemplo em tudo, Jesus.

Os ensinos práticos são ricos para aqueles que querem de fato um


compromisso sério com Deus. Pois eles conduzem sistematicamente o servo de
Deus pelo caminho da contemplação, estudo dirigido, comunhão, solitude e
devoção.