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O STF e o STJ orientam-se no sentido de que não se conhece de recurso sem a assinatura do

advogado, por se tratar de ato juridicamente inexistente.


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O tribunal não poderá reconhecer, de ofício, nulidade em prejuízo do réu, ainda que ela não tenha sido
arguida no recurso da acusação.
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O tribunal poderá reconhecer, de ofício, nulidade em prejuízo do réu, ainda que ela não tenha sido
arguida no recurso da acusação.
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I - A superveniência de nova condenação definitiva no curso da execução criminal sempre altera a
data-base para concessão de benefícios, ainda que o crime tenha sido cometido antes do início de
cumprimento da pena. II - A data do trânsito em julgado da nova condenação é o termo inicial de
contagem para concessão de benefícios, que passa a ser calculado a partir do somatório das penas que
restam a ser cumpridas.

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Hipótese na qual o acórdão determinou a execução provisória da pena, com fulcro no novo
entendimento adotado pelo Supremo Tribunal Federal, sendo certo que o desconto de mais
5 (cinco) meses de pena após o julgamento do apelo poderá eventualmente ensejar a
transferência do paciente para o regime menos gravoso, devendo tal matéria ser analisada
pelo Juízo das Execuções, a quem compete avaliar a possibilidade de concessão de
benefícios prisionais. Mais: considerando que a progressão de regime de cumprimento da
pena não foi objeto de cognição pela Corte de origem, resta vedada a análise da matéria
por este Superior Tribunal de Justiça, sob pena de indevida supressão de instância.

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ART.580 CPP.
Art. 580. No caso de concurso de agentes (Código Penal, art. 25), a decisão do recurso interposto por
um dos réus, se fundado em motivos que não sejam de caráter exclusivamente pessoal, aproveitará
aos outros.

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QUESTÃO LETRA DE LEI

LETRA "A" - INCORRETA


Art. 106. A suspeição dos jurados deverá ser argüida oralmente, decidindo de plano do presidente do
Tribunal do Júri, que a rejeitará se, negada pelo recusado, não for imediatamente comprovada, o que
tudo constará da ata.

LETRA "B" - INCORRETA


Art. 111. As exceções serão processadas em autos apartados e não suspenderão, em regra, o
andamento da ação penal.

LETRA "C" - CORRETA


Art. 104. Se for argüida a suspeição do órgão do Ministério Público, o juiz, depois de ouvi-lo, decidirá,
sem recurso, podendo antes admitir a produção de provas no prazo de três dias.

LETRA "D" - INCORRETA


Art. 98. Quando qualquer das partes pretender recusar o juiz, deverá fazê-lo em petição assinada por
ela própria ou por procurador com poderes especiais, aduzindo as suas razões acompanhadas de prova
documental ou do rol de testemunhas.

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A prisão preventiva SÓ pode ser decretada no curso da investigação penal, findando-se com o trânsito
em julgado da pena.
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O pagamento da multa não está previsto expressamente no art. 112 da LEP como um dos requisitos
necessários à progressão de regime:
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1. O inadimplemento deliberado da pena de multa cumulativamente aplicada ao sentenciado impede a
progressão no regime prisional. 2. Tal regra somente é excepcionada pela comprovação da absoluta
impossibilidade econômica doapenado em pagar a multa, ainda que parceladamente. 3. Agravo
regimental
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, em que pese somente a lei possa determinar a legitimação extraordinária, não há a transferência do
direito de punir das mãos do Estado para o particular.
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A notificação prévia estabelecida no artigo 514 do Código de Processo Penal, quando ausente, constitui
vício que gera nulidade relativa, devendo ser arguida no momento processual oportuno, sob pena de
preclusão – STJ
Já o STF entende ser caso de nulidade absoluta – STF
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No curso da investigação criminal, a interceptação pode dar-se de ofício pelo Juízo
ou pelo requerimento da autoridade policial ou do Ministério Público (L9286, art. 3º,
caput e I). Na instrução processual penal poderá ser realizado de ofício pelo Juízo
ou a requerimento do Parquet
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A questão versa sobre a descoberta fortuita de crimes e criminosos a partir da
investigação de outra infração penal (serendipidade). A serendipidade pode ser de
primeiro grau (quando há alguma conexão entre os crimes investigados) ou de
segundo grau (quando não há qualquer conexão entre os crimes). O STJ admite a
colheita acidental de provas mesmo quando não há conexão entre os crimes. A
prova colhida pode ser utilizada como notitia criminis para investigação da infração
penal descoberta, não como prova para incriminar o investigado.
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Durante interceptação telefônica deferida em primeiro grau de jurisdição, a
captação fortuita de diálogos mantidos por autoridade com prerrogativa de foro não
impõe, por si só, a remessa imediata dos autos ao Tribunal competente para
processar e julgar a referida autoridade, sem que antes se avalie a idoneidade e a
suficiência dos dados colhidos para se firmar o convencimento acerca do possível
envolvimento do detentor de prerrogativa de foro com a prática de crime.
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Conforme posicionamento do STJ, as interceptações telefônicas podem ser
prorrogadas sucessivas vezes pelo tempo necessário, especialmente quando o
caso for complexo e a prova indispensável. Todavia, a fundamentação da
prorrogação não pode manter-se idêntica a do pedido original, pois a mera
repetição das razões que justificaram a escuta constitui ilicitude.
a Corte Constitucional valeu-se da teoria dos poderes implícitos para autorizar que
o Ministério Público realize a investigação criminal, considerando que o artigo 129,
inciso I, da Constituição atribui à instituição a titularidade da ação penal.
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a) o mero indiciamento em inquérito policial não constitui ilegalidade sanável por
intermédio de habeas corpus.
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se que a existência de diligências sigilosas em curso pode justificar a restrição à publicidade do
inquérito policial
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Na ação penal privada, tendo em vista que não pode o querelante escolher, dentre os autores do
crime, quem irá processar. Caso o faça, estará renunciando ao exercício do direito de queixa
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Formas de citação que não são admitidas no processo penal
• Citação por via postal (correios);
• Citação eletrônica;
• Citação por e-mail;
• Citação por telefone.
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Requisitos para a progressão do regime
FECHADO para o SEMIABERTO:
Requisito OBJETIVO --------------------------- Crimes comuns:
cumprimento de 1/6
da pena aplicada.

Requisitos para a progressão do regime


SEMIABERTO para o ABERTO:
Requisito OBJETIVO -------------------- Crimes comuns:
cumprimento de 1/6
da pena RESTANTE.