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Escola Estadual Professor Leopoldo de Miranda

Disciplina: Biologia – Professora: Polyanna


Data: 31/08/18
3° ano do ensino médio – Turma: 3.1
Assunto: Origem dos Seres Vivos
Nomes: Ana Carolina Lopes, Carolina Amorele, Carolina Gomes, Isabella Giovana,
Izabella Dafne, Janaína Silva, Sabrina Luiza

ORIGEM DOS SERES VIVOS


● Teoria do Big Bang: uma explosão deu origem ao universo. Ciência.
● Teoria Criacionista: um ser divino criou o mundo. Bíblia.
● Era Pré-Cambriana, Período Arqueano – 3800 bilhões de anos atrás.

ORIGEM DAS CÉLULAS PROCARIOTAS


As primeiras células que surgiram na Terra foram os procariontes. Isso ocorreu há cerca
de 3,5 bilhões de anos. Naquela época a atmosfera provavelmente continha vapor de
água, amônia, metano, hidrogênio, sulfeto de hidrogênio e gás carbônico. Antes de surgir
à primeira célula, teriam existido grandes massas líquidas, ricas em substâncias de
composição muito simples. Estas substâncias, sob a ação do calor e radiação ultravioleta
vinda do sol e de descargas elétricas oriundas de tempestades frequentes, combinaram-
se quimicamente para constituírem os primeiros compostos contendo carbono. Acredita-
se que a primeira molécula de ácidos nucléicos que surgiu foi o RNA, que era capaz de se
duplicar. Formando assim o 1° ser vivo. Os primeiros procariontes foram heterotróficos e
anaeróbicos. Posteriormente surgiram os procariontes autotróficos, tais como as algas
azul-esverdeadas que contém pigmentos fotossintéticos. Através da fotossíntese se
produziu o oxigênio da atmosfera e este permitiu o surgimento de organismos aeróbicos a
partir dos quais recém originaram-se os eucariontes.

ORIGEM DAS CÉLULAS EUCARIOTAS


O surgimento das células eucarióticas teve início há quase 2 bilhões de anos, e tiveram
sua origem diretamente ligada aos organismos aeróbicos procariontes. Muitos
pesquisadores e especialistas consideram o surgimento das células eucarióticas um dos
maiores e mais relevantes fenômenos da história do planeta Terra. Com o surgimento das
células eucarióticas, os organismos da Terra conseguiram se tornar ainda mais
complexos durante o processo de evolução e, consequentemente, adquirir novas funções,
características e formas de interação, possibilitando o surgimento de novas adaptações
que tornaram novas formas de vida possíveis em nosso planeta.

HIPÓTESE HETEROTRÓFICA
A Hipótese Heterotrófica afirma que os seres vivos se desenvolveram a partir de
substâncias inorgânicas, como estruturas muito simples. A Terra primitiva tinha tais
condições que permitiriam o aparecimento espontâneo de substâncias orgânicas a partir
de compostos inorgânicos. Como eram levadas pelas águas, transformaram os mares
primitivos em verdadeiras "sopas" de compostos orgânicos. Os primeiros organismos
vivos surgiram espontaneamente, em uma transformação lenta e gradual, a partir de
moléculas orgânicas presentes nos oceanos primitivos. Como esses compostos passaram
a se associar, formaram complexos cada vez mais organizados.

HIPÓTESE AUTOTRÓFICA
Segundo essa hipótese, a vida na superfície terrestre era praticamente impossível, pois
os milhares de meteoritos que caíam com frequência na superfície geravam grande
energia, o que impedia qualquer forma de vida na superfície terrestre. A partir desse
argumento, os defensores da hipótese autotrófica acreditam que a vida na Terra tenha
surgido em locais mais protegidos, como no fundo dos mares. No ano de 1977, foram
descobertas fontes termais que disseminam águas quentes e sulfurosas (que contêm
substâncias à base de enxofre dissolvidas) nas profundezas oceânicas. Junto às fontes
termais, foram observadas bactérias e também animais. As bactérias autótrofas que
vivem nessas fontes termais submarinas são a base da cadeia alimentar nesses locais e
realizam um processo totalmente diferente da fotossíntese. A descoberta foi crucial para
fortalecer a hipótese autotrófica, pois a base dessa hipótese é o fato de os primeiros seres
vivos terem sido bactérias, que viviam em locais protegidos e obtinham energia para seu
metabolismo a partir da síntese de substâncias inorgânicas, ou seja, a quimiossíntese.

OS 6 REINOS
 Reino Bactéria:
Organismos unicelulares; procariontes; decompositores; são heterótrofos, mas as
cianobactérias são autótrofas, pois possuem clorofila; reprodução assexuada; ancestral
comum são as algas verdes; exemplos: Cianofíceas (cianobactérias), Clostridium tetani,
Lactobacillus.
 Reino Archae:
Organismos procariontes; unicelulares; autótrofos; quimiossintetizantes; reprodução
assexuada; extremófilas (condições adversas extremas: altíssimas temperaturas,
salinidade extrema, pH, entre outros meios); algumas arqueias produzem metano; arcaelo
(é o flagelo das arqueias, é diferente em composição e desenvolvimento do das
bactérias); exemplos: Crenarchaeota, Thaumarchaeota e Korarchaeota.
 Reino Protista:
Organismos eucariontes; algas unicelulares/pluricelulares; autótrofos/heterótrofos;
aeróbicas e anaeróbicas; reprodução assexuada ou sexuada; possui clorofila
(fotossíntese); exemplos: Amebas, Trypanosoma cruzi e Algas Vermelhas.
 Reino Fungi:
Organismos heterotrófos; eucariontes; unicelulares/pluricelulares; reprodução sexuada ou
assexuada; decompositores; exemplos: Cogumelos, Orelhas-de-pau e Leveduras (ou
fermentos).
 Reino Plantae:
Organismos pluricelulares; eucariontes; autotrófos; fotossintetizantes; vascular/avascular
(presença ou não da seiva bruta e da seiva elaborada); são divididas em grupos: Briófitas,
Pteridófitas, Gimnospermas e Angiospermas; reprodução assexuada ou sexuada;
exemplos: Orquídeas, Musgos e Samambaias.
 Reino Animal:
Organismos eucariontes; pluricelulares; heterótrofos; reprodução sexuada e assexuada;
são divididos em grupos: Invertebrados (Poríferos, Cnidários ou Celenterados,
Platelmintos, Nematódeos, Anelídeos, Moluscos, Artrópodes, Equinodermos) e
Vertebrados (Peixes, Anfíbios, Répteis, Aves e Mamíferos); exemplos:
Tubarões, Porcos e Lombrigas.