Вы находитесь на странице: 1из 47

®

TECNOLÓGICO NACIONAL DE MÉXICO


INSTITUTO TECNOLÓGICO DE HUIMANGUILLO
INVESTIGACIÓN BIBLIOGRÁFICA
“FLUJO EN ESTRANGULADORES”
REALIZADO EN:
INSTITUTO TECNOLÓGICO DE HUMANGUILLO
MATERIA:
FLUJO MULTIFASICO

CARRERA:
PETROLERA

PRESENTA:
CECILIA MARQUEZ GARCIA
LORENA HERNANDEZ AGUILAR
RODOLFO GONZALEZ MORALES
ERICK ALEJANDRO CRUZ RICARDEZ
JESUS MANUEL CORTEZ AGUILAR
JOSE ENRIQUE BALCAZAR RAMOS
CATEDRATICO

M.Q.S.BERZAIN M.SARABIA
SORIANO

HUIMANGUILLO, TABASCO, MAYO DE 2018


Índice general

Índice general ......................................................................................................................................i


Índice de cuadros ............................................................................................................................... ii
Índice de figuras ................................................................................................................................ ii
Introducción. ...................................................................................................................................... 1
Objetivo general ............................................................................................................................. 2
Objetivos específicos .................................................................................................................. 2
Capítulo I generalidades ..................................................................................................................... 3
1.1. Definición de los estranguladores............................................................................................ 3
1.1.2. Características del estrangulador de flujo. ........................................................................ 5
1.1.3. El equipo subsuperficial y superficial es dañado por erosión de la arena. ....................... 5
1.1.4. Flujo sónico a través de estranguladores. ......................................................................... 6
Capítulo II. Flujo crítico y subcrítico. ................................................................................................ 7
2.1. Flujo crítico y subcrítico. ......................................................................................................... 7
2.1.1. Que es el flujo crítico ........................................................................................................ 8
2.1.2. Cuando ocurre el flujo crítico. .......................................................................................... 9
2.1.3. Consecuencias cuando se presenta un flujo subcritico. .................................................. 11
Capítulo III. Modelos para gas ......................................................................................................... 12
3.1. Modelos para gas ................................................................................................................... 12
3.1.1. Fenómeno de flujo para gases. ........................................................................................ 15
3.1.2. Colgamiento de gas. ........................................................................................................ 16
Capítulo VI. Modelos para líquido ................................................................................................... 17
4.1. Modelos para líquido ............................................................................................................. 17
4.1.1. Colgamiento de líquido. .................................................................................................. 18
4.1.2. Colgamiento de líquido sin resbalamiento. ..................................................................... 18
4.1.3. Ubicación del estrangulador en los equipos submarinos. ............................................... 20
4.1.4. Componentes de un árbol submarino. ............................................................................ 21
4.1.5. Clasificación de los estranguladores submarinos. .......................................................... 24
4.1.6. Partes principales de un estrangulador submarino. ......................................................... 26
4.1.7. Estrangulador de tipo disco rotatorio (rotating discs). .................................................... 27

i
4.1.8. Estrangulador de asiento tipo aguja (NEEDLE AND SEAT). ....................................... 28
4.1.9. Estrangulador de tipo multietapa o cascada (MULTISTAGE). ...................................... 29
4.1.10. Estrangulador submarino eléctrico ............................................................................... 29
Capítulo V. Modelos multifásico ..................................................................................................... 33
5.1. Definiciones de modelos multifásico .................................................................................... 33
5.1.1. Correlaciones. ................................................................................................................. 34
Capítulo VI. Modelos mecanísticos ................................................................................................. 38
6.1. Modelos mecanísticos ........................................................................................................... 38
Conclusión........................................................................................................................................ 41
Bibliografía....................................................................................................................................... 42

Índice de cuadros
Cuadro 1. Partes de un estrangulador. ................................................................................................ 4
Cuadro 2. Valores para las constantes en las ecuaciones. ................................................................ 13
Cuadro 3.Valores para las constantes en las ecuaciones según Sistema de Unidades. .................... 13
Cuadro 4. Modelos multifásico. ....................................................................................................... 34
Cuadro 5. Para calcula el tamaño del estrangulador. ....................................................................... 39
Cuadro 6. Calcula el tamaño del estrangulador................................................................................ 40

Índice de figuras
Figura 1. Estrangulador o choke. ....................................................................................................... 3
Figura 2. Esquema de las partes de un estrangulador. ....................................................................... 5
Figura 3. Diagrama de un estrangulador donde se observa la corriente arriba y corriente abajo. ..... 8
Figura 4. Grafica de gasto vs relación de presiones. .......................................................................... 9
Figura 5. Relación de presión de flujo crítico del valor k para el gas. ............................................. 14
Figura 6. Flujo sónico y flujo supersónico corriente abajo. ............................................................. 15
Figura 7. El flujo en el estrangulador todavía no es afectado. ......................................................... 15
Figura 8. Una onda de choque normal en la salida. ......................................................................... 16
Figura 9. Incrementos adicionales en la presión corriente. .............................................................. 16
Figura 10. Árbol de producción superficial. .................................................................................... 17
Figura 11. Arreglo de un cabezal de pozo. ....................................................................................... 19
ii
Figura 12. Estrangulador tipo recuperable. ...................................................................................... 21
Figura 13. Árbol vertical submarino. ............................................................................................... 21
Figura 14. Diagrama de árbol de producción tipo horizontal. ......................................................... 22
Figura 15. Diagrama de configuración de un árbol de producción submarino. ............................... 23
Figura 16. Estranguladores recuperables. ........................................................................................ 24
Figura 17. Estranguladores no recuperables o fijos. ........................................................................ 25
Figura 18. Elemento mecánico. ........................................................................................................ 27
Figura 19. Estranguladores de disco rotatorios. ............................................................................... 28
Figura 20. Estrangulador de asiento tipo aguja. ............................................................................... 28
Figura 21. Estrangulador de tipo multietapa o cascada. ................................................................... 29
Figura 22. Estrangulador eléctrico. .................................................................................................. 30
Figura 23. Estrangulador submarino eléctrico. ................................................................................ 31
Figura 24. Nomograma en estranguladores...................................................................................... 35

iii
Introducción.
Este trabajo tiene como objetivo recabar de fuentes diversas informaciones que puedan

sustentar los temas de la materia de flujo multifásico directamente para la unidad flujo en

estranguladores por lo cual los integrantes del equipo, se dieron a la tarea de buscar fuentes

confiables y poder construir este trabajo de investigación los temas que se verán a continuación

son el eslabón que hace falta para poder concluir esta metería.

La importancia del flujo multifásico se origina en que cuando el fluido producido se desplaza

desde el yacimiento hacia la superficie, se libera energía tanto en el flujo vertical como en el flujo

horizontal; esta energía o presión está inmersa en el fluido mientras está en el yacimiento. Por lo

tanto, es necesario realizar un buen diseño de los equipos del pozo, líneas de flujo,

estranguladores, separadores, y demás conexiones. Para un diseño óptimo, es necesario realizar un

estudio detallado del comportamiento del flujo multifásico en cada componente. El presente

artículo presenta el desarrollo de un Software que permite determinar mediante correlaciones y

modelos mecanísticos los perfiles de presión y temperatura que se presentan a lo largo de las

tuberías (Pérez, Cabarcas Simancas, & Santos, 2016).

1
Objetivo general
Recabar información en fuentes confiables para poder finalizar la construcción del trabajo de
investigación y con esta reforzar nuestros conocimientos acerca del flujo multifásico en la
industria petrolera.

Objetivos específicos
 Realizar investigaciones en fuentes diversas y confiables utilizando las tecnologías de la
comunicación y la información y para reforzar lo aprendido en el aula, y en un futuro
próximo aplicarlo en el campo laboral.
 Identificar los conceptos principales del flujo multifásico en la industria petrolera para
poder estructurar adecuadamente en proyecto de investigación.
 Presentar al docente el trabajo del flujo en estranguladores de la materia de flujo
multifásico y de este modo se realicen las correcciones adecuadas para culminar
satisfactoriamente la materia en curso.

2
Capítulo I generalidades
1.1. Definición de los estranguladores
El estrangulador (choke) es un elemento que controla el caudal de circulación de los fluidos. Al
restringir el paso del fluido con un orificio, se genera una contrapresión o fricción extra en el
sistema, lo que provee un método del control del caudal del flujo y de la presión de pozo.

Los estranguladores utilizados para el control de pozo (estranguladores de lodo) tienen un


diseño algo diferente de los de producción de gas y petróleo. Por lo general, es estrangulador de
producción no resulta adecuado. Esto se debe a que no está preparado para soportar el flujo del
fluido abrasivo que sale a la superficie durante una surgencia de pozo. Mientras que para algunos
controles de pozo se utilizan estranguladores ajustables convencionales (manuales) (válvula aguja
manual), en la mayoría de los controles de presión se utilizan estranguladores ajustables a control
remoto (Calva, Guerrero, & Narváez, 2013).

Figura 1. Estrangulador o choke.


Fuente: Calva, Guerrero, & Narváez, 2013.

3
Los choques o estranguladores de flujo son accesorios de control instalados en el portachoke
del árbol de navidad ubicado entre su salida principal y la línea de descarga que se instala para
controlar y mantener las condiciones óptimas de producción durante la descarga de fluidos de pozo
por el árbol de navidad. Sus objetivos son los siguientes:

● Mantener la producción con presiones y caudales controlados de acuerdo al programa.


● Minimizar riesgos de daño en las formaciones a través del control de flujo racional.
● Proteger los equipos de superficie.
● Controlar posibilidades de conificación de agua o de gas en pozos petrolíferos.
● Permite obtener información real para calcular el índice de productividad y controlar la
estabilidad de la presión y el caudal.

Cuando el pozo esta en producción la relación de presiones en las líneas de descarga son las
siguientes:

● Sin choke P1=P2 producción incontrolada


● Con choke P1=P2 producción controlada

1.1.1. Partes de un estrangulador.

A continuación se muestra cada una de las partes de un estrangulador ajustable de 2”

Cuadro 1. Partes de un estrangulador.


Partes de un estrangulador.
1. Cuerpo de 2” LPT 10. Bola de nylón
2. Base de ¾” HS 11. Tornillo de mano
3. Empaque 12. Medidor de apertura del estrangulador
4. Vástago ó barra maestra, HS 13. Tornillo de ajuste del medidor
5. Seguro 14. Rueda de mano
6. Empaque, buna 15. Arandela
7. Anillo de retén 16. Tuerca hexagonal
8. Stem packing 17. Punto de lubricación.
9. Casquete de aleación de acero.
Fuente: Calva, Guerrero, & Narváez, 2013.

4
Figura 2. Esquema de las partes de un estrangulador.
Fuente: Calva, Guerrero, & Narváez, 2013.

1.1.2. Características del estrangulador de flujo.


Los estranguladores de producción normalmente operan en un ambiente multifásico, es decir,
en flujo de gas y líquido o líquido y gas. El flujo monofásico puede ocurrir en los pozos de gas
seco. Los modelos teóricos pueden existir para pronosticar el comportamiento de los
estranguladores con flujo monofásico. Es probable que el flujo se vea fuertemente influenciado
por la geometría de la estrangulación o de configuración, así como el flujo multifásico.

1.1.3. El equipo subsuperficial y superficial es dañado por erosión de la arena.


La erosión afecta principalmente a las secciones donde existen cambios de diámetro o
dirección, por ejemplo: codos, válvulas, estranguladores, etc.

5
1.1.4. Flujo sónico a través de estranguladores.
El diámetro requerido del estrangulador para controlar la producción del pozo, de acuerdo a las
condiciones de operación del sistema, se puede calcular con diferentes correlaciones (Gilbert, Ros,
Ashford, Omaña, etc.).

Cualquier correlación que se utilice únicamente es válida cuando se tienen condiciones de flujo
sónico a través del estrangulador. De otra manera la producción del pozo no será regulada y se
caerá en una situación de flujo inestable, en la que las variaciones de presión corriente abajo del
estrangulador se reflejarán en la formación productora, provocando fluctuaciones en la
producción. Para flujo sónico el gasto es independiente de la presión corriente abajo del
estrangulador (Calva, Guerrero, & Narváez, 2013).

6
Capítulo II. Flujo crítico y subcrítico.
2.1. Flujo crítico y subcrítico.
El flujo multifásico a través de estranguladores, puede ser evaluado bajo condiciones de flujo
crítico y subcrítico. Por esta razón es importante definir y dejar claro estos conceptos ya que
debemos saber distinguir entre ambos tipos de flujo, para poder obtener un diseño de estrangulador
adecuado a las condiciones que se tengan en el pozo.

El flujo crítico o sónico de un fluido es definido como el flujo del fluido a la velocidad
equivalente a la velocidad de propagación de una onda de sonido en el medio (fluido).

Frecuentemente se presenta cuando el flujo incrementa su velocidad al pasar a través de una


garganta o reducción y la velocidad alcanza la velocidad del sonido.

Como los estranguladores que se instalan a boca de pozo para controlar la producción están
basados en el principio de flujo crítico, se pretende que al seleccionar un estrangulador la presión
después de la restricción no afecte a la presión en la cabeza del pozo y como consecuencia su
comportamiento. Un número Mach mayor a la unidad asegurará esta condición.

El número Mach se define como la relación de la velocidad real del fluido entre la
velocidad de propagación de la onda acústica en el fluido en cuestión, o sea:

Donde M es el Número de Mach

En función de este número se definen tres diferentes regímenes de flujo:

 Para M < 1 el flujo es subsónico o subcrítico.


 Para M = 1 el flujo es sónico o crítico.
 Para M > 1 el flujo es supersónico o supercrítico.

Cuando M=1, el área de flujo alcanza su valor mínimo y se dice que se ha logrado una
condición de garganta a cuyas propiedades se les denomina “críticas”. La mayoría de las
correlaciones de flujo multifásico a través de estranguladores son válidas únicamente para el flujo
crítico.

7
Si existe flujo crítico a través del estrangulador, la presión corriente arriba es independiente de
la presión que prevalezca en el sistema de recolección (línea de descarga, separadores, bombeo y
tanques de almacenamiento).

El flujo crítico para los gases ocurre aproximadamente cuando la relación de corriente abajo
(p1) y corriente arriba (p2) es 0.528. El flujo sónico para gases es diferente que para líquidos. Se
ha determinado que para una mezcla de gas y líquido, la velocidad sónica es menor que para una
sola fase En la Figura 2.1, se puede observar un ejemplo de estrangulador donde se observan las
corrientes que fluyen a través de él.

Figura 3. Diagrama de un estrangulador donde se observa la corriente arriba y corriente abajo.


Fuente: (Villarreal, 2011).

2.1.1. Que es el flujo crítico.

El flujo critico se refiere a la relación de presiones que se observa en la Figura 2.2, que es la
presión corriente abajo (p1) entre la presión corriente arriba (p2) del estrangulador. Esta relación
nos permite determinar el tipo de flujo que se presenta en el estrangulador y poder prevenir
problemas en la producción.

Para una mezcla aceite y gas, algunos investigadores han observado que la velocidad sónica
para una mezcla gas-liquido es menor que para una sola fase. Olson, (Essentials of Engineering
Fluid Mechanics, Texbook, 1961), estableció que para mezclas gaslíquido la velocidad acústica es
menor que para cualquiera de las fases por sí solas (Villarreal, 2011).

8
2.1.2. Cuando ocurre el flujo crítico.
El flujo crítico ocurre cuando la velocidad del fluido alcanza la velocidad del sonido. En este
punto, las variaciones en el trecho anterior al estrangulador no pueden sentirse en el trecho
posterior del mismo, y por lo tanto, no hay variación del gasto, aun cuando la presión corriente
abajo del estrangulador caiga. Esta razón es llamada de razón crítica y es función únicamente de
los parámetros corriente arriba del estrangulador.

Debe aclararse, que aunque el gasto antes del estrangulador es independiente de la presión, son
necesarios una serie de cálculos para determinar si el flujo es crítico o subcrítico. No existe ningún
acuerdo en la literatura, de cómo predecir la condición para alcanzar el flujo crítico. El valor de la
razón crítica entre la presión antes y después del estrangulador, el cual es usado para establecer el
límite entre los dos tipos de flujo, es una variable difícil de predecir.

Figura 4. Grafica de gasto vs relación de presiones.


Fuente: (Villarreal, 2011).

Durante la presencia de flujo crítico o supercrítico, el gasto a través del estrangulador alcanza
un valor máximo con respecto a las condiciones prevalecientes corriente arriba.

La velocidad del fluido bifásico fluyendo a través de la restricción alcanza la presión sónica o
presión de velocidad de propagación de la onda para los fluidos en dos fases.

Esto implica que el flujo es “estrangulado” porque los disturbios corrientes abajo no pueden
propagarse corriente arriba.

9
Por lo tanto, disminuciones no tan significantes en la presión corriente abajo no hacen
incrementar el gasto, es decir, el flujo crítico o sónico es el flujo en el cual las perturbaciones de
presión y temperatura corriente abajo no son transmitidas corriente arriba tal que puedan afectar el
gasto, no así en flujo subcrítico.

Si la presión corriente abajo es gradualmente incrementada, esta presión no podría cambiar el


gasto o la presión corriente arriba, esto hasta alcanzar el límite de flujo crítico-subcrítico, ya que al
tener un gran aumento en la presión corriente abajo podría provocar un menor gasto o que el pozo
deje de fluir, si la presión es muy grande.

A partir de este momento si la presión corriente abajo se incrementa ligeramente cerca de las
condiciones límite, el gasto y la presión corriente arriba serán afectados, entonces la velocidad de
los fluidos que pasan a través del estrangulador caen debajo de la velocidad sónica.

Aquí, el gasto depende de la diferencial de presión, o bien, los cambios en la presión corriente
abajo afectan la presión corriente arriba, este comportamiento es caracterizado como flujo
subcrítico.

En el lenguaje común se ha adoptado decir flujo critico a lo que estrictamente es flujo


supercrítico, cabe aclarar que el flujo critico es la condición de flujo que se alcanza cuando la
velocidad de fluido es igual a la velocidad de propagación de una onda en la mezcla del fluido en
cuestión. En la práctica difícilmente se puede mantener estable el valor de la velocidad y se llega a
sobrepasar por lo que en realidad es un flujo supercrítico el cual no tiene mayor diferencia en
términos significativos. Hay que dejar claro que el flujo crítico es el límite entre el flujo
supercrítico y flujo subcrítico.

Si existe flujo critico a través del estrangulador, la presión corriente arriba de esta restricción es
independiente de la presión que prevalezca en el sistema de recolección.

Se infiere que el control de la producción se logra cuando las fluctuaciones de presión en el


sistema de recolección no se reflejen en la producción.

Sin embargo, en la mayoría de los pozos a tiempos futuros o posteriores al inicio de su


producción debido al abatimiento de presión causado por la extracción de fluidos del yacimiento
lleguen a operar en condiciones de flujo subcrítico y no flujo crítico (Villarreal, 2011).

10
2.1.3. Consecuencias cuando se presenta un flujo subcritico.
Cuando se presenta flujo subcrítico a través del estrangulador, se puede presentar una
contrapresión a través del estrangulador por parte de otros pozos que tengan una mayor presión y
que se unan en el cabezal de recolección, es decir, se aumenta la presión corriente abajo del
estrangulador por lo que el flujo crítico evita que el gasto del pozo en cuestión disminuya o varié
de forma inusual.

Por esta razón, los estranguladores deben de ser diseñados para condiciones reales de flujo
como son las condiciones de flujo subcrítico y supercrítico, que son las condiciones que podemos
encontrar en campo a la hora de realizar la explotación del yacimiento, y no las condiciones
ideales como es el flujo crítico, ya que este es hasta cierto punto imposible de encontrar en la
práctica. De esta forma se podrá manejar y tener mejores resultados durante la explotación y
producción de los yacimientos.

El estrangulador se instala en el cabezal del pozo, de acuerdo con el diseño de cada fabricante,
los estranguladores presentan ciertas características, cuya descripción se proporciona en diversos
manuales.

Como posteriormente se mostrara en este trabajo, existen pocos estudios sobre flujo a través de
estranguladores que se basen en condiciones de flujo subcrítico o supercrítico, la mayoría de los
estudios están basados en condiciones de flujo crítico (Villarreal, 2011).

11
Capítulo III. Modelos para gas
3.1. Modelos para gas
El objetivo de cualquier operación de producción de gas es mover el gas de algún punto en el
yacimiento hacia la línea de venta. Para poder lograr esto, el gas debe de pasar por muchas áreas
de caídas de presión, o si es que se utiliza un compresor, la presión se gana o se pierde.

Aunque todos estos componentes del sistema integral de producción se pueden analizar de
manera independiente, para poder determinar el desempeño de un pozo, éstos deben de manejarse
de manera combinada en un sistema total o en análisis nodal. Esto se logra más fácilmente
dividiendo el sistema total en dos subsistemas distintos y determinando los efectos de los cambios
realizados en uno o ambos subsistemas en el desempeño o comportamiento del pozo.

Existen muchas localizaciones en el sistema de producción de gas donde el gas debe de pasar a
través de restricciones relativamente pequeñas. Algunos ejemplos de estas restricciones son
válvulas de seguridad subsuperficiales y estranguladores superficiales. El flujo puede ser crítico o
subcrítico.

Una ecuación general para el flujo a través de restricciones se puede obtener combinando la
ecuación de Bernoulli con una ecuación de estado y asumiendo que no hay pérdidas irreversibles o
por fricción. Un coeficiente de descarga empírico se incluye para tomarse en cuenta por las
simplificaciones utilizadas al derivar la ecuación. La siguiente ecuación puede ser utilizada para
flujo de gas.

Ecuación 1. Cálculo del flujo de gas.


Fuente: Torres & Trauwvitz, 2008.
Donde:

𝑞𝑐.𝑠 : Gasto de gas


𝐶𝑛 : Coeficiente basado en el sistema de unidades

12
d:Diametro interno de agujero abierto para el flujo de gas
𝑦𝑔 : Densidad especifica del gas (aire=1.0), adimensional.
k:Relacion de calores específicos (𝐶𝑝 /𝐶𝑣 ),adimensional
𝑝1: Presión corriente arriba, unidades absolutas
𝑝2 : Presión corriente abajo, unidades absolutas.
𝑇1 : Temperatura corriente arriba, unidades absolutas.
𝐶𝑠 : Coeficiente basado en el sistema de unidades
𝐶𝑑 : Coeficiente de descarga (empírico), adimensional
𝑇𝑐.𝑠. : Temperatura a condiciones estándar, unidades absolutas
𝑝𝑐.𝑠 : Presión a condición estándar, unidades absolutas
𝑅𝑝𝑐 : Relación de la presión critica, adimensional
Las tablas siguientes muestran valores para las constantes en la ecuación para varios sistemas
de unidades (Torres & Trauwvitz, 2008).

Cuadro 2. Valores para las constantes en las ecuaciones.

Sistema Métrico
Símbolo Sistema Ingles Sistema Métrico
Internacional
𝑞𝑠𝑐 𝑀𝑝𝑖𝑒𝑠@𝑐𝑑/𝑑 m2/d M2/d
𝑑 Pg Mm Mm
𝑝𝑎𝑏𝑠 Lb/in2abs kg/cm2 kPa
𝑇𝑎𝑏𝑠 °|R °K °K
𝐶𝑠 27.611 1.6259 1.6259
Fuente: Torres & Trauwvitz, 2008.

Cuadro 3.Valores para las constantes en las ecuaciones según Sistema de Unidades.

Sistema de
𝑪𝒅 𝒑@𝒄.𝒔. 𝑻@𝒄.𝒔. 𝑪𝒏
Unidades
0.865 14.696 lb/in2 491.68 °R 799.06
Ingles 0.865 14.696 lb/in2 519.68 °R 344.57
0.865 1.0332 kg/cm2 273.16 °K 371.83
Métrico 0.865 1.0332 kg/cm2 288.72 °K 393.01
Métrico 0.865 101.325 kPa 273.16 °K 3.7915
Internacional 0.865 101.325 kPa 288.72 °K 4.0075
Fuente: Torres & Trauwvitz, 2008.

13
Los valores de k se pueden obtener de:

𝐶𝑝 𝑀𝐶𝑝
𝑘= =
𝐶𝑣 𝑀𝐶𝑝 − 1.987

Donde:

M=Peso molecular, lbm/mol.

𝐶𝑝 = Calor especifico,BTU/lbm °R

La relación de presión en donde el flujo se vuelve crítico depende del valor k para el gas y está
dada por:

2 𝑘
𝑅𝑝𝑐 = ( )𝑘−1
𝑘+1

*El valor de K tambien puede encontrarse con la siguiente figura:

Figura 5. Relación de presión de flujo crítico del valor k para el gas.


Fuente: Torres & Trauwvitz, 2008.

3.1.1. Flujo en estranguladores para pozos de gas.


Los principios sobre los cuales se soporta esta teoría son los que se deducen de la ecuación
general de balance de energía que expresa lo siguiente:

“Para un fluido de una sola fase, que fluye normalmente entre cualesquiera de dos puntos bajo
condiciones estacionarias, la suma de energía de expansión (VΔp), energía potencial (g/gc Δh),
energía cinética (1/2V²/gc) y energía irreversible (ΔWs) deberá ser constante es decir

14
Ecuación 2. Flujo en estranguladores para pozos de gas.
Fuente: Torres & Trauwvitz, 2008.

3.1.1. Fenómeno de flujo para gases.


Si se considera el siguiente estrangulador, el cual está en conexión con la cabeza del pozo que
provee la presión Pth. La descarga ocurre en la tubería de escurrimiento, en la cual la presión se
denota como Pe y se denomina presión corriente abajo del estrangulador.

Se supone que la Pth es suficientemente alta para producir condiciones de flujo sónico en la
garganta y flujo supersónico corriente abajo (Torres & Trauwvitz, 2008).

Figura 6. Flujo sónico y flujo supersónico corriente abajo.


Fuente: Torres & Trauwvitz, 2008.

A medida de que la Pe aumenta por encima de la Pc o presión critica máxima, progresivamente


se forman ondas de choque oblicuas, más fuertes, corriente abajo como se ve en la figura:

Figura 7. El flujo en el estrangulador todavía no es afectado.


Fuente: Torres & Trauwvitz, 2008.

15
La siguiente figura ilustra la situación en la cual la Pe es lo suficientemente alta para producir

Figura 8. Una onda de choque normal en la salida.


Fuente: Torres & Trauwvitz, 2008.

Incrementos adicionales en la presión corriente abajo hacen que el choque normal se desplaza
hacia atrás, dentro del estrangulador. Corriente abajo del choque, el flujo es ya subsónico, de modo
que la velocidad y el gasto másico disminuyen y la presión aumenta.

Eventualmente un aumento posterior de Pe hace que en todo el estrangulador el flujo sea


subsónico y que el gasto másico disminuya progresivamente (Torres & Trauwvitz, 2008).

Figura 9. Incrementos adicionales en la presión corriente.


Fuente: Torres & Trauwvitz, 2008.

3.1.2. Colgamiento de gas.


El remanente del segmento de tubería es ocupado por gas, el cual es referido con un

colgamiento de gas y es igual a la unidad menos el colgamiento de líquido.

16
Capítulo VI. Modelos para líquido
4.1. Modelos para líquido
Los estranguladores son restricciones en una línea de flujo que provoca una caída de presión o
reduce el gasto a través de un orificio, con el objeto de controlar el gasto o la producción del pozo
y tener un mejor control de la presión del yacimiento. Las principales razones para instalar un
estrangulador en el pozo son:

● Conservar la energía del yacimiento, asegurando una declinación más lenta de su presión.
● Mantener una producción razonable.
● Proteger el equipo superficial. Mantener suficiente contrapresión para prevenir entrada de
arena.
● Prevenir conificación de gas.
● Prevenir conificación de agua. Obtener el gasto de producción deseado.

Figura 10. Árbol de producción superficial.


Fuente: (Ángeles, 2017).

17
4.1.1. Colgamiento de líquido.
Es la fracción de líquido, definida como la razón del volumen de un segmento de tubería
ocupado por el líquido con respecto al volumen total de la tubería. Varía a partir de cero para flujo
monofásico de gas hasta uno para cuando se tiene flujo de líquido únicamente.

4.1.2. Colgamiento de líquido sin resbalamiento.


La fracción de líquido sin resbalamiento, también conocido como colgamiento sin
resbalamiento o contenido de líquido de entrada, es definida como la razón del volumen de líquido
en un segmento de tubería dividido para el segmento de tubería, considerando que el gas y el
líquido viajaran a la misma velocidad.

Los estranguladores se pueden instalar en la boca del pozo donde forman parte del árbol de
válvulas o en el aparejo de producción. Estos se emplean para proveer un control preciso del gasto
de aceite y gas. Los estranguladores son diseñados para ser operados en condiciones de flujo
crítico, sin embargo estas condiciones son ideales y es difícil encontrarlas en el campo, por esta
razón, se recomiendan varios diámetros del estrangulador para las condiciones óptimas de
explotación y vida productiva del campo.

En la Figura 11, se muestra un ejemplo de un cabezal de pozo que muestra la ubicación del
estrangulador y el conjunto de válvulas que puede presentar un arreglo de un árbol de producción
superficial. Los estranguladores controlan el flujo de fluidos de gas y líquidos (Flujo Multifásico),
durante el transporte de dicha mezcla, y la configuración de tuberías y condiciones de operación de
Presión y Temperatura, propiciaran diferentes patrones de flujo.

Un patrones de flujo es la configuración de estructuras de fases en la tubería, esta se encuentra


determinada por la forma de la interfaz (superficie que separa las fases). Los patrones de flujo se
pueden clasificar en “Patrones de Flujo Horizontal” y “Patrones de Flujo Vertical”.

Patrones de Flujo Vertical: Estos patrones de flujo como su nombre lo dice se presentan en
tuberías verticales, como puede ser una tubería de producción. Los patrones de flujo son:

18
Monofásico, Burbuja, Tapón, Transición y Niebla. Estos patrones podrían ser los que se presentan
en la entrada del estrangulador, aunque debido a la presencia de codos los cuales realizan un
cambio en la dirección del flujo, pueden llegar a homogenizar los fluidos.

Patrones de Flujo Horizontal: Estos son los patrones de flujo que se pueden llegar a presentar
en tuberías horizontales: Segregado (Estratificado, Ondulado, Anular), Intermitente (Tapón,
Bache), Distribuido (Burbuja, Niebla). Algunos de estos patrones de flujo pueden presentarse a
cierta distancia corriente abajo del estrangulador una vez que el flujo está completamente
desarrollado (Ángeles, 2017).

Figura 11. Arreglo de un cabezal de pozo.


Fuente: Ángeles, 2017.

19
● Estos patrones de flujo podrían ocasionar los siguientes efectos: Fenómeno de
colgamiento de líquido en la Tubería de Producción (Tp).
● Transferencia de calor (cambios en la temperatura), que puede propiciar precipitación
de asfáltenos, hidratos de gas, etc.
● Afectar las condiciones de operación en las instalaciones de procesos corriente abajo
(cambios bruscos en la presión) como son los separadores, líneas de producción.
● Pueden originar problemas de emulsión en los fluidos.

4.1.3. Ubicación del estrangulador en los equipos submarinos.


El árbol de válvulas o árbol de producción, es un conjunto de válvulas que regula la producción
del pozo, cuya forma más antigua y tradicional ha sido denominado árbol de navidad (Traducción
al español de X-Tree o Christmas Tree).

En el año de 1961, fue instalado el primer árbol submarino a una profundidad de 17 [m] por la
compañía Cameron. Desde el descubrimiento de petróleo en el fondo del mar, el equipo se adaptó
a las nuevas condiciones y retos ambientales recibió el nombre de “árbol de producción
submarino”. Actualmente, este equipo es uno de los símbolos de la capacidad tecnológica que
amplió las fronteras de exploración hacia el fondo del mar12.

Cuenta con una serie de válvulas que controlan el acceso de los fluidos de una manera
mecánica o hidráulica al pozo. Todas las válvulas son en algunos casos, tanto manualmente
operadas como controladas remotamente hidráulicamente como en el caso de las plataformas
marinas.

En el caso del árbol de producción submarino, aloja el sistema de control (Hidráulico, Electro-
Hidráulico y en la actualidad Eléctrico) utilizado para las funciones en el fondo del pozo como las
operaciones de válvulas de seguridad, inyección de químicos, monitoreo de presión y temperatura,
así como la realización de operaciones de intervención en el pozo (Ángeles, 2017).

20
Figura 12. Estrangulador tipo recuperable.
Fuente: Ángeles, 2017.

4.1.4. Componentes de un árbol submarino.


En la Figura 13, se muestra un tipo de árbol submarino, que se puede utilizar en las operaciones
submarinas, ya que cuenta con los distintos mecanismos para mantener la seguridad y la
producción en un nivel óptimo.

Figura 13. Árbol vertical submarino.


Fuente: Ángeles, 2017.

21
Como se puede observar el árbol submarino de producción cuenta con distintas herramientas
que nos permite tener un control del flujo. Existen distintos modelos de árboles de producción
submarinos (verticales / horizontales) que son acondicionados a las exigencias que requiera el
lugar donde va ser colocado.

En la Figura 14, se observa el árbol de producción submarino por su parte frontal, donde
podemos ver la ubicación del estrangulador, como las distintas válvulas de producción y de
inyección con las que cuenta.

Figura 14. Diagrama de árbol de producción tipo horizontal.


Fuente: Ángeles, 2017.

En la Figura 15, se observa un árbol de producción submarino de tipo horizontal, donde se


señalan algunos componentes que lo integran y la distribución de tuberías que vienen del pozo al
árbol submarino; entre las partes que lo integran podemos observar el estrangulador que se
encuentra ubicado en el lado superior izquierdo. Como se observa en este ejemplo, el árbol de
producción submarino cuenta con una serie de válvulas que le permiten operar con seguridad y
tener un control de la producción. Con este ejemplo se puede observar lo complejo que es un árbol

22
submarino en su interior y la forma de cómo se encuentran distribuidos sus distintos accesorios
que lo conforman.

Figura 15. Diagrama de configuración de un árbol de producción submarino.


Fuente: Ángeles, 2017.

La Figura 15, nos permite observar una configuración de las válvulas y accesorios con los que
cuenta un árbol de producción submarino, en ella se puede observar la ubicación del estrangulador,
sensores, válvulas y otros accesorios que nos ayudaran a supervisar y a controlar el flujo en el
interior del árbol submarino.

Este ejemplo de árbol de producción submarino cuenta con válvulas de inyección de químicos
que nos proporcionaran una herramienta extra en caso de tener que acudir a este tipo de
operaciones. Todos estos accesorios son esenciales para las operaciones en aguas profundas, ya
que es necesario tener monitoreado el flujo y el estado en el que opera el árbol submarino para
poder garantizar la producción esperada. La complejidad de las operaciones en aguas profundas,
nos obligan a tener una serie de mecanismos de prevención de aseguramiento del fluido, por esta
razón, es muy importante el diseño del árbol submarino y al mismo tiempo del estrangulador.

23
4.1.5. Clasificación de los estranguladores submarinos.
Los estranguladores submarinos están clasificados de la misma forma que los estranguladores
superficiales: estrangulador fijo o estrangulador variable. Existe otra forma de clasificar a los
estranguladores submarinos:

Estranguladores Recuperables: Este tipo de estrangulador está diseñado para mantener su


cuerpo montado en el árbol de navidad. El interior del estrangulador puede ser removido en
conjunto con sus actuadores. Están diseñados para que el actuador y el mecanismo de retención
puedan ser recuperados en la superficie.

Figura 16. Estranguladores recuperables.


Fuente: Ángeles, 2017.

Características de los estranguladores recuperables:

● Cuenta de dos piezas unidas por un conector de pinzas horizontal.


● Tiene con una camisa de acero de protección para evitar daños por impacto. Por ser
recuperable, facilita su mantenimiento y por lo tanto disminuye el tiempo de
inactividad.
● La pieza movible del estrangulador (actuador y la camisa) puede ser recuperada y solo
se deja el cuerpo del estrangulador en el fondo.

El cuerpo del estrangulador cuenta con dos conectores que se activan hidráulicamente. Existen
dos tipos de conectores para este tipo de estranguladores: conector de corona y conector de pinzas.

24
El cuerpo del estrangulador se libera del mecanismo de bloqueo por lo que el ajuste, el
actuador, los sellos y el mecanismo de bloqueo se recuperan como un paquete autónomo para
facilitar el mantenimiento o el reemplazo del equipo

Estranguladores no recuperables o fijos: Como su nombre lo dice este tipo de


estranguladores se mantienen fijos al árbol de navidad, todos sus componentes son instalados para
formar una sola pieza.

Figura 17. Estranguladores no recuperables o fijos.


Fuente: Ángeles, 2017.

En la Figura 17, se observar un estrangulador no recuperable de tipo “Tapón y Carcasa” hechas


de carbono de tungsteno y cuenta con una camisa de acero de protección contra impactos. El
conector esta sujetado al vástago para eliminar vibraciones producidas por el flujo. Características
de los estranguladores no recuperables:

● Cuenta con un una camisa de acero para prevenir daños por impacto.
● Suelen ser utilizados en zonas poco profundas.
● Son resistentes a la erosión.
● Su actuador puede ser ajustado por buzos o por un ROV.
● Cuentan con un sistema bi-direccional de flujo.
25
Los estranguladores submarinos pueden ser clasificados por su diámetro como los
estranguladores superficiales (Estranguladores de diámetro fijo o Estranguladores de diámetro
variable). –

4.1.5.1. Estrangulador de Diámetro Fijo (Positivo).


Es un estrangulador con un diámetro fijo y cuyo orificio debe cambiarse para cambiar el gasto
de flujo a través de él. Están diseñados de tal forma que los orificios van alojados en un
receptáculo fijo del que deben ser extraídos para cambiar su tamaño. Este tipo de estrangulador es
poco común encontrarlos en la práctica, ya que son poco prácticos por su complejidad en el
mantenimiento y en la operación submarina (Ángeles, 2017).

4.1.5.2. Estranguladores de Diámetro Variables.


Una de las características de este tipo de estrangulador es que se puede modificar el tamaño de
orificio sin retirarlo del receptáculo que lo contiene, mediante un mecanismo en donde se puede
variar la cantidad de flujo. Así estos tipos de estranguladores permiten modificar las condiciones
de operación del pozo sin suspender la producción, gracias a su mecanismo de control.

Existen varios tipos de estranguladores ajustables, los diseños más comunes utilizados en la
industria son:

 Estrangulador de disco rotatorio.


 Estrangulador de asiento tipo aguja.
 Estrangulador tipo tapón y carcasa.
 Estrangulador tipo asiento y manga deslizable.
 Estrangulador Multietapa.

4.1.6. Partes principales de un estrangulador submarino.


Las partes principales de un estrangulador submarino son presentadas a continuación:
Indicador de posicionamiento: Es el elemento que se encarga de proveer un posicionamiento
seguro y confiable en la instalación de este componente.
Actuador: Es un sistema que se encarga de actuar, controlar y operar la apertura y cierre del
estrangulador.
Ensamble de amarre: Este tiene la función de proveer los elementos necesarios para lograr una
unión con el árbol submarino.

26
Cuerpo del estrangulador: Es la estructura metálica por donde pasa los fluidos producidos.
Elemento de estrangulamiento: Elemento que estrangula el flujo que pasa a través del cuerpo
del estrangulador, este funciona por medio de su apertura y cierre.
Conector para el sistema de control: Es el componente que permite la conexión de los sistemas
de control y opera al actuador.
Elemento mecánico: Componente que permite la apertura y cierre mecánico del estrangulador
en la Figura 18

Figura 18. Elemento mecánico.


Fuente: Ángeles, 2017.

4.1.7. Estrangulador de tipo disco rotatorio (rotating discs).


El mecanismo de los estranguladores de tipo “Disco Rotatorio”, consta de dos discos de
carbono de tungsteno circulares, cada una con un orificio excéntrico. Uno de los discos (A) se fija
en el cuerpo del estrangulador, el otro disco (B) rota, ya sea por la operación manual o por el
actuador, para dar la variación del flujo o cerrar la abertura.

Las superficies de ambos discos se traslapan para garantizar el sellado y prevenir la entrada de
partículas entre los discos. Este mecanismo permite ser resistente a la erosión de las superficies y
lo que permite eliminar en una gran parte la cavitación.

27
Figura 19. Estranguladores de disco rotatorios.
Fuente: Ángeles, 2017.

4.1.8. Estrangulador de asiento tipo aguja (NEEDLE AND SEAT).


Este es solo un ejemplo de un estrangulador de tipo aguja, donde se muestra como es el diseño
de estrangulación o de obstrucción del fluido. El mecanismo de estrangulación se puede mantener
a distintos porcentajes de paso del flujo para tener un flujo controlado.

Figura 20. Estrangulador de asiento tipo aguja.


Fuente: Ángeles, 2017.

28
4.1.9. Estrangulador de tipo multietapa o cascada (MULTISTAGE).
Este tipo de estrangulador submarino es uno de los más utilizados en aguas profundas ya que su
diseño permite reducir los problemas de cavitación, erosión y corrosión que son ocasionados por
las condiciones del medio marino. Este estrangulador es ideal para la reducción del fenómeno de
cavitación, ya que el diseño que tiene provoca que la alta presión es divida en una serie de caídas
de presión más pequeñas, para reducir la presión y esta no llegue alcanzar la presión de vapor.

La Figura 5.15, es un ejemplo de un estrangulador submarino de tipo Multietapas, en él se


puede observar como es el mecanismo que maneja este tipo de estrangulador para realizar su
función de abrir o cerrar el paso del flujo (Ángeles, 2017).

Figura 21. Estrangulador de tipo multietapa o cascada.


Fuente: Ángeles, 2017.

4.1.10. Estrangulador submarino eléctrico


Con el paso del tiempo los estranguladores han tenido una evolución en su diseño, esto ha
permitido que la tecnología proporcione una mayor seguridad en el sistema de producción. El

29
estrangulador eléctrico proporciona ventajas en las operaciones de producción y en el
mantenimiento de las instalaciones.

Algunas características de un estrangulador eléctrico son:

● Soporta altas presiones hidrostáticas (Ideal para aguas profundas).


● Tiene un buen funcionamiento a grandes profundidades.
● Reduce el tiempo de inactividad por fallas hidráulicas.
● Proporciona una gran información de datos

La principal diferencia de un estrangulador submarino tradicional y el estrangulador submarino


eléctrico es el actuador con el que operan, ya que en el estrangulador tradicional, el actuador opera
por un mecanismo hidráulico o neumático y en el estrangulador eléctrico el actuador es operado
por un sistema eléctrico.

Las principales características del actuador para el estrangulador eléctrico son:

● Todas sus funciones son eléctricas.


● Utiliza un sistema de alimentación de 250 V, 500 W.
● Su motor opera a 6000 [rpm].
● No está en contacto con el sensor de posicionamiento.
● Tiene una capacidad de reacción rápida.
● Cuenta con un sistema de rodillo y mecanismo cicloidal de alta eficiencia mecánica.

Figura 22. Estrangulador eléctrico.


Fuente: Ángeles, 2017.

30
Este estrangulador es de tipo recuperable, ya que es uno de los modelos diseñados para operar
en campos situados en aguas profundas y ultra profundas, cuenta con un actuador que también es
eléctrico. El motor de accionamiento del actuador es eléctrico como se muestra en la Figura 23.

Figura 23. Estrangulador submarino eléctrico.


Fuente: Ángeles, 2017.

El estrangulador eléctrico permite ser operado desde el módulo de control y proporciona un


menor tiempo de reacción (2 min como tiempo máximo para abrir o cerrar). Este modelo permite
tener una reducción en los costos y en el mantenimiento.

Cuenta con un Sistema de Monitoreo que permite obtener información sin tener que enviar
personal técnico a la ubicación del estrangulador submarino, esta información es proporcionada
semanalmente por el sistema de monitoreo.

Algunas ventajas del sistema del actuador eléctrico son:

● Cuenta con un módulo de Control submarino multiplexado.


● Aumento en la velocidad de accionamiento del estrangulador.
● Mayor precisión.
● Reducción de costos a largo plazo.

Las desventajas de utilizar un actuador eléctrico es su pobre historial de aplicación, ya que


como es un sistema nuevo no se tiene registros en sistemas submarinos.

● Está diseñado para operar a una profundidad de 3000 [m]. –

31
● El tiempo de vida es de 25 años. - Cuenta con una altura de 60 [pg].
● Cuenta con un peso de 2100 [lb] aproximadamente. –
● Puede ser instalado por un ROV.

El actuador eléctrico, puede ser operado de forma remota por cualquier sistema de control
submarino. Cuenta con un indicador visual de posicionamiento que muestra el recorrido completo
en el recorrido del ROV cuando tenga que ser remplazado.

Unidad de control: Este sistema requiere para su funcionamiento 48 [watts], cuenta con un
sistema de motor dual (doble motor) y una fuente de alimentación redundante con almacenamiento
de energía. También cuenta con una serie de sensores eléctricos que permiten el monitoreo del
sistema (Ángeles, 2017).

32
Capítulo V. Modelos multifásico
5.1. Definiciones de modelos multifásico
Para predecir el comportamiento del flujo multifásico a través de estranguladores se requiere
que primero se haga la predicción de la frontera entre el flujo crítico y subcritico, lo cual es más
difícil que para el flujo monofásico de gas.

Existen varios modelos empíricos de flujo a través de estranguladores que fueron desarrollados
utilizando datos de campo para proponer una correlación y predecir la presión corriente arriba del
estrangulador para la cual se presenta el flujo crítico (Vera, 2018)

Las principales correlaciones son:

● Gilbert
● Baxendell
● Ros
● Achong

Gilbert (1954): A partir de datos de producción desarrollo una expresión aplicable al flujo
simultáneo gas-líquido a través de estranguladores.

El observo que para que el flujo alcanzara la velocidad del sonido debía existir una relación de
0.588 o menor entre la presión promedio en el sistema de recolección (después del estrangulador)
y la presión en la boca del pozo (antes del estrangulador).

𝑃𝑒
< 0.588 (𝑚𝑒𝑛𝑜𝑟 𝑜 𝑖𝑔𝑢𝑎𝑙)
𝑃𝑡ℎ

Baxandell (1961): Utilizando datos adicionales actualizo la ecuación de Gilbert, modificando


los coeficientes de su ecuación.

Ros (1960): Oriento su trabajo al flujo de mezclas con alta relación gas-aceite, en las que el gas
fue la fase continua. En su desarrollo llego a una expresión similar a Gilbert pero con coeficientes
diferentes. Aparentemente su expresión la comprobó con datos de campo.

33
Achong (1974): También reviso la ecuación propuesta por Gilbert y estableció una expresión
que valido comprobándolas con 104 muestras de campo para flujo a través de estranguladores que
iban del rango de ¼’’ a 1 ½’’ de diámetro.

La forma general de las ecuaciones desarrolladas por Gilbert,Ros, Baxendell y Achong es de la


misma forma, solo difieren en los valores de las constantes empleadas.

La forma general es la siguiente:

𝐴𝑞𝐿 𝑅 𝐵
𝑝1 =
𝑑∅𝐶

Donde:

𝑝1: Presión corriente arriba (lb/pg2)

𝑞𝐿 : Producción de líquido (bl/día)

𝑅 𝐵 : Relación gas-liquido (pies3/bl)

A,B,C: Constantes que dependen de la correlación y que toman los valores siguientes

Cuadro 4. Modelos multifásico.


Correlación A B C
Gilbert 10.0 0.546 1.89
Ros 17.40 0.500 2.00
Baxendell 9.56 0.546 1.93
Achong 3.82 0.650 1.88
Fuente: Vera, 2018.

5.1.1. Correlaciones.
5.1.1.1. Correlación de Poetmann y Beck.

Este modelo fue establecido a partir del trabajo presentado por Ros. Los resultados se
comprobaron comparándolo con 108 datos medidos. El método fue establecido a partir de un
análisis teórico del flujo simultáneo gas-líquido a velocidad sónica a través de orificios y una
correlación para el comportamiento PVT de los fluidos (Vera, 2018).

34
Para que exista flujo crítico se supuso que la presión corriente abajo, debe ser almenos de 0.55
de la presión en la boca del pozo. Bajo estas condiciones al gasto en el estrangulador es solo
función de la presión corriente arriba y de la relación gas-aceite a condiciones de flujo.

𝑃𝑒
= 0.55
𝑃𝑡ℎ

1.549𝑑∅2 9273.6𝑃 0.4513√𝑟+0.766


𝑞𝑜 = 73.856𝜌 1
(𝑉 (1+0.5𝑚))0.5 ( )
𝑜 +𝛾𝑜 𝑅 1 𝑟+0.5663

Donde:

0.00504𝑇1 𝑍1 (𝑅 − 𝑅𝑠 )
𝑟=
𝑝1 𝐵𝑜

1
𝑚= 𝜌𝑔
1 + 𝑟(𝜌 )
𝑜

𝑚
𝑉1 =
𝜌𝑜

Siendo:

r:Relacion gas libre-aceite a condiciones de flujo

V: Volumen especifico del líquido (pies3 de líquido/lb de mezcla)

m:Masa de líquido por unidad de masa de mezcla

Figura 24. Nomograma en estranguladores.


Fuente: Vera, 2018.

35
5.1.1.2. Ecuación de Ashford.
Derivo una ecuación que describe el flujo multifasico, bajo condiciones sónicas, atraves de un
orificio. Introdujo a la ecuación un coeficiente de descarga, sin embargo, al evaluarla comparando
sus resultados con datos medidos en 14 pozos, se encontró que el coeficiente de descarga resultaba
muy cercano a la unidad (Vera, 2018).

Ashford supuso una relación de calores específicos k=1.04 y una relación de presiones, para
flujo sónico en el orificio, de 0.544.

𝑃𝑒
= 0.544
𝑃𝑡ℎ

La ecuación propuesta por Ashford es:

1.53𝑑∅2 𝑝1 [[(𝑇1 + 460)𝑍1 (𝑅 − 𝑅𝑠 ) + 151𝑝1 ](𝛾𝑜 + 0.000217𝛾𝑅𝑠 + 𝑊𝑂𝑅𝛾𝑤 )]0.5


𝑞𝑜 =
(𝐵𝑜 + 𝑊𝑂𝑅)0.5 [(𝑇1 + 460)𝑍1 (𝑅 − 𝑅𝑆 ) + 111𝑝1 ](𝑦𝑜 + 0.000217𝑦𝑔 𝑅 + 𝑊𝑂𝑅𝑦𝑊 )

Donde:

𝑑∅ : Diámetro del estrangulador (64avos de pg)

𝑃1 : Presión corriente arriba, lb/pg2

5.1.1.3. Correlación de Omaña.


Desarrollo su correlación (para flujo crítico) entre el gasto, la presión corriente arriba del
estrangulador, la relación gas-liquido, la densidad de los líquidos y el tamaño del orificio. Dicha
correlación se obtuvo a partir de datos experimentales. Su aplicación solo es recomendada para
orificios de 14/64’’ y gastos máximos de 800 bl/día (Vera, 2018).

Las condiciones de flujo crítico se fijaron para una relación de presiones igual o menor de 0.546
y una relación gas-liquido mayor de 1.0.

𝑃𝑒
≤ 0.546
𝑃𝑡ℎ

La ecuación establecida es:

𝑁𝑞
𝑞𝐿 = 𝜌
1.84( 𝜎𝐿 )1.25

36
Donde:

3.19
𝑁𝑞 :0.263𝑁 −3.49 (𝑁𝑝 ) (𝑄)0.657 (𝑁𝑑 )1.8

𝜌𝑔
𝑁:
𝜌𝐿

0.0174𝑝1
𝑁𝑝 =
(𝜌𝐿 𝜎)0.5

1
𝑄:
(𝑅 − 𝑅𝑠 )𝐵𝑔
1+
5.615𝐵𝑜

𝜌𝐿
𝑁𝑑 : 120.872𝑑∅ ( )0.5
𝜎

La secuencia de cálculo para la correlación de Omaña es el siguiente:

Calcular 𝜌𝑔 , 𝜌𝐿 𝑦 𝜎 a la presión y temperatura existentes antes del estrangulador.

Evaluar 𝑁, 𝑁𝑝 , 𝑄 𝑦 𝑁𝑑 a las condiciones prevalecientes corriente arriba del estrangulador.

Obtener 𝑁𝑞 𝑦 𝑞𝐿

37
Capítulo VI. Modelos mecanísticos
6.1. Modelos mecanísticos
Modelo Mecanísticos de la Universidad de Tulsa por Beggs y Brill:
El modelo mecanísticos del estrangulador por Beggs y Brill es válido para flujo crítico y
subcritco. Es puramente teórico y basado en la combinación de la ecuación de Bernoulli con una
ecuación de continuidad (Torres & Trauwvitz, 2008).
∆𝑝𝑡𝑝 = ∆𝑝𝐿 𝜆𝐿 + Δ𝑝𝑔 𝜆𝑔
𝜌𝐿 𝑞𝐿 2
Δ𝑝𝐿 = ( )
2𝑔𝑐 144 𝐶𝐿 𝐴𝑐
𝜌𝐿 𝑞
Δ𝑝𝑔 = ( )2
2𝑔𝑐 144 𝑍𝐶𝑔 𝐴𝑐
𝑑2 2 1 𝑝2 − 𝑝1
𝑍 = 1.0 − [0.41 + 0.35 ( ) ]( )( )
𝑑1 𝑘 𝑝1
𝐶𝐷
𝐶=
𝑑
(1 − 1 )2
𝑑2
La caída de presión total de un sistema de dos fases está dado por:

𝐶𝐷𝐿 2
∆𝑝𝑇𝑃 = ∆𝑝𝐿 [1 + 𝜆𝑔 [( ) − 1] ]
𝑍𝐷𝐷𝑔
Donde:

𝑑1 4 𝑞𝑚
Δ𝑝𝐿 = 𝜌𝐿 [1 + ( ) ][ ]
𝑑2 8083𝑑12 𝐶𝐷𝐿
Donde:

AC : area de la seccion transversal del estrangulador, pie2


C: coeciente de flujo
Z: factor de compresibilidad
d1 : diametro de la tuberia corriente ariba, pg
d1 : diametro del orificio
El subíndice tp se refiere a “dos fases”.

38
Ejemplo:

Dados los siguientes datos mostrados abajo, calcula el tamaño del estrangulador en 64avos de
pulgada, usando correlaciones de Gilbert, Ros, Baxendell, Achong para flujo crítico.

Datos:

𝑏𝑙𝑝
𝑞𝑜 = 1800
𝑑
𝑀𝑀𝑝𝑐
𝑞𝑔 = 1.116
𝑑
RGL=620

Dt=2.994 pg

𝐴𝑝 = 0.0487 𝑝𝑖𝑒2

𝐶𝐷 = 1
𝐴𝑃𝐼 ° = 30
𝛾𝑔 = 0.7
T= 128 °F

𝑃1 = 1663 𝑙𝑏/𝑝𝑔2
𝜎𝐿1 = 9 𝐷𝑖𝑛𝑎𝑠/𝑐𝑚
𝑅𝑠𝑙 = 335
𝐵𝑜𝑙 = 1.10
𝑍1 = 0.78
𝜌𝑔𝑙 = 6.856 𝑙𝑏𝑚/𝑝𝑖𝑒3
𝜌𝐿1 = 52.59 𝑙𝑏𝑚/𝑝𝑖𝑒3
Gilbert, Ros, Baxendell y Achong: Utilizando la A,B,C de la tabla:

Cuadro 5. Para calcula el tamaño del estrangulador.


Correlación A B C
Gilbert 10.0 0.546 1.89
Ros 17.40 0.500 2.00
Baxendell 9.56 0.546 1.93
Achong 3.82 0.650 1.88
Fuente: Torres & Trauwvitz, 2008.

39
𝐴𝑞𝐿 𝑅𝑝𝐵 1
𝑑=( )𝐶
𝑝1
Cuadro 6. Calcula el tamaño del estrangulador
Correlacion d
(10)(1800)(620)0.546 1
Gilbert =( )1.89 = 22.5934
1663
(17.4)(1800)(620)0.5 1
Ros =( )2 = 21.6552
1663
(9.56)(1800)(620)0.546 1
Baxendell =( )1.93 = 20.6916
1663
(3.82)(1800)(620)0.65 1
Achong =( )1.88 =19.6494
1663
Fuente: Torres & Trauwvitz, 2008.

40
Conclusión
Poder terminar los trabajos de investigación completando los temas que integran la metería de
flujo multifásico es gratificante ya que los conocimientos que hemos logrados son fundamentales
en la construcciones de nuestra formación profesional, para los integrantes de este equipo fue
arduo el desarrollo de estos trabajos pero el principal objetivo se logró, poder desarrollar y aplicar
competencias como punto final daremos la conclusión general de los puntos mas relevantes.

Durante el desarrollo de este trabajo se ha explicado la importancia de los estranguladores y el


trabajo que desempeña estas herramientas en la industria petrolera. Las investigaciones realizadas
para flujo multifásico a través de estranguladores son limitadas, ya que la mayoría de los trabajos
realizados están enfocados para un comportamiento donde se considera solo flujo crítico a través
del estrangulador.

Los estranguladores son una herramienta fundamental en los distintos procesos de perforación y
explotación de los yacimientos. Estos nos proporcionan una ayuda en estabilidad de las caídas de
presión que se generan desde el yacimiento hasta el estrangulador y al mismo tiempo regula la
vida productiva del yacimiento. Se pueden conocer las diferencias entre el flujo crítico y subcrítico
y cómo afectan estos flujos al estrangulador; ya que estos flujos se pueden presentar en un
estrangulador y son conceptos muy importantes que influyen a la hora de realizar un diseño a estas
condiciones de flujo. De esta forma se conocen los tipos de estranguladores que existen, sus
distintos modelos, su clasificación y algunos de los modelos matemáticos en los cuales se basan
para realizar los cálculos de las caídas de presión que se presentan en el interior de los
estranguladores. Así como los problemas que se presentan en un estrangulador como pueden ser
las parafinas, asfáltenos, corrosión, problemas de cavitación (Pérez, Cabarcas Simancas, & Santos,
2016).

41
Bibliografía
Ángeles, V. M. (2017). Flujo multifásico en tuberías: Tipos de estranguladores. Coahuila, Cerro
Azul: Instituto Tecnológico de Cerro Azul.

Calva, H., Guerrero, A., & Narváez, K. (2013). Estranguladores o Chokes. Quito – Ecuador:
Universidad central del ecuador facultad de ingeniería en geología, minas, petróleos y
ambiental.

Pérez, A. J., Cabarcas Simancas, M. E., & Santos, S. N. (2016). Modelamiento y simulación de un
sistema no convencional de levantamiento multifasico. El Reventón Energético, 19/34.

Torres, C. J., & Trauwvitz, R. E. (2008). Flujo multifásico en tuberías. México D.F.: Universidad
Nacional Autónoma de México.

Vera, S. R. (2018). Flujo multifásico en tuberías proyecto: Flujo Multifásico en el Estrangulador.


CD. Madero: Instituto tecnológico de cd. Madero.

Villarreal, B. P. (2011). “Criterios de diseño y aplicabilidad de los estranguladores superficiales y


submarinos en pozos petroleros”. México D.F. : Universidad nacional autónoma de México
facultad de ingeniería división de ingeniería en ciencias de la tierra Tesis para obtener el
titulo de ingeniero petrolero .

42