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Introdução à Gestão das Organizações

Curso de Especialização Tecnológica:


Gestão da Produção
Tecnologia Mecatrónica

Introdução à Gestão das Organizações

Tema: Administração Cientifica

Taylor

Pedro João Teixeira Quaresma


N º 067

Janeiro de 2018

FORESP – Associação Para a Formação e Especialização Tecnológica


Introdução à Gestão das Organizações

Índice
Introdução....................................................................................................................... 3

Biografia de Frederick Winslow Taylor ..................................................................... 4

Administração Científica de Taylor ............................................................................ 5

Conceito de ‘’Homem Económico’’ ( homo economicus) ........................................ 7

Condições de Trabalho ................................................................................................. 7

Aplicação das conceções de Taylor ............................................................................. 8

Estruturas organizacional ........................................................................................... 10

Princípios da Administração Científica.................................................................... 11

Críticas à Administração Científica .......................................................................... 12

Conclusão...................................................................................................................... 13

Bibliografia.................................................................................................................... 14
Introdução à Gestão das Organizações

Introdução

Este trabalho tem como tema o engenheiro mecânico Frederick Winslow Taylor, considerado
por muitos teóricos da administração como “Pai da administração científica, por propor a
eficiência dos processos produtivos nas empresas nos Estados Unidos.

Após um estudo profundo, Taylor percebeu que existia um mau aproveitamento no trabalho,
onde afirmava que os empregados produziam muito menos do que eram realmente capazes, e
isso era devido à má remuneração.

Então, ele desenvolveu uma análise do trabalho realizado pelos operários e desenvolveu um
estudo dos tempos e movimentos, que permitiu raciocinar os métodos de trabalho dos
trabalhadores e a fixação de tempos padrões para a execução de cada tarefa.

Frederick Winslow Taylor fez grandes contribuições para a história da administração, pois a
partir dos seus estudos foi conquistada a eficiência da produtividade nas empresas e muitas
outras ideias de diferentes autores surgiram após o seu período, complementando as suas
propostas e procurando a eficiência da empresa como um todo.

Neste trabalho iremos abordar sua vida, seus estudos e detalhar suas propostas e de que
maneira foi aplicado nas empresas e como aumentou a eficiência. Sua história divide-se em 2
períodos em 1903 (primeiro período) e 1911(segundo período).
Introdução à Gestão das Organizações

Biografia de Frederick Winslow Taylor

Frederick Winslow Taylor nasceu em 20 de Março de


1856, em German Town, nos Estados Unidos, foi educado
com rigidez, devoção ao trabalho e poupança.

Filho de um advogado e homem de negócios, pensou


seguir a carreira do pai. No entanto, graves problemas de
saúde impediram-no de continuar estudos mais
avançados.

Iniciou sua vida profissional com operário de fabrica,


formou-se em Engenharia em 1885 e foi trabalhar em uma
grande empresa siderúrgica, que era a base para o
desenvolvimento de sua teoria.

Aos 21 anos, Frederick Taylor forma-se em Engenharia


no Stevens Institute of Technology, e New Jersey.

De 1890 a 1893, Taylor trabalha como gerente geral e engenheiro consultor na Manufacturing
Investment Company, Filadélfia onde tem a oportunidade de que precisava para testar suas teorias. Em
1983 Taylor deixa a companhia para abrir seu próprio negócio como consultor independente.

Em 1898 ele ingressa na Bethlehem Steel onde, junto com Maunsel White e uma equipe de assistentes
desenvolve o “high speed steel”, hss ou aço rápido, um material usado na fabricação de ferramentas de
corte que largamente utilizado até hoje.

Em 1901, já bastante conhecido, Taylor deixa a Bethlehem Steel devido a desavenças com outros
gerentes. No mesmo ano Frederick e sua esposa decidem adotar três filhos: Kempton, Robert e Elizabeth.

Em 1903 Taylor publica seu primeiro livro sobre o que mais tarde chamaríamos de administração
científica: “Shop Management” (Direção de Oficinas) onde trata pela primeira vez de suas idéias sobre a
racionalização do trabalho.

1906 foi um ano bastante proveitoso para Taylor. É nesse ano que ele publica “The Art of Cutting
Metals” (A Arte de Cortar Metais), é eleito presidente da Associação Americana dos Engenheiros
Mecânicos e recebe o título honorário de Doutor em Ciência pela Universidade da Pensilvânia.

Somente em 1911 é que Taylor publica sua obra mais importante revelando de vez os princípios da
administração científica que se tornaria a base da Teoria Geral da Administração. Em “Principles do
Scientific Management” (Princípios da Administração Científica) Taylor descreve toda sua teoria sobre a
administração que contém princípios até hoje utilizados pelas empresas ainda que com algumas
alterações, sendo por isso considerado o pai da Administração Científica. Em 1915 Taylor contrai uma
pneumonia e morre no dia 21 de março.
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Administração Científica de Taylor

A Administração Científica tinha em sua essência o intuito de aplicar a ciência à


administração. Simplificava as tarefas, buscando a eliminação do desperdício, da ociosidade
operária e a redução dos custos de produção. Com o objetivo de garantir uma melhor relação
custo/benefício aos sistemas produtivos das empresas da época.
Taylor buscava, com isso, uma forma de gestão que fizesse com que o trabalhador produzisse
mais em menos tempo, sem elevar os custos de produção da empresa. Ele observou que o sistema
de gestão da época continha muitas falhas, entre elas: a falta de padronização dos métodos de
trabalho, o desconhecimento por parte dos administradores do trabalho dos operários e a forma
de remuneração utilizada nas empresas.

Seu trabalho foi dividido em dois períodos:

1º período de Taylor: racionalização do trabalho dos operários das fábricas da época.

2º período de Taylor: definição de princípios de administração aplicáveis em todas as situações


do cotidiano da empresa.

As origens da Teoria da Administração Científica

Taylorismo ou Administração científica foi um modelo de administração criado por um


engenheiro norte-americano Frederick Taylor.

As origens da Teoria Foram:


 Devido há Revolução industrial;
 Devido ao crescimento acelerado e desorganizado das empresas;
 Necessidade de aumentar a eficiência e a competência das organizações;
 Organização racional do trabalho!
 Os seus principais métodos científicos são a observação e a mensuração.

A primeira preocupação de Taylor foi eliminar o desperdício e as perdas sofridas pelas


indústrias e elevar a produtividade pela aplicação de métodos e técnicas da engenharia
industrial.

Aspectos fundamentais da organização racional de trabalho:


 Estudo dos tempos e movimentos;
 Divisão do trabalho;
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No estudo dos tempos e movimentos podemos observar que se baseava na decomposição e


recomposição das tarefas, de modo a que os trabalhos ficassem o mais pequeno possível, de
maneira a serem tão simplificadas que fosse possível ensinar rapidamente a mão-de-obra não
qualificada.

Todas as observações de Taylor eram cronometradas para decompor cada operação numa
serie ordenada de movimentos simples, eliminando os movimentos inúteis e aperfeiçoando os
movimentos necessários.

Como Taylor cronometrava tudo calculou o tempo médio q demoraria um trabalhador a


realizar a tarefa, e a isso dá se o nome de tempo-padrão.

 Vantagens de racionalização do trabalho:

 Permite eliminar os movimentos inúteis e o desperdício de esforço humano;


 Torna a selecção e treinamento do pessoal mais racional;
 Leva ao estabelecimento de normas de atuação bem delimitadas;
 Permite maior especialização e aumento da eficiência do operário;

Assim são estabelecidos padrões de desempenho das tarefas, estes mesmos são determinados
pelo tempo médio que o operário demora para produzir a tarefa (ou seja, pelo número de peças
que produz num determinado espaço de tempo). Isto permite que o administrador avalie a
eficiência do operário.

A divisão do trabalho é uma consequência do estudo dos tempos e movimentos. Também


podemos observar que a divisão do trabalho é uma maneira de se organizarem melhor,
dividindo os espaços para cada área de trabalho evitando contactos inúteis, e assim, permite ao
administrador recompensar cada operário com o devido trabalho que esteja a efectuar. Assim
cada operário tem o seu posto de trabalho. Como por exemplo:

Um operário desempenha a tarefa total

Cada seta representa o número de operários

Vários operários desempenham em paralelo partes da tarefa

Vários operários desempenham em cadeia partes da tarefa total

v
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Conceito de ‘’Homem Económico’’ ( homo economicus)

A teoria da Administração Científica demonstra que o Homem procurava emprego como


maneira de sustentar- se a si e á sua família.

Os operários eram mais conhecidos como indivíduos preguiçosos, vadios e mesquinhos e por
isso era necessário serem constantemente controlados, sujeitos a regras rígidas e submetidos a
tempos-padrão. Só através de incentivos económicos é que se ‘’esforçavam’’ para rentabilizar
mais a produção. E assim podemos confirmar que os trabalhadores só progrediam na produção
em troca de ‘’ordenado’’.

Homo economicus: é o conceito segundo o qual o homem é um ser racional, perfeitamente


informado e centrado em si próprio, um ser que deseja riqueza, evita trabalho desnecessário e
tem a capacidade de decidir de forma a atingir esses objectivos. O homem económico é,
portanto, um ser idealizado, utilizado em muitas teorias económicas.

O homem económico surgiu nas teorias económicas no Século XIX e inícios do século XX.
Ultimamente, tem cada vez mais sido posto em causa, nomeadamente pelas inúmeras
experiências oriundas do campo da psicossociologia, que mostram que o comportamento do
homo sapiens diverge significativamente daquele previsto pelos pressupostos de um homem
económico.

Condições de Trabalho

Os engenheiros da Administração Científica verificaram que a eficiência do trabalhador era


influenciada pelas condições de trabalho.

O taylorismo proporcionou, e ainda proporciona, aos trabalhadores melhores condições de


trabalho, tanto no aspecto motivacional quanto no projeto de cargos e ambiente físico. O que
começou com Taylor continuou na ergonomia, na segurança e saúde do trabalho.

As Condições mais importantes eram:

 Melhoria do ambiente físico do trabalho (iluminação, ruído, cor, ventilação, etc….);


 Adequação de ferramentas e instrumentos de trabalho;
 Projecto de instrumentos e equipamentos especiais;
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Aplicação das conceções de Taylor

Nos sistemas domésticos de manufatura era comum o trabalhador conhecer todas as etapas
da produção, desde o projeto até a execução. A partir da implantação do sistema fabril, no
entanto, isto não é mais possível, devido a crescente complexidade resultante da divisão do
trabalho.

A nova fase de produção envolve um pequeno grupo de pessoas que conhece, cria, planeja o
que vai ser produzido, inclusive a maneira como vai ser produzido e o outro grupo é obrigado à
simples execução do trabalho, sempre parcelado, pois a cada um cabe uma parte do processo.

A divisão do trabalho foi intensificada quando Frederick Taylor, no livro Princípios de


Administração Científica, estabelece os parâmetros do método científico de racionalização da
produção, visando o aumento de produtividade com a economia de tempo, a supressão de
gestos desnecessários e comportamentos supérfluos no interior do processo produtivo.

O Taylorismo ou administração científica do trabalho surge como uma nova cultura do


trabalho na passagem do século XIX para o século XX, nos Estados Unidos, nação que começava
a despontar como potência mundial, período em que se consolida um padrão de acumulação
capitalista sustentado no industrialismo e na atuação monopolista dos capitais. Período em que
o conhecimento científico se torna cada vez mais decisivo para desenvolver as diversas áreas da
produção industrial (elétrica, química, telecomunicações, metalurgia, construção naval e
outras).

Taylor parte do princípio de que o trabalhador é indolente, gosta de fazer cera e usa os
movimentos de forma inadequada. Observando seus gestos, determina a simplificação deles, de
tal forma que a devida postura do corpo, dos pés e das mãos possa aumentar a produtividade.
Também a divisão e o parcelamento do trabalho se mostra importante para a simplificação e
maior rapidez do processo. São criados gerentes especializados em treinar operários, usando
cronômetros e depois vigiando-os no desempenho de suas funções. Os bons funcionários são
estimulados com recompensas, os indolentes, sujeitos a punições. Taylor tentava convencer os
operários de que tudo isso era para o bem deles, pois, em última análise, o aumento da
produção revertia em benefícios também para eles, gerando a sociedade da opulência e do
lazer.

O modo taylorista de produção extrapolou os domínios da fábrica, atingindo outros tipos de


empresas, como a medicina, a escola e até a atividade de dona de casa. Por exemplo, um ferro
de passar é fabricado de acordo com os critérios de economia de tempo, de gasto de energia, a
localização da pia e do fogão devem favorecer a mobilidade, os produtos de limpeza devem ser
eficazes, etc. O homem reduzido a gestos mecânicos pelo parcelamento das tarefas, foi retratado
em Tempos Modernos, filme clássico de Charles Chaplin.

O sistema de racionalização do trabalho faz com que o setor de planejamento se desenvolva,


tendo em vista a necessidade de aprimorar as formas de controle da execução das tarefas.
Ocorre, portanto, a separação entre o trabalho manual e o trabalho intelectual. A necessidade de
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planejamento desenvolve intensa burocratização. Os burocratas são especialistas na


administração de coisas e de homens, estabelecendo e justificando a hierarquia e a
impessoalidade das normas. A burocracia e o planejamento se apresentam com a imagem de
neutralidade que mascara um conteúdo ideológico eminentemente político, tratando-se de uma
técnica eficiente de dominação social.

Não é fácil submeter o operário a um trabalho rotineiro, irreflexivo e repetitivo, no qual,


enquanto homem, ele seja reduzido a gestos estereotipados (padronizados). Se o trabalhador
não compreende o sentido de sua ação e se o produto do trabalho não lhe pertence, torna-se
difícil dedicar com empenho a qualquer tarefa. O taylorismo substitui as formas de coação
visíveis, de violência direta, pessoal, de um feitor de escravos, por formas mais sutis que tornam
o operário dócil e submisso. É um sistema que impessoaliza a ordem (não se sabe de onde ela
vem), que não aparece mais com a face de um chefe que oprime, diluindo-se nas ordens de
serviço vindas do setor de planejamento.

Este mecanismo retira do operário toda criatividade, cumprindo apenas ordens e recebe
estímulos para alcançar o grau exemplar de operário-padrão. O recurso de distribuição de
prêmios, gratificações e promoções para se obter índices cada vez maiores de produção
estimula a competição facilitando ao capitalista o controle absoluto do produto final.

Não podemos assumir a posição ingênua da crítica gratuita à técnica, mas é preciso
preocupar-se com a sua absolutização. Onde a técnica se torna o princípio motor, o homem se
encontra mutilado, reduzido ao anonimato diante das funções que desempenha. Enquanto
prevalecerem as funções divididas do homem que pensa e do homem que só executa, será
impossível evitar a dominação pois sempre existirá a ideia de que alguns sabem e são
competentes e portanto, decidem, a maioria que nada sabe é incompetente e executa. Por isso
torna-se fundamental a reflexão sobre os fins que a técnica atende, observando se ela está a
serviço da humanidade ou da sua exploração.
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Estruturas organizacional

Taylor, ao fazer estudos sobre a racionalização do trabalho operário concluiu qua a aplicação
dos seus princípios só seria viável se fosse acompanhada de uma estruturação geral da
empresa.

Taylor estudava o trabalho dos operários, estabelecia padrões de execução, proponha a


especialização do pessoal não só na base, mas também ao nível da direcção.

Também defendia as repartições de responsabilidades, tal como á administração compete o


planeamento das tarefas e métodos de produção, bem como a supervisão do processo
produtivo, os trabalhadores simplesmente têm que trabalhar.

Por norma propõe-se supervisores a acompanhar os trabalhadores.

Taylor vai privilegiar a estrutura funcional. Este modelo caracteriza-se pela existência de
supervisores especializados em determinadas áreas, com
autoridade funcional sobre os seus subordinados. Cada operário recebe orientações de vários
chefes, relativas a aspectos parciais do processo produtivo e de acordo com a especialidade de
cada um. O organigrama pode apresentar-se assim:
Introdução à Gestão das Organizações

Princípios da Administração Científica

Em 1911, Taylor apresenta, em seu segundo livro “Principles of Scientific Management”, os


princípios fundamentais da Administração Científica. São eles:
Princípio de planejamento – substituição de métodos empíricos por procedimentos científicos
– sai de cena o improviso e o julgamento individual, o trabalho deve ser planejado e testado, seus
movimentos decompostos a fim de reduzir e racionalizar sua execução.
Princípio de preparo dos trabalhadores – selecionar os operários de acordo com as suas
aptidões e então prepará-los e treiná-los para produzirem mais e melhor, de acordo com o método
planejado para que atinjam a meta estabelecida.
Princípio de controle – controlar o desenvolvimento do trabalho para se certificar de que está
sendo realizado de acordo com a metodologia estabelecida e dentro da meta.
Princípio da execução – distribuir as atribuições e responsabilidades para que o trabalho seja
o mais disciplinado possível.
Com a aplicação destes princípios, a Administração Científica conseguiu atingir alguns
objetivos e identificar novas situações importantes para o processo de desenvolvimento da
Administração. A cooperação dos operários foi obtida com planos de incentivos salariais e
prêmios de produção. Os gestores da época pensavam que o salário era a única motivação do
trabalhador (homo economicus).
O desenho de cargos e tarefas mostrou o trabalho simples e repetitivo das linhas de produção,
a padronização e as condições de trabalho que asseguravam a eficiência. Verificou-se, também,
que não adiantava racionalizar o trabalho do operário se o superior continuasse trabalhando
como antes.
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Críticas à Administração Científica

Como todo processo pioneiro e inovador, a Administração Científica teve seus críticos
ferrenhos. E muitas destas críticas perduram até hoje, em virtude da abordagem criada por
Taylor. Conheça abaixo as principais críticas:

 o mecanicismo da abordagem (teoria da máquina);


 a superespecialização que robotiza o operário;
 a visão microscópica do homem;
 ausência de comprovação científica;
 limitação do campo de aplicação à fabrica;
 abordagem de sistema fechado (limitada).

Mas apesar das críticas, a Administração Científica tem um papel importantíssimo na


formação do que conhecemos hoje como Administração. Em seu livro “Introdução à teoria
Geral da Administração”, Chiavenato afirma que a administração foi o primeiro passo na busca
de uma teoria administrativa. Um passo pioneiro e irreversível
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Conclusão

No início sua preocupação era tentar eliminar o desperdício e das perdas sofridas pelas
indústrias americanas e elevar os níveis de produtividade através de métodos e técnicas de
engenharia. Ele utilizava técnicas que eram centradas do operário para a direção, através do
estudo de tempos e movimentos, da fragmentação das tarefas e na especialização do
trabalhador reestruturava a fabricação e com os conceitos de gratificações por produção
incentivava o operário a produzir mais.
Só que não adiantava racionalizar o trabalho do operário se o supervisor, o chefe, o gerente,
os diretores continuavam a trabalhar dentro do mesmo empirismo anterior.
Contudo a Administração Científica tinha diversos defeitos dentre eles: o mecanicismo de
sua abordagem (teoria da máquina), a superescalização que robotiza o operário, a visão
microscópica do homem tomando isoladamente e como parte da maquinaria industrial, a
ausência de qualquer comprovação científica de suas afirmações e princípios, a abordagem
incompleta envolvendo apenas a organização formal, a limitação do campo de aplicação à
fábrica, omitindo o restante da vida de uma empresa, a abordagem eminentemente prescritiva e
normativa e tipicamente de sistema fechado.
Mesmo assim, essas limitações e restrições não apagam o fato de que Administração
Científica foi o primeiro passo concreto da Administração rumo a uma teoria administrativa Foi
Taylor que implantou diversos conceitos que até hoje o utilizamos na Administração isso fica
explícito no parágrafo de Administração Como Ciência.
Introdução à Gestão das Organizações

Bibliografia

-MONTEIRO, Manuela; Queirós, Irene – “PSICOSSOCIOLOGIA 2” – Porto Editora

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