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Sobre as discussões envolvendo Religião e Politica no cenário brasileiro atual.

Daniel Gomes Cunha

Uma torrente de informações inundam as mídias digitais acerca de diversos assuntos.


Essas mídias atualmente são os maiores picos de fontes de informação do mundo atual. O
jornalismo está nas redes, o mercado está nas redes, à política está nas redes, a cultura e a
religião estão nas redes. Essa tendência crescente de se compartilhar todas as coisas nas redes
sociais, fez com que crescessem o número de informações sobre todas as coisas e assuntos,
mas que também, se perdessem de vista os rastros de suas fontes e os critérios para avaliação
das mesmas. O status da nossa sociedade, em questão de consciência coletiva dos fatos é um
caos, uma bagunça.
O movimento natural que se segue é que certas informações acabem se tornando;
verdades, mentiras, fatos ou “fake”; apenas por a convenção geral, não poder filtrar tudo o
que diz respeito ao conteúdo e o que de fato ele diz respeito e como ele se relaciona com o
mundo. Ou melhor, como podemos numa sociedade altamente conectada saber o que de fato é
fato? Ou saber o que é de fato informação?
A velocidade com que tudo é compartilhado e pode influenciar os rumos das próximas
noticias é como acompanhar o início de um suspense e ao irmos buscar a pipoca, já está
passando o final de tudo, sem entendermos quem é na verdade; o vilão da história. Para não
ficarmos perdidos, com a angústia da desinformação, julgamos os processos que levaram aos
acontecimentos finais com a arbitrariedade das nossas leituras de mundo limitadas.
Não bastando tudo isso, existe alguns princípios éticos regentes da maioria dos
discursos, que a priori, parecem positivos, como: o discurso de neutralidade, o critico. Estes
dois são tentados com toda força serem harmonizados.
Outra grande dificuldade é; o dilema moderno da crise de informações. É o
esvaziamento de sentido com os discursos alheios. As fontes de informação, de formação, são
sempre as mesmas, restritas, com sua linguagem própria. Nesse recinto, onde se fala uma
língua só, a dos gritos, das repetições das afirmações, de uma ótica inquestionável. Verdade é;
aquilo que se impõe. Aquilo que acaba por dobrar os joelhos da consciência plural, a uma
obediência servil de uma opinião a outra. O espirito crítico arguto, suspenso, esperando a
checagem das fontes, a avaliação dos princípios teóricos é uma imagem absurda e beira ao
impossível, quase utópica na nossa sociedade.
As questões que cabem servem a reflexão filosófica são, a respeito dos conceitos; o
que é informação? Envolvem-se nisso o caráter epistemológico que envolve a nossa
consciência dos fatos. Podemos chegar a uma verdade das afirmações numa época de
acontecimentos obscuros e de domínio financeiro da credibilidade?