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2017

LAUDO TÉCNICO PERICIAL


DE INSALUBRIDADE E
PERICULOSIDADE – CAMPUS
SÃO CRISTÓVÃO

INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE SERGIPE – IFS

4/10/2017
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SERGIPE - IFS
PRÓ-REITORIA DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL – PRODIN

SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO ................................................................................................................ 9
2. OBJETIVO ..................................................................................................................... 10
3. CONCEITOS .................................................................................................................. 11
4. CONSIDERAÇÕES GERAIS ........................................................................................ 13
5. LEGISLAÇÃO BASE DA PERICIA - INSALUBRIDADE ......................................... 19
5.1. Anexo nº 1 - Limites de tolerância para o Agente Físico: RUÍDO ......................... 19
5.1.1. O Equipamento utilizado para aferições: .......................................................... 20
5.1.2. Procedimentos gerais de medição..................................................................... 20
5.2. Anexo nº 3 - Limite de tolerância para exposição ao Agente Físico: CALOR ....... 20
5.2.1. Legislação ......................................................................................................... 20
5.2.2. Instrumento Utilizado ....................................................................................... 22
5.2.3. Procedimentos gerais de medição..................................................................... 22
5.3. Anexo nº 5 - Agente Físico: RADIAÇÕES IONIZANTES .................................... 23
5.3.1. Instrumento Utilizado ....................................................................................... 23
5.3.2. Procedimentos gerais de medição..................................................................... 23
5.4. Anexo n° 6 – Agente físico: TRABALHO EM CONDIÇÕES HIPERBÁRICAS . 23
5.5. Anexo nº 7 - Agente físico: RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES ........................... 23
5.6. Anexo nº 8 - Agente Físico: VIBRAÇÕES ............................................................. 24
5.7. Anexo nº 9 - Agente Físico: FRIO........................................................................... 24
5.8. Anexo nº 10 - Agente Físico: UMIDADE ............................................................... 25
5.9. AGENTE QUÍMICO. .............................................................................................. 25
5.9.1. Legislação ......................................................................................................... 25
5.9.2. Conceituação..................................................................................................... 25
5.9.3. Metodologia de Avaliação ................................................................................. 26
5.10.AGENTE BIOLÓGICO. ......................................................................................... 26
6. LEGISLAÇÃO BASE DA PERÍCIA – PERICULOSIDADE....................................... 28
6.1. Atividades e operações perigosas com energia elétrica ........................................... 28
6.2. Atividades e operações perigosas com inflamáveis ................................................. 32
6.3. Atividades e operações perigosas com exposição a roubos ou outras espécies de
violência física nas atividades profissionais de segurança pessoal ou patrimonial
............................................................................................................................... 33
6.4. Atividades perigosas em motocicleta ...................................................................... 34
6.5. Atividades e operações perigosas com radiações ionizantes ou substâncias
radioativas ............................................................................................................. 35
7. DESCRIÇÕES DO AMBIENTE DE TRABALHO ...................................................... 38
7.1. Aspectos sanitários .................................................................................................. 39
7.2. Descrições Físicas .................................................................................................... 40
7.3. Divisão dos grupos de exposição ............................................................................. 41
7.4. Denominação e descrição sumária dos cargos de acordo com a CBO .................... 41
8. ANÁLISE AMBIENTAL ............................................................................................... 47
8.1. Metodologia de Avaliação ....................................................................................... 47
9. MEDIDAS GERAIS QUE DEVERÃO SER ADOTADAS .......................................... 48

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10. AVALIAÇÃO EM CADA AMBIENTE DE ACORDO COM O GRUPO


HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO (GHE) .......................................................................... 50
10.1.Guarita Principal e demais áreas .............................................................................. 50
10.2. Sala de Aula - Jardinagem ...................................................................................... 52
10.3. Coordenadoria de Mecanização (CMECA) ............................................................ 53
10.4. Coordenadoria de Transporte (CTRANSM)........................................................... 54
10.5. Sala de Aula – Mecanização Agrícola .................................................................... 55
10.6. Almoxarifado .......................................................................................................... 59
10.7. Sala de Aula - Topografia ....................................................................................... 61
10.8. Hidráulica e Elétrica ............................................................................................... 62
10.9. Tornearia ................................................................................................................. 65
10.10. Carpintaria ............................................................................................................ 66
10.11. Materiais de Construção ....................................................................................... 69
10.12. Complementos Agrícolas ...................................................................................... 71
10.13. Salão de Veículos .................................................................................................. 72
10.14.Lubrificantes .......................................................................................................... 73
10.15. Didática II - Laboratório de Informática I / Laboratório de Informática II /
Laboratório de Informática III / Laboratório de Informática IV ........................... 76
10.16. Didática II - Laboratório de Línguas .................................................................... 77
10.17. Didática II - Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI), atividades
relacionadas à tecnologia da informação em laboratórios, áreas administrativas e
salas de aula de todo o campus. ............................................................................. 78
10.18. Didática II - Laboratório de Eletrônica ................................................................. 82
10.19. Didática II - Laboratório de Matemática .............................................................. 83
10.20. Didática II - Laboratório de Manutenção.............................................................. 84
10.21. Didática I - Sala de Aula 01 / Sala de Aula 02 / Sala de Aula 03 / Sala de Aula 04 /
Sala de Aula 05 / Sala de Aula 06 / Sala de Aula 07 / Sala de Aula 08 ................ 85
10.22. Didática I - Sala dos Professores .......................................................................... 86
10.23. Assessoria Pedagógica .......................................................................................... 87
10.24. Setor de Psicologia................................................................................................ 88
10.25. Coordenadoria do PROEJA (CPROEJA) / Pesquisador Institucional (PI) .......... 89
10.26. Coordenação do curso de Agropecuária e Assistência Social .............................. 90
10.27. Gerência de Ensino (GEN) ................................................................................... 91
10.28. Diretoria de Ensino (DEN) ................................................................................... 92
10.29. Coordenadoria de Registro Escolar (CRE) ........................................................... 93
10.30. Biblioteca .............................................................................................................. 95
10.31. Miniauditório ........................................................................................................ 97
10.32. Coordenadoria de Execução Orçamentária e Financeira (CEOF) ........................ 99
10.33. Diretoria de Administração (DAM) .................................................................... 100
10.34. Assessoria de Comunicação Social e Eventos (ASCOM) .................................. 101
10.35. Gabinete do Diretor (GAB) ................................................................................ 102
10.36. Direção Geral (DG) ............................................................................................ 103
10.37. Almoxarifado / Coordenadoria de Almoxarifado (COAL) ................................ 104
10.38. Setor de Congelamento de Alimentos ................................................................ 105

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10.39. Núcleo de Apoio ao Estágio (NAE) ................................................................... 107


10.40. Coordenadoria de Protocolo e Arquivo (CPRA) / Gerência Administrativa
(GADM) / Coordenadoria de Licitações (COLIC) / Coordenadoria de Compras
(CCPR) / Coordenadoria de Registro de Preços (CRP) / Coordenadoria de Contratos
(COC) .................................................................................................................. 108
10.41. Coordenadoria de Alimentação e Nutrição (CAN) / Coordenadoria de Controle e
Distribuição de Gêneros Alimentícios / Coordenadoria de Obras e Projetos (COP)
............................................................................................................................. 110
10.42. Coordenadoria de Produção Gráfica (COPG) .................................................... 111
10.43. Lavanderia .......................................................................................................... 112
10.44. Cozinha ............................................................................................................... 113
10.45. Refeitório ............................................................................................................ 116
10.46. Didática III – Laboratório de Biologia (Pesquisa) .............................................. 117
10.47. Didática III - Auditório ....................................................................................... 122
10.48. Didática III – Sala dos Professores ..................................................................... 123
10.49. Didática III – Sala de Aula 01 / Sala de Aula 02 / Sala de Aula 03 ................... 124
10.50. Didática III – Sala de Aula 04 ............................................................................ 125
10.51. Didática III – Coordenadoria de Agroecologia ................................................... 126
10.52. Didática III – Gerência de Apoio a Inclusão (GAE) .......................................... 127
10.53. Didática III – Setor Médico ................................................................................ 128
10.54. Didática IV - Sala de Aula 01 / Sala de Aula 02 / Sala de Aula 03 / Sala de Aula 04
/ Sala de Aula 05 / Sala de Aula 06 / Sala de Aula 07 / Sala de Aula 08 / Sala de
Aula 09 / Sala de Aula 10 / Sala de Aula 11 / Sala de Aula 12 / Sala de Aula 13 /
Sala de Aula 14.................................................................................................... 130
10.55. Didática IV - Sala de Aula 15 ............................................................................. 132
10.56. Didática IV - Sala de Aula 16 / Sala de Aula 17 / Sala de Aula 18 .................... 133
10.57. Didática IV - Sala dos Professores ..................................................................... 134
10.58. Didática IV - Sala de Aula 19 / Sala de Aula 20 ................................................ 135
10.59. Didática IV – Laboratório de Biologia (Estudos) ............................................... 136
10.60. Didática IV – Laboratório de Solos .................................................................... 140
10.61. Didática IV – Laboratório de Química ............................................................... 147
10.62. Didática IV – Laboratório Microambiental ........................................................ 154
10.63. Didática IV – Laboratório de Dendrologia ......................................................... 157
10.64. Didática IV – Laboratório de Física ................................................................... 158
10.65. Casa da Ração ..................................................................................................... 159
10.66. Casa do Mel ........................................................................................................ 161
10.67. Piscicultura.......................................................................................................... 162
10.68. Estação de Tratamento de Água ......................................................................... 164
10.69. Academia de Musculação ................................................................................... 166
10.70. Gerência de Produção (GP) ................................................................................ 167
10.71. Almoxarifado da Gerência de Produção (GP) .................................................... 168
10.72. Gerência de Produção (GP) – Produção Vegetal ................................................ 169
10.73. Agroindústria - Miniauditório ............................................................................. 171

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10.74. Agroindústria – Sala de Aula 01 / Sala de Aula 02 / Sala de Aula 03 / Sala de Aula
04 / Sala de Aula 05 / Sala de Aula 06 ................................................................ 172
10.75. Agroindústria – Coordenação de Agroindústria (CTAGO) ................................ 173
10.76. Agroindústria – Sala dos Professores ................................................................. 174
10.77. Agroindústria – Laboratório de Análise Sensorial ............................................. 175
10.78. Agroindústria – Laboratório de Microbiologia e Bromatologia ......................... 177
10.79. Agroindústria – Laboratório de Tecnologia de Leite.......................................... 183
10.80. Agroindústria – Laboratório de Tecnologia de Massas ...................................... 185
10.81. Agroindústria – Laboratório de Tecnologia de Frutas e Hortaliças.................... 188
10.82. Agroindústria – Laboratório de Tecnologia de Carnes ....................................... 191
10.83. Agroindústria – Sala de descanso dos Professores ............................................. 194
10.84. Agroindústria – Sala de Aula 07 ......................................................................... 195
10.85. Bovinocultura – Depósito de Ração ................................................................... 196
10.86. Bovinocultura – Bezerreiros ............................................................................... 197
10.87. Bovinocultura – Suporte de Campo .................................................................... 199
10.88. Bovinocultura – Sala do Veterinário .................................................................. 200
10.89. Bovinocultura – Suporte de Ordenha.................................................................. 201
10.90. Bovinocultura – Suporte Técnico ....................................................................... 203
10.91. Bovinocultura – Sala de Aula ............................................................................. 204
10.92. Bovinocultura – Abatedouro Bovino .................................................................. 205
10.93. Bovinocultura – Abatedouro de Aves ................................................................. 207
10.94. Suinocultura ........................................................................................................ 209
10.95. Estufa da Agroecologia ....................................................................................... 211
10.96. PRONATEC - Miniauditório .............................................................................. 212
10.97. PRONATEC – Sala de Aula para o curso técnico em Agroindústria ................. 213
10.98. PRONATEC – Sala de Aula para o curso técnico em Suporte e Manutenção em
Informática .......................................................................................................... 214
10.99. PRONATEC – Sala de Aula para o curso técnico em Agropecuária ................. 215
10.100. Depósito da Apicultura ..................................................................................... 216
10.101. Depósito da Aquicultura ................................................................................... 217
10.102. Depósito – Sala de Ovos ................................................................................... 218
10.103. Sala de Aula – Zootecnia I ................................................................................ 220
10.104. Sala de Aula – Zootecnia II .............................................................................. 221
10.105. Sala de Aula – Agricultura III - Fruticultura .................................................... 222
10.106. Avicultura de Corte ........................................................................................... 224
10.107. Avicultura de Postura........................................................................................ 226
10.108. Caprinocultura .................................................................................................. 228
10.109. Instalações Sanitárias – Serviços de Limpeza, Asseio e Conservação ............. 230
11. QUADRO DOS RESUMOS DOS ADICIONAIS CONCEDIDOS .......................... 232
12. AVALIAÇÕES AMBIENTAIS A SEREM REALIZADAS .................................... 234
13. ANEXOS .................................................................................................................... 236
13.1.Relatórios das Avaliações de Sobrecarga Térmica ................................................ 236
13.1.1. Cozinha ........................................................................................................... 236
14. ENCERRAMENTO ................................................................................................... 239

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LISTA DE FIGURAS

Figura 1. Área da Guarita Principal ..................................................................................... 51


Figura 2. Área da Sala de Aula - Jardinagem ...................................................................... 52
Figura 3. Área da Coordenadoria de Mecanização Agrícola............................................... 53
Figura 4. Área da Coordenadoria de Transporte (CTRANSM) .......................................... 54
Figura 5. Área da Sala de Aula – Mecanização Agrícola .................................................... 57
Figura 6. Área do Almoxarifado.......................................................................................... 60
Figura 7. Área da Sala de Aula - Topografia ....................................................................... 61
Figura 8. Área administrativa do setor Hidráulica e Elétrica .............................................. 63
Figura 9. Área da Tornearia ................................................................................................. 65
Figura 10. Área da Carpintaria ............................................................................................ 67
Figura 11. Área do setor Materiais de Construção .............................................................. 70
Figura 12. Área onde estão localizados os Complementos Agrícolas ................................. 71
Figura 13. Área onde estão localizados os veículos ............................................................ 72
Figura 14. Área onde é realizado o abastecimento dos tratores .......................................... 75
Figura 15. Área da Didática II - Laboratório de Informática I ............................................ 76
Figura 16. Área da Didática II - Laboratório de Línguas .................................................... 77
Figura 17. Área administrativa da Didática II - Coordenadoria de Tecnologia da
Informação (CTI) ................................................................................................ 81
Figura 18. Área da Didática II - Laboratório de Eletrônica................................................. 82
Figura 19. Área da Didática II - Laboratório de Matemática .............................................. 83
Figura 20. Área da Didática II - Laboratório de Manutenção ............................................. 84
Figura 21. Área da Didática I - Sala de Aula 01.................................................................. 85
Figura 22. Área da Didática I - Sala dos Professores .......................................................... 86
Figura 23. Área da Assessoria Pedagógica .......................................................................... 87
Figura 24. Área do Setor de Psicologia ............................................................................... 88
Figura 25. Área da Coordenadoria do PROEJA .................................................................. 89
Figura 26. Área da Coordenação do curso de Agropecuária e Assistência Social .............. 90
Figura 27. Área da Gerência de Ensino (GEN) ................................................................... 91
Figura 28. Área da Diretoria de Ensino (DEN) ................................................................... 92
Figura 29. Área destinada ao arquivo da Coordenadoria de Registro Escolar (CRE)......... 94
Figura 30. Área da recepção da Biblioteca .......................................................................... 96
Figura 31. Área do Miniauditório ........................................................................................ 98
Figura 32. Área da Coordenadoria de Execução Orçamentária e Financeira (CEOF) ........ 99
Figura 33. Área da Diretoria de Administração (DAM) ................................................... 100
Figura 34. Área da Assessoria de Comunicação Social e Eventos (ASCOM) .................. 101
Figura 35. Área da Gabinete do Diretor (GAB) ................................................................ 102
Figura 36. Área da Direção Geral (DG) ............................................................................ 103

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Figura 37. Área da Coordenadoria de Almoxarifado (COAL).......................................... 104


Figura 38. Área do Setor de Congelamento de Alimentos ................................................ 106
Figura 39. Área do Núcleo de Apoio ao Estágio (NAE) ................................................... 107
Figura 40. Área da CPRA, GADM, COLIC, CCPR, CRP e COC .................................... 109
Figura 41. Área da CAN, CCDGA e COP ........................................................................ 110
Figura 42. Área da Coordenadoria de Produção Gráfica (COPG) .................................... 111
Figura 43. Área da Lavanderia .......................................................................................... 112
Figura 44. Área da Cozinha ............................................................................................... 114
Figura 45. Área do Refeitório ............................................................................................ 116
Figura 46. Área da Didática III – Laboratório de Biologia (Pesquisa).............................. 121
Figura 47. Área da Didática III - Auditório ....................................................................... 122
Figura 48. Área da Didática III – Sala dos Professores ..................................................... 123
Figura 49. Área da Didática III – Sala de Aula 02 ............................................................ 124
Figura 50. Área da Didática III – Sala de Aula 04 ............................................................ 125
Figura 51. Área da Didática III – Coordenadoria de Agroecologia .................................. 126
Figura 52. Área da Didática III – Gerência de Apoio a Inclusão (GAE) .......................... 127
Figura 53. Área da Didática III – Setor Médico ................................................................ 129
Figura 54. Área da Didática IV - Sala de Aula 01 ............................................................. 131
Figura 55. Área da Didática IV - Sala de Aula 15 ............................................................. 132
Figura 56. Área da Didática IV - Sala de Aula 16 ............................................................. 133
Figura 57. Área da Didática IV - Sala dos Professores ..................................................... 134
Figura 58. Área da Didática IV - Sala de Aula 19 ............................................................. 135
Figura 59. Área da Didática IV – Laboratório de Biologia (Estudos)............................... 138
Figura 60. Área da Didática IV – Laboratório de Solos .................................................... 146
Figura 61. Área da Didática IV – Laboratório de Química ............................................... 152
Figura 62. Área da Didática IV – Laboratório Microambiental ........................................ 155
Figura 63. Área da Didática IV – Laboratório de Dendrologia ......................................... 157
Figura 64. Área da Didática IV – Laboratório de Física ................................................... 158
Figura 65. Área da Casa de Ração..................................................................................... 160
Figura 66. Área da Casa do Mel ........................................................................................ 161
Figura 67. Área da Piscicultura ......................................................................................... 163
Figura 68. Área da Estação de Tratamento de Água ......................................................... 165
Figura 69. Área da Academia de Musculação ................................................................... 166
Figura 70. Área da Gerência de Produção (GP) ................................................................ 167
Figura 71. Área do Almoxarifado da Gerência de Produção (GP) .................................... 168
Figura 72. Área da Gerência de Produção (GP) – Produção Vegetal................................ 170
Figura 73. Área da Agroindústria - Miniauditório ............................................................ 171
Figura 74. Área da Agroindústria - Sala de Aula 01 ......................................................... 172
Figura 75. Área da Agroindústria - Coordenação de Agroindústria (CTAGO) ................ 173
Figura 76. Área da Agroindústria – Sala dos Professores ................................................. 174

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Figura 77. Área da Agroindústria – Laboratório de Análise Sensorial ............................. 176


Figura 78. Área da Agroindústria – Laboratório de Microbiologia de Alimentos ............ 182
Figura 79. Área da Agroindústria – Laboratório de Tecnologia de Leite ......................... 184
Figura 80. Área da Agroindústria – Laboratório de Tecnologia de Massas ...................... 186
Figura 81. Área da Agroindústria – Laboratório de Tecnologia de Frutas e Hortaliças ... 189
Figura 82. Área da Agroindústria – Laboratório de Tecnologia de Carnes ...................... 193
Figura 83. Área da Agroindústria – Sala de descanso dos Professores ............................. 194
Figura 84. Área da Agroindústria – Sala de Aula 07......................................................... 195
Figura 85. Área da Bovinocultura – Depósito de Ração ................................................... 196
Figura 86. Área da Bovinocultura – Bezerreiros ............................................................... 198
Figura 87. Área da Bovinocultura – Suporte de Campo.................................................... 199
Figura 88. Área da Bovinocultura – Sala do Veterinário .................................................. 200
Figura 89. Área da Bovinocultura – Suporte de Ordenha ................................................. 202
Figura 90. Área da Bovinocultura – Suporte Técnico ....................................................... 203
Figura 91. Área da Bovinocultura – Sala de Aula ............................................................. 204
Figura 92. Área da Bovinocultura – Abatedouro Bovino.................................................. 206
Figura 93. Área da Bovinocultura – Abatedouro de Aves ................................................ 208
Figura 94. Área da Suinocultura ........................................................................................ 210
Figura 95. Área da Estufa da Agroecologia ...................................................................... 211
Figura 96. Área do PRONATEC - Miniauditório ............................................................. 212
Figura 97. Área do PRONATEC – Sala de Aula para curso técnico em Agroindústria ... 213
Figura 98. Área do PRONATEC – Sala de Aula para curso técnico em Suporte e
Manutenção em Informática ............................................................................. 214
Figura 99. Área do PRONATEC – Sala de Aula para curso técnico em Agropecuária .... 215
Figura 100. Área do Depósito da Apicultura..................................................................... 216
Figura 101. Área do Depósito da Aquicultura................................................................... 217
Figura 102. Área do Depósito – Sala de Ovos onde são armazenados o GLP .................. 219
Figura 103. Área da Sala de Aula – Zootecnia I ............................................................... 220
Figura 104. Área da Sala de Aula – Zootecnia II .............................................................. 221
Figura 105. Área da Sala de Aula – Agricultura III - Fruticultura .................................... 223
Figura 106. Área da Avicultura de Corte .......................................................................... 225
Figura 107. Área da Avicultura de Postura ....................................................................... 227
Figura 108. Área da Caprinocultura .................................................................................. 229
Figura 109. Área da Instalação Sanitária ........................................................................... 231
Figura 110. Gráfico com o resultado IBUTG interno da cozinha ..................................... 238

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LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas


AREN Aceleração Resultante de Exposição Normalizada
CA Certificado de Aprovação
CBO Classificação Brasileira de Ocupações
CEP Código de Endereçamento Postal
CNAE Código nacional de atividades econômicas
CNEN Comissão Nacional de Energia Nuclear
CNPJ Cadastro nacional de pessoas jurídicas
CONFEA Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia
CREA Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia
dB Nível de pressão sonora
DORT Doença Osteomuscular Relacionado ao Trabalho
EPC Equipamento de Proteção Coletiva
EPI Equipamento de Proteção Individual
E.E. Exposição Eventual
E.H Exposição Habitual
E.P Exposição Permanente
GHE Grupo Homogêneo de Exposição
IBUTG Índice de bulbo úmido - termômetro de globo
IFS Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe
LER Lesão por Esforço Repetitivo
LT Limite de Tolerância
MTB Ministério de Trabalho
NBR Norma Brasileira
NHO Norma de higiene ocupacional
NR Norma Regulamentadora
PCMSO Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional
PGR Programa de gerenciamento de risco
PPRA Programa de Prevenção de Riscos Ambientais
PRODIN Pró-Reitoria de Desenvolvimento Institucional
PROGEP Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas
SEC Sistemas Elétricos de Consumo
SEP Sistemas Elétricos de Potência
TBN Temperatura de Bulbo Úmido Natural
TBS Temperatura de Bulbo Seco
TG Temperatura de Globo
VCI Vibrações de Corpo Inteiro
VDVR Valor da Dose de Vibração Resultante
VMB Vibrações de Mãos e Braços

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1. INTRODUÇÃO

Cumprindo determinação da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEP)


apresentamos o Laudo Técnico Pericial de Insalubridade e Periculosidade do Instituto
Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe, onde o arquivo digital original será
arquivado na PRODIN e PROGEP e disponível para consulta dos servidores tanto no site
institucional do IFS como na direção geral do campus.
Os signatários deste documento, no mês de julho de 2017, realizaram perícia técnica
nos locais onde os requerentes exercem suas atividades laborais, com o intuito de verificar
se os trabalhos realizados pelos servidores se desenvolviam em condições insalubres e/ou
periculosas, possibilitando ou não a caracterização do pagamento do adicional em
conformidade com a legislação vigente.

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2. OBJETIVO

Apresentar o levantamento técnico pericial do paradigma do cargo e identificar ou


não condição de trabalho insalubre no âmbito do IFS, que possibilitem ou não a
caracterização do pagamento do adicional de insalubridade, conforme estabelece a legislação
vigente:
 NR 15 – Atividades e operações insalubres e seus anexos e a NR 16 – Atividades e
operações perigosas e seus anexos, constantes da Lei 6.514, de 22 de dezembro de
1977 e da Portaria nº. 3.214, de 08 de junho de 1978, do Ministério do Trabalho e
Emprego;
 Decreto nº 97.458 de 15 de janeiro de 1989; Decreto nº 877, de 20 de julho de 1993;
Decreto N° 81.384 de 22 de fevereiro de 1978; Decreto-Lei N° 1.873 de 27 de maio
de 1981;
 Lei Nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, artigos 68 a 70; Lei Nº 8.270, de 17 de
dezembro de 1991, artigo 12; Lei N° 1.234 de 14 de novembro de 1950;
 Orientação Normativa nº 4, de 14 de fevereiro de 2017, que estabelece orientação
sobre a concessão dos adicionais de insalubridade, periculosidade, irradiação
ionizante e gratificação por trabalhos com raios-X ou substâncias radioativas, e dá
outras providências.

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3. CONCEITOS

Os conceitos de insalubridade, periculosidade, grupo homogêneo de exposição,


exposição habitual ou permanente, agentes físicos (ruído, calor, radiações ionizantes,
condições hiperbáricas, radiações não ionizantes, frio e umidade), agentes químicos e
agentes biológicos estão de acordo com as legislações vigentes e com os contidos na
Orientação Normativa nº 4, de 14 de fevereiro de 2017:
 Serão consideradas atividades insalubres aquelas que por sua natureza, condições
ou métodos de trabalho, exponham os servidores a agentes nocivos à saúde, acima
dos limites de tolerância fixados em razão da natureza e da intensidade do agente e
do tempo de exposição e seus efeitos;
 Periculosidade são atividades ou operações que por natureza ou método de trabalho
exige contato permanente com eletricidade, substâncias inflamáveis ou com
explosivos em condição de risco acentuado, atividades e operações perigosas com
exposição a roubos ou outras espécies de violência física nas atividades profissionais
de segurança pessoal ou patrimonial e atividades e operações perigosas com
radiações ionizantes ou substâncias radioativas;
 Grupo Homogêneo de Exposição - GHE: Corresponde a um grupo de servidores
que experimentam exposição semelhante, de forma que o resultado fornecido pela
avaliação da exposição de qualquer trabalhador do grupo seja representativo da
exposição do restante do mesmo grupo.
 Considera-se exposição eventual ou esporádica aquela em que o servidor se submete
a circunstâncias ou condições insalubres ou perigosas, como atribuição legal do seu
cargo, por tempo inferior à metade da jornada de trabalho mensal. Orientação
Normativa nº 4, Art. 9°, inciso I, de 14 de fevereiro de 2017.
 Considera-se exposição habitual aquela em que o servidor submete-se a
circunstâncias ou condições insalubres ou perigosas como atribuição legal do seu
cargo por tempo igual ou superior à metade da jornada de trabalho mensal.
Orientação Normativa nº 4, Art. 9°, inciso II, de 14 de fevereiro de 2017.

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 Considera-se exposição permanente aquela que é constante, durante toda a jornada


laboral. Orientação Normativa nº 4, Art. 9°, inciso III, de 14 de fevereiro de 2017.

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4. CONSIDERAÇÕES GERAIS

De acordo com a Lei Nº 8.270, de 17 de dezembro de 1991, em seu artigo 12, os


adicionais e a gratificação de que trata esta Orientação Normativa serão calculados sobre o
vencimento do cargo efetivo dos servidores civis da União, das autarquias e das fundações
públicas federais, com base nos seguintes percentuais:
I - Cinco, dez ou vinte por cento, no caso de insalubridade nos graus mínimo, médio
e máximo, respectivamente;
II - Dez por cento, no caso do adicional de periculosidade;
III - cinco, dez ou vinte por cento, no caso do adicional de irradiação ionizante,
conforme o disposto no anexo único do Decreto nº 877, de 1993; e
IV - Dez por cento no caso da gratificação por trabalhos com raios-X ou substâncias
radioativas.
Segundo a Orientação Normativa nº 4, de 14 de fevereiro de 2017, em seu artigo 4°,
os adicionais de insalubridade, de periculosidade e de irradiação ionizante, bem como a
gratificação por trabalhos com raios-x ou substâncias radioativas, estabelecidos na legislação
vigente, não se acumulam, tendo caráter transitório, enquanto durar a exposição.
Conforme o item 15.4.1 da Norma Regulamentadora 15 da Portaria 3.214/78, a
eliminação ou neutralização da insalubridade deverá ocorrer:
a) Com a adoção de medida de ordem geral que conserve o ambiente de
trabalho dentro dos limites de tolerância;
b) Com a utilização de equipamentos de proteção individual”
De acordo com o item 6.6.1 da Norma Regulamentadora 6 da Portaria 3.214/78, são
obrigações do empregador:
 Fornecer o EPI adequado e com CA (Certificado de Aprovação);
 Treinar e orientar o uso do EPI;
 Tornar obrigatória sua utilização;
 Substituí-lo imediatamente quando não apresentar condições de uso;
 Prover sua manutenção e higienização periódicas.

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Segundo o Decreto-Lei N° 1.873, de 27 de maio de 1981, em seu parágrafo único,


considerar-se-ão como de efetivo exercício, exclusivamente, os afastamentos em virtude de:
I - Férias;
II - Casamento;
III - luto;
IV - Licenças para tratamento da própria saúde, a gestante ou em decorrência de
acidente em serviço;
V - Prestação eventual de serviço por prazo inferior a 30 (trinta) dias, em localidade
não abrangida por este Decreto-lei.
De acordo com a Orientação Normativa nº 4, de 14 de fevereiro de 2017, em seu
artigo 7°, o adicional de irradiação ionizante somente poderá ser concedido aos Indivíduos
Ocupacionalmente Expostos - IOE, que exerçam atividades em área controlada ou em área
supervisionada.
§ 1º A concessão do adicional de irradiação ionizante será feita de acordo com
laudo técnico, emitido por comissão constituída especialmente para essa finalidade, de
acordo com as normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear - CNEN.
§ 2º A comissão a que se refere o §1º deverá contemplar em sua composição
membro habilitado em engenharia de segurança do trabalho ou em medicina do trabalho,
bem como, preferencialmente, profissionais que desenvolvam as funções de supervisor de
radioproteção ou de responsável técnico pela proteção radiológica.
§ 3º Todas as instalações que operam fontes emissoras de radiação ionizante
devem ser credenciadas junto à CNEN e ao órgão de vigilância sanitária, conforme a
legislação pertinente.
Conforme a Orientação Normativa nº 4, de 14 de fevereiro de 2017, em seu artigo
8°, a gratificação por trabalhos com raios-x ou substâncias radioativas somente poderá ser
concedida aos servidores que, cumulativamente:
I - operem direta, obrigatória e habitualmente com raios-x ou substâncias
radioativas, junto às fontes de irradiação por um período mínimo de 12 (doze) horas
semanais, como parte integrante das atribuições do cargo ou função exercida;

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II - tenham sido designados por Portaria do dirigente do órgão onde tenham


exercício para operar direta e habitualmente com raios-x ou substâncias radioativas; e
III - exerçam suas atividades em área controlada.
De acordo com o Decreto N° 81.384, de 22 de fevereiro de 1978, em seu art. 7º,
somente poderão ser designados para operar direta e habitualmente com Raios X ou
substâncias radioativas servidores pertencentes às Categorias Funcionais de Médico, Médico
de Saúde Pública, Enfermeiro, Odontólogo, Químico (na especialidade de radioquímico),
Auxiliar de Enfermagem, Técnico de Radiologia, Agente de Serviços Complementares (nas
especialidades de cineangiocardiografia e hemodinâmica), Auxiliar Operacional de Serviços
Diversos, Sanitarista, Professor de Ensino Superior, Auxiliar de Ensino (em conformidade
com o art. 14, item I, da Lei nº 6.182, de 11 de dezembro de 1974) e Pesquisador (nas áreas
de Biofísica, Radioquímica, Radiologia, Radioterapia, Medicina Nuclear e Engenharia
Nuclear) (Redação dada pelo Decreto nº 84.106, de 1979).
Segundo o Decreto N° 877, de 20 de julho de 1993, em seu art. 1º, as atividades
desenvolvidas nessas áreas, envolvendo as fontes de irradiação ionizante, compreendem,
desde a produção, manipulação, utilização, operação, controle, fiscalização,
armazenamento, processamento, transportes até a respectiva deposição, bem como as demais
situações definidas como de emergência radiológica.
Conforme a Orientação Normativa nº 4, de 14 de fevereiro de 2017, em seu artigo
9°, em relação ao adicional de insalubridade e periculosidade, consideram-se:
I - Exposição eventual ou esporádica: aquela em que o servidor se submete a
circunstâncias ou condições insalubres ou perigosas, como atribuição legal do seu cargo,
por tempo inferior à metade da jornada de trabalho mensal;
II - Exposição habitual: aquela em que o servidor submete-se a circunstâncias ou
condições insalubres ou perigosas por tempo igual ou superior à metade da jornada de
trabalho mensal; e
III - Exposição permanente: aquela que é constante, durante toda a jornada laboral.
Parágrafo único. No caso do servidor estar submetido a condições insalubres ou perigosas
em período de tempo que não configure exposição habitual, nos termos do inciso II do

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caput deste artigo, mas em período de tempo que configure o direito ao adicional conforme
os Anexos e Tabelas das Normas Regulamentadoras nº 15 e nº 16, aprovadas pela Portaria
MTE nº 3.214, de 8 de junho de 1978, prevalecerá o direito ao recebimento do respectivo
adicional.
De acordo com o parágrafo 2° do art.10 da Orientação Normativa nº 4, de 14 de
fevereiro de 2017, o laudo técnico deverá:
I - ser elaborado por servidor público da esfera federal, estadual, distrital ou
municipal, ou militar, ocupante de cargo público ou posto militar de médico com
especialização em medicina do trabalho, ou de engenheiro ou de arquiteto com
especialização em segurança do trabalho;
II - referir-se ao ambiente de trabalho e considerar a situação individual de trabalho
do servidor;
III - identificar:
a) o local de exercício ou o tipo de trabalho realizado;
b) o agente nocivo à saúde ou o identificador do risco
c) o grau de agressividade ao homem, especificando:
1. limite de tolerância conhecida, quanto ao tempo de exposição ao agente nocivo; e
2. verificação do tempo de exposição do servidor aos agentes agressivos;
d) classificação dos graus de insalubridade e de periculosidade, com os respectivos
percentuais aplicáveis ao local ou atividade examinados; e
e) as medidas corretivas necessárias para eliminar ou neutralizar o risco, ou proteger contra
seus efeitos.
Segundo o parágrafo 3° do art.10 da Orientação Normativa nº 4, de 14 de fevereiro
de 2017, o laudo técnico não terá prazo de validade, devendo ser refeito sempre que houver
alteração do ambiente ou dos processos de trabalho ou da legislação vigente.
Conforme a Orientação Normativa nº 4, de 14 de fevereiro de 2017, em seu artigo
11, não geram direito aos adicionais de insalubridade e periculosidade as atividades:
I - em que a exposição a circunstâncias ou condições insalubres ou perigosas seja
eventual ou esporádica;

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II - consideradas como atividades-meio ou de suporte, em que não há


obrigatoriedade e habitualidade do contato;
III - que são realizadas em local inadequado, em virtude de questões gerenciais ou
por problemas organizacionais de outra ordem; e
IV - em que o servidor ocupe função de chefia ou direção, com atribuição de
comando administrativo, exceto quando respaldado por laudo técnico individual que
comprove a exposição em caráter habitual ou permanente.
De acordo com o parágrafo único do art.12 da Orientação Normativa nº 4, de 14 de
fevereiro de 2017, além do disposto no art. 11, não caracterizam situação para pagamento
do adicional de que trata o caput:
I - o contato com fungos, ácaros, bactérias e outros microrganismos presentes em
documentos, livros, processos e similares, carpetes, cortinas e similares, sistemas de
condicionamento de ar ou instalações sanitárias;
II - as atividades em que o servidor somente mantenha contato com pacientes em
área de convivência e circulação, ainda que o servidor permaneça nesses locais; e
III - as atividades em que o servidor manuseie objetos que não se enquadrem como
veiculadores de secreções do paciente, ainda que sejam prontuários, receitas, vidros de
remédio, recipientes fechados para exame de laboratório e documentos em geral.
Segundo a Lei Nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, em seu artigo 68, os servidores
que trabalhem com habitualidade em locais insalubres ou em contato permanente com
substâncias tóxicas, radioativas ou com risco de vida, fazem jus a um adicional sobre o
vencimento do cargo efetivo.
§ 1° O servidor que fizer jus aos adicionais de insalubridade e de periculosidade deverá optar
por um deles.
§ 2° O direito ao adicional de insalubridade ou periculosidade cessa com a eliminação das
condições ou dos riscos que deram causa a sua concessão.
Conforme a Lei Nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, em seu artigo 69, haverá
permanente controle da atividade de servidores em operações ou locais considerados
penosos, insalubres ou perigosos.

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Parágrafo único. A servidora gestante ou lactante será afastada, enquanto durar a


gestação e a lactação, das operações e locais previstos neste artigo, exercendo suas atividades
em local salubre e em serviço não penoso e não perigoso.
De acordo com a Orientação Normativa nº 4, de 14 de fevereiro de 2017, em seu
artigo 17, respondem nas esferas administrativa, civil e penal, os peritos e dirigentes que
concederem ou autorizarem o pagamento dos adicionais em desacordo com a legislação
vigente.

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5. LEGISLAÇÃO BASE DA PERICIA - INSALUBRIDADE

A Legislação Brasileira através da Portaria nº 3.214, de 08 de junho de1978, do


Ministério do Trabalho, em sua Norma Regulamentadora NR 15, estabelece diversas
atividades ou operações nos quais são apresentados anexos e tabelas com limites de
tolerância.

5.1. Anexo nº 1 - Limites de tolerância para o Agente Físico: RUÍDO

O Anexo 01 da NR 15, estabelece limites de tolerância para exposição ao ruído


contínuo e intermitente, correlacionando os níveis de ruído em dB(A) e os respectivos
tempos de exposição máximos diários permissíveis, conforme o quadro abaixo.
Não é permitida exposição a níveis de ruído acima de 115 dB(A), para indivíduos
que não estejam adequadamente protegidos.

QUADRO 1

Nível de ruído dB (A) Máxima exposição diária permissível


85 8 horas
86 7 horas
87 6 horas
88 5 horas
89 4 horas e 30 minutos
90 5 horas
91 3 horas e 30 minutos
92 3 horas
93 2 horas e 40 minutos
94 2 horas e 15 minutos
95 2 horas
96 1 hora e 45 minutos
98 1 hora e 15 minutos
100 1 hora
102 45 minutos
104 35 minutos
105 30 minutos
106 25 minutos
108 20 minutos
110 15 minutos
112 10 minutos
114 8 minutos
115 7 minutos

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Ocorrem situações em que o empregado se expõe a diferentes níveis de ruído numa


mesma jornada de trabalho. A Legislação Brasileira no item 6 do Anexo 1 da NR 15 diz:
“Se durante a jornada de trabalho ocorrerem dois ou mais períodos de exposição a ruído de
diferentes níveis, devem ser considerados os seus efeitos combinados, de forma que, se a
soma das seguintes frações”:
C1/T1 + C2/T2 + C3/T3 + ... + Cn/Tn
exceder a unidade, a exposição estará acima do limite de tolerância.

Na equação acima Cn indica o tempo total em que o trabalhador fica exposto a um


nível de ruído específico e Tn indica a máxima exposição diária permissível a este nível.

5.1.1. O Equipamento utilizado para aferições:

Medidor de nível de pressão sonora marca doseBadge Cirrus CK 110A, com resposta
lenta (SLOW) de acordo com cada caso de ruído contínuo ou intermitente.

5.1.2. Procedimentos gerais de medição.

 Identificar o Grupo Homogêneo de Exposição (GHE).


 Ajustar preliminarmente os parâmetros do equipamento e sua calibração, com
base nas instruções do manual de operação.
 Manter o microfone do doseBadge dentro da zona auditiva do servidor.
 Acompanhar toda movimentação do servidor no exercício de suas funções durante
todo o período de medição.
 Inserir os dados avaliados em programa específico e gerar relatório.

5.2. Anexo nº 3 - Limite de tolerância para exposição ao Agente Físico: CALOR

5.2.1. Legislação

Para o estudo da sobrecarga térmica o Anexo 3 da NR15 estabelece os Limites de


Tolerância para exposição ao Calor.
A exposição ao calor deve ser avaliada através do "Índice de Bulbo Úmido -
Termômetro de Globo" (IBUTG) definido pelas equações que seguem:

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Ambientes internos ou externos sem carga solar: IBUTG = 0,7 tbn + 0,3 tg
Ambientes externos com carga solar: IBUTG = 0,7 tbn + 0,1 tbs + 0,2 tg
Onde: Tbn = temperatura de bulbo úmido natural
Tg = temperatura de globo
Tbs = temperatura de bulbo seco.
Quando as medições são em único ponto, para regime de trabalho intermitente com
descanso no próprio local de trabalho (por hora), os limites tolerância serão definidos
conforme expressa o quadro 2.

QUADRO 2

Regime de trabalho intermitente com Tipo de Atividade


descanso no próprio local de trabalho
Leve Moderado Pesado
(por hora)
Trabalho contínuo Até 30,0 Até 26,7 Até 25,0
45 minutos trabalho
30,1 a 30,6 26,8 a 28,0 25,1 a 25,9
15 minutos descanso
30 minutos trabalho
30,7 a 31,4 28,1 a 29,4 26,0 a 27,9
30 minutos descanso
15 minutos trabalho
31,5 a 32,2 29,5 a 31,1 28,0 a 30,0
45 minutos descanso
Não é permitido o trabalho, sem a adoção de medidas
Acima de 32,2 Acima de 31,1 Acima de 30,0
adequadas de controle.

O quadro 3 do Anexo 3 da NR: “Taxas de metabolismo por tipo de atividade” fixa


os limites de tolerância correlacionando o máximo IBUTG médio permitido para respectivas
taxas metabólicas médias encontradas nos ambientes de trabalho, para exposição ao calor
em regime de trabalho intermitente com período de descanso em outro local (local de
descanso).

QUADRO 3

TAXAS DE METABOLISMO POR TIPO DE ATIVIDADE

TIPO DE ATIVIDADE Kcal/h


SENTADO EM REPOUSO 100
TRABALHO LEVE
Sentado, movimentos moderados com braços e tronco (ex.: datilografia). 125
Sentado, movimentos moderados com braços e pernas (ex.: dirigir). 150
De pé, trabalho leve, em máquina ou bancada, principalmente com os braços 150
TRABALHO MODERADO

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Sentado, movimentos vigorosos com braços e pernas. 180


De pé, trabalho leve em máquina ou bancada, com alguma movimentação. 175
De pé, trabalho moderado em máquina ou bancada, com alguma movimentação. 220
Em movimento, trabalho moderado de levantar ou empurrar. 300
TRABALHO PESADO
440
Trabalho intermitente de levantar, empurrar ou arrastar pesos (ex.: remoção c/ pá).
550
Trabalho fatigante

Se o trabalho é desenvolvido em mais de um ponto, são calculados o IBUTG médio e a


Taxa de Metabolismo Média (M) a partir das medições dos IBUTG e M de cada ponto, como
mostra as equações seguintes:
IBUTG = ( IBUTG 1 x T1) + (IBUTG 2 x T2) + (IBUTG x T3) + ...+ (IBUTGn x Tn) / 60
M = ( M1 x T1) + (M2 x T2) + (M3 x T3) + ...( Mn x Tn) / 60

QUADRO 4

M (kcal/h) Máximo IBUTG


175 30,5
200 30,0
250 28,5
300 27,5
350 26,6
400 26,0
450 25,5
500 25,0

5.2.2. Instrumento Utilizado

Para avaliar se o calor está ou não acima dos limites de tolerância foi utilizado o
aparelho de medição INSTRUTHERM TGD-400.

5.2.3. Procedimentos gerais de medição

 Identificar o Grupo Homogêneo de Exposição (GHE).


 Ajustar preliminarmente os parâmetros do equipamento e sua calibração, com
base nas instruções do manual de operação.
 Determinar o período de tempo que corresponda à condição térmica mais
desfavorável (60 minutos corridos), considerando-se as condições térmicas do
ambiente e as atividades físicas desenvolvidas pelo servidor.

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 Acompanhar toda movimentação do servidor no exercício de suas funções durante


todo o período de medição.
 Inserir os dados avaliados em programa específico e gerar relatório.

5.3. Anexo nº 5 - Agente Físico: RADIAÇÕES IONIZANTES

A radiação ionizante é definida como aquela que tem energia suficiente para interagir
com os átomos neutros do meio por onde ela se propaga. São provenientes de materiais
radioativos como é o caso dos raios alfa (α), beta (β) e gama (γ), ou são produzidas
artificialmente em equipamentos, como é o caso dos raios X.
Nas atividades e operações onde os trabalhadores possam ser expostos a radiações
ionizantes, os limites de tolerância, os princípios, as obrigações causadas pela radiação
ionizante, e controles básicos para a proteção do homem e do meio ambiente contra possíveis
efeitos indevidos são as constantes da Norma CNEN-NE - 3.01, de julho de 1988.

5.3.1. Instrumento Utilizado

Para avaliar a presença ou não de radiações ionizantes foi utilizado o aparelho de


medição Radalert – 100.

5.3.2. Procedimentos gerais de medição.

 Identificar o Grupo Homogêneo de Exposição (GHE).


 Verificar a tela e anotar o valor mostrado.

5.4.Anexo n° 6 – Agente físico: TRABALHO EM CONDIÇÕES HIPERBÁRICAS

São considerados trabalhos sobre condições hiperbáricas os efetuados em ambientes


onde o trabalhador é obrigado a suportar pressões maiores que a atmosférica e onde se exige
cuidadosa descompressão, além de trabalhos submersos.

5.5. Anexo nº 7 - Agente físico: RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES

A radiação não ionizante (parte da eletromagnética) é caracterizada por não possuir


energia suficiente para arrancar elétrons dos átomos do meio por onde está se deslocando,

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mas tem o poder de quebrar moléculas e ligações químicas. Dessa radiação fazem parte os
tipos: radiofrequência, infravermelho e luz visível.
São consideradas radiações não ionizantes as micro-ondas, ultravioletas e laser.

5.6. Anexo nº 8 - Agente Físico: VIBRAÇÕES

Caracteriza-se a condição insalubre caso seja superado o limite de exposição


ocupacional diária a VMB correspondente a um valor de aceleração resultante de exposição
normalizada (aren) de 5 m/s2.
Caracteriza-se a condição insalubre caso sejam superados quaisquer dos limites de
exposição ocupacional diária a VCI:
a) valor da aceleração resultante de exposição normalizada (aren) de 1,1 m/s2;
b) valor da dose de vibração resultante (VDVR) de 21,0 m/s1,75.
Para fins de caracterização da condição insalubre, o empregador deve comprovar a
avaliação dos dois parâmetros acima descritos.
As situações de exposição a VMB e VCI superiores aos limites de exposição
ocupacional são caracterizadas como insalubres em grau médio.
A avaliação quantitativa deve ser representativa da exposição, abrangendo aspectos
organizacionais e ambientais que envolvam o trabalhador no exercício de suas funções.

5.7. Anexo nº 9 - Agente Físico: FRIO

As atividades ou operações executadas no interior de câmaras frigoríficas, ou em


locais que apresentem condições similares, que exponham os trabalhadores ao frio, sem a
proteção adequada, serão consideradas insalubres em decorrência de laudo de inspeção
realizada no local de trabalho.
Para a certeza da importância do fator quantitativo na avaliação, será utilizado, por
analogia, o conteúdo da NR-29, que disciplina as condições de saúde e segurança no trabalho
portuário, estabelecendo, no seu item 29.3.16.2 a seguinte tabela de exposição máxima diária
a condições de frio.

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QUADRO 5

Faixa de Temperatura Máxima Exposição Diária Permissível para Pessoas Adequadamente


de Bulbo Seco (° C) Vestidas para Exposição ao Frio.
+15,0 a -17,9 (*) Tempo total de trabalho no ambiente frio de 6 horas e 40 minutos, sendo quatro
+12,0 a -17,9 (**) períodos de 1 hora e 40 minutos alternados com 20 minutos de repouso e
+10,0 a -17,9 (***) recuperação térmica fora do ambiente de trabalho.
Tempo total de trabalho no ambiente frio de 4 horas alternando-se 1 hora de
-18,0 a –33,9
trabalho com 1 hora para recuperação térmica fora do ambiente frio.
Tempo total de trabalho no ambiente frio de 1 hora, sendo dois períodos de 30
-34,0 a –56,9 minutos com separação mínima de 4 horas para recuperação térmica fora do
ambiente frio.
Tempo total de trabalho no ambiente frio de 5 minutos sendo o restante da
-57,0 a –73,0
jornada cumprida obrigatoriamente fora de ambiente frio.
Não é permitida a exposição ao ambiente frio, seja qual for a vestimenta
Abaixo de -73,0
utilizada.
(*) Faixa de temperatura válida para trabalhos em zona climática quente, de acordo com o mapa oficial do
IBGE.
(**) faixa de temperatura válida para trabalhos em zona climática subquente, de acordo com o mapa oficial do
IBGE.
(***) faixa de temperatura válida para trabalhos em zona climática mesotérmica, de acordo com o mapa oficial
do IBGE.

5.8. Anexo nº 10 - Agente Físico: UMIDADE

As atividades ou operações executadas em locais alagados ou encharcados, com


umidade excessiva, capazes de produzir danos à saúde dos trabalhadores, serão consideradas
insalubres em decorrência de laudo de inspeção realizada no local de trabalho.

5.9. AGENTE QUÍMICO.

5.9.1. Legislação

“Trata especificamente sobre atividades e operações envolvendo agentes, considerados


insalubres em decorrência de inspeção de caráter QUALITATIVO realizada no local de
trabalho. Exclua-se desta relação às atividades ou operações com os agentes químicos
constantes dos Anexos 11 e 12”.

5.9.2. Conceituação

Os agentes químicos são fatores ambientais causadores em potencial de doenças


profissionais e/ou do trabalho, devido a sua ação deletéria sobre o organismo humano.

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A avaliação de um agente químico é realizada no local de trabalho para que se faça


o seu reconhecimento e sua posterior qualificação de acordo com NR 15.
Do ponto de vista legal os agentes químicos são classificados de 3 (três) maneiras:
a) Por limite de tolerância (LT) e inspeção no local de trabalho (Anexo 11) -
Avaliação Quantitativa;
b) Por limite de tolerância (LT) para poeiras minerais (Anexo 12) - Avaliação
Quantitativa;
c) Em decorrência de inspeção realizada no local de trabalho (Anexo 13) - Avaliação
Qualitativa.

5.9.3. Metodologia de Avaliação

Utilizamos a legislação vigente e a Portaria 3214/78 do Ministério do Trabalho,


considerando-se todas posteriores alterações até a presente data, para caracterização das
condições ambientais.

5.10. AGENTE BIOLÓGICO.

Segundo o anexo nº 14 da NR-15, a relação das atividades que envolvem agentes


biológicos, cuja insalubridade é caracterizada pela avaliação qualitativa:

Insalubridade de grau máximo

Trabalho ou operações, em contato permanente com:


 Pacientes em isolamento por doenças infectocontagiosas, bem como objetos de seu
uso, não previamente esterilizadas;
 Carnes, glândulas, vísceras, sangue, ossos, couros, pêlos e dejeções de animais
portadores de doenças infectocontagiosas (carbunculose, brucelose, tuberculose);
 Esgotos (galerias e tanques); e
 Lixo urbano (coleta e industrialização).

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Insalubridade de grau médio

Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com


material infecto-contagiante, em:
 Hospitais, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação e
outros estabelecimentos destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se
unicamente ao pessoal que tenha contato com os pacientes, bem como aos que
manuseiam objetos de uso desses pacientes, não previamente esterilizados);
 Hospitais, ambulatórios, postos de vacinação e outros estabelecimentos destinados
ao atendimento e tratamento de animais (aplica-se apenas ao pessoal que tenha
contato com tais animais);
 Contato em laboratórios, com animais destinados ao preparo de soro, vacinas e outros
produtos;
 Laboratórios de análise clínica e histopatologia (aplica-se tão-só ao pessoal técnico);
 Gabinetes de autópsias, de anatomia e histoanatomopatologia (aplica-se somente ao
pessoal técnico);
 Cemitérios (exumação de corpos);
 Estábulos e cavalariças; e
 Resíduos de animais deteriorados.

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6. LEGISLAÇÃO BASE DA PERÍCIA – PERICULOSIDADE

A Legislação Brasileira através da Portaria nº 3.214, de 08 de junho de1978, do


Ministério do Trabalho, em sua Norma Regulamentadora NR 16, estabelece diversas
atividades ou operações consideradas perigosas.

6.1. Atividades e operações perigosas com energia elétrica

I. Têm direito ao adicional de periculosidade os trabalhadores:


a) Que executam atividades ou operações em instalações ou equipamentos
elétricos energizados em alta tensão;
b) Que realizam atividades ou operações com trabalho em proximidade,
conforme estabelece a NR-10;
c) Que realizam atividades ou operações em instalações ou equipamentos
elétricos energizados em baixa tensão no sistema elétrico de consumo - SEC, no caso de
descumprimento do item 10.2.8 e seus subitens da NR10 - Segurança em Instalações e
Serviços em Eletricidade;
d) das empresas que operam em instalações ou equipamentos integrantes do sistema
elétrico de potência - SEP, bem como suas contratadas, em conformidade com as atividades
e respectivas áreas de risco descritas no quadro 6.
II. Não é devido o pagamento do adicional nas seguintes situações:
a) Nas atividades ou operações no sistema elétrico de consumo em instalações
ou equipamentos elétricos desenergizados e liberados para o trabalho, sem possibilidade de
energização acidental, conforme estabelece a NR-10;
b) Nas atividades ou operações em instalações ou equipamentos elétricos
alimentados por extra-baixa tensão;
c) Nas atividades ou operações elementares realizadas em baixa tensão, tais
como o uso de equipamentos elétricos energizados e os procedimentos de ligar e desligar
circuitos elétricos, desde que os materiais e equipamentos elétricos estejam em
conformidade com as normas técnicas oficiais estabelecidas pelos órgãos competentes e, na
ausência ou omissão destas, as normas internacionais cabíveis.

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III. O trabalho intermitente é equiparado à exposição permanente para fins de


pagamento integral do adicional de periculosidade nos meses em que houver exposição,
excluída a exposição eventual, assim considerado o caso fortuito ou que não faça parte da
rotina.
IV. Das atividades no sistema elétrico de potência - SEP.
 Para os efeitos deste anexo entende-se como atividades de construção, operação e
manutenção de redes de linhas aéreas ou subterrâneas de alta e baixa tensão
integrantes do SEP:
 Montagem, instalação, substituição, conservação, reparos, ensaios e testes de:
verificação, inspeção, levantamento, supervisão e fiscalização; fusíveis,
condutores, para-raios, postes, torres, chaves, muflas, isoladores, transformadores,
capacitores, medidores, reguladores de tensão, religadores, seccionalizadores,
carrier (onda portadora via linhas de transmissão), cruzetas, relé e braço de
iluminação pública, aparelho de medição gráfica, bases de concreto ou alvenaria
de torres, postes e estrutura de sustentação de redes e linhas aéreas e demais
componentes das redes aéreas;
 Corte e poda de árvores;
 Ligações e cortes de consumidores;
 Manobras aéreas e subterrâneas de redes e linhas;
 Manobras em subestação;
 Testes de curto em linhas de transmissão;
 Manutenção de fontes de alimentação de sistemas de comunicação;
 Leitura em consumidores de alta tensão;
 Aferição em equipamentos de medição;
 Medidas de resistências, lançamento e instalação de cabo contrapeso;
 Medidas de campo eletromagnético, rádio, interferência e correntes induzidas;
 Testes elétricos em instalações de terceiros em faixas de linhas de transmissão
(oleodutos, gasodutos etc.);
 Pintura de estruturas e equipamentos;

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 Verificação, inspeção, inclusive aérea, fiscalização, levantamento de dados e


supervisão de serviços técnicos;
 Montagem, instalação, substituição, manutenção e reparos de: barramentos,
transformadores, disjuntores, chaves e seccionadoras, condensadores, chaves a
óleo, transformadores para instrumentos, cabos subterrâneos e subaquáticos,
painéis, circuitos elétricos, contatos, muflas e isoladores e demais componentes
de redes subterrâneas;
 Construção civil, instalação, substituição e limpeza de: valas, bancos de dutos,
dutos, condutos, canaletas, galerias, túneis, caixas ou poços de inspeção, câmaras;
 Medição, verificação, ensaios, testes, inspeção, fiscalização, levantamento de
dados e supervisões de serviços técnicos.
 Para os efeitos deste anexo entendem-se como atividades de construção, operação e
manutenção nas usinas, unidades geradoras, subestações e cabinas de distribuição
em operações, integrantes do SEP:
 Montagem, desmontagem, operação e conservação de: medidores, relés, chaves,
disjuntores e religadoras, caixas de controle, cabos de força, cabos de controle,
barramentos, baterias e carregadores, transformadores, sistemas anti-incêndio e de
resfriamento, bancos de capacitores, reatores, reguladores, equipamentos
eletrônicos, eletromecânico e eletroeletrônico, painéis, para-raios, áreas de
circulação, estruturas-suporte e demais instalações e equipamentos elétricos;
 Construção de: valas de dutos, canaletas, bases de equipamentos, estruturas,
condutos e demais instalações;
 Serviços de limpeza, pintura e sinalização de instalações e equipamentos elétricos;
 Ensaios, testes, medições, supervisão, fiscalizações e levantamentos de circuitos
e equipamentos elétricos, eletrônicos de telecomunicações e telecontrole.

QUADRO 6

ATIVIDADES ÁREAS DE RISCO


I. Atividades de construção, operação e
a) Estruturas, condutores e equipamentos de linhas
manutenção de redes de linhas aéreas ou
aéreas de transmissão, subtransmissão e
subterrâneas de alta e baixa tensão integrantes do

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SEP, energizados ou desenergizados, mas com distribuição, incluindo plataformas e cestos


possibilidade de energização acidental ou por falha aéreos usados para execução dos trabalhos;
operacional.
b) Pátio e salas de operação de subestações;

c) Cabines de distribuição;

d) Estruturas, condutores e equipamentos de redes


de tração elétrica, incluindo escadas, plataformas
e cestos aéreos usados para execução dos
trabalhos;

e) Valas, bancos de dutos, canaletas, condutores,


recintos internos de caixas, poços de inspeção,
câmaras, galerias, túneis, estruturas terminais e
aéreas de superfície correspondentes;

f) Áreas submersas em rios, lagos e mares.


a) Pontos de medição e cabinas de distribuição,
II. Atividades de construção, operação e inclusive de consumidores;
manutenção nas usinas, unidades geradoras,
subestações e cabinas de distribuição em operações, b) Salas de controles, casa de máquinas, barragens
integrantes do SEP, energizados ou desenergizados, de usinas e unidades geradoras;
mas com possibilidade de energização acidental ou
por falha operacional. c) Pátios e salas de operações de subestações,
inclusive consumidoras.
a) Áreas das oficinas e laboratórios de testes e
manutenção elétrica, eletrônica e eletromecânica
onde são executados testes, ensaios, calibração e
reparos de equipamentos energizados ou
passíveis de energização acidental;
III. Atividades de inspeção, testes, ensaios,
calibração, medição e reparos em equipamentos e b) Sala de controle e casas de máquinas de usinas e
materiais elétricos, eletrônicos, eletromecânicos e unidades geradoras;
de segurança individual e coletiva em sistemas
elétricos de potência de alta e baixa tensão. c) Pátios e salas de operação de subestações,
inclusive consumidoras;

d) Salas de ensaios elétricos de alta tensão;

e) Sala de controle dos centros de operações.


IV. Atividades de treinamento em
equipamentos ou instalações integrantes do SEP,
energizadas ou desenergizadas, mas com a) Todas as áreas descritas nos itens anteriores.
possibilidade de energização acidental ou por falha
operacional.

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6.2. Atividades e operações perigosas com inflamáveis

O assunto é tratado de acordo com a Norma Regulamentadora 16 - Atividades e


operações perigosas, aprovadas pela portaria 3214 do MTB e a Norma Regulamentadora 20
– Líquidos combustíveis inflamáveis.
As operações de transporte de inflamáveis líquidos ou gasosos liquefeitos, em
quaisquer vasilhames e a granel, são considerados em condições de periculosidade, com
exclusão para o transporte em pequenas quantidades, até o limite de 200 (duzentos) litros
para os inflamáveis líquidos e 135 (cento e trinta e cinco) quilos para os inflamáveis gasosos
liquefeitos.
São consideradas atividades ou operações perigosas, conferindo aos trabalhadores
que se dedicam a essas atividades ou operações, bem como aqueles que operam na área de
risco adicional de 10 (dez) por cento, as realizadas:
Atividades Adicional de 10%
a. na produção, transporte, processamento e armazenamento de na produção, transporte, processamento
gás liquefeito. e armazenamento de gás liquefeito.
b. no transporte e armazenagem de inflamáveis líquidos e gasosos todos os trabalhadores da área de
liquefeitos e de vasilhames vazios não desgaseificados ou operação.
decantados.
c. nos postos de reabastecimento de aeronaves. todos os trabalhadores nessas atividades
ou que operam na área de risco.
d. nos locais de carregamento de navios-tanques, vagões tanques todos os trabalhadores nessas atividades
e caminhões-tanques e enchimento de vasilhames, com ou que operam na área de risco.
inflamáveis líquidos ou gasosos liquefeitos.
e. nos locais de descarga de navios-tanques, vagões-tanques e todos os trabalhadores nessas atividades
caminhões-tanques com inflamáveis líquidos ou gasosos ou que operam na área de risco.
liquefeitos ou de vasilhames vazios não-desgaseificados ou
decantados.
f. nos serviços de operações e manutenção de navios-tanque, todos os trabalhadores nessas atividades
vagões-tanques, caminhões-tanques, bombas e vasilhames, ou que operam na área de risco.
com inflamáveis líquidos ou gasosos liquefeitos, ou vazios
não-desgaseificados ou decantados.
g. nas operações de desgaseificação, decantação e reparos de todos os trabalhadores nessas atividades
vasilhames não-desgaseificados ou decantados. ou que operam na área de risco.
h. nas operações de testes de aparelhos de consumo do gás e seus todos os trabalhadores nessas atividades
equipamentos. ou que operam na área de risco.
i. no transporte de inflamáveis líquidos e gasosos liquefeitos em Motorista e ajudantes.
caminhão-tanque.
j. no transporte de vasilhames (em caminhão de carga), contendo Motorista e ajudantes.
inflamável líquido, em quantidade total igual ou superior a 200
litros, quando não observado o disposto nos subitens 4.1 e 4.2
deste Anexo.

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l. no transporte de vasilhames (em carreta ou caminhão de carga), Motorista e ajudantes.


contendo inflamável gasosos e líquido, em quantidade total
igual ou superior a 135 quilos.
m. nas operação em postos de serviço e bombas de abastecimento operador de bomba e trabalhadores que
de inflamáveis líquidos. operam na área de risco.

De acordo com o item 4 do anexo 2 da NR16, não caracterizam periculosidade, para


fins de percepção de adicional:
a) O manuseio, a armazenagem e o transporte de líquidos inflamáveis em
embalagens certificadas, simples, compostas ou combinadas, desde que obedecidos os
limites consignados no Quadro I, independentemente do número total de embalagens
manuseadas, armazenadas ou transportadas, sempre que obedecidas as Normas
Regulamentadoras expedidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego, a Norma NBR
11564/91 e a legislação sobre produtos perigosos relativa aos meios de transporte utilizados;
b) O manuseio, a armazenagem e o transporte de recipientes de até cinco litros,
lacrados na fabricação, contendo líquidos inflamáveis, independentemente do número total
de recipientes manuseados, armazenados ou transportados, sempre que obedecidas as
Normas Regulamentadoras expedidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego e a legislação
sobre produtos perigosos relativa aos meios de transporte utilizados.

6.3. Atividades e operações perigosas com exposição a roubos ou outras espécies


de violência física nas atividades profissionais de segurança pessoal ou
patrimonial

As atividades ou operações que impliquem em exposição dos profissionais de


segurança pessoal ou patrimonial a roubos ou outras espécies de violência física são
consideradas perigosas.
São considerados profissionais de segurança pessoal ou patrimonial os trabalhadores
que atendam a uma das seguintes condições:
a) Empregados das empresas prestadoras de serviço nas atividades de segurança privada
ou que integrem serviço orgânico de segurança privada, devidamente registradas e
autorizadas pelo Ministério da Justiça, conforme lei 7102/1983 e suas alterações posteriores.

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b) Empregados que exercem a atividade de segurança patrimonial ou pessoal em


instalações metroviárias, ferroviárias, portuárias, rodoviárias, aeroportuárias e de bens
públicos, contratados diretamente pela administração pública direta ou indireta.
As atividades ou operações que expõem os empregados a roubos ou outras espécies
de violência física, desde que atendida uma das condições do item 5.4.2, são as constantes
do quadro abaixo:

QUADRO 7

ATIVIDADES OU
DESCRIÇÃO
OPERAÇÕES
Segurança patrimonial e/ou pessoal na preservação do patrimônio em
Vigilância patrimonial estabelecimentos públicos ou privados e da incolumidade física de
pessoas.
Segurança patrimonial e/ou pessoal em espaços públicos ou privados, de
Segurança de eventos
uso comum do povo.
Segurança nos transportes Segurança patrimonial e/ou pessoal nos transportes coletivos e em suas
coletivos respectivas instalações.
Segurança patrimonial e/ou pessoal em áreas de conservação de fauna,
Segurança ambiental e florestal
flora natural e de reflorestamento.
Transporte de valores Segurança na execução do serviço de transporte de valores.
Escolta armada Segurança no acompanhamento de qualquer tipo de carga ou de valores.
Acompanhamento e proteção da integridade física de pessoa ou de
Segurança pessoal
grupos.
Supervisão/fiscalização Supervisão e/ou fiscalização direta dos locais de trabalho para
Operacional acompanhamento e orientação dos vigilantes.
Execução de controle e/ou monitoramento de locais, através de sistemas
Telemonitoramento/telecontrole
eletrônicos de segurança.

6.4. Atividades perigosas em motocicleta

As atividades laborais com utilização de motocicleta ou motoneta no deslocamento


de trabalhador em vias públicas são consideradas perigosas.
Não são consideradas perigosas, para efeito deste anexo:
a) a utilização de motocicleta ou motoneta exclusivamente no percurso da residência
para o local de trabalho ou deste para aquela;
b) as atividades em veículos que não necessitem de emplacamento ou que não exijam
carteira nacional de habilitação para conduzi-los;
c) as atividades em motocicleta ou motoneta em locais privados.

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d) as atividades com uso de motocicleta ou motoneta de forma eventual, assim


considerado o fortuito, ou o que, sendo habitual, dá-se por tempo extremamente
reduzido.

6.5. Atividades e operações perigosas com radiações ionizantes ou substâncias


radioativas

Atividades Área de Risco


1. Produção, utilização, processamento, Minas e depósitos de materiais radioativos.
transporte, guarda, estocagem e manuseio de
materiais radioativos, selados e não selados, Plantas-piloto e Usinas de beneficiamento de minerais
de estado físico e forma química quaisquer, radioativos.
naturais ou
artificiais, incluindo: Outras áreas sujeitas a risco potencial devido às radiações
ionizantes
1.1. Prospecção, mineração, operação, Lixiviação de mineiras radiativos para a produção de
beneficiamento e processamento de minerais concentrados de urânio e tório.
radioativos.
Purificação de concentrados e conversão em outras formas
para uso como combustível nuclear.
1.2. Produção, transformação e tratamento de Produção de fluoretos de urânio para a produção de
materiais nucleares para o ciclo do hexafluoretos e urânio metálico.
combustível nuclear.
Instalações para enriquecimento isotópico e reconversão.

Fabricação de elemento combustível nuclear.

Instalações para armazenamento dos elementos


combustíveis usados.

Instalações para o retratamento do combustível irradiado.

Instalações para o tratamento e deposições, provisórias e


finais, dos rejeitos radioativos naturais e artificiais.
1.3. Produção de radioisótopos para uso em Laboratórios para a produção de radioisótopos e moléculas
medicina, agricultura, agropecuária, pesquisa marcadas.
científica e tecnológica.
1.4. Produção de Fontes Radioativas Instalações para tratamento de material radioativo e
confecção de fontes.

Laboratórios de testes, ensaios e calibração de fontes,


detectores e monitores de radiação, com fontes radioativas.
1.5. Testes, ensaios e calibração de detectores Laboratórios de ensaios para materiais radioativos
e monitores de radiação com fontes de
radiação. Laboratórios de radioquímica.
1.6. Descontaminação de superfícies, Laboratórios para descontaminação de peças e materiais
instrumentos, máquinas, ferramentas, radioativos.
utensílios de laboratório, vestimentas e de
Coleta de rejeitos radioativos em instalações, prédios e

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quaisquer outras áreas ou bens duráveis em áreas abertas.


contaminados com material radioativos.
Lavanderia para roupas contaminadas.

Transporte de materiais e rejeitos radioativos,


condicionamento, estocagens e suas deposição.
1.7. Separação isotópica e processamento Instalações para tratamento, condicionamento, contenção,
radioquímico. estabilização, estocagem e deposição de rejeitos
radioativos.

Instalações para retenção de rejeitos radioativos.


1.8. Manuseio, condicionamento, liberação, Sítios de rejeitos.
monitoração, estabilização, inspeção,
retenção e deposição de rejeitos radioativos. Instalações para estocagem de produtos radioativos para
posterior aproveitamento.
2. Atividades de operação e manutenção de Edifícios de reatores.
reatores nucleares, incluindo:
Edifícios de estocagem de combustível.
2.1. Montagem, instalação, substituição e Instalações de tratamento e estocagem de rejeitos
inspeção de elementos combustíveis. radioativos.
2.2. Manutenção de componentes integrantes Instalações para tratamento de água e reatores e separação e
do reator e dos sistemas hidráulicos contenção de produtos radioativos.
mecânicos e elétricos, irradiados,
contaminados ou situados em áreas de Salas de operação de reatores.
radiação.
Salas de amostragem de efluentes radioativos.
2.3. Manuseio de amostras irradiadas. Laboratórios de medidas de radioativos.
2.4. Experimentos utilizados canais de Outras áreas sujeitas a risco potencial às radiações
irradiação. ionizantes, passíveis de serem atingidas por dispersão de
produtos voláteis.
2.5 Medição de radiação, levantamento de Laboratórios semiquentes e quentes.
dados radiológicos e nucleares, ensaios, Minas de urânio e tório.
testes, inspeções, fiscalização e supervisão de Depósitos de minerais radiativos e produtos do tratamento
trabalhos técnicos. de minerais radioativos.
2.6 Segregação, manuseio, tratamento, Coletas de materiais e peças radioativas, materiais
acondicionamento e armazenamento de contaminados com radioisótopos e águas radioativas.
rejeitos radioativos.
3. atividades de operação e manutenção de Áreas de irradiação de alvos.
aceleradores de partículas, incluindo:
3.1. Montagem, instalação substituição e Oficinas de manutenção de componentes irradiados ou
manutenção de componentes irradiados ou contaminados.
contaminados.
3.2. Processamento de alvos irradiados. Laboratórios para tratamento de alvos irradiados e
separação de radioisótopos.
3.3. Experimentos com feixes de partículas. Laboratórios de testes com radiação e medidas nucleares.
3.4. Medição de radiação, levantamento de Áreas de tratamento e estocagem de rejeitos radioativos.
dados radiológicos e nucleares, testes,
inspeções e supervisão de trabalhos técnicos.
3.5. Segregação, manuseio, tratamento, Laboratórios de processamento de alvos irradiados.
acondicionamento e armazenamento de
rejeitos radioativos.

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4. Atividades de operação com aparelhos de Salas de irradiação e de operação de aparelhos de raios-X e


raios-X, com irradiadores de radiação gama, de irradiadores gama, beta ou neutrons.
radiação beta ou radiação de nêutrons,
incluindo:
4.1. Diagnostico médico e odontológico. Laboratórios de testes, ensaios e calibração com as fontes
de radiação descritas.
4.2. Radioterapia.
4.3. Radiografia industrial, gamagrafia e Manuseio de fontes.
neutronradiografia.
4.4. Análise de materiais por difratometria. Manuseio do equipamento.
4.5. Testes ensaios e calibração de detectores Manuseio de fontes amostras radioativas.
e monitores e radiação.
4.6. Irradiação de alimentos. Manuseio de fontes e instalações para a irradiação de
alimentos.
4.7. Estabilização de instrumentos médico- Manuseio de fontes e instalações para a operação.
hospitalares.
4.8. Irradiação de espécimes minerais e Manuseio de amostras irradiadas.
biológicos.
4.9. Medição de radiação, levantamento de Laboratórios de ensaios e calibração de fontes e materiais
dados radiológicos, ensaios, testes, radioativos.
inspeções, fiscalização de trabalhos técnicos.
5. Atividades de medicina nuclear. Sala de diagnósticos e terapia com medicina nuclear.
5.1. Manuseio e aplicação de radioisótopos Enfermaria de pacientes, sob tratamento com radioisótopos.
para diagnóstico médico e terapia.
Enfermaria de pacientes contaminados com radioisótopos
em observação e sob tratamento de descontaminação.
5.2. Manuseio de fontes seladas para Área de tratamento e estocagem de rejeitos radioativos.
aplicação em braquiterapia.
5.3. Obtenção de dados biológicos de Manuseio de materiais biológicos contendo radioisótopos
pacientes com radioisótopos incorporados. ou moléculas marcadas.
5.4. Segregação, manuseio, tratamento, Laboratórios para descontaminação e coleta de rejeitos
acondicionamento e estocagem de rejeitos radioativos.
radioativos.
6. Descomissionamento de instalações Áreas de instalações nucleares e radioativas contaminadas e
nucleares e radioativas, que inclui: com rejeitos.
6.1 Todas as descontaminações radioativas Depósitos provisórios e definitivos de rejeitos radioativos.
inerentes.
6.2. Gerenciamento dos rejeitos radioativos Instalações para contenção de rejeitos radioativos.
existentes, ou sejam; tratamento e
acondicionamento dos rejeitos líquidos, Instalações para asfaltamento de rejeitos radioativos.
sólidos, gasosos e aerossóis; transporte e
deposição dos mesmos. Instalações para cimentação de rejeitos radioativos.
7. Descomissionamento de minas, moinhos e Tratamento de rejeitos minerais.
usinas de tratamento de minerais radioativos.
Repositório de rejeitos naturais (bacia de contenção de rádio
e outros radioisótopos).

Deposição de gangas e rejeitos de mineração.

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7. DESCRIÇÕES DO AMBIENTE DE TRABALHO

A seguir será apresentado uma Avaliação


Pericial, levando em consideração os agentes
agressivos, e caracterizadores de condições de
trabalhos insalubres e/ou periculosos, referente aos
paradigmas dos Grupos Homogêneos de
Exposição – GHE com atividades nos diversos
setores do IFS - Campus São Cristóvão, situado na
Rodovia BR-101, Km 96, Povoado Quissamã - São Cristóvão / Sergipe, CEP.: 49100-000,
CNPJ: 10.728.444/0002-82, Telefone: 55 (79) 3711-3050, com 181 Servidores (Docentes –
79 e Técnicos Administrativos – 102), tendo como atividade principal a formação de
profissionais de nível técnico e tecnológico, respectivamente, CNAE nº 85.41-4 e 85.42-2,
pertencente ao Grupo C-31, grau de risco 2 de acordo o Quadro I da NR 4.
Além da cozinha e do refeitório, existem os serviços de apoio de padaria, enfermaria,
lavanderia, oficinas e estação de tratamento de água.
A jornada de trabalho é de oito (8) horas, de segunda a sexta, salvo as situações
previstas na legislação.
Os locais avaliados encontram-se todos localizados dentro das instalações do
Campus São Cristóvão e são compostos dos seguintes ambientes:
1. Salas de aulas teóricas.
2. Laboratórios (Eletrônica, Física, Química, Biologia, Matemática, Informática,
Solos, Análise Sensorial, Microambiental, Dendrologia, Microbiologia de
Alimentos e Bromatologia, Tecnologia de Leite, Tecnologia de Massas,
Tecnologia de Frutas e Hortaliças, Tecnologia de Carnes).
3. Áreas Administrativas.
4. Áreas de manutenção (Serviços gerais).
5. Marcenaria.
6. Tornearia.
7. Biblioteca.

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8. Academia de Musculação.
9. Área de energia (subestação).
10. Miniauditório.
11. Setor médico.
12. Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI).
13. Cozinha.
14. Depósitos de materiais.
15. Refeitório.
16. Lavanderia.
17. Estação de Tratamento de Água.
18. Bovinocultura.
19. Abatedouro.
20. Piscicultura.
21. Suinocultura.
22. Avicultura.
23. Caprinocultura.
24. Instalações Sanitárias.

7.1. Aspectos sanitários

No Campus São Cristóvão há local adequado para os servidores, alunos e visitantes


realizarem suas refeições; as instalações sanitárias como: vasos sanitários estão disponíveis
em proporção de 1:20, os quais atende a NR-24 em seu item 24.1.2 que define: “1 (uma)
instalação sanitária para cada 20 (vinte) pessoas”. Há disponibilidade de água potável num
raio de cinquenta (50) metros, local adequado para higiene após o manuseio de produtos
como: produtos de limpeza, tinta, graxa e outros. Falta uma análise da água potável servida
e a necessidade de instalação de filtros nos bebedouros de uso coletivo. O reservatório de
água deverá passar por limpeza periódica para garantir a qualidade da água entregue pela
Companhia de Saneamento de Sergipe (DESO).

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Na instituição há a presença de restaurante para refeição dos servidores e dos


discentes, cujas instalações devem estar de acordo com as normas da vigilância sanitária.
Foi também identificado durante a avaliação, registros ou ocorrência da presença de
animais peçonhentos, tais como: ratos, aranhas, pernilongos, etc., sendo necessárias
providências no sentido da aquisição de soro antiofídico, evitar o aparecimento e
providenciar dedetizações periódicas.

7.2. Descrições Físicas

As instalações do Campus São Cristóvão apresentam uma grande quantidade de


defeitos nos forros, infiltrações e mofo nos ambientes de trabalho, sendo necessária sua
correção.
Foram constatados durante as avaliações, a falta de pinturas nos corrimãos das
escadas, assim como determina a NBR 7195, item 3.1.3. O mesmo se aplica à faixa de
sinalização visual dos degraus e a sinalização tátil direcional no piso, de acordo com a NBR
9050.
A construção é toda em alvenaria revestida com cerâmica ou reboco, com cobertura
em madeiramento e telha colonial, possuindo janelas amplas em esquadrias de alumínio com
vidros incolores, ou madeira, possuindo assim uma excelente iluminação natural. As janelas
de madeiras devem ser substituídas aos poucos por janelas de alumínio que possuem uma
vida útil maior.
Salientamos que os levantamentos foram realizados nos setores das unidades
produtivas do Campus, no horário administrativo e em pleno funcionamento.
A perícia compreende:
 Inspeção no local de trabalho do(s) Servidor(es);
 Análise das tarefas executadas;
 Identificação dos possíveis agentes agressivos;
 Quantificação e qualificação dos agentes;
 Legislação de segurança adotada;
 Material manipulado e
 Conclusão.

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7.3. Divisão dos grupos de exposição

Com o objetivo de facilitar a aplicação dos conceitos para elaboração desse laudo no
que tange às diferentes atividades existentes no Campus, os cargos foram divididos em
Grupo Homogêneo de Exposição (GHE), que poderão conter na sua composição um único
cargo ou mais de um, desde que expostos aos mesmos agentes agressivos.

7.4. Denominação e descrição sumária dos cargos de acordo com a CBO

DENOMINAÇÃO
DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO
DO CARGO
Planejar, organizar, controlar e assessorar as organizações nas áreas de recursos
humanos, patrimônio, materiais, informações, financeira, tecnológica, entre
outras; implementar programas e projetos; elaborar planejamento
ADMINISTRADOR
organizacional; promover estudos de racionalização e controlar o desempenho
organizacional. Prestar consultoria administrativa a organizações e pessoas.
Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Organizar e manter o almoxarifado, executar recebimento, estocagem,
distribuição, registro e inventário de matérias-primas e mercadorias adquiridas
ALMOXARIFE e confeccionadas na universidade. Utilizar recursos de informática. Executar
outras tarefas de mesma natureza e nível de complexidade associadas ao
ambiente organizacional.
Desenvolver e implantar sistemas informatizados dimensionando requisitos e
funcionalidade do sistema, especificando sua arquitetura, escolhendo
ferramentas de desenvolvimento, especificando programas, codificando
ANALISTA DE
aplicativos. Administrar ambientes informatizados, prestar suporte técnico ao
TECNOLOGIA DA
usuário e o treinamento, elaborar documentação técnica. Estabelecer padrões,
INFORMACAO
coordenar projetos e oferecer soluções para ambientes informatizados e
pesquisar tecnologias em informática. Assessorar nas atividades de ensino,
pesquisa e extensão.
Organizar documentação de arquivos institucionais e pessoais, criar projetos de
museus e exposições, organizar acervos musicológicos públicos e privados. Dar
acesso à informação, conservar acervos. Preparar ações educativas ou culturais,
ARQUIVISTA planejar e realizar atividades técnico-administrativas, orientar implantação das
atividades técnicas. Participar da política de criação e implantação de museus e
instituições arquivística. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e
extensão.
Assistir e orientar os alunos no aspecto de disciplina, lazer, segurança, saúde,
pontualidade e higiene, dentro das dependências escolares. Assistir o corpo
ASSISTENTE DE docente nas unidades didático-pedagógicas com os materiais necessários e
ALUNO execução de suas atividades. Auxiliar nas atividades de ensino, pesquisa e
extensão. Utilizar recursos de informática. Executar outras tarefas de mesma
natureza e nível de complexidade associadas ao ambiente organizacional.
Desenvolver atividades auxiliares gerais de laboratório bem como de áreas
específicas, de acordo com as especialidades. Preparar vidrarias e materiais
ASSISTENTE DE
similares. Preparar soluções e equipamentos de medição e ensaios e analisar
LABORATORIO
amostras de insumos e matérias-primas. Limpar instrumentos e aparelhos e
efetuar coleta de amostras, para assegurar maior rendimento do trabalho e seu

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DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO
DO CARGO
processamento de acordo com os padrões requeridos. Organizar o trabalho
conforme normas de segurança, saúde ocupacional e preservação ambiental.
Auxiliar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Executar serviços de apoio nas áreas de recursos humanos, administração,
finanças e logística; atender usuários, fornecendo e recebendo informações;
ASSISTENTE EM
tratar de documentos variados, cumprindo todo o procedimento necessário
ADMINISTRACAO
referente aos mesmos; preparar relatórios e planilhas; executar serviços gerais
de escritórios. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Prestar serviços sociais orientando indivíduos, famílias, comunidade e
instituições sobre direitos e deveres (normas, códigos e legislação), serviços e
recursos sociais e programas de educação; planejar, coordenar e avaliar planos,
ASSISTENTE SOCIAL programas e projetos sociais em diferentes áreas de atuação profissional
(seguridade, educação, trabalho, jurídica, habitação e outras); desempenhar
tarefas administrativas e articular recursos financeiros disponíveis. Assessorar
nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Executar trabalhos próprios de cultura agrícola, bem como operar conjuntos
AUXILIAR DE mecânicos para armazenagem de grãos e fabricação de rações destinadas à
AGROPECUÁRIA criação, tratamento e alimentação de animais. Auxiliar nas atividades de ensino,
pesquisa e extensão.
Atuar no tratamento, recuperação e disseminação da informação e executar
atividades especializadas e administrativas relacionadas à rotina de unidades ou
centros de documentação ou informação, quer no atendimento ao usuário, quer
na administração do acervo, ou na manutenção de bancos de dados. Colaborar
AUXILIAR DE
no controle e na conservação de equipamentos. Realizar manutenção do acervo.
BIBLIOTECA
Participar de treinamentos e programas de atualização. Auxiliar nas atividades
de ensino, pesquisa e extensão. Utilizar recursos de informática. Executar outras
tarefas de mesma natureza e nível de complexidade associadas ao ambiente
organizacional.
Auxiliar nas diversas tarefas relacionadas com atividades do restaurante, tais
AUXILIAR DE
como: preparação de alimentos, limpeza e conservação das dependências do
COZINHA
restaurante, lanchonete e dos equipamentos existentes.
AUXILIAR DE Auxiliar o eletricista na montagem, ajustamento, instalação e manutenção de
ELETRICIDADE aparelhos e equipamentos elétricos.
Desenvolver atividades auxiliares gerais de encanamento, limpando,
AUXILIAR DE
conservando e guardando os equipamentos necessários ao trabalho. Auxiliar
ENCANADOR
nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Prestar assistência ao paciente, atuando sob supervisão de enfermeiro e/ou
AUXILIAR DE
médico. Trabalhar em conformidade às boas práticas, normas e procedimentos
ENFERMAGEM
de biossegurança. Auxiliar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Elaborar projetos de sistemas eletromecânicos; montar e instalar máquinas e
AUXILIAR DE equipamentos; planejar e realizar manutenção; desenvolver processos de
MECÂNICA fabricação e montagem. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e
extensão.
Executar serviços de apoio nas áreas de recursos humanos, administração,
finanças e logística; atender usuários, fornecendo e recebendo informações;
AUXILIAR EM
tratar de documentos variados, cumprindo todo o procedimento necessário
ADMINISTRACAO
referente aos mesmos; preparar relatórios e planilhas; executar serviços gerais
de escritórios. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.

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DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO
DO CARGO
Tratam animais da pecuária e cuidam da sua reprodução. Preparam o solo para
AUXILIAR RURAL plantio manejam área de cultivo. Efetuam manutenção na propriedade.
beneficiam e organizam produtos agropecuários para comercialização.
Disponibilizar informação em qualquer suporte; gerenciar unidades como
bibliotecas, centros de documentação, centros de informação e correlatos, além
de redes e sistemas de informação. Tratar tecnicamente e desenvolver recursos
BIBLIOTECARIO-
informacionais; disseminar informação com o objetivo de facilitar o acesso e
DOCUMENTALISTA
geração do conhecimento; desenvolver estudos e pesquisas; realizar difusão
cultural; desenvolver ações educativas. Assessorar nas atividades de ensino,
pesquisa e extensão.
Administrar os tributos; registrar atos e fatos contábeis; controlar o ativo
permanente; gerenciar custos; preparar obrigações acessórias, tais como:
declarações acessórias ao fisco, órgãos competentes e contribuintes e
CONTADOR administrar o registro dos livros nos órgãos apropriados; elaborar
demonstrações contábeis; prestar consultoria e informações gerenciais; realizar
auditoria interna e externa; atender solicitações de órgãos fiscalizadores e
realizar perícia. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Preparar alimentos sob supervisão de nutricionista, de modo que assegure a
qualidade, higiene, sabor, aroma e apresentação da refeição a ser servida.
Inspecionar a higienização de equipamentos e utensílios. Auxiliar na requisição
do material necessário para a preparação dos alimentos. Coordenar atividades
COZINHEIRO da cozinha. Pode participar da execução da faxina da área interna da cozinha,
limpeza de máquinas, utensílios e outros equipamentos, utilizando-se de
materiais adequados, para assegurar sua utilização no preparo dos alimentos.
Executar outras tarefas de mesma natureza e nível de complexidade associadas
ao ambiente organizacional.
Analisar o ambiente econômico; elaborar e executar projetos de pesquisa
econômica, de mercado e de viabilidade econômica, dentre outros. Participar
do planejamento estratégico e de curto prazo e avaliar políticas de impacto
ECONOMISTA coletivo para o governo, ONG e outras organizações. Gerir programação
econômico financeira; atuar nos mercados internos e externos; examinar
finanças empresariais. Exercer mediação, perícia e arbitragem. Assessorar nas
atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Prestar assistência ao paciente e/ou usuário em clínicas, hospitais, ambulatórios,
navios, postos de saúde e em domicílio, realizar consultas e procedimentos de
ENFERMEIRO-AREA maior complexidade e prescrevendo ações; implementar ações para a promoção
da saúde junto à comunidade. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e
extensão.
Planejar, coordenar e executar atividades agrossilvipecuárias e o uso de
recursos naturais renováveis e ambientais. Estudar o índice de crescimento das
ENGENHEIRO árvores e o seu cultivo em diferentes condições de clima, umidade relativa do
FLORESTAL ar e composição do solo. Planejar o plantio, corte e poda das árvores. Identificar
as diversas espécies de árvores e definir suas características. Efetuar estudos
sobre produção e seleção de sementes.
Confeccionar e reparar móveis e peças e dar-lhes o acabamento requerido,
MARCENEIRO
utilizando equipamento adequado e guiando-se por desenhos e especificações.
Praticar clínica médica veterinária em todas as suas especialidades; contribuir
MÉDICO para o bem-estar animal; podem promover saúde pública; exercer defesa
VETERINÁRIO sanitária animal; desenvolver atividades de pesquisa e extensão; atuar nas
produções industrial e tecnológica e no controle de qualidade de produtos.

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DENOMINAÇÃO
DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO
DO CARGO
Fomentar produção animal; atuar nas áreas de biotecnologia e de preservação
ambiental; elaborar laudos, pareceres e atestados; assessoram a elaboração de
legislação pertinente. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Realizar consultas e atendimentos médicos; tratar pacientes; implementar ações
para promoção da saúde; coordenar programas e serviços em saúde, efetuar
MÉDICO-AREA perícias, auditorias e sindicâncias médicas; elaborar 6 documentos e difundir
conhecimentos da área médica. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e
extensão.
Dirigir e manobrar veículos e transportar pessoas, cargas ou valores. Realizar
verificações e manutenções básicas do veículo. Vistoriar o veículo sob sua
responsabilidade; dirigir o veículo observando as normas de transito,
MOTORISTA
responsabilizando-se pelos usuários e cargas orgânicas e/ou inorgânicas
conduzidas; solicitar os reparos necessários; executar outras tarefas de mesma
natureza ou nível de complexidade associado à sua especialidade ou ambiente.
Prestar assistência nutricional a indivíduos e coletividades (sadios e enfermos);
organizar, administrar e avaliar unidades de alimentação e nutrição; efetuar
controle higiênico-sanitário; participar de programas de educação nutricional;
NUTRICIONISTA podem estruturar e gerenciar serviços de atendimento ao consumidor de
indústrias de alimento e ministrar cursos. Atuar em conformidade ao
Manual de Boas Práticas. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e
extensão.
OPERADOR DE Lavar, secar peças de usuário, roupas de cama e mesa e outras similares,
MÁQUINA DE utilizando processos manuais e/ou mecânicos para eliminar sujeiras. Auxiliar
LAVANDERIA nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Operar máquinas agrícolas motorizadas para desenvolver atividades agrícolas,
OPERADOR DE utilizando implementos diversos; zelar diariamente pela conservação e
MÁQUINAS manutenção das máquinas; executar pequenos serviços de mecânica fazendo
AGRICOLAS reparos de emergência nas máquinas em geral; empregar medidas de segurança.
Auxiliar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Implementar a execução, avaliar e coordenar a (re) construção do projeto
pedagógico de escolas de educação infantil, de ensino médio ou ensino
profissionalizante com a equipe escolar. Viabilizar o trabalho pedagógico
PEDAGOGO-AREA
coletivo e facilitar o processo comunicativo da comunidade escolar e de
associações a ela vinculadas. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e
extensão.
Executar trabalhos em alvenaria, concreto e outros materiais, guiando-se por
desenhos, esquemas e especificações, utilizando processos e instrumentos
PEDREIRO
pertinentes ao ofício para construir, reformar ou reparar prédios e obras
similares.
Elaborar e colaborar no planejamento e divulgação dos eventos culturais,
PRODUTOR
artísticos e administrativos, bem como de ensino, extensão e pesquisa.
CULTURAL
Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Ministrar aulas teóricas, acompanhar a produção da área educacional e cultural;
PROF DO ENSINO planejar o curso, a disciplina e o projeto pedagógico; avaliar o processo de
BASICO TEC ensino-aprendizagem; preparar aulas e participar de atividades institucionais.
TECNOLOGICO Para o desenvolvimento das atividades é mobilizado um conjunto de
capacidades comunicativas.
Estudar, pesquisar e avaliar o desenvolvimento emocional e os processos
PSICOLOGO-AREA mentais e sociais de indivíduos, grupos e instituições, com a finalidade de
análise, tratamento, orientação e educação; diagnosticar e avaliar distúrbios

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DENOMINAÇÃO
DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO
DO CARGO
emocionais e mentais e de adaptação social, elucidando conflitos e questões e
acompanhando o(s) paciente(s) durante o processo de tratamento ou cura;
investigar os fatores inconscientes do comportamento individual e grupal,
tornando-os conscientes; desenvolvem pesquisas experimentais, teóricas e
clínicas e coordenar equipes e atividades de área e afins. Assessorar nas
atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Recepcionar membros da comunidade e visitantes procurando identificá-los,
averiguando suas pretensões para prestar-lhes informações e/ou encaminhá-los
a pessoas ou setor procurados. Atender chamadas telefônicas. Anotar recados.
Prestar informações. Registrar as visitas e os telefonemas recebidos. Auxiliar
RECEPCIONISTA
em pequenas tarefas de apoio administrativo. Utilizar recursos de informática.
Auxiliar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão. Executar outras tarefas
de mesma natureza e nível de complexidade associadas ao ambiente
organizacional.
SERVENTE DE Executar tarefas manuais simples na construção civil para auxiliar na edificação
OBRAS e reforma de construção civil.
Executar trabalhos técnico de laboratório relacionados com a área de atuação,
TECNICO DE
realizando ou orientando coleta, análise e registros de material e substâncias
LABORATORIO
através de métodos específicos. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e
AREA
extensão.
Desenvolver sistemas e aplicações, determinando interface gráfica, critérios
ergonômicos de navegação, montagem da estrutura de banco de dados e
TECNICO DE
codificação de programas; projetar, implantar e realizar manutenção de
TECNOLOGIA DA
sistemas e aplicações; selecionar recursos de trabalho, tais como metodologias
INFORMACAO
de desenvolvimento de sistemas, linguagem de programação e ferramentas de
desenvolvimento. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Prestar assistência e consultoria técnicas, orientando diretamente produtores
sobre produção agropecuária, comercialização e procedimentos de
biosseguridade. Executar projetos agropecuários em suas diversas etapas.
TÉCNICO EM
Planejar atividades agropecuárias. Promover organização, extensão e
AGROPECUÁRIA
capacitação rural. Fiscalizar produção agropecuária. Desenvolver tecnologias
adaptadas à produção agropecuária. Assessorar nas atividades de ensino,
pesquisa e extensão.
Planejar o trabalho de processamento, conservação e controle de qualidade de
insumos para a indústria alimentícia de alimentos e laticínios. Participar de
TÉCNICO EM
pesquisa para melhoria, adequação e desenvolvimento de novos produtos e
ALIMENTOS E
processos, sob supervisão. Supervisionam processos de produção e do controle
LATICÍNIOS
de qualidade nas etapas de produção Assessorar nas atividades de ensino,
pesquisa e extensão.
Coordenar as atividades de ensino, planejamento, orientação, supervisionando
TECNICO EM
e avaliando estas atividades, para assegurar a regularidade do desenvolvimento
ASSUNTOS
do processo educativo. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e
EDUCACIONAIS
extensão.
Montar e projetar filmes cinematográficos, manejar equipamentos audiovisuais
utilizando nas diversas atividades didáticas, pesquisa e extensão, bem como
TECNICO EM
operar equipamentos eletrônicos para gravação em fita ou fios magnéticos,
AUDIOVISUAL
filmes ou discos virgens. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e
extensão.
TECNICO EM Identificar documentos e informações, atender à fiscalização e proceder à
CONTABILIDADE consultoria. Executar a contabilidade geral, operacionalizar a contabilidade de

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DENOMINAÇÃO
DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO
DO CARGO
custos e efetuar contabilidade gerencial. Realizar controle patrimonial.
Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.
TECNICO EM Executar serviços de secretaria e escritório com a finalidade de assegurar e
SECRETARIADO agilizar o fluxo dos trabalhos administrativos junto à chefia da unidade.
Exercer vigilância nas entidades, rondando suas dependências e observando a
VIGILANTE entrada e saída de pessoas ou bens, para evitar roubos, atos de violência e outras
infrações à ordem e à segurança.

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8. ANÁLISE AMBIENTAL

A análise ambiental determina se a função exercida pelos funcionários do Campus


São Cristóvão do IFS está sujeita a riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e
acidentes / mecânicos, como também, a existência de ambientes / funções periculosas.
Deverá ser identificado, para cada risco, se a análise foi quantitativa ou qualitativa, a
metodologia utilizada para realizar a avaliação e indicar a marca e o modelo do aparelho
usado na medição.

8.1. Metodologia de Avaliação

Este Laudo de Avaliação Ambiental baseou-se nas avaliações qualitativas e


quantitativas (estresse térmico) dos agentes ambientais presente no Campus do Instituto
Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe situado no município de São
Cristóvão.
Através de inspeção “in loco” e descrição das atividades relacionadas em cada local
de trabalho foi realizado o levantamento dos agentes ambientais do qual foi relatado as
informações para caracterização das condições salubres ou insalubres presente neste campus.
A metodologia usada na definição dos ambientes insalubres e periculosos para a
saúde do trabalhador serão divididas por setor de trabalho, agentes nocivos, grau de risco e
tempo de exposição no ambiente de trabalho agressivo. Os riscos ergonômicos e de acidentes
foram discutidos no item 9 que aborda sobre as medidas gerais que deverão ser adotadas
para correção dos ambientes sujeita a essas condições. O item 11 mostra o quadro resumo
dos adicionais de insalubridade e periculosidade concedidos.

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9. MEDIDAS GERAIS QUE DEVERÃO SER ADOTADAS

 Realizar o monitoramento da saúde dos servidores, em função da NR 9 (Programa


de Prevenção de Risco Ambientais - PPRA), através dos exames médicos determinados pela
NR 7 (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO);
 Realizar treinamento de uso, conservação, responsabilidade, etc. quanto aos EPI;
 Fiscalizar o uso correto do EPI (NR 6);
 Elaborar projeto de proteção contra incêndio, em conformidade com a NR 23
(Proteção contra incêndio), para aquisição de extintores adequados a cada ambiente,
inclusive de treinamento para situações de emergências;
 Todos os EPI e EPC deverão atender às exigências legais, especificamente com
relação às Normas Regulamentadoras 6 e 23;
 As rotas de fuga e as saídas de emergência devem ser sinalizadas com informações
visuais e sonoras;
 Em saídas de emergência devem ser instalados alarmes sonoros e visuais;
 Aplicar à faixa de sinalização visual dos degraus e implantar corrimãos em ambos os
lados das escadas;
 Implantar sinalização tátil direcional no piso e corrimãos, de acordo com a NBR 9050;
 Implantar planos e mapas táteis, de acordo com o item 5.11 da NBR 9050;
 Providenciar caixa de primeiros socorros ou kit de emergência nos setores em que
foram verificadas condições insalubres e/ou periculosas;
 Instalação imediata de Equipamentos de Proteção Coletiva - EPC (como exemplos,
capelas de agentes químicos, capelas de fluxo laminar, extintores, chuveiros de emergência
e exaustores), rota de fuga e o uso adequado dos Equipamentos de Proteção individual – EPI.
 Contemplar ações preventivas para LER/DORT, exercícios laborais, pausas no
trabalho e móveis ergonômicos adequados no contexto de proporcionar um máximo de
conforto, segurança e desempenho eficiente fundamentado na Norma Regulamentadora n°17
Ergonomia.
 Providenciar a implantação da ginástica laboral a todos os colaboradores do Campus;

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 Deverá ser realizado um programa de gerenciamento dos resíduos (PGR) com o


intuito de evitar contaminação do meio ambiente, através de métodos adequados de descarte
dos mesmos;
 Aumentar e distribuir em todo o campus coletor seletivo para acondicionamento do
lixo de acordo com a sua classificação;
 Eliminar as infiltrações e mofo;
 Confeccionar os mapas de riscos de cada um dos setores do IFS São Cristóvão;
 Em casos de acidentes com animais peçonhentos, após os procedimentos de
primeiros socorros, o trabalhador acidentado deve ser encaminhado imediatamente à unidade
de saúde mais próxima do local.
 Deverá ser feita uma limpeza periódica dos componentes do sistema de climatização
de forma a evitar a difusão ou multiplicação de agentes nocivos à saúde humana, assim como
a verificação periódica das condições físicas dos filtros mantendo-os em condições de
operação e substituindo-os quando necessário;
 Execução de dreno simples com tubo poroso de PVC, lastro de brita, manta geotêxtil
e camada selante, ao redor de todo o prédio da informática, para captação e direcionamento
das águas da camada superficial de solo.
 Criar um procedimento sistemático de forma que as atividades externas ocorram,
preferencialmente, nas primeiras horas da manhã ou no final da tarde, ou seja, até as 10 (dez)
horas ou após as 15 (quinze) horas;
 Quando ocorrer atividades externas, fornecer protetor solar, chapéu ou boné
legionário e botas dimensionados e especificados de forma a garantir a proteção dos
servidores e que os mesmos estejam em conformidade com a NR 6.

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10. AVALIAÇÃO EM CADA AMBIENTE DE ACORDO COM O GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO (GHE)

MEIO DE INSAL./
CAUSA INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de
exposição a
agentes físicos.
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
10.1. Guarita Principal e demais áreas

Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição


ausência de
exposição a
Guarita Principal e demais áreas

agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
Vigilantes

B ausência de - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição


1

exposição a
agentes
biológicos.
Na inspeção dos locais de
trabalho foi detectada a
Segurança
exposição ao referido
patrimonial e/ou
agente na condição
pessoal na
prevista pelo Anexo 3 da
preservação do
Através da Norma Regulamentadora
patrimônio em Avaliação NR 16 – Anexo
M/A Roubo, violência própria N.A. N.A. X 10% n°16 da Portaria 3.214 de 8
estabelecimento Qualitativa 3
atividade. de junho de 1978.
público e da
OBS: No caso do
incolumidade
adicional de
física de
periculosidade não existe
pessoas
padrões de frequência, de
modo que a permanência

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ou habitualidade não é
relevante para a
caracterização do perigo
de vida, a exposição por
si só já lhe garante a
percepção do referido
adicional, cabendo
apenas ao profissional
demonstrar que está
laborando nessa
condição.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 1. Área da Guarita Principal

 Providenciar 1 (um) suporte para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador;
 Providenciar 1 (uma) cadeira com altura regulável, estofada, giratória, com cinco pés e braços, permitindo apoiar a região lombar;
 Providenciar a pintura em vermelho (1m x 1m) na parede ou no piso para localização do extintor presente dentro do setor;
 Providenciar placa indicativa (CO2) para sinalização do extintor presente dentro do setor;
 Providenciar a manutenção de 2° e 3° nível do extintor presente dentro do setor;
 Providenciar suporte para o extintor presente dentro do setor;

Fonte: O autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N –
Não | I – Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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MEIO DE INSAL./
CAUSA INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Professor do ensino básico, técnico e
10.2. Sala de Aula - Jardinagem

a agentes físicos.
Sala de Aula - Jardinagem

Nas inspeções
realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
tecnológico

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
2

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 2. Área da Sala de Aula - Jardinagem

 Providenciar 1 (uma) cadeira com altura regulável, estofada, giratória, com cinco pés e braços, permitindo apoiar a região lombar.
 Providenciar limpeza diária da sala de aula para retirada da poeira acumulada;
 Providenciar a retirada das enxadas penduradas na tesoura do telhado;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
10.3. Coordenadoria de Mecanização (CMECA)

realizadas constatou-se
Coordenadoria de Mecanização (CMECA)

F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição


ausência de exposição
Operador de Máquinas Agrícolas

a agentes físicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
3

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 3. Área da Coordenadoria de Mecanização Agrícola

 Providenciar a disponibilização de um ventilador, com o intuito de melhorar o conforto térmico dos colaboradores.
 Providenciar 1 (um) suporte para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador;
 Providenciar 1 (uma) cadeira com altura regulável, estofada, giratória, com cinco pés e braços, permitindo apoiar a região lombar.
 Providenciar 1 (um) suporte ergonômico para monitor com altura ajustável, para que a parte superior da tela fique na mesma altura dos olhos;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
10.4. Coordenadoria de Transporte (CTRANSM)

Nas inspeções
Coordenadoria de Transporte (CTRANSM)

realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes físicos.
Marceneiro / Auxiliar Rural

Nas inspeções
realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
periculosos.
4

MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO


Figura 4. Área da Coordenadoria de Transporte
(CTRANSM)

 Providenciar 2 (dois) suportes ergonômicos para monitor com altura ajustável, para que a parte superior da tela fique na mesma altura dos olhos;
 Providenciar 2 (dois) suportes para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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MEIO DE INSAL./
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GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Na inspeção dos locais de
trabalho foi detectada a
exposição ao referido
agente na condição
prevista pelo Anexo 1 e 2
Ruído do
Operador de Máquinas Agrícolas / Professor do ensino básico, técnico e tecnológico

NR 15 – Anexos da Norma
F Ruído motor dos Através do ar - 85dB - X -
1e2 Regulamentadora n°15
tratores.
da Portaria 3.214 de 8 de
junho de 1978.
OBS: Necessidade da
avaliação quantitativa
do agente.
10.5. Sala de Aula – Mecanização Agrícola

Na inspeção do local de
Sala de Aula – Mecanização Agrícola

trabalho foi detectada a


exposição ao referido
agente na condição
prevista pelo Anexo 13
Manipulação da Norma
de óleo Regulamentadora n°15
mineral Avaliação NR 15 – Anexo 20% da Portaria 3.214 de 8 de
5

Q Óleo Mineral Contato N.A. N.A. X


durante a Qualitativa 13 (Máximo) junho de 1978.
manutenção OBS: O Adicional de
dos tratores. Insalubridade somente
deverá ser concedido
quando houver
exposição habitual ou
permanente ao agente
em questão.
Na inspeção do local de
trabalho NÃO foi
detectada a exposição ao
Inseticidas, referido agente na
formicidas, Aplicação via condição prevista pelo
Contato e Avaliação NR 15 – Anexo
Q herbicidas, implementos N.A. N.A. X N.A. Anexo 13 da Norma
inalação Qualitativa 13
acaricidas e agrícolas. Regulamentadora n°15
fertilizantes. da Portaria 3.214 de 8 de
junho de 1978.
OBS: Tais produtos
aplicados não se

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enquadram no grupo
químico dos defensivos
organofosforados,
organoclorados (DDT,
DDD e BHC) e
defensivos derivados do
ácido carbônico.
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
B ausência de - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
exposição a
agentes
biológicos.
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
ausência de
M/A - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
exposição a
agentes
considerados
periculosos.

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MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO


 Providenciar sistema de ventilação adequada, com o intuito de melhorar o conforto térmico dos discentes e docentes.
 Criar um procedimento sistemático de forma que as atividades externas ocorram, preferencialmente, nas primeiras horas da manhã ou no final da tarde,
ou seja, até às 10 (dez) horas ou após as 15 (quinze) horas;
 Providenciar 1 (uma) cadeira com altura regulável, estofada, giratória, com cinco pés e braços, permitindo apoiar a região lombar.
 Realizar, periodicamente, exames de saúde, dos servidores deste Grupo Homogêneo de Exposição, para acompanhamento e avaliação das condições da
saúde física e psicológica.
 Realizar, periodicamente, manutenção preventiva nos tratores;
 Providenciar limpeza diária da sala de aula para retirada da poeira acumulada;
 Providenciar a pintura em vermelho (1m x 1m) na parede ou no piso para localização do extintor presente ao lado da sala de aula;
 Providenciar placa indicativa (PQS) para sinalização do extintor presente ao lado da sala de aula;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de boné árabe para proteção do crânio e pescoço contra riscos de
origem térmica;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de óculos para proteção dos olhos contra impactos de partículas Figura 5. Área da Sala de Aula – Mecanização Agrícola
volantes;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de protetor auditivo circum-auricular para proteção do sistema auditivo
contra níveis de pressão sonora superiores ao estabelecido na NR-15, Anexos n.º 1 e 2;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de máscaras respirador purificador de ar não motorizado: peça
semifacial filtrante (PFF2) com válvula para proteção das vias respiratórias contra poeiras e névoas;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de máscaras respirador purificador de ar não motorizado: peça
semifacial com filtros químicos e ou combinados para proteção das vias respiratórias contra gases e vapores e ou material particulado.
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de camisa e calça confeccionado em brim para proteção do tronco e
membros superiores e inferiores contra agentes físicos e químicos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de vestimenta de segurança para aplicação de Defensivos agrícolas
para proteção de todo o corpo contra agentes químicos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de cinta ergonômica abdominal com suspensório para proteção da
região lombar contra a exigência de esforço físico intenso;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de avental de PVC para proteção do tronco contra riscos de origem Fonte: O Autor.
química;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de luvas de algodão (malha) pigmentada tricotada para proteção das
mãos contra agentes abrasivos e escoriantes;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de luvas de neoprene para proteção das mãos contra agentes químicos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de luvas de PVC cano longo para proteção das mãos e antebraço contra
agentes químicos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de perneira para proteção da perna contra agentes cortantes e
perfurantes;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de calçado de PVC para proteção dos pés contra agentes cortantes e
perfurantes;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de creme protetor de segurança para proteção dos membros superiores
contra agentes químicos;

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 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de protetor solar para proteção da pele contra riscos de origem térmica;
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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MEIO DE INSAL./
CAUSA INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de
exposição a agentes
físicos.
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de
exposição a agentes
químicos.
Nas inspeções
10.6. Almoxarifado

realizadas
Não informado
Almoxarifado

constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de
6

exposição a agentes
biológicos.
Na inspeção do local de
trabalho NÃO foi
detectada a exposição ao
referido agente na
condição prevista pelo
Utilização
Anexo 2 da Norma
de Gás
Gás Liquefeito de Avaliação Regulamentadora n°16
M/A Liquefeito Contato N.A. N.A. X NR 16 – Anexo 2 N.A.
Petróleo (GLP) Qualitativa da Portaria 3.214 de 8 de
de Petróleo
junho de 1978.
(GLP)
OBS: No laboratório
não há o
armazenamento de gás
liquefeito, mas sim a
sua utilização.

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MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO


Figura 6. Área do Almoxarifado

 A utilização de recipientes com capacidade igual ou inferior a 13 kg de GLP é vedada no interior das edificações, exceto para uso doméstico.
 Para locais que armazenem, para consumo próprio, cinco ou menos recipientes transportáveis, com massa líquida de até 13 kg de GLP, cheios,
parcialmente cheios ou vazios, devem possuir ventilação natural, protegidos do sol, da chuva e da umidade e estar afastado de outros produtos inflamáveis,
de fontes de calor e faíscas;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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CAUSA INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Professor do ensino básico, técnico e

a agentes físicos.
10.7. Sala de Aula - Topografia
Sala de Aula - Topografia

Nas inspeções
realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
tecnológico

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
7

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 7. Área da Sala de Aula - Topografia

 Providenciar 1 (uma) cadeira com altura regulável, estofada, giratória, com cinco pés e braços, permitindo apoiar a região lombar.
 Providenciar limpeza diária da sala de aula para retirada da poeira acumulada;
 Providenciar a instalação de ventilador, com o intuito de melhorar o conforto térmico dos colaboradores.
 Criar um procedimento sistemático de forma que as atividades externas ocorram, preferencialmente, nas primeiras horas da manhã ou no final da tarde,
ou seja, até as 10 (dez) horas ou após as 15 (quinze) horas;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de
exposição a
agentes físicos.
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de
exposição a
agentes químicos.
Na inspeção dos locais de
10.8. Hidráulica e Elétrica

trabalho foi detectada a


Auxiliar de Eletricista
Hidráulica e Elétrica

exposição ao referido
agente na condição prevista
pelo Anexo 14 da Norma
Trabalho em Regulamentadora n°15 da
8

Redes de esgoto e redes de Avaliação NR 15 – Anexo 20% Portaria 3.214 de 8 de


B Contato N.A. N.A. X
fossas esgoto e Qualitativa 14 (Máximo) junho de 1978.
fossas OBS: O Adicional de
Insalubridade somente
deverá ser concedido
quando houver exposição
permanente ao agente em
questão.
Atividades ou
Na inspeção dos locais de
operações em
trabalho foi detectada a
instalações ou
exposição ao referido
Choque elétrico equipamentos Através da
Avaliação NR 16 – Anexo agente na condição prevista
M/A em alta e baixa elétricos própria N.A. N.A. X 10%
Qualitativa 3 pelo Anexo 3 da Norma
tensão energizados atividade.
Regulamentadora n°16 da
em baixa
Portaria 3.214 de 8 de
tensão no
junho de 1978.
sistema

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elétrico de OBS: No caso do


consumo – adicional de
SEC e periculosidade não existe
manobras em padrões de frequência, de
subestação modo que a permanência
ou habitualidade não é
relevante para a
caracterização do perigo
de vida, a exposição por si
só já lhe garante a
percepção do referido
adicional, cabendo apenas
ao profissional
demonstrar que está
laborando nessa condição.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
 O Campus deve propiciar condições adequadas para cuidados rigorosos com a higiene pessoal, incluindo banho ao término da atividade, fornecimento de
uniformes para troca diária, com higienização a cargo do servidor, além da disponibilização de vestiários dotados de armários individuais de
compartimento duplo, com sistemas isolados para recepção da roupa suja e uso de roupas limpas, como preceitua a NR 24 (Condições sanitárias e de
conforto nos locais de trabalho);
 Elaborar protocolo de imunização, com prévia avaliação sorológica dos servidores com possibilidade de exposição aos vírus das hepatites, ou outras Figura 8. Área administrativa do setor Hidráulica e Elétrica
doenças passiveis de proteção por meio de vacinação, aprovada pela autoridade competente;
 Promover adequado acompanhamento médico, incluindo a realização de exames parasitológicos e microbiológicos de fezes, sorologia para leptospirose
e hepatites por ocasião das avaliações médicas, conforme o PCMSO da NR 7.
 Providenciar álcool em gel 70% para proteção das mãos contra agentes biológicos;
 Providenciar 1 (um) suporte ergonômico para monitor com altura ajustável, para que a parte superior da tela fique na mesma altura dos olhos;
 Providenciar 1 (um) suporte para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador;
 Providenciar treinamento quanto à NR-10;
 Providenciar a contratação de um técnico de eletricidade para auxiliar os colaboradores nos serviços;
 Devem ser utilizadas medidas de proteção coletiva, nos quais compreendem, prioritariamente, a desenergização elétrica e, na sua impossibilidade, o
emprego de tensão de segurança;
 Na impossibilidade de implementação das medidas acima, devem ser utilizadas outros procedimentos de proteção coletiva, tais como: sistema de
seccionamento automático de alimentação, bloqueio do religamento automático.
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de óculos para proteção dos olhos contra agentes biológicos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de máscaras respirador purificador de ar não motorizado: peça Fonte: O autor.
semifacial filtrante (PFF2) com válvula para proteção das vias respiratórias contra poeiras e névoas;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de macacão saneamento com touca, botas e luvas acopladas para
proteção do tronco e membros superiores e inferiores contra agentes biológicos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de capacete para proteção contra impactos de objetos;

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 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de uniforme completo de tecido contra arco voltaico para proteção de
todo o corpo contra choques elétricos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de cinturões de segurança COM TALABARTE para proteção do
usuário contra riscos de queda em trabalhos em altura;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de cinta ergonômica abdominal para proteção da região lombar contra
esforço físico intenso;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de luvas de algodão (malha) pigmentada para proteção das mãos contra
agentes escoriantes e abrasivos.
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de luvas para proteção das mãos contra choques elétricos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de luvas de cobertura para proteção da luva isolante de borracha contra
choques elétricos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de calçado para proteção dos pés contra choques elétricos;
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes físicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
Setor desativado
10.9. Tornearia

ausência de exposição
Tornearia

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
9

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 9. Área da Tornearia

 Providenciar a eliminação dos cupins presente nas paredes e teto;


 Providenciar a limpeza diária do setor;
 Diante da situação, com o objetivo de evitar acidentes, garantindo a integridade física dos usuários do prédio, bem como, evitar a propagação dos danos
a outras partes da edificação, deve-se manter a interdição do local devido à estrutura da mesma ser insuficiente e precária, tendo sua funcionalidade
comprometida;
 Providenciar a desmontagem do telhado e a estrutura de madeira; demolir as paredes e pisos danificados, remover o entulho; reconstruir as paredes;
recompor a cobertura; regularizar e compactar o aterro de base do piso; construir nova camada impermeabilizadora; executar piso em alta resistência.

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Na inspeção dos locais de
trabalho foi detectada a
exposição ao referido
agente na condição
prevista pelo Anexo 1 e 2
Ruído de
NR 15 – Anexos da Norma
Colaboradores de empresas terceirizadas

F Ruído serra Através do ar - 85dB - X -


1e2 Regulamentadora n°15
circular
da Portaria 3.214 de 8 de
junho de 1978.
OBS: Necessidade da
10.10. Carpintaria

avaliação quantitativa
Carpintaria

do agente.
Nas inspeções
10

realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
periculosos.

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MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO


 Diante da situação, com o objetivo de evitar acidentes, garantindo a integridade física dos usuários do prédio, bem como, evitar a propagação dos danos
a outras partes da edificação, recomendo a interdição do local devido à estrutura da mesma ser insuficiente e precária, tendo sua funcionalidade
comprometida;
 Providenciar a desmontagem do telhado e a estrutura de madeira; demolir as paredes e pisos danificados, remover o entulho; reconstruir as paredes;
recompor a cobertura; regularizar e compactar o aterro de base do piso; construir nova camada impermeabilizadora; executar piso em alta resistência.
 Providenciar sistema de ventilação adequada, com o intuito de melhorar o conforto térmico dos colaboradores.
 Providenciar a limpeza diária da Carpintaria.
 Providenciar a eliminação dos cupins presente nas paredes e teto;
 A mesa da serra circular deve ser dotado de coletor de serragem.
 As lâmpadas de iluminação da carpintaria devem estar protegidas contra impactos provenientes da projeção de partículas.
 Devido ser antiga, providenciar a troca de toda a instalação elétrica do setor;
 Os componentes das instalações elétricas devem ser protegidos por material isolante; Figura 10. Área da Carpintaria
 Providenciar extintor contra incêndio (Água – Classe A) localizado dentro do setor;
 Providenciar a pintura em vermelho (1m x 1m) na parede ou no piso para localização do extintor;
 A serra circular deve ser dotado de mesa estável, com fechamento de suas faces inferiores, anterior e posterior, construída em madeira resistente e de
primeira qualidade; ter a carcaça do motor aterrada eletricamente; o disco deve ser mantido afiado e travado, devendo ser substituído quando apresentar
trincas, dentes quebrados ou empenamentos; as transmissões de força mecânica devem estar protegidas obrigatoriamente por anteparos fixos e resistentes,
não podendo ser removidos; ser provida de coifa protetora do disco e cutelo divisor, com identificação do fabricante e ainda coletor de serragem.
 Nas operações de corte de madeira, deve ser utilizado dispositivo empurrador e guia de alinhamento;
 Providenciar a colocação de um kit de primeiros socorros dentro do laboratório;
 Providenciar o reparo de piso a fim de evitar quedas;
 Providenciar a substituição das lâmpadas incandescentes por fluorescentes, para que a iluminação geral possa ser uniformemente distribuída e difusa,
evitando assim ofuscamento, reflexos incômodos, sombras e contrastes excessivos.
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de óculos para proteção dos olhos contra impactos de partículas
volantes;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de protetor auditivo circum-auricular para proteção do sistema auditivo Fonte: O Autor.
contra níveis de pressão sonora superiores ao estabelecido na NR-15, Anexos n.º 1 e 2;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de máscaras respirador purificador de ar não motorizado: peça
semifacial filtrante (PFF2) com válvula para proteção das vias respiratórias contra poeiras e névoas;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de protetor facial para proteção da face contra impactos de partículas
volantes;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de macacão para proteção do tronco e membros superiores e inferiores
contra agentes químicos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de avental de raspa de couro para proteção do tronco contra riscos de
origem mecânica;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de manga de raspa de couro para proteção do braço e do antebraço
contra agentes abrasivos e escoriantes;

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 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de luvas de raspa de couro para proteção das mãos contra agentes
abrasivos e escoriantes;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de calçado para proteção dos pés contra agentes cortantes e perfurantes;
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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MEIO DE TÉCNICA INSAL./


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SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT UTILIZA- PERIC.


FONTE CONC. MENTO % TÉCNICO
ÇÃO DA S N I
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de
exposição a
agentes físicos.
Colaboradores de empresas terceirizadas

As bombonas estavam
Armazenamento
Hipoclorito de Contato e todas lacradas e a
10.11. Materiais de Construção

Q de Hipoclorito - - - X N.A. N.A.


Sódio inalação embalagem é de material
Materiais de Construção

de Sódio
não transparente.
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
11

B ausência de - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição


exposição a
agentes
biológicos.
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
ausência de
M/A - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
exposição a
agentes
considerados
periculosos.

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MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO


 Realizar exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores, coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de
trabalho. Figura 11. Área do setor Materiais de Construção
 Na movimentação de pesos, dobrar os joelhos ao invés da coluna, sempre respeitando o limite individual de esforço físico;
 Treinamento periódico sobre as maneiras e procedimentos corretos de levantamento e transporte manual de cargas;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de óculos de segurança em policarbonato, lente incolor, resistente a
impactos, antirrisco e antiembaçante para proteção dos olhos contra impactos de partículas volantes;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de máscaras respirador purificador de ar não motorizado: peça
semifacial filtrante (PFF1) para proteção das vias respiratórias contra poeiras e névoas;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de macacão confeccionado em brim para proteção do tronco e
membros superiores e inferiores contra agentes químicos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de cinta ergonômica para proteção da região lombar durante o
levantamento manual de cargas;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de luvas de algodão (malha) pigmentada tricotada com (4 fios) para
proteção das mãos contra agentes escoriantes;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de calçado com biqueira composite para proteção dos pés contra Fonte: O Autor.
impactos de quedas de objetos sobre os artelhos;
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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MEIO DE INSAL./
CAUSA INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
10.12. Complementos Agrícolas

a agentes físicos.
Nas inspeções
Complementos Agrícolas

realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
Não Informado

ausência de exposição
a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
periculosos.
12

MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO


Figura 12. Área onde estão localizados os Complementos
Agrícolas

 Providenciar a eliminação dos cupins presente nas paredes e teto;


 Providenciar o reparo do telhado de fibrocimento;
 Os componentes das instalações elétricas devem ser protegidos por material isolante;
 Devido ser antiga, providenciar a troca de toda a instalação elétrica do setor;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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CAUSA INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes físicos.
Nas inspeções
10.13. Salão de Veículos

realizadas constatou-se
Salão de Veículos

Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição


ausência de exposição
Motorista

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
13

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 13. Área onde estão localizados os veículos

 Providenciar a manutenção preventiva nos automóveis;


 Providenciar a utilização do sistema de revezamento de motoristas;
 Realizar, periodicamente, exames de saúde, dos servidores deste Grupo Homogêneo de Exposição, para acompanhamento e avaliação das condições da
saúde física e psicológica.
 Providenciar extintor contra incêndio (PQS – Classe A/B/C) localizado dentro do setor;
 Providenciar a pintura em vermelho (1m x 1m) na parede ou no piso para localização do extintor;
 Os componentes das instalações elétricas devem ser protegidos por material isolante;
 Devido ser antiga, providenciar a troca de toda a instalação elétrica do setor;
 Providenciar a eliminação dos cupins presente nas paredes e teto;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE CAUSA FONTE PROPAGA- LT PERIC.


CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
F ausência de - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
exposição a
Operador de Máquinas Agrícolas / Colaboradores de empresas terceirizadas

agentes
físicos.
Na inspeção do local de
trabalho foi detectada a
exposição ao referido
agente na condição
prevista pelo Anexo 13
da Norma
Manipulação de
Regulamentadora n°15
óleo mineral
Avaliação NR 15 – Anexo 20% da Portaria 3.214 de 8 de
Q Óleo Mineral durante o Contato N.A. N.A. X
10.14.Lubrificantes

Qualitativa 13 (Máximo) junho de 1978.


abastecimento dos
Lubrificantes

OBS: O Adicional de
tratores.
Insalubridade somente
14

deverá ser concedido


quando houver
exposição habitual ou
permanente ao agente
em questão.
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
B ausência de - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
exposição a
agentes
biológicos.
Na inspeção do local de
trabalho NÃO foi
Abastecimento de
Inflamáveis Contato e Avaliação NR 16 – Anexo detectada a exposição ao
M/A inflamáveis N.A. N.A. X N.A.
Líquidos Inalação Qualitativa 2 referido agente na
líquidos.
condição prevista pelo
Anexo 2 da Norma

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Regulamentadora n°16
da Portaria 3.214 de 8 de
junho de 1978.
OBS: A operação de
abastecimento não é
realizada em postos de
serviço nem em bombas
de abastecimento.
Na inspeção do local de
trabalho NÃO foi
detectada a exposição ao
referido agente na
condição prevista pelo
Anexo 2 da Norma
Regulamentadora n°16
da Portaria 3.214 de 8 de
junho de 1978.
OBS: De acordo com o
Armazenamento item 4.1 do anexo 2 da
Inflamáveis Contato e Avaliação NR 16 – Anexo
M/A de inflamáveis N.A. N.A. X N.A. NR16, não geram
Líquidos Inalação Qualitativa 2
líquidos. direito ao adicional a
armazenagem de
líquidos inflamáveis em
embalagens
certificadas, simples,
compostas ou
combinadas,
independentemente do
número total de
embalagens
armazenadas.

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MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO


 Os componentes das instalações elétricas devem ser protegidos por material isolante;
 Devido ser antiga, providenciar a troca de toda a instalação elétrica do setor; Figura 14. Área onde é realizado o abastecimento dos
 Providenciar limpeza diária da sala para retirada das substâncias acumuladas; tratores
 Providenciar a pintura em vermelho (1m x 1m) na parede ou no piso para localização do extintor;
 Desligar a viatura durante o abastecimento;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de óculos para proteção dos olhos contra respingos de produtos
químicos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de máscaras respirador purificador de ar não motorizado: peça
semifacial filtrante (PFF2) com válvula para proteção das vias respiratórias contra poeiras e névoas.
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de macacão para proteção do tronco e membros superiores e inferiores
contra agentes químicos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de avental de PVC para proteção do tronco contra riscos de origem
química;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de luvas nitrílicas de cano longo para proteção das mãos contra agentes
químicos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de calçado de PVC para proteção dos pés contra agentes químicos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de creme protetor de segurança para proteção dos membros Fonte: O Autor.
superiores contra agentes químicos.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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MEIO DE INSAL./
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GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
10.15. Didática II - Laboratório de Informática I
/ Laboratório de Informática II / Laboratório de
Informática III / Laboratório de Informática IV

realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Professor do ensino básico, técnico e

a agentes físicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
tecnológico
Didática II

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
15

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 15. Área da Didática II - Laboratório de Informática I

 Sem informações;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas constatou-se
10.16. Didática II - Laboratório de Línguas

F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição


ausência de exposição
Professor do ensino básico, técnico e

a agentes físicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
tecnológico
Didática II

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
16

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 16. Área da Didática II - Laboratório de Línguas

 Providenciar 2 (dois) suportes para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador;
 Providenciar 1 (um) suporte ergonômico para monitor com altura ajustável, para que a parte superior da tela fique na mesma altura dos olhos;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Na inspeção dos
relacionadas à tecnologia da informação em laboratórios, áreas administrativas e salas
10.17. Didática II - Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI), atividades

locais de trabalho foi


Analista de Tecnologia da Informação / Técnico de Tecnologia da Informação /

detectada a exposição
ao referido agente na
condição prevista
Ruído dos
pelo Anexo 1 da
racks de
Norma
servidores, NR 15 – Anexo
F Ruído Através do ar - 85 dB - X - Regulamentadora
racks de rede, 1
n°15 da Portaria
switch e
3.214 de 8 de junho
roteadores.
de 1978.
de aula de todo o campus.

Técnico de Laboratório

OBS: Necessidade
da avaliação
quantitativa do
Didática II

agente.
17

Na inspeção dos
locais de trabalho foi
detectada a exposição
ao referido agente na
condição prevista
pelo Anexo 11 da
Álcool Propagação
Limpeza de Norma
Isopropílico pelo ar e NR 15 – Anexo
Q componentes - 310 ppm - X - Regulamentadora
(Iso- contato com a 11
eletrônicos n°15 da Portaria
propanol) pele
3.214 de 8 de junho
de 1978.
OBS: Necessidade
da avaliação
quantitativa do
agente.

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Nas inspeções
realizadas
constatou-se
B ausência de - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
exposição a
agentes
biológicos.
Na inspeção dos
locais de trabalho
NÃO foi detectada a
exposição ao referido
agente na condição
prevista pelo Anexo 4
da Norma
Regulamentadora
n°16 da Portaria
3.214 de 8 de junho
Através da de 1978.
Atividades ou
manipulação e OBS 1: De acordo
operações em
manutenção dos com o anexo 4 da
equipamentos
racks de NR-16, em seu item
eletrônicos
servidores, 1, letra c, têm direito
Choque energizados
racks de rede, Avaliação NR 16 – Anexo ao adicional de
M/A elétrico em em baixa N.A. N.A. X N.A.
switch, Qualitativa 4 periculosidade os
baixa tensão tensão no
roteador, colaboradores que
sistema
nobreaks, realizam atividades
elétrico de
computadores, ou operações em
consumo –
impressoras e instalações ou
SEC
monitores. equipamentos
elétricos energizados
em baixa tensão no
sistema elétrico de
consumo - SEC,
porém, os
equipamentos
utilizados nos
diversos setores são
considerados
eletrônicos

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energizados em
baixa tensão no
SEC.
OBS 2: De acordo
com o anexo 4 da
NR-16, são
consideradas áreas
de risco onde são
realizadas as
atividades de
inspeção, testes,
ensaios, calibração,
medição e reparos
em equipamentos e
materiais elétricos,
eletrônicos,
eletromecânicos e de
segurança
individual e coletiva
em sistemas elétricos
de potência (SEP) de
alta e baixa tensão,
porém, as atividades
nos diversos setores
são realizadas no
sistema elétrico de
consumo (SEC).

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MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO


Figura 17. Área administrativa da Didática II -
 Providenciar a pintura em vermelho (1m x 1m) na parede ou no piso para localização do extintor; Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI)
 Providenciar extintor contra incêndio (CO2 – Classe B/C) localizado dentro do setor;
 Providenciar a adequação do sistema elétrico para que em caso de queda de energia, o aparelho de ar condicionado continue refrigerando corretamente os
racks de servidores, racks de rede, switch, roteadores e nobreaks;
 Verificar a estrutura do prédio por conter muitas rachaduras nas paredes e teto;
 Providenciar a eliminação das infiltrações presente nas paredes e teto;
 Providenciar 4 (quatro) suportes para os pés, que se adapta ao comprimento da perna do trabalhador.
 Providenciar 5 (cinco) suportes ergonômicos para monitor com altura ajustável, para que a parte superior da tela fique na mesma altura dos olhos;
 Providenciar o aterramento adequado dos racks de rede e servidores.
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de óculos de proteção ampla visão antirrisco e antiembaçante vedação
contra gases para proteção dos olhos contra respingos de produtos químicos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de máscaras respirador purificador de ar não motorizado: peça semifacial
filtrante (PFF2) com válvula para proteção das vias respiratórias contra poeiras e névoas;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de luvas antiestática para proteção das mãos contra agentes mecânicos;
Fonte: O autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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MEIO DE INSAL./
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GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
10.18. Didática II - Laboratório de Eletrônica

realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Professor do ensino básico, técnico e

a agentes físicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
tecnológico
Didática II

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
18

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 18. Área da Didática II - Laboratório de Eletrônica

 Providenciar 1 (uma) cadeira com altura regulável, estofada, giratória, com cinco pés e braços, permitindo apoiar a região lombar.
 Providenciar o conserto do aparelho de ar condicionado;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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MEIO DE INSAL./
CAUSA INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
10.19. Didática II - Laboratório de Matemática

realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Professor do ensino básico, técnico e

a agentes físicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
tecnológico
Didática II

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
19

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 19. Área da Didática II - Laboratório de Matemática

 Providenciar o conserto do aparelho de ar condicionado;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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MEIO DE INSAL./
CAUSA INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
10.20. Didática II - Laboratório de Manutenção

realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Professor do ensino básico, técnico e

a agentes físicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
tecnológico
Didática II

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
20

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 20. Área da Didática II - Laboratório de Manutenção

 Sem informações;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
Sala de Aula 05 / Sala de Aula 06 / Sala de Aula
Aula 02 / Sala de Aula 03 / Sala de Aula 04 /
10.21. Didática I - Sala de Aula 01 / Sala de

realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Professor do ensino básico, técnico e

a agentes físicos.
Nas inspeções
07 / Sala de Aula 08

realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
tecnológico
Didática I

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
21

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 21. Área da Didática I - Sala de Aula 01

 Providenciar 8 (oito) cadeiras com altura regulável, estofada, giratória, com cinco pés e braços, permitindo apoiar a região lombar.

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
10.22. Didática I - Sala dos Professores

ausência de exposição
Professor do ensino básico, técnico e

a agentes físicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
tecnológico
Didática I

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
22

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 22. Área da Didática I - Sala dos Professores

 Providenciar 4 (quatro) cadeiras com altura regulável, estofada, giratória, com cinco pés e braços, permitindo apoiar a região lombar.
 Providenciar 4 (quatro) suportes ergonômicos para monitor com altura ajustável, para que a parte superior da tela fique na mesma altura dos olhos;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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GHE

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FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
Pedagogo / Assistente Administrativo

ausência de exposição
a agentes físicos.
10.23. Assessoria Pedagógica

Nas inspeções
realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Didática I

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
23

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 23. Área da Assessoria Pedagógica

 Providenciar 3 (três) cadeiras com altura regulável, estofada, giratória, com cinco pés e braços, permitindo apoiar a região lombar;
 Providenciar 3 (três) suportes para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador;
 Providenciar 3 (três) suportes ergonômicos para monitor com altura ajustável, para que a parte superior da tela fique na mesma altura dos olhos;
 Providenciar manutenção e limpeza do forro de PVC;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes físicos.
10.24. Setor de Psicologia

Nas inspeções
realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Didática I

Psicólogo

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
24

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 24. Área do Setor de Psicologia

 Providenciar 1 (uma) cadeira com altura regulável, estofada, giratória, com cinco pés e braços, permitindo apoiar a região lombar;
 Providenciar 1 (um) suporte para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador;
 Providenciar 1 (um) suporte ergonômico para monitor com altura ajustável, para que a parte superior da tela fique na mesma altura dos olhos;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
10.25. Coordenadoria do PROEJA (CPROEJA) /

realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Técnico em Assuntos Educacionais /

a agentes físicos.
Pesquisador Institucional (PI)

Nas inspeções
realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Cozinheiro
Didática I

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
25

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 25. Área da Coordenadoria do PROEJA

 Providenciar 1 (uma) cadeira com altura regulável, estofada, giratória, com cinco pés e braços, permitindo apoiar a região lombar;
 Providenciar 2 (dois) suportes para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador;
 Providenciar 2 (dois) suportes ergonômicos para monitor com altura ajustável, para que a parte superior da tela fique na mesma altura dos olhos;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
10.26. Coordenação do curso de Agropecuária e

Assistente Administrativo / Assistente Social

realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
/ Professor do ensino básico, técnico e

ausência de exposição
a agentes físicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
Assistência Social

Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição


ausência de exposição
tecnológico
Didática I

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
periculosos.
26

MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO


Figura 26. Área da Coordenação do curso de Agropecuária e
Assistência Social

 Providenciar 1 (uma) cadeira com altura regulável, estofada, giratória, com cinco pés e braços, permitindo apoiar a região lombar;
 Providenciar 3 (três) suportes para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador;
 Providenciar 2 (dois) suportes ergonômicos para monitor com altura ajustável, para que a parte superior da tela fique na mesma altura dos olhos;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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GHE

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FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Professor do ensino básico, técnico e
10.27. Gerência de Ensino (GEN)

a agentes físicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
tecnológico
Didática I

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
27

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 27. Área da Gerência de Ensino (GEN)

 Providenciar 1 (uma) cadeira com altura regulável, estofada, giratória, com cinco pés e braços, permitindo apoiar a região lombar;
 Providenciar 1 (um) suporte para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador;
 Providenciar 1 (um) suporte ergonômico para monitor com altura ajustável, para que a parte superior da tela fique na mesma altura dos olhos;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Professor do ensino básico, técnico e
10.28. Diretoria de Ensino (DEN)

a agentes físicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
tecnológico
Didática I

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
28

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 28. Área da Diretoria de Ensino (DEN)

 Providenciar 1 (um) suporte para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador;
 Providenciar 1 (um) suporte ergonômico para monitor com altura ajustável, para que a parte superior da tela fique na mesma altura dos olhos;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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CAUSA INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de
Técnico em Contabilidade / Assistente em Administração / Assistente de Aluno

exposição a
agentes físicos.
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
10.29. Coordenadoria de Registro Escolar (CRE)

ausência de
exposição a
agentes químicos.
Na inspeção do local de
trabalho NÃO foi
Bloco Administrativo

detectada a exposição ao
referido agente na
condição prevista pelo
29

Anexo 14 da Norma
Regulamentadora n°15 da
Portaria 3.214 de 8 de
junho de 1978.
OBS: De acordo com o
Contato com inciso I do parágrafo
Contato e Avaliação NR 15 – Anexo
B Ácaros e fungos documentos, N.A. N.A. X N.A. único do art. 12 da ON
através do ar Qualitativa 14
arquivos. n°4, não geram adicional
o contato com fungos,
ácaros, bactérias e outros
microrganismos
presentes em
documentos, livros,
processos e similares,
carpetes, cortinas e
similares, sistemas de
condicionamento de ar ou
instalações sanitárias.

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Nas inspeções
realizadas
constatou-se
ausência de
M/A - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
exposição a
agentes
considerados
periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 29. Área destinada ao arquivo da Coordenadoria de
 Providenciar 4 (quatro) suportes para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador; Registro Escolar (CRE)
 Providenciar 4 (quatro) suportes ergonômicos para monitor com altura ajustável, para que a parte superior da tela fique na mesma altura dos olhos;
 Providenciar escada apropriada para o alcance dos arquivos localizados na parte superior do armário;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de óculos de proteção ampla visão antirrisco e antiembaçante para
proteção dos olhos contra agentes biológicos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de máscaras respirador purificador de ar não motorizado: peça
semifacial filtrante (PFF2) com válvula para proteção das vias respiratórias contra poeiras e névoas.
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de luva descartável de procedimento (látex), sem talco/pó para proteção
das mãos contra agentes biológicos.
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de álcool em gel 70% para proteção das mãos contra agentes biológicos;
 Providenciar a pintura em vermelho (1m x 1m) na parede ou no piso para localização do extintor presente dentro do setor;
 Providenciar placa indicativa (CO2) para sinalização do extintor presente dentro do setor;
 Providenciar a manutenção de 2° e 3° nível do extintor presente dentro do setor;
Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de
exposição a
agentes físicos.
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
Bibliotecário-Documentalista / Auxiliar de Biblioteca

Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição


ausência de
exposição a
agentes químicos.
Na inspeção do local de
trabalho NÃO foi
Bloco Administrativo

detectada a exposição ao
10.30. Biblioteca

referido agente na
condição prevista pelo
30

Anexo 14 da Norma
Regulamentadora n°15 da
Portaria 3.214 de 8 de
junho de 1978.
OBS: De acordo com o
inciso I do parágrafo
Contato com Contato e Avaliação NR 15 – Anexo
B Ácaros e fungos N.A. N.A. X N.A. único do art. 12 da ON
livros. através do ar Qualitativa 14
n°4, não geram adicional
o contato com fungos,
ácaros, bactérias e outros
microrganismos
presentes em
documentos, livros,
processos e similares,
carpetes, cortinas e
similares, sistemas de
condicionamento de ar ou
instalações sanitárias.

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Nas inspeções
realizadas
constatou-se
ausência de
M/A - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
exposição a
agentes
considerados
periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 30. Área da recepção da Biblioteca
 Providenciar 3 (três) suportes para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador;
 Providenciar 1 (um) suporte ergonômico para monitor com altura ajustável, para que a parte superior da tela fique na mesma altura dos olhos;
 Providenciar 1 (uma) cadeira com altura regulável, estofada, giratória, com cinco pés e braços, permitindo apoiar a região lombar.
 Providenciar a manutenção da porta principal, no qual, a mesma não fecha adequadamente;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de óculos de proteção ampla visão antirrisco e antiembaçante para
proteção dos olhos contra agentes biológicos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de máscaras respirador purificador de ar não motorizado: peça
semifacial filtrante (PFF2) com válvula para proteção das vias respiratórias contra poeiras e névoas.
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de luva descartável de procedimento (látex), sem talco/pó para proteção
das mãos contra agentes biológicos.
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de álcool em gel 70% para proteção das mãos contra agentes biológicos;
Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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MEIO DE INSAL./
CAUSA INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de
exposição a agentes
físicos.
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de
exposição a agentes
químicos.
Na inspeção do local de
trabalho NÃO foi
Bloco Administrativo

10.31. Miniauditório

detectada a exposição ao
Setor Desativado

referido agente na
condição prevista pelo
31

Anexo 14 da Norma
Regulamentadora n°15
da Portaria 3.214 de 8 de
junho de 1978.
OBS: De acordo com o
Contato
inciso I do parágrafo
com Contato e Avaliação NR 15 – Anexo
B Ácaros e fungos N.A. N.A. X N.A. único do art. 12 da ON
arquivos e através do ar Qualitativa 14
n°4, não geram
documentos
adicional o contato com
fungos, ácaros,
bactérias e outros
microrganismos
presentes em
documentos, livros,
processos e similares,
carpetes, cortinas e
similares, sistemas de
condicionamento de ar

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ou instalações
sanitárias.
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
M/A ausência de - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
exposição a agentes
considerados
periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 31. Área do Miniauditório

 Sem informações;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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CAUSA INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
10.32. Coordenadoria de Execução Orçamentária

realizadas constatou-se
Técnico em Contabilidade / Assistente em

F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição


ausência de exposição
a agentes físicos.
Nas inspeções
Bloco Administrativo

e Financeira (CEOF)

realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
Administração

ausência de exposição
a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
periculosos.
32

MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO


Figura 32. Área da Coordenadoria de Execução
Orçamentária e Financeira (CEOF)

 Providenciar 3 (três) suportes para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador;
 Providenciar 3 (três) suportes ergonômicos para monitor com altura ajustável, para que a parte superior da tela fique na mesma altura dos olhos;
 Providenciar a pintura em vermelho (1m x 1m) na parede ou no piso para localização do extintor presente próximo ao setor;
 Providenciar placa indicativa (PQS) para sinalização do extintor presente próximo ao setor;
 Providenciar a desobstrução do extintor presente próximo ao setor;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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CAUSA INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
Contabilidade / Assessor de Conformidade /

realizadas constatou-se
10.33. Diretoria de Administração (DAM)

F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição


ausência de exposição
Diretor Administrativo / Gerente de

a agentes físicos.
Coordenador de Conformidade

Nas inspeções
Bloco Administrativo

realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
33

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 33. Área da Diretoria de Administração (DAM)

 Providenciar 4 (quatro) suportes para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador;
 Providenciar 3 (três) suportes ergonômicos para monitor com altura ajustável, para que a parte superior da tela fique na mesma altura dos olhos;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas constatou-se
10.34. Assessoria de Comunicação Social e

F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição


ausência de exposição
a agentes físicos.
Nas inspeções
Bloco Administrativo

realizadas constatou-se
Eventos (ASCOM)

Produtor Cultural

Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição


ausência de exposição
a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
periculosos.
34

MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO


Figura 34. Área da Assessoria de Comunicação Social e
Eventos (ASCOM)

 Providenciar 1 (um) suporte para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador;
 Providenciar 1 (um) suporte ergonômico para monitor com altura ajustável, para que a parte superior da tela fique na mesma altura dos olhos;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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GHE

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FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
10.35. Gabinete do Diretor (GAB)

a agentes físicos.
Nas inspeções
Técnico em Secretariado
Bloco Administrativo

realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
35

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 35. Área da Gabinete do Diretor (GAB)

 Providenciar 1 (um) suporte para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador;
 Providenciar 1 (um) suporte ergonômico para monitor com altura ajustável, para que a parte superior da tela fique na mesma altura dos olhos;
 Providenciar 1 (uma) cadeira com altura regulável, estofada, giratória, com cinco pés e braços, permitindo apoiar a região lombar.

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Professor do ensino básico, técnico e

a agentes físicos.
10.36. Direção Geral (DG)

Nas inspeções
Bloco Administrativo

realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
tecnológico

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
36

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 36. Área da Direção Geral (DG)

 Providenciar 1 (um) suporte para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador;
 Providenciar 1 (um) suporte ergonômico para monitor com altura ajustável, para que a parte superior da tela fique na mesma altura dos olhos;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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GHE

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FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas constatou-se
Assistente em Administração / Almoxarife
10.37. Almoxarifado / Coordenadoria de

F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição


ausência de exposição
a agentes físicos.
Nas inspeções
Almoxarifado (COAL)
Bloco Administrativo

realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
37

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 37. Área da Coordenadoria de Almoxarifado (COAL)
 Providenciar a pintura em vermelho (1m x 1m) na parede ou no piso para localização do extintor presente dentro do setor;
 Providenciar placa indicativa (PQS) para sinalização do extintor presente dentro do setor;
 Providenciar 3 (três) suportes para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador;
 Providenciar 2 (dois) suportes ergonômicos para monitor com altura ajustável, para que a parte superior da tela fique na mesma altura dos olhos;
 Providenciar 1 (uma) cadeira com altura regulável, estofada, giratória, com cinco pés e braços, permitindo apoiar a região lombar.
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de máscaras respirador purificador de ar não motorizado: peça
semifacial filtrante (PFF1) para proteção das vias respiratórias contra poeiras e névoas;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de luva de algodão (malha) pigmentada tricotada com (4 fios) para
proteção das mãos contra agentes escoriantes;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de cinta ergonômica para proteção das costas durante o levantamento
manual de cargas;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de calçado com biqueira composite para proteção dos pés contra
impactos de quedas de objetos sobre os artelhos;
Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Na inspeção do local de
trabalho foi detectada a
exposição ao referido
agente na condição
prevista pelo Anexo 9 da
Armazenamento
Norma Regulamentadora
de alimentos e
n°15 da Portaria 3.214 de
exposição ao Através do Avaliação 10%
F Frio N.A. N.A. X NR 15 – Anexo 9 8 de junho de 1978.
frio dentro da ambiente Qualitativa (Médio)
OBS: O Adicional de
câmara fria (-
Insalubridade somente
Cozinheiro / Auxiliar de Cozinha / Nutricionista

2,5°C)
10.38. Setor de Congelamento de Alimentos

deverá ser concedido


quando houver
exposição habitual ou
permanente ao agente
Bloco Administrativo

em questão.
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
38

Q ausência de - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição


exposição a
agentes
químicos.
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
B ausência de - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
exposição a
agentes
biológicos.
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
M/A - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de
exposição a
agentes

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considerados
periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 38. Área do Setor de Congelamento de Alimentos
 As câmaras frias devem possuir dispositivo que possibilite abertura das portas pelo interior sem muito esforço, e alarme ou outro sistema de comunicação,
que possa ser acionado pelo interior, em caso de emergência;
 Para a temperatura de -2,5°C verificada na câmara frigorífica, a exposição máxima diária permissível para pessoas adequadamente vestidas para exposição
ao frio é de 6 horas e 40 minutos, alternando-se 1 hora e 40 minutos alternados com 20 minutos de repouso e recuperação térmica fora do ambiente de
trabalho;
 Providenciar a substituição da escada atual por outra com degraus com altura e profundidade maiores;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de calça e japona com capuz embutido para proteção do crânio, pescoço
e membros inferiores contra riscos de origem térmica;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de luvas para baixa temperatura para proteção das mãos contra riscos
de origem térmica;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de bota de borracha (PVC) cano longo cor branca para proteção dos
pés contra agentes térmicos;
Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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GHE

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FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas constatou-se
10.39. Núcleo de Apoio ao Estágio (NAE)

F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição


ausência de exposição
a agentes físicos.
Assistente em Administração

Nas inspeções
Bloco Administrativo

realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
39

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 39. Área do Núcleo de Apoio ao Estágio (NAE)

 Providenciar 3 (três) suportes para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador;
 Providenciar 3 (três) suportes ergonômicos para monitor com altura ajustável, para que a parte superior da tela fique na mesma altura dos olhos;
 Providenciar a pintura em vermelho (1m x 1m) na parede ou no piso para localização do extintor presente dentro do setor;
 Providenciar placa indicativa (PQS) para sinalização do extintor presente dentro do setor;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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CAUSA INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
Coordenadoria de Licitações (COLIC) / Coordenadoria de Compras (CCPR) / Coordenadoria de

realizadas
Arquivista / Assistente de Aluno / Auxiliar em Administração / Assistente em Administração
10.40. Coordenadoria de Protocolo e Arquivo (CPRA) / Gerência Administrativa (GADM) /

constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de
exposição a
agentes físicos.
Nas inspeções
Registro de Preços (CRP) / Coordenadoria de Contratos (COC)

realizadas
constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de
exposição a
agentes químicos.
Na inspeção do local de
trabalho NÃO foi
Bloco Administrativo

detectada a exposição ao
referido agente na
condição prevista pelo
40

Anexo 14 da Norma
Regulamentadora n°15 da
Portaria 3.214 de 8 de
junho de 1978.
OBS: De acordo com o
Contato com inciso I do parágrafo
Contato e Avaliação NR 15 – Anexo
B Ácaros e fungos arquivos e N.A. N.A. X N.A. único do art. 12 da ON
através do ar Qualitativa 14
documentos. n°4, não geram adicional
o contato com fungos,
ácaros, bactérias e outros
microrganismos
presentes em
documentos, livros,
processos e similares,
carpetes, cortinas e
similares, sistemas de
condicionamento de ar ou
instalações sanitárias.

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Nas inspeções
realizadas
constatou-se
ausência de
M/A - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
exposição a
agentes
considerados
periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 40. Área da CPRA, GADM, COLIC, CCPR, CRP e
 Providenciar 10 (dez) suportes para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador; COC
 Providenciar 10 (dez) suportes ergonômicos para monitor com altura ajustável, para que a parte superior da tela fique na mesma altura dos olhos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de toucas descartáveis para proteção da cabeça contra agentes
biológicos para arquivos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de óculos de proteção ampla visão antirrisco e antiembaçante para
proteção dos olhos contra agentes biológicos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de máscaras respirador purificador de ar não motorizado: peça
semifacial filtrante (PFF2) com válvula para proteção das vias respiratórias contra poeiras e névoas.
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de jaleco de tecido feminino, cor branca para proteção do tronco contra
riscos de origem biológica nos arquivos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de luva descartável de procedimento (látex), sem talco/pó para proteção
das mãos contra agentes biológicos.
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de álcool em gel 70% para proteção das mãos contra agentes biológicos;
Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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MEIO DE INSAL./
CAUSA INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
(CAN) / Coordenadoria de Controle e Distribuição
10.41. Coordenadoria de Alimentação e Nutrição

realizadas constatou-se
de Gêneros Alimentícios / Coordenadoria de

F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição


ausência de exposição
a agentes físicos.
Nas inspeções
Nutricionista / Cozinheiro
Obras e Projetos (COP)

realizadas constatou-se
Bloco Administrativo

Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição


ausência de exposição
a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
41

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 41. Área da CAN, CCDGA e COP

 Providenciar 4 (quatro) suportes para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador;
 Providenciar 4 (quatro) suportes ergonômicos para monitor com altura ajustável, para que a parte superior da tela fique na mesma altura dos olhos;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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MEIO DE INSAL./
CAUSA INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas constatou-se
10.42. Coordenadoria de Produção Gráfica

F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição


ausência de exposição
a agentes físicos.
Nas inspeções
Técnico em Audiovisual
Bloco Administrativo

realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes químicos.
(COPG)

Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
periculosos.
42

MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO


Figura 42. Área da Coordenadoria de Produção Gráfica
(COPG)

 Providenciar 2 (dois) suportes para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador;
 Providenciar 2 (dois) suportes ergonômicos para monitor com altura ajustável, para que a parte superior da tela fique na mesma altura dos olhos;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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CAUSA INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes físicos.
Nas inspeções
Colaborador Terceirizado
Bloco Administrativo

realizadas constatou-se
10.43. Lavanderia

Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição


ausência de exposição
a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
periculosos.
43

MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO


 Providenciar o conserto e manutenção dos ventiladores; Figura 43. Área da Lavanderia
 Providenciar a remoção do inflamável gasoso liquefeito da área interna do setor, sendo construído local para armazená-lo fora do mesmo.
 Verificação das condições físicas do botijão e mangueiras.
 Providenciar a construção de um local para estender os lençóis fora do prédio;
 Providenciar o conserto e manutenção das secadoras;
 Providenciar o conserto do vazamento localizado ao lado da pia;
 Providenciar a eliminação das infiltrações presente nas paredes;
 Providenciar o acréscimo de pelo menos mais 2 (duas) secadoras para facilitar e agilizar o serviço;
 Providenciar a alteração do fardamento atual por outro com um tecido menos quente;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de bota de borracha (PVC) cano longo para proteção dos pés e pernas
contra umidade proveniente de operações com uso de água;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de luvas nitrílicas cano longo para proteção contra umidade proveniente
de operações com uso de água;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de avental em PVC para proteção do tronco contra umidade proveniente
de operações com uso de água; Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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CAUSA INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Na inspeção dos locais de
Ruído
trabalho foi detectada a
proveniente da
exposição ao referido
limpeza de
agente na condição
bandejas do
prevista pelo Anexo 1 e 2
refeitório,
NR 15 – Anexo 1 da Norma
F Ruído panelas, Através do ar - 85dB - X -
e2 Regulamentadora n°15
liquidificadores,
da Portaria 3.214 de 8 de
máquina
junho de 1978.
trituradora de
OBS: Necessidade da
legumes,
Cozinheiro / Auxiliar de Cozinha / Nutricionista

avaliação quantitativa
exaustores.
do agente.
A intensidade mensurada
está ABAIXO do Limite
de Tolerância
Bloco Administrativo

Calor estabelecido pela Norma


10.44. Cozinha

proveniente de Através do Regulamentadora n°15


F Calor 27,6°C 31,1°C IBUTG X NR 15 – Anexo 3 N.A.
fornos e fogões ambiente. da Portaria 3.214 de 8 de
44

industriais. junho de 1978.


OBS: Vide cálculo da
Análise de Sobrecarga
Térmica em anexo.
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
Q ausência de - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
exposição a
agentes
químicos.
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
B ausência de - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
exposição a
agentes
biológicos.

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Na inspeção do local de
trabalho NÃO foi
detectada a exposição ao
referido agente na
condição prevista pelo
Gás Utilização de Anexo 2 da Norma
Liquefeito de Gás Liquefeito Avaliação Regulamentadora n°16
M/A Contato N.A. N.A. X NR 16 – Anexo 2 N.A.
Petróleo de Petróleo Qualitativa da Portaria 3.214 de 8 de
(GLP) (GLP) junho de 1978.
OBS: No cozinha não
há o armazenamento de
gás liquefeito, mas sim a
sua utilização através
da canalização.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
 Providenciar urgentemente o conserto e manutenção dos exaustores;
 Providenciar a pintura em vermelho (1m x 1m) na parede ou no piso para localização do extintor presente dentro do setor;
 Providenciar placa indicativa (PQS) para sinalização do extintor presente dentro do setor;
 Na entrada do imóvel onde está localizada a área de armazenamento de recipientes transportáveis, deve ser exibida placa que indica a classe existente e a
capacidade de armazenamento de GLP, em quilogramas.
 Os recipientes transportáveis devem ser armazenados sobre piso plano e nivelado, concretado ou pavimentado, de modo a permitir uma superfície que Figura 44. Área da Cozinha
suporte carga e descarga, em local ventilado, ao ar livre, podendo ou não a(s) área(s) de armazenamento ser coberta(s).
 Quando coberta, a área de armazenamento deve ter no mínimo 2,6 m de pé-direito e possuir um espaço livre permanente de, no mínimo, 1,2 m entre o
topo da pilha de botijões cheios e a cobertura. A estrutura e a cobertura devem ser construídas com materiais resistentes ao fogo, tendo a cobertura menor
resistência mecânica do que a estrutura que a suporta.
 Providenciar 2 (dois) extintores PQS (Capacidade extintora 20-B:C) para área de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP, devem ser
distribuídos de tal forma que o operador não percorra mais de 15m para alcançar o equipamento.
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de toucas descartáveis gramatura mínima de 30 para proteção da
cabeça por questões higiênicas;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de protetor auditivo de inserção tipo plug (Atenuação de 15 dB
(NRRsf)) para proteção do sistema auditivo contra níveis de pressão sonora superiores ao estabelecido na NR-15, Anexos n.º 1 e 2;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de máscara cirúrgica descartável cor branca para proteção das vias
respiratórias por questões higiênicas;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de uniforme profissional na cor branca para proteção de todo o corpo Fonte: O Autor.
por questões higiênicas;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de avental em tecido de brim na cor branca para proteção do tronco
contra riscos de origem térmica;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de luvas em malha de aço inoxidável para proteção das mãos contra
agentes cortantes e perfurantes;

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 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de luvas de látex (limpeza) para proteção contra umidade proveniente
de operações com uso de água;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de luvas para alta temperatura, cano longo para proteção das mãos
contra agentes térmicos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de bota de borracha (PVC) cano longo cor branca para proteção dos
pés contra umidade;
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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MEIO DE INSAL./
CAUSA INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Cozinheiro / Auxiliar de Cozinha /

a agentes físicos.
Nas inspeções
Bloco Administrativo

realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
10.45. Refeitório

ausência de exposição
Nutricionista

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
45

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 45. Área do Refeitório

 Sem informações;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Na inspeção dos locais de
trabalho foi detectada a
exposição ao referido
agente na condição
prevista pelo Anexo 3 da
Manipulação de Através do
F Calor - 31,1°C - X NR 15 – Anexo 3 - Norma Regulamentadora
Técnico de Laboratório / Professor do ensino básico, técnico e tecnológico

estufa elétrica ambiente.


n°15 da Portaria 3.214 de
8 de junho de 1978.
OBS: Necessidade da
10.46. Didática III – Laboratório de Biologia (Pesquisa)

avaliação quantitativa
do agente.
Na inspeção do local de
trabalho foi detectada a
exposição ao referido
agente na condição
prevista pelo Anexo 13
Didática III

da Norma
Regulamentadora n°15
46

da Portaria 3.214 de 8 de
junho de 1978.
Preparação de
Quanto a concentração,
solução para
Ácido Avaliação NR 15 – Anexo 10% no Anexo 11 da Norma
Q limpeza de Contato - - X
Sulfúrico Qualitativa 13 (Médio) Regulamentadora n°15,
vidrarias e
não há especificação do
fósseis
Limite de Tolerância para
o agente.
OBS: O Adicional de
Insalubridade somente
deverá ser concedido
quando houver
exposição habitual ou
permanente ao agente
em questão.
Preparação de Na inspeção do local de
Ácido Propagação NR 15 – Anexo
Q solução para - 4 ppm - X - trabalho foi detectada a
Clorídrico pelo ar 11
limpeza de exposição ao referido

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vidrarias e agente na condição


fósseis prevista pelo Anexo 11
da Norma
Regulamentadora n°15
da Portaria 3.214 de 8 de
junho de 1978.
OBS: Necessidade da
avaliação quantitativa
do agente.
Na inspeção do local de
trabalho foi detectada a
exposição ao referido
agente na condição
prevista pelo Anexo 11
Processo de
Propagação 1,6 NR 15 – Anexo da Norma
Q Formaldeído conservação de - - X -
pelo ar ppm 11 Regulamentadora n°15
peças
da Portaria 3.214 de 8 de
junho de 1978.
OBS: Necessidade da
avaliação quantitativa
do agente.
Na inspeção do local de
trabalho foi detectada a
exposição ao referido
agente na condição
prevista pelo Anexo 11
Preparação de
Acetato de Propagação 310 NR 15 – Anexo da Norma
Q solução para - - X -
Etila pelo ar ppm 11 Regulamentadora n°15
análise
da Portaria 3.214 de 8 de
junho de 1978.
OBS: Necessidade da
avaliação quantitativa
do agente.
Na inspeção do local de
trabalho foi detectada a
Preparação de
Propagação 78 NR 15 – Anexo exposição ao referido
Q Xileno (Xilol) solução para - - X -
pelo ar ppm 11 agente na condição
análise
prevista pelo Anexo 11
da Norma

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Regulamentadora n°15
da Portaria 3.214 de 8 de
junho de 1978.
OBS: Necessidade da
avaliação quantitativa
do agente.
Na inspeção do local de
trabalho foi detectada a
exposição ao referido
agente na condição
prevista pelo Anexo 11
Limpeza de
Propagação 780 NR 15 – Anexo da Norma
Q Álcool Etílico bancada e - - X -
pelo ar ppm 11 Regulamentadora n°15
utensílios
da Portaria 3.214 de 8 de
junho de 1978.
OBS: Necessidade da
avaliação quantitativa
do agente.
Na inspeção do local de
trabalho NÃO foi
Coleta e
detectada a exposição ao
armazenamento
Criações referido agente na
de material Avaliação NR 15 – Anexo
B biológicas e Contato N.A. N.A. X N.A. condição prevista pelo
biológico, Qualitativa 14
terrestres Anexo 14 da Norma
secagem de
Regulamentadora n°15
animais.
da Portaria 3.214 de 8 de
junho de 1978.
Na inspeção do local de
trabalho NÃO foi
detectada a exposição ao
referido agente na
condição prevista pelo
Armazenamento
Inflamáveis Avaliação Anexo 14 da Norma
M/A de inflamáveis Contato N.A. N.A. X NR 16 – Anexo 2 N.A.
Líquidos Qualitativa Regulamentadora n°15
líquidos.
da Portaria 3.214 de 8 de
junho de 1978.
OBS 1: De acordo com
o item 4.1 do anexo 2 da
NR 16, não

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caracterizam
periculosidade, o
manuseio e a
armazenagem de
líquidos inflamáveis em
embalagens
certificadas, simples,
compostas ou
combinadas,
independentemente do
número total de
embalagens
manuseadas e
armazenadas.
OBS 2: De acordo com
o item 4.2 do anexo 2 da
NR 16, não
caracterizam
periculosidade, o
manuseio e
armazenagem de
recipientes de até cinco
litros, lacrados na
fabricação, contendo
líquidos
inflamáveis,
independentemente do
número total de
recipientes manuseados
e armazenados.

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MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO


 Providenciar urgentemente a instalação do chuveiro lava-olhos, sendo este, um imprescindível equipamento de proteção coletiva;
 Providenciar urgentemente a instalação da Capela, sendo este, um imprescindível equipamento de proteção coletiva para manipulação de substâncias
voláteis;
 Providenciar um duto para direcionamento dos vapores extraídos pelo sistema de exaustão para acima do nível do telhado;
 Providenciar a colocação de um kit de primeiros socorros dentro do laboratório;
 Providenciar coifa de captação direta dos agentes químicos;
 Providenciar armários com ventilação para ácidos;
 Providenciar armários para solventes a prova de fogo;
 Providenciar o correto descarte dos reagentes químicos fora da validade ou não mais utilizados; Figura 46. Área da Didática III – Laboratório de Biologia
 Providenciar a eliminação das infiltrações, cupim e mofo do depósito do laboratório. (Pesquisa)
 Providenciar 1 (uma) cadeira com altura regulável, estofada, giratória, com cinco pés e braços, permitindo apoiar a região lombar.
 Providenciar 1 (um) suporte para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de óculos de proteção ampla visão antirrisco e antiembaçante vedação
contra gases para proteção dos olhos contra respingos de produtos químicos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de protetor auditivo de inserção tipo plug (Atenuação de 15 dB
(NRRsf)) para proteção do sistema auditivo contra níveis de pressão sonora superiores ao estabelecido na NR-15, Anexos n.º 1 e 2;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de máscaras respirador purificador de ar não motorizado: peça
semifacial filtrante (PFF2) com válvula para proteção das vias respiratórias contra poeiras e névoas;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de máscaras peça semifacial com filtros químicos e/ou combinados
para proteção das vias respiratórias contra gases e vapores e/ou material particulado.
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de jaleco de tecido feminino e masculino, cor branca para proteção de
todo o corpo contra respingos de produtos químicos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de luva descartável de procedimento (látex), sem talco/pó para proteção Fonte: O Autor.
das mãos contra agentes biológicos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de luvas nitrílicas descartáveis para proteção das mãos contra agentes
químicos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de álcool em gel 70% para proteção das mãos contra agentes biológicos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de luvas para alta temperatura, cano longo para proteção das mãos
contra agentes térmicos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de calçado com biqueira composite para proteção dos pés contra
impactos de quedas de objetos sobre os artelhos;
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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MEIO DE INSAL./
CAUSA INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Professor do ensino básico, técnico e

a agentes físicos.
10.47. Didática III - Auditório

Nas inspeções
realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
tecnológico
Didática III

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
47

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 47. Área da Didática III - Auditório

 Sem informações;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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CAUSA INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas constatou-se
10.48. Didática III – Sala dos Professores

F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição


ausência de exposição
Professor do ensino básico, técnico e

a agentes físicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
tecnológico
Didática III

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
48

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 48. Área da Didática III – Sala dos Professores

 Sem informações;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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CAUSA INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
10.49. Didática III – Sala de Aula 01 / Sala de

realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Professor do ensino básico, técnico e

a agentes físicos.
Nas inspeções
Aula 02 / Sala de Aula 03

realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
tecnológico
Didática III

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
49

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 49. Área da Didática III – Sala de Aula 02

 Providenciar 2 (duas) cadeiras com altura regulável, estofada, giratória, com cinco pés e braços, permitindo apoiar a região lombar.

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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MEIO DE INSAL./
CAUSA INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Professor do ensino básico, técnico e
10.50. Didática III – Sala de Aula 04

a agentes físicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
tecnológico
Didática III

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
50

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 50. Área da Didática III – Sala de Aula 04

 Sem informações;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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MEIO DE INSAL./
CAUSA INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
10.51. Didática III – Coordenadoria de

ausência de exposição
Professor do ensino básico, técnico e

a agentes físicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Agroecologia

tecnológico
Didática III

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
periculosos.
51

MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO


Figura 51. Área da Didática III – Coordenadoria de
Agroecologia

 Sem informações;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas constatou-se
10.52. Didática III – Gerência de Apoio a

F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição


ausência de exposição
a agentes físicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
Assistente de Aluno

Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição


Inclusão (GAE)

ausência de exposição
Didática III

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
periculosos.
52

MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO


Figura 52. Área da Didática III – Gerência de Apoio a
Inclusão (GAE)

 Providenciar 2 (dois) suportes para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador;
 Providenciar 2 (dois) suportes ergonômicos para monitor com altura ajustável, para que a parte superior da tela fique na mesma altura dos olhos;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de
exposição a
agentes físicos.
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
Q ausência de - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
exposição a
agentes
10.53. Didática III – Setor Médico

químicos.
Na inspeção do local de
Médico / Enfermeiro

trabalho foi detectada a


exposição ao referido
Didática III

agente na condição
53

prevista pelo Anexo 14 da


Contato com
Norma Regulamentadora
fluidos
n°15 da Portaria 3.214 de 8
corporais
de junho de 1978.
(sangue,
OBS 1: O Adicional de
secreções e
Insalubridade somente
Microrganismos saliva) em
Avaliação NR 15 – Anexo 10% deverá ser concedido
B patogênicos enfermarias, Contato N.A. N.A. X
Qualitativa 14 (Médio) quando houver exposição
diversos ambulatórios e
permanente ao agente em
outros
questão.
estabelecimen-
OBS 2: Aplica-se
tos destinados
unicamente ao pessoal
aos cuidados da
que tenha contato com os
saúde humana
pacientes, bem como aos
que manuseiam objetos
de uso desses pacientes,
não previamente
esterilizados.

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Nas inspeções
realizadas
constatou-se
ausência de
M/A - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
exposição a
agentes
considerados
periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
 Providenciar a eliminação do mofo e infiltrações presentes no piso, paredes e teto; Figura 53. Área da Didática III – Setor Médico
 Providenciar a aquisição de soro antiofídico, devido a presença de animais peçonhentos no campus;
 Providenciar 2 (dois) suportes para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador;
 Providenciar 1 (um) suporte ergonômico para monitor com altura ajustável, para que a parte superior da tela fique na mesma altura dos olhos;
 Providenciar 2 (duas) cadeiras com altura regulável, estofada, giratória, com cinco pés e braços, permitindo apoiar a região lombar.
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de máscara cirúrgica descartável cor branca para proteção das vias
respiratórias contra agentes biológicos.
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de jaleco de tecido feminino e masculino, cor branca para proteção de
todo o corpo contra agentes biológicos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de luva descartável de procedimento (látex), sem talco/pó para proteção
das mãos contra agentes biológicos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de álcool em gel 70% para proteção das mãos contra agentes biológicos;
 Providenciar a aquisição, utilização e monitoramento, através de fichas de controle de sapato de segurança em couro, sem cadarço, cor branca para
proteção dos pés contra agentes biológicos; Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
03 / Sala de Aula 04 / Sala de Aula 05 / Sala de Aula 06 / Sala de Aula
07 / Sala de Aula 08 / Sala de Aula 09 / Sala de Aula 10 / Sala de Aula
10.54. Didática IV - Sala de Aula 01 / Sala de Aula 02 / Sala de Aula

Nas inspeções
realizadas constatou-se
11 / Sala de Aula 12 / Sala de Aula 13 / Sala de Aula 14

F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição


ausência de exposição
Professor do ensino básico, técnico e tecnológico

a agentes físicos.

Nas inspeções
realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Didática IV

a agentes químicos.
54

Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.

Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
periculosos.

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MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO


 Providenciar 14 (quatorze) cadeiras com altura regulável, estofada, giratória, com cinco pés e braços, permitindo apoiar a região lombar. Figura 54. Área da Didática IV - Sala de Aula 01
 Providenciar a pintura em vermelho (1m x 1m) na parede ou no piso para localização do extintor presente ao lado da sala de aula 01;
 Providenciar placa indicativa (ABC) para sinalização do extintor presente ao lado da sala de aula 01;
 Providenciar a manutenção de 2° e 3° nível do extintor presente ao lado da sala de aula 01;
 Providenciar a pintura em vermelho (1m x 1m) na parede ou no piso para localização do hidrante presente ao lado da sala de aula 01;
 Providenciar treinamento aos colaboradores para realizar o enrolamento correto das mangueiras do hidrante ao lado da sala de aula 01;
 Providenciar a aquisição de esguicho tipo regulável para o hidrante presente ao lado da sala de aula 01;
 Providenciar a aquisição de chave storz para o hidrante presente ao lado da sala de aula 01;
 Providenciar placa indicativa (ABC) para sinalização do extintor presente ao lado da sala de aula 04;
 Providenciar a manutenção de 2° e 3° nível do extintor presente ao lado da sala de aula 04;
 Providenciar placa indicativa (ABC) para sinalização do extintor presente ao lado da sala de aula 13;
 Providenciar a manutenção de 2° e 3° nível do extintor presente ao lado da sala de aula 13;
 Providenciar placa indicativa (ABC) para sinalização dos extintores presente ao lado da central de gás;
 Providenciar a manutenção de 2° e 3° nível dos extintores presente ao lado da central de gás; Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Professor do ensino básico, técnico e
10.55. Didática IV - Sala de Aula 15

a agentes físicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Didática IV

tecnológico

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
55

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 55. Área da Didática IV - Sala de Aula 15

 Providenciar 1 (um) suporte para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador;
 Providenciar a pintura em vermelho (1m x 1m) na parede ou no piso para localização do hidrante presente ao lado da sala de aula;
 Providenciar treinamento aos colaboradores para realizar o enrolamento correto da mangueira do hidrante;
 Providenciar a aquisição de esguicho tipo regulável para o hidrante presente ao lado da sala de aula;
 Providenciar a aquisição de chave storz para o hidrante presente ao lado da sala de aula;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
10.56. Didática IV - Sala de Aula 16 / Sala de

realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Professor do ensino básico, técnico e

a agentes físicos.
Nas inspeções
Aula 17 / Sala de Aula 18

realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Didática IV

tecnológico

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
56

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 56. Área da Didática IV - Sala de Aula 16

 Providenciar 3 (três) cadeiras com altura regulável, estofada, giratória, com cinco pés e braços, permitindo apoiar a região lombar.
 Providenciar placa indicativa (ABC) para sinalização do extintor presente ao lado da sala de aula 18;
 Providenciar a manutenção de 2° e 3° nível do extintor presente ao lado da sala de aula 18;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

Instituto Federal de Sergipe - Rua Francisco Portugal, n° 150 – Bairro Salgado Filho – Aracaju/SE – Telefone: (79) 3711-1864 - Email:
seguranca@ifs.edu.br

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SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SERGIPE - IFS
PRÓ-REITORIA DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL – PRODIN

MEIO DE INSAL./
CAUSA INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas constatou-se
10.57. Didática IV - Sala dos Professores

F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição


ausência de exposição
Professor do ensino básico, técnico e

a agentes físicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Didática IV

tecnológico

a agentes químicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
57

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 57. Área da Didática IV - Sala dos Professores

 Providenciar a pintura em vermelho (1m x 1m) na parede ou no piso para localização do hidrante presente ao lado do setor;
 Providenciar a aquisição de esguicho tipo regulável para o hidrante presente ao lado do setor;
 Providenciar a aquisição de chave storz para o hidrante presente ao lado do setor;

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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MEIO DE INSAL./
CAUSA INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
10.58. Didática IV - Sala de Aula 19 / Sala de

realizadas constatou-se
F - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Professor do ensino básico, técnico e

a agentes físicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
Q - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
Didática IV

tecnológico

a agentes químicos.
Aula 20

Nas inspeções
realizadas constatou-se
B - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
ausência de exposição
a agentes biológicos.
Nas inspeções
realizadas constatou-se
M/A ausência de exposição - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
a agentes considerados
58

periculosos.
MEDIDAS DE CORREÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO
Figura 58. Área da Didática IV - Sala de Aula 19

 Providenciar 2 (duas) cadeiras com altura regulável, estofada, giratória, com cinco pés e braços, permitindo apoiar a região lombar.

Fonte: O Autor.
*Legenda: GHE – Grupo Homogêneo de Exposição | R – Risco Ambiental | INTENS. /CONC. – Intensidade/Concentração | LT – Limite de Tolerância | INSAL. /PERIC. – Insalubridade/Periculosidade | S – Sim | N – Não | I –
Inconclusivo | N.A. – Não Aplicado | F – Físico | Q – Químico | B – Biológico | M/A – Mecânico/Acidente

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MEIO DE INSAL./
CAUSA INTENS./ TÉCNICA ENQUADRA- GRAU / PARECER
GHE

SETOR LOCAL CARGO R AGENTE PROPAGA- LT PERIC.


FONTE CONC. UTILIZADA MENTO % TÉCNICO
ÇÃO S N I
Nas inspeções
realizadas
constatou-se
F ausência de - - - - - X N.A. N.A. Não há exposição
exposição a
agentes
Técnico de Laboratório / Professor do ensino básico, técnico e tecnológico

físicos.
Na inspeção do local de
trabalho foi detectada a
10.59. Didática IV – Laboratório de Biologia (Estudos)

exposição ao referido
agente na condição
prevista pelo Anexo 11
Processo de
Propagação 1,6 NR 15 – Anexo da Norma
Q Formaldeído conservação de - - X -
pelo ar ppm 11 Regulamentadora n°15
peças
da Portaria 3.214 de 8 de<