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REDES DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS: ORGANIZAÇÃO

TOP DOWN vs. BOTTOM UP.


TOBIAS, Juliana Gobira1;
FARIAS, Kallita Gondim2;
MARINHO, Noemi da Silva3;
BENNERT, Soraya4;
MENDES, Aline Favalessa5.

Resumo

Com o mercado empresarial cada vez mais se expandindo e procurando tornarem-se ainda
mais competitivos, as empresas de pequeno e médio porte passaram a estudar e analisar de
maneira estratégica como poderiam reagir a essa pressão do mercado. Neste presente artigo,
o objetivo é analisar e comparar as características do funcionamento das redes Top-Down e
Bottom-Up, verificando qual trará maiores vantagens e rendimentos. Dessa forma, para
constatar qual terá maior viabilidade, o método de estudo utilizado foi o bibliográfico,
realizando leituras de artigos científicos, teses, livros e dissertações de diversos autores
retratando suas distintas concepções a respeito do assunto, de modo a evidenciar cada
particularidade, assim como as circunstâncias que podem ser implantadas os formatos de
gestão das redes Top-Down ou Bottom-Up.

Palavras-chave: Rede de Empresa, Top-Down, Bottom-up

Abstract
With the business market increasingly expanding and seeking to become even more
competitive, small and medium-sized companies have begun to strategically study and
analyze how they could react to this market pressure. In this article, the objective is to analyze
and compare the characteristics of the operation of the networks Top-Down and Bottom-Up,
verifying which will bring greater advantages and yields. Thus, in order to determine which will
be more feasible, the method of study used was the bibliographical one, carrying out readings
of scientific articles, theses, books and dissertations of several authors portraying their different
conceptions about the subject, in order to highlight each particularity, as well As the
circumstances that can be implemented the formats of management of the networks Top-
Down or Bottom-Up.

Keywords: Enterprise Network, Top-Down, Bottom-up.

1 Graduanda em Engenharia de Produção pela UNIC Universidade de Cuiabá, Campus Tangará da


Serra-MT; e-mail: julianagt07@gmail.com
2 Graduanda em Engenharia de Produção pela UNIC Universidade de Cuiabá, Campus Tangará da

Serra-MT;e-mail: kallitaneves@gmail.com
3 Graduanda em Engenharia de Produção pela UNIC Universidade de Cuiabá, Campus Tangará da

Serra-MT; e-mail nomarinho3277@gmail.com


4 Graduanda em Engenharia de Produção pela UNIC Universidade de Cuiabá, Campus Tangará da

Serra-MT;e-mail: sobennert@gmail.com
5 Bacharel em Engenharia de Produção pela UNIC Universidade de Cuiabá, Campus Tangará da Serra-

MT;e-mail: favalessamendes@gmail.com
1. Introdução

As redes de cooperação entre empresas é uma forma de descrever as organizações


que cooperam entre si. Devido às mudanças que vem ocorrendo no mundo dos negócios
torna o mercado cada vez mais competitivo, dessa forma as empresas devem buscar
estratégias para poder acompanhar o crescimento e as inovações assegurando a sua
competividade. Os grupos são formados por empresas com atividades similares, quase
sempre concorrentes entre si, onde os recursos podem ser distribuídos entre os participantes,
com o objetivo de reduzir o custo e aumentar a capacidade competitiva, pelos esforços serem
semelhantes. Desta maneira implantam atividades organizacionais que são desenvolvidas
nos ambientes colaborativos, conduzidos por grupos pequenos de entidades, no intuito de
gerar resultados e gerar uma determinação conjunta.
A formação de rede de cooperação além de possibilitarem a sobrevivência das PME’s
(pequenas e medias empresas) contribui também para geração de empregos e
desenvolvimento da economia local. Desta maneira os associados adquiriram possibilidade
de competir com as grandes empresas, mostrando que têm condições de permanecerem
pequenas e serem competitivas, sem perder suas características básicas e suas
individualidades. Para haver sucesso em sua formação de redes é preciso conhecer as
características da sua organização, pois estando a par de seus objetivos a serem alcançado
saberá escolher qual o melhor tipo de rede para se afiliar, já que existem diversos modelos
de rede de cooperação.

O presente artigo tem a finalidade de apresentar afundo as características de duas


redes, a Top-Down e Bottom-up. Na qual a Top-Down é uma análise realizada de cima para
baixo de forma hierárquica, sendo formado por uma empresa-mãe que controla sua cadeia
de fornecedores e subfornecedores em vários níveis e etapas, com isso o fornecedor é
dependente das decisões da empresa dirigente, mas possui a desvantagem de manter os
seus colaboradores longe do conhecimento próprio, privando a liberdade de decisões de
estratégias internas entre os colaboradores, restringindo somente aos gerentes líderes.

Já no modelo Bottom-up é uma análise realizada de baixo para cima, onde o


gerenciamento das atividades organizacionais é conduzido pela própria equipe e a
responsabilidade fica em função dos cooperadores que atuam no grupo. Com o objetivo
mutuo de crescimento, ocasiona o desenvolvimento de habilidades e competências de seus
membros, contribuindo para expansão no mercado onde parte do conhecimento individual é
ganho em experiências próprias. Em contrapartida a Bottom-up tem como inferioridade uma
comunicação informal, que resulta na demora da realização de suas demandas e alto custo
na produção de suas atividades.

O objetivo deste trabalho é de confrontar as diferentes características do


funcionamento das redes Top-Down e Bottom-up e concluir a de melhor aplicabilidade para
sua organização. Inicialmente relatando o conceito das redes de empresas com a intenção
de se aprofundar nas características do modelo Top-Down e Bottom-up, constatando qual é
mais viável economicamente para sua introdução de acordo com necessidade de cada
empresa.

2. Fundamentação Teórica
2.1 Redes de empresas

Redes de empresas é um padrão a seguir a partir de uma união de entidades distintas


que buscam uma nova gestão de organização para alcançar objetivos comuns a todos os
envolvidos do grupo, com intuito de melhorar o desempenho ao longo prazo, sem que estas
tenham obrigatoriedade de dividir seus laços financeiros, pois cada membro do grupo mesmo
ao cooperar entre si, ainda sim mantém sua individualidade, ou seja, se assemelha a rede
Inter organizacional, que pode ser definida como uma organização composta por um grupo
de empresas com objetivos comuns, formalmente relacionadas, conforme mencionado por
Verschoore e Balestrin (2004).

As empresas em redes completam-se umas às outras nos planos técnicos e


comerciais por meios produtivos e de distribuições, que decidem apoiar-se prioritariamente,
permitindo ações conjuntas e viabilizando novas oportunidades. Que por cooperação se aliam
para identificar qual tipo de rede se embasar, pois, para cada seguimento a uma rede que
possa ajudar de uma forma continua no seu crescimento, utilizando assim da colaboração
para aprimorar seus conhecimentos competitivos. Segundo Gray & Wood (1991, p. 86, apud
OLAVE, NETO E MORENO, 2003, p. 2) definem colaboração da seguinte forma:

Colaboração é um processo através do qual, diferentes partes, vendo


diferentes aspectos de um problema podem construtivamente, explorar suas
diferenças e procurar limitadas visões. Colaboração ocorre quando um grupo
de “autonomous stakeholders” com domínio de um problema, se envolvem
em um processo interativo usando divisão de papéis, normas e estruturas,
para agir ou decidir questões relacionados ao problema.

Mas, para dar certo este modelo de colaboração e organização de redes, é essencial
que estejam cientes dos vários tipos de redes de empresas existentes, neste presente artigo,
será direcionado a Top-Down e Bottom-up, que busca desta forma conhecer melhor seus
parceiros para o fortalecimento de seus negócios, estratégias e tomadas de decisões, que
devem ser embasadas em fatores previamente analisados, ordenando os processos de
maneira que possam demonstrar a sua exatidão.

2.2 Top-Down

O modelo de rede Top-Down é formado por uma empresa-mãe que coordena seus
vários fornecedores e subfornecedores, sendo um modelo altamente hierarquizado e com um
conhecimento explícito que têm suas decisões centradas nos níveis mais elevado da
organização, segundo Casarotto (1998) as empresas de menor porte fornecem direta e
indiretamente sua produção a uma empresa-mãe, pelas subcontratações, terceirização,
parcerias e outras formas de repasse de produção.

Por haver grande competitividade entre os fornecedores, eles têm que se manter
atentos para permanecer no mercado dentro da rede conseguindo fornecer serviços e
produtos de qualidade, e criarem estratégias de negócio que os mantenham ativos e
competitivos, pois assim como a “empresa mãe” também necessitam de barganhar os preços.

A cooperação Top-Down tem como uma de suas atratividades a redução de custos


aos seus cooperadores, Casarotto (1999), define o arranjo de rede em formato Top-
Down como uma das formas de diminuir custos e otimizar em tempo durante o
desenvolvimento de produtos. E este conceito vai de encontro aos objetivos das empresas,
que por sua vez visam aumentar os lucros sem exceder com seus gastos, optando em se
fazer investimentos que tenham retornos em curto prazo, para que se tenha uma rotatividade
orçamentária maior e melhor.

Figura 1: Representação das Organizações Top-Down


Fonte: Mapeamento / Modelagem Dos Processos AS-IS (Gauss Consultores Associados
Ltda, 1990).

Diante dos fatos esta união é vista como uma excelente ferramenta de gestão, pois
com a parceria das empresas terão um poder de negociação com seus fornecedores mais
abrangentes, e assim poderão estabelecer um padrão de vendas de seus produtos e serviços.

2.3 Bottom-up

A rede Bottom-up consiste em um método de gerenciamento nas atividades


organizacionais onde as metas são definidas pela própria equipe e a responsabilidade fica à
cargo dos profissionais que atuarão realmente no projeto. Davenport (1995) aponta que se
pode atribuir à mesma base de conhecimentos e poderá ser utilizada para toda empresa,
independentemente de suas necessidades de informação, visto que o segmento é completo.
Os colaboradores pertencentes a esta rede possuem mais autonomia e todos cooperam e
trabalha juntos, rumo ao mesmo objetivo de se fortalecerem e expandirem os seus negócios,
onde todos são beneficiados mutualmente.

Esta metodologia tem como importância o fato que a participação dos membros da
equipe pode acarretar no desenvolvimento das habilidades e competências que eles têm a
oferecer para a empresa. Sendo que através da contribuição de um grande número de
pessoas, a chance de se alcançar o sucesso desejado é cada vez mais realizável, porque em
vez de apenas cobrar o rendimento dos membros da organização, é possível aproveitar as
ideias de profissionais experientes e capacitados.

Segundo Nonaka e Takeuchi (1997), o conhecimento é criado por esses


colaboradores, que tem uma forma de lidar como agentes independentes e isolados,
preferindo agir por conta própria. Atuando com pouca comunicação direta com os outros
membros da organização vertical e horizontalmente. O modelo Bottom-up é adequado para
lidar com conhecimento oculto. Diante do modelo da organização torna-se extremamente
difícil disseminar e compartilhar esse conhecimento.
Figura 2: Representação da Organização Bottom-up

Fonte: Mapeamento / Modelagem Dos Processos AS-IS (Gauss Consultores Associados


Ltda, 1990).

Bottom-up é uma abordagem realizada de baixo para cima onde consiste em um


processo de análise e procedimento de informações que utiliza a percepção através de
subdivisões dos assuntos a serem tratados da empresa, que são entendidas aos poucos
sendo que analisa e descreve os elementos mais básicos para formar um resultado maior.

2.4 Comparações entre as redes Top-Down e Bottom-up

Com base nas pesquisas bibliográficas realizadas através de relatos dos autores
Nonaka e Takeuchi (1997) que abordam as características que diferem as redes, segundo
esses autores os padrões de gerenciamento mais conhecidos e utilizados dentro das
organizações são do tipo Top-Down, no qual a formação e administração das informações
inclinam-se na direção da alta gerência do empreendimento, o que acaba resultando na
construção de um conhecimento explícito que consequentemente elimina qualquer formação
de conhecimento adquirido. Em oposição a rede Top-Down surgiu a rede Bottom-up, no qual
o conhecimento é criado e controlado pelos próprios funcionários e no posto da hierarquia
agora se dá a divisão de trabalho acarretando na autonomia da equipe.

A rede Top-Down tem como um perfil de alta gerência de nível médio que comanda as
demais empresas que estão ligadas a ela, sendo responsável pelas ideias e planejamento da
empresa e processamento de informações, mas não transmite total confiabilidade. Desta
forma internaliza suas informações organizacionais em bancos de dados computadorizados,
com o intuito de armazenar o conhecimento no meio de comunicação interno, para que
esclareça as dúvidas organizacionais que o grupo acredita.

De acordo com Nonaka e Takeuchi (1997), a cooperativa Top-Down é um modelo


hierárquico clássico da pirâmide organizacional, se caracterizando como um modelo que
afasta os trabalhadores de seu conhecimento próprio, tendo como ideia básica, que apenas
a alta gerência pode idealizar um conhecimento, e este conhecimento deve ser apresentado
e internalizado no restante da organização.

Já a rede de cooperação Bottom-up engloba características opostas à rede Top-Down.


No qual as decisões, planejamento estratégicos e ideias são tomadas pelos próprios
colaboradores do grupo, o que resulta na autonomia de competências e habilidades de todos
que cooperam. Em que apoia e impulsiona o crescimento de cada pequena e média empresa,
apresentando uma característica de gerência de nível médio sendo assim intra-
empreendedora, ou seja, aquela que está em constante observação em seu local de trabalho
nunca se encontra satisfeito com sua organização, acreditando sempre que há uma maneira
de melhorar.

O conhecimento que se acumula na rede Bottom-up é oculto, que se refere ao


conhecimento que o indivíduo adquiriu ao longo da vida, na qual realiza a conversão deste
conhecimento encima de ideias e informações agregadas externamente com base nos
estudos dos autores Nonaka e Takeuchi (1997), o conhecimento é criado pelos próprios
funcionários, que atuam como executores independentes, isolados e optam trabalhar por
conta própria. O diálogo direto é escasso com os outros membros da organização tanto
vertical e horizontalmente, sendo que é visível a autonomia que existe na rede não havendo
interação entre eles, o que de fato é considerado um princípio chave na gestão.

Na organização a comunicação da rede é constituída por uma equipe de projeto e rede


informal que possuem um princípio de auto-organização, existindo caos preeminente de sua
gestão organizacional, com isso fazendo que seu ponto fraco seja a demora na realização de
suas demandas e alto custo de coordenação de seus empreendedores.

Levando-se em consideração os aspectos abordados, entende-se que a rede de


empresas Top-Down se mostra mais individualista, onde as empresas ligadas a ela ficam
dependentes de sua forma de comando, enquanto a Bottom-up possui uma gestão mais
flexível e a gerência de cada respectiva empresa desempenha o papel de estimular e não o
de limitar seus colaboradores, acreditando no seu crescimento individual e de cada pequena
e média empresa, se tornando um tipo de rede mais tolerante à mudanças e peculiaridades
de cada empreendedor.

3. Metodologia

O presente artigo é preeminente bibliográfico, onde foi realizado leituras de artigos


científicos, teses, livros e dissertações de diversos autores expondo suas diferentes opiniões
relacionados ao assunto, esclarecendo a modalidade de gestão dos dois tipos de
cooperações Top-Down e Bottom-up. Segundo Gil (1946, p.44) define pesquisa bibliográfica
como:

A pesquisa bibliográfica é desenvolvida com base em material já elaborado,


constituído principalmente de livros e artigos científicos. Embora em quase
todos os estudos seja exigido algum tipo de trabalho dessa natureza, há
pesquisas desenvolvidas exclusivamente a partir de fontes bibliográficos.

A partir da análise bibliográfica a comparação dos dois tipos de redes foi realizada de
forma qualitativa, para Gerhardt e Silveira (2009, p.31) a pesquisa qualitativa é estipulada da
seguinte forma:

A pesquisa qualitativa não se preocupa com representatividade numérica,


mas, sim, com o aprofundamento da compreensão de um grupo social, de
uma organização, [...] os pesquisadores que utilizam os métodos qualitativos
buscam explicar o porquê das coisas, exprimindo o que convém ser feito, mas
não quantificam os valores e as trocas simbólicas nem se submetem à prova
de fatos [...].

Ou seja, que retrata as diversas percepções dos autores em relação à metodologia


proposta por cada rede, visando qual melhor se adapta a sua organização, por meios de
estudo.

4. Conclusão

O objetivo deste artigo foi identificar, qual seria a melhor alternativa de redes de PME’s
(pequenas e médias empresas), comparar as diferenças existentes e descrever suas
vantagens lucrativas, assim como as desvantagens.
O presente estudo mostra como as empresas podem se unir em redes e que existem
modelos que melhor irão adequar-se aos seus objetivos, tanto na gestão empresarial que é o
meio pelo qual administram suas empresas, quanto financeiro, pois as redes buscam se
destacar no mercado e para isso precisam utilizar de estratégias para obterem resultado, uma
dessas formas é optar pelo modelo adequado ao seu tipo de rede, onde possam obter lucro
e aumentar os seus ganhos como o de equivalência e poder de mercado, troca de
conhecimento e inovação, reduzir custos e aumento de capital entre outros, pois se não
estiverem interligadas aos mesmos objetivos, terão poucas chances de alcançarem o
sucesso. Desta forma, segundo Nonaka e Takeuchi (1997) o modelo Top-Down, se mostrou
ser uma formação mais hierárquica, de gerência clássica, sendo uma forma de rede onde o
fornecedor é totalmente dependente das estratégias da empresa-mãe, ou seja, os retentores
dos conhecimentos mais minuciosos e básicos que são inerentes aos processos, não
possuem “voz ativa” para opinar nas decisões da empresa-mãe.
Já o modelo Bottom-Up, possui uma coordenação mais flexível e cada respectiva
empresa desempenha o papel de estimular seus colaboradores e não o de limitar os mesmos,
não restringindo o conhecimento e deixando de direcioná-los apenas a alta gerência, como
mencionado por Davenport (1995).

Não à uma obrigatoriedade de se manterem no mesmo modelo de rede escolhido,


podendo oscilar conforme a necessidade das empresas envolvidas, onde o ramo empresarial
e o mercado também irá influenciar nessa tomada de decisão.

Concluísse assim que, não há um modelo de rede no sentido de ser a melhor, pois
isso é uma questão da viabilidade da necessidade do que a mesma precisa no momento, por
isso é de suma importância conhecer bem os modelos existentes e escolher a forma mais
congruente para cada tipo de sociedade e tomar uma decisão de acordo com condições e
interesses de todos ligados a formação da rede de empresa.
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