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Manu

ual de Opera
ação e Serviiço

OX
XYMA
AG - VE
ENTILA
ADOR
R DE TRANS
T SPORT
TE
E EMERGÊ
ÊNCIA

Código
o: 16001
185 Ver: 14
Sooftware versão 1.n
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de qualquer forma ou meio eletrônico, mecânico,
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Responsável Técnico: Tatsuo Suzuki


Inscrição no CREA-SP: 0600629049

Responsável Legal: Tatsuo Suzuki


3

1 De
efiniçõ
ões e Cuidados

Adverttência

• Informa ao
a usuário sobre poss sibilidade de
e lesão, mo
orte ou outr
tra reação adversa
a sérria
associada
a ao uso ou
u mau uso d
do equipame ento.

Atençã
ão

• Informa ao
a usuário sobre
s a posssibilidade de
d ocorrer falha
f do equuipamento associado
a a
ao
uso ou mau
m uso, tais s como mau u funcionammento do eq quipamento, danos ao equipament
e to,
ou danoss a bens de terceiros,
t e indiretamennte, a lesão de um pacie
iente.

Obserrvações
s
• Informaçõ
ões Importantes

MA
AGNAMED Oxym
mag - Ventilado r de Transporte
e e Emergência Cód: 1600185 – Ver 14
4

O Oxymag g é um ventilador pulmon nar eletrônicoo microproceessado para ser


s usado coomo suporte ventilatório ded
pacientes em operaçõ ões de resgatte, emergênccia e transpo orte. Fornece
e uma misturra de oxigênio (O2) com ara
ambiente (Ar) com con ncentrações de oxigênio a ajustados dee 35 a 100% ded O2; O apaarelho realiza
a o controle de
d
fluxos e pressões no circuito
c respiratório do p aciente para
a prover as modalidades
m s de ventilaçã
ão adequada as
para a conndição do pa
aciente. As modalidades
m de ventilação possíveis são:
s
• VC CV – Ventila
ação de Volume Controla ado (pode ser Assistido);
• PC CV – Ventila
ação de Pressão Controla ada (pode seer Assistido);
• PL LV – Ventilaçção Limitadaa a Pressão ((pode ser As ssistido) – Disponível Pesso ≤ 6,0Kg (N
Neonatal)
• P--SIMV – Ven ntilação Mand datória Sincrronizada Inte
ermitente comm ciclo de Prressão Contrrolada;
• V--SIMV – Ven ntilação Mand datória Sincrronizada Inte
ermitente comm ciclo de Voolume Controlado;
• CPAP/PSV – Ventilação
V de
d Pressão C Contínua com m Pressão de e Suporte.
• DualPAP – Ve entilação em m dois níveiss de CPAP (com( ou sem
m Pressão dee Suporte). Através
A desta
modalidade podem-se rea
m alizar ajustess de maneirra a obter a modalidadee APRV (Airrway Pressure
Reelease Ventiilation) – Venntilação de A
Alívio da Presssão nas Viaas Aéreas.

Ventilação
o Não Invasivva (VNI ou NIV
N – Non In nvasive Ventilation) por Máscara
M podee ser ativada
a em todas as
a
modalidaddes ventilatórrias e neste caso há com
mpensação de
d vazamento os.

Caracteríssticas Básica
as:
• Integração de todo o sistema num únicco módulo pn neumático eletrônico de baixo volume e peso;
• Siistema de co ontrole eletrô
ônico de fluxo o para o paciente com utilização de teecnologia diggital;
• Siistema de ob btenção de concentraçõe
c es precisas de
d oxigênio com
c uso do pprincípio 'ven
nturi';
• Siistema intelig gente e integ
grado de alarrmes com tod dos os sistem
mas de segurrança exigido os em norma
as
na acionais e intternacionais.
• Siistema de “backup” de en nergia elétricca para operação por 6,55 horas sem rede elétrica a;

Este apare
elho deve se
er operado so profissionais
omente por p s qualificados
s e treinadoss no seu uso
o. A seguir sã
ão
apresenta
ados recomendações e avisos importaantes para o uso seguro e eficaz do produto.

Adverttência

• Onde enc contrar o sím


mbolo leia o ma
anual de insttruções para ra maiores detalhes.
d
• Este man nual deve ser lido na ííntegra, aten ntamente, para
p utilizaçção correta e segura do d
equipame ento e prop porcionar m máxima seg gurança e melhores
m re
recursos ao os pacientes.
Observe todas as Advertências
A s e Atençõe es contidas
s neste man nual e na rotulagem
r d
do
equipame ento.
• Este equuipamento deve
d ser uttilizado som mente para o propósito to especific
cado em Us so
Pretendiddo (capítulo 3.1) em connjunto com a monitoriza ação aproprriada.
• O equipa amento dev ve ser ope erado por profissionai
p is qualificaados, que deve d mante
er
vigilância
a durante o seu
s uso. Inc clusive em ventilações
v limitados a volume.
• Risco de e Explosão – Este eq quipamento não é aprovado parra o uso com c agentees
anestésiccos inflamávveis.
• O equipa amento pode ser adv dversamente e afetado e sofrer in nterferências de certo os
equipame entos de traansmissão, tais como telefones celulares,
c ““walkie-talkiie”, telefone
es
sem fio, transmiss sores de ““pagers”, equipamento
e os cirúrgiccos de alta a freqüência
(diatermia
a) desfibrilladores, terrapias com m ondas cu urtas, que podem in nterromper o
funcionammento do equipament
e to. Não utillize estes equipamento
e tos de trans smissão na as
proximidaades do Ven ntilador de T
Transporte.

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• Este equipamento não n deve seer utilizado durante um ma ressonâância magné ética nuclea ar
(MTR, NM MR, NMI), poois poderá ssofrer interfferências, po odendo cau usar efeitos adversos no n
paciente.
• Evite subbstâncias noocivas no am mbiente, po ois este equiipamento asspira o ar am mbiente parra
ventilar o paciente coom concenttrações inferiores a 100 0% de O2.
• Após uso o prolongad do do equip pamento em m ambientes com muit ito pó, subs stitua o filtrro
conforme e indicado no
n capítulo 113.4. (Filtro bacteriano
b 99,99%
9 e virral 99,99%)
• As partes s aplicadas são
s à prova a de desfibriilação.
• Este equiipamento nã ão deve serr utilizado em
e Câmaras s Hiperbáriccas, pois po oderá afetar o
correto fuuncionamen nto do equippamento e causar
c efeito
os adversoss no pacientte.
• Antes do primeiro us so ou após uso em cada paciente e realize a liimpeza do equipament
e to,
conforme e indicado no
n capítulo 111.
• Ligar o eqquipamento e realizar oos procedimentos de verificação e aajustes básiicos – siga as a
instruçõe es, conforme no capítulo 7.
e indicado n
• Os Alarm mes e Alertass devem serr prontamen nte atendidoos a fim de manter a in ntegridade dod
funcionam mento do eq quipamento o e a seguran nça do paciiente.
• Não utilizze mangueirras ou tuboss antiestáticcos ou eletriicamente co ondutivos.
• Verifique se o equipa amento estáá corretamen nte ajustadoo antes de u utilizá-lo.
• Após o início
i da ve
entilação, vverifique see os parâm metros ventiilatórios ind dicados pello
display de e monitoraç
ção estão ad dequados.
• Utilize somente aces ssórios MAG GNAMED lis stados neste e manual, oss quais fora am testados e
aprovado os para us so em conjjunto com este equip pamento C Caso contrá ário pode-s se
comprom meter o correeto funcionaamento do equipament
e o.
• Durante o uso prolon ngado do eqquipamento em pacienttes com exccesso de sec creção ou em m
circuitos respiratórrios com uso de umidificad dor aqueccido deve--se verifica ar
freqüente emente a lim
mpeza dos s sensores de fluxo.
• O equipamento poss sui fonte de
e alimentaçã ão elétrica independen
i nte e possui seu própri rio
sistema ded “backup” ” de bateria..

o Conecte a fonte conversor


c A
AC/DC a uma e três pinos NBR 14136:2002 (2P+T
a tomada de T);
o Mante enha o equipamento c conectado à rede elétriica mesmo estando de esligado parra
que as
a baterias in
nternas sejaam permane entemente carregadas;
c ;
o Faça uma recarg ga completa a das bateria as, após su
ua utilização
o ou após loongo períoddo
estoccado;
o O alarrme de reca
arga da bate eria deve seer prontameente atendiddo. Realize a sua recarg
ga
antess da próximaa utilização do equipam mento, pois qualquer q queda de energia elétric
ca
poderrá interromp
per o funcioonamento do o mesmo.
o Se no o uso prolo
ongado do a aparelho em m bateria, ocorrer
o o allarme cuja mensagem é
BATE ERIA FRACA A, providen ncie IMEDIA ATA conexã ão do cabo o de força a uma red de
elétric
ca, caso nã
ão seja poss sível DESCO ONECTE o aparelho
a do
o paciente e providenccie
meios s adequadoss de suportte ventilatórrio.

• A correta co onexão do sensor de e fluxo e a ausência de obstru ução são ex xtremamente


mportantes para
im p o corre
eto funcionaamento da monitoração
m o da ventilaação. E por isso
i deve seer
frreqüentemen nte verificad
do durante a realização o da ventilaç
ção do pacieente.
• Ao ligar o ven ntilador elettrônico, será
á solicitado a seleção do tipo de paaciente, INFOORME-O parra
qu ue o equipamento sejja configura ado para a melhor ve entilação iniicial do paciente, e em m
se eguida a con nfirmação dod tipo de pa aciente, con
necte um se ensor de fluxxo de acord do com o tip
po
de e paciente informado.
in CONECTE
C O SENSOR SOLICITADO
S O para que a ventilação o do paciente
se eja corretam
mente monittorada.
• Ex xiste a poss sibilidade do
d uso do e equipamentto sem o sensor de flu luxo proximmal (50017488).
Nesta condiç ção será ex xibida a mennsagem “Se ensor OFF” na área dee mensagem m e status da
d
teela e toda a monitoraçã ão que depe ende deste sensor (VT, T, MV, Frequ uencia,Vins, Tinsp, I:E, T
ex xp, Cest, Cdin,
C Res, Volume
V Vaza
amento, Grráfico VxTem mpo ) NÃO O será apres sentada. Na as
m
modalidades ventilatória as controladdas à volumme os volumes entreguees do equipa amento terãão
um ma variação o de até ±10 0%. Ao cone ectar o senssor de fluxo correspond dente ao tipo
o do paciente

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aoo circuito respiratório,


r o equipammenoto volta ará a seu funcionamen
f nto regularr e todos os o
paarâmetros monitorados
m s voltarão a serem exib bidos.
• O
Os compone entes do ciircuito resp piratório, appós o uso DEVEM paassar por processo de d
deesinfecção ded alto níveel, antes de ssua próxima a utilização, quando esstes forem re eutilizáveis.
• Toodas as parrtes do equiipamento qu ue tiverem contato
c com
m fluídos pro rovenientes de paciente es
aoo serem descartados
d s devem so ofrer um processo
p de
d desinfeccção de allto nível ou o
essterilização,, ou descarttados como o lixo hospitaalar potenciialmente inffectado.
• Toodas as parrtes aplicad das do Venttilador de Transporte
T são
s feitas dde material atóxico, sã ão
is
sentos de láttex; não proovocam irrittações ou allergia ao paciente (bioccompatibilid dade).
• O
Os acessório os de uso comum,
c nãoo exclusivoos do Oxym mag, tais co omo máscarras, circuito os
re
espiratórios,, nebulizaddores, umid dificadores aquecidos,
a filtros HME E dentre outros devem m
poossuir regisstro na ANVI
VISA.
• Jaamais obstrrua as tomadas de pres ssões. As pressões
p meedidas nestees pontos são s utilizada as
peelo sistema de monitorração da ven ntilação do paciente.
p
• Nãão utilize o equipamento se um pro roblema não o puder ser resolvido.
r
• Teenha a dispo osição um equipament
e ação manuall, para o casso de descarga completa
to de ventila
daa bateria, ou
o por falta de gases p para o func cionamento do aparelh ho ou por fa alha geral do
d
veentilador dee transporte..
• Seempre utilizze cilindros de oxigênio o aprovados s oficialmennte e válvulaas redutoras de pressã ão
quue atendam m aos requisiitos governa amentais loocais.
• Paara uma ven ntilação aprropriada lev
ve em conta os espaços s mortos do o circuito re
espiratório ao
a
effetuar o ajusste do ventiilador em esspecial paraa pequenos volumes co orrentes.

Atençã
ão
• O Ventilado or de Tran nsporte não o emite ondas
o eletrromagnéticaas que in nterferem no
n
fu
uncionamen nto de equippamentos na a sua proximmidade.
• Realizar man nutenção pe eriódica anu ual ou confoorme horas de uso esp pecificado, o que vence
er
prrimeiro.
• Suubstituir o filtro
f de entrrada de ar a
ambiente a cada
c 500 hooras de uso ou a intervaalos menore
es
se
e o ambientte no qual fo or utilizado ccontiver muuito particulaado em susp
spensão.
• Toodo serviço o ou manutenção no Ve entilador de Transporte só poderá sser realizado por técnic
co
ha einado e devidamente a
abilitado, tre autorizado pela
p MAGNA AMED.
• Sóó utilize pe eças, partees, cabos, s sensores, filtros,
f umiidificadoress aquecidoss e circuito
os
re
espiratórios especificad dos pela MA AGNAMED. Para aquisição inform me o código apresentad do
noo capítulo 12.

Obserrvações
s
• Ellimine as parrtes removid das do equippamento de acordo
a com o protocolo dde disposiçã ão de partes e
pe
eças de sua a instituição
o e siga as recomenda ações govern namentais lo locais quantto à proteçã ão
am
mbiental, esppecialmente no caso de llixo eletrônic
co ou partes eletrônicas ((por exemploo, baterias).
• Ass característiticas técnicass dos produto
tos MAGNAMMED estão su ujeitas a alteerações sem aviso prévio o.
• Unnidades de pressão:
p

1 mbar (miliba
ar) = 1 hPa (hec
ctoPascal) = 1,,016 cmH2O (ce
entímetro de ág
gua)

Na
a prática estas unidades não são dife
erenciadas e podem ser utilizadas coomo:

1 mbarr = 1 hPa ≈ 1 cmH2O

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2 Índ
dice Analít
A ico
1  HIST
TÓRICO DE
E REVISÕES .................................................................. ERRO! IND
DICADOR NÃ O. 
ÃO DEFINIDO

2  FINIÇÕES E CUIDADOS .................................................................................................................................... 3 


DEF

3  TICO ................................................................................................................................................. 7 
ÍNDIICE ANALÍT

4  1  
DESCRIÇÃO ............................................................................................................................................................. 11

4.1  USSO PRETENDID 1  


DO .................................................................................................................................................... 11

4.2  RO 1  
OTULAGEM ........................................................................................................................................................... 13

4.3  PR
RINCÍPIO DE FUNCIONAMEN
U 1  
TO ............................................................................................................................. 14

4.4  OU
UTRAS CARAC 1  
CTERÍSTICAS .................................................................................................................................... 15

5  DESE
EMBALAND
DO O PRODU 1  
UTO ......................................................................................................................... 16

5.1  VEERIFICAÇÕES INICIAIS ........................................................................................................................................... 16


1  

5.2  REELAÇÃO DE COMPONENTES


O ......................
. 1  
............................................................................................................ 16

6  IDEN
NTIFICAÇÃ
ÃO DOS COM
MPONENTES 1  
S ......................................................................................................... 18

6.1  ID O DOS COMPON


DENTIFICAÇÃO 1  
NENTES ...................................................................................................................... 18

6.2  ID O DAS ÁREAS DO


DENTIFICAÇÃO 2  
D DISPLAY ............................................................................................................... 25

6.2.1  2  
Modalidaades ...................................... ........................................................................................................... 25

6.2.22  2  
atus ................ ........................................................................................................... 26
Alarmes, Monitor e Sta

6.2.3  2  
Monitor, Menus e Gráfficos .............. ........................................................................................................... 26

6.2.44  2  
Ajustes doos parâmetross da ventilaçãão ......................................................................................................... 26

7  PREPARAÇÃO PARA
P O USO 2  
O ............................................................................................................................... 27

7.1  MONTAGEM DO
O OXYMAG – VENTILADOR D
DE TRANSPORT 2  
TE .................................................................................. 27

7.2  CO
ONEXÃO À REDE
E ELÉTRICA......................
. 3  
............................................................................................................ 36

7.3  VEERIFICAÇÕES ANTES DO USO ............................................................................................................................... 37


3  

7.3.1  3  
mentos iniciaiss ..................... ........................................................................................................... 37
Procedim

7.3.22  3  
mento ............ ........................................................................................................... 38
Tela Iniciial do Equipam

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7.3.3  Sequênciaa Normal de Inicialização..


I 4  
........................................................................................................... 41

7.3.44  4  
Sequênciaa de Testes .......................... ........................................................................................................... 49

7.3.55  5  
Diagnóstiico de Falha ........................ ........................................................................................................... 51

8  INST
TRUÇÕES DE 5  
D USO ........................................................................................................................................... 53

8.1  AJJUSTES DO VENTILADOR


E 5  
....................................................................................................................................... 53

8.2  AJJUSTE DOS PARÂMETROS


A M CADA MODA
EM 5  
ALIDADE .............................................................................................. 56

8.3  ALLARMES DISPO 7  


ONÍVEIS ........................................................................................................................................... 73

8.4  VEENTILAÇÃO MANUAL DO PACIENTE


A 7  
..................................................................................................................... 77

8.5  AJJUSTE DOS ALARMES


L 7  
............................................................................................................................................ 77

9  SUPO
ORTE VERT 8  
TICAL - INSTALAÇÃO ............................................................................................................. 80

10  SOL
LUCIONAND
DO PROBLEM 8  
MAS ......................................................................................................................... 82

11  LIM 8  
MPEZA, DESIINFECÇÃO E ESTERILIIZAÇÃO............................................................................................ 84

11.1  VENTILADOR 8  
R OXYMAG ...................................................................................................................................... 84

11.2  PROCESSOS DE
D LIMPEZA, DESINFECÇÃO
O E ESTERILIZA 8  
AÇÃO .............................................................................. 85

11.3  8  
PEÇAS E ACEESSÓRIOS ......................................................................................................................................... 87

12  MAN
NUTENÇÃO 9  
O PREVENTIIVA ........................................................................................................................... 95

12.1  INDICAÇÃO DA NECESSIDA


ADE DE MANUT 9  
ÓDICA ............................................................................ 95
TENÇÃO PERIÓ

12.2  9  
VERIFICAÇÕES .................................................................................................................................................... 95

12.3  9  
BATERIA INTTERNA DE LÍTIIO .............................................................................................................................. 97

12.4  SENSOR DE CONCENTRAÇÃ


ÃO DE O2 INTE 9  
ERNO ................................................................................................... 97

12.5  SUBSTITUIÇÃ
ÃO DO FILTRO DE AR AMBIE 9  
ENTE.................................................................................................... 98

12.6  ENCAMINHA
ANDO O PRODU
UTO PARA SER
RVIÇO DE REPA 9  
ARO ................................................................................ 98

13  ESPE
ECIFICAÇÃ
ÃO TÉCNICA 9  
A................................................................................................................................ 99

13.1  CLASSIFICAÇ 9  
ÇÃO .................................................................................................................................................. 99

13.2  9  
NORMAS ............................................................................................................................................................. 99

13.3  ESPECIFICAÇ 9  
ÇÕES ................................................................................................................................................. 99

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13.3.1  Características Eléttricas ............. ......................................................................................................... 1000 

13.3.2  Conexxão à Fonte dee Oxigênio ..... ......................................................................................................... 1000 

13.3.3  ificações Físiccas e Ambienttais .................................................................................................... 1001 


Especif

13.3.4  ntilação ......... ......................................................................................................... 1001 


Modallidades de Ven

13.3.5  ificações de Ajjustes dos Parrâmetros da Ventilação


Especif V ................................................................... 1002 

13.3.6  Especif
ificações de Ap os da Ventilaçção ........................................................ 1004 
presentação ddos Parâmetro

13.3.7  ma de Alarmes e Segurança. ......................................................................................................... 1005 


Sistem

13.3.8  Curva de Concentra o Respiratório ............................................................. 1007 


ação X Pressãão no Circuito

13.3.9  Especif
ificações de Desempenho
D ... ......................................................................................................... 1007 

13.3.10  Especif
ificações de Manutenção
M e Calibração: ..................................................................................... 1007 

13.3.11  Especif
ificações de Resistência
R atório: .......................................................................... 1008 
do Ramo Expira

13.4  ESQUEMA PNEUMÁTICO


N ................................................................................................................................... 1009 

13.5  DIAGRAMA EM
E BLOCOS DA
A ELETRÔNICA
A DE CONTROL 10 
LE ................................................................................ 11

13.6  COMPATIBILLIDADE ELETROMAGNÉTICA 10 


A ......................................................................................................... 11

14  SENSOR IRMA CO


C 2 (PHASE ONAL............................................................................................... 1115 
EIN) - OPCIO

14.1.1  Instruçções de Uso ......................... ......................................................................................................... 1115 

14.1.2  or ................... ......................................................................................................... 1115 


Montaagem do Senso

14.1.3  Posicioonamento do Sensor .......... ......................................................................................................... 1117 

14.1.4  Proceddimento de Zeeramento do SSensor ................................................................................................ 1118 

14.1.5  mações sobre o LED............ ......................................................................................................... 1118 


Inform

14.1.6  mpeza dos Sennsores............................................................................................... 1118 


Proceddimento de Lim

14.1.7  ntiva............... ......................................................................................................... 1118 


Manuttenção Preven

14.2  ESPECIFICAÇ
ÇÕES TÉCNICA
AS DO CAPNÓG 20 
GRAFO ................................................................................................ 12

14.2.1  Acessóórios .................................... ......................................................................................................... 1222 

15  OXÍM
METRO (MA PCIONAL .............................................................................................................. 1223 
ASIMO) - OP

15.1.1  ípio de Operaçção ................ ......................................................................................................... 1223 


Princíp

MA
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0

16  BOLOS.............................................................................................................................................................. 1227 


SÍMB

17  TER
RMOS E ABR S ............................................................................................................................... 1330 
REVIAÇÕES

18  DEC
CLARAÇÃO DE BIOCOM DADE ............................................................................................... 1332 
MPATIBILID

19  RANTIA ............................................................................................................................................................. 1333 


GAR

MA
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11
1

3 De
escriç
ção
3.1 U
Uso Prete
endido
O Oxymag g - Ventilador Eletrônico de
d Transportte e Emergênncia da MAGNAMED é um m equipamento de suporrte
ventilatório
o de pacienttes neonatal a adulto com cia respiratória, controladdo a volume, controlado a
m insuficiênc
pressão e ciclado a tempo. Destina ado ao uso e
em pacientess com volume corrente a partir de 3 mL.
m

As modalidades de ve
entilação possíveis são:
• VC CV – Ventila
ação de Volume Controla ado (pode ser Assistido);
• PC CV – Ventila
ação de Pressão Controla ada (pode seer Assistido);
• PL LV – Ventilaçção Limitada a a Pressão ((pode ser Asssistido) – Disponível Pesso ≤ 6,0Kg (N
Neonatal)
• CPAP / PSV– Ventilação de d Pressão C Contínua comm Pressão de d Suporte;
• P--SIMV – Ven ntilação Mand datória Sincrronizada Inte
ermitente comm ciclo de Prressao Contrrolada(com ou
o
seem Pressão de Suporte);
• V--SIMV – Ven ntilação Mandatória Sincrronizada Inte ermitente com m ciclo de V
Volume Contrrolado(com ou
o
seem Pressão de Suporte);
• DualPAP – Ve entilação emm dois níveiss de CPAP (com
( ou sem
m Pressão dee Suporte). Através
A desta
m
modalidade podem-se rea alizar ajustess de maneirra a obter a modalidadee APRV (Airrway Pressure
Re elease Ventiilation) – Ven
ntilação de A
Alívio da Pres
ssão nas Via as Aéreas.

Ventilação
o Não Invasivva (VNI ou NIV
N – Non In nvasive Ventilation) por Máscara
M podee ser ativada
a em todas as
a
modalidaddes ventilatórrias e neste caso há com
mpensação de
d vazamento os.

Adverttência
• Na
a modalidad de CPAP/PSSV (Continuo
ous Positive
e Airway Prressure with
h support prressure ) parra
de
esativar a pressão de susporte
s dev
ve-se config
gurar ∆PS = OFF

Durante a ventilação em
e CPAP/PS SV pode ser e
estabelecido uma ventilação de retagguarda no cas
so de APNEIIA,
esta ventillação pode ser
s escolhida
a entre VCV, PCV, PLV ou
o DESLIGA ADO(OFF)

Adverttência
• Naa modalida
ade CPAP/P PSV ao con
nfigurar o parâmetro
p BACKUP
B em
m OFF a ventilação
v d
de
re
etaguarda é desativada

Este ventiilador també


ém poderá se er empregad do numa Ven ntilação Não Invasiva (VVNI ou NIV – Non Invasivve
Ventilation
n) com o usso de másca ara facial. Deentro de determinados limites os evventuais vaz zamentos sã ão
compensa ados.
Este ventilador também pode ser utilizado
u com
m máscara de e inalação de
e oxigênio.
Este ventilador possui uma tela de cristal líquido
o colorido pa
ara apresenta
ação de parââmetros a serem ajustado os,
dados da monitoração o de ventilaçã
ão, gráficos, curvas e info
ormações de e alertas e allarmes.
Este ventilador é equippado com um ma célula de medição de concentraçã ual é ativada a
ão de oxigênnio, para o qu
apresenta ação da conccentração no display e limmites de alarmes.

armes ajustáveis de:


Possui ala

MA
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2

• Prressão Alta
• Prressão Baixaa
• Frreqüência Reespiratória Alta
A
• Frrequência Reespiratória Baixa
B
• PEEEP Alta
• PEEEP Baixa
• Appneia
• Voolume Minuto Alto
• Voolume Minuto Baixo
• EttCO2 Alto
• EttCO2 Baixo
• COO2 inspirado
o Alto
• Frrequência Caardíaca (FC)) Alto
• Frrequência Caardíaca (FC)) Baixo
• SppO2 baixo

Segue desscrição dos alarmes


a relacionados ao
o equipamentto e a ventila
ação:

• Baateria Fraca
• Prressão de Re ede Baixa
• Deesconexão dod Circuito Respiratório
R
• Obstrução do Circuito Resspiratório
• Appneia
• Seem Rede Elé étrica

Segue desscrição dos alarmes


a relacionados ao
os sensores externos:
e

• Se
ensor de Capnografia
o Atençção adaptado or IRMA
o Reiniccie IRMA
o Troque IRMA
o CO2 fo ora de escala
a
o Erro de
d Leitura IRMA
o Calibrrar IRMA
• Se
ensor de SpO
O2
o Atençção Sensor SpO
S 2 (Sensorr Fora do De
edo)
o Chequ ue SpO2
o Chequ ue Cabo
o Baixa Perfusão
o Procurando pulso
o Ativan ndo SpO2
o SpO2 demo

Incorpora um Monitor de Ventilaçã


ão que apressenta as segu
uintes curvas
s e parâmetrros monitorados:

• Curva de Presssão x Temp po


• Curva de Fluxxo x Tempo
• Curva de Voluume x Tempo o
• oop de Volum
Lo me x Pressão o
• Lo
oop de Fluxoo x Volume
• Curva de CO2 x Tempo
• Curva de SpOO2 x Tempo
• argraph de pressão
Ba p insta
antânea

MA
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3

• Prressão Máxim ma
• Prressão Média
• PEEEP
• PEEEP intrinseco
• Prressão Platô
ô
• Voolume Corrente (Volume Expirado)
• Voolume Inspirado
• Voolume Minuto
• Coomplacência a Estática
• Coomplacência a Dinâmica
• Reesistência da
as Vias Aéreeas
• Teempo Inspiraatório
• Teempo Expiraatório
• Reelação I:E
• Frrequência Reespiratória Total
• Frrequência Esspontânea
• Voolume Minuto Espontâne ea
• Voolume Espon ntânea
• FiO2

Este equiipamento po ode ser utilizado para v ventilação pulmonar do paciente:


• Na a medicina de urgência para atendiimentos em campo, ass sistência prim
mária, resgaates no qual o
pa
aciente podee ser transportado por viaa terrestre ou
u aérea incluindo helicóptteros.
• No o pós-operattório, na sala
a de recupera
ação pós-an nestésica (RP
PA).
• Trransporte inttra-hospitalar: O paciente e pode ser transportado internamentte, de um de epartamento a
ou
utro.
• Trransporte intter-hospitalarr: O paciente
e pode ser traansportado por
p via terresstre ou aérea
a.

3.2 R
Rotulagem
m
Informaçõ
ões apresenta
adas no rótu
ulo externo do
o produto:

Figura 1 – Rótulo exterrno do produ


uto

MA
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4

3.3 Princípio de Func


cionamen
nto
O Oxxymag - Ven
ntilador de Trransporte da MAGNAME ED é compos sto de:
• Placa Eletrônica
E dee Controle – possui dois s microproce essadores paara realizar o controle do d
sistema pneumático o para a ven ntilação pulmmonar e para a a central d e ajustes e comandos da d
e com o usuá
interface ário.
o Controle do sistema pne eumático:
O sistema pneumático é composto por p uma válvu ula redutora dde pressão que
q adequa as a
pressões da a entrada (cillindro de O2 ou rede de oxigênio)
o parra as pressõe es de trabalhho
interna. A prressão de oxxigênio reduz zida é aplicadda à entradaa de 5 válvulaas solenóide es.
Uma das vá álvulas solen óides é utilizada para o controle da válvula de sobre s pressão.
Outra duas válvulas sole enóides realizam o offsett do sensor dde fluxo. Para a a entrega ded
um fluxo e concentração
c o de oxigênio determinad dos há maiss duas válvulas solenóide es
que realizamm a mistura d do oxigênio com
c o ar ambbiente atravéss de um siste ema aspirativvo.
Conforme acionamento
a destas válvulas obtém-s se uma deteerminada con ncentração de d
oxigênio e flluxo.
Os controles destas vá lvulas solenóides são re ealizados poor circuitos digitais
d de alto
desempenho que reduzzem o consu umo de energia elétrica aumentando a eficiênccia
geral do sisttema de bate eria.
Há ainda trêês transduto res de press são para as medições dee fluxo administrado, fluxxo
do paciente e a pressão o no circuito respiratório.
r
Basicamente o microprrocessador de d controle recebe os comandos da d central de d
ajustes e comandos, trraduz estas informações s para temppos de acion namento e de d
abertura das s válvulas de e demanda e expiratória para realizaar o controle da ventilaçã ão
do pacientee. Os sinais recebidos dos transduto ores são inteerpretados para
p realizar o
controle preeciso da ven ntilação do paciente através de coorreções de abertura da as
válvulas de demanda e expiratória. O sistema realiza r a meddição da con ncentração de d
oxigênio na mistura de g gases entreg gue ao circuitto respiratóriio.
o Central de Ajustes
A e Co mando:
Esta central é controlada a por um seggundo microp processador e realiza as aquisições de d
dados do te eclado, da te ela sensível a toque ou do d botão giraa e confirma a para obter o
ajuste desejado pelo op perador do equipamento
e o. Os resultaados dos aju ustes e dado os
recebidos do o sistema de e controle pneeumáticos sã ão apresentaados num dis splay de cristtal
liquido colorrido, tanto at ravés de daddos numérico os como grááficos.
Uma vez re ealizados oss ajustes nec cessários es stes são envviados para o sistema de d
controle pneumático, q ue então re ealiza o conttrole da venntilação dete erminado pe elo
operador do o equipamen to.
Durante o processo de ventilaç ção o sistema de conntrole pneumático envvia
continuamente os princcipais dados s da ventilaç ção do paciiente, tais como
c pressãão
instantânea, volume in stantâneo, fluxo f instanttâneo, além m dos valore es de volum me
corrente, preessão média a, tempos inspiratório e ex xpiratório, freeqüência den
ntre outros. Os
O
dados receb bidos pela ce entral de commandos e aju ustes são aprresentados no n display.
Outra funçã ão exercida pela centra al de coma andos e ajusstes é o de receber as a
informações s de situaçõe es de alarmes e colocá-lo os na ordem dde prioridade e determinad da
e apresentáá-las no displ ay, além de soar o alarm me audível.
• Fonte de Alimentaçã ão Elétrica;
o A energia elétrica para a operação do Oxymag é fornecida por um conv versor extern no
AC/DC de 1001 – 240 VAAC para +12V VDC, que dev ve ser conecctado a rede e elétrica parra
manter o eq quipamento e energizado.
o Pode-se conectar direta amente uma a fonte DC de d +12VDC à entrada de e alimentaçã ão
elétrica.
• Sistema a de back-up por Bateria;;
o O sistema de d back-up p por bateria é composta por um carrregador inteligente e um ma
bateria do tipo Li-Ion.

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5

Atençã
ão
• Nã
ão remova a bateria. Prrocure um s
serviço autoorizado para
a a sua subsstituição ou reparo.
• O descarte da
a bateria de
eve obedeceer à legislação aplicável local.

3.4 O
Outras Ca
aracterís
sticas
Este equip
pamento pod de ser fornec cido com os sseguintes ac cessórios opcionais:
• A Adaptador ve ertical para ammbulância ou u helicóptero
o
• M Maleta / moch hila de transpporte
• K Kit suporte pa
ara incorpora ar cilindro de
e oxigênio.
• K Kit engate ráppido com ma angueira com mpatível.
• S Sensor de CO O2
• O Oxímetro de Pulso
P
• C Circuito de sillicone adulto
o
• C Circuito de sillicone infantil
• C Circuito de sillicone neonaatal
• F Filtro HME Eliptico
• M Máscara facia al adulto
• M Máscara facia al infantil
• M Máscara facia al neonatal
• U Umidificador aquecido
a
• P Pedestal comm rodízios frontais com tra avas
• B Braço de suporte para circuitos respira ratórios
• R Ressucitador Manual

Este equip
pamento pod de ser utilizad
do com:
• P Prongue nasa al para CPAP P neonatal e respectivo circuito respiratório amboss com cadatrro na ANVISAA.
• C Circuito Resppiratório Limbo de 1,8 m com Res sistência de no máximoo de 3,69 mbar/(L.s-1) (n na
in
nspiração) e 4,39 mbar/(L L.s-1) (na exppiração) registrado na AN NVISA.
• C Circuitos respiratórios com traque eias cujas re esistência sejam
s 3 mbar/(L.s-1
menoores que 0,3 -
)
re
egistradas peela ANVISA.
• B Blender com fluxo de 120 0ml/min e pre essão de saíd da de 60psi registrado naa ANVISA.
• M Máscaras Faccial simples Adulto, Infan ntil e Neonattal registrada
as na ANVIS SA.
• F Filtro HME Elíptico 88x58x28 registrad do na ANVIS SA.
• C Cilindro de alumínio para oxigênio M9 9 para a maleeta de transp porte, ou sejaa:
o Diâmetro = 11,13 cm ,
o Alturaa = 27,20 cm m,
o Volum me = 1,7L,
o Capa acidade de O2 = 255L.

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6

4 De
esemb
balando o Produ
uto
4.1 V
Verificaçõ
ões Inicia
ais
Item Verifficação Aprovado
A
V
Verifique se a embalagem
m está íntegra
a observando se há amassados, fuross ou
o
outros danoss.

O
Observa
ações
1 • Se a embalagem encontrar-se e danificada comunique imediatamen
i nte à OK
O NOK
transsportadora re
esponsável e à MAGNAM MED.
• Não abra a emba alagem.

2 A
Abra a emba
alagem com cuidado
c obse
ervando as indicações na
a caixa OK
O NOK
K

3 C
Conferir o co
onteúdo OK
O NOK
K

4.2 R
Relação de
d Comp
ponentes
s

Os seguin
ntes itens são
o fornecidos integrando o aparelho e são de uso exclusivo doo mesmo.

Item Código Descrição QTD


D UMI Fotog
grafia ou Figura

OXYMAG -
VEN
NTILADOR DDE
1 1600185 1 PC
TRAN
NSPORTE CCOM
PSV
P E PEEP
P

KIT SENSORES
S S DE
2 5001748 FLUXXO ADU INF NEO 1 PC
AUTTOCLAVAVEEIS

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7

Item Código Descrição QTD


D UMI Fotog
grafia ou Figura

FONTE ELÉTRICA
A 12V
3 2402568 COM
M CONECTO OR 4 1 PC
VIAS

CIRCUITO
RE
ESPIRATORIIO
4 1703218 01 PC
ADULTO 1,2M
M
AUTOCLAVÁV EL

EXT
TENSÃO DE O2
5 3902647 1 PC
DISS
D X2 – 2m
m

ENV
VELOPE CO M 3
6 1702656 ROS AMBIE NTE
FILTR 1 PC
PA
ARA OXYMAAG

7 160
00185-NE-20
0-RR Manu
ual de Opera
ação 1 PC

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8

5 Ide
entific
cação
o dos Comp
ponen
ntes
5.1 Id
dentificaç
ção dos Compon
nentes

Figura 2 – Painel Frontal do Oxyma


ag

1 DISPLAY DE
D CRISTA
AL LÍQUID
DO COM TOUCH SCREEN

Apresentaação visual e gráfica dos parâmetros de ajuste co


om tela sensíível ao toquee, parâmetros
s monitorado
os
tais como Volume, Preessão, Frequ uência.

2 BOTÃO AJUSTE E CONFIRMA


C A
Este botão é utilizado
o para a ma aioria dos ajjustes a ser realizado no
n Ventiladorr de Transporte Oxymag.
Quando um parâmetro o estiver seleecionado, aoo girar o botã
ão no sentido
o horário ou aanti-horário faz
f com que o
valor do parâmetro sejja alterado.
A confirmaação do novo
o valor ocorrre ao se presssionar o bottão.

Figura 3 – Botão Gira


a e Confirma
a

MA
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9

Obserrvações
s
• Seelecione o parâmetro a ser ajusstado na te ela do disp play tocandoo diretamen nte no botã ão
orrespondente.
co
• O botão seleccionado muda ará de cor pa
ara CYAN pe ermitindo, as
ssim a alteraçção de valorres ou ajuste
es.
• Ajjuste o valorr desejado girrando o botã
ão no sentidoo horário ou anti-horário
a
• Paara confirmaar pressione o botão
• Q
Quando o botã ão retornar para
p a sua co
or original o parâmetro
p ajjustado entraará em vigorr.

Adverttência

• aso não hajja a confirm


Ca mação atravé
és do pressiionamento dod botão, ap
pós 10 segu
undos o valo
or
do
o parâmetro
o e o botão retornarão
r p
para o estad
do anterior.

3 TE
ECLADO
Os botõess do teclado permitem rá
ápido acesso
o às funções do ventilado
or. A função de cada uma das teclas é
detalhada mais abaixoo.

4 A
ALÇA
Esta alça p
permite transsportar o ven
ntilador duran
nte as operaç
ções de resg
gate e emergêência. Na paarte traseira do
d
ventilador há um supoorte que pode e ser facilmeente adaptado à maca dee transporte dde pacientes
s.

5 LU
UZ INDICA
ADOR DE ALARME - VERMELHO
A luz indiccadora de ala
arme pisca qu
uando ocorree uma condiçção de alarme de alta priooridade. Qua
ando em mod
do
de silêncioo este permaanece acionaado indicand o a condição
o de alarme.

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0

6 7

10

11

Figura 4 – Teclado do
o Oxymag – Ventilador de
d Transportee

6 TE
ECLA de trava
t da te
ela sensív
vel a toque
e (LOCK Touch
T Scre
reen)

Esta tecla
a permite travar ou destrravar a tela ssensível a tooque. Quand do os comanndos no disp
play estiverem
travados, pressione essta tecla porr 2 s para lib
berá-los. Parra travar nov
vamente sim plesmente pressione
p um
ma
vez esta te
ecla ou agua
arde 30 s sem m tocar a telaa.

7 ED VERDE
LE E – CONE
EXÃO A RE
EDE ELÉT
TRICA

O LED VEERDE estará aceso quand


do a entrada ação DC (17) ou (21) estivver conectad
a de alimenta do a uma fonte
conversorra AC/DC para +12V.

8 ECLA HOLD (PAUS


TE SA)

Esta tecla
a permite quee sejam realizadas manoobras de sus muito utilizado em caso de
spensão de inspiração, m d
raios-X de
e tórax, e parra manobras de extensão
o do tempo de
d expiração
o (prolongar o tempo de expiração).
e

Se aciona ório, a inspiração será proolongada porr 5s, após este


ada durante o tempo inspiratório do ci clo respirató
período se n área de monitoração n
erá exibido na no centro sup perior da telaa o parâmetroo Cest. Já se
e esta tecla fo
or
pressionad
da durante o tempo exiraatório, a exp iração será prolongada
p por
p 5s, após este período o será exibid
do
na área de
e monitoraçãão no centro superior da tela o parâm metro PEEPi.

Os parâmetros exibido carão visíveis por 5 seguundos, após este


os após o aciionamento d esta tecla fic e período a
área supe
erior de monitoração volta
ará a exibir o parâmetro exibido
e anteriormente.

9 TE
ECLA DE MANUAL

Acionando arar um ciclo inspiratório. Estará ativo


o-se esta teccla para dispa o nas modaliddades VCV, PCV, V-SIMV
V,
CPAP/PSVV, P-SIMV (d dispara um ciclo
c de presssão de supo orte).

10 TE
ECLA O2 100%
1
Ao pressio
onar esta teccla a concenntração de oxxigênio será de 100% du egundos. Este
urante os próóximos 90 se
recurso po
ode ser utilizzado para procedimentoss pré-aspiraçção e pós-as
spiração da ssecreção das vias aérea
as.

MA
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1

Quando o ventilador estiver em STAND-BY após press sionado esta a tecla por 2s será aprresentado um
fluxômetro
o de oxigênio
o na tela do ventilador
v co
omo apresen
ntado na figura seguinte..

Vizu
ualização
Valor do valor
v
o
Ajustado Ajus
stado

Valor
Monitora
ado

Figura
F 5 – Flu
uxômetro de O2 para Inallação

ara alterar o valor do flux


Utilize o botão ajuste e confirma pa xo desejado. Este valor a parecerá na área indicad
da
na figura 5 como valo or ajustado. Na
N área indi cada como valorv monito
orado pode-sse monitorar o fluxo de O2
100%.

11 TE
ECLA PÁG
GINA
Ao pressio
onar esta te
ecla os parâm
metros de ajjuste serão alterados pa
ara o próxim
mo conjunto de ajustes da
d
modalidad
de corresponndente.

Figura 6 – Vista latteral direita

12 CONEXÕES
S DO SEN
NSOR DE F
FLUXO
Estes conectores são utilizados pa onto azul indiica a conexã
ara conexão do sensor de fluxo. O po ão proximal do
d
sensor de fluxo.

MA
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2

Atençã
ão
• Sóó utilize ca
abos e sensores espe ecificados e adquiridos
s da MAGN
NAMED. Pa
ara aquisiçã
ão
in
nforme o códdigo aprese
entado no ca
apítulo 12.

13 CONECTOR
R 22M/15F
F DO FLUX
XO INSPIR
RATÓRIO

Conexão p
padrão do flu
uxo inspirató
ório para o cirrcuito respira
atório do pac
ciente.

14 VÁ
ÁLVULA EXPIRATÓ
E ÓRIA

Conexão d
do ramo exp
piratório do circuito respirratório do pac
ciente.

15 CONECTOR
R DO SEN
NSOR DE C
CO2 ou SE
ENSOR Sp
pO2

Conexãoo para sensor de CO2 da PHAS


SE IN ou se
ensor de SpO
S 2 MASIIMO – Este
es sensore
es
são opciionais

Figu
ura 7 – Identtificação doss pinos do Co
onector do Sensor de CO
O2/SpO2

Figura 8 – Vista
V Traseira
a do Oxymag
g – Ventilado
or de Transpoorte

MA
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3

16 PLUGUE DA
A ALIMEN
NTAÇÃO E
ELÉTRICA
A - BASE

Este plugu
ue é utilizado
o em conjuntto com a basse de apoio do
d OxyMag com
c o sistem
ma de alimentação elétrica.
A entrada é +12VDC. Note
N a indicação de polarridade e a tensão DC de alimentaçãoo gravada.

Atençã
ão
• Só
ó utilize fon
ntes de alime
entação fornnecidos pella MAGNAMMED.
• Es
sta conexão o é para ser utilizada em
m conjunto com
c os KIT’s
s adaptadorres horizonttal ou vertic
cal
da
a MAGNAME ED.

17 ET
TIQUETA DE ROTU
ULAGEM

Esta etiqueta de rotula


agem traz as informaçõess da MAGNAMED, Representante Auttorizado Euro
opeu, Númerro
do registro
o na ANVISA A, mês e anoo de fabricaçã
ão e número
o de série.

18 SELO INME
ETRO

Esta é o sselo INMETR


RO de conformidade e se
egurança.

Figu
ura 9 – Vista lateral esqu
uerda do Oxy
ymag – Ventiilador de Traansporte

19 ENTRADA DE OXIGÊ
ÊNIO

Conectar oxigênio. A pressão de entrada devve estar na faixa


f de 60 a 150 psi (4114 a 1034 kPa). Conexã
ão
padrão DISS (ABNT NBR-11906:1
N 1992).

MA
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4

20 CONEXÃO SERIAL
Comunica
ação Serial – RS-232 – co
onector DB-9
9 fêmea. Não utilizar, uso
o para configguração de fábrica.
f

21 ENTRADA +12VDC – Fonte


F AC//DC Extern
no

Entrada de
e alimentaçã
ão elétrica +1
12VDC – Con
nexão de fontte AC/DC ex
xterno atravéés de plugue..

Figurra 10 – Pinoss do Conecto


or da Fonte DC
D +12V

Atençã
ão
• Só
ó utilize fon
ntes de alime
entação forn
necidas pella MAGNAM
MED.

22 Chave Liga
a/Desliga

Chave Lig
ga/Desliga

23 Fiiltro de En
ntrada de Ar

Filtro de entrada de ar ambiente quue é misturad do ao oxigên


nio para prove
er concentraações de oxig
gênio inferiorr a
100%. A ssubstituição do
d filtro deve
e ser feita de
e acordo comm instruções do
d capítulo 113.4.

Atençã
ão
• Sóó utilize filtrros fornecid
dos pela MA AGNAMED.
• Suubstituir o filtro
f de entrrada de ar a
ambiente a cada
c 500 hooras de uso ou a interva
alos menorees
se
e o ambientte no qual fo or utilizado ccontiver mu
uito particula
ado em suspspensão.
• Esste filtro esttando satura ado gera umm aumento na
n resistênc cia da entrad
da de ar amb
biente e pod
de
fa
azer com qu ue as conc centrações mínimas (3 35% de O2) não sejam m atingidas.. Neste cas
so
su
ubstitua o fiiltro.

MA
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5

A Central de Comando os e Ajustes


s é o sistema
a responsáve
el pelo funcio
onamento, opperação e monitoração
m d
do
aparelho. Incorpora oss seguintes sistemas:
s

• Siistema de Co
omandos e Ajustes
A do Veentilador
• Siistema de Monitoração da
d Ventilação
o
• Siistema de Alarmes e Alertas

5.2 Id
dentificaç
ção das Áreas do
o Display
y

Figurra 11 – As qu
uatro áreas do
d display do
o Oxymag

Figura 12 – Área d
de ajustes de
e modalidade
e e gráficos
5.2.1 M
Modalidad
des
(1) Tecla de Modalidade
M de
d Ventilação
o. Na parte superior
s da te
ecla há a ind icação do tip
po de paciente
selecionad
do: ADU Æ Adulto;
A INFÆ OÆNeonatal
ÆInfantil; NEO

MA
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6

(2
2) Indicação da Modalidaade Ativa, no
o exemplo accima a modalidade ativa é o VCV – Ventilação
V de
e
Volume Controlado.
(3
3) Indicação de ativação do NIV, nestta haverá co
ompensação de vazame ntos.

5.2.2 A
Alarmes, Monitor
M e Status
(4
4) Tecla de silenciamento
s o de alarme por 2 minuto os
Quando attivado o silennciamento de e alarme é apresentado
a esta barra paara indicar em
e quanto
tempo o silenciamento o será desativvado
(5
5) MV - Volume Minuto Monitorado
M o u VEXP – Volume Expirad do ou PMAX – Pressão Má áxima
Ao tocar nesta
n posição
o pode-se altterar o parâm metro monitoorado.
(6
6) STAND-BY Y – Ao press
sionar esta te
ecla por pelo o menos 2 segundos o veentilador entra a em modo de d
espera suspendendo a ventilação mecânica. A figura 12 Mostra a indiccação de STA AND-BY, a
palavra ST TAND-BY pe ermanecerá p piscando enq uipamento ettiver nesta condição. Ao
quanto o equ
ficar presssionando a te a que os 2 segundos se
ecla a barra llateral irá se preencher até e completem m.
(7
7) Área de mensagens
m e status da caarga da bateria do Oxymag
(8
8) Mensagen ns de Alarmees e Alertas
(9
9) Quando aparecer
a um
m cadeado ssignifica que e a tela sensível ao tooque estará desabilitada.
Pressione a tecla LOC CK por pelo m menos 2 segundos e a te ela sensível aao toque estaará habilitada.
(10)Indicador de carga res stante da batteria interna

5.2.3 M
Monitor, Menus
M e Gráficos
G

(11) “Bargraphh” de pressão o – Gráfico d


de barra que apresenta a pressão insstantânea noo circuito
respiratório e o valor da
d Pressão In nspiratória Máxima
M na pa
arte superior do Bargraphh na cor Cyan.
(12) Área de apresentação
a o de menus, parâmetros da ventilaçã ão numéricoss e gráficos

5.2.4 A
Ajustes do
os parâm
metros da ventilaçã
ão
(13) Barra de ajustes dos parâmetros d
da ventilação
o

MA
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7

6 Prrepara
ação para
p o Uso
o
6.1 M
Montagem
m do Oxy
ymag – V
Ventilado
or de Tra
ansporte

OK Ite
em Seqü
üência de M
Montagem Ilustraçã
ão
1 Inserirr filtro de ar ambiente
a no compartimento
aproprriado na lateral esquerda a do ventilador. Vide
capítu
ulo 13.4.

2 Insira um diafragmma na válvula


a expiratória, depois
insira o conjunto na
n base confoorme aprese entado na
figura e pressione firmemente e gire no sentido
horárioo para travarr.

Adverttência
• Posicione e corretameente o diafra
agma e a
válvula ex
xpiratória pa
ara evitar ob
bstrução
do ramo expiratório.
e

3 Prepare o circuito respiratório do paciente,


conecctando firmemmente o ramo o inspiratório
o à fonte de
fluxo de
d mistura dee gases.

Atençã
ão
• Utilize o circuito
c resp
piratório ade
equado ao
paciente.

4 O rammo expiratório
o do circuito deve ser con
nectado
firmem
mente à válvuula expiratórria.

MA
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8

OK Ite
em Seqü
üência de M
Montagem Ilustraçã
ão
5 Coneccte o sensor de fluxo ade
equado ao pa
aciente
observvando a figurra.

Adverttência
• A correta conexão do os tubos dee tomada
de pressãão e a ausênncia de obsttrução são
extremammente imporrtantes para o correto
funcionammento da m onitoração de
ventilação
o do pacien nte. E por issso deve
ser freqüe
entemente v verificado durante
d a
realização
o da ventilaç ção de paciientes.
• Note que em TODOS S os circuitoos
respiratórrios a seguiir o SENSOR R DE
FLUXO CORRETO é IIMPRESCIN NDÍVEL.
• Lembre-s se que ao ac crescentar o sensor
de CO2 e o filtro HMEE haverá aum mento da
resistência conseqüe entemente a
contrapreessão (vide gráfico de
Concentrração de O2 x Fluxo x
Contrapreessão no ca apítulo 14) e aumento
do espaço o morto.
• Todas as conexões d devem ser realizadas
r
FIRMEME ENTE para e evitar vazammentos.

MA
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9

OK Ite
em Seqü
üência de M
Montagem Ilustraçã
ão
6 Caso use o Senso or de CO2 (ite
em opcional)) realize a
monta
agem logo ap pós o sensorr de fluxo con
nforme
mostra
ado na seqüência de figu uras ao lado..
Coneccte o adaptad
dor de vias aaéreas ao se
ensor de
CO2 e depois realize a firme co
onexão do co onjunto ao
sensor de fluxo.

MA
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0

OK Ite
em Seqü
üência de M
Montagem Ilustraçã
ão
7 Se forr utilizar o circuito respira
atório com o sensor
s de
CO2 e com o filtro HME (Heat a and Moisturee
Exchaange) faça a montagem cconforme seq quência
aprese entada na fig gura.

Atençã
ão
• Utilize FIL
LTROS HME
E especificados pela
MAGNAM MED.

MA
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1

OK Ite
em Seqü
üência de M
Montagem Ilustraçã
ão
8 Se forr utilizar o circuito respira
atório para
VENT TILAÇÃO NÃO INVASIVA A (VNI ou NIV
V – Non
Invasivve Ventilation) com uso d de máscara, além do
filtro e sensor de COC 2 siga a se equência da figura ao
lado.

Atençã
ão
• Utilize MÁ
ÁSCARAS e
especificada
as pela
MAGNAM MED.
• Utilize MÁ
ÁSCARA ade
dequada paraa o tipo de
paciente.

9 Se forr utilizar o circuito respira


atório para
VENT TILAÇÃO NÃO INVASIVA A (VNI ou NIV
V – Non
Invasivve Ventilation) com uso d da máscara e sem o
filtro fa
aça a montag gem ao lado o.

MA
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2

OK Ite
em Seqü
üência de M
Montagem Ilustraçã
ão
1
10 Se forr utilizar o circuito respira
atório para
VENT TILAÇÃO NÃO INVASIVA A (VNI ou NIV
V – Non
Invasivve Ventilation) sem filtro..

MA
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3

OK Ite
em Seqü
üência de M
Montagem Ilustraçã
ão
1
11 Se forr utilizar o circuito respira
atório para
VENT TILAÇÃO NÃO INVASIVA A (VNI ou NIV
V – Non
Invasivve Ventilation) com másccara e filtro HME,
H então
faça a montagem ao lado.

MA
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4

OK Ite
em Seqü
üência de M
Montagem Ilustraçã
ão
1
12 Coneccte a linha do
o sensor de ffluxo como in
ndicado na
figura ao lado.

Adverrtência

• A CORRE ETA conexão o destes tubbos é


extremammente imporrtante para a
monitoraçção da venttilação do pa aciente.
• IMPORTA ANTE: Há um ma indicação com o
círculo maior e meno or no ventillador
indicandoo ao posiçãoo do conecttor para
encaixar no
n equipam mento.

1
13 Se forr utilizar o sensor de capn nografia (CO
O2) conecte
o caboo no painel la ateral direito conforme in
ndicado na
figura..

Atençã
ão

• O conecto or do CAPN
NÓGRAFO te em
indicaçãoo em AZUL.
• Utilize CA
APNÓGRAFO O adquirido
o da
MAGNAM MED.

MA
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5

OK Ite
em Seqü
üência de M
Montagem Ilustraçã
ão
1
14 Coneccte a fonte de
e alimentaçãão AC/DC ao o
equipa
amento em seguida
s à red
de elétrica.

Atençã
ão

• Utilize somente fonte


e de alimenttação
original fo
ornecida pe
ela MAGNAM MED.

MA
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6

OK Ite
em Seqü
üência de M
Montagem Ilustraçã
ão
1
15 Coneccte a mangue
eira de oxigê
ênio ao ventilador de
transp
porte.

Atençã
ão

• Ao utilizar um cilindrro de oxigên nio


verifique se a válvulaa redutora de
d pressão
está reguulada para foornecer fluxxo de
oxigênio com pressã ão entre 60 e 150 psi
(414 a 10335 kPa).
• Pressões s superiores s a 150 psi (1
1035 kPa)
podem da quipamento.
anificar o eq

6.2 C
Conexão à Rede Elétrica
E
O equipam mento deve sers conectad do a uma tom mada elétrica
a aterrada de
e três pinos qque atenda à norma ABN NT
NBR 1353 34 – “Instalaçções elétricas em estabe lecimentos assistenciais
a de saúde – Requisitos de
d segurança a”.
A bateria interna ao eq quipamento deve estar ssempre carre egada e pron
nta para o usso numa eve entual falha da
d
rede elétrrica ou para uso em ope erações exte ernas, para isso deve-see manter a ssua fonte dee alimentaçã ão
conectada a à rede elétrrica para rea
alizar a carga
a da bateria mesmo
m que o equipamennto permaneça desligado o.
Após uso prolongado do equipam mento somen nte com a energia da ba ateria internaa é necessá
ário fazer um
ma
recarga coompleta da mesma,
m prepparando o eq quipamento para
p uma pró
óxima utilizaçção.
Se o equipamento permanecer de esconectado o da rede elé
étrica por um
m período supperior a um mês, deve-sse
fazer umaa recarga com mpleta da ba ateria.

Adverttência
• Se
e no uso prrolongado do
d Oxymag em bateria,, ocorrer o alarme cujaa mensagem m é BATERIIA
FR
RACA, provvidencie IME exão da fonte de alimen
EDIATA cone ntação à red
de elétrica, caso
c não sejja
po
ossível DESSCONECTE E o equipam
mento do paciente
p e providenciee meios ad dequados de
d
su
uporte ventiilatório.

MA
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7

6.3 V
Verificaçõ
ões Ante
es do Uso
o
A finalidad
de desta rotin
na de inspeç
ção é orientarr o usuário na
n realização
o de um proceedimento simmples e rápid
do
de teste ddo equipame ento antes de
d cada utilizzação ou, no o mínimo, ao o de trabalho,
o início de ccada período
garantindoo assim uma a maior confia
abilidade.

Adverttência

• Realize es
sta verificaç
ção antes d
de cada proc
cedimento. Caso haja ffalha na verrificação NÃ
ÃO
UTILIZE O APARELH correção ou providencie
HO. Faça a c e assistênciia técnica.

6.3.1 P
Procedime
entos inic
ciais

OK Ite
em Ve
erificações

1 Verifiq
que se o equipamento esstá desligado
o.
Realizze uma inspeeção visual d
do equipamento e seus componentess procurandoo identificar to
otal
2
integriidade dos meesmos.
Verifiq
que se todos os compone entes do equ
uipamento esstão corretam
mente conec
ctados e
3
inserid
dos.

4 Verifiq
que a presen
nça do filtro d
de entrada de
e ar ambiente

5 Verifiq
que a firme co
onexão da vá
álvula expira
atória. É impo
ortante verificcar a presenç
ça do diafrag
gma

6 Verifiq
que a firme conexão
c do ccircuito respirratório adequ
uado ao paciiente a ser ventilado.
v

7 Verifiq
que a firme conexão
c do ssensor de flux
xo adequado
o ao pacientee a ser ventilado

8 Verifiq
que a firme conexão
c da m
mangueira de
e oxigênio
Verifiq
que a pressão no manôm
metro do cilíndro, quando aplicável esste deverá es
star entre 60 e
9
150 pssi (414 a 103
35 kPa).

MA
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8

OK Ite
em Ve
erificações

que a firme conexão


Verifiq c da fo
onte de alimentação, qua
ando aplicávvel. O Ventila
ador Oxymag g
s utilizado em operaçã o por bateria
pode ser a, com duraç
ção de acordoo com o esp pecificado,
continuamente sob b condições normais de ventilação doo paciente.

Adverttência
1
10 • Se no uso o prolongad do do Oxyma ag em bateriia, ocorrer o alarme cujja mensagemmé
BATERIA FRACA, p providencie IMEDIATA conexão daa fonte de alimentação o à
rede elétrrica, caso nãão seja poss
sível DESCOONECTE o eequipamento o do pacientte e
providenc cie meios ad dequados ded suporte ventilatório.
v

Ligue o equipamento identifiqu


ue três beeps
s iniciais para verificaçãoo do funciona
amento do siinal
1
11
o.
sonoro
Seleciione o tipo de
e paciente a través das figuras corres
spondentes. O ventiladorr irá iniciar

imedia
atamente a ventilação.
v S e desejar co
olocar em esttado de espeera pressione
e a tecla
para colocá-lo
c em STAND-BY..

1
12

1
13 Se tod
dos os itens foram
f marca
ados com OK
K então o equ
uipamento eestá pronto para utilização
o.

6.3.2 T
Tela Inicia
al do Equiipamento
o
Ao ligar o equipamento será apres
sentada a tel a abaixo:

MA
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9

Fig
gura13 – Tela
a de inicializa
ação do Oxy
ymag – Ventiilador de trannsporte

(1
1) Botões para a seleção
s do
o tipo de paciente
p

Aoo selecionarr o botão o ventilador iiniciará a ve


entilação com
m as configuurções confo
orme a tabe
ela
seguinte:

Sensor
Tipo Modalid
dades Peso Ideal
Botã
ão de
Paciente Incial cconsiderado
o
Fluxo(1)

NEONATAL
N L NEO PLV
V 2,8Kg

INFANTIL INF PCV 19,8Kg

MA
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0

ADULTO ADU VCV 49,5Kg

(2
2) Indica
ação do Se
ensor de ffluxo

Abbaixo do botã
ão de seleçã
ão de pacien
nte há uma in
ndicação do sensor que ddeve ser usa
ado para cad
da
paciente.

Adverttência
(1))
• Para obterr todos os parâmetros s monitorad dos disponíível no equ uipamento, é importante
co
onectar o se
ensor corretto no circuitto respirató
ório.
• M
Mesmo na ne ecessidade de usar um circuito res spiratório qu
ue é adequaado o paciente, o senso
or
de
e fluxo deve
e ser o indic
cado

(3
3) Botão de Teste

Esste botão inccia uma sequ pamento. Vejja item 7.3.4


uencia de tesstes do equip 4

4)
(4 Botão Último ajuste

Esste botão ressgata os últiimos parâme etros ajustad


dos e salvos quando o eequipamento
o foi desligad
do
pela últimaa vez. Este salvamento
s ocorre
o de forrma automática ( opciona
al ).

MA
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1

6.3.3 S
Sequência Normall de Inicia
alização

SEQ Operração Tela


1 T
Tela inicial do
d Oxymag.
Ligue o ventiilador através da chave li ga/desliga na
lateral esqueerda do equippamento. Ao ligar observe
q
que toca um m duplo “beepp” em conjunnto com o
indicador de alarme lumiinoso, signifi cando que o
alarme audívvel e o visíve
a el estão operracionais.

A
Advertê
ência
• Se não
n ouvir o sinal de du
uplo “BEEPP”
ou não
n visualizar o indicaddor luminosoo
de alarme
a pisccando, evitte o uso do o
equipamento, pois nãão haverrá
indiicação aud dível ou visual de d
alarrmes.

2 Pressione a tecla correspondente ao o tipo de


paciente a ser ventilado e conecte o sensor de
ffluxo indicad
do no circuito
o respiratório
o do paciente
e.
O ventilador será incializ
zado na mod alidade
indicada na tabela do item 7.3.2

Sensor de Fluxo:
S

Neonatal NEO
Pediátrico INF
Adulto ADU

3 A
Ao pressiona ar a tecla NE
EONATAL o ventilador
iniciará a ven
ntilação comm os seguinte
es
parâmetros:

Modalidadee PLV
Pinsp 15 cmH2O O
Freq 36 min-1
Tinsp 0,5 s
PEEP 5 cmH2O
Fluxo 6 L.min-1
FiO2 80%
Disparo Flu
uxo OFF
Disparo Pre
essão OFF

MA
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2

SEQ Operração Tela


4 A
Ao pressiona ar a tecla INF
FANTIL o veentilador
iniciará a ven
ntilação comm os seguinte
es
parâmetros:

Modalidadee PCV
Pinsp 15 cmH2O O
Freq 20 min-1
Relação I:E
E 1:2
PEEP 5 cmH2O
FiO2 80%
Disparo Flu
uxo OFF
Disparo Pre
essão OFF
Tempo de Subida
S 0,1 s

5 A
Ao pressiona ar a tecla AD
DULTO o ven ntilador
iniciará a ven
ntilação comm os seguinte
es
parâmetros:

Modalidadee VCV
Vt 350 mL
Freq 15 min-1
Relação I:E
E 1:2
PEEP 5 cmH2O
Pmax 35 cmH2O O
Pausa 30%
FiO2 100%
Disparo Flu
uxo OFF
Disparo Pre
essão OFF
Tipo de Flu
uxo Quadrado

6 DDepois da a sequencia de inccialização o


eequipamento o apresenta ara a tela dee gráficos do
vventilador. O alarme sono
oro estará deesabilitado os
pprimeiros 2 minutos. Obbserve que a barra banca
aao lado do símbolo
s de silenciamento
s o do alrme, é
rreduzida no decorrer do tempo.
t Apóss o período de
2 minutos o amarme son noro será ativvado.

MA
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3

SEQ Operração Tela


7 T
Toque na tela o botão de modalidad
de ventilatória
ADU

VCV e para
p apresentar a segu
uinte tela de
sseleção de modalidade.
m

8 TToque na tela o botão da modalidade e desejada e o


vventilador in
niciará imeddiatamente a ventilação
cconforme o tipo
t de pacie
ente selecion
nado.

9 Para ajustaar um parâ âmetro toqu ue o botão


ccorrespondeente e este se YAN indicando
e tornará CYA
qque está selecionado.

MA
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4

SEQ Operração Tela


10 Gire o botãoo no sentido horário para a aumentar o
vvalor e no an ara reduzir o valor
nti-horário pa

11

Pressione o botão gira e confirma ou


ttoque no bottão correspondente ao pa
arâmetro que
eestá sendo ajustado na ativar o novo
a tela para a
vvalor.

MA
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5

SEQ Operração Tela


12 T
Toque a telaa na área de gráficos e menu. Será
a
apresentadoo um quadro o de botões para seleção
dos gráficos, dados, configurações e alarmes.
d

Se não estivver nenhum sensor


S s no conectado
extern
a
ao equipa amento(capn
nógrafo ou u oxímetroo)
a
aparecerá o quadro commo a figura ao
o lado:

Botões parra a seleção ddas telas sem sensor extern


no
connectado

No caso do oxímetro
o esta
ar conectado
o aparecerá o
q
quadro ao la
ado.

Botões
s para a seleçãão das telas com
c oxímetro
coonectado

No caso do capnóg grafo estarr conectado


aparecerá o quadro ao la
a ado.

Botões para a seleçãão das telas co


om capnígrafo
o
coonectado

MA
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6

SEQ Operração Tela


13
ALAR M

TToque o botã
ão ALARM e aparecerá a
uras ao lado
ttela de Ajuste de Alarrme, as figu
sseguem ordeem das cond dições desccritas no item
m
aanterior.

T
Toque no ala e o botão gira
arme a ser ajjustado e use
e confirma para
p ajustar o valor. Qu
uando o valo or
d
desejado esstiver ajustad pressionando
do confirme p
o botão gira e confirma.
Para retornaar para a tela
a com o quaddro de botões
para seleção nfigurações e
o dos gráficos, dados, con Tela de
e Alarme sem sensor extern
no conectado
a
alarmes presssione o botã ão

Para ajusta ar automatic camente os valores de


aalarmes selecione o pa arâmetro Au utomático e
eescolha o limmite automá ático: OFF, 1 10%, 20% ou
330%.
Os limites de alarrmes dos parâmetros
vventilatórios (pressão, PEEP, MV V, apnéia e
ffrequencia) serão
s automaticamente a ajustados :
os limites infferiores: parra o valor do
- no
parâmetro medido atualmente
a menos a
porcentagem m selecionad da no automá ático.
- nos limites supperiores: parra o valor do
parâmetro medido atualmente mais a
porcentagem m selecionad da no automá ático.
- see selecionad do OFF essses alarmes
Tela
a de Alarme coom oxímetro conectado
c
retornam ao os valores paadrões de ala armes para o
ttipo de pacieente configurrado na inicia
alização.

ar o ajuste automático é necessário


Para habilita
q ador não estteja em STA ND-BY(modo
que o ventila
d
de espera).

Tela de Alarme com


m capnógrafo
o conectado

MA
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7

SEQ Operração Tela


14
Config

T
Toque o bottão CONFIG G e aparecerá
a tela aprese
entada ao lad
do.
Nesta tela po
ode-se:

• Alterrar a alturaa do Paciennte definindo


assim o peso ideal deste (IMC 22) e
alculando os parâmetross ventilatórios
reca
padrrões deste paciente.
• Liga
ar ou desliga ar o NIV (N
Non Invasive
Venttilation) ou VNI (Ven ntilação Não
Inva
asiva) com o uso de másccara. Quando
o NIV ver
estiv aciona
ado haverá
commpensação de e vazamentoos.

• Liga
ar ou desliggar a comp pensação do
blen
nder externo. Nesta condição o
equiipamento não
o permite o a
ajuste de FiO
O2
Relação
R de L
Limites de Ajuste
A
e a função
f O2 10
00%. Alltura [m] Peso Ideal
Pacie
ente
Minn Máx P[ kg]
• Sele
ecionar o Idio
oma do equip
pamento
NEONA
ATAL 0,116 0,52 ≤ 6,0

A
Atenção
o INFAN
NTIL 0,553 1,08 6,0 < P ≤ 25
5
• A allteração de altura nãoo permanece
após s desligado o equipameento
• Sommente é po ossível alterrar a alturra ADUL
LTO 1,009 ,5 > 25
denttro de um ma faixa de valores
corrrespondente e ao tipo d do pacientte
sele
ecionado na inicializaçã
ão

15 T
Toque na ab
ba O2/CO2 pa ara realizar a
as calibrações
d
dos medidorres de O2 e CO
C 2.

TToque no botão
b Calibrrar FiO2 parra calibrar o
ssensor de oxxigênio.

TToque no botão
b Calibrrar CO2 parra calibrar o
ssensor de CO2.

MA
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8

SEQ Operração Tela

16 T
Toque na ab
ba Ventiladorr para:

• Ajustar :
o volume de áudio
o unidade de pressão,
p
• Visualiza
ar:
o os dados do o último teste
e realizado
ƒ vazaamento,
ƒ commplacência,
ƒ resisstência,
o Total de Horras do equipa amento,
o O número de horass da última
o.
manutenção

TToque no bootão de VOLUME AUDIO O para ajusta


ar
o volume do o áudio do alarme. Use o botão gira e
cconfirma parra realizar es
ste ajuste.

T
Toque na unnidade de pressão para selecionar a
unidade de pressão
p dese
ejada.

MA
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9

6.3.4 S
Sequência de Testtes

Adverttência
• A Sequência de Testes deve
d ser rea
alizada com o paciente desconectaado.

SEQ Operração Tela


1 T
Tela inicial do
d Oxymag.

T
Teste
Pressione o botão de e Teste e a
ssequência dee testes interrnos será ativvada. Siga as
instruções apresentadas s na tela.
OObserve atentamente as s mensagenss
aapresentadaas.

2
AAo entrar naa tela inicial da
d sequência a de testes
ddeve-se ouvvir uma sequê ência de “be
eeps” em
cconjunto comm o acendimento do indiccador
luminoso de alarmes.
SSe não ouvirr o sinal audível ou não visualizar o
ssinal luminosso logo acimma do displayy de cristal
líquido presssione a tecla NÃO, caso contrário
pressione SIIM para pros sseguir para o próximo
tteste.

MA
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0

SEQ Operração Tela


3 A
Ao pressiona
ar NÃO será apresentado
o a tela ao
lado

4 S
Siga as instrruções apres
sentadas na tela do
O
Oxymag

Observa
ação
• O Equipamento
E o solicita a conexão do o
senssor corres spondente ao último o
paciiente selecio
onado na innicialização..
• Para
a alterar o Tipo
T de Paciiente reiniciie
o equipamento
e o selecione e o tipo de
paic
cente desejado rreinicie o
equipamento novemente e siga a
sequuência de teestes.

5
OObserve quee os testes são realizado
os
ssequencialm
mente e que após
a cada ite
em há um
laudo de aprrovação (mensagem OK ) ou
reprovação(mmensagem Falha).
F

A
Advertê
ência
• Se algum
a e acusar Fa
teste alha realize
o reparo
r nece
essário verrificar 6.3.5
5.
Diag
gnóstico de Falhas

T
Terminada a fase de teste das válvullas internas
Próx
Pressione parra continuar

MA
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1

SEQ Operração Tela


6 S
Será solicitada a oclusão
o do circuito respiratório
no “Y” logo após
a o senso
or de fluxo.

Pressione ao certificar-se de que o


ccircuito está devidamente ocluído.

AAo concluir os
o testes obsserve se todo os os itens
eestão APRO OVADOS e ve erifique se oss dados de
ccomplacênciia, resistênciia do circuito
o respiratório
e o valor do vazamento estão
e adequ ados para
liberar o uso
o do ventilado
or.

FIM
Pressione a tecla ncluir os
ao con
ttestes.

7 S
Será apresentada a tela inicial do ve ntilador.
Deste ponto em diante prossiga
p comma
inicialização normal do ventilador.
v

6.3.5 D
Diagnóstiico de Falha

A tabela a
apresenta ass ações que podem ser ttomadas parra sanar as falha indicadaa na sequen ncia de teste
es.
Após realizar os reparros deve-se reiniciar
r o eq equência de testes novamente, caso a
quipamento e realizar a se
falha persista, entre em
m contato co
om a assistên ncia técnica..

MA
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2

A coluna d
de conseqüê
ência indica o que poderá
á ocorrer se equipameno
o for utilizadoo com falha.

Adverttência
• No caso de ser
s indicado o Aparelho IInoperante é expressannte proibido
o o uso do equipamentto
co
om a presen nça desta fa se então enttrar em contato com a aassistência técnica parra
alha, deve-s
re
esolver o pro
roblema.

Falha
a Mensagem
m Ação
A Conse
equencia
“Verifique Pressã
ão de Coolocar a pres
ssão de entra
ada de ƒ Acionamennto do alarme de
Fluxo O
O2 ada”
Entra oxxigênio entre
e 60 e 150 ps
si (414 Pressão de
e Rede Baixa
e 1035 Pa)
Sensor Intterno
“Aparelho Inoperante” Co
ontacte a As
ssistência Técnica ƒ Falha no monitoramen
m to da
Pressão, uso
u não permmitido

Fluxo Ar + O2 “Desobstrua o ramo Reetire obstruç


ção no ramo ƒ Erro no aju
uste da
Inspiratório” insspiratório concentraçção de O2

Célula de
e O2 “Falh
ha na célula de
d O2” Prrovidenciar troca
t da célu
ula de ƒ Não á gara
antia na Med
dida
O22. Contacte a Assistência
a de O2

écnica
Senso
or “Erro no Sensor” Veerifique cone
exões do circ
cuito ƒ Será exibidda a mensag gem
Proxim
mal re
espiratório e do
d sensor dee fluxo “Sensor OFF” enquanto o não
o a conexão
identificado
deste sens sor.
ƒ Haverá um ma variação de
até 10% na as medidas de d
volume entregue.
ƒ Somente serão
monitorado os os parâme etros:
Pmáx, PEE EP, P.plat.,
Pmean e o gráfico de
Pressão x tempo.
ƒ O parâmettro trigger de e fluxo
estará inattivo.

Válvula “Ap
parelho Inope
erante” Veerifique o posicionamento
o da ƒ Falha no monitoramen
m to da
ória
Expirató m embrana da Válvula Pressão, uso
u não permmitido
Sensor de Exxpiratória
Pressãão

MA
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3

7 Ins
struçõ
ões de Uso
o
7.1 A
Ajustes do Ventila
ador
O peso ideeal do paciennte é utilizado para cálcu lo dos parâm metros de aju
uste do ventillador para prrover a melho
or
aproximaçção para ven ntilar o paciennte. Este val or é calculad
do utilizando a altura do ppaciente con
nsiderando o
Indice de Massa Corpórea (IMC) de d 22. Serão calculados em e função do peso:
• Vo olume – calcculado em função de 7 m mL/kg
• Frreqüência – função
f de cáálculo interno
o ao sistema a
• Re elação I:E - 1:2
• Fluxo Inspirató ório - calcula
ado em funçã ão do TINS obbtido

Os outros parâmetros terão o valor default de:


• Prressão Máxim ma – 30 hPa a (cmH2O)
• PE EEP – 5 hPaa (cmH2O)
• Prressão de Pllatô – 30 % de
d TINS
• Fluxo – Quadrrado

A tabela sseguinte aprresenta as modalidades d


disponíveis para
p cada tip
po de pacientte:

Tipo de Modalidades
Sens
sor de Fluxo
o
Paciente Disponíveis(1))
PLVV, CPAP/PSVV,
NEONATAL
L NEO
P-SIIMV, DualPA
AP
VCV,, V-SIMV, PC
CV,
INFANTIL INF CPAP
P/PSV, P-SIMMV,
DualPAP
VCV,, V-SIMV, PC
CV,
ADULTO ADU CPAP MV,
P/ PSV, P-SIM
DualPAP

Ao selecio
onar o tipo de
e paciente na inicializaçã
ão do equipa
amento os valores de altuura e peso ide
eal assumido
os
pelo equip
pamente seg guem tabela abaixo:
a

Botão de Tipo d
de Peso
P Ideal
Altu
ura [m]
Inicialização Pacien
nte P[ kg]

NEONA
ATAL 0,36
0 2,8

INFAN
NTIL 0,95
0 19,8

LTO
ADUL 1,50
1 49,5

MA
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4

Após a inccialização é possível alte


erar o valor d
de altura dentro da faixa de
d ajuste do tipo de pacieente
configurad n área de grráfico e men u e seleciona
do clicando na ando o botão o Config (Abaa Geral). O ajuste
a segue a
tabela seg
guinte:

Ajuste dde
Tipo de Pes
so Ideal
Altura [m
m]
Paciente P[
P kg]
Min M
Máx

N
NEONATAL 0,16 0
0,52 ≤ 6,0

INFANTIL 0,53 1
1,08 6,0 < P ≤ 25

ADULTO 1,09 2
2,5 > 25

(1)
VNI (Ventilação Não
N Invasivaa) pode ser a
ativada em to alidades venttilatórias e quando ativad
odas as moda do
fará a ccompensaçãão de vazamentos.

Obserrvações
s
• A seleção do o tipo de pa aciente na in
nicialização realizará a configuraçãoo inicial do ventilador de
d
tra
ansporte e lib
berará deterrminadas mo
odalidades dee ventilação.
• Fóórmula do Ín
ndice de Mas ssa Corpóreaa.

Pes so [kg]
IMC = --------------------------
(Altuura [m])2

• Exxistem três tiipos de sens


sores de fluxo
xo:
o NEO – Neonatal – Faixa de -2 20 a +20 L.min-1
o INF – Infantil – Faixa de -50 a + 50 L.min-1
o ADU – Adulto – Fa aixa de -1500 a +150 L.min-1
• Exxistem três configuraçõe
c s do ventilad o com o tipo de pacientee:
dor de acordo

M
Modalidades
Tip
po de Pacien
nte Peso
P Ideal Sensor de Fluxo
Diisponíveis(1))
PLV, CP
PAP/PSV, P--SIMV,
N
NEONATAL
L P ≤ 6,0 Kg NEO
DualPAP
VCV,, V-SIMV, PC
CV,
INFANTIL 6,0 Kg
K < P ≤ 25 K
Kg INF CPAP
P/PSV, P-SIMMV,
DualPAP
VCV,, V-SIMV, PC
CV,
ADULTO P > 25 Kg ADU CPAP
P/PSV, P-SIMMV,
DualPAP
(1)
VN
NI (VNI ou NIV – Non Inva
asive Ventila
ation) pode se
er ativada em modalidades ventilatórias e
m todas as m
quando ativado fa
ará a compensação de va azamentos.

MA
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5

Adverttência
• UTILIZE O SE ENSOR DE FLUXO IND DICADO. A correta
c monnitoração daa ventilaçãoo depende do
d
se
ensor de flu
uxo utilizado
o no circuito
o respiratóriio.
• M
Mesmo que haja necess sidade de uutilizar circu
uitos respirratórios difeerentes dos
s pacientes a
se
erem ventila
ados, o SEN NSOR DE FL LUXO DEVE SER O INDIICADO.

MA
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6

7.2 A
Ajuste do
os Parâm
metros em
m cada Modalidad
M de

VCV
V – Venttilação de Vo
olume Contro
olado

Descrição
o: metros Ajusta
Parâm ados:

• VOLUME;
• FREQUÊNNCIA;
Observ
rvação • RELAÇÃO I:E;
• PEEP;
• Essta modalida
ade de ventiilação não e stá • PRESSÃOO MÁXIMA;
diisponível para pacientes
s NEONATA AIS • PAUSA INS
SP (%);
(p
peso informado < 6,0 kg).. • FiO2
• DISPARO POR FLUXOO;
• DISPARO POR PRESS SÃO;
Nesta mod dalidade o ventilador
v controla o fluxooe • FORMA DEE ONDA DOO FLUXO;
cicla a volume, ou seja
a, a cada ciclo inspiratório
oo
ventilador entrega um volume exa ato ao pacien nte,
desde que e a pressão não seja limmitada. A form ma
de onda do fluxo pode p assummir, as form mas
quadrada,, descendentte, senoidal e ascendentte.

Figu
ura 14 – Curv
vas VCV

Assim quee todos os pa


arâmetros dee ventilação fo
forem recebid
dos pelo ventilador, este ccalcula o TINS, TEXP, TPAUSSA,
FINS em fu
unção da Rellação I:E, Pa
ausa e Frequ uência, desta
a maneira ob
btendo todoss os tempos de d controle da
d
ventilação
o.

1 - Ventila
ação sem Pa
ausa Inspirató
ória, após o TINS o ventila
ador cicla pa
ara a expiraçção. A pressã
ão inspiratórria
atingida é conseqüênncia do volum
me entregue e e da resisttência e com mplacência ddo circuito respiratório do
d
paciente.

MA
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7

2 - Ventila
ação com Paausa Inspiratória, após a entrega do volume ajustado o ventillador mantém m a expiraçã
ão
interrompiida até comp
pletar TINS ap
pós o qual o vventilador cic
cla para a ex
xpiração, a ccaracterística
a é a formaçã
ão
de platô de pressão (o
o desnível enntre o pico e o platô depeende da resisstência das vvias aéreas)..

3 - Se o disparo por preessão ou flux


xo estiver ativvado, então o ventilador procura sinccronizar o iníc
cio da próxim
ma
inspiraçãoo com o esforrço do paciente, conform me os níveis estabelecido
e s. A informaçção de que tipo de disparro
foi o que ativou o cicclo inspiratórrio é informaado na área de status e mensagenss. A detecçã ão do esforçço
inspiratório
o do pacientte, para sincrronização occorre me qua alquer momento do tempoo expiratório o.

Observ
rvação
• Q
Quando o pacciente começ ça a demonsttrar esforço inspiratório
i e o ventiladorr está com os disparos po
or
flu
uxo ou presssão ativados, este passsa a “assistir” o pacien nte. E muitaas vezes es sta situação é
deenominada de
d Ventilação o Assistido-CControlado.
• Nuuma ventilaçção assistido
o controlada a freqüênciaa respiratória monitorada pode se aprresentar maio or
quue a freqüência respirató
ória ajustada..

4 - Forma de onda AS
SCENDENTE
E (ou acelera
ada) de fluxo.

5 - Forma de onda DE TE (ou desaccelerada) de fluxo.


ESCENDENT

6 - Forma de onda SE
ENOIDAL de fluxo.

7 - Repressentação da Limitação po
or Pressão. N
Nesta situaçã
ão o ventilad
dor limita a prressão no va
alor ajustado e
como con nsequência de
d fatores coomo compla acência pulmmonar do pac ciente e limiite de pressã ão imposto, o
volume ajustado NÃO O É ENTREG GUE e esta ccondição é informada na a área de staatus e mens sagens da teela
(mensage em PRESSÃO O LIMITADA A).

Adverttência
• Ao atingir o limite
l de prressão defin
nido no ajus
ste de Press
são Máximaa ( Mensage em PRESSÃO
LIIMITADA) o Volume Aju ustado NÃOO É ENTREG GUE.
• O
Os valores default
d são somente rreferência inicial.
i Reajjuste os paarâmetros da
d ventilaçã
ão
co
onforme a necessidade
n e do pacientte.

MA
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e e Emergência Cód: 1600185 – Ver 14
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8

PCV
P – Venttilação de Pressão Controlada

Descrição
o: Parâmettros Ajustad
dos:

Nesta mo odalidade o ventiladorr controla a • PRESSÃO


P IN
NSP;
pressão e cicla a tempo, ou seja, a cada ciclo o • FREQUÊNC
F IA;
o o ventila
inspiratório ador atinge a pressão o • RELAÇÃO
R I:E;
ajustada e permanece e neste pataamar até que e • PEEP;
P
tenha decorrido o temppo inspiratório ajustado, o • FiO
F 2
volume é conseqüênccia, portanto,, da fisiologiaa • DISPARO
D PO
OR FLUXO;
do pulmã ão do pacciente (com mplacência e • DISPARO
D PO
OR PRESSÃÃO;
resistênciaa). Normalmente ao obse ervar a curvaa
• TEMPO
T DE SUBIDA
S (RIS
SE TIME);
de fluxo vê-se um pico de flu uxo que va ai
decrescen ndo à medidaa que o temppo passa.

Figu
ura 15 – Curv
vas PCV

MA
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9

PCV
P – Venttilação de Pressão Controlada

Assim quee todos os parâmetros


p de
d ventilação o forem ajus
stados no ve
entilador, estte calcula o TINS, TEXP em
função de Frequência e Relação I::E, desta ma
aneira obtend
do todos os tempos
t de coontrole da ve
entilação.

1, 2 - Venntilação por Pressão Controlada - O ventilador procura atingir a pressãão inspiratória ajustada no n
menor temmpo possível, e isto é realizado controolando-se o fluxo
f inspiratório. O Volumme entregue ao paciente é
conseqüência da resisstência e com mplacência dde seu circuitto respiratório. O ventiladdor permanece no nível de
d
pressão innspiratória ajjustada durante TINS apóss o qual cicla
a para a exppiração, manttendo a pres
ssão de PEE EP
ajustada.

3 - Se o disparo por preessão ou fluxxo estiver ativvado, então o ventilador procura sinccronizar o iníc
cio da próxim
ma
inspiraçãoo com o esforrço do paciente, conform me os níveis estabelecido
e s. A informaçção de que tipo de disparro
ativou o ciclo inspiratório é informado na área de status
foi o que a s e mensagens da teela. A detecç ção do esforçço
o do pacientte, para sincrronização occorre me qua
inspiratório alquer momento do tempoo expiratório o.

Observ
rvação
• Q
Quando o pacciente começ ça a demonsttrar esforço inspiratório
i e o ventiladorr está com os disparos po
or
flu
uxo ou presssão ativados, este passsa a “assistir” o pacien nte. E muitaas vezes es sta situação é
deenominada de
d Ventilação o Assistido-CControlado.
• Nuuma ventilaçção assistido
o-controlado a freqüênciaa respiratória monitorada pode se aprresentar maio or
quue a freqüência respirató
ória ajustada..

4 - O temp
po de subida
a da pressão pode ser aju
ustado por TSUBIDA
S (TRISE TIME
T ), o pico dde fluxo inicia
al, em geral, é
menor do que aquele em que o TSUBIDA
S =0 (deppende da ressistência e coomplacência a do circuito respiratório
r d
do
paciente).

Adverttência
• O
Os valores default
d são somente rreferência inicial.
i Reajjuste os paarâmetros da
d ventilaçã
ão
co
onforme a necessidade
n e do pacientte.

MA
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60
0

PLV
P – Venttilação de Prressão Limitaada

Descrição
o: metros Ajusttados:
Parâm

• PRESSÃOO INSP;
Observ
rvação • FREQUÊNNCIA;
• TEMPO IN
NSPIRATÓR IO;
• Essta modalid
dade de ventilação
v e
está • PEEP;
diisponível somente
s para pacien ntes • FLUXO ( );
NE EONATAIS (peso
( inform
mado ≤ 6,0 kg
g).
• FiO2
• DISPARO POR FLUXO
O;
• DISPARO POR PRESSSÃO;
Nesta mod dalidade o ventilador
v lim
mita a pressã
ão e
cicla a tem
mpo, ou sejaa, a cada ciclo inspiratóri o o
ventilador atinge a pre
essão ajustadda e permane ece
neste pata amar até que tenha dec corrido o tem
mpo
o ajustado, o volume é conseqüênccia,
inspiratório
portanto, da fisiologiaa do pulmã ão do pacie ente
(complacê ência e resiistência). No ormalmente ao
observar a curva de flluxo vê-se um pico de flu uxo
que vai d decrescendoo à medida que o tem mpo
passa.

Figurra 16 – Curv
vas PLV

MA
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61
1

PLV
P – Venttilação de Prressão Limitaada

Assim que
e todos os pa arâmetros de
e ventilação fo
forem ajustad
dos no ventillador, este caalcula TEXP em
e função de
e
Frequênciia e o TINS e desta maneira obtem toddos os tempoos de controle da ventilaçção.

1, 2 - Venttilação por Pressão


P Limittada - O venttilador procu
ura atingir a pressão
p insp iratória ajusttada, e isto é
realizado aatravés da oclusão
o da vá ortante notar que o tempoo de subida da
álvula expirattória. É impo d pressão é
dependen nte do fluxo contínuo
c stado. O Vo lume entregue ao pacien
ajus nte é conseqqüência da resistência
r e
complacên ncia de seu circuito
c respiiratório. O ve
entilador perm
manece no nível
n de presssão inspiratóória ajustada a
durante TIINS após o quual cicla para
a a expiração o, mantendo a pressão de PEEP ajusstada.

3 - Se o ddisparo por pressão ou fluxo estiverr ativado, en ntão o ventilador procuraa sincronizar o início da
a
próxima innspiração com o esforço do paciente,, conforme os o níveis estaabelecidos. A informaçãoo de que tipoo
de disparoo foi o que atiivou o ciclo in
nspiratório é informado na área de meensagem e sstatus da tela. A detecçãoo
do esforçoo inspiratórioo do pacientte, para sinccronização, ocorre em qualquer
q moomento duran nte o tempo o
expiratório
o.

Observ
rvação
• Quando o pacciente começ ça a demonsstrar esforço inspiratório e o ventiladdor está com os dispaross
poor fluxo ou pressão
p ativa
ados, este pa assa a “assiistir” o pacie
ente. E muitaas vezes estta situação é
deenominada de d Ventilação o Assistido-CControlado.
• Nu uma ventilaçção assistido-controlado o a freqüênccia respiratória monitoraada pode se e apresentarr
m
maior que a frreqüência res spiratória aju
ustada.
• O FLUXO DE BASE é um fluxo existen nte durante a fase expiraatória para a eliminação do
d CO2 do
cirrcuito respira
atório, além de
d reduzir o P PEEP indeseejável. O seuu valor mínim
mo é de 4 L.mmin-1. O valorr
m
máximo é Se este e fluxo forr ajustado ze
erado haveráá um fluxo coontínuo, duraante toda a ventilação,
v
igual ao FLUX XO ajustado.

Adverttência
• O
Os valores default
d são somente rreferência inicial.
i Reajjuste os paarâmetros da
d ventilaçã
ão
co
onforme a necessidade
n e do pacientte.

MA
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2

V
V-SIMV – Ventilação Sincronizada Mandatória Intermitentte - Ciclo Vollume Controlado

Descrição
o: etros Ajusta
Parâme ados:

• VOLUME;
• FREQUÊNC CIA;
Observ
rvação • TEMPO INSSPIRATÓRIO O;
• PEEP;
• Essta modalidaade de ventillação não esstá • PRESSAO MÁXIMA;
diisponível parra pacientes
s NEONATA AIS • PAUSA (%));
(p
peso informado ≤6,0 kg). • FiO2
• são de Suporrte – PEEP);
∆PS (Press
• DISPARO POR
P FLUXOO;
Nesta mo odalidade o paciente pode respirrar • DISPARO POR
P PRESS SÃO;
espontaneeamente enttre os ciclos
s controlado
os, • FORMA DE E ONDA DO FLUXO;
com ou seem auxílio da
d pressão ded suporte. O
Os • CICLAGEMM POR FLUX XO (% FLUXO O);
ciclos coontrolados são de VCV V (Volumme • TEMPO DE E SUBIDA (R
RISE TIME);
o).
Controlado • FLUXO ( -NEONATALL);

Figura
a 17 – Curva
as V-SIMV

MA
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63
3

V
V-SIMV – Ventilação Sincronizada Mandatória Intermitentte - Ciclo Vollume Controlado

Assim que e todos os parâmetros


p de
d ventilação
o forem ajusttados no ven
ntilador, estee calcula o TEXP e FINS em
função doo Tempo Insppiratório, Pau
usa e Frequêência, desta maneira obttendo todos os tempos de d controle da
d
ventilação
o.

1 - Repressenta um cicclo de VCV (v


volume contrrolado) com pausa inspiratória;

2 - Repressenta um cicclo de respira ânea do paciente SEM PRESSÃO DE


ação espontâ E SUPORTE
E;

volume contrrolado) decorrido o Perío


3 - Repressenta um cicclo de VCV (v odo do SIMV;;

4, 5 - Representa ciclo
o de respiração espontân nea do pacien nte COM PR RESSÃO DE SUPORTE, cuja ciclagem
ocorre porr fluxo, quanddo este atingge um valor e
entre 25% e 75% do valo or de pico lidoo. A porcentagem do fluxxo
de pico noo qual ocorrre a ciclagem m da fase insspiratória pa xpiratória é pprogramávell. O tempo de
ara a fase ex d
subida (TSSUBIDA ou TRISSE TIME) també
ém se aplica
a à pressão ded suporte (v
vide PCV).

6 - Se o paciente rea aliza esforçoo inspiratórioo, ao final doo período doo SIMV (TSIMMV) há uma janela para o
sincronism
mo do ciclo controlado de e ventilação, que é ‘aberto’ a partir de
e 0,75 x TSIMVV, ou seja, no
o último quarrto
do Período do SIMV abre-se
a uma janela de sin ncronismo do ciclo mand datório de veentilação. A informação de d
que tipo de disparo foii o que ativou
u o ciclo insp
piratório é infformado na área
á de mennsagem e sta atus da tela.

Observ
rvação
• A freqüência respiratória
r monitorada
m po
ode se apres
sentar maior que a freqüêência respiratória ajustad
da,
po
ois o pacientte pode respiirar espontan
neamente duurante os ciclos de ventilaação mandaatórios;
• A pressão de suporte
s (∆PS
S) é um valorr acima da PEEP
P e pode ser ajustadaa entre + 5 cm
mH2O e PMAAX.

Adverttência
• O
Os valores default
d são somente rreferência inicial.
i Reajjuste os paarâmetros da
d ventilaçã
ão
co
onforme a necessidade
n e do pacientte.

MA
AGNAMED Oxym
mag - Ventilado r de Transporte
e e Emergência Cód: 1600185 – Ver 14
64
4

P-SIMV – Ventilação
V Mandatória
M Siincronizada Intermitente - Ciclo de Prressão Controlada

Descrição
o: tros Ajustad
Parâmetr dos:

Nesta mo odalidade o paciente pode respirarr • PRESSÃO


P IN
NSP;
espontaneeamente enttre os ciclos controlados , • FREQUENCI
F A;
com ou seem auxílio da
a pressão dee suporte. Oss • TEMPO
T INSPPIRATÓRIO;;
ciclos con
ntrolados seerão de PC CV (Pressão o • PEEP;
P
Controladaa). • FiO
F 2
• ∆PS
∆ (Pressãoo de Suportee – PEEP);
• DISPARO
D POOR FLUXO;
• DISPARO
D POOR PRESSÃ ÃO;
• CICLAGEM
C POR
P FLUXOO (% FLUXO));
• TEMPO
T DE SUBIDA
S (RIS
SE TIME);
• FLUXO(
F - NEONATAL);
N ;

Figura
a 18 – Curva
as P-SIMV

MA
AGNAMED Oxym
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65
5

P-SIMV – Ventilação
V Mandatória
M Siincronizada Intermitente - Ciclo de Prressão Controlada

Assim que e todos os pa


arâmetros de dos no ventilador, este caalcula o TEXP em função do
e ventilação fforem ajustad d
TINS e Freq
quência, dessta maneira obtendo
o todoos os temposs de controle
e da ventilaçãão.

1 - Repressenta um cicclo de PCV (p


pressão conttrolada) dura
ante TINS;

2 - Repressenta um cicclo de respira ânea do paciente SEM PRESSÃO DE


ação espontâ E SUPORTE
E;

3 - Repressenta um cicclo de PCV (p


pressão conttrolada) deco
orrido o Perío
odo do SIMV
V;

4, 5 - Representa ciclo
o de respiração espontân nea do pacien nte COM PR RESSÃO DE SUPORTE, cuja ciclagem
ocorre porr fluxo, quanddo este atingge um valor e
entre 25% e 75% do valo or de pico lidoo. A porcentagem do fluxxo
de pico noo qual ocorrre a ciclagem m da fase insspiratória pa xpiratória é pprogramávell. O tempo de
ara a fase ex d
subida (TSSUBIDA ou TRISSE TIME) també
ém se aplica
a à pressão ded suporte (v
vide PCV).

6 - Se o paciente rea aliza esforçoo inspiratórioo, ao final doo período doo SIMV (TSIMMV) há uma janela para o
sincronism
mo do ciclo controlado de e ventilação, que é ‘aberto’ a partir dee 0,75 x TSIMVV, ou seja, no
o último quarrto
do Período do SIMV abre-se
a uma janela de sin ncronismo do o ciclo mand
datório de ve ntilação. A informação
i d
de
que tipo de disparo foii o que ativou
u o ciclo insp
piratório é infformado na área
á de mennsagem e sta atus da tela.

Observ
rvação
• A freqüência respiratória
r monitorada
m po
ode se apres
sentar maior que a freqüêência respiratória ajustad
da,
po
ois o pacientte pode respiirar espontan
neamente duurante os ciclos de ventilaação mandaatórios
• A pressão de suporte
s (∆PSS) é um valorr acima da PEEP
P e pode ser ajustadaa entre + 5 cm
mH2O e PINSSP.

Adverttência
• O
Os valores default
d são somente rreferência inicial.
i Reajjuste os paarâmetros da
d ventilaçã
ão
co
onforme a necessidade
n e do pacientte.

MA
AGNAMED Oxym
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e e Emergência Cód: 1600185 – Ver 14
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6

CPA
AP/PSV - Ventilação dde Pressão Contínua
C com
m Pressão dee Suporte

Descrição
o: Parâmettros Ajustad
dos:

Nesta m modalidade o pacien nte respira a • PEEP


P ou CPAP;
espontaneeamente sob bre uma pres ssão positiva
a • ∆PS
∆ (Pressão de Suportee – PEEP);
contínua e é auxiliado
o na respiraçção por uma a • DISPARO
D POOR FLUXO;
Pressão dde Suporte (∆PS). Norm malmente ao o • DISPARO
D POOR PRESSÃ ÃO;
observar a curva de fluxo vê-se um pico de e • FiO
F 2
fluxo que vai decrescendo à me edida que o • CICLAGEM
C POR
P FLUXO O (% FLUXO));
tempo passsa. • TEMPO
T DE SUBIDA
S (RIS
SE TIME)
A ciclagem ocorre po or fluxo, aju
ustável entre
e
• MODALIDAD
M DE BACK-UP P (VCV,PCV V,
25% e 7 75% do picco de fluxo o inspiratório
o
PLV-NEONA
P ATAL ou SEM M BACK-UP)
medido.
• FREQUENCI
F IA (back-up V
VCV, PCV e PLV);
Se o valoor da Pressãão de Suporrte (∆PS) fo r
ajustado p
para 0 (ZER RO) ou os do ois meios dee • RELAÇÃO
R I:E
E (back-up VVCV e PCV);;
disparo ddo ciclo (prressão ou fluxo)
f foremm • PRESSÃO
P MÁXIMA(back
M k-up VCV);
desativadoo, será atva
ada a modalidade CPAP P • VOLUME(bac
V ck-up VCV);
puro, ou sseja, sem presão de su uporte. Nestaa • PAUSA(back
P k-up VCV);
condição o parâmetrro PEEP pa assará a se r • FORMA
F DE ONDA
O DO FFLUXO(back--up VCV);
exibido co
omo CPAP. • PRESSÃO
P IN
NSP(back-upp PCV e PLV V);
• TEMPO
T INSPPIRATÓRIO((back-up PLV V);
• FLUXO(
F - back-up PLVV);

Figura
F 19 – C
Curvas PSV (CPAP + ∆A
ASB)

MA
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7

CPA
AP/PSV - Ventilação dde Pressão Contínua
C com
m Pressão dee Suporte

1 e 2 - Representam ciclos
c esponttâneos com a pressão de
e suporte em
m ZERO.

3, 4 e 5 - Representa espontânea do paciente com pressãão de suporte


am ciclos de respiração e e diferente de
d
zero. O TSSUBIDA (Rise Time)
T da presssão de supo
orte pode serr ajustado pa a suavizado. A
ara que o fluxxo inicial seja
ciclagem ppor fluxo podde ser ajustada para um valor entre 25%
2 a 75% do
d fluxo de p ico.

6 - Se o pa
aciente entra a, após TAPNEEIA (s) o ventillador apresentará esta coondição através de alarm
ar em apnéia me
em sua árrea de menssagem e alarrmes na tela e iniciará a ventilação de retaguardaa (“back-up”) selecionada,
conforme configuraçõe es e parâmetros programmados.

Observ
rvação
• A pressão de suporte
s (∆PSS) é um valorr acima da PEEP
P e pode ser ajustadaa entre + 5 cm
mH2O e PMAAX.
• ara obter a modalidade
Pa m CPAP
C com vventilação de
e retaguarda selecione a opção CPAP P/PSV , ajuste
∆P
PS=OFF e selecione
s a ventilação
v e retaguarda (backup).
de

Adverttência
• O alarme de apneia deve erá ser ajusstado para um
u valor se eguro para o paciente. No entanto o
allarme de appneia poderá
rá ser ZERA ADO, nesta condição nã ão haverá n
nenhuma innformação ou
o
allarme de condição de apneia
a e nãoo haverá ven
ntilação de retaguarda em ação. O operador do
d
eqquipamento o deve esta ar ciente dda condição o de Alarmme de Apneeia DESAT TIVADO (OF FF
IN
NDICATIVO NO N DISPLAY).
• See a ventilaç
ção de retagguarda seleecionada forr SEM BAC CK-UP, o op perador do equipamentto
deeve estar cie
ente desta situação
s (IN
NDICATIVO NON DISPLAY Y).
• O
Os valores default
d são somente rreferência inicial.
i Reajjuste os paarâmetros da
d ventilaçãão
coonforme a necessidade
n e do pacientte.

MA
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8

DualPAP – Ventilação
V e
em Dois Níve
eis de Pressã
ão Positiva C
Contínua

Descrição
o: Parâmetro
os Ajustado
os:

Nesta m modalidade o pacientte respira • P. SUPERIOR;


espontane eamente so obre duas pressões • T. SUPERIOR;
positivas contínuas e pode ser auxiliado
a na • P. INFERIOR;
respiraçãoo por uma Pressão de d Suporte • T. INFERIOR;
(∆PS). No a observar a curva de
ormalmente ao • O2;
FiO
fluxo vê-se um picco de fluxo o que vai • ∆P
PS (Pressão de Suporte – PEEP);
decrescenndo à medidaa que o temp
po passa. • DISPARO POR R FLUXO;
• DISPARO POR R PRESSÃO O;
A ciclagemm ocorre po
or fluxo, ajus
stável entre • CICLAGEM PO OR FLUXO ((% FLUXO);
25% e 7 75% do picoo de fluxo inspiratório • EMPO DE SU
TE UBIDA (RISEE TIME)
medido. DDependendo dos realizad dos pode-se • PR
RESSÃO MÁ ÁXIMA
obter o A
APRV – Airw way Pressurre Release
Ventilatio
on • LUXO( - NEONATAL);
FL

Figura
a 20 – Curvas
s DualPAP

MA
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9

DualPAP – Ventilação
V e
em Dois Níve
eis de Pressã
ão Positiva C
Contínua

Assim qque todos os


o parâmetroos de vent ilação foremm ajustados no ventiladdor, o paciente respira
a
espontan eterminando os tempos d
neamente de de controle da ventilação.

esenta um ciclo espontâneo sem pre


1 - Repre essão de sup
porte na P.In
nferior(Presssão Inferior Contínua
C nass
Vias Aére
eas);

2 - Repre
esenta um ciiclo de respirração com au
uxílio da Pre
essão de Sup
porte (acima da P.Inferiro
or);

3 para 4 – Representta uma transição sincron izada para a P.Superior (Pressão Suuperior Contínua nas Viass
Aéreas);

4 – Dura ão Superior pode-se res pirar espontaneamente, tanto com ppressão de suporte
ante a Pressã s como
o
sem.

5 – Reprresenta uma transição da


a P.Superior para a P.Infe
eriror sincron
nizada;

As transições de nívveis P.Inferio orÆP.Superrior ou P.Superior Æ P.Inferior ocoorrem no quarto final de e


T.Inferiorr e T.Superio
or respectivamente atravéés da sincronização com m o esforço doo paciente. A informação
o
de que tiipo de disparo foi o que ativou o cicl o inspiratório
o é informado na área dee mensagem m e status da
a
tela.

Observação
• A freqüência respiratória monitorada é resultado da
d respiração espontâneea do paciente
• A pressão de
e suporte (∆P PS) é um valo
or acima da P.Superior ou
o P.Inferior e pode ser ajjustado entre
e
+ 5 cmH2O e PMAX.
• A
As mudançass de níveis de
d pressão sã adas .
ão sincroniza

Adverrtência
• O
Os valores default são
o somente rreferência in
nicial. Reaju
uste os parrâmetros da
a ventilação
o
c
conforme a necessidadde do pacien
nte.

MA
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0

Du
ualPAP - APRV – Ventilação
V po
or Alívio de Pressão
P nas Vias Aéreass (Relação In
nvertida)

Descrição
o: Parâmetros Ajustados:
P

Esta m
modalidade permite ciclos • P. SUUPERIOR;
espontâne eos em 2 nívveis de press
são basal • T. SUUPERIOR;
e pode sser obtido através de ajustes • P. IN
NFERIOR;
adequado os na modaliddade DualPA AP; • T. INFERIOR;
De acorrdo com ajustes efetuados e • FiO2;
realiza-se um alívio de
d pressão nas vias • ∆PS (Pressão de
e Suporte – P
PEEP);
aéreas obtendo-se o APRV – Airway • DISPPARO POR FLUXO;
F
Pressure Release Ve entilation
• DISPPARO POR PRESSÃO;
P
• CICLLAGEM POR R FLUXO (% FLUXO);
• TEMPO DE SUB BIDA (RISE TTIME);
• PRESSÃO MÁXIMA;
• FLUX XO( - NEOONATAL);

Figurra 21 – Curva
as APRV

MA
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1

Du
ualPAP - APRV – Ventilação
V po
or Alívio de Pressão
P nas Vias Aéreass (Relação In
nvertida)

Assim qque todos os


o parâmetroos de vent ilação foremm ajustados no ventiladdor, o paciente respira
a
espontan eterminando os tempos d
neamente de de controle da ventilação.

1 e 2 - Re
epresentam ciclos
c pressão de suporte
esponttâneos sem p s na P.Superior (Prressão Superior Contínua
a
nas Vias Aéreas);

3 – Reprresenta a tra
ansição da P.Superior
P pa
ara P.Inferiorr (Pressão In
nferior Contínnua nas Vias
s Aéreas) de
e
forma sin
ncronizada;

3 para 4 – Representta o tempo T.Inferior


T no q
qual é realiza
ado o alívio de
d pressão nnas vias aére
eas;

4 – Reprresenta a trannsição de P.Inferior para


a P.Superior de forma sin ncronizad’a.
As transições de nívveis P.Superior Æ P.Infferior ou P..InferiorÆP.S Superior ocoorrem no quarto final dee
T.Superioor e T.Inferio
or respectivamente atravéés da sincronização com m o esforço doo paciente. A informação
o
de que tiipo de disparo foi o que ativou o cicl o inspiratório
o é informado na área dee mensagem m e status da
a
tela.

Observação
• A freqüência respiratória monitorada é resultado da
d respiração espontâneea do paciente
• A pressão de
e suporte (∆P PS) é um valo
or acima da P.Superior ou
o P.Inferior e pode ser ajjustado entre
e
+ 5 cmH2O e PMAX.
• A
As mudançass de níveis de
d pressão sã adas.
ão sincroniza

Adverrtência
• O
Os valores default são
o somente rreferência in
nicial. Reaju
uste os parrâmetros da
a ventilação
o
c
conforme a necessidadde do pacien
nte.

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2

NIV – Ventilação Nãoo Invasiva(VN


NI) – com Má
áscara Faciaal

Descrição
o:

Este recurso pode se er ativado ou


u desativado o no menu ded configuração. Quandoo estiver ativ vado realiza
a
compensa ações de vazzamentos, até 100% do volume minuto do pacie ente e ignoraa os alarmes s de Volumee
minuto Baaixo, Volume Corrente Altto, Apneia. O
Os demais allarmes terão seus valorees alterados eme 20% .
O disparo por fluxo é compensado
c o para fluxos de vazamen 0 L.min-1.
nto de até 30
Os parâmetros tempo de subida (rrise time) e ssensibilidade de fluxo serrão desativaddos para todas as
modalidad des.
O Volumee de Vazamento pode serr visto na tela a de valores monitorados s.
Quando este recurso forf desativad
do os alarme es retornam aos
a valores padrões
p de aalarmes para
a o tipo de
paciente cconfigurado.

Observ
rvação
• A pressão de suporte (∆P PS) é um vallor acima do o PEEP e po ode ser ajusttado entre + 5 cmH2O e
PMMAX.
• O fluxo contínuo, que aparrentemente ‘‘vaza’ pela válvula
v expira
atória é norm
mal e serve pa
ara reduzir o
te
empo de respposta do siste
ema de conttrole da ventiilação do pacciente.
• Neesta modalid
dade há commpensação de e vazamento os através daa máscara.

Adverttência
• Uttilize a másscara adequ uada para c
cada tipo de
d paciente de maneira ra a evitar vazamentos
v s
ex
xcessivos.
• O alarme de APNEIA
A estará DESATIIVADO.
• Nãão há ventillação de reta
aguarda com
m sensibilid
dade à fluxo quando estte recurso estiver ativo..

MA
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3

7.3 A
Alarmes Disponív
D veis

Adverttência
• Ao receber in
nformação ded alarme prrovidencie pronto
p atenddimento parra resolver o problema..
• Cessada a sittuação que necessitou do silêncio total do ala
arme sonoroo, deve-se reeativá-lo parra
egurança do
se o paciente.

Alarmes e
em ordem decrescente
d de priorida
ade:

Classiificação dos
s Alarmes
ALTA
A PRIOR
RIDADE Descrição

Bateria
B Baixa
a Quando a bateria
b intern
na estiver com
m a carga no
o final. Devem
m-se provide
enciar meioss
adequados de suporte vventilatório do
d paciente

Apneia
A Significa qu
ue o tempo ddecorrido dessde a última inspiração é superior ao valor de alarme
ajustado coomo limite su
uperior de tem
mpo para inddicação de appneia.

Pressão
P de O2 Baixa Significa qu
ue a pressão da rede de oxigênio está
á abaixo de 440psi (276 kPa)
k

Obstrução
O Significa qu
ue há uma ob
bstrução no circuito
c respiratório que i mpede a com
mpleta expira
ação
do pacientee.

Desconexão
D Significa qu
ue houve dessconexão do circuito resp
piratório, o quue impede de
d ventilar
adequadam mente o pacie
ente.

Pressão
P Máxxima Alta Significa qu
ue a pressão da ventilaçã
ão superou o valor de alaarme ajustad
do como limitte
superior de pressão

Pressão
P Máxxima Baixa Significa qu
ue a pressão da ventilaçã
ão está abaixo do valor dee alarme ajus
stado como limite
inferior de pressão
p

EtCO
E 2 alta
Significa qu
ue o CO2 exp
pirado supero
ou o valor de
e alarme ajusstado como limite superio
or de
EtCO2.

EtCO
E 2 baixa
Significa qu
ue o CO2 exp
pirado está abaixo do valo
or de alarmee ajustado co
omo limite infferior
de EtCO2.

CO
C 2i Significa qu
ue o CO2 insp
pirado supero
ou o valor de
e alarme ajusstado como limite superio
or de
CO2i.

FC
F alta Significa qu
ue a frequênccia cardíaca superou o valor de alarm
me ajustado como limite
superior de FC.

FC
F baixa Significa quue a frequênccia cardíaca está abaixo do valor de alarme ajusttado como lim
mite
inferior de FC.
F

SpO
S 2 baixa Significa a saturação
s de
e Oxigênio está abaixo do valor de allarme ajustad
do como limiite
inferior de SpO
S 2.

MA
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4

MÉDIA
M PRIO
ORIDADE Descrição

Volume
V Minu
uto Alto Significa qu
ue o volume m
minuto do paciente superrou o valor doo alarme ajus
stado como limite
superior de volume min uto

Volume
V Minu
uto Baixo Significa quue o volume mminuto do pa
aciente está abaixo do vaalor de alarm
me ajustado como
c
limite inferio
or de volume
e minuto

Frequencia
F A
Alta Significa qu
ue a frequênccia respiratórria do pacien
nte superou o valor de alarme ajustad
do
como limite superior de freqüência respiratória
r

Frequencia
F B
Baixa Significa qu
ue a frequênccia respiratórria do pacien
nte está abaiixo do valor de
d alarme
ajustado co qüência respiratória
omo limite infferior de freq

PEEP
P Alto Significa qu
ue a pressão no final da expiração
e (PEEP) superoou o valor de
e alarme ajusstado
como limite superior de PEEP.

PEEP
P Baixo Significa qu
ue a pressão no final da expiração
e (PEEP) está a baixo do valor de alarme
e
ajustado coomo limite infferior de PEE
EP.
Este alarme
e indica duass condições: ou o adapta
ador do sensoor de CO2 IR
RMA não stá
Adaptado
or IRMA o ele deve sser trocado.
conectado ou
Reinicie
R IRMA
Indica que deve
d descon
nectar e reco
onectar o sen
nsor de CO2 IIRMA

Troque
T IRMA
A
Indica que o sensor de CO2 IRMAde
eve ser troca
ado.

CO
C 2 fora de e
escala
Indica que a leitura de C
CO2 IRMA es
stá incorreta

Indica que uma


u das situ
uações para o sensor de CO2:
Erro
E de Leitu
ura IRMA
• a teemperatura in peração fora de escala ouu
nterna de op
• pressão ambien nte de operação fora de escala
e
Calibrar
C IRMA
A
Indica a nec
cesidade de calibração do
d Zero do se
ensor de CO
O2 IRMA

BAIXA
B PRIO
ORIDADE Descrição
Sem
S Rede E
Elétrica Significa qu
ue não há en
nergia elétrica
a proveniente da rede.

Sensor S
SpO2 Indica que o Sensor de SpO2 está conectado
c ao
o equipamennto porém está fora do De
edo
Indica:
• xímetro não possui sensor conectado
o ox o ou;
• o sensor
s conecctado está de
efeituoso ou;;
Cheque
C SpO
O2
• Inte
erferência deetectada ou;
• Muuita luz Ambieente ou;
• Sensor descon hecido ou;
Cheque
C cabo
o Indica cabo
o desconecta
ado
Baixa
B Perfussão
Indica baixa
a perfusão

Procurando
P p
pulso
Indica que o oxímetro e
está procuran
ndo pulso

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5

Ativando
A SpO
O2
Indica que o oxímetro s endo ativado
o
SpO2
S demo
Indica que o oxímetro e
está gerando uma curva demo
d

Obserrvações
s
• Quando na modalidad de CPAP/PSV V configurad do com press
sãod e suporrte ocorrer a condição de e
apneia o alarme
a sonorro e visual se
erão acionad dos e alarme sonoro tocaará somente e duas
sequenciaas de alarmess sonoros de e alta priorida
ade, contudo o alarme vissual continua
ará a identifica
ar
essa conddição enquannto ela existirr.

Mensagen
ns de Alerta
as:

Alerta Desc
crição

PRESSÃO
O LIMITADA
A Quando
Q a pre
essão monito
orada atinge a pressão mmáxima ajusttada. Neste
caso
c o volum
me entregue pelo
p ventilador não atingiirá o volume ajustado.

In
ndica que o ssensor proxim
mal de fluxoo está desconnectado. Nes
stas condiçõe
es
to
oda a monito oração que depende
d deste sensor (VVT, MV, Frequencia,Vins,
Tinsp,
T exp, Cest, Cdin, Res, τ , iT, Volume V
I:E, T e Vazamento, Gráfico
SENSOR OFF
VxTempo
V )NNÃO será aprresentada. Nas
N modalidaades ventilató órias
controladas
c à volume os volumes entregues do eqquipamento terão uma
variação
v de a
até ±10%.

In
ndica o temppo de janel de sincronism
mo, ou seja, o último quarrto do ciclo
JANELA re
espiraório na
as modalidad des com sinc
cronismo do ciclo manda atório de
ventilação
v

Assist. Fll. Trig ndica a ocorrrência de um


In m disparo ass
sistido geraddo por um trig
gger de fluxo
o

In
ndica a ocorrrência de um
m disparo ass
sistido geraddo por um trig
gger de
Assist. Prr. Trig
pressão
p

In
ndica a ocorê
ência de um disparo assistido geradoo por um trig
gger Manual
Assist. Man. Trig

In
ndica a ocorrrência de um
m disparo es
spontâneo geerado por um
m trigger de
Spont. Fl.. Trig
flluxo

In
ndica a ocorrrência de um
m disparo esp
pontâneo geerado por um
m trigger de
Spont. Prr. Trig
pressão
p

MA
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6

Alerta Desc
crição

In
ndica a ocorê
ência de um disparo espontâneo gerrado por um trigger Manu
ual
Spont. Ma
an. Trig

Sistema d
de Alarmes e Seguranç
ça – Ajustes :

Item Ala
arme Unidade
U A
Ajuste

1 Pressã
ão Máxima – Alarme de A
Alta cmH2O OF
FF, 1 a 80

2 Pressã
ão Máxima – Alarme de B
Baixa cmH2O OF
FF, 1 a 80

3 PEEP – Alarme de Alta cmH2O DES


SL, 1 a 80

4 PEEP – Alarme de Baixa cmH2O DES


SL, 1 a 80

5 Volume
e Minuto – Alarme
A de Altto L DESL,, 0,1 a 100,0
0

6 Volume
e Minuto – Alarme
A de Ba
aixa L DESL,, 0,1 a 100,0
0

7 Tempo
o de Apneia s DES
SL, 5 a 60
Freqüêência Respira
atória – Alarrme de
8 min-1 DESLL, 0,5 a 200
Alta
Freqüêência Respira
atória – Alarrme de
9 min-1 DESLL, 0,5 a 200
Baixa
10 EtCO2 - Alarme de
e Alta mmHg OF
FF, 1 a 80

11 EtCO2 - Alarme de
e Baixa mmHg OF
FF, 1 a 80

12 CO2 inspirado - Ala


arme de Alto mmHg OF
FF, 1 a 80

13 FC - Alarme de Alta
a bpm OFF
F, 35 a 250

14 FC - Alarme de Baixa bpm OFF


F, 35 a 250

15 SpO2 – Alarme de Baixa % OFF, 40 a 100%

16 Ajuste Automático dos Limites(11) --- OFF, 10%


%, 20% e 30
0%

Adverttência
• O Tempo de Apneia
A pod
de ser “ZERA ADO”, nestaa condição não
n haverá nenhuma in nformação ded
co
ondição dee apneia e não haverrá ventilaçã ão de retag guarda emm ação. O operador do d
eq
quipamentoo deve estarr ciente da c
condição dee Alarme de Apneia DES ESATIVADO (INDICATIV VO
NO DISPLAY)Y).
• O Ajuste auutomático dos
d limites de alarmes s ajusta os s alarmes ppara uma porcentagem
p m
ca
alculada sob
bre o valor monitorado
m o durante a ventilação,
v desta formaa só poderá ser ajustad
do
qu
uando venttilador NÃO estiver no m modo de esspera (STANND-BY).

MA
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7

(1
) Somentte poderá se
er aplicado pa
ara os alarm
mes relaciona
ados à parâm
metros de venntilação (Pressão Máxima,
PEEP, Vo
olume Minuto o e Freqüênccia Respirató
ória).

7.4 V
Ventilação
o Manua
al do Pac
ciente
Para realizzar a ventilaçção manual do paciente, o ventiladorr deve se pos
sto em STAN ND-BY. Nestta situação, se
s
de fluxo estivver conectado ao circuito
o sensor d o respiratório do paciente, a monitorizzação da ven
ntilação estarrá
completammente operaccional incluinndo o seu sisstema de alaarmes.

Adverttência
• Durante uma
u ventilaç
ção manuall acompanhe
e a pressão máxima.
• Mantenhaa o sistema de alarmes ativo.

7.5 A
Ajuste do
os Alarme
es

ALAR M

Para entra
ar na tela de ajuste de ala
armes presssione o botão
o ALARM na tela. Será
á apresentad
da
uma das ttelas da tabe
ela seguinte:

Situ
uação do
Tela Exib
bida
equiipamento
Sem senssores externo
os
conectado
os (Capnograafia
ou oximetria)

Seem indicaçãoo de
alaarmes de se
ensores
Exxterrnos

MA
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8

Com senssor de
capnograffia conectado
o

Indicação dos
alarmes de
pnografia
cap

Com senssor de oximetria


conectado
o

Ind
dicação dos
s
ala
armes de
oximetria

A figura se
eguinte o posicionamento
o dos ajustess de limites Inferior
I e sup
perior da telaa de alarmes
s:

MA
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9

Figura 22 – Tela de Aju


uste de Alarm
mes
ar os valore
Para altera es de alarmes s basta tocarr na área corrrespondentee ao limite dee alarme a se er ajustado. O
parâmetroo tocado ficarra selecionad
do indicando
o que é possíível realizar alteração
a (figgura 25), parra isso utilize o
botão gira
a e confirma para ajustear o valor dessejado e confirme pressio onando este botão ou clic cando
novamentte no parâme etro ajustado
o.

Figura 23 – Tela de Aju


uste de Alarm
mes selsciona
ado o ajuste
e de alarme dde pressão alta
a

MA
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0

8 Su
uporte
e Verttical - Insta
alação
o
Este supoorte (1702496), é um item
m opcional e pode ser utilizado em am
mbulâncias, hhelicópteros ou
o paredes de
d
instalaçõe
es de ambien
ntes hospitalaares (emergêência, recuperação pós-aanestésica, U
UTI, etc).
A seguir é apresentado a sequênc cia de montaggem do supo orte na pared
de.

SEQ Operaçã
ão Figuura
1 In
nstale o supo
orte fixo com
m alimentaçã ão DC
d
de +12V (380 03835) na pa arede (sala,
ambulância, helicóptero, etc.) atravéss de 4
a 2
p
parafusos (30003446) itemm 1 da figura ao 1
la
ado e 4 buchhas de fixaçãão (3003447)), se
n
necessário (ittem 2 da figu
ura).

2 PPara colocar o ventilador no suporte ssiga a


ssequencia ab
baixo:

(a) Enco ostar o suporrte da alça naa


pared de, logo acim
ma do suportte fixo.
(b) Desliizar o Oxyma ag para baixo o até
que se
s encaixe perfeitamente
p e.
(c) Acionnar a trava de segurança a do
ventilador girando o os dois bottões
excêntricos da pa arte superiorr até
que as
a pintas verrmelhas fique em
invisííveis.
(d) Certificar-se de que o Oxyma ag está
fixo no
n local.
P
Para retirar o Oxymag rea alizar o
p
procedimento o inverso.

A seguir é apresentado a sequênc


cia de montag
gem do supo
orte na bancada:

SEQ Operaçã
ão Figuura
1 In
nstale o sup
porte fixo com
m alimentaçãão DC
d
de +12V (38003835) na ba acada atravé
és de 2
p
parafusos (33003446) item 2 da figu ura ao
la
ado.

MA
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1

SEQ Operaçã
ão Figuura
2 PPara colocar o ventilador no suporte ssiga a
ssequencia ab
baixo:

(a) Enca aixar o suporrte da alça noo


supo orte acima doo suporte fixo
o.
(b) Desliizar o Oxyma ag para baixoo até
que ses encaixe perfeitamente
p e.
(c) Acion nar a trava de segurança a do
ventilador girando o os dois bottões
excêntricos da pa arte superiorr até
que asa pintas verrmelhas fique em
invisííveis.
(d) Certificar-se de que o Oxyma ag está
fixo no
n local.
P
Para retirar o Oxymag rea alizar o
p
procedimento o inverso.

Figura 24 – Suporte insttalado na parrede

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2

9 So
olucio
onand
do Pro
oblem
mas
Neste cappítulo aprese
entam-se os s principais p
problemas e suas possíveis soluçõees. A maiorria de simple
es
solução, q
que pode serr realizada pe
elo operadorr do equipam
mento.

Adverttência
• Nã
ão utilize o equipamento se um pro
roblema não
o puder ser resolvido.
r

Problema
a Cau
usas Poss
síveis Soluçõe
es
1. Falha e
eletrônica. 1. Solicitee Assistência
a Técnica.
Alarme de Ventilador Inoperante

1. Descon nexão no circ


cuito 1. Localizze a descone
exão e
respiratórrio. conecte fiirmemente.

e Fluxo Inspiratório.
2. Falta de 2. Verifiquue a existênc
cia de fluxo
inspiratórrio e aumentee caso seja
necessáriio.

ão da Mecân
3. Alteraçã nica 3. Estabeeleça novos parâmetros
p
Alarm
me de Desco
onexão
Respiratóória do Paciente. para supoorte ventilató
ório.

4. Diafrag
gma da válvu
ula 4. Recolooque o diafragma na
expiratória
a montada posição ccorreta ou substitua o
incorretam
mente ou dannificada. diafragmaa por uma noova.

5. Falha n
no sistema eletrônico de 5. Solicitee Serviço de Assistência
controle d
de pressão. Técnica
1. Alteraçã
ão da Mecân nica 1. Estabeeleça novos parâmetros
p
Respiratóória do Paciente. para supoorte ventilató
ório.
Alarm
me de Pressã
ão Baixa
2. Vazame ento excessivo no 2. Localizze o vazamen
nto e corrija.
circuito re
espiratório.

1. Alteraçã
ão da Mecân nica 1. Estabeeleça novos parâmetros
p
Respiratóória do Paciente. para supoorte ventilató
ório.

2. Obstruçção no ramo o expiratório 2. Desobsstrua.


Alarm
me de Pressão Alta do circuito
o respiratório
o ou da
válvula exxpiratória.

3. Obstruçção da via aé
érea do 3. Desobsstrua ou aspire a via
paciente. aérea do paciente.

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3

Problema
a Cau
usas Poss
síveis Soluçõe
es
1. Final de
e carga da bateria
b 1. Restabbeleça imedia atamente a
interna appós utilização
o sem rede conexão ddo equipame ento a uma
elétrica. rede elétrrica, ou desligue o
equipameento e provid dencie meioss
de suportte ventilatório
o ao
Alarm
me de Bateria
a Fraca paciente.

2. Solicitee Serviço de Assistência


2. Falha nno sistema de carga da Técnica
bateria intterna, mesmo com
presença de energia elétrica
e
1. Descon nexão do cabbo de 1. Restabbeleça a cone exão do
energia ellétrica. equipameento a uma rede elétrica
ou utilize o equipamento com a
Alerta de F
Falta de Ene
ergia Elétrica
bateria intterna para trransporte.

2. Falha n
na rede elétriica. 2. Restabbeleça a rede
e elétrica.

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4

10 L
Limpe
eza, Desinfe
ecção
o e Es
sterilizzação
o
Neste cap
pítulo aprese
entam-se as
s principais formas de limpeza e esterilização
e do equipam
mento e seu
us
componenntes.

Adverttência
• An
ntes da primmeira utiliza
ação do equuipamento, este e seus
s componen
ntes devem ser limpos e
es
sterilizados de forma appropriada.

Atençã
ão
• O
Os acessório
os e compon nentes remo
ovíveis do ventilador
v Oxymag
O da MMAGNAMED D submetido os
a seguidas op
perações de limpeza e esterilizaçã
ão sofrem processo
p dee degradaçã ão e, portantto
de
evem ser su
ubstituídos por
p novos d de acordo coom as tabela
as apresentaadas no cappítulo 14.3.10.
• O
Os acessórioos e comp ponentes re emovíveis do ventilad dor Oxymag g da MAG GNAMED qu ue
ap
presentarem
m danos ou sinais de deesgaste devvem ser sub
bstituídos, eevitando-se o seu uso.

10.1 V
Ventilador Oxyma
ag
Estabeleccer uma rotina de limpeza
a, desinfecçã
ão ou esterilização para os
o componenntes do Oxym
mag.

A. Ass partes exteernas do Oxymag podem ser limpas coom um pano limpo e maccio, umedeciddo em soluçãão
ge
ermicida apro
opriada. Tom
mar cuidado para que neenhum resídu uo de produtto de limpez
za se acumule
na
as conexões do equipammento. Após a limpeza, uttilizar um pan macio para a secagem.
no limpo e m

B. Oss componenntes que enttram em conntato com os


o gases res eriodicamente
spiratórios deevem ser pe
de
esmontados para limpeza a ou esteriliz ação, incluin
ndo: traqueias, sensores dde fluxo e lin
nha de tomad
da
de
e pressão. Utilizar uma solução germ micida apropriada ou óxido de etileno.

C. Nãão utilizar aggentes abrasivos para reaalizar a limpeeza.

D. Nãão utilizar álccool para lim


mpar as parte
es de plástico
o.

E. Nãão mergulhaar o Oxymag em nenhum


m líquido.

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5

Adverttência
• Toodas as pa artes do ven ntilador Oxxymag da MAGNAMED
M D que tivereem contato com fluído os
prrovenientes s de pacien nte (ex: cirrcuito respiiratório) esttão potenciialmente co ontaminados.
Denominados s de semicrríticos e dev
vem sofrer antes
a do desscarte (ao fi
final de suas
s vidas úteis
s)
ouu para enviio para serv viço de man nutenção ouu reparo, um m processo o de desinfeecção de altto
níível, ou este
erilização.

• No caso de descarte:
d IND
DICAR como
o lixo hospiitalar potenc
cialmente in
nfectado.

• Ao enviar o Ventilado
or Oxymag g para serv viços de manutenção
m o ou reparro: observa
ar
RIIGOROSAM
MENTE o proocesso de d
desinfecção..

• EQ
QUIPAMENTOS VISIVE
ELMENTE IN
NFECTADOSS POR FLUID
DOS DE PAC
CIENTES SE
ERÃO
DE
EVOLVIDOS
S SEM A RE
EALIZAÇÃO DE SERVIÇ
ÇO DE MANUUTENÇAO OOU REPAROO.

10.2 Processos de Lim


mpeza, De
esinfecç
ção e Estterilizaçã
ão

Material
C
Contaminado

P
Pano úmido Lavagem

Esterilizar Estocar Desinfecção


D

F
Figura 25 – Seqüências
S p
para Limpeza
a, Desinfecçã
ão e Esterilizzação

(1) Pano Ú
Úmido

A limpeza deve ser rea


alizada atrav
vés de fricção medecida co
o mecânica com um pano ou gaze um om solução de
d
água e sabão.

(2) Lavag
gem e Secag
gem

m e secagem são SEMPR


A lavagem RE necessáriias antes de qualquer proocesso de deesinfecção ou
u esterilizaçã
ão
e deve serr feita por imeersão em sollução neutra de água e sa abão ou com
m detergente enzimático, à temperatura
entre 35ºC
C e 60ºC, du urante 5 a 10
0 minutos e pposterior fricç
ção mecânic
ca para remooção de suje
eiras e matérria
orgânica sseguida por secagem.
s

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6

(3) Desinffecção Quím


mica por Ime
ersão

Realize a desinfecção
o química attravés da im
mersão em solução
s de Glutaraldeído
G o 2% durante e 40 minutoos.
Elimine co
ompletamentte os resíduos químicoss dos compo
onentes com água destilaada e esterilizada, depo
ois
seque commpletamentee em ambientte limpo.

(4) Esterillização Quím


mica por Im
mersão

Realize a e
esterilização avés da imerrsão em solução de Gluta
o química atra araldeído 2%
% durante 12 horas. Eliminne
completammente os ressíduos quím micos dos co omponentes com água destilada
d e eesterilizada, depois sequ
ue
completammente em am mbiente limpoo.

(5) Autocllave

Realize a esterilização
o com autoclave configurrada conform dação do fab ricante da au
me recomend utoclave.

(6) Óxido de Etileno (ETO)


(

Realize a esterilização
o com óxido de etileno co
onforme reco d fabricantee do produto químico.
omendação do

De
escrição Processos Ciclos (Vid
da Útil)

Ventiladorr Oxymag – Parte


P Exterio
or (1) NA
Tubo de SSILICONE se
ensor de pres
ssão no circu
uito
(2), (3), (4), (5),, (6) 50
respiratóriio
Sensores de Fluxo Au
utoclaváveis (2), (3), (4), (5),, (6) 50

Sensores de Fluxo Essterilizáveis (2


2), (3), (4), (6
6) 50

Tubo de P
PVC (2
2), (3), (4), (6
6) 50
(2), (3), (4), (5),, (6)
Linha de S
Silicone 50
NA – Não se Aplica

MA
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7

10.3 Peças e Acessório


A os

Atençã
ão
• Utilize semp
pre peças e acessório
os originaiis para garrantir a seegurança e eficácia do
d
eq
quipamentoo.

Itens, parrtes e acessórios que acompanham


m o produto
o:

Item Código Descrição QTD UMI Fotog


grafia ou Fig
gura

OXYMAG -
ENTILADOR DE
VE
1 1600185 01
1 PC
TRA
ANSPORTE CCOM
PSV E PEEP
P

KIT SE
ENSORES DDE
FLUXOO ADU INF N
NEO
AUTOCLAVAVEIS S

• 01 Linha dde
Silicone
2 5001748 • 01 Sensorr de 01
1 PC
Fluxo Adullto
• 01 Sensorr de
Fluxo Infan
ntil
• 01 Sensorr de
Fluxo Neo natal

FONT
TE ELÉTRIC
CA 12V
COM
M CONECTO OR 4
3 2402568 1
01 PC
VIAS

MA
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8

Item Código Descrição QTD UMI Fotog


grafia ou Fig
gura

CIRCUITO
RE
ESPIRATOR RIO
4 1703218 01
1 PC
ADULTO
A 1,2 M
AU
UTOCLAVÁV VEL

EXTEN
NSÃO DE OO2 DISS
5 3902647 1
01 PC
X2 – 2m

ENVVELOPE CO
OM 3
6 1702656 FILT
TROS AMBIE
ENTE 1
01 PC
PAARA OXYMA
AG

7 160
00185-NE-20
0-RR Man
nual de Operração 01
1 PC

MA
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9

Acessório
os Opcionais:

Item Có
ódigo Descrição QTD UMI Fotograffia ou Figura
a
T SENSORE
KIT ES DE
FLUXO ADU IN
NF NEO
AU
UTOCLAVAVVEIS

• 01 Linhha de
Silicone
1 50
001748 • 01 Sennsor de 01 PC
C
Fluxo Adulto
A
• 01 Sennsor de
Fluxo Infantil
• 01 Sennsor de
Fluxo Neonatal
N

KIT
T DE SENSO
ORES DE
FLUXO ADULTTO
AU
UTOCLAVAV VEIS

2 50
001747 • 01 Linhha de 01 PC
C
Silicone
• 03 Sennsores de
Fluxo Adulto
A
Autoclaaváveis

KIT
T DE SENSO
ORES DE
FLUXO INFANTIL
AU
UTOCLAVAV VEIS

3 50
001746 • 01 Linhha de 01 PC
C
Silicone
• 03 Sennsores de
Fluxo Infantil
Autoclaaváveis

KIT
T DE SENSO
ORES DE
FLUXO NEONA ATAL
AU
UTOCLAVAV VEIS

4 50
001745 • 01 Linhha de 01 PC
C
Silicone
• 03 Sennsores de
Fluxo Neonatal
N
Autoclaaváveis

MA
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90
0

Item Có
ódigo Descrição QTD UMI Fotograffia ou Figura
a

SE
ENSORES DE FLUXO
AD
DULTO
AU
UTOCLAVÁV
VEIS

5 50
001495 • 05 Linhhas de 01 PC
C
Silicone
• 05 Sennsores de
Fluxo Adulto
A
Autoclaaváveis

SEENSORES DE FLUXO
INFFANTIL
AUUTOCLAVÁV
VEIS

6 50
001494 • 05 Linhhas de 01 PC
C
Silicone
• 05 Sennsores de
Fluxo Infantil
Autoclaaváveis

ENSORES DE FLUXO
SE
NE
EONATAL
AU
UTOCLAVÁV
VEIS
50
001493
7 • 05 Linhhas de 01 PC
C
Silicone
• 05 Sennsores de
Fluxo Neonatal
N
Autoclaaváveis

NVELOPE CO
EN OM 3
8 17
702656 FIL
LTROS AMB
BIENTE 01 PC
C
PA
ARA OXYMAAG

MA
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1

Item Có
ódigo Descrição QTD UMI Fotograffia ou Figura
a

AFRAGMA DA
DIA D
9 38
800248 VÁ
ÁLVULA EXP
PIRATÓRIA 01 PC
C
MA
AGNAMED

ALVULA EXP
VA PIRATORIA
10 32
200251 22M
M 15F 30M 01 PC
C
AU
UTOCLAVAV VEL

ENSOR DE VIAS
SE V
11 17
704396 AÉ
ÉREAS IRMA
A CO2 COM 01 PC
C
ONECTOR 5 VIAS
CO

XTENSÃO DE
EX E O2 DISS
12 39
902647 01 PC
C
X2 2m

EDESTAL CO
PE OM
13 38
802668 RO
ODÍZIOS PAR
RA 01 PC
C
OX
XYMAG

MA
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92
2

Item Có
ódigo Descrição QTD UMI Fotograffia ou Figura
a

BR
RAÇO ARTIC
CULADO
CO
OM SUPORTTE PARA
14 17
704414 01 PC
C
CIR
RCUITOS
RE
ESPIRATÓRIOS

CIRCUITO
RESPIRAT
TORIO
15 17
702653 01 PC
C
ADULTO
O 1,2M
AUTOCLA
AVÁVEL

CIRCUITO
RESPIRATTORIO
16 17
702654 01 PC
C
INFANTIL
L 1,2M
AUTOCLAAVÁVEL

CIRCUITO
RESPIRAT
TORIO
17 17
702655 01 PC
C
NEONATA
AL 1,2M
AUTOCLA
AVÁVEL

FO
ONTE ELÉTR
RICA 12V
18 24
402568 01 PC
C
CO
OM CONECTTOR 4 VIAS

MA
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3

Item Có
ódigo Descrição QTD UMI Fotograffia ou Figura
a

ABO DE FOR
CA RÇA DC
19 28
802671 V 4VIAS COM PLUGUE
12V 01 PC
C
AU
UTOMOTIVO O

MA
ALETA DE
TR
RANSPORTEE DO
20 17
702649 01 PC
C
OX
XYMAG COMM
CIL
LINDRO

SU
UPORTE VERRTICAL
PA
ARA AMBULÂÂNCIA OU
21 17
702496 01 PC
C
HE
ELICÓPTEROO COM
RAVA DE SEGURANÇA
TR

SENSOR DIGITAL
D
22 17
704383 ADULTO LNCS DCIP
A 01 PC
C
MASIM
MO

SENSOR DIGITAL
D
23 17
704386 REUTILIZÁV
VEL NEO 01 PC
C
LNCS Y-II<1KG

MA
AGNAMED Oxym
mag - Ventilado r de Transporte
e e Emergência Cód: 1600185 – Ver 14
94
4

Item Có
ódigo Descrição QTD UMI Fotograffia ou Figura
a

CABO ADAPPTADOR
OXÍMETRO MASIMO
O
24 17
704384 01 PC
C
COM CONEECTOR 5
PINO
OS

MA
AGNAMED Oxym
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e e Emergência Cód: 1600185 – Ver 14
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5

11 M
Manuttenção Preventiv
va

Adverttência
• O Ventiladorr Oxymag é um equip pamento de e suporte a vida. A m manutenção do Oxyma ag
(1
1600185) dev
ve ser realiz
zada somen
nte por pess
soal autoriza
ado pela MA
AGNAMED.
• NÃÃO UTILIZEE o equipammento se nã
ão estiver fu
uncionando o de acordo
o com as es
specificaçõe
es
co
ontidas neste manual de
d operaçãoo.

11.1 In
ndicação
o da necessidade
e de man
nutenção
o periódiica

O equipammento exibe na tela inicia


al o símbolo de manutenç
ção preventiva quanddo passado 5000
5 horas ou
o
mais da última manute
enção confirm me figura ba ixo:

Figura 26 – Tela Inicia


al com Indiccador de Ne
ecessidade de manutennção periód
dica

11.2 V
Verificaçõ
ões

Verificaçã
ão Diária, ou
u Antes do Uso

• Limpeza do eq quipamento;
• Integridade doo cabo de alimentação ellétrica do con nversor AC/DDC;
• Fuuncionamentto do sistema a de alarmess, inclusive áudio;
á
• Filtros LIMPOS instalados;
• Display de crisstal líquido;
• Baateria carreg
gada;
• Teela sensível a toque (Tou uch Screen);
• Teeclas do painnel;
• Bootão gira e confirma;
c
• Coorreta instala
ação do circu uito respirató
ório (inclusive
e existência do diafragmaa da válvula expiratória).

MA
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6

Adverttência
• A verificação
o diária deve
e ser realiza
ada com o pa
aciente desconectado.

MA
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7

11.3 B
Bateria In
nterna de
e Lítio

Esta bateria é respon nsável pela manutenção


o do funcionamento do equipamento
e o mesmo na
a ausência de
d
energia elétrica e sua duração em funcioname
ento normal é o especifica
ado no capíttulo 14.

Atençã
ão
• A bateria dev
ve ser subs stituída con forme indiccado nas esspecificaçõees técnicas (capítulo 14
4)
pa
ara que a ca
apacidade eme funciona amento norm mal seja de acordo
a comm o especific
cado.
• A substituiçã
ão da bateriaa interna de
everá ser rea
alizada por pessoal
p treiinado e qualificado.
• O descarte daa bateria de
eve seguir a legislação local.

Adverttência
• Pa
ara que hajja carga su
uficiente du
urante uma falta de en
nergia elétrrica é importante que o
eq
quipamento
o permaneça a SEMPRE c conectado a uma rede de
d energia eelétrica.

11.4 Sensor de
e Concen
ntração d
de O2 Intterno
O sensor de concentração de oxig gênio é uma célula que gera
g sinal elétrico proporrcional à con
ncentração de
d
oxigênio n
na mistura gasosa
g administrada ao paciente e a intensidade e deste sinaal elétrico é decorrente
d d
da
reação química. A dura ação da célu
ula, conforme
e especificaç
ção do fabrica
ante original é de 10.000 horas à 100%
%
O2, ou seja, superior a um ano de uso contínuoo.

Atençã
ão
• A célula de medição
m de concentraçã
c ão de oxigên
nio deve serr substituídaa conforme indicado naas
es
specificaçõees técnicas (capítulo 144).
• A substituiçã
ão da célulaa de mediçã ão de conceentração dee oxigênio d deverá ser realizada
r po
or
pe
essoal trein
nado e qualifficado.
• O descarte daa célula de medição
m dee concentraç
ção de oxigêênio deve seeguir a legis
slação locall.

MA
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8

11.5 Substituiç
ção do Filtro
F de A
Ar Ambie
ente

Para subsstituir o filtro de


d ar ambien
nte siga o pro
ocedimento a seguir:

(1) Remoova a tam mpa do filtrro na laterral


esqueerda do venttilador, item 2 da figura 28.
(2) Remoova o filtro veelho, item 1 da
d figura 28..
(3) Limpee a área do assento do filtro com um
algod
dão embebiddo em soluçã ão de água e
sabãoo.

Atenção
A
• Não utilize arr comprimido para a
limpe
eza, pois p poderá intrroduzir pó e
sujeira no sistem
ma de mistu
ura de gases
s.

(4) Após secar, introdduza um nov


vo filtro
(5) Instale a tampa do filtro e verifique
v se o
Figura 27 – Substituiçã
ão do Filtro conjunto ficou firm
memente fec
chado

Atençã
ão
• Nãão opere o equipamen nto sem es te filtro, po
ois poderá danificar
d o sistema de e controle de
d
m
mistura ar / oxigênio.
o
• Utilize somen nte filtros fo
ornecidos pe
ela MAGNAM MED, consu ulte código n
no capítulo.
• Fiiltro bacteria
ano 300 g/m m2 99,99% de
e eficiência para filtragem bacteriaana e viral.

11.6 Encaminh
hando o Produto para Se
erviço de Reparo
Os produttos antes dee serem enc caminhados para o serviço de reparro deverão sser limpos e desinfetado os
conforme orientaçõess contidas neste
n manuaal (capítulo 12). Os prrodutos que apresentarem sinais de d
potenciaiss contaminan
ntes hospitala
ares serão de ão do serviçoo de reparo para que sejam
evolvidos sem a execuçã
desinfetaddos antes da realização do
d serviço.

Adverttência
• Ao enviar o Ventilado
or Oxymag g para serv viços de manutenção
m o ou reparro: observa
ar
RIIGOROSAM
MENTE o proocesso de d
desinfecção..
• EQ
QUIPAMENTOS VISIVEVELMENTE INFECTADO OS POR FLUIDOS
F DDE PACIENTES SERÃ ÃO
DEEVOLVIDOS
S SEM A REEALIZAÇÃO DE SERVIÇ ÇO DE MANUUTENÇAO OOU REPAROO.

MA
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99
9

12 E
Espec
cificaç
ção Té
écnica
12.1 C
Classifica
ação
Equipame
ento Classe II (NBR – IEEC – 60601)), energizado internamente, tipo BF
F para opera
ação contínua.
Equipame
ento a prova de respingos
s IPX4.

12.2 N
Normas
• DIN EN 794-3 3:2009 – Ven ntiladores Pu lmonares – Parte
P 3 – Reequisitos partticulares para ventiladore
es
de
e emergência a e transportte
• IS
SO 10651-3:1 1997 Lung Ventilators
V fo
or Use Medic cal Part 3: Pa
articular Reqquirements foor Emergenccy
an
nd Transportt Ventilators
• IS
SO 5356-1:20 004 Anesthe etic and resp piratory equiipment – Coonical connecctors – Part1: Cones an nd
so
ockets
• ABBNT NBR IE EC 60601-1-4 4 Equipamen nto eletroméddico Parte 1-4
4: Prescriçõees gerais parra segurançaa-
No orma colaterral: sistemas eletromédiccos programá áveis
• ABBNT NBR 11906:1992
1 Conexões rroscadas e de engate rápido r para postos de utilização do os
sisstemas centralizados de gases de usso medicinal sob baixa pressão
• IS
SO 5359:2000 Low-press sure hose asssemblies for use with me edical gases
• ABBNT NBR IE EC 60601-1--2:2006 Equ uipamento elletromédico – Parte 1-22: Prescriçõe es gerais para
se
egurança – Norma
N colate
eral: Compattibilidade elettromagnéticaa – Prescriçõões e ensaios
• ABBNT NBR IEC 60601-1:1997 Equip pamento ele etromédico – Parte 1 – Prescrições s gerais parra
se
egurança
• IE
EC CISPR 11 1 Industrial, scientific andd medical (IS
SM) radio-freequency equuipment – Ele ectromagnettic
disturbance ch haracteristicss – Limits annd methods ofo measurement

12.3 Especifica
ações

O ventilad
dor pulmonarr eletrônico de
d transporte
e é composto
o dos seguinttes componeentes:

• D
DISPLAY de cristal
c líquido
o LCD colorido o de 320 x 24 40 pontos grá áfico com telaa sensível a toque
t de 5,7”;
• P
Placa de Controle com:
o Apressentação dos s dados no display;
o Interfface serial RS S-232C;
o Tecla as de acesso rápido para:
ƒ HOLD;
ƒ O2 100%;;
ƒ NEXT (Prróximos parâ âmetros de aju ustes);
ƒ MANUAL L (Disparo Ma anual de Ciclo o Inspiratório));
ƒ LOCK (Trrava Teclas, m menos esta);;
o Leiturra da pressão o no circuito rrespiratório;
o Leiturra de fluxo no o circuito resppiratório;
o Leiturra de pressão o de rede;
o Leiturra de pressão o barométrica a;
o Leiturra da concentração de O2 na mistura de d gás administrado;
o Carre egador inteligente de bateria;
• A
Alto-falante pa
ara alarmes e alertas;
• L
LED VERMEL LHO de alto brilho
b para prronta identific cação de alarm mes;
• L
LED VERDE indicador de conexão à re ede elétrica;
• C
Conexão para a Fonte Exterrna AC/DC (1 100-240 VAC – 50 – 60 Hz Æ +12 VDC);
• C
Chave liga/deesliga;

MA
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00

• C
Célula galvânica de O2 inteerna
• U
Um sensor de e fluxo até 20 L.min-1;
• U
Um sensor de e fluxo até 50 L.min-1;
• U
Um sensor de e fluxo até 150 L.min-1.
• C
Circuitos resp
piratórios para
a (Neonatal, Infantil e Adulto);
• F
Fonte externaa conversor AC/DC
A 100 – 240 VAC para a +12 VDC
• G
Gabinete Plásstico em ABS S de alto impaacto resistentte a golpes.
• M
Maleta de Traansporte com Cilindro de O Oxigênio;

12.3.1 Cara
acterística
as Elétric
cas
Fonte con
nversor AC/D
DC – Externo (2402568 – FONTE ELÉ
ÉTRICA 12V
V COM CONE
ECTOR 4 VIAS):

Item Parâm metro Especifficação TTolerância Unidade


1 R
Rede Elétricaa (50/60Hz) (1) 100 a 240 ± 10% VAC
2 P
Potência Con nsumida Máx xima 50
0 ± 10% W
3 S
Saída 12VDC – 4 vias 12
2 ± 10% VDC
4 C
Corrente 2,5 --- A
(1)
Conecctor 3 (três) pinos,
p NBR-1
14136:2002, onde o pino
o central é o tterra

Bateria Intterna de Li-Io


on:

Item P
Parâmetro Especificcação T
Tolerância Unidade
1 B
Bateria Internna Li-Ion 11,8
8VDC 4000 ± 15% mAh
2 A
Autonomia da a Bateria Intterna (com p
plena carga e 390
0 ± 15% min
u
uso normal)
3 T
Tempo para recarga até a carga má áxima(módulo 4,0
0 ± 15% h
e
em operação o)(1)
(1)
A carg
ga da bateriaa deverá ser feita na temperatura ambiente de 5 a 35 ºC

• Co
ompatibilidad
de Eletromag
gnética
o Imunid dade: IEC 60
0601-1-2
o Emisssão: CISPR11
o Aprovvações: OS/IE EC 60601-1

• Classe IIb – Conforme


C norrma CE/93/4
42/CEE anex
xo IX

• Classe de Prooteção dos Acessórios d


de Respiraç
ção (Descarttáveis ou Reeutilizáveis): Tipo BF
Body Floating
(B g)

12.3.2 Cone
exão à Fo
onte de O
Oxigênio

• Enntrada de Oxxigênio – Rosca DISS ma acho 9/16” 18 fios, confo


orme ABNT NNBR 11906
o OPCIO ONAL – Ros sca NIST
• Prressão do gáás: 40 a 150 PSI (345 a 1
1035 Kpa)
• Mangueiras e Extensões: Conforme IS SO 5359:200 00
• O cilindro de alumínio
a para
a oxigênio (1
1.7 LITROS) tem autonom mia de 40 miinutos com o equipamento
onfiguração como
co c segue:
o Paciente adulto
o Modalidade VCV,

MA
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01

o Volum
me de 500ml,,
o Frequência 12rpmm,
o Relaçção 1:2,
o PEEPP 5 cmH2O,
o Pausaa de 30% ,
o FiO2 de
d 100% ,
o Onda de fluxo qua
adrada.

Todos oss materiais que compõ


õem o prod uto são com
mpatíveis com
c Oxigên io, Ar e Ar Comprimid
do
Medicinall.

12.3.3 Espe
ecificaçõe
es Física
as e Ambiientais

Item Parâmetro Especifica ação Tolerrância Unidade


1 D
Dimensões (u unidade básica)
2 Altura (com alça) 176 (231 1) ±2 mm
3 Largura 254 ±2 mm
4 Profundidadde (com alçaa) 134 (185 5) ±2 mm
5 P
Peso 3,25 ± 0,1 Kgf
6 O
Operação
7 Temperaturra -10 a 500 ---- ºC
8 Pressão Baarométrica 600 a 110 00 ---- hPa
9 Umidade Re elativa do Arr (s/condensa
ação) 15 a 955 ---- %
10 A
Armazenamento
11 Temperaturra -20 a 755 ---- ºC
12 Pressão Baarométrica 500 a 120 00 ---- hPa
13 Umidade Re elativa do Arr (s/condensa
ação) 5 a 95 ---- %
14 C
Consumo de Oxigênio
O do Cilindro nas condições:
• Vol Corrente
C = 50
00 mL
92 ± 110% n/LO2-CILINDRO
min
• Frequ m -1
uencia = 12 min
• Concentração de O2 = 40%

12.3.4 Modalidades de Ventillação

Mo
odalidade em
m Apnéia
de(1)(3)(4)
Modalidad Desc
crição
(BACKU UP)

VCV
V Ve
entilação de Volume
V Contrrolado Não see Aplica

PCV
V Ve
entilação de Pressão
P Conttrolada Não see Aplica

entilação por Pressão


Ve P Limittada Ciclado a Tempo para
PLV
V venntilador em co
onfiguração n
neonatal (podde ter ciclos Não see Aplica
asssistidos)
IMV – V
Ventilação Intermitente
Ve
entilação Man
ndatória Interm
mitente Sincrronizada de
V-SIMV + PS Mandaatória de Volume
Vo
olume Controllado com Pre essão de Supporte
Controllado
IMV – V
Ventilação Intermitente
Ve
entilação Man
ndatória Interm
mitente Sincrronizada de
P-SIMV + PS Mandaatória de Pres
ssão
Pre
essão Contro
olada com Pre essão de Sup porte
Controllada

MA
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10
02

Mo
odalidade em
m Apnéia
de(1)(3)(4)
Modalidad Desc
crição
(BACKU UP)

Preessão Positiv
va Contínua n
nas Vias Aére
eas em dois
AP(2)
DualPA Própriaa ciclagem po
or tempo
nívveis com Pres
ssão de Supoorte
VCV, PPCV (adulto e infantil) / PL
LV
Ve
entilação de Pressão
P Posittiva Contínua
a com Pressão
CPAP/P
PSV (neonaatal), DESLIG
GADO.
de Suporte
Progra mável pelo Operador
O
entilação Não Invasiva (VN
Ve NI) com comp
pensação de
NIV
V Não see Aplica
vazzamentos pela Máscara
(1)
Ventilaçção Não Inva
asiva (VNI ou u NIV – Non IInvasive Ven
ntilation) por Máscara podde ser ativada em todas as
a
des ventilatórrias e neste caso há com
modalidad mpensação de d vazamento os.

(2)
A modallidade APRV (Ventilação por
p Alívio da Pressão nas Vias Aéreas) pode ser obbtida através da
d modalidad
de
DualPAP ccom regulage
em apropriada dos temposs e pressões.

(3)
nsação automática da co
Compen omplacência e pequenos
s vazamentos
s no circuito respiratório.
(4)
Quando or entrar em modo Neona
o o ventilado atal (IBW ≤ 6,0
6 Kg) estarrá disponívell somente as
s modalidade
es
PLV, P-SIMV, CPAP/ PSV, DualPA AP

12.3.5 Espe
ecificaçõe
es de Aju
ustes dos
s Parâmettros da V
Ventilação
o

Item Parâ
âmetro Esp
pecificação Re
esolução Unidade
100 a 1000 : 10
Adulto ml
(1) 1000
1 a 25000: 50
1 Volu
ume Correntte 10
0 a 2500
20 a 100:55
Infantil ml
100 a 300:110
(2)
2 Freqqüência Resspiratória 0 a 150 1 n-1
min
3 Tem
mpo de Subid da (Rise Tim
me) 0 a 2,0 0,1 s
4 Pauusa 0 a 70 10 %
5 Presssão Limite Máxima
M 0 a 60 1 cmH
H2O
6 Presssão Inspirattória 1 a 60 1 cmH
H2O
7 ∆PSS 0 a 60 1 cmH
H2O
8 PEEEP 0 a 40 1 cmH
H2O
-0,2 a -2,0:- 0,2
9 Sen
nsibilidade Asssistida (Pressão) OFF
F;-0,2 a -10 cmH
H2O
-2 a -10:- 1
10 Sennsibilidade Asssistida (Flux
xo) OFF
F;0,5 a 30,0 0,5 L.miin-1
11 Fluxxo Inspiratóriio (Neonatal)) 4 a 20 1 L.miin-1
Ciclagem por Fluxo em Pres ssão 5
12 5 a 80 %
de SSuporte
13 Conncentração ded O2 3
35 a 100 1 % vol
v
0,1 a 0,7:0,01
14 Tem
mpo Inspirató
ório 0
0,1 a 10 0,7
7 a 1:0,05 s
1 a 10:0,1
Q
Quadrado, ---
ma de Onda do Fluxo
Form Dessacelerado,
15 ----
Insp
piratório A
Acelerado,
SSenoidal
16 CPAAP(3) 1 a 40 1 cmH
H2O
17 Presssão Superio
or 1 a 60 1 cmH
H2O

MA
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10
03

Item Parâ
âmetro Esp
pecificação Re
esolução Unidade
18 Presssão Inferiorr 0 a 40 1 cmH
H2O
0,20 a 0,70:0,01
19 Tem
mpo Superiorr 0,2
20 a 59,80 0,70 a 1,00:0,05 s
1,00 a 59,80:0,10
0,20 a 0,70:0,01
20 Tem
mpo Inferior 0,2
20 a 59,80 0,70 a 1,00:0,05 s
1,00 a 59,80:0,10
21 Rela
ação 1
1:4 a 4:1 1:0,1 -
(4)
OFF;PLV; ---
22 Bacckup -
P
PCV; VCV
23 Tem
mpo para Ala
arme de Apné
éia DE
ESL, 5 a 60 1 s
0,16 a 0,52:0,01
24 ura(5)
Altu 0
0,16 a 2,50 0,53 a 1,08:0,01 m
1,09 a 2,50:0,01
25 Fluxxo (fluxometrro) 0 a 15 1 L.miin-1
(1)
O Ajustte de Volumme Corrente para valorees menores que 20ml é feito atravéés do ajuste
e da pressão,
monitoran
ndo do volum
me corrente no
n visor do ve
entilador.
(2)
Na moda
alidade CPA
AP/PSV ajus
stada sem prressão de su
uporte e sem backup a fre
requência res
spiratória serrá
zero.
(3)
Na moddalidade CPAAP/PSV estiv ver desabilita
ada a pressão de suporte
e (∆PS igual a zero ou Se
ensibilidade de
d
Pressão e Fluxo iguaiss a zero) serrá ajustado o parâmetro CPAP.
C
(4)
Opçõess de backup da
d modalidadde CPAP/PSV V. Configura
ando OFF a modalidade
m C n entrará em
CPAP/PSV não
backup qu
uando atingid
do o tempo para
p Alarme de apnéia.
(5)
Depend o paciente ajustado na in icilização o ventilador
dendo do tipo v estará configurrado para operar conform
me
tabela seg
guinte:

Senssor Peso Ide


eal Altura
Tipo Mod
dalidades
de
e (IBW-Ideal Body [m]
Pacientte IIncial
o(1)
Fluxo Weightt)

NEONAT
TAL NEO
O PLV 2,8Kg
g 0,36

INFANT
TIL INF
F PCV 19,8Kg
g 0,95

ADULTO ADU
U VCV 49,5Kg
g 1,50

O peso ideeal é calcula


ado utilizando
o o IMC iguaal a 22 e a a altura
a do pac
ciente que poode ser alterrada conform
me
o tipo de p
paciente definido na inicia
alização con
nforme tabelaa seguinte:
Ajuste dee
Tipo
T de Peso Ideal
Altura [m]]
Paciente
P P[ kg]
k
Min Máx x
NEEONATAL 0,16 0,5
52 ≤ 6,0
6
IN
NFANTIL 0,53 1,0
08 6,0 < P ≤ 25
ADULTO
A 1,09 2,5
5 > 25
2

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10
04

Atençã
ão
• Prressão Limiite Mínima: 5 cmH2O
• A Pressão Má áxima Ajusttada tem a fufunção de lim
mitar a presssão no circcuito respira
atório.
o Em VCV V este serrá o limite d
de pressão, a válvula expiratória
e aabre para o ambiente de
d
mante er este máxximo durante e o ciclo ins
spiratório, ex
xcedendo es m 5 cmH2O o
este limite em
ventillador cicla para
p a fase e
expiratória (ciclagem
( a pressão).
o Em PCV este serrá o limite de e controle de
d pressão.
• Esste ventilad
dor NÃO GER RA PRESSÕ ÕES NEGAT TIVAS NA EX XPIRAÇÃO D DO PACIEN NTE.

12.3.6 Espe
ecificaçõe
es de Ap resentaçã
ão dos Parâmetro
os da Ven
ntilação

Item Parrâmetro Faixa Resoluçã


ão To lerância(1) Unidade
e
± (1 cm mH2O ou 2% %
1 Presssão Medida
a Instantânea
a --20 a 100 1 cmH2O(22)
daa leitura)
± (1 cm mH2O ou 2% %
2 Presssão Inspirattória Máxima
a 0 a 90 1 cmH2OO
daa leitura)
± (1 cm mH2O ou 2% %
3 Presssão Média 0 a 90 1 cmH2OO
daa leitura)
± (1 cm mH2O ou 2% %
4 Presssão de Plattô 0 a 90 1 cmH2OO
daa leitura)
PEE EP ± (1 cm mH2O ou 2% %
5 -20 a 90 1 cmH2OO
- Prressão no final da expiraçção daa leitura)
PEE EP Intrínsecoo no final da ± (1 cm mH2O ou 2% %
6 -20 a 90 1 cmH2OO
expiração daa leitura)
± (2,0LL.min-1 ou 5%
%
7 Fluxxo Medido (S
Sensor Adulto) -1
150 a 150 1 L.min-1
daa leitura)
± (0,5LL.min-1 ou 5%
%
8 Fluxxo Medido (S
Sensor Infanttil) -50 a 50 0,5 L.min-1
daa leitura)
± (0,2LL.min-1 ou 5%
%
9 Fluxxo Medido (S
Sensor Neonatal) -20 a 20 0,2 L.min-1
daa leitura)
Volu
ume Medido 100 a 995:5 ± (20 ml ou 5% do o
10 10
00 a 3000 ml
(Sensor Adulto – ADU) (3) 1000 a 3000
0:10 valoor medido)
Volu
ume Medido ± (10 ml ou 5% do o
11 1
10 a 400 2 ml
(Sensor Infantil – INF)(3) valoor medido)
Volu
ume Medido ± (3mml ou 5% do
12 1 a 100 1 ml
(Sensor Neonattal – NEO)(3) valoor medido)
Volu
ume Minuto
± (0,1 8L ou 3% do o
13 0
0,1 a 99,0 0,001 L
valoor medido)(4)
(Sensor Adulto – ADU)
Volu
ume Minuto
± (0,1 0L ou 3% do o
14 0,,01 a 50,0 0,001 L
valoor medido)(4)
(Sensor Infantil – INF)
Volu
ume Minuto ± (0,006L ou 3% do o
15 0,0
001 a 20,0 0,001 L
(Sensor Neonattal – NEO) valoor medido)(4)
16 Tem
mpo Inspirató ório 0,,05 a 60,0 0,01 ± 0,01s S
17 Tem
mpo Expirató ório 0,,05 a 60,0 0,01 ± 0,01s s
1
1:100,0 a
18 Rela
ação I:E 1:0,1 ± 2% ---
100,0:1

MA
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05

Item Parrâmetro Faixa Resoluçã


ão To lerância(1) Unidade
e
-1
± (1m in ou 1% do o
19 Freq
qüência Resspiratória 0 a 200 1 min-1
valoor medido)
cmH2O/L
L
20 Ressistência dass Vias Aéreas
s – RAW 0 a 200 1 1
/s
± 1 mLL.cmH2O -1 ouo
mL.cmH H
21 Com
mplacência Dinâmica(C.D
D Dyn) 0 a 200 0,1 10%% do valor
2O -1
medido
± 1 mLL.cmH2O -1 ouo
mL.cmH H
22 Com
mplacência Estática
E (C.S
Stat) 0 a 200 0,1 10%% do valor
2O-1
medido
±(1% eem volume ou o
23 FiO2 (Concentra
ação de Oxig
gênio) 1
12 a 110 0,1 %O2
2% da leitura)
± (0,2LL.min-1 ou 5%
%
24 Fluxxo (fluxômetrro) 0 a 20 0,1 L.min-1
daa leitura)
25 Presssão de Red
de (Prede) 0-1500 1 ± 3,75 psi psi
±(1 L/m
min ou 10% dad
26 Con
nsumo do Oxxigênio (Cos. O2) 0-180 0,1 L/min
leitura)
27 SpO
O2 1 a 100 1 ±2% %
28 FC 2
25 a 240 1 ±2% bpm
±(0,2%
% em volume +
0 a 15:1
2% da leitura)
29 CO2(8) 0 a 25 15 a 25: Nã
ão %vol
Não EEspecificadoo
Especificad
do

700(5) a ±(1hP
PA ou 2% da
a hPa
30 Presssão Baromé
étrica 1
1200 leitura) (mbar)
(1)
Quando indica
ado duas tole
erâncias con
nsiderar a de maior valor..
(2)
1 mbar (milibar) = 1 hPaa (hectoPasccal) = 1,016 6 cmH2O (ceentímetro dee água). Na prática esta
as
un
nidades não são diferenc
ciadas e pod em ser utilizadas como:

mbar = 1 hPa
1m a ≈ 1 cmH2O

(3)
Paara resistências de vias aééreas superio
or a 150 cmH H2O/L/s o voluume expiradoo monitorado terá tolerânccia
altterada para ± 10%. Nestaa condição, o volume inspiirado medido o não sofre altteração.
(4)
To
olerância calcculada para frreqüência de 12 , 20 e 30 rpm
r respectiv
vamente paraa os sensores s adulto, infan
ntil
e neonatal.A toolerância é daada em funçãão da incertezza do volume e multiplicadaa pela freqüên
ncia.
(5)
70
00 hPa corressponde a um ma altitude de 3048m
(6)
To
odos os dado os monitorado os são consid
derados a AT TPD (Ambient, Temperatuure and Press sure Dry).
(7)
O Ventilador não gera pressões negativa vas na fase ex xpiratória.
(8)
COO2(mmHg)=C CO2( %) x Paatm(mmHg)x 0,75

12.3.7 Siste
ema de Alarmes
A e Seguran
nça

• Vá ornecimento de gás;
álvula Antiassfixia para prroteção contrra falha no fo
• Vá
álvula de Alívvio de Segurrança de 100 0 cmH2O – Norma
N básica de ventiladdores para evitar
so
obrepressão no circuito respiratório;
• Vá
álvula de Sobrepressão ATIVA
A – ao d
detectar obsttruções é ativ
vada para reeduzir a press
são no circuito
do
o paciente.

MA
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06

Item Ala
arme Ajuste Unidade
1 Pre
essão – Alarrme de Alta OFF; 0 a 80 cmH2O
2 Pre
essão – Alarrme de Baixaa OFF; 0 a 80 cmH2O
3 PE
EEP – Alarme e de Alta OFF; 0 a 40 cmH2O
4 PE
EEP – Alarme e de Baixa OFF; 0 a 39 cmH2O
5 Volume Minuto o – Alarme de
e Alto OFF; 0 a 99 L
6 Volume Minuto o – Alarme de
e Baixa OFF; 0 a 99 L
7 Tempo para Alarme de Apn néia 5 a 60 s
8 Fre
eqüência Respiratória – Alarme
A de A lta OFF;
O 0 a 1500 min-1
9 Fre
eqüência Respiratória – Alarme
A de Baaixa OFF;0
O a 1500 min-1
10 etC
CO2 – Alarme e de Alto OFF; 0 a 80 mmHg
11 etC
CO2 – Alarme e de Baixa OFF; 0 a 80 mmHg
12 COO2 inspirado OFF; 0 a 80 mmHg

Segue desscrição dos alarmes


a relacionados ao
o equipamentto e a ventila
ação:

• B
Bateria Fraca
a
• P
Pressão de Rede
R Baixa
• D
Desconexão do Circuito Respiratório
R
• O
Obstrução doo Circuito Re
espiratório
• A
Apnéia
• S
Sem Rede Ellétrica

Segue desscrição dos alarmes


a relacionados ao
os sensores externos:
e

• S
Sensor de Ca
apnografia
o Atençção adaptado or IRMA
o Reiniccie IRMA
o Troque IRMA
o CO2 fo ora de escalaa
o Erro ded Leitura IRMA
o Calibrrar IRMA
• S
Sensor de Sp
pO2
o Atençção Sensor SpO
S 2 (Sensorr Fora do De
edo)
o Chequ ue SpO2
o Chequ ue Cabo
o Baixa Perfusão
o Procurando pulso
o Ativan ndo SpO2
o SpO2 demo

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07

12.3.8 Curv
va de Con
ncentraçã
ão X Pres
ssão no Circuito
C R
Respiratório

Figura 28
2 - Curva de
e concentraçção em funçã
ão da pressão no circuitoo respiratório

12.3.9 Espe
ecificaçõe
es de Des
sempenh
ho

Item P
Parâmetro Especificaçã
E ão Tolerância Unidade
e
1 Tempo de Resposta das Váálvulas T0..90 5 ± 20% ms
Flu
uxo Máximo em
e Pressão de Suporte L.min-1
2 180 ± 10%
eRRespiração Espontânea
E
Ciclad
do a Tempo, Volume ---
3 Princípio de Co
ontrole ---
e e Pressão Controlada
Constante
horas
3 MT
TBF (Mean Time
T Between Failure) 5.000 --- (Ligado))
(POH)

12.3.10 Especiificações de Manu


utenção e Calibraç
ção:

Item De
escrição Esp
pecificação Tolerância Unidade
1 Re
evisão e SUBSTITUIÇ
S ÃO DO 5.00
00 h ou 1 ano
o ± 500 Horas
DIA
AFRAGMA (3800248)
2 Re
evisão e SUBSTITUIÇ
S ÇÃO DA 10.00
00 h ou 2 ano
os ± 500 Horas

ÉLULA DE O2 (3902020)
3 Re
evisão e SUBSTITUIÇ
S ÇÃO DA 10.00
00 h ou 2 ano
os ± 500 Horas
BA
ATERIA (2702236)

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Item De
escrição Esp
pecificação Tolerância Unidade
4 Válvula Expiratória (3
3200251)
Cicclos de autocclave:
RRápido: 4 minutos @ 136°C
50
0 @ Rápido
2200kPa
NNormal: 20 minutos @ 120°C
e --- Ciclos
96kkPa
100
0 @ Normal
Obbs: O tempo de processaamento é
apóós estabiliza
ar na tempe
eratura e
pre
essão especificada
5 Reevisão do OxyMag 1 ± 1 mês Ano
6 Caalibração do OxyMag
O 2 ± 1 mês Ano

Atençã
ão
• A MAGNAME ED mantém a disposiç ção do usuuário (media ante acordo)o) esquemas
s de circuitto
ellétrico, listas
s de compo
onentes, ins
struções parra calibração
o e outros d
documentos
s.

12.3.11 Especiificações de Resis


stência do
o Ramo Expiratóri
E io:

Resistência Expiratória (hPa ou cmH


H2O)
Circuito Circuitoo + Sensor
Fluxo
o Cirrcuito + Senssor
Respiratórrio Circuito + Sensor de Fluxo
F +
n-1
L.min Circuito
C de
e Fluxo + Filttro
(Código)) de Fluuxo Senso or CO2 +
HME
Filtrro HME
Neonatal
(1702655))
5,0 0,6 1,7
7
Infantil
(1702654))
30,0
0 0,4 3,4
4 4,1 4,3
4
Adulto
(1702653))
60,0
0 0,8 1,4
4 3,1 3,5
3
Adulto
(3902629))
60,0
0 3,8 4,4
4 6,1 6,5
6
Tabela de
e Resistência
as Expiratória
as em Funçã
ão do Circuito
o Respiratóriio e Acessórrios Agregad
dos

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12.4 Esquema Pneumá


ático

AR
AMBIENTE

VALV. O
FILTRO
PROP.
VALV. 30L/MIN
R
REGULADORA ANTI-AS
SFIXIA

ENTRADA
O2 VENTURI
60 a 150
45 PSI
PSI
1

10
0

VALV.
PROP.
200L/MIN

100% O2

PVA 9
2

%O2 8
VALV.
ON - OFF (*)

TGI /
NEBULIZADOR

SENSOR DE
FLUXO

VALV.
ON - OFF (*) SENSOR DE
O
FLUXO
7

PACIENTE
EXPIRAÇÃO

4
6
SOBREPRESSÃO

ALIVIO ALIVIO
3 PSI 3 PSI

(*) - Esquema apresenta as válvu


ulas nas posições default (aparrelho ligado sem condição de fa
alha)

CONTR
ROLE DO HARDWA
ARE
1 CONTRO
OLE DA VÁLVULA PROPORC
CIONAL 30LPM

2 CONTRO
OLE DA VÁLVULA PROPORCIONAL

3 SOLENO
OIDE P/ CONTROLE DO TGI OU
O NEBULIZADOR

4 OIDE P/ CONTROLE SOBREP


SOLENO PRESSÃO E FLUXO DE LAVAG
GEM

5 R DE FLUXO PROXIMAL
SENSOR

6 OLE DA EXPIRAÇÃO / PEEP


CONTRO

7 R DE FLUXO INTERNO
SENSOR

8 NTRAÇÃO O2
CONCEN

9 PRESSÃ
ÃO DE VIAS AÉREAS

10 PRESSÃ
ÃO DE REDE DE O2

Figura 29
9 – Esquema
a Pneumático
o

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12.5 D
Diagrama
a em Bloc
cos da E
Eletrônica
a de Con
ntrole

Fiigura 30 – Diiagrama em Blocos Eletrrônica

12.6 C
Compatib
bilidade Eletroma
E agnética

As alteraçções ou mod dificações effetuadas nesste equipam


mento que nãão tenham a aprovação o expressa da
d
MAGNAM MED podem causar
c problemas de EM MC com estee equipamennto ou outro. Entrar em contato
c com a
MAGNAM MED para receber auxílio o técnico. E
Este equipammento foi concebido e teestado para obedecer às
à
normas ap plicáveis de EMC como descrito
d abaiixo.

Adverttência
• A utilização de
d telefoness celulares o
ou outros eqquipamentos s emissoress de radiofre
eqüência (RF
F)
prróximo do sistema po oderá caus sar resultad dos inesperrados ou aadversos. Monitorizar
M o
fu
uncionamen nto se houveer fontes dee emissão de e radiofreqü
üência nas im
imediações.
• A utilização de outros equipament
e tos elétricos
s no sistemma ou próxiimo dele po oderá causa
ar
in
nterferência.. Antes da utilização n
no paciente e, deverá veerificar se o equipame ento funcion
na
noormalmente e na configu
uração definnida.

MA
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111

Diretrizes
s e declaração do fabric
cante - Emis
ssões eletro
omagnéticas
s

O sistema a é destinado
o para utilizaç
ção em ambiiente eletrommagnético especificado abbaixo. Recom
menda-se qu
ue
o cliente o
ou usuário do
o sistema garanta que elee seja utiliza
ado em tal am
mbiente.
Testes
s de Emissõ
ões Compatibi lidade Diretiva para Ambieente Eletrom
magnético

Emissões de
e RF Grupo 1 O sistema utiliz
za a energia de RF apenas parra suas funçõess
ABNT NBR IIEC CISPR 11 internas. No en
ntanto, suas emmissões de RF sã
ão muito baixass
e não é provávvel que causem qualquer interfe
erência em
equipamentos eletrônicos próxximos.

Emissões de
e RF Classe B O sistema pode e emitir energiaa eletromagnétic
ca para
ABNT NBR IIEC CISPR 11 desempenhar suas
s funções deestinadas. Equipamentos
eletrônicos próximos podem sser afetados.
Emissões de
e harmônicos Classe A
IEC 61000-3
3-2
Emissões de evido à flutuação de Conforme
tensão/cintila
ação
IEC 61000-3 3-3

s e declaração do fabric
Diretrizes cante - Imun nidade eletro
omagnética
O sistemaa é destinado
o para uso em m ambiente e eletromagnéético especific
cado abaixo.. O cliente ou
u o usuário do
d
sistema deeveria garan
ntir que ele se
eja utilizado em tal ambie
ente.
Nível de Teste da
Teste de Im
munidade Conform
midade Diretiva paara ambiente eletromagnético
o
IEC-606601-1-2

IEC 61000-4
4-2 - ± 6 kV por contato
c ± 6 kV por co
ontato Pisos deveriaam ser de made eira, concreto ou
o
Descarga ele
etrostática ± 8 kV pelo ar ± 8 kV pelo ar
a cerâmica. See os pisos foremm cobertos por
(ESD) material sintéético, a umidade
e relativa deverria
ser de pelo mmenos 30%

IEC 61000-4 4-4 – ± 2 kV nas linhas de ± 2 kV nas linhas de Qualidade dee fornecimento de energia
Transitórios elétricos o
alimentação alimentação deveria ser aaquela de um am
mbiente hospita
alar
em de pulsos
rápidos / Tre ou comerciall típico.
(“Burst”) ±1 kV nas linhas de nhas de
±1 kV nas lin
da
entrada/saíd entrada/saíd
da

IEC 61000-4
4-5 - Surtos ± 1 kV linha(s) a ± 1 kV linha((s) a Qualidade dee fornecimento de energia
linha(s) linha(s) deveria ser aaquela de um am
mbiente hospita
alar
ou comerciall típico.
±2 kV linha(s) a terra s) a terra
±2 kV linha(s

IEC 61000-44-11 – < 5% UT (> 95


5% de queda < 5% UT (> 95
5% de queda Qualidade dee fornecimento de energia
Quedas de tensão, de tensão em UT) por 0,5 de tensão em UT) por 0,5 deveria ser aaquela de um am
mbiente hospita
alar
interrupções curtas e ciclo ciclo ou comerciall típico.
variações dee tensão nas 40% UT (60% de queda de 40% UT (60% de queda de
linhas de enttrada de tensão em UT) por 5 ciclos tensão em UT) por 5 ciclos
alimentação
70% UT (30% de queda de 70% UT (30% de queda de
tensão em UT) por 25 tensão em UT) por 25
ciclos ciclos

< 5% UT (> 95
5% de queda < 5% UT (> 95
5% de queda
de tensão em UT) por 5 de tensão em UT) por 5
segundos. segundos.

Campo magnético da 3 A/m 3 A/m Campos maggnéticos na freq quência da


freqüência de alimentação deveriam estarr em níveis
alimentação (50/60 Hz) característicoos de um local típico
t em um
IEC 61000-44-8 ambiente hosspitalar ou comercial típico

Nota: UT é a tensão de
e alimentaçã
ão c.a. antes da aplicação
o do nível de
e ensaio.

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112

Imunidad
de Irradiada

e Ensaio
Nível de Ambientee eletromagnético - Diretrizes
s
Ensaio de Imunidade Conform
midade
ABNT NBR R IEC 60601 Distância d
de afastamento
o recomendada

Equipamentoos de comunica ação de RF portáátil


e móvel não deveriam ser usados
u próximoss a
qualquer parrte do sistema, incluindo
i caboss,
com distânciia de separação o menor que a
recomendad a, calculada à partir
p da equaçãão
aplicável à frrequência do tra
ansmissor.

RF conduzid
da 3 Vrms 1 Vrms (V1) D = 3.5/V1 √P
P
IEC 61000-4
4-6 150 kHz atéé 80 MHz
fora das ban
ndas de
(a)
ISM

10 Vrms 1 Vrms (V2) D = 12/V2 √P


P
150 kHz atéé 80 MHz
fora das ban
ndas de
(a)
ISM

RF radiada 10 V/m 10 V/m (E1) D = 12/E1 √P


P 80 MHz até 80
00 MHz
IEC 61000-44-6

80 MHz até 2,5 GHz D= 23/E1 √P


P 800 MHz até 2,5
2 GHz

Onde P é a ppotência máxim ma nominal de


saída do trannsmissor em wa atts (W), de acorrdo
com o fabricaante do transmiissor, e D é a
distância de afastamento recomendada em m
(b))
metros (m) .
A intensidadee de campo esttabelecida pelo
transmissor dde RF, como de eterminada
através de um ma inspeção eletromagnética non
(c)
local , deverria ser menor que o nível de
(
(d)
conformidadee em cada faixa a de frequência .
(a)
As bandass ISM (industriais, científicas e médicas)
m entre 1
150 kHz a 80 MHz são 6,765 MHz até 6,795 M
MHz; 13,553 MHz
z até 13,567 MH
Hz;
26,957 MHz até 27,283 MHz; e 40,66 MHz até 40,70 MHzz.
(b)
Os níveis d
de conformidade e nas bandas IS
SM entre 150 kHHz e 80 MHz e na
n faixa de freqü
üência de 80 MH Hz até 2,5 GHz tem a intenção de
reduzir a pro
obabilidade dos equipamentos de d comunicaçãoo móveis e portá
áteis causarem interferência see forem trazidos inadvertidamen
nte
ao ambiente e do paciente. Por
P essa razão, um fator adicio onal de 10/3 é usado
u no cálculo
o de distância dde separação reecomendada pa ara
transmissore es nessas faixass de frequência.
(c)
As intensiddades de camp po estabelecidas pelos transm issores fixos, ta
ais como estaçõ
ões rádio base , telefone (celuar/sem fio) rádiios
móveis terreestres, rádio amador, transmisssão rádio AM e FM e transmiss são de TV não podem
p ser previ
vistos teoricamente com precisãão.
Para avaliar o ambiente elettromagnético deevido a transmisssores de RF fix
xos, recomenda--se considerar uuma inspeção eletromagnética do
local. Se a m
medida da intenssidade de campo no local em q ue o sistema é usado excede o nível de conforrmidade de RF aplicável acima a, o
sistema deve eria ser observvado para verific
car se a operaçção está Norma al. Se um desempenho anorm mal for observad
do, procedimenttos
adicionais poodem ser necesssários, tais com
mo a reorienteaçção ou recolocaação do sistema
a.
(d)
Acima da ffaixa de frequên
ncia de 150 kHz
z até 80 MHz, a intensidade do
o campo deveria
a ser menor quee [V1] V/m.

Distânciaas de separa
ação recome
endadas enttre o equipa
amento de comunicaçã
c ão de RF porrtátil e móve
el
e o sistem
ma

O sistemaa é destinado
o para utilizaç magnético no qual perturbbações de RF
ção em ambi ente eletrom F radiadas sã
ão
controlada
as. O cliente ou usuário do pode ajudar a prevenir interferência eeletromagnéttica mantend
d sistema p do
uma distâância mínima a entre o eq quipamento d
de comunica ação de RF (transmissoores) portátil e móvel e o
sistema ccomo recome endado abaixo, de acorrdo com a poteência máxima
m de ssaída do equipamento de d
comunicaçção.

MA
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e e Emergência Cód: 1600185 – Ver 14
113

Distânciia de separa
ação de aco
ordo com a freqüência
f d
do transmissor (m)

Potência máxima 150 kHz a 80 MHz 50 kHz a 80 MHz


15 M Hz a 800 MH
80 MH Hz 800 MHz a 2,5 GHz
nominal dde saída Fora das ba
andas N
Nas bandas IS
SM
do transsmissor ISM
(W
W)
⎡ 3,5 ⎤ ⎡ 12 ⎤ ⎡ 12 ⎤ ⎡ 23
2 ⎤
D=⎢ ⎥ P D=⎢ ⎥ P D=⎢ ⎥ P D=⎢ ⎥ P
⎣V1⎦ ⎣V 2 ⎦ ⎣ E1 ⎦ ⎣ E1 ⎦
0,0
01 0,35 1,2 0,12 0,23
0

0,1 1,1 3,8 0,38 0,73


0

1 3,5 23 1,2 2,3

10
0 11 38 3,8 7,3

10
00 35 120 12 23

Para transmissores com um ma potência má áxima nominal d


de saída não lisstada acima, a distância de seeparação recom
mendada D em
metros (m) ppode ser determminada utilizand
do a equação aaplicável para a frequência doo transmissor, oonde P é a pottência máxima
nominal de ssaída do transm
missor em watts (W) de acordo com o fabricantte do transmisso
or.

Nota 1 Em 8
80 MHz e 800 MHz,
M aplica-se a distância de se
eparação para a faixa de frequê
ência mais alta..

Nota 2 Nas bandas de freq


quência ISM (in
ndustrial, médicca e científica) entre 150 kHz e 80 MHz estãoo 6,765 MHz até 6,795 MHz;
13,553 MHz até 13,567 MHz; 26,957 MHz até 27,283 MHzz; e 40,66 MHz até 40,70 MHz.

Nota 3 Um ffator adicional de


d 10/3 é usadoo no cálculo daa distância de se
eparação recommendada para ttransmissores nas n bandas de
frequência IS
SM entre 150 kHHz e 80 MHz e na
n faixa de frequuência 80MHz até
a 2,5 GHz para a reduzir a probbabilidade de intterferência que
os equipame etnos de comunnicação móvel/portátil poderiam
m causar se leva
ados inadvertida
amente em áreaas de pacientes.

Nota 4 Essaas diretrizes poddem não ser aplicadas em toda


as as situações
s. A propagação
o eletromagnéticca é afetada pe
ela absorção e
reflexão de e
estruturas, objettos e pessoas.

Seguranç
ça Elétrica

A seguir, são apreseentadas as precauções que deverã


ão ser obse
ervados ao se combina
ar estes iten
ns
(equipameento não médico) com o sistema.

Adverttência
• Os itens que
q não cum mprem as ex xigências da
d norma IECC 60601-1 nãão podem ser s colocado os
a menos ded 1,5 m do o paciente.
• Todos os s itens (equiipamento elletromédico o ou não méédico) ligado os ao sistem
ma com cab bo
de sinal de
d saída/enttrada têm de e receber allimentação de uma fon nte de corrente alternadda
que usa transforma ador separa ado (de aco ordo com a norma IE EC 60989) ouo dispor de d
condutorr de proteção o de terra ad
dicional.
• As tomad das múltipla as portáteiss com interrruptor usaddas nas fon ntes de alimmentação ded
corrente alternada
a tê
êm de cumprrir com a IEC 60601-1-1 e não podeerá ser insta alado no pisoo.
Não usar mais de um ma tomada m múltipla comm interruptor portátil.
• Não ligar diretamente e equipame ento elétrico não médicoo à tomada d de correntee alternada na
n
parede. Usar
U fonte de
e alimentaçção AC com transformador próprio o. Do contrário, a fuga de
d

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114

corrente aumentará acima dos níveis aceittos pela IEC C 60601-1 so ob condiçõees normais e
condições de uma só ó falha. Isto poderá cau
usar choque elétrico perrigoso no pa
aciente ou no
n
operador.
r.
• Depois de
d ligar qualquer equip pamento nesstas tomad
das, submetta o sistema a a um teste
completoo de corrente
e de fuga (dde acordo co
om a norma IEC 60601- 1).
• O operaddor do sistema eletrom médico nãoo deverá to
ocar em eq quipamento elétrico nã ão
médico e no pacientte simultane eamente. Isto poderá causar
c choqque elétrico perigoso no
n
paciente ou no operaador.

MA
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13 S
Senso
or IRM
MA CO
O2 (Ph
hasein
n) - OP
PCION
NAL
O sensor ““mainstream” PHASEIN IRMA™ foi d esenvolvido para monitorar os gases respiratórios s de paciente
es
adultos, p pediátricos e infantis durrante a anesstesia em lo ocais como Unidades
U dee Terapia Intensiva (UTI),
Centro-Cirrúrgicos e Prronto-Socorrro.
O sensor de CO2 con nsiste no esttado da arte e, em um co onjunto forma ado por um sensor de via v única com
tecnologia a de até 9 ca
anais de raioss ultra-verme elho não disp
persivo (“Non u “NDIR”) para
n-Dispersivee Infrared” ou
identificaçção dos gases, um sensor de presssão baromé egulador de tensão eléttrica e de um
étrica, um re
microproccessador. A unidade
u pesa
a menos do q que 25g.
Concentra ações de Dióóxido de Carb bono (CO2) ssão monitora adas junto a outros parâmmetros como o a Frequênccia
Respiratórria (ou Ritmo Respiratórrio – “RR”), a forma de onda dos gases g e a cooncentração de cada gá ás
durante a inspiração e expiração.
O adaptad dor de vias aéreas
a IRMAA encaixa-se e perfeitamente ao senso or de gases IRMA. Este e equipamento
utiliza a te
ecnologia de janelas PHA ASEIN’s XTP P™. O adapttador de vias s aéreas devve ser posicionado entre o
tubo endo otraqueal e o circuito resp
piratório perm
mitindo que as
a janelas XT TP posicionaddas nas laterais do senso or
meçam ass concentraçções dos gases.
Funcionan ndo em uma a tensão elétrica contínua a padrão de baixa intens sidade, o seensor de CO2 foi projetad do
para atend der exigência
as de portab bilidade e ba ixo consumo o de energia, tipicamentee abaixo de 1 Watt. Ele foi
f
projetado para ser exxtremamente fácil de inte egrar com qualquer apa arelho para m monitoração,, permitindo a
visualizaçã ão das inform
mações sobrre os gases e em tempo reeal.

13.1.1 Instrruções de
e Uso

O sensor ““mainstream” IRMA foi prrojetado para a ser usado conectado


c ao
o ventilador O
Oxymag da MAGNAMED
M e
a qualqueer outro apare elho de mon nitoração com
mpatível com m este sensor. Ele tem coomo função, monitorar em
tempo rea al, o sinal e o valor de conncentração d
do gás.
O sensor deve ser co onectado ao circuito de rrespiração do o paciente para
p que sejaam monitora ados os gase es
inspiradoss e expiradoss durante a anestesia, a além de centros de recuperação do paciente e de d tratamentto
respiratóriio. Ele deve ser
s usado em m Centros Ci rúrgicos, Unidades de Te erapia Intenssiva (UTI), Prronto Socorro
os
e Quartos de Paciente e. Ele é indicado para paccientes adulttos, pediátriccos e infantiss.
Ele não d deve ser usa ado como único meio d e monitoraç ção do pacie ente. Ele devve ser semp pre usado em
conjunto a outro equipamento de monitoração
m ddos sinais vittais e esta monitoração ddeve ser acom mpanhada po or
um especiialista capaz de analisar as a condiçõess do pacientee. O sensor de d CO2 foi deesenvolvido para
p ser usad
do
por profisssionais treina
ados e autorizados da árrea de saúde e.

13.1.2 Montagem do
o Sensor
Os passoss a seguir mo
ostram como
o montar o se
ensor de mo
onitoração de
e gases:

a) Co
onecte o cab
bo do sensorr de CO2 ao vventilador Oxymag e ligu
ue o aparelhoo;

b) Enncaixe o ada
aptador de via
as aéreas ao
o sensor IRM
MA. É possíve
el ouvir um cllique, após o adaptador de
d
via
as aéreas se
e encaixar co
orretamente ao sensor;

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Figura 31 - Encaixe do
o sensor de vias
v aéreas
c) O LED verde indicará
i e CO2 está prronto para o uso.
que o sensor de

Figurra 32 - LED iindica se o sensor


s está pronto
p para o uso

d) Co
onecte o ada
aptador IRMA
A de vias aé
éreas adulto 15 mm à peç
ça “Y” do circcuito respirattório;

Figura
ra 33 - Conex
xão do adapttador de vias
s aéreas à pe
eça Y do Cirrcuito Respira
ratório

e) Co
onecte o ada
aptador IRMA
A de vias aé
éreas adulto 15 mm ao Tu
ubo Endotraqqueal do pac
ciente;

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Figurra 34 - Conexão do adap


ptador de vias aéreas à peça
p Y ao Tuubo Endotraq
queal

f) Ca aso haja a necessidade e de se co nectar um Trocador


T de
e Umidade ppor Calor (H Heat Moisturre
Exxchanger ou u “HME”), po or de CO2 e o Tubo Enndotraqueal. Colocando o
osicione-o e ntre o senso
Trrocador de Umidade
U emm frente ao ssensor proteg
gerá o adapptador de viaas aéreas dee secreções e
effeitos do vap
por d’água, o que elimina a necessidaade de troca do adaptadoor durante o uso.

a 35 - Esquem
Figura ma de monta
agem com o Filtro Umidifficador

13.1.3 Posiicionamento do Se
ensor

Durante a conexão do sensor de CO C 2 ao circuitto ventilatório


o de um paciente infantil,, é de extrem
ma importânccia
evitar o co sor de CO2 e o corpo da paciente.
ontato direto entre o sens
Caso não seja possívvel, por qualq quer motivo,, o contato direto
d do sen
nsor com quualquer parte e do corpo da
d
criança, um material issolante deve ser colocad
do entre o sensorde CO2 e o corpo.

Adverttência
• O sensord
rde CO2 não deve ter co
ontato direto
o com o pac
ciente duran
nte o seu uso.

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13.1.4 Proc
cedimento
o de Zera
amento do
o Sensorr

Adverttência
• O zerame
ento incorreto do senso
or resultará na leitura in
ncorreta doss valores me
edidos.

Para asse egurar a alta precisão nos s valores meedidos pelos sensores IRRMA, as recoomendações de zeramento
a seguir devem ser se eguidas.
O zeramento deve ser feito, conecttando-se um adaptador de as ao sensor IRMA, sem conectá-los
d vias aérea c a
ao
espiratório. Quando
circuito re Q os sinais de m monitoração de gases es stiverem com m seus valoores estáveis,
pressiona--se o botão para
p o início do zeramen nto.
Cuidados especiais de evem ser tom mados para e evitar que ha
aja alguma reespiração prróxima ao se
ensor antes ouo
durante o zeramento. A presença de d ar ambien nte (21% de O2 e 0% de COC 2) no adapptador de viaas aéreas é de
d
crucial importância pa ara um zeram mento bem ssucedido. Se e a mensageem de erro ““Recalibraçãão necessária a”
aparecer iimediatamen nte após o finnal do proceddimento de zeramento,
z o procedimennto deverá se er repetido.
O zerame ento deve ser executado todas as ve ezes que o adaptador
a de uído. Também
e vias aéreass for substitu
deve ser eexecutado se empre que ho ouver um deeslocamento da linha base (offset) em m alguma das s medidas do os
gases ou quando a mensagem
m dee erro de “Exxatidão das medidas de gases não ddeterminada a” aparecer nan
tela.
Após ligarr sensor ou trocar
t o adaaptador de viias aéreas, aguarde
a pelo
o menos um m minuto ante es de iniciar o
procedime ento de zeramento para que haja o a aquecimento o do sensor IRMA. O LED D verde no sensor
s piscarrá
por 5 seguundos enqua anto o proces sso de zerammento estiver em andame ento.

13.1.5 Inforrmações sobre o L


LED
A tabela a seguir mo
ostra as pos
ssíveis coress indicadas no LED pre
esente no seensor e seu
us respectivo
os
significado
os:

Cor (Estad
do) Siignificado
Veerde (aceso constanteme ente) Siste
ema OK
Veerde (piscando) Zeramento em prrogresso
Azzul (aceso co
onstantemennte) Agennte Anestésicco Presente
Veermelho (aceeso constanttemente) Erro no sensor
Veermelho (piscando) Veriffique o adapttador

Tabela 1: Cores no LE
ED e seus sig
gnificados

13.1.6 Proc
cedimento
o de Limp
peza dos Sensore
es
O sensord
de CO2 pode
e ser limpo co
om um pano umedecido com etanol ou
o álcool isoopropílico.

13.1.7 Manutenção Preventiv


va
A calibraçção do gás de
eve ser verificada em inte
ervalos regu
ulares por ins
strumento doo referencia

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Atençã
ão
• Os adaptadores de e vias aére eas do sen nsorde CO2 são acesssórios não estéreis. O
procedim
mento de auttoclavagem pode dainifficar estes acessórios.
a
• Nunca es
sterilize ou im
mirja o senssorde CO2 em
e líquido.

Adverttência
• O sensorrde CO2 é de estinado pa ara o uso ex xclusivo de pessoas
p treeinadas e au
utorizadas da
d
equipe médica;
• O sensordrde CO2 não deve ser us sado com ag gentes anes stésicos infl
flamáveis;
• Adaptado ores de vias s aéreasde CO2 não devem d ser reutilizadoss. A reutilizzação de um m
adaptado éreas descarrtável pode causar uma
or de vias aé a infecção ccruzada;
• Adaptado ores de viass aéreas dev vem ser des scartados ded acordo ccom o regullamento loc cal
para desc cartes médiccos;
• Não use o adaptador de vias aéreas Ad dulto/Pediátrrico em paccientes infa antis, pois o
adaptado or adiciona um
u espaço m morto de 6m ml no circuitto respiratórrio do pacie
ente;
• Não use o adaptado or de vias a aéreas Infanntil em pacie entes adultotos, pois es
ste adaptado or
pode adic cionar uma resistência
r excessiva;
• As medid das podem ser
s afetadas s por equipaamentos de comunicaçãão por Rádiio Frequência
ou por ap parelhos celulares. O u usuário deve e se certific
car de que o sensor se erá usado em m
ambientes conforme e as especiificações de ambiente Eletromag gnético exprressas neste
manual;
• Não cone ecte o adapptador de v vias aéreas entre o Tu ubo Endotra raqueal e o cotovelo do d
circuito re
espiratório, pois isto poode fazer co
om que as secreções
s do paciente bloqueiem
b a
as
janelas doo adaptadorr, causando o uma opera ação incorreeta do senso or;

Fiigura 36 - Po
osicionamen
nto incorreto e correto do adaptador dde vias aérea
as

• Não use o adaptad dor de vias s aéreas co om inaladores com d doses mediidas ou com m
medicamentos nebu ulizados, po
ois eles pod dem afetar na transmis issão de luz
z dentro da
as
janelas do sensor;
• O sensorrde CO2 foi projetado
p paara ser um aparelho ad djunto na m
monitoração do pacientte.
Suas info
ormações de evem ser an
nalisadas jun s medições e sintomas;;
nto a outras
• Zeramentto incorreto pode resulltar em mediições erradaas;
• Troque o adaptador de vias aéreeas se houvver condens sação dentroo do adaptador;
• Use some ente adaptadores de viaas aéreas produzidos pela
p PHASE EIN;
• O sensorrde CO2 não deve entrarr em contato m o pacientee durante o uso.
o direto com

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Atençã
ão
• Nunca es sterilize ou im
mirja o sens
sorde CO2 em
e líquido;
• Não apliqque tensão elétrica
e no c
cabo do sennsor;
• Não utilizze o sensordde CO2 em a ambientes cujas
c especiificações esstejam fora dos
d limites
estabelec cidos nas Es specificaçõees Técnicas
s (Temperatu ura, Umidadde etc.)

13.2 Especifica
ações Té
écnicas d
do Capn
nógrafo

GERAL:
DESCRIÇÃOO SENSOR
E DE MONNITORAÇÃO “MAINSTREAM
M ” COM TECNOLLOGIA INFRAV
VERMELHA.
DIMENSÕES (L X P X A) IRMMA CO2: 38 X 37 X 34MM (1,49” X 1,45
5” X 1,34”)
COMPRIMEENTO DO CABO O 2,5
50M (± 0,02M )
PESO < 25
2 G (SEM CABBO);
< 38
3 G (COM CABBO).
TEMPERATTURA DE OPER
RAÇÃO IRMMA CO2: 0 A 40°C / 32 A 104°F
1
TEMPERATTURA DE IRMMA CO2: -40
0 A 75°C / -40
0 A 167°F
ARMAZENAAMENTO E
TRANSPORRTE
UMIDADE D
DE OPERAÇÃOO 10 A 95% RH, SSEM CONDENS SAÇÃO.
(1)
UMIDADE D
DE ARMAZENAAMENTO 5 A 100% RH, CCOM CONDENSAÇÃO.
(1)
E TRANSPO
ORTE APÓS ESTAR EM UM AMBIENTE COM CONNDENSAÇÃO, A UNIDADE DE
EVE SER
ARMAZENADA PO OR MAIS DE 24
4 HORAS EM UM
U AMBIENTE COM UMIDAD DE
EQUIVALENTE A UMIDADE DE OPERAÇÃO.
PRESSÃO ATMOSFÉRICAA DE IRM MA CO2: 525
5 A 1200HPA(525
( HPA COR DE DE 4572M
RRESPONDE A UMA ALTITUD
OPERAÇÃOO OU 15000 PÉS)..
PRESSÃO ATMOSFÉRICAA DE 500 A 1200HPA .
ARMAZENAAMENTO E
TRANSPORRTE
RESISTÊNC
CIA MECÂNICA
A SUPORTA
U QUED DAS REPETIDAS DE 1M EM UMA
U CIE DURA.
SUPERFÍC
DE ACORDO COM M OS REQUISIITOS DA NORM
MA PARA AMBUULÂNCIAS (EN
N 1789:2004
– CLÁUSULA
C 6.4
4) E REQUISITO RAÇÃO (EN IS
OS CONTRA CHOQUE E VIBR SO
21647:2004 – C CLÁUSULA 21.102, TRANSPPORTE).
FONTE DE ALIMENTAÇÃO O IRMMA CO2: 4,55 A 5,5 VDC, MAX 1,0W (POTÊNCIA
P DIDA COM 5V E MENOS DO
MED
ELÉTRICA QUE 350MA DUR RANTE 200MS S).
TEMPERATTURA NA SUPEERFÍCIE IRMMA CO2:
(TEMPERATTURA AMBIENTTE DE MAX
A : 41°C / 106
6°F.
23°C)
ADAPTADOOR DE VIAS AÉREAS ADULTO
D /PEDIÁTTRICO (DESCA
ARTÁVEL):
ADICIONA
D OS DO QUE 6ML
MENO M DE ESPAÇO MORTO;
PERDA
E DE PRES D QUE 0,3CM
SSÃO MENOR DO MH20 A 30LP
PM.
INF
FANTIL (DESC
CARTÁVEL):
ADICIONA
D OS DO QUE 1ML
MENO M DE ESPAÇO MORTO;
PERDA
E DE PRES D QUE 1,3CM
SSÃO MENOR DO MH20 A 10LP
PM.

SAÍDAS:
DETECÇ
ÇÃO DE RESPIRAÇÃO LIMIAR ADAPTTATIVO, MÍNIM
MO 1% DA VAR
RIAÇÃO DE VOOLUME NA CONNCENTRAÇÃO
O
DE CO2.
FREQUÊ
ÊNCIA RESPIR
RATÓRIA 0 A 150BPM. A FREQUÊNC CIA RESPIRATÓRIA É MOSTRRADA A CADA 3
RESPIRAÇÕES S E O VALOR DA
D MÉDIA É ATTUALIZADO A C RAÇÃO.
CADA RESPIR
FI E ET FI E ET SÃO M
MOSTRADOS APÓS
A UMA RE
ESPIRAÇÃO E SSUAS MÉDIAS SÃO

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CONTINUAME ADAS.
ENTE ATUALIZA
IRMA CO2: C
CO2.
FORMASS DE ONDAS IRMA CO2: C
CO2.
PARÂMEETROS DE PRESSÃO ATTMOSFÉRICA, REVISÃO DO SOFTWARE
S ED RE, NÚMERO
DO HARDWAR
DIAGNÓ
ÓSTICOS SERIAL.
INFORMAÇÕES DETECÇÃO D
DE NOVA RESP PIRAÇÃO, APN
NEIA, VERIFIQU
UE ADAPTADO
OR, EXATIDÃO
O
NÃO ESPECIFFICADA E ERR
RO DE SENSOR.

ADOR DE GÁS
ANALISA S CO2:
SENSORR ANALISADOR OM 2 A 9 CANAIS NDIR (IN FRAVERMELH
R DE GASES CO HO NÃO
DISPERSIVO OOU “NON-DISSPERSIVE INFRRARED”) QUE MEDE NA FAIXXA DE 4 A
10µM. FAZ COORREÇÃO DE PRESSÃO, TE EMPERATURA E INTERFERÊN NCIA EM TODA
A
ECTRAL.
A FAIXA ESPE
CALIBRA
AÇÃO ZERAMENTO RECOMENDAD ROCA DO ADA
DO A CADA TR APTADOR DE VIAS AÉREAS.
SEM NECESSSIDADE DE CALLIBRAÇÃO ESP PECÍFICA DO I NFRAVERMEL
LHO.
TEMPO DE AQUECIME
ENTO INFORMAÇÕEES SOBRE A CO ONCENTRAÇÃ ÃO É ANALISADDA E ENVIADA A CADA 10
(“WARM
M-UP”) SEGUNDOS.
EXATIDÃO TOOTAL NAS MEDDIDAS: 1 MINUTO.
TEMPO DE SUBIDA (A 10 CO2 ≤ 90MS.
L/MIN)
TEMPO DE RESPOSTA A < 1S .
TOTAL DDO SISTEMA

ÃO / ACURÁC
EXATIDÃ ÇÕES (SOB CO
CIA DAS MEDIÇ ONDIÇÕES PADDRÕES):
TIPO DE GÁS
S FAIXA (A
AX+) EXATIDÃO
O/ACURÁCIA
CO2 0 A 15 ±(0,2 VOL% + 2% DA LEIITURA)
15 A 25 NÃO ESPECCIFICADO
NOTA: CONCENTRAÇ ÇÃO DOS GASEES EXPRESSA A EM UNIDADES DE VOLUME PERCENTUALL.

ÃO / ACURÁC
EXATIDÃ ÇÕES (SOB TO
CIA DAS MEDIÇ ODAS AS CONDDIÇÕES):
TIPO DE GÁS EXATIDÃO/A
ACURÁCIA
CO2 ±((0,3 VOL% + 4% DA LEITURRA)
NOTA 1: A ESPECIFIC
CAÇÃO DE EXAATIDÃO É VÁLID
DA PARA QUALQUER CONDIIÇÃO AMBIENT CADA, EXCETO
TAL ESPECIFIC O
NOS CAS
SOS EXPRESS SOS NA TABEL
LA ABAIXO COM M “EFEITOS DA
D INTERFERÊNCIA DE GASEES E VAPOR”.

EFEITOSS DA INTERFE
ERÊNCIA DE GASES E VAPO
OR:
GASESS OU VAPOR NÍVEL DO
D GÁS CO2
N2O 60 VOL% ---- (1 E 2)
HAL 4 VOL% ---- (1)
ENF, IS
SO, SEV 5 VOL% ++8% DA MEDIDA LIDA. (3)
(3)
DES 15 VOL% ++12% DA MED DIDA LIDA.
(3)
XE (XEN
NON) 80 VOL% --10% DA MED DIDA LIDA.
(3)
HE (HÉLLIO) 50 VOL% --6% DA MEDIDDA LIDA.
PROPELLENTE NÃO FOI PROJETADO PPARA O USO COM
C PROPELE OR COM DOSE MEDIDA.
ENTE INALADO
INALADO
OR COM
DOSE MEDIDA
C2H5OH H (ETANOL) 0,3 VOL% - -- (1)
C3H7OH H 0,5 VOL% - -- (1)
(ISOPRO
OPANOL)
CH3COOCH3 1 VOL% - -- (1)
(ACETOONA)
CH4 (METANO) 3 VOL% - -- (1)
CO (MOONÓXIDO DE 1 VOL% - -- (1)

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CARBONNO)
NO (MO
ONÓXIDO DE 0,02 VOLL% - -- (1)
NITROG
GÊNIO)
O2 21 VOL% 0
0% DA MEDIDAA LIDA. 5.0 VOL%(2)
50 VOL% - 2,76% DA ME
EDIDA LIDA. 4.9 VOL%(2)
70 VOL% - 4,67% DA ME
EDIDA LIDA. 4.8 VOL%(2)
95 VOL% - 7,05% DA ME
EDIDA LIDA. 4.7 VOL%(2)
NOTA 1: INTERFERÊN NCIA DESPREZZÍVEL. EFEITO
OS DA INTERFE ERÊNCIA NÃO ALTERAM OS VALORES DA TABELA
“EXATID DÃO / ACURÁC ÇÕES (SOB TO
CIA DAS MEDIÇ ODAS AS COND DIÇÕES)” ACIM
MA.
NOTA 2: VALOR MOSTRADO PARA UMA CONCEN NTRAÇÃO VERDADEIRA DE 5.0%5 CO2
NOTA 3: INTERFERÊN NCIA NO NÍVEL
L DO GÁS INDICCADO. POR EXEMPLO, 50 VOL
V % DE HÉLLIO TIPICAMEN
NTE DIMINUEM
M
OS VALO ORES LIDOS EM CO2 EM 6% %. ISTO SIGNIFFICA QUE, SE A MISTURA CO
ONTÉM 5,0 VO
OL% CO2 E 50
0 VOL% DE
HÉLIO, A MEDIÇÃO DA A CONCENTRAAÇÃO DE CO2 SERÁ, NORMA ALMENTE, CALCULADA DESSTA FORMA:
(1 - 0,06
6) * 5,0 VOL% = 4,7 VOL% CO2.
NOTA 4: DE ACORDO O COM A NORMMA EM ISO 21 1647:2004.

13.2.1 Aces
ssórios

MAGNA
AMED:
DESCRIÇÃO CÓDIGO (MAGNAMED
A )
SENSORR DE VIAS AÉRREAS IRMA CO
C 2 COM CON
NECTOR 5 VIAS
S 27025
597
PHASEINN:
DESCRIÇÇÃO NÚ
ÚMERO CATÁLOGO (PHASEIIN) CÓDIGO (MAGNAMED
A )
IRMA AIRWAY ADAPTER, ADULT / 1062220 39024
414
PEDIATR
RIC – BOX: 25
5 UNITS
ADAPTAADOR DE VIASS AÉREAS PARRA
ADULTO
OS / PEDIÁTRICCOS – CAIXA
COM 25 UNIDADES

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23

14 O
Oxíme
etro (M
Masim
mo) - OPCIO
O ONAL
L
O oximetrro de pulso Masimo
M MS--2040 encap psulado é um
ma solução auto-suficient
a te que perm
mite a mediçãão
segura mesmo em movimento
m e baixa perfu
usão para medida
m de: SpO2,
S frequeencia cardía
aca, índice de
d
perfusão e PVI. Esse oximetro
o é compatível co NCS® da Maasimo.
om todos os sensores LN

14.1.1 Princípio de
d Operação
A placa M T ® é basead
MS do oximetro de pulso Masimo SET da em três prrincípios:

1. Diferencia
al de absorrção de ox ihemoglobina e deoxih hemoglobina das luzes vermelha e
infraverme
elha (espectrrofotometria)).
2. O volume de sangue arterial
a no teccido e a luz absorbida nass alteraçõe ddo sangue.(pletismografia
a).
3. Derivaçãoo arteriovenos
sa é altamen nte variável e sua flutuaçã
ão de absorbbancia pelo sangue venosso
é a maior componente e de ruído duurante o pulso.

A placa M
MS do oximetro de pulso Masimo SET T assim com
mo a oximetria de pulso trradicional de etermina SpO O2
pela passaagem de luz vermelha e infravermelhha em um leitto capilar e altera
a a mediida durante o ciclo pulsáttil.
Diodos emmissores de luz vermelha e infraverme
elha (LED) nos sensores de oximetriaa servem de fonte de luz, a
fotodiodo serve como um fotodetector.

Tradiciona
almente a oxximetria de pulso
p assume e que todas as pulsaçõe es no sinal dde absorbanccia da luz sã
ão
causadas Poe oscilaçções no volu ume de sang gue arterial. Assumindo que o fluxoo de sangue na região do d
sensor paassa inteirammente pelo leito
l capilar ao invéz de e através de e alguma deerivação arteeriovenosa. A
oximetria d
de pulso trad
dicional calcu
ula a relaçãoo da absorbaancia pulsátil (AC) em relaação a média
a absorbanccia
(DC) em ccada uma do os dois comprimentos de onda, 660nm m e 905nm:

S(660)=AC
C(660)/DC(6
660)

C(905)/DC(9
S(905)=AC 905)

o entre estess dois sinais de pulso abs


o então calcula a relação
O oximetro sorbância artterial:

R=
=S(660)/S(9905)

Este valorr de R é usad


do para achaa a saturaçãoo SpO2numa a tabela de verificação
v feeita pelo softw
ware do
oxímetro. Os valores nesta
n tabela são baseada a em estudo os sobre o sa
angue huma no que vão de d encontro a
um labora atório de de co-oximetria em voluntárrios adultos saudáveis
s em
m um estudoo hipoxia induzida.

A placa MS do oximetrro de pulso Masimo


M SET assume que e a derivação
o arteriovenoosa é altamen
nte variável na
n
absorbânccia flutuante devido ao sa
angue venosso ser a componente de ruído durantee o pulso. A placa MS
decompõe e S(660) e S(905)em um sinal arteria
al mais uma componente
c de ruído e ccalcula a rela
ação do sinaal
arterial sem o ruído:

S(660)=S1
1+N1

S(905)=S2
2+N2

R= S1/S2

MA
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Novamentte, R é a razão entre doiss sinais de a


absorbância arterial
a pulsa
ada e seu va lor é usado para
p achar a
saturação SpO2 numa a equação de erivada emp írica no softw
ware do oximmetro. Os val ores na equaação derivadda
empírica ssão baseada
a em estudos s sobre o sanngue humano o que vão de e encontro a um laborató ório de de
co-oximetria em voluntários adulto
os saudáveis em um estu udo hipoxia innduzida.

As equaçõ
ões acima sã
ão combinad
das e um ruíd ncia (N’)é determinado:
do de referên

N’’=S(660)-S(9
950)xR

Se não hoouver ruído N’=0:


N então S(660)
S = S(90
05) x R que é a mesma relação
r que a do oximetrro de pulso
tradicional.

A equaçãoo para o ruíd


de de referênncia é basea ada no valor de
d R, no valoor procuradoo para determ
minar SpO2. O
software d
da placa MS varre
v por tod
dos os possívveis valores de
d R que correspondem aaos valores de d SpO2 entre
1% e 100%% e gera um valor N’ para a cada um de estes valores
s de R. Os sinais S(660) e S(905) sãoo processado
os
para cada
a possível ruíído N’ de refe
erencia para uma correla ação de canccelamento daaptativo (ACCC) que produ
uz
uma saídaa de potênciaa versus posssível valor d e SpO2com mo mostrado nan figura segguinte onde R correspond
de
ao SpO2= =97%.

Figura 37 – Curva de Sa
aturação Discreta (DST)

A curva DST tem dois picos: um pico correspo ondente a satturação mais
s alta é seleccionado como valor de
SpO2. Tod da a seuqncia é repetida
a a cada doiss segundos nos
n quatro se egundos maiis recentes dod dado
recebido. Concluindo o SpO2 da placa
p MS corrresponde a avaliação co
orrida da satuuração da heemoglobina
arterial atu
ualizada a ca
ada dois segundos.

Adverttência
• Perigo de
d explosão o. Não use e o oximetrro de puls s MS na p presença de e anetésicoos
imflamáve
veis ou outrras substân ncias imflammáveis em comninação
c o como o ar,a ambiente es
eriquecid
dos por oxiggênio ou oxid ido nitroso.
• O oximetrro de pulso não deve s er usado co omo um sen nsor de apnééia.
• A freqüênncia cardíac
ca é baseada a na detecçãp ótica do fluxo pulso
o periféricoe
e desta form
ma
pode não o detectar certas
c aritim
mias. O ox ximetro de pulso
p não deveria serr usado com m
reposiçãoo ou substittuição da annálise de aritmia baseadda no ECG

MA
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• Um oximetro de puls so pode se er consideraada um disp positivo de alerta préviio. Como um m


indicadorr da tendên ncia desoxiigenação do d paciente,, amostras de sangue e podem se er
analizadaas por labora atório de xô
ô-oximetria para
p compleetar o enten ndimento da a condição do
d
paciente.
• A placa MS
M do oxime etro de puls
so deve ser operada so omente por p pessoa qua alificada. Este
manual , instruções
i de
d uso, toda as as inform
mações de pracauções,
p e especificaações devem m
ser lidas antes
a de ussar.
• Perígo de e chock eléttrico. Não reemova a cap pa do monittor exceto ppara a troca de bateria. O
operadorr poderá rea alizar os prrocedimento os de manutenção esp specificamen nte descritoos
neste ma anual. Conttacte a ass sistência téécnica da MAGNAME ED para re eparos deste
oximetro..
• Assim co omo en tod do equipame ento médicco, posicionne o cabo n no paciente e de forma a
reduzir a possibilidad de de emba aranhamento o ou estranggulamento.
• Substanc cias interfereentes: Carbboxihemoglo ogina pode erroneamen nte aumenta ar as leituras,
O nível de d aumento o é aproxim madamente e igual a quantidade
q de carboxiihemoglobin na
presente. Corantes s, ou qua alquer subs stancias contendo
c ccorante, qu ue alterem ma
pigmenta ação usual dad artéria poodem causar erros de le eitura.
• Não use o sensor Masimo du urante a varredura da ressonânccia maganéttica (MRI). A
corrente induzida po ode potenciialmente ca ausar queim maduras. O Oximetro pode p afetar a
imagem da d ressonân ncia, e a unid
dade de resssonância pode afetar aas medidas de oximetria a.
• Se a fide elidade de qualquer
q m
medida não parecer res soavel, primmeiramente verifique os o
sinais viitais do pa aciente porr medidas alternativas s e verifiqu ue se o ox ximetro está
funcionam mento aprorriadamente
• O Oximetro pode se er usado d durante a de esfribilação
o, mas as leeituras pod dem não te er
precisão por
p uma curto período de tempo.
• Antes do uso , leia cu uidadosame ente as instrruções de uso
u dos sens nsores LNOP P®/LNCS®.
• Use some ente sensorres de oxime etria Masimo para mediida de SpO22.
• Damos ao a tecido pode ser ca ausados pe ela aplicaçãoou uso iincorreto dos d sensorees
LNOP®/LN NCS®, porr exemplo p por prendeer o sensorr LNOP®/LN NCS®, muiito apertado.
Inspecion nar o local do
d sensor c omo direciionado nas instruções
i d
de uso para a assegurarr a
integridadde da pele e correto po osicionamen nto e adeçãoo do sensor. r.
• Não use sensores LNOP®/LNCS S® danificad
dos. Não us se sensoress LNOP®/LN NCS® com os o
compone ents ópticos expostos.
• Não imerrse o sens sor em águ ua, solventtes, ou sollução de liimpeza (os sensores e
conectore es não são à prova de á água). Não esterilize
e po
or irradiaçãoo, vapor, ou esterilizaçã ão
por oxido o. Veja as instruções
i d
de limpeza nas intruçõ ões de uso o para sensores Masim mo
LNOP®/LN NCS®reutilizzáveis.
• Não utilizza cabos de e pacientess danificadoos. Não ime erse o cabo o de pacien nte em águ ua,
solventes s, ou soluçãão de limpezza (os cabo os de pacienntes não são o à prova ded água). Nã ão
esterilize por irradiaçção, vapor, ou esteriliz
zação por ox xido. Veja aas instruçõe es de limpezza
nas intruçções de uso o para cabos s de pacientes Masimo LNOP®/LNC CS® reutilizá
áveis.

Atençã
ão
• Limpeza
o Nã ão autoclav
ve, esterilize
e por pressã
ão, ou por gá ás o oxímetr
tro
o Nã ão molhe ouu imerse o mmoniotr em qualquer líq quido.
o Us se com moderação a s solução de limpeza. O excesso dee solução pode
p escorre
er
deentro do mo
onitor e caus sar danos innternos aoss componen ntes.
o Nã ão toque , pressione ou esfregu ue o painel de displayy com com mponentes ded
lim
mpeza abassivos, escov vas, instrum
mentos de limmpezas ou deixe-o em contato com
m
quualquer coiisa que poss sa arranharr o painel.

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o Nãão use soluuções deriva adas de petrróleo ou ace etonas, ou o outros solveentes ásperoos
paara limpar o oxímetro. Estas subs stâncias ata acam os maateriais do dispositivo e
poodem resulltar em falha a do mesmo o.
• A impreciissão nas medidas
m poddem ter sido o caudadas por:p
o Ap plicação ouu utilização iincorretos dod sensor
o Niivel significante de disffunção na he emoglobina a (por exemp plo, carboxiihemoglobinna
ouu metahemo oglobina).
o Co orantes intrravaculadres s como o ve erde indociaaneto ou azu ul de metileno.
o Ex xposição à iluminação
i e
excessiva, assim
a como o lâmpadas cciruricas (es specialmente
ass com fonte de luz xeno on), lâmpad da para bilirrrubinia, luz ffluorescentees, lampada
as
dee aquecime ento infrave ermelho, ou u luz solar direta (a eexposição à iluminaçã ão
exxcessiva poode ser corrrigida pel co obertura do sensor com m um materrial escuro ouo
oppaco).
o Ex xcessiva mo ovido pacien nte.
o Pu ulsação vennosa
o Po osicionamento do sen nsor numa extremidad de com um m manguito de pressã ão
saanguinea, ca ateter arteriial ou linha intavascular
i r.
• A perda do
d sinal de pulso
p pode ocorrer porr qualquer dasd situaçõees seguintes s:
o O sensor está á muito ape ertado
o HáH iluminaçã ão excessiv va das fonttes de luz comoc uma lâmpada ciirúrgica, um ma

âmpada para a bilirrubiniaa ou luz solaar.
o O manguito de pressão o sanguíneq q está infladdo na mesm ma extremid dade de ond de
essta posicion
nado o sens sor de SpO2 2.
o O paciente te em hipotens são, vasocon ndtrição sev vera, anemiaia severa ouu hipotermiaa.
o Há á uma oclus são arterial p próxima do o sensor.
o O paciente es sta em uma parada card díaca ou emm chock

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15 S
Símbo
olos

SIMBOLOS /
MARCAÇÕES
S PORTUGU
P UÊS ESPANH
HOL INGL
LÊS

CLASS I IPX1 CLASSE I IPX


X1 CLASE I IP
PX 1 CLASS I IPX1
INTERNALLY POW ERED ENERG. INTERNAMMENTE ENERG.
E INTERNAMENTE INTERNALLY POWERED
P
CONTTINUOUS OPER
RATION PERAÇÃO CONT
OP TINUA OPERACIÓN
O CO
ONTÍNUA C
CONTINUOUS OPERATION

PACIENTE
E PACIENTE PATIEN
NT

--- CORRENTE
E
CONTÍNUA
A
CORRIENTE
CONTINU
UA
CONTINUO
TIDAL
L
OUS

CORRENT TE CORRIENNTE ALTERNA


ATING
AL
LTERNADA (R
REDE) ALTERNA (R
RED) CURRENT (POWER)
(

EN
NERGIA ELÉT
TRICA ENERGÍA
E ELÉ
ÉCTRICA ELETRIC ENERGY

WASTE - ELECTRRICAL AND


RECOLHIMENTOO DE
RECOGIMIENTO
R DE
D EQUIPO ELECTRIC EQUIPME ENT SHALL BE
EQ
QUIPAMENTO ELÉÉTRICO /
ELÉCTRICO ELECCTRÓNICO COLLECTED AND RECYCLED
R IN
ELE
ETRÔNICO FEITO D
DE FORMA ACCORDANCE WIT TH DIRECTIVE
HECHO POR SE
EPARADO
SEPARADAA 2002/96/E
EC

ENTRADA
A DC ENTRADA
A DC DC INP
PUT

LIGA ON ON

DESLIG A OFF OFF

INSP / EXP PAU


USA INSPIRA
ATÓRIA/ PAUSA
P INSPIR
RATORIA/ INSPIRAT
TORY/
HOLD EXPIRATÓR
RIA ESPIRATOORIA EXPIRATORY
Y PAUSE

MANUTEENÇÃO MANTEN
NIMIENTO PE
ERIODIC
PERIÓDDICA PERIÓ
ÓDICO MAIN
NTENANCEE

MA
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S IMBOLOS /
MA
ARCAÇÕES PORTUGU
UÊS ESPANH
HOL ING
GLÊS

MANUAL DISPARO MAN


NUAL GATILLO MANUAL
M MANUAL TRIGGER
T

O2 100% 100% OXIGÊ


ÊNIO 100% OXIGENO OXYGEN
N 100%

INSP INSPIRATÓR
I RIA INSPIRAT
TORIA INSPIRA
ATORY

EXP EXPIRATÓR
RIA ESPIRATO
ORIO EXPIRAT
TORY

SERIAL SERIA
AL SER
RIAL

ID
DENTIFICAR O
OU IDE
ENTIFICAR O ASESORAR
A TO IDENTIFY OR
ACO
ONSELHAR LIM MPEZA LA LIMPIEZA O EL
E CAMBIO ADVISE CLEANING OR
OU TROCA DE FIL
LTRO DEL FILT
TRO CHANGINGA FILTER

TRA
AVAR TECL
LADO TRABAR
T TEC
CLADO KEYBOAR
RD LOCK

PAGINA PÁGIN
NA PAG
GE

ALARME
A AUD
DIO ALARMA AU
UDIO AUDIO ALARM
A
PAUSADO PAUSADDO PAUSSED

ALARME ALARM
MA ALARM

PROTEGIDO CO
ONTRA PROTEGIDO
P CONTRA
C
PROTECTED
D AGAINST
IPX4 RESPINGOS DE
ÁGUA
SALPICADURAS
UA
DE AGU
WATER SPRAYS
S

ATENÇIÓN! CON
NSULTAR
AT
TENÇÃO! CONSU LTAR ATTENTIO
ON! SEE
DOCUMENTOS QUE ACCOMPANYING
G DOCUMENTS
DOCUM
MENTOS ACOMPAANHANTES
ACOMPANAN

MA
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S
SIMBOLOS /
M
MARCAÇÕES
S PORTUGU
P UÊS ESPANH
HOL INGL
LÊS

PA
ARTE APLIC
CADA PARTE APL
LICADA TYPEE BF
TIPO BFF TIPO BF APPLIED
D PART

EQUIPAMEN
NTO EQUIP
PO CLA
ASS II
CLASSE II CLASE
E II EQUIP
PAMENT

DATA DE
E FECHA DE
D MANUFA
ACTURE
FABRICAÇÃÃO FABRICAC
CIÓN DA
ATE

FABRICAN
NTE FABRICA
ANTE MANUFA
ACTURE

Et CO2 Co
C 2 CORREN
NTE Co 2 CORRIENTE END TIDA
AL CO2

O 2 INLET ENTRADA
E E O2
DE A DE O 2
ENTRADA O 2 INL
LET

O2 OXIGÊNIO
O OXIGEN
NO OXYG
GEN

FRÁG IL
L FRÁG
G IL FRAG
G ILE

FA
ACE SUPER RIO R LADO
L SUPEERIO R THIS SIDE
S
N ESTA DIRE ÇÃO EN
N ESTA DIRE
ECCIÓ N UPP

PRO
O TEG ER CO
O NTRA PR
RO TEG ER CO
C NTRA FEAR
RS
UMIDADEE LA HUMIDAD HUMID
DITY

S O S TE NIMIE NTO S
Q UA
A NTIDA DE S E G URA S A FE S TA
A CK ING
n
DE
D L A CA NTIDA D DE
DEE E MP IL HA M
ME NTO Q UA N TITY
A MO NTA NA
N R

TEMPERRATURE
70ºC

10 ºC
LIMITES D
DE LIMITES DE
TEMPERATU
T URA TEMPERATURA LIMITS

MANTENH HA MANTEN NER KEEP AWAY


A
PRO
O TEG IDO D
DO SO L PR
RO TEG IDO DEL SO L FRO M HEAT

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30

16 T
Termo
os e Abrevi
A ações
s
Termos e
Termosse
Descrrição Abreviação
A Descriçã
ão
Abreviação

ADU
U Adultto I:E Relação T
T.Insp por TE
Exp

Backu
up Ajuste da Modalid
dade em Apn
néia IMC Índice de M
Massa Corpórea

C.Dyn
n Comp
placência Dinâmica INF Infantil

Ajustte do alarme de CO2


CO2i ↑ Man Trig Trigger Maanual
inspirrado Alto

Complacê
ência Comp
placência do
o Circuito MV Vomune M
Minuto

Cons O2 Conssumo de O2 NEO Neonatal

C.Sta
at Comp
placência Es
stática NIV Ventilaçãoo Não Invasiv
va

Ventilação de Pre
essão Contín
nua
CPAP
P O2 100% Indicação do flash de O2
nas Vias
V Aéreas

Cycl. P
PS Porce
entagem de Ciclagem Pause Pausa Inppiratória

Ventilação em dois níveis de


AP
DualPA PCV Ventilaçãoo de Pressão
o Controlada
a
CPAPP

Pressão nnas vias aéria


as no final da
a
etCO2 CO2 Expirado PEEP
Expiraçãoo

FiO2 Fraçã
ão Inspirada de O2 PEEPi PEEP intr ínseco

P. Inferior Pressão Innferior da mo


odalidade
q
Freq Frequ
uencia Respiratória Tota l
DualPAP

F.Basse Fluxo
o Base P. Insp Ajuste da Pressão Inspiratória

PLV
Fspn
n Frequ
uencia Espontânea Ventilaçãoo Limitada a Pressão

g
Fl Tig
Trigg
ger (Sensibilid
dade) à Fluxxo P.Max Pressão M
Máxima nas Vias
V Aéreas
F.Triggger

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Termos e
Termosse
Descrrição Abreviação
A Descriçã
ão
Abreviação

Tempo Infferior da mod


dalidade
P Mea
an Presssão Média T. Inferior
DualPAP

Tempo Infferior da mod


dalidade
P.Pla
at Presssão Platô T. Superior
DualPAP

Prede
e Presssão de Rede
e Válvula
V Exp Válvula Exxpiratória

Pr Trig
Trigg
ger (Sensibilid
dade) à Presssão Vazamento
V Vazamentto do Circuito
o
P.Trigg
ger

Proxx Proxima Página VCV Ventilaçãoo de Volume Controlado

Ventilação Manda atória


P-SIM
MV Sincrronizada Inte
ermitente com
m VMspn Volume M
Minuto Espontâneo
ciclo de Pressão Controlada

Ventilaçãoo Mandatóriaa Sincronizad


da
Ventilação de Pre
essão Contín
nua
PSV
V V-SIMV Intermitennte com ciclo de Volume
com Pressão de Suporte
S
Controladoo

Presssão Superiorr da modalida


ade
P. Supe
erior Vspn Volume Esspontâneo
DualPPAP

Res Resisstência das vias


v aéreas Vt Volume C
Corrente Ajus
stado

ncia
Resistên Resisstência do Circuito Vti Volume C
Corrente Inspirado

Rise Tim
me Temp
po de Subida
a Vte Volume C
Corrente Expirado

Valor a seer adicionado


o à pressão de
d
Saturração De Ox
xigênio no
SpO2 ∆PS PEEP parra se obtera Pressão de
Sanggue
Suporte

.
T.Exp
p Temp
po Expiratório V Fluxo corrrente

T.Insp
p Temp
po Inspiratório

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32

17 D
Declarração
o de B
Biocom
mpatib
bilida
ade
Declarammos sob nossa
n inte
eira responnsabilidade e, que tod
dos os maateriais utilizados emm
partes aplicadas (cconforme definição
d dda norma NBRN IEC 60601-1)
6 nno Oxymag g Ventilado
or
de Transsporte e Emergência a, têm sido
o amplamente utilizad dos na áre a médica ao
a longo dod
tempo garantindo assim
a sua biocompa atibilidade.

E de aco ordo com a norma IS SO-10993-1 1 Biologicaal evaluatio


on of mediccal devices
s — Part 1:
Evaluatioon and tessting – cláu
usula 4.2.1 - o ventila
ador, suas partes e aacessórios são
classifica
ados como o dispositiv
vo sem con ntato direto
o ou indiretto com o ccorpo do pa
aciente,
desta forrma o venttilador, sua
as partes e acessório os não sãoo incluídos no escopo o desta
norma.

Adverttência
• Os acessórios comuns adquirid
dos de terceiiros DEVEM
M possuir reg
gistro na AN
NVISA.

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33

18 G
Garan
ntia

Os produtos fa
abricados e comercializzados pela MAGNAMED TECNOLLOGIA MÉDICA S/A sã
ão

garantidoss contra defe


eitos de mate
erial e fabrica
ação, em todo sições abaixo.
o território brrasileiro, connforme dispos

O período de ga
arantia é de 275
2 dias para
a o equipame
ento e o estip
pulado em lei para as bate
erias e para os
o

acessórioss, desde que mantidas suas caracte


erísticas orig
ginais, prazo
os estes conntados a partir da data de
d

aquisição pelo prime


eiro comprad
dor do prod
duto, constante na Nota
a Fiscal de Venda da MAGNAME
ED

TECNOLO
OGIA MÉDIC
CA S/A.

A rresponsabilid
dade pela garantia
g limitta-se à troc
ca, reparo e mão-de-obbra, para as
a partes qu
ue

apresente
em vício ou não
n atendam às especificcações contid
das no Manu
ual de Operaação do Prod
duto.

Ag
garantia é lim
mitada ao prroduto que sseja utilizado ções normaiss e para os fins a que se
o sob condiç s

destina, e cujas manutenções prev


ventivas e su
ubstituições de peças e consertos seejam realizad
das de acord
do

com as insstruções con


nstantes no Manual
M Operação do Produto, porr pessoal auttorizado pelo
de O o fabricante.

garantia não cobre vícios causados por uso ou instalação inadequadoss, acidentes, esterilizaçã
A g ão

inadequad
da, serviço, in
nstalação, op
peração ou a
alteração rea
alizados por pessoal
p não aautorizado pelo fabricante.

O ro
ompimento ou
o ausência dos
d lacres ou
u selos de ga
arantia por pe
essoal não aautorizado res
sulta na perd
da

da garantiia do produto
o.

Peçças sujeitas a desgaste ou deterioraçã


ão por uso no
ormal, condiç
ções de uso adversas, us
so indevido ou
o

acidentes não são cob


bertos pela garantia.
g

Não
o estão cobe
ertos pela garantia eventu
uais despesa
as e riscos co
om o transpoorte do produ
uto.

o existe qualquer garantia


Não a expressa o
ou implícita além
a das exp
postas acimaa.

MA
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34

Este produto
o destina--se exclus
sivamente para uso em ventillação pulm monar
e dev
ve ser ope
erado som mente por profission
nais qualifficados.

Fa
abricante / Assistência
A a Técnica / Atendimento
A o ao Consum
midor

Magnaamed Tecno ologia Médicaa S/A


Rua
a Santa Môn ica, 801 - 83
31 – Bairro Capuava
C
CEP: 0671 5-865 – Cotia – SP – Bra asil
Tel/Fa
ax: +55 (11) 4616-9699
4
E-mail: mag
gnamed@ma agnamed.com m.br
Website: www.magna amed.com.br

CNPJ: 01.298.443
3/0002-54 Ins
scrição Estad
dual: 149.5799.528.111

Responsáv vel Técnico: Tatsuo Suz


zuki
Inscrição n
no CREA-SPP: 06006290449

Responsá
ável Legal: Tatsuo
T Suzu
uki

MA
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