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ATENÇÃO E CUIDADO AO DIABETES MELLITUS TIPO 2

SANDRO SOUZA DE OLIVEIRA


PÓS- GRADUANDO EM SAÚDE PUBLICA E SAÚDE DA FAMÍLIA
INSTITUTO COIMBRA
san10x@hotmail.com

RESUMO

Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) é uma doença metabólica caracterizada por


hiperglicemia e disfunções cardiovasculares, as quais podem ser controlada com
exercícios físicos, controle dietético e tratamento farmacológico. É causada por defeitos
da ação e na secreção da insulina, podendo ocorrer em indivíduos de qualquer idade,
mas pode ser diagnosticado em idades mais avançadas. A obesidade e o DM2 são
doenças que causam resistência à insulina, caracterizada pelo aumento na produção de
glicose, hipertrigliceridemia e lipoproteína de muito baixa densidade (VLDL),
associados à redução da lipoproteína de alta densidade (HDL) e elevação na
lipoproteína de baixa densidade (LDL). A metodologia incluiu livros da área de saúde,
bem como artigos de revisão e originais referentes ao tema abordado, pesquisados nos
bancos de dados disponíveis na internet e biblioteca da UFG. O presente estudo teve
como objetivo alertar aos cuidados e prevenção da diabetes mellitus tipo 2.

Palavras - chave: dieta, atividade física, prevenção, insulina, tratamento

ABSTRACT

WARNING AND CAUTION IN TYPE 2 DIABETES MELLITUS

Type 2 Diabetes mellitus (DM2) is a metabolic disease characterized by hyperglycemia


and cardiovascular dysfunctions that can be controlled with physical exercise, dietary
control and pharmacological treatment. Caused by defects in the action and secretion of
insulin and it can occur in individuals of any age, but can be diagnosed at older ages.
Obesity and type 2 diabetes are diseases that cause insulin resistance, characterized by
increased production of glucose, hypertriglyceridemia, very low density lipoprotein
(VLDL) associated with reduced high density lipoprotein (HDL) and elevated in low
density lipoprotein (LDL).The literature methodology included textbooks in the
healthcare field in addition to review articles and original articles found on the
databases and of the UFG library. This study aimed to establish alert to the care and
prevention of type 2 diabetes mellitus.

Keywords: diet, physical activity, prevention, insulin, treatment


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INTRODUÇÃO

Entre as doenças crônicas não transmissíveis, o diabetes mellitus (DM) se


destaca como importante causa de morbidade e mortalidade, especialmente entre os
idosos. O acelerado ritmo do processo de envelhecimento da população, a maior
tendência ao sedentarismo e a inadequados hábitos alimentares, além de outras
mudanças sócio-comportamentais contribuem para os crescentes níveis de incidência e
prevalência do diabetes, bem como de mortalidade pela doença (SOCIEDADE
BRASILEIRA DE DIABETES, 2005, p.13)
Este tipo de doença é causada por um distúrbio do metabolismo da glicose, no
qual se acumula no sangue causando a hiperglicemia, ou seja, níveis elevados de
glicose. Deve-se, provavelmente, à falta ou ausência de insulina, o principal hormônio
produzido pelo pâncreas, que faz com que a glicose seja aproveitada como fonte de
energia pelas células do corpo, ou ao mau funcionamento da insulina, podendo o nível
desta estar elevado.
Existem duas formas de diabetes mais ocorrentes (e com ocorrência menor, a
gestacional e secundário por patologia), a do tipo I e o do tipo II, que têm em comum a
hiperglicemia, embora as duas doenças sejam muito diferentes tanto no ponto de vista
de gêneses da doença como do ponto de vista do tratamento.
A DM do tipo I geralmente aparece ainda na infância, e é também conhecida ou
chamada de diabetes insulino dependente, pois o corpo produz pouca ou nenhuma
insulina. Pessoas com este tipo de diabetes precisam tomar doses de insulina
diariamente para sobreviver. Menos de 10% dos diabéticos têm a do tipo I. Já a DM do
tipo II ocorre em 90 a 95% dos casos de diabetes e é conhecida como diabetes não
insulinodependente, geralmente ocorre na idade adulta pelo excesso de peso e má
alimentação. A insulina é produzida em quantidade normal ou aumentada, porém não
ajuda o corpo utilizar de forma adequada. Com o tempo, uma alimentação com excessos
de doces e carboidratos, prejudica a função do pâncreas (órgão responsável pela
produção de insulina), podendo fazer com que a pessoa passe a necessitar de doses de
insulina (TAFAS, 2008).
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A questão básica do controle ou prevenção da diabetes mellitus é o cuidado com


peso, uma alimentação equilibrada e saudável e atividade física. Mediante isso, o
objetivo desse artigo é alertar aos cuidados e prevenção da diabetes mellitus tipo 2.

Diabetes melittus tipo 2

O Diabetes Mellitus do tipo 2 favorece o aumento da morbidade e da


mortalidade por doenças cardiovasculares. A íntima relação entre o Diabetes Mellitus do
tipo 2 e as doenças cardiovasculares leva à hipótese do “solo comum”, ou seja, as duas
apresentam mesmo componente genético e mesmos antecedentes ambientais, sendo a
resistência insulínica considerada um dos principais possíveis antecedentes. O estilo de
vida está diretamente relacionado com a incidência de Diabetes Mellitus do tipo 2 e da
síndrome metabólica, e a obesidade e o sedentarismo aumentam dramaticamente esse
risco. Alguns estudos mostraram que pessoas que consomem uma dieta rica em cereais
integrais e ácidos graxos poliinsaturados, associada ao consumo reduzido de ácidos
graxos trans e de alimentos com elevado índice glicêmico, apresentam riscos
diminuídos para o desenvolvimento de Diabetes Mellitus (SOCIEDADE BRASILEIRA
DE ENDOCRINOLOGIA E METABOLOGIA, 2004, p.3-5)
O diagnóstico tanto no diabetes tipo 1, quanto no tipo 2, uma glicemia mais
elevada promove maior risco para complicações. Nesse sentido, os individuos com
glicemia > 200 mg/dl, após 2 horas de sobrecarga com 75g de glicose, apresentam
riscos elevados. Em relação à glicemia de jejum, valores acima de 126 mg/dl se
correlacionam relativamente bem com os valores de 2 horas após sobrecarga acima de
200 mg/dl, de modo que glicemias de jejum > 126mg/dl em duas ocasiões confirmam o
diagnóstico. Portanto resultado normal em glicemia jejum é de < 100 mg/dl. E para
diabetes em glicemia jejum > 126 mg/dl, vista em que a pessoa possa adotar medidas
intervencionistas no estilo de vida, dieta e exercícios para o controle do diabetes
melittus, visando isso aumenta a qualidade e bem estar do portador de diabetes.

Ocorrência
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Segundo MOREIRA et al (2007, p. 289-296) as pessoas adultas acima dos 40


anos eram mais acometidas por DM2, que pode vir acompanhado de obesidade,
hipertensão arterial sistêmica (HAS), dislipidemia, e disfunção endotelial. Sintomas
como sede e diurese excessiva, dores nas pernas, alterações visuais e aumento de peso1
são característicos de portadores de DM2. Calcula-se que o alcance da DM2
aproximadamente será de 366 milhões ate 2030. A população urbana, mais afetada por
essa patologia, deve dobrar em países em desenvolvimento entre 2000 e 2030. Esta
mudança demográfica esta associada ao aumento na prevalência de diabetes, alem do
aumento da proporção de pessoas com mais de 65 anos de idade, mais frequentemente
acometidas por essa doença. No Brasil, acredita-se que esse número alcance 11,3
milhões de pessoas. Alem disso, o DM2 aumenta em 2 a 3 vezes o risco de se
desenvolver doença arterial coronariana, e a maior incidência de mortalidade em
diabéticos tipo 2 esta intimamente relacionada ao estado diabético e a associação da
doença com outros fatores de risco cardiovasculares, como sedentarismo, obesidade,
hipertensão arterial sistêmica, dislipidemia, entre outros.

Prevenção e fatores de riscos

É bem evidente que indivíduos em alto risco (com tolerância à glicose


diminuída), podem prevenir, ou ao menos retardar, o aparecimento do diabetes tipo 2,
como uma alimentação saudável, exercícios e controle de peso (dieta). Entretanto
podem citar fatores de riscos como:
 Idade maior que 45 anos.
 Sobrepeso (Índice de Massa Corporal IMC maior que 25).
 Obesidade central (cintura abdominal maior que 102 cm para homens e maior
que 88 cm para mulheres, medida na altura da região do quadril).
 Antecedente familiar (mãe ou pai) de diabetes.
 Hipertensão arterial (maior que140/90 mmHg).
 Colesterol HDL d”35 mg/dL e/ou triglicerídeos e”150 mg/dL.
 História de macrossomia ou diabetes gestacional.
 Diagnóstico prévio de síndrome de ovários policísticos.
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 Doença cardiovascular, cerebrovascular ou vascular periférica definida.

Sintomas e tratamento

Segundo TAFAS (2014), os sintomas clássicos de diabetes são: poliúria,


polidipsia, polifagia e perda involuntária de peso (os “4 Ps”). Outros sintomas que
levantam a suspeita clínica são: fadiga, fraqueza, letargia, prurido cutâneo e vulvar,
balanopostite e infecções de repetição. Algumas vezes o diagnóstico é feito a partir de
complicações crônicas como neuropatia, retinopatia ou doença cardiovascular
aterosclerótica. Entretanto, o diabetes é assintomático em proporção significativa dos
casos, a suspeita clínica ocorrendo então a partir de fatores de risco para o diabetes.
Como o diabetes é uma doença evolutiva, com o decorrer dos anos, quase
todos os pacientes requerem tratamento farmacológico, muitos deles com insulina, uma
vez que as células beta do pâncreas tendem a progredir para um estado de falência
parcial ou total ao longo dos anos. Entretanto, mudanças positivas no estilo de vida
alimentar e de atividade física - são de fundamental importância no alcance dos
objetivos do tratamento quais sejam o alívio dos sintomas e a prevenção de
complicações agudas e crônicas. Se a glicemia de jejum estiver muito alta (acima de
270 mg/dL) e ou na presença de infecção, provavelmente o paciente necessitará de um
tratamento com insulina. Isso poderá ser necessário por curto período de tempo, até
atingir níveis de glicemia que possam ser controlados com hipoglicemiantes orais, ou
com o tratamento definitivo. Pacientes obesos (IMC >30kg/m2) requerem maior apoio
da equipe para perda e manutenção de peso perdido, e a prescrição de metformina já no
início pode ajudar o paciente a alcançar as metas terapêuticas. Pacientes muito obesos
(IMC >35kg/m2) podem se beneficiar de cirurgia bariátrica (BRASIL, 2006, p.108).

Segundo ABC (2008), o desenvolvimento das complicações crônicas está


relacionado ao tempo de exposição à hiperglicemia. As complicações do diabetes são
divididas em dois grupos:
O primeiro deles se refere à elevação brusca da glicose no sangue, hiperglicemia. Ela
pode levar o paciente a urinar excessivamente, sentir muita sede, emagrecer, desidratar e
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até perder a consciência, chegando ao coma diabético, mais freqüente em pessoas com
DM1.O segundo grupo de complicações são as decorrentes da glicemia aumentada e
mantida durante meses ou anos, podendo levar a alterações vasculares no coração, nos
olhos (retinopatia), nos rins (nefropatia) e nos nervos (neuropatia). Essas situações
acontecem, principalmente, nos pacientes com o tipo 2 do diabetes. A doença
cardiovascular é a primeira causa de mortalidade nos indivíduos com DM2, a
retinopatia a principal causa de cegueira adquirida, a nefropatia uma das maiores
responsáveis pelo ingresso em programas de diálise e o pé diabético importante causa
de amputações de membros inferiores. Caso o diabetes esteja sendo bem controlado,
existem exames que podem ser feitos para monitorar as complicações do diabetes e
evitar sua progressão. São eles:
 Dosagem de hemoglobina glicada (HbA1c): deve ser mantida sempre menor do
que 7%
 Exame de fundo de olho: faz a análise da retina do diabético
 Dosagem da microalbuminúria: verifica a presença de pequenas quantidades
de proteínas na urina que podem causar nefropatia
 Aferição da pressão arterial
 Lipidograma ou dosagem de colesterol
 Exame dos pés: para evitar as lesões do pé diabético e amputações de membros
inferiores

Alimentos e DM2

Segundo BRASIL (2005, p. 248), o mais impressionante no diabetes é que quase


90% das vítimas têm o tipo 2 - adquirido por causa de maus hábitos, como abusar de
doces e gorduras alimentos podem ajudá-la a tratar o diabetes comprovadamente.
Pesquisas comprovam o poder de alguns ingredientes. É importante agir antes que a
doença se instale, no chamado pré-diabetes (dosagens de açúcar no sangue a partir de
110 mg/dl). Tais alimentos podem ser citados e vale ressaltar que primeiro passo é
consumir alimentos que já tiveram seu poder hipoglicemiante comprovado e ajudam a
controlar o distúrbio são eles (consuma diariamente conforme sua dieta):
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 Cogumelos: O ergosterol, uma enzima presente no cogumelo, empurra a insulina


para dentro das células. A porção diária recomendada é 3 colheres de sopa.
O champignon só preserva seus poderes se for consumido in natura.
A conserva prejudica a concentração da enzima.

 Fibras solúveis: Tornam mais lenta a absorção da glicose.


Consuma aveia, berinjela, arroz integral, maçã, manga e pêra.

 Farinha de maracujá: Riquíssima em fibra.


O ideal é consumir 2 colheres de sopa por dia da farinha.
Selecione os frutos firmes.
Retire a polpa e leve as cascas ao forno.
Elas só devem ser retiradas quando se quebrarem, como uma torrada.
Depois, moa no liquidificador.
Misture um pouco aos alimentos depois de prontos.

 Cebola e alho: São tradicionalmente usados contra a doença, pois purificam o


sangue, reduzindo o açúcar.
Alho-poró, aipo, couve-flor têm a mesma ação.

 Folhas verde-escuras: Agrião, chicória e rúcula ajudam a reduzir a


gordura abdominal e são fontes naturais de ferro e iodo, minerais deficientes nos
diabéticos.

 Canela: Uma pesquisa da Universidade da Malásia mostrou que o extrato da


canela reproduz a ação da insulina nas células, portanto, ajuda muito.

 Chás: As ervas comprovadas contra o diabetes são pata-de-vaca (flor branca),


casca de cajueiro e jambolão.
Ferva 1 litro de água com 1 colher (sopa) da planta pata-de-vaca, 1 colher (sopa)
da erva casca de cajueiro e 1 colher (sopa) da erva jambolão.
Deixe descansar por 10 minutos e beba de 3 a 5 copos por dia.
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Atenção básica ao atendimento do diabetes

Ao planejar o atendimento ao diabetes em um serviço de atenção básica, deve


se estabelecer até que grau de complexidade se dará o controle glicêmico — apenas com
tratamento com hipoglicemiante oral ou, além deste, também com insulina, pois, o grau
de treinamento da equipe e os recursos necessários no serviço aumentam com a
complexidade do manejo. A equipe mínima de Saúde da Família deve atuar, de forma
integrada e com níveis de competência bem estabelecidos, na abordagem do diabetes. A
definição das atribuições da equipe no cuidado integral a Diabetes deve responder às
peculiaridades locais, tanto do perfil da população sob cuidado como do perfil da
própria equipe de saúde. A definição específica das responsabilidades para cada
profissional dependerá do grau de capacitação de cada um dos membros da equipe.
Caso seja identificada a necessidade de capacitação de um ou mais membros da equipe
na aquisição de conhecimentos e habilidades para desempenho destas atribuições, a
equipe deve articular-se junto ao gestor municipal na busca da capacitação específica.
Com a finalidade de garantir a atenção integral ao portador de diabetes, haverá
necessidade, em algumas situações, de uma consulta especializada em unidades de
referência secundária ou terciária. Nesses casos, deve ser estabelecida uma rede de
referência e contrarreferência que conte com efetiva comunicação entre seus membros.
As indicações básicas para encaminhamento foram citados ao longo das diversas seções,
mas dependerão da especificidade de cada caso ( BRASIL, 2005, p. 236).

METODOLOGIA
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Trata-se de um estudo descritivo de revisão da literatura sobre a adesão a atenção


e cuidados ao diabetes mellitus tipo 2. A busca de referências abrangeu a identificação
de artigos utilizando os seguintes descritores: aspectos clínicos e epidemiologia da
DM2. Foram encontrados 20 artigos, porem foram selecionados 7 que estavam
relacionados com objetivo do presente artigo.
A partir de questionamentos surgidos da realidade entre o objeto que se deseja
investigar e a produção teórica que se deseja materializar, este estudo foi elaborado
tendo como técnica de investigação a pesquisa bibliográfica e tendo como norteador
para a coleta de dados. O autor vê a pesquisa bibliográfica como um meio de colocar o
pesquisador em contato direto com tudo que foi escrito sobre determinado assunto. Em
modo de importância a pesquisa bibliográfica abrange toda bibliografia já tornada
publica em relação ao tema de estudo, desde livros, boletins, revistas, artigos científicos,
jornais, monografias a meios de comunicação oral como o rádio, a televisão e outros.
Ressaltando que primeiramente foi delimitado o tema e realizado uma pequena busca na
Internet, fornecendo algum subsídio teórico para construção do foco da
problematização e dos objetivos. Logo depois foi realizado um levantamento
bibliográfico mais aprofundado e longo na Biblioteca da UFG, resultando numa
aquisição do material existente e posteriormente o desenvolvimento do trabalho escrito
buscando identificar através de textos, resumos, teses, artigos científicos, qual o melhor
tipo de informação com intuito de ajudar no controle e prevenção da diabetes Tipo 2
para os portadores e não portadores de diabetes, e buscando melhorar a qualidade de
vida dessas pessoas.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
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A incidência do Diabetes Mellitus do tipo 2 é crescente em nosso meio, e


resulta da interação entre predisposição genética e fatores de risco ambientais e
comportamentais. Ainda que a base genética do Diabetes Mellitus do tipo 2 não tenha
sido identificada, há uma forte tendência a considerar que os fatores de risco
modificáveis, como a obesidade e o sedentarismo sejam os determinantes não genéticos
dessa enfermidade. A modificação no estilo de vida inadequado, o consumo de dieta
equilibrada, associado à prática regular de atividade física, contribuem para o controle
metabólico e a redução dos fatores de risco para a síndrome metabólica, o Diabetes
Mellitus e as doenças crônicas não transmissíveis. Os estudos analisados neste artigo
evidenciaram que o Diabetes Mellitus do tipo 2 pode ser prevenido em pacientes de alto
risco, como os portadores de tolerância diminuída à glicose. Sendo assim, programas de
intervenção que promovem mudança no estilo de vida devem ser incentivados, no
intuito de melhorar a qualidade de vida da população de risco.
O Diabetes Mellitus tipo 2 é um problema de saúde publica e que deve se ter
atenção às pesquisas envolvendo genética; e formas de tratamento não farmacológico,
como o exercício físico, são fundamentais para garantir futuramente a prevenção e
melhorar a eficácia do tratamento do diabetes tipo 2, promovendo melhora no
prognostico dessa doença.
Um dos principais problemas do diabetes é que ele pode se desenvolver de
forma assintomática – quando os primeiros sinais de alerta começam a aparecer, o
quadro já está bem estabelecido. O ideal é não esperar os sintomas surgirem para
procurar um médico. Com exames periódicos, é possível diagnosticar o aumento da
glicose e iniciar o tratamento precocemente. Casos de diabetes na família são sinais de
que o acompanhamento periódico é recomendável, pois o problema pode ser herdado.
Quando associado à obesidade, os riscos para a saúde são ainda maiores. Hoje, a
epidemia de diabetes manifesta-se até entre as crianças, por estarem cada vez mais
obesas. O nível normal de glicose no sangue é abaixo de 100 mg/dl. Nos casos
avançados de diabetes, esse índice ultrapassa os 180 mg/dl alguns sintomas podem
aparecer.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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ABC. MED.BR, 2008. Diabetes Mellitus. Disponível em:


http://www.abc.med.br/p/diabetes-mellitus/22360/diabetes+mellitus.htm. Acesso em: 13
abr. 2014.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Coordenação-Geral da


Política de Alimentação e Nutrição. Guia alimentar para a população brasileira :
Promovendo a alimentação saudável / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à
Saúde, Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição – Brasília: Ministério
da Saúde, 2005: 236p

BRASIL.Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção


Básica. Obesidade . Brasília, 2006: 108p.

MOREIRA, S.R; SIMOES, G.C; Hiyane, W.C; Campbell, C.S.G; Simoes, H.G.
Identificacao do limiar anaerobio em individuos com diabetes tipo-2 sedentarios e
fisicamente ativos. 2007, p. 289-296.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES. Atualização brasileira sobre diabetes.


Rio de Janeiro: Diagraphic; 2006, 13 p.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE ENDOCRINOLOGIA E METABOLOGIA. Diabetes


Mellitus: Classificação e Diagnóstico. São Paulo, 2004, p. 3-5

TAFAS, C, 2008. Entenda a diferença entre Diabetes tipo 1 e Diabetes tipo 2.


Disponível em: http://www.diabetenet.com.br/conteudocompleto.asp?idconteudo=3860.
Acesso em: 14 mar. 2014.