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PROJETO

CAPACITAÇÃO PARA TÉCNICOS DE


SEGURANÇA DO TRABALHO DO ESTADO
DE MINAS GERAIS

Belo Horizonte
2014
1. APRESENTAÇÃO

A Associação Brasileira dos Técnicos de Segurança do Trabalho –


ABRATEST, fundada em 30 de outubro de 2007, com sede à Rua Ildefonso
Alvim 246 A Bairro Nova Floresta - Belo Horizonte Minas Gerais CEP 31140-
270, é uma entidade associativa dos técnicos de segurança do trabalho (TST)
do Brasil. Consonante com seu estatuto, cabem à associação, proporcionar
capacitação e qualificação a esse profissional, auxiliando-o através de uma
formação continuada, a buscar o seu aperfeiçoamento para o cumprimento de
seu papel como integrante do Serviço Especializado em Medicina e Segurança
do Trabalho – SESMT. Outro dever da entidade é lutar pelo desenvolvimento
do técnico de segurança não só em sua formação técnica, criando meios e
métodos para que os cursos de formação produzam profissionais capazes de
uma atuação plena dentro dos novos desafios do século XXI, buscando seu
aprimoramento sindical e sua formação política, transformando-os em lideres
de uma categoria trabalhista.

Partícipe do sistema de Saúde e Segurança do Trabalho (SST) do Brasil


a ABRATEST preocupa-se com os altos índices de adoecimento e acidentes
de trabalho ainda presentes na realidade do trabalho em todo país. Segundo o
Anuário Estatístico da Previdência Social – AEPS 2012 foram contabilizados no
Brasil, um total de 705.239 acidentes de trabalho e de 2.731 óbitos. Esses
números se referem aqueles advindos do uso das informações do Comunicado
de Acidente de Trabalho – CAT somados ao de uma nova metodologia adotada
pela Previdência Social, onde foram caracterizados como benefícios de
natureza acidentária, aqueles que atenderam três etapas sequenciais e
hierarquizadas na sua identificação: a) Identificação de ocorrência de Nexo
Técnico Profissional ou do Trabalho – NTP/T ; b) Identificação de ocorrência de
Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário – NTEP e c) Identificação de
ocorrência de Nexo Técnico por Doença Equiparada a Acidente do Trabalho –
NTDEAT. Com a adoção dessa metodologia passou-se a ter um conjunto de
benefícios acidentários, causados por acidentes do trabalho, sem que
houvesse uma CAT associada. O conjunto dos acidentes registrados passou a
ser, então, a soma dos acidentes informados por meio da CAT com o conjunto
de acidentes ou doenças do trabalho que deram origem a benefícios
acidentários para os quais não há uma CAT informada.

Para efeito de comparação, no Anuário Estatístico da Previdência Social


– Suplemento Histórico (2011), a tabela 4.1 – Quantidades de Acidentes de
Trabalho por motivo – 1988/2011 é apresentada uma série histórica com as
estatísticas dos acidentes de trabalho ocorridos no Brasil de 1988 até 2011.
Observa-se que nesse período o valor máximo ocorreu em 1988 com um total
de 991.581 acidentes de trabalho em números absolutos. Se compararmos
com os números de 2011 (711.164 acidentes) houve uma redução de quase
30% nos valores absolutos, sem considerar a variação da massa trabalhadora
no período. Quanto ao número de óbitos, nessa série histórica, teve seu valor
máximo em 1990 com 5.355 mortes, apresentando em 2011 um valor de 2.884
óbitos, uma redução de mais de 45%. Segundo esses números, para cada
milhão de empregados foram “apenas” 31,8 óbitos em 2011, e podemos
afirmar que, proporcionalmente essa mortalidade dentro do universo de
trabalhadores está diminuindo.

Mas a realidade dos acidentes, das doenças e mortes no trabalho é uma


situação que permanece no Brasil atual, apesar de todo o esforço realizado
para combater e diminuir estes números. Desde a década de 70 o Brasil luta
contra esta situação tendo construído um grande aparato voltado para a
segurança do trabalho. Temos uma extensa legislação para este campo, com
leis, portarias, instruções normativas e regulamentações específicas, existindo
inclusive uma Justiça própria para a área trabalhista. Temos uma indústria
produtora de equipamentos de proteção individual (EPI) que movimenta bilhões
anualmente. As empresas devem constituir um Serviço Especializado em
Engenharia de Segurança e Medicina de Trabalho – SESMT (NR-4) com
número determinado de profissionais e com a finalidade de promover a saúde e
proteger a integridade do trabalhador no local do trabalho (Portaria N° 3124, de
08 de junho de 1978 - Norma Regulamentadora 04), buscando prevenir o
acidente, reduzir os agravos e evitar o adoecimento no trabalho.

Outro aspecto controverso, e que deve ser levado em conta, são custos
dos acidentes de trabalho. Segundo informações do coordenador da Comissão
Tripartite de Saúde e Segurança no Trabalho (CSST) e Secretário de Políticas
Públicas de Emprego do Ministério do Trabalho Remígio Todeschni (AGÊNCIA
BRASIL, 28/04/2009), os custos aos cofres públicos são de R$ 42 bilhões de
reais, valor que representaria 1,8% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
Em estudo realizado junto ao Instituto Nacional de Seguridade Social da Bahia
(INSS/BA) os autores (SANTANA, 2006) citando números da OIT informam que
pode ser estimado que “4% do Produto Interno Bruto (PIB) sejam perdidos por
doenças e agravos ocupacionais, o que pode aumentar para 10% quando se
trata de países em desenvolvimento”. Independente do valor correto é um
custo significativo gastar de 2 a 10% do PIB com acidentes de trabalho, um
ônus que toda a sociedade acaba assumindo.

Discutindo a dificuldade em alterar essa realidade em segurança no


trabalho, Lima (2009) reconhece o pouco que se evoluiu nas últimas décadas e
que mesmo com “todo o esforço realizado no Brasil nos últimos 30 anos, tanto
para compreender os problemas quanto para implementar programas de
prevenção, é notório que os índices de acidentes e doenças ocupacionais
continuam extremamente elevados” (LIMA, 2009).
Se comparando as estatísticas oficiais dos últimos anos, percebemos
que ocorreram avanços em termos de segurança no trabalho, se
estatisticamente houve uma melhora, ficamos com alguns questionamentos:

 Quantas mortes e acidentes de trabalho podem ser


considerados aceitáveis?
 Quantos trabalhadores podem adoecer em decorrência da sua
atividade laboral?

Nenhuma sociedade moderna pode admitir morte ou acidente no


trabalho, é um ônus que deverá ser combatido e que é preciso alterar
urgentemente.

2. JUSTIFICATIVA

Considerando a importância da formação continuada dos técnicos de


segurança do trabalho (TST) como parte do processo de mudança da realidade
dos acidentes de trabalho no Brasil, procurou-se construir um programa de
formação para os técnicos do estado de Minas Gerais, que contribua para a
sua capacitação como gestor do sistema de segurança nas empresas e na
melhoria da sua qualificação para o exercício de atividades de
assessoramento, mas que, sobretudo, venha ao encontro das demandas de
formação dessa categoria que é linha de frente no enfrentamento dos
acidentes de trabalho.

Considerando que segundo o Plano Nacional de Segurança e Saúde no


Trabalho – PLANSAT, as ações no âmbito da Política Nacional de Segurança e
Saúde no Trabalho devem se desenvolver segundo diretrizes, que dentre
outras, devem: a) promover a implantação de sistemas e programas de gestão
da segurança e saúde nos locais de trabalho e b) promover o estímulo à
capacitação e à educação continuada de trabalhadores. E que esse mesmo
Plano, nos desdobramentos do seu Objetivo 07 - Capacitação e Educação
Continuada em SST apontam como ação necessária buscar articulações com
instituições de ensino para a realização de capacitações para os trabalhadores.

Considerando que a qualificação do trabalhador deve ser pensada no


contexto do desenvolvimento local, com abordagem que contemple cidadania e
uma maior participação democrática, estabelece-se o desafio de conciliar a
busca de eficiência e de competitividade industrial, com formas de gestão do
trabalho, que garantam a segurança e a saúde no trabalho, desafio esse que
somente será vencido através da formação continuada e da busca permanente
de atualização.
Considerando que a Comissão Tripartite de Segurança e Saúde no
Trabalho (CT-SST) instituída pela Portaria Interministerial n.º 152, de 13 de
maio de 2008, dos Ministérios do Trabalho e Emprego, da Previdência Social e
da Saúde, ao elaborar seu plano de segurança e saúde no trabalho propõe que
seja realizada a reestruturação da formação em saúde do trabalhador e em
segurança no trabalho e incentivada a capacitação e a educação continuada
dos trabalhadores.

E que essa mesma Comissão Tripartite de Segurança e Saúde no


Trabalho (CT-SST) estruturou, ainda, dois grupos setoriais prioritários, de
Transporte Rodoviário de Cargas e de Construção, e que é sua proposta que
esses grupos setoriais elaborem planos de ação a fim de estabelecer iniciativas
imediatas da redução de acidentes graves e fatais, pois estudos apontam que
essas duas áreas detém as primeiras posições do ranking nacional em
aposentadorias por invalidez e óbitos decorrentes de acidentes e doenças do
trabalho.

Considerando os números de acidentes de trabalho para o estado de


Minas Gerais alarmantes, com uma quantidade de acidentes do trabalho
liquidados, segundo o Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho edição
2012, de 79.017 eventos e com um número de 365 óbitos para o ano de 2012.
E, segundo esse mesmo anuário, nesse mesmo ano foram 60 óbitos no setor
de transporte rodoviário de carga (CNAE 4930) com 2404 acidentes, que no
setor de construção de edifícios (CNAE 4120) foram 2706 acidentes com 8
óbitos, e nas atividades de atendimento hospitalar (CNAE 8610) e na
administração pública em geral (CNAE 8411) no estado foram,
respectivamente, 6225 e 4645 acidentes em 2012.

A Associação Brasileira dos Técnicos de Segurança do Trabalho -


ABRATEST vem através desse projeto ------- da tem como objetivo lançar as
sementes de um processo contínuo de formação de Técnicos de Segurança do
Trabalho de todo o Brasil, para atuarem como formadores de formadores do
trabalho seguro. Trata-se, no entanto, apenas de um ponto de partida do
processo almejado, que se perene poderá alcançar o real objetivo de reduzir no
estado e no Brasil o número de agravos à saúde e de acidentes ocasionados
pelo trabalho.

3. OBJETIVOS GERAIS

Contribuir para a redução dos acidentes e doenças no trabalho no


estado de Minas Gerais, com ênfase nos acidentes fatais e incapacitantes
através de formação para os Técnicos de Segurança do Trabalho de Minas
Gerais, aumentando as oportunidades educacionais desses trabalhadores, por
meio de cursos de formação continuada e de qualificação profissional,
contribuindo na ampliação do conhecimento das condições de trabalho
existentes no estado, e seus impactos sobre a saúde, segurança e meio
ambiente.

4. OBJETIVOS ESPECIFÍCOS:

 Desenvolver bases de informação e de conhecimentos sobre


métodos e técnicas em Segurança e Saúde no Trabalho através das
Oficinas de Trabalho Seguro, promovendo a transferência desses
conhecimentos e tecnologias desenvolvidas para outras regiões do
estado de Minas Gerais.

 Criar as bases para o desenvolvimento de estudos específicos sobre


saúde e segurança do trabalho, em determinados ramos de
atividade, fornecendo elementos para caracterizar a área,
disponibilizando informações e indicadores para diagnosticar as
condições de trabalho por ramo de atividade.

 Permitir o desenvolvimento de ações de prevenção de acidentes e


doenças relacionadas ao trabalho, de forma descentralizada e
regionalizada no estado de Minas Gerais.

 Buscar estabelecer relações claras com as políticas de


desenvolvimento regional que reconheçam e valorizem os
conhecimentos adquiridos pelo trabalhador em outras experiências
de trabalho e educacionais, permitindo a formulação de estratégias
para ações locais ou regionais.

 Estabelecer as bases para a articulação conjunta dos Técnicos de


Segurança do Trabalho, conforme a atividade econômica de cada
grupo, para o diagnóstico, planejamento e implementação de
iniciativas em segurança do trabalho visando a melhoria das
condições de trabalho e definição de prioridades de ação em SST e o
desenvolvimento das atividades econômicas.

 Auxiliar na definição governamental de atividades para tratamento


prioritário em saúde e segurança do trabalho, e na implementação
das políticas públicas de saúde e segurança do trabalho que visem:
diminuir afastamentos no trabalho, melhorar a qualidade de vida no
trabalho com mais saúde para o trabalhador(a) e melhorar o
desempenho das organizações.
5. METODOLOGIA

Esse projeto será desenvolvido através de metodologias participativas,


envolvendo os participantes no processo pedagógico e na produção de
conhecimento sobre as diversas realidades do trabalho e da segurança,
presentes nas atividades econômicas no estado de Minas Gerais. Serão
utilizadas aulas expositivas, sobre aspectos principais da Norma
Regulamentadora tema do curso, mas observando os princípios andragógicos,
não será esquecida a experiência prévia e de conteúdos que cada aluno
possui, além de seu auto-conceito, sua prontidão e sua motivação, pois as
necessidades de um aluno adulto no seu processo de ensino e aprendizagem
se diferem daquelas propostas pela pedagogia escolar. As vivências de cada
aluno podem contribuir para sua própria aprendizagem, e para a dos colegas.

O professor nessa proposta é um facilitador / mediador pedagógico, e


sua relação com esses alunos possui como principal característica, o diálogo e
a colaboração. Nossa proposta para a educação de adultos se caracteriza na
participação dos alunos, na flexibilidade e no foco no processo, ao invés da
ênfase no conteúdo. Não podemos esquecer a necessidade dos adultos em
saber a finalidade de certos conteúdos e aprendizagens, sua facilidade em
aprender através da própria experiência, através da resolução de problemas e
da bagagem de experiências de cada indivíduo, que podem contribuir para sua
aprendizagem e do grupo.

Será reservada parte da carga horária para a realização de atividades de


diagnóstico participativo referentes às condições de trabalho e segurança para
as categorias de atividade econômicas presentes no evento, seguindo também
o pensamento de Paulo Freire, segundo o qual a educação jamais é uma
doação de uma pessoa que sabe àqueles que não sabem, mas algo que se
apresenta como desafio, que é a própria situação-problema.

Como parte da carga horária de preparação pedagógica dos


professores, será elaborado um Manual de Orientação Metodológica, cuja
finalidade é orientar o professor nas suas atividades em classe, evitando a
armadilha de realizar um processo de aprendizagem onde o professor realiza
seu monólogo “ensinando” os alunos a matéria.

Ao final de cada curso, deverá ser elaborado um Relatório da


Capacitação, sobre o processo de formação ocorrido, sistematizando o debate
e as metodologias aplicadas pelos técnicos de segurança do trabalho em suas
atividades laborais, conforme as diferentes áreas de atuação ou categorias de
atividades econômicas. Deverão constar nesse relatório do curso,
mapeamentos das condições comuns de insalubridade e insegurança conforme
os ramos participantes da formação. Também constarão as necessidades de
treinamentos vislumbradas pelos participantes.
5.1. Organização dos eventos

5.1.1. Lista das Cidades sede dos cursos de formação


continuada e das oficinas de trabalho seguro

Tomando como base, para os cursos de formação continuada, a


legislação vigente no país aplicada à Segurança e Medicina do Trabalho,
utilizaremos a Portaria n.° 3214, de 08 de Junho de 1978, do Ministério do
Trabalho e Emprego, para definir quais das atuais 36 (trinta e seis) Normas
Regulamentadoras (NR’s) serão adotadas como referências para. Serão
utilizadas não só essa estrutura formal de saúde e segurança do trabalho,
como também as necessidades de treinamento levantadas durante as
atividades formativas, pois o grande objetivo dessa formação é permitir, no que
se refere às condições de trabalho, garantir ao aluno uma formação que
permita ele atuar nas condições necessárias para manutenção da saúde,
segurança e prevenção de acidentes.

A definição das normas regulamentadoras a serem utilizadas deverá ser


realizada pela equipe gestora do Projeto, tomando como base as atividades
econômicas preponderantes nas regiões de planejamento, conforme a divisão
regional de Minas Gerais, produzida pela Fundação João Pinheiro e que
instituídas a partir de 1994. O estado de Minas Gerais possui 10 regiões de
planejamento, nas quais serão destacadas as cidades pelo tamanho da
população e o Produto Interno Bruto, em ordem crescente. A lista relacionando
a região de planejamento e as cidades que sediarão os cursos e oficinas,
ficarão conforme abaixo:

Região de Planejamento 1ª Opção 2ª Opção


1ª) Alto Paranaíba Araxá Patos de Minas
2ª) Central Belo Horizonte Contagem / Betim
3ª) Centro-Oeste de Minas Divinópolis Itaúna
4ª) Vale do Jequitinhonha
Teófilo Otoni Nanuque
/Mucuri
5ª) Noroeste de Minas Paracatu Unaí
6ª) Norte de Minas Montes Claros Pirapora
7ª) Zona da Mata Juiz de Fora Ubá
8ª) Rio Doce Governador Valadares Ipatinga
9ª) Sul de Minas Varginha Poços de Caldas
10ª) Triângulo Uberlândia Uberaba / Araguari
Tabela 1 - Cidades para Formação Continuada por Região de Planejamento
Para fins de organização dos cursos de formação continuada, adotou-se
primeiramente a divisão do estado em Regiões de Planejamento. Utilizou-se
esse critério devido o mesmo ser adotado pelo governo estadual, e pelo fato do
mesmo ser fruto de estudos regionais promovidos pela Fundação João
Pinheiro. Também se justifica essa divisão do estado em regiões devido à
quantidade de municípios existentes, 853 municípios e “porque adota critérios
teóricos (de homogeneidade, de interdependência e de polarização em
diversos níveis) e critérios político-administrativos (intencionalidades de
políticas de desenvolvimento, por meio de planos, programas e projetos)”
(FUNDAÇÃO JOÃO PINHEIRO, 2010). Nas regiões de planejamento, foram
selecionadas cidades pela sua relevância socioeconômica e pela presença
significativa de técnicos de segurança do trabalho em atividade.

Conforme critérios da coordenação do projeto poderão ser utilizados


como opções para a realização dos cursos, as outras cidades listadas como 2ª
opção na tabela 01 (acima), pois as mesmas apresentam critérios de
relevância socioeconômica dentro da região de planejamento e possuem a
presença de técnicos de segurança do trabalho.

5.2. Cursos de Formação Continuada

Baseado na experiência da ABRATEST, foram escolhidos 24 cursos a


serem oferecidos aos técnicos de segurança do trabalho do estado de Minas
Gerais. Irão capacitar, aperfeiçoar e atualizar esse técnico com as
competências necessárias para que ele desempenhe sua atividade, reforçando
seus conhecimentos técnicos e possibilitando sua capacidade crítica para
acompanhar e dar continuidade aos esforços voltados para a área de SST.

Os cursos de formação continuada também proporcionarão aos


técnicos, atualização e ampliação das competências profissionais, promovendo
a elevação do conhecimento, alterando a visão tradicional da aprendizagem de
adultos, que focaliza apenas o crescimento individual. Nessa formação
continuada, a aprendizagem pode ser poderosa no desenvolvimento de
melhores organizações e indivíduos, associando experiência de aprendizagem
com uma transformação social, auxiliando o conhecimento na atividade prática.
As dimensões dessa formação mostram que a aprendizagem acontece por
várias razões, tendo resultados que ultrapassam o individuo.
5.2.1. Lista dos cursos oferecidos

NR DE
OFERTA DE CURSOS
REFERÊNCIA
1 Avaliação Psicossocial em Atividades de Risco. NR’s – 09 e 33
2 Ergonomia Básica NR – 17
3 Ergonomia Aplicada à Tarefa. NR – 17
Percepção e Avaliação de Risco na Construção
4 NR – 18
Civil.
Levantamento das Condições de Trabalho e de
5 NR – 18
Saúde e Segurança na Construção Civil
6 Pesquisa de Clima da Segurança
7 Avaliação de Espaço Confinado. NR – 33
8 Boas Práticas em Trabalho em Altura. NR – 35
9 Papel e atuação da CIPA no Local de Trabalho. NR – 05
Estatística na Gestão de SST (Controle de EPI,
10
Controle de Gastos, etc.)
11 Elaboração do PPRA NR – 09
Instrumentação em Saúde e Segurança do
12
Trabalho
13 Formação de Brigada de Emergência
14 Pesquisa de Clima de Segurança do Trabalho
15 FAP, SAT E Gestão da Segurança do Trabalho NR – 07
16 Programa de Proteção Respiratória – PPR
Investigação de Acidentes pela Técnica da
17
Árvore de Causas
Análise de Acidentes do Trabalho (outras
18
técnicas utilizáveis além da Árvore de Causas)
Percepção e Avaliação de Risco no Transporte
19 NR – 11
Rodoviário de Cargas
Levantamento das Condições de Trabalho no
20 NR – 11
Transporte Rodoviário de Cargas
21 Fatores Psicossociais de Risco no Trabalho NR’s – 09 e 33
22 Equipamento de Proteção Individual - EPI NR – 06
Condições de SST por Ramo de Atividade:
NR’s – 22, 31, 32,
23 conforme a região de planejamento e as
36
atividades econômicas significativas
Segurança do trabalho com Inflamáveis e
24 NR - 20
Combustíveis
Tabela 2 – Lista dos Cursos de Formação Continuada
5.3. Oficinas de Trabalho Seguro

Dando sequência aos eventos de Formação Continuada, será realizada


01 (uma) Oficina de Trabalho Seguro com todos os participantes dos cursos de
formação continuada, selecionando uma cidade sede em cada região de
planejamento. O grupo da oficina será dividido conforme critérios de pertença à
mesma categoria econômica e/ou por atividades similares e comuns às
categorias econômicas. Esses critérios serão definidos na abertura dos
trabalhos, conforme a presença dos participantes.

Nessas oficinas os grupos irão sistematizar o conhecimento produzido


nos cursos de Formação Continuada, descritos nos Relatórios da Capacitação,
elaborados em cada evento. O planejamento do trabalho nas oficinas
pressupõe a análise da demanda realizada durante a etapa de Formação
Continuada, sensibilização dos grupos para o trabalho a ser realizado,
entendimento e validação dos temas pré-selecionados na etapa anterior, uso
de técnicas para desenvolvimento do conhecimento e contínua interação.

Será construída uma apresentação por grupo, do mapeamento das


atividades e dos riscos à segurança e à saúde relatados nas etapas anteriores,
tanto por categoria econômica, como por similaridade da atividade escolhida.
Essa apresentação permitirá uma verificação das condições de trabalho, com
os dados sendo registrados e sistematizados, as experiências de trabalho em
situações de risco, as particularidades e os aspectos comuns aos setores de
atividade econômica.

Pretende-se aperfeiçoar coletivamente a compreensão dos processos


produtivos e dos processos de trabalho, comuns entre atividades econômicas
semelhantes e entre atividades laborais semelhantes, e compreender como as
experiências de cada um podem servir de ilustração e exemplos para facilitar a
compreensão e aquisição de conceitos/conhecimentos novos e técnicas, pois
são significativamente reais e concretas que qualquer exemplo ou caso de livro
trazido pelo coordenador/faciltador.

O uso de técnicas de dinâmica de grupo, possibilita comunicação mais


fluente entre os participantes no sentido de troca de experiências, comparação
e discussão das mesmas, levando-os a descobrir como podem aprender com
os outros, como ajudar e serem ajudados e como trabalhar com outros em
várias modalidades de tarefas em grupo. O papel do professor também sofre
modificações, passando de "transmissor de informações e conhecimentos", na
orientação pedagógica, para o de "facilitador de aprendizagem",na orientação
andragógica.
5.4. Seminário Estadual para o Trabalho Seguro

Será organizado na forma de um evento estadual, com a presença de


autoridades da área de saúde e segurança do trabalho do estado de Minas
Gerais e do Brasil, onde serão apresentados os resultados levantados durante
o processo de formação continuada e sistematizados nas oficinas de saúde e
trabalho seguro. Nesse momento os grupos que se organizaram para
construção das apresentações nas oficinas irão mostrar às autoridades o
conhecimento gerado a partir do trabalho conjunto.

Esse seminário inaugura um espaço de participação permanente, na


medida em que cria um canal de comunicação entre os técnicos de segurança
do trabalho e os gestores da ação governamental em saúde e segurança do
trabalho.

5.4.1. Sugestão de Convidados

1) Superintendente da Superintendência Regional do Trabalho MG


2) Chefe do Centro Regional da Fundacentro de MG
3) Procurador-Chefe da Procuradoria Regional do Trabalho de MG
4) Secretário Estadual do trabalho e Emprego MG
5) Secretários Municipais do Trabalho e Emprego
6) Deputados Federais
7) Deputados Estaduais
8) Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG
9) Universidade Católica – PUCMINAS

6. CRONOGRAMA

a) Etapa Preparatória

 Formação da equipe de professores e facilitadores

b) 1ª Etapa: Formação Continuada (Sugestão de Cursos)

 Alto Paranaíba: Araxá


o Avaliação Psicossocial em Atividades de Risco.
o Ergonomia Básica
o Percepção e Avaliação de Risco na Construção Civil.
 Central: Belo Horizonte
o Levantamento das Condições de Trabalho e de Saúde e
Segurança na Construção Civil
o Ergonomia Aplicada à Tarefa.
o Pesquisa de Clima da Segurança
 Centro-oeste: Divinópolis
o Avaliação de Espaço Confinado.
o Boas Práticas em Trabalho em Altura.
o Papel e atuação da CIPA no Local de Trabalho.
 Vale do Jequitinhonha/Mucuri: Teófilo Otoni
o Estatística na Gestão de SST (Controle de EPI, de Gastos,
etc.)
o Elaboração do PPRA
o Instrumentação em Saúde e Segurança do Trabalho
 Noroeste de Minas: Unaí
o Formação de Brigada de Emergência
o Pesquisa de Clima de Segurança do Trabalho
o FAP, SAT E Gestão da Segurança do Trabalho
 Norte de Minas: Montes Claros
o Programa de Proteção Respiratória – PPR
o Investigação de Acidentes pela Técnica da Árvore de Causas
o Análise de Acidentes do Trabalho (outras técnicas utilizáveis
além da Árvore de Causas)
 Zona da Mata: Juiz de Fora
o Análise de Acidentes do Trabalho (outras técnicas utilizáveis
além da Árvore de Causas)
o Levantamento das Condições de Trabalho no Transporte
Rodoviário de Cargas
o Fatores Psicossociais de Risco no Trabalho
 Rio Doce: Governador Valadares
o Equipamento de Proteção Individual - EPI
o Condições de SST por Ramo de Atividade: conforme a região
de planejamento e as atividades econômicas significativas
o Segurança do trabalho com Inflamáveis e Combustíveis
 Sul de Minas: Poços de Caldas
o Avaliação Psicossocial em Atividades de Risco.
o Ergonomia Básica
o Percepção e Avaliação de Risco na Construção Civil.
 Triângulo: Uberlândia
o Levantamento das Condições de Trabalho e de Saúde e
Segurança na Construção Civil
o Ergonomia Aplicada à Tarefa.
o Levantamento das Condições de Trabalho no Transporte
Rodoviário de Cargas
c) 2ª Etapa: Formação Continuada (Sugestão de Cursos)

 Alto Paranaíba: Patos de Minas


o Programa de Proteção Respiratória – PPR
o Investigação de Acidentes pela Técnica da Árvore de Causas
o Análise de Acidentes do Trabalho (outras técnicas utilizáveis
além da Árvore de Causas)
 Central: Betim
o Avaliação Psicossocial em Atividades de Risco.
o Ergonomia Básica
o Percepção e Avaliação de Risco na Construção Civil.
o Levantamento das Condições de Trabalho no Transporte
Rodoviário de Cargas
 Centro-oeste: Itaúna
o Levantamento das Condições de Trabalho e de Saúde e
Segurança na Construção Civil
o Ergonomia Aplicada à Tarefa.
o Pesquisa de Clima da Segurança
 Vale do Jequitinhonha/Mucuri: Nanuque
o Avaliação de Espaço Confinado.
o Boas Práticas em Trabalho em Altura.
o Papel e atuação da CIPA no Local de Trabalho
 Noroeste de Minas: Paracatu
o Estatística na Gestão de SST (Controle de EPI, de Gastos,
etc.)
o Elaboração do PPRA
o Instrumentação em Saúde e Segurança do Trabalho
 Norte de Minas: Pirapora
o Formação de Brigada de Emergência
o Pesquisa de Clima de Segurança do Trabalho
o FAP, SAT e Gestão da Segurança do Trabalho
 Zona da Mata: Ubá
o Programa de Proteção Respiratória – PPR
o Investigação de Acidentes pela Técnica da Árvore de Causas
o Análise de Acidentes do Trabalho (outras técnicas utilizáveis
além da Árvore de Causas)
 Rio Doce: Ipatinga
o Análise de Acidentes do Trabalho (outras técnicas utilizáveis
além da Árvore de Causas)
o Levantamento das Condições de Trabalho no Transporte
Rodoviário de Cargas
o Fatores Psicossociais de Risco no Trabalho
 Sul de Minas: Varginha
o Equipamento de Proteção Individual - EPI
o Condições de SST por Ramo de Atividade: conforme a região
de planejamento e as atividades econômicas significativas
o Segurança do trabalho com Inflamáveis e Combustíveis
 Triângulo: Araguari
o Programa de Proteção Respiratória – PPR
o Investigação de Acidentes pela Técnica da Árvore de Causas
o Análise de Acidentes do Trabalho (outras técnicas utilizáveis
além da Árvore de Causas)

d) 3ª Etapa: Formação Continuada (Sugestão de Cursos)

 Alto Paranaíba: Araxá


o Levantamento das Condições de Trabalho e de Saúde e
Segurança na Construção Civil
o Ergonomia Aplicada à Tarefa.
o Pesquisa de Clima da Segurança
 Central: Contagem
o Programa de Proteção Respiratória – PPR
o Investigação de Acidentes pela Técnica da Árvore de Causas
o Análise de Acidentes do Trabalho (outras técnicas utilizáveis
além da Árvore de Causas)
 Centro-oeste: Divinópolis
o Avaliação Psicossocial em Atividades de Risco.
o Ergonomia Básica
o Percepção e Avaliação de Risco na Construção Civil.
o Levantamento das Condições de Trabalho no Transporte
Rodoviário de Cargas
 Vale do Jequitinhonha/Mucuri: Teófilo Otoni
o Levantamento das Condições de Trabalho e de Saúde e
Segurança na Construção Civil
o Ergonomia Aplicada à Tarefa.
o Pesquisa de Clima da Segurança
 Noroeste de Minas: Unaí
o Avaliação de Espaço Confinado.
o Boas Práticas em Trabalho em Altura.
o Papel e atuação da CIPA no Local de Trabalho
 Norte de Minas: Montes Claros
o Estatística na Gestão de SST (Controle de EPI, de Gastos,
etc.)
o Elaboração do PPRA
o Instrumentação em Saúde e Segurança do Trabalho
 Zona da Mata: Juiz de Fora
o Formação de Brigada de Emergência
o Pesquisa de Clima de Segurança do Trabalho
o FAP, SAT e Gestão da Segurança do Trabalho
 Rio Doce: Governador Valadares
o Programa de Proteção Respiratória – PPR
o Investigação de Acidentes pela Técnica da Árvore de Causas
o Análise de Acidentes do Trabalho (outras técnicas utilizáveis
além da Árvore de Causas)
 Sul de Minas: Poços de Caldas
o Análise de Acidentes do Trabalho (outras técnicas utilizáveis
além da Árvore de Causas)
o Levantamento das Condições de Trabalho no Transporte
Rodoviário de Cargas
o Fatores Psicossociais de Risco no Trabalho
 Triângulo: Uberaba
o Avaliação Psicossocial em Atividades de Risco.
o Ergonomia Básica
o Percepção e Avaliação de Risco na Construção Civil.
o Levantamento das Condições de Trabalho no Transporte
Rodoviário de Cargas

e) 4ª Etapa: Formação Continuada (Sugestão de Cursos)

 Alto Paranaíba: Araxá


o Avaliação de Espaço Confinado.
o Boas Práticas em Trabalho em Altura.
o Papel e atuação da CIPA no Local de Trabalho
 Central: Belo Horizonte
o Avaliação de Espaço Confinado.
o Boas Práticas em Trabalho em Altura.
o Papel e atuação da CIPA no Local de Trabalho
 Centro-oeste: Divinópolis
o Estatística na Gestão de SST (Controle de EPI, de Gastos,
etc.)
o Elaboração do PPRA
o Instrumentação em Saúde e Segurança do Trabalho
 Vale do Jequitinhonha/Mucuri: Teófilo Otoni
o Formação de Brigada de Emergência
o Pesquisa de Clima de Segurança do Trabalho
o FAP, SAT e Gestão da Segurança do Trabalho
 Noroeste de Minas: Unaí
o Programa de Proteção Respiratória – PPR
o Investigação de Acidentes pela Técnica da Árvore de Causas
o Análise de Acidentes do Trabalho (outras técnicas utilizáveis
além da Árvore de Causas)
 Norte de Minas: Montes Claros
o Análise de Acidentes do Trabalho (outras técnicas utilizáveis
além da Árvore de Causas)
o Levantamento das Condições de Trabalho no Transporte
Rodoviário de Cargas
o Fatores Psicossociais de Risco no Trabalho
 Zona da Mata: Juiz de Fora
o Equipamento de Proteção Individual - EPI
o Condições de SST por Ramo de Atividade: conforme a região
de planejamento e as atividades econômicas significativas
o Segurança do trabalho com Inflamáveis e Combustíveis
 Rio Doce: Governador Valadares
o Avaliação Psicossocial em Atividades de Risco.
o Ergonomia Básica
o Percepção e Avaliação de Risco na Construção Civil.
o Levantamento das Condições de Trabalho no Transporte
Rodoviário de Cargas
 Sul de Minas: Poços de Caldas
o Levantamento das Condições de Trabalho e de Saúde e
Segurança na Construção Civil
o Ergonomia Aplicada à Tarefa.
o Pesquisa de Clima da Segurança
 Triângulo: Uberlândia
o Estatística na Gestão de SST (Controle de EPI, de Gastos,
etc.)
o Elaboração do PPRA
o Instrumentação em Saúde e Segurança do Trabalho

f) 5ª Etapa: Oficina Trabalho Seguro:

 Alto Paranaíba: Araxá


 Central: Belo Horizonte
 Centro-oeste: Divinópolis
 Vale do Jequitinhonha/Mucuri: Teófilo Otoni
 Noroeste de Minas: Unaí
 Norte de Minas: Montes Claros
 Zona da Mata: Juiz de Fora
 Rio Doce: Governador Valadares
 Sul de Minas: Poços de Caldas
 Triângulo: Uberlândia
g) 6ª Etapa: Seminário Estadual sobre Trabalho Seguro

 Localização: Belo Horizonte


 1º Dia / Manhã:
o Solenidade de Abertura do Evento
o Apresentação dos resultados Alto Paranaíba, Central e
Centro-oeste.
o Palestra sobre Saúde e Segurança
 1º Dia / De tarde
o Apresentação dos resultados Vale do Jequitinhonha/Mucuri,
Noroeste de Minas e Norte de Minas.
o Palestra sobre Saúde e Segurança
o Apresentação dos resultados Zona da Mata, Rio Doce.
o Palestra sobre Saúde e Segurança
 2º Dia / Manhã
o Apresentação dos resultados Sul de Minas e Triângulo.
o Palestra sobre Saúde e Segurança
 2º Dia / De tarde
o Palestra sobre Saúde e Segurança
o Encerramento do Seminário de Trabalho Seguro.
h) Quadro resumo do Cronograma:
ETAPA\PERÍODO 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º
MÊS MÊS MÊS MÊS MÊS MÊS MÊS MÊS

Elaboração e
Impressão de X
Material Didático

Divulgação e
inscrição nos
Cursos de X X X X X X X X
Formação
Continuada

Etapas do Curso
de Formação 1ª 2ª 3ª 4ª
Continuada

Relatórios da
Formação 1ª 2ª 3ª 4ª
Continuada

Etapas de Oficinas
de Trabalho 5ª
Seguro

Seminário
Estadual sobre
Trabalho Seguro 6ª

Relatório Final X

Prestação de
X
Contas
7. EQUIPE

A equipe técnica envolvida nesse projeto será organizada em 04 (quatro)


grupos temáticos: Coordenação, Consultores, Professores de Formação e
Assitentes de Apoio Operacional, totalizando YY (ypisilon) profissionais,
conforme apresentado na tabela abaixo:

EQUIPE QUANT. FUNÇÃO


01 Coordenador Geral
Coordenação 01 Coordenação Executiva Sul
01 Coordenação Executiva Norte
02 Assistentes Administrativos
Apoio Administrativo
01 Secretário (a)
01 Sociólogo (a)
01 Contador (a)
Engenheiro (a) de Segurança
Consultoria 01
do Trabalho
01 Pedagogo (a)
10 Psicólogos
Técnicos de Segurança do
Professores 30
Trabalho
Apoio Operacional 10 Assistentes Operacionais
01 Designer Web
Internet 01 Desenvolvedor Web
01 Assistente de Conteúdo

8. CUSTOS OPERACIONAIS (PREVISÁO)

1.2. Pessoal – categorias envolvidas


 Coordenação Geral e Coordenação executiva: remuneração por 08 meses /
12 horas semanais (mínimo); pró-labore de R$ 3.500/ mês;
 Consultores e Especialistas: remuneração por 08 meses / 12 horas
semanais (mínimo); pró-labore de R$ 2.000/ mês;
 Assistentes Executivos e Secretário: remuneração por 08 meses / 40 horas
semanais; salário de R$1.500,00/mês.
 Professores: remuneração por 08 meses / 24 horas mensais; salário de
R$2.000,00/ mês
 Pessoal de Apoio Logístico: secretaria executiva do projeto (30h semanais):
salários por 24 meses de R$ 1.500/mês;

PREVISÃO: R$ 638.660,00
1.3. Custos da logística da formação continuada
 Passagens rodoviárias regionais:
 Hospedagem integral: estadas de fim de semana em hotel 2 ou 3
estrelas (se houver).
 Local para realização dos trabalhos.

PREVISÃO: R$ 121.316,58

1.4. Custos dos Equipamentos Necessários


 Material de Escritório
 Apostilas

PREVISÃO: R$ 20.000,00

1.5. Reserva técnica


Para restringir a ocorrência de eventuais renegociações diante de
despesas imprevistas, ou cujo montante previsto foi inferior às necessidades,
advogamos a constituição de uma reserva técnica de cerca de 10% do total
previsto para o Projeto, buscando agilizar a sua gestão de modo mais eficiente.

1.6. Total Sem Impostos

PREVISÃO: R$ 779.976,58
9. ORÇAMENTO PARA O PROJETO

9.1. Custos com pessoal/ano:


CUSTOS COM PESSOAL VALORES EM R$

Coordenações (2)

Pesquisadores e especialistas (0x)

Secretaria executiva (2)

Encargos (provisão)

SUBTOTAL 1

9.2. Custos de deslocamentos e hospedagem


DESCRIÇÃO DO ÍTEM VALORES EM R$

Passagens de Ônibus

SUBTOTAL 2

9.3. Custos de gestão/execução do projeto/ano


DESCRIÇÃO DO ÍTEM VALORES EM R$

Seminários – custo unitário

Equipamentos/materiais

Estrutura de apoio logístico

SUBTOTAL 2

9.4. Custos com a capacitação de dirigentes


DESCRIÇÃO VALORES EM R$

Seminários (02)
Material didático (manual)

Subtotal 3

9.5. Custos com elaboração de material e divulgação/ano


DESCRIÇÃO VALORES EM R$

Confecção de Apostilas

Divulgação em publicações

SUBTOTAL 4

9.6. Totais gerais para o projeto


SUBTOTAIS VALORES EM R$

CUSTOS COM PESSOAL (2X)

CUSTOS DE GESTÃO/EXECUÇÃO (2X)

CUSTOS CAPACITAÇÃO INSTRUTORES

CUSTOS DE ELABORAÇÃO MATERIAL

CUSTOS DE RESERVA TÉCNICA

TOTAL

10. CONCLUSÃO / RESULTADOS FINAIS


11. ANEXO 1 – PROGRAMAS DOS CURSOS

11.1. Percepção e Avaliação de Risco na Construção Civil

Carga Horária 08 horas


Público Alvo Técnico de Segurança do Trabalho da Construção Civil
Discutir com os participantes as principais condições de
riscos presentes na indústria da construção civil, quais as
Objetivos principais habilidades necessárias aos técnicos de
segurança do trabalho para atuarem preventivamente nas
atividades,

Metodologia

1) Principais tópicos da NR 18
Programa 2) Principais riscos numa obra
3)
Elaborar um plano de ação para os Técnicos de
Segurança do Trabalho atuem de forma eficaz em Saúde
Resultado
e Segurança do Trabalho na construção civil, elencando
as maiores dificuldades encontradas no dia-a-dia da obra.
Recursos
Data show, apostila impressa, vídeos, etc
Utilizados

Referências
Descrever em tópicos
Bibliográficas
11.2. Ergonomia Aplicada à Tarefa.

Carga Horária
Público Alvo

Objetivos

Metodologia

Programa

Resultado

Recursos
Utilizados

Referências
Bibliográficas
11.3. Avaliação Psicossocial em Atividades de Risco.

Carga Horária
Público Alvo

Objetivos

Metodologia

Programa

Resultado

Recursos
Utilizados

Referências
Bibliográficas
11.4. Avaliação de Espaço Confinado.

Carga Horária
Público Alvo

Objetivos

Metodologia

Programa

Resultado

Recursos
Utilizados

Referências
Bibliográficas
11.5. Boas Práticas em Trabalho em Altura.

Carga Horária
Público Alvo

Objetivos

Metodologia

Programa

Resultado

Recursos
Utilizados

Referências
Bibliográficas
11.6. SST para Gerentes, Supervisores e Encarregados.

Carga Horária
Público Alvo

Objetivos

Metodologia

Programa

Resultado

Recursos
Utilizados

Referências
Bibliográficas
11.7. Pesquisa de Clima de Segurança do Trabalho

Carga Horária
Público Alvo

Objetivos

Metodologia

Programa

Resultado

Recursos
Utilizados

Referências
Bibliográficas