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TAMENTO

ACIONA
Ana Cristina Limongi-França

COMPORTAMENTO
ORGANIZACIONAL
conceitos e práticas

www.saraivauni.com.br
COMPORTAMENTO
ORGANIZACIONAL
Conceitos e Práticas

Ana Cristina Limongi-França


ISBN 978-85-02-05475-2
85-02-05475-9
Henrique Schaumann, 270 – CEP: 05413-010
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ereço Internet: http://www.editorasaraiva.com.br
França, Ana Cristina Limongi
is: Comportamento organizacional : conceitos e
AZONAS/RONDÔNIA/RORAIMA/ACRE práticas / Ana Cristina Limongi-França. - São Paulo :
Costa Azevedo, 56 — Centro Saraiva, 2006.
e/Fax: (0XX92) 3633-4227 / 3633-4782 — Manaus
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Agripino Dórea, 23 — Brotas ISBN 978-85-02-05475-2
e: (0XX71) 3381-5854 / 3381-5895 / 3381-0959 — Salvador 85-02-05475-9
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a dos professores) 1. Comportamento organizacional. 2. Administração.
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GRANDE DO SUL 1a Edição
A. J. Renner, 231 — Farrapos 1a tiragem 2006
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JOSÉ DO RIO PRETO/SÃO PAULO 3a tiragem 2010
a dos professores)
Brig. Faria Lima, 6363 — Rio Preto Shopping Center — V. São José
e: (0XX17) 227-3819 / 227-0982 / 227-5249 — São José do Rio Preto
JOSÉ DOS CAMPOS/SÃO PAULO
a dos professores) Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida por
Santa Luzia, 106 — Jd. Santa Madalena
Ofereço este livro aos meus queridos tios e mestres de vida:
Maria Ignês e Durval Mazzei Nogueira e
Margarida e José Limongi França.
Agradecimentos

Este livro foi preparado durante um longo percurso, imbuído de muitas expectativas,
nhos, prática empresarial, pesquisa acadêmica e cooperação entre meus pares — profes-
res, pesquisadores, especialistas, alunos. E foi construído graças, especialmente, à credi-
idade da Editora Saraiva, na pessoa da editora Flávia Alves Dantes Bravin e do diretor
enrique Farinha.
Meu agradecimento especial pela dedicação, confiança, inteligência e entusiasmo aos
eus estagiários e pesquisadores: Antônio Carlos Gola Vieira, Daniella Conceição dos
ntos, Fabio Alessandro Affonso Antonio, Gustavo de Boer Endo, Heidy Ramos, Leyla
aomi Misono, Marcelo Otha, Marília Pereira, Marina Foresti Barros, Orlando Seixas
chara, Paulo Ramires Sant’Anna Neto, Veruska Garcia Origo e Wolfgang Adam Heep.
E a todos os meus alunos com os quais vivo e alimento minha alegria de aprender, de-
prender e reaprender.
Agradeço aos meus filhos queridos, Ana Alice e Caio Augusto, fontes de inspiração,
rinho e apoio incondicional. À Marna, minha “norinha” e ao Marcelo, meu genro, com a
icidade de tê-los como “novos” filhos. Aos meus sobrinhos, Manoel, João Mario, Pedro,
aria Julia, Eduardo e Gabriel, e aos meus irmãos, tios e familiares, pela eterna referência
superação e aprendizagem.
E, finalmente, agradeço aos meus tios, para quem ofereço este livro, Maria Ignês e
urval e Margarida e José, e aos meu pais, Maria Thereza — poeta — e Rubens — jurista
, mestres das minhas primeiras experiências intelectuais e que, embora falecidos, não me
ixaram órfã da fonte de inspiração para escrever e criar.
olaboradores

Relação dos alunos da Universidade de São Paulo que participaram da pesquisa e re-
ção inicial:
Antônio Carlos Gola Vieira ________Administração
Daniella Conceição dos Santos _____Administração
Fabio Alessandro Affonso Antonio __Administração
Gustavo de Boer Endo ____________Administração
Heidy Ramos ___________________Mestranda Administração
Leyla Naomi Misono _____________Administração
Marcelo Otha ___________________Administração
Marília Nogueira ________________Administração
Marina Foresti Barros ____________Administração
Orlando Seixas Bechara ___________Direito e Filosofia
Paulo Ramires Sant’Anna Neto _____Administração
Veruska Garcia Origo_____________Administração
Wolfgang Adam Heepe ___________Administração

rganização e supervisão

a Cristina Limongi-França
Professora livre-docente pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade
Universidade de São Paulo. Criadora da área de Gestão de Pessoas. Doutora, mestre e
cóloga do trabalho. Coordenadora do Núcleo de Pesquisas e Pesquisas em Gestão de
ualidade de Vida no Trabalho — NEP, Nep-GQVT-FEA-USP.
Apresentação

O comportamento das pessoas, dos grupos aos quais elas pertencem e da cultura orga-
zacional é altamente sensível e faz a diferença desde a qualidade da produtividade até os
ais diversos segmentos da comunidade e da sociedade.
Já nas primeiras raízes das teorias de Administração, há o esforço de construir proces-
s e modelos de trabalho respeitando e integrando expectativas, necessidades e caracterís-
as humanas.
Superados os tempos e movimentos, o planejamento da produção, o inquieto conhe-
mento sobre os mercados e os novos movimentos da internacionalização e alta tecnologia,
nca foi tão importante conhecer o comportamento organizacional.
Este livro tem como proposta básica dar subsídios para uma atuação qualificada de
ssoas que convivem com pessoas. Elegemos os conceitos mais atuais – embora clássicos –
bre o comportamento humano nos níveis individual, grupal e organizacional. Aqui estão
resentadas de maneira descritiva e aplicada as mais diversas formas de atuar, vincular e
luenciar.
Esta é a primeira edição que esperamos atenda às necessidades de alunos e profissio-
is. Esperamos que os conceitos de visão de pessoa, contrato psicológico de trabalho, afe-
necessidades e motivações, grupos e equipes, liderança e outros tantos subsidiem
áticas modernas, éticas e competentes de gestão de pessoas.

A autora
São Paulo, setembro de 2005
umário

pítulo 1 Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1
1 Cenário Atual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1
2 Objetivos deste Livro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2
3 O Conceito de Comportamento Organizacional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2
4 A Aplicação dos Conceitos de Comportamento
Organizacional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
lavras-chave . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6

pítulo 2 A Pessoa no Trabalho: Visão Biopsicossocial . . . . . . . . . . . . . . . . 7


ercícios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
es ................................................................9
bliografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10
lavras-chave . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10

pítulo 3 Expectativas e Contrato Psicológico de Trabalho . . . . . . . . . . . . 11


1 Contrato Psicológico de Trabalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
3.1.1 Os Desdobramentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
3.1.2 Tipo de Vínculos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
3.1.3 Fatores de Manutenção ou Quebra do Vínculo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15
3.1.4 Os Tipos de Expectativas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
2 Pessoa e Personalidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
3.2.1 O que é Personalidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
3.2.2 Semelhanças e Diferenças entre as Pessoas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17
3 Empresa e Poder . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18
ercícios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20
es . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21
V n Comportamento Organizacional: Conceitos e Práticas

pítulo 4 Necessidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23
1 As Pessoas e Suas Necessidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23
2 Teorias Contemporâneas de Necessidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24
4.2.1 Teoria das Necessidades Básicas (McClelland) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24
4.2.2 Hierarquia das Necessidades (Maslow). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25
4.2.3 Teoria dos Dois Fatores (Herzberg) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26
ercícios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26
es . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27
bliografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28
lavras-chave . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28

pítulo 5 Motivação e Afeto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29


1 Motivação e Produtividade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29
2 Teoria ERC (Alderfer) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29
3 Expectância versus Motivação (Vroom) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30
4 Motivação e Percepção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30
5 Afeto nas Relações de Trabalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32
5.5.1 O Afeto Melhora o Desempenho na Empresa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34
5.5.2 O Trabalho Pode Proporcionar Prazer? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34
6 Inteligência Emocional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35
ercícios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37
es . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41
bliografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42
lavras-chave . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42

pítulo 6 Grupos e Equipes: Estruturas e Processos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43


1 O Grupo e Suas Características . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43
2 O Funcionamento Psicológico dos Grupos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45
3 Tipos de Grupo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45
4 Funções Desempenhadas pelo Grupo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46
Sumário n XV

7 Tipos de Equipes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49
ercícios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51
es . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52
bliografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52
lavras-chave . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53

pítulo 7 Teorias de Liderança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55


1 O Que É Liderança? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55
7.1.1 As Origens do Conceito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55
2 Liderança e Poder . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57
7.2.1 Poder Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58
3 Liderança e Motivação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58
7.3.1 Estilos Clássicos de Liderança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 59
7.3.2 Teorias Contemporâneas de Liderança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60
ercícios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 65
es . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 67
bliografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68
lavras-chave . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70

pítulo 8 Elementos de Liderança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71


1 Elementos de Liderança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71
2 Liderança como Administração do Sentido . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71
3 Liderança Carismática. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71
4 Liderança Transformacional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 72
5 Desafios e Obstáculos no Exercício da Liderança. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 72
6 O Momento de Liderar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 74
7 Atributos e Práticas da Liderança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75
8 Desafios e Paradigmas da Liderança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78
8.8.1 Gestão Participativa e Qualidade de Vida. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78
9 Novos Perfis de Liderança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79
10 Coaching . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80