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/ALUNO N°: NOME: 0c (> Ania oF iar 1@ CHAMADA] 03 |“ So arevess_| 1? QUESTAO (24 escores) MULTIPLA ESCOLHA ESCOLHA A UNICA RESPOSTA CERTA, ASSINALANDO-A COM UM “X” NOS PARENTESES A ESQUERDA. DEPOIS, TRANSCREVA A MARCACAO DE CADA ITEM PARA A TABELA DE RESPOSTAS DISPOSTA APOS O LITEM 29. SO SERAO CONSIDERADAS AS OPCOES ASSINALADAS NA TABELA DE RESPOSTAS. 01. (UNICAMP - adaptada) ~ 0 termo "barbaro” teve diferentes significados ao longo da historia. Sobre 05 usos desse conceito, podemos afirmar que: (A) barbaro foi uma denominacao comum a muitas civilizacées Para qualificar os povos que nao compartilhavam dos valores destas mesmas civilizacées, (B) entre os gregos do periodo classico 0 termo foi utilizado para qualificar povos que nao falavam Grego e depois disso deixou de ser empregado no mundo mediterraneo antigo, (C) barbaros eram os povos que os germanos classificavam como inadequados para a conquista. (1D) gregos e romanos classificavam de barbaros povos que viviam da caca e da coleta, como os Persas, em oposic&io aos povos urbanos civilizados. (E) barbaro era a designagao utilizada pelos gregos para descrever 0 povo romano. 02. (ENEM 2013 - adaptada): No texto: "Tem presente, portanto, que concordaste que também & justo cometer atos prejudiciais aos governantes e aos mais poderosos, quando os governantes, involuntariamente, tomam determinacdes Inconvenientes para eles - uma vez que declaras ser justo que os stiditos executem 0 que prescreveram os governantes." (Plato, Republica, 339e) Em meio discusséo sobre a justica, Sécrates sintetiza do modo acima citado a posicdo de Trasimaco. Socrates sintetiza Trasimaco na seguinte alternativa: (A) Justica € fazer o mal para os mais fracos; os que obedecem devem, as vezes, recusar-se a obedecer aos mais fortes, (8) Justica é deixar de obedecer as ordens dos governantes. (C) E justo obedecer aqueles que governam; os governantes sao passiv. de cair em erro em suas decisdes. (D) Justica € aquilo que convém ao mais forte; os governantes nunca se enganam ao intentar tomar decisdes que Ihes favorecem. (E) E justo contrariar as ordens dos que governam visando atingir conquistas em beneficio préprio. 03. I. Deus € 0 Criador do mundo. Il. A existéncia do mal no mundo nao é responsabilidade de Deus. (Tomas de Aquino, Suma teolégica, I, q. 2, a. 1). Agostinho concilia essas duas teses da seguinte forma: (A) © mundo, por ser substéncia divina, é bom em si mesmo; apenas os homens experimentam as coisas como mas de modo absoluto. (8) Deus cria 0 mundo através de dois principios coeternos equivalentes em luta permanente, a saber: 0 Bem e o Mal, este tiltimo principio explica a segunda tese. ((C) tudo que Deus cria é bom, inclusive a vontade do homem, que escolhe, livremente, trocar o bem imutavel pelos bens mutaveis, isto é, pecar. (D) ontologicamente, apenas Deus é bom; a simples existéncia das coisas criadas, portanto, j4 permite justificar a possibilidade de algum mal no mundo. (E) tudo que foi criado pertence a Deus inclusive 0 mal do mundo. SSAA / STE / CMCG 2014 | CMcG | AE2/2014 - FIL / DI 18 CHAMADA| 02 | ¥t° ALUNO N°: NOME: TURMA: $6 Krevedo 04. (ENEM 2012 - adaptada) TEXTO I - “Experimentei algumas vezes que os sentidos eram enganosos, € é de prudéncia nunca se fiar inteiramente em quem ja nos enganou uma vez". (DESCARTES, R, Meditacdes Metafisicas. So Paulo: Abril Cultural, 1979). TEXTO II ~ “Sempre que alimentarmos alguma suspeita de que uma ideia esteja sendo empregada sem nenhum significado, precisaremos apenas indagar: de que impressao deriva esta suposta ideia? E se for impossivel atribuir-Ihe qualquer impress&o sensorial, isso serviré para confirmar nossa suspeita’. (HUME, D. Uma investigacao sobre o entendimento. Sao Paulo: Unesp, 2004). Nos textos, ambos os autores se posicionam sobre a natureza do conhecimento humano. A comparacao dos textos permite assumir que Descartes e Hume (A) defendem os sentidos como critério originario para considerar um conhecimento legitimo. (1B) entendem que é desnecessdrio suspeitar do significado de uma ideia na reflexao filosofica e critica, ((C) sao legitimos representantes do criticismo quanto a génese do conhecimento. ((D) concordam que conhecimento humano é impossivel em relacdo as ideias e aos sentidos. CE) atribuem diferentes lugares ao papel. dos sentidos no processo de obtencéo do conhecimento. 05. Na tradigao filosdfica em geral, desde os gregos, enfatizou-se ser livre, o que significa decidir e agir como se quer, sem determinagéo causal, seja exterior (ambiente em que se vive), seja interior (desejos, motivagdes psicolégicas, carater). Esta definicdo refere-se ao conceito de (A) liberdade absoluta. (8) anarquia. (C) autocontrole. (.D) dominio préprio. (E) vandalismo. 06. Sécrates, ao analisar a conéepgao de liberdade, imprime a esta concepcdo uma orientacdo (A) impositiva. (B) dominadora. (C) racionalista. (.D) emocional. (E) concreta. 07. Para Sécrates, virtudes - como a justica, a fortaleza, a temperanca, a prudéncia - dependem do conhecimento que temos delas, ou seja, agimos bem quando conhecemos a virtude e mal quando a ignoramos. A critica que se faz a essa posicao intelectualista de Sécrates é a de ter (A) desenvolvido seu pensamento em estruturas emocionais. (8) analisado somente o homem enquanto ser virtuoso. (©) desconsiderado a vontade humana. ((D) fundamentado seu pensamento em Apolo. (E) entendido a virtude enquanto caracteristica divina. SSAA / STE / CMCG 2014 ] McG ALUNO N°: NOME: TURMA: ‘SO Azevedo” 08. Segundo Sto. Agostinho, 0 sujeito age pela forca de sua vontade, "se a raz&o conhece, é a vontade Que decide e escolhe, o que caracteriza o voluntarismo da sua escolha”. Esta definicéo de Sto, Agostinho descrevendo a liberdade da indiferenca, refere-se ao conceito de (A) desejo. (B) escolha. (C)_vontade. (D) espiritualidade. (E) livre-arbitrio. 09. © mundo explicado pelo principio do determinismo & 0 mundo da necessidade, e no o da liberdade, Necessario significa tudo aquilo que tem de ser e ndo pode ser e nao pode deixar de ser. Nesse sentido, necessidade é 0 oposto de contingéncia (eventualidade), que significa “o que pode ser de um Jeito ou de outro”. Assim sendo, a teoria determinista descreve que (A) a existéncia depende da consciéncia. (8) 0 mundo é percebido pelos questionamentos humanos. (C) pensar significa existir. ((D) tudo que existe tem uma causa. (E) a ciéncia explica a existéncia. 10. No século XIX que 0 filésofo francés Augusto Comte (1798-1857), principal expoente da doutrina Positivista, fundou a sociologia, que ele chamava de fisica social. Desenvolveu a “lei dos trés estados”, segundo a qual o espirito humano teria passado por trés periodos, a saber: (A) Teolégico, Metafisico e o Positivo. (B) Intermitente, Constante e a Consolidativo, (C) Primario, Secundério e Terciario. ((D) Desenvolvimentista, Construtivista e Usual. (E) Inicial, Mediano e Conclusivo. 11. A Teoria Positivista defende a idela de que o conhecimento cientifico é a Unica forma de (A) descrever as atitudes humanas. (B) definir a sociedade luterana. (C) conhecimento verdadeiro. (D) ensinar como compreender o universo. (E) enxergar o mundo positivamente. SSAA / STE / CMCG 2014