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2016

Domine a Renda Fixa

O manual prático para investir em CDB, LCI,

LCA e Tesouro Direto

Aprenda nesse e-book minha estratégia pessoal para obter ótima rentabilidade em investimentos em CDB, Tesouro Direto, LCI e LCA, utilizando técnicas avançadas para formação de patrimônio de maneira consistente e segura.

Valter Ribeiro

Daxinvestimentos.com

técnicas avançadas para formação de patrimônio de maneira consistente e segura. Valter Ribeiro Daxinvestimentos.com

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Nenhuma parte deste livro digital, sem autorização prévia por escrito do autor, poderá ser reproduzida ou transmitida sejam quais forem os meios empregados: eletrônicos, mecânicos, fotográficos, gravação ou quaisquer outros.

DOMINE A RENDA FIXA

Autor: Valter Ribeiro

Ribeiro, Valter Domine a Renda Fixa / Valter Ribeiro. Rio Brilhante, MS : Ed. do Autor, 2016.

1.Educação Acadêmica. I. Título.

Nota do autor: Muito cuidado e técnica foram empregados na escrita deste livro. Contudo, alguns erros de digitação podem ocorrer.

Abraços a todos e boa leitura.

SUMÁRIO

Sobre o livro

5

1. Diferença entre renda fixa e variável

7

1.1. Renda Variável

7

1.2. Renda Fixa

10

2. Meus investimentos favoritos

14

2.1. LCI

15

2.2. LCA

17

2.3. CDB

18

2.4. Tesouro Nacional

20

3. Analisando rentabilidade e prazos em renda fixa

26

4. Como encontrar as LCIs, LCAs e CDBs mais rentáveis

30

5. Minha estratégia pessoal de formação de patrimônio

34

5.1. Quanto eu invisto?

35

5.2. Como me organizo?

37

5.3. Qual meu plano?

39

5.4. Qual o tempo para alcançar a liberdade financeira

42

5.5. Minha estratégia: LCI, LCA e CDB

45

5.5.1.

Risco dessa estratégia

48

5.6.

Minha estratégia: tesouro direto

49

5.6.1.

Protegendo o dinheiro da inflação

49

5.6.2.

Ganhando rentabilidade acima de 20% a.a. no tesouro

51

direto

5.6.3.

Risco dessa estratégia

54

5.7.

Resumindo tudo

55

P á g i n a

| 5

SOBRE O LIVRO

Olá, primeiramente gostaria de lhe agradecer por ter adquirido nosso livro digital. Isso mostra que você possui a principal característica necessária que diferencia o bom investir dos demais:

o interesse pelo conhecimento.

A intenção deste livro é fornecer, de maneira didática, o saber necessário para que você efetivamente domine as técnicas de investimentos em renda fixa com foco em CDBs, LCIs, LCAs e Tesouro Direto.

No mundo financeiro, informação é muito valiosa, de maneira que investir, sabendo-se exatamente o que está fazendo, separa os que obtêm ótimos resultados dos que conseguem resultados apenas satisfatórios.

Muitos não sabem, mas, somente com investimentos em renda fixa, é possível formar um patrimônio de grande vulto e, após alcançada essa situação, viver somente dos juros advindos do patrimônio formado.

Você já pensou nesse padrão de vida? Já imaginou viver tranquilamente e sem dependência de um emprego formal? Já imaginou ter completa

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liberdade financeira para realmente poder desfrutar da vida?

Então, isso é realmente possível e vou lhe mostrar neste livro como fazer.

Vamos lá então!

Valter Ribeiro

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1. DIFERENÇA ENTRE RENDA FIXA E VARIÁVEL

a

diferenciação entre investimentos em renda fixa e renda variável e a razão de os investimentos em renda fixa serem os meus preferidos.

Primeiramente,

vamos

fazer

Vou iniciar falando de como funcionam os investimentos em renda variável e, posteriormente, dar especial atenção ao foco do livro.

1.1. Renda Variável

Investimentos em renda variável são os que você não tem garantia de rentabilidade ou de perda, por isso o nome. Com eles, é possível obter ganhos muito maiores do que em renda fixa, contudo, também há possibilidade de perder todo o dinheiro investido.

Para deixar claro, como exemplo, vamos utilizar o investimento em ações, que é uma aplicação típica de renda variável. Vejamos:

a. Você compra 100 ações da Petrobrás na Bolsa de Valores por R$ 5,00.

b. As

da

empresa melhoram e as ações passam

situações

de

mercado

e

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| 8

de

semana.

R$

5,00 para

R$10,00 em uma

c. Você tem uma rentabilidade bruta de 100% em uma semana. Sim, em renda variável isso é possível.

d. Agora digamos que situações diversas de mercado e da empresa piorem e as ações da Petrobrás caiam para R$ 0,10 em uma semana.

e. Você teria uma perda de quase 100% também em uma semana. Sim, isso é possível em renda variável.

Claro que usei exemplos bastante exagerados, mas são ótimos para mostrar como esse tipo de investimento funciona. Os ganhos possíveis são ilimitados, mas as possibilidades de perda também são latentes.

Veja abaixo o exemplo real das ações da Petrobrás que, em 5/5/2015 valiam R$ 14,38 e, em 24/2/2016, valiam R$ 4,87.

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P á g i n a | 9 Logicamente, assim como houve grande desvalorização pode ocorrer

Logicamente, assim como houve grande desvalorização pode ocorrer uma grande valorização. O que você tem que entender é que não há garantia de alta ou baixa.

Muitos “especialistas” vão falar que conseguem “prever” quando uma ação vai subir ou cair, mas, na verdade, ninguém sabe. O que fazemos são prognósticos que podem ser confirmar, ou não.

Em razão disso, quem investe em renda variável deve estar constantemente ligado às informações de mercado visando acompanhar as tendências.

Para concluir, não estou aqui para lhe

dizer que não se deve investir em renda variável, o

que

esse tipo de

quero

deixar

claro

é

que

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| 10

investimento exige bem mais cuidado e atenção do que em renda fixa.

1.2. Renda Fixa

O investidor em renda fixa também não pode ser um completo alienado às condições de mercado. Contudo, esse tipo de investimento exige bem menos “dedicação integral” do que os em renda variável.

Investimentos em renda fixa são adequados para, principalmente, formação de patrimônio e renda, devido à sua menor volatilidade e segurança.

Importante notar que, mesmo em renda fixa, existem algumas aplicações nas quais você só saberá a rentabilidade efetiva no vencimento da aplicação. Ou seja, embora seja renda fixa, há certo grau de variância de rentabilidade.

Dividimo-los,

dessa

forma,

em

investimentos pré-fixados e pós-fixados.

Nos pré-fixados, o investidor, desde a aplicação, sabe exatamente quanto terá de rentabilidade naquele referido investimento. Se você

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aplica em uma LCI com rentabilidade pré-fixada de 15% ao ano, por exemplo, não importa a variação da inflação, taxa SELIC, CDI ou qualquer outro índice, sua rentabilidade será de 15% ao ano.

Esse tipo de investimento é adequado quando o investidor não pode correr qualquer tipo de risco (quer ter uma rentabilidade X garantida); quando considera que a rentabilidade oferecida pelo banco é alta; ou quando imagina que tal rentabilidade será maior do que uma pós-fixada.

Nos pós-fixados, a rentabilidade é atrelada a um índice específico, ou seja, o rendimento da aplicação depende do valor do referido índice.

Na maioria dos casos, o que se utiliza como índice é o CDI. Para saber mais sobre o que é CDI, leia meu post clicando aqui. Acho importante a leitura do post antes de prosseguir, para que você possa compreender melhor o que falarei mais à frente. Leu? Vamos lá então!

Se você aplica em uma LCI que rende 100% do CDI e tal índice ficar em 14,5% a.a., por exemplo, essa será sua rentabilidade exata. No mesmo exemplo, se você aplica em uma LCI que

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oferece 90% do CDI, ela renderia 13,05% a.a, que corresponde a 90% de 14,5.

Por essa razão, quando procuramos aplicações em renda fixa pós-fixadas, damos preferência às que ofereçam percentuais próximos ou acima de 100% do CDI. Nos próximos capítulos vou mostrar como encontrar aplicações em renda fixa com rentabilidade superior a 100% do CDI e como fazer seu patrimônio crescer assustadoramente fazendo uso da minha estratégia de investimentos.

Saliento, contudo, que o CDI é um índice variável que pode subir ou cair no período da sua aplicação, de forma que é impossível, no momento do investimento, saber quanto você terá de rentabilidade exatamente.

investimento pós-fixado é

recomendado, principalmente, quando você acredita que aquele índice irá se valorizar ou manter-se

estável.

O

Cito como exemplo a taxa SELIC. Em tempos de inflação alta, a tendência é que o Banco Central eleve tal taxa, visando encarecer o crédito e, com isso, controlar a alta dos preços. Por essa razão, nesse cenário, os investidores fazem grandes aportes

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| 13

em aplicações atreladas à SELIC, tendo em vista a maior possibilidade de variação positiva.

- Certo Valter, mas a maior parte dos investimentos em renda fixa que encontro são atrelados ao CDI e não à SELIC!

É verdade, mas o valor do CDI flutua ao redor (alguns décimos) da SELIC. A título de exemplo, no momento que escrevo este livro, a SELIC dos últimos doze meses foi de 13,74 enquanto o CDI foi de 13,73. Portanto, se a tendência da SELIC é de subir ou, no mínimo, manter-se igual, é provável que com o CDI ocorra o mesmo.

Além disso, existem investimentos em renda fixa que variam não só de acordo com o CDI, mas também com a própria SELIC, IPCA e outros índices, como você verá mais adiante.

P á g i n a

| 14

2. MEUS INVESTIMENTOS FAVORITOS

Praticamente todo grande investidor jamais possui o seu patrimônio totalmente aplicado em um só tipo de investimento. A orientação é sempre diversificar. Alias, mesmo eu, que sou apaixonado por renda fixa, recomendo que pelo menos uma parte de seu patrimônio esteja investida em renda variável.

Contudo, como o livro é sobre renda fixa, vou tratar apenas dos investimentos desse tipo aqui.

Existem outros além dos que tratarei a diante, mas concentro meu foco nos investimentos que domino e que dão certo para meu estilo. Gostaria de deixar claro que os outros investimentos não são “piores”, apenas não são meus favoritos. O importante é agir com foco e objetivo definidos.

Quando você chegar ao capítulo sobre minha estratégia de formação de patrimônio você vai entender melhor.

P á g i n a

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2.1. LCI

A Letra de Crédito Imobiliário LCI é um tipo de investimento que os bancos oferecem para, com as aplicações recebidas, disponibilizarem crédito imobiliário a seus clientes.

Quando você investe em LCI é como se você emprestasse dinheiro ao banco e esse emprestasse o dinheiro às pessoas que solicitam financiamento imobiliário.

Logicamente, a taxa de juros que os bancos cobram de quem solicita o empréstimo é maior do que a que nos pagam pelo investimento, tendo como “lucro” a diferença entre as taxas.

Financiamentos imobiliários têm, como garantia do empréstimo, o próprio imóvel financiado e, em razão disso, são considerados um dos créditos mais seguros para os bancos.

Isso contribui para tornar a LCI um dos investimentos mais seguros, também, para o investidor.

Além disso, todas as LCIs contam com a proteção do Fundo Garantidor de Crédito - FGC, até

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R$ 250.000,00 por CPF, ou seja, a mesma garantia da poupança.

Isso quer dizer que se você investe em uma LCI de qualquer banco, mesmo que esse banco venha a “quebrar”, o Fundo Garantidor de Crédito - FGC, até o limite de R$ 250.000,00, restituirá o valor investido.

Essa é uma informação importante, pois bancos menores normalmente oferecem LCIs bem mais rentáveis que os bancos maiores. Isso acontece porque o banco de “menos nome” precisa atrair investidores de alguma forma e a principal delas e disponibilizar investimentos mais atrativos.

Você pode estar pensando: mas investir em um banco menor não é arriscado? Essa é a importância da LCI possuir garantia do FGC. A garantia de até R$ 250.000,00 vale para qualquer LCI, de qualquer banco, de maneira que não importa onde seu dinheiro esteja investido, a garantia é a mesma.

Compreender bem esse conceito é salutar para que você consiga analisar melhor meu capítulo sobre como encontrar as melhores LCIs, bem

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| 17

como o capítulo sobre minha estratégia pessoal de investimentos.

Quanto aos impostos, a LCI tem o importante diferencial da não incidência de Imposto de Renda ou IOF, de maneira que a rentabilidade que você obtiver em uma LCI será líquida, ou seja, sem descontos. Na verdade, essa é sua principal vantagem.

Sobre a rentabilidade vou falar mais no capítulo sobre como encontrar os investimentos mais rentáveis.

2.2. LCA

As Letras de Crédito do Agronegócio LCAs - são investimentos por meio dos quais os bancos captam recursos para financiar o agronegócio. Funcionam como a LCI, apenas troque a parte que aquela é utilizada para financiamentos imobiliários e a LCA é usada para financiar o agronegócio.

Todas as outras características como garantia do FGC, isenção de imposto de renda e rentabilidade são iguais.

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são

praticamente a mesma coisa, por que investir nos dois? Os investimentos possuem lastro disponível, ou

não, em determinados períodos.

Então

Valter,

se

LCI

e

LCA

-

Por essa razão é interessante analisar ambas, pois, quando chegar o momento de investir, verifique, dentre as LCIs e LCAs disponíveis, qual possui melhor rentabilidade naquele momento. Dessa forma, você não fica dependente de um só tipo de investimento.

2.3. CDB

O CDB Crédito de Depósito Bancário, embora seja renda fixa como a LCI e LCA, possui algumas características distintas.

Incidência de Imposto de Renda e IOF nos saques anteriores há 30 dias são as principais diferenças.

- Oras Valter, então só há desvantagens em relação às LCIs e LCAs? Não.

Pensando

em rentabilidade,

por

exemplo, um CDB que renda 120% do CDI

é

um

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investimento mais atrativo que uma LCI que renda 90%, mesmo incidindo IR sobre o CDB.

Além disso, você pode encontrar CBDs com diversos prazos, investimentos mínimos, investimentos complementares etc, de maneira que, na hora de investir, existirão muito mais opções do que se você ficar restrito somente as LCIs e LCAs.

As instituições financeiras oferecem muito mais opções de CDB, principalmente para pequenos investidores, do que de LCA e LCI.

A título de exemplo, no momento em que estou escrevendo este livro, há somente uma opção de LCA no Banco do Brasil (Investimento mínimo de R$30.000,00), uma opção de LCI (Investimento mínimo de R$ 1.000,00) e cinco opções de CDB com investimentos mínimos que vão de R$ 500,00 a R$ 500.000,00.

mínimos que vão de R$ 500,00 a R$ 500.000,00.

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| 20

2.4. Tesouro Nacional

Outro tipo de investimento em renda fixa que gosto são os títulos do Tesouro Nacional. Na verdade, seria necessário outro livro para tratar corretamente do assunto, vou tentar aqui resumir o básico que você precisa para entender esse tipo de investimento.

Títulos do Tesouro Nacional são como os títulos dos bancos, com a diferença de que você investe “no governo”. Ou seja, se você aplica em um CDB, por exemplo, você empresta dinheiro a um banco; se você aplica em um título do Tesouro Nacional, você empresta ao governo.

Deixando de lado questões políticas e ideológicas, é mais fácil um banco quebrar que um país, não é mesmo? Por essa razão os títulos públicos são considerados investimentos seguros, mas não possuem garantia do FGC.

Títulos do Tesouro Nacional não são isentos de imposto de renda. A tabela é regressiva, ou seja, quanto mais tempo seu dinheiro ficar aplicado, menor o percentual de imposto de renda pago. Veja a tabela:

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| 21

P á g i n a | 21 Para aplicar em tais papéis, é necessário ter

Para aplicar em tais papéis, é necessário ter conta em algum banco/corretora de investimentos. Evidentemente, essas instituições cobram uma taxa sobre o serviço. Por essa razão, a taxa de administração cobrada pela corretora é um dos principais pontos a serem levados em consideração quando da escolha, já que influirá diretamente em sua rentabilidade.

Para elucidação, no momento que escrevo este e-book, a taxa de administração cobrada pelo Banco do Brasil é de 0,5%. Você acha baixa? Não é! Na corretora que invisto, por exemplo, a taxa é de 0,08%. Bem menor, não é mesmo?

O funcionamento é como uma renda fixa comum. Você aplica determinado montante, com uma taxa pré ou pós-fixada e, no vencimento do título, resgata o valor aplicado mais a rentabilidade, deduzido o imposto de renda e a taxa de administração da corretora.

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Importante frisar que no caso de um investimento pré-fixado você garante a rentabilidade caso deixe o valor aplicado até o vencimento do título. Caso você invista em um título que ofereça 15% a.a. de rentabilidade, por exemplo, deixando seu dinheiro investido até o vencimento, “faça chuva ou faça sol”, sua rentabilidade será essa.

- Certo Valter, caso eu precise resgatar o dinheiro antes do vencimento, o que acontece? Como os preços dos títulos são variáveis, você pode tanto ter lucro como ter prejuízo.

Ficou claro? Se você deixa o dinheiro investido até o final, a rentabilidade contratada é garantida, caso resgate antes, você tanto pode ter rentabilidade maior que a contratada, como pode ter prejuízo.

rentabilidade é

atrelada a um determinado índice, como a SELIC.

Assim se, por exemplo, você investir no Tesouro SELIC e a taxa do período for de 14% a.a., sua rentabilidade bruta será essa.

Nos

pós-fixados,

a

Assim,

cada

título

“comportamento” diferente.

disponível

tem

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| 23

Vamos

características:

aos

títulos

disponíveis

e

suas

Prefixados:

a.

A partir da folha 49 mostro minha estratégia para obter rentabilidades acima de 20% a
A partir da folha 49 mostro
minha estratégia para obter
rentabilidades acima de 20%
a a com este título

Tesouro Prefixado LTN É o mais simples dos títulos. Tem rentabilidade prefixada e vencimento determinado. Ou seja, você já sabe, no momento da aplicação, até quando terá que deixar seu dinheiro aplicado para receber a rentabilidade contratada. Resgatando-se antes, como já dito, a rentabilidade pode ser maior ou menor, dependendo do valor de mercado do título no momento do resgate.

b. Tesouro Prefixado com juros semestrais LTN-F Funciona como o LTN normal, com a diferença que a rentabilidade é “quebrada” por semestre e paga ao investidor. Deixando claro, não existe rentabilidade extra, a diferença é que você deixa de receber tudo de uma

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| 24

vez no vencimento do título, para receber parte da rentabilidade, semestre a semestre.

Pós-fixados:

a. Tesouro SELIC - LFT Funciona de maneira bem simples. Rende de acordo a taxa SELIC do período. Possui baixa volatilidade de preço, sendo indicado para quem não sabe exatamente quando precisará do dinheiro.

b. Tesouro IPCA + NTN-B (principal) Possui uma rentabilidade fixa (NTN) e uma variável (IPCA). IPCA é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor, conhecido popularmente como inflação. Assim, caso você aplique em um título desse tipo que ofereça 6% a.a. + IPCA e a inflação do período for de 8%a.a., você terá uma rentabilidade bruta de 14% (8+6).

c. Tesouro IPCA + com juros semestrais NTN-B Funciona como o anterior, com a diferença de pagar parte da rentabilidade a cada semestre e não tudo no final.

P á g i n a

| 25

 

Para

ver

os

títulos

disponíveis

no

momento,

acesse

o

sitio

do

Tesouro

Nacional:

Além disso, escrevi um artigo intitulado Como funciona o Tesouro Direto, nele especifico mais alguns pontos.

P á g i n a

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3. ANALISANDO RENTABILIDADE E PRAZOS EM RENDA FIXA

Certo, vamos entrar agora nos que eu acredito que sejam os principais pontos a serem analisados em investimentos em renda fixa.

Essa parte é importante, muita gente acha que existe resposta pronta para investimentos bons ou ruins, mas a verdade é que um investimento deve ser analisado dentro de um quadro específico, de uma necessidade ou objetivos determinados.

O que pretendo nesse capítulo é mostrar de maneira simples o que e como analisar um investimento para verificar se o mesmo se adéqua aos seus objetivos.

Vamos à análise item por item:

a. Rentabilidade: Quando se trata de rentabilidade, é interessante ter um parâmetro do que seria uma rentabilidade alta ou baixa. Logicamente, com renda fixa padrão, não devemos esperar lucratividades exorbitantes, mas sim, existe um parâmetro. A base que utilizamos é o CDI. Portanto, visamos aplicações que se aproximem ou superem o CDI.

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Importante frisar que o que deve ser levado em consideração é a rentabilidade líquida. O imposto de

renda é, normalmente, o item mais determinante na rentabilidade efetiva de um investimento. Vamos a um exemplo utilizando um investimento isento de IR (LCI) e um não isento (CDB) => Considerando o CDI de 14,13%, um CDB que ofereça 120% do CDI, em seis meses, terá uma rentabilidade líquida de 6,6%; já uma LCI que ofereça 100% do CDI renderá, no mesmo prazo, 6,83%. Ou seja, mesmo a rentabilidade bruta da

LCI sendo menor (100% contra 120%),

a rentabilidade líquida é maior,

devido a isenção do IR. Importante notar que a tabela de desconto do IR é regressiva, ou seja, quanto mais

tempo seu dinheiro ficar aplicado, menor será o desconto. No mesmo exemplo, considerando o prazo de 3 anos, a LCI renderia 48,66% enquanto o CDB renderia 51,79%. Fica claro, neste exemplo, uma das razões pelas quais sempre falo que não existe investimento

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Parâmetros pessoais, sem qualquer vinculação a dados financeiros ou econômicos.
Parâmetros pessoais, sem
qualquer vinculação a
dados financeiros ou
econômicos.

necessariamente bom ou ruim, depende dos objetivos e necessidades. No exemplo citado, caso o investidor precisasse do dinheiro no curto prazo, a LCI era um investimento melhor que o CDB, contudo, considerando o longo prazo, o CDB era mais rentável. Dessa forma, o prazo é um item a ser levado em consideração quando dá análise de um investimento, falarei dele mais a frente. Para terminar, ademais, disponibilizo a tabela que uso para analisar a qualidade de um investimento quanto a rentabilidade:

Acima de 110% do CDI

Ótimo

De 100% a 110% do CDI

Muito Bom

De 90% a 100% do CDI

Bom

De 80% a 90% do CDI

Aceitável

Abaixo de 80% do CDI

Ruim

b. Prazo: Normalmente este é um dos itens determinantes de rentabilidade. Investimentos com prazos maiores, em geral, oferecem melhores rentabilidades. Investir é como emprestar dinheiro para um banco. Para ele, banco, um prazo maior para

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“pagar o empréstimo” é mais atrativo e, por isso, ele oferece uma rentabilidade maior, visando estimular aplicações de longo prazo. Certo, o ponto de vista do banco está esclarecido, mas e o do investidor? Você deve ter claro o destino que deseja dar ao dinheiro investido. Se você não sabe quando precisará do dinheiro que vai ser aplicado, um investimento de longo prazo, mesmo que ofereça rentabilidade maior, não

é indicado, pois você não disporá do

montante se precisar dele antes do prazo. Caso o intuito da aplicação seja para uma aposentadoria, por

exemplo, não há razão para aplicar em investimentos de prazo curto, pois

a rentabilidade, em geral, será menor

e o IR, quando aplicável, será maior. Dessa forma, a análise do prazo depende dos seus objetivos na aplicação.

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4. COMO ENCONTRAR AS LCIS, LCAS E CDBS MAIS RENTÁVEIS

Certo, LCIs, LCAs e CDBs são oferecidos por diversos bancos em diversas corretoras. Em razão disso, muitas vezes não é fácil encontrar as melhores opções de investimento.

Vou frisar, de início, que você encontrará melhores rentabilidades em bancos menores e já explico a razão.

Bancos precisam de dinheiro; o dinheiro utilizado pelos bancos vem de seus clientes; bancos menores são menos conhecidos e, em geral, têm menos clientes; alguém deixaria de investir em um grande banco para investir em um pequeno caso a rentabilidade fosse igual em ambos? Claro que não.

Por esse motivo, para atrair clientes e, consequentemente, investimentos, os bancos menores oferecem investimentos com melhores rentabilidades, ou não teriam como concorrer com os bancos mais conhecidos.

E a confiança? Bem, como você já viu nos capítulos nos quais falei sobre esses investimentos, os mesmos possuem garantia do FGC e, portanto, tem a mesma segurança seja em qual banco for.

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Se você quer mesmo se tornar um grande investidor terá que “quebrar as amarras” com o banco no qual possui conta aberta. Se outro banco oferecer um investimento com taxa muito mais atrativa você não ter razão para não investir nele.

A maior parte dos bancos menores oferecem contas sem taxas de administração, alguns inclusive, com isenção de TED e DOC e, em sua maioria, tais contas podem ser abertas totalmente online, o que facilita muito o processo.

Feito esse esclarecimento, vou mostrar as ferramentas que uso para encontrar bons investimentos.

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