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Março, 2009

 Familiarizar o aluno com termos, definições e


simbologia.

 Difundir as normas técnicas sobre o assunto.

 Familiarizar o aluno com os procedimentos de


medição.
Componentes mecânicos?
Um erro (ou desvio) de forma corresponde à
diferença entre a superfície real da peça e a
forma geométrica teórica.

Tolerâncias
Geométricas
Classificação dos desvios de forma

Macrogeométricos Microgeométricos

Retitude, Circularidade, Rugosidade


Cilindricidade, Planeza, etc. superficial
Perfil Real da Peça
Erros de forma

 mau ajuste da máquina ferramenta


 imperfeições geométricas da máquina
 defeito nos mancais e nas árvores, etc.
 descuidos dos operador.
Ondulações

 erros nas guias da máquina ferramenta


 vibrações
 deformações da máquina ou da peça durante a
usinagem.
 Influência do tratamento térmico.
Rugosidade Superficial

Rugosidade

Ou textura primária: Sulcos ou marcas deixados pelo


agente que atacou a superfície durante a usinagem
(ferramenta de tornear, rebolo, etc.).
(Profundidade de corte e o avanço)

Rugosímetros (óticos, a laser ou eletromecânicos)


Importância do acabamento
superficial

O acabamento superficial é fundamental onde houver


desgaste, atrito, corrosão, resistência à fadiga,
transmissão de calor, propriedades óticas, escoamento de
fluidos e superfícies de medição (blocos-padrão,
micrômetros, paquímetros, etc.).
O acabamento superficial é medido através da
rugosidade superficial.

A rugosidade superficial é função do tipo de


acabamento, da máquina-ferramenta ou do
processo de fabricação utilizado.
A rugosidade superficial influencia diretamente as
características funcionais das peças, por estar
ligada a fatores como:
Resistência ao desgaste
Transmissão de calor
Resistência a fadiga
Lubrificação

Por ter uma incidência notável no custo de


fabricação das peças.
NORMAS

NBR ISO 4287 Set. 2002 “Especificações geométricas


do produto (GPS) – Rugosidade: Método do perfil –
Termos, definições e parâmetros da rugosidade”.

Objetivos:
Especificar termos, definições e parâmetros para a
determinação do estado da superfície.
NORMAS

NBR ISO 4288 Nov. 2008 “Especificações geométricas


do produto (GPS) – Rugosidade: Método do perfil –
Regras e procedimentos para avaliação de
rugosidade”.

Objetivos:
Especificar as regras para comparação dos valores
medidos com os limites de tolerância para parâmetros
de rugosidade de superfície.
Apresentar regras para seleção do comprimento de
onda cut-off (λc) (instrumentos por apalpação).
NORMAS

NBR 8404 “Indicação do estado de superfícies


em desenhos técnicos” Março 1984.

Esta Norma fixa os símbolos e indicações


complementares para a identificação do estado de
superfície em desenhos técnicos.
NORMAS

NBR ISO 12179 Ago. 2002 “Especificações


geométricas do produto (GPS) – Rugosidade:
Método do perfil – Calibração de instrumentos
de medição por contato (com sapata de
apalpação)”.
Superfície geométrica: Superfície real: Superfície
Superfície ideal prescrita que resulta do método
no projeto, na qual não empregado durante a
existem erros. fabricação da peça.
Superfície efetiva: Superfície que resulta da
medição.

Esta superfície poderá ser diferente quando


aplicados diferentes sistemas de medição.
Perfil geométrico: Interseção da superfície geométrica
com um plano perpendicular.
Perfil real: Interseção da superfície real com um plano
perpendicular.
Perfil efetivo. Obtido pela medição sem filtragem.

Rugosidade + ondulações
AGULHAS

2µm

Direção de Translação

2µm

Agulha Conesférica Agulha de Pirâmide Truncada

Geometria da Ponta da Agulha


Influência da Agulha

Ponta da Agulha- Efeitos da Ponta e da Forma


Raio da Ponta do Apalpador

Redução da amplitude aparente de irregularidades


muito próximas.
Ondulações ou textura secundária: É o conjunto das
irregularidades repetidas em ondas de comprimento
bem maior que sua amplitude. A freqüência destas
ondas é pequena.
Rugosidade superficial ou textura primária: É o
conjunto das irregularidades repetidas em ondas de
comprimento semelhantes à sua amplitude. As
freqüências destas ondas são bastantes elevadas.
Perfil efetivo. Obtido pela medição sem filtragem.

Rugosidade + ondulações

Filtros
Perfil de rugosidade. Obtido a partir do perfil efetivo,
após filtragem.
O comprimento de onda do filtro, chamado de cutt-off,
determina o que deve passar e o que não deve passar.
As ondulações e demais
O sinal da rugosidade
erros de forma
apresenta altas freqüências
apresentam sinais com
(pequenos comprimentos de
baixas freqüências (altos
onda)
comprimentos de
ondas).
Os rugosímetros utilizam filtros que deixam passar os
sinais de altas freqüência e eliminam os sinais de baixa
freqüências (Filtro Passa-alta).
Somente as freqüências maiores que um valor pre-
determinado são analisadas.

Freqüência pre-determinada – Cut-off

Os sinais com freqüências inferiores são eliminadas.


Perfil de rugosidade
Filtros
2.5 mm Cut-off
Amplitude de Rugosidade = 20µm
Comprimento de onda de Rugosidade = 0.25 mm

Amplitude de Ondulação = 24µm Comprimento de Onda de Ondulação


= 8.0 mm

Efeito do Filtro
Filtros
0.8 mm Cut-off

Amplitude de Rugosidade Comprimento de onda de Rugosidade


= 20µm = 0.25 mm Amplitude de Ondulação = 2µm

Comprimento de Onda de Ondulação


= 8.0 mm

Efeitos do Filtro
Sistemas de medição de rugosidade superficial

- Sistema da linha média M – Brasil, EUA,


Inglaterra, etc.

- Sistema da envolvente E – Alemanha e Itália.


Linha média

É definida como uma linha disposta


paralelamente à direção geral do perfil, dentro do
percurso de medição, de tal modo que a soma das
áreas superiores, compreendida entre ela e o
perfil efetivo seja igual à soma das áreas
inferiores.
Sistema da linha média

A1 + A 2 = A 3
Linha média
y

1
d =
1
∫ ydx L = N∆x d =
N
∑y i
L
Comprimento de amostragem (cut-off)

Lm
Lv L1 L2 L3 L4 L5 Ln

Lt

L1=L2=L3=L4=L5 - Comprimento de amostragem (cut-off)


Lv – percurso inicial
Ln – percurso final
Lm = L1+L2+L3+L4+L5 - Percurso de medição
Lt =Lv+Lm+Ln – percurso de apalpamento
Os sistemas de medição da rugosidade baseados
na linha média podem ser divididos em:
– Parâmetros de Amplitude: são determinados por
alturas dos picos, profundidades dos vales ou os
dois, sem considerar o espaçamento entre as
irregularidades ao longo da superfície.
– Parâmetros de Espaçamento: são determinados pelo
espaçamento do desvio do perfil ao longo da
superfície.
– Parâmetros Híbridos: são determinados pela
combinação dos parâmetros de amplitude e espaço.
NBR ISO 4287 Set. 2002. Simbologia

Parâmetros de amplitude (pico-vale) Símbolo


Altura máxima do pico do perfil Rp
Profundidade máxima do vale do perfil Rv
Altura máxima do perfil Rz
Altura média dos elementos do perfil Rc
Altura total do perfil Rt
NBR ISO 4287 Set. 2002. Simbologia

Parâmetros de amplitude (média das Símbolo


coordenadas)
Desvio aritmético médio do perfil avaliado Ra
Desvio médio quadrático do perfil avaliado Rq
Fator de assimetria do perfil avaliado Rsk
(skewness)
Fator de achatamento do perfil avaliado Rku
(kurtosis)
NBR ISO 4287 Set. 2002. Simbologia

Parâmetros de espaçamento Símbolo


Largura média dos elementos do perfil RSm

Parâmetros híbridos
Inclinação quadrática média do perfil R∆q
avaliado
NBR ISO 4287 Set. 2002. Simbologia

Curvas e parâmetros relacionados Símbolo


Razão material do perfil Rmr(c)
Curva da razão portante do perfil (Curva de Abbott
Firestone)
Diferença de altura na seção do perfil Rδc
Razão portante relativa Rmr

Curva de amplitude das alturas do perfil


NBR ISO 4287 Set. 2002. Simbologia

Parâmetros Símbolo
ELIMINADO
Altura dos dez pontos
como parâmetro
da ISO
NBR ISO 4288 Dez. 2008

Altura máxima do pico do perfil – (Rp)


Maior altura dos picos do perfil Zp no comprimento de
amostragem.
NBR ISO 4288 Dez. 2008
Profundidade máxima do vale do perfil (Rv)
Maior profundidade do vale do perfil no comprimento de
amostragem.
NBR ISO 4288 Dez. 2008
Altura máxima do perfil (Rz)
Soma da altura máxima dos picos do perfil Zp e a maior
das profundidades dos vales do perfil Zv, no comprimento
de amostragem.
NBR ISO 4288 Dez. 2008
Altura média dos elementos do perfil (Rc)
O valor médio das alturas dos elementos do perfil Zt no
comprimento de amostragem.

1 n
Rc = ∑ Zt i
m i =1
NBR ISO 4288 Dez. 2008
Altura total do perfil (Rt)

Soma das maiores alturas de pico do perfil Zp e das


maiores profundidades dos vales do perfil Zv no
comprimento de avaliação.
NBR ISO 4288 Dez. 2008
Desvio aritmético médio (Ra)

Média aritmética dos valores absolutos das ordenadas Z(x)


no comprimento de amostragem.

l
1
Ra = ∫ Z ( x ) dx
l 0
Z(x) – ordenada
l – número de ordenadas consideradas
Desvio médio aritmético – Ra

Ra
Limitações do Ra

Ra

Ra

Ra

Ra
NBR ISO 4288 Dez. 2008
Desvio aritmético quadrático (Rq)

Raiz quadrada da média dos valores das ordenadas, Z(x),


no comprimento de amostragem.
l
1
Rq = ∫
2
Z ( x )dx
l0
Z(x) – ordenada
l – número de ordenadas consideradas
Vantagens do Rq

11% maior que Ra, esta diferença é


importante em muitos casos.
Em superfícies onde a detecção de picos e
vales se torna importante mesmo quando
estes aparecem ao acaso, evidenciando-os
mais que o Ra, pois eleva ao quadrado o erro
acentuando-o.
NBR ISO 4288 Dez. 2008
Fator de assimetria do perfil avaliado (skewness) – (Rsk)

Quociente entre o valor médio dos valores das ordenadas


Z(x) e Rq ao cubo, respectivamente, no comprimento de
amostragem.

1 1 lr

Rsk = ∫0
3
3  Z ( x ) dx 
Rq  lr 
Z(x) – ordenada
l = – número de ordenadas consideradas

Fortemente influenciado por picos isolados ou vales


isolados.
NBR ISO 4288 Dez. 2008
Fator de achatamento do perfil avaliado (kurtosis) (Rku)

Quociente entre o valor médio dos valores das ordenadas


à quarta potência e o valor Rq à quarta potência
respectivamente no comprimento de amostragem.

1 1 lr

Rq = ∫0
4
4  Z ( x ) dx 
Rq  lr 
Fortemente influenciado por picos isolados ou vales
isolados.
Rku (Kurtosis)

Rku<3

Rku=3

Rku>3
NBR ISO 4288 Dez. 2008
Largura média dos elementos do perfil (RSm)
Valor médio da largura dos elementos do perfil, Xs, no
comprimento de amostragem.

m
1
RSm =
m
∑ Xs
i =1
i

O parâmetro RSm necessita de alturas e espaçamento


definidos. Quando não especificado, adotar a condição
padrão para a altura que é 10 % de Rz. O espaçamento
padronizado deve ser 1 % do comprimento de
amostragem. Ambas as condições devem ser satisfeitas.
NBR ISO 4288 Dez. 2008
Inclinação quadrática média do perfil avaliado R∆q
Raiz quadrada da média das inclinações, dZ/dX, no
comprimento de amostragem.
NBR ISO 4288 Dez. 2008
Curvas e parâmetros relacionados
NOTA - Todas as curvas e parâmetros relacionados são
definidos em relação ao comprimento de avaliação no
lugar do comprimento de amostragem, uma vez que isto
permite obter curvas e parâmetros relacionados mais
estáveis.

Razão material do perfil (Rmr(c))


Razão do comprimento material do elemento de um perfil
Ml(c) a um dado nível c do comprimento avaliado.

Ml (c )
Rmr =
ln
NBR ISO 4288 Dez. 2008
Curva da razão portante do perfil (Curva de Abbott
Firestone)

Curva que representa a razão do comprimento material


como uma função de nível.

NOTA - Esta curva pode ser interpretada como uma


amostra acumulativa da função probabilidade do valor da
ordenada Z(x), no comprimento de avaliação.
NBR ISO 4288 Dez. 2008
Curva da razão portante do perfil (Curva de Abbott
Firestone)
NBR ISO 4288 Dez. 2008
Diferença de altura na seção do perfil (Rδc)

Distância vertical entre o nível de duas seções para uma


dada razão portante.

Rδc = C ( Rmr1) − C ( Rmr 2)


Rmr1 < Rmr 2
NBR ISO 4288 Dez. 2008
Razão portante relativa
Razão portante determinada em uma seção do perfil a
uma altura Rδc, em relação à referência CO.
NBR ISO 4288 Dez. 2008
Curva de amplitude das alturas do perfil
Função densidade de probabilidade da amostra das
ordenadas Z(x) no comprimento de avaliação.
NBR ISO 4288 Dez. 2008

Conteúdo
 Regras e procedimentos para medição
utilizando instrumentos por apalpação.

 Medição de parâmetros de perfil de


rugosidade
- Perfis não-periódicos
- Perfis periódicos.
NBR ISO 4288 Dez. 2008

A confiabilidade da medição da rugosidade de


uma mesma superfície depende (exatidão):

- número de comprimentos de amostragem


dentro do comprimento de avaliação no qual o
valor individual do parâmetro de rugosidade é
obtido
- número de comprimentos de avaliação, ou
seja, o número de medições ao longo da
superfície.
NBR ISO 4288 Dez. 2008

Avaliação da rugosidade

 Inspeção por comparação

Comparação visual e táctil com superfícies de diferentes


acabamentos obtidas pelo mesmo processo de fabricação.
NBR ISO 4288 Dez. 2008

Avaliação da rugosidade

 Medição na superfície da peça

(nas partes onde, pela inspeção visual, valores críticos


podem ser esperados).
NBR ISO 4288 Dez. 2008

Quantas vezes medir?


NBR ISO 4288 Dez. 2008

Quantas vezes medir?


Quando o símbolo do parâmetro não contiver o sufixo
“max”, inicialmente, a superfície deve ser aceita e o
procedimento de ensaio interrompido, desde que:
 o primeiro valor medido não exceda 70 % do valor
especificado;
 os três primeiros valores medidos não excedam o
valor especificado;
 não mais do que um dos seis primeiros valores
medidos não excedam o valor especificado;
 não mais do que dois dos dozes primeiros valores
medidos não excedam o valor especificado.
NBR ISO 4288 Dez. 2008

Quantas vezes medir?

Quando o símbolo do parâmetro não contiver o sufixo


“max”, usualmente, pelo menos três medições devem
ser realizadas na parte da superfície onde os valores
mais altos são esperados.

Quando a superfície se apresentar homogênea fazer as


medições igualmente espaçadas.
NBR ISO 4288 Dez. 2008
Regras e procedimentos para medição utilizando
instrumentos por apalpação

Quando a direção de medição não é especificada, a peça


deve ser posicionada de forma que a direção da seção
corresponda aos valores máximos das alturas dos
parâmetros Ra e Rz. Esta direção deverá ser normal á
direção de usinagem da superfície a ser medida.

Para superfícies
isotrópicas, a direção
pode ser arbitrária.
NBR ISO 4288 Dez. 2008

Regras e procedimentos para medição utilizando


instrumentos por apalpação

1. Observar a superfície e decidir se o perfil de


rugosidade é periódico ou não-periódico.

Perfil de rugosidade não-periódico.

2. Estimar o parâmetro do perfil de rugosidade


desconhecido Ra, Rz, Rz1max ou RSm.

3. Estimar o comprimento de amostragem usando o


valor estimado dos parâmetros Ra, Rz, Rz1max ou
RSm.
NBR ISO 4288 Dez. 2008

Comprimento de amostragem (perfis não-periódicos).


Exemplo: Geralmente resultantes de: esmerilhamento,
retificação, alargamento, etc.

Ra (µm) Comprimento de Comprimento de


amostragem da avaliação da
rugosidade rugosidade (mm)
(mm)
(0,006) < Ra ≤ 0,02 0,08 0,4
0,02 < Ra ≤ 0,1 0,25 1,25
0,1 < Ra ≤ 2 0,8 4
2 < Ra ≤ 10 2,5 12,5
10 < Ra ≤ 80 8 40
NBR ISO 4288 Dez. 2008

Comprimento de amostragem (perfis não-periódicos).

Rz Comprimento de Comprimento de
Rz1max amostragem da avaliação da
(µm) rugosidade rugosidade (mm)
(mm)
(0,025) < Rz, Rz1max ≤ 0,1 0,08 0,4
0,1 < Rz, Rz1max ≤ 0,5 0,25 1,25
0,5 < Rz, Rz1max ≤ 10 0,8 4
10 < Rz, Rz1max ≤ 50 2,5 12,5
50 < Rz, Rz1max ≤ 200 8 40
NBR ISO 4288 Dez. 2008

Comprimento de amostragem (perfis periódicos e não-


periódicos).

Comprimento de Comprimento de
RSm (mm) amostragem da avaliação da
rugosidade rugosidade (mm)
(mm)
0,013 < RSm ≤ 0,04 0,08 0,4
0,04 < RSm ≤ 0,13 0,25 1,25
0,13 < RSm ≤ 0,4 0,8 4
0,4 < RSm ≤ 1,3 2,5 12,5
1,3 < RSm ≤ 4 8 40
NBR ISO 4288 Dez. 2008

Regras e procedimentos para medição (apalpação)


Perfil de rugosidade não-periódico.
3. Medir Ra, Rz, Rz1max ou RSm utilizando o
comprimento de amostragem estimado.
4. Comparar os valores medidos com a faixa de
valores das tabelas ao comprimento de amostragem
estimado.
Se os valores medidos estiverem fora da faixa de
valores para o comprimento de amostragem estimado,
selecionar no instrumento o respectivo comprimento
de amostragem superior ou inferior em função do
valor medido.
6. Medir novamente e comparar com os valores das
tabelas.
NBR ISO 4288 Dez. 2008

Regras e procedimentos para medição (apalpação)

Perfil de rugosidade periódico.

A- Estimar graficamente o parâmetro RSm da


superfície com rugosidade desconhecida.

Largura média dos elementos do perfil (RSm)


Valor médio da largura dos elementos do perfil, Xs, no
comprimento de amostragem.

m
1
RSm =
m
∑ Xs
i =1
i
NBR ISO 4288 Dez. 2008

Regras e procedimentos para medição (apalpação)

Perfil de rugosidade periódico.

A- Estimado o parâmetro RSm.

B- Determinar o valor do comprimento de onda cut-off


recomendado para o parâmetro por tabela.

C- Se necessário, medir o valor de RSm usando o


comprimento de onda cut-off determinado.

D- Comparar os valores medidos com a faixa de


valores das tabelas.
NBR ISO 4288 Dez. 2008

Regras e procedimentos para medição (apalpação)

Perfil de rugosidade periódico.

Se os valores medidos estiverem fora da faixa de


valores para o comprimento de onda cut-off estimado,
selecionar no instrumento o respectivo comprimento
de onda cut-off superior ou inferior em função do
valor medido.

Medir novamente e comparar com os valores das


tabelas.
Qual o melhor parâmetro?
Bibliografia

NBR ISO 4288 Nov. 2008 “Especificações


geométricas do produto (GPS) – Rugosidade:
Método do perfil – Regras e procedimentos para
avaliação de rugosidade”. Pp. 18.

NBR 6409 “Tolerâncias geométricas – Tolerâncias


de forma, orientação, posição e batimento -
Generalidades, símbolos, definições e indicações
em desenho” Maio 1997. pp19.
Bibliografia

NBR ISO 4287 Set. 2002 “Especificações


geométricas do produto (GPS) – Rugosidade:
Método do perfil – Termos, definições e
parâmetros da rugosidade”.
Hernandez, S.F. Metrologia dimensional. Capítulo
8. Determinação de errores de forma y posición.
P.282-319. Ciudad de la Habana. 1986.

Agostino, O.L.; Rodrigues, A.C.; Lirani, J.


“Tolerâncias, ajustes, desvios e análise de
dimensões. Capítulo 3. Tolerâncias geométricas,
p.113-220.
Tolerâncias geométricas de forma

 Tolerâncias de forma
 Tolerâncias de orientação
 Tolerâncias de posição
 Tolerâncias de batimento
Normas

NBR 6409 “Tolerâncias geométricas –


Tolerâncias de forma, orientação, posição e
batimento - Generalidades, símbolos, definições
e indicações em desenho” Maio 1997. pp19.

NBR 14699 “Desenho técnico - Representação


de símbolos aplicados a tolerâncias geométricas
- Proporções e dimensões” Maio, 2001.
NBR 6409
NBR 6409
As indicações necessárias são inscritas em um
retângulo, dividido em duas ou três partes.

Símbolo da característica Valor da tolerância

0,1

Símbolo da Valor da A ou as letras que permitem


identificar o elemento ou
característica tolerância
elementos de referência

0,1 A

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