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Meio: Imprensa Pág: 86

País: Portugal Cores: Cor

Period.: Mensal Área: 19,00 x 27,50 cm²

ID: 77328330 01-11-2018 Âmbito: Desporto e Veículos Corte: 1 de 4

O CONDUÇÃO
TECNOLOGIA RENAULT

RENAULT LIDERA
A NOVA MOBILIDADE
Para a Renault, liderar a mobilidade significa continuar a ter "os automóveis elétricos
com maior autonomia e, ao mesmo tempo, fazer evoluir os motores de combustão"
(gasolina e Diesel) - garante Christophe Kugler, CEO do Grupo Renault
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A DACIA É A MARCA PREFERIDA


POR AQUELES QUE PRIVILEGIAM
OS FATORES RACIONAIS

isão e empenho — Christophe tante lembrarmo-nos que começámos por ter SUVs de grandes
Kugler não hesita quando se dimensões, mais tarde chegaram propostas para o segmento C
trata de nomear as "forças" por e em seguida para o segmento B, como o Captur que foi o pri-
detrás do sucesso do Grupo Re- meiro e que é um sucesso enorme. A questão que se coloca ao
nault. "Temos três marcas com olharmos para o segmento A é se ele é suficientemente grande
um carácter bem vincado, como para ter uma derivação SUV. É fácil diversificar um segmento
é o caso da Renault, da Dada e da com volumes de venda significativos, o que não é o caso do seg-
Alpino. Lideramos a estratégia mento A. Não quero com isto dizer que não teremos um SUV
de eletrificação na qual estamos mais pequeno. A única coisa que digo é que as vendas do seg-
empenhados há dez anos e so- mento A são demasiado pequenas para uma diversificação da
mos, também, muito fortes nos oferta de carroçarias".
motores a gasolina e Diesel, que continuaremos a fazer evoluir Até porque isso significaria um esforço financeiro adicional
para dar aos nossos clientes a soluções tecnológicas mais avan- numa altura em que a marca está a fazer investimentos gigan-
çadas. Além disso, a mesma estrutura de engenharia que de- tescos na eletrificação, que é o pilar essencial para o futuro e
senvolve carros apaixonantes como o Alpine Ano ou o Renault que Christophe Kugler se recusa a dizer se já está a obter re-
Megane RS, satisfaz de forma cabal aqueles que na Dacia pro- sultados de exploração positivos. "É algo que nunca comen-
curam soluções racionais; a melhor relação preço/qualidade". tamos. Aquilo que me parece mais importante sublinhar é que
Mas o CEO da Renault promete que a história ainda agora co- estamos muito satisfeitos com a forma como as coisas estão a
meçou. E "puxa o filme atrás" para falar do Plano Estratégico decorrer, principalmente olhando para o facto de termos es-
2022, apresentado há um ano por Carlos Ghosn, para enqua- tado sempre na liderança da eletrificação. Têm sido dez anos
drar o passo seguinte: a liderança da eletrificação do mercado muito excitantes a liderar algo que é o futuro desta indústria,
chinês, "cujo sucesso vai influenciar aquilo que se vai passar a como fica claro pelo facto de serem cada vez mais os constru-
seguir no resto do Mundo". É por isso que a Renault está tão tores que se estão a juntar a esta solução de mobilidade em que
fortemente comprometida com a China. Ao ponto de ter aca- apostámos numa altura em que havia muitas dúvidas. Nós as-
bado de anunciar o desenvolvimento de um SUV elétrico do sumimos a dianteira e por isso estamos a tirar daí bons frutos".
segmento A exclusivamente, para já, para aquele que é o maior Frutos que são fundamentais para todo o negócio e para o fu-
mercado mundial. "No âmbito da Aliança, criámos uma nova turo, como refere o líder da Renault para o mercado europeu.
empresa, a e-GT, que desenvolveu o K-ZE, de acordo com os "Quando se está na linha da frente criamos coisas que são mui-
regulamentos e necessidades específicas da China, não exis- to importantes. Como a formação das equipas, ou oferecer so-
tindo, por agora, qualquer intenção de o trazer para a Europa". luções novas para os nossos clientes, que ficamos a conhecer
Até porque, para a Renault, não é claro que o mercado europeu melhor. Criamos um ecossistema com um conjunto vasto de
necessite de um SUV mais pequeno do que o Captur. "É impor- intervenientes que mudam completamente o nosso potencial
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O CONDUÇÃO
T ECNOLOGIA RENAULT

Christophe O CLIO. O CAPTUR E O MEGANE TERÃO


Kugter VERSÕES HÍBRIDAS. PORÉM. A RENAULT
GEO DO GRUPO CONTINUARÁ A TER MOTORES DIESEL
RENAULT

dc negócio. É por isso que podemos dizer que estamos hoje Percebemos que muitos dos que sempre tiveram carros Diesel,
numa posição privilegiada, pois adquirimos um conheci mento por causa da economia, já não querem essa solução, devido às
mais profundo em áreas essenciais para o futuro". questões ambientais e estão cada vez mais curiosos sobre as
motorizações híbridas. Por isso, a aposta nos plug-in, mesmo
HÍBRIDOS FAZEM PARTE DA ELETRIFICAÇÃO sabendo que muitos clientes vão acabar por optar por soluções
Um futuro que, para a Renault, assentará em quatro pilares: l00% elétricas, quando perceberem que as autonomias de 300
Conectado, Autónomo, Partilhado e Elétrico. Quatro verten- quilómetros já preenchem cabalmente as suas necessidades".
tes, bem visíveis, por exemplo, no "concept-car" EZ-Ultimo, Kugler confirma que os híbridos não estavam, de início, nos
revelado no Salão de Paris. Mas talvez porque o carro-robot, planos da Renault, "porque o desenvolvimento daquela que foi
como é definido, pode parecer uma abordagem algo longínqua, a primeira gama de carros t00% elétricos obrigou a enormes
Kugler aponta como exemplo o Zoe, defenindo-o como "a so- esforços. Agora podemos olhar noutras direções". Mas essa
lução perfeita para as novas soluções de mobilidade e a melhor não é a única explicação. Ao juntar-se à Aliança Renault-Nis-
prova disso é o facto de cada vez mais empresas de carsharing san, a Mitsubishi trouxe um importante conhecimento no do-
virem ter connosco. Estas empresas preferem soluções l00% mínio dos híbridos. "A Mitsubishi tem uma enorme competên-
elétricas, com uma autonomia de referência, bastante espaço e cia nesta matéria; eles são muito bons e isso abriu-nos novas
conforto. O Zoe responde de maneira exemplar a este caderno possibilidades. Afinal, somos agora uma grande família em que
de encargos e é por isso o líder nas plataformas de partilha, comcada um partilha o melhor que tem".
mais de soo° carros nas ruas das principais cidades europeias".
Com uma já longa experiência em diversas áreas do negócio APOSTA NO DIESEL É PARA MANTER
automóvel e em várias zonas do Mundo, o homem que lide- E todos têm coisas excelentes. Se o Renault Kadjar beneficiou
ra a Renault na Europa diz-se "fascinado com o momento dc da experiência do Nissan Qashqai e se o contributo da Mitsu-
mudanças aceleradas que o automóvel e a mobilidade conhe- bishi com a tecnologia híbrida é reconhecido, não menos im-
cem" e, principalmente, com os novos desafios que se colocam portante é a experiência da Renault nos motores Diesel e gaso-
todos os dias. Talvez por isso, é-lhe fácil descobrir estímulos lina. A este respeito, Kugler deixa a garantia de que a Renault
e pontos positivos mesmo em situações que poderiam pare- não pensa abandonar os motores de combustão, sublinhando
cer verdadeiras catástrofes, como é o caso da situação criada que o futuro não será apenas eletrificado, não haverá um só
ao redor do Diesel, traduzida numa acelerada quebra da pro- combustível, antes iremos assistir à coexistência de diferentes
cura. "Obrigou-nos a ser criativos e, sobretudo, fez com que soluções. "O Diesel é uma tecnologia em que somos muito for-
acelerássemos a nossa estratégia de eletrificação, alargando-a tes e mesmo sabendo que, por exemplo, no caso dos veículos
para lá dos veículos mo% elétricos. Carlos Ghosn incluiu no comerciais já temos uma grande presença com o Kangoo e com
nosso Plano Estratégico 2022 a hibridização, anunciando que o Master, estamos conscientes de que há situações em que o
teremos o Clio e-Tech Hybrid, bem como o Capture o Megane Diesel é insubstituível, como é o caso das longas distâncias. Por
e-Tech Plug in Hybrid. isso, nos veículos comerciais continuaremos a disponibilizar
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uma oferta Diesel, o mesmo acontecendo entre os ligeiros de


passageiros. A oferta será simplificada mas muito forte; capaz
CONECTADO,
de responder a quem faz muitos quilómetros. Vamos reduzir AUTÓNOMO,
em so% a nossa gama Diesel mas continuaremos lá".
Sem se comprometer com um "mix" dessa oferta Kugler asse- PARTILHADO E
gura que esse é um desafio enorme para os construtores "pois
vai obrigar-nos a ser muito flexíveis. Temos que ser capazes de ELÉTRICO - A VISÃO
produzir, a cada momento, aquilo que os clientes procuram.
Estamos a investir muito na flexibilização da produção, demos
DA MOBILIDADE
passos muito significativos nos últimos tempos e acredito que DO FUTURO ESTÁ
este será um dos nossos principais fatores competitivos".
Neste contexto de flexibilização e de adequação da oferta à CLARA PARA
procura, Christophe Kugler atribui um papel central ao novo
motor de quatro cilindros a gasolina, com 1,3 litros de cilin- A RENAULT
drada, desenvolvido cm parceria com a Daimler. "É um motor
muito importante para nós, pois responde àquiló que os clien-
tes querem: excelentes consumos e baixas emissões, uma boa
utilização e uma excelente resposta. Por isso mesmo vamos
colocá-lo em praticamente toda a gama".
Para além da Renault, também a bacia poderá vir a dispor des-
te motor numa demonstração de que estão a ficar para trás os
tempos em que a marca de origem romena tardava a receber
as novidades tecnológicas do grupo. Algo que, afinal, "nunca
preocupou os clientes bacia que valorizam primeiro a quali-
dade e a relação custo/benefício. Há cada vez mais clientes que
colocam no topo das prioridades os aspetos racionais e esses
estão plenamente satisfeitos coma bacia. Testemunho disso
é o crescimento das vendas e da penetração da marca em prati-
camente todos os mercados. Quanto aos que preferem deixar-
-se levar pela paixão, os olhos de Kugler brilham quando fala da
Alpine: "É para mim um privilégio conduzir os destinos destas
três marcas porque cada uma delas tem o seu próprio território
perfeitamente definido. No que diz respeito à Alpine, temos
atualmente mais de sono encomendas (mais do que a capa-
cidade de produção de um ano) porque as pessoas testaram o
carro e ficaram encantadas com a condução e com o facto de
terem encontrado o ADN que esperam de um Alpine. Há uma
história por trás da Alpine e ela está reproduzida no Ano. Na
agilidade, na resposta, na condução, em tudo. Estamos muito
contentes com o sucesso que estamos a ter". O

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