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2ª Parte

Expansão Adiabática de Gases

Um diagrama de pressão versus volume do experimento pode ser obtido,


expresso na figura X. A transformação (1→3) deve ser dividida em outras duas etapas
para um melhor entendimento do processo. Uma etapa adiabática, representada por
(1→2), além também de outra etapa isovolumétrica que é representada pelo caminho
(2→3). A etapa adiabática representa a variação da pressão com o volume quando
um gás se expande adiabaticamente. É válido observar que a pressão tem uma queda
maior numa adiabática do que numa isoterma, pois há uma diminuição da
temperatura no sistema.

Figura X. Diagrama pressão versus volume

Os pontos p1, p2 e p3 que representam as pressões do diagrama possuem


correspondências com os procedimentos realizados durante o experimento. O ponto
p1 é equivalente à pressão obtida quando se injeta o gás (ar) no garrafão e atinge o
equilíbrio. Fazendo-se a leitura da altura no manômetro, e utilizando-se da equação
(x), a p1 é obtida.

𝒑𝒕𝒐𝒕𝒂𝒍 = 𝒑𝒂𝒕𝒎 + 𝒑𝒉𝒊𝒅𝒓𝒐𝒔𝒕á𝒕𝒊𝒄𝒂

𝒑𝒉𝒊𝒅𝒓𝒐𝒔𝒕á𝒕𝒊𝒄𝒂 = 𝝆 ∗ 𝒈 ∗ 𝒉
Dados:

𝝆 = 1000 kg/m3

𝒈 = 9,807 m/s2

A expansão adiabática do gás (ar) foi realizada abrindo o garrafão de


forma momentânea, e fechando logo em seguida. Assim, a pressão p2 é a pressão
atmosférica obtida através do site do Simepar. Nesse caso, como é estabelecida
como uma mudança de estado adiabática, se não há escoamento de calor durante
uma mudança de estado, dQ = 0. Experimentalmente, podemos nos aproximar desta
condição envolvendo o sistema com uma camada de material isolante ou mantendo-
o dentro de uma garrafa onde há vácuo entre a parede interna e a externa. Sendo o
primeiro princípio da termodinâmica (equação x) para uma mudança de estado
adiabática, como dQ = 0, o primeiro princípio fica dU = -dW.

𝐝𝐔 = 𝐝𝐐 + 𝐝𝐖

Ou para uma mudança de estado finita, ΔU = -W. Assim, W = -ΔU, o que


significa que o trabalho W é produzido à custa da diminuição da energia interna do
sistema.

A diminuição de energia num sistema é evidenciada quase que somente por


uma diminuição de temperatura do sistema, portanto se trabalho é produzido numa
mudança de estado adiabática, a temperatura do sistema cai (T1 → T2), sendo a
temperatura T1 a temperatura ambiente.

Já era de se esperar um abaixamento de temperatura, pois, como há trabalho


sobre as vizinhanças, a energia interna do gás deve diminuir, por isso, sua
temperatura se reduz. Em termos moleculares, há diminuição da energia cinética das
moléculas do gás em virtude do trabalho realizado, a velocidade média das moléculas
diminui e, consequentemente, a temperatura cai.

A etapa adiabática representa a variação da pressão com o volume quando um


gás se expande adiabaticamente. É válido observar que a pressão tem uma queda
maior numa adiabática do que numa isoterma, pois há uma diminuição da
temperatura no sistema.
Tratando-se o gás trabalhado (ar), como uma composição de 78 % de nitrogênio (N2)
e 21 % de oxigênio (O2), como um gás perfeito, podemos ter conhecimento do
coeficiente adiabático (γ) através do experimento de Clément e Désormes. O
coeficiente de expansão adiabático é definido como a razão entre a capacidade
calorífica à pressão constante e a capacidade calorífica à volume constante.

𝛄 = 𝐂𝐩/𝐂𝐯

Figura 1 BLABLABLABLABLA

Tabela 1. BLblblablavla

Medidas h1/m h3/m p1/Pa p3/Pa ᵞ


1 0,710 0,180 99483 94285 1,35
2 0,730 0,209 99679 94570 1,42
3 0,670 0,239 99091 94864 1,57
4 0,762 0,277 99993 95237 1,59
5 0,710 0,298 99483 95442 1,75
6 0,759 0,283 99964 95295 1,62
7 0,750 0,244 99875 94913 1,50
8 0,763 0,337 100003 95825 1,82
9 0,740 0,344 99777 95894 1,90
10 0,762 0,221 99993 94687 1,42
Média 99734,03 95101 1,60
Desvio
Padrão 287,0018 503,5452831 0,17313
𝐩𝟏
𝐥𝐧 (𝐩𝟐)
𝛄=
𝒑𝟏
𝒍𝒏(𝒑𝟑)

𝒑𝒕𝒐𝒕𝒂𝒍 = 𝒑𝒂𝒕𝒎 + 𝒑𝒉𝒊𝒅𝒓𝒐𝒔𝒕á𝒕𝒊𝒄𝒂

𝒑𝒉𝒊𝒅𝒓𝒐𝒔𝒕á𝒕𝒊𝒄𝒂 = 𝝆 ∗ 𝒈 ∗ 𝒉

Dados:

𝝆 = 1000 kg/m3

𝒈 = 9,807 m/s2

Sendo a pressão atmosférica (p2) obtida via o site do Simepar (92520 Pa). A
temperatura (T1) sendo a temperatura ambiente no momento da realização do
experimento, a qual marcou 17.0°C.

De acordo com o experimento realizado, a média do coeficiente adiabático


obtido foi de 1.60. Comparando-se com a literatura, na qual o coeficiente adiabático
para gases diatômicos é de γ=7/5, como no caso do oxigênio e nitrogênio que
constituem maior porcentagem do ar, foi obtido um valor um pouco fora do esperado.
Fica evidente

Logo o erro percentual relativo pode ser obtido pela seguinte equação:

(γ𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑜 − γ𝑒𝑥𝑝𝑒𝑟𝑖𝑚𝑒𝑛𝑡𝑎𝑙 )
𝐸𝑟𝑟𝑜 % = ∗ 100%
γ𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑜

(1,4 − 1,6)
𝐸𝑟𝑟𝑜 % = ∗ 100% = −14%
1,4

Comparação do erro obtido para gama, visto q é gás diatômico n2 o 2 cerca


de 1,4 seria o certo
Em processos adiabáticos reversíveis os gases ideais obedecem à equação de
estados especiais, envolvendo o coeficiente adiabático ( = Cp/Cv), o qual assume
o valor de 5/3 para gases ideais monoatômicos e 7/5 para gases ideais diatômicos.
Esta equação é : pi·Vi = pf·Vf, onde pi e Vi são pressão e volume iniciais e pf e Vf a
pressão e volume finais. Neste tipo de transformação a temperatura também muda,
pois a expansão ocorre à custa da energia interna do gás, haja vista que o sistema
não troca calor com a vizinhança.

Em processos adiabáticos reversíveis os gases ideais obedecem à equação de estados especiais,


envolvendo o coeficiente adiabático ( = Cp/Cv), o qual assume o valor de 5/3 para gases ideais
monoatômicos
e 7/5 para gases ideais diatômicos.

Esta equação é : pi·Vi


= pf·Vf
, onde pi e Vi são pressão e volume iniciais e pf
e Vf a pressão e volume finais. Neste tipo de transformação a temperatura também muda, pois a
expansão
ocorre à custa da energia interna do gás, haja vista que o sistema não troca calor com a vizinhança
**Castellan 131, 132, 133

**Castellan

pode ser representada pelo seguinte diagrama p versus V.

Em processos adiabáticos reversíveis os gases ideais obedecem à equação de


estados especiais,
envolvendo o coeficiente adiabático ( = Cp/Cv), o qual assume o valor de 5/3
para gases ideais monoatômicos
e 7/5 para gases ideais diatômicos. Esta equação é : pi·Vi
= pf·Vf
, onde pi e Vi são pressão e volume iniciais e pf
e Vf a pressão e volume finais. Neste tipo de transformação a temperatura também
muda, pois a expansão
ocorre à custa da energia interna do gás, haja vista que o sistema não troca calor
com a vizinhança.
Clément e Désormes (1812) desenvolveram um método para determinar o
coeficiente adiabático de
um gás, quando este é considerado gás ideal. O método consiste em introduzir o
gás em um garrafão, com
volume aproximado de 20 litros, provido de medidor de pressão e uma saída
controlável. Esse gás é injetado
até certa pressão maior que a atmosférica. Aguarda-se alguns instantes até que o
gás entre em equilíbrio
térmico com o garrafão e, em seguida, abre-se o sistema de forma que o gás
escape rapidamente, para a
pressão atmosférica. Essa expansão deve ser tão rápida que se possa considerá-la
adiabática, provocando o
consequente resfriamento do gás. Ao se considerar um tempo maior, o gás aquece
até atingir a temperatura
original. Logo, como o registro controlável está fechado, a pressão aumenta até um
valor superior à externa.
Esta transformação (1 3) pode ser dividida em duas etapas, uma adiabática e
uma isovolumétrica, a qual
pode ser representada pelo seguinte diagrama p versus V

Procedimento Experimental
- Meça a temperatura e a pressão ambiente.
- Introduza o gás (ar) no garrafão, contendo sílica-gel, através da pera de borracha e
feche a torneira do tubo
quando o sistema atingir uma pressão adequada (uma coluna de +/- 30 cm).
- Espere algum tempo (+/- 1 min) para que o sistema alcance o equilíbrio.
- Após o equilíbrio faça a leitura da pressão (p1) no manômetro.
- Faça a expansão adiabática do gás (ar), desarrolhando o reservatório
momentaneamente, e arrolhando-o
logo em seguida. A pressão do ar cai então para p2 (pressão atmosférica), com uma
rapidez que não permite
trocas de calor, consequentemente há uma diminuição da temperatura.
- Após o fechamento do reservatório, inicia-se a etapa isovolumétrica. A massa de
ar no reservatório absorve
calor do ambiente, e uma nova pressão p3 pode ser lida após o sistema atingir o
equilíbrio (após 2 minutos).
- Use os três valores de pressão obtidos anteriormente, e calcule :
- Repita este procedimento umas dez vezes.
Algumas orientações e questões para o relatório
- Quais as possíveis fontes de erros que podem ter ocorrido durante os
experimentos? Você tem ideia de como
evitá-los? Calcule o erro percentual.
- Qual é o valor esperado para o coeficiente de expansão adiabática do ar? Lembre-
se que o ar é constituído
em sua maior parte de nitrogênio e oxigênio, dois gases diatômicos.
- Se a umidade do ar estiver alta, e não tiver sílica-gel no garrafão, o coeficiente de
expansão térmica muda?
Justifique.
- Explique o que acontece com o ramo do manômetro ligado ao garrafão logo
após a expansão adiabática.

Atkins 43

Neste experimento, o escape do gás tem sido descrito no contexto de um sistema


fechado. Introduziram-se fronteiras imaginárias e deduziram-se equações que —
argumenta-se —, se aplicam apenas à parte do gás que permanece no recipiente
após a rolha ter sido recolocada.

A reversibilidade foi questionada por Bertrand e McDonald,6 porque a expansão do


gás ocorre contra a atmosfera, cuja oposição é constante. A reversibilidade exige
pressão opositora variável. Por isso, eles apresentaram uma nova proposição. A
politropia (troca de calor entre um sistema termodinâmico e sua vizinhança favorecida
pela imperfeição do isolamento térmico) é quase um corolário da imposição da
reversibilidade, a qual exige lentidão. Em contrapartida, lentidão favorece troca de
calor, que, no presente caso, é fonte de erro.
Os aspectos que fazem do experimento de Clement-Desormes objeto de revisão
são: o escape do gás; a reversibilidade da expansão de um gás contra a atmosfera

Enche-se um recipiente grande (20 L) de parede grossa (6 mm) com um gás numa
pressão, P1, maior que a pressão atmosférica, Patm. Aguarda-se o equilíbrio
térmico. Abre-se e fecha-se rapidamente (1 s) o recipiente, de modo que as
pressões interna e atmosférica se igualem, P2 = Patm. O gás se resfria, pois a
parede grossa, além de um gargalo largo (50 mm), minimiza a troca de calor e o
tempo entre o abrir e o fechar. O final desta expansão encerra o primeiro processo.
e inicia o segundo. Incontinenti, monitora-se a pressão interna, que aumenta
paulatinamente. O aumento isocórico (volume constante) da pressão no sistema
fechado demonstra que a vizinhança está mais quente que o gás. Após equilibrar-
se, a pressão do recipiente é P3. A Tabela 1 resume os estados do gás e define
os processos “1” e “2”.

Tabela 1. Descrição dos estados do gás no recipiente ao longo do experimento de


Clement-Desormes. Tamb representa a temperatura da vizinhança. A quantidade
do gás, n, e o volume, V, em qualquer dos estados, não costumam ser
determinados experimentalmente. O processo 1 é considerado adiabático. O
processo 2 é isocórico, cuja irreversibilidade é irrelevante para as questões
tratadas neste trabalho

CASTELLAN, Gilbert William. Fundamentos de físico-química. Rio de Janeiro, RJ:


LTC, c1986. xx, 527 p. ISBN 9788521604891.

ATKINS, P. W.; PAULA, Julio de. Físico-química. 8. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC,
2008. 2 v. ISBN 9788521616009 (v.1).

BALL, David W. Físico-química. São Paulo, SP: Pioneira Thomson Learning, 2005-
2006. 2 v. ISBN 8522104174 (v. 1).

http://www.simepar.br/prognozweb/simepar/dados_estacoes/25264916

PONTOS IMPORTANTES a temperatura também muda, pois a expansão


ocorre à custa da energia interna do gás, haja vista que o sistema não troca calor com a vizinhança.

O método consiste em introduzir o gás em um garrafão, com


volume aproximado de 20 litros, provido de medidor de pressão e uma saída controlável. Esse gás é
injetado
até certa pressão maior que a atmosférica. (10 vezes)

Aguarda-se alguns instantes até que o gás entre em equilíbrio


térmico com o garrafão e, em seguida, abre-se o sistema de forma que o gás escape rapidamente,
para a
pressão atmosférica. Essa expansão deve ser tão rápida que se possa considerá-la adiabática
(POSSÍVEL ERRO, POIS A ABERTURA FOI FEITA DE FORMA EXTREMAMENTE RAPIDA, NÃO
POSSIBILITANDO A SAÍDA DE GÁS NECESSÁRIA). provocando o
consequente resfriamento do gás.
Ao se considerar um tempo maior, o gás aquece até atingir a temperatura
original. AMBIENTE (T1)

Logo, como o registro controlável está fechado, a pressão aumenta até um valor superior à
externa.

- Quais as possíveis fontes de erros que podem ter ocorrido durante os experimentos? Você tem
ideia de como
evitá-los? Calcule o erro percentual. OK

Esta transformação (1 3) pode ser dividida em duas etapas, uma adiabática e uma isovolumétrica,
a qual
pode ser representada pelo seguinte diagrama p versus V.

Na primeira etapa (1 2), adiabática, temos que p1/p2 = (V2/V1) e na segunda etapa (2 3),
isovolumétrica, p2/p3 = T2/T1. A mesma transformação (1 3) pode ser imaginada ocorrendo de
forma
isotérmica (isto é, durante a transformação o gás troca calor com o meio de forma que sua
temperatura
permanece constante), assim p1/p3 = V2/V1. Substituindo a última equação na primeira temos que
(p1/p2) = (p1/
p3) ou = ln(p1/p2)/ln(p1/p3). Assim medindo-se p1, p2 e p3 têm-se condições de determinar o
coeficiente de
expansão adiabática de um gás.