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Faculdade de Ciências

Departamento de Ciências Biológicas

Biologia Aplicada

Botânica Aplicada

Trabalho Independente

Espécies vegetais comercializadas no mercado de Museu e


Supermercado Premier Super Spa

Discentes: Docentes:

Edmilson Simango dra. Filomena Barbosa

Emídio Nhavoto dra. Delfina Hlashwayo

Kassia Macassa

Nique Nhatsave

Maputo, Dezembro de 2017


Espécies vegetais comercializadas no mercado de Museu e
Supermercado Premier Super Spa

Índice pag.
1. Introdução ........................................................................................................................... 3

2. Objetivo 2.1. Geral ............................................................................................................. 5

2.2 Específicos ....................................................................................................................... 5

3. Área de estudo .................................................................................................................... 6

4. Metodologias ...................................................................................................................... 6

5. Resultados ........................................................................................................................... 7

6. Discussão .......................................................................................................................... 11

7. Limitações e Recomendações ........................................................................................... 13

8. Conclusão ......................................................................................................................... 14

9. Referência bibliográfica ................................................................................................... 15

10. Anexos .......................................................................................................................... 16

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Espécies vegetais comercializadas no mercado de Museu e
Supermercado Premier Super Spa

1. Introdução

A história da agricultura remonta a cerca de 10.000 anos, quando as mulheres das culturas
ainda nómades perceberam que as sementes despejadas apos o consumo de frutos germinavam,
possibilitando novas colheitas; com isso houve transição de uma cultura nómade à sedentária.
Actualmente os hábitos alimentares interferem na cultura e nas economias locais (Callegaro,
2013).

Em todas as sociedades, as actividades económicas costumam caracterizar-se pela


especialização e pela troca. Com a especialização da produção, torna-se necessário realizar
trocas de bens e serviços entre indivíduos, empresas, regiões e países. As sociedades com
especialização e troca de bens e ser viços atingem maior nível de produção, e sua população
tende a desfrutar de um melhor padrão de vida quando comparadas a sociedades primitivas
auto-suficientes (Waquil et al., 2010).

A rede de comercialização moçambicana para hortícolas é constituída por comerciantes


informais (mercados municipais, mercados suburbanos, barracas e vendedores ambulantes) e
comerciantes formais (mercearias e supermercados), importadores (“mukheristas” e
supermercados) e exportadores (que em muitos casos são vendedores ambulantes). O mercado
interno caracteriza-se por baixo poder de compra geral e grande incidência da actividade de
uma forma quase integralmente “informal” (Haber et al., 2015). Um dos principais desafios
dos mercados no geral é garantir a segurança dos alimentos. Este aspecto é essencial para
proteger a saúde humana e melhorar a qualidade de vida (Alves, 2014).

Actualmente, o mercado abastecedor de hortícolas em Moçambique encontra-se


praticamente confinado aos grandes regadios na zona sul. Portanto, o mercado interno de
hortícolas situa-se principalmente nas zonas urbanas e periurbanas, em particular na região sul
com baixa aptidão agro-ecológica para a agricultura no período quente. As principais hortícolas
são o tomate, a cebola, o repolho, o feijão-verde, o pimento, a beterraba, o alho, a alface, a
couve e a cenoura. Quanto aos vegetais não convencionais pode-se citar o inhame, a cacana
(Momordica indica), a rúcula, o quiabo e o amaranto (Haber et al., 2015).

Além de hortícolas nacionais, o mercado moçambicano é abastecido por hortícolas


importadas. O tomate importado da África do Sul não vem apenas de regiões próximas a
Maputo, mas sim, do Limpopo a cerca de 500 km, como também de Kwazulu Natal entre 2.500
a 3.000 km. Os principais agentes desse abastecimento através de longas distâncias são os

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comerciantes moçambicanos de produtos frescos que comummente são chamados


“Mukheristas” (Haber et al., 2015).

Um dos mercados formais encontrados em Moçambique é a Premier Superstar, que é uma


empresa de direito moçambicano, que começou com o comércio de produtos alimentares em
2012. É um dos maiores retalhistas de Moçambique com uma extensa rede de fornecedores e
de distribuição. Os departamentos incluem tudo, inclusive alimentação (Premier Superspar,
s/d).

Um exemplo de Mercado informal, encontrado na cidade de Maputo. Por estar situado


numa área considerada pelo município como não adequada para o desenvolvimento deste tipo
de comércio, o seu estatuto é provisório. Consequentemente não são autorizadas construções
definitivas (Silva, 2005).

No presente trabalho pretende-se observar e caracterizar as espécies vegetais frescas


presentes no mercado informal do Museu e do supermercado Premier Superspar.

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Supermercado Premier Super Spa

2. Objetivo
2.1. Geral
 Conhecer o padrão de comercialização de espécies vegetais nacionais (exóticas ou
nativas) e importadas nos mercados informal (mercado museu) e formal
(Supermercado Super Spa).

2.2 Específicos
 Identificar as espécies vegetais comercializadas no mercado informal de Museu e
no supermercado Premier Super Spar (avenida Acordos de Lusaka);
 Indicar as espécies vegetais nacionais e importadas comercializadas nos mercados
formal e informal da cidade de Maputo;
 Determinar a percentagem de famílias taxonómicas encontradas nos mercados
formal e informal da cidade de Maputo;
 Determinar percentagem de produtos nacionais (exóticos e nativas) e importados
encontrados nos mercados formal e informal da cidade de Maputo;

 Comparar os preços das espécies vegetais nacionais (exóticas e nativas) e


importadas comercializadas nos mercado formal da Premier Super Spa e informal
de Museu.

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Supermercado Premier Super Spa

3. Área de estudo

O presente estudo foi feito nos mercados informal e formal, Museu e Premier Super Spar
respectivamente.

A Premier Super Spar é uma empresa de direito moçambicano, que começou com o
comércio de produtos alimentares em 2012, sendo um dos maiores retalhistas de Moçambique
com uma extensa rede de fornecedores e de distribuição. Os departamentos incluem tudo,
inclusive alimentação (Premier Superspar, s/d).

O supermercado Premier Super Spar possuí condições óptimas de armazenamento das


espécies vegetais, desde temperaturas baixas, saneamento meio (limpezas periódicas), equipe
de funcionários formados e altamente qualificados (existe um técnico responsável da economia
vegetal – preservação das espécimes), qualidade de atendimento aprovado.

O mercado do Museu, localiza-se no Bairro da Polana, numa área que se situa junto ao
Museu de História Natural, e muito perto do Hotel Cardoso. O mercado do Museu não tem um
sistema de saneamento, água canalizada e electricidade, ou quaisquer outras infraestruturas
melhoradas para o seu funcionamento.

4. Metodologias

Para realização do trabalho, foi visitado o mercado formal e informal, respetivamente o


mercado Museu e supermercado Premier Super Spa localizado na avenida acordos de Lusaka,
donde foi feito um levantamento de todos produtos das espécies vegetais não processadas
comercializadas nestes locais e algumas informações adicionais, a se referir ao nome comum
ou comercial, o preço e local de proveniência (importado ou nacional).

Os dados foram organizados em tabelas com nome vernacular, o preço por quantidade, a
proveniência, famílias e espécies e analisados e processados em gráficos resumos dos dados.
Com auxílio de artigos científicos, manuais, outras pesquisas em alguns sites de internet e
discussão do grupo foi compilado o trabalho em causa. E para identificação da espécie se é
nativa ou não, usou-se a base de dados Flora de Moçambique no site
www.mozambiqueflora.com.

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5. Resultados

Analisando os dados colhidos, nota-se um padrão de comercialização de espécies vegetais


nacionais (exóticas ou nativas) que difere entre os mercados formal e informal em estudo,
sendo que no mercado informal a diversidade, a quantidade e o preço de vegetais é
relativamente baixa quando comparado com o mercado formal (veja as tabelas 1 e 2 em anexo).

Os produtos vegetais comercializados são de proveniência nacional de diversos locais do


país, Chokwe, Boane, Niassa entre outros locais e, os importados são geralmente fornecidos
do país vizinho Africa do Sul, sendo que considera-se também que por vezes não seja produzido
no mesmo país, este também importa de outros países.

No mercado informal de museu identificou-se diversas espécies vegetais (não como no


mercado formal), diversas famílias vegetais (tabela 1 anexos) sendo a mais abundante a família
Laminaceae e Solanaceae com 13% seguido da família da cebola e alho (Amarilidaceae) 11%,
depois a Apiaceae com 9%, Fabaceae e Brassicaceae com 7%, famílias Convulvunaceae,
Curcubitaceae, Lauraceae, Arecaceae, Rutaceae, Euphorbiaceae e Amarantaceae com 4% e as
restantes famílias Asteraceae, Zenziberaceae, Carecaceae e Bromeliaceae com 2% de
ocorrência neste mercado conforme ilustra a figura 1 abaixo.

Familías de vegetais encontradas no mercado Museu


14%
12%
Abundancia

10%
8%
6% 13% 13%
11%
4% 9%
7% 7%
2% 3% 4% 4% 4% 4% 4% 4% 4%
2% 2% 2% 2%
0%

Familias

Figura 1. Imagem ilustrativa do padrão de abundância de famílias comercializadas no


mercado informal de Museu em Novembro de 2017. As famílias Lamiacea e Solanacea são as
mais abundantes do mercado.

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Supermercado Premier Super Spa

Verificou-se ainda que este mercado informal é sustentado maioritariamente por


espécies exóticas cultivadas nacionalmente com 77% das espécies, seguido de espécies
vegetais importadas com 21% e por último espécies nativas com apenas 2% em
comercialização (fig.2).

Origem das espécies vegetais

Nacional Nativa
2%
Importado
21%

Nacional exótica
77%

Nacional Nativa nacional exotica Importado

Figura 2. Ilustra a proveniência das espécies vegetais comercializadas no mercado


informal de Museu. O mercado é sustentado maioritariamente por espécies vegetais exóticas.

Doutro lado, no mercado formal (supermercado Premier Super Spa), foram também
identificados vários espécimes vegetais, de diversas famílias (tab.2 anexo) de uso rotineiro na
e na alimentação humana, na qual verificou-se um padrão desigual de ocorrência destas
famílias no estabelecimento comercial.

Dentre essas, a família mais abundante neste mesmo local é a Cucurbitaceae com 13%
de abundancia, seguida de Amarilidaceae, Fabaceae, solanaceae e Rosaceae com 11%,
Asteraceae, Brassicaceae e Apiaceae com 8%, as famílias Caricaceae e Rutaceae com 2% e por
ultimo as famílias Bromeliaceae, Lauraceae, Musaceae, Amaranthaceae, Zengiberaceae,
Actinidaceae, Sapidaceae, Anacardiacea, Passifloraceae, Poaceae e Vitaceae com 1% de
ocqorrencia neste mercado (fig.3).

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Supermercado Premier Super Spa

Famílias vegetais encontradas no supermercado Premier


Super Spa
14% 13%
12% 11% 11% 11% 11%
Abundancia

10%
8% 8% 8%
8%
6%
4%
4%
2% 2%
2% 1% 1% 1% 1% 1% 1% 1% 1% 1% 1% 1%
0%

Familias

Figura 3.Imagem ilustrativa do padrão das famílias encontradas no mercado formal


Premier Super Spa. A família cucurbitácea é a mais abundantes naquele estabelecimento
comercial.

Ao contrário do verificado no mercado informal, neste supermercado tem-se


comercializado mais produtos importados com cerca de 68 % do produto vegetalque nos
nacionais, e nos nacionais é sustentado por espécies exóticas contribuindo com cerca de 32%do
produto vegetal comercializado no supermercado em causa e não existindo espécies nativas
pelo menos nesta época (fig. 4).

Provêniencia dos productos vegetais

Nacional
Nativa
0% Nacional
exotica
32%
Importado
68%

Nacional Nativa Nacional exotica Importado

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Espécies vegetais comercializadas no mercado de Museu e
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Figura 4.Ilustra a proveniência das espécies vegetais comercializadas no mercado


formal Premier Super Spar.O mercado é sustentado maioritariamente por espécies vegetais
importadas.

Não foi possível comparar com arrogância e rigor os preços dos produtos vegetais
nacionais e importados comercializados no mercado informal de museu e mercado formal
Premier Super Spa, visto que as espécies comercializadas de proveniência nacional, caso do
tomate, papaia, matapa, alface, piri-piri, várias ervas aromáticas e entre outros (tabela 1 e 2 em
anexo) são relativamente diferentes dos importados. E no caso dos produtos vegetais similares,
não estabelece ainda um critério de comparação por não serem vendidos nas mesmas
quantidades ou proporções. No mercado informal são vendidos os produtos em molhos não
existindo quantidades estimáveis em gramas enquanto no informal são vendidos com
quantidades em gramas ou quilogramas pesados. Entretanto, sem considerar outras variáveis,
os nacionais são mais acessíveis em termos de preço.

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6. Discussão

No mercado informal de museu identificou-se diversas espécies vegetais (não como no


mercado formal), diversas famílias vegetais sendo a mais abundante a família Laminaceaee. A
família Lamiaceae consiste em aproximadamente 3.500 espécies que são nativas
principalmente na região do Mediterrâneo, embora algumas tenham origem na Austrália, no
Sudoeste da Ásia e na América do Sul. Elas se desenvolvem bem em habitats livres, abertos,
declives secos e pedregosos, e cumes de montanhas ensolaradas (Leandro, 2013). Em
Moçambique a maioria destas espécies são usadas como tempero (Graça, em comunicação
pessoal, 2017).
Segundo Heber et al (2015) em Moçambique as principais hortícolas produzidas são o
tomate, a cebola, o repolho, o feijão-verde, o pimento, a beterraba, o alho, a alface, a couve e
a cenoura. Embora não tido se feito a contagem de espécies, foi possível verificar que estas
espécies ocorrem em abundância nos ambos mercados visitados.

Ainda segundo Haber et al (2015), quanto aos vegetais não convencionais pode-se citar
o inhame, a cacana (Momordica indica), a rúcula, o quiabo e o amaranto. No entanto estes
vegetais não foram observados em todos os mercados. No mercado informal como as espécies
na sua maioria são nacionais e a sua ocorrência depende muito das condições climática do país
e a época da própria plantas, este facto estar na origem da não visualização desses produtos. Já
no supermercado os produtos são na sua maioria importados e dos vegetais acima citados só a
rúcula e comercializada.

Verificou-se que as plantas comercializadas no mercado informal de museu têm origem


nacional, destacando a região de Maputo, isto pode derivar do poder de compra actual, em não
favorecer a compra de produtos a preços elevados, uma vez que aa taxas câmbio para troca de
moedas encontra-se elevada. Este ponto por si só favorece a diminuição de produtos
importando, entretanto os produtos importados, apresentam-se com preços mais elevados
comparativamente aos produtos nacionais (Muthemba, em comunicação pessoal, 2017)

Porém o preço em si não é suficiente para inferir sobre as diferenças na comercialização


de produtos nacionais e internacionais. As condições climáticas do país favoreceram a
existência de muitos produtos nacionais no mercado informal do museu, pois a precipitação foi
regular durante todo o ano, de acordo com as condições climática do país.

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Já no mercado Premier Super Spar a maioria dos produtos são de origem Sul Africana,
os produtos Nacionais em grandes proporções destacam-se os cerais. Os cereais são muitas das
vezes sementes que não requerem grandes cuidados comparativamente com outros vegetais o
que os torna duráveis por longos períodos, e estes são produzidos em grandes quantidades na
Zona norte do País. Com relação a outros vegetais é importante referir que Maputo é um grande
produtor de hortícolas, porém estas hortícolas não são devidamente conservadas e além disso,
são afectadas por pragas, transporte da mercadoria deficiente por conta das vias de acesso,
dificuldades no processamento, tamanho reduzido dos vegetais e alguns com mau aspecto o
que contribui para a rejeição dos produtos nacionais. Já os produtos sul-africanos são de maior
tamanho variedades melhoradas, bom aspecto, mais bem conservado, dura mais tempo, o preço
de aquisição não tao elevado por conta da facilidade de vias de transporte da mercadoria,
facilidades no processamento do material, menor tempo de produção, entretanto os preços de
aquisição alteram devido as taxas de câmbio (Ruben, em comunicação pessoal, 2017; Garettet
al., 2011).

Quanto a quantidade em termos de stock verificou-se mais produtos vegetais frescos no


supermercado comparativamente ao mercado informal, estimando a área de comercialização
dos vegetais. As capacidades de armazenamento, a climatização especializada e maximização
do espaço criando prateleiras entre outras formas são os factores que contribuem para tal efeito
Ruben, em comunicação pessoal, 2017).

A planta nativa encontrada no mercado foi a Momordica balsamina, já no supermercado


não observou-se nenhuma planta nativa. A não observação dessas frutas pode ter derivado do
facto das espécies não estarem em seu período de colheita. Entretanto há outro factor que pode
estar a contribuir para a não ocorrência dessas espécies, a ocupação de seu habitat natural em
Maputo. Como pode-se observar na região, costeira onde muitas das plantas foram abatidas
com finalidade para construção de habitações mercados entre outras infra-estruturas sem se
cumprir com os estudos de impacto ambiental.

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7. Limitações e Recomendações

A falta de colaboração de alguns vendedores na retirada de fotografias e na


disponibilização de informações acerca de origens dos produtos comercializados no mercado
informal do Museu. Recomenda-se que o chefe do mercado sensibilize os vendedores a dar
informações. Também recomenda-se a Universidade que estabeleça projectos de melhoria das
condições de armazenamento, ou outros que incluam benefícios aos vendedores de forma a
sentirem-se valorizados.

Não permissão de fotografar os produtos vegeta no supermercado Premier Superspar o


que dificultou a análise de dados. Recomenda-se que a Faculdade de Ciências tenha uma
conversa com os dirigentes dos supermercados a fim de permitir a retirada de fotos para fins
de estudos.

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8. Conclusão

Foram identificadas as percentagens 2, 21 e 77 % de espécies nativas, importadas e exóticas


nacionais, respectivamente para o mercado informal. Já para o mercado formal foram 0, 32 e
68 % de espécies nativas, exóticas nacionais e importadas respectivamente.

Foram identificadas 47 espécies comercializadas no mercado informal e 89 espécies


comercializadas no mercado formal.

A família de cucurbitácea apresenta a maior percentagem de espécies com 13% no mercado


formal.

A família lamiaceae apresenta maior percentagem de espécies comercializadas no mercado


informal.

Os preços de comercialização são altos para o mercado formal comparativamente com o


mercado formal.

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9. Referência bibliográfica

1. Callegaro, I.C. (2013). As culturas alimentares tradicionais e seu papel na manutenção


da biodiversidade, da segurança alimentar e do património cultural e genético no
território de identidade de Itapetinga-BA, Brasil. Tese de doutoramento. 318pp.
Barcelona, Universitat de Barcelona.
2. Haber, L. L., C. C. Ecole, W. Bowen e F. V. Resende (2015). Horticultura em
moçambique características tecnologia produção e pós colheita. 280pp. Embrapa,
Brasil.
3. Leandro, V. B. (2013). Identificação das principais asteraceae e Lamiaceae nos
repertórios etnobotânicos de Plantas medicinais na mata atlântica e na Caatinga. Tese
de conclusão de curso. Tubarao, Universidade federal de santa Catarina.
4. Muthemba, G. (2017). Preços de plantas comercializadas no mercado museu.
Comunicação pessoal.
5. Ruben, F. (2017). Plantas comercializadas no supermercado PremierSuperSpar.
Comunicação pessoal.
6. Garreth, J. e B.Cunguara (2011). O Sector Agrário em Moçambique: Análise
situacional, constrangimentos e oportunidades para o crescimento
agrário60pp.IFPRI, Maputo.
7. Sitoe, T. (2005). Agricultura familiar em Moçambique, estratégias de
desenvolvimento sustentável. 31pp. Maputo.
8. Waquil, P.D. (2010). Mercados e comercialização de produtos agrícolas. 74pp. Porto
Alegre, Editora da UFRGS.

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10. Anexos

Tabela 1. A tabela ilustra algumas informações dos diferentes grupos de espécies


vegetais frescas encontradas no Mercado informal do Museu com seus respectivos nomes
vernaculares, nomes científicos, família e parte da planta usada.

No N. Vernacular Preço Origem Parte Família Espécie Fonte


por usada
Quant.
1 Agrião 15mt/M Nacional Folhas Brassicaceae Rorippanastu
olho exótica rtium-
aquaticum
2 Alecrim 15mt/m Nacional Folhas Lamiaceae Rosmarinusof
olho exótica ficinalis L.
3 Alecrim 19/Molh Nacional Folhas Lamiaceae Rosmarinusof
o exótica ficinalis L.
4 Alface 30/Molh Nacional Folhas Asteraceae Lactuca
o exótica sativa
5 Alho 1kg Nacional Folhas Amarilidaceae Alliumsativu
exótica mL.
6 Amendoim 80mt/kg Nacional Semente Fabaceae Arachis
exótica hypogaea
7 Ananás 3–100mt Nacional Frutos Bromeliaceae Ananas
exótica comosus
8 Batata 40mt/1k Importado Tubérculo Solanaceae Solanumtube
g rosum
9 Batata doce 40mt/7 Nacional Folhas Convolvulace Ipomea
unidades exótica ae batatas
10 Cacana 10mt/M Nacional Folhas e Cucurbitaceae Momordica
olho nativa frutos balsamina
11 Canela doce 51mt/20 Nacional Casca do Lauraceae Cinnamomu
0g exótica caule m cassia

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12 Cebola 50mt/1k Importado Folhas Amarilidaceae Allium cepa


g L.
13 Cebola roxa 150mt/k Importado Folhas Amarilidaceae Allium cepa
g
14 Cebolinha 19mts/m Nacional Folhas Amarilidaceae Alliumschoen
olho exótica oprasum
15 Cebolinha verde 19mt/M Nacional Folhas Amarilidaceae Alliumschoen
olho exótica oprasum L.
16 Cenoura 50mt/1k Importado Raíz Apiaceae Daucus
g carota
17 Coco 30/Cada Nacional Frutos Arecaceae Cocos
exótica nucifera
18 Coentro 17mt/M Nacional Folhas Apiaceae Coriandrums
olho ativum L.
19 Cominho 17mt/M Importado Folhas Apiaceae Cuminuncymi
olho numL.
20 Couve 40mt/M Nacional Folhas Brassicaceae Brassicaoler
olho exótica acea
21 Espinafre 13mt/M Nacional Folhas Amaranthacea Spinaceaoler
olho exótica e acea
22 Feijão nhemba 30/Cane Nacional Semente Fabaceae Vignaunguic
ca exótica ulata
23 Feijão verde 17/Molh Importado Sementes Fabaceae Phaseolusvul
o garis
24 Gengibre fresco 35mt/M Nacional Rizoma Zingiberaceae Zinziberofici
olho exótica nalis
25 Hortelã 17mt/M Nacional Folhas Lamiaceae Menthapiperi
olho exótica ta L.
26 Laranja 15mt/Ca Importado Frutos Rutaceae Citrus
da sinensis
27 Limão 25mt/4 Nacional Frutos Rutaceae Citrus limon
unidade exótica

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28 Louro seco 30mt/ 50 Nacional Folhas Lauraceae Laurusnobilis


gramas exótica L.
29 Madledlele 2mt/Mol Nacional Folhas Convolvulace Ipomea
ho exótica ae batatas
30 Malagueta 13mt/M Nacional Frutos Solanaceae Capsicumfrut
olho exótica escens
31 Mandioca 50mt/5 Nacional Tubérculo Euforbiaceae Manihot
unidades exótica esculenta
32 Manga 25mt/Ca Nacional Frutos Anacardiacea Mangifera
da exótica e indica
33 Manjericão Importado Folhas Lamiaceae Ocimumbasil
17mt/M icum L.
olho
34 Matapa 2mt/Mol Nacional Folhas Euforbiaceae Manihot
ho exótica esculenta
35 Oregão 17mt/M Importado Folhas Lamiaceae Origanumvul
olho garis
36 Papaia 35mt/Ca Nacional Frutos Caricaceae Carica
da exótica papaya
37 Pepino 30/4 Nacional Frutos Cucurbitaceae Cucumissativ
unidades exótica us
38 Pimento amarelo 50mt/4 Importado Fruto Solanaceae Capsicumann
unidades uum L.
39 Pimento verde 50mt/4 Importado Fruto Solanaceae Capsicumann
unidades uum L.
40 Pimento 50mt/4 Importado Fruto Solanaceae Capsicumann
vermelho unidades uum L.
41 Piripiri 10mt/M Nacional Fruto Solanaceae Capsicumfrut
olho exótica escens
42 Repolho 50mt/kg Nacional Folhas Brassicaceae Brassicaoler
exótica acea

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43 Salsa 12mt/M Nacional Folhas Apiaceae Petroselinum


olho exótica sativumHoff
m
44 Tangerina 5mt/Cad Importado Frutos Rutaceae Citrus
a reticulata
45 Tomate 20mt/4 Nacional Frutos Solanaceae Solanumlyco
unidades exótica persicum
46 Tomilho 15mt/ Nacional Folhas Lamiaceae Thymusvulga
Molho exótico ris L.
47 Tseke 2mt/Mol Nacional Folhas Amarantaceae Amaranthuss
ho nativa p.

Tabela 2: A tabela ilustra algumas informações dos diferentes grupos de espécies vegetais
frescas encontradas no Mercado formalPremier Super Spa com seus respectivos nomes
vernaculares, nomes científicos, família e parte da planta usada.

No N. Vernacular Preço Origem Parte Família Espécie Fonte


por usada
Quant.
1 210mt/2 Importado Fruto Lauraceae Persea
Abacate
unid. americana
2 Abóbora (gem 59mt/kg Importado Fruto Cucurbitace Curcubita
squash) (fresco) ae pepo
3 49mt/kg Importado Fruto Cucurbitace Curcubita
Abóbora coroa
ae pepo
4 Abobrinha 99mt/kg Importado Fruto Cucurbitace Curcubita
amarela ae pepo
5 99mt/kg Importado Fruto Cucurbitace Curcubita
Abobrinha verde
ae spp.
6 Abobora fina 119mt/k Importado Fruto Cucurbitace Curcubita
(baby gems) g ae spp.

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7 Abobora 59mts/k Importado Fruto Cucurbitace Curcubita


(butternut) g ae sp.
8 Abobora menina 59mts/k Importado Fruto Cucurbitace Curcubita
(Hubbard g ae maxima
squash)
9 99mt/kg Importado Bolbo Amarillydac Alliumsativ
Alho francês
eae um
10 149mt/k Importado Bolbo Amarillydac Alliumsativ
Alho preto
g eae um
11 Alho fresco 175mt/k Importado Bolbo Amarillydac Alliumsativ
g (china) eae um
12 Alface francesa 35mt/m Importado Folhas Asteraceae Lactuca
(vermelho) olho sativa
13 Alface francesa 35mt/m Importado Folhas Asteraceae Lactuca
(verde) olho sativa
14 Alface Nacional 36mt/m Nacional Folhas Asteraceae Lactuca
(verde) olho exótica sativa
15 Agrião 22mt/m Nacionalexó Toda Brassicacea Nasturium
olho tica planta e officinale
16 Amendoim 89mt/kg Nacional Semente Fabaceae Arachis
Exótica hypogaea
17 Amendoim 89mt/kg Nacional Semente Fabaceae Arachis
grande exótica hypogaea
18 Ananás 75mts/u Nacional Fruto Bromeliacea Ananas
nid. exótica e comosus
19 Apricots grapes 229mt/5 Importado Fruto --- ---
with 00g
20 Banana 24mt/kg Exótica Fruto Musaceae Musa spp.
(Bowane)
21 Bata reno Importado Tubérculo Solanaceae Solanumtu
berosum

Maputo, Dezembro de 2017 Página 20


Espécies vegetais comercializadas no mercado de Museu e
Supermercado Premier Super Spa

22 Batata reno 39mt/kg Nacional Tubérculo Solanaceae Solanumtu


nacional exótica berosum
23 Basílico 22mt/kg Nacional Toda Lamiaceae Ocimumba
exótica planta silicum
24 Beringela Nacional Fruto Solanaceae Solanumme
Exótica longena
25 Beterraba 25mt/kg Nacional Tubérculo Amaranthac Betasp.
exótica eae
26 Cenoura (laranja) 99/mt/k Importado Tubérculo Apiaceae Daucus
g carota
27 Cenoura branca 99mt/kg Importado Tubérculo Apiaceae Daucus
carota
28 Cebola castanha 29Mts/k Importado Bolbo Amarillydac Allium
g eae cepa
29 Cebola sul- 29mts/k Importado Bolbo Amarillydac Allium
africana g eae cepa
30 Cebola rocha 89Mts/k Importada Bolbo Amarillydac Allium
g (RSA) eae cepa
31 Cebolinha 79mt/kg Importada Toda Amarillydac Alliumscho
(chives) planta eae enopra sum
32 Cebolinha 35mt/un Nacional Toda Amarillydac Alliumscho
id. exótica planta eae enopra sum
33 Cebola bebe 35 mt/kg Importado Bolbo Amarillydac Allium
eae cepa
34 Couve-flor 159Mts/ Importado Folhas Brassicacea Brassica
(Brocoles) kg e oleracea
35 Couve 36mt/un Nacional Folhas Brassicacea Brassica
Tronchuda id. exótica e oleracea
36 Ervilha (secas) 139mts/ Importado Semente Fabacea Pisumsativ
kg ume
37 Endro (dill) 65mt/20 Importado Folhas Apiaceae Anethumgr
0g aveolens

Maputo, Dezembro de 2017 Página 21


Espécies vegetais comercializadas no mercado de Museu e
Supermercado Premier Super Spa

38 22mt/kg Nacional Folhas Amaranthac Spinaciaole


Espinafre celga
Exótica eae racea
39 Espinafre 22mt/kg Nacional Folhas Amaranthac Spinaciaole
nacional Exótica eae racea
40 Feijão manteiga 85mt/kg Importado Sementes Fabaceae
41 Feijão Nhemba 55mts/k Nacionalexó Sementes Fabaceae Vigna
g tica Unguiculat
a
42 Feijão Branco 86mt/kg Importado Sementes Fabaceae Phaseolus
vulgaris
43 Feijão preto 155mt/k Importado Sementes Fabaceae Phaseolus
g vulgaris
44 Feijão jugo 179mt/k Importado Sementes Fabaceae Vigna
g subterrane
a
45 Feijão 139mt/k Importado Sementes Fabaceae Phaseolus
ameixoeira g vulgaris
46 Feijão soja 155mt/k Importado Sementes Fabaceae Phaseolus
g vulgaris
47 Feijão-verde 79mt/kg Nacional Fruto Fabaceae Phaseolus
exótica vulgaris
48 Gengibre 380mt/k Nacional Rizoma Zingiberace Zingiberco
g exótica ae munis
49 Hortelã 15mt/un Nacional Folhas Menthapip
Lamiaceae
id. exótica erita
Hortelã 65mt/20 Importado Folhas Lamiaceae Menthapip
0g erita
50 Kiwi 499mt/u Importado Fruto Actinidacea Actinidia
nid. e deliciosa
51 Laranja 89mt/kg Importado Fruto Citrus
Rutaceae
sinensis

Maputo, Dezembro de 2017 Página 22


Espécies vegetais comercializadas no mercado de Museu e
Supermercado Premier Super Spa

52 Leek (baby) 99mt/kg Importado Bolbo Amarillydac Alliumsativ


eae um
53 Limão amarelo 175/kg Importado Fruto Rutaceae
54 Licha 225mt/k Importado Fruto Litchichine
Sapindaceae
g nsis
55 Lemon grass 79mt/kg Importado Fruto Rutaceae
56 Manga rosa 329/kg Importado Fruto Anacardiace Mangifera
ae indica
57 Melancia 499mt/u Importado Fruto Cucurbitace Curcubita
nid ae sp
58 Melão 175mt/k Importado Fruto Cucurbitace Curcubita
(melonspaspek) g ae sp.
amarelo
59 Maracujá sul- 559mt/k Importado Fruto Passiflorace Passiflora
africano g (RSA) ae sp.
60 Maçã (top red) 159 Importado Fruto Rosaceae Malus sp.
mt/kg
61 Maça-tugi* 135mt/k Importado Fruto Rosaceae Malus sp.
g
62 Maca (golden 135mt/k Importado Fruto Rosaceae Malus sp.
delicious) g
63 Maça (starking) 135mt/k Importado Fruto Rosaceae Malus sp.
g
64 Maçaroca 25mt/un Nacional Fruto Poaceae Zea mays
id. (???)
65 Maça (crisp) 135mt/k Importado Fruto Rosaceae Malus sp.
g
66 Morango 339mt/k Importado Fruto Rosaceae Fragaria
g sp.
67 Nabo branco 99mt/kg Nacional Tubérculo Brassicacea Brassica
(???) e rapa

Maputo, Dezembro de 2017 Página 23


Espécies vegetais comercializadas no mercado de Museu e
Supermercado Premier Super Spa

68 Nabo nacional 24/kg Importado Tubérculo Brassicacea Brassica


(RSA) e rapa
69 Oregano 79mt/10 Importado Folhas Oreganumv
Lamiaceae
0g ulgare
70 Papaia nacional 29mt/un Nacional Fruto Carica
Caricaceae
id. exótica papaya
71 Papaia sul- 49mt/un Importado Fruto Caricaceae Carica
africana id. (RSA) papaya
72 Pera-maça 139mt/k Importado Fruto Rosaceae Malus sp.
g
73 Pêssegos 249mt/7 Importado Fruto Rosaceae Prunuspers
amarelos 50g ica
74 Pêssegos 249mt/7 Importado Fruto Rosaceae Prunuspers
vermelhos 50g ica
75 Pêssegos carecas 169mt/7 Importado Fruto Rosaceae Prunuspers
(NectarinePunnet 50g ica
s)
76 Pimento verde 65mt/kg Nacional Fruto Solanaceae Capsicuma
exótica nnum
77 Pimento amarelo 145mt/k Importado Fruto Solanaceae Capsicuma
g nnum
78 Pimento 145mt/k Importado Fruto Solanaceae Capsicuma
vermelho g nnum
79 49mt/ca Nacional Fruto Curcubitace Cucumissat
Pepino
da exótica ae ivus
80 65mt/kg Importado Fruto Solanaceae Capsicuma
Piri-piri verde
nnum
81 Piri-piri 65mt/kg Importado Fruto Solanaceae Capsicuma
vermelho nnum
82 29mt/un Importado Folhas Brassicacea Brassicaole
Repolho (verde)
id. e racea

Maputo, Dezembro de 2017 Página 24


Espécies vegetais comercializadas no mercado de Museu e
Supermercado Premier Super Spa

83 149/unid Importado Folhas Brassicacea Brassicaole


Repolho roxo
. e racea
84 35/unid. Importado Folhas Brassicacea Eruca
Rúcula grossa
e sativa
85 Salsa 36mt/un Nacional Toda Petroselinu
Apiaceae
id. (???) planta mcrispum
86 Tomate 49mts/k Nacional Fruto Lycopersic
(vermelho) g (chokwe) Solanaceae umesculent
exótica um
87 Tomate vermelho 89mt/kg Importado Fruto Lycopersic
Solanaceae umesculent
um
88 Tomatinho 45mt/20 Importado Fruto Lycopersic
0g Solanaceae umesculent
um
89 Uvas (blueberry) 119mt/1 Importado Fruto Vitaceae Vitissp.
25g

Maputo, Dezembro de 2017 Página 25