Вы находитесь на странице: 1из 36
! Unidade 2 POLINIZAÇÃO 2.1 Polinização Polinização significa o transporte do grão de pólen da parte

!

Unidade 2

POLINIZAÇÃO

2.1 Polinização Polinização significa o transporte do grão de pólen da parte masculina para a parte
2.1 Polinização
Polinização significa o transporte do grão de pólen da parte masculina para a parte
feminina da flor (NORDI, 2015), ou seja, transferência do grão de pólen do androceu
(antera) para o gineceu (estigma) das flores. Mediante esse processo o grão de pólen irá
germinar formando o tubo polínico que irá fecundar o óvulo que se encontra dentro do
ovário (gineceu) , resultando a formação da semente e do fruto, num grupo de plantas
conhecidas com as Angiospermas (FREITAS, 1995; ATTENBOROUGH 1995; COSTA
1965
A polinização precede o ato sexual das plantas espermatófitas, já que é através deste
processo que ocorre o desenvolvimento do tubo polínico, detentor do gameta masculino que
irá fecundar o gameta feminino (NORDI, 2015). Esse transporte pode ser realizado por
fatores abióticos e bióticos (FAEGRI; PIJL 1979).
O grão de pólen apresenta tamanhos e formatos diferentes específicas para cada espécie
Pode-se dizer que morfologicamente o grão de pólen corresponde a impressão
digital vegetal – única para cada espécie vegetal. Tal individualidade faz com que
certas espécies ignorem grãos de pólen de outras, caso caiam no estigma de espécies
diferentes, inibindo sua germinação sendo que esse mecanismo é denominado de
autoincompatibilidade (MORGADO et al., 2013)
1
Para a viabilização da polinização faz-se necessário a presença de agentes polinizadores, estando relacionados aos tipos

Para a viabilização da polinização faz-se necessário a presença de agentes polinizadores, estando relacionados aos tipos gerais de polinização.

2.2 Tipos de Polinização

O transporte do pólen pode se dar por meio de agentes vivos (bióticos) ou por meio de fatores ambientais (abióticos), apresentando uma estreita ligação com os tipos de polinização envolvidos. Os tipos de polinização são os seguintes (OLIVEIRA; MARUYAMA, 2014):

2.2.1- Autopolinização - é a transporte do pólen da antera para o estigma da mesma flor.
2.2.1- Autopolinização - é a transporte do pólen da antera para o estigma da mesma
flor. Os estames deixam cair os grãos de pólen de suas anteras, sobre o gineceu.
Encontrada nas seguintes plantas: ervilha (Fabaceae – Faboideae), fumo (Solanaceae),
algodão (Malvaceae) e em muitas gramíneas (Poaceae), exceção do milho e centeio. Em
muitas espécies há desvantagem, pois pode levar a uma redução no vigor e na
produtividade da espécie.
.
Como desvantagens e vantagens da autopolinização podemos citar:
Desvantagens:
• Redução na variabilidade genética;
• Menor variação intrapopulacional;
• Maior variação interpopulacional;
• Progênie com menor vigor
Vantagens:
• Em locais com escassez de polinizadores
2
2.2.2- Geitonogamia - é a transferência do pólen da antera de uma flor para o estigma

2.2.2- Geitonogamia - é a transferência do pólen da antera de uma flor para o estigma de outra flor situada na mesma planta, geralmente com flores de sexo separados: flores masculinas e flores femininas (plantas monoicas).

2.2.3- Polinização cruzada ou xenogamia transporte do pólen da antera para o estigma de flores em indivíduos diferentes. Conforme Vidal; Vidal (2000), este tipo de polinização, por aumentar a variabilidade genética é a mais vantajosa (BORGES; MARTINS 1998).

2.3 Fatores que influenciam a polinização cruzada Os fatores que influenciam a polinização cruzada conforme citados
2.3 Fatores que influenciam a polinização cruzada
Os fatores que influenciam a polinização cruzada conforme citados por Oliveira;
Maruyama, (2014) são físicos, temporais e genéticos. Veremos as especificações de
cada um deles, de acordo com os autores citados.
2.3.1 Fatores Físicos
• Heterostilia: diferença de comprimento entre estiletes e estames. Há casos em que o
estilete é menor que os estames e outros em que o estilete é maior.
• Hercogamia: separação espacial entre as estruturas reprodutoras masculinas e
femininas, anteras e estigma, respectivamente.
• Monoicismo: flores com um único sexo no mesmo indivíduo.
2.3.2 Fatores Temporais
• Dicogamia: diferença no desenvolvimento fisiológico do gineceu e do estame.
A dicogamia pode ser classificada em:
Protoginia ou Proteroginia - quando a parte feminina amadurece primeiro que a
masculina tornando-se receptivo ao pólen.
3
Protandria ou Proterandria - quando parte masculina atinge a maturidade antes que a parte feminina. 2.3.3

Protandria ou Proterandria - quando parte masculina atinge a maturidade antes que a parte feminina.

2.3.3 Fator Genético

• Autoincompatibilidade: é a inibição da germinação do grão de polen quando cai no

estigma da própria flor. É um mecanismo fisiológico, com base genética (SCHIFINO- WITTMANN; AGNOL 2002)

2.4 Mecanismos de Transferência de Pólen Durante o processo de co-evolução as espécies botânicas apresentam características
2.4 Mecanismos de Transferência de Pólen
Durante o processo de co-evolução as espécies botânicas apresentam características
muito específicas, relacionadas com agentes de polinização específicos. Várias famílias
apresentam suas peculiaridades em relação à polinização que se torna importante em um
contexto ecológico (OBERMULLER et al., 2008).
A polinização é o meio pelo qual as plantas angiospermas se reproduzem. Para haver a
fecundação com a consequente formação de sementes e frutos tem que ter polinização,
dependente de fatores abióticos e bióticos. Considerando-se os fatores bióticos, o
desequilíbrio, a supressão dos polinizadores leva consequentemente a extinção de
espécies dependentes destes (MACHADO. LOPES, 2004).
De acordo com CASTELLANOS et al. (2003), as características florais moldadas ao
longo do processo evolutivo culminaram com os hábitos e necessidades de alguns
insetos que atraídos em busca principalmente de recursos florais alimentares, formaram
padrões específicos plantas-insetos, ao qual denominaram de síndrome de polinização.
Vários parâmetros florais podem servir de ferramentas complementares no
estabelecimento de padrões comportamentais de visitas dos agentes polinizadores, como
a análise da biologia floral, envolvendo as etapas do desenvolvimento da flor, sua
abertura, forma e tamanho (TOREZAN-SILINGARDI 2012).
4
Segundo Faegri;Pijl (1979), a transferência do grão-de-pólen da estrutura masculina para a estrutura feminina pode ser

Segundo Faegri;Pijl (1979), a transferência do grão-de-pólen da estrutura masculina para a estrutura feminina pode ser feita por meio de agentes abióticos, como o vento e água e agentes bióticos, por intermédio de organismos vivos. Desta forma, de acordo com Rech et al. (2014), temos a seguinte classificação:

2.4.1- Abióticos (vento, água)

 Anemofilia: polinização feita por meio do vento  Hidrofilia: polinização feita por meio da água
Anemofilia: polinização feita por meio do vento
Hidrofilia: polinização feita por meio da água
2.4.2- Bióticos
Melitofilia: polinização feita por meio de diferentes tipos de abelhas
Cantarofilia: polinização feita por meio de besouros
Psicofilia: polinização feita por meio de borboletas
Falenofilia: polinização feita por meio de mariposas
Miiofilia: polinização feita por meio de moscas e mosquitos
Malacofilia: polinização feita por meio de caracóis (Molusco);
Ornitofilia: polinização feita por meio de pássaros
Quiropterofilia: polinização feita por meio de morcegos;
Terofilia: feita por meio de mamíferos não voadores (roedores);
Artificial: polinização feita por meio do homem.
Determinar os padrões de variação floral associados a alta diversidade floral é essencial
para entender os processos que dirigem a diversificação das angiospermas relacionadas
às síndromes da polinização e realizar um efetivo planejamento desta, conforme o
objetivo proposto.
2.5 Síndromes da Polinização
Autores como Momose et al. (1998) e Machado; Lopes (2004) relatam que a
abordagem das síndromes de polinização é um importante instrumento para a análise e
5
compreensão dos mecanismos que possibilitaram esses níveis de especialização vinculados à diversificação floral; Desta forma, de

compreensão dos mecanismos que possibilitaram esses níveis de especialização vinculados à diversificação floral;

Desta forma, de acordo com Rech et al. (2014), podemos citar as seguintes principais síndromes da polinização relacionadas a fatores bióticos: síndrome da melitofilia; falenofilia, psicolfilia, cantarofilia, miiofilia,ornitofilia e quiropterofilia.

A seguir veremos alguns aspectos desses síndromes:

2.5.1 Síndrome da Melitofilia A polinização, em via de regra, por agentes polinizadores abióticos e bióticos.
2.5.1 Síndrome da Melitofilia
A polinização, em via de regra, por agentes polinizadores abióticos e bióticos. Trata-se
de um mecanismo importante para o equilíbrio ecológico de sistemas silvestres e
produtividade dos sistemas agrícolas, especialmente para a produção de alimentos.
Aproximadamente 250.000 espécies de angiospermas são polinizadas por insetos,
pássaros e alguns animais embora provavelmente este número não esteja preciso
(HERRERA; PELLMYR 2002).
Representando um dos polinizadores mais importantes relacionados a diversidade
floral, sendo responsáveis pela manutenção da biodiversidade e variabilidade genética
em termos reprodutivos, correspondendo em termos de 80% e pela produção agrícola
(KLEIN et al. 2007).
Segundo descrito em Pinheiro et al. (2014), a síndrome de polinização é aquela em que
a planta na qual a planta se especializa em atrair abelhas dos mais diversos tipos é a
melitofilia.
Na metilofilia deve-se considerar o espectro da luz visível, em que as cores desempenha
um papel extremamente importante. Por meio de guias de néctar visíveis a luz
ultravioleta, invisível aos nossos olhos, sinaliza a posição do nectário na flor
(CHITTKA; THOMSON 2004). Segundo trabalhos desenvolvidos por esses autores a
preferência em relação as cores é pelo amarelo e o azul.
6
Para a abelha africanizada Apis mellifera e para abelhas do gênero Bombus , vários autores como

Para a abelha africanizada Apis mellifera e para abelhas do gênero Bombus, vários autores como Giurfa et al. (1995) investigando as cores e preferencias de abelhas do gênero Apis, demostraram que flores das colorações roxas e azuis são as preferidas. Para as abelhas do gênero Euglossinas também foi observada a preferência por flores azuis (BOFF 2009).

Segundo Ramalho et al. (1991) em função da grande quantidade de espécies de abelhas com tamanhos diferentes, portanto hábitos diferentes, faz deste um grupo extremamente heterogêneo quanto aos recursos forrageados, sendo o comportamento do forrageamento associado ao recurso coletado o resultado e anos de seleção natural.

Segundo citado por Pinheiro et al.(2014) o grupo Himenoptera, especificamente as abelhas, por possuírem uma diversidade
Segundo citado por Pinheiro et al.(2014) o grupo Himenoptera, especificamente as
abelhas, por possuírem uma diversidade morfológica e comportamental diversa,
especificamente em relação ao tamanho e quanto ao modo de forrageamento do recurso
apresentam as suas estruturas florais compatíveis com o corpo do agente polinizador.
Dessta forma flores grandes, coloridas, com antese diurna são polinizadas por abelhas
de porte médio a grande e flores pequenas, preferencialmente com coloração paleácea
são visitadas por abelhas de pequeno porte.
As abelhas da espécie Apis mellifera coletam seus recursos florais fazendo uso de
grande diversidade de flores, sendo consideradas generalistas, apresentando um
importante papel dentro do processo de polinização.
De forma geral as flores melitófilas apresentam as seguintes características
morfológicas (Pinheiro et al. ,2014):
Zigomorfa com grande efeito de profundidade;
Mecanicamente fortes
Imbricada, semifechada;
7
 Cores vívidas, geralmente azul, roxa ou amarela;  Guias de néctar presentes, visíveis no espectro
  • Cores vívidas, geralmente azul, roxa ou amarela;

  • Guias de néctar presentes, visíveis no espectro ultravioleta;

  • Odor fresco, normalmente não muito doce;

  • Néctar escondido, mas não muito profundo, em quantidades moderadas;

 Órgãos sexuais guardados, poucos estames e muitos óvulos;  Forma da corola: labiadas, papilionadas,em forma
Órgãos sexuais guardados, poucos estames e muitos óvulos;
Forma da corola: labiadas, papilionadas,em forma de disco, infundibuliformes;
Recursos florais; pólen, néctar, óleo e em alguns casos resinas e voláteis florais.
8
Figura 20. Fores sendo forrageadas por diversos tipos de abelhas Crédito: João Carlos Nordi 9

Figura 20. Fores sendo forrageadas por diversos tipos de abelhas

Crédito: João Carlos Nordi 9
Crédito: João Carlos Nordi
9
2.5.2 Síndrome da Falenofilia e Psicofilia (Lepitdópteros) Segundo Oliveira et al . (2014) as mariposas e

2.5.2 Síndrome da Falenofilia e Psicofilia (Lepitdópteros)

Segundo Oliveira et al. (2014) as mariposas e as borboletas (Classe Lepdoptera) corresponde ao segundo maior grupo de insetos em termos de espécies, perdendo para os besouros (Classe Coleoptera). Caracterizam-se por apresentarem duas formas relacionadas ao seu ciclo de vida: a larval e a adulta, sendo a adulta se alimentando dos recursos florais néctar e polen (Gilbert 1972).

Segundo relatado por Oliveira et al. (2014) as mariposas podem ser separadas em dois grupos em
Segundo relatado por Oliveira et al. (2014) as mariposas podem ser separadas em dois
grupos em relação ao comportamento ao forragear estando esse comportamento
associado a biologia floral e ao modo de forrageamento do recurso floral.
Autores como Josens; Faria (2001) e Willmer (2011) relatam que as preferencias em
termos de concentração de açúcares no néctar de flores polinizadas por borboletas e
mariposas encontra-se com valores entre 35% a 45%.
Os indivíduos da classe Lepidoptera apresentam necessidade de ingestão além do r de
polen como fonte proteica, além do néctar. (PENS; KRENN 2000), sendo
correlacionada com a oviposição (EBERHARD et al., 2007).
Como efeito do tipo de alimentação relacionada à forma de resistência contra ataque de
pragas e doenças Oliveira et al. (2014) relatam o caso de folhas de plantas de
maracuja. Em função de compostos glicosídeos ciagêncios que são transferidos aos
adutos após a fase de crisálida, torna-os impalatáveis aos seus predadores naturais.
As flores polinizadas por borboletas e mariposas apresentam as seguintes características
morfológicas, (OLIVEIRA et al., 2014) dependendo do tipo e hábito em:
10
Flores Psicófilas (Borboletas)  Geralmente tubulares e estreitas,  Antese diurna,  Cores :amarelo, roxo, azul,

Flores Psicófilas (Borboletas)

  • Geralmente tubulares e estreitas,

  • Antese diurna,

  • Cores :amarelo, roxo, azul, podendo ocorrer vermelho),

  • Ausencia de perfume.

Flores Falenófilas (Mariposas)

  • Geralmente tubulares e estreitas,

 Antese noturna,  Cor branca  Fortemente perfumadas Figura 21 – Flores Psicófilas Crédito: João
Antese noturna,
Cor branca
Fortemente perfumadas
Figura 21 – Flores Psicófilas
Crédito: João Carlos Nordi
11
2.5.3 Síndrome da Cantarofilia Os besouros ocupam o primeiro lugar quanto ao numero de espécies. A

2.5.3 Síndrome da Cantarofilia

Os besouros ocupam o primeiro lugar quanto ao numero de espécies. A polinização

efetuada por eles recebe o nome de cantarofilia, (GOTTSBERGER BERNHARDT 2000).

1989;

Segundo BERNHARDT (2000) existe aproximaamente cento e oitenta espécies de angiospermas que são cantarófilas, entretanto poucas famílias apresentam esse modo de polinização como principal ou exclusivo destacando-se espécies pertencentes as famílias Annonaceae (GOTTSBERGER; SILBERBAUER-GOTTSBERGER 2006; MAIA et al. 2012), Araceae (GOTTSBERGER; SILBERBAUER-GOTTSBERGER 2006) e Arecaceae (KNUDSEN 2002; OLIVEIRA et al. 2003; MAIA et al. 2012).

Paulino-Neto (2014) relata que as flores visitadas por besouros apresentam quatro tipos Florais como consequência de
Paulino-Neto (2014) relata que as flores visitadas por besouros apresentam quatro tipos
Florais como consequência de adaptações à cantarofilia. O referido autor descreve as
quatro formas florais, conforme: pincel, bilabiada, tigela e câmara floral, evidenciada na
figura 22
Pincel = comum entre as palmeiras, família Arecaceae. Flores pequenas e unissexuadas.
Bilabiada mais rara ocorrendo somente em duas famílias de plantas: Lowiaceae e
Orchidaceae.
Tigela = tipo de disposição na qual o cálice e a corola forma uma espécie de tigela,
formato côncavo, ficando o gineceu e androceu expostos.
Câmara floral = mais estudado e comum . A câmara floral é formada pela expansão de
brácteas em Araceae e Cyclanthaceae, circundando toda a inflorescência, formando
uma espécie de local protegido. Geralmente observa-se termogênese. Encontrado nas
famílias: Magnoliaceae, Myrsticaceae, Annonaceae, Calycanthaceae, Eupomatiaceae,
Nymphaeaceae, entre outras (DIERINGER; ESPINOSA 1994; BERNHARDT 2000;
12
GOTTSBERGER; OLIVEIRA 2006). SILBERBAUER-GOTTSBERGER 2006; PAULINO-NETO; Os recursos florais oferecidos aos besouros são outros como pólen,

GOTTSBERGER; OLIVEIRA 2006).

SILBERBAUER-GOTTSBERGER

2006;

PAULINO-NETO;

Os recursos florais oferecidos aos besouros são outros como pólen, produzido em grande quantidade, verticilos florais comestíveis, como cálice, corola,estrutura reprodutora masculina, corpos alimentares e secreção estigmática, sendo a produção de néctar não muito comum (WEBBER 1996; BERNHARDT 2000; GOTTSBERGER 2012; ENDRESS 2010; PANG et al. 2013).

De forma geral as flores polinizadas por besouros apresentam as seguintes características morfológicas adaptadas a cantarofilia,
De forma
geral
as
flores polinizadas por besouros apresentam as seguintes
características morfológicas adaptadas a cantarofilia, de acordo com Paulino-Neto
(2014):
Vários formatos
Flor grande e achatada;
Acesso fácil, órgãos sexuais expostos;
Cores pálidas:
Grande quantidade de pólen;
Sem guias de néctar:
Possuem odor em decomposição.
13
Figura 22. A= Flor de Neomarica caerulea (Ker Gawl.) Sprague (Iridaceae), exemplificando espécies cantarófilas que exibem

Figura 22. A= Flor de Neomarica caerulea (Ker Gawl.) Sprague (Iridaceae), exemplificando espécies cantarófilas que exibem padrão de flores modo “tigela pintada”; B = Flor de Magnolia champaca L. (Magnoliaceae) exibindo câmara floral, muitos carpelos e estames.

Crédito: João Carlos Nordi 2.5.4 Síndrome da Miiofilia Segundo Endress (1994 apud Reich et al, 2014)
Crédito: João Carlos Nordi
2.5.4 Síndrome da Miiofilia
Segundo Endress (1994 apud Reich et al, 2014) as moscas em particular, correspondem
ao segundo maior grupo de insetos em termos de importância como polinizadores.
Os dípteros são considerados os principais polinizadores de algumas dicotiledôneas que
foram remanejadas de acordo com o sistema nomenclatura APG, na sua versão IV
14
(APG 2016), enquadradas no clado Anita e Complexo Magnolioide (ENDRESS 2010; APG 2016), Analisando o aparelho

(APG 2016), enquadradas no clado Anita e Complexo Magnolioide (ENDRESS 2010; APG 2016),

Analisando o aparelho bucal dos dípteros, de acordo com Proctor et al. (1996) pode ser lambedor ou perfurante. O aparelho bucal está adaptado ao recurso a ser coletado, assim, o lambedor apto a coleta de néctar. Segundo Endress (1994) como apresentam a probóscide curta, a morfologia da flor, compatíviel, apresentando o néctar com fácil acesso.

As moscas podem ser divididas em dois grupos em relação aos seus hábitos alimentares: sapromiiofilia, que
As moscas podem ser divididas em dois grupos em relação aos seus hábitos alimentares:
sapromiiofilia, que está associada à polinizaçao por engodo (Faegri ; van der PIJL 1979;
PROCTOR et al. 1996; WILLMER 2011), e o grupo de espécies que são polinizadas
por moscas de probóscide longa, antófilas (GOLDBLATT; MANNING 2001).
De forma geral as flores polinizadas por dipteros (miiofilia) apresentam as seguintes
características morfológicas de acordo como relatado por Nadia; Machado (2014):
Regulares, simples, rasas;
Cores geralmente pálidas;
Guias de néctar presentes;
Odor
imperceptível,
doce
(moscas
antófilas)
ou
pútridos
(moscas
sapromiiofilas);
Néctar de fácil acesso;
Órgãos sexuais expostos
15
Figura 23. Polinização- sapromiofilia A= Stapelia grandiflora Masson (Apocynaceae) .. ovipositando no centro da flor (seta

Figura 23. Polinização- sapromiofilia

A= Stapelia grandiflora Masson (Apocynaceae)

.. ovipositando no centro da flor (seta indicando); B = Stapelia gigantea N.E.Br.

(Apocynaceae). Crédito: João Carlos Nordi 2.5.5 Síndrome da Ornitofilia A síndrome da ornitofilia é caracterizada pela
(Apocynaceae).
Crédito: João Carlos Nordi
2.5.5 Síndrome da Ornitofilia
A síndrome da ornitofilia é caracterizada pela polinização com a auxilio de pássaros.
São mais de trezentas e trinta espécies distribuídas em duas subfamílias,
Phaethornithinae e Trochilinae, todas nectarívoras de acordo com Piacentini (2011).
16
Segundo Buzato et al. (2012) no Brasil temos cerca de duzentas e trinta e quatro aves

Segundo Buzato et al. (2012) no Brasil temos cerca de duzentas e trinta e quatro aves atuando como polinizadoras,

Segundo relatado por Maues; Venturini (1996) a maioria das aves ornitófilas apresentam características morfológicas compatíveis com a flores que visitam em busca do recurso floral. Desta forma considera-se o tamanho e curvatura do bico com o tamanho, comprimento e curvatura das flores tubulares.

Conforme relatado por Buzato et al. (2000), o néctar sendo uma fonte imediata de energia necessária
Conforme relatado por Buzato et al. (2000), o néctar sendo uma fonte imediata de
energia necessária para a manutenção de seu voo (SICK 2001) é um recurso que
depende do forescimento das espécies específicas ao longo do ano. As flores ornitófilas
geralmente estão reunidas em inflorescências (QUIRINO; MACHADO 2001),
apresentado as seguintes características como cores brilhantes, preferencialmente
vermelhas, néctar abundante (STILES 1981), tubulares e pendentes, sendo que o
comprimento e a curvatura dos bicos adaptados ao tamanho e curvatura das flores
tubulares (YANEGA; RUBEGA, 2004)
Segundo Fischer et al. (2014) as flores polinizadas por pássaros apresentam as seguintes
características morfológicas:
Geralmente tubulares ou pendentes,
, Sem odor,
Preferencialmente cor vermelha
Secretam muito néctar, mais diluído em relação às flores polinizadas por
abelhas;
Difícil acesso a polinizadores pequenos como abelhas e besouros, em virtude de
apresentam uma posição pendente;
Antese diurna, com abertura concentrada no início da manhã;
17
 Ovário protegido. Figura 24 Flores que são polinizadas por ornitofilia Crédito: João Carlos Nordi 2.5.6
  • Ovário protegido.

Figura 24 Flores que são polinizadas por ornitofilia

Crédito: João Carlos Nordi 2.5.6 Síndrome da Quiropterofilia Os morcegos, pertencentes à ordem Chiroptera, representada, correspondem
Crédito: João Carlos Nordi
2.5.6 Síndrome da Quiropterofilia
Os morcegos, pertencentes à ordem Chiroptera, representada, correspondem a segunda
maior ordem de mamíferos em número de espécies ficando atrás apenas dos roedores
(Rodentia). Calcula-se que atualmente existam mais de 1380 espécies de morcegos
descritas apresentando uma enorme diversidade de hábitos alimentares
(FENTON;SIMMONS, 2015).
18
Os morcegos são importantes para o meio ambiente, e para vários setores industriais, como polinizadores em

Os morcegos são importantes para o meio ambiente, e para vários setores industriais, como polinizadores em planta da tequila - Agave sp. e o pequi - Caryocar brasiliensis (AGUIAR et al. 2014) e ao voarem por longas distâncias, dispersam as sementes (TEIXEIRA 2016).

Flores quiropterófilas secretam uma grande quantidade de néctar, proporcional ao tamanho do agente polinizador. Além do néctar se alimentam também de pólen constituindo uma importante fonte proteica (FAEGRI; PIJL 1979, FISCHER et al. 1992, RAVEN et al. 2007, FISCHER et al., 2014).

As flores polinizadas por morcegos apresentam as seguintes características morfológicas (Fisher et al., 2014):  Abertura
As flores polinizadas por morcegos apresentam as seguintes características
morfológicas (Fisher et al., 2014):
Abertura das flores no final do dia com disponibilidade de pólen e néctar à
noite;
Flores com coloração branca, creme, ocre-amarelado
Odor noturno forte, diferente do de flores entomófilas, frequentemente de fruto
ou lembrando fermentação;
Usualmente duram apenas uma noite,
Flores são robustas e expostas;
19
2.6 Síntese da Unidade Nesta Unidade estudamos a polinização, os fatores que influenciam a polinização cruzada,
  • 2.6 Síntese da Unidade

Nesta Unidade estudamos a polinização, os fatores que influenciam a polinização cruzada, os mecanismos de transferência de pólen bem como as síndromes de polinização.

  • 2.7 Para saber mais

Livros M. Yamamoto; Oliveira, P. E.; Gaglianone, M.C. (Coord.) Uso sustentável e restauração da diversidade dos
Livros
M. Yamamoto; Oliveira, P. E.; Gaglianone, M.C. (Coord.) Uso sustentável e
restauração da diversidade dos polinizadores autóctones na agricultura e nos
ecossistemas relacionados: planos de manejo. Rio de Janeiro: Funbio, 2014.
Sites
https://www.youtube.com/watch?v=Vih4EK6CoWA- A Beleza da Polinização em Alta
Definição e Câmera Lenta
https://www.youtube.com/watch?v=UyFJzfRSbVA - Polinização
abelhas
A importância das
https://www.youtube.com/watch?v=U-a144_QPA4
-
Polinización
de
Stapelia
grandiflora
2.8
Atividades
Escolha uma área com vegetação e realize a observação dos agentes polinizadores,
identificando-os bem como os recursos forrageados.
20
REFERÊNCIAS ACEVP (s/d) – Associação Corredor Ecológico Vale do Paraíba . Disponível em: http://www.corredordovale.org.br/#/o_que_e/ - Acesso

REFERÊNCIAS

ACEVP (s/d) Associação Corredor Ecológico Vale do Paraíba. Disponível em:

http://www.corredordovale.org.br/#/o_que_e/ - Acesso em 28 ago. 2018

AGUIAR, A. P.; CHIARELLO, A. G.; MENDES, S. L.; MATOS, E. N. Os Corredores Central e da Serra do Mar na Mata Atlântica brasileira. In: Galindo-Leal, C.; Câmara, I. G. (Eds.). Mata Atlântica: biodiversidade, ameaças e perspectivas. Belo Horizonte:

Fundação SOS Mata Atlântica, Conservação Internacional e Centro de Ciências Aplicadas à Biodiversidade. cap. 11, p. 119-132, 2005

AGROLINK Maioria da população desconhece importância da polinização na

produção de alimentos. 2015. Disponivel em: http://www.esalq.usp.br/cprural/noticias/mostra/2864/-maioria-da-populacao- desconhece- Acesso em 23 ago. 2018 .. does agriculture
produção
de
alimentos.
2015.
Disponivel
em:
http://www.esalq.usp.br/cprural/noticias/mostra/2864/-maioria-da-populacao-
desconhece- Acesso em 23 ago. 2018
..
does agriculture depend on pollinators? Lessons from long-term trends in crop
production. Ann. Bot. n. 103, p.1579-1588, 2009
AIZEN, M.A., GARIBALDI, L.A., CUNNINGHAM, S.A.; KLEIN, A.M
How much
ALTIERI, ,M.A The ecological role of biodiversity in agroecossystems. Agriculture
Ecosystems & Environment, v.74, p.19-31. 1999
..
ALVES-DOS-SANTOS, I. Por que preservar troncos apodrecidos e barrancos em
sua propriedade? Mensagem. Doce 100., 2009 Disponível em:
http://www.apacame.org.br/mensagemdoce/100/artigo.htm. Acesso em 10 ago. 2018
ANDRADE, B.M.; OLIVEIRA-FILHO, A.T.; SOARES, A.R. Pollination and breeding
system of Xylopia brasiliensis Sprengel (Annonaceae) in south-eastern Brazil. Journal
of Tropical Ecology, v. 12, p.313-320, 1996.
APG – Angiosperm Phylogenic Group An update of the Angiosperm Phylogeny Group
classification for the orders and families of flowering plants: APG IV. Botanical Journal
of the Linnean Societt, v. 181, p.1-20, 2016.
ARAÚJO, M. Conservação da Mata Atlântica na região cacaueira da Bahia. In: Anais
do V Seminário da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica. União dos Palmares:
Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, p. 11-16, 1997.
ARRUDA, M.B.; NOGUERIA-SÁ, L.F.S
..
integradora de ecossistemas no Brasil – Brasília: IBAMA. 2003.
Corredores ecológicos: uma abordagem
AURELIO – Dicionário On line. Dicionario Online de Portugues. Disponível em
https://www.dicio.com.br. Acesso em 23 ago. 2018
21
AYRES, J.M.; FONSECA, G.A.B.; RYLANDS, A.B.; QUEIROZ, H.L.; PINTO, L.P.; MASTERSON, D.; CAVALCANTI, R. Os corredores

AYRES, J.M.; FONSECA, G.A.B.; RYLANDS, A.B.; QUEIROZ, H.L.; PINTO, L.P.; MASTERSON, D.; CAVALCANTI, R. Os corredores ecológicos das florestas tropicais do Brasil. Belém, PA : Sociedade Civil Mamirauá, 2005.

BAWA, K.S.; BULLOCK, S.H.; PERRY, D.R.; COVILLE, R.E.;GRAYUM, M.H. Reproductive biology of tropical lowland rain forest trees. II. Pollination systems. American Journal of Botany, v.72, p.346-356, 1985.

BERNAL, R.; ERVIK, F. Floral biology and pollination of the dioecious palm Phytelephas seemannii in Colombia: an adaptation to staphylinid beetles. Biotropica v. 28, p.682-696, 1996

BERNHARDT, P. Convergent evolution and adaptative radiation of beetle-pollinated angiosperms. Plant Systematics and Evolution, v.222, p.293-320,
BERNHARDT, P. Convergent evolution and adaptative radiation of beetle-pollinated
angiosperms. Plant Systematics and Evolution, v.222, p.293-320, 2000.
BLOCHTEIN, B; WITTER, S.; HALINSKI, R. Plano de manejo para polinização da
cultura da canola. Rio de Janeiro: Funbio, 2015
BOFF, S. Modelos atraentes despertam interesse em machos? Uma relação entre flores
artificiais e abelhas. In: Livro do curso de campo “Ecologia da Mata Atlântica” (G.
Machado; P.I.K.L. Prado & A.A. Oliveira, eds.). Universidade de São Paulo, São Paulo,
2009.
BRASIL. Lei n.º 9.985, de 18 de julho de 2000. Regulamenta o art. 225, § 1o, incisos
I, II, III e VII da Constituição Federal, institui o Sistema Nacional de Unidades de
Conservação da Natureza e dá outras providências. Diário Oficial da União: Brasília,
2000.
BRASIL. Decreto Federal Nº 4340, de 22 de agosto de 2002.
BRASIL. MMA. Ministério do Meio Ambiente. O corredor central da mata
atlântica: uma nova escala de conservação da biodiversidade. Brasília: Ministério do
Meio Ambiente, Conservação Internacional e Fundação SOS Matam Atlântica, 2006.
46p.
BRASIL, Ministério do Meio Ambiente, 12 Anos de trabalho pela conservação da
biodiversidade Nacional, Série Corredores Ecológicos Brasília: MMA, 2015.
BRITEZ, R. M. et al . Manejo do Entorno. In: Fragmentação de Ecossistemas: Causas,
efeitos sobre biodiversidade e recomendação para políticas públicas/Denise Marçal
Rambaldi, Daniela América Suárez de Oliveira (orgs.). Brasília: 2.ed., MMA/SBF,
2005.
510p
BRITO, F. A. Corredores ecológicos: uma abordagem integradora de ecossistemas no
Brasil. Brasília: Edições IBAMA, 2006.
22
BRITO, F. Corredores ecológicos : uma estratégia integrada na gestão de ecossistemas. 2ed. Florianópolis: UFSC, 2012.

BRITO, F. Corredores ecológicos: uma estratégia integrada na gestão de ecossistemas. 2ed. Florianópolis: UFSC, 2012.

BOMMARCO, R. et al. Insect pollination enhances seed yield quality and market value in oilseed rape. Oecologie n.169, p.1025-1032. 2012.

BUZATO S, SAZIMA M, SAZIMA, I. Hummingbird pollinated floras at three Atlantic Forest sites. Biotropica v.32, p. 824-841, 2000

CASES, M.O.; FERREIRA, L.V. Síntese de experiências de corredores no Brasil. Brasília: MMA, Ibama. 2007. CGEE- Centro de Gestão e Estudos Estratégicos. Importância dos polinizadores na produção de alimentos e na segurança alimentar global. Brasilia, DF: Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, 2017

CHITTKA, L. J.D. THOMSON. Cognitive ecology of pollination: animal behavior and floral evolution. Cambridge University Press,
CHITTKA, L. J.D. THOMSON. Cognitive ecology of pollination: animal behavior
and floral evolution. Cambridge University Press, Cambridge, 2004
CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE (CONAMA). Resolução nº 9, de
24 de outubro de 1996. “Define corredor de vegetação entre remanescentes” como área
de trânsito para a fauna. Diário Oficial da União: Brasília, 25 de out. 1996.
CORREDOR ECOLÓGICO DO VALE DO PARAÍBA – Um Caminho feito as mãos.
Disponível em: http://www.corredorecologico.com.br/ Acesso em 22 ago. 2018.
CORDEIRO, P. H. C. 2003. Análise dos padrões de distribuição geográfica das aves
endêmicas da Mata Atlântica e a importância do Corredor da Serra do Mar e do
Corredor Central para conservação da biodiversidade brasileira. In: Prado P. I.; Landau
E. C.; Moura R. T.; Pinto L. P. S.; Fonseca G. A. B; Alger K. N. (Orgs.). Corredor de
biodiversidade da Mata Atlântica do sul da Bahia. CD-ROM. Ilhéus:
IESB/CI/CABS/UFMG/UNICAMP
CORTOPASSI-LAURINO, M., ARAUJO, D.A.; IMPERATRIZ-FONSECA, V.L.
Árvores neotropicais, recursos importantes para a nidificação de abelhas sem
ferrão (Apidae, Meliponini). Mensagem Doce 100, 2009. Disponível em: http://
www.apacame.org.br/mensagemdoce/100/artigo4.htm. Acesso em 13 ago. 2018
CRUZ, D.O. et al. Pollination efficiency of the stingless bee Melipona subnitida on
greenhouse sweet pepper. Pesquisa Agropecuária Brasileira, n. 40, p. 1197-1201,
2005.
DE MARCO, P.; COELHO, F.M. Services performed by the ecosystem: forest
remnants influence agricultural cultures’ pollination and production. Biodivers.
Conserv. v.13, p.1245-1255, 2004.
23
DEL SARTO, M.C.L. et al. Evaluation of the neotropical stingless bee Melipona quadrifasciata (Hymenoptera: Apidae) as

DEL SARTO, M.C.L. et al. Evaluation of the neotropical stingless bee Melipona quadrifasciata (Hymenoptera: Apidae) as pollinator of greenhouse tomatoes. Journal of Economic Entomology, v. 98, p. 260-266, 2005.

DEPRÁ, M.S. & GAGLIANONE, M.C. Importância da conservação florestal para

manutenção de polinizadores em cultivos de tomate. Anais Brasileiro de Polinização, Araras, SP, Brasil. 2041, 64p.

...

Anais do I Simpósio

DIAS, G.; BRILHA, J.; ALVES, M. I. C.; PEREIRA, D. I.; FERREIRA, N.; MEIRELES, C.; PEREIRA, P., SIMÕES , P. Contribuição para a valorização e divulgação do património geológico com recurso a painéis interpretativos:

exemplos em áreas protegidas do NE de Portugal. Ciências da Terra (UNL), Vol. Especial V, Lisboa, p. 132-135, 2003.

DIERINGER, G.; ESPINOSA S., J.E. Reproductive ecology of Magnolia schiedeana (Magnoliaceae), a threatened cloud forest treespecies
DIERINGER, G.; ESPINOSA S., J.E. Reproductive ecology of Magnolia schiedeana
(Magnoliaceae), a threatened cloud forest treespecies in Veracruz, Mexico. Bulletin of
the Torrey Botanical Club, 121, 154-159, 1994
DUBOC, E. Sistemas agroflorestais e o Cerrado. In: FALEIRO, F. G.; FARIAS NETO,
A. L. Savanas: desafios e estratégias para o equilíbrio entre sociedade, agronegócio e
recursos naturais, cap. 31. Planaltina, DF: Embrapa Cerrados, 2008, p. 965-985.
DURÁN, X.A., ULLOA, R.B., CARRILLO, J.A., CONTRERAS, J.L.; BASTIDAS,
M.T. Evaluation of yield component traits of honeybee pollinated (Apis mellifera L.)
Rapeseed canola (Brassica napus l.). Chil. J. Agr. Res. v.70, p.309-314, 2010.
EBERHARD, S.H.; HRASSNIGG, N.; CRAILSHEIM, K.; KRENN, H.W. Evidence of
a protease in the saliva of the butterfly Heliconus melpomene (L.) (Nymphalidae,
Lepidoptera). Journal of Insect Physiology, 53, 126-131, 2007.
EMBRAPA – Soluções Tecnológicas – Sistemas Agroflorestais (SAFs), 2004.
Disponivél em: www.embrapa.br/busca-de-solucoes-tecnologicas/-/produto-
servico/112/sistemas-agroflorestais-safs. Acesso em 24 ago. 2018
ENDRESS, P.K. Diversity and evolutionary biology of tropical flowers. Cambridge:
Cambridge University Press, 1994, 511p.
ENDRESS, P.K. The evolution of floral biology in basal angiosperms. Philosophical
Transactions of Royal Society B., v.365, p.411-421, 2010.
FAEGRI, K.; VAN DER PIJL, L. The principles of pollination ecology. Oxford,
Pergamon Press, 1979.244p
FAEGRI, K.; VAN DER PIJL, L. 1980. The principles of pollination ecology. 3
edition. New York, Pergamon Press, 1980, 291p.
24
FAHRIG, L. Effects of habitat fragmentation on biodiversity. Annual Review of Ecology and Systematics, v. 34,

FAHRIG, L. Effects of habitat fragmentation on biodiversity. Annual Review of Ecology and Systematics, v. 34, p.487-515, 2003.

FENETON, M.B.; SIMMONS, N.B. Bats, a world of Science and Mistery. Chicago:

University of Chigaco Press, 2014, 240p.

FENTON, M.B.; SIMMONS, N.B. Bats, a world of science and mystery. The University of Chicago Press, Brooklyn, New York.pp 303, 2015

FERNANDES, R. S.; SILVA, D.; MACEDO, R. L. Experiência de implantação da meliponicultura como componente agroflorestal em comunidades indígenas do Rio Içana - AM. Revista Brasileira de Agroecologia, v.4, n. 2, p. 649-642, 2009.

FLEMING, T.H., GEISELMAN, C. & KRESS, W.J. The evolution of bat pollination: a phylogenetic perspective. Annals
FLEMING, T.H., GEISELMAN, C. & KRESS, W.J. The evolution of bat pollination: a
phylogenetic perspective. Annals of Botany v.104, p.1017-1043, 2009.
FONSECA, G. A. B., PINTO, L. P; RYLANDS, A. B
..
conservação. In: Anais do I Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação –
Biodiversidade e unidades de
Conferências e Palestras. Curitiba: Universidade Livre do Meio Ambiente, Rede Pró-
Unidades de Conservação e Instituto Ambiental do Paraná. p. 189-209, 1997
FONSECA, V.L.I.; NUNES-SILVA, P. As abelhas, os serviços ecossistêmicos e o
Código Florestal Brasileiro. Biota Neotrop., v.10, n.4, 2010. Disponível em:
http://www.biotaneotropica.org.br/v10n4/pt/abstract?article+bn00910042010. Acesso
em 07 mai. 2018.
FONSECA, G. A. B.; ALGER, K.; PINTO, L. P.; ARAÚJO, M.; CAVALCANTI, R.
Corredores de biodiversidade: O Corredor Central da Mata Atlântica. In: ARRUDA, M.
B.; SÁ, L. F. S. N. (Orgs). Corredores Ecológicos: uma abordagem integradora de
ecossistemas no Brasil. Brasília: IBAMA. 2004.
FORMAN, R.T.T. Land Mosaics: the ecology of landscapes and regions. Great
Britain: Cambridge University Press, 1995.
FRANCO, M. S.; SILVA, A. G. Introdução de abelhas indígenas sem ferrão em sistema
agroflorestal. Revista Agroecossistemas, v. 1, n. 1, p. 26-26, 2009
FREITAS, B.M. The Pollination efficiency of foraging bees on apple (Malus
domestica Borkh) and cashew (Anacardium occidentale L.). 1995. Cardiff: University
of Wales, 1995
FREITAS, B. M. et al. Pollination requirements of West Indian-cherry (Malpighia
emarginata) and its putative pollinators, Centris bees, in NE Brazil. Journal of
Agricultural Science, v. 133, n. 3, p. 303-311, 1999.
25
FREITAS, B.; ALVES, J.E. Importância da disponibilidade de locais para nidificação de abelhas na polinização agrícola:

FREITAS, B.; ALVES, J.E. Importância da disponibilidade de locais para nidificação de abelhas na polinização agrícola: o caso das mamangavas de toco. Mensagem. Doce

100,

2009.

Disponível em: http://www.apacame.org.br/

mensagemdoce/100/artigo2.htm. Acesso em 12 mai. 2018.

FREITAS, B.M.; CAVALCANTE, M.C. Visitantes florais e polinização da castanha do Brasil (Bertholletia excelsa) em cultivo comercial na Floresta Amazônica. In: Anais do VIII Encontro sobre Abelhas. Ribeirão Preto: FUNPEC, p.58-66, 2008.

FREITAS, L.; SAZIMA, M. Pollination biology in a tropical high-altitude grassland in Brazil: interactions at the community level. Annals of the Missouri Botanical Garden, v.93,p. 465-516, 2006.

FREITAS, B.M.; SILVA, C.I.; LEMOS, C.Q.; ROCHA, E.E

MENDONÇA, K.S.;

PEREIRA, N.O. Plano de manejo para polinização da cultura do cajueiro: conservação e manejo de polinizadores
PEREIRA, N.O. Plano de manejo para polinização da cultura do cajueiro:
conservação e manejo de polinizadores para agricultura sustentável através de uma
abordagem ecossistêmica. Rio de Janeiro: Funbio, 2014.
FUNDAÇÃO SOS MATA ATLÂNTICA. Atlas dos remanescentes florestais da
Mata no período de 2005-2008. Relatório parcial. São Paulo: INPE, 2009.
GAGLIANONE, M.C.; CAMPOS, M.J.O.; FRANCESCHINELLI, E.; DEPRÁ, M.S.;
SILVA, P
N.;
MONTAGNANA, P.C.; HAUTEQUESTT, A.P.; MORAES, M.C.M.;
GARDNER, A.L. Order Chiroptera. In: Gardner AL (ed) Mammals of South America,
vol 1. The University of Chicago Press, Chicago and London, pp 187-484, 2007.
GARIBALDI, L. A., et. al. Wild pollinators enhance fruit set of crops regardless of
honey bee abundance. Science, v.6127, p. 1608–1611, 2013.
GARIBALDI, L. A., et. al. From research to action: enhancing crop yield through wild
pollinators. Fronties in Ecology and Environment, v.12, n.8, p.439–447, 2014
GEMIM, B.S.; SILVA, F.A.M. Meliponicultura em sistemas agroflorestais: alternativas
de renda, diversificação agrícola e serviços ecossistêmicos. Revista Agro@miente On
line, v.11. n.4, p.361-372,
2017.
Disponível em:
https://www.researchgate.net/publication/320209030_Meliponicultura_em_sistemas_ag
roflorestais_alternativa_de_renda_diversificacao_agricola_e_servicos_ecossistemicos.
Acesso em 24 ago. 2018
GILBERT, L.E. Pollen feeding and reproductive biology of Heliconius butterflies.
Proceedings of the National Academy of Science, v.69, n.1403-1407, 1972.
GIURFA M.; J. NÚÑEZ; L. CHITTKA; R. MENZEL. Colour preferences of flower-
naive honeybees. Journal of Comparative Physiology, v. 177, n.247- 259, 1995
26

M.;

GOLDBLATT, P.; MANNING, J.C.; BERNHARDT, P. Radiation of pollination systems in Gladiolus (Iridaceae: Crocoideae) in Southern

GOLDBLATT, P.; MANNING, J.C.; BERNHARDT, P. Radiation of pollination systems in Gladiolus (Iridaceae: Crocoideae) in Southern Africa. Annals of the Missouri Botanical Garden,v. 88, p.713-734, 2001.

GOMES-PIMENTEL, R.;BRAZ.D.M. et al. Morfolgia das Angiospermas. Rio de Janeiro: Technal Books, 2017, 224p.

GOTTSBERGER, G. Comments on flower evolution and beetle pollination in the genera Annona and Rollinia (Annonaceae). Plant Systematics and Evolution, v.167, p.189-194, 1989a.

GOTTSBERGER, G. How diverse are Annonaceae with regard to pollination? Botanical Journal of the Linnean Society, v.169, p.245-261, 2012.

GOTTSBERGER, G.; SILBERBAUER-GOTTSBERGER, I. Life in the Cerrado: a South American tropical seasonal ecosystem. Vol. II.
GOTTSBERGER, G.; SILBERBAUER-GOTTSBERGER, I. Life in the Cerrado: a
South American tropical seasonal ecosystem. Vol. II. Pollination and seed dispersal.
Ulm Germany: Reta Verlag, 383p., 2006
GRIBEL, R. Pollination ecology and pollinator management in cupuassu (Theobroma
grandiflorum Willd. ex Spreng. Schum., Sterculiaceae), an amazonian fruittree of
promising economic importance. In: Pollinators management in Brazil (ALVAREZ;
LANDEIRO, Org.). Ministério de Meio Ambiente, Brasília, p.14-17. 2008
HOGENDOORN, K. On promoting solitary bee species for use as crop pollinators in
greenhouses. In: Solitary bees: conservation, rearing and management for use as crop
pollinators in greenhouses. In: FREITAS, B.M.; PEREIRA, J.O.P. (eds.) Solitary bees:
conservation, rearing and management for pollination. Fortaleza: Imprensa
Universitária, p. 213-221, 2004.
HONORATO, S.C.; LIMA, I.M.S.O.; FARIA, D.M.; MENDES, S.A. O ministério
público nas Unidades de Conservação do Corredor Central da Mata Atlântica:
uma avaliação a partir do discurso dos Promotores de Justiça. Desenvolvimento e Meio
Ambiente, n.22, p.113-124, 2010
ISHARA, K.L. & MAIMONI-RODELLA, R.C.S
..
a Cerrado remnant (Brazilian Savanna) in Southeastern Brazil. Brazilian Archives of
Pollination and dispersal systems in
Biology and Technology, v.54,n. 629-642, 2011.
IBAMA - INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE. Corredores
ecológicos: experiências em planejamento e implementação. Brasília: Ministério do
Meio Ambiente, Secretaria de Biodiversidade e Florestas (MMA), 2007.
IPEMA – Instituto de Pesquisa da Mata Atlântica. Conservação da Mata Atlântica no
Estado do Espírito Santo: cobertura florestal e unidades de conservação. Vitória:
Instituto de Pesquisa da Mata Atlântica-IPEMA, 2005, 142p.
27
IPEMA – Instituto de Pesquisa da Mata Atlântica. Projeto Corredores Ecológicos : síntese do processo de

IPEMA Instituto de Pesquisa da Mata Atlântica. Projeto Corredores Ecológicos:

síntese do processo de definição e planejamento dos corredores ecológicos no Espírito Santo. Cariacica, Instituto Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos,

JERSÁKOVÁ, J.; JOHNSON, S.D.; JÜRGENS, A. Deceptive behaviour in plants II. Food deception by plants: from generalized systems to specialized floral mimicry. p. 223-246. In: F. Baluška (Ed.). Plant-Environment Interactions, Signaling and Communication in Plants, From Sensory Plant Biology to Active Plant Behavior. Berlin, Springer-Verlag, 2009, 308p.

JOHNSON, S.D.; PETER, C.I.; ELLIS, A.G.; BOBERG, E.; BOTES, C.; VAN DER NIET, T. Diverse pollination systems of the twin-spurred orchid genus Satyrium in African grasslands. Plant Systematics and Evolution, 292, 95-103, 2011.

JOSENS, R.B.; FARINA W.M. Nectar feeding by the hovering hawk moth Macroglossum stellatarum: intake rate as
JOSENS, R.B.; FARINA W.M. Nectar feeding by the hovering hawk moth
Macroglossum stellatarum: intake rate as a function of viscosity and concentration of
sucrose solutions. Journal of Comparative Physiology A, 187, 661-665, 2001.
JULIANO, J.C. Polinização entomófila na soja. In: Anais do 4° Congresso Brasileiro de
Apicultura. CBA, Convênio Incra-FAEP. 1976. Curitiba, Brasil. p. 235 - 239. 1977.
JUNQUEIRA, C.N.; AUGUSTO, S.C. Bigger and sweeter passion fruits: effect of
pollinator enhancement on fruit production and quality. Apidologie, 2016.
KEOGH, R.; ROBINSON, A.; MULLINS, I.; Pollination aware case study: melons
Kingston: Rural Industries Research and Development Corporation. (RIRDC.
Publication, 10/128). 2010. Disponível em: <https://rirdc. infoservices.com.au/items/10-
128>. Acesso em: 5 junho 2018.
KILL, L.H.P.; RIBEIRO, M.F.; SIQUEIRA. K.M.M.; SILVA, E.M.S. Polinização do
meloeiro: biologia reprodutiva e manejo de polinizadores. Rio de Janeiro: Funbio, 2015
KLATT, B.K. et al. Bee pollination improves crop quality, shelf life and commercial
value. Proc. Biol. Sci. n. 281, p. 2013-2440. 2014
KEVAN, P.G. (Ed.) Insect pollination of economically important plants of tropical and
subtropical Asia. In: The Asiatic hive bee: apiculture, biology, and role in sustainable
development in tropical and subtropical Asia Enviroquest, Canada: Cambridge,
13, 1995.
p.129-
KINZEY, W. G. Distribution of primates and forest refuges. In: Prance, G. T. (Ed.)
Biological diversification in the tropics. New York: Columbia University Press. p. 455-
482, 1982.
KNUDSEN, J.T. Variation in floral scent composition within and between populations
of Geonoma macrostachys (Arecaceae) in the western Amazon. American Journal of
Botany, 89, 1772-1778, 2002
28
KORMAN, V. Proposta de integração das glebas do Parque Estadual de Vassununga-Santa Rita do Passa Quatro,

KORMAN, V. Proposta de integração das glebas do Parque Estadual de Vassununga-Santa Rita do Passa Quatro, SP., 2003. Dissertação (Mestrado em Ecologia de Agroecossistemas) – Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, Piracicaba: Universidade de São Paulo, 2003,

LARSON, B.M.H., KEVAN, P.G.; INOUYE, D.W. Flies and flowers: taxonomic diversity of anthophiles and pollinators. Canadian Entomologist, v.133, p.439-465,

2001.

LAURANCE, W.F., NASCIMENTO, H.E.M., LAURANCE, S.G., ANDRADE, A., RIBEIRO, J.E.L.S., GIRALDO, J.P., LOVEJOY, T.E., CONDIT, R., CHAVE, J., HARMS, K.E.; D’ANGELO, S. Rapid decay of treecommunity composition in Amazonian forest fragments. Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America v.103, p.19010-19014, 2006.

MACHADO, I.C.; LOPES, A.V. Floral traits and pollination systems in the Caatinga, a Brazilian tropical dry
MACHADO, I.C.; LOPES, A.V. Floral traits and pollination systems in the Caatinga, a
Brazilian tropical dry forest. Annals of Botany, v.94, p.365-376, 2004.
MAGALHÃES, C.B.; FREITAS, B.M. Introduction nests of the oil collect bee Centris
analis (Hym., Apidae, Centridini) for pollination of acerola (Malpighia emarginata)
increases yield. Apidologie, n. 44, p. 234-237. 2013.
MAIA, A.C.D.; CARVALHO, A.T.; PAULINO-NETO, H.F. & SCHLINDWEIN, C.
Besouros (Insecta, Coleoptera) como polinizadores no Brasil – perspectivas no uso
sustentado e conservação na polinização. p. 153-174. In: Imperatriz-Fonseca, V.L.;
Canhos, D.A.L.; Alves, D.A.; Saraiva, A.M. (eds.). Polinizadores no Brasil –
contribuição e perspectivas para a biodiversidade, uso sustentável, conservação e
serviços ambientais. São Paulo: Edusp,2012, 488p.
MALAGODI-BRAGA, K.S.; KLEINERT, A.M.P. Could Tetragonisca angustula
Latreille (Apinae, Meliponini) be effective as strawberry pollinator in greenhouses?. J.
Agric. Res. n. 55, p. 771-773, 2004.
MARQUES, M.F.; MENEZES, G.B.; DEPRÁ, M.S.; DELAQUA, G.C.G.;
HAUTEQUESTT, A.P.; MORAES, M.C
em abelhas. Rio de Janeiro: Funbio, 2015
M.
Polinizadores ma agricultura: ênfase
MARTINS, F.Q.; BATALHA, M.A. Vertical and horizontal distribution of pollination
systems in cerrado fragments of central Brazil. Brazilian Archives of Biology and
Technology, v.50, p.503-514, 2007.
MAUÉS, M.M.; KRUG, C.; WADT, L.H.O.; DRUMOND, P.M.;CAVALCANTE,
M.C.; SANTOS, A.C.S. A castanheira do Brasil: avanços no conhecimento das
práticas amigáveis à polinização. Rio de Janeiro: Funbio, 2015
MAY, P. H. Viabilidade financeira, renda familiar e serviços
gerados por SAFs. In:
MAY, P.H.; TROVATTO, C.M.M.
(Coord.); DEITENBACH, A.; FLORIANI, G.S.;
29
DUBOIS, J.C.L.; VIVAN, J.L. (Org.). Manual Agroflorestal para a Mata Atlântica. Brasília: Ministério do Desenvolvimento Agrário,

DUBOIS, J.C.L.; VIVAN, J.L. (Org.). Manual Agroflorestal para a Mata Atlântica. Brasília: Ministério do Desenvolvimento Agrário, Secretaria de Agricultura Familiar,

2008. Cap. 2, p. 63-93. MILLER-BUTTERWORTH, C.M.; MURPHY, W.J.; O'BRIEN, S.J.; JACOBS, D.S.; SPRINGER, M.S.; TEELING,
2008.
Cap. 2, p. 63-93.
MILLER-BUTTERWORTH, C.M.; MURPHY, W.J.; O'BRIEN, S.J.; JACOBS, D.S.;
SPRINGER, M.S.; TEELING, E.C. A family matter: conclusive resolution of the
taxonomic position of the long-fingered bats, miniopterus. Mol Biol Evol v.24,p.1553-
156, 2007.
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE (MMA). Corredores Ecológicos - Proteção das
Florestas Tropicais do Brasil – Revisão. Brasília:MMA, 2002
MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE (MMA). Corredores Ecológicos - experiências
em planejamento e implementação / Brasília: Ministério do Meio Ambiente -
Secretaria de Biodiversidade e Florestas, 2007.
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE (MMA). Projeto Corredores Ecológicos.
Programa-Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil – PPG7. Brasília,
2014, 137p. (Não publicado).
MOURA, R. T. Análise comparativa da estrutura de comunidades de pequenos
mamíferos em remanescente de Mata Atlântica e em plantio de cacau em sistema
de cabruca no Sul da Bahia. Dissertação de Mestrado, Universidade Federal de Minas
Gerais, Belo Horizonte, 1999
MORGADO, L.N.; RESENDES, R.; VILLANUEVA, R.S.; MOURA, M.; VENTURA,
M.A.M. Palinologia uma importante ferramenta em diferentes áreas científicas. Rev,
Açores Magazine UAciência, 2013, p.26-27.
NADIA, T.L.; MACHADO, I.C
...
RECH, A.R.; AGOSTINI, K.; OLIVEIRA, P.E.; MACHADO, I.C. (Org.) Biologia da
Polinização. Rio de Janeiro: Editorial Ceres Belchior – Projeto Cultural, 2014, 527p.
Polinização por dípteros. Cap. 12, p.277- 290. In:
NORDI, J.C. Flora apícola e polinização. Taubaté: UNITAU, 2015.
NUNES-SILVA, P. et al. Stingless bees, Melipona fasciculata, as efficient pollinators of
eggplant (Solanum melongena) in greenhouses. Apidologie, v. 44, p. 537-546, 2013.
ODUM, E.P.Fundamentos de ecologia. 6.ª ed.,Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian,
2001.
...
pro lepidópteros Cap. 10, p.235- 277. In: RECH, A.R.; AGOSTINI, K.; OLIVEIRA,
P.E.; MACHADO, I.C. (Org.) Biologia da Polinização. Rio de Janeiro: Editorial Ceres
Belchior – Projeto Cultural, 2014, 527p.
OLIVERIA, R.; DUARTE JUNIOR, J.A.; RECH, A.R.; AVILA JR., R.S
Polinizaçao
30
OLIVEIRA, M.S.P; COUTURIER, G.; BESERRA, P. Biologia da polinização da palmeira Tucumã ( Astrocaryum vulgare Mart.)

OLIVEIRA, M.S.P; COUTURIER, G.; BESERRA, P. Biologia da polinização da palmeira Tucumã (Astrocaryum vulgare Mart.) em Belém, Pará, Brasil. Acta Botanica Brasilica, v.17, p.343-353, 2003.

OLIVEIRA, P.E.; GIBBS, P.E.; BARBOSA, A.A. Moth pollination of woody species in the Cerrados of Central Brazil : a case of so much owed to so few ? Plant Systematics and Evolution, v. 245, p.41-54, 2004.

OLIVEIRA, P.E.; MARUYAMA, P.K. Sistemas Reprodutivos, Cap. 3, p.73- 91. In:

RECH, A.R.; AGOSTINI, K.; OLIVEIRA, P.E.; MACHADO, I.C. (Org.) Biologia da Polinização. Rio de Janeiro: Editorial Ceres Belchior Projeto Cultural, 2014, 527p.

OLIVEIRA, R.; SCHLINDWEIN, C. Searching for a manageable pollinator for acerola orchards: the solitary oil-collecting bee Centris analis (Hymenoptera: Apidae:

Centridini). Journal of Economic Entomology Riverside, v. 102, n. 1, p. 265-273, 2009. PANG, C., C.;
Centridini). Journal of Economic Entomology Riverside, v. 102, n. 1, p. 265-273,
2009.
PANG, C., C.; SCHARASCHKIN, T.; SU, Y.C.F.; SAUNDERS, R.M.K. Functional
monoecy due to delayed anther dehiscence: a novel mechanism in Pseuduvaria
mulgraveana (Annonaceae). PLoS ONE, v.8, n.3, 2013.
..
A.R.; AGOSTINI, K.; OLIVEIRA, P.E.; MACHADO, I.C. (Org.) Biologia da
Polinização. Rio de Janeiro: Editorial Ceres Belchior – Projeto Cultural, 2014, 527p.
PAULINO NETO, H.F
Polinização por besouros Cap. 11, p.259- 275. In: RECH,
PAULINO-NETO, H.F.; OLIVEIRA, P.E.A.M. As anonáceas e os besouros. Ciência
Hoje, 38, 59-61, 2006
PENZ, C.M.; KRENN, H.W. Behavioral adaptations to pollen-feeding in Heliconius
butterflies (Nymphalidae, Heliconiinae): an experiment using Lantana flowers. Journal
of Insects Behavior, v.13, p.865-880, 2000.
PEREIRA, V.H.C.; CESTARO, L.A.
Corredores ecológicos no Brasil: avaliação sobre
os principais critérios utilizados para definição de áreas potenciais. Caminhos de
Geografia – revista online, v.17, n.58, p.16-33, 2016. Disponivel em:
http://www.seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/. Acesso em 22 ago. 2018.
PINHEIRO, M.; GAGLIANONE, M.C.; NUNES, C.E.P.; SIGRIST, M.R.; SANTOS,
I.A
..
Polinização por abelhas Cap. 9, p.207- 227. In: RECH, A.R.; AGOSTINI, K.;
OLIVEIRA, P.E.; MACHADO, I.C. (Org.) Biologia da Polinização. Rio de Janeiro:
Editorial Ceres Belchior – Projeto Cultural, 2014, 527p.
PINTO, L. P. S. Distribuição geográfica, população e estado de conservação de
mico-leão- da-cara-dourada, Leonthopithecus chrysomelas (Callithrichidae,
Primates) . Dissertação de Mestrado, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo
Horizonte, 1994.
31
PIRES, V.C.; ARANTES. R.C.C.; TOREZANI, K.R.S.; RODRIGUES, W.A.; SUJII, E.R.; SILVEIRA, F.A.; PIRES, C.S.S. Abelhas em

PIRES, V.C.; ARANTES. R.C.C.; TOREZANI, K.R.S.; RODRIGUES, W.A.; SUJII, E.R.; SILVEIRA, F.A.; PIRES, C.S.S. Abelhas em áreas de cultivo de algodoeiro no Brasil. Brasília: Embrapa, 2014

POTTS, S.G., BIESMEIJER, J.C., KREMEN, C., NEUMANN, P., SCHWEIGER, O.; KUNIN, W.E. Global pollinator declines: trends, impacts and drivers. Trends Ecol. Evol. v.25, p.345-353, 2010.

PRIMACK, R.B.; INOUYE, D.W. Factors affecting pollinator visitation rates: A biogeographic comparison. Current Science, v.65, p.257-262, 1993.

PROCTOR, M.; YEO, P.; LACK, A. The natural history of pollination. Portland, Timber Press, Inc., 479p. 1996.

QUIRINO Z.G.M.; MACHADO, I.C. Biologia da polinização e da reprodução de três espécies de Combretum Loefl.
QUIRINO Z.G.M.; MACHADO, I.C. Biologia da polinização e da reprodução de três
espécies de Combretum Loefl. (Combretaceae). Revista Brasileira de Botânica v.24,
p.181-193, 2001
RAMALHO, M. et al. Characterization of some southern Brazilian honey and bee
plants through pollen analysis. Journal of Apicultural Research, v.30, n.2, p.81-86,
1991.
RAYOL, B. P.; MAIA, R. T. F. Potencial da inserção de abelhas em sistemas
agroflorestais no oeste do estado do Pará, Brasil. Revista Brasileira de Agroecologia,
v. 8, n. 3, p. 101-108, 2013.
RAW, A. Centris dirrhoda (Anthophoridae), the bee visiting West Indian cherry flowers
(Malpighia punicifolia). Revista de Biologia Tropical, San José, v. 27, n. 2, p. 203-
205, 1979.
RECH, A.R.; AVILA JR., R.S.; SCHLINDWEIN, C. Síndromes de polinizaçao, Cap.
4, p.173- 181. In: RECH, A.R.; AGOSTINI, K.; OLIVEIRA, P.E.; MACHADO, I.C.
(Org.) Biologia da Polinização. Rio de Janeiro: Editorial Ceres Belchior – Projeto
Cultural, 2014, 527p.
REYES-CARRILO, J.L.; CANO-RIOS, P.; GONZÁLEZ, E.G. Distribución espacial
de las abejas em el cultivo del melón con diferente número de colmenas por
hectárea. In: Resultados de Projectos Investigación, p.147-152. Universidade
Autónoma Antonio Marro, 2003
RIBEIRO, A. M.F.; COUTO, R.H.N. Polinização entomófila de soja (Glycine max),
cultivar Conquista. In: Anais 14° Congresso Brasileiro de Apicultura. CBA, 2002. CD-
Rom. Campo Grande, Brasil. 2002
32
RICKETTS, T., REGETZ, J., STEFFAN-DEWENTER, I., CUNNINGHAM, S.A., KREMEN, C., BOGDANSKI, A., GEMMIL-HERREN, B., GREENLEAF, S.S.,

RICKETTS, T., REGETZ, J., STEFFAN-DEWENTER, I., CUNNINGHAM, S.A., KREMEN, C., BOGDANSKI, A., GEMMIL-HERREN, B., GREENLEAF, S.S., KLEI, A.M., MAYFIELD, M.M., MORANDIN, L.A., OCHIENG, A.; VIANA, B.F. Landscape effects on crop pollination services: are there general patterns? Ecol. Lett. v.11, p.499-515, 2008.

RIZZARDO, R.A.G., FREITAS, B.M., MILFONT, M.O.; SILVA, E.M.S. A polinização de culturas agrícolas com potencial para produção de biodiesel: um estudo de caso com a mamona (Ricinus communis L.). In: Anais do VIII Encontro Sobre Abelhas, FUNPEC, Ribeirão Preto, p.293-299, 2008.

SCHIFINO-WITTMANN, M.T.; ARGOL. M.D. Auto-incompatibilidade em plantas. Ciência Rural, v.32, n.6., p.1083-1090, 2002

SICK, H . Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001 SILBERBAUER-GOTTSBERGER, I.; GOTTSBERGER, G.; WEBBER,
SICK, H . Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001
SILBERBAUER-GOTTSBERGER, I.; GOTTSBERGER, G.; WEBBER, A. 2003.
Morphological and functional flower characteristics of new and old world Annonaceae
with respect to theirmode of pollination. Taxon, v.52, p.701-718, 2003
SILVA, C.I.; MARCHI. P.; ALEIXO, K.P.; NUNES-SILVA, B.; FREITAS, B.M.;
GARÓFALO,A.; IMPERATRIZ-FONSECA, V.L.; OLIVEIRA, P.E.A.M; ALVES-
DOS-SANTOS, I. Manejo dos polinizadores e polinização das flores do
maracujazeiro. São Paulo: Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São
Paulo, 2014
SIMMONS, N.B. Order Chiroptera. In: Wilson DER, D.M. (ed) Mammal species of
the world: a taxonomic and geographic reference. Smithsonian Institution Press,
Washington, 2005. pp 312- 529.
SILVA-NETO, C.M.; LIMA F.G.; GONÇALVES, B.B.; BERGAMINI, L.;
BERGAMINI, B.A.R.; ELIAS, M.A.S. & FRANCESCHINELLI, E.V. Native bees
pollinate tomato flowers and increase fruit production. Journal of Pollination Ecology,
11: 41-45p., 2013
SILVA, J. M. C.; Sousa, M. C.; Casteleti, C. H. M. 2004. Areas of endemism for
passerine birds in the Atlantic Forest. Global Ecology and Biogeography 13: 85-92.
SPRENGEL, C.K. Das Entdeckte Geheimniss in der Natur im Bau und in der
Befuchtung der Blumen. Berlin: Friedrich Vieweg dem aeltern, 1793.
SOUZA, V.C.; FLORES, T.B.; LORENZI, H. Introdução à Botânica : morfologia.
Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2013.
TABANEZ, André A. J.; VIANA, Virgílio M.; DIAS, André da S. “Conseqüências da
fragmentação e do efeito de borda sobre a estrutura, diversidade e sustentabilidade de
33
um fragmento de floresta de planalto de Piracicaba, SP”, Revista Brasileira de Biologia , 2001, v.

um fragmento de floresta de planalto de Piracicaba, SP”, Revista Brasileira de Biologia, 2001, v. 57, n. 1, p.56-57.

TAVARES, A.A. Avaliações físicas e químicas em cultura de morangos (Fragaria x ananassa Duch.) sob efeito da polinização por Tetragonisca angustula em ambiente protegido, Monografia conclusão de curso. UNITAU-2017- 35 p.

TEIXEIRA, A. F. R. Princípios agroecológicos aplicados à criação de abelhas nativas sem ferrão. Revista Brasileira de Agroecologia, v. 2, n. 2, 2007

TEIXEIRA, P.G. O hábito alimentar dos morcegos (Mammalia, Chiropera) e sua relação com a diversidade viral. Dissertação mestrado. Universidade de Brasília,

2016 TEIXEIRA, S.P.; MARINHO, C.R.;PAULINO, J.V ... A flor: aspectos morfofuncionais e evolutivo Cap. 2, p.45-
2016
TEIXEIRA, S.P.; MARINHO, C.R.;PAULINO, J.V
...
A flor: aspectos morfofuncionais
e evolutivo Cap. 2, p.45- 69. In: RECH, A.R.; AGOSTINI, K.; OLIVEIRA, P.E.;
MACHADO, I.C. (Org.) Biologia da Polinização. Rio de Janeiro: Editorial Ceres
Belchior – Projeto Cultural, 2014, 527p.
TORDIN, C. Sistemas Agroflorestais favorecem a polinização feita por abelhas
silvestres, 2015. Disponível em: https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-
/noticia/8100305/sistemas-agroflorestais-favorecem-a-polinizacao-feita-por-abelhas-
silvestres. Acesso em 18 mai. 2018.
TORDIN, C. Sistemas agroflorestais biodiversos conservam polinizadores, 2017.
Disponível em: https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/27380793/sistemas-
agroflorestais-biodiversos-conservam-polinizadores.Acesso em 22 ago. 2018.
THOMAS, C.D. Ecological Corridors an Assessment. Science and Research Series
n.34, Department of Conservation, Head Office, Wellington, New Zealand. 1991
UC (s/d) Unidades de Conservação no Brasil – Corredor Ecológico.
Disponível em: https://uc.socioambiental.org/áreas-para-
conservação/corredor-ecológico. Aceso em 19 ago. 2018
WEBBER, A.C.; GOTTSBERGER, G. Floral biology and pollination of Bocageopsis
multiflora and Oxandra euneura in Central Amazonia, with remarks on the evolution of
stamens in Annonaceae. Feddes Repertorium, v.106, p.515-524, 1995
WEBBER, A.C. Biologia floral, polinização e aspectos fenológicos de algumas
Annonaceae na Amazônia Central. Tese de Doutorado. Pós-Graduação em Biologia
Tropical. IMPA/FUA. Manaus -AM. 1996,118p.
34
WEINZ, J. A. Wildlife in patchy environments : metapopulations, mosaics and management. In : McCullugh, D.

WEINZ, J. A. Wildlife in patchy environments: metapopulations, mosaics and management. In: McCullugh, D. R. (Ed.) Metapopulations and wildlife management. Washington, D. C.: Island Press, 1996, p. 53-84.

WEISS, M.R. Vision and learning in some neglected pollinators: beetles, flies, moths, and butterflies. p. 171- 190. In: Chittka, L. & Thomson, J.D. (Eds.). Cognitive ecology of pollination. Cambridge, Cambridge University Press,. 2001, 344p

WILLMER, P. 2011. Pollination and floral ecology. Princeton, Princeton University Press, 778pp.

WOLFF, L. F.; CARDOSO, J. H.; SCHWENGBER, J. E.; SCHIEDECK, G. SAF apícola: sistema agroflorestal integrando abelhas melíferas africanizadas, abelhas nativas sem ferrão, aroeira-vermelha e videiras em propriedade familiar de base ecológica. Boletim Embrapa Clima Temperado, n.8 24 p. 2009

YAMAMOTO, L.F.; KINOSHITA, L.S.; MARTINS, F.R. Síndromes de polinização e de dispersão em fragmentos da Floresta
YAMAMOTO, L.F.; KINOSHITA, L.S.; MARTINS, F.R. Síndromes de polinização e
de dispersão em fragmentos da Floresta Estacional Semidecídua Montana, SP, Brasil.
Acta Botânica Brasílica, v.21, p.553-573, 2007.
YANEGA G.M; RUBEGA M.A. Hummingbird jaw bends to aid insect capture. Nature
v.428, p. 615, 2004.
VANDERMEER, ,J.; PERFECTO,I. A keystone mutualism drives pattern in a power
function. Science, v. 311, p.1000-1002. 2006
VEDDELER, D., OLSCHEWSKI, R., TSCHARNTKE, T.; KLEIN, A.M. The
contribution of non managed social bees to coffee production: new insights based on
farm-scale yield data. Agroforestry Syst. v.73, p.109-11, 2008
VELTHUIS, H.H.W.; VAN DOORN, A. A century of advances in bumblebee
domestication and the economic and environmental aspects of its commercialization for
pollination. Apidologie, v. 37, p. 421-451, 2006.
VENTURIERI, G.C., RODRIGUES, S.T.; PEREIRA, C.A.B. As abelhas e as flores do
açaizeiro (Euterpe oleracea Mart. - Arecaceae). Mensagem Doce v.80, p.32-33, 2005.
VIANA, B.F.; DIAKOS, A.C.; SILVA, E.A.; SILVA, F.O.; CASTAGNINO, G.L.B.;
COUTINHO, J.G.E.; SOUZA, J.H.; GRAMACHO, K.P. Plano de manejo para
polinização de macieiras da varidedade Eva. Rio de Janeiro: Funbio, 2015
VIEIRA, A.; CUNHA, L. P. Geomorfológico – de conceito a projecto. Publicações da
Associação Portuguesa de Geomorfólogos, vol. 3, APGeom, Coimbra, pp. 147-153,
2006.
35
36
36
36

Похожие интересы