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Contramarcos e Esquadrias

Contramarcos de janelas
Contramarco é a moldura, normalmente pré-moldada, de con- creto, alumínio ou madeira,
utilizada como definição do vão para a instalação da esquadria, para que esta não seja chumbada
diretamente na alvenaria. Como gabarito, é uma peça para racionalizar o processo construtivo,
pois permite que se faça a parede sem interrupção. A esquadria que será instalada ali vai ter as
medidas menores do que as do contramarco, admitindo-se apenas as tolerâncias mínimas (folgas)
para que a peça se encaixe com precisão. O contramarco permite ao construtor fazer o
acabamento ao redor do vão sem se preocupar em danificar a esquadria, pois ela só será
instalada no final. Para se adequar aos projetos feitos hoje em dia, os contramarcos são
produzidos pelas empresas com dimensões compatíveis com as dos blocos cerâmicos, de
concreto ou sílico-calcários. Assim, o contramarco coincide com as fiadas de cima e de baixo.
Caso seja necessário, porém, pode-se utilizar meios-blocos para adequar a fiada ao contramarco.
Na elevação ao lado, você confere uma parede de alvenaria de blocos cerâmicos e o
chumbamento de um contramarco de alumínio.
Recomendações

» O desempenho da esquadria depende de um bom chumbamento do contramarco, para


proporcionar estanqueidade à água e segurança estrutural
» É preciso uma folga de pelo menos 25 mm em todo perímetro para chapar a argamassa entre o
contramarco e a alvenaria
» As grapas devem ser instaladas nos contramarcos eqüidistantes a cada 500 mm, próximo ao
ponto onde se dará a fixação da esquadria
» O chumbamento do contramarco deve ser feito de forma que a argamassa penetre em todo seu
perímetro, preenchendo todos os espaços vazios na parte interna, evitando infiltrações
» A melhor forma de instalação da esquadria no contramarco é fazer com que os contramarcos
saiam furados de fábrica, evitando esse procedimento na obra. Com isso, a esquadria é fixada
nos furos preestabelecidos
» Para a instalação de uma esquadria, o contramarco deve estar limpo, sem resíduos de massa
» O contramarco deve ser limpo com um pano embebido em álcool para, posteriormente, receber
o silicone ou a fita vedante entre o contramarco e a esquadria

Esquadrias
 esquadrias = denominação geral para portas, janelas, portões, marcos, caixilhos,
venezianas, persianas, etc.
 caixilhos = parte de uma esquadria onde são fixados os vidros cuidados em projeto:
posição das esquadrias, sentido de abertura das portas e janelas de abrir, espaçamento
mínimo entre a esquadria e o canto da parede (min. 20cm), segurança, etc.
 agressões que as esquadrias de madeira sofrem em obra: choques de ferramentas e
carrinhos; queima com cal ou cimento (aplicar óleo de linhaça ou selador ou demão de
verniz para proteção)

Nomenclatura das partes de uma esquadria


 contramarco (contra-batente)
 parte fixa da esquadria
 reveste o vão da abertura
 recebe a fixação do marco
 marco (batente):
 parte fixa da esquadria
 reveste o vão da abertura ou é fixado ao contramarco por meio de parafusos
 recebe fixação ou articulação para as folhas ou caixilhos da esquadria
 laterais: umbrais do marco ou “ombreiros”
 parte superior: verga do marco
 rebaixo para receber a folha da porta
 folha e caixilho:
 parte móvel de portas e janelas de abrir
 estrutura: quadro composto por dois montantes verticais e duas (ou mais) travessas
horizontais

Materiais
 madeira
 metálicas (ferro, alumínio, bronze, aço inoxidável)
 plásticas (PVC)
 mistas

Localização
 externa
 interna

Forma de funcionamento das folhas ou caixilhos


 fixas
 movimento de rotação. Ex.: abrir
 movimento de translação. Ex.: correr
 movimento misto

Fixas Vidraças fixas (caixilhos não se abrem)


Esquadrias de abrir com
De charneira ou de
movimento de rotação sobre eixo
gonzos
vertical situado no bordo da folha
De abrir com movimento de
De alçapão rotação sobre eixo horizontal no
bordo da folha
As folhas têm movimento de
Com movimento de Basculantes rotação sobre eixo horizontal
rotação passando pelo meio da folha.
Rotação sobre o eixo vertical
Pivotantes passando pelo meio da folha
ESQUADRIAS
Esquadrias com rotação
completa e contínua sobre eixo
Giratórias (ex.:
vertical passando pelo eixo de
portas de bancas)
um conjunto de uma ou mais
folhas
Folhas de correr em direção
Corrediças
horizontal
Movimento de translação em
Com movimento de De guilhotina
direção vertical
translação
Movimento de translação vertical
De guilhotina – usual com movimento de rotação
Stumpf, etc para melhor vedação e lavagem
de vidros
Com movimento
misto (translação + Esquadria mista com movimento
rotação) combinado de alçapão e
Basculantes de
deslizamento do eixo de rotação
eixo deslocável
(de alçapão deslizante: Maxim-
Ar, Edda, etc
Basculantes e Permitem inversão da báscula
pivotantes (dupla) para lavagem do vidro e
especiais acesso entre vidros
Esquadria constituída por chapas
onduladas de aço especial ou
Cortinas de enrolar réguas metálicas orientáveis, ou
grades idem.
Esquadrias com folhas
De sanfona articuladas entre si.

PORTAS DE MADEIRA
 Marco
 simples:
 paredes espessas
 vem caindo em desuso pois não se faz mais paredes espessas
 abertura no reboco da parede com rebaixo (gola) para fixação do marco
 dificuldade de acabamento

 meio-caixão:
 dispensam o alisar externo (guarnição, vista)
 utilizadas em portas externas

 caixão:
 umbrais e verga  espessura = 3,5cm; largura igual à espessura da parede; rebaixo,
de l cm para o batente da folha (simples ou duplo)
 alizares em ambos os lados da parede

 caixão almofadado:
 paredes bastante espessas
 dois marcos meio-caixão com espaço preenchido por almofadas

 sistema Scheid:
 moderno; ótimo acabamento
 pré-fabricado

 metálicos:
 chapa de ferro dobrada
 econômicos
 eficientes em obras populares com paredes de concreto
 mistos: perfis metálicos para reforço ao marco de madeira

 Contramarco
 marco de madeira de qualidade inferior
 menor espessura que o marco (3 a 3,5cm)
 mesma largura da alvenaria
 chumbados nas alvenarias ANTES do marco

Fixação de marcos e contramarcos


 parafusamento em tacos de madeira fervidos em asfalto e revestidos de areia grossa

 parafusamento na argamassa da alvenaria


 chumbadores de ferro (rabo de andorinha = grapas) parafusados no marco ou contramarco
cuidados:
 nivelamento rigoroso da verga
 prumo dos umbrais

Folhas das portas


 emín = 3,5cm (mais usual: 4cm)
 constituída por um quadro formado por dois montantes e duas travessas

 portas maciças
 feita de uma única peça ou no máximo duas unidas de modo a formar uma única
peça
 pesadas
 alto custo
 alta segurança

 porta compensada ou lisa


 quadro revestido por: chapas compensadas de madeira de lei; madeira
aglomerada; plástico melamínico; etc.
 durabilidade = f (tipo de cola)
 maciças - miolo de sarrafos justapostos e colados (uso externo e interno)
 semi-ocas - sarrafos espaçados (uso interno)
 ocas - favos de madeira, plástico, papelão, etc. (uso int.)

 portas almofadadas
 montantes e travessas munidos de ranhuras, que recebem os bordos ou machos das
almofadas
 maior rigidez da folha com mais almofadas menores
 ponto fraco da folha para molduras finas
 diversos tipos de encaixe da almofada a montantes e travessas

 portas tipo calha ("mexicana")


 tabuado de tábuas de 11 x 4cm aparelhadas, macho e fêmea, parafusadas a 3 travessas
horizontais nela embutidas
 diversas sambladuras macho e fêmea  diversos acabamentos
 alta segurança

 portas venezianas
 quadro de 2 montantes e 2 travessas com palhetas inclinadas a 45º encaixadas nos
montantes
 comprimento máximo das palhetas = 40 a 50cm. Se for maior, fazer montante
intermediário conforme figura abaixo.
 usos: armários, cozinhas, portas janelas, etc.

 hporta  2,20m  bandeirolas


Guarnições
 alizares ("vistas")
 acabamento (cobre a fresta existente entre o marco ou contramarco e a alvenaria)
 larguras: 5 a 9cm; espessuras: 1 a 1,5cm
 seção transversal variada

JANELAS DE MADEIRA
Componentes
 caixilhos (permitem passagem de luz; impedem ventilação)
 venezianas (permitem ventilação; impedem passagem de luz)
 marco
 guarnição (alizares, vistas)
 ferragem

Tipos
 Janelas de guilhotina
 movimento das folhas no sentido vertical
a) guilhotina simples
- limitação: peso  uso em aberturas com até 80cm de vão
b) guilhotina com contrapeso
- uso em aberturas com até 1,70m de vão
c) sistema Einsfeld
- caixilhos basculam para dentro
- uso em aberturas com até 2,00m de vão dentro
 vantagens:
- sistema de regulagem de entrada de ar
- abertura de todo o vão para sistema Einsfeld
- limpeza facilitada no sistema Einsfeld
- vedação excelente
 desvantagens:
- a ventilação é de até 47% da área do vão (para sistema comum)
- vãos altos e pouco largos

 Janelas de abrir (charneira)


 movimento de rotação dos caixilhos sobre um eixo vertical situado no bordo da folha
(abertura para dentro ou para fora)
 2 a 3 dobradiças em cada caixilho
 tranca por meio de cremonas
 vantagens:
- ventilação de 99% do vão
- vedação excelente
- facilidade de limpeza quando a abertura é para dentro
 desvantagens:
- batem facilmente com o vento
- ocupam muito lugar interno e dificultam a colocação de cortinas quando a
abertura é para dentro
- vãos até 1,60m

 Janelas de correr
 tipo mais utilizado nos dias atuais
 bandeirolas móveis ou fixas (laterais)
 trilhos inferiores e superiores
 maior eficiência: roldanas superiores e trilho-guia inferior (caixilho suspenso)
 vantagens:
- uso em vãos de pequena altura e grande largura
 desvantagens:
- pouca eficiência na ventilação (<45% da área do vão)
- pouca eficiência na gradação da ventilação
- vedação ineficiente
- dificuldade para limpeza

 Janelas basculantes
 movimento de rotação sobre eixo horizontal
 uso bastante difundido em banheiros e cozinhas
 vantagens:
- grande eficiência na gradação da ventilação
- estanqueidade
 Janelas Maximar
 movimento misto de rotação e deslizamento do eixo de rotação (alçapão deslizante)
 desvantagens:
- pouca eficiência na ventilação
- batem com facilidade (em prédios altos  vidros de segurança)

 Janelas Sanfonadas
 folhas articuladas entre si
 deslizamento das folhas: sobre um rebaixo feita no marco
 vantagens:
- ótima eficiência na ventilação (100% do vão)

Batente

PERSIANAS
 "venezianas de enrolar"
 plástico, madeira
 réguas chanfradas (e = 15mm), articuladas por meio de grampos
 corrediças metálicas

 vantagens:
- permite manobra do interior sem necessidade de abrir a janela
- trabalham dentro de corrediças articuladas
 desvantagens:
- persianas de madeira estão sujeitas ao empenamento  dificuldade de enrolar
e desenrolar a persiana
- ruído elevado
- necessidade de caixa para o armazenamento da persiana enrolada (na altura
da verga da janela)

ESQUADRIAS METÁLICAS
 ferro (cantoneiras ou chapa dobrada), alumínio
 fixação da esquadria na alvenaria: grapas de ferro em cauda de andorinha

ex: largura 2,0m / altura 2,3m = 14 pontos (14 grapas): 8 nos montantes e 6 nas travessas

 chumbamento das grapas na alvenaria: argamassa de cimento e areia 1:3


no mínimo 2 grapas em cada lado
fixação das grapas à esquadria de ferro: parafusamento
fixação das grapas à esquadria de alumínio: soldagem autógena,
encaixe, autorebitagem ou parafusos de aço cadmiado cromado

FIXAÇÃO DE ESQUADRIAS METÁLICAS

Condições para o início do serviço


 alvenaria concluídas (aberturas com faces planas e aprumadas, com folgas de 5cm
junto à contraverga e 3cm junto às demais faces dos vãos)
 taliscas do revestimento de paredes instaladas

Colocação dos caixilhos


 fixar dois sarrafos de madeira no vão, com auxílio de cunhas
 amarrar o caixilho aos sarrafos com arame
 alinhar o caixilho com as taliscas de revestimento das paredes e aprumar o caixilho
 chumbamento das grapas com argamassa de traço 1:3 (ci:ar, em volume)
FIXAÇÃO DE ESQUADRIAS DE MADEIRA

Condições para o início do serviço


 alvenaria concluídas (aberturas com faces planas e aprumadas, com folgas de 10 a
15mm de cada lado)
 blocos preenchidos com argamassa (traço 1:4 em volume), para parafusamento
 taliscas do revestimento de pisos e paredes instaladas

Preparo e colocação dos batentes (contramarcos, forras)


 batente posicionado no prumo
 base dos umbrais sobre o nível do piso acabado (revestido)
 alinhamento com as taliscas da parede, com auxílio de régua de alumínio
 verificação do nível e prumo dos umbrais (ajuste por meio de cunhas de madeira)
 furar a alvenaria nos pontos pré-determinados; parafusar o batente; tapar os furos

Colocação das portas


 folgas: 3mm em relação ao batente; 8mm em
relação ao nível do piso acabado
 ferragens
 colocação das guarnições ("vistas", alizares)

NORMALIZAÇÃO DE JANELAS
A janela e suas funções

Na normalização de janelas, independentemente dos diversos tipos existentes e dos


diferentes materiais empregados na sua construção, devem ser considerados os seguintes
aspectos:

 Habitabilidade
1. Penetração de ar
2. Penetração de água
3. Penetração de partículas e de insetos
4. Transmissão sonora
5. Iluminação
6. Ventilação

 Operação, manutenção e durabilidade


1. Manuseio
2. Manutenção
3. Durabilidade

 Esforços de uso
1. Ciclos de abertura e fechamento
2. Resistência à flexão do montante ou da travessa no plano da folha
3. Resistência à flexão do montante ou da travessa perpendicular ao plano da
folha
4. Resistência à deformação diagonal da folha
5. Resistência ao arrancamento das articulações (dobradiças, etc.)
6. Resistência à torção

 Segurança estrutural
1. Resistência a cargas uniformemente distribuídas
2. Resistência aos esforços provenientes de movimentações da estrutura

Critérios de avaliação de desempenho

1. Condições gerais:

a) Todas as janelas devem ser fornecidas com todos os acessórios originais necessários ao
seu perfeito funcionamento; os componentes produzidos em série deverão manter todas as
características do protótipo testado.
b) Os acessórios devem ser de material compatível com aquele utilizado na fabricação da
esquadria, com desempenho comprovado mediante os testes de durabilidade,
compatibilidade e resistência aos esforços de uso previstos.
c) Os perfis deverão ser adequados à fabricação das janelas e atender às exigências de
normas específicas.
d) Os perfis e os métodos construtivos utilizados não devem apresentar defeitos que
comprometam a resistência e/ou a durabilidade das janelas.
e) Todos os componentes das janelas devem receber um tratamento adequado, destinado a
garantir a durabilidade do conjunto em condições normais de utilização.
f) Os vidros devem ser trabalhados e colocados de acordo com as normas NBR 7199 e NBR
7210.
g) No caso do uso de algum outro material no lugar do vidro, este deve ser trabalhado e
colocado de acordo com a melhor técnica disponível e/ou especificações existentes,
devendo conferir também às janelas c atendimento a esta especificação.

2. Condições específicas:

a) Habitabilidade, penetração de ar

A penetração de ar através de uma janela submetida a uma pressão de ensaio de 135Pa, não
deve ser maior do que qualquer um dos valores seguintes:

60m3/h x m2 de área aberta;


12m3/h x metro linear de juntas abertas