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PROJETO HIDROSSANITÁRIO

MEMORIAL DESCRITIVO
E MEMORIAL DE CÁLCULO

PROPRIETÁRIO: GARAGEM E LAVAGEM DE AUTOMOVEIS


CENTRO EMPRESARIAL MALTA NEVES LTDA

ENDEREÇO: Rua GENERAL LIMA E SILVA N° 1487 - PORTO ALEGRE - RS

PROJETO: HIDROSSANITÁRIO COMERCIAL


COM UM PAVIMENTO E ÁREA DE 378,18 m².

RESPONSÁVEL PELO PROJETO:

Eng. Edward Alex Koff


Engenheiro Civil
CREA/RS: 131518-D
INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS

1.0. CONDIÇÕES GERAIS


As instalações Hidrossanitárias “existentes” (Asbuilt) neste prédio comercial
foram avaliadas para atender às exigências das normas NBR 5626/98 (ÁGUA FRIA),
NBR 8160/99 (ESGOTO SANITÁRIO), NBR 10844/89 (ÁGUA PLUVIAL).

1.1 INSTALAÇÕES DE ÁGUA FRIA


O projeto define um sistema de distribuição direta a partir de medidor a
distribuição de água fria até os pontos de consumo (AF).

Alimentação
A alimentação parte da rede de distribuição da concessionária local, por meio de
canalização de PVC rígido soldável, ou tubulação flexível própria para ligação predial.

1.1.1 – Calculo do Consumo de água:


O consumo de água foi calculado a partir dos pesos relativos dos pontos de
utilização existentes, conforme NBR-5626/98.
Teremos, portanto a seguinte composição existente:
 Loja 1: 01 Pia c/torneira - 0,15 L/s - Peso = 0,7;
 Loja 2: 01 Pia c/torneira - 0,15 L/s - Peso = 0,7;
 Sanitários: 03 Bacia sanitár. c/caixa descarga – 0,15 L/s – Peso = 0,3;
03 Lavatórios c/torneira - 0,15 L/s - Peso = 0,3 ;
 Sanitário de funcionário:
01 Bacia sanitár. c/caixa descarga – 0,15 L/s – Peso = 0,3;
01 Tanque – 0,25 L/s – Peso = 0,7
01 Chuveiro – 0,10 L/s – Peso = 0,1
 Cozinha: 01 Pia c/torneira - 0,15 L/s - Peso = 0,7;
 Lavagem de carros: 03 Torneiras – 0,20 L/s – 0,4;

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Vazão
Quantidad Peso por Vazão
Ponto de utilização Peso Total unitária
e de peças peça total (L/s)
(L/s)
Pia c/torneira 03 0,7 2,1 0,15 0,45
Lavatório c/torneira 03 0,3 0,9 0,15 0,45
Bacia sanitaria 04 0,3 1,2 0,15 0,60
Tanque 01 0,7 0,7 0,25 0,25
Chuveiro 01 0,1 0,1 0,10 0,10
Torneira 03 0,4 1,2 0,20 0,60
Somas 15 6,20 2,45

Com o peso total de 6,2 vamos calcular a vazão do ramal, conforme NBR
5626/98. Usa-se a fórmula:

Sendo:
Q= vazão em litros por segundo;
C = coeficiente de descarga = 0,30 litros/segundo;
ΣP = soma dos pesos correspondentes a todas as peças de utilização
alimentadas através do trecho considerado multiplicado pela quantidade de peças.
Logo: Q = 0,75 L/s
Portanto, o ramal predial deverá ser dimensionado usando a vazão 0,75
litros/segundo.

1.1.2. Distribuição e dimensionamento do alimentador:


A distribuição de água fria será em tubulação de PVC rígido soldável, e derivará
do barrilete de consumo diretamente do Hidrômetro.
O alimentador da rede possui diâmetro de DN=1”- Logo atende a vazão
dimensionada. A menor bitola é de ¾” para ramais dos aparelhos.

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1.2 INSTALAÇÕES DE ESGOTOS SANITÁRIOS

As instalações existentes de esgoto foram avaliadas para atender a NBR-


8160/99.
Observação: Existe uma tubulação de concreto DN=250 mm que recebe a
contribuição das caixas de coleta do esgoto pluvial e sanitário da cota -3,5 até a
rede pública.
Na área de lavagem de carros existe caixa separadora de óleo, conforme
norma;
Os sanitários possuem caixas de gorduras conforme norma;

1.2.1 Declividade das redes:


As Tubulações de esgoto com diâmetro até 75mm devem possuir inclinação
mínima de 2% e as com diâmetro igual ou superior a 100mm devem possuir
inclinação mínima de 1 %.

1.2.2. Calculo do coletor principal:


Verificação conforme NNBR-8160/99, conforme Unidades Hunter:
o Vaso sanitário – 04 pç → 4 x 6 = 24
o Lavatório – 04 pç → 4 x 2 = 8
o Pia – 02 pç → 2 x 3 = 6
o Chuveiro - 01 pç → 1 x 2 = 2
o Tanque – 01 pç → 1 x 3 = 3
o Ralo de piso – 04 pç → 1 x 1 = 1
Total = 44 Unidades Hunter de Contribuição
Logo o coletor é um tubo DN=250 de concreto, atende a noma.

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1.2.3. Dimensionamento dos sub-Ramais
 Ramais dos Banheiros
O lavatório (LV) e o ralo seco (RS) se ligam na caixa sifonada (CS), que se liga no
ramal de descarga.
LV + RS + CS = UHC = Dimensão do tudo
1 + 2 + 2 = 5 UHC = 75 mm
O ramal de descarga sai desde o vaso até o tubo de queda no tubo de 100mm.

 Ramais das Cozinhas e Área de Serviço


O esgoto da pia segue direto pra caixa de gordura no tubo de 50mm.
O esgoto da área de serviço segue para a caixa de inspeção no tudo de 75mm,
sendo:
TQ + ML = UHC = Dimensão do tubo
3 + 2 = 5 UHC = 75 mm.
 Áreas de Serviço lavagem
Ramais de DN=100 mm para as caixas de inspeção.

Nota: O sistema de Esgoto sanitário está atendendo completamente as normas

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1.3. INSTALAÇÕES DE ÁGUA PLUVIAL

O sistema de drenagem de águas pluviais existente nesta edificação é


constituído por calhas vertedoras com ralos hemisféricos (RH), prumadas de água
pluvial (AP), caixa de areia sifonada (CAS). As calhas tem a função de captar a água
dos telhados e direcioná-la horizontalmente às prumadas denominadas AP, as quais,
por sua vez, conduzem verticalmente em tubos de PVC DN=100 mm e lançando em
caixas de areia sifonada (CAS). Essas direcionam a água por gravidade até atingir a
rede pública coletora de água pluvial. No fundo do terreno, na cota nível -3,94m o solo
absorve a água desta área sem cobertura.

1.3.1. Dimensões da Calha e Tubos de Queda


 Calhas
As calhas existentes são do tipo retangular e fabricadas em chapa galvanizada.
o Largura = 15cm
o Altura = 10cm
o Atende a NBR 10844
 Tubo de Queda
-A dimensão dos tubos de queda da:
- 07 x AP 01 = 100mm;
- Atende a NBR 10844
 Caixa de Areia
- 02 caixas de área (uma para cada agua);
- Dimensões: 1,0 x 0,60 x 0,75m
- Capacidade de retenção: 500 Lt
-Tubulação de saída DN 100
Nota: O sistema de drenagem pluvial está atendendo completamente as normas
e está dimensionado para absover a precipitação máxima do município de Porto
Alegre.

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