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Em Defesa do Evangelho - Parte I

O Verdadeiro Conhecimento de Deus

“Verdade é que também alguns pregam a Cristo por inveja e porfia, mas outros de boa
vontade; Uns, na verdade, anunciam a Cristo por contenção, não puramente, julgando
acrescentar aflição às minhas prisões. Mas outros, por amor, SABENDO QUE FUI POSTO
PARA DEFESA DO EVANGELHO.” Filipenses 1:15-17

Nota: Este estudo deve ser lido em espírito de oração e humildade, e acompanhada pela
Palavra de Deus. Se ao ler a convicção da verdade vier a mente, não tente moldar a verdade as
suas próprias opiniões, molde as suas opiniões a verdade.

Todos os versos bíblicos, salvo indicado, é retirado da tradução portuguesa da Bíblia por João
Ferreira de Almeida, Edição Corrigida e Revisada, Fiel ao Texto Original. Optei por escolher
essa versão, porque é a versão portuguesa que mais se aproxima da versão inglesa King James de
1611, que no meu ponto de vista é a melhor tradução da Bíblia.

“A luta pela salvação das nossas almas está em jogo


Não precisamos ser tímidos quanto a esse assunto”

“O Primeiro Passo para a apostasia é estabelecer um credo e dizer que devemos crer nele.
O segundo é fazer desse credo um teste de discipulado. O terceiro é provar os membros por esse
credo. O quarto passo é denunciar como heréticos aqueles que não creem no credo. E, quinto,
persegui-los por isso.” John Loughborough, Review and Herald, 8 de Outubro de 1861

Introdução
Oiço alarido e música de todos os instrumentos musicais, desde do sonido da buzina até a
gaita-de-foles, e homens de todas as nações, povos e línguas se curvam e se prostram e adoram
uma imagem de ouro esculpida pela imaginação humana. Mas porquê se curvam assim? Eles se
curva porque um certo rei ordenou que assim se fizesse, caso contrário aqueles que desobedecem
seriam no mesmo instante lançado na fornalha ardente. Porém, em meio essa vasta multidão,
também vejo três jovens corajosos que se matem ereto. Eles não se curvam e nem adoram perante
nenhuma imagem. Está é a história de Sadraque, Mesaque e Abadengo no vale de dura situa na
província de Babilônia.
Ali no vale de dura, está registada a batalha da verdadeira adoração que todo o verdadeiro
cristão enfrentará nos derradeiros dias. Haverá apenas duas partes, e não existe um meio-termo,
ou adoramos a quem é de direito ou adoramos outra coisa qualquer em seu lugar. A batalha já
está em campo por quase seis mil anos, e cada pessoa deste planeta terra que decidir a sua posição,
ficar com os pés planto em sima da rocha ou coloca-los sobre a areia movediça.
De acordo com o relato Bíblico o rei Nabucodonosor mandou levantar uma imagem de ouro
que tinha trinta metros de altura e três de largura, e convocou todos os súbditos do seu reino a
virem a consagração da imagem que tinha erigido (Dn 3:1-3). A proposta do rei foi que quando o
povo ouvisse “o som da buzina, da flauta, da harpa, da sambuca, do saltério, da gaita de foles, e
de toda a espécie de música, prostrar-vos-eis, e adorareis a estátua de ouro que o rei
Nabucodonosor tem levantado. E qualquer que não se prostrar e não a adorar, será na mesma
hora lançado dentro da fornalha de fogo ardente.” (Dn 3:5-6)
Mas o relato Bíblico mostra que quando todos prostram perante a imagem do rei três jovens
hebreus permanecem em pé, não curvam perante a imagem e nem a adoram (Dn 3:12). Com isso
foram convocados a presença do rei. Foram ameaçados que se ao som dos instrumentos musicas
não se prostrassem e adorassem a imagem do rei, seriam jogados imediatamente na fornalha
ardente (Dn 3:13-15). Mas estes jovens conheciam as suas raízes, sabiam em quem acreditavam,
aprenderam desde cedo que deveriam adorar somente a seu Deus. E deram a seguinte resposta ao
rei:
“Responderam Sadraque, Mesaque e Abednego, e disseram ao rei Nabucodonosor: Não
necessitamos de te responder sobre este negócio. Eis que o nosso Deus, a quem nós servimos, é
que nos pode livrar; ele nos livrará da fornalha de fogo ardente, e da tua mão, ó rei. E, se não,
fica sabendo ó rei, que não serviremos a teus deuses nem adoraremos a estátua de ouro que
levantaste.” (Dn 3:16-18)
Que resposta de jovens valoroso. Mesmo em face da morte eminente não negam a seu Deus.
Ficam firmes naquilo em que acreditam, mantem a sua fé. Eles são adoradores do seu Deus, e
portanto mesmo em meio ameaças de morte não adorariam a outra coisa a não ser o seu Deus.
O relato sagrado diz que ao mando do rei os jovens foram amarados e lançados na fornalha
ardente aquecida sete vezes mais, mas o seu Deus interveio a favor deles livrando da fornalha
ardente, enviando Seu próprio Filho para estar com eles no meio do fogo (Dn 3:19-29).
Nabucodonosor foi eleito por Deus para ser o rei das nações. Tudo lhe foi entregue por Deus
(Dn 2:37-38). Talvez o rei pensou que quando Deus lhe entregou o domínio dos reinos do mundo,
ele pensou também que Deus lhe constituiu como cabeça da religião. Ele pensou que podia ditar
a adoração que a criatura devia prestar ao criador. Ele pensou que podia ditar o que uma pessoa
podia crer ou não.
Neste ato de Nabucodonosor, ele ataca o direito mais sagrado do homem. O direito da
liberdade religiosa. O direito que cada um tem de prestar a Deus culto de acordo com a sua
consciência. Nisto, o rei, estava completamente equivocado.
A liberdade religiosa é o direito mais sagrado do homem. Ninguém deve ditar a outrem o que
fazer ou o que dizer, quando se trata deste assunto. A liberdade religiosa está ligada com a
adoração. Ninguém deve nos impor obrigatoriamente a adoração a qualquer coisa, fazer isso é
violar o direito mas sagrado no que desrespeito a criatura e a seu o criador. Vejamos o que a Bíblia
ensina:
“Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja
inteiramente seguro em sua própria mente.” (Rm 14:5)
Veja que existe um princípio vital. Cada um deve estar seguro em sua própria mente. Ninguém
deve pensar por outrem. Portanto, quem faz diferença entre dia e dia o faz para Deus, e
semelhantemente aquele que não faz diferença do dia, também o faz para Deus (Rm 14:6).
Portanto, aqui está a liberdade de cada pessoa escolher fazer o que acha correto em sua mente. O
único a quem ele deve prestar contas é a Deus. Note que isto é claramente ensinado nos versos
precedentes:
“Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos
havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo. Porque está escrito: Como eu vivo, diz o
Senhor, que todo o joelho se dobrará a mim, E toda a língua confessará a Deus. De maneira que
cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus.” (Rm 14:10-12)
Quantos estarão perante o tribunal de Cristo? Todos. Quantos darão contas a Deus dos seus
atos a Deus? Todos. Porém, ninguém dará conta a Deus por outrem. De maneira que a bíblia
ensina que, “Tens tu fé? Tem-na em ti mesmo diante de Deus.” (Rm 14:22)
A liberdade religiosa, o que acreditar ou não, o que ensinar ou não, o que adorar ou não, a
quem prestar culto ou não, isto tem só a ver entre cada pessoa e Deus. Quem forçar os outros a
quebrar esse direito está completamente errado.
Assim como no caso de Nabucodonosor, existem igrejas que ditam aos membros o que pregar,
o que ensinar, e a quem adorar, e caso os membros não acatarem a ordem, serão empregados todos
os meios possíveis para os silenciar. Serão julgados e condenados pelas igrejas como hereges e
fanáticos e inimigos da religião. Os seus nomes serão riscados da lista dos membros da igreja.
Qual deve ser então ser a respostas a ser dadas aqueles que buscam perverter o direito a liberdade
religiosa? Deixemos a Bíblia responder:
“Respondendo, porém, Pedro e João, lhes disseram: Julgai vós se é justo, diante de Deus,
ouvir-vos antes a vós do que a Deus; Porque não podemos deixar de falar do que temos visto e
ouvido.” (At 4:19-20)
Está é a batalha dos últimos dos dias, a batalha da liberdade religiosa. A batalha de quem se
deve adorar. Está é precisamente o evangelho eterno anunciado na pregação da tríplice mensagem
angelica descrita no livro do Apocalipse capítulo catorze.

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Prezado irmão

Pelo respeito, admiração, carinho e temor que tenho pela pregação do evangelho eterno, hoje
escrevo algumas linhas a respeito da doutrina sobre a Divindade, porque não poço deixar de falar
o que tenho visto e ouvido (At 4:20).
O assunto é deveras delicado e tem perturbado muitos corações do povo do advento. Amo ser
adventista “no espírito, não na letra” (Rm 2.29) pois, Deus pela sua misericórdia me fez conhecer
o evangelho do Seu Filho, e me deu esperança de Salvação, e só poço dizer Amém. No entanto,
não poço ignorar o fato que algo de errado aconteceu com o povo que professa ser a igreja de
Deus.
Tenho imenso apreço pelos meus irmãos de ministério, mas o zelo pela verdade bíblica não
adulterada me obriga a falar contra o erro e heresias, quando ela é apresentada ao povo de Deus.
Portanto, humildemente peço ao irmão, que considere os argumentos bíblicos que apresentarei,
que não é dirigida a nenhuma membro da igreja em si, mas contra a herética doutrina da
“Santíssima Trindade” que é defendida nossos púlpitos.
Porém, se os argumentos parecerem ousados por vezes, é porque o erro suscitou tal resposta.
Fico triste em ver que a doutrina central do catolicismo é defendida por aqueles que afirmam ser
guardiões das verdades defendidas pelos nossos pioneiros. O fundamento da fé bíblica está sendo
deitado abaixo, pilar após pilar.
“Fiéis são as feridas dum amigo; mas os beijos do inimigo são enganadores.” (Pv 27:6).
Portanto, como um amigo fiel, irei com base nas Escrituras, apontar o erro da posição que a nossa
amada igreja ensina sobre a divindade. Minha sincera oração é que este presente estudo, poça de
alguma maneira ajudar todo verdadeiro estudioso da Palavra de Deus, em ver a luz da verdade
sobre a divindade. Quem aceitará uma repreensão feita com amor? Minha Bíblia me diz: “pregue
a palavra; instes a tempo e fora de tempo; corrijas, repreendas, exortes com toda a
longanimidade e doutrina.” (II Tm 4:2)
Antes de fazer quaisquer considerações bíblicas sobre a divindade, vejamos o que algumas
igrejas ensinam sobre isso:

Igreja Católica
“44. Qual é o mistério central da fé e da vida cristã? O mistério central da fé e da vida cristã
é o mistério da Santíssima Trindade. Os cristãos são batizados no nome do Pai e do Filho e do
Espírito Santo.” “48. Como a que a Igreja exprime a sua fé trinitária? A Igreja exprime a sua fé
trinitária confessando um só Deus em três pessoas: Pai e Filho e Espírito Santo. As três Pessoas
divinas são um só Deus, porque cada uma delas é idêntica à plenitude da única e indivisível
natureza divina. Elas são realmente distintas entre si, pelas relações que as referenciam umas às
outras: o Pai gera o filho, o Filho é gerado pelo Pai, o Espírito Santo procede do Pai e do Filho?”
Catecismo da Igreja Católica, pág. 38 e 39

Igreja Adventista do 7º Dia


“Os Adventistas do Sétimo Dia Creem que… Há um só Deus: Pai, Filho e Espírito Santo,
uma unidade de três pessoas coeternas. … .” – Crenças Fundamentais, 2 pdf
“Esta ênfase monoteísta não contradiz o conceito cristão de um Deus triúno ou Trindade –
Pai, Filho e Espírito Santo, em vez disso, enfatiza que não existe um panteão de com várias
deidades.” Nisto Cremos, pág. 31 e 41 pdf

Igreja do Nazareno
“Cremos num só Deus infinito, eternamente existente, Soberano, Criador e Sustentador do
universo; que somente Ele é Deus, [criador e administrador], santo na Sua natureza, atributos e
propósitos [;]. O Deus que é amor santo e luz [que Ele, como Deus,] é Trino no Seu Ser, revelado
como Pai, Filho e Espírito Santo.” Manual da igreja do Nazareno 2009-2013, pág. 26 pdf
Igreja Batista
“Cremos que há um e somente um Deus vivo e verdadeiro, Espírito infinito e inteligente, cujo
nome é Jeová, Criador e Senhor Supremo dos céus e da terra, indizivelmente glorioso em
santidade e digno de toda honra, confiança e amor; que na Unidade Divina há três pessoas, o
Pai, o Filho e o Espírito Santo, iguais em todas as perfeições divinas e que executam ofícios
distintos mas harmônicos na grande obra da Redenção.” Manual Básico Batista Nacional, Pág.
21 pdf

Igreja Presbiterana
“Há um só Deus vivo e verdadeiro, o qual é infinito em seu ser e em perfeição. … 3. Na
unidade da Divindade há três pessoas de uma mesma substância, poder eternidade: Deus o Pai,
Deus o Filho e Deus o Espírito Santo. …” Confissão de Fé de Westminster, pág. 5, pdf

Igreja Universal do Reino de Deus


“A existência de um só Deus, que se manifesta ao mesmo tempo na Trindade do Pai, Filho e
Espírito Santo;”

Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos últimos Dias (Mormons).


“A doutrina Mórmon não acredita no conceito da trindade (três deuses em um). Os Mórmons
também não acreditam que Deus é um espirito sem corpo ou forma que preenche a imensidão do
espaço. Os Mórmons acreditam que Deus possui um corpo perfeito, glorioso e ressuscitado de
carne e ossos. Os Mórmons acreditam em um Deus de amor, que é onipotente e onipresente. Os
Mórmons acreditam que Deus é um ser pessoal. Eles acreditam que Ele houve e responde as
orações de Seus filhos, que Jesus Cristo é o Filho de Deus, o Filho Unigênito na carne, o Messias
e o Salvador do Mundo. Eles acreditam que Cristo é perfeito, um ser ressuscitado de carne e
ossos. Eles acreditam que o Espirito Santo é o terceiro membro da Deidade e é um ser de espirito,
que pode habitar nos corações dos justos e age como um confortador, professor e testificador da
verdade. Estes três seres são sempre um em propósito. Neste sentido, Eles são um Deus.”
(http://igrejamormon.com/index/doutrina-e-crencas-mormons)

Todas essas igrejas e muitas outras não citadas aqui, incluindo a nossa ensinam um e a mesma
coisa, isto é, a existência de um só Deus em três pessoas. De acordo com o catecismo católico, a
doutrina da trindade é o centro da fé, isto quer dizer que todas as suas outras doutrinas, tais como
a imortalidade da alma, adoração a imagens de escultura, adoração a Maria, confissão de pecados
aos padres, indulgências, purgatório, etc, tem como base a doutrina da trindade. Portanto, acreditar
na doutrina da trindade é na verdade acreditar em um conjunto de crenças antibíblicas e herética.
Querido irmão, a minha perplexidade é tão grande, quando vejo que a doutrina principal do
papado é ensinada e defendida nos púlpitos de outras igrejas que tiveram origem nos
reformadores.

Conhecimento de Deus
O mundo está em crise, quase já é chegada a hora de Deus visita-lo em juízo. No entanto, em
meio as terríveis crises em que o mundo se encontra, milhões de pessoas estão adorando um falso
deus, fazendo divindades “semelhante ao ouro, ou à prata, ou à pedra esculpida por artifício e
imaginação dos homens” (At 17:29), e prostram-se diante delas. Transformam a glória de Deus
em “figura de boi” (Sl 106:20) e de “aves, e de quadrúpedes, e de répteis” (Rm 1:23), “honrando
e servindo a criatura mais do que o Criador” (Rm 2:25), assim o conhecimento de Deus é perdido
no mundo, e o único Deus verdadeiro é adorado apenas por uma minoria.
Mas Deus “tem uma contenda com os habitantes da terra”, porque “não há o conhecimento
de Deus” (Os 4:1). A Bíblia também revela que Deus irá fazer guerra contra o Seu povo:
“Ouvi, montes, a demanda do SENHOR, e vós, fortes fundamentos da terra; porque o Senhor
tem uma demanda com o seu povo, e com Israel entrará em juízo.” (Mq 6:2)
Qual o motivo de tal demanda? Deixemos a resposta com a Bíblia: “O boi conhece o seu
possuidor, e o jumento a manjedoura do seu dono; mas Israel não tem conhecimento, o meu
povo não entende.” (Is 1:3). À que conhecimento a se refere? Outra vez a Bíblia responde: “Vigiai
justamente e não pequeis; porque alguns ainda não têm o conhecimento de Deus; digo-o para
vergonha vossa.” (I Co 15:34).
Assim o Seu “povo está sendo destruído porque lhe faltou o conhecimento” (Os 4:6). A igreja
deixou as armas da sua milícia que lhes protegiam contra todos os argumentos e altivez que se
levanta contra o conhecimento de Deus (II Co 10:4-5). Deviam crescer “no conhecimento de
Deus” (Cl 1:10), mas “não se importaram de ter conhecimento de Deus” (Rm 1:28), por conta
disso, serão levados ao juízo.
Por se adotar a crença na trindade têm surgido a ideia que ninguém pode conhecer a Deus, mas
a Bíblia ensina que Deus pode ser conhecido:
“Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor; a sua saída, como a alva, é
certa; e ele a nós virá como a chuva, como a sua serôdia que rega a terra.” (Os 6:3)
“Porque eu quero a misericórdia, e não sacrifício; e o conhecimento de Deus, mas do que os
holocaustos” (Os 6:6)
“Assim diz o Senhor: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem se glorie o forte na sua
força; não se glorie o rico nas suas riquezas, mas o que se gloriar. Glorie-se nisto: em me
entender e me conhecer, que e eu sou o Senhor, que faço beneficência, juízo e justiça na terra,
porque destas coisas me agrado, diz o Senhor” (Jr 9:23-24).
A natureza testifica que Deus pode ser conhecido, já que “tanto o Seu eterno poder, como a
sua divindade, se entendem, e claramente se veem pelas coisas que estão criadas…” (Rm 1:19-
20). No entanto, ela em si mesmo é imperfeita para representar a Deus, já que se encontra num
estado de imperfeição e maldição e aguarda a sua destruição (Gn 3:17; Rm 8:22; II Pe 3:7).
Então, como se pode obter um genuíno conhecimento de Deus? Deixemos a resposta com a
Bíblia:
“Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos
corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo.” (II Co
4:6).
“Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou.”
(Jo 1:18)
“Todas as coisas me foram entregues por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai;
e ninguém conhece o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar.” (Mt 11:27)
Cristo não só veio ao mundo para que o mundo fosse salvo por Ele (Jo 3:17), mas para revelar
Deus a humanidade. Ninguém pode conhecer a Deus mediante outro caminho á não por meio de
Cristo (Jo 14:6-7), pois, Ele “é imagem do Deus invisível”, “a expressão exata da pessoa” do Pai
(Cl 1:15; Hb 1:3). Sendo assim, precisamos primeiramente conhecer a Cristo (Fl 3:8), ao pleno
conhecimento Dele (Ef 4:13). Este é o conhecimento que leva para a vida eterna:
“E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo,
a quem enviaste.” (Jo 17:3).
A vida eterna não tem nada a ver com o conhecimento da doutrina da trindade. Não têm nada
a ver com a personalidade ou a divindade do Espírito Santo. A vida eterna tem tudo a ver em
conhecer ao Pai como único Deus verdadeiro e ao nosso Senhor Jesus Cristo como Seu Filho.
Quem quiser ter a vida eterna por outro tipo de conhecimento a não ser este apontado pela
Escritura, está tão longe de alcança-la assim como o céu está tão distante da terra.
Oseias declara que no mundo não há conhecimento de Deus. Mas porquê? Porque o mundo
não conheceu a Cristo: “Estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu.”
(Jo 1:10), logo, o mundo não conheceu a Deus: “Pai justo, o mundo não te conheceu” (Jo 17:25).
Para que isso não fique como fruto da minha imaginação, leia o que Jesus respondeu aos judeus:
“Disseram-lhe, pois: Onde está teu Pai? Jesus respondeu: Não me conheceis a mim, nem a
meu Pai; se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai.” (Jo 8:19).
Prezado irmão, sabias que muitos crentes sinceros encontram-se debaixo da disciplina da
igreja, tendo o nome riscado do livro de membros ativos? Mas é somente para o cumprimento da
profecia que diz: “Tenho-vos dito estas coisas para que vos não escandalizeis. Expulsar-vos-ão
das sinagogas; vem mesmo a hora em que qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a
Deus. E isto vos farão, porque não conheceram ao Pai nem a mim.” (Jo 16:1-3) Mas aqui está
a palavra consolo para os verdadeiros crentes: “Temos, porém, este tesouro em vasos de barro,
para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós. Em tudo somos atribulados, mas não
angustiados; perplexos, mas não desanimados. Perseguidos, mas não desamparados; abatidos,
mas não destruídos; Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso
corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos; E assim nós, que
vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se
manifeste também na nossa carne mortal. De maneira que em nós opera a morte, mas em vós a
vida. E temos, portanto, o mesmo espírito de fé, como está escrito: Cri, por isso falei; nós cremos
também, por isso também falamos.” (II Co 4:7-13).
Embora homens julguem-se sábios, “odiaram o conhecimento; e não preferiram o temor do
SENHOR” (Pv 1:29), Cristo a sabedoria de Deus (I Co 1:24, 30), anda pelas ruas, nas esquinas,
nas portas das cidades, clama e levanta a sua voz e brada: “Até quando, ó simples amareis a
simplicidade? E vós escarnecedores desejareis o escárnio? E vós insensatos odiareis o
conhecimento?” (Pv 1:22).
Ora, o fim daqueles que não possuíram o conhecimento de Deus mediante a revelação que Ele
deu de Si mesmo por intermédio do Seu Filho, Jesus Cristo, é:
“E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a
um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm; estando cheios de toda a
iniquidade, fornicação, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda,
engano, malignidade; Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores,
soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães; Néscios, infiéis
nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia; Os quais, conhecendo o
juízo de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas
também consentem aos que as fazem” (Rm 1:28-32).
Por outro lado, a Bíblia testifica que virá um tempo em que a terra se encherá de conhecimento
de Deus:
“Porque a terra se encherá do conhecimento da glória do SENHOR, como as águas cobrem
o mar.” (Hc 2:14)
“Não se fará mal nem dano algum em todo o meu santo monte, porque a terra se encherá do
conhecimento do SENHOR, como as águas cobrem o mar.” (Is 11:9)
No entanto, aquele dia somente será conhecido pelos eleitos de Deus:
“Filho meu, se aceitares as minhas palavras, e esconderes contigo os meus mandamentos,
Para fazeres o teu ouvido atento à sabedoria; e inclinares o teu coração ao entendimento; Se
clamares por conhecimento, e por inteligência alçares a tua voz, Se como a prata a buscares e
como a tesouros escondidos a procurares, Então entenderás o temor do SENHOR, e acharás o
conhecimento de Deus.” (Pv 2:1-5).

“Todavia, Para Nós Há Um Só Deus, o Pai”


Quem é Deus? Deus é realmente uma trindade? Existe três pessoas que formam um único
Deus? Deus é triúno? Existe essa coisa de Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito?
A escassez de se obter um genuíno conhecimento de Deus levou os homens a inventar
filosofias e sofisma que deita por terra a verdade bíblica. Satanás por meios dos seus agentes
inventou essa falsa ciência a fim de enganar os homens sobre quem realmente é Deus. Milhares
de pessoas em todo o mundo têm aceitado esse engodo satânico colocando um falso deus sobre
trono. Enquanto milhões de pessoas estão com um falso conceito sobre Deus, ensinando que é
Ele uma trindade ou um ser que se manifestou de três formas diferente, a Bíblia ensina que há um
só Deus:
“Tu crês que há um só Deus; fazes bem. Também os demónios o crêem, e estremecem” (Tg
2:19)
“Visto que Deus é um só, que justifica pela fé a circuncisão, e por meio da fé a incircuncisão”
(Rm 3:30)
“Ora, o medianeiro não o é de um só, mas Deus é um” (Gl 3:20)
“Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem” (I
Tm 2:5)
“Um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos vós” (Ef 4:6).
Veja que todas as igrejas citadas neste estudo alega crer em um só Deus. Entretanto, as suas
alegações não passam de mero palavreado, posto que ensinam uma unidade de três pessoas
coeternas, existente por si mesmo. Mas, como isso não é três deuses e sim um? Se o Pai não é
mais velho que o Filho, e o Espírito Santo existe da mesma altura que ambos (não que Deus tenha
existência), como que isso não é três deuses? Pelas minhas faculdades mentais não poço chegar a
outra conclusão senão está: a maioria da cristandade crê na existência de três deuses e adora a três
deuses.
Fica agora o dever de esclarecer pela Bíblia quem é de fato o único Deus verdadeiro. E quem
melhor para nos dizer quem é o único Deus verdadeiro, senão Jesus Cristo? Cristo ensina:
“E a vida eterna é está; que Te conheçam, a Ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus
Cristo, a quem enviaste” (Jo 17:3).
O contexto mostra claramente que Cristo estava se referindo a seu Pai (Jo 17:1). O Deus
verdadeiro é o Pai (Jo 7:28; 17:3), a quem Jesus veio para revelar e quem pode ser conhecido
verdadeiramente só mediante Ele (Jo 1:18; 14:9). O Pai é apresentado pelo próprio Salvador como
sendo o único Deus verdadeiro.
Pode se dizer que os ensinamentos de Cristo são ensinamentos do Pai. Isto é facilmente
estabelecido nas duas passagens bíblicas que se segue:
“Jesus lhes respondeu, e disse: A minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou.
Se alguém quiser fazer a vontade dele, pela mesma doutrina conhecerá se ela é de Deus, ou se
eu falo de mim mesmo.” (Jo 7:16-17)
“Porque eu não tenho falado de mim mesmo; mas o Pai, que me enviou, ele me deu
mandamento sobre o que hei de dizer e sobre o que hei de falar. E sei que o seu mandamento é
a vida eterna. Portanto, o que eu falo, falo-o como o Pai mo tem dito.” (Jo 12:49-50)
Quando Cristo estava ensinado aos seus discípulos que o Seu Pai é o único Deus verdadeiro,
Ele ouviu isso do seu próprio Pai. Essa é a doutrina do Pai. Esse é o ensinamento do Pai. Esse é
o mandamento do Pai. Assim, quem não acredita que o Pai é o único Deus verdadeiro, não está
somente desacreditando de Cristo, mas também do próprio Deus, o Pai. Está dizendo que o Pai é
mentiroso. O Pai ensina uma coisa e os homens com pretensão de sabedoria ensinam outra
completamente diferente. O Pai diz que Ele é o único Deus verdadeiro, e os homens dizem que
Deus é uma trindade. Agora, me diga querido irmão, acreditarei no que Deus diz de si mesmo ou
no que os homens com pretensão de sabedoria pretendem ensinar a respeito de Dele? Temo em
aceitar os ensinamentos dos homens e rejeitar o de Deus.
“O Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para que conheçamos o Verdadeiro; e no
Verdadeiro estamos, isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna”
(I Jo 5:20).
“Dos ídolos vos convertestes a Deus, para servir o Deus vivo e Verdadeiro, e esperar dos
céus o Seu Filho, a quem ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus Cristo que nos livra da
ira futura” (I Te 1:9-10).
Dos versos acima citados é ensinada claramente que o Pai é o único Deus verdadeiro, o mesmo
ensino apresentado em João 17. Voltando a expressão “a Ti só, por único” (Jo 17:3), o Messias
ensinou de forma clara e explicita que existe apenas um só Deus, e não muitos, nem mil, nem
cem, nem dez e muitos menos três, apenas um único Deus verdadeiro, o Deus de Israel. Deus não
é uma “trindade”. Deus não é “unidade de três pessoas coeternas”. Deus não é “triúno”. Não existe
essa coisa de “um só Deus em três pessoas”. Deus é uma pessoa, o Pai do nosso Senhor Jesus
Cristo.
Vamos a um outro ensinamento do querido Filho de Deus. Lembre-se que os ensinamentos de
Cristo são ensinamentos do Pai. O Salvador não falou e nem ensinou as suas próprias palavras,
senão as palavras do seu Pai. Veja o que Ele ensinou em Marcos 12:28-34:
“Aproximou-se dele um dos escribas que os tinha ouvido disputar, e sabendo que lhes tinha
respondido bem, perguntou-lhe: Qual é o primeiro de todos os mandamentos? E Jesus respondeu-
lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único
Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo
o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo,
semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior
do que estes. E o escriba lhe disse: Muito bem, Mestre, e com verdade disseste que há um só
Deus, e que não há outro além dele; E que amá-lo de todo o coração, e de todo o entendimento,
e de toda a alma, e de todas as forças, e amar o próximo como a si mesmo, é mais do que todos
os holocaustos e sacrifícios. E Jesus, vendo que havia respondido sabiamente, disse-lhe: Não
estás longe do reino de Deus. E já ninguém ousava perguntar-lhe mais nada.”
A quem Jesus e o escriba se referiam como o único Deus, e que não existe outro além Dele?
Quem é o Deus de Israel? Não precisamos especular sobre estas perguntas, a Bíblia responde para
nós; vejamos o que ela ensina:
“Disse mais: Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de
Jacó. E Moisés encobriu o seu rosto, porque temeu olhar para Deus.” (Ex 3:6)
O Deus de Abraão, Isaque e Jacó, fora revelado a Moisés na sarça-ardente. É esse mesmo Deus
que deu a Moisés os dois grandes mandamentos da lei, citado pelo Salvador no livro de evangelho
de Marcos (Compare Marcos 12:29-30 com Deuteronómio 6:4-5). O Filho de Deus e o escriba se
referiam ao mesmo Deus que Moisés. Agora vejamos quem é o Deus de Abraão, Isaque e Jacó:
“E quando Pedro viu isto, disse ao povo: Homens israelitas, por que vos maravilhais disto?
Ou, por que olhais tanto para nós, como se por nossa própria virtude ou santidade fizéssemos
andar este homem? O Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, o Deus de nossos pais, glorificou
a seu filho Jesus, a quem vós entregastes e perante a face de Pilatos negastes, tendo ele
determinado que fosse solto.” (At 3:12-13).
Pedro compreendeu, que o Deus de Abraão, Isaque e Jacó era o Pai do nosso Senhor Jesus
Cristo. Como Pedro obteve este conhecimento? A palavra de Deus nos mostra como:
“Disse-lhes ele: E vós, quem dizeis que eu sou? E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o
Cristo, o Filho do Deus vivo. E Jesus, respondendo, disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão
Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus.” (Mt
16:15-17)
Foi o próprio Pai que revelou a Pedro que Ele era o Deus de Abraão, Isaque, Jacó. Sobre Pedro
reside uma bem-aventurança, e assim como existe uma bem-aventurança para os que como Pedro
acreditam que o Deus de Israel é o Pai de Cristo. Os judeus tinham muitos ensinamentos erados,
mas eles sabiam e criam na existência num único Deus. Eles criam que tinham um Pai, e que este
Pai era o único Deus:
“Vós fazeis as obras de vosso pai. Disseram-lhe, pois: Nós não somos nascidos de fornicação;
temos um Pai, que é Deus.” (Jo 8:41)
“Jesus respondeu: Se eu me glorifico a mim mesmo, a minha glória não é nada; quem me
glorifica é meu Pai, o qual dizeis que é vosso Deus.” (Jo 8:54)
Assim vemos que Cristo identificou o seu próprio Pai como o Deus que os judeus diziam ser
o Deus deles. Voltando a passagem de Marcos 12:28-34, fica evidente que Jesus, o Escriba,
Moisés, Pedro e os Judeus acreditavam que existe um único Deus. O que vejo em nossos dias é
um reavivamento da descrença dos líderes religiosos da igreja judaica em negar que Cristo seja o
Filho de Deus.
O curioso na passagem de Marcos é que o Filho de Deus afirma ao escriba que ele não estava
longe do reino de Deus. A pergunta que não quer calar é: quem está mais perto do reino de Deus,
um antitrinitário ou um trinitário? Aqueles que alegam que existe apenas um único Deus, o Pai,
ou aqueles que diz Deus é uma unidade de três pessoas coeternas: Deus Pai, Deus Filho e Deus
Espírito Santo? Aqueles que não acreditam na doutrina da trindade ou aqueles que a aceitam?
Enquanto ponderas nas respostas continuemos o nosso estudo.
Paulo foi apóstolo não da parte de homens, nem por homem algum, mas da parte de Cristo e
de Deus Pai (Gl 1:1). O evangelho anunciado por ele “não é segundo homens” (Gl 1:11), porque
ele não o aprendeu e nem o recebeu da parte dos homens, “mas pela revelação de Jesus Cristo”
(Gl 1:12). Mas quando Deus o escolheu para pregar seu Filho entre gentios, Paulo não consultou
“a carne nem sangue” (Gl 1:16). De modo que foi o próprio Cristo que revelou o evangelho ao
apóstolo. Sendo assim Paulo está em condições favoráveis de possuir e compreender quem é Deus
revelado pelo Messias, já que os ensinos de Jesus são ensinos de Deus, o Pai. Vejamos o que
Paulo ensinou acerca da divindade.
Paulo ataca a idolatria ateniense num dos seus próprios altares. O altar do “Deus
Desconhecido” (At 17:23), na cidade de Atenas (At 17:15), Paulo o apresenta como representação
de Deus criador (At 17:24-29). Esse “Deus Desconhecido” reconhecido por Paulo como sendo a
“divindade” (At 17:29), é Deus, o Pai. Isto é evidente quando Paulo termina o discurso nos
seguintes termos:
“Porquanto tem determinado um dia em que com justiça há-de julgar o mundo, por meio do
homem que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dentre os mortos.” (At 17:31)
E se ainda a dúvidas, perguntamos: por meio de quem Deus vai julgar o mundo? A quem Deus
ressuscitou de entre os mortos? Aqui estão algumas das passagens que ensina claramente que
Deus ressuscitou a Jesus Cristo dos mortos e é por meio Dele que irá julgar o mundo: Romanos
2:16, II Timóteo 4:1, João 5:22 e 27, Atos 10:42, 2:22-24, 32; 3:15 e 26, 4:10; 5:30; 10:38-41;
13:30-37; Romanos 4:24; 8:11; 10:9; I Coríntios 6:14; 15:15; II Coríntios 4:14; Colossenses 2:11-
12; I Tessalonicenses 1:9-10.
Portanto, é provada pelas Escrituras que o “Deus” que é “um só”, “o Pai de todos” e que é
“Criador” e que era “Deus Desconhecido” para os atenienses é o Pai – o Pai de Cristo. Vejamos
ainda mais o que Paulo tem a nos ensinar sobre Deus:
“Aquele que tem, ele só, a imortalidade, e habita na luz inacessível, a quem nenhum dos
homens viu nem pode ver, ao qual seja hora e poder sempiterno. Amém.” (I Tm 6:16 – ver
também 1:16).
Quem é esse Deus? Trata-se do Pai. No entanto, alguém poderá levantar a velha sofisma que
Cristo é o Rei dos reis e Senhor dos senhores. Porém, ainda que a Bíblia refere a Cristo nesses
termos (Ap 17:14; 19:16), temos sólidas evidências que Paulo nessa passagem está se referindo
ao Pai. Vamos fazer algumas observações de I Timóteo 6:16 que torna claro esse facto:
1º - O Deus Invisível não é Cristo, pois Paulo o apresenta em outro lugar como sendo “a
imagem do Deus invisível” (Cl 1:15), e outra vez como sendo a expressa imagem da pessoa de
Deus (Hb 1:3; II Co 4:4). Como Cristo pode ser o Deus invisível se Ele próprio é a imagem do
Deus invisível? Cristo é a imagem de Sua imagem? Se Cristo é o Deus invisível, como explicar
que muitos dos seus contemporâneos O viram?
2º - O Deus que nenhum homem pode ver e nunca foi visto é Deus, o Pai. Isso é evidente
quando o apostolo João testifica que “Ninguém jamais viu a Deus” (I Jo 4:12), e em outro lugar
João Baptista testifica: “Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do
Pai, esse o revelou.” (Jo 1:18)
3º - Cristo foi manifesto na carne e habitou entre nós (Jo 1:14) e foi visto por muitos. Se Deus
é uma unidade de três pessoas coeternas, não seria lógico que quem tinha visto a Cristo viu a
Deus? Mas, as Escrituras ensinam que Deus nunca foi visto pelos olhos mortais.
Portanto, Cristo é quem revela o Deus invisível. Então a conclusão é inevitável, isto é, o Deus
que Paulo apresenta a Timóteo é o Pai, e não Cristo e muito menos uma trindade.
Agora vamos a nota máxima dos ensinos de Paulo. Expresso nesses termos, porque tudo o que
Paulo ensinou acerca do evangelho, resume-se nessa passagem:
“Quanto ao comer das coisas sacrificadas aos ídolos, sabemos que o ídolo nada é no mundo,
e que não há outro Deus, senão um só. Porque, ainda que haja também alguns que se chamem
deuses, quer no céu quer na terra (como há muitos deuses e muitos senhores), Todavia para nós
há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo,
pelo qual são todas as coisas, e nós por ele” (I Co 8:4-6).
A quem o apóstolo se dirige nos versos? Aos crentes. Para os crentes, os cristãos verdadeiro,
existe um só Deus. Este Deus não é Cristo, não é o Espírito Santo, mas é o Pai. Vamos tornar isso
tão claro quanto o nosso português permite:
Há – é uma flexão do verbo haver na terceira pessoa do singular do presente do indicativo.
Exprime um ação de haver, de possuir uma existência real ou abstrata.
Um – na classe gramatical é: adjetivo, artigo indefinido, numeral, pronome indefininho e
substantivo masculino. Um é sinónimo de singular, uno e único.
Só – é um adjetivo que significa: que é só no seu género, na sua espécie.
Em nosso texto: há, indica uma existência real, pois Deus é algo real e não algo abstrato; Um,
é numeral porque esta a numerar que existe apenas um único Deus; e Só, significa que Pai é o
único em sua existência.
Portanto, aqui Paulo tira qualquer possibilidade de existir outro Deus, além de Deus, o Pai. O
único Deus verdadeiro dos cristãos é o Pai – isso era a fé que uma vez foi entregue aos santos.
Não entendo como pode alguém passar por cima de um “Assim diz o Senhor” e acreditar no que
as igrejas ensinam? Não entendo como homens que se intitulam como sendo mestre em teologia,
são capazes de negar a verdade estampada na Bíblia. Como pode alguém ser verdadeiro cristão,
enquanto nega a veracidade da doutrina Bíblica, que existe um só Deus, o Pai? Acaso as escamas
sobre olhos de tais homens são tão duros, que não conseguem abrir os olhos para clareza da
verdade bíblica?
Até aqui comprovamos pela Bíblia que o único Deus verdadeiro é o Pai do nosso Senhor Jesus
Cristo. Porém, quero provar pela Bíblia que o Pai é o Deus de Cristo.
“Para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento
o espírito de sabedoria e de revelação.” (Ef 1:17)
Creio que este verso despensa qualquer tipo de comentários. Vejamos mais versos bíblicos:
“Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração.”
(Sl 40:8)
Esse Salmo é uma profecia messiânica. Paulo o aplica diretamente a Cristo:
“Por isso, entrando no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste, Mas corpo me
preparaste; Holocaustos e oblações pelo pecado não te agradaram. Então disse: Eis aqui venho
(No princípio do livro está escrito de mim), Para fazer, ó Deus, a tua vontade. Como acima diz:
Sacrifício e oferta, e holocaustos e oblações pelo pecado não quiseste, nem te agradaram (os
quais se oferecem segundo a lei). Então disse: Eis aqui venho, para fazer, ó Deus, a tua vontade.
Tira o primeiro, para estabelecer o segundo. Na qual vontade temos sido santificados pela
oblação do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez.” (Hb 10:5-10)
Assim, vemos que tantos pelas escritura do antigo e novo testamento o Pai é apresentado ser
o Deus de Cristo. Antes de prosseguirmos, reflita nesta pergunta: onde a Bíblia ensina que Cristo
é o Deus do Pai? Enquanto ponderas nesta pergunta em teu coração, vamos agora a mais uma
outra profecia messiânica citada pelo profeta Isaías:
“E agora diz o Senhor, que me formou desde o ventre para ser seu servo, para que torne a
trazer Jacó; porém Israel não se deixará ajuntar; contudo aos olhos do Senhor serei glorificado,
e o meu Deus será a minha força. Disse mais: Pouco é que sejas o meu servo, para restaurares
as tribos de Jacó, e tornares a trazer os preservados de Israel; também te dei para luz dos
gentios, para seres a minha salvação até à extremidade da terra” (Is 49:5-6).
Aqui não é o profeta que fala, mas o próprio Cristo que fala pela boca de Isaías (I Pe 1:11),
declarando que Ele seria glorificado aos olhos do Senhor e que seu Deus será a sua força. Tendo
em mente a passagem de Isaías, vamos as evidências:
1ª – Deus glorifica a Cristo
“Jesus falou assim e, levantando seus olhos ao céu, e disse: Pai, é chegada a hora; glorifica
a teu Filho, para que também o teu Filho te glorifique a ti;” (Jo 17:1 ver também Jo 12:23; 13:32)
“E todas as minhas coisas são tuas, e as tuas coisas são minhas; e neles sou glorificado.” (Jo
17:10)
2ª - Cristo é o Servo do Senhor
“E o lugar da Escritura que lia era este: Foi levado como a ovelha para o matadouro; e,
como está mudo o cordeiro diante do que o tosquia, Assim não abriu a sua boca. Na sua
humilhação foi tirado o seu julgamento; E quem contará a sua geração? Porque a sua vida é
tirada da terra. E, respondendo o eunuco a Filipe, disse: Rogo-te, de quem diz isto o profeta?
De si mesmo, ou de algum outro? (35) Então Filipe, abrindo a sua boca, e começando nesta
Escritura, lhe anunciou a Jesus.” (At 8:32-35 compare com Is 53:1-12)
3ª – Cristo é Salvação de Deus e a luz dos gentios
“Agora, Senhor, despedes em paz o teu servo, Segundo a tua palavra; Pois já os meus olhos
viram a tua salvação, A qual tu preparaste perante a face de todos os povos; Luz para iluminar
as nações, E para glória de teu povo Israel.” (Lc 2:29-32)
Portanto, a passagem de Isaías 49:5-6 é uma profecia messiânica. Nesta profecia Jesus ensina
nas páginas do velho testamento que Ele tem um Deus. Vamos ainda a uma outra profecia
messiânica:
“Amaste a justiça e odiaste a iniquidade, por isso Deus, o Teu Deus, te ungiu com óleo de
alegria mais do que teus companheiros.” (Sl 45:7)
Vejamos a quem o escritor do livro de Hebreus aplicou essa passagem:
“Mas, do Filho, diz: Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos; Cetro de eqüidade
é o cetro do teu reino. Amaste a justiça e odiaste a iniqüidade; por isso Deus, o teu Deus, te
ungiu Com óleo de alegria mais do que a teus companheiros.” (Hebreus 1:8-9; ver atos 10:38
para comprovar que Deus ungiu a Jesus)
Então, quer dizer que Jesus tem Deus? Sim. É isso mesmo que a Palavra de Deus ensina, aliás
é isso mesmo que Cristo ensina:
“E perto da hora nona exclamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni; isto é,
Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste” (Mt 27:46; ver Sl 22:1)
Querendo negar as evidências da verdade bíblica, muitos homens com pretensão de sabedoria
dizem que essas declarações de Cristo, isto é, que Ele tem um Deus que é seu Pai, é porque Ele
estava na terra como homem. Mas se tal alegação é verdadeira, eles caem numa grande
contradição, visto que, eles mesmo ensinam que Cristo na terra é Deus manifesto carne (I Tm
3:16) e Ele é o Emanuel (Deus connosco – Mt 1:23), ou seja, que embora sendo homem Cristo
não deixou de ser Deus. Como eles podem conciliar estas duas afirmações não sei, mas o fato é
que Cristo tem um Deus. Depois da sua ressurreição o Salvador ensinou isso da mesma forma
depois da sua ascensão. Vejamos as duas passagens bíblicas que trás essas evidências:
“Disse-lhe Jesus: Não me detenhas, porque ainda não subi para meu Pai, mas vai para meus
irmãos, e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus” (Jo 20:17).
“Eu o farei coluna no templo do Meu Deus, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o nome
do Meu Deus, e o nome da cidade do Meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, do Meu
Deus, e também o meu novo nome” (Ap 3:12).
O Filho de Deus nos dá a mas convincente prova que o seu Pai é Pai dos seus discípulos, e que
seu Deus é Deus dos seus discípulos, por isso “não se envergonha de lhes chamar irmãos” (Hb
2:11; Sl 22:22). Oh, maravilhosa doutrina! Pois se somos irmãos de Cristo somos coerdeiros com
Ele e herdeiros de Deus (Rm 8:17). Mas herdeiros do quê? Herdeiros do reino (Dn 7:22), pois
reinaremos com o Messias (Ap 20:6); herdeiros de todas as coisas pertencente a Deus (Ap 21:7).
Oh maravilhosa graça! “Deus estava em Cristo reconciliando o mundo consigo.” (II Co 5:19)
Note, querido irmão, quantas vezes Cristo ensina que tem um Deus. E quantos versos mais a
Bíblia precisa conter para que os homens que julgam ser mestre em teologia possam dar credito
as afirmações mais claras da Palavra de Deus? Como poço acreditar nos ditos dos homens e
rejeitar a doutrina bíblica e não adulterada?
O resumo de tudo isso é que nós somos “de Cristo, e Cristo de Deus” (I Co 3:23), pois, “Cristo
é a cabeça de todo o homem, e o homem a cabeça da mulher e Deus a cabeça de Cristo” (I Co
11:3). Já leste alguma vez na Bíblia que Cristo é a Cabeça de Deus, o Pai? Portanto, como sendo
Deus a cabeça de Cristo convém que Ele reine “até que haja posto a todos os inimigos debaixo
de seus pés. Ora, o último inimigo que há-de ser aniquilado é a morte. Porque todas as coisas
sujeitou debaixo de seus pés. Mas, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, claro está
que se excetua aquele que lhe sujeitou todas as coisas. E, quando todas as coisas lhe estiverem
sujeitas, então também o mesmo Filho se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para
que Deus seja tudo em todos.” (I Co 15:25-28), assim, no final o Filho de Deus estará sujeito ao
Seu Pai, ou seja, ao Seu Deus. Por eras eternas o cântico dos remidos será:
“Salvação ao nosso Deus, que está assentado no trono, e ao cordeiro.” (Ap 7:9-10)
Muitos dizem que o assunto da doutrina da trindade não é ponto de salvação, mas, aqui vemos
que é exatamente o ponto de salvação. Aqueles que acreditam que Deus é uma trindade (não em
tempo de ignorância), estarão em grande dificuldade de serem salvos. Porque digo isso? O verso
de Apocalipse 7:9-10 está falando dos santos salvos de todas as épocas, deste do tempo de Adão.
Note que o Deus dos salvos é o que está assentado no trono. Não é uma trindade que está assentado
no trono, mas uma única Pessoa – O Pai do Cordeiro. Só para ficar claro na nossa mente, não
existe um único verso bíblico que declara que o Espírito Santo possui um trono. Leia todo o
contexto do Apocalipse capítulo 4 e 5 em conexão com Apocalipse capítulo 7 e veras a
maravilhosa doutrina de que existe um só Deus dos salvos – O Senhor Jeová dos Exércitos. Para
crer na doutrina da trindade, devemos primeiro descrer de toda Bíblia. Você não vê como é
perigosa, herética, e monstruosa a doutrina da trindade?
Proclamando O Evangelho Eterno
Ciente dessa verdade maravilhosa, vamos agora desmostrar que nestes últimos dias, o
evangelho eterno conciste em pregar a existência do único Deus Verdadeiro, o Pai do nosso
Senhor Salvador Jesus Cristo, a todo o mundo, povo, lígua e nação.
No monte das oliveiras, Cristo respondendo a pergunta dos seus discípulos sobre a destruição
de Jerusalém e do fim do mundo, aponta vários sinais que precederia a Sua segunda vinda. Estes
sinais quase já atingiram o cumprimento final. Os crimes, as guerras, as doenças, fomes, pestes,
crises, os aumentos de desastres naturais, os rápidos avanços das ciências, nos diz que a vinda do
Salvador está as portas (Mt 24:33). No entanto, Cristo ainda está no santuário celestial
intercedendo por cada pecador que se achega a Ele (Hb 9:24, 7.25), mas logo vestirá as suas vestes
de vingança (Is 59:17), e entrará em guerra com as nações da terra (Jr 25:31), e apenas uma terça
parte dos homens restará na terra (Zc 7:8-9).
Porém, antes destas coisas acontecer, Deus chama um povo (II Pe 2:9), para ser a luz no
mundo (Mt 5:14), a fim de evangelizar todas nações da terra com a última mensagem de
misericórdia. Esta mensagem está descrita no livro de Apocalipse nos seguintes termos:
“E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que
habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo, Dizendo com grande voz: Temei
a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a
terra, e o mar, e as fontes das águas. E outro anjo seguiu, dizendo: Caiu, caiu Babilônia, aquela
grande cidade, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua fornicação. E seguiu-
os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber
o sinal na sua testa, ou na sua mão, Também este beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou,
não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos
anjos e diante do Cordeiro. E a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm
repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, e aquele que receber
o sinal do seu nome. Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os
mandamentos de Deus e a fé em Jesus.” (Ap 14:6-12)
Esta mensagem é tripilice, sobre o simbolismo do primeiro, segundo e terceiro anjo. Enquanto
a mensagem do primeiro anjo nos chama a adoração ao Criador, o segundo descreve a queda da
Babilonia, o terceiro nos adverte contra a falsa adoração. Portanto, a última mensagem de
misericórdia está centralizada na adoração. A questão de adoração é o tema central da tríplice
mensagem angélica. O evangelho eterno é proclamar a cruz e ao mesmo tempo advertir-nos contra
a falsa adoração, em outras palavras, o evangelho eterno é pregar que Deusbé o Criador de todas
coisas, e como tal é a Ele que todo mundo deve prestar culto e adoração.
Na mensagem do primeiro anjo, somos informados a fazer três coisas: temer a Deus, dar glória
a Deus e por último adorar o criador. Com a nossa mente fixa na adoração, o que nos entenreça
por agora, devemos perguntar porque o primeiro anjo chama as nações da terra a adorar o criador?
A resposta seria que as nações do mundo se entregaram a idolatria, mudando a glória de Deus
pela glória das coisas criadas e servindo e adorando a criatura em vez do criador (Rm 1.22-25).
Desde dos tempos antigos o homem tem criado divindades. Desde do antigo Egipto com a sua
adoração a Ísis, Hórus e Osíris, até o império romano com os seus panteões de deuses.
Em nosso tempo também não é diferente. Olhe a nações do mundo com a sua adoração a
Krishna, Buda e vários outros deuses. Veja como o papado tem criado divindades de pedra, de
madeira, de barro, cultuando e venerando homens mortais que já baixaram as sepulturas. Todas
essas adorações nos mostram como o mundo está mergulhado na idolatria.
Contudo, a mais perigosa adoração falsa é adotar a adoração á um deus filosófico, um deus de
ideias. O diabo criou um deus de filosofia intelectual e introduziu no mundo cristão, e quase todo
mundo tem seguido essa adoração. Mas, a Bíblia nos chama a verdadeira adoração. A adoração
ao criador:
“Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez
o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” (Ap 14:7)
Note que o evangelho eterno é proclamar a adoração ao Criador (Ap 14:6). Mas quem é aquele
que devemos adorar? Como adoraremos a quem não conhecemos? Devemos responder estás
questões porque nesse presente século tanto as nações pagãs e o mundo cristão perderam de vista
quem é realmente o criador, e milhares estão servindo a criatura em vez dele (Rm 1:25). Estão
afastando da fé e dando ouvidos a espíritos de demónios (I Tm 4:1), e estão tendo comichão nos
ouvidos e estão voltando para as fábulas (II Tm 4:3-4). É nosso dever conhecer e identificar pela
Bíblia a quem devemos prestar a nossa adoração e o nosso culto racional.

Identificando o Criador
Agora, precisamos descobrir a quem devemos adorar nesta grande batalha desses últimos dias.
O primeiro anjo nos declara que devemos adorar “aquele que fez o céu, e a terra, e o mar e as
fontes das águas.”, lembre-se que o anjo diz para adoramos “aquele” e não “aqueles”, portanto,
“aquele” trata-se de uma pessoa e não pessoas. Então quem é a pessoa representa como “aquele”
que devemos adorar na mensagem do primeiro anjo? Dexeimos a resposta com Bíblia:
“E dizendo: Senhores, por que fazeis essas coisas? Nós também somos homens como vós,
sujeitos às mesmas paixões, e vos anunciamos que vos convertais dessas vaidades ao Deus vivo,
que fez o céu, e a terra, o mar, e tudo quanto há neles;” (At 14:15)
“Mas o SENHOR Deus é a verdade; ele mesmo é o Deus vivo e o Rei eterno; ao seu furor
treme a terra, e as nações não podem suportar a sua indignação. Assim lhes direis: Os deuses
que não fizeram os céus e a terra desaparecerão da terra e de debaixo deste céu. Ele fez a terra
com o seu poder; ele estabeleceu o mundo com a sua sabedoria, e com a sua inteligência
estendeu os céus.” (Jr 10:10-12)
O Deus vivo é identificado como o criador. É Ele que criou todas as coisas; que fez o céu, e a
terra, e o mar, e as fontes das águas e tudo o que neles há. A mensagem do primeiro anjo nos
chama a adorar o Deus vivo.
Mas a maioria da cristandade diz que o “Deus vivo” é uma “trindade – um deus em três
pessoas”; será isso verdade? A quem a Bíblia sagrada, atribui o termo “Deus vivo”?
Aqui esta uma lista de versos onde as escrituras usa o termo Deus vivo: Deuteronômio 5:26,
Josué 3:10, I Samuel 17:26, 36, II Reis 19:4, 16, Salmos 42:2, 84:2, Isaías 37:4, 17, Jeremias
10:10, 23:36, Daniel 6:20, 26, Oséias 1:10, Mateus 16:16, 26:63, João 6:69, Atos 14:15,
Romanos 9:26, II Coríntios 3:3, 6:16, I Tessalonicensses 1:9-10, I Tímoteo 3:15, 4:10, Hebreus
3:12, 9:14, 10:31, 12:22, Apocalipse 7:2.
Em nenhum desses casos a Bíblia aplica o termo “Deus Vivo” para se referir a Jesus Cristo ou
Espírito Santo. Agora note bem nos versos acima em destaques a negrito, que a Bíblia faz
distinção entre o “Deus vivo” de Cristo e do Espirito Santo:
“E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.” (Mt 16:16)
“Jesus, porém, guardava silêncio. E, insistindo o sumo sacerdote, disse-lhe: Conjuro-te pelo
Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus.” (Mt 26:63)
“E nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o Filho do Deus vivente.” (Jo 6:69)
“Porque já é manifesto que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós, e escrita, não com
tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do
coração.” (II Co 3:3)
“Porque eles mesmos anunciam de nós qual a entrada que tivemos para convosco, e como dos
ídolos vos convertestes a Deus, para servir o Deus vivo e verdadeiro, E esperar dos céus o seu
Filho, a quem ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura.” (I Ts 1:9-
10)
Portanto, o Deus vivo não é uma trindade como a maioria da cristandade acredita. O Deus vivo
não é o nosso Salvador Jesus Cristo e muito menos o Espirito Santo, mas sim o Deus vivo é o Pai
do nosso Senhor Jesus Cristo. É Ele que esta representado na mensagem do primeiro anjo no qual
como sendo o Criador de todas as coisas. Noutra passagem é dito acerca dele:
“O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita
em templos feitos por mãos de homens;” (At 17:24)
O Deus vivo é o Senhor do céu e da terra. Foi Ele quem do nada trouxe todas as coisas a
existência. Ele é a fonte originadora de todas as coisas que existe nos céus e na terra. Agora
vejamos a quem o nosso Salvador identificou como sendo o Senhor da terra e do céu:
“Naquele tempo, respondendo Jesus, disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra,
que ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos.” (Mt 11:25)
Portanto, o Deus vivo, Senhor do céu e da terra, é o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, a quem
o próprio Cristo identificou como “o único Deus verdadeiro” (At 17:3). Agora notemos que a
conversão de qualquer homem é deixar a adoração dos ídolos e servir ao Deus vivo:
“Porque eles mesmos anunciam de nós qual a entrada que tivemos para convosco, e como dos
ídolos vos convertestes a Deus, para servir o Deus vivo e verdadeiro” (I Ts 1:9).
O Deus vivo não é outro senão o Deus de Israel. Isso se faz evidente pela declaração do querido
Filho de Deus aos judeus nos seguintes termos:
“Jesus respondeu: Se eu me glorifico a mim mesmo, a minha glória não é nada; quem me
glorifica é meu Pai, o qual dizeis que é vosso Deus.” (Jo 8:54)
O Deus vivo, o criador, Senhor do céu e da terra, o Pai de Cristo é o Deus de Israel, assim Ele
é apresentado por Hirão:
“Disse mais Hirão: Bendito seja o SENHOR Deus de Israel, que fez os céus e a terra; o que
deu ao rei Davi um filho sábio, de grande prudência e entendimento, que edifique casa ao
SENHOR, e para o seu reino.” (II Cr 2:12)
Portanto, a mensagem do primeiro anjo nos chama a adorar aquele que fez o céu, e a terra, e o
mar, e as fontes das águas, e está mensagem é a adoraração ao Deus de Israel como o único Deus
verdadeiro.
Agora note que o fato de se adorar ao Pai é baseada no Seu poder criador:
“Os vinte e quatro anciãos prostravam-se diante do que estava assentado sobre o trono, e
adoravam o que vive para todo o sempre; e lançavam as suas coroas diante do trono, dizendo:
Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por
tua vontade são e foram criadas.” (Ap 4:10-11)
João após contemplar o trono no céu, e viu alguém assentado nele, rodeados de tronos dos
vinte e quatro anciões, e de criaturas viventes e de todos anjos ao redor do trono, também ouviu
e viu os vinte e quatro anciões adorar ao Pai pelo fato dele ter criado todas as coisas. Portando, o
convite é “Ó, vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do SENHOR que nos criou.”
(Sl 95:6). A adoração a qualquer criatura ou coisa, quer seja anjo, quer seja homem é descrito na
Bíblia como idolatria. Assim sendo o único que devemos prestar culto e adoração é a Deus, o Pai,
pois Cristo disse uma vez a satanás: “Vai-te para trás de mim, Satanás; porque está escrito:
Adorarás o Senhor teu Deus, e só a ele servirás.” (Lc 4:8; Dt 6:13)

O Falso Sistema de Adoração


Embora as escrituras identifiquem a quem devemos adorar, existem uma classe que não cultua
ou prestara culto ao Pai. Estes são os adoradores da besta e sua imagem. Satanás introduziu um
falso sistema de adoração a fim de competir com o Deus vivo, o Senhor do céu e da terra. É contra
essa falsa adoração que a mensagem do terceiro anjo chega a nós nos seguintes termos:
“E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua
imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão, Também este beberá do vinho da ira de
Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre
diante dos santos anjos e diante do Cordeiro. E a fumaça do seu tormento sobe para todo o
sempre; e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, e
aquele que receber o sinal do seu nome. Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que
guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.” (Ap 14:9-12)
A irá de Deus se derramará sobre todo o sistema da falsa adoração. A mensagem é
sobremaneira terrível, visto que “horrenda coisa e cair nas mãos do Deus Vido” (Hb 10:31), pois,
quando o Cordeiro levantar para pisar “o lagar do vinho e da irá do Deus Todo-Poderoso” (Ap
19:15) “quem poderá subsistir?” (Ap 6:17).
Devemos então procurar saber e identificar o que é ou quem é a besta a fim de acatar a
advertência da mensagem do terceiro anjo, e ao mesmo tempo voltarmos a verdadeira adoração
da mensagem apresentada pelo primeiro anjo. Neste sentido lemos com respeito a besta:
“E eu pus-me sobre a areia do mar, e vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez
chifres, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças um nome de blasfêmia. E
a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a
de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio. E vi uma das suas
cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou
após a besta. E adoraram o dragão que deu à besta o seu poder; e adoraram a besta, dizendo:
Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela? E foi-lhe dada uma boca, para
proferir grandes coisas e blasfêmias; e deu-se-lhe poder para agir por quarenta e dois meses. E
abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo,
e dos que habitam no céu. E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe
poder sobre toda a tribo, e língua, e nação. E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra,
esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a
fundação do mundo. Se alguém tem ouvidos, ouça. Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro
irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a paciência e a
fé dos santos.” (Ap 13:1-10)
Segundo a Bíblia a besta é um poder simbólico para se referir a um rei ou a um reino (Dn 7:17,
23; Ap 17:10-11). As setes cabeças se referem a reis e a montes (Ap 17:9). A blasfema é quando
um homem faz a si mesmo de Deus ou alega ter o poder de perdoar pecados (Jo 10:33, Mc 2:7).
Os quarentas e dois meses são na verdade 1260 anos, visto que, na profecia cada dia representa
um ano (Nm 14:34, Ez 4:6). O dragão primeiramente representa a satanás (Ap 12:7-9), porém
num sentido secundário é símbolo de Roma pagã (Ap 12:1-5, Lc 2:1-4; 3:1; Mt 2:13), portanto,
aqui devemos entende-lo no sentido secundário já que Satanás não se abdica do seu reino em
favor de ninguém.
Agora note que besta é identificada em Apocalipse 17:1-6 como tendo uma mulher carregada
sobre suas costas, cheios de nomes de blasfémia, com um cálice nas mãos e estava embriagada
com o sangue dos santos. A mulher é descrita como sendo a “Babilônia, mãe das prostitutas”,
indicada no verso 18 como símbolo da “grande cidade que reina sobre os reis da terra”. É
precisamente contra está grande cidade, Babilônia que a mensagem do segundo anjo nos adverte
nos seguintes termos:
“E outro anjo seguiu, dizendo: Caiu, caiu Babilônia, aquela grande cidade, que a todas as
nações deu a beber do vinho da ira da sua fornicação.” (Ap 14:8)
A mensagem do segundo anjo adverte-nos que “Babilônia, aquela grande cidade” já caiu.
Portanto, as três mensagens angélicas estão ligadas entre si. Agora a pergunta é: que reino,
recebeu de Roma pagão o trono e o poder? Que reino do mundo é um poder blasfemo contra Deus
e também é um poder perseguidor contra o povo de Deus? Que reino dominou o mundo durante
1260 anos? Que reino diz ter poder de perdoar pecados e que também diz ser o próprio Deus na
terra? Que reino do mundo tem uma cidade, que reina sobre o mundo e está embriagado com os
sangues dos santos cristãos? Que reino do mundo foi ferido de morte e depois se curou e todo
mundo o segue? Que reino tem uma cidade edificada sobre sete montes, e ela derramou o sangue
dos cristãos?
As páginas da história não deixam dúvida em identificar esse reino. O único poder que se
encaixa nestas profecias é o poder papal. O papado recebeu de Roma pagã o seu trono e o seu
poder. O papado matou milhões de cristãos nas suas guerras santas, a inquisição. O papado
dominou o mundo durante 1260 anos, conhecido como o período da idade média. O papado
perseguia o povo de Deus e venceu. O papado perdeu o seu poder em 1798 quando o papa foi
preso pelo general da frança, o qual a profecia chama “a ferida de morte”, e foi curada
(parcialmente) em 1929 quando o Benedito Mussolini assinou o tratado de Latrão. O papado alega
ter poder na terra para perdoar os pecados, isto é visto nas multidões de fies que se ajoelham
diante dos padres, bispos e sacerdotes. O papado alega ser o representante de Deus na terra.
A besta do Apocalipse 13:1-10 é o papado, e mulher que está sobre suas costas é a cidade do
vaticano. A mensagem do terceiro anjo é contra a falsa adoração prestada pelo sistema papal.
Quando falamos do sistema papal, estamos falando de sua cidade, bem como da sua igreja, a
igreja católica romana. Quem é o Deus da igreja católica? É o Deus vivo conforme é apresentada
pela mensagem do primeiro anjo? O que a igreja católica ensina sobre Deus? Ja vimos que a igreja
catolica diz a doutrina da trindade e o centro da sua fe, porem vejamos isso mas detalhadamente
no credo de Atanacio um bispo cátolico:
“A fé católica, pois, é esta: Adoramos um Deus em Trindade e a Trindade em Unidade. Sem
confundirmos as Pessoas ou dividir a substância. Porque uma é a Pessoa do Pai, outra a do
Filho, outra a do Espírito Santo. Mas o Pai, o Filho e o Espírito Santo têm uma só divindade,
Glória igual e co-eterna Majestade. O que o Pai é, tal é o Filho e tal o Espírito Santo. O Pai é
incriado, o Filho é incriado e o Espírito Santo é incriado. O Pai é imenso, o Filho é imenso e o
Espírito Santo é imenso. O Pai é eterno, o Filho é eterno e o Espírito Santo é eterno. No entanto
não são três eternos, mas Um. Bem como não há três imensos, nem três incriados, mas Um
Incriado e Um Imenso. Semelhantemente o Pai é Omnipotente, o Filho Omnipotente e o Espírito
Santo Omnipotente. E contudo não são três Omnipotentes, mas um Omnipotente. Assim também
o Pai é Deus, o Filho é Deus e o Espírito Santo é Deus. Do mesmo modo o Pai é Senhor, o Filho
é Senhor e o Espírito Santo é Senhor. E apesar disso, não são três Senhores, mas Um só Senhor.
Porque, como a verdade cristã nos obriga a confessar que cada uma das Pessoas por si só é
Deus e Senhor, assim a religião católica proíbe-nos dizer que há três Deuses ou três Senhores.
O Pai não foi feito por ninguém, nem foi criado, nem gerado. O Filho é do Pai somente; não foi
feito, nem foi criado, mas gerado. O Espírito Santo é do Pai e do Filho; não foi criado, nem
gerado, mas, deles procede. Há, pois, um só Pai, e não três Pais; um só Filho, e não três Filhos;
um só Espírito Santo, e não três Espíritos Santos. E nesta Trindade não há primeiro nem último;
nem um é maior ou menor do que o outro; mas as três pessoas são justamente de uma mesma
eternidade e igualdade. De sorte que no todo como já se disse, cumpre adorar a Unidade na
Trindade e a Trindade na Unidade. Aquele, pois, que quiser salvar-se, deve assim pensar e crer
na Trindade.” Do Credo dito de “Atánasio”, também chamado "Quicumque" Século IX”.
O deus do sistema papal é a santíssima trindade, um deus em três pessoas. Adoração que a
besta faz é a adoração a um deus filosófico, um deus de ideias, um deus que não é apontado pelas
Escrituras. É contra essa adoração, a esse falso deus, a essa falsa fé que a mensagem do terceiro
anjo nos adverte a não prestar culto. No entanto todo mundo seguiu após a besta.
Enquanto por lado a tríplice mensagem angelica, o evangelho eterno, nos ensinam adorar ao
único Deus verdadeiro, o Deus vivo, o Senhor da terra e o céu, o criador do universo, por outro
lado a besta, ou seja, o papado, nos ensina a adorar uma trindade, um deus com três cabeças. O
Deus das Escrituras não é uma trindade, mas o Deus vivo. Portanto, quando se adora algo que as
Escrituras não nos ordenam, ficamos de sobre aviso, pois a verdadeira adoração pertence ao
criador, o Pai do nosso Senhor Jesus Cristo.
Note que a mensagem de segundo anjo nos informa que Babilónia deu de beber o vinho da ira
da sua fornicação (Ap 14:8). O vinho representa falsas doutrinas (Is 29:9-13, Mt 15:6-9) e a
fornicação representa a idolatria (Jr 3:9). Portanto, toda a igreja ou todo aquele que recebe a
doutrina do papado é idólatra e prostituta, porque a doutrina central do papado é doutrina da
santíssima trindade, no qual não têm nenhum respaldo bíblico para se adorar a Deus na trindade.
A doutrina trindade é de origem satânica que busca penetrar no evangelho eterno. Digo e repito,
o evangelho eterno é proclamar o Deus vivo como o Criador do céu, e da terra, e do mar, e das
fontes das águas.
Contudo, as filhas de Babilonia têm rejeitado ao Deus vivo, e em seu lugar colocam um deus
inventado pela imaginação de homens que detêm a mentira pela verdade. Portanto, querido irmão,
fico triste ao ver que o deus da besta é cultuado e adorado pelo povo que professa ser a igreja de
Deus aqui na terra. Perdendo de vista adoração verdadeira, a nossa igreja têm dados as mãos ao
papado, bebendo e ajudando a espalhar o vinho mortal da igreja católica. Oh, até quando a igreja
ficará nesta condição? Oxalá que quando Cristo descer do céu para reclamar os troféus da sua
vitória o povo não seja pego nessa falsa adoração.

Verdadeiros Adoradores
Entretanto, a Bíblia ensina que ainda existe os verdadeiros adoradores do Deus vivo. Aqueles
que que O adoram em espírito e em verdade. Virá o tempo e tempo é agora que os verdadeiros
adoradores levantarão para proclamar o evangelho eterno contido na tríplice mensagem angelica
de Apocalipse 14. Quem são estes? Deixemos a Bíblia responder:
“Disse-lhe a mulher: Senhor, vejo que és profeta. Nossos pais adoraram neste monte, e vós
dizeis que é em Jerusalém o lugar onde se deve adorar. Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a
hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai. Vós adorais o que não
sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus. Mas a hora vem, e
agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o
Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o
adorem em espírito e em verdade.” (Jo 4:19-24)
Aqui é dada uma das mas belas lições de adoração. Junto ao poço de Jacó, Jesus esplica a
mulher samaritana há quem adorar e como adorar. Note que Cristo se identificou com os judeus
nestas palavras, “nós adoramos o que sabemos”. Os judeus não adoravam uma trindade, eles
adoravam ao Pai.
Os verdadeiros adoradores são aqueles que adoram ao Pai, e não aqueles que adoram o deus
triúno conforme as igrejas professam. A Bíblia é clara, a Bíblia é precisa, a adoração pertence ao
Pai. Negar isso, é por em causa a existência de Deus, visto que já demostramos que o dever de se
adorar a Deus é por Ele ser o criador. Portanto, os trinitárianos estão em pé de igualdade com os
evolucionistas.
O Pai, Deus vivo, Senhor do céu e da terra, anda em busca dos verdadeiros adoradores, por
isso, que na tríplice mensagem angélica busca converter o mundo para a adoração de Si mesmo.
Querido irmão, a quem você quer adorar? O deus criado pelo sistema papal ou o Deus da Bíblia?
Queres adorar ao Pai assim como é apontado pelas escrituras ou preferes adorar ao Deus triúno,
ou em outas palavras, deus pai, deus filho e deus sspirito santo, conforme é ensina pela doutrina
da trindade? A decisão está em suas mãos. Adorar ao Pai conforme é revelada pelas Escrituras
implica na salvação eterna, por outro lado adorar a santíssima trindade implica em beber do vinho
do furor da irá de Deus. Ninguém deve escolher por outro, todos temos as nossas escolhas, e que
nossas escolhas sejam para a salvação eterna.
Portanto, quem irá pregar o evangelho eterno são os adoradores do Pai. A eles foi incumbido
a responsabilidade de proclamar esta solene mensagem. Esta ultima mensagem de misericórdia é
nossa responsabilidade, a nós a quem a mensagem têm chegado. Deixar de prega-la por medo ou
covardia, ou porque perdemos os privilégio que a igreja oferece, ou de ter o nosso nome riscado
do livro dos membros da igreja, é uma traição e afronta ao reino de Deus. Por mais que as forças
satânicas e dos homens se unam para combater essa mensagem, ela irá triunfar, pois Cristo diz
que “este evangelho do reino será pregado em todo mundo, em testemunho a todas as nações,
então virá o fim.” (Mt 24:14)

O Caminho para se Adorar ao Pai


Apreendemos que os verdadeiros adoradores devem adorar ao Pai em espírito e em verdade.
Mas como adorar a Deus em espirito e em verdade? Qual é o caminho certo para levar a nossa
adoração até ao trono do Altíssimo e ser aceite por Ele? Muitos pensam que adorar a Deus em
espírito e em verdade é ir nos sábados ou domingos a alguma igreja prestar culto ao deus triúno.
Mas a Bíblia afirma claramente que “nenhuma mentira vem da verdade” (I Jo 2:21), porque não
existe um texto ou um versículo da Bíblia que nos ordena a adorar ao deus triúno. Em parte alguma
a Escritura ensina a adoração ao “deus Espírito Santo”. Afirmar isso e fazer disso o teste do
discipulado é nada menos e nada mas que a apostasia da verdade. Agora, deixemos a Bíblia
responder qual o caminho para se adorar ao Pai em espírito e em verdade:
“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por
mim.” (Jo 14:6)
Enquanto existir esse verso na Bíblia somos obrigados a reconhecer que a única maneira do
pecador chegar a Deus é através de Cristo. Cristo é o caminho para Deus. Isso engloba todas as
coisas, principalmente a adoração. Adorar ao Pai em espírito e em verdade é adora-Lo por meio
de Cristo, se tal não for assim a nossa adoração é invalidade. Portanto, o Filho de Deus está
incluído na adoração. O Filho de Deus está incluído na adoração da tríplice mensagem angélica.
Veja o que o apóstolo Paulo nos ensina:
“E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando
por ele graças a Deus Pai.” (Cl 3:17)
Isto inclui como já tinha dito a adoração. Portanto, adorar ao Pai é adora-Lo por intermédio de
Cristo. Não existe adoração verdadeira ao Pai se não fizemos isto em Cristo. Aquele que quiser
adorar a Deus, adore-O por meio de Cristo.
Contudo, alguém poderá perguntar se ao adoramos a Cristo, não estamos contradizem as
palavras do Salvador que diz “ao Senhor Teu Deus adorarás e só a ele servirás?” (Mt 4:10). Não,
de manheira nenhuma. Vejamos o que as Escrituras ensinam:
“Para que todos honrem o Filho, como honram o Pai. Quem não honra o Filho, não honra
o Pai que o enviou.” (Jo 5:23)
Todos devemos honrar o Filho do mesmo modo que honramos o Pai. O Pai recebe honra e
adoração pela razão de ser Ele o Criador (Ap 4:11). Semelhantemente o Filho deve receber
exatamente a mesma honra e a mesma adoração já que a Bíblia o coloca como sendo o canal pelo
qual o Pai criou todas as coisa. Leiamos os seguintes versos:
“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no
princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.”
(Jo 1:1-3)
“Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos
profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho, A quem constituiu herdeiro de tudo, por
quem fez também o mundo.” (Hb 1:1-2)
“E demonstrar a todos qual seja a comunhão do mistério, que desde os séculos esteve oculto
em Deus, que tudo criou por meio de Jesus Cristo;” (Ef 3:9)
“O qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; Porque nele foram
criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam
dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele. E ele é
antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele.” (Cl 1:15-17)
A posição que estes versos indicam não é de que o Filho é um súdito criado, mas sim Ele criou
todas as coisas. Desde das mais pequenas criaturas e mais elevadas delas, são obras das mãos de
Cristo, quer sejam visíveis ou não. Tudo saiu das Suas mãos. Sem Cristo jamais a criação teria
acontecido (isto é vontade do Pai).
O Pai é a fonte de toda a criação e o Filho é o canal, ou seja, o meio pelo qual todas as coisas
vieram a existência. Portanto, as Escrituras ensinam que foi por meio do Filho que o Pai trouxe
todas as coisas a existência. Portanto, a obra da criação foi feita pelo Pai e pelo Filho. O Filho de
Deus criou todas as coisas pela vontade do Pai. Logo, a Ele é devida assim como ao Pai a adoração
por parte de toda a criatura.
Quando a mensagem do primeiro anjo diz “adorai a aquele que fez o céu, a terra, e o mar, e
as fontes da águas e tudo que neles há”, simplesmente chama todo mundo a adoração ao Pai por
intermédio do Seu Filho. Isso é evidente nos versos que se seguem:
“Ao único Deus, sábio, seja dada glória por Jesus Cristo para todo o sempre. Amém.” (Rm
16:27)
“Ao único Deus, Salvador nosso, por Jesus Cristo, nosso Senhor, seja glória e majestade,
domínio e poder, antes de todos os séculos, agora e para todo o sempre. Amém!” (Jd 25)
Deste modo, o Filho de Deus deve ser adorado, exaltado e merece a nossa devida reverência.
Ninguém prestará a Deus culto verdadeiro, se não fizer isso por intermédio do Filho unigénito de
Deus. Assim como o Pai é adorado o Filho o deve ser, essa é vontade do Pai.
Vejamos agora alguns exemplos Bíblicos onde o Filho de Deus é adorado, ou existe uma
ordem a praticar tal adoração:
“E, quando outra vez introduz no mundo o Primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o
adorem.” (Hb 1:6)
“E, tendo nascido Jesus em Belém da Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos
vieram do Oriente a Jerusalém, e perguntaram: Onde está aquele que é nascido rei dos judeus?
Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos a adorá-lo. … E, entrando na casa, acharam o
menino com Maria, sua mãe, e, prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, lhe
ofertaram dádivas: ouro, incenso e mirra.” (Mt 2:1-2 e 11)
“E eis que veio um leproso e o adorou, dizendo: Senhor, se quiseres, podes tornar-me limpo.”
(Mt 8:2)
“Dizendo-lhes ele estas coisas, eis que chegou um chefe, e o adorou, dizendo: Minha filha
faleceu agora mesmo; mas vem, impõe-lhe a tua mão, e ela viverá.” (Mt 9:18)
“Então aproximaram-se os que estavam no barco, e adoraram-no, dizendo: És
verdadeiramente o Filho de Deus.” (Mt 14:33)
“Então chegou ela, e adorou-o, dizendo: Senhor, socorre-me!” (Mt 15:25)
“E, quando viu Jesus ao longe, correu e adorou-o.” (Mc 5:6)
“Ele disse: Creio, Senhor. E o adorou.” (Jo 9:38)
Estes versos nos ensinam claramente sem sombra de dúvidas que o Filho de Deus deve ser
adorado. Note que os santos anjos, homens e mulheres, até mesmo os demónios, todos eles
adoram ao Filho de Deus. Isto não é nenhum roubo a Deus. Jesus Cristo é adorado em razão de
ser Ele o Filho de Deus. A adoração lhe pertence por direito de herança.
Portanto, o caminho para se adorar ao Pai em espírito em verdade é adorando ao querido Filho
de Deus. Hoje a nossa adoração sobe aos céus a Deus por intermédio do Seu Filho. Mas, virá um
dia que toda a criatura adorará ao Pai e ao Filho face a face. Veja que exatamente que o livro do
Apocalipse revela:
“E ouvi toda a criatura que está no céu, e na terra, e debaixo da terra, e que estão no mar,
e a todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro,
sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre. E os quatro animais
diziam: Amém. E os vinte e quatro anciãos prostraram-se, e adoraram ao que vive para todo o
sempre.” (Ap 5:13-14)
Aquele que está assentado no trono é o Pai (Ap 4:2-3, 5:1 e 7) e o Cordeiro sem dúvidas é
Jesus (Jo 1:29). São apenas há esses duas pessoas que João ouviu, toda criatura dar louvor, honra,
glória e adoração – o Pai e o Filho. O verso acima citado não deixa margem para tributar adoração
senão a essas duas pessoas, nem quanto a criaturas, nem quanto a lugar e muitos menos ao tempo.
Apenas ao Pai e ao Filho. Não existe nenhum relato Bíblico em que Deus aceita ou ordena prestar
a adoração a um suposto terceiro membro da divindade. É de se fazer lembrar que quando Lúcifer
(satanás) quis ser adorado foi expulso do céu (Ap 12:8-9, Ez 28:13-17, Is 14:12-14). A adoração
ao Pai por meio do Filho é o evangelho eterno proclamado pela tríplice mensagem angelica, e
está diretamente ligada ao quarto mandamento da lei de Deus – o santo Sábado (Ex 20:8-11),
visto ser o único mandamento que identifica quem é o criador dos céus e da terra.
No entanto, as nações cristãs afastaram-se da fé dando ouvidos a doutrina de demónios, por
meio de filosofias e hipocrisia dos falam e ensinam a mentirá. A doutrina da trindade, visa destruir
os fundamentos dá fé, essa monstruosa doutrina que ensina que ‘Deus é uma unidade de Três
pessoas coeternas’, ‘Deus Pai’, ‘Deus Filho’ e ‘Deus Espírito Santo’, e sendo os três ‘Deus’,
logo, eles são ‘criadores’, colocando o Espírito Santo no mesmo nível que o Pai e o Filho. A
quem adoramos, a ele serviremos; ou adoramos há Deus ou adoramos ao diabo, a escolha é nossa.

Saindo da Babilônia
O terceiro anjo nos aconselha a não prestar adoração a besta, senão estamos acumulando irá
para o dia de juízo. Vimos que de acordo com Apocalipse 17, a besta carrega uma mulher,
chamada de babilónia. Como já tinha dito antes, a besta é o papado e a mulher a cidade do
vaticano, onde está centro da igreja cátolica. O segundo anjo nos ensina que o papado caiu, junto
com tudo o que ele representa.
A mensagem não é só nos ensinar que o papado já caiu, mas também ensinar a todos os do
povo de Deus que ainda se encontra aí a fugir desse sistema de falsa adoração. Perceba como o
anjo nos apresenta esta advertência:
“E depois destas coisas vi descer do céu outro anjo, que tinha grande poder, e a terra foi
iluminada com a sua glória. E clamou fortemente com grande voz, dizendo: Caiu, caiu a grande
Babilônia, e se tornou morada de demônios, e covil de todo espírito imundo, e esconderijo de
toda ave imunda e odiável. Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua fornicação,
e os reis da terra se fornicaram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com a
abundância de suas delícias. E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que
não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas.” (Ap 18:1-4)
Note que Babilónia (papado) é denominada morada de demônios, covil de todo o espírito
imundo. Então em que base está fundada as suas doutrinas? Em que bases está fundada ao sua
principal doutrina, a santíssima trindade? Será que podemos confiar que essa doutrina ensinada
pelo papado a mais de 1600 anos como tendo respaldo bíblico? Podemos confiar numa igreja que
prega a imortalidade da alma, o purgatório, a adoração de imagens de escultura, a veneração de
homens mortos, a guarda do domingo, está realmente com a verdade sobre quem realmente é
Deus? Não, não creio que está igreja está com a verdade sobre quem é Deus. A doutrina da
santíssima trindade tem suas raízes no poder de satanás. Está doutrina veio da morada de
demónios, covil de todo o espirito imundo. Quem bebe das águas da igreja católica bebe das águas
oferecida pela toda espécie de espirito imundo.
O chamado da mensagem do segundo anjo é sairmos da Babilonia (sistema papal). Não
somente uma saída física, mas também uma saída espiritual. Porque, podemos não estar na
babilónia fisicamente, mas podemos trazer babilónia em nós, bebendo do seu vinho e fornicando
com ela.
Isto é o que aconteceu com as filhas das babilónias (protestantes), que alegam ter saído da
babilónia, mas contudo apegam as doutrinas da Babilonia. Isto é o que tem acontecido com a
nossa amada igreja, que a partir do ano 1980 aceitou oficialmente a doutrina da trindade.
O chamado continua a ser “saia dela povo meu”. Isso quer dizer, sair do sistema de falsa
adoração, ensinada pelo papado que tem dado a todas as nações a beber desta doutrina mortal. A
advertência da tríplice mensagem angélica é clara. Deus está para derramar as pragas sobre todo
o sistema de falsa adoração (Ap 18:4). E quando o Filho de Deus levantar para castigar os pecados
da babilónia (papado), todo aquele que está vinculado a esse falso sistema de adoração também
será visto com cúmplice e esse também beberá do vinho da ira de Deus (Ap 14:9-11).
A única saída para aqueles que desejam ser ou é parte da igreja de Deus é acatar a advertência
da tríplice mensagem angelica. Hoje é tempo de voltarmos a verdadeira adoração ensinada pela
Bíblia. Devemos volver os nossos olhos para aquele que tem criado todas coisas no céu e da terra.
O nosso Pai celestial está ansioso em receber a nossa adoração. Ele espera que assim o
façamos. Ele nos escolheu, para sermos os seus representantes aqui neste mundo, a fim de dar ao
povo o verdadeiro conhecimento do único Deus verdadeiro.
A tríplice mensagem angélica está suando a sua advertência: “Adorai a Deus”! Quem irá ouvir
a advertência? Quem irá lutar as batalhas em nome do Senhor? Quem erguerá a estandarte
ensanguentado do príncipe Emanuel? A Bíblia diz: “Clama em alta voz, não te detenhas, levanta
a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão, e à casa de Jacó os seus
pecados.” (Is 58:1) e serás chamado “… reparador das roturas, e restaurador de veredas para
morar.” (Is 58:12). Vem, vamos dar ao mundo a mesma mensagem que o Senhor confiou a
aqueles quem deram a advertência da hora do juízo.

“A ti te foi mostrado para que soubesses que o Senhor é Deus; nenhum outro há senão ele.”
(Dt 4:35)

Nataniel Lima Mendes