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Digam-me onde o colocaram

Se você é um estudante cristão universitário já se deu conta que a pessoa de


Cristo, a igreja e tudo que envolva a fé e a tradição cristã são bombardeadas todos os
dias por uma doutrinação secular materialista, que tenta a todo custo apagar qualquer
vestígio que você possa conhecer sobre Deus.

Há poucas semanas tive o desprazer de ver o filme “A Última Tentação de


Cristo”, um filme do ano de 1988, baseado no livro do escritor grego Níkos
Kazantzákis. O filme conta a história de Jesus, desde antes do início do seu ministério
até a sua morte na cruz. O ápice do filme se passa nas cenas em que Jesus se imagina
como teria sido sua vida se não tivesse que se sacrificar pela humanidade, sendo apenas
um homem comum. O “se”, a possibilidade, as escolhas e o instante são
problematizados na obra como sendo a tentação maior de Cristo que seria não fazer a
vontade de Deus pai, mas descer da cruz e seguir uma vida comum. O filme tenta
mostrar Jesus como um homem cheio de dúvidas, confuso, buscando encontrar
significado para a sua existência. Muito diferente do Jesus dos evangelhos, o Jesus de
Níkos Kazantzákis vai descobrindo aos poucos a sua vocação. Ele é um homem comum,
pois ele mesmo admite ser pecador, pede desculpas, sente culpa, muda de opinião
algumas vezes.

Ver Jesus como um homem e não como Deus é uma característica fundamental
dos gnósticos. No filme, não fica muito claro se Jesus é apenas um homem escolhido
por Deus para exercer a missão de Cristo, ou se ele é encarnado pelo Cristo, como em
uma das concepções gnósticas, ou se ele é “um pouco Deus”.

Ao assistir tal obra repugnante me veio a mente as palavras de Maria Madalena


perante o tumulo vazio, seu desespero ao ver que o corpo de seu mestre não estava ali.
“Porque levaram meu Senhor e não sei onde o puseram” (João 20.13b). Dentro das
universidades onde eles tem colocado o Nosso Senhor? Buscam de todas as maneiras
por em descrédito toda a doutrina cristã, atacam com facilidade a pessoa de Cristo e
qualquer um que defenda a fé.
Impossível não lembrar das palavras de C. Lewis no livro Cristianismo puro e
simples, do trecho onde ele apresenta algumas das possibilidades para pensarmos a
respeito de Cristo. Segue-se o trecho:

[...] Ora, a menos que seja Deus quem o afirme, isso soa tão absurdo que chega a ser
cômico. Compreendemos que um homem perdoe as ofensas cometidas contra ele
mesmo [...] O que diríamos, no entanto, de um homem que, sem ter sido pisado ou
roubado, anunciasse o perdão dos pisões e dos roubos cometidos contra os outros?
Presunção asinina é a descrição mais gentil que podemos dar da sua conduta.
Entretanto, foi isso o que Jesus fez. Anunciou ao povo que os pecados cometidos
estavam perdoados, [...] Isso só tem sentido se ele for realmente Deus [...] Nos lábios de
qualquer pessoa que não Deus, essas palavras implicam algo que só posso chamar de
uma imbecilidade e uma vaidade não superada por nenhum outro personagem da
história. [...] Cristo afirma ser "humilde e manso", e acreditamos nele, sem nos dar conta
de que, se ele fosse somente um homem, a humildade e a mansidão seriam as últimas
qualidades que poderíamos atribuir a alguns de seus ditos. Estou tentando impedir que
alguém repita a rematada tolice dita por muitos a seu respeito: "Estou disposto a aceitar
Jesus como um grande mestre da moral, mas não aceito a sua afirmação de ser Deus."
Essa é a única coisa que não devemos dizer. Um homem Níkos Kazantzákis que fosse
somente um homem e dissesse as coisas que Jesus disse não seria um grande mestre da
moral. Seria um lunático - no mesmo grau de alguém que pretendesse ser um ovo
cozido — ou então o diabo em pessoa. Faça a sua escolha. Ou esse homem era, e é, o
Filho de Deus, ou não passa de um louco ou coisa pior. Você pode querer calá-lo por ser
um louco, pode cuspir nele e matá-lo como a um demônio; ou pode prosternar-se a seus
pés e chamá-lo de Senhor e Deus. Mas que ninguém venha, com paternal
condescendência, dizer que ele não passava de um grande mestre humano. Ele não nos
deixou essa opção, e não quis deixá-la. (LEWIS, 1942, p.23)
Estas são as alternativas: Um Deus que se fez homem ou um homem que
outorgou ser o filho de Deus? Um Deus, um lunático ou um mentiroso? As
possibilidades existem. Um homem comum como o do filme de Níkos Kazantzákis um
não poderia levar os pecados da humanidade, mas que homem louco esse que afirma tal
coisa?

No mesmo capitulo do evangelho de João, Cristo aparece a Maria, ela o


reconhece e o chama de Mestre, Jesus então a manda que vá e diga aos outros que ele
está VIVO. Nossas universidades estão cheias de doutrinação materialista, sincrética
que envenena o pensamento daqueles que não conhecem a Deus, vivendo como se
Cristo estivesse morto.

Façamos como Maria Madalena, obedeçamos ao mestre, digamos a estes que


vivem mortos em seus pecados, em suas vãs filosofias que Cristo é Filho de Deus, foi
morto pelos nossos pecados e não desistiu do plano de redenção preparado pelo Pai,
mas ressuscitou dentre os mortos para que tivéssemos vida nEle.

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