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19/08/2018 Deficiente mental e a Educação Física Adaptada

Deficiente mental e a Educação Física Adaptada


El discapacitado mental y la Educación Física adaptada

Graduada em Licenciatura Plena em Educação Física – UFPE Profª Ana Carolina Rodriguez Reyes
(Brasil) anakarolrj@hotmail.com

Resumo
A Educação Física Adaptada é uma subárea da Educação Física de suma importância tanto para as pessoas deficientes, quanto para os profissionais que atuam
na área, pois além de trazer benefícios para ambos, faz com que a inclusão na sociedade, para essas pessoas, seja mais agradável. As pessoas deficientes talvez sejam
um pouco mais diferentes, já que podem possuir sinais ou seqüelas mais notáveis (RIBAS, 2003), mas isso não significa que são incapazes ou não eficientes. Cada
indivíduo, dentro de suas capacidades, tem suas limitações e possibilidades. O objetivo deste trabalho é investigar quais os benefícios que a Educação Física Adaptada
traz para os deficientes mentais. O presente trabalho teve um caráter de pesquisa bibliográfica, através de coleta de dados em artigos, livros, monografias, dentre
outros. Os resultados obtidos nos mostraram o quanto é necessário a Educação Física Adaptada para os deficientes, mais especificamente para os deficientes mentais,
pois dentre os muitos benefícios fisiológicos, físicos, afetivos e outros; o maior benefício para essas pessoas é a inclusão na sociedade.
Unitermos: Educação Física Adaptada. Benefícios. Deficiente mental.

EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires - Año 16 - Nº 156 - Mayo de 2011. http://www.efdeportes.com/

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Introdução

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (2000), o Brasil possui 24,5 milhões de pessoas com alguma
deficiência. Isto significa que 14,5% da população brasileira, que era de 169,8 milhões em 2000, têm alguma dificuldade de enxergar, de
ouvir, locomover-se ou é portadora de alguma deficiência física ou mental. Provavelmente, esse número aumentou nos últimos 10 anos.
Desses 24,5 milhões, cerca de 3 milhões de pessoas possui algum tipo de deficiência mental, ou seja, 12,2% da população com algum
tipo de deficiência têm deficiência mental.

Para Carmo (1991), as pessoas com deficiência existem desde os primórdios da humanidade, e perante a sociedade ou eram vistas
como heróis ou com menosprezo, dependendo dos valores e normas das culturas. Algumas tribos ignoravam, assassinavam ou
abandoavam as crianças, adultos e velhos com deficiências e doenças. Outras acreditavam em feitiçaria, maus e bons espíritos e, assim,
não atentavam seus, ditos, diferentes.

Durante a história do homem (desde a pré-história até os tempos atuais), os deficientes foram passando por períodos onde, ora eram
vistos como carmas, ora eram temas de pesquisas sobre a deficiência.

Só a partir do século XX foi que surgiu um interesse maior dos governos referentes às pessoas com deficiência, pois após a Segunda
Guerra Mundial (1939 – 1945) houve um aumento considerável de pessoas com vários tipos de deficiência: cegos, amputados,
paraplégicos, tetraplégicos, dentre outros. Assim, iniciam-se programas de reabilitação dirigidos a essas pessoas, com o objetivo de
reintegrá-los ao mundo.

Conseqüentemente, surge a Educação Física Adaptada (EFA), voltada para essas pessoas com deficiências e que tem como definição,
segundo Rosadas (1994) apud Borges (2006, p.2), como sendo “uma área do conhecimento em educação física e esportes que tem por
objetivo privilegiar uma população caracterizada como portadora de deficiência ou de necessidades especiais, e desenvolve-se através de
atividades psicomotoras, esporte pedagógico, recreação e lazer especial, e técnicas de orientação e locomoção.”

As pessoas deficientes por não serem vistas pela sociedade como “normais”, muitas vezes são dela excluídas e, conseqüentemente
sem acesso a educação, lazer, vida social. Assim, tendem a se fecharem no ambiente familiar, que, freqüentemente, também, é um lugar
de exclusão.

De acordo com Glat (1997), a integração dos portadores de deficiência é sem dúvida a meta primordial da Educação Especial.

Sendo assim, a Educação Física Adaptada tem um papel importantíssimo nessa integração, e tem como propósito potencializar as
possibilidades de participação ativa de pessoas com deficiência, em programas com foco em atividade física/movimento corporal humano.
(FEIJÓ, 2006)

A presente pesquisa visou analisar dados para discussão acerca dos benefícios da Educação Física Adaptada para as pessoas com
deficiência mental.

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Tratou-se de uma pesquisa bibliográfica, onde se pretendeu encontrar, na literatura, diversas concepções acerca do tema, analisando-
as criticamente.

História da Educação Física Adaptada

“Há indícios que a prática desportiva por pessoas com deficiência existe desde a Antigüidade, porém, somente após a II Guerra
Mundial é que teve maior ênfase na área de reabilitação, prevenção e organizações, devido ao aumento da população portadora de
deficiência” (ITANI, 2004, p.2).

De acordo com Rechineli et al (2008), “desde o início da história da humanidade, os tipos de comportamento em relação às pessoas
com deficiência eram de eliminação, destruição e menosprezo, caracterizados pelos corpos e suas marcas”.

Segundo Carmo (1991), nas culturas primitivas, que viviam basicamente de caça e pesca, os idosos doentes e portadores de
deficiência, na maioria das tribos, eram abandonados em ambientes perigosos, onde a morte se dava por inanição ou por ataques de
animais.

Nessa mesma época, na antigüidade, segundo Rechineli et al. (2008), havia dois núcleos que eram referência das pessoas com
deficiência: Grécia e Roma. Na Grécia havia uma preocupação com o corpo saudável, forte e perfeito, servindo muitas vezes como
instrumento de poder. Só os amputados devido a guerras eram considerados heróis; aos outros deficientes, morte, desprezo e abandono
eram o que os esperavam.

Roma seguia o mesmo pensamento dos gregos, ou seja, construir uma sociedade modelo para a época. Nesse mesmo período surge o
pensamento dicotomizado de Platão, onde coloca a divisão do ser humano em corpo e mente, promovendo, assim, a exclusão das
pessoas deficientes, por serem consideradas incapazes, física e mentalmente.

De acordo com Melo (2009), na Idade Média a igreja atribuía as causas das deficiências ao sobrenatural, pois estas pessoas eram
vistas como seres possuídos por demônios. A deficiência foi associada ao pecado. Para Rechineli (2008, p.3) “corpos marcados pela
deficiência eram vistos como manchados pelo demônio, vindos à vida por conta de carmas e culpas de seus pais ou familiares”. Essas
pessoas ficavam em lugares específicos, como orfanatos, manicômios, prisões, entre outros.

Já no Renascimento, há uma transformação importante nos conceitos; surgem os primeiros indícios de pesquisas sobre o tema
deficiência, ainda mais no advento das ciências biomédicas, com Descartes. E para Carmo (1991, p.25) significou o grande marco no
campo dos direitos e deveres dos deficientes.

De acordo com Rechineli et al. (2008), houve uma transação importante do feudalismo para o capitalismo, que gerou uma mudança
radical no comportamento das pessoas. Como o capitalismo sempre gera o lucro, as pessoas deficientes eram vistas como disfuncionais,
por não se ajustarem aos critérios de rendimento e eficácia.

Os estudos científicos multiplicaram-se nos séculos XVIII e XIX, atingindo seu auge no século XX, marcados por um período de
reformas sociais e guerras, início dos interesses governamentais em assuntos referentes às pessoas deficientes, especialmente no campo
da educação, psicologia e medicina (RECHINELI, 2008). Segundo este mesmo autor, foi após a II Guerra Mundial que aconteceram
atitudes positivas para essas pessoas. Iniciaram-se em hospitais programas de reabilitação para os lesionados das guerras como forma
de reintegrá-los à sociedade.

A pedido do governo britânico, o neurologista Ludwing Guttman, na cidade de Aylesburry, Inglaterra, criou o Centro Nacional de
Lesionados Medulares do Hospital de Stoke Mandeville, destinados a tratar de homens e mulheres do exército inglês, feridos na II Guerra
Mundial (COSTA, 2004, p.30). Assim, de acordo com Itani (2004), o esporte entra na vida dessas pessoas como um auxiliar importante
nos processos de reabilitação e integração.

“As pessoas deficientes talvez sejam um pouco mais diferentes, já que podem possuir sinais ou seqüelas mais notáveis” (RIBAS, 1994,
p.13).

O Deficiente Mental

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS, 2000), 10% da população em países em desenvolvimento, são portadores de algum
tipo de deficiência, sendo que metade destes são portadores de Deficiência Mental, propriamente dita. Calcula-se que o número de
pessoas com retardo mental guarda relação com o grau de desenvolvimento do país em questão e, segundo estimativas, a porcentagem

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de jovens com menos de 18 anos que sofrem retardo mental grave se situa em torno de 4,6%, nos países em desenvolvimento, e entre
0,5 e o 2,5% nos países desenvolvidos.

Aqui no Brasil, segundo a Organização Mundial das Nações Unidas (ONU), a porcentagem estatística deveria ser a mesma: 10% da
população seria deficiente. Porém, Ribas (1994), acredita que esse número é bem maior. Por dois motivos: primeiro, porque a OMS
indica que nos países do Terceiro Mundo a porcentagem pode chegar de 15% a 20%; e segundo por causa das regiões mais pobres
(principalmente Norte e Nordeste), onde há locais de maior incidência de deficientes e cujos meios de vida são insatisfatórios.

Segundo FONSECA (1995, p.44):

a deficiência mental apresenta um ritmo e uma aplicabilidade de desenvolvimento e de maturação que se verificam
evoluções conceituais malcontroladas, além de problemas de atenção seletiva e de auto-regulação de condutas, em que o
meio joga um papel fundamental, aceitando ou rejeitando comportamentos adaptativos, que são ou não “normalizados” ou
“padronizados” (FONSECA, 1995, p.44)

Para Rosadas (1989, p.9), “o deficiente mental é portador de vários fenômenos complexos, que modificam sua conduta, relacionados
a causas ainda mais complexas, nas quais a inteligência inadequada ou insuficientemente desenvolvida constitui denominador comum.”

A OMS estabeleceu uma escala para facilitar o diagnóstico do deficiente mental, caracterizado por um quociente de inteligência (QI)
inferior a 70, média essa apresentada pela população. Segue abaixo uma tabela (adaptada) apresentada pela OMS quanto à classificação
dos deficientes mentais.

Quadro 1. Classificação dos Deficientes Mentais de acordo com a OMS

Nível Cognitivo Idade Mental


Coeficiente intelectual Denominação
segundo Piaget correspondente

Período sensório-
Menor de 20 Profundo 0-2 anos
motriz

Período sensório-
Entre 20 e 35 Severo 0-2 anos
motriz

Entre 36 e 51 Moderado Período pré-operativo 2-7 anos

Período operações
Entre 52 e 67 leve 7-12 anos
concretas

Fonte: Organização Mundial da Saúde (OMS)

Através de perfis de desenvolvimento, que correlacionam à capacidade de uma pessoa desempenhar determinados papéis, pode-se
obter a idade mental, que, comparada com a idade cronológica, nos dará o QI de inteligência, numa simples operação (ROSADAS, 1989,
p.10):

Rosadas (1989, p.10) com muita propriedade nos lembra que “é muito difícil prever o grau e os setores do corpo que serão afetados e
identificar o que ocasionou a lesão.” Sendo assim, é praticamente inviável se homogeneizar uma população de deficientes mentais, pois
há diversas seqüelas, mas todos possuem danos cerebrais, e esses danos prejudicam a sensibilidade e a função dessas pessoas.

Concordando com o que é dito por FONSECA (1995, p.49), “a deficiência mental não é uma doença, mas sim uma condição, que em
termos humanos deve ser respeitada a todos os níveis”.

Benefícios da Educação Física Adaptada para os deficientes mentais

A Educação Física tem um papel importantíssimo no desenvolvimento motor, intelectual, social e afetivo dos alunos, principalmente
daqueles com deficiência.

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Segundo Palma (2008, p.3), “a educação física é uma área do conhecimento que trabalha diretamente com o corpo e suas
significações em todos os seus contextos de atuação”. Para Juncken et al (1987, p.17), “o esporte exerce papel fundamental no
desenvolvimento somático, funcional, baseado em métodos e normas que respeitem a individualidade de cada um, bem como suas
capacidades e limitações”.

De acordo com Strapasson (2007, p.8):

A Educação Física deve propiciar o desenvolvimento global de seus alunos, ajudar para que o mesmo consiga atingir a
adaptação e o equilíbrio que requer suas limitações e ou deficiência; identificar as necessidades e capacidades de cada
educando quanto às suas possibilidades de ação e adaptações para o movimento; facilitar sua independência e autonomia,
bem como facilitar o processo de inclusão e aceitação em seu grupo social, quando necessário (STRAPASSON, 2007, p 8).

Os objetivos para os deficientes são os mesmos, e só, as regras, as normas, a organização e os procedimentos de cada atividade
particular requerem um mínimo de adaptação a fim de brindar as atividades de tempo livre uma conjuntura flexível, mesmo que
compensadora.

Baseado em Palma (2008), sabe-se que a maioria de pessoas com deficiência não freqüentam academias, clubes, aulas de Educação
Física. Não porque elas são incapazes, mas porque a sociedade apoderou-se destas pessoas, estes direitos. Não há dúvida de que elas
são capazes, porém é necessário que o profissional de Educação Física seja capaz de compreender esta capacidade e assim trabalhar
com a diversidade humana, valorizando a pessoa com deficiência.

Sendo assim, segundo Melo (2009), a educação física adaptada consiste em uma parte da educação física cujo objetivo é o estudo e a
intervenção profissional no campo das pessoas que apresentam diferentes condições para a prática de atividades físicas. Logo, seu foco é
o desenvolvimento da cultura corporal de movimento, complementando, “e se expressa nos jogos, nas danças, nas lutas, nos esportes e
nas ginásticas” (STRAPASSON, 2007, p.8).

De acordo com Melo (2002), a prática de alguma atividade, seja ela física e/ou esportiva por pessoas com deficiência pode
proporcionar, dentre todos os benefícios que já conhecidos, a oportunidade de testar os limites e potencialidades, prevenir as
enfermidades secundárias a uma deficiência e promover a integração social do indivíduo. Esses benefícios são evidenciados tanto na
esfera física, melhorando no equilíbrio, na coordenação, na resistência; quanto na psíquica, melhorando a auto-estima, integração social,
redução da agressividade.

Muitos estudos mostram que pessoas com deficiência mental costumam terbaixos níveis de algumas variáveis metabólicas como: VO2
máximo, freqüência cardíaca, e tendência a serem mais obesas que pessoas normais. (BURKETT, 1983, CAMPBELL, 1974, CORDER,
1966, FOX, 1982 APUD BARROS ET AL, 2000).

Mais especificamente, “a educação especial visa proporcionar aos deficientes mentais condições que favoreçam a sua integração na
sociedade, desenvolvendo alternativas de atendimento diferenciado, metodologias especiais, promovendo e utilizando recursos humanos
especializados” (JUNKEN et al, 1987, p.9). Segundo esses mesmos autores, o atendimento a esses deficientes deve ser entendido e
realizado seguindo alguns princípios básicos, como a normalização, proporcionando-lhes condições de vida iguais à da sociedade;
integração e individualização, respeitando suas diferenças individuais, suas necessidades, possibilidades e limites.

Para Junken et al (1987), o esporte contribui, na vida do deficiente mental, para a auto-suficiência, levando a uma maior
independência e participação na comunidade. Concordando com o que é dito por esses autores, essas atividades desenvolvem não só sua
capacidade motora, mas também intelectiva, estabelecendo através do movimento relações com o meio. Eles experimentam nessas
atividades os movimentos corporais, posições no espaço, noções de direção, distância, tempo e força que contribuem muito para o
desenvolvimento global dos deficientes mentais.

A Educação Física possibilita seus alunos a conviver com a diversidade, mostrando que essas possuem dificuldades, como todas as
outras pessoas, podendo superar suas limitações; sua relação com os outros; barreiras arquitetônicas; preconceitos; etc. Ela permite que
se veja o corpo como outro qualquer, podendo ir atrás de sonhos, superar dificuldades, ter qualidade de vida, apesar das limitações.

Em todos os esportes, a relação do aluno e professor é essencial. É através do professor que o aluno se sentirá seguro para fazer as
atividades, aumentando seu campo de ação, conseqüentemente, fará com que o aluno se sinta com mais condições de participar das
atividades da comunidade e da família, “criando assim, um meio social onde o deficiente mental posso atuar com os mesmos direitos e
oportunidades” (JUNKEN et al., 1987, p. 9).

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As tarefas principais do professor de educação física adaptado são promover a autoconfiança e aceitação que permitirão à pessoa
deficiente desenvolver habilidades e talentos que compensem a sua deficiência física.

Conclusão

De acordo com as referências utilizadas para a produção desta pesquisa, percebe-se que a história do corpo deficiente e sua
discriminação, ocorrem há séculos. Só a partir do Renascimento é que o corpo deficiente é visto como meio de pesquisa.

Hoje, a preocupação com essas pessoas deficientes é muito maior. Vários são os meios para a inclusão destas na sociedade. É
evidente que elas possuem alguma deficiência, mas como visto por vários autores estudados, isso não quer dizer que elas são menos
capazes ou mais ineficientes do que pessoas ditas “normais”.

A Educação Física, dentre os vários benefícios já estudados, tem como objetivo a inclusão social. Sendo assim, a Educação Física
Adaptada tem como um dos seus principais objetivos esse citado a cima.

Fica claro que a Educação Física Adaptada é de suma importância para os deficientes, pois, proporciona benefícios como a melhora da
auto-estima, estímulo independência e autonomia, melhora das funções organo-funcionais, melhora na força e resistência, dentre outros.

Para o deficiente mental, muitos, também, são os benefícios, conforme foram citados no desenvolver do trabalho, mas, talvez, o mais
importante seja a integração dessas pessoas à sociedade, promovendo uma maior aceitação deles na própria família e com as pessoas do
convívio.

Projetos sociais, não só direcionados para esse público, mas para todos os deficientes, são essenciais, pois reintegram essas pessoas à
sociedade.

Pode-se concluir, a partir do referencial teórico consultado, que aceitar a diferença é obrigação de todos, E que a inclusão,
principalmente dos deficientes mentais, pode mudar suas vidas e as das pessoas ao redor.

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