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LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO

Professor: D.Sc, Leonardo Ramos da Silveira

Brasília, novembro de 2015.


LAGOAS ANAERÓBIAS
Ausência
H2S de O2

Esgoto
CHONPS Ácidos voláteis CH4 + CO2 + H2O

N Orgânico N Amoniacal Zona


 
anaeróbia
NO3
NO 2
N 2
Sólidos
sedimentáveis SO 2 2
S (H S )
4 2

Lodo Ácidos orgânicos CO2, NH3, H2S, CH4


SISTEMAS DE LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO

Lagoa Facultativa
A DBO solúvel e finamente particulada é estabilizada
aerobicamente por bactérias dispersas no meio líquido, ao passo
que a DBO suspensa tende a sedimentar, sendo estabilizada
anaerobiamente por bactérias no fundo da lagoa O oxigênio
requerido pelas bactérias aeróbias é fornecido pelas algas, através
da fotossíntese.
Lagoa Facultativa

zona anaeróbia
DBO particulada sedimenta lodo de fundo gás
carbônico, água, metano e outros

zona aeróbia
(DBO solúvel) + (DBO finamente particulada) zona aeróbia
matéria orgânica oxidada por meio da respiração aeróbia
presença de oxigênio

zona facultativa
Pode ocorrer a presença ou ausência de O2 Dia/noite
Muito sol/nublado
Profundidade
Lagoa Facultativa
Lagoa Facultativa
Lagoa Facultativa

- elevado período de detenção na lagoa (usualmente superior a 20


dias).
- elevada área de exposição aproveitamento da energia solar
pelas algas
- grandes unidades grande área total requerida
- maior simplicidade operacional

- características principais do efluente


• cor verde devida às algas
• elevado teor de oxigênio dissolvido
• sólidos em suspensão, embora praticamente estes não
sejam sedimentáveis (as algas praticamente não sedimentam no
teste do cone Imhoff)
Lagoa Facultativa
Algas, energia luminosa e oxigênio em uma lagoa facultativa
(seção transversal)
Lagoa Facultativa

Profundidade da zona aeróbia em função da carga de DBO


Lagoa Facultativa

Influência das condições ambientais

(*) mecanismo de menor importância no balanço de OD


Lagoa Facultativa
Dinâmica de estratificação e mistura de lagoas

LAGOA COM ESTRATIFICAÇÃO TÉRMICA


(períodos mais quentes)

LAGOA COM MISTURA INVERSÃO TÉRMICA


(entrada do período frio)
LAGOAS DE MATURAÇÃO
Lagoas de maturação: Escavações com profundidades
inferiores a 1,0 metro, permitindo elevado tempo de detenção
hidráulico dos esgotos e decaimento de coliformes por
metabolismo endógeno e pela incidência de radiação ultra-
violeta proveniente da luz solar.

•Promove a nitrificação dos esgotos


LAGOAS DE MATURAÇÃO
Produção
durante o
Vento dia
O2 CO2
O2
Mistura e reaeração

NH3, PO4, etc


Novas células Algas

Esgoto O2 CO2
Zona
aeróbia
Bactérias Novas células
NH3, PO4, etc
Decaimento bacteriano
Células mortas
FATORES DETERMINANTES NA REMOÇÃO DE
PATOGÊNICOS

1 – temperatura;
2 – insolação;
3 – pH;
4 – escassez de alimento;
5 – organismos predadores;
6 – competição;
7 – compostos tóxicos.

Mecanismos associados a profundidade


1 – radiação solar;
2 – elevado pH(>8,5);
3 – elevada concentração de OD.
4 – remoção da ordem de 99,9 a 99,999%.
LAGOAS AERADAS
•Processo aeróbio
•Crescimento em suspensão (Flocos biológicos)

•Não há retenção de biomassa no sistema

•Ar difuso
•Sistema de aeração
•Aeração superficial
CONDIÇÕES AMBIENTAIS
•Disponibilidade de oxigênio

•Disponibilidade de nutrientes (N e P)

•pH adequado (Neutro)

•Ausência de substâncias tóxicas

•Temperatura
LODOS ATIVADOS X LAGOAS AERADAS

Separação
Reator
Biológico
sólido Esgoto tratado
líquido

Lodo em excesso

Separação
Reator
Biológico
sólido Esgoto tratado
líquido
LAGOAS AERADAS
PARÂMETROS DE PROJETO
• Tempo de detenção hidráulica na lagoa aerada: 2,5 a 4,0
dias (Função da temperatura)

• Necessidade de oxigênio: 1,2 a 1,3 kg O2/kg DBO aplicada

• Lagoa de decantação: Tempo de detenção


hidráulico mínimo de 1 dia mais o volume para o
acúmulo de lodo por um período de
aproximadamente 2 anos.
ÚNICA
DISPOSIÇÃO DE EFLUENTES NO SOLO
DISPOSIÇÃO FINAL DE EFLUENTES NO
SOLO

 Níveis de tratamento primário, secundário e


terciário;

 Recarga do lençol subterrâneo/necessidade das


plantas;

 Destino do poluente no solo.


- Retenção na matriz do solo
- retenção pelas plantas
- Aparecimento na água subterrânea
- Coleta por drenos subsuperficiais.
DISPOSIÇÃO FINAL DE EFLUENTES NO
SOLO
 Vários mecanismos de ordem, física, química e biológica.
 Assimilação do solo, depende das condições climáticas e
propriedades;
 Taxa de infiltração e cobertura vegetal;
 Tipos mais comuns de aplicação no solo

Sistemas com base no solo.


- Irrigação (infiltração lenta e fertirrigação)
- Infiltração rápida (alta taxa ou infiltração)
- Infiltração subsuperficial
- Escoamento superficial

Sistemas com base na água


terras úmidas construídas (banhados artificiais ou Wetlands)
INFILTRAÇÃO LENTA (IRRIGAÇÃO).
 Objetivo principal tratamento de esgotos;

 Quantidade aplicada não é função da cultura;

 Definidos pela quantidade de nitrogênio e pela


permeabilidade;

 Sistemas projetados para maximizar a


quantidade de esgoto aplicado.
SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO DE CULTURAS ( FERTIRRIGAÇÃO).

 Objetivo principal, reuso da água para produção agrícola;

 Aplicação para satisfazer os requisitos de irrigação da


cultura;

 Nitrogênio verificado;

 Fornece nutrientes para as culturas;

 Avaliar as características microbiológicas e bioquímicas de


forma a atender aos requisitos de saúde.
SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO DE CULTURAS ( FERTIRRIGAÇÃO).

 A irrigação pode ser feita por inundação, sulcos, aspersão,


gotejamento ou chorumeiras;

 Devem possuir solo argiloso, água subterrâneas, com


profundidade de 1,5m;

 Verificar as estações do ano (seco/chuvoso);

 Remoção de nutrientes pelas plantas;

 Organismos do solo fazem a remoção de substâncias


orgânicas.

 Ao percolar remove patogênicos;


INFILTRAÇÃO RÁPIDA (PERCOLAÇÃO)
 Solo como filtro;

 Recarga do lençol subterrâneo;

 A aplicação é feita de forma intermitente de forma a permitir o


descanso do solo;

 A aplicação pode ser feita em sulcos, canais, ou por aspersores de


alta capacidade;

 O crescimento de vegetação poderá ou não ocorrer.


INFILTRAÇÃO SUBSUPERFICIAL.
 O esgoto é aplicado abaixo do nível do solo;

 O esgoto é aplicado e conduzidos em estruturas


enterradas;

 A aplicação e usualmente para conjuntos de poucas


residências, comunidades de pequeno porte, ou habitações
no meio rural;

 Podem ser classificadas:


valas de infiltração (sem efluente final).
valas de filtração (com efluente final).
sumidouros (poços absorventes)
VALA DE INFILTRAÇÃO.
 percolação no solo, onde ocorre a depuração por processos físicos(retenção de sólidos),
químicos (adsorção) e bioquímicos (oxidação).

 Levando-se em consideração a utilização do solo como meio filtrante, o desempenho


das valas de infiltração depende bastante das características deste meio, assim como
do seu grau de saturação por água, não sendo recomendado o uso das valas quando o
solo estiver saturado.

 Para tanto, sua utilização deve ser precedida por:


- a característica do solo onde a vala de infiltração será instalada;
- o nível máximo do aqüífero e a sua distância vertical mínima;
- a manutenção da condição aeróbia no interior da vala;
- a distância mínima do poço de captação de água;
- o índice pluviométrico.
VALA DE FILTRAÇÃO
 aplicação de efluentes em um leito de areia, onde ocorrem, naturalmente,
processos físicos, químicos e biológicos, que realizam a depuração dos
esgotos;

 Recomenda-se o uso das valas de filtração como forma de pós-tratamento


de efluente, quando:
- o solo local é praticamente impermeável ou saturado de água (encharcado);
- o solo ou as condições climáticas do local não recomendam o emprego de sumidouro e
de vala de infiltração, ou a instalação da vala exige uma extensa área não disponível;
- a legislação sobre as águas dos corpos receptores exige alta remoção dos poluentes dos
efluentes do sistema tanque séptico – filtro anaeróbio ou outra técnica de tratamento
de esgotos ;
- por diversos motivos, for considerado vantajoso o aproveitamento do efluente tratado,
sendo adotado como uma unidade de polimento dos processos anteriores;
- quando o lençol freático estiver próximo à superfície.
ESCOAMENTO SUPERFICIAL

 Aplicação controlada de águas residuárias, fazendo-as


escoarem por uma rampa;

 Solos de baixa permeabilidade;

 Uso de culturas aumenta a absorção de nutrientes e a


perda por transpiração;

 A vegetação aumenta a retenção de sólidos,


proporciona habitat para a biota;

 A aplicação pode ser feita por aspersão ou por tubos


de distribuição;
TERRAS ÚMIDAS (WETLANDS)

 Sistemas de tratamento que consistem de lagoas e canais rasos que abrigam plantas
aquáticas;

 Possuem camada impermeável de argila e membrana sintética para controlar e direcionar


o fluxo, tempo de detenção hidráulico e nível de água;

 Usualmente possuem uma profundidade e 1,0m, baseiam-se em fenômenos físicos, químicos


e biológicos;

 Seleção das macrófitas:


Ter tolerância a ambiente eutrofizado.
Ter valor econômicos.
Ter crescimento rápido e ser de fácil propagação.
Absorver nutrientes e outros compostos.
Ser de fácil manejo e colheita.

 Função das plantas:


A utilização de nutrientes e metais pesados.
A transferência de oxigênio para a rizosfera.
Suporte para crescimento dos microsganismos nas raízes e rizomas.
TERRAS ÚMIDAS (WETLANDS)

 Fluxo Superficial;
Contem plantas aquáticas flutuantes ou enraizadas, a água flui livremente
entre as folhas e caules.

Lâmina de água situa-se entre 0,6 a 0,9 m zonas vegetadas .

 Fluxo subsuperficial (leitos submersos vegetados);

Contêm um leito composto de pedras, cascalho, areia, ou solo, dando suporte


ao crescimento de plantas.

O nível de água permanece abaixo da superfície do leito, e os esgotos fluem


em contanto com as rizomas das plantas.

Altura do meio situa-se entre 0,5 a 0,6m e da água entre 0,4 a 0,5m.

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