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PROJETO DE DISPOSITIVOS ELETROMAGNÉTICOS

I. Vieira, E. Melnik
Porto Alegre, Brasil, 04 de outubro, 2010

TRABALHO PRÁTICO 3 – PROJETO DO ESTATOR DE UMA


MÁQUINA SÍNCRONA DE POLOS SALIENTES

Eduardo S. Melnik, Icaro C. Vieira

Universidade Federal do Rio Grande do Sul – Escola de Engenharia - Departamento de Engenharia


Elétrica - Curso de Engenharia Elétrica
e-mail: eduardomelnik@hotmail.com

Universidade Federal do Rio Grande do Sul – Escola de Engenharia - Departamento de Engenharia


Elétrica - Curso de Engenharia Elétrica
e-mail: icaro_cv@yahoo.com.br

Palavras-Chave: Entreferro, Senoidal, Onda, Indução, Estator.

Resumo. Este documento contém o desenvolvimento das etapas necessárias à construção de


uma máquina síncrona de polos salientes, dado um conjunto de especificações. Este trabalho,
como outros que já foram realizados e outros que ainda serão, são parte da avaliação prática
da disciplina de Projeto de Dispositivos Eletromagnéticos.

1 INTRODUÇÃO
Há uma série de técnicas que podem ser utilizadas para projetar uma máquina síncrona, mas
o modo empregado neste trabalho é aquele constante nas notas de aula do Prof. Luís Alberto
Pereira. O conhecimento acumulado no projeto de máquinas elétricas, ao longo do século
passado, tem um grande cunho experimental, de sorte que alguns dos critérios encontram
origem em observações puramente práticas. A intenção aqui é chegar às medidas físicas de
uma máquina síncrona de polos salientes projetada segundo esses critérios e validá-la com o
auxílio do Fem2000.
Eduardo S. Melnik, Icaro C. Vieira

2 MÉTODO
A síntese de uma máquina síncrona pode ser realizada seguindo-se alguns passos. Ao fim
de uma iteração desses passos, obtemos um conjunto de medidas físicas que, não sendo do
agrado do projetista, podem ser refinadas recomeçando-se o processo. Esse é extamente o
procediemento que empregaremos neste trabalho.

3 ESPECIFICAÇÕES PARA O PROJETO E DADOS JÁ DEFINIDOS PARA A


MÁQUINA
Conforme trabalho anterior, foram dados parâmetros que a máquina deveria atender, e parte
dela já está projetada, estando definido o que se enumera a seguir:

• S  350kVA
• sin φ  0,6
• f  60Hz
• V  440V
• p3
• S  375,2kVA
• ω  125,7rad · s !
• T  2.986N · m
• A()  50.000A · m !
• B  0,80T
• V+  0,0491m,
• R  25,9cm
• R /0  9,5cm
• l/0  7,2cm
• L  23,5cm
• τ0  27,1cm
• δ5  4,6mm
• α0  0,70
• b80  190mm
• h80  46mm
• Entreferro tipo senoidal
• b>0  90mm
• h>0  96mm
• Condutor AWG10
• Área destinado aos enrolamentos rotóricos de 3086EEF
I(80
• Densidade de corrente na área dos enrolamentos rotóricos de 3,12 J

• 235 espiras
• I) L  16,38A
Eduardo S. Melnik, Icaro C. Vieira

• m+çN ONPNO  247Kg


• mST ONPNO  71kg
• R +O+UTO+  5,1Ω

4 SEÇÃO TRANSVERSAL DA COROA DO ESTATOR


Tendo sido especificada em 0,8T a máxima densidade de fluxo no entreferro, que tem
forma senoidal e define, portanto, uma densidade de fluxo senoidal, pode-se calcular o valor do
fluxo no entreferro:
f
1 2 2
ФXY  Z[ \ ]Y _ `abcde gd  Z[ \ ]Y  0,8h i 0,235E i 0,271E i
^ ^ ^
5
j ФXY  0,0324 h i EF  0,0324 kl

Na prática, devido ao fato de a indução no entreferro não ser exatamente


senoidal, teve-se um fluxo simulado, que será usado nos próximos cálculos, de:

ФY  0,0125 i 0,235  0,0294 kl

Considerando que aproximadamente 10% do fluxo que atravessa o entreferro não chega à
coroa do estator, completando seu caminho através das ranhuras, e como metade do fluxo que
chega à coroa vai para o sentido horário e metade para o anti-horário, tem-se um fluxo nominal
no estator de:

ФY
Фm  0,9 i  0,45 ФY  0,45 i 0,0294 kl  0,0132 kl
2

Como a densidade de fluxo máxima no metal para as consições nominais foi definida em
1,6T de acordo com a curva de magnetização da chapa usada para a construção do rotor
(mesma para o estator), pode-se calcular a área da seção da coroa do estator:

Фm 0,0132 kl kl h i EF
nm    0,00825  0,00825  0,00825 EF
Zm 1,6 h h h

Temos que:

nm  \ op
Portanto:
nm 0,00825EF
op   q 0,035E  35EE
\ 0,235E
Eduardo S. Melnik, Icaro C. Vieira

5 NÚMERO E FORMA DAS RANHURAS


A escolha do número de ranhuras depende de diversos parâmetros elétricos, mecânicos e
práticos, mas, tipicamente, para o modelo de máquina deste trabalho (máquina síncrona
trifásica de polos salientes), mantém-se o valor (Q) do número de ranhuras por polo por fase
em torno de 1,5 a 5. Dessa forma, escolheu-se um valor médio de Q = 3.
Calcula-se, então, o número de ranhuras:

rs  t i 2 u i E  3 i 6 i 3  54

Calcula-se o passo de ranhura:

2 ^ w 2 ^ i 0,259E
]v    0,030E  30EE
rs 54

O configuração de ranhura escolhida é a reta, dado que a máquina é de baixa tensão e o fio
a ser utilizado é de seção circular.
A indução máxima admitida no entreferro foi especificada para 0,8T, e a escolha da
indução máxima na chapa de acordo com a curva de magnetização foi de 1,6T. Sendo assim,
para que ocorra indução máxima na ponta do dente (parte mais próxima do entreferro), a
largura da ponta do dente do estator fica especificada para metade do passo de ranhura, tendo o
mesmo valor da largura da própria ranhura, ou seja:
]v
lx  yx   15EE
2

Para um melhor desempenho da máquina, utiliza-se ranhura semi-aberta. Como o fio


utilizado, AWG10, tem diâmetro de 2,6mm, pode-se manter uma abertura em torno de 4mm
(13% do passo de ranhura) para ter a menor quantidade de perdas possível sem impossibilitar a
inserção do enrolamento com isolação nas ranhuras do estator.

Definindo J como a densidade de corrente, em z/EF , na seção do condutor, temos que a


corrente |v em uma ranhura de área nv , considerado um fator de enchimento }~m de 40%, é:

|v  nv }~m 

Para uma densidade linear de corrente A, temos que:

|v  z ]v

Das duas últimas equações, pode-se isolar nv :

z ]v
nv 
}~m 
Eduardo S. Melnik, Icaro C. Vieira

De tabelas de aplicação, têm-se, para o tipo de máquina que está sendo desenvolvida,
valores práticos de A e J, respectivamente, entre 35 e 65A/mm e entre 4 e 6,5A/mm2.
Escolhem-se, então, A = 50A/mm e J = 5A/mm2. Calcula-se nv :

z
50 i 30EE
nv  EE  750 EEF
z
0,4 i 5
EEF

Dado que a ranhura é retangular e que já se tinha definida a sua largura, determina-se sua
altura:

nv 750EEF
ov    50EE
yx 15EE

6 TAMANHO DA MÁQUINA

O raio externo da máquina fica, então, em:

w~€s  w  ov  om  259EE  50EE  35EE  344EE

E o comprimento já havia sido definido anteriormente como:

\  235EE

7 CÁLCULO DA CORRENTE NOMINAL DE EXCITAÇÃO

A corrente de excitação para a condição nominal de indução no entreferro deve ser


calculada considerando-se a queda de tensão magnética em cada trecho do circuito.

7.1 Tensão Magnética no Entreferro


Devido às ranhuras, a relutância do trecho do entreferro aumenta. Considera-se, portanto,
um fator de correção aplicado à dimensão do entreferro, chamado de Fator de Carter cK / e,
dependente da abertura das ranhuras ( b5 e.
Eduardo S. Melnik, Icaro C. Vieira

]v
}‚ 
]v ƒ „ l5

l5 F
… ‡
†5
„
l
5 5
†5

Tem-se δ5 = 4,6mm, b5 = 4mm e τ> = 30mm, então:

4EE F
ˆ ‰
4,6EE
„  0.129
4EE

4,6EE

30EE
}‚   1,0175
30EE ƒ 0,129 i 4EE

O entreferro corrigido passa a ter o valor de:

†5Š  }‚ †5  1,0175 i 4,6EE  4,68EE

Percebe-se que, no caso estudado, não houve grande variação na correção do entreferro
(menos de 2%), mas esse valor poderia ser bem mais significativo caso se estivesse
trabalhando com ranhuras abertas.
A queda de tensão no entreferro será, dessa forma:

kl
ZΠ0,8 F
‹5  Š
†  E 0,00468E  2979 z
5 5 4^10 Ž hE
z

7.2 Tensão Magnética na Sapata Polar

A indução na sapata polar é de:

ФY ФY 0,0294kl kl
ZmY     0.658 F
nmY lmY \ 0,190E i 0,235E E
Eduardo S. Melnik, Icaro C. Vieira

Considerando a curva de magnetização da chapa utilizada, temos, para o B80 calculado, um


I
H80 correspondente de 325 . Determina-se, assim, a queda de tensão:


z
‹mY  mY omY  325 i 0,046 E  14,95z
E

Observação:
Os dados disponíveis sobre a curva de magnetização consistia de alguns pontos definidos.
Para descobrir o valor correspondente à indução calculada, foi adaptada uma rotina no Matlab
que executa a interpolação de Newton tendo como entradas os vetores H e B, e os pontos de B
cujo correspondente H se deseja obter.

7.3 Tensão Magnética no Núcleo Polar

Conforme medições anteriores, verificou-se que o fluxo no entreferro vale em torno de 89%
do fluxo do núcleo polar (dispersão de 11%). Considerando que o entreferro equivalente não se
alterou muito em razão da inserção das ranhuras, pode-se determinar a indução no núcleo
polar:

ФY 0,0294kl
ФvY 0,89 0,89 kl
ZvY     1,56 F
nvY lvY \ 0,090E i 0,235E E

Com a curva de magnetização da chapa e o valor de B>0 , encontra-se H>0 e, então, a tensão
magnética no núcleo polar:

z
vY  3071
E
z
‹vY  vY ovY  3200 i 0,096 E  295z
E

7.4 Tensão Magnética na Coroa do Rotor

O comprimento do caminho equivalente da coroa do rotor é:

2^w‚Y 2 i ^ i 0,095
‚Y q   0,050E  50EE
4u 4i3
Eduardo S. Melnik, Icaro C. Vieira

Como

ФvY
Ф‚Y 
2
Tem-se:

ФY 0,0294kl
Ф‚Y 0,89 i 2 0,89 i 2 kl
Z‚Y     0,98 F
nvY o‚Y \ 0,072E i 0,235E E

O campo correspondente é:

z
‚Y  593
E

A tensão, portanto:

z
‹‚Y  ‚Y o‚Y  593 i 0,072 E  42,7z
E

7.5 Tensão Magnética no Dente do Estator

Como a máquina deste projeto possui ranhuras retas, é preciso o campo magnético médio
da ranhura de acordo com a largura da base, do meio e do topo do dente.
A largura da base já é conhecida, resta calcular a largura do meio e do topo do dente para
determinar sua indução e, com a curva de magnetização, o campo magnético correspondente.

A base do dente tem a dimensão:

lx  15EE

A distância do centro da máquina até a base do dente é:

w‘x  w  259EE  259EE

A altura do entreferro é:

ov  50EE

Sendo assim, a largura do topo do dente vale:


Eduardo S. Melnik, Icaro C. Vieira

ov 50EE
ls  lx …1  2 ‡  15EE …1  2 i ‡  20,8EE
w‘x 259EE

A largura do meio do dente será, então:

lx  ls 15EE  20,8EE
l[    17,9EE
2 2

O fluxo na base do dente e o campo correspondente são:

Ф’m ZŒ ]v 30EE
Z’m    0,8h i  1,6h
lx \ lx 15EE

z
’m  3850
E

O fluxo no topo do dente e o campo correspondente são:

lx 15EE
Z’s  Z’m  1,6h i  1,16h
ls 20,8EE

z
’s  949
E

O fluxo no meio do dente e o campo correspondente são:

lx 15EE
Z’s  Z’m  1,6h i  1,34h
l[ 17,9EE

z
’[  1487
E

O campo médio é:

’m  ’s  4’[ 3850  949  4 i 1487 z


’m[    1791
6 6 E

A tensão, portanto:
Eduardo S. Melnik, Icaro C. Vieira

z
‹’m  ’m[ ov  1791 i 0,050 E  89,5z
E

7.6 Tensão Magnética na Coroa do Estator

O caminho médio na coroa do estator é:

2^ cw‘x  ov e  cw‘x  ov  om e ^ om
‚m   …w‘x  ov  ‡
2 i 2u 2 2u 2

^ 35EE ^
‚m  i …263,6EE  50EE  ‡ i 331,1EE  173EE
2i3 2 2i3

A indução na coroa e o campo correspondente são:

0,45 ФY 0,45 i 0,0294 kl


Z‚m    1,61h
\ om 0,235E i 0,035E

z
‚m  4200
E

O fator de correção para a indução calculada é, aproximadamente:

“‚m  0,17

A tensão é, portanto:

z
‹‚m  “‚m ‚m ‚m  0,17 i 4200 i 0,173 E  123,5z
E

7.7 Corrente Nominal

De acordo com a equação abaixo, pode-se calcular a corrente nominal do enrolamento.

r~ |~  ‹5  ‹mY  ‹vY  ‹‚Y  ‹’m  ‹‚m

r~ |~  2979  14,95  295  42,7  89,5  123,5  3544,65z


Eduardo S. Melnik, Icaro C. Vieira

3544,65 z
|~   15,1 z
235

8 DESENHO FINAL DA MÁQUINA

Na Figura 1, é apresentado o desenho final da seção angular correspondente a um polo (60


graus) da máquina com estator e rotor projetados.

Figura 1 – Desenho da máquina com as linhas de indução

9 SIMULAÇÕES COM CORRENTE NOMINAL


Os resultados da indução simulada com o valor nominal de corrente são apresentados
nas figuras de numeração de 2 a 9.
Eduardo S. Melnik, Icaro C. Vieira

Figura 2 – indução na coroa polar

Figura 3 – indução no núcleo polar


Eduardo S. Melnik, Icaro C. Vieira

Figura 4 – indução na sapata polar

Figura 5 – indução no topo da sapata polar


Eduardo S. Melnik, Icaro C. Vieira

Figura 6 – indução no entreferro

Figura 7 – indução na base do dente


Eduardo S. Melnik, Icaro C. Vieira

Figura 8 – indução no topo do dente

Figura 9 – indução máxima na coroa do estator


Eduardo S. Melnik, Icaro C. Vieira

Para achar os valores simulados da indução para corrente nominal, quando necessário
(valor inconstante e interesse pela média, não pelo valor de pico), foi feita a medição do fluxo,
que foi dividido pela área. Esse detalhamento está em planilha anexa.
Abaixo, são apresentados os valores para a indução em cada elemento correspondentes a
simulação.

• indução na coroa polar: média em torno de 0,95T


• indução no núcleo polar: 1,54T
• indução média na sapata polar: 0,65T
• indução máxima no entreferro: 0,81T
• indução na base do dente: 1,49T
• indução média no topo do dente: 1,07T
• indução máxima na coroa do estator: 1,73T

9 INDUÇÃO NO ENTREFERRO PARA VÁRIAS CORRENTES


Os gráficos correspondentes à indução no entreferro para densidades de corrente
superiores e inferiores à nominal são apresentados nas Figuras de número 10 a 19.
Devido ao fator de enchimento e ao diâmetro do fio utilizado, a densidade de corrente
nominal é de 1,15A/mmF .
Eduardo S. Melnik, Icaro C. Vieira

Figura 10 – indução no entreferro para densidade de corrente de 0,35A/mm2

Figura 11 – indução no entreferro para densidade de corrente de 0,55A/mm2


Eduardo S. Melnik, Icaro C. Vieira

Figura 12 – indução no entreferro para densidade de corrente de 0,75A/mm2

Figura 13 – indução no entreferro para densidade de corrente de 0,95A/mm2


Eduardo S. Melnik, Icaro C. Vieira

Figura 14 – indução no entreferro para densidade de corrente de 1,15A/mm2 (valor nominal)

Figura 15 – indução no entreferro para densidade de corrente de 1,35A/mm2


Eduardo S. Melnik, Icaro C. Vieira

Figura 16 – indução no entreferro para densidade de corrente de 1,55A/mm2

Figura 17 – indução no entreferro para densidade de corrente de 1,75A/mm2


Eduardo S. Melnik, Icaro C. Vieira

Figura 18 – indução no entreferro para densidade de corrente de 1,95A/mm2

Figura 19 – indução no entreferro para densidade de corrente de 4,00A/mm2


Eduardo S. Melnik, Icaro C. Vieira

Percebe-se que a forma da curva é fundamentalmente a mesma, tendo algumas


variações na apresentação devido à utilização de diferentes malhas, dependendo da densidade
de corrente utilizada, para que o programa conseguisse calcular valores.
Como a máquina foi dimensionada para uma indução forte em condição nominal (já
entrando na saturação da curva de indução), não se consegue aumentar significativamente a
indução com o aumento da corrente, como se verifica comparando a figura 19 à figura 14, pois
a corrente crescendo 250% gerou acréscimo na indução de menos de 20%.
Já para correntes menores que a nominal, pode-se comparar a figura 10 à figura 14 e
perceber que, para redução de 70% do valor nominal da corrente, tem-se uma redução de 63%
no valor da indução, o que é bastante próximo.
Eduardo S. Melnik, Icaro C. Vieira

CONCLUSÃO
Pode-se perceber que há grande correspondência entre os valores obtidos através do método
analítico para o projeto da máquina e os valores obtidos através da simulação por elementos
finitos com uso do programa Fem2000. O projeto de uma máquina pode, então, ser feito em
poucas iterações, de uma maneira bastante prática.
Como a indução máxima utilizada para o dimensionamento da máquina foi definida
próxima à região de saturação da curva de indução da chapa utilizada, tem-se a vantagem de
obter uma máquina mais compacta e leve. Porém, tem-se, também, a desvantagem de não obter
bons ganhos em torque ao operar a máquina em correntes acima da nominal. Dependendo da
aplicação a que se destina a máquina, pode ser a solução ideal.
Eduardo S. Melnik, Icaro C. Vieira

REFERÊNCIAS

[1] L. A. Pereira, Introdução à Máquina Síncrona, UFRGS.


[2] L. A. Pereira, Projeto do Rotor da Máquina Síncrona de Polos Salientes, UFRGS.
[3] L. A. Pereira, Projeto do Estator da Máquina Síncrona de Polos Salientse, UFRGS.
[4] L. A. Pereira, Determinação da Curva de Saturação da Máquina Síncrona de Polos
Salientes, UFRGS.