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MULHERES QUE FIZERAM HISTORIA NO MINISTÉRIO

“Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor excede o de muitos rubis”. O texto
bíblico tirado do livro de Provérbios é frequentemente tomado como uma referência às
mulheres cristãs que exercem grande influência em suas casas e comunidades, ainda que
gestos que possam parecer pequenos. No que diz respeito aos cristãos protestantes,
algumas mulheres deixaram legados importantes para gerações inteiras, como a
fundação de obras missionárias, acolhida de refugiados e intercessão pela igreja
perseguida.

Fizemos uma seleção com 10 mulheres evangélicas que fizeram história:

Khatarina Lutero (1499 – 1552)

Crédito: Wikimedia Commons.


Nascida em 1499, Katharina perdeu a mãe e teve que estudar num convento, onde
permaneceu até 1523. Lá, ela aprendeu a ler e escrever, algo raro na época, e teve
acesso aos escritos de Martinho Lutero. Seus princípios tocaram seu coração e ela fugiu
do convento. Casou-se com Lutero dois anos depois, tiveram seis filhos e adotaram
outros quatro.

Khatarina abriu as portas da sua casa para monges, freiras, padres que se tornavam
adeptos da Reforma e precisavam se refugiar, mesmo sabendo da possibilidade de sofrer
perseguição e uma invasão ao seu lar. Em alguns momentos a casa chegou a ser
habitada por 25 pessoas, sem contar ela, Lutero, as crianças e os 11 órfãos de quem
cuidavam. Eles não se negavam a ajudar um necessitado e ofereciam dinheiro a quem
precisava. Até as porcelanas que Khatarina ganhou de presente de casamento foram
vendidas para conseguir dinheiro e abençoar aqueles que lutavam pela mesma causa.
Khatarina ainda esteve ao lado de Lutero em um dos momentos mais difíceis de sua
vida: a morte de uma de suas filhas, fato que colocou o marido em depressão. Não
escreveu nenhum livro, nem fez pregações, mas apoiou o marido e o encorajou em todo
tempo.

Marie Dentière (1495 – 1561)

Crédito: Wikimedia Commons.


Também conhecida como Marie d’Ennetieres, foi uma teóloga e reformadora
protestante belga. Nasceu na pequena nobreza de Flandres. Enquanto vivia em Tournai,
onde se tornou abadessa do Convento Agostiniano da Abadia de Saint-Nicolas-des-près,
mas se converteu à Reforma Luterana e abandonou o convento. Mudou-se para
Estrasburgo e casou-se com o ex-padre, o famoso estudioso da língua grega, Simon
Robert, com quem teve duas filhas. Em 1528 o casal mudou-se para Bex e em seguida
para Aigle onde Simon Robert foi pastor até o ano de sua morte em 1532. Marie
Dentière casou-se então com Antoniere Froment, 14 anos mais novo do que ela. Em
1536, Marie Dentière publicou Guerre et Deslivrance de la ville de Genesve (em
português: “Guerra e Libertação de Genebra”). Teve um papel ativo na reforma
religiosa e política de Genebra. Além disso, seus trabalhos em favor da Reforma e seus
escritos são considerados uma defesa da perspectiva feminina em um mundo que
passava por rápidas e drásticas transformações em pouco tempo. Em 2002, seu nome foi
gravado no Monumento Internacional da Reforma, em Genebra, tornando-se a primeira
mulher a receber tal reconhecimento.

Susannah Wesley (1669- 1742)

Crédito: Wikimedia Commons.


Dizem que, se John Wesley foi o pai do Metodismo, Susana foi a mãe. Ela é apontada
como a maior influência religiosa do filho, condutor de uma grande obra de avivamento
na Inglaterra do século 18. Filha de uma família de puritanos ingleses, ela aceitou ir
para a Igreja Anglicana, onde seu marido Samuel Wesley exercia o ministério de pastor,
na pequena paróquia de Epworth, na Inglaterra. Para Susannah, a maternidade incluía a
responsabilidade de educar e formar homens e mulheres de Deus. Ela foi responsável
pela alfabetização e evangelização dos 19 filhos.

Conta o escritor Mateo Lelièvre, autor da biografia John Wesley – sua vida e obra
(Editora Vida), que, certa vez, seu marido disse-lhe: “Acho admirável sua paciência,
porque você repetiu a mesma coisa nos ouvidos dessa criança nada menos do que vinte
vezes”. Ela respondeu: “Teria perdido o meu tempo, se a tivesse repetido somente
dezenove, pois foi só na vigésima vez que cumpri o meu objetivo”. Essa criança era
John Wesley, que algum tempo mais tarde sobreviveu a um incêndio criminoso na casa
da família e passou a ser visto pela mãe como alguém com uma missão especial. Susana
passou por privações físicas e materiais e somente nove dos 19 filhos chegaram a idade
adulta. Mas ela cumpriu de forma diligente sua missão e foi citada por Wesley em
diversas cartas e livros.

Sarah Poulton Kalley (1825 – 1907)


Crédito: Wikimedia Commons.

Sarah Poulton Wilson nasceu em Nottingham e casou- se com Robert Reid Kalley, um
médico que tratou seu irmão da tuberculose. Juntos estiveram nos Estados Unidos, em
1853, em visita aos crentes portugueses refugiados em Lacksonville e Springfield por
conta da perseguição religiosa sofrida na Ilha de Madeira.

Em 1855, Sarah acompanhou o marido ao Brasil, onde os dois se dedicaram a


atividades missionárias e inauguraram em 1858 no Rio de Janeiro a Igreja Evangélica
Fluminense, primeira igreja evangélica do país, da qual se originaram outras, que mais
tarde constituíram a denominação Congregacional. Sarah fundou, ainda, a primeira
Sociedade de Senhoras e foi autora de hinos cantados em igrejas evangélicas até o
século XX. Como o casal não teve filhos, adotou duas crianças brasileiras. A amizade
do marido com Dom Pedro II colaborou para a liberdade religiosa e para o trabalho
evangelístico. Ao regressar definitivamente à Inglaterra, Sarah fundou a missão “Help
for Brazil”, que mais tarde se reuniu a outras entidades para constituir a “União
Evangélica Sul Americana” (U.E.S.A.).
Catherine Booth (1829 – 1890)

Crédito: Wikimedia Commons.

Catherine Mumford em Ashbourne nasceu no condado do Derbyshire, Inglaterra. Desde


bem nova era reconhecida como séria, religiosa e sensível. Aos 14 anos, uma
enfermidade na coluna obrigou-a a deixar a escola, mas, ainda assim, foi uma brilhante
aluna e estudou teologia, história, geografia e filosofia. Filiou-se numa Igreja Metodista
e suas inquietações sociais fizeram com que se comprometesse com a “Band of Hope”,
uma sociedade de temperança para meninos e adolescentes da classe operária fundada
em 1847, onde os membros faziam votos de abstinência total (alcoólica) e faziam
também propaganda contra as bebidas alcoólicas. Por esse tempo Catherine também foi
ativista do “Temperance Movement”, escrevendo cartas sobre este problema a
numerosos jornais e autoridades. Ela conheceu William Booth em 1852 numa pregação
em sua igreja e se casou três anos depois. Juntos eles começaram a dar assistência aos
pobres da cidade. Eles saíam pelas ruas convidando a todos para seus cultos nas tendas
armadas na rua e muitas vezes, William chegava em casa molhado de bebida e ovos
podres que eram jogados nele durante as cruzadas. Quase todos os seus oito filhos
trabalhavam com eles na missão e em pouco tempo eles foram para os EUA para
estabelecer o mesmo trabalho. O Exército de Salvação nasceu em 1878 e hoje atende
pessoas em 94 países, verdadeiramente um grande final para uma mulher doente, com
educação caseira e oito filhos para cuidar.

Aimée Semple McPherson (1890 – 1944)

Crédito: domínio público

A fundadora da Igreja do Evangelho Quadrangular nasceu no Canadá. Mas foi em


viagens missionárias pelo mundo que Aimée realizou curas e milagres e ficou muito
conhecida, pois usava métodos modernos de evangelismo para a época, especialmente o
rádio. Aimée fez sua primeira viagem transcontinental em 1918, atravessou o continente
em seu carro com uma frase: “Carro do Evangelho” e “Jesus voltará, prepare-se!”. No
dia 1 de janeiro de 1923, foi inaugurado o templo Sede Internacional Angelus
Temple com capacidade para 5000 pessoas e Aimée dirigia 21 cultos por semana. Trinta
e três dias depois foi inaugurado o Instituto de Treinamento Evangelístico e Missionário
e em 6 de fevereiro de 1924 ela consagrou a primeira rádio pertencente a uma igreja nos
Estados Unidos e a terceira de emissora em Los Angeles, a KFSG. Aimée também foi
autora de vários livros. Durante sua jornada foi perseguida e passou por muitos
problemas de saúde. Mas perseverou e atualmente, a Igreja do Evangelho Quadrangular
já está presente em 146 países ao redor do mundo. Sua sede mundial ainda fica em Los
Angeles, Califórnia (EUA), mas a igreja funciona de forma autônoma em cada país.

Edith Schaeffer (1914-2013)

Crédito: domínio público

Schaeffer nasceu em Wenzhou, China, filha de missionários que trabalhavam no interior


da China. Casou-se com Francis Schaeffer e, para que seu marido pudesse terminar o
seminário, costurou ternos masculinos e fez becas e vestidos de noiva para clientes
particulares. Após três anos servindo em ministério pastoral ativo nos Estados Unidos,
os Schaeffers mudaram-se com a família para a Suíça em 1948 para ajudar igrejas em
seus esforços de resistir tanto ao liberalismo na teologia quanto ao existencialismo na
cultura após a Segunda Guerra Mundial.
Em 1955 fundaram na Suíça a L’Abri (termo francês que significa “abrigo”), quando
começaram a abrir sua casa para receber estudantes em busca de respostas às suas
perguntas sobre Deus, o mundo, e suas vidas pessoais. A partir daí foram fundadas
comunidades L’Abri na Inglaterra, Holanda, Suécia, América, Canadá e Coréia. Em
1960, a L’Abri tinha se tornado tal fenômeno que atraiu os olhos da revista Time. Edith
escreveu ou coescreveu 20 livros, dois a menos que seu marido. Dois de seus livros
(“Aflição” e “A Tapeçaria: A Vida e a Época de Francis e Edith Schaeffer”) ganharam o
Prêmio Medalhão de Ouro da Associação de Editoras Cristãs Evangélicas (Evangelical
Christian Publishers Association). Foi reconhecida pela sua hospitalidade e pela defesa
da família.

Corrie ten Boom (1892 – 1983)

Crédito: divulgação.

Cornelia ten Boom fazia parte da Igreja Reformada, de tradição calvinista, e era
costume em casa começar e acabar o dia com uma leitura bíblica, cantos e orações. Em
1940, quando os nazistas invadiram a Holanda, rapidamente foram organizados comitês
de resistência, alguns nas próprias igrejas. A família de Corrie livrou vários judeus da
morte, escondendo-os num quarto secreto em sua casa. Mas pagou um preço altíssimo
por isso, com a prisão dela, de sua irmã e do pai. Apesar da dor e humilhação, muitas
mulheres se converteram ao cristianismo por causa do testemunho de Corrie e Betsie.
Corrie saiu da prisão em 1944 e um ano depois publicou seu primeiro livro, de uma
série que viria depois. Aos 53 anos de idade, começou um ministério mundial para
difundir a sua fé e as suas experiências em igrejas, universidades, escolas, cárceres etc.,
que a levou a viajar por mais de 60 países nos 33 seguintes anos da sua vida. Em 1968,
o Museu do Holocausto em Jerusalém (Yad Vashem) pediu-lhe que plantasse uma
árvore em memória das muitas vidas de judeus que ela e sua família salvaram. Na
década de 70, Corrie contou a história de sua família e seu trabalho durante a Segunda
Guerra em outro livro, O Refúgio Secreto (1971), que foi levado ao cinema em 1975.

Ruth Bell Graham (1920 – 2007)

Crédito: Wikimedia Commons.

Ruth Bell Graham, esposa do evangelista Billy Graham, nasceu em Qingjiang,


Kiangsu, China. Passou a infância nos campos de missões da China ao lado dos pais e
dos irmãos – Rosa, Virginia e Clayton; rodeados de doença, do desespero, da desordem
e do caos das guerras civis chinesas. Aos 13 anos, Ruth foi enviada para estudar num
internato em Pyonyang, hoje Coréia do Norte. Ruth concluiu o colegial em Montreat,
Carolina do Norte, EUA, enquanto seus pais estavam de licença do campo missionário.
Em 1937, ela se matriculou na Faculdade de Wheaton, onde três anos mais tarde foi
apresentada ao “pregador” Billy Graham. Durante um breve período, Ruth serviu como
esposa de pastor em Western Springs, Illinois, antes que Billy fosse transferido para
servir como evangelista da Juventude para Cristo e Presidente das Escolas do Noroeste
em Minneapolis, Estado de Minnesota.
Com o aumento do tempo que passava sozinha, devido as frequentes viagens de
pregação e com seu primeiro bebê a caminho, Ruth convenceu Billy a se mudar com a
família para perto dos pais, em Montreat. O ministério de Ruth floresceu nas montanhas
do Oeste da Carolina Norte, onde ela estabeleceu o domicílio da sua família e criou os
cinco filhos do casal. Ruth firmou seu papel como a mulher forte por trás do “Pastor da
América” sendo a confidente mais íntima de Billy. Ela gostava de mover-se nos
bastidores, longe dos holofotes, e ajudava-o a pesquisar e esboçar sermões e os livros.
Ruth escreveu e coescreveu 14 livros, incluindo “Sitting by My Laughing Fire, Legacy
of a Pack Rat, Prodigals and Those Who Love Them, and One Wintry Night”.

Joni Eareckson Tada (1949)

Crédito: divulgação.

Joni Eareckson Tada – tetraplégica desde um mergulho imprudente na adolescência


– ficou mundialmente conhecida nos anos 70 como ativista em luta permanente pelos
direitos e pela qualidade de vida das pessoas com deficiência física. Ela escreveu suas
experiências durante a reabilitação e as publicou em 1976 em uma autobiografía, que se
tornou best-seller internacional, Joni: The unforgettable story of a young woman’s
struggle against quadriplegia & depression. O livro deu origem ao filme, onde ela foi
atriz principal. À frente do ministério Joni e Amigos ela percorre o mundo em sua
cadeira de rodas, oferecendo esperança às pessoas. Até hoje, sua instituição já distribuiu
mais de 50 mil cadeiras de rodas, além de aparelhos ortopédicos, próteses e todo tipo de
auxílio a deficientes físicos, sobretudo nos países mais pobres, além da palavra de
esperança e salvação, mensagem de que Joni nunca abriu mão de anunciar. Joni recebeu
diversos prêmios e reconhecimentos. Entre eles, em 2005 foi indicada ao Comitê
Consultivo de Deficiência Física do Departamento de Estado dos EUA.

Nota:
No livro 100 mulheres que fizeram a história das Assembleias de Deus no Brasil
constam as histórias de mulheres que foram pregadoras, ensinadoras, fundadoras
e dirigentes de igrejas tais como Lina Nyström, Frida Vingren, Adina Nelson,
Matilde Brusaca, Marieta Alves de Azevedo Melo, Irmã Estacília e Florência Silva
Pereira, que pastoreou um campo com seis igrejas no Nordeste.

AS 100 MULHERES BIOGRAFADAS POR LUGARES DE ATUAÇÃO


A obra conta a vida e trabalhos realizados por 100 mulheres entre brasileiras e
estrangeiras já falecidas (exceção para algumas missionárias estrangeiras que
ainda vivem no Exterior). O histórico de cada uma é acompanhado por fotos.

(Pará)
Anna Carlsson
Anna Viktoria Jansson
Beatriz Alves do Nascimento
Celina Martins Albuquerque
Eloísa Melo da Silva
Ester Andersson
Frida Maria Strandberg Vingren
Ingrid Andersson-Fransson
Izabel Leonísia da Silva Athaydes
Lavina Bernardina Bezerra de Moraes
Lina Nyström
Lydia Rodrigues Nelson
Maria Benvinda Saraiva da Silva
Maria de Jesus Nazaré Araújo
Maria Madalena Amador Reis
Matilde Brusaca
Otília Maria da Rocha
Sara Berg
Tereza Silva de Jesus (Pará)

(Ceará)
Eloísa Melo da Silva
Ester Lindfors Bergstén
Ethel Beebe Boyer
Francisca de Assis Freire (Irmã Francisquinha)
Ingrid Andersson-Fransson
Maria de Jesus Nazaré Araújo
Raimunda Nonato Diniz (Irmã Dica)

(Alagoas)
Adina Petterson Nelson
Agnes Sjögren
Anna Carlsson
Ethel Beebe Boyer
Linnea Leontina Lundgren
Rosali (Rosa) Svensson
Ruth Maj Ingelsrud Johansson

(Rio de Janeiro)
Adina Petterson Nelson
Alice Olson
Anna Lovisa Sörheim
Beatriz Alves do Nascimento
Berta Gobel Olson
Cacilda de Souza Brito
Delfina Tedeschi Santos
Deolinda Ramos
Eloísa Melo da Silva
Elsie Luella Strahl
Emília Costa
Ester Lindfors Bergstén
Ethel Beebe Boyer
Eufrosyne Kastberg
Felisbela Barbosa de Freitas (Irmã Belinha)
Florinda Brito
Frida Maria Strandberg Vingren
Helena Maria Vera
Julia Galvão de Lima Bueno Aza
Lina Nyström
Linnea Leontina Lundgren
Lydia Rodrigues Nelson
Maria Elisabeth Carlsson Goodband
Marieta Alves de Azevedo Melo
Nair Barata Soares
Otília Maria da Rocha
Ruth Dorris Flifet Lemos
Stanislava Budkowski (Irmã Estacília)
Tora Larsson Hedlund
Zélia Brito Macalão

(Amazonas)
Lina Nyström
Maria Madalena Amador Reis

(Minas Gerais)
Alice Margaret Davidson Bergstrom
Alice Olson
Ana Maria da Conceição
Antonette Olivia Johnson
Bernarda Silvestre
Berta Gobel Olson
Doris Höglander
Doris Pearl Johnson
Eloísa Melo da Silva
Eufrosyne Kastberg
Gerda Pettersson
Julia Galvão de Lima Bueno Aza
Rosali (Rosa) Svensson

(Rio Grande do Norte)


Beda Palm
Izabel Lins do Nascimento
Julia Galvão de Lima Bueno Aza
Otília Maria da Rocha

(Paraná)
Inga-Britta Kraftling
Julia Galvão de Lima Bueno Aza
Linnea Leontina Lundgren
Ruth Maj Ingelsrud Johansson

(Pernambuco)
Albertina Bezerra Barreto
Anna Carlsson
Augusta Andersson
Beda Palm
Britt Marianne Carlsson-Holmbom
Elisabeth Johansson
Ester Andersson
Eufrosyne Kastberg
Ingrid Andersson-Fransson
Izabel Lins do Nascimento
Lily Johnson
Linnea Leontina Lundgren
Malphara Bezerra da Silva
Raimunda Nonato Diniz (Irmã Dica)
Rosa Domingos de Oliveira (Irmã Rosinha)
Rosa Flora dos Santos
Ruth Maj Ingelsrud Johansson
Signe Charlotta Hedlund Carlson
Tora Larsson Hedlund

(Rio Grande do Sul)


Anna Carlsson
Cecília Järnevad Johansson
Elsa Henrietta Karlsson
Gerd Maria Nyman
Hedwig Elisabeth Nordlund
Inga-Britta Kraftling
Lorenhze Thorkildsen
Mary Taranger
Otília Maria da Rocha
Stina Elisabeth Kraftling

(Espírito Santo)
Elisabeth Johansson
Gerda Pettersson
Maria Madalena Amador Reis
Sara Berg

(São Paulo)
Alice Margaret Davidson Bergstrom
Anna Lovisa Sörheim
Antonette Olivia Johnson
Benedita Ricardo Siqueira
Berta Gobel Olson
Catarina Towkaniuk Towkan
Doris Höglander
Doris Pearl Johnson
Dozinha Dias da Silva Munhoz
Ella Turesson
Elly Josefsson
Elsie Luella Strahl
Ester Andersson
Ester Lindfors Bergstén
Ester Ölander
Ethel Beebe Boyer
Francisca de Assis Freire (Irmã Francisquinha)
Gerd Maria Nyman
Gerda Pettersson
Gudrun (Guida) Maria Ling
Gunhild Andrea Magnusson
Helena Maria Vera
Inga-Britta Kraftling
Ingrid Andersson-Fransson
Kertu Piirainen
Linnea Leontina Lundgren
Louise Wilson Stalter
Maria Elisabeth Carlsson Goodband
Maria Simonetti Pereira
Mary Hoover
Pautilla Maierhofer Bielecky
Regina Haleplian Antunes
Ruth Dorris Flifet Lemos
Ruth Maj Ingelsrud Johansson
Sara Berg
Thereza Skolimosvki Reikdal
Tima Adams Sthor
Tora Larsson Hedlund

(Bahia)
Caroline Mathilda Paulsen
Doris Höglander
Elly Josefsson
Erma L. Miller
Ester Ölander
Florência Silva Pereira
Gerda Pettersson
Gudrun (Guida) Maria Ling
Guilhermina Brito Santos
Joaquina de Souza Carvalho
Rosa Domingos de Oliveira (Irmã Rosinha)
Ruth Maj Ingelsrud Johansson
Vicentina Garrido Fogos (Irmã Lili)

(Rondônia)
Edna Aenis
Maria Madalena Amador Reis
Raimunda Nonato Diniz (Irmã Dica)

(Paraíba)
Agnes Sjögren
Anna Viktoria Jansson
Izabel Lins do Nascimento
Raimunda Nonato Diniz (Irmã Dica)

(Goiás)
Caroline Mathilda Paulsen
Erma L. Miller
Gerda Pettersson
(Sergipe)
Britt Marianne Carlsson-Holmbom
Erma L. Miller
Florência Silva Pereira
Gudrun (Guida) Maria Ling
Ingrid Settervik

(Piauí)
Alice de Lima Oliveira
Ruth Maj Ingelsrud Johansson

(Santa Catarina)
Ethel Beebe Boyer
Marguerite Westmark Kolenda

(Mato Grosso)
Gunhild Andrea Magnusson

(Mato Grosso do Sul)


Raimunda Nonato Diniz (Irmã Dica)

(Portugal)
Sara Berg

(Chile)
Maria Elisabeth Carlsson Goodband

(Madagascar)
Gudrun (Guida) Maria Ling

(Paraguai)
Dozinha Dias da Silva Munhoz

(França)
Ingrid Settervik

Ao contrário de muitas igrejas, a CGADB ainda não reconhece o ministério feminino

CGADB não aceita, mas convenções regionais já ungem mulheres como pastoras
Enquanto muitas igrejas aceitam a ordenação feminina, denominações com a
Assembleia de Deus e Igreja Universal não consagram mulheres como pastora, apenas
missionárias ou obreiras. O assunto é polêmico e levanta um debate que já dura por
décadas. Mas apesar disso, no Brasil temos muitas bispas, pastoras e até mesmo uma
apóstola como é o caso de Valnice Milhomens que foi ungida em 2001.
No time das mulheres pregadoras podemos ainda citar o nome da Bispa Sônia
Hernandes, da Igreja Renascer em Cristo, a primeira mulher a ser ungida como bispa no
Brasil, posto hoje ocupado por centenas de mulheres em diversas denominações.

Hoje algumas Assembleias de Deus até reconhecem a ordenação de mulheres, como é o


caso da Assembleia de Deus Madureira que reconheceu a cantora Cassiane como
pastora. Atitude que abriu caminho para que outras mulheres do ministério também
recebessem o título.
Mas na Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil (CGADB) esse assunto
não entra em pauta, o presidente pastor José Wellington Bezerra da Costa e toda a
diretoria da maior denominação evangélica do país não concorda com o tema e opta em
não aceitar mulheres como pastoras em todas as suas igrejas, assunto já tratado na
convenção geral de 2001.
Por outro lado algumas convenções regionais já começam a aprovar o ministério
pastoral das mulheres, tanto que a Convenção das Assembleias de Deus do Distrito
Federal aprovou recentemente a consagração de pastoras. O projeto foi aprovado depois
de muito debate e 70% dos correligionários (1,5 mil membros) decidiram em aceitar a
ordenação feminina e até 2012 50 mulheres deverão ser avaliadas para o cargo.

Fonte: Gospel Prime

VOCÊ REALMENTE SABE QUEM FOI FRIDA VINGREN?


(Esta é uma das várias fotos inéditas da biografia)

Frida Vingren nasceu na Suécia em 1891 e faleceu na Suécia em 1940. Chegou ao Brasil
em 1917, jovem, com os seus 26 anos, formada em Enfermagem. No mesmo ano em que
chegou ao Pará, ela casou com Gunnar Vingren, fundador das Assembleias de Deus.
Então, alguns sabem quem foi Frida Vingren porque ela foi esposa de Gunnar Vingren.
Mas ela foi mais do que esposa, dona de casa, mãe de seis filhos.

Alguns sabem quem foi Frida Vingren pelos seus belos hinos que constam da Harpa
Cristã. Hinos como "Já achei uma flor gloriosa" (196), "Quem sua mão no arado já pôs"
(394), "Se pelos vales eu peregrino vou andar" (515), “Bem-aventurado” (126). Mas ela
foi compositora e tradutora de 35 hinos, alguns nem entraram na Harpa Cristã. Ela
também foi poetisa, ela escreveu 9 poesias que estão publicadas. Ela também foi musicista
(tocava órgão e violão).

Alguns sabem quem foi Frida Vingren por ela ter sido redatora dos primeiros jornais da
Assembleia de Deus (Boa Semente e O Som Alegre) e do jornal Mensageiro da Paz.

Mas ela realizou muito mais na área da literatura. Ela escreveu 20 reportagens, escreveu
48 artigos teológicos e doutrinários para a igreja AD nos seus primeiros anos - um dos
seus maiores sonhos era ser escritora e ter livros publicados, mas não conseguiu.
Alguns sabem quem foi Frida Vingren por ela ter sido pregadora e evangelista. Mas ela
foi também ensinadora da Palavra de Deus (foi ordenada bibelkvina – ensinadora de
Bíblia – na Suécia) e comentarista da revista Lições Bíblicas para a Escola Dominical.

Ela também dirigiu a Assembleia de Deus de Belém do Pará e de São Cristóvão.

Alguns sabem quem foi Frida Vingren pelos assuntos polêmicos em torno do seu
ministério na igreja ao lado do seu esposo missionário Gunnar Vingren.

Mas acima de tudo, Frida foi uma trabalhadora incansável na obra de Deus, apesar das
graves enfermidades que ela sofreu com doenças tropicais. Uma vez ela contraiu malária
e ficou doente durante 100 dias. Além das enfermidades de seu esposo Gunnar Vingren
e de seus filhos. A filha caçula, Gunvor, morreu pouco tempo antes de ela ir embora para
a Suécia e ficou sepultada no Brasil.

Ela foi uma trabalhadora incansável na obra de Deus, apesar da oposição ao seu ministério
mesmo entre os seus colegas de missão. Ela trabalhou no Brasil durante 16 anos.

Como foi esse relacionamento com os demais missionários e com os pastores brasileiros.
Os detalhes estão em sua biografia.

O que aconteceu com ela depois que seu esposo morreu? O que ela fez? Qual era o seu
projeto? Como foram os seus últimos anos na Suécia? Será mesmo que ela morreu como
louca e indigente como se diz no Brasil? Tudo isso é respondido na biografia.

Sem dúvida, Frida foi uma mulher à frente do seu tempo. Ela é uma referência, uma
mulher-símbolo, um exemplo para todas mulheres cristãs.

FRIDA VINGREN – Novo livro pronto para publicação


Concluí a minha quinta obra: a vida e o trabalho da excepcional missionária sueca Frida
Vingren, esposa do pioneiro Gunnar Vingren.

“A meu ver, a maior heroína assembleiana e, ao mesmo tempo, a maior injustiçada da


história assembleiana” – Gedeon Freire de Alencar, doutor em Ciências da Religião

Ela foi esposa, mãe, dona de casa, enfermeira, pregadora, evangelista, ensinadora,
instrumentista, compositora, tradutora, intérprete, cantora, redatora, articulista, poetisa,
comentarista de revistas da Escola Dominical, exercia os dons espirituais de profecia e
línguas e liderou as Assembleias de Deus de Belém do Pará e de São Cristóvão, no Rio
de Janeiro.

Ela foi o principal motivo da convocação da primeira Convenção Geral das Assembleias
de Deus no Brasil em 1930.

A obra traz cópia de toda a produção literária de Frida.

O leitor vai ter bastantes fotos inéditas e novidades relacionadas com Frida e Gunnar, os
missionários suecos e à Assembleia de Deus nos anos 20 e 30.

Lançamento em breve.
VOCÊ SABIA.

Fatos e curiosidades inéditas sobre as mulheres na história das Assembleias de Deus

 Que dos 18 crentes batistas de Belém do Pará que creram na mensagem


pentecostal pregada por Gunnar Vingren e Daniel Berg, e fundaram a Assembleia de
Deus em 18 de junho de 1911, 10 eram mulheres, ou seja, 55% do grupo (sem contar as
outras mulheres que faltaram naquele dia). Logo, o grupo fundador assembleiano foi
mais feminino do que masculino?
 Que Frida Vingren foi ordenada solteira na Suécia em 1917 para ser professora
de Bíblia no Brasil?
 Que em 1921 a Igreja Filadélfia de Estocolmo da Suécia enviou um grupo com
oito missionários para trabalhar no Brasil constituído de seis mulheres e dois homens?
 Que 56,5% da força missionária sueca que atuou no Brasil de 1910 a 1976, eram
mulheres?
 Que Gunnar Vingren ordenou em 1924 a irmã Emília Costa como diaconisa na
Assembleia de Deus em São Cristóvão, Rio de Janeiro?
 Que Gunnar Vingren ordenou, em 1929, na primeira Escola Bíblica da
Assembleia de Deus do Rio de Janeiro, a irmã Deolinda Evangelista, como evangelista
juntamente com o seu esposo, João Evangelista?
 Que a discordância sobre o papel da mulher na igreja fez Gunnar Vingren e
Samuel Nyström se separarem em 1929 e, por conta disso, Vingren fundou o jornal O
Som Alegre no Rio de Janeiro?
 Que a atuação de Frida Vingren e o ministério feminino na igreja, foram um dos
principais motivos da “crise” que levou os pastores brasileiros a publicarem o manifesto
em 1929 no jornal Boa Semente e a convocarem a primeira convenção geral das
Assembleias de Deus no Brasil em 1930?
 Que Frida Vingren, não conformada com a resolução da CGADB e como
redatora do jornal Mensageiro da Paz, publicou o artigo “Deus mobilizando suas
tropas” no qual convoca todas as mulheres assembleianas a se convencerem que podem
fazer mais do que tratar dos deverem domésticos saindo para pregar o evangelho?
Em breve, mais Você Sabia extraído do livro 100 mulheres que fizeram a história das
Assembleias de Deus no Brasil.