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Literatura Portuguesa II

 IDADE MÉDIA: POESIA TROVADORESCA


- Poesia lírica (Cantigas de Amigo e de Amor)
- Poesia satírica (Cantigas de Escárnio e Maldizer)

 Cantigas de Amigo
- O trovador exprime-se como uma menina enamorada, do povo
(ambiente rural)

- Uso do paralelismo: repetição de uma mesma estrutura


gramatical ou de um mesmo pensamento
Exemplo: “Todos dormem, coração
Todos dormem e vós não”
- POETAS: Rei D. Dinis (1279-1326) - poeta trovador.

 Cantigas de Amor
- Provença  Berço do Lirismo
(difunde-se na Península Ibérica nos séculos XII e XIII)

- O trovador dirige-se a uma dona, estrato social superior


(ambiente palaciano)

- Segue o modelo provençal, caráter aristocrático dá expressão à


“coita de amor”
- POETA: Bernal de Bonaval (segrel galego)
Frequentou o círculo trovadoresco de Afonso X
Começou em 1230

 Cantigas de Escárnio e Maldizer


- O trovador satiriza, escarnece de alguém de forma velada ou
direta
(jograis – bobos - compositores e instrumentistas, esperavam
retirar não apenas o reconhecimento do seu talento mas
igualmente o respetivo proveito.)
- POETA: João Garcia de Guilhade (trovador português)
Frequentou o mesmo círculo de Bernal de Bonaval
O seu documento mais antigo foi datado de de 1239
1288: Poderia já estar morto, mas ainda o seu nome era referido

 Primeiros Poetas da Literatura Medieval:

- João Soares de Paiva (português; Cantigas de Amor e


de Escárnio) e Paio Soares de Taveirós (galego; Cantigas de
Amigos, de Amor e de Género Incerto)
(este último autor da célebre cantiga “Cantiga da
Garvaia” – género mais satírico, distinguindo-a da
cantiga de Amor)

 Poesia Trovadoresca divide-se em Cancioneiros:

- Cancioneiros: Coleção de cantigas, poesias antigas (líricas,


satíricas, entre outras) em português, catelhano, galego, etc)

1 - Cancioneiro da Ajuda (encontrado em Portugal no século


XVIII; tranferido para o Palácio Nacional da Ajuda; anterior ao reinado
de D. Dinis; compilações datam dos séculos XIII-XIV; inacabado; cerca
de 310 cantigas maioritariamente de amor)

2 - Cancioneiro da Biblioteca Nacional (compilado em Itália e


o mais completo; pertencia a Angelo Colocci; textos datados do século
XVI; adquirido pela Biblioteca Nacional de Lisboa em 1924; mais rico
repositório de líricas galego-portuguesas, + de 1600 poesias)

3 - Cancioneiro da Vaticana (compilado em Itália; descoberto


no século XIX; remontam a fins do século XV – inícios do século XVI;
contém 1205 cantigas líricas galego-portuguesas)

- FONTES DOS CANCIONEIROS: baseadas em cópias (imperfeitas


e com lacunas nos nomes dos autores)