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Refere-se ao Art.

de mesmo nome, 8(1/2), 26-32, 1988 OPlNIAO


Rev. Bras. Cresc. / ATIJALJCZAÇÃO
Des. Hum. S. Paulo, 8(1/2), 1998
OPINlON / CURIRENT COMENTS

O PAPEL DO ADULTO E DA CRIANÇA COMO PARCEIROS DO


DESENVOLVIMENTO EM VYGOTSKY

THE ADULT’S AND CHILD’S ROLE AS DEVELOPMENTAL


PARTNERS IN VYGOTSKY
Eulina da Rocha Lordelo 1

LORDELO, E. R. O Papel do Adulto e da Cnança Como Parceiros do Desenvolvimento em


Vygotsky. Rev. Bras. Cresc. Desenv. Hum., São Paulo, 8(1/2), 1998.

Resumo: Este trabalho apresenta uma discussão sobre o papel do adulto e da criança como
parceiros desenvolvimentais, à luz da perspectiva vygotskiana e de estudos empíricos que tratam
das parcerias adulto-criança e criança-criança e dos seus efeitos para o desenvolvimento. São
apresentados alguns resultados de investigações identificando um papel privilegiado do adulto
no desenvolvimento da criança, ao lado de outros trabalhos que apontam a alta prioridade
motivacional da outra criança como parceiro da brincadeira, bem como efeitos positivos do
contato entre crianças no desempenho cognitivo e social. Argumenta-se contra posições
mutuamente excludentes, apresentando a literatura que confirma efeitos diferentes e, talvez,
complementares, dos dois tipos de experiência.

Palavras-chave: Vygostky; interação adulto-criança; interação criança-criança; parcerias


desenvolvimentais.

Uma das mais importantes contribuições de adulto ou em colaboração com companheiros mais
VYGOTSKY à Psicologia e à Educação, a coloca- capazes”. (VYGOTSKY, 1991, p. 97).
ção do outro social como pilar da construção do A apropriação desse conceito pela psi-
sujeito, tem gerado, até o presente, uma interes- cologia do desenvolvimento atual é marcada por
sante controvérsia, relacionada com o papel do ambiguidades na sua interpretação; de lado,
adulto e de outra criança como parceiros do desen- uma tradição de pesquisa que prioriza a
volvimento, particularmente nas implicações prá- assimetria entre os parceiros como uma condi-
ticas do conceito de Zona de Desenvolvimento ção para o desenvolvimento, o que implica em
Proximal (ZPD). privilegiar uma visão de desenvolvimento gui-
A ZPD é definida como: ado por um adulto ou, pelo menos, um parceiro
“... a distancia entre o nível de desenvolvi- mais velho e competente. De outro lado, um
mento real, que se costuma determinar através da campo de investigação em que o papel da outra
solução independente de problemas, e o nível de criança, evidente nos contextos de criação mo-
desenvolvimento potencial, determinado através derna, em creches e escolas, passa para o plano
da solução de problemas sob a orientação de um principal.

1 Doutora em Psicologia pela Universidade de São Paulo. Departamento de Psicologia Faculdade de Educação, Universidade
Federal da Bahia. Apoio Capes. End.: Rua Guadalajara, 15, apto. 101, CEP: 40140-460 - Morro do Gato, Salvador, Bahia.
Tcl: (071) 245 9375, e-mail: eulina@ufba.br

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O LUGAR DO ADULTO COMO quanto está com o interesse focalizado em algum


PARCEIRO DO DESENVOLVIMENTO objeto ou acontecimento, pode buscar a mãe quan-
do encontra um aspecto qualquer interessante ou
Nesse primeiro campo, é postulado um uma dificuldade. Geralmente, em contextos co-
papel diretor do adulto em apoiar e estimular o muns de realização de tarefas domésticas, a mãe
desenvolvimento da criança nas áreas cognitiva, responde imediatamente e, após uma breve pausa
social e emocional. Entre os mais importantes em que ela localiza o tópico de interesse ou o con-
dados produzidos nessa área estão os resultados texto, fornece o necessário: ajuda, apoio, infor-
de pesquisas que revelam a importância da res- mação, idéias adicionais, ou simplesmente com-
ponsividade do ambiente social para o desenvol- partilha o interesse da criança.
vimento inicial do bebê. Um exemplo dessas con- SCHAFFER (1992) defende que os EECs
cepções pode ser visto no trabalho de PAPOUSEK desempenham um importante papel no desenvol-
& PAPOUSEK (1984), que sustentam a necessi- vimento da criança, tendo em vista o aumento de
dade de uma consistente estruturação do ambien- complexidade do comportamento da criança nes-
te social, na forma de ajuste do comportamento sas situações e a hipótese de que quanto mais a
do adulto aos estados comportamentais do bebê, criança experimenta essas situações mais seu de-
como uma condição para que as trocas iniciais senvolvimento cognitivo posterior será acelera-
dos bebês com o meio conduzam a integrações do. Essas hipóteses são compatíveis, na interpre-
bem sucedidas. tação de Schaffer, com a teoria de Vygotsky sobre
Estes autores consideram que o sistema a importância da troca social, especialmente em
educativo natural ideal representado na interação situações de assimetria entre os parceiros.
pais-filhos requer a forma de trocas diádicas - O status das hipóteses formuladas por
apenas um filho e um pai de cada vez, tendo em Schaffer é ainda incerto. Alguns estudos sobre a
vista os requerimentos de estabelecer um ambiente questão forneceram alguma evidência sobre o
social responsivo, em que as trocas comunicati- papel do adulto em melhorar o desempenho da
vas sejam facilitados pela sincronia entre as ações criança em provas de solução de problemas, con-
dos parceiros. Tal sincronia seria possível apenas firmando-o (SLADE, 1987; ROCISSANO, SLA-
num ambiente assimétrico, em que o adulto ajus- DE & LYNCH, 1987; FREUND, 1990), mas ou-
ta o seu comportamento ao da criança, esforçan- tros pesquisadores não obtiveram a mesma relação
do-se ativamente, embora não conscientemente, (KONTOS & NICHOLAS, 1986).
para ampliar a competência da criança, a partir PEDROSA & CARVALHO (1995) encon-
do seu repertório real. Variações nesse ambiente traram brincadeira compartilhada em crianças de
inicial estariam relacionadas a diferenças no de- menos de dois anos, sem sugestão ou interferên-
senvolvimento cognitivo da criança. cia de adultos. As autoras demonstram que as
Vários estudos corroboram essa hipótese crianças, a partir de elementos da situação (com-
geral, como os que indicam uma relação entre a portamento do outro, objetos), constróem a brin-
personalidade materna e os estilos iniciais de in- cadeira ativamente. Sugerem que a criança recor-
teração mãe-filho, responsáveis pela qualidade do ta uma certa configuração arnbiental e a propõe à
vínculo mãe-filho e, mais tarde, por um melhor outra criança como brincadeira.
desenvolvimento emocional, cognitivo e social OLIVEIRA & ROSSETTI-FERREIRA
(WEININGER, 1983; BOCCIA & CAMPOS, (1993) acreditam que as relações entre crianças,
1989; PEDERSON, MORAN, SITKO, CAMP- propiciam experiências de construção, negocia-
BELL, GHESQUIRE & ACTON, 1990; e ção e articulação de papéis, o que identifica-as
ISABELLA & BELSKY, 1991). como zonas de desenvolvimento proximal.
De outro lado, pesquisadores como
SCHAFFER (1992) acreditam que o adulto (muito
mais que a outra criança) tem um papel privile- CONFRONTANDO AS DIFERENTES
giado no apoio e suporte aos esforços da criança PERSPECTI VAS
para compreender e dominar o seu mundo. Gran-
de parte desse papel seria exercido nos chamados Assim, diferentes tradições de estudos so-
Episódios de Envolvimento Conjunto (EEC). bre parceiros de desenvolvimento da criança
Os EECs são concebidos como situações enfatizam, às vezes em oposição, tanto o adulto
de interação social em que o adulto esforça-se para como a criança. A confrontação dos resultados,
ampliar o repertório comportamental da criança, às vezes conflitantes, desses estudos com as con-
ajudando-a a dominar algum problema novo e cepções de Vygotsky sobre o problema, entretan-
progredir para um nível mais alto de competên- to, mostra que parte da controvérsia pode ser
cia. Na situação típica de um EEC, a criança, en- melhor compreendida na transferência das defi-

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nições gerais para campos mais particulares. Por do-os com os do outro. Ao contrário, entre crian-
exemplo, SCHAFFER (1992), embora privilegie ças, é mais provável haver verificação e compa-
o adulto, admite crianças mais velhas como par- ração entre pontos de vista e, portanto, coopera-
ceiros em EECs. Ele acredita que a natureza do ção. O parceiro de idade estimula a socialização
parceiro requerido para gerar mudança envolve do conhecimento porque o domínio da consciên-
diferença de idade; crianças jovens requereriam cia sobre os mecanismos que operam na coopera-
parceiros de maior competência, enquanto para ção interpessoal é também estimulado. Assim, a
crianças mais velhas, um parceiro de idade igual qualidade da relação entre crianças afetaria a di-
ou mais novo será suficiente. mensão atual e a duração do egocentrismo.
Também a controvérsia sobre o egocentris- Mas a melhor pista para a compreensão do
mo infantil da criança pré-operacional, incluindo conflito criança versus adulto como parceiro do
a contribuição de VYGOTSKY (1993), após des- desenvolvimento vem, indiretamente, do próprio
pertar muito debate, vem sendo razoavelmente Vygotsky, quando examina o papel do brinquedo
absorvida pela pesquisa contemporânea, à medi- na geração de uma ZPD, como pode ser visto no
da em que os conceitos foram sendo mais escla- trecho abaixo:
recidos e refinados (PIAGET, 1990). No plano “Assim, o brinquedo cria uma zona de de-
empírico, por exemplo, MUSATTI (1986) assi- senvolvimento proximal da criança. No brinque-
nala a tendência recente para integrar desenvol- do, a criança sempre se comporta além do com-
vimento social e cognitivo. Examinando o ponto portamento habitual de sua idade, além de seu
de vista de Piaget, a autora sustenta que o concei- comportamento diário; no brinquedo é como se
to piagetiano de egocentrismo da criança pré- ela fosse maior do que é na realidade. Como no
operacional não é incompatível com a intensa foco de uma lente de aumento, o brinquedo con-
sociabilidade da criança nessa fase. A criança tém todas as tendências do desenvolvimento sob
egocêntrica é ainda uma criança “pré-social”: forma condensada, sendo, ele mesmo, uma gran-
“precisamente no sentido em que ela é incapaz de de fonte de desenvolvimento.” (VYGOTSKY,
dominar habilidades cognitivas na interação com 1991, p. 117).
outras, isto é, de socializar suas operações. Inver- O trecho acima é uma evidência da ampli-
samente, em outro sentido, a criança pré-egocên- tude do conceito de Zona de Desenvolvimento
trica é uma criança profundamente social, não Proximal que, embora elaborado num contexto
fazendo distinções básicas entre processos educacional, retém poder explanatório para o de-
cognitivos sociais e individuais”. (MUSATTI, senvolvimento como um todo. Não é claro o pa-
1986, p. 30). pel da outra criança nesse quadro, mas ele não é
Musatti acredita, com base na revisão dos absolutamente incompatível com a idéia de pro-
estudos na área, que os processos cognitivos sub- moção de um contexto desafiador que exige da
jacentes às interações com pares são os mesmos criança o recurso em níveis mais altos de desem-
que operam no comportamento dirigido a obje- penho.
tos. No entanto, variáveis da experiência com pa- De falo, um exame do conceito de ZPD
res, como familiaridade, contexto, tamanho do nos contextos em que foi aplicado sugere que ele
grupo, parecem relevantes em determinar a não está realmente vinculado essencialmente a um
heterogeneidade do comportamento de crianças tipo de parceiro específico. Não obstante o seu
do mesmo nível cognitivo. uso para enfatizar a natureza assimétrica do con-
Musatti sugere que a dimensão egocêntrica texto apropriado para promover o desenvolvimen-
do pensamento é um fenómeno funcional, uma to, essa vinculação, em Vygotsky, é um artefato
vez que aparece em graus diferentes no processo das condições empregadas para aplicar o concei-
de socialização entre adulto e criança, e entre pa- to, ou seja, o contexto educacional. Quando con-
res. Assinala a diferença que existe entre os pro- siderando os jogos simbólicos característicos do
cessos de socialização envolvendo os dois tipos brinquedo de faz-de-conta em crianças pré-esco-
de parceiro, uma diferença que é refletida tanto lares, Vygotsky apontou o potencial de desenvol-
na quantidade e qualidade do egocentrismo como vimento possibilitado pela situação, como salien-
no conjunto do desenvolvimento social. tado por VASCONCELLOS VALSINER ( 1995);
Ainda segundo MUSATTI (1986), na re- não é próprio do conceito ao que parece, a restri-
lação entre adulto e criança, o poder e o conheci- ção a parceiros de igual competência.
mento são muito desiguais. Nessa situação, a Como assinalado por VALSINE, (1987), o
criança experimenta maior dificuldade em reco- conceito de ZPD, embora retenha, grande poder
nhecer as diferenças entre sua própria atividade explanatório, não pode ser verificado empirica-
cognitiva e a do outro. Elas são menos estimula- mente. Mas as hipóteses geradas pelo conceito
das a clarificar seus pontos de vista, comparan- são verificáveis. Nesse campo, existem, de fato,

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hipóteses que se põem em conflito, como por do desenvolvimento, de todo modo, pode ter sig-
exemplo, nos trabalhos de CAMAIONI (1980) e nificados complexos, impossibilitando sua com-
SCHAFFER (1992). preensão em dicotomias do tipo “tudo ou nada”
Esse conflito, por sua vez, ainda não está ou “quanto mais, melhor”.
solucionado, em parte pela insuficiência de da- Essa posição é encontrada em ROGOFF
dos empíricos que sustentem uma ou outra hipó- (1990), quando sugere que diferentes tipos de
tese. Uma outra parte, entretanto, pode ser debi- aprendizagem são favorecidos por diferentes tipos
tada à conta da formulação do problema, em de parceiros. Nesse caso, seria inadequada a com-
termos basicamente excludentes, como, por exem- paração, em geral, de pares e adultos. Embora acre-
plo, nas demonstrações de que o desempenho da ditando que a idéia de assimetria dos parceiros seja
criança em companhia de adultos é superior ao necessária à teoria de Vygotsky, a autora enfatiza o
observado na companhia de parceiros de igual valor possivelmente curvilinear da sensibilidade da
idade ou vice-versa. guia do adulto, ou seja, mais sensibilidade não é
De fato, há boas razões para acreditar que necessariamente melhor. Esse ponto é ilustrado com
tanto os adultos quanto os pares de idade são par- exemplos de efeitos perturbadores da exposição a
ceiros essenciais no desenvolvimento da criança, extremos do suporte adulto, que podem variar des-
ainda que não se saiba com certeza os limites em de um valor zero, em casos raros que impedem o
que um dos parceiros diminui seu papel em detri- desenvolvimento de habilidades da espécie (por
mento do outro. Os estudos que atestam a supe- exemplo, crianças criadas em isolamento social),
rioridade do desempenho da criança ora com o até o outro extremo de profunda simbiose encon-
adulto, ora com outra criança, não têm que ser trada ocasionalmente em padrões de interação pais-
visto como imcompatíveis, tanto em função das filho, em que a criança não reconhece o limite en-
diferentes dimensões em que podem ser feitas as tre o seu próprio comportamento e o do outro.
comparações, como também em função de foca- Assim, as hipóteses de que adulto e
lizarem um aspecto recortado do comportamento cnança exercem papéis essencialmente diferen-
total da criança. tes como parceiros do desenvolvimento não deve
Em outras palavras, não sabemos como um implicar, necessariamente, em que um desses
melhor desempenho de uma criança em urna ta- papéis deva excluir o outro. Em vez disso, põe-
refa, quando acompanhada por um adulto, pode- se em relevo a necessidade de direcionamento
rá repercutir em outras áreas do desenvolvimento da pesquisa para esclarecer como o adulto e a
individual, por exemplo, motivação, auto concei- outra criança participam como co-construtores
to, auto-estima, entre outros aspectos; mas sabe- do desenvolvimento, estando incluídas nesse
mos, muitas vezes, como experiências do presen- como a importância relativa que cada parceiro
te relacionam-se com a história passada e detém, em que áreas um parceiro assume maior
repercutem no desenvolvimento futuro do indiví- relevância do que o outro, quando ocorrem as
duo, entrelaçando-se com as múltiplas variaveis mudanças no equilíbrio entre os parceiros e como
do seu ambiente. Falar em parceiro privilegiado os dois sistemas interagem.

Abstract: This paper discusses the role of the adult and the child as developmental par-
tners, under the Vygotskian view and the empirical studies that deal with adult-child and child-
child partnerships and their effects on development. The paper presents some results from
other works that identified a privileged role of the adult on child development, and also from
studies that point to the high emotional priority of the other child as a playing partner. It also
presents results suggesting the positive effects of the contact between children on their cogniti-
ve and social perforrnance. The literature presents mutually exclusive positions that we argued
against, based on studies that provide evidences of different, and perhaps complementary effects,
from both types of experience.

Key-words: Vygostsky; adult-child interaction; child-child interaction; developmental


partnerships.

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