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40 Dias de Comunidade

Estudo Bíblico para adolescentes

MANUAL DO LÍDER

INSTRUÇÕES PARA PREPARO E ENSINO DAS LIÇÕES

juntos na trilha

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JUNTOS NA TRILHA

Copyright © 2004, PurpuseDriven Publishing

Título original: GET IT TOGETHER

Todos os direitos em língua portuguesa reservados por:

MINISTÉRIO PROPÓSITOS

Rua Euclides Miragaia, 438 - Centro

12245-550

Tel (12) 3911-2228 – Fax: (12) 3942-9234 email:propositos@propositos.com.br www.propositos.com.br

São José dos Campos-SP

Nenhuma parte desta publicação pode ser utilizada ou reproduzida – em qualquer meio ou forma,seja mecânico, fotocópia, gravação, etc. – nem apropriada ou estocada em banco de dados sem a expressa autorização do autor.

Todas as citações bíblicas foram extraídas da Nova Versão Internacional (NVI), salvo indicação em contrário.

Tradução: Lília Breternitz Ribeiro Revisão: Daniel da Silva Coordenação Editorial: Ricardo Costa Diagramação: BJ (Foco Editorial) Capa: Marcos Madaleno Fotolito e Impressão: Editora Viena

CIP-Brasil Dados Internacionais de Catalogação na Publicação Catalogação na fonte por www.bibliotecariovirtual.com

E64c

Juntos na Trilha : manual do participante : devocionais diários e lições para pequenos grupos adolescentes / Equipe do Ministério de Jovens e Adolescentes ; tradução de Lília Breternitz Ribeiro. – São José dos Campos: Princípios, 2006.

Equipe do Ministério de Jovens e Adolescentes

ISBN 85-7708-012-9

1. Literatura devocional. 2. Vida cristã. 3. Evangelização. 4. Deus. I. Costa, Ricardo. II. Título.

CDD-242

Bibliotecário responsável: Cristian Herrmann – CRB-10/1686 bvirtual@bibliotecariovirtual.com

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CONTEÚDO

Introdução

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Ferramentas do Líde

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Lição 1: O mais importante

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Preparando a lição

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Ensinando a lição

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Lição 2: Alcançando outras pessoas

29

Preparando a lição

29

Ensinando a lição

34

Lição 3: Aprofundando nossos relacionamentos

39

Preparando a lição

39

Ensinando a lição

45

Lição 4: Crescendo juntos

49

Preparando a lição

49

Ensinando a lição

55

Lição 5: Servindo juntos

59

Preparando a lição

59

Ensinando a lição

65

Lição 6: Adorando juntos

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Preparando a lição

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Ensinando a lição

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Introdução

Nos próximos 40 dias, toda a sua igreja participará de uma campanha chamada 40 dias de comunidade. No ministério de adolescentes estamos denominando a campanha de “Juntos na Trilha” dando enfoque à palavra “juntos” mais do que aos “40”. De qualquer modo, esta campanha vai saturar toda sua igreja - do berço à sepultura e tudo o que há entre eles.

Para os Adolescentes, a campanha consistirá em:

(a)

6 semanas de mensagens nos finais de semana, coordenadas com o ensino dos adultos

(b)

6 semanas de estudo bíblico nos pequenos grupos que acompanharão o ensino do final de semana (este manual)

(c)

Um manual devocional com 40 leituras diárias

(d)

6 plaquetinhas diferentes para memorização de versículos

Alvo da campanha:

Nas próximas seis semanas enfocaremos a vivência de uma vida de amor nas três comunidades primárias de nossas vidas:

(1)

a comunidade da nossa igreja;

(2)

a comunidade dos nossos Pequenos grupos;

(3)

a comunidade do nosso mundo.

Os próximos 40 dias serão excelentes para o seu ministério. Somos muito gratos por seu coração de servo e por sua liderança que será usada para ajudar a colocar esta campanha em prática e aprofundar a fé da juven- tude.

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FERRAMENTAS DO LÍDER

Como usar este currículo

Agenda básica para os estudos bíblicos

6:40

os líderes se encontram para orar

7:15–7:25

introdução da lição

7:25–7:40

“estudo” dos grupos de estudos

7:40–8:10

os grupos de estudos “ensinam” o resto do grupo

8:10–8:45

momento dos Pequenos Grupos

8:45–9:00

confraternização

hora de mandar

os adolescentes para casa

Visão geral do currículo

Introdução da lição

Esta seção serve para ajudar a orientar seus adolescentes quanto ao pro- pósito de cada lição. As palavras em negrito e/ou sublinhadas representam as lacunas que deverão ser preenchidas em seus manuais devocionais. Sua tarefa é ajudar a instilar estas verdades na juventude DO MODO QUE ACHAR MELHOR. Se você quiser ser criativo e fazer algo diferente será sensacional!

Momento dos Grupos de Estudos

Depois de ter introduzido o tópico para o grupo todo, divida-os nos “Gru- pos de Estudos”. Cada Grupo de Estudos recebe um texto das Escrituras para estudar durante 10 a 15 minutos. Em seguida eles “ensinarão” aos outros participantes o significado do texto (cada lição tem instruções de- talhadas).

IMPORTANTE: A formação dos Grupos de Estudos é aleatória e será dife- rente a cada semana.

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Momento dos Pequenos Grupos

Após o momento com os Grupos de Estudos, todos os participantes se reunirão nos seus Pequenos Grupos permanentes. Um Pequeno Grupo consiste de um líder adulto mais 3 a 10 adolescentes (se seus grupos forem maiores que isto, você precisará mais líderes para subdividi-los).

IMPORTANTE: A formação desses Pequenos Grupos deve ser a mesma

a cada semana. Este é o momento em que os participantes FORMARÃO

RELACIONAMENTOS SIGNIFICATIVOS

visto que é muito fácil desperdiçá-lo. Você tem três metas para esse mo- mento:

aproveite ao máximo esse tempo,

Estudo bíblico: ir fundo nas verdades de Deus.

Aplicações pessoais, encorajamento, compromisso.

Compartilhar e pedidos de oração.

Por favor, não pense que você precisa responder a todas as questões em cada lição. As questões foram elaboradas para ser suas servas, não suas senhoras. Se você conseguir passar apenas por uma ou duas questões de discussão ou aplicação, isto pode significar que a conversa foi realmente significativa, muito bom! A idéia não é correr para cobrir todo material e sim deixar a verdade penetrar fundo na vida dos participantes. Também, por favor, não peça que cada um compartilhe em cada questão. A possibi- lidade de as pessoas se abrirem aumenta quando não se sentem forçadas ou pressionadas.

Qual é o próximo passo?

Como um mentor espiritual, você deve pensar em quais áreas seus e adolescentes precisarão crescer em seguida. Isso não significa que você os está “controlando”; você deve apenas reagir favoravelmente ao modo como o Espírito o está conduzindo para fazer diferença na vida de seus adolescentes.

Embora deva estar atento a áreas específicas no crescimento espiritual (por exemplo: o Lucas é muito egoísta, a Sara é fofoqueira), você deve encorajá-los, sobretudo, a crescer nas disciplinas espirituais: servir em um ministério e compartilhar as Boas Novas com pessoas que ainda não conhecem Jesus (evangelismo através de amizades sadias).

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FERRAMENTAS DO LÍDER

Idéias para a divisão dos Grupos de Estudos

Divisão dos grupos

Diga-lhes o básico

(1) Comece de um lado da sala e vá separando os participantes em qua- tro Grupos de Estudos (primeira pessoa no Grupo 1, segunda no Grupo

2, etc.). A formação destes Grupos de Estudos deve ser diferente a cada

semana. Se você tiver mais de 30 participantes talvez precise formar mais do que quatro grupos. O número ideal de integrantes por grupo é 7 ou 8. Dê a cada grupo um dos quatro textos das Escrituras daquela semana. Se você tiver mais do que 4 Grupos de estudo, pode dar a mesma passagem para mais de um grupo.

(2) Lembre a todos sobre o propósito dos Grupos de Estudos: “Estamos nos dividindo em grupos para conversar sobre um texto bíblico e sobre como ele se relaciona com o tópico desta noite. Vocês terão de 10 a 15 minutos para ler o texto e descobrir duas coisas”:

– “Como podemos explicar ou recontar o texto com nossas próprias palavras (você pode fazer uma esquete rápida se quiser), e”

– “Como podemos resumir o ponto principal deste texto numa única frase.”

(3) Escolha um participante de cada grupo para ser o Líder do Grupo de Estudos (certifique-se que os Líderes do Grupo de estudos sejam diferen- tes a cada semana).

Papel do líder do grupo de estudos

Primeiros 5 minutos: Facilitar a visão geral

Apresentações

O Líder do Grupo de Estudos apresenta os participantes. Certifica-se que

todos saibam o nome de cada integrante no grupo.

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Oração em Grupo

O Líder do Grupo de Estudos (ou alguém que ele indica) ora pelo grupo

para que Deus os dirija e ajude com o texto bíblico.

Leitura Silenciosa

Cada pessoa lê o texto sozinha.

Leitura em Grupo

O Líder do Grupo de Estudos lê o texto em voz alta (ou escolhe alguém

para ler).

Próximos 10 minutos: Manter o foco do Grupo

Discussão do Texto

A tarefa do Líder do Grupo de Estudos é manter cada participante ENVOL-

VIDO e ENFOCADO na discussão do texto. Se algo não estiver claro para alguém, tente fazer com que o grupo encontre uma resposta.

Fechamento

Após a discussão o Líder do Grupo de Estudos tenta salientar os PONTOS- CHAVE da discussão.

Resumo

Elabora, em grupo, uma frase que resuma o texto.

Crie um plano de ensino do texto

Decidir em grupo como ensinar aos outros o que foi aprendido (através de uma esquete, um resumo, etc.). O Líder o Grupo de Estudos deve garantir

a participação de todos.

Papel dos adultos

Supervisão

Afastamento

Os líderes adultos devem decidir sobre o tipo de supervisão que é neces- sário durante essa fase e podem até deixar o grupo, se for apropriado. Às vezes os participantes precisam apenas de uma ajuda com uma idéia para a esquete, e depois deslancham sozinhos. Os líderes adultos devem reunir os grupos após 10 ou 15 minutos.

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Revisão

Se sentir que é necessário, certifique se com o grupo de que as esquetes devem ser LIMPAS E DE BOM GOSTO. Eles devem deixar de lado fofocas, piadas sobre outras pessoas, conteúdo sexual, etc.

Após o momento com os Grupos de Estudos, faça os participantes se re- agruparem em seus Pequenos Grupos permanentes para estudo bíblico, discussão e oração.

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FERRAMENTAS DO LÍDER

Conduzindo o tempo de oração nos Pequenos Grupos

Embora a maioria de nós tenha dificuldades com a oração, ninguém questiona seu poder. Como cristãos somos chamados para dar suporte uns aos outros em oração, e esse deve ser um dos fundamentos do seu Pequeno Grupo. Como a oração é importantíssima, há uma tendência de complicarmos as coisas (por ex., criar planos de oração elaborados demais) e assim tornarmos a oração mais difícil do que deveria ser. Em alguns casos não é a oração que é pesada, mas ouvir cada um comparti- lhar TODOS OS PEDIDOS POSSÍVEIS na face da terra é que é um grande fardo. Algumas pequenas dicas ajudarão você a liderar seus adolescentes em um tempo construtivo de compartilhar e oração. A seguir uma lista de não será possível tentar por em prática todas as idéias (a menos que você deseje ficar maluco!). Cada grupo é diferente, portanto, aplique o que melhor funcionar para o seu grupo.

Comece com o pé direito

Diga a eles o básico

e relembre sempre!

Como líder de Pequeno Grupo, você precisará estabelecer um ambiente

saudável para os participantes

vez por mês (ou com mais freqüência). Duas coisas ABSOLUTAMENTE essenciais para fazer um Pequeno Grupo funcionar são: honestidade e confidência. Explique antecipadamente aos seus adolescentes que sua palavra será “cortada” se demorarem demais no compartilhar (nada pes- soal, você apenas não quer que uma pessoa monopolize a discussão). Se houver outros valores que você queira passar para seu Pequeno Grupo, explique-os também.

e lembrar-lhes as regras básicas uma

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Anote

Faça com que cada um anote os pedidos de oração. É difícil lembrar dos pedidos de cada um a menos que estejam anotados. Para permanecer comprometido ao Pequeno Grupo, deve-se orar regularmente por ele.

Alternativa: Peça para uma pessoa anotar todos os pedidos e enviá-los por e-mail para o resto do grupo. Se você optar por usar e-mails, lembre-se de respeitar o sigilo certificando-se de que todos concordam em ter seus pedidos enviados por e-mail. Algumas pessoas compartilham sua caixa de e-mail com seus pais, irmãos, etc.

Às vezes, um pequeno bloco de notas resolve

Compre um bloquinho para cada participante do seu PG. Isso fará com que os pedidos de oração permaneçam acessíveis – fáceis de carregar na mochila, bolsa, etc.

Oração no dia estipulado

Estipule para cada participante de seu PG um dia para que ele ore pelo grupo. Dois participantes poderão orar no mesmo dia caso você tenha mais do que 7 pessoas. Lembre-se de estipular um dia para você tam- bém. Quando vocês se encontrarem a cada semana, certifique-se de perguntar quem orou. Faça com que a cobrança não gere culpa, mas RESPONSABILIDADE!

Alternativa: Você pode fazer com que cada um ore por uma outra pessoa do grupo durante aquela semana, por exemplo: cada um orará por quem está a sua esquerda.

Acho que você já falou o suficiente

Não deixe que todos falem o quanto desejar. Para que os integrantes do seu Pequeno Grupo suportem uns aos outros, cada pessoa não tem que compartilhar ABSOLUTAMENTE TUDO. Você pode por limites aos mais falantes dizendo:

1. “Cada um pode compartilhar uma coisa.”

2. “Para mantermos o foco vamos orar apenas pelas pessoas do gru- po. Não oraremos pelo cachorro do melhor amigo da sua avó.”

3. “Nosso tempo de compartilhar já está esgotado. Cada um anote seu pedido de oração e entregue para mim que eu o enviarei por e-mail para todos amanhã.”

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Passe do horário

Seja sensível a assuntos e problemas realmente importantes. Se um par- ticipante está enfrentando algo de fato IMPORTANTE, obviamente, você deve dedicar mais tempo para dar atenção a essa pessoa.

Desculpe a interrupção

Se uma pessoa está falando SEM PARAR, interrompa-a e diga que você conversará em particular com ela depois da reunião. Se há um partici- pante que quase SEMPRE gasta muito tempo compartilhando, seja es- tratégico ao escolher quem vai compartilhar primeiro e deixe o GRANDE FALADOR por último.

Nada de fofoca aqui

Não permita que o “compartilhar pedidos de oração” transforme-se em uma desculpa para fofocar. Isso acontece mais freqüentemente do que você pensa. Muito disso pode ser cortado se você permitir que os partici- pantes compartilhem pedidos, não histórias. Você pode também orientá- los a evitar detalhes, nomes, e dados comprometedores.

Não interrompa o estudo para compartilhar

Se você estiver tendo uma GRANDE discussão sobre um tópico ou tex- to bíblico, não se sinta OBRIGADO a interrompê-lo para passar para os pedidos de oração. QUEBRAR A ROTINA PODE SER INTERESSANTE E ENRIQUECEDOR. Se um grupo sempre faz exatamente a mesma coisa, pode estagnar. Não sinta que o compartilhar de pedidos de oração tem que acontecer todas as semanas.

Faça-os saber que você está orando

Como líder adulto no Pequeno Grupo você obviamente deve comprome- ter-se a orar por seus adolescentes. Se alguém estiver passando por uma situação especialmente difícil, faça-o saber que está orando por ele. Tam- bém, se você escolher fazer com que cada pessoa ore por alguém, peça para cada um manter contato durante a semana com aquele por quem está orando. Será muito bom conseguir que os participantes do seu grupo se comuniquem fora do tempo do Pequeno Grupo.

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Facilite o contato entre o grupo

Compartilhe os números de telefone e e-mails de modo que, se um mem- bro do Pequeno Grupo realmente precisar de oração ou encorajamento durante a semana, possa entrar em contato com alguém do grupo. É especialmente importante que os participantes tenham a liberdade de procurar o líder caso necessite.

Guarde seus conselhos para você

Quando os adolescentes compartilham suas lutas e problemas, uma respos- ta comum (especialmente nos grupos de rapazes) é “resolver” o problema

e oferecer todo tipo de conselho. Claro que há o momento apropriado para

o grupo dar sua opinião sobre um problema em particular, mas essa não precisa ser a norma sempre. Use seu discernimento.

Nem todos têm que compartilhar

Às vezes é bom “forçar” alguém a compartilhar, mas você não precisa fazer isso toda semana. Você pode iniciar o tempo de oração da seguinte forma: “Como Pequeno Grupo estamos aqui para darmos suporte uns aos outros em oração. Isso não significa que todos são obrigados a comparti- lhar alguma coisa. Na verdade, não há nada de errado você não ter algo para compartilhar toda semana, mas não é saudável você NUNCA ter algo para orarmos. Isso pode indicar que você não está tentando melhorar ou não está se preocupando com coisas que talvez devesse se preocupar”.

Oremos agora!

Se o tempo permitir

Ore como Pequeno Grupo sobre os assuntos que as pessoas comparti- lharam. Numa semana você pede a um participante que ore em voz alta por todos os pedidos, em outra forma círculos para orar. Em alguns casos

pode ser melhor cada participante orar por seu próprio pedido. O partici- pante é abençoado imediatamente só por saber que seu Pequeno Grupo está orando por ele. Isso ajudará a derrubar barreiras. Também aprendem

a orar ouvindo as orações dos outros (por exemplo: as palavras utilizadas,

o modo como se apresentam a Deus e etc.) também aprendem a orar em voz alta. Caso eles nunca tenham orado em voz alta antes, oriente dizen- do, por exemplo: “Diga a Deus o que você quer que aconteça, e use as palavras que usaria se estivesse falando com seu melhor amigo.”

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Isso é uma resposta!

Agradecimentos

Às vezes o compartilhar de pedidos de oração pode tornar-se negativo e enfocado somente nos problemas. Encoraje seus adolescentes a compar- tilhar algo pelo que estejam gratos antes de compartilhar seus pedidos. Em algumas semanas, vocês podem fazer apenas agradecimentos. Ex- plique que orar não é apenas contar para Deus os seus problemas, mas também louvá-lo por sua bondade.

Encoraje-os a se manterem informados sobre os pedidos de oração e so- bre as respostas de Deus. No final do estudo, vocês todos poderão olhar para trás e se surpreender com o poder de Deus.

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LIÇÃO 1:

O mais importante

Preparando a lição

Objetivos da lição

Compreensão: (conhecimento, fatos ou percepções que os adolescen- tes devem aprender) – Descobrir o ideal de Deus para o que significa para a igreja amarmos uns aos outros.

Reflexão: (verdades pessoais nas quais seus adolescentes devem medi- tar) – Examinar a qualidade do amor que demonstramos aos outros à luz do padrão de perfeição de Deus.

Impacto: (mudança de vida: ações que seus adolescentes devem adotar em obediência à Palavra de Deus) – Determinar uma forma específica de como podemos demonstrar amor sacrificial.

Visão geral da lição

Nas próximas seis semanas, exploraremos o que significa ser o tipo de comunidade que Deus quer que sejamos.

Esta lição nos desperta para um desafio árduo: iremos direto à essência do que significa amarmos uns aos outros, examinando o padrão perfeito de Deus de como devemos nos relacionar mutuamente.

A Bíblia nos diz POR QUE devemos amar uns aos outros: porque Deus nos amou primeiro. Quando amamos, estamos apenas refletindo o que ele já fez por nós. Geralmente uma falha em amar aos outros vem de uma falha em enfocar o amor de Deus por nós.

Jesus nos forneceu um quadro claro, porém desconfortável, do amor:

devemos nos dispor ao sacrifício final – a entrega de nossas vidas. Jesus deu sua vida pelo mundo por causa do seu amor. Quando seguimos seu exemplo, nosso amor sacrificial de uns pelos outros anuncia para o mun- do um testemunho claro de Cristo.

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O amor é importante porque é um reflexo direto da nossa maturidade espi-

ritual. Quanto mais conhecemos a Deus e sua Palavra, mais amamos aos outros. Um cristão sem amor é como um peixe sem brânquias. O amor não deve ser fingido, precisa ser sincero. Amor não é apenas um conjunto de ações; devemos fazer a coisa certa pela razão certa. Fazer, apenas, a “coisa certa” pode ser uma grande farsa que acabará sendo descoberta. Amar é fazer a coisa certa tendo as razões corretas.

O amor é um desafio árduo, porque é mais fácil ser egoísta em nossos

relacionamentos. É mais fácil enfocar o que podemos obter do que o que podemos dar. É mais fácil evitar conflitos do que, quem sabe, admitir nos- sos erros. É mais fácil ser sempre superficial ao invés de revelar nossas reais dificuldades e mágoas.

A meta desta lição é olharmos para a verdade do que significa amar uns

aos outros de modo que possamos examinar a qualidade de nosso amor

e assumir um compromisso específico de crescer na fé.

Textos para o estudo bíblico

Os textos a seguir serão abordados nesta lição. Leia cada um e use as margens para fazer anotações.

GRUPO DE ESTUDOS 1: 1 João 4.7–11

Amados, amemos uns aos outros, pois o amor procede de Deus. Aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor. Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos peca- dos. Amados, visto que Deus assim nos amou, nós também devemos amar uns aos outros.

GRUPO DE ESTUDOS 2: João 13.34–35

Um novo mandamento lhes dou: Amem-se uns aos outros. Como eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros. Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros.

GRUPO DE ESTUDOS 3: 1 Pedro 1.22–23

Agora que vocês purificaram a sua vida pela obediência à verdade, visando ao amor fraternal e sincero, amem sinceramente uns aos

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outros e de todo o coração. Vocês foram regenerados, não de uma semente perecível, mas imperecível, por meio da palavra de Deus, viva e permanente.

GRUPO DE ESTUDOS 4: Romanos 12.9–10; 13.9–10

Romanos 12.9–10: O amor deve ser sincero. Odeiem o que é mau; apeguem-se ao que é bom. Dediquem-se uns aos outros com amor fraternal. Prefiram dar honra aos outros mais do que a si próprios.

Romanos 13.9–10: Pois estes mandamentos: “Não adulterarás”, “Não matarás”, “Não furtarás”, “Não cobiçarás”, e qualquer outro mandamento, todos se resumem neste preceito: “Ame o seu próxi- mo como a si mesmo”. O amor não pratica o mal contra o próximo. Portanto, o amor é o cumprimento da Lei.

TEXTO PARA O PEQUENO GRUPO: 1 Coríntios 13.4–11

O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca perece; mas as profecias desaparecerão, as línguas cessarão, o conhecimento passará. Pois em parte conhece- mos e em parte profetizamos; quando, porém, vier o que é perfeito, o que é imperfeito desaparecerá. Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino.

Pare e Reflita

Use esta seção para refletir sobre o significado destes textos para você. Ensinar outros é melhor quando Deus nos ensina primeiro. “Após ler es- tas passagens creio que Deus está me ensinando, me desafiando, me convencendo ”

1 João 4.7–11:

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João 13.34–35

1 Pedro 1.22–23

Romanos 12.9–10; 13.9–10

1 Coríntios 13.4–11

Seu coração está pronto para ensinar esta lição? Se não estiver, o que é preciso fazer para que esteja apto para ensinar?

Agora que você está pronto, examine o conteúdo dos seus pensamentos e selecione aqueles que você julga mais apropriados (caso surja a oportuni- dade) ensinar, comunicar ou compartilhar com seu Pequeno Grupo.

Comentários sobre as Escrituras

O propósito desta seção é dar uma explicação dos versículos que podem ser difíceis de explicar aos adolescentes. Nem todos os textos têm co- mentários.

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GRUPO DE ESTUDOS 2: João 13.34–35

Jesus disse essas palavras na noite ante-

rior à crucificação”. O amor sempre foi uma ordem de Deus para seu povo (Levítico 19.18). Essa ordem era “nova” aparentemente pelo fato de o amor sacrificial não ser um ensino dos rabinos (veja Mateus 5.38). O amor sacrificial era uma característica distintiva do ensino de Jesus, destacando seus discípulos dentre os outros e evidencian- do sua graça.

Um novo mandamento

GRUPO DE ESTUDOS 3: 1 Pedro 1.22–23

Quando você lê esta passagem cuidadosamente, pode ver o círculo progressivo de amor. Obedecer a verdade, que é “amar sinceramen- te”, leva à pureza. Agora que nós temos esta pureza, devemos amar profundamente. O amor deve levar a mais amor. Esse é um processo de maturidade que não pode parar. Um texto como este funciona como um check-up espiritual instantâneo de nós mesmos: Amamos mais agora do que antes?

GRUPO DE ESTUDOS 4: Romanos 12.9–10; 13.9–10

O amor faz coisas boas aos outros. A Bíblia nos dá muitos exemplos

das várias formas que o amor assume na vida real. O problema que há com as ações ou obras é que elas podem ser feitas com falsidade. Isaías observou isso:

Por isso o Senhor lhes dirá: “Ordem sobre ordem, ordem sobre or- dem, regra e mais regra, regra e mais regra; um pouco aqui, um pouco ali”, para que saiam, caiam de costas, firam-se, fiquem presos no laço e sejam capturados. Isaías 28.13

A maioria de nós em algum momento ou outro fingiu amar e se pre-

ocupar com os outros. Isso é perigoso, pois a aparência de amor não é AMOR. Costumamos nos apegar às aparências: muitas vezes achamos que amamos os outros por nos amarem, e achamos que é isto que Deus quer. Isso não é verdade. O amor precisa ser sincero, colocando as necessidades dos outros acima das nossas. Amar sig- nifica olhar com honestidade nossos próprios motivos e testá-los para

ver se são puros.

Fechamento

Certifique-se de ter lido o restante do material desta semana antes que seus adolescentes cheguem. Marque as questões que você gostaria de usar no seu Pequeno Grupo ou escreva novas questões.

Agora você está pronto para ensinar a lição

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ENSINANDO A LIÇÃO

Introduza a Lição – 10 minutos

Comece ajudando os participantes a gerar pensamentos sobre o tema da lição. Use o que está preenchido no lugar do que seriam os espaços em branco a seguir como ajuda. As pala- vras em negrito, sublinhadas, são as respostas das lacunas do manual dos adolescentes. Sinta-se livre para promover alguma discussão.

O que é mais importante a respeito dos nossos relacionamentos? Seja

honesto

que praticamos em nossos relacionamentos. Nas próximas seis semanas, vamos explorar o ideal de Deus para o que significa ser um cristão em comunidade. A Bíblia diz:

o que dizemos ser mais importantes, nem sempre reflete o

O que importa é a fé que age por meio do amor. Gálatas 5.6 (NTLH)

O amor deve ser o fundamento dos nossos relacionamentos com outros

cristãos.

A Bíblia diz que o amor

é uma ORDEM. (é mais do que uma boa idéia);

é uma ESCOLHA. (não somos forçados a obedecer a ordem);

é uma CONDUTA. (é mais do que um sentimento, é uma ação);

Nesta lição abordaremos alguns textos desafiadores e exploraremos o que Deus tem a dizer sobre amar aos outros. Enquanto você trabalha nesta li- ção, gaste algum tempo considerando sua vida à luz da verdade. Você ama aos outros da forma apropriada? De que modo você poderia melhorar?

Grupos de estudos

Tempo estudo – 15 minutos

Esse é o momento para formar pequenos grupos com os participantes. Faça isso de forma “aleatória” e cuide para que a formação dos grupos seja diferente a cada semana.

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OBSERVAÇÃO: Se você tiver mais do que 30 participantes deve

considerar fazer mais do que QUATRO grupos de estudos

deve dar o mesmo texto para dois grupos texto por conta própria.

ou acrescentar um

daí

Dê as seguintes instruções para os seus grupos:

Vamos nos dividir em grupos menores e cada grupo estudará e CON- VERSARÁ sobre o texto que recebeu durante cerca de 10 a 15 minutos. Depois disso nos reuniremos e cada grupo fará duas coisas:

1) Explicará/contará o texto com suas próprias palavras (alguns

grupos usam esquetes

mas não é obrigatório!).

2) Dará um resumo em uma frase do texto relacionada ao tema desta noite.

SEJAM RÁPIDOS

vocês não têm muito tempo.

Não mande líderes adultos com os grupos de adolescentes – DEIXE QUE ELES LIDEM COM O TEXTO SOZINHOS. Após alguns minutos, o profes- sor/instrutor deverá circular pelos grupos para ver como estão indo e dar alguma ajuda.

Tempo de ensino - 30 minutos

Peça que cada grupo mostre sua “apresentação” e resumo em uma frase. Não deixe que os outros participantes os per- turbem. Após a apresentação dos GRUPOS pode acontecer certo caos, assim, sugerimos que gaste alguns momentos fa- zendo um fechamento de cada texto (você pode fazer isso após a apresentação de cada grupo ou depois que todos terminarem). Isso permitirá que você saliente os pontos im- portantes de cada texto e os relacione ao tema da lição da noite.

Momento dos pequenos grupos – 35 minutos

Depois que os grupos de estudos terminarem, faça os adoles- centes se reagruparem nos seus pequenos grupos permanen- tes. Este tempo serve para:

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a) Ler o texto da semana para os Pequenos Grupos;

b) Discutir questões de conteúdo;

c) Discutir aplicação prática.

Texto para os pequenos grupos

Leia 1 Coríntios 13.4–11 (Peça para dois participantes lerem o texto em

voz alta

é difícil pegar alguma coisa da primeira vez.)

Questões de conteúdo

Lido o texto, alguém tem alguma pergunta? Há algo que não faz sentido para você? Algo parece estranho ou misterioso?

Qual é a sua resposta imediata a esta passagem? Talvez você a tenha ouvido um milhão de vezes (em casamentos, por exemplo), mas como ela o atinge neste momento?

Dê alguns exemplos pessoais de paciência, bondade, cobiça, etc. Algumas destas descrições parecem esquisitas ou fora de lugar?

Em sua opinião, a definição de Paulo de amor deixa alguma coisa de fora? Caso afirmativo, o quê?

Releia o verso 6. Por que injustiça é contrastada com a verdade? Não faria mais sentido contrastar injustiça com “justiça”?

Está claro que o amor é uma expressão de nossa fé em Cristo, como profecia, línguas ou conhecimento. Que relação há entre o amor e esses outros dons? De que forma o amor é diferente da profecia, das línguas e do conhecimento? OBSERVAÇÃO: Seu grupo pode querer

sair do tópico e enfocar a discussão no falar em línguas. Encoraja-

mos você a NÃO fazer isso

converse sobre isso em outra ocasião

já que o ponto principal do texto é o amor, enfoque o amor.

Como podem todas as coisas passar e o amor ainda permanecer?

O que Paulo quer dizer com “Quando eu era menino ”?

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Use este espaço para formular suas próprias questões ou reescrever algumas das apresentadas acima.

Questões para aplicação

Das muitas descrições dadas ao amor, diga uma ou duas nas quais você é realmente bom. E uma ou duas nas quais você tem mais dificuldade.

Como o amor pode “tudo crer” em uma pessoa se ela continuamen- te deixa você na mão e abusa da sua confiança?

O fato do amor não guardar rancor implica em deixarmos as pessoas levarem vantagem sobre nós? O que significa não guardar rancor?

Com base nos ensinamentos deste texto, qual seria um modo práti-

na

co de você poder amar melhor esta semana

escola

em sua família

com seus amigos?

Seja pessoal e honesto com esta questão: É difícil para você amar – com o tipo de amor descrito neste texto? Caso afirmativo, por quê?

Use este espaço para formular suas próprias questões ou reescrever algumas das apresentadas acima.

Compartilhar e pedidos de oração – 15 minutos

Compartilhem pedidos de oração e ore com seu Pequeno Grupo.

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LIÇÃO 2:

Alcançando outras pessoas

Preparando a lição Objetivos da Lição

Compreensão: (conhecimento, fatos ou percepções que os adolescen- tes devem apreender) – Descobrir que compartilhar a verdade sobre a salvação é responsabilidade de todos os que crêem, e que o modo como tratamos uns aos outros testemunha sobre Cristo.

Reflexão: (verdades pessoais nas quais seus adolescentes devem me- ditar) – Considerar profundamente o que nossos amigos não cristãos acreditam a respeito de Jesus em decorrência das nossas vidas.

Impacto: (mudança de vida: ações que seus adolescentes devem adotar em obediência à Palavra de Deus) – Arriscar-se e ter pelo menos uma conversa espiritual com alguém que você sabe que não tem um relacio- namento com Deus através da fé em Jesus.

Visão geral da lição

Os cristãos vivem em um pedestal – ficam continuamente sobre um palco com o mundo os observando atentamente. Alguns não-cristãos ficam de olho só para vê-los “caírem”, enquanto outros espreitam para detectar alguma atitude hipócrita, numa queda ou contradição. Contudo alguns observam porque estão buscando algo a mais na vida. A indiferença ra- ramente caracteriza os não-cristãos; mesmo nos piores casos de apatia espiritual, há algum nível de interesse nas coisas espirituais.

Como o Pai continua invisível no céu (João 1.18, Mateus 6.6) e Jesus não anda mais na terra (João 16.16, Atos 1.9), os cristãos são os represen- tantes primários de Deus diante dos não-cristãos. Para isso, Deus elegeu seu Espírito Santo – poderoso, ainda que fisicamente invisível (João 3.8) – para habitar e trabalhar nos crentes para alcançar os perdidos. Este método não limita Deus aos nossos esforços – definitivamente não! – mas cada cristão tem a responsabilidade de participar do trabalho de Deus vivendo como luz em um mundo que está na escuridão.

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A comunidade cristã é uma luz para o mundo, revelando a natureza de

Deus e seu desejo de trazer todas as pessoas para sua família. Quando nossas vidas são irrepreensíveis (e não estamos preocupados em por de- feito nos outros) nossa luz brilha com intensidade para que todos vejam.

A gratidão é atraente; pessoas gratas têm bem poucos inimigos. Como

cristãos, temos recebido muito de Deus; e é tão fácil esquecer de agra- decer. Dar graças a Deus é um testemunho forte para o mundo. O evan- gelismo é algo difícil para a maioria dos cristãos e compartilhar nossa fé poderia ser um pouco mais fácil se expressássemos como somos gratos a Deus para nossos amigos não-cristãos. Isso não tem que ser algo plane- jado ou desconfortável!

Nesta lição abordaremos algumas passagens que contém vários desafios pessoais relacionados ao evangelismo. Fique de olhos abertos a como você pode desafiar especificamente seus adolescentes para que compar- tilhem sua fé.

Textos para o estudo bíblico

Os textos a seguir serão abordados nesta lição. Leia cada um e use a margem para fazer anotações.

GRUPO DE ESTUDOS 1: Mateus 5.14–16

Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade cons- truída sobre um monte. E, também, ninguém acende uma candeia

e a coloca debaixo de uma vasilha. Ao contrário, coloca-a no lugar

apropriado, e assim ilumina a todos os que estão na casa. Assim bri- lhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus.

GRUPO DE ESTUDOS 2: 1 Pedro 2.12 (NTLH)

A conduta de vocês entre os pagãos deve ser boa, para que, quando

eles os acusarem de criminosos, tenham de reconhecer que vocês praticam boas ações, e assim louvem a Deus no dia da sua vinda.

GRUPO DE ESTUDOS 3: Isaías 12.3–5

Com alegria vocês tirarão água das fontes da salvação. Naquele dia vocês dirão: “Louvem o Senhor, invoquem o seu nome; anunciem entre as nações os seus feitos, e façam-nas saber que o seu nome é exaltado. Cantem louvores ao Senhor, pois ele tem feito coisas glorio- sas, sejam elas conhecidas em todo o mudo”.

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GRUPO DE ESTUDOS 4: Romanos 10.13–15

Porque “todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”. Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como ouvirão, se não houver quem pregue? E como pregarão, se não forem envia- dos? Como está escrito: “Como são belos os pés dos que anunciam boas novas!”.

TEXTO PARA OS PEQUENOS GRUPOS: Mateus 28.18–20

(Isso aconteceu após a morte e ressurreição de Jesus).

Então, Jesus aproximou-se deles e disse: “Foi-me dada toda a auto- ridade nos céus e na terra. Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos”.

Pare e reflita

Use esta seção para refletir sobre o significado destes textos para você. Ensinar outros é melhor quando Deus nos ensina primeiro. Após ler estas passagens creio que Deus está me ensinando, me desafiando, me con- vencendo

Grupo de Estudos 1: Mateus 5.14–16

Grupo de Estudos 2: 1 Pedro 2.12 (NLT)

Grupo de Estudos 3: Isaías 12.3–5

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Grupo de Estudos 4: Romanos 10.13–15

Texto para os Pequenos Grupos: Mateus 28.18–20

Seu coração está pronto para ensinar esta lição? Se não estiver, o que é preciso fazer para que esteja apto para ensinar?

Agora que você está pronto, examine o conteúdo dos seus pensa- mentos e selecione aqueles que julga mais apropriados (caso surja a oportunidade)para ensinar, comunicar ou compartilhar com seu Pequeno Grupo.

Comentários sobre as Escrituras

O propósito desta seção é dar uma explicação sobre versículos que po- dem ser difíceis de explicar aos adolescentes. Nem todos os textos têm comentários.

GRUPO DE ESTUDOS 3: Isaías 12.3–5

Essa passagem toda é uma canção de louvor a Deus. Ela explica o que o Senhor tem feito e assim nos dá um exemplo da resposta correta ao trabalho de Deus em nós. Se experimentarmos Deus de um modo real, transbordaremos com sua alegria e amor e ficaremos ansiosos para contar aos outros as grandes coisas que Ele fez em nossas vidas. Isaías estava descrevendo como será quando o mundo for governado por Deus e seu povo se alegrará por causa Dele. Deus quer compartilhar com o máximo possível de pessoas essa celebra- ção, portanto quer que contemos aos outros sobre Ele.

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Fechamento

Certifique-se de ter lido o restante do material desta semana antes que seus adolescentes cheguem. Marque as questões que você gostaria de usar no seu Pequeno Grupo, ou escreva novas questões.

Agora você está pronto para ensinar a lição

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ENSINANDO A LIÇÃO

Introduza a lição – 10 minutos

Comece ajudando os participantes a gerar pensamentos sobre o tema da lição. Use o que está preenchido no lugar do que seriam os espaços em branco a seguir como ajuda. As pala- vras em negrito, sublinhadas, são as respostas das lacunas do manual dos adolescentes. Sinta-se livre para promover alguma discussão.

A vida é mais do que podemos ver, e através da fé em Cristo temos a pro- messa da vida eterna com Deus no céu. Deus quer que cada um receba essa salvação como um presente gratuito da parte dele. O Espírito Santo trabalha através dos cristãos e suas comunidades para fazer uma diferen- ça eterna neste mundo.

Isso é empolgante, mas também desperta uma variedade de reações:

medo, culpa, indiferença. Sejamos honestos: a maioria dos cristãos tem dificuldades com o evangelismo!

Compartilhar nossa fé pode ser difícil porque tememos a rejeição de nos- sos amigos ou ficamos preocupados achando que não saberemos o que dizer. A verdade é que o mundo está nos observando. Eles estão olhando para ver como os tratamos e aos outros cristãos. O modo como tratamos aos outros é um testemunho poderoso para Cristo:

Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se ama- rem uns aos outros. João 13.35

Nesta lição veremos diversas passagens que nos mostrarão a verdade que precisamos para nos motivar a compartilhar as Boas Novas e moni- torar nossa fidelidade.

Grupos de estudos

Tempo de estudo – 15 minutos

Esse é o momento para você formar pequenos grupos com os participantes. Faça isso de forma “aleatória” e cuide para que a formação dos grupos seja diferente a cada semana. OB- SERVAÇÃO: Se você tiver mais do que 30 participantes, deve

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considerar fazer mais do que QUATRO grupos de estudo

deve dar o mesmo texto para dois grupos texto por conta própria.

daí

ou acrescentar um

Dê as seguintes instruções para os seus grupos:

Vamos nos dividir em grupos menores e cada grupo estudará e CON- VERSARÁ sobre o texto que recebeu durante cerca de 10 a 15 minutos. Depois disso nos reuniremos e cada grupo fará duas coisas:

1) Explicará/contará o texto com suas próprias palavras (alguns grupos

usam esquetes

mas não é obrigatório!).

2) Dará um resumo em uma frase do texto relacionada ao tema desta noite.

SEJAM RÁPIDOS

vocês não têm muito tempo.

Não mande líderes adultos com os grupos de adolescentes – DEIXE QUE ELES LIDEM COM O TEXTO SOZINHOS. Após alguns minutos, o profes- sor/instrutor deverá circular pelos grupos para ver como estão indo e dar alguma ajuda.

Tempo de ensino - 30 minutos

Peça que cada grupo mostre sua “apresentação” e resumo em uma frase. Não deixe que os outros participantes os per- turbem. Após a apresentação dos GRUPOS DE ESTUDO pode acontecer certo caos, assim, sugerimos que gaste alguns mo- mentos fazendo um fechamento de cada texto (você pode fa- zer isso após a apresentação de cada grupo ou depois que todos terminarem). Isso permitirá que você saliente os pontos importantes de cada texto e os relacione ao tema da lição da noite.

Momento dos pequenos grupos – 35 minutos

Depois que os Grupos de estudo terminarem, faça os adoles- centes se reagruparem nos seus Pequenos grupos permanen- tes. Este tempo serve para:

a) Ler o texto da semana para os Pequenos grupos;

b) Discutir questões de conteúdo;

c) Discutir aplicação prática.

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Texto para os Pequenos Grupos

Leia Mateus 28.18-20 — (Peça para dois participantes lerem o texto em

voz alta

é difícil pegar alguma coisa da primeira vez.).

Questões de Conteúdo

Feita a leitura, alguém tem alguma pergunta? O que não faz sentido? Alguma coisa parece estranha ou misteriosa?

Quem deu a Jesus sua autoridade? O que Jesus fez para provar que tinha tal autoridade? Por que essa autoridade era tão importante?

De acordo com o texto o que significa ser um discípulo de Jesus?

Que ligação há entre ensino e obediência?

Em sua opinião por que não há menção de fé nesse texto? “Fazer discípulos” não deveria envolver fé?

Por que Jesus terminou com “e eu estarei sempre com vocês ”?

De que modo Cristo está conosco, visto que não o vemos?

Use este espaço para formular suas próprias questões ou reescrever algu- mas das apresentadas acima.

Questões para aplicação

Se realmente acreditamos que Jesus possuía a autoridade que alegava

ter, por que é tão difícil levar suas ordens a sério? O que nos atrapalha?

Com base em alguns dos textos estudados no início desta lição, de

quais maneiras você foi desafiado com respeito ao evangelismo?

Em termos práticos, o que significa para você ensinar os que crêem a

obedecer as ordens de Jesus?

Como você avalia seus esforços evangelísticos e por quê?

Quando – a última vez – você conversou sobre questões espirituais com

um não cristão? O que aconteceu? Com quem – não-cristão – você seria capaz de falar sobre coisas espirituais?

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Você já assumiu o compromisso de compartilhar sua fé com seus ami-

gos não-cristãos? Caso negativo, o que o está impedindo de preparar-se para isso?

Se somos salvos pela fé, por que o batismo é importante?

Use este espaço para formular suas próprias questões ou reescrever algu- mas das apresentadas acima.

Compartilhar e pedidos de oração – 15 minutos

Compartilhem pedidos de oração e ore com seu Pequeno Grupo.

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LIÇÃO 3:

Aprofundando nossos relacionamentos

Preparando a lição

Objetivos da lição

Compreensão: (conhecimento, fatos ou percepções que os adolescen- tes devem aprender) – Saber que cada cristão é único e, contudo com- partilha uma unidade maior com outros cristãos.

Reflexão: (verdades pessoais nas quais seus adolescentes devem medi- tar) – Fazer uma avaliação honesta dos relacionamentos pessoais à luz do desígnio de Deus: “Meus amigos me ajudam a me aproximar de Deus?” “Eu sou um bom amigo espiritual?”.

Impacto: (mudança de vida: ações que seus adolescentes devem adotar em obediência à Palavra de Deus) – Fazer diligentemente algum esforço para aprofundar pelo menos um relacionamento.

Visão geral da lição

Em um mundo repleto de interações casuais e relacionamentos superfi-

ciais, é quase impossível encontrar amizades de qualidade. Infelizmente,

a maioria das pessoas viaja através da vida – e de sua fé – sem uma

única amizade confiável baseada em honestidade e confiança. Nós todos

almejamos um lugar seguro onde possamos ser o que somos e encontrar

o suporte que precisamos.

Uma comunidade autêntica começa com indivíduos que reconhecem sua necessidade dos outros. Deus nos projetou para que tivéssemos relacio-

namentos, e um cristão sem uma família na igreja é um órfão espiritual. A Bíblia diz “é melhor serem dois do que um”, pois não fomos criados para

o isolamento e a solidão.

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Como cristãos ligados uns aos outros na igreja nos tornamos parte de algo maior do que nós mesmos, e descobrimos que cada um de nós tem uma contribuição única para dar. Contudo, nossa visão da grande diversidade do corpo de Cristo pode ficar desequilibrada e levar a divi- sões. Embora precisemos desesperadamente uns dos outros, podemos facilmente inverter esse sentimento e rejeitar aqueles que são diferentes de nós.

A comunidade cristã funciona quando seus membros assumem um for-

te compromisso de seguir as instruções de Cristo. Para que os cristãos trabalhem juntos, o encorajamento é essencial. Este mundo é duro e não precisamos ir muito longe para encontrar comentários sarcásticos

e observações desencorajadoras – com freqüência de nossos amigos.

Acrescente a isso nossas falhas pessoais e não será de se estranhar que

desesperadamente. Eu nunca encontrei

precisemos de encorajamento

alguém que dissesse, “PARE de me encorajar, já estou encorajado o bastante!”.

A vida cristã é um caminho de obediência a Deus. Em vez de fazer uma

acusação ou dizer “bem que eu avisei”, precisamos nos sobressair des- cobrindo modos de nos encorajar mutuamente ao amor e às boas obras. Imagine por um momento como você poderia ajudar outro cristão a fazer mais e melhores boas obras. Qual é o melhor modo de obter estes resul-

tados? Infelizmente, muitas vezes o propósito de nosso “encorajamento”

e “responsabilidade” com os outros é passar por bonzinho para inflar

nosso ego. Contudo, o verdadeiro encorajamento deve ter em mente os interesses da outra pessoa.

O companheirismo bíblico é muito difícil de ser construído em qualquer

comunidade espiritual. Enquanto estiver preparando esta lição, encora- jamos você a orar pela qualidade de seus próprios relacionamentos para que o Espírito Santo ajude você e seus adolescentes a não serem superfi- ciais e poderem encorajar uns aos outros no que for mais necessário.

Textos para estudo bíblico

Os textos a seguir serão abordados nesta lição. Leia cada um e use a margem para fazer anotações.

GRUPO DE ESTUDOS 1: Eclesiastes 4.9–12

É melhor ter companhia do que estar sozinho, porque maior é a re- compensa do trabalho de duas pessoas. Se um cair, o amigo pode ajudá-lo a levantar-se. Mas pobre do homem que cai e não tem quem o ajude a levantar-se! E se dois dormirem juntos, vão manter-se aqueci-

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dos. Como, porém, manter-se aquecido sozinho? Um homem sozinho pode ser vencido, mas dois conseguem defender-se. Um cordão de três dobras não se rompe com facilidade.

GRUPO DE ESTUDOS 2: João 15.12-13; Tiago 5.16

João 15.12–13: O meu mandamento é este: Amem-se uns aos outros como eu os amei. Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos.

Tiago 5.16: Portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz.

GRUPO DE ESTUDOS 3: Romanos 12.4–5

Assim como cada um de nós tem um corpo com muitos membros e esses membros não exercem todos a mesma função, assim também em Cristo nós, que somos muitos, formamos um corpo, e cada mem- bro está ligado a todos os outros.

GRUPO DE ESTUDOS 4: Hebreus 3.13; 10.24–25

Hebreus 3.13: Ao contrário, encorajem-se uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama “hoje”, de modo que nenhum de vocês seja endurecido pelo engano do pecado.

Hebreus 10.24–25: E consideremos uns aos outros para nos incenti- varmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de reunir-nos como igreja, segundo o costume de alguns, mas procuremos encorajar-nos uns aos outros.

TEXTO PARA OS PEQUENOS GRUPOS: 1 CORÍNTIOS 12.12–27

Ora, assim como o corpo é uma unidade, embora tenha muitos membros, e todos os membros, mesmo sendo muitos, formam um só corpo, assim também com respeito a Cristo. Pois em um só corpo todos nós fomos batizados em um único Espírito: quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres. E a todos nós foi dado beber de um único Espírito. 1 O corpo não é feito de um só membro, mas de muitos. Se o pé disser: “Porque não sou mão, não pertenço ao cor- po”, nem por isso deixa de fazer parte do corpo. E se o ouvido disser:

“Porque não sou olho, não pertenço ao corpo”, nem por isso deixa de fazer parte do corpo. Se todo o corpo fosse olho, onde estaria a audição? Se todo o corpo fosse ouvido, onde estaria o olfato? De fato, Deus dispôs cada um dos membros no corpo, segundo a sua vontade. Se todos fossem um só membro, onde estaria o corpo? As- sim, há muitos membros, mas um só corpo. O olho não pode dizer à mão: “Não preciso de você!” Nem a cabeça pode dizer aos pés: “Não

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preciso de vocês!” Ao contrário, os membros do corpo que parecem mais fracos são indispensáveis, e os membros que pensamos serem menos honrosos, tratamos com especial honra. E os membros que em nós são indecorosos são tratados com decoro especial, enquanto os que em nós são decorosos não precisam ser tratados de maneira especial. Mas Deus estruturou o corpo dando maior honra aos mem- bros que dela tinham falta, a fim de que não haja divisão no corpo, mas, sim, que todos os membros tenham igual cuidado uns pelos outros. Quando um membro sofre, todos os outros sofrem com ele; quando um membro é honrado, todos os outros se alegram com ele. Ora, vocês são o corpo de Cristo, e cada um de vocês, individualmen- te, é membro desse corpo.

Pare e Reflita

Use esta seção para refletir sobre o significado destes textos para você. Ensinar outros é melhor quando Deus nos ensina primeiro. “Após ler estas passagens creio que Deus está me ensinando, me desafiando, me convencendo ”

Grupo de Estudos 1: Eclesiastes 4.9–12

Grupo de Estudos 2: João 15.12–13; Tiago 5.16

Grupo de Estudos 3: Romanos 12.4–5

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Grupo de Estudos 4: Hebreus 3.13; 10.24–25

Texto para os Pequenos Grupos: 1 Coríntios 12.12–27

Seu coração está pronto para ensinar esta lição? Se não estiver, o que é preciso fazer para que esteja apto para ensinar?

Agora que você está pronto, examine o conteúdo dos seus pensamentos e selecione aqueles que você julga mais apropriados (caso surja a oportuni- dade) ensinar, comunicar ou compartilhar com seu Pequeno Grupo.

Comentários sobre as Escrituras

O propósito desta seção é dar uma explicação sobre versículos que po- dem ser difíceis de explicar aos adolescentes. Nem todos os textos têm comentários.

GRUPO DE ESTUDOS 1: Eclesiastes 4.9–12

“ Um cordão de três dobras não se rompe com facilidade.” O clí-

max do texto nesta finalização tem pelo menos duas interpretações:

(1) Um é pouco, dois é bom, três é melhor; e/ou (2) Deus é o terceiro

filamento que mantêm unidos os outros dois.

GRUPO DE ESTUDOS 2: João 15.12–13, Tiago 5.16

Nessas passagens vemos três características da comunidade cristã:

auto-sacrifício, confissão honesta e oração diligente.

TEXTO PARA OS PEQUENOS GRUPOS: 1 Coríntios 12.12–27

Essa passagem clássica facilmente poderia ser dada na Lição 5 (ser- vindo juntos), pois ilustra a forte conexão entre companheirismo e serviço. Cada cristão recebe um dom singular para o serviço – contu- do está unido a todos os outros cristãos no corpo de Cristo em escala maior. Claramente esse texto demonstra o conceito ministerial: cada um tem uma contribuição diferente a dar ao corpo (enfocaremos mais

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sobre ministério na Lição 5). Contudo, encorajamos você a extrair e enfatizar o conceito de companheirismo neste contexto: compreen- der e celebrar nossas singularidades e as singularidades dos outros – sem causar divisões. Assim que entendemos a idéia de que Deus projetou cada um de nós com dons, interesses e talentos diferentes, ficamos livres das inseguranças que nos fazem competir e nos com- pararmos aos outros cristãos.

Fechamento

Certifique-se de ter lido o restante do material desta semana antes que seus adolescentes cheguem. Marque as questões que você gostaria de usar no seu Pequeno Grupo, ou escreva novas questões.

Agora você está pronto para ensinar a lição

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ENSINANDO A LIÇÃO

Introduza a lição – 10 minutos

Comece esta lição ajudando os participantes a gerar pensa- mentos sobre o tema da lição. Use o que está preenchido no lugar do que seriam os espaços em branco a seguir como ajuda. As palavras em negrito, sublinhadas, são as respostas das lacunas do manual dos adolescentes. Sinta-se livre para promover alguma discussão.

Em um mundo repleto de interações casuais e relacionamentos superfi-

ciais, é quase impossível encontrar amizades de qualidade. Infelizmente,

a maior parte das pessoas passa pela vida – e por sua fé – sem uma

amizade confiável baseada em honestidade e verdade. Todos ansiamos por um lugar seguro onde podemos ser nós mesmos e encontrarmos o suporte que precisamos.

Deus nos projetou para que tivéssemos relacionamentos. Um cristão sem uma família da igreja é um órfão espiritual.

O companheirismo bíblico é realmente difícil de alcançar – uma comuni-

dade espiritual onde todos se sintam seguros.

É mais fácil criticar do que aceitar responsabilidades.

É mais fácil falar do que fazer diferença.

É mais fácil ser ofendido do que perdoar.

É mais fácil contar uma piada do que compartilhar algo profundo.

Infelizmente, os caminhos fáceis levam à insegurança e ao isolamento, e nos anestesiamos para o mundo. Ficamos com relacionamentos super- ficiais que carecem de contentamento e poder para nos ajudar quando precisamos deles. Esse não é o ideal de Deus para os nossos relaciona-

mentos!

Nesta lição descobriremos como desenvolver relacionamentos afetuosos em nossos Pequenos Grupos e com outros cristãos.

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Grupos de Estudos

Tempo de estudo – 15 minutos

Esse é o momento para você formar pequenos grupos com

os participantes. Faça isso de forma “aleatória” e cuide para que a formação dos grupos seja diferente a cada semana. OB- SERVAÇÃO: Se você tiver mais do que 30 participantes, deve

considerar fazer mais do que QUATRO grupos de estudo

ou acrescentar um

daí

deve dar o mesmo texto para dois grupos texto por conta própria.

Dê as seguintes instruções para os seus grupos:

Vamos nos dividir em grupos menores e cada grupo estudará e CON- VERSARÁ sobre o texto que recebeu durante cerca de 10 a 15 minutos. Depois disso nos reuniremos e cada grupo fará duas coisas:

1) Explicará/contará o texto com suas próprias palavras (alguns grupos

usam esquetes

mas não é obrigatório!).

2) Dará um resumo em uma frase do texto relacionada ao tema desta noite.

SEJAM RÁPIDOS

vocês não têm muito tempo.

Não mande líderes adultos com os grupos de adolescentes – DEIXE QUE ELES LIDEM COM O TEXTO SOZINHOS. Após alguns minutos, o profes- sor/instrutor deverá circular pelos grupos para ver como estão indo e dar alguma ajuda.

Tempo de ensino - 30 minutos

Peça que cada grupo mostre sua “apresentação” e resumo em uma frase. Não deixe que os outros participantes os per- turbem. Após a apresentação dos GRUPOS DE ESTUDO pode acontecer certo caos, assim, sugerimos que gaste alguns mo- mentos fazendo um fechamento de cada texto (você pode fa- zer isso após a apresentação de cada grupo ou depois que todos terminarem). Isso permitirá que você saliente os pontos importantes de cada texto e os relacione ao tema da lição da noite.

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Momento dos Pequenos Grupos – 35 minutos

Depois que os Grupos de estudo terminarem, faça os adoles- centes se reagruparem nos seus Pequenos grupos permanen- tes. Este tempo serve para:

a) Ler o texto da semana para os Pequenos grupos;

b) Discutir questões de conteúdo;

c) Discutir aplicação prática.

Texto para os Pequenos Grupos

Leia 1 Coríntios 12.12–27 — (Peça para dois participantes lerem o texto

em voz alta

é difícil pegar alguma coisa da primeira vez).

Questões de Conteúdo:

Feita a leitura, alguém tem alguma pergunta? O que não faz senti- do? Alguma coisa parece estranha ou misteriosa?

O que determina se alguém é membro do corpo de Cristo? De acor- do com o texto, como alguém entra no corpo de Cristo?

Explique a ilustração do corpo com suas próprias palavras. Use sua memória para contar o que leu.

Qual o significado de “corpo” nessa passagem? Por que essa ana- logia é usada para descrever a igreja? Que características do corpo são refletidas na igreja?

Dê alguns exemplos de um indivíduo cristão fazendo algo que cau- se impacto em todo o corpo de Cristo.

Qual o papel de Deus nesse texto e ilustração?

De acordo com o texto, por que cada parte do corpo é importante e necessária para o corpo como um todo?

Paulo escreveu esse texto para lidar com problemas específicos que a igreja de Corinto estava enfrentando. Com base no texto, diga quais seriam alguns desses problemas.

Use este espaço para formular suas próprias questões ou reescrever algu- mas das apresentadas acima.

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Questões para aplicação:

Por que os cristãos são diferentes uns dos outros? Por que os cris- tãos não são todos iguais? Isso não seria mais efetivo?

Por que você acha que as pessoas se comparam umas com as outras? Isso tem a ver com cobiça ou egoísmo? O que acontece quando nos comparamos uns com os outros?

Se as partes são diferentes umas das outras, isso não significa que algumas sejam melhores do que outras?

Em sua opinião, o corpo de Cristo é mais único (exclusivo) ou har- monioso (unido)? Temos mais diferenças ou similaridades? Explique sua resposta.

Como você vê a si mesmo como parte do corpo de Cristo? Como o corpo de Cristo seria prejudicado se não houvesse a sua influên- cia?

Em sua opinião, qual seria a causa das divisões/contendas/conflitos entre os cristãos?

É possível ter bastante união na igreja? Explique sua resposta. É possível ter bastante diversidade na igreja? Explique sua resposta.

Você sente que realmente valoriza e respeita as diferenças em ou- tros cristãos? Explique por que você respondeu assim.

Há alguns cristãos ou igrejas cristãs com os quais você não se dá? Honestamente, qual você imagina ser a raiz desse problema.

Descreva um momento no qual você foi usado por Deus para fazer diferença na vida de alguém.

Use este espaço para formular suas próprias questões ou reescrever algumas das apresentadas acima.

Compartilhar e pedidos de oração – 15 minutos

Compartilhem pedidos de oração e ore com seu Pequeno Grupo.

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LIÇÃO 4:

Crescendo juntos

Preparando a lição

Objetivos da lição

Compreensão: (conhecimento, fatos ou percepções que os adolescen- tes devem aprender) – Explorar o que significa buscar a Deus pessoal- mente.

Reflexão: (verdades pessoais nas quais seus adolescentes devem medi- tar) – Considerar profundamente nossos pensamentos sobre Deus e seu caráter, e desafiar o que dizemos que acreditamos contra o que realmente está sendo expresso em nossas vidas.

Impacto: (mudança de vida: ações que seus adolescentes devem adotar em obediência à Palavra de Deus) – Fazer com que o conhecer a Deus seja nossa maior prioridade, e fazer alguma coisa nova esta semana para experimentar Deus.

Visão geral da lição

Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus! Salmo 46.10 (Tradução Re- vista e Atualizada).

Essas palavras simples são muito poderosas. Apresentam um paradoxo. Como pode o Infinito e Invisível ser conhecido por nós, pobres criaturas? Como podemos ficar satisfeitos em nosso conhecimento dele, pensando que sabemos o suficiente? Como podemos esperar silenciar nossos pensa- mentos, ambições e a adoração pessoal – como podemos aquietar esses pensamentos e reconhecer Deus pelo que é? A meta mais alta que alguém pode alcançar é conhecer a Deus; depois disso, tudo se acomoda.

A busca por Deus durará toda uma vida; os que viveram mais lhe dirão o quanto ainda falta percorrer. Conhecer a Deus responde todas as nossas dúvidas, satisfaz cada desejo, preenche cada necessidade e apaga todos os nossos medos. Conhecer a Deus é amá-lo, é caminhar com ele nesta vida, é manter uma amizade íntima. É ali que aprendemos sobre nós mesmos, sua vontade e sua sabedoria para viver.

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Como líderes na igreja é nossa responsabilidade ajudar nossos adoles- centes a conhecer a Deus. Não estamos sozinhos – ainda bem! – traba- lhamos junto com o Espírito Santo. Há um momento para diversão – o que é a alegria senão a resposta aos dons de Deus? Há um momento para lágrimas, pois a vida trás muitas provações. Deve haver também um tempo para ficar quieto, para pensar em Deus, em seu caráter e em suas obras.

A meta desta lição é simples de redigir: discernir como podemos conhecer melhor a Deus como comunidade. Este é um tópico básico; de algum modo, isto é cristianismo tanto para o nível “iniciantes” quanto para o nível “avançado”.

Textos para o estudo bíblico

Os textos a seguir serão abordados nesta lição. Leia cada um e use a margem para fazer anotações.

GRUPO DE ESTUDOS 1: Isaías 55.8–11

“Pois os meus pensamentos não são os pensamentos de vocês, nem os seus caminhos são os meus caminhos”, declara o Senhor. “Assim como os céus são mais altos do que a terra, também os meus cami- nhos são mais altos do que os seus caminhos, e os meus pensamen- tos, mais altos do que os seus pensamentos. Assim como a chuva e

a neve descem dos céus e não voltam para eles sem regarem a terra

e fazerem-na brotar e florescer, para ela produzir semente para o se- meador e pão para o que come, assim também ocorre com a palavra que sai da minha boca: ela não voltará para mim vazia, mas fará o que desejo e atingirá o propósito para o qual a enviei

GRUPO DE ESTUDOS 2: Filipenses 2.12–13

Assim, meus amados, como sempre vocês obedeceram, não apenas na minha presença, porém muito mais agora na minha ausência, po- nham em ação a salvação de vocês com temor e tremor, pois é Deus quem efetua em vocês tanto o querer quando o realizar, de acordo com a boa vontade dele.

GRUPO DE ESTUDOS 3: 2Pedro 1.5–8

Por isso mesmo, empenhem-se para acrescentar à sua fé a virtude; à virtude o conhecimento; ao conhecimento o domínio próprio; ao do- mínio próprio a perseverança; à perseverança a piedade; à piedade

a fraternidade; e à fraternidade o amor. Porque, se essas qualidades existirem e estiverem crescendo em sua vida, elas impedirão que

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vocês, no pleno conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo, sejam inoperantes e improdutivos.

GRUPO DE ESTUDOS 4: Mateus 7.7–11

Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta. Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encon- tra; e àquele que bate, a porta será aberta. Qual de vocês, se seu filho pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou se pedir peixe, lhe dará uma cobra? Se vocês, apesar de serem maus, sabem dar boas coisas aos seus filhos, quanto mais o Pai de vocês, que está nos céus, dará coisas boas aos que lhe pedirem!

TEXTO PARA OS PEQUENOS GRUPOS: Deuteronômio 30.11–16

O que hoje lhes estou ordenando não é difícil fazer, nem está além

do seu alcance. Não está lá em cima no céu, de modo que vocês tenham que perguntar: “Quem subirá ao céu para trazê-lo e pro- clamá-lo a nós a fim de que lhe obedeçamos?” Nem está além do mar, de modo que vocês tenham que perguntar: “Quem atravessará

o mar para trazê-lo e, voltando, proclamá-lo a nós a fim de que lhe

obedeçamos?” Nada disso! A palavra está bem próxima de vocês, em sua boca e em seu coração; por isso vocês poderão obedecer-lhe. Vejam que hoje ponho diante de vocês vida e prosperidade, ou morte e destruição. Pois hoje lhes ordeno que amem o Senhor, o seu Deus, andem nos seus caminhos e guardem os seus mandamentos, decre- tos e ordenanças; então vocês terão vida e aumentarão em número,

e o Senhor, o seu Deus, os abençoará na terra em que vocês estão entrando para dela tomar posse.

Pare e Reflita

Use esta seção para refletir sobre o que estes textos significam para sua vida. Ensinar aos outros é melhor quando Deus nos ensina primeiro. Após ler estas passagens, creio que Deus está me ensinando, me desafiando, me convencendo a

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Filipenses 2.12–13

2 Pedro 1.5–8

Mateus 7.7–11

Deuteronômio 30.11–16

Seu coração está pronto para ensinar esta lição? Se não estiver, o que é preciso fazer para que esteja apto para ensinar?

Agora que você está pronto, examine o conteúdo dos seus pensamentos e selecione aqueles que você julga mais apropriados (caso surja a oportuni- dade) ensinar, comunicar ou compartilhar com seu Pequeno Grupo.

Comentários sobre as Escrituras

O propósito desta seção é dar uma explicação sobre versículos que po- deriam ser difíceis de explicar aos adolescentes. Nem todos os textos têm comentários.

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GRUPO DE ESTUDOS 1: Isaías 55.8–11

A sabedoria de Deus é muito maior do que poderíamos jamais ima-

ginar e é muito diferente do nosso modo de pensar natural. O fato de que nós jamais seremos capazes de compreender a Deus com- pletamente não significa que ele não pode ser conhecido. A Palavra de Deus é uma chuva que nutre o solo estéril da nossa alma, e pode produzir vida dentro de nós.

GRUPO DE ESTUDOS 2: Filipenses 2.12–13

Não há dúvida de que somos incapazes de crescer espiritualmente sem a ajuda de Deus. É impossível conhecer a Deus apenas através de nossos próprios esforços. O Deus invisível nos é revelado em sua Palavra e na Encarnação de Cristo. Parte da responsabilidade é nos- sa, pois somos chamados a por em ação nossa salvação à medida que Deus está trabalhando em nós. Trabalhamos junto com Deus para nos tornarmos maduros.

Há uma outra parceria nesta passagem, a “vontade” e a “ação”. Não é suficiente apenas querer as coisas certas. Não é suficiente simplesmente fazer as coisas certas. Maturidade é atitude e ação, a combinação de querer como Deus quer e agir como Deus direciona.

GRUPO DE ESTUDOS 3: 2 Pedro 1.5–8

Listas das Escrituras, como esta, representam um instrumento ex- celente para avaliar a condição da nossa alma. Elas também nos mostram que o exercício da fé é um processo árduo que se estende

por toda a vida e deve conduzir a uma existência plena e efetiva. Os cristãos que se sentem ineficazes e improdutivos devem atentar para essas virtudes e considerar sua aplicação em nossas vidas. Maturi- dade é mais do que um conjunto de fatos sobre Deus e a Bíblia. É conhecimento em ação, é amar aos outros tão profundamente quan-

to Cristo amou ao mundo.

GRUPO DE ESTUDOS 4: Mateus 7.7–11

Crescer espiritualmente requer dedicação e compromisso. O cresci-

mento não acontece sem investimento, nós precisamos seguir a Cris-

to com determinação, buscando desesperadamente que ele trabalhe

em nós. Deus dá bons presentes aos seus filhos (Hebreus 11.6), mas precisamos pedir, buscar e bater com persistência.

TEXTO PARA OS PEQUENOS GRUPOS: Deuteronômio 30.11–16

Esse texto das Escrituras é parte de um discurso veemente de Moisés em seus últimos dias, enquanto ele encorajava os filhos de Israel a buscarem a Deus. Essa busca não é tão difícil ou impossível. Deus está perto e pronto para ser conhecido por nós.

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Fechamento

Certifique-se de ter lido o restante do material desta semana antes que seus adolescentes cheguem. Marque as questões que você gostaria de usar no seu Pequeno Grupo, ou escreva novas questões.

Agora você está pronto para ensinar a lição

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ENSINANDO A LIÇÃO

Introduza a lição – 10 minutos

Comece esta lição ajudando os participantes a gerar pensa- mentos sobre o tema da lição. Use o que está preenchido no lugar do que seriam os espaços em branco a seguir como ajuda. As palavras em negrito, sublinhadas, são as respostas das lacunas do manual dos adolescentes. Sinta-se livre para promover alguma discussão.

Não é secreto: Deus quer que o conheçamos!

Provem, e vejam como o SENHOR é bom. Como é feliz o homem que

nele se refugia! Salmo 34.8 Aproximem-se de Deus, e ele se apro- ximará de vocês! Tiago 4.8 (Deus falando) Venham, vamos refletir

juntos

Isaías 1.18

Distorcer essa verdade espiritual é fácil. Muitos cristãos acreditam que maturidade significa ter bastante conhecimento, ter resposta pra tudo, saber impressionar as pessoas, etc.

O verdadeiro conhecimento de Deus resulta em uma vida bonita, em

obediência. A vida é dura, freqüentemente nos deparamos com muitas

decisões difíceis. Maturidade espiritual significa também discernimento

— uma palavra comprida que significa ser capaz de escolher a coisa certa (do ponto de vista divino).

Mas o alimento sólido é para os adultos, os quais, pelo exercício constante, tornaram-se aptos para discernir tanto o bem quanto o mal. Hebreus 5.14) – (Veja também Filipenses 1.9–10, Romanos 12.2, Provérbios 18.14–15).

Grupos de estudos

Tempo de estudo – 15 minutos

Esse é o momento para você formar pequenos grupos com os participantes. Faça isso de forma “aleatória” e cuide para que a formação dos grupos seja diferente a cada semana. OB- SERVAÇÃO: Se você tiver mais do que 30 participantes deve

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considerar fazer mais do que QUATRO grupos de estudo

deve dar o mesmo texto para dois grupos texto por conta própria.

daí

ou acrescentar um

Dê as seguintes instruções para os seus grupos:

Vamos nos dividir em grupos menores e cada grupo estudará e CON- VERSARÁ sobre o texto que recebeu durante cerca de 10 a 15 minutos. Depois disso nos reuniremos e cada grupo fará duas coisas:

1) Explicará/contará o texto com suas próprias palavras (alguns grupos

usam esquetes

mas não é obrigatório!).

2) Dará um resumo em uma frase do texto relacionada ao tema desta noite.

SEJAM RÁPIDOS

vocês não têm muito tempo.

Não mande líderes adultos com os grupos de adolescentes – DEIXE QUE ELES LIDEM COM O TEXTO SOZINHOS. Após alguns minutos, o profes- sor/instrutor deverá circular pelos grupos para ver como estão indo e dar alguma ajuda.

Tempo de ensino - 30 minutos

Peça que cada grupo mostre sua “apresentação” e resumo em uma frase. Não deixe que os outros participantes os per- turbem. Após a apresentação dos GRUPOS DE ESTUDO pode acontecer certo caos, assim, sugerimos que gaste alguns mo- mentos fazendo um fechamento de cada texto (você pode fa- zer isso após a apresentação de cada grupo ou depois que todos terminarem). Isso permitirá que você saliente os pontos importantes de cada texto e os relacione ao tema da lição da noite.

Momento dos Pequenos Grupos – 35 minutos

Depois que os Grupos de estudo terminarem, faça os adoles- centes se reagruparem nos seus Pequenos grupos permanen- tes. Este tempo serve para:

a) Ler o texto da semana para os Pequenos grupos;

b) Discutir questões de conteúdo;

c) Discutir aplicação prática.

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Texto para os Pequenos Grupos

Leia Deuteronômio 30.11–16 — (Peça que dois participantes leiam o tex- to em voz alta – é difícil pegar alguma coisa da primeira vez).

Questões de Conteúdo

Feita a leitura alguém tem alguma pergunta? O que não faz sentido? Alguma coisa parece estranha ou misteriosa?

A que mandamento Moisés se refere no versículo 11?

Em sua opinião, qual é o verso mais “importante” nessa passagem, que resume o ponto principal?

Qual é o propósito dos versículos 12–13?

Releia o versículo 14. De que modo a palavra estava bem próxima para os israelitas? Como a palavra está próxima de nós hoje?

O versículo 15 nos propõe uma escolha entre vida e morte. O que faz a diferença entre as duas? Qual é a natureza dessa escolha? Como uma pessoa pode fazer essa escolha?

Quais são as promessas para aqueles que amam a Deus e guardam seus mandamentos?

Use este espaço para formular suas próprias questões ou reescrever algumas das apresentadas acima.

Questões para aplicação

Como esse texto desafia você pessoalmente?

Você acha que conhece a Deus tão bem quanto deveria? Explique porque você pensa assim.

Há algo em sua vida impedindo-o de conhecer a Deus? O que está prendendo você? Tente ser honesto e o mais específico que puder.

Em sua opinião, que conexões há entre conhecer a Deus e viver uma vida que honra ao Senhor? Quem tem uma coisa sem ter a outra torna-se semelhante a quê?

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Quais são algumas maneiras práticas de vocês, como Pequeno Gru- po, encorajarem uns aos outros para conhecer melhor a Deus?

Use este espaço para formular suas próprias questões ou reescrever algumas das apresentadas acima.

Compartilhar e pedidos de oração – 15 minutos

Compartilhem pedidos de oração e ore com seu Pequeno Grupo.

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LIÇÃO 5:

Servindo juntos

Preparando a lição

Objetivos da lição

Compreensão: (conhecimento, fatos ou percepções que os adolescen-

tes devem aprender) – Descobrir o ideal de Deus para o significado para

a igreja de amarmos uns aos outros.

Reflexão: (verdades pessoais nas quais seus adolescentes devem medi- tar) – Examinar a qualidade do amor que demonstramos aos outros à luz do padrão de perfeição de Deus.

Impacto: (mudança de vida: ações que seus adolescentes devem ado- tar em obediência à Palavra de Deus) – Determinar especificamente um modo como podemos demonstrar amor sacrificial.

Visão geral da lição

Você é uma OBRA-PRIMA ORIGINAL! Assim como cada um no seu Pe- queno Grupo!

Deus não comete erros. Cada cristão pode dar uma contribuição singular

à igreja e ao mundo. Deus nos criou para algo grande, cada um instintiva- mente sabe disso. Ninguém acorda de manhã e espera que sua vida seja horrível, sem poder e sem significado.

O problema da raça humana não é a nossa motivação para fazer dife-

rença, é o modo como tentamos fazer isso. Trabalhamos para conseguir

as coisas com as nossas próprias forças. Alimentamos nosso apetite por

dinheiro, poder, carros, roupas, conquistas, status, casas, sucesso, popu- laridade, etc. A lista poderia continuar dias a fio. Uma única palavra capta toda nossa busca por significado: egoísmo.

Obviamente, a maneira de Deus é oposta a tudo isso. Jesus virou de cabe-

ça para baixo o modo de pensar do mundo. Para ser grandes, precisamos

aprender a servir. É servindo aos outros que cumprimos o desígnio de Deus para nós. É servindo que fazemos a diferença e oferecemos nossa contribuição aos outros.

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Seguir os caminhos do mundo para encontrar significado causa desa- pontamento – a gratificação dura só um momento e desaparece. Quando nos deparamos com a verdadeira natureza dos nossos esforços egoístas, ficamos desencorajados e deprimidos ou nos impulsionamos a conseguir mais sucesso (acreditando que precisamos apenas nos esforçar mais). Não é de se estranhar que os caminhos do mundo façam de nós pessoas insatisfeitas.

Esta lição é sobre explorar o que a Bíblia tem a dizer sobre servir aos outros. Desafie seus adolescentes a servir em um ministério. Para os que estão em atividade, pergunte como estão se saindo e o que Deus está ensinando a eles. Peça que a equipe de liderança dos 40 Dias de Comu- nidade da sua igreja abra oportunidades onde vocês possam servir sua igreja como Pequeno Grupo.

Textos para o estudo bíblico

As passagens a seguir serão abordadas nesta lição. Leia cada uma e use a margem para fazer anotações.

GRUPO DE ESTUDOS 1: Marcos 10.45; João 13.14–17

Marcos 10.45: Pois nem mesmo o Filho do homem veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.

João 13.14–17: Pois bem, se eu, sendo Senhor e Mestre de vocês, lavei-lhes os pés, vocês também devem lavar os pés uns dos outros. Eu lhes dei o exemplo, para que vocês façam como lhes fiz. Digo- lhes verdadeiramente que nenhum escravo é maior do que o seu senhor, como também nenhum mensageiro é maior do que aquele que o enviou. Agora que vocês sabem estas coisas, felizes serão se as praticarem.

GRUPO DE ESTUDOS 2: Colossenses 3.23–24; Filipenses 2.14

Colossenses 3.23–24: Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens, sabendo que receberão do Senhor a recompensa da herança. É a Cristo, o Senhor, que vocês estão servindo.

Filipenses 2.14: Façam tudo sem queixas nem discussões.

GRUPO DE ESTUDOS 3: Romanos 12.10–13

Dediquem-se uns aos outros com amor fraternal. Prefiram dar honra aos outros mais do que a si próprios. Nunca lhes falte o zelo, sejam fervorosos no espírito, sirvam ao Senhor. Alegrem-se na esperança,

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sejam pacientes na tribulação, perseverem na oração. Compartilhem

o que vocês têm com os santos em suas necessidades. Pratiquem a hospitalidade.

GRUPO DE ESTUDOS 4: Mateus 25.34–40

Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: ‘Venham, benditos de meu Pai! Recebam como herança o Reino que lhes foi preparado desde a criação do mundo. Pois eu tive sede, e vocês me deram de

beber; fui estrangeiro, e vocês me acolheram; necessitei de roupas, e vocês me vestiram; estive enfermo, e vocês cuidaram de mim; estive preso, e vocês me visitaram’. Então os justos lhe responderão: ‘Se- nhor, quando te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede

e te demos de beber? Quando te vimos como estrangeiro e te aco-

lhemos, ou necessitado de roupas e te vestimos? Quando te vimos enfermo ou preso e fomos te visitar?’ O Rei responderá: ‘Digo-lhes a verdade: O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram’.

TEXTO PARA OS PEQUENOS GRUPOS: Lucas 10.25–37

Certa ocasião, um perito na lei levantou-se para pôr Jesus à prova

e lhe perguntou: “Mestre, o que preciso fazer para herdar a vida

eterna?” “O que está escrito na Lei?”, respondeu Jesus. “Como você

a lê?” Ele respondeu: “Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu

coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças e de todo o seu

entendimento e ame o seu próximo como a si mesmo”. Disse Jesus:

“Você respondeu corretamente. Faça isso, e viverá”. Mas ele, que- rendo justificar-se perguntou a Jesus: “E quem é o meu próximo?” Em resposta, disse Jesus: “Um homem descia de Jerusalém para Jericó, quando caiu nas mãos de assaltantes. Estes lhe tiraram as roupas, espancaram-no e se foram, deixando-o quase morto. Aconte- ceu estar descendo pela mesma estrada um sacerdote. Quando viu o homem, passou pelo outro lado. E assim também um levita; quando chegou ao lugar e o viu, passou pelo outro lado. Mas um samaritano, estando de viagem, chegou onde se encontrava o homem e, quando

o viu, teve piedade dele. Aproximou-se, enfaixou-lhe as feridas, der-

ramando nelas vinho e óleo. Depois colocou-o sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e cuidou dele. No dia seguinte, deu dois denários ao hospedeiro e lhe disse: ‘Cuide dele. Quando eu voltar lhe pagarei todas as despesas que você tiver’.” Qual destes três você acha que foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?” 37 “Aquele que teve misericórdia dele”, respondeu o pe- rito na lei. Jesus lhe disse: “Vá e faça o mesmo”.

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Pare e Reflita

Use esta seção para refletir sobre o que estes textos significam para sua vida. Ensinar aos outros é melhor quando Deus nos ensina primeiro. Após ler estas passagens, creio que Deus está me ensinando, me desafiando, me

GRUPO DE ESTUDOS 1: Marcos 10.45; João 13.14–17

GRUPO DE ESTUDOS 2: Colossenses 3.23–24; Filipenses 2.14

GRUPO DE ESTUDOS 3: Romanos 12.10–13

GRUPO DE ESTUDOS 4: Mateus 25.34–40

TEXTO PARA OS PEQUENOS GRUPOS: Lucas 10.25–37

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Seu coração está pronto para ensinar esta lição? Se não estiver, o que é preciso fazer para que esteja apto para ensinar?

Agora que você está pronto, examine o conteúdo dos seus pensamentos e selecione aqueles que você julga mais apropriados (caso surja a oportuni- dade) ensinar, comunicar ou compartilhar com seu Pequeno Grupo.

Comentários sobre as Escrituras

O propósito desta seção é dar uma explicação sobre versículos que po- deriam ser difíceis de explicar aos adolescentes. Nem todos os textos têm comentários.

GRUPO DE ESTUDOS 1: João 13.14–17

Há dois mil anos, os pés deveriam ser realmente horríveis – quer dizer, eles eram muito sujos porque as pessoas andavam por toda parte usando algo parecido com uma sandália, quase nada tinha um calçamento semelhante ao nosso bom concreto (sujeira). Lavar os pés era um trabalho que o servo da casa devia fazer assim que os convidados chegassem. Não é de se estranhar que fosse considera- do um trabalho de baixa categoria. Quando Jesus lavou os pés dos discípulos, seu exemplo foi como uma parábola viva: assim como vocês foram servidos, devem servir aos outros. Nenhum cristão está “acima” de qualquer tarefa do ministério.

GRUPO DE ESTUDOS 2: Colossenses 3.23–24, Filipenses 2.14

Não importa a quem estamos servindo ou o que estamos fazendo, estamos servindo primeiro a Deus. Essa importante perspectiva nos leva à atitude correta e ao desejo de fazer um grande trabalho. Esta perspectiva nos ajuda a servir sem reclamações.

GRUPO DE ESTUDOS 4: Mateus 25.34–40

O ato de servir não precisa ser necessariamente complexo. Deve ser

algo tão fácil como ajudar outros em necessidade: comida para o faminto, água para o sedento, hospitalidade para o estrangeiro, rou-

pas para quem está nu, cuidado para o doente, encorajamento para

o encarcerado. Em Colossenses 3.23-24 vemos que ao servir aos outros estamos servindo a Jesus.

TEXTO PARA OS PEQUENOS GRUPOS: Lucas 10.25–37

Samaritanos

Depois da morte do Rei Salomão em 933 a.C., Israel dividiu-se em dois reinos. O reino do norte manteve o nome de Israel e o reino

do sul passou a chamar-se Judá. A capital do reino do norte era

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Samaria, que foi invadida pelos assírios em 722. No caso de uma in- vasão a prática comum era deportar muitos líderes e pessoas influen- tes vencidas para que não pudessem liderar uma rebelião. A Assíria também trouxe pessoas para Samaria dando-lhes, freqüentemente, terras como recompensa. No curso de 700 anos os judeus que não foram deportados casaram-se com estes assírios e outros cananeus (pessoas que viviam em Israel antes de os judeus chegarem). Esta nova mistura de pessoas foi chamada de samaritanos; eles eram des- prezados e discriminados pelos judeus. Por terem aberto mão de sua herança e “pureza”, os samaritanos eram considerados bastardos. Essa parábola foi altamente ofensiva para os ouvintes originais, já que afrontava seus sentimentos racistas.

Fechamento

Certifique-se de ter lido o restante do material desta semana antes que seus adolescentes cheguem. Marque as questões que você gostaria de usar no seu Pequeno Grupo, ou escreva novas questões.

Agora você está pronto para ensinar a lição

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ENSINANDO A LIÇÃO

Introduza a lição – 10 minutos

Comece ajudando os participantes a gerar pensamentos sobre o tema da lição. Use o que está preenchido no lugar do que seriam os espaços em branco a seguir como ajuda. As pala- vras em negrito, sublinhadas, são as respostas das lacunas do manual dos adolescentes. Sinta-se livre para promover algu- ma discussão.

Todo mundo quer ter uma vida significativa. Ninguém acorda de manhã pensando: “Espero que minha vida seja ineficaz, que ninguém perceba que eu existo e que eu jamais faça algo impactante. Daqui a sessenta anos, espero valer absolutamente nada”.

É natural almejar ter uma vida significativa, pois Deus criou isso dentro de nós. Cada um tem capacidade para ser importante, pois Deus nunca comete erros. O problema não é nosso desejo de sermos importantes, mas o MODO COMO buscamos essa importância.

O mundo vê importância como poder, prestígio, riqueza, empreendi- mentos, status, etc. Se você quer ser importante, deve aproveitar as oportunidades e trabalhar pesado para conquistar seus sonhos. O egoís- mo é a marca registrada do nosso mundo e às vezes parece que nossos sonhos consumistas são, na realidade, um pesadelo.

Quando seguimos pelo caminho errado para conquistar o poder, termina- mos desencorajados ou deprimidos, e encontramos pouca satisfação na condição das nossas vidas. Sentimo-nos fracassados quando nos depara- mos com nossa insignificância.

A vida de Jesus foi a mais importante. Sua influência é universal e já dura

2000 anos. O “segredo” do seu sucesso foi o serviço. Isso se opõe a tudo que o mundo ensina, mas é verdade. Neste estudo, exploraremos o que

a Bíblia ensina sobre servir aos outros.

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Grupos de estudos

Tempo de estudo – 15 minutos

Esse é o momento para você formar pequenos grupos com

os participantes. Faça isso de forma “aleatória” e cuide para que a formação dos grupos seja diferente a cada semana. OB- SERVAÇÃO: Se você tiver mais do que 30 participantes deve

considerar fazer mais do que QUATRO grupos de estudo

ou acrescentar um

daí

deve dar o mesmo texto para dois grupos texto por conta própria.

Dê as seguintes instruções para os seus grupos:

Vamos nos dividir em grupos menores e cada grupo estudará e CON- VERSARÁ sobre o texto que recebeu durante cerca de 10 a 15 minutos. Depois disso nos reuniremos e cada grupo fará duas coisas:

1) Explicará/contará o texto com suas próprias palavras (alguns grupos

usam esquetes

mas não é obrigatório!).

2) Dará um resumo em uma frase do texto relacionada ao tema desta noite.

SEJAM RÁPIDOS

vocês não têm muito tempo.

Não mande líderes adultos com os grupos de adolescentes – DEIXE QUE ELES LIDEM COM O TEXTO SOZINHOS. Após alguns minutos, o profes- sor/instrutor deverá circular pelos grupos para ver como estão indo e dar alguma ajuda.

Tempo de ensino - 30 minutos

Peça que cada grupo mostre sua “apresentação” e resu- mo em uma frase. Não deixe que os outros participantes os perturbem. Após a apresentação dos GRUPOS DE ESTUDO pode acontecer certo caos, assim, sugerimos que gaste al- guns momentos fazendo um fechamento de cada texto (você pode fazer isso após a apresentação de cada grupo ou depois que todos terminarem). Isso permitirá que você saliente os pontos importantes de cada texto e os relacione ao tema da lição da noite.

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Momento dos Pequenos Grupos – 35 minutos

Depois que os Grupos de estudo terminarem, faça os adoles- centes se reagruparem nos seus Pequenos grupos permanen- tes. Este tempo serve para:

a) Ler o texto da semana para os Pequenos grupos;

b) Discutir questões de conteúdo;

c) Discutir aplicação prática.

Texto para os Pequenos Grupos

Leia Lucas 10.25–37 (Peça para dois participantes lerem o texto em voz alta; é difícil pegar alguma coisa da primeira vez).

Questões de Conteúdo

Feita a leitura, alguém tem alguma pergunta? O que não faz senti- do? Alguma coisa parece estranha ou misteriosa?

Que pergunta levou Jesus a proferir essa parábola? De que forma esta pergunta é importante para compreender o significado geral da parábola?

Recontem a parábola com suas próprias palavras. Digam-me o que está acontecendo.

Por que vocês acham que o sacerdote e o levita se desviaram do homem ferido?

Por que vocês acham que o samaritano parou? Alguém aqui sabe alguma coisa sobre os samaritanos?

Por que Jesus usou a figura de um samaritano nesta parábola? Qual

a

importância disso? Qual a importância de ter sido um samaritano

o

homem que ajudou?

que o samaritano fez nesta parábola? O que você pensa a respeito

O

daquilo que ele fez?

Como Jesus respondeu a pergunta sobre o “próximo”?

O que este texto nos diz sobre amor?

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Use este espaço para formular suas próprias questões ou reescrever algu- mas das apresentadas acima.

Questões para aplicação

O que você acha que este texto nos diz sobre fazer a vontade de Deus?

Se você fosse um dos viajantes desta parábola, com qual deles você se pareceria mais? Por quê?

O que significa servir aos outros? Como você definiria serviço? (Peça para algumas pessoas responderem a essa questão para que você possa ter uma resposta completa).

No versículo 27 lemos “ame o seu próximo como a si mesmo”. Isso significa que se você for cruel com você mesmo, poderá também ser cruel com os outros? Por quê?

Quais são as pessoas que você considera seu próximo? Por quê?

Quais são as pessoas que você NÃO considera seu próximo? Expli- que sua resposta.

O que desafia você pessoalmente nessa parábola?

Quem são algumas “pessoas feridas na margem da estrada” na sua vida cotidiana?

Por que você acha que é difícil ser um servo?

Identifique dois atos de amor de que você foi alvo nesta semana. E dois que você demonstrou.

Você acha que às vezes nós criamos pequenas sociedades forma- das de pessoas agradáveis de se conviver e que nos permitem amar com limites? Você já se pegou dando desculpas para não amar aos outros? Explique.

É possível servir em excesso, de modo que a vida da pessoa seja dominada pelo servir aos outros?

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Use este espaço para formular suas próprias questões ou reescrever algumas das apresentadas acima.

Compartilhar e pedidos de oração – 15 minutos

Compartilhem pedidos de oração e ore com seu Pequeno Grupo.

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LIÇÃO 6:

Adorando juntos

Preparando a lição

Objetivos da lição

Compreensão: (conhecimento, fatos ou percepções que os adolescen- tes devem aprender) – Aprender que somente Deus merece nossa adora- ção e que podemos celebrar sua presença a qualquer momento.

Reflexão: (verdades pessoais nas quais seus adolescentes devem medi- tar) – Considerar honestamente os objetos de nossa adoração. Quais são os “falsos ídolos” que às vezes se colocam entre nós e Deus?

Impacto: (mudança de vida: ações que seus adolescentes devem ado- tar em obediência à Palavra de Deus) – Fazer um esforço consciente de gastar mais tempo esta semana adorando a Deus – reconhecendo sua presença e poder – com outros cristãos e sozinho.

Visão geral da lição

PARABÉNS! Você chegou até a última lição da campanha.

Obrigado pelo seu compromisso de servir a Deus ministrando para seus adolescentes. Esperamos que estas últimas seis semanas tenham sido empolgantes e agradáveis para você e seu grupo. Estamos certos de que Deus tem feito grandes coisas! Graças à sua fidelidade!

Em nossa última lição estudaremos o propósito bíblico da adoração, a ce- lebração da presença de Deus pelo seu povo. Só o fato de usar a palavra “adoração”, muitas imagens já vêm à nossa mente. A maior parte de nós provavelmente pensa em cantar ou ir a um culto na igreja. Se alguém nos perguntasse o que é adoração, diríamos: “obviamente, é muito mais do que cantar”.

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O objeto da nossa adoração necessariamente controla a nossa vida. Esse

é o sentido da adoração: adoramos algo, e somos impulsionados por esse

objeto. Obviamente, há muitos falsos deuses e ídolos em nosso mundo. Algumas pessoas adoram seu trabalho, de modo que esse as impulsiona

a trabalharem mais. Algumas pessoas adoram a elas mesmas, e seu ego não conhece limites. Algumas pessoas adoram a aparência e passam

o tempo todo na academia ou são incapazes de comer um pedaço de

chocolate. Obviamente algumas pessoas vivem para comer e comem tudo o que acham pela frente. É quase impossível relacionar tudo que as pessoas adoram – a lista é imensa! Aquilo que adoramos controla nossa vida e todo mundo adora alguma coisa.

Somente Deus é digno de ser adorado – é claro que você sabe disso! Ele

é ciumento e não pode ficar em segundo lugar – nem “empatado” em

primeiro. Ele quer o primeiro lugar em nossos corações; é a única posição

que Ele pode ocupar.

Adoração é mais do que cantar. Ela deve estar entremeada por dentro e por fora no tecido da nossa vida. Não importa o que estejamos fazendo, podemos perceber Deus em todo o tempo, agradecendo por sua presen- ça e louvando sua glória. Adoração significa confiar em Deus como nosso “comandante supremo”.

Há cristãos de todos os tipos e há diferentes estilos de adoração conjunta. Isso é bom. A regularidade e o hábito podem construir o caráter e a respon- sabilidade. É muito bom quando alguém pode dizer: “Sinto-me confortável ”

adorando a Deus

Mas é ruim quando o estilo se torna mais importante

do que Deus e mais importante do que honrar aos outros cristãos.

Nesta lição veremos alguns textos relacionados à nossa adoração a Deus para que possamos entregar mais do nosso coração e nossa vida a Ele.

Textos para o estudo bíblico

Os textos a seguir serão abordados nesta lição. Leia cada um e use a margem para fazer anotações.

GRUPO DE ESTUDOS 1: Êxodos 20.1–5

E Deus falou todas estas palavras: “Eu sou o Senhor, o teu Deus,

que te tirou do Egito, da terra da escravidão. Não terás outros deuses

além de mim. Não farás para ti nenhum ídolo, nenhuma imagem de

qualquer coisa no céu, na terra, ou nas águas debaixo da terra. Não

prostrarás diante deles nem lhes prestarás culto, porque eu, o ”

te

Senhor, o teu Deus, sou Deus zeloso

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GRUPO DE ESTUDOS 2: Romanos 12.1; 6.13

Romanos 12.1: Portanto, irmãos, rogo-lhes pelas misericórdias de Deus que se ofereçam em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; esse é o culto racional de vocês.

Romanos 6.13: Não ofereçam os membros do corpo de vocês ao pecado, como instrumentos de injustiça; antes ofereçam-se a Deus como quem voltou da morte para a vida; e ofereçam os membros do corpo de vocês a ele, como instrumentos de justiça.

GRUPO DE ESTUDOS 3: Provérbios 3.5–9

Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apóie em seu pró- prio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas. Não seja sábio aos seus próprios olhos; tema o Senhor e evite o mal. Isso lhe dará saúde ao corpo e vigor aos ossos. Honre o Senhor com todos os seus recursos e com os primeiros frutos de todas as suas plantações;

GRUPO DE ESTUDOS 4: João 4.23–24

No entanto, está chegando a hora, e de fato já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade. São estes os adoradores que o Pai procura. Deus é espírito, e é necessá- rio que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.

TEXTO PARA OS PEQUENOS GRUPOS: Salmo 22.23–29

Louvem-no, vocês que temem o Senhor! Glorifiquem-no, todos vocês, descendentes de Jacó! Tremam diante dele, todos vocês, descen- dentes de Israel! Pois não menosprezou nem repudiou o sofrimento do aflito; não escondeu dele o rosto, mas ouviu o seu grito de socorro. De ti vem o tema do meu louvor na grande assembléia; na presença dos que te temem cumprirei os meus votos. Os pobres comerão até ficarem satisfeitos; aqueles que buscam o Senhor o louvarão! Que vocês tenham vida longa! Todos os confins da terra se lembrarão e se voltarão para o Senhor, e todas as famílias das nações se prostrarão diante dele, pois do Senhor é o reino; ele governa as nações. Todos os ricos da terra se banquetearão e o adorarão; haverão de ajoelhar-se diante dele todos os que descem ao pó, cuja vida se esvai.

Pare e reflita

Use esta seção para refletir sobre o que estes textos significam para sua vida. Ensinar aos outros é melhor quando Deus nos ensina primeiro. Após ler estas passagens, creio que Deus está me ensinando, me desafiando, me

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Êxodos 20.1–5

Romanos 12.1; 6.13

Romanos 12.1; 6.13 Provérbios 3.5–9 João 4.23–24 Salmo 22.23–29
Romanos 12.1; 6.13 Provérbios 3.5–9 João 4.23–24 Salmo 22.23–29
Romanos 12.1; 6.13 Provérbios 3.5–9 João 4.23–24 Salmo 22.23–29

Provérbios 3.5–9

Romanos 12.1; 6.13 Provérbios 3.5–9 João 4.23–24 Salmo 22.23–29
Romanos 12.1; 6.13 Provérbios 3.5–9 João 4.23–24 Salmo 22.23–29
Romanos 12.1; 6.13 Provérbios 3.5–9 João 4.23–24 Salmo 22.23–29

João 4.23–24

Romanos 12.1; 6.13 Provérbios 3.5–9 João 4.23–24 Salmo 22.23–29
Romanos 12.1; 6.13 Provérbios 3.5–9 João 4.23–24 Salmo 22.23–29
Romanos 12.1; 6.13 Provérbios 3.5–9 João 4.23–24 Salmo 22.23–29

Salmo 22.23–29

Seu coração está pronto para ensinar esta lição? Se não estiver, o que é preciso fazer para que esteja apto para ensinar?

Agora que você está pronto, examine o conteúdo dos seus pensamentos e selecione aqueles que você julga mais apropriados (caso surja a oportuni- dade) ensinar, comunicar ou compartilhar com seu Pequeno Grupo.

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Comentários sobre as Escrituras

O propósito desta seção é dar uma explicação sobre versículos que po- deriam ser difíceis de explicar aos adolescentes. Nem todos os textos têm comentários.

GRUPO DE ESTUDOS 1: Êxodos 20.1–5

Este texto contém os dois primeiros dos 10 mandamentos, proibindo

a adoração a outros “deuses” (ou seres espirituais) ou “ídolos” (obje-

tos criados). Deus quer ser o nosso Deus. Isso é fácil de dizer porém difícil de praticar. Para ilustrar a importância disso Deus se autode- nomina Ciumento (traduzido por Zeloso na versão que estamos uti- lizando). Inicialmente esse poderia parecer um nome estranho para Deus, porém, refletindo um pouco mais, é realmente um nome per- feito para Ele. O ciúme é a comparação humana mais próxima des- se aspecto do caráter divino de Deus. De acordo com o dicionário, ciúme é a qualidade de estar muito atento ou cuidadoso guardando suas possessões dos seus rivais. O amor de Deus é tão grande que Ele não vai nos dividir com qualquer outra pessoa ou coisa. E Ele exige em troca nossa lealdade exclusiva.

GRUPO DE ESTUDOS 2: Romanos 12.1; 6.13

Romanos 12.1 forma pares de palavras aparentemente opostas.

Corpos e espiritual; vivo e sacrifício. Nossa adoração a Deus é mais do que ações externas e coisas que fazemos com nossos corpos. Adoração não é um ritual sem sentido; é também algo espiritual, envolvendo nossos corações focados em Deus. Jesus condenou os fariseus por negligenciarem seu coração: “Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão me adoram; seus ensinamentos não passam de regras ensinadas por homens”

– Mateus 15.8–9.

Adoração é o modo como honramos a Deus com nossas vidas. “Sa- crifício vivo” é um oxímoro (figura que consiste em reunir palavras aparentemente contraditórias), pois os sacrifícios são mortos no altar. Nosso ato espiritual de adoração não é uma coisa qualquer, momen- taneamente incluída na agenda dominical; é um ato contínuo que dura toda nossa vida.

GRUPO DE ESTUDOS 3: Provérbios 3.5–9

Esse texto serve para nós como um grande teste de adoração: quan- to nós confiamos em Deus? Deus merece e exige o primeiro lugar nas nossas vidas e precisamos adorá-lo com cada partícula do nosso ser. Então, como é possível nos rendermos completamente a Deus?

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O melhor meio de dar a Deus todas as coisas é abrir mão das coisas

a que mais nos apegamos. Você pode descobrir qual é a coisa com

que você mais se apega observando aquilo em que você confia mais do que em Deus.

GRUPO DE ESTUDOS 4: João 4.23–24

O contexto é REALMENTE importante para compreender esse texto,

portanto você deve ler um trecho mais amplo para que possa dar informações contextuais aos participantes.

O estilo é algo importante para a adoração. Permite que expressemos

nosso amor a Deus de maneiras que sejam familiares e confortáveis. Talvez o estilo de adoração seja como uma cadeira favorita. Você tem essa cadeira há muito tempo e no momento em que senta nela não precisa ficar se contorcendo para encontrar uma posição confortável.

É como um amigo bem chegado. O único problema com o estilo de

adoração é quando os cristãos criticam e menosprezam outros esti- los. Seria insano pensar em ofender alguém só porque não gostou da sua cadeira. O estilo é importante, mas adorar em espírito e em ver- dade é mais importante. Adoração é mais do que uma atividade física ou ritual, é um ato espiritual que envolve nossa alma, pensamentos e a atitude do nosso coração. A adoração não se baseia em nossas pré- concepções e suposições. Baseia-se na verdade revelada por Deus.

Fechamento

Certifique-se de ter lido o restante do material desta semana antes que seus adolescentes cheguem. Marque as questões que você gostaria de usar no seu Pequeno Grupo, ou escreva novas questões.

Agora você está pronto para ensinar a lição

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ENSINANDO A LIÇÃO

Introduza a lição – 10 minutos

Comece esta lição ajudando os participantes a gerar pensa- mentos sobre o tema da lição. Use o que está preenchido no lugar do que seriam os espaços em branco a seguir como ajuda. As palavras em negrito, sublinhadas, são as respostas das lacunas do manual dos adolescentes. Sinta-se livre para promover alguma discussão.

A palavra “adoração” evoca muitas imagens poderosas; provavelmente a

primeira coisa que vem à mente é cantar ou ir à igreja. Se continuássemos trabalhando no assunto em nossas mentes provavelmente corrigiríamos nosso pensamento: “claro que adoração é mais do que cantar”. Então vamos adiante: o que é adoração?

A palavra adoração envolve estilo. Os cristãos em todo o mundo adoram

de modos diferentes. Então, estilo é algo importante no que diz respeito

à adoração, especialmente, porque tem um impacto imenso em nossos níveis de conforto.

Adoração é a nossa resposta a Deus, e é também a celebração da sua presença em nossas vidas. Outra boa maneira de explicar adoração com uma única palavra é “dar”. Damos nossa adoração, nosso louvor, nossas vidas, nossas possessões, quando nos rendemos a Deus.

Nesta lição veremos alguns textos importantes que vão contestar nossas idéias sobre adoração de modo que nos aperfeiçoemos no modo como louvamos a Deus.

Grupos de Estudos

Tempo de estudo – 15 minutos

Esse é o momento para você formar pequenos grupos com

os participantes. Faça isso de forma “aleatória” e cuide para que a formação dos grupos seja diferente a cada semana. OB- SERVAÇÃO: Se você tiver mais do que 30 participantes deve

considerar fazer mais do que QUATRO grupos de estudo

ou acrescentar um

daí

deve dar o mesmo texto para dois grupos texto por conta própria.

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Dê as seguintes instruções para os seus grupos:

Vamos nos dividir em grupos menores e cada grupo estudará e CON- VERSARÁ sobre o texto que recebeu durante cerca de 10 a 15 minutos. Depois disso nos reuniremos e cada grupo fará duas coisas:

1) Explicará/contará o texto com suas próprias palavras (alguns grupos podem usar esquetes, mas não é obrigatório).

2) Dará um resumo em uma frase do texto relacionada ao tema desta noite.

SEJAM RÁPIDOS, vocês não têm muito tempo.

Não mande líderes adultos com os grupos de adolescentes – DEIXE QUE ELES LIDEM SOZINHOS COM O TEXTO. Após alguns minutos, o profes- sor/instrutor deverá circular pelos grupos para ver como estão indo e dar alguma ajuda.

Tempo de ensino - 30 minutos

Peça que cada grupo faça sua “apresentação” e apresente seu resumo em uma frase. Não deixe que os outros participantes os perturbem. Após a apresentação dos GRUPOS DE ESTUDO pode acontecer certo caos, assim, sugerimos que gaste alguns momentos fazendo um fechamento de cada texto (você pode fazer isso após a apresentação de cada grupo ou depois que todos terminarem). Isso permitirá que você saliente os pontos importantes de cada texto e os relacione ao tema da lição da noite.

Momento dos Pequenos Grupos – 35 minutos

Depois que os Grupos de estudo terminarem faça os adolescen- tes se reagruparem em seus pequenos grupos permanentes. O tempo em Pequenos grupos serve para:

a) Ler o texto da semana;

b) Discutir questões de conteúdo;

c) Discutir aplicação prática.

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Texto para os Pequenos Grupos

Leia o Salmo 22.23–29 — (Peça para dois participantes lerem o texto em voz alta; é difícil pegar alguma coisa da primeira vez).

Questões de conteúdo

Líder do Pequeno Grupo: Explique brevemente a natureza dos Salmos como orações dos fiéis a Deus. Enquanto que a Bíblia é a Palavra de Deus para nós, a Escritura dos Salmos é também nossa resposta a Deus. É a sua palavra para nós e é o que nossas palavras para Ele deveriam ser. Será maravilhoso se você puder desafiar seus adolescentes a orar alguns dos Salmos.

Feita a leitura, alguém tem alguma pergunta? O que não faz senti- do? Alguma coisa parece estranha ou misteriosa?

Faça uma lista de todas as coisas que este Salmo especificamente nos conta (talvez cada pessoa possa encontrar uma).

O que significa “temer o Senhor”? Como o temor pode ser algo bom?

O que este texto diz que acontecerá aos pobres?

De que maneiras a fidelidade de Deus é apresentada neste texto? Por que a fidelidade de Deus é importante para a adoração?

Em suas próprias palavras, o que significa adorar a Deus?

Por que Ele diz que nós nascemos para morrer?

Use este espaço para formular suas próprias questões ou reescrever algu- mas das apresentadas acima.

Questões para aplicação

O versículo 26 diz: “Aqueles que buscam o Senhor o louvarão.” Isso descreve a sua fé? Explique os seus sentimentos. O que impede você de adorar mais a Deus com sua vida?

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Releia o versículo 25. Por que compromisso é algo importante para adoração?

Você têm ídolos em sua vida? Há alguma coisa que está acima de Deus em sua escala de prioridade?

Quais alguns modos de demonstrar reverência e honra diante de Deus?

Davi, o homem que escreveu a maioria dos Salmos, ficou conhecido por louvar a Deus no meio do povo. De que modo você é conhecido, qual é a sua fama?

De que maneiras você se sente conectado a Deus? Como você o adora melhor?

Como Pequeno Grupo, ore este Salmo de volta para Deus.

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Compartilhar e pedidos de oração – 15 minutos

Compartilhem pedidos de oração e ore com seu Pequeno Grupo.

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