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Ansiedade Generalizada - Crianças

APRESENTAÇÃO DO CLIENTE

1. PREOCUPAÇÃO EXCESSIVA

A- A criança apresenta-se para a sessão perturbada/ aflita e preocupada com

acontecimentos recentes.

B- A criança estava perturbada/ aflita e preocupada ao ponto de ele/a não ser

capaz de se deixar estabilizar facilmente pelo terapeuta.

C- A criança foi capaz de resolver os problemas causadores da sua preocupação

D- O cliente relata que ele/a tem estado significativamente bem menos

preocupado com ansiedades do passado recente

2. AMEDRONTADO/ URGENTE

A- A criança revelou um sentido de urgência forte e procurou uma possível

tranquilidade para os seus medos.

B- A urgência que cerca o medo da criança é sufocante.

C- O sentido de urgência da criança não diminui com as tentativas do terapeuta de

tranquiliza-lo.

D- O sentido de urgência que cerca o medo que a criança sente já não existe e

ele/a já não exige que o/a tranquilizem.

3. PÂNICO/ INCONTROLÁVEL

A- A criança mostra que ela atingiu um nível de pânico tão acentuado que ele/a se

torna incontrolável quando perto da origem da ansiedade.

B- Os pais relatam que cada intervenção sua não foi capaz de acalmar e

tranquilizar uma vez que ele/a atingia o ponto de pânico.

C- Esforços , pais e terapeuta mostraram-se infrutíferos em acalmar a criança

depois do pânico atingir um ponto incontrolável.

D- A criança respondeu a uma vez calma e tranquilizadora e conseguiu ultrapassar

o seu estado de pânico e processar as causas para esta reacção especifica.

E- O problema de sintomas de pânico da criança foi resolvido e não há registo de

recorrências deste fenómeno recentemente.

4. IRREQUIETO/ TENSO

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A- A criança mostrava-se irrequieta e tensa, tornando-se difícil para ele/a

concentrar-se na sessão ou completar pensamentos ou actividades.

B- A criança torna-se menos tenso e é capaz de responder às questões com

atenção.

C- A criança está mais relaxada e capaz de se concentrar ao longo da sessão,

mesmo quando lhe são dirigidas questões que lhe causariam ansiedade.

5. SINTOMAS DE HIPERACTIVIDADE AUTÓNOMA

A- A criança mostra-se como sendo muito ansioso e experimentando um batimento

cardíaco rápido e falta de ar.

B- A criança tem sido importunada com náuseas e diarreia, consequência da sua

ansiedade, visto que todas as razões médicas foram descartadas.

C- O queixa-se de sentir a boca seca e de frequentemente sentir tonturas.

D- A criança relata que não tem experienciado sintomas de batimento cardíaco

rápido ou falta de ar desde que iniciou a falar do que o faz senti ansioso.

6. CONCENTRAÇÃO NO CORPO/ QUEIXAS FÍSICAS

A- A criança apresenta numerosas queixas físicas e concentra-se no que está a

acontecer com o seu corpo.

B- Preocupações com o corpo ocuparam toda a sessão e foi difícil demover a

criança destas preocupações.

C- A criança partilhou as preocupações de sua mãe com a sua saúde e como ele

cuida dele/a.

D- A criança aceitou tranquilização no que diz respeito a queixas físicas e passou a

falar acerca de outras ansiedades que experiencia.

E- A atenção da criança foi desviada do seu corpo e começou a explorar outras

preocupações.

7. HIPERVIGILANTE

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A- A criança apresenta-se de uma forma tensa e extremamente inquietante.

B- O nível de ansiedade e tensão da criança era tão elevada que não era capaz de

se concentrar em nada e estava irritado.

C- A criança relata distúrbios de sono relacionados com a ansiedade.

D- A ansiedade da criança diminui e está significativamente mais relaxado.

8. MEDO ESPECÍFICO ( FOBIA)

A- A criança apresenta-se ansiosa perante a situação específica de estimulo, ao

ponto de só ser capaz de agir num nível muito limitado.

B- A criança relatou que a ansiedade fóbica aumentava gradualmente, interferindo

com a sua vida diária e também familiar.

C- A criança afirma que não sabe como é que o medo fóbico chegou a dominar a sua

existência diária.

D- A capacidade diária da criança de agir aumentou de forma equilibrada de forma

a conseguir enfrentar o medo fóbico.

9. CAUSAS PARENTAIS DA ANSIEDADE

A- A criança queixa-se de estar preocupada e ansioso com as discussões

constantes dos seus pais.

B- Os seus pais afirmam que restringiram a liberdade e actividade física da

criança para a proteger dos perigos actuais.

C- Foi observado que o uso de culpas excessivas e ameaças de abandono por parte

dos pais provocava preocupação e ansiedade na criança.

D- A criança afirmou que se sentia menos ansiosa e que os pais não discutiam com

tanta frequência

E- O facto de os pais terem levantado as restrições e o controlo, resultou numa

redução ao nível de preocupação e ansiedade.

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INTERVENÇÕES IMPLEMENTADAS

1. ESTABELECER CONFIANÇA/ EXPRESSAR SENTIMENTOS DE ANSIEDADE

A- Um nível de confiança inicial, foi estabelecido com a criança através do uso de

aceitação positiva incondicional.

B- Técnicas de aceitação e de audição activa foram utilizadas para estabelecer a

base para uma relação de confiança com a criança.

C- A criança construiu uma relação baseada na confiança e iniciou a expressar os

seus sentimentos de ansiedade.

D- Apesar do uso de técnicas de aceitação e audição activa e aceitação positiva

incondicional, a criança continua relutante à confiança e partilha dos seus

sentimentos de ansiedade.

2. JOGO: FALAR, SENTIR, FAZER (CAIXA DE SENTIMENTOS)

A- O jogo Falar, Sentir, Fazer (Terapêutica Criativa) foi jogado com a criança que

prontamente respondeu a todas as questões detalhadamente.

B- A criança jogou o jogo Falar, Sentir, Fazer só depois de alguma lisonja e depois

deu apenas respostas breves a algumas questões.

C- A criança jogou ansiosamente o jogo Falar, Sentir, Fazer e ficou satisfeito com

as reacções do terapeuta. A criança gostaria de jogar novamente.

D- Jogar o jogo Falar, Sentir, Fazer ajudou a criança a identificar, explorar e

expressar os seus sentimentos.

3. CONDUZIR SESSÕES DE TERAPIA-ACÇÃO

A- Foram feitas sessões de Terapia-Acção com a criança, nas quais os seus medos,

preocupações e ansiedades foram exploradas e analisadas/ trabalhadas.

B- A criança participou activamente na terapia de acção, partilhando os seus

medos, preocupações e ansiedades e explorando formas de lidar e resolver

estes sentimentos.

C- Os pais foram informados regularmente sobre o que ocorria nas sessões e os

progressos que a criança fazia.

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D- O envolvimento da criança na Terapia-Acção ajudou-o/a a progredir, não só a

reduzir os seus medos e ansiedades mas também a resolvê-los.

4. “ENCONTRAR E PERDER A SUA ANSIEDADE”

A- Á criança foi pedido que completasse e processasse o exercício “ Encontrar e

Perder a sua Ansiedade” in The Brief Child therapy Homework Planner

( Jorgsma, Peterson and McInnis) .

B- O exercício resolução de ansiedade completo foi efectuado e medos e

ansiedades específicos foram identificados juntamente com as possíveis

estratégias para lidar com estes sentimentos.

C- Das sugestões escolhidas no exercício, a criança foi ajudada a desenvolver e

implementar estratégias específicas para cada medo e/ou ansiedade.

D- As estratégias desenvolvidas e implementadas pela criança retiradas do

exercício pareceram eficazes ao ajudar a criança a lidar com os seus medos.

5. UTILIZAR O JOGO “SQUIGGLE WIGGLE”

A- O jogo “Squiggle Wiggle” (Winnicott) foi jogado com a criança para ajudá-lo/a a

exteriorizar a origem da ansiedade.

B- A criança participou activamente no jogo “Squiggle Wiggle”, explicando

detalhadamente a história que rodeia a sua ansiedade.

C- A participação aberta no jogo “Squiggle Wiggle” por parte da criança ajudou a

revelar a origem da sua ansiedade actual.

D- Devido à tolice e à resistência passiva da criança, o jogo “Squiggle Wiggle” não

pode terminar.

E- A criança terminou a parte de desenho do jogo “Squiggle Wiggle” mas recusou-

se a contar a história do seu desenho.

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6. DESENHAR SITUAÇÕES DE ANSIEDADE (DESENHO/HISTÓRIA)

A- Foi pedido à criança que desenhasse duas ou três situações que normalmente

o/a fazem ficar ansioso/a.

B- A criança explicou e processou cada desenho, dizendo com detalhe, quais as

situações lhe causam ansiedade.

C- As opções para lidar com os sentimentos de ansiedade da criança foram

escolhidas após explorados todos os desenhos.

D- A criança tem tentado cada uma das opções para lidar com situações de

ansiedade quando se encontra diante delas no seu dia-a-dia e mostrou uma

redução de preocupação.

7. CONDUZIR TERAPIA DE JOGO PSICOANALÍTICA

A- Ao utilizar uma aproximação através da Terapia de Jogo Psicanalítica, os

principais conflitos da criança foram identificados, processados e solucionados.

B- Na sessão de Terapia de Jogo Psicanalítica, foi permitido à criança liderar a

sessão e explorar as origens dos seus conflitos e/ou principais ansiedades

inconscientes.

C- Assuntos resistentes emergiram da sessão de Terapia de Jogo Psicanalítica

foram resolvidos.

D- O envolvimento activo por parte da criança na sessão de Terapia de Jogo

Psicanalítica ajudou-o/a a ultrapassar os seus conflitos e principais ansiedades.

8. UTILIZAR A ABORDAGEM TERAPIA DE JOGO CENTRADA NA CRIANÇA

A- A Abordagem Terapia de Jogo Centrada na Criança foi utilizada com a criança

para ultrapassar e resolver as suas ansiedades.

B- Na sessão de Terapia de Jogo Centrada na Criança, os sentimentos da criança

foram espelhados, reflectidos e validados.

C- Durante a sessão, os sentimentos da criança foram-lhe apresentadas de uma

forma afirmante, isenta de julgamento para promover o processo de

ultrapassagem das ansiedades.

D- A Abordagem Terapia de Jogo Centrada na Criança ajudou a criança a reduzir e

resolver a maioria dos seus conflitos inconscientes e principais ansiedades.

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9. EXPLORAR MENSAGENS/ RETER COGNIÇÃO (BANDA DESENHADA DO CHICO)

A- As mensagens cognitivas da criança que causam ansiedade foram exploradas e

foi-lhe explicado o papel destas mensagens no processo de criar ansiedade.

B- A criança ouviu as frases mais frequentes e distorcidas que lhe precipitam

ansiedade

C- A criança tem a dificuldade persistente em identificar e clarificar as

mensagens cognitivas distorcidas que lhe precipitam ansiedade.

10. CRIAR NOVAS MENSAGENS/ EXPANDIR TÉCNICAS DE COPING

A- A criança foi ajudada a identificar e desenvolver mensagens positivas e

realistas que ajudam a aumentar a confiança em si próprio/a.

B- criança foram explicadas técnicas de cooperação para o/a ajudarem a

responder efectivamente a situações de ansiedade.

C- Continua a ser muito difícil para substituir as mensagens cognitivas distorcidas

que precipitam ansiedade por mensagens positivas, realistas que induziria a

sentimentos de confiança, calma.

D- Foi pedido à criança para continuar a implementar técnicas específicas de

cooperação que reduziriam a ansiedade.

11. ENSINAR IMAGENS POSITIVAS/RELAXAMENTO (RELAXAMENTO PARA CRIANÇAS)

A- À criança foram ensinadas técnicas de relaxamento profundo dos músculos,

respiração profunda e imagens positivas como forma de cooperar com as suas

ansiedades.

B- A criança praticou com imagens positivas e relaxamento em situações de role-

play com o terapeuta.

C- Num contracto verbal, foi acordado que a criança usaria técnicas de

relaxamento e imagens positivas quando uma ansiedade ou medo se lhe

apresentasse

D- A implementação de técnicas de relaxamento profundo dos músculos,

respiração profunda e imagens positivas, como técnica de cooperação,

mostraram-se bastante eficazes na redução do nível de ansiedade da criança.

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12.MODELO DE RESPOSTAS COGNITIVAS POSITIVAS À ANSIEDADE (MARIONETAS)

A- Usando marionetas ou canetas de feltro, a criança foi encorajado a criar

cenários/situações que provoquem ansiedade.

B- A criança praticou activamente, criando e explicando os vários

cenários/situações que lhe provocavam ansiedade.

C- Para cada cenário criado pela criança, foi modelada uma resposta cognitiva

positiva que o/a ajudassem a reduzir a ansiedade daquela situação.

D- As respostas cognitivas positivas modeladas para a criança foram aplicadas com

sucesso pela criança perante situações que lhe causavam ansiedade.

13.O JOGO “MINHA CASA E LUGARES” (PAULO MORIERA- CAIXA DE

CENÁRIOS/SITUAÇÕES)

A- O Jogo “Minha casa e lugares” (Flood) foi jogado com a criança que participou

com resistência.

B- Enquanto a criança jogava “Minha casa e lugares”, foi capaz de identificar o que

o/a fazia sentir ansiedade.

C- A criança jogou “Minha casa e lugares” com o terapeuta sob coacção/pressão e

deu apenas respostas mínimas e parciais.

14.CANTAR UMA CANÇÃO OU TOCAR UM INSTRUMENTO

A- A criança foi instruída para cantar uma canção ou tocar um instrumento musical

para reflectir a sua ansiedade.

B- A criança colaborou com a directiva de usar a expressão musical para reflectir

a sua ansiedade.

C- A criança resistiu à sugestão de usar a expressão musical que reflectiria a sua

ansiedade.

D- A criança foi capaz de exprimir efectivamente através da musica momentos nos

quais sentiu ansiedade.

E- A expressão musical da ansiedade facilitou a resolução da questão por parte da

criança.

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15.LISTAR CONFLITOS PASSADOS/ACTUAIS (LISTA DE CONFLITOS

PASSADO/PRESENTE)

A- Foi pedida à criança uma lista de todos os seus conflitos, passados ou actuais,

para se estabelecer uma ligação entre esses conflitos e as suas ansiedades

actuais.

B- A criança reviu a lista de conflitos passados e actuais com o terapeuta e foi

capaz de estabelecer ligações chave entre os conflitos e as suas ansiedades.

C- A criança pediu ajuda para estabelecer ligações entre a sua lista de conflitos e

a ansiedade que experiencia.

D- A criança não conseguiu identificar conflitos passados nem actuais que

estabelecessem ligações com experiências de ansiedade actuais.

16.RESOLVER CONFLITOS PASSADOS/ACTUAIS (FOLHA DE REGISTO)


A- Reestruturação cognitiva foi utilizada para ajudar a criança a resolver

situações chave passadas e actuais.

B- A criança aprendeu técnicas de assertividade para tentar resolver conflitos

passados/actuais.

C- A criança foi instruída em variadas técnicas de resolução de conflitos para

aplicar na resolução conflitos-chave passados/actuais.

D- A criança foi gentil, mas firmemente confrontado com a sua resistência em

resolver tanto os conflitos passados como os actuais.

17.RELACIONAR ANSIEDADE E DESEJOS (JOGO DOS DESEJOS)

A- A criança participou numa entrevista interpretativa, na qual expressou os seus

desejos e sentimentos reprimidos.

B- A criança foi ajudada a fazer ligações-chave entre as suas ansiedades e os seus

desejos inaceitáveis ou maus pensamentos

C- A partir do momento em que a criança identificou e expressou os seus desejos

reprimidos e pensamentos censurados, o nível de ansiedade reduziu.

18.ABORDAGEM NARRATIVA À ANSIEDADE (A MINHA HISTÓRIA)

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A- À criança foi dada a tarefa de escrever a história dos seus sentimentos de

ansiedade.

B- Foi pedido à criança para representar a história que criou sobre a sua

ansiedade.

C- A ansiedade exteriorizada foi analisada com a criança depois de esta terminar

a sua representação.

D- A criança foi ajudada a desenvolver resoluções efectivas de cooperação da

história que poderiam ser implementadas na sua vida diária.

E- A criança foi ajudada a identificar modos de implementar estratégias para

reduzir o seu medo no dia-a-dia.

F- As estratégias desenvolvidas e implementadas através do exercício de

narrativa permitiram reduzir o medo da criança no seu dia-a-dia.

19.“OS MEUS PRÓPRIOS PENSAMENTOS E SENTIMENTOS”

A- A criança completou e processou os exercícios de “Os Meus Próprios

Pensamentos e Sentimentos”: A Growth and Recovery Workbook for Children

(Deatin).

B- Os exercícios terminados da criança foram analisados dando ênfase no

crescimento da compreensão e habilidade de cooperar com sentimentos de

ansiedade.

C- A criança foi assistida na selecção e implementação de várias ideias para

cooperar com sentimentos de ansiedade em exercícios apresentados em “My

Own Thoughts and Feelings”: A Growth and Recovery Workbook for Children.

D- A implementação das estratégias de coping, por parte da criança, e o seu

desenvolvimento foram monitorizadas, redireccionadas e validadas.

E- A criança foi incentivada a partilhar com os seus pais, o que estava a aprender

através dos exercícios; os pais foram incentivados a elogiar verbalmente os

esforços da criança para perceber e reduzir a sua ansiedade.

20.FOCALIZAÇÃO EM SITUAÇÕES PRODUTORAS DE ANSIEDADE.

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A- A criança usou técnicas de “contar histórias”, desenho e visionamento de filmes

de situações produtoras de ansiedade para o/a ajudar a falar sobre a sua

ansiedade e a reduzir o nível desta.

B- A criança tem vindo, gradualmente, a ser capaz de tolerar mais as situações

produtoras de ansiedade e de falar mais livremente sobre as suas ansiedades.

C- À criança foi dado incentivo e suporte para explorar histórias, desenhar e

visionar filmes com situações produtoras de ansiedade.

D- A criança apresentou uma crescente habilidade para tolerar situações

produtoras de ansiedade quando estas ocorriam.

21.UTILIZAR TÉCNICA DE “MÚTUO CONTAR DE HISTÓRIAS”

A- A criança foi incentivada a contar a sua história de situação produtora de

ansiedade utilizando a técnica de “Mútuo contar de Histórias”.

B- A criança contou prontamente a sua história sobre ansiedade, que foi

interpretada no seu significado subjacente.

C- Foi contada à criança uma história com as mesmas personagens e cenários como

na sua própria história, mas construída de forma saudável para lidar, e resolver

ansiedades.

D- A criança afirmou que a técnica de “Mútuo contar de Histórias” foi essencial

para lhe fornecer formas de lidar e resolver as suas ansiedades.

22.ESTRATÉGIAS DE COPING DA ANSIEDADE COMPORTAMENTAL

A- A criança foi assistida na selecção se estratégias de coping da ansiedade que

ela achasse que seriam úteis na resolução de situações de ansiedade.

B- Pesquisa comportamental foi utilizada para instruir a criança em como

implementar estratégias de coping da ansiedade comportamental.

C- Um contracto foi redigido, acordado e assinado pela criança para implementar

as estratégias comportamentais de coping da ansiedade identificadas.

D- A criança afirmou que a implementação de estratégias comportamentais de

coping da ansiedade foi proveitosa na redução significativa de experiências de

ansiedade.

23.DESENVOLVER HORÁRIO PARA ACTIVIDADE FÍSICA

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A- Foi ensinada à criança e aos pais o valor da actividade física e os seus

benefícios na possível redução de ansiedade.

B- A criança e os pais foram auxiliados no desenvolvimento e implementação de um

horário para actividade física que iria ajudar a reduzir o nível de ansiedade da

criança.

C- A criança e os pais foram monitorizados na implementação e elaboração do

horário de actividade física que ajudaria a reduzir o nível de ansiedade da

criança.

D- A criança e os pais foram confrontados com a falta de implementação

consistente no horário de actividade física que iria ajudar a reduzir o nível de

ansiedade da criança.

E- A implementação de um horário de actividade física diária ajudou a reduzir o

nível de ansiedade da criança.

24.ENVOLVER OS PAIS NO PROCESSO NO PROCESSO DE TRATAMENTO

A- Os pais foram encorajados a fazer parte de um fim-de-semana familiar

experimental para os auxiliar a enfrentar medos, a construir uma relação de

confiança e a aumentar a autoconfiança.

B- Os pais foram ajudados a programar o fim-de-semana familiar experimental.

C- Depois do fim-de-semana experimental, a família analisou a experiência e

identificou os benefícios atingidos.

D- A família não aceitou participar num fim-de-semana familiar experimental

25.PENSAR NA SITUAÇÃO DE ANSIEDADE (FOLHA DE REGISTO)

A- A criança foi encorajada a pensar, durante uns minutos, três vezes por dia,

sobre a situação que provoca medo ou ansiedade.

B- Foi estabelecido um contracto com a criança para que este implementasse as

estratégias de coping regularmente até à próxima sessão de terapia.

C- O exercício de “pensar” foi implementado com sucesso pela criança e serviu

para reduzir o período de tempo que a criança está preocupado com

pensamentos ou sentimentos de ansiedade.

26.DESENVOLVIMENTO NORMAL DE ANSIEDADES

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A- Foi explicado aos pais acerca de medos e ansiedades das várias etapas de

desenvolvimento.

B- Ansiedades e medos tornaram-se normais para os pais e o uso de estratégias de

coping foi enfaticamente aconselhado como forma de lidar com medos e

ansiedades.

27.LEITURA DE LIVROS SOBRE DESENVOLVIMENTO INFANTIL PELOS PAIS

A- Foi pedido aos pais para lerem Between Parents and Children (Ginott) e/ou How

to Talk so Kids will Listen (Fabor e Mazlish) para aumentar o

conhecimento/compreensão sobre crianças.

B- O material de leitura distribuído foi trabalhado com os pais para consolidar o

que tinham apreendido e para responder a qualquer questão que resultasse da

sua leitura.

C- Os pais foram confrontados com expectativas ou soluções irrealistas para

problemas de desenvolvimento infantil.

D- Os pais não realizaram a leitura do material indicado sobre desenvolvimento

infantil e foram encorajados a efectuarem-na.

28.GRUPO DE AJUDA PARA PAIS

A- Os pais foram encorajados a participar numa reunião parental ou num grupo de

ajuda.

B- Os pais comprometeram-se a tomar parte de uma reunião parental ou grupo de

ajuda.

C- Os pais partilharam a sua experiência num grupo de ajuda parental.

D- Os pais resistiram a frequentar um grupo parental e recusaram a

comprometerem-se a participar nesse tipo de reunião.

29.RESPOSTAS DOS PAIS AOS MEDOS DA CRIANÇA

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A- Forma ensinados aos pais respostas efectivas para os medos da criança.

B- Os pais aprenderam a identificar e eliminar respostas prejudiciais que

intensificam os medos/ansiedades da criança.

C- Os pais comprometeram-se verbalmente a implementar novas respostas aos

medos/ansiedades da criança.

D- Os afirmaram que tinham começado a responder mais efectivamente aos medos

da criança, o que resultou numa redução do nível de ansiedade da criança.

30.SUBLINHAR OS CONFLITOS FAMILIARES

A- As sessões familiares foram conduzidas de modo a procurar conflitos

interiores, possivelmente, presentes na família.

B- As sessões familiares foram conduzidas e os conflitos interiores na família

forma identificados em termos específicos.

C- Foram feitas tentativas para realizar uma sessão familiar para procurar

conflitos interiores, mas a família foi resistente a esta intervenção, preferindo

não discutir os seus conflitos.

31.RESOLVER CONFLITOS FAMILIARES

A- Formas positivas de resolver conflitos foram identificadas e examinadas pela

família.

B- Nas sessões familiares, a família foi capaz de solucionar conflitos familiares-

chave.

C- Foram confirmados os aspectos positivos do funcionamento familiar e a família

foi encorajada a trabalhar com o objectivo de resolver conflitos familiares

actuais.

D- A resolução de conflitos familiares interiores teve um efeito benéfico na

reedição do nível de ansiedade da criança.

32.PAPÉIS ESTRUTURAIS DENTRO DA FAMÍLIA

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Ansiedade Generalizada - Crianças

A- Nas sessões familiares foram explorados os papéis familiares e ajustados para

fortalecer os pais e solidificar o grupo das crianças.

B- Sessões familiares separadas de pais e crianças realizaram-se para que se

enfatize a hierarquia familiar e para definir o grupo das crianças como

separado dos pais.

C- Como os papéis familiares foram clarificados, o nível de ansiedade da criança

reduziu.

D- Os pais foram recompensados por reduzir os seus esforços para controlar

desnecessariamente as crianças.

33.DECRÉSCIMO DO CONTROLO PARENTAL

A- Foram desenvolvidas e implementadas intervenções estratégicas em sessões

familiares que tinham como objectivo reduzir o controlo parental e aumentar a

liberdade de escolha das crianças.

B- Foram identificadas situações específicas nas quais os pais podem reduzir o seu

controlo e oferecer mais escolha às crianças.

34.UTILIZAÇÃO DE METÁFORAS E PARÁBOLAS


A- Foi dada à criança uma metáfora para evocar as suas capacidades e implantar

esperança num resultado positivo

B- Foram lidos contos de fada e parábolas à criança para captar a sua atenção e

evocar a possibilidade de um resultado positivo nos esforços de reduzir a

ansiedade.

C- Metáforas foram utilizadas com a criança para sugerir um resultado positivo

nos seus esforços para lidar com a ansiedade.

D- Metáforas, parábolas e contos de fada ajudaram a criança a ver mais

possibilidade e tem mais esperança em lidar efectivamente com as suas

ansiedades.

35.DESENVOLVER ESTRUTURAS INTERNAS DE AUTO-REGULAÇÃO

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A- À criança foi ensinado o método de evocar a memória do terapeuta para o

acalmar e o encorajar quando confrontado com situações produtoras de

ansiedade.

B- Representação e pesquisa comportamental foram utilizadas para construir as

habilidades dos cliente e a sua autoconfiança usando a estratégia de evocar a

memória do terapeuta.

C- A criança demonstra usar, com sucesso, a memória do terapeuta como uma

estratégia de coping com situações produtoras de ansiedade.

36.PRESCREVER UMA TAREFA DE PREVISÃO

A- À criança foi pedido que previsse, todas as noites, a ansiedade que o

incomodaria no dia seguinte, juntamente com os elementos-chave que o fariam

também ter um bom dia.

B- A experiência de prever a ansiedade foi realizada com a criança e elementos-

chave que fariam daquele dia, um bom dia, foram afirmados e reforçados.

C- A solução foi encontrada através das informações recolhidas pela criança sobre

elementos que conduziriam a um bom dia, esta solução foi dada à criança para

este a implementar com o objectivo de aumentar a frequência de dias positivos.

D- O acolhimento positivo da tarefa de previsão, por parte da criança, aumentou o

número de dias bons nos quais conseguiu controlar a sua ansiedade.

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